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E-book688 páginas4 horas

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Sobre este e-book

Este livro apresenta de forma clara e objetiva Ferramentas e Técnicas de aplicabilidade comprovada para o apoio e a melhoria do Gerenciamento. Este trabalho procurou possibilitar uma visão geral e mostrar os passos básicos de algumas dessas metodologias, tentando facilitar o entendimento das técnicas desenvolvidas, evidenciando a sua funcionalidade e estimulando a sua aplicação prática. São ferramentas como Análise SWOT, Benchmarking, Brainstorming, Modelo 5W2H, Balanced Scorecard, Matriz GUT, Janela de Johari, Modelo Myers-Briggs, Programa 5S, Análise do Valor Agregado e diversas outras ferramentas e técnicas que ao longo do tempo tornaram-se de uso universal, servindo ao apoio da gestão de diversas áreas de conhecimento da administração, a saber:
Estratégia, Negociação, Gerenciamento de Tempo, Gerenciamento de Custos, Gerenciamento de Qualidade, Gerenciamento de Escopo, Gerenciamento de Recursos Humanos, Gerenciamento de Aquisições, Gerenciamento de Comunicação, Gerenciamento de Riscos, Gerenciamento de Integração, Gerenciamento das Partes Interessadas.
Nesta 6ªed foram incluídas novas ferramentas para o auxílio no planejamento estratégico, como o Canvas, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes, o Kanban, que é um conceito relacionado à utilização de cartões para indicar o andamento dos fluxos de produção em série, e o Scrum, que é um processo de desenvolvimento iterativo e incremental para o gerenciamento de projetos. Também foram incluídas algumas teorias motivacionais desenvolvidas através de experimentos práticos que podem melhorar significativamente as habilidades das organizações e aumentar sua produtividade. São elas: Teoria da Hierarquia das Necessidades, de Abraham Maslow, Teoria dos Fatores Motivadores, de Frederick Herzberg, e a Teoria X e Teoria Y, de Douglas Mc Gregor.
IdiomaPortuguês
EditoraBRASPORT
Data de lançamento8 de abr. de 2016
ISBN9788574527802
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    40 + 16 Ferramentas e Técnicas de Gerenciamento - Merhi Daychoum

    Copyright © 2016 por Brasport Livros e Multimídia Ltda.

    Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida, sob qualquer meio, especialmente em fotocópia (xerox), sem a permissão, por escrito, da Editora.

    1ª edição: 2007

    2ª edição: 2008

    3ª edição: 2010

    4ª edição: 2012

    5ª edição: 2013

    6ª edição: 2016

    Editor: Sergio Martins de Oliveira

    Diretora: Rosa Maria Oliveira de Queiroz

    Gerente de Produção Editorial: Marina dos Anjos Martins de Oliveira

    Revisão de Texto: Marina dos Anjos Martins de Oliveira

    Editoração Eletrônica: Abreu’s System Ltda.

    Capa: Paulo Vermelho

    Produção de ebook: S2 Books

    Técnica e muita atenção foram empregadas na produção deste livro. Porém, erros de digitação e/ou impressão podem ocorrer. Qualquer dúvida, inclusive de conceito, solicitamos enviar mensagem para editorial@brasport.com.br, para que nossa equipe, juntamente com o autor, possa esclarecer. A Brasport e o(s) autor(es) não assumem qualquer responsabilidade por eventuais danos ou perdas a pessoas ou bens, originados do uso deste livro.

    Várias Marcas Registradas aparecem no decorrer deste livro, e o editor declara estar utilizando tais nomes apenas para fins editoriais, sem intenção de infringir as regras de sua utilização.

    BRASPORT Livros e Multimídia Ltda.

    Rua Pardal Mallet, 23 – Tijuca

    20270-280 Rio de Janeiro-RJ

    Tels. Fax: (21) 2568.1415/2568.1507

    e-mails: marketing@brasport.com.br

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    site: www.brasport.com.br

    Filial SP

    Av. Paulista, 807 – conj. 915

    01311-100 – São Paulo-SP

    A vida é repleta de escolhas. São escolhas que temos que fazer a cada dia, a cada momento. Cada escolha nos conduz a um lugar e o somatório dessas escolhas nos coloca onde estamos hoje.

