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O querer é seu, o poder é de Deus
O querer é seu, o poder é de Deus
O querer é seu, o poder é de Deus
E-book136 páginas2 horas

O querer é seu, o poder é de Deus

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Sobre este e-book

O Querer é Seu, o Poder é de Deus é um livro que responderá a vários questionamentos como: quando Deus age? Quais são as condições necessárias para a manifestação do seu poder? São graças alcançadas por meio do seu grandioso amor, que deu ao homem o direito de escolha, a chance de traçar seus caminhos, suas atitudes, suas omissões e a quem recorrer. Nossas escolhas, a partir de nossa própria vontade, nos conduzem a caminhos e resultados bons ou não tão bons assim. Também a partir do nosso querer podemos dar a liberdade necessária ao grandioso e ilimitado Poder e Amor de Deus em nossas vidas. Aproveite esta leitura, lembrando-se que o poder é de Deus, mas o querer é seu!
IdiomaPortuguês
Data de lançamento24 de mar. de 2016
ISBN9788576776673
O querer é seu, o poder é de Deus
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    Pré-visualização do livro

    O querer é seu, o poder é de Deus - Daniel Godri Junior

    Introdução

    Por que algo não se realiza? Por que muitas vezes perdemos tempo com problemas insolúveis que nos tiram o sono? Por que Deus, sendo tão poderoso, em algumas ocasiões parece não se importar com os homens?

    O Querer é Seu, o Poder é de Deus é um livro que responderá a vários questionamentos: quando certamente Deus age? Quais são as condições necessárias para a manifestação do seu poder amoroso, curativo, confortador e libertador? Tudo isso sem desconsiderar o seu grandioso amor, que deu ao homem o direito de escolha, ou seja, escolher seus caminhos, suas atitudes, suas omissões e a quem recorrer. Logicamente as escolhas podem ser certas ou erradas, conscientes ou não.

    O fato é que nossas escolhas, a partir de nossa própria vontade, nos conduzem a caminhos e resultados bons ou não tão bons assim. Também a partir do nosso querer podemos dar a liberdade necessária ao grandioso e ilimitado Poder e Amor de Deus em nossas vidas.

    Aproveite esta leitura, lembrando-se que o poder é de Deus, mas o querer é seu!

    Deus pode nos dar algo sem o nosso querer?

    Imagine que chegue à sua casa um convidado com um presente embrulhado numa linda embalagem. Este convidado o ama de uma maneira muito especial, e como prova deste amor ele olha para você e todo sorridente diz: Resolvi trazer um presente. Você responde que não há motivos para isso, afinal, não é seu aniversário, nem ocasião que justifique o ato.

    Então você olha para o visitante, que possivelmente estará sorrindo e ansioso pela sua atitude, e lhe diz sem titubear: Olha, eu não quero este presente. Pode levá-lo embora! Você nem ao menos finge que gosta. Nem sequer abre o presente. Apenas olha em seus olhos e com uma frieza sem igual lhe diz: Não, definitivamente não preciso disso. Tenho tudo que quero.

    O visitante fica triste e desconcertado e ainda diz: Olha, este presente é para você, não posso levá-lo embora e dá-lo a outro, pois é um presente perfeito para você. Mas como você não o quer, deixarei aqui na sua porta, se algum dia quiser, pegue-o. Situação desagradável, hein!? É claro que não faríamos isso, não é? Ou faríamos?

    É exatamente dessa maneira que muitos de nós agimos com os presentes que Deus tem para nos dar. Dizemos que não precisamos, fazemos de conta que não vimos, insistimos em dizer que é perda de tempo. Afinal, conforme nos ensinaram, aceitar um presente é, de certa maneira, se comprometer. Muitas vezes, nem abrimos os presentes generosamente dados por Deus. Como nessa história, simplesmente o desprezamos. Esquecemo-nos de que desprezá-los é desprezar o presenteador.

    O fato é que Deus tem dado e quer nos dar muitos presentes. Ele os dá porque ama. São prova do seu amor. Não os ganhamos porque somos bons ou merecedores, e sim porque Ele é bom.

    Além disso, as graças e os presentes de Deus são irrevogáveis. Ou seja, diferente de nós, Deus não tira as graças que nos dá. O que Ele dá é para sempre. O que precisamos fazer é simplesmente aceitá-las de bom grado e utilizar os dons dados gratuitamente por Ele, sem cair no risco de desprezar os talentos a nós concedidos.

    Portanto, não podemos afirmar que tudo o que o Senhor nos dá depende de nosso querer. Existem presentes que Ele nos concede de graça, mesmo sem merecimento, sem o nosso querer e até sem a nossa fé. Justamente por isso os chamamos de Graças de Deus.

    Não sabemos exatamente porque o Senhor nos concede gratuitamente algumas coisas e, em relação a outras, pede o nosso querer. Citaremos agora alguns presentes que Deus nos dá sem nos pedir algo em troca:

    a) O seu amor;

    b) A fé;

    c) Os dons do Espírito Santo;

    d) A vida;

    e) A salvação.

    Também falaremos de coisas que sempre dependem de nosso querer:

    a) Perseverança;

    b) Não pecar;

    c) Correspondência à Graça de Deus, querer ser salvo.

    O querer é seu,

    o poder é de Deus!

    O que o seu querer e o poder de Deus podem fazer por você

    Sem ar não há vida. Sem perguntas não existem respostas. Sem liberdade não há escolhas. Sem o seu querer e o poder de Deus não existem transformações!

