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Corpo, alma e espírito: De onde eu vim, qual o meu propósito, para onde irei?

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Corpo, alma e espírito: De onde eu vim, qual o meu propósito, para onde irei?

notas:
3.5/5 (3 notas)
Duração:
289 páginas
4 horas
Lançados:
23 de set. de 2019
ISBN:
9788576896876
Formato:
Livro

Descrição

A origem da vida e seu sentido, a importância do planeta terra e o papel do ser humano neste mundo tem sido tema de debate nas comunidades científica, filosófica e religiosa ao longo dos séculos. Mas, afinal, quem é o homem? De onde ele se origina e por que está neste mundo? Qual o significado da vida? Qual será o destino da humanidade?
Não caímos de paraquedas neste planeta, nem somos produto de um mero acidente cósmico. Fomos planejados, desenhados e formatados pelas mãos do divino Criador. Criação é o ato do Deus trino no sentido de que todas as pessoas da Trindade, não criadas, têm parte em sua realização — o Pai como causa original, o Filho como causa mediadora, e o Espirito Santo como causa realizadora.
Esses temas complexos, os quais têm ocupado o pensamento humano desde os primórdios, serão abordados neste livro. No decorrer dos capítulos, percorreremos um caminho de conhecimento e sabedoria, buscando alcançar a tão almejada maturidade espiritual. Dentre outros tópicos, discutiremos a origem da vida humana, o destino dos seres feitos à imagem e semelhança de Deus, o mistério da morte e a diferença entre imortalidade e eternidade.
Lançados:
23 de set. de 2019
ISBN:
9788576896876
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Corpo, alma e espírito - Joá Caitano

Caitano

1

CAPÍTULO

A ORIGEM DO HOMEM

De onde vim? Quem sou? Por que eu sou? Afinal de contas, o que estou fazendo aqui na terra? Qual é o propósito da minha vida? Para que fui criado? Para onde vou? Há algo mais além desta vida? Essas e outras indagações são feitas constantemente ao longo da história humana. Durante muito tempo, os seres humanos buscam explicações, elucidações e respostas.

Qual a origem do homem? De onde ele veio? Como surgiu na terra? A origem da humanidade é uma questão com muitas vertentes. Assim, nossa compreensão é afetada de várias formas. Será que viemos de um ancestral comum — uma forma compartilhada com chipanzés — ou poderíamos ter-nos originado a partir dessa forma? A teologia bíblica apresenta a doutrina do homem, à qual, tradicionalmente, dá-se o nome de antropologia (gr. antropos = homem; e logos = tratado), que significa estudo do homem.

Assim, vamos caminhar juntos nessa temática, examinando profundamente os conceitos e os aspectos oferecidos pela arqueologia, bem como suas vertentes. Entretanto, daremos ênfase à Arqueologia Bíblico-Teológica e manteremos nosso foco nela. Começaremos a partir do momento em que o homem aparece na Terra, formado por Deus no último dia da criação (Gn 1.27). Em seguida, prosseguiremos com as descobertas e as contribuições que surgem na vida do ser humano durante sua estada terrena e o futuro que lhe está reservado — os quais são alvo deste estudo. Investigaremos, por fim, o que a Antropologia Bíblico-Teológica tem a oferecer na dependência imprescindível do Espírito Santo na inspiração, e na revelação da Palavra de Deus (Sl 119.105).

A TEORIA DA EVOLUÇÃO

Um dos argumentos mais fortes da evolução declara que o homem brotou na natureza como resultado de um processo evolutivo natural. O exemplo mais polêmico (a evolução humana) vem sendo debatido, por muitos anos, em vários centros de estudos científicos por diversos estudiosos em todo o mundo.

Vejamos alguns argumentos da teoria da evolução. Um dos mais conhecidos e difundidos, sendo, às vezes, utilizado em tom de brincadeira e zombaria, proclama que todos fomos, somos e continuaremos a ser macacos até que nos tornemos seres humanos completos.

DESCENDENTES DO MACACO

Um enorme grupo de estudiosos afirma que a humanidade é descendente de um animal simiesco, que viveu há milhões de anos mediante um processo de evolução. Assim, o ser humano tem sua origem no macaco antropoide, que, ao longo do tempo, evoluiu, mudando de forma até chegar ao seu estado mais elevado que o homem.

Esse fato, segundo esse grupo de antropólogos, explica a existência do homem das cavernas, que seria uma das fases da evolução do ser humano. Os defensores dessa teoria ensinam que a humanidade descende de animais por meio do processo da evolução.