    Decidir se tornar um profissional bem-sucedido não se trata apenas de uma escolha simples. Isso somente é possível se as bases sobre as quais você constrói o resto de sua vida forem sólidas. A objeção aos seus planos por aqueles mais próximos de você ou a discordância familiar de qualquer tipo servem apenas para enfraquecê-lo e afastá-lo do caminho escolhido.

    Graças a Deus não precisei lidar com nada disso porque meus alicerces e o amor da minha vida, minha esposa Vanderléya, sempre foram uma fonte de carinho, incentivo e compreensão. Ela me orienta quando minha trajetória se torna confusa. Ela me aconselha corretamente sobre as decisões que devo tomar. Ela torna o nosso lar um lugar de paz e repleto de amor que compartilhamos com nossos amados filhos Sajih e Yasser, minhas maiores fontes de inspiração.

    Conhecê-la significa admirá-la e esse sentimento não é apenas meu. Um amigo da Vanderléya é um amigo para a vida toda!

    Dedico este livro a ela.

    Agradecimento

    Deixo um agradecimento muito especial a todos os amigos e colaboradores da Brasport que sempre acreditaram e incentivaram o meu trabalho, em especial para Sergio Martins, permanentemente um exemplo de gentileza, para Rosa Queiroz, que parece nunca ter problemas tamanho seu bom humor, simpatia e constante disposição, além da imensa paciência que tem com os meus atrasos, e para Marina Oliveira, pelo carinho e cuidado que sempre dedicou às minhas obras.

    Depoimento

    Quando conheci o engenheiro Merhi eu presidia o CEDIM (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher) e ele havia acabado de aceitar o desafio de organizar e coordenar a equipe de projetos e obras do Programa Delegacia Legal. Fizemos alguns trabalhos em parceria na área de proteção à mulher vítima de violência doméstica com uma equipe multidisciplinar. Foi uma experiência muito gratificante para todas as pessoas envolvidas.

    Seu livro sobre ferramentas de gestão discorre basicamente sobre a racionalização no uso de recursos e otimização de processos, o que nos permite estabelecer parâmetros de eficiência e eficácia, além de ajudar a trazer para a área pública alguns conceitos de gestão que são tão importantes e necessários a qualquer organização pública ou privada.

    Delegada Martha Rocha

    Deputada Estadual do Rio de Janeiro

    Prefácio da 6ª edição

    Prezado leitor,

    As práticas de gerenciamento de projetos, hoje consolidadas e reconhecidas em todo o mundo, necessitam cada vez mais de atualização e agilidade na aplicação, o que torna muito oportuno este livro sobre a utilização de ferramentas aplicadas às melhores práticas recomendadas pelo PMBOK® Guide, além de outras fontes.

    A capacidade de aplicação de práticas requer conhecimento e habilidades específicas para aumentar as chances de sucesso de um projeto; ferramentas permitem concretizar melhores resultados; conhecimento é a forma de determinar quais serão as ferramentas utilizadas, considerando todo o ambiente e cultura no qual o projeto está inserido; experiência é a capacidade de aplicar ferramentas e, com isso, atingir os objetivos e resultados previstos por uma melhor prática recomendada.

    O PMI® (Project Management Institute), a maior associação profissional do mundo dedicada ao desenvolvimento do gerenciamento de projetos e mundialmente reconhecida, permanece na sua visão de que: nos próximos anos as empresas vão utilizar o gerenciamento de projetos, dar valor e atribuir a ele o seu sucesso.

    Em um de seus principais estudos, o Pulse of the Profession®, o PMI® apresenta a diferença entre empresas de alto desempenho versus empresas de baixo desempenho, no que diz respeito à capacidade de aplicar as melhores práticas recomendadas para projetos, programas e portfólio. De acordo com o estudo, os projetos de organizações de alto desempenho atingem os objetivos com frequência duas vezes e meia maior, além de desperdiçar 13 vezes menos dinheiro que suas concorrentes de baixo desempenho. Ou seja, ganham em competitividade as empresas que valorizam e aplicam, com eficiência, as práticas de gerenciamento de projetos recomendadas.

