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Tics e produção de texto

Tics e produção de texto

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Tics e produção de texto

Duração:
290 páginas
5 horas
Lançados:
1 de jan. de 2017
ISBN:
9788547304164
Formato:
Livro

Descrição

O tripé formação de professores, tecnologias de informação e comunicação (TICs) e ensino de produção de texto é objeto deste importante estudo de Eliane Costa. A pesquisadora aborda desde as políticas públicas, passando pela área 'Linguagens, Códigos e suas Teorias', e toma como fio condutor o alfabetismo e letramento na língua materna e letramento digital, com foco no ensino da produção de texto a estudantes da educação básica e a construção de uma escola como espaço que proporciona a interlocução de saberes.

O leitor encontrará aqui o pressuposto de que o estudante é um ser ativo; centro do ensino e da aprendizagem; aprende em cooperação e colaboração com os outros sob a orientação de quem jamais será substituído por máquinas: o professor.
Lançados:
1 de jan. de 2017
ISBN:
9788547304164
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Tics e produção de texto - Eliane Amaral Costa

COMITÊ CIENTÍFICO DA COLEÇÃO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIAS E TRANSDISCIPLINARIDADE

Dedico esta obra

a ti, professora, professor, heróis anônimos

que incansavelmente buscam o saber;

aos estudantes que têm sede de aprender;

aos pais, eternos educadores...

A todos que iluminam os caminhos

da educação pública...

AGRADECIMENTOS

Elevo meu pensamento a Deus para agradecer-Lhe por ter saúde, bom ânimo, forças para superar obstáculos, resolver problemas e escrever esta obra cuja pretensão é colaborar para transformar a educação com vistas ao presente e ao século XXII, beneficiar os estudantes, pessoas para as quais empreendemos esforços com o objetivo de propiciar-lhes uma educação humanizadora.

Escrever é jogar palavras carregadas de significados e simbologias, construídas ao longo de nossa caminhada, para serem apreciadas pelo leitor. Para isso, faz-se necessário constituir-se como escritor(a), cujo perfil é talhado por nossas crenças e valores, pelo convívio com pessoas que conhecemos pessoal ou virtualmente ou por obras publicadas.

Dentre os autores cujas obras interpretei e deles fiz-me cúmplice ao comungar de suas ideias e passar a defendê-las, destaco o Prof. Dr. Mário Osório Marques (*22/01/1925 - +14/02/2002) e de suas obras enfatizo A Escola no Computador: Linguagens Rearticuladas, Educação Outra publicada um ano após seu falecimento.

Seria impossível nominar todas as pessoas às quais sou grata pela maravilhosa companhia no decorrer dessa caminhada, embora deseje que elas recebam meu carinho e gratidão. Escolhi algumas delas para representar o conjunto.

Minha família pelo apoio incondicional em todos os momentos. Não poderia deixar de destacar meu esposo Nilson por compreender minha ausência, devido aos estudos e à realização da pesquisa e por compreender meu vício: ler e escrever.

Dra. Cátia Maria Nehring, Dra. Lenir Basso Zanon e Dra. Maria Cristina P. de Araújo e Dr Celso José Martinazzo, pelo convívio em momentos especiais de formação acadêmica;

Dr. Antônio Escandiel de Souza, que aceitou escrever o prefácio deste livro, por sua valiosa contribuição em minha constituição como professora e escritora por intermédio de suas palavras, de suas obras...

Finalizo, agradecendo à editora Appris pela parceria empreendida para a publicação da presente obra.

A escola ganha mundo

Se a escola que temos se organizou para enfrentar os desafios da cultura escrita, agora se vê ela desafiada pela alta velocidade de expansão das conexões digitais no ciberespaço, em que instantaneamente virtualiza-se o tecido inteiro da sociedade contemporânea.

(MARQUES, 2003, p. 142)

APRESENTAÇÃO

Este livro emerge de pesquisa teórica cujos autores dedicaram/dedicam-se a estudos sobre formação de professores, Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e ensino de produção de texto, além de considerar a realização de pesquisa empírica realizada pela autora em escola pública de educação básica no estado do Rio Grande do Sul.

Os estudos ora apresentados emergiram do olhar acurado da pesquisadora sobre os índices de avaliação externa e dos desafios impostos aos professores para que os estudantes, ao concluirem a educação básica, tenham construído conhecimentos necessários ao exercício da cidadania e prosseguimento dos estudos.

Considero, ainda, o fato de que a partir da década de 1990, com o surgimento da internet, ocorreram mudanças na forma de as pessoas se expressarem, utilizarem linguagens híbridas¹, hipermídias², multiletramentos³; também considero a observação dos índices de analfabetismo funcional em nosso país.

