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Vitória vai à escola: Afetividade como elo entre o cuidar e o educar na educação Infantil
Vitória vai à escola: Afetividade como elo entre o cuidar e o educar na educação Infantil
Vitória vai à escola: Afetividade como elo entre o cuidar e o educar na educação Infantil
E-book124 páginas2 horas

Vitória vai à escola: Afetividade como elo entre o cuidar e o educar na educação Infantil

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Sobre este e-book

Com a percepção de que a escola de Educação Infantil, além da educação, é também lugar de acolhimento e de cuidado, este livro apresenta uma trajetória de formação docente que busca desenvolver a consciência da importância da afetividade no desenvolvimento da criança, compreendendo que o tocar, tão presente no dia a dia das/os pro ssionais da creche e pré-escola, tem um signi cado tanto físico, quanto emocional.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento9 de jun. de 2016
ISBN9788546203635
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    Vitória vai à escola - Mariana Parro Lima

    Copyright © 2016 by Paco Editorial

    Direitos desta edição reservados à Paco Editorial. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada e estocada em sistema de banco de dados ou processo similar, em qualquer forma ou meio, seja eletrônico, de fotocópia, gravação, etc., sem a permissão da editora e/ou autor.

    Coordenação Editorial: Kátia Ayache

    Revisão: Taine Fernanda Barrivieira

    Assistência Editorial: Augusto Pacheco Romano, Érica Cintra

    Capa: Renato Arantes Santana de Carvalho

    Assistência Digital: Wendel de Almeida

    Edição em Versão Impressa: 2015

    Edição em Versão Digital: 2016

    Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

    Conselho Editorial

    Profa. Dra. Andrea Domingues (UNIVAS/MG) (Lattes)

    Prof. Dr. Antonio Carlos Giuliani (UNIMEP-Piracicaba-SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Antonio Cesar Galhardi (FATEC-SP) (Lattes)

    Profa. Dra. Benedita Cássia Sant’anna (UNESP/ASSIS/SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Carlos Bauer (UNINOVE/SP) (Lattes)

    Profa. Dra. Cristianne Famer Rocha (UFRGS/RS) (Lattes)

    Prof. Dr. Eraldo Leme Batista (UNIOESTE-PR) (Lattes)

    Prof. Dr. Fábio Régio Bento (UNIPAMPA/RS) (Lattes)

    Prof. Dr. José Ricardo Caetano Costa (FURG/RS) (Lattes)

    Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes (UNISO/SP) (Lattes)

    Profa. Dra. Magali Rosa Santa'Anna (UNINOVE/SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Marco Morel (UERJ/RJ) (Lattes)

    Profa. Dra. Milena Fernandes Oliveira (UNICAMP/SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Ricardo André Ferreira Martins (UNICENTRO-PR) (Lattes)

    Prof. Dr. Romualdo Dias (UNESP/RIO CLARO/SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Sérgio Nunes de Jesus(IFRO/RO) (Lattes)

    Profa. Dra. Thelma Lessa (UFSCAR/SP) (Lattes)

    Prof. Dr. Victor Hugo Veppo Burgardt (UNIPAMPA/RS) (Lattes)

    Paco Editorial

    Av. Carlos Salles Block, 658

    Ed. Altos do Anhangabaú, 2º Andar, Sala 21

    Anhangabaú - Jundiaí-SP - 13208-100

    Telefones: 55 11 4521.6315 | 2449-0740 (fax) | 3446-6516

    atendimento@editorialpaco.com.br

    www.pacoeditorial.com.br

    À Vitória com amor.

    O ser humano não vive só. A história da humanidade mostra que o amor está sempre associado à sobrevivência. Sobrevive na cooperação. Se a mãe não acolhe o bebê, ele perece. É o acolhimento que permite a existência. Numa de suas parábolas, Jesus fala do camponês lançando sementes ao solo. Algumas caem nas pedras e são comidas pelas aves, outras caem num solo árido e resistem por pouco tempo. Mas há aquelas que encontram boa terra e crescem vigorosas. Assim também nós precisamos de um solo acolhedor para nos desenvolver. Nosso solo acolhedor é o amor.