    Nesta nova edição o autor reforça a sua contribuição para com o desenvolvimento das práticas de gerenciamento de projetos, compartilhando técnicas e ferramentas de gestão que permitem ao leitor a aplicação prática em seus projetos. As técnicas e ferramentas aqui fazem deste livro um guia prático para a realidade das organizações que buscam melhores resultados.

    O PMI® do Rio de Janeiro parabeniza o autor por essa importante contribuição para a comunidade interessada no tema e agradece, mais uma vez, o convite para este prefácio.

    Desejo uma excelente leitura e que esse conhecimento faça a diferença no dia a dia dos leitores e de suas respectivas organizações.

    Carlos Augusto Freitas, PMP

    Presidente PMI-Rio Chapter (gestão 2015)

    Prefácio da 1ª edição

    Prezado leitor,

    O gerenciamento de projetos está sendo reconhecido cada vez mais no ambiente profissional e assumindo a cada dia maior projeção como fator de desenvolvimento dos resultados dos processos de negócios das organizações.

    No século passado, Peter Drucker, Tom Peters e outros autores já apontavam para este século escrevendo que o mundo iria perceber cada vez mais os projetos, como se observa hoje.

    Também no século passado, o PMI já tratava de desenvolver o profissionalismo em gerenciamento de projetos. Neste século, nossa missão estratégica é tornar o gerenciamento de projetos indispensável para os resultados dos processos de negócios.

    As organizações, em todo o mundo, vão utilizar o gerenciamento de projetos, dar valor a ele e atribuir a ele o seu sucesso. Neste contexto, várias pessoas contribuem de muitas formas. Identificamos no mercado os provedores, os consumidores e os praticantes de gerenciamento de projetos.

    É preciso desenvolver continuamente o conhecimento em gerenciamento de projetos, desde o entendimento e uso correto da terminologia até o desenvolvimento de padrões e de metodologia, passando pelo compartilhamento das melhores práticas, ferramentas e técnicas.

    Neste contexto, o autor contribui com a comunidade de profissionais de gerenciamento de projetos, abordando diversas ferramentas de gerenciamento de projetos neste livro.

    Trata-se de ferramentas muito úteis, e muitos profissionais de gerenciamento de projetos poderão se beneficiar dessas ferramentas e desenvolver o estudo delas, bem como desenvolver a sua aplicação prática melhorando sempre os resultados dos projetos e/ou diminuindo as perdas.

    Estudos mostram que a maioria dos projetos falha, estoura prazos e estoura custos. Se os profissionais utilizarem o ferramental disponível certamente estarão, pelo menos, reduzindo as perdas, o que significa desde já um ganho.

    Há vários anos conhecemos o autor que contribuiu também com seu trabalho voluntário para a Seção Regional do PMI Rio de Janeiro. Ficamos honrados com o convite para escrever o prefácio deste livro e damos aqui os parabéns ao prezado Merhi por mais este trabalho.

    José Angelo Valle

    Ex-Presidente PMI-Rio

    Nota do Autor à 6ª Edição

    Algumas situações em nossas vidas são muito curiosas. Como engenheiro civil e especialista em gestão de projetos, sou completamente focado em planejamento. Acredito fortemente que o principal elemento motivador para o sucesso de qualquer empreendimento (leia-se projetos) é um bom planejamento. O planejamento, na verdade, é apenas o caminho que pretendemos seguir. Nem sempre conseguimos nos manter dentro desse caminho, mas ele está lá definido, para que, mesmo que por qualquer razão tenhamos nos desviado dele, possamos visualizá-lo e retornarmos a ele ou, se necessário, o ajustarmos, porém sempre o tendo como referência.

    Mas como podemos planejar o sucesso? Isso realmente é possível? Claro que é. Após o planejamento partimos para a execução. Se a ideia é boa e o planejamento é bem feito, sua execução nos encaminhará ao sucesso.

    Isso tudo é muito compreensível, mas o que dizer das pessoas que defendem que muitas vezes as coisas mais importantes de nossas vidas podem acontecer por acaso, quando menos esperamos, sem nem pensarmos em planejar? Pois é, agora o engenheiro, especialista em gestão de projetos, defensor do planejamento, vai dar seu testemunho em defesa desse grupo.