Tais estudiosos dizem: o que era caramujo transformou-se em peixe; o que era peixe chegou a ser réptil; o que outrora era réptil virou pássaro; e o que antes era macaco evoluiu e tornou-se humano.

Mais que cem diferenças

O norte-americano Fred H. Klooster, professor de Teologia Prática, escreve:

Os evolucionistas acreditam que o homem se desenvolveu a partir de organismos inferiores, mediante uma série de mudanças realizadas por processos puramente naturais, e que esta linha de desenvolvimento pode ser traçada a partir de coisas vivas simples, presumivelmente monocelulares, passando por organismos mais complexos e, finalmente, chegando a organismos que hoje seriam classificados como símios antropoides (animais cujo aspecto se assemelha ao aspecto humano; o elo entre o macaco e o homem), até aparecer o homem. Os parentes mais próximos do homem são, segundo se crê, os símios antropoides, por causa do grande número de semelhanças entre os símios e os seres humanos. Embora seja verdade que há muitas semelhanças entre o homem e os antropoides, e estas sejam maiores do que as existentes entre o homem e outros animais, também é verdade que há muitas diferenças entre o homem e os antropoides, algumas das quais são bastante significativas. É possível listar bem mais que cem diferenças entre o homem e os antropoides. Provavelmente a diferença biológica mais relevante é que o homem tem a capacidade de se comunicar em termos abstratos. Ele desenvolveu a linguagem e tem uma história. Assim, tem a capacidade de transmitir a sua cultura de uma geração a outra e tirar proveito daquilo que foi aprendido por gerações anteriores. Estas diferenças sugerem um abismo extenso entre o homem e os antropoides.

MATÉRIA E FORÇA

A teoria da matéria e força (outra linha evolucionista) começou a ser mencionada em tempos remotos, não podendo ser explicada cientificamente quando apareceu e de que forma ela ocupou espaço. Segundo os cientistas, surgiu, dentro da matéria e da força, uma célula viva, mas não se sabe de onde ela veio. Nessa célula, havia uma centelha de vida, da qual se originaram todas as coisas vivas, desde o reino vegetal até o homem, sendo esse desenvolvimento controlado por leis inerentes.

Essas leis, conectadas ao meio ambiente, explicam a origem das diversas espécies que têm existido e que existem, incluindo o ser humano. Desse modo, segundo tal teoria, houve uma ascensão gradual e constante desde as formas inferiores de vida até as mais elevadas, chegando ao homem.

SELEÇÃO NATURAL

Seleção natural é parte do processo de evolução dos seres vivos, fazendo com que estes sejam capazes de adaptar-se aos ambientes onde vivem. Inicialmente, esse mecanismo foi proposto pelo naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882).

Darwin foi um dos maiores nomes do Evolucionismo, que desenvolveu, no século 19, um conjunto de estudos que deu origem ao Darwinismo, teoria proclamada como sinônima do Evolucionismo. Por meio dela, ele consagrou-se como o pai da Teoria da Evolução.

Darwinismo

Transmutação de espécies

Gênesis 1.11,12,24-26

Salmo 139.14-16

Jó 10.9,11

A seleção natural compõe a Teoria da Evolução das Espécies, também conhecida como Darwinismo ou Evolucionismo, juntamente aos processos de mutação, migração e deriva genética. Como o nome sugere, a seleção natural consiste em um processo natural, sem qualquer tipo de interferência humana, onde o meio ambiente é responsável por escolher as espécies mais aptas homo habilis a sobreviver em determinado habitat e deixar seus descendentes.

EVOLUÇÃO TEÍSTA

Evolução teísta é o ato criador de Deus que ocorre por meio das leis da evolução. Os processos evolucionários foram usados pelo Todo-poderoso para criar a variedade dos seres na terra, inclusive os humanos. Deus usou mecanismos evolutivos para produzir todas as formas de vida.

Assim, a visão evolutiva padrão das origens humanas — geralmente aceita pelos evolucionistas teístas — sustenta que nossa espécie, o homo sapiens, surgiu de espécies semelhantes a macacos, mediante processos evolutivos aparentemente não guiados, como a seleção natural e a mutação aleatória.

Os teístas e a Bíblia

Para muitos evolucionistas teístas, a Bíblia já não é considerada uma verdadeira fonte de conhecimento, e, cada vez mais, menos pessoas levam as Escrituras a sério. Os evolucionistas teístas enfatizam fortemente a revisão constante dos ensinamentos bíblicos e de suas interpretações e reinterpretações. Dessa forma, tentam marginalizar a verdade cristã na Igreja.

