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Herança: Perguntas e Respostas

Herança: Perguntas e Respostas

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Herança: Perguntas e Respostas

Duração:
371 páginas
3 horas
Lançados:
5 de set. de 2016
ISBN:
9788588641419
Formato:
Livro

Descrição

Quais são os motivos para deserdar alguém? Bens de família também entram no pagamento da dívida? Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, quem fica com os bens? O que cabe aos enteados? E à segunda esposa? Divorciados têm direito à herança do cônjuge? O que é usufruto? Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Essas são apenas algumas das perguntas respondidas neste livro. Com base em sua ampla experiência em Direito de Família e Sucessão, a advogada Ivone Zeger esclarece – em linguagem simples e objetiva, bem distante do "juridiquês" que assusta os leigos – as dúvidas mais comuns que todos temos sobre o assunto.
Lançados:
5 de set. de 2016
ISBN:
9788588641419
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Herança - Ivone Zeger

Ficha catalográfica

CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO

SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

Z49h

Zeger, Ivone

Herança [recurso eletrônico] : perguntas e respostas / Ivone Zeger. – [3. ed.] – São Paulo : Mescla, 2016.

recurso digital-------------------- (Para saber : Direito ; 1)

Formato: epub

Requisitos do sistema: adobe digital editions

Modo de acesso: world wide web

Inclui anexo

ISBN 978-85-88641-41-9 (recurso eletrônico)

1. Herança e sucessão - Brasil - Miscelânea. 2. Livros eletrônicos. I. Título. II. Série.

16-29670 -------------------------------CDU: CDU: 347.65(81)

-------------------------------

Nota: esta obra foi escrita de acordo com o novo

Código Civil Brasileiro, de 10 de janeiro de 2002

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Folha de rosto

Créditos

HERANÇA

Perguntas e respostas

Copyright © 2010, 2016 by Ivone Zeger

Direitos desta edição reservados por Summus Editorial

Editora executiva: Soraia Bini Cury

Assistente editorial: Michelle Neris

Capa: Alberto Mateus

Projeto gráfico: Acqua Estúdio Gráfico

Produção de ePub: Santana

Mescla Editorial

Departamento editorial

Rua Itapicuru, 613 – 7o andar

05006-000 – São Paulo – SP

Fone: (11) 3872-3322

Fax: (11) 3872-7476

http://www.mescla.com.br

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Vendas por atacado

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e-mail: vendas@summus.com.br

SUMÁRIO

Capa

Ficha catalográfica

Folha de rosto

Créditos

Prefácio à primeira edição – O dom de clarear

Apresentação

1. Quem fica com o quê

Tenho de devolver?

Doação questionada

Ganhou, mas terá de repartir

Quando a empregada é a herdeira

Promessa vale alguma coisa?

Os idosos e a partilha

Regime obrigatório

Quero separar meus bens

Mulher mais jovem

Alteração do regime de bens

É mesmo obrigado?

Padrasto e enteada

Enteado foi esquecido

Filho de coração

Partilha entre mãe e filhos

Será que ela pode ficar com tudo?

Os filhos dele e os nossos

Enteada quer mais

União estável e enteadas

Companheira herda menos

Dividindo com a nora

Genro e sogro

Empréstimo

Herança e separação de bens

O irmão e a cunhada

Esposa, filhos e enteados – o que cabe a cada um

Irmã herda, marido não. Pode?

E na comunhão universal de bens, como fica?

Uma casa só para os filhos

Aquestos

Divisão proporcional

Pais biológicos

Antes do casamento e durante

Bens adquiridos durante o casamento

Primos têm algum direito?

Morte simultânea

Qual irmão ganha mais?

Separada recebe herança?

Morreu antes de assinar a separação

Herança e separação

E a divorciada, como fica?

Divorciado e sem salário. E agora?

Pensão alimentícia e inventário

A faculdade e o inventário

Com quem fica a casa da família?

Direitos do adotivo

Quero dar minha herança agora. Posso?

Pode-se obrigar alguém a dar sua herança em vida?

Deu, mas não assinou

A herança ou o marido

Filho surpresa

Dez é demais

Avó gastadora pode ser interditada?

Meus filhos querem me interditar!

Um filho pode herdar mais do que os outros?

Filhos têm de dividir a herança com o avô?

Esposa versus sogros

Adotivo ganha menos?

Quem vem primeiro: filho ou neto?

Madrasta herda alguma coisa?

Companheiro tem direito?

A companheira e os filhos do falecido

A companheira e os filhos do casal

Comprou sozinha

Casa herdada não fica para companheiro

Os nossos filhos e as filhas dele

A companheira e o primo

Parente distante

Juntos, mas sem filhos

Para quem vai a herança da companheira?