    Quando estava cursando o MBA em Gerenciamento de Projetos na primeira turma deste então nem tão conhecido tema na Fundação Getúlio Vargas, fui apresentado ao PMBOK® Guide. Esta publicação trata o gerenciamento de projetos através da gestão de 47 processos agrupados em dez áreas de conhecimento (escopo, prazo, custo, qualidade, recursos humanos, comunicação, aquisições, riscos, partes interessadas e integração) e cinco fases (início, planejamento, execução, controle e encerramento). Cada um desses processos, como em qualquer processo, possui suas ENTRADAS, as TÉCNICAS e FERRAMENTAS necessárias e suas SAÍDAS. O PMBOK® Guide se refere a cada um desses elementos, mas quando as FERRAMENTAS são citadas nessa publicação elas não são detalhadas, apenas mencionadas. O que precisei fazer na época para melhor compreender o que estava sendo tratado era pesquisar essas FERRAMENTAS. Fiz isso de maneira organizada e usava o material dessa pesquisa para minhas permanentes consultas, tanto como aluno quanto como profissional.

    Haviam tantas FERRAMENTAS identificadas e detalhadas que passei a ser uma referência entre meus colegas de turma. Na verdade, me tornei um atalho para os demais alunos. Alguns anos após a conclusão desse MBA eu ainda consultava com frequência minhas anotações e um dia, mais precisamente em 2007, eu estava conversando com meus editores Rosa Queiroz e Sergio Martins e, mencionando essas anotações, eu fui indagado por eles: por que não publicamos isso?

    Sendo uma editora tão comprometida com o gerenciamento de projetos, a Brasport inclui em seus catálogos algumas das mais conhecidas obras sobre esse tema com os autores mais respeitados do mercado. Essa mesma editora estava propondo publicar minhas anotações de estudante. Pensei: será que isso vai dar certo? Por que não tentar?

    Aí está o acaso. Minha maior obra, uma história de sucesso. Um livro que vem sendo reeditado há muitos anos, sempre com uma excelente acolhida por parte dos leitores, publicado sem eu planejar.

    O grande sucesso das cinco primeiras edições, aliado à vasta gama de ferramentas e técnicas de gerenciamento disponíveis, contribuiu para que fossem acrescentadas seis novas ferramentas nesta edição. São elas: Canvas, Kanban, Scrum, Teoria X e Teoria Y de Mc Gregor, Teoria da Hierarquia das Necessidades de Abraham Maslow e Teoria dos Fatores Motivadores de Frederick Herzberg.

    Essas alterações não implicam em mudança de conteúdo, mas em melhoria de qualidade. Espero que o resultado desta obra corresponda ainda mais à expectativa dos leitores e que esta publicação da qual tanto me orgulho continue tendo a boa acolhida que recebeu até hoje.

    Apresento no Capítulo 20 o Modelo de Negócios Canvas sendo definido como uma ferramenta de gerenciamento estratégico, que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes. É um mapa visual pré-formatado contendo nove blocos do modelo de negócios. O modelo Canvas pode ser considerado uma ótima escolha para empreendedores que estão buscando uma ferramenta que os auxiliem no processo de criação de seus modelos de negócios. Os usuários deste modelo poderão definir seus negócios com base em nove áreas estratégicas distintas.

    No Capítulo 21 é apresentado o Kanban, que é um sistema de controle desenvolvido na Toyota para minimizar os custos com o material em processamento e reduzir os estoques entre os processos. Essa ferramenta, que é fundamental no sistema Just in Time, substitui a tradicional programação diária da produção, assim como as atividades de controle e acompanhamento do status da produção. Com a sua utilização, os supervisores deixam de perder tempo fiscalizando os colaboradores para realizar atividades que agregam valor, lidar com as exceções ocorridas e melhorar o processo continuamente.