De acordo com Oliveira e Azevedo (2007), o analfabeto funcional é resultante de um processo restrito de aprendizagem da leitura; nesse nível, a pessoa é capaz apenas de decodificar símbolos, mera aquisição da competência escrita.

Com a defasagem do ensino e da aprendizagem aprensentados pela educação, na contemporaneidade, observa-se que esse processo, ao gerar ‘analfabetos funcionais’, perpetua estruturas de exclusão social.

A fim de que a escola cumpra sua função de preparar cidadãos para atuarem na sociedade local e global é necessário que esta propicie aos estudantes o letramento — estado ou condição de um indivíduo que sabe —, além do alfabetizado; e tem o prazer em exercer práticas sociais de leitura e escrita por meio da aplicabilidade de conhecimentos na produção de textos escritos na variante padrão da língua oficial brasileira e em textos multimodais⁴.

Em comparação, caso a escola omita-se em propiciar aos educandos o letramento digital é possível que se repita o que aconteceu com a apropriação da língua escrita, pois de acordo com Gnerre(1995), poucos privilegiados dela se apropriaram, o que causou obstáculos de acesso ao poder.

Ao considerar o acima exposto, pode-se pensar que, ao negar ao estudante o alfabetismo e letramento digital, a escola estará a produzir um novo tipo de analfabetismo e acirrando diferenças sociais, econômicas e culturais. Essa afirmativa é corroborada por Chartier (2013, p. 30), cuja declaração em entrevista concedida à revista Nova Escola assevera:

A tecnologia na escola, por exemplo, favorece uma intervenção do poder público na vida de quem não tem condições de comprar um computador ou conhecimentos para utilizá-lo. A democratização da escrita não pode ser só um desejo. Deve ser uma obrigação.

Para Chartier, nossa sociedade está vendo nascer um novo tipo de analfabetismo: o digital. O analfabeto digital é aquele sem condições de usar um computador para ler, escrever ou realizar tarefas simples.

Prevendo o problema, políticas públicas orientam para a inclusão digital cujos reflexos iluminam uma educação voltada para o enfrentamento dos desafios que a contemporaneidade está a exigir.

Um novo paradigma emerge na educação, porém o antigo resiste em ceder seu lugar, por isso este livro traz reflexões inerentes à integração de ferramentas digitais aos tradicionais métodos de ensino e aprendizagem no sentido de considerar o entrelaçamento de teorias e trabalho docente em um mundo de incertezas e mudanças velozes.

É possível observar que paradigamas se interpenetram, não há uma linha do tempo estanque onde um começa e outro termina. Marques (1993, p. 104) esclarece:

Os paradigmas básicos do saber, que se sucederam interpenetrados e que continuam em nossa cultura e em nossas cabeças, necessitam recompor-se em quadro teórico mais vasto e coerente. Sem percebê-los dialeticamente atuantes, não poderemos resconstruir a educação de nossa responsabilidade solidária.

Na contemporaneidade, foram introduzidas TICs no cotidiano das pessoas, seja no trabalho, no lazer, em pesquisas.

Percebeu-se, por meio da pesquisa, que a escola e seus respectivos trabalhadores em educação demonstram dificuldades para acompanhar as mudanças frenéticas que ocorrem no campo da leitura, escrita, comunicação. Este livro propõe-se a colaborar para o aprimoramento de saberes nesse sentido.

A informação que outrora levava dias, meses a chegar, devido à distância entre quem a emitia e seu destinatário, agora, proporcionada pelos instrumentos midiáticos, ocorre instantaneamente.

Contudo, a mesma tecnologia (tablet, notebook, computadores conectados à internet) que beneficia os humanos, também, apresenta um lado negativo em relação ao recinto escolar, porque, se não for bem utilizada, atrapalha ao invés de ajudar: no momento em que são utilizadas pelos alunos em horário escolar sem fins pedagógicos ou sem a autorização dos professores, por exemplo.

Se você, leitor, é também professor, faz ideia de quantas vezes foi necessário pedir ao aluno para desligar o celular e conectar-se à aula em que eles estavam presentes fisicamente?

Outro problema trazido pela tecnologia, em contexto escolar, refere-se ao fato de ocorrerem mudanças na forma de escrever, por exemplo: há a substituição da palavra você por vc, beleza por blz, entre tantos outros vocábulos que poderíamos enumerar. Será que se faz necessário alfabetizar-se nos internetês para conseguir viabilizar a comunicação com internautas?

A que se deve o analfabetismo funcional apresentado pelos concluintes da educação básica? Estaria vinculado à formação contínua dos professores?