    Humberto Maturana

    Sumário

    Folha de rosto

    Página de Créditos

    Dedicatória

    Epígrafe

    Prefácio

    Um conto para encantar Vitória

    Capítulo 1: O Caminho Percorrido

    Capítulo 2: De Corpo Presente

    1. Garotinha sapeca: corpo e infância

    2. Garotinha carente: o toque como linguagem

    3. Garotinha problema: afetividade como elo entre o cuidar e o educar

    Capítulo 3: O Tecer dos Retalhos

    1. O Tecido

    2. As Fitas

    Quadro 1: Formação e experiência profissional das professoras

    3. Os laços

    4. O nó

    Quadro 2: Vivências com as professoras

    Primeiro tema — Estreitando os laços

    Segundo tema — O corpo de quem educa/cuida

    Terceiro tema — Afetividade na Escola

    Capítulo 4: Formação e Saberes – reflexão sobre o lugar da afetividade na educação infantil

    1. Garotinha amada: propostas para a Formação Continuada de Professores da educação infantil

    Quando os sapatos já não apertam mais

    Referências

    Paco Editorial

    Prefácio

    Eliana Ayoub

    Faculdade de Educação da Unicamp

    Este livro de Mariana Parro Lima e Adilson Nascimento de Jesus aborda a temática da afetividade no contexto da educação infantil.

    Escrito num tom narrativo e poético, traz para a cena uma discussão que nem sempre está presente nas pesquisas acadêmicas.

    Preocupados em compreender o caráter afetivo que constitui as relações humanas e, sobretudo, as relações educativas, os autores consideram a afetividade como elo entre o cuidar e o educar na educação infantil.

    Passando por temas como o corpo e a infância, a afetividade na educação infantil, o toque como linguagem, as relações entre cuidado e educação na educação infantil, a escola como lugar de construção e interação, entre outros, os autores enfatizam que o despertar corporal dos profissionais que trabalham na educação infantil ainda é um desafio nos cursos de formação inicial e continuada de professores. Nessa perspectiva, convidam-nos a repensar o papel da professora e do professor de bebês e crianças pequenas e a formação desses sujeitos que atuam nessa etapa educacional, alertando-nos para a necessidade de que essa formação contemple um estudo das várias linguagens que fazem parte do mundo das crianças.

    A esse respeito, nossa experiência no curso de pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp, na disciplina Educação, corpo e arte (que é ministrada por docentes das áreas de educação física e de arte, inclusive pelo autor deste livro), tem se caracterizado como um relevante momento de discussão e vivência de propostas no âmbito de diferentes linguagens corporais e artísticas em suas relações com o processo educacional. No entanto, considero que somente uma disciplina no currículo, apesar de ser um espaço nessa direção, não é suficiente para dar conta do aprofundamento que a área da educação requer sobre as temáticas concernentes ao corpo e à arte na escola, sobretudo na esfera da educação infantil.

    Para os autores desta obra, pautando-se em pesquisas acerca da relevância do toque para o desenvolvimento humano, como os estudos de Ashley Montagu (antropólogo britânico), segundo o qual o toque é a principal forma de linguagem dos sentidos que nos permite sermos socializados, a linguagem do toque ganha um significado especial quando nos reportamos à educação infantil, especialmente no trabalho com crianças que ainda não falam. Portanto, é fundamental pensarmos na importância do toque como uma linguagem que permite um encontro afetivo entre professoras(es) e crianças.

    A partir da pele, do toque, do contato entre os corpos, as relações entre adultos e crianças e das crianças entre si, vão se construindo e ganham significado. Pensar o toque como um encontro entre professores e crianças. Refletir sobre um corpo infância que cuidamos e educamos na escola e que abriga a vida de uma época, de uma sociedade, de uma família, e está pronto para escrever seu pedaço nessa história. (p. 15)

    O estudo teórico foi aprofundado durante a realização de uma pesquisa de campo com professoras de uma creche da rede pública do município de Piracicaba/SP, a fim de encontrar outras possibilidades para discutir e compreender a dimensão da afetividade no processo de ensino-aprendizado das crianças pequenas.

    A finalidade primordial da pesquisa de campo, introduzir para as professoras a prática da Shantala, estilhaça-se e ganha novos contornos, revelando que quando o pesquisador entra em campo disposto a olhar, escutar, tocar e tocar-se pelo outro, a pesquisa abre-se para outras possibilidades. Afetados pelo contexto da escola, a ideia inicial foi transformando-se e, com todo o apoio e comprometimento da diretora, tomou-se a decisão de se trabalhar o corpo e o toque com as professoras para, a partir dessa proposta, estimular reflexões referentes ao cuidado, ao acolhimento e à afetividade na escola.

    A intenção era de que a auto percepção corporal pudesse abrir caminho para que elas pudessem vivenciar a importância de se trabalhar os afetos na educação de crianças, que ultrapassa os livros, as pesquisas, a formação acadêmica, mas que toca a pele e envolve as emoções e traz sentido. Só assim seria possível desenvolver, junto às crianças, um trabalho baseado na afetividade, no amor,

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