Nem marido, nem companheiro

Esposa ou companheira?

Os pais da companheira

União recente

Quem avisa amigo é

Um testamento resolve

Filhos e união estável

União reconhecida

Os sogros e a companheira

Marido sumiu

Acidente aéreo

Pensão do ausente

Desaparecido político

Pais e avós

Eu herdo da minha avó?

Mãe quer herança da filha

Por cabeça e por estirpe

A nora e os sogros

Primo leva o quê?

Herança de sobrinho

Tia versus primos

Cunhado tem algum direito?

Herança do adotivo

Sobrinhos adotivos

Mãe biológica

Cachorro é herdeiro?

Filantropia

Para as crianças pobres

Dois pais e uma mãe

E duas mães, também pode?

2. Inventários e partilhas

Inventário: o que é isso?

Inventário e partilha são a mesma coisa?

A viúva e o inventário

Credor pode abrir inventário?

Quais são os documentos necessários para a abertura do inventário?

Móveis e objetos

Inventário tem prazo para acabar?

Onde são iniciados o inventário e a partilha?

Como se escolhe o administrador provisório?

Para que serve o administrador provisório?

A viúva pode ser inventariante?

Quem mais pode ser inventariante?

Parceira no comando

União estável e inventário

Gêmeos

Briga de irmãos

Passando a perna

Adotivo

Reembolso

E se alguma coisa ficou fora do inventário?

O passo a passo do inventário

O inventariante pode ser removido ou substituído?

Doação entra no inventário?

Arrolamento: o que é isso?

Fiquei fora do inventário

Falecido tinha bens no exterior

Aqui e lá

A casa ainda está em inventário. Posso comprá-la?

Os credores querem levar toda a minha herança!

Dívidas do falecido

Os filhos ficam sem?

Credores na partilha

Dívidas trabalhistas

Cheque especial

Dinheiro no banco

Aposentadoria privada

Aposentadoria para os herdeiros

Companheira também pode ser beneficiária

Fonte de renda

E se o herdeiro for deficiente físico?

Partilha no cartório

A partilha e o incapaz

Vale a pena fazer no cartório?

E se um dos herdeiros não quiser fazer a partilha no cartório?

Quanto custa?

E quem não pode contratar um advogado?

Inventariando o nada

Cartório e inventariante

Herança e impostos

Bens móveis também são tributados?

Doação está sujeita a imposto?

Picadinho

Cartório e isenção

União estável e partilha no cartório

Quase 18

Incapaz

Papelada

Credores

Bens no exterior

Morreu antes. E agora?

Juiz ou tabelião?

De um para outro

Erro na escritura

Vender primeiro, pagar depois. Pode?

Quem estabelece o valor dos imóveis?

Caridade e tributos

Meação tributada

Renuncio ou dou de presente?

Imóvel único

Dívidas

Menores no cartório

Idoso no cartório

3. Testamentos

Sou obrigado a fazer testamento?

Não quero deixar nada para meu filho

Metade? Nem sempre

Filhos favorecidos

Escreveu, mas não deu

Não gostei do meu legado. O que fazer?

Divorciada permanece no testamento?

Quem não pode fazer testamento

O testamento pode ser modificado?

Tio cego

E o surdo, como fica?

Metendo a colher

Marido e mulher podem fazer testamento juntos?

Se há testamento, é preciso fazer inventário?

Testamento é coisa para rico?

Posso determinar a guarda do meu filho no testamento?

Devo pôr no testamento o que já é da minha mulher?

É ou não é meu?

Bens herdados também entram na herança?

Proibição do além-túmulo

Minha herança está caindo aos pedaços

E meu filho, pode vender?

Recebeu a herança, mas teve de pagar a escola do irmão

Tenho de casar para receber minha herança!

Que tipo de testamento devo fazer?

Segredo de testamento

Irmão entra no testamento?

Testamento em nome da parceira. Pode?

E em nome da concubina, pode?

A companheira ficou de fora

Parceira excluída

Capacidade posta em dúvida

Não sei escrever meu testamento

Idoso pode ter seu testamento anulado?

Problemas mentais

Como escolher as testemunhas?

Troca-troca

Filho que não é filho

O que cabe a cada um

Parceiro homossexual pode entrar no testamento?

Quando o herdeiro morre antes do testador

E o filho da concubina?

O herdeiro ainda não nasceu

Fiquei de fora

Nome errado

Deu e depois vendeu

Tudo de uma vez

Testamento e paternidade

Neto surpresa

O tio tinha um filho

Teste de DNA é obrigatório?

Ação de paternidade

Após a morte

Rascunho pode valer como testamento?

