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45 do primeiro tempo: o que o sabático me ensinou sobre propósito de vida e carreira

45 do primeiro tempo: o que o sabático me ensinou sobre propósito de vida e carreira

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45 do primeiro tempo: o que o sabático me ensinou sobre propósito de vida e carreira

Duração:
73 páginas
1 hora
Lançados:
7 de jun. de 2019
ISBN:
9788594551771
Formato:
Livro

Descrição

Quantas vezes você já se questionou sobre o sentido do que está fazendo? Até que ponto o seu trabalho está alinhado ao seu propósito? É possível conciliar vida profissional e pessoal?

Depois de 20 anos atuando como jornalista, dos quais cinco como executivo de comunicação e âncora de um dos programas políticos de maior audiência no rádio, o 3 em 1 na Jovem Pan, Patrick Santos resolveu dar vazão a esses e outros questionamentos.

Em 45 do primeiro tempo, o autor revela a sensibilidade de um homem que decidiu se reinventar.

Patrick Santos assumiu a responsabilidade de governar o próprio destino, tirou um ano sabático para refletir e mergulhou no autoconhecimento.

Diferentemente do que acontece em uma partida de futebol, na vida não há um juiz para apitar o fim do primeiro tempo, com intervalo para analisar e rever táticas de jogo. Para Patrick Santos, coincidentemente, o apito aconteceu aos 45 anos de idade: hora em que resolveu descer ao vestiário.

A obra é uma demonstração de coragem e abre portas para uma nova discussão. No período sabático, livros e viagens foram grandes companheiros que permitiram renovar a forma como o escritor enxergava a vida.

Nesse tempo, Patrick também aproveitou para se aproximar da mãe e, em um capítulo emocionante, conta sobre quando conheceu o pai, aos quarenta anos. Criado pela avó, a quem não economiza as palavras de carinho, o autor relata, também, o quanto a ausência do pai marcou a sua vida: "Amadureci e me tornei um homem forte e destemido por fora, mas por dentro continuava o menino consumido por um vazio existencial sem tamanho. A ausência do meu pai me constituiu", descreve Patrick Santos.

"Na pausa do jornalista, nasceu um escritor. Nos dois vejo a mesma generosidade e a mesma coragem. Sugiro ao leitor que mergulhe nessas páginas com a mesma bravura do Patrick. Tenho a certeza de que cada um, a partir da trajetória do autor, sairá ao final mais conhecedor da própria história", escreve Vera Magalhães no prefácio da obra.

O distanciamento da rotina fez com que Patrick conseguisse olhar para si e para a realidade sob um novo prisma. Ao contrário de muitas histórias de superação, o livro não fala de uma mudança radical de carreira, mostrando que é possível se reinventar e pensar em novos projetos na mesma área de atuação. "(...) pude conhecer uma estrada onde as inovações tecnológicas descortinam um novo mercado de trabalho, que já está a pleno vapor. É por ela que eu quero caminhar, aprendendo novas linguagens com os jovens do século XXI e compartilhando com eles o conhecimento que acumulei até aqui", escreve Patrick.

Balanceando história profissional e pessoal, o autor traz às mãos do leitor páginas recheadas de questionamentos e lições que mostram a necessidade do hábito de refletir sobre a própria vida, além de estimular a mudança e o desenvolvimento pessoal. Agora, ele segue para o segundo tempo.
Lançados:
7 de jun. de 2019
ISBN:
9788594551771
Formato:
Livro

Sobre o autor


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45 do primeiro tempo - Patrick Santos

Copyright© 2019 by Literare Books International

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A FORÇA DO MERGULHO

Sou uma pessoa agnóstica, e me considero mais cética do que a média. Mas acredito muito no poder do propósito, na força que existe em cada um de nós para corrigir rumos, olhar para dentro e, quando preciso, recomeçar. Por isso, foi uma surpresa muito grata e uma demonstração (mais uma) das sincronias da vida receber o convite do Patrick para ter a honra de prefaciar o livro que marca a primeira metade da vida dele.

Conheci Patrick Santos em agosto de 2016 quando ele me mandou uma mensagem de WhatsApp. No fim de julho eu tinha acabado de ser demitida sem aviso prévio do cargo de editora-executiva da revista Veja, onde editava a prestigiosa coluna Radar. Fazia apenas nove meses, então, que eu tinha mudado a minha vida para deixar a Folha depois de treze anos, diante de um convite irrecusável. A direção de redação mudou, e eu dancei.

Minha primeira reação diante da demissão inesperada foi achar que minha carreira estava encerrada. Foi um alicerce que começou a ser construído alguns anos antes que me permitiu parar, respirar fundo e analisar a situação sob um outro prisma: o de que seria possível me reinventar a partir daquele revés.

Dois anos antes eu decidira fazer um sabático profissional no apogeu da minha carreira. Eu editava o Painel, da Folha, e meu marido recebeu um convite para trabalhar como assessor de um dos candidatos à Presidência. Na época, o saudoso Otavio Frias Filho, publisher do jornal, chegou a me pedir que ficasse, mas entendi que as duas coisas eram incompatíveis.

Foi a terapia que me fez não desmoronar, e ver naquela pausa um período para me reciclar e olhar para além da polarização política que, naquele 2014, já começava a mostrar os dentes. Investi na corrida, fui estudar roteiro, viajei para fora do país no primeiro turno e só retomei a coluna depois que a poeira eleitoral assentou. Não perdi nada: voltei mais firme, renovada, pronta para, dali a pouco mais de um ano, dar outra guinada e tentar a sorte na Veja. E para encarar sem desmoronar o pé na bunda menos de um ano depois.

O Patrick foi a primeira pessoa a me acenar com um convite depois da demissão. Rádio? Parecia algo tão fora da minha trajetória até ali. Uma jornalista de bastidores de alguns dos principais veículos impressos do país falando no rádio, veículo popular? O estofo conferido por mais de quarenta anos de idade, vinte de carreira, um sabático reflexivo, cinco anos de terapia e a certeza de que era preciso mudar me fizeram responder: Sim, claro!.

Foi assim que o Patrick e o rádio entraram na minha vida. Eu estava lá quando, dois anos depois, ele anunciou que faria sua própria parada. Fui daqueles que questionaram o momento – próximo da eleição? – algo que ele narra aqui neste livro. Mas nunca deixei de encorajá-lo, sabático é vida, sabia eu.

Peço desculpas ao meu amigo e ao leitor por esse início meio autorreferente: mas é que a leitura do livro do Patrick me permitiu uma volta no tempo das minhas próprias buscas, do meu próprio intervalo, antes ainda dos meus 45 do primeiro tempo. Empatia. Algo que o Patrick tem

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