Evolução teísta

Deus + evolução

Gênesis 1.3,9

Salmo 33.6,9

João 1.3

Colossenses 1.16

Na evolução teísta, figuram algumas ramificações, como: evolucionistas teístas, criacionismo evolucionista ou evolucionismo criacionista. Uma parcela considerável de evolucionistas declara que Deus não existe e que a vida pode emergir, e assim o fez, naturalmente de blocos de construção preexistentes e sem vida, sob a influência de leis naturais, como a gravidade etc.

A posição do criacionismo bíblico

A crença na evolução teísta em qualquer uma das suas vertentes é inconsistente com a crença na veracidade bíblica. A Bíblia é a viva Palavra de Deus, dada à humanidade pelo Criador do universo, e Sua descrição de como Ele criou o mundo não é compatível com a teoria da evolução. Combiná-las é como combinar água e óleo, isto é, não se misturam!

Aspectos da evolução

Em relação aos aspectos evolutivos, podemos destacar:

Homo habilis

Uma espécie da evolução humana já extinta, pertencente à classe dos hominídeos, que considerou o primeiro ser humano propriamente dito.

Homo erectus

Uma espécie crucial na evolução do ser humano, que apareceu na linha evolutiva entre o homo habilis e o homo sapiens. Acredita-se que era capaz de movimentar-se predominantemente de forma ereta, tal como o homem moderno.

Homo sapiens

Nome dado à espécie dos seres humanos de acordo com a classificação taxonômica. Essa é uma expressão latina que significa, literalmente, homem sábio ou homem que sabe.

Argumentos evolucionistas

Argumento da Geologia

Argumento da Embriologia

Argumento da Morfologia

Argumento das Partes Rudimentares

Argumento dos Ser Humano

Argumento Característico dos Animais

Argumento da Distribuição dos Animais

TEORIA OU FATO

A evolução é uma teoria ou um fato? Antropólogos não cristãos, supostamente em nome de argumentos propagados como científicos, ensinam que a evolução é um fato concreto, real, estabelecido com as respostas para o futuro da raça humana. Muitos educadores aceitam a evolução não como teoria simplesmente, mas como um fato estabelecido e reconhecido, revestido de autoridade pertinente.

Processos básicos da evolução

Mutação

Recombinação

Genética

Seleção Natural

Isolamento Reprodutivo

Para muitos, a ciência tornou-se uma nova forma de religião, dotada de infalibilidade, estendendo-se para responder às questões fundamentais sobre nossas origens e o propósito das nossas indagações de existência que, outrora, foram objeto de estudo de filósofos e estudiosos religiosos. A ciência, portanto, não é inimiga da religião. As duas são naturalmente complementares, e existe beleza no equilíbrio. O cristianismo defensor fundamentalista do criacionismo bíblico é uma religião racional e razoável, cujo livro sagrado (a Bíblia) tem resistido ao teste do tempo e contado com inúmeras confirmações por grande parte da arqueologia.

Durante a celebração do centenário de Charles Robert Darwin (1808-1882), naturalista britânico e um dos maiores nomes do evolucionismo, na cidade de Chicago, nos Estados Unidos, uma figura iminente no mundo evolucionista, Sir Julian Huxley, afirmou: Na evolução, não há lugar para o sobrenatural. A terra e seus habitantes não foram criados, eles evoluíram. Na mesma conferência, Huxley disse: Todos nós aceitamos o fato da evolução... A evolução da vida não é mais uma teoria. Ela é um fato. É a base de todo o nosso modo de pensar.

O livro Biology for You, de 1963, confirma isso, relatando: Todos os biólogos de renome concordam com o fato de que a evolução da vida na terra é um fato estabelecido. Um prestigioso presidente de uma universidade nos Estados Unidos declarou: É necessário um preconceito sobrepujante para negar-se a aceitar os fatos, e todo aquele que está exposto à evidência em apoio da evolução tem de reconhecê-la como fato histórico.

Entretanto, a Bíblia ensina que Deus criou o homem e todas as espécies de vida diretamente, não por meio de um processo de evolução. A seguir, estudaremos, de modo profundo, as verdades bíblicas que afirmam que nossa origem está em Deus. Ele criou todas as coisas que existem, incluindo o primeiro homem, e deu-lhes vida.

E criou [gr. bara] Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.

Gênesis 1.27

A tua Palavra é a verdade.

João 17.17

FALSAS TEORIAS

Existem inúmeras teorias falsas a respeito do aparecimento do homem na terra. Muitas levam o rótulo de científicas, mas algumas são incrivelmente absurdas. Pode-se verificar, na maioria desses conceitos, a intenção maligna de destruir os preceitos da Bíblia Sagrada. Fazemos bem em tornar a nossa confiança na Palavra de Deus cada vez mais sólida. Por mais simpáticas, atraentes ou aparentemente convincentes essas teorias sejam ou pareçam ser, nenhuma delas merece nosso crédito, se tenta ignorar e refutar o ensino bíblico.