Testamento simplificado

O pai e o namorado

Capaz e incapaz

Em alto-mar

Havendo testamento, é possível fazer a partilha no cartório?

4. Dívidas, deserdação e renúncia

Paguei as despesas. E agora?

Dívida também morre?

Palavra é dívida?

Bens da família também entram no pagamento da dívida?

Dívida invalida testamento?

Minha avó foi enganada

O devedor morreu. E agora?

Credor pode entrar no inventário?

Deixou dívida, mas não deixou dinheiro

Dívidas e união estável

Empréstimo para os filhos

Meu pai quer me excluir da herança

Companheira agressora

De uma filha para a outra

Herança transferida para o neto

Drogas

Ligações perigosas

Traição em família

Deserdar a mãe. Pode?

Quero deserdar meu irmão

O que é motivo, o que não é

Herança e adultério

Agressão à companheira

Filho gay

Filho adotivo

Suspeita de homicídio

Errou e foi perdoado

O testamento ainda vale?

Crime e castigo

Só quero o que for bom

Pai orgulhoso

Presente para a mãe

A prima ficou de fora

Fugindo das dívidas

Só de boca

Irmã rica

Só se a mulher deixar

5. Usufruto

Usufruto pode ser revertido?

Um é dono, mas o outro é quem aproveita

Usufruto pode ser penhorado?

Fiador? Nem pensar

Preciso mais do que ele

Ganhou e arrendou

E quem não é parente?

Bom para cachorro

Como fica o usufruto depois do casamento?

Morador limpou tudo

Casa abandonada

Jogatina

Moradora cansou da casa

Quem conserta o quê

Vitalício ou temporário?

E o filho, como fica?

Divorciou-se, dividiu?

Quem paga ganha?

E se um dos usufrutuários morrer?

Usufruto simultâneo

Legado para mais de um

Usufruto e união estável

Casa do companheiro

Aluguel para a mãe

Filho favorecido

Inquilino do usufruto

Proprietário pode ser despejado?

Mãe e filho

Menor de idade

Usufruto temporário

ANEXO

Código Civil de 2002 – Livro das Sucessões (Heranças)

PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃO

O dom de clarear

O direito não é mais do que uma das ferramentas postas a serviço da humanidade para minorar seus males.

A aventura da espécie humana por este planeta é uma sucessão de desencontros, mas ninguém consegue deixar de conviver. O fenômeno do homem só já foi explorado na filosofia e na literatura: conseguiriam percorrer o fluxo existencial desacompanhados apenas aqueles que es­tivessem muito acima ou infinitamente abaixo da normalidade. Afora essas duas categorias – felizmente raras –, apenas um infortúnio poderia privar o indivíduo de companhia. O exemplo de Robinson Crusoé é sempre lembrado.

A vocação gregária é natural e não exclui a participação da vontade. Vivemos em conjunto porque o instinto nos fez necessitar do contato e aderimos, convictos e satisfeitos, a esse modelo original. Sentimos prazer autêntico em conviver.

Mas o convívio cobra seus tributos. E eles se tornam mais onerosos quando está em jogo a questão patrimonial. Ao se esquecer de que a vida é finita e se torna cada vez mais frágil, o ser racional confere excessiva importância aos bens materiais. Acumula-se um acervo e nem sempre se cuida de seu destino, até que o titular dominial é convocado para o único e incontornável encontro a que não se escapa: o chamado da morte.

Passado o momento de dor, pois a morte sempre é superada, surgem as questões sucessórias. O direito se predispõe a sanar os conflitos, mas a criatividade humana é muito maior do que a limitada capacidade de previsão do legislador. Herda-se a dor da perda, mas não é raro que se conte também com o legado da discórdia. Os herdeiros sentem-se prejudicados. A família se transforma em uma entidade com­plexa e conflituosa, seja pelo ingresso de outras pessoas, com distinta concepção de valores, seja em virtude das inúmeras conformações que essa instituição pode adquirir.

Todos que têm experiência no foro da família sabem o que poderão encontrar durante as partilhas. Os inventários, os arrolamentos, os testamentos e suas vicissitudes constituem – para muito além da seara jurídica – material fecundo de reflexão psicológica, sociológica, moral e política.

O universo do direito das sucessões precisa ser compreendido por todos. Não deve ser território reservado aos técnicos e especialistas em ciência jurídica. Qualquer ser humano poderá enfrentar as situações patrimoniais decorrentes da morte de um ente próximo, sendo também prudente pensar na própria partida. O que se fará daquilo que amealhamos quando a ceifadeira nos escolher?

Se algum não iniciado ousar uma incursão pelos códigos por certo desistirá. A linguagem técnica nem sempre é assimilável para quem não enfrentou um bacharelado. O aconselhamento com profissionais pode esclarecer dúvidas, mas o hábito do jurista é lançar mão do hermetismo vernacular que assusta e afugenta.