O professor está apto a inserir as tecnologias de informação e comunicação, por meio de instrumentos midiáticos (tablets, notebooks, celular e similares) no trabalho docente?

Por conseguinte, a escolha e estruturação dos capítulos norteou-se no tripé: formação de professores, tecnologias de informação e comunicação e o processo de ensino de produção de textos, no intento de responder as questões colocadas acima.

Prezado leitor, querida leitora, este livro também lhe oferece sugestões para hibridizar o processo de ensino de produção de texto com a inserção de tecnologias de informação e comunicação.

Agradeço-lhe, interlocutor, por estar com este livro em mãos. Por favor, com prazer, siga a leitura.

A autora.

PREFÁCIO

Ao abordar um tema de extrema relevância como as Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na educação da sociedade contemporânea, sobretudo quando nos referimos ao seu impacto no ensino da língua portuguesa como língua materna, não podemos deixar de mencionar, primeiramente, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) tendo em vista que esse documento aponta diretrizes para as questões referentes ao ensino e aprendizagem na educação básica brasileira.

As orientações dos PCNs, especialmente as voltadas ao ensino médio, enfatizam a necessidade de entender o impacto das tecnologias de comunicação e informação na vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida social. e sinalizam que as tecnologias da comunicação e informação e seu estudo devem permear o currículo e suas disciplinas. Essa estreita relação entre ensino e linguagens tecnológicas, nos parece, faz parte do contexto educacional contemporâneo, no entanto, em determinadas realidades, por diversas razões, ainda há entraves e resistências para que ocorra, de fato, essa necessária relação.

Nesse sentido, este livro é resultado de um estudo empírico, configura-se como um importante aporte teórico destinado aos pesquisadores interessados na temática, mas principalmente aos docentes da educação básica brasileira, ainda carentes de discussões e reflexões acerca do impacto e da necessidade da integração das TICs no ensino com mudanças paradigmáticas.

A relevante fundamentação teórica à qual a autora recorre atesta a importância do livro, pois ela traz suas conclusões sustentadas no relatório da Unesco (DELORS, 1988), Parâmetros Curriculares Nacionais ; Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (5.692/71, 9.394/96); Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio e ainda em autores como: Chevellard, Demo, Imbernón, Lévy, Marques, Moran, Morin, Rojo, Tardif & Lessard, entre outros.

Outro aspecto relevante refere-se ao fato de que a autora, Eliane Amaral Costa, apresenta resultados de uma pesquisa empírica de uma realidade social da qual faz parte: o ensino e a aprendizagem na educação básica brasileira.

As considerações e reflexões apresentadas ao longo do livro confirmam a importância das TICs no processo de ensino e aprendizagem, sobretudo no que se refere à área de Linguagens, códigos e suas tecnologias, pois o professor pode e deve aliar esses recursos tecnológicos tão presentes no contexto dos alunos, a fim de torná-los cidadãos conscientes e capazes de interagir socialmente por meio da linguagem tecnológica.

Posso afirmar, com segurança, que se trata de uma leitura necessária ao profissional da educação básica atual, pois contempla uma discussão fortemente ancorada nos principais documentos que regem a educação brasileira e outras teorias que com ela têm relação, o que considero crucial, principalmente às escolas da rede pública, tão carentes de novas propostas alternativas de ensino e aprendizagem.

Prof.º Dr. Antonio Escandiel de Souza

(Universidade de Cruz Alta)

Sumário

UMA HISTÓRIA DE VIDA NA ESCOLA

1 - CONTEXTUALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DESTE ESTUDO

1.1 Caracterização escola

1.2 Caracterização dos professores

1.3 Natureza da pesquisa

1.4 Percurso construído para produção e análise dos dados

2 - A PROBLEMÁTICA DA INTEGRAÇÃO DAS TIC NO CONTEXTO ESCOLAR

2.1 Historicidade educacional e sociedade digital

2.2 Linguagens, códigos e suas tecnologias sob a ótica de políticas públicas

2.3 Saberes e trabalho docente: frutos da formação permanente

3 - FORMAÇÃO DOCENTE PERMANENTE E INTEGRAÇÃO DAS TICs EM PROL DO ENSINO DA PRODUÇÃO DE TEXTO

3.1 Integração das tics no ensino: concepções e práticas docentes

3.2 Integração das tics no ensino: formação contínua e condições sociais do professor na escola

4 - PRODUÇÃO DE TEXTO, ALFABETISMO FUNCIONAL E LETRAMENTO(S)

4.1 Práticas assertivas no ensino de produção de texto

4.1.1 Fanfic, que gênero é esse?

4.1.2 Sequências didáticas

4.1.3 O ensino do gênero textual reportagem impressa

PARA FINALIZAR A CONVERSA...

