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Sacramentos: Dúvidas que o povo tem

Sacramentos: Dúvidas que o povo tem

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Sacramentos: Dúvidas que o povo tem

Comprimento:
69 página
2 horas
Lançado em:
Jun 13, 2018
ISBN:
9788527616379
Formato:
Livro

Descrição

Quando o assunto é Sacramento, não são poucas as dúvidas que surgem no nosso povo. Em nossas paróquias essa realidade é muito latente, e sentimos isso com mais evidência na ocasião da preparação ou recepção dos sacramentos, ou quando procuram os sacramentos por alguma razão. Não é por acaso que a Igreja no Brasil, nas suas Diretrizes Gerais para a Ação Evangelizadora (2015-2019), escolheu entre as suas urgências uma Igreja que seja casa de iniciação à vida cristã. Isso porque se constatou, entre outras coisas, que nosso povo ainda está carente de esclarecimentos sobre os sacramentos, sobretudo dos sacramentos da iniciação cristã. Mas não são apenas destes; as dúvidas perpassam a todos eles. À vista disso, este livro vem ajudar a elucidar dúvidas que o povo tem sobre os sacramentos. Assim, ele será uma ferramenta importante nas paróquias, inclusive nas secretarias paroquiais, na catequese e na formação em geral.
Lançado em:
Jun 13, 2018
ISBN:
9788527616379
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Sacramentos - José Carlos Pereira

SACRAMENTOS:

DÚVIDAS QUE O POVO TEM

José Carlos Pereira

Sumário

Sacramentos

Folha de rosto

Sumário

Introdução

1. Dúvidas sobre o Batismo e a Consagração

Perguntas e respostas

2. Dúvidas relacionadas à Missa e à Comunhão

Perguntas e respostas

3. Dúvidas acerca da Confissão ou Penitência

Perguntas e respostas

4. Dúvidas a respeito da Crisma ou Confirmação

Perguntas e respostas

5. Dúvidas relacionadas ao Matrimônio

Perguntas e respostas

6. Dúvidas relacionadas ao Sacramento da Ordem

Perguntas e respostas

7. Dúvidas a respeito da Unção dos Enfermos

Perguntas e respostas

8. Outras dúvidas que o povo tem

Perguntas e respostas

Considerações finais

Copyright

Informações sobre a Editora Ave-Maria

Introdução

Há diversas modalidades de atendimento paroquial, e qualquer forma de atendimento adotada em uma paróquia deve ter por finalidade conceder um espaço para que o fiel se manifeste, dê sua opinião, esclareça suas dúvidas, receba informações sobre a paróquia, as doutrinas e as orientações da Igreja. Contudo, o que muitas vezes acontece é que as paróquias não disponibilizam horários afins aos das pessoas, para que elas possam obter as informações desejadas. Alguns padres se esforçam para adaptar os horários de atendimento de suas paróquias aos horários das pessoas – oferecendo, por exemplo, atendimento aos finais de semana e à noite –, mas nem sempre isso é possível, visto que demanda uma série de ajustes que nem sempre são viáveis à paróquia; outros mantêm fielmente seus dias de plantão de atendimento e, dessa forma, não conseguem atingir todos, principalmente aqueles que não são muito assíduos na paróquia – estes, na verdade, são os que mais necessitam de atenção, tendo em vista que essa categoria de fiel é a que mais tem dúvidas sobre as orientações da Igreja, sobretudo as relacionadas aos sacramentos.

Foi considerando tais questões que, além de reservar dias e horários fixos de atendimento paroquial, disponibilizei o atendimento virtual, que consiste em uma página na internet por meio da qual as pessoas podem fazer perguntas. Um dos benefícios desse sistema de atendimento é o fato de as pessoas terem toda a liberdade de perguntar o que quiserem, sem precisarem se identificar, pois, não estando frente a frente com o padre, ou mesmo com o(a) atendente paroquial, elas se sentem mais à vontade para abrir seu coração, falar das dúvidas, das angústias, dos seus medos e das suas insatisfações, e desabafar sobre aquilo que as tem sufocado.