    O Scrum, que é apresentado no Capítulo 22, é um processo de desenvolvimento iterativo e incremental para o gerenciamento de projetos. No Scrum, os projetos são divididos em ciclos (tipicamente mensais) chamados de Sprints. O Sprint representa um período dentro do qual um conjunto de atividades deverá ser executado. Scrum possui seu foco no gerenciamento de projeto da organização na qual é difícil planejar à frente. É uma forma de planejar e gerenciar projetos trazendo a autoridade da tomada de decisão para o nível da equipe do projeto. O Scrum não descreve o que fazer em cada situação. Ele é usado para trabalhos complexos nos quais é impossível predizer tudo o que irá ocorrer. Apesar de o Scrum ter sido destinado para gerenciamento de projetos de softwares, ele pode ser utilizado em equipes de manutenção de softwares ou como uma abordagem geral de gerenciamento de projetos e programas.

    Como parte das teorias administrativas, a teoria comportamental procura demonstrar uma variedade de estilos administrativos utilizados nas organizações; o comportamento das pessoas tem relação direta com as convicções e os estilos utilizados pelos administradores. As Teorias X e Y descritas no Capítulo 42 apresentam certas convicções sobre a maneira pela qual as pessoas se comportam dentro das organizações.

    Na medida em que as investigações na área de motivação desenvolveram-se, as novas teorias de motivação agregaram complexidade às teorias iniciais no sentido de fazerem delas mais realísticas e práticas. Uma delas é a Teoria de Maslow, que considera o fato de que as pessoas constantemente têm algumas necessidades do mundo exterior para se sentirem satisfeitas. Ele tentou agrupar essas necessidades e colocá-las hierarquicamente em forma de uma pirâmide. A teoria é apresentada no Capítulo 43.

    Frederick Herzberg verificou e evidenciou através de muitos estudos práticos a presença de dois fatores distintos que afetam as pessoas e suas visões em relação às suas carreiras e trabalhos: fatores higiênicos e fatores motivacionais. Esse assunto é tratado no Capítulo 44.

    Torna-se oportuno esclarecer que essas inclusões e modificações não descaracterizam as premissas sobre as quais este livro foi concebido e escrito e nem se desviam de seu objetivo principal, que é auxiliar os gerentes e respectivas equipes de trabalho a desenvolver e buscar novas ferramentas que ajudem na habilidade de tomar decisões seguras com base nas informações disponíveis, entendendo que a utilização dessas técnicas conduza não apenas a respostas mais adequadas, mas também que sempre considere o seu impacto dentro da organização.

    Essas ferramentas complementam esta nova edição, enriquecendo e contribuindo para melhor aproveitamento do que pretendo passar aos meus alunos, leitores e profissionais da área de gerenciamento.

    Sempre ressalto que o conhecimento e a facilidade de uso dessas ferramentas geram habilidades essenciais nas organizações com vistas à redução de custos e à melhoria dos processos, pois a liderança a partir do meio oferece um novo paradigma para a gestão eficaz nesse período de rápidas transformações.

    Não sugiro uma fórmula para o gerenciamento de desafios que se situam à frente. Essa atitude seria uma proposta arriscada, pois não existe um caminho único para o sucesso – no entanto, uma boa aplicação das ferramentas, dos conceitos e das estruturas de referência gerenciais pode gerar uma melhor compreensão do alcance e do significado das oportunidades que emergirão ao longo de nossa trajetória.