Por isso é que a obra de Ivone Zeger reveste uma dimensão insuspeita. Ela traduz para o leigo – com objetividade, singeleza e correção – aquilo que pareceria indecifrável a quem se dispusesse a ir à fonte normativa por sua conta e risco.

A sofisticação da ciência jurídica passa a constituir um gravame adicional às asperezas enfrentadas por todos os que necessitam da tutela do direito. Ivone Zeger desmistifica a selva obscura da lei e abre clareiras de compreensão atingíveis por qualquer interessado. O direito passa a ser inteligível. Mostra o seu lado lógico e solucionador. E é assim que ele deveria ser, não fosse a arrogância científica a blindar uma área de conhecimento preordenada a resolver problemas concretos.

Ivone, profissional experimentada, conhece o seu mister. Sabe do que está falando e perscrutou as dúvidas mais frequentes em relação ao tema. Além disso, possui um talento raro e, portanto, precioso: consegue clarear o que para tantos é escuridão indevassável ou tormentosa penumbra.

Após a colheita bem-sucedida de seu primeiro livro, Família – Perguntas e respostas, vaticina-se caminho igualmente auspicioso para este Herança – Perguntas e respostas. Ambos se propõem familiarizar as pessoas com uma normatividade que incidirá sobre sua vida em algum momento. Convém a todos interessar-se por isso. Não se pode prometer a eliminação de todos os desconfortos ou angústias. Mas é sempre melhor vislumbrar o que se avizinha – mais dia, menos dia – do que ser apanhado de surpresa.

Aqueles que pretendem fazer do direito uma ferramenta efetiva, eficiente e eficaz devem se regozijar com a missão de que Ivone Zeger se imbuiu. Ao simplificar, ela valoriza, prestigia e enobrece esta que foi a opção de vida de tantos: a ciência do justo e do ético.

José Renato Nalini

Desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo

APRESENTAÇÃO

Diz a sabedoria popular que o verdadeiro teste para comprovar a união de uma família é ver como seus membros reagem durante a par­tilha de uma herança. E, de fato, como advogada que há anos tem acom­panhado inúmeros processos de sucessão – o nome que na linguagem jurídica se dá ao conjunto de procedimentos legais que culminam com a partilha dos bens deixados por uma pessoa falecida –, percebo que, com frequência, os desentendimentos entre herdeiros não só acabam em longas brigas nos tribunais como também desgastam e corroem os laços familiares e afetivos. Percebo ainda que, muitas vezes, boa parte dos conflitos deve-se não à má-fé desse ou daquele membro da família, mas à simples falta de informação.

O desconhecimento dos aspectos legais que envolvem o processo de sucessão gera uma série de expectativas equivocadas quanto à parte que cabe a cada um e aos direitos e obrigações de uns e de outros. É possível que um filho receba uma parte da herança maior do que a que foi destinada a outro filho? A esposa também é herdeira? E a companheira? E a namorada? E o que dizer dos filhos nascidos fora do casamento? Bens doados em vida devem entrar no inventário após a morte do doador? E o que acontece caso a pessoa que os recebeu já tenha feito uso desses bens? Em que ocasiões é possível deserdar alguém? Como se faz um testamento e por que fazê-lo? E as dívidas do falecido, quem paga? É possível destinar a propriedade de um imóvel para uma pessoa e seu uso para outra? Se um herdeiro achar que foi lesado, que providências deve tomar? Quem pode e quem não pode fazer inventário e partilha no cartório?

Essa é apenas uma pequena amostra das dúvidas que assolam os membros de uma família no delicado momento em que têm de lidar com a morte de um ente querido e com a partilha dos bens por ele deixados. Para tentar lançar luz sobre essas e outras questões é que me propus escrever este livro.

Assim como fiz em minha obra anterior, Família – Perguntas e respostas, procuro falar de temas essenciais da legislação referente à sucessão numa linguagem clara e objetiva, tendo por base as perguntas mais comuns que me são feitas por clientes e também pelo público que acompanha minhas colunas e artigos em jornais e revistas, bem como minhas participações em programas de rádio e TV.

Cabe salientar que este livro visa apenas fornecer ao leitor leigo informações e esclarecimentos básicos sobre o assunto – o que, de modo algum, dispensa os serviços de um advogado. Para questões mais específicas, assim como para o encaminhamento dos devidos procedimentos legais, os serviços desse profissional são indispensáveis. No entanto, como iniciação no tema, este livro poderá ajudá-lo a se orientar no labirinto das leis que regem a sucessão. E também o ajudará a não ter mais arrepios ao ouvir

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