A procura por esse tipo de atendimento foi tanta que passei a dedicar horários específicos para responder às perguntas, que começaram a vir não apenas dos leigos da minha paróquia, mas de todo o país. Tais perguntas poderiam até ser respondidas nas paróquias de origem desses leigos, mas, por uma série de fatores, isso não era possível. Com o aumento do volume de perguntas, achei por bem torná-las públicas, pois notei, por meio delas, que muitas pessoas tinham a mesma dúvida; fi-lo não apenas por tais perguntas em si, que são, também, muito interessantes, mas, principalmente, por suas respostas. Percebi que, com estas, eu poderia contribuir para sanar as dúvidas de muitas pessoas, ajudando-as a viver conforme orienta a Igreja, e que as perguntas e respostas eram tão pertinentes que disponibilizá-las para outras pessoas seria algo muito valioso; e a melhor forma encontrada por mim para fazer com que os esclarecimentos chegassem a um maior número de pessoas, principalmente àquelas que ainda não têm acesso a internet, foi publicando, em livro, essas perguntas e respostas.

Este livro serve não apenas para os leigos, mas, também, para os próprios padres, que, no dia a dia de suas atividades pastorais paroquiais, se deparam com todos esses questionamentos e nem sempre têm tempo de recorrer aos documentos da Igreja para responder-lhes corretamente.

Para facilitar a busca pelos tópicos, separei as perguntas em oito blocos ou capítulos. A maior parte das perguntas é sobre os sacramentos. Assim sendo, nos sete primeiros capítulos, estão as dúvidas relacionadas aos sete sacramentos, que foram colocadas na seguinte ordem: 1) dúvidas sobre Batismo e a Consagração; 2) dúvidas sobre a Missa e a Comunhão; 3) dúvidas sobre a Confissão ou Sacramento da Reconciliação; 4) dúvidas a respeito da Crisma ou Confirmação, e seus correlatos; 5) dúvidas sobre o Matrimônio e as situações envolvidas por esse tema; 6) dúvidas que estão relacionadas ao Sacramento da Ordem; 7) dúvidas a respeito do Sacramento da Unção dos Enfermos; e, por fim, 8) dúvidas gerais, relacionadas a outros temas, como a Doutrina da Igreja, a Liturgia, os símbolos litúrgicos etc.

As perguntas apresentadas neste livro nasceram de necessidades reais. Algumas pessoas se identificaram com as perguntas; outras, não. Porém, indistintamente, fiz questão de preservar a identidade de todas, a fim de que ninguém se sentisse exposto. Tive o cuidado, ao reproduzir as perguntas, de eliminar não apenas os nomes dessas pessoas, mas, também, os de suas paróquias, dioceses e cidades de origem, bem como datas ou outros dados que pudessem identificá-las.

As respostas dadas aqui estão baseadas nos documentos da Igreja, principalmente no Código de Direito Canônico e no Catecismo da Igreja Católica, além de outros documentos, como Cartas e Encíclicas papais e documentos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Algumas respostas contêm opiniões pessoais e podem não coincidir com a opinião de outras pessoas ou com aquilo que pensam alguns padres. Trata-se daquelas questões sobre as quais a Igreja ainda não chegou a um consenso e que dão margem para diferentes pontos de vista ou opiniões. Todavia, a maioria das respostas está conforme a orientação da Igreja, ainda que a pessoa que fez a pergunta possa não concordar ou não ficar satisfeita com a resposta.

Destaco que, no primeiro capítulo, em que trato de responder dúvidas sobre o Batismo, foram respondidas, também, dúvidas sobre o ato devocional da consagração de crianças (e adultos) a Nossa Senhora ou aos santos, seja por ocasião desse Sacramento ou não. Foram muitas as perguntas sobre esse tema e achei por bem colocá-las junto das respostas sobre o Batismo, enfatizando a diferença entre o Sacramento e o ato devocional.