    O Autor

    O Autor

    Merhi Daychoum é Engenheiro Civil graduado em 1986. Profissional em Gerenciamento de Projetos (PMP® – Project Management Professional), certificado pelo Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI® – Project Management Institute). Membro do PMI® (Project Management Institute). Membro Voluntário do Grupo de Governo do PMI®-RJ, MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. MBA Executivo Internacional pela Fundação Getúlio Vargas. MBA-Pleno em Gerenciamento de Projetos pela Ohio University – College of Business – Center for International Business Education and Development em convênio com a Fundação Getúlio Vargas e o Business Institute – em curso. Especialista em Negociação formado pela Fundação Getúlio Vargas. Participou do seminário para executivos brasileiros ministrado na Ohio University – College of Business. Consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (Unesco). Coordenador de Projetos e Obras do Programa Delegacia Legal do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Diretor da empresa Construcon Construções e Consultoria Ltda. Instrutor de cursos de Gerenciamento de Projetos baseados na metodologia do PMI® (Project Management Institute). Instrutor de cursos de Negociação. Palestrante de temas como Motivação e Liderança. Coordenador de unidade nos cursos do Rio de Janeiro e de Salvador da Escola de Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG). Coordenador da disciplina Gestão de Projetos do Curso de Especialização em Gestão da Inovação em Fitomedicamentos da Farmanguinhos – Fiocruz. Professor de Análise e Elaboração de Projetos do Curso de Especialização em Políticas Públicas e Gestão Governamental – EAD – da Universidade Federal Fluminense (UFF). Professor do MBA em Gerenciamento de Projetos da Universidade Veiga de Almeida. Palestrante do Programa PROGREDIR do CREA-RJ. Debatedor do Programa Haroldo de Andrade e do Programa Luiz Ribeiro na Rádio Tupi – RJ. Coautor do livro Ortodontia com Excelência – Na Busca da Perfeição Clínica, da Napoleão editora. Autor dos livros Gerência de Projetos – Programa Delegacia Legal e Manual de Sobrevivência a Reformas, ambos publicados pela Brasport.

    Sumário

    Introdução

    Gerenciamento de Projetos

    FERRAMENTAS DE ESTRATÉGIA

    1. Análise SWOT

    Modelo Esquemático da Análise SWOT

    Ambiente Externo

    Ambiente Interno

    Matriz da Análise SWOT

    Objetivos e Metas

    A Nova Análise SWOT

    2. Análise de Stakeholders

    Tipos de Stakeholders

    Análise dos Stakeholders

    Preparação

    Matriz de Relatórios de Stakeholders

    3. Árvore de Decisão

    4. Balanced Scorecard

    Passo a Passo para a Implementação do Balanced Scorecard

    Missão, Visão e Valores da Organização

    Objetivos Estratégicos e Metas

    5. Benchmarking

    O que é o Benchmarking?

    Conceito de Benchmarking

    Evolução Histórica

    O que é o Benchmark?

    Pilares do Benchmarking

    Objetivo do Benchmarking

    Grupos de Benchmarking

    Objetivos e Princípios do Benchmarking

    Tipos de Benchmarking

    Conclusão

    Implementação de um Processo de Benchmarking

    6. Brainstorming

    Princípios e Regras

    Composição do Grupo

    Avaliação do Grupo

    Linhas de Direção

    Brainstorming Individual

    Recomendações para o Brainstorming

    7. Fluxograma

    Fluxograma X Organograma

    Denominações do Fluxograma

    Objetivos do Fluxograma

    Vantagens do Fluxograma

    Análise do Fluxograma

    Funcionalidades do Fluxograma

    Representação Gráfica

    Tipos de Fluxogramas

    Criando um Fluxograma no Computador

    Recomendações Importantes

    8. Lei de Murphy

    Origens

    Murphologia

    9. Matriz de Ansoff

    10. Matriz BASICO

    11. Matriz BCG

    Curva do Ciclo de Vida do Produto

    12. Matriz GE

    Planejamento Estratégico – Matriz GE

    13. Matriz GUT

    Tabela GUT

    Considerações Finais

    14. Matriz PCQE

    Áreas de Conhecimento da Gestão de Projetos

    Trinômio Sagrado

    Tripla Restrição

    Modelo Híbrido

    Modelo PMI® (Project Management Institute)

    Definições

    Conceito PCQE

    Apresentação da Matriz PCQE

    Como Utilizar a Matriz PCQE

    Exemplo de Aplicação da Matriz PCQE

    15. Matriz de Prioridades

    Sugestões para Delegar Responsabilidades

    Considerações Finais

    16. Matriz de Priorização de Projetos e Investimentos

    Critérios Gerais

    17. Método 5W2H

    Sugestões de Perguntas

    O que? / Que? / Qual? (What?)

    Quem? (Who?)

    Por que? (Why?)

    Onde? (Where?)

    Quando? (When?)

    Como? (How?)

    Quantos? (How Many?)

    Quanto? (How Much?)