REFERÊNCIAS

UMA HISTÓRIA DE VIDA NA ESCOLA

Realizei o curso Técnico em Contabilidade a nível de segundo grau (Lei 5.692/1971), porém acalentava o desejo de ser professora, por isso busquei a Secretaria Muncipal de Educação de meu município, realizei prova de seleção e entrevista e fui classificada para inciar o trabalho docente, a título precário. Creio que essa prática, na época, ocorria com maior intensidade que nos dias atuais, para suprir a falta de professores.

A única experiência que eu tivera no campo da alfabetização fora de aluna. Trinta crianças estavam sendo colocadas sob a minha responsabilidade para serem alfabetizadas em leitura e escrita na variante padrão da Língua Portuguesa Oficial Brasileira e iniciadas em conhecimentos escolares nas demais disciplinas constantes no núcleo comum, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 5691/71 (BRASIL, 2013).

Se isso acontecesse nos dias atuais, eu acessaria a rede de computadores, assistiria a videoaulas no Youtube, leria artigos sobre o assunto, porém, em 1979, eu não tinha acesso sequer a uma boa biblioteca, contava apenas com o desejo de ser professora e tinha ciência de que isto não bastava, era necessário o conhecimento que me faltava.

Então, dirigi-me à Biblioteca da Unijuí/Ijuí e retirei o livro A paixão de conhecer o mundo, de Madalena Freire (1983), que ainda sustenta o trabalho de escolas pela sua indissociável teoria e prática docentes, conforme pode ser conferido em suas reedições. Nessa obra, a autora relata sua prática docente em uma escola no ano de 1978. Adaptei-o ao meu planejamento de ensino.

No entanto, eu precisava alfabetizar e essa obra magnífica não me levava a tanto; ajudou-me no período preparatório. Precisa pensar em algo para apresentar as letras, alfabetizar na língua materna.

Conheci o Método da Abelhinha, em uma formação para professores realizada pela Secretaria Municpal de Educaçao e Cultura – SMEC, o qual foi minha salvação. Lembro-me que, dos 30 alunos, 27 foram alfabetizados e aprovados para o segundo ano, um aluno foi transferido e dois reprovados no teste de leitura realizado pela supervisora escolar das escolas municipais do município.

Por conseguinte, minha formação docente ocorreu em serviço por meio de pesquisa teórica realizada espontaneamente e na busca de auxílio de colegas. Após alguns anos de trabalho como professora leiga, cursei, na cidade de Júlio de Castilhos, no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Professores cuja entidade mantenedora era a Prefeitura Municipal daquele munícipio, o curso de Habilitação Profissional Plena de Magistério, a Nível de Segundo Grau, autorizado pela Portaria nº 13.418 de 2/9/1975 da Secretaria de Educação do Estado do Rio Grande do Sul.

Obtivera meu primeiro título de professora em 1981: Professor do Ensino de Primeiro Grau, com direito à docência de 1ª a 4ª série de acordo com fundamentação legal: artigo 30, alínea a, e artigo 16 combinados com os artigos 4º e 6º da Lei 5.692, de 11 de agosto de 1971 e Resolução 105, de 31 de maio de 1973, do Conselho Estadual de Educação do RS – CEE.

Em 1981, fui contratada pelo Estado do Rio Grande do Sul para atuar como professora de primeira a quarta série do ensino primário na Escola Estadual de Primeiro Grau Incompleto Bento Gonçalves localizada no interior do município de Redentora/RS.

No ano seguinte, 1982, fui removida, na condição de contratada emergencialmente, para a Escola Estadual localizada na sede do município. No decorrer de um semestre, atuei como alfabetizadora; a seguir, devido à falta de professores, mais uma vez, sem titulação e preparação para o trabalho, assumi como professora de Matemática de quinta e sextas séries do ensino fundamental.

Em 1983, fui aprovada em Concurso Público Estadual e nomeada para lecionar nas primeiras séries do primeiro grau. Assumi o cargo de professora na mesma escola e, em vez de cumprir o estágio probatório com as séries iniciais, lecionei a disciplina de Língua Portuguesa nas séries finais do ensino fundamental; Português e Literatura em todas as séries do ensino médio. Eu cursava o primeiro semestre de Letras/Unijuí. Transformei-me em uma estudiosa dessas disciplinas, sustentando meu trabalho em teorias que o referido curso me oferecia e eu as aprofundava pela necessidade do trabalho docente exercido.

Estava em início de carreira, responsável pela leitura e produção de textos de estudantes da quinta série do ensino fundamental até a última série do ensino médio. Como, na época, havia poucas turmas, éramos poucas professoras a trabalhar essas disciplinas.

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