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Mutuípe: Meu Pedacinho de Chão

Mutuípe: Meu Pedacinho de Chão

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Mutuípe: Meu Pedacinho de Chão

Duração:
100 páginas
31 minutos
Lançados:
2 de out. de 2014
ISBN:
9788583381075
Formato:
Livro

Descrição

A maioria dos poemas e das letras de música desse livro foram escritas antes de 2003, ano em que o autor começou a cursar História. A formação acadêmica o distanciou da escrita, pois o trabalho e os estudos, não possibilitavam conciliar a vida corrida de professor-estudante-poeta. Contudo, diversos poemas nasceram, frutos de sua loucura em pensar e acreditar que a história pode e deve ser escrita de forma poética, atraente, sedutora e prazerosa para o leitor. Certamente foi influenciado pelo pensamento de Aristóteles, e como marinheiro de primeiro semestre, sem saber nada ou nadar na teoria da história, e um tanto confuso, ficou muito satisfeito com a frase "a poesia é tão verdadeira quanto a história". Mas não entendeu porque a "Poética" não deveria ser leitura para menino e acreditou que todo historiador deve ser um poeta e todo poeta deve ser um historiador. Leu em algum lugar que as obras de Heródoto poderiam ser postas em versos, e nem por isso deixariam de ser História, se fossem em verso o que foram em prosa...
Lançados:
2 de out. de 2014
ISBN:
9788583381075
Formato:
Livro


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Mutuípe - Oscar Santana dos Santos

À minha mãe

Carmelita dos Santos,

ao meu pai

Nilo Santana dos Santos

e ao meu filho

Henrique Barros Santana.

Minha prosa é prova de amor

Sou fiel a Mutuípe

Quando cantei as meninas nos congressos

Nunca disse que era de Salvador

De Feira de Santana ou do Pelô,

Ilhéus ou Porto Seguro

Sou baiano do meu amor.

Onde fica isso, existe no mapa?

No Vale do Jequiriçá

Entre o Recôncavo e o Sudoeste da Bahia

Fica no meu coração

Tatuei o brasão

É meu pedacinho de chão.

Tem praia?

Não, mas tem orla

Tem um rio bonito no meio

Muitas ladeiras

Carros só sobem de primeira

Você é a segunda que invadiu minha priva e viva-cidade.

Tem quantos mil habitantes?

Uma vontade de mentir

Dizer trinta, cinquenta ou cem mil

O pior, que poluído tá o rio

O cacau, a vassoura de bruxa comeu

E, apesar de todo mundo chamar, a cachoeira não é alta.

Tem Universidade?

A UFRB foi para Cachoeira,

Cruz das Almas e Santo Antônio de Jesus,

O Campus que seria de Mutuípe, foi para Amargosa

Mutuípe, minha prosa!

Em ti, eu gosto de morar.

Chega de perguntas

Vai procurar o seu lugar

Mutuípe, minha oca,

Minha biboca

Só tem vinte mil habitantes,

Mas, eu nunca vou te abandonar.

Apresentação

Eu, Oscar Santana dos Santos, sou filho de pequenos agricultores que moram na zona rural do município de Mutuípe – Bahia. Quando criança, sonhei ser jogador de futebol, hoje sonho em poder publicar meus poemas e letras de músicas, conhecidas apenas pelos melhores amigos. A vida é movimento, e o sonho me faz acordar com a vontade de ser escritor; basta ter uma ideia na cabeça e um lápis ou uma caneta e um pedaço de papel na mão. Não precisa ser doutor nem ter computador, porém, depois que você escreve alguns versos e pensa em chamar de poesia, ainda tem um outro desafio – conseguir publicar e convencer alguém a ler.

A ideia de unir poemas e algumas letras de músicas no mesmo livro (a poesia pode ser uma música, e as melhores músicas sempre têm poesia) tem o objetivo de chamar atenção da juventude e do leitor em geral, para que percebam a importância da poética na vida de cada ser, principalmente nesse novo tempo, que se convencionou chamar de pós-modernidade. Somos filhos do nosso tempo, e não quero escrever apenas para meus amigos de farra;

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