    18. Plano de Gerenciamento de Crises

    Antes da Crise

    Durante a Crise

    Depois da Crise

    19. Princípio de Pareto

    Visão Geral

    Análise de Pareto

    20. Canvas

    Características do Plano de Negócios Tradicional

    Características do Modelo de Negócios Canvas

    Aplicação Prática

    Modelo de Negócios Canvas – Esquemático

    Modelo de Negócios Canvas – Dinâmico

    Os Nove Blocos que Compõem o Canvas

    Casos Reais da Modelagem Canvas

    21. Kanban

    Tipos de Kanban

    Funcionamento do Kanban

    Kanban Eletrônico

    Modelo Esquemático

    Outros Modelos

    22. Scrum

    História do Scrum

    Vantagens do Scrum

    Gerenciamento de Projetos com Scrum

    Sprint

    Características do Scrum

    Conceitos Básicos do Scrum

    Equipes do Scrum

    Artefatos do Scrum

    Scrum Simplificado

    Ciclo da Metodologia Scrum

    FERRAMENTAS DE NEGOCIAÇÃO

    23. Modelo Myers-Briggs

    Pragmático (Mais Razão e Mais Rápido)

    Analítico (Mais Razão e Mais Lento)

    Afável (Mais Emoção e Mais Lento)

    Expressivo (Mais Emoção e Mais Rápido)

    Matriz dos Perfis de Comportamento

    Matriz Resumida dos Perfis de Comportamento

    Padrão Geral dos Perfis de Comportamento

    Abordagens Por Tipo de Comportamento

    24. Janela de Johari

    Relacionamento Interpessoal

    Relacionamento Grupal

    25. MAPUANA

    Preço de Reserva

    Aspecto Estruturado da Negociação

    Planejamento da Negociação

    O Que a Outra Parte Ganha

    Modelo Para a Sua MAPUANA

    Estabelecendo o Seu Preço de Reserva

    26. ZOPA

    Quando Existe a ZOPA

    Quando Não Existe a ZOPA

    FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DO PRAZO

    27. Cronograma Físico

    Definição

    Redução de Prazo

    Cronograma de Marcos (Milestones)

    28. Diagrama de Interdependência

    Tipos de Relação de Precedência

    FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DE CUSTOS

    29. Curva S de Custos

    Como Desenvolver a Curva S de Custos

    Geração da Curva S de Custos

    Controle do Custo do Projeto

    Considerações Finais

    30. Orçamento Matricial

    Estrutura de um Orçamento Tradicional

    Vantagens da Utilização do Orçamento

    Problemas Relacionados ao Planejamento Orçamentário

    Vantagens do Orçamento Matricial

    FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE

    31. Ciclo PDCA

    O Ciclo PDCA e as Metas

    32. Conceito Kaizen

    Roteiro Kaizen

    33. Diagrama Espinha de Peixe

    Fatores Críticos de Sucesso

    34. Folha de Verificação

    Breve Histórico

    As Sete Ferramentas da Qualidade

    Descrição do Método

    35. Programa 5S

    Seiri

    Seiton

    Seiso

    Seiketsu

    Shitsuke

    O Programa 5S e a Cidadania

    O Dia D

    A Manutenção do Programa 5S

    O Programa 5S no Dia a Dia

    Gerenciamento Visual

    Auditoria do Programa 5S

    Motivando para a Continuidade do Programa 5S

    Conclusão

    36. Trilogia Juran

    Juran: Organização da Qualidade/Procedimentos

    FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DO ESCOPO

    37. Curva S de Escopo

    Geração da Curva S de Escopo

    Controle do Escopo do Projeto

    Considerações Finais

    38. WBS – Work Breakdown Structure

    Definições

    Exemplos de WBS

    FERRAMENTAS DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HUMANOS

    39. Histograma de Recursos Humanos

    Realocação de Recursos Humanos

    40. Matriz de Responsabilidades

    41. Organograma

    Tipos de Organogramas

    42. Teoria X e Teoria Y

    Teoria X

    Teoria Y

    Teoria Z

    43. Teoria da Hierarquia das Necessidades

    Necessidades do Ser Humano

    Pirâmide de Maslow –

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