Teorias

Teoria da Evolução: científica, humana e secular.

Teoria da Extinção: religiosa e espiritualista.

Teoria da Reencarnação: pagã e diabólica.

Etimologicamente, o termo evolução provém do latim evolutio, significando desabrochamento. É o processo por meio do qual ocorrem mudanças ou transformações nos seres vivos ao longo do tempo, dando origem a espécies novas.

evolucionismo é uma teoria que defende o processo de evolução das espécies mediante modificações lentas e progressivas, consonantes ao ambiente em que vivem. Ela ensina que todas as formas de vida tiveram sua origem em uma só forma, e que as espécies mais elevadas surgiram de um aspecto inferior.

Essa teoria é oposta ao criacionismo, pois não admite a participação de uma entidade ou ser divino na criação dos seres vivos que existem na terra.

A teoria da evolução apresenta o homem das seguintes maneiras:

• como alguém que se elevou de uma ordem inferior, ao passo que as Escrituras declaram que sua origem é devida à ação criadora de Deus;

• como o resultado de sucessivas alterações nas formas materiais devido às forças latentes na matéria, ao passo que a Bíblia declara que o ser físico do homem é o resultado da ação de Deus, que partiu do exterior;

• como o clímax de desenvolvimento que ascendeu desde as formas mais inferiores de vida animal, ao passo que a Palavra de Deus declara que ele pertence à ordem humana, distinta de todas as outras, e que adquiriu o seu ser de modo imediato e direto.

PERGUNTAS AOS DEFENSORES DA TEORIA DA EVOLUÇÃO

1. De onde veio o espaço para o universo, a matéria e a energia para organizar tudo?

2. Quando, onde, por que e como surgiu a vida a partir de matéria sem vida? Como a vida aprendeu a se reproduzir?

3. Existe algum animal em plena fase de transição? Algum réptil que esteja tornando-se mamífero? Outro que esteja tornando-se ave?

4. A teoria da evolução consegue responder à pergunta sobre o significado supremo da vida?

5. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?

Veja a resposta do Dr. Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática da Universidade de Harvard, Estados Unidos:

De fato, durante os últimos 100 anos, praticamente toda biologia progrediu independente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, Bioquímica, Fisiologia não levaram em conta a teoria da evolução.

15 QUESTÕES PARA EVOLUCIONISTAS

Essas perguntas são baseadas em Evolução: a origem naturalística da vida e sua diversidade.

1. Como a vida se originou?

O professor Paul Davies, evolucionista, admitiu: Ninguém sabe como uma mistura de químicos inorgânicos espontaneamente se organizou na primeira célula vivente. Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse: Nós realmente não sabemos como a vida se originou neste planeta. A menor célula necessita de centenas de proteínas. Ainda que cada átomo existente no universo fosse um experimento com todos os aminoácidos corretos presentes, para todas as vibrações moleculares possíveis durante a suposta idade evolutiva do universo, não se formaria uma única proteína funcional de tamanho médio. Então, como a vida, com centenas de proteínas, teve início? Foi apenas pela química, sem o desenho inteligente?

2. Como o código DNA surgiu?

O código é um sistema de linguagem sofisticado, com letras e palavras cujo significado não está relacionado às propriedades químicas das letras — assim como a informação desta página não é um produto de propriedades químicas da tinta (ou pixels da tela). Que outros sistemas de codificação existiram sem o desenho inteligente? Como o sistema de codificação do DNA surgiu, sem que fosse projetado?

3. Como poderiam as mutações — erros de cópia acidentais (letras do DNA trocadas, deletadas ou adicionadas, duplicação gênica, inversão cromossômica etc.) — criarem o grande volume de informação no DNA dos seres viventes? Como poderiam tais erros criar três bilhões de letras de informação do DNA para transformar um micróbio em um microbiologista?

Há informação tanto para a produção de proteínas como para o controle de seu uso — que se parece com um livro de receitas, que contém ingredientes e instruções sobre como e quando utilizar. Um sem o outro é inútil. Mutações são conhecidas por seus efeitos destrutivos, incluindo mais de mil doenças humanas, como a hemofilia. Raramente, as mutações são benéficas. Mas, como a informação dispersa do DNA criou uma rota bioquímica nova ou nanomáquinas com muitos componentes para tornar a evolução possível? Por exemplo, como um motor rotativo de 32 componentes — como a ATP sintase (que produz a energia necessária para toda a vida) ou os robôs, como a cinesina (um carteiro que entrega pacotes no meio intracelular) — se originou?