    Gostaríamos de começar este livro, querido leitor, com a história de um jovem, que chamaremos simplesmente de Junior. Essa história aconteceu em 1996, mas certamente se repete todos os dias, muitas e muitas vezes, em vários lugares do mundo.

    Junior era um jovem da classe média. Teve boa educação dos pais, gostava de jogar videogame, praticar esportes, sair com os amigos. Não era um excelente aluno, mas também não era dos piores. Podemos dizer que Junior era um jovem comum.

    Como seus pais foram catequistas, Junior praticamente foi criado dentro da Igreja Católica. Tinha o hábito de fazer o sinal da cruz antes de comer e de dormir. Porém, geralmente ia à missa aos domingos por obrigação, e não por vontade própria. Gostava de músicas, de curtir com os amigos, de baladas, as quais frequentava quase todas as sextas, sábados e às vezes aos domingos. Por causa da boa educação dada pelos pais, Junior nunca experimentou drogas, apesar de não lhe ter faltado oportunidade para isso. No entanto, normalmente enchia a cara ou, na gíria dos garotos, tomava uns gorós.

    Embora fosse um jovem como qualquer outro, Junior não tinha uma alta autoestima. Sentia-se feio por ser muito alto, por ter sido gordinho na infância e porque aos 16 anos ainda não tinha namorada. Aliando-se a este complexo, tinha uma personalidade forte e muita força física, o que certamente resultava em confusão. Junior não admitia ser fechado no trânsito, ser ofendido ou que fizessem críticas negativas ao seu time de futebol. Tais atitudes o deixavam literalmente explodindo de raiva e, não raras vezes, apanhando ou não, Junior partia para cima do agressor. Frequentemente se envolvia em brigas que não lhe diziam respeito.

    Graças à educação dos pais, Junior teve excelentes amigos, mas, por morar ao lado de uma vila muito perigosa, vivia brigando com gangues. Não raras vezes, o carro de seus pais era apedrejado, surrado ou destruído por estes motivos. Junior não levava desaforo para casa.

    Ele teve sua primeira namorada aos 16, quase 17 anos. Isso o ajudou muito a elevar sua autoestima. Aos poucos foi melhorando. Logo já estava com outra namorada. Mas, ao contrário da primeira, ele ficou sabendo que fora traído por ela. Tal episódio ocasionou uma raiva imediata em Junior que, a partir disso, decidiu não mais confiar em mulher nenhuma. Ele não queria nada tão sério, mas queria ser tratado com respeito. Quando se gosta muito, o sofrimento é muito. A dor e o trauma foram marcantes o suficiente para Junior decidir não gostar de mais ninguém e assim não sofrer. A partir dessa decisão, trair virou um vício.

    Junior, apesar do esforço, não conseguia ser fiel. Aquela marca do passado parecia guiar sua vida, dizendo que se ele fosse fiel e alguém o traísse de novo, doeria muito.

    Junior não era nenhum galã, mas era um rapaz bonito e bem apresentável. Seus namoros não duravam mais de 2 ou 3 meses. Ele rapidamente enjoava das namoradas. Sempre procurava algum defeito nelas para não se apegar. E por mais que tentasse achar a mulher mais próxima da perfeição – geralmente dizia: Quando eu achar uma mulher assim eu vou sossegar –, Junior nunca conseguia. Ele não percebia que o problema era seu e que a mudança teria que ser sua. Afinal, pessoas perfeitas não existem. Junior sempre procurava algo nas namoradas que o descontentasse: a voz, o cabelo, o peso (às vezes era gordinha demais ou magra demais), a altura (alta ou baixa demais).

    Junior estava interiormente tão ferido, embora na época não percebesse isso, que não queria se afeiçoar a ninguém e apostar tudo num relacionamento.

    Junior começou a pensar que seria ótimo festar até os 45 anos, dormir com muitas garotas, casar-se com uma mais nova e, talvez, se enjoasse dela, trocasse por outra.

    Junior trabalhou para algumas agências de modelo e propaganda e fez alguns trabalhos televisivos. Isso para ele era o máximo: aparecer, ser aplaudido, ser desejado.

    Não pensem que Junior virou um bandido, marginal. Ele continuou muito educado com as pessoas, jogava o lixo no lixo, nunca decepcionou gravemente seus pais, sempre avisava aonde ia e a que horas voltaria. Era ainda um aluno mediano na escola, rendendo o suficiente para passar de ano. As mães e os pais de suas namoradas sempre gostavam dele, pois sabia conversar, era educado e divertido. Além disso, nunca roubou ou prejudicou seriamente alguém.

    Em determinada época, Junior começou a praticar musculação a fim de melhorar o seu físico para conquistar mais namoradas. Não há nada de mal em fazer exercícios, é até saudável, mas a prática começou a se transformar em obsessão: de segunda a sábado, eram 2 a 3 horas de musculação. O deus de Junior, sem que percebesse, passou a ser seu próprio corpo.

    Ele ainda participava das missas, mas entendia muito pouco, odiava os microfones de má qualidade e os padres que não sabiam se expressar. Algumas vezes, Junior discutiu seriamente com seu pai sobre não querer ir à missa aos domingos. Às vezes, a situação ficava tão desagradável que a gritaria tomava conta da casa e a mãe de Junior tinha que interferir. O pai era sempre inflexível: "Ou você vai à missa

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