Pergunta: Minha filha já foi batizada. Posso batizá-la novamente?

Pergunta: Na religião da minha namorada, há um tipo de casamento chamado casamento eterno. Esse casamento só pode ser contraído entre membros da mesma religião. Os pais dela pediram para eu me batizar nessa religião. Se eu me batizar em outra religião, continuo sendo católico?

Pergunta: Minha sobrinha tem como padrinhos de Batismo meu ex-namorado e eu. Quando a batizamos, ainda estávamos namorando. Hoje, ela tem 2 anos. O padrinho a conheceu quando ela era bebê, mas ela não o conhece porque ele não a procura e não se importa com ela. Minha família e eu somos católicas, e preservamos os preceitos da Igreja e da Palavra de Deus. Meu ex-namorado era católico, mas, hoje, não sabemos nada sobre sua religião, apenas que a vida que ele leva não é muito boa (está envolvido com bebidas, cigarro, desonestidade, infidelidade etc.). O que podemos fazer? Já tentamos conversar com ele e não adiantou. Quando a menina (afilhada) perguntar pelo seu padrinho, não saberemos o que responder...

Pergunta: Tenho uma afilhada que está grávida e dará à luz um menino no próximo mês. Ela escolheu para padrinhos do filho o cunhado, irmão do esposo, que é casado na Igreja Católica; e a irmã, que é divorciada. A Igreja permite a realização desse batizado?

Pergunta: Meu irmão é solteiro. Ele pode ser padrinho de consagração da minha filha, ou é necessário, para isso, que seja um casal?

Pergunta: Sou batizada e crismada, porém, não tenho madrinha de consagração. Acho lindo esse ato devocional e gostaria de escolher, para tal, uma amiga, que sempre me ajuda quando perco minha fé. Posso ser consagrada mesmo tendo 27 anos e já ter recebido esses sacramentos? Como devo proceder se houver essa possibilidade?

Pergunta: Li nas postagens feitas uma resposta sobre a consagração no Batismo: A consagração pode ser feita em qualquer outro momento e quantas vezes a pessoa quiser, sem que seja, necessariamente, no dia do Batismo. Isso quer dizer que, se errarmos ao darmos o filho para uma pessoa consagrar, podemos fazê-lo novamente com outra pessoa?

Pergunta: Fui convidada para ser madrinha de uma criança. Tenho 14 anos, não sou batizada, nem sigo a religião. A mãe da criança é batizada, mas não fez a Primeira Comunhão, nem é crismada. Ela não é casada e tem 17 anos. Estou certa de que quero arcar com as responsabilidades de uma madrinha, mas não sei quais argumentos devo usar diante desta situação. Sou, sim, uma pessoa de fé, e, mesmo sem Batismo, Crisma e Primeira Comunhão, tenho responsabilidade e conheço a Palavra. Não fui batizada porque a minha mãe não é católica. Eu ainda não sei qual a minha orientação religiosa, porém, sei que posso ajudar um bebê a crescer espiritualmente e quero ajudar na sua educação religiosa. A verdade é que, no coração eu já me sinto madrinha do pequeno menino, que está vindo para nosso mundo! Como resolvo isso?

Pergunta: Minha filha foi registrada e batizada por uma pessoa que não é seu verdadeiro pai. Há a possibilidade de cancelamento desse batizado depois que o atual registro for cancelado e ela passar a ser registrada pelo verdadeiro pai?

Pergunta: Fui convidada para ser madrinha de Batismo de um sobrinho; porém, eu estou grávida de seis meses. Os antigos dizem que não pode uma grávida ser madrinha. Isso é verdade ou crendice?

Pergunta: Eu me arrependi da escolha dos padrinhos do meu filho, e os mesmos já sabem disso. Motivo: a madrinha que escolhi desfaz dele. O que faço?

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O que as pessoas pensam sobre Sacramentos

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