4. Por que a seleção natural, um princípio reconhecido por criacionistas, é ensinado como evolução, como se ele explicasse a origem e a diversidade da vida?

Por definição, a seleção natural é um processo seletivo (seleção dentre a informação já existente). Logo, não é um processo de criação. Ela pode explicar a sobrevivência do mais adaptado (porque certos genes beneficiam algumas criaturas em determinados ambientes), mas não o surgimento do mais adaptado (onde e quando os genes e as criaturas vieram à existência no princípio). A morte de indivíduos não adaptados a um ambiente e a sobrevivência daqueles que estão adaptados não explicam a origem dos recursos que fazem um organismo adaptado a um ambiente. Por exemplo, como podem pequenas variações flutuantes entre os bicos dos tentilhões explicar a origem dos bicos dos tentilhões? Como a seleção natural pode explicar a transição de uma espécie em outra?

5. Como novas rotas bioquímicas que envolvem múltiplas enzimas trabalhando juntas e sequencialmente se originaram?

Cada rota bioquímica e nanomáquina requer múltiplos componentes proteicos e enzimáticos para funcionar. Como acidentes ao acaso criaram pelo menos um desses componentes, não mencionando os dez ou vinte ou trinta integrantes comumente necessários a uma sequência bioquímica programada? O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu: Nós devemos admitir que até a presente data não há explicação darwiniana detalhada sobre a evolução ou sistemas bioquímicos ou celulares, apenas uma variedade de especulações ilusórias.

6. Os seres viventes se parecem como foram criados. Então, como os evolucionistas sabem que eles não foram projetados?

Richard Dawkins escreveu: Biologia é o estudo das coisas complicadas que têm a aparência de terem sido projetadas com um propósito. Francis Crick, o codescobridor da estrutura em dupla hélice do DNA, escreveu: Biólogos devem constantemente manter em suas mentes que o que eles veem não foi projetado, mas evoluído. O problema para os evolucionistas é que os seres viventes demonstram grande evidência de projeto (design). Quem se opõe quando um arqueólogo diz que vasos de cerâmica apontam para um projeto humano? Entretanto, se alguém atribui o projeto (design) dos seres viventes a um projetista (designer), isso não é aceitável. Por que a ciência deve ser restrita a causas naturalísticas em vez de causas lógicas?

7. Como os seres pluricelulares se originaram?

Como células adaptadas para a sobrevivência individual aprenderam a cooperar e a especializar-se (incluindo a programação de morte celular) para criar plantas complexas e animais?

8. Como o sexo se originou?

A reprodução sexual proporciona até o dobro do sucesso reprodutivo (capacidade de adaptação) para as mesmas fontes como reprodução sexual. Logo, como poderia o mais tardio ganhar vantagem suficiente para ser selecionado? E como meramente a física e a química inventaram os aparatos complementares necessários para a reprodução ao mesmo tempo (processos não inteligentes não podem planejar a coordenação futura de órgãos masculinos e femininos).

9. Por que os (esperados) incontáveis milhões de fósseis transicionais estão faltando?

Darwin notou o problema, e ele permanece. As árvores genealógicas evolucionistas nos livros didáticos estão baseadas na imaginação, não na evidência fóssil. Para o famoso paleontólogo de Harvard (e evolucionista) Stephen Jay Gould, a extrema raridade de formas transicionais nos registros fósseis persiste como um ‘segredo comercial’ da paleontologia. Outros evolucionistas especialistas em fósseis reconhecem o problema.

10. Como os fósseis viventes permanecem imutáveis após supostas centenas de milhões de anos, se a evolução transformou vermes em humanos no mesmo período de tempo?

O professor Gould escreveu: A manutenção da estabilidade das espécies deve ser considerada como um problema evolucionário maior.

11. Como a química pura criou mente/inteligência/significado/altruísmo e moralidade?

Se todos os seres viventes evoluíram e inventaram o conceito de Deus — como um ensino evolucionista —, qual é o propósito ou o significado da vida humana? Não deveriam os estudantes aprender o niilismo (a vida sem significado) nas classes de ciência?

12. Por que os contos evolucionistas são tolerados?

Evolucionistas geralmente usam contos para explicar observações contrárias à teoria evolucionista. O Dr. Philip Skell, membro da Network-Attached Storage (NAS, nos Estados Unidos), escreveu: "As explicações darwinistas para tais coisas são geralmente muito flexíveis: a seleção natural faz humanos

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