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60 esboços poderosos para ativar seu ministério

60 esboços poderosos para ativar seu ministério

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60 esboços poderosos para ativar seu ministério

notas:
4/5 (6 notas)
Duração:
257 páginas
3 horas
Lançados:
Jul 19, 2019
ISBN:
9788576896784
Formato:
Livro

Descrição

Em 60 Esboços poderosos para ativar seu ministério, o leitor vai dispor de mensagens do Pastor Silas Malafaia que o ajudarão a elaborar, com rapidez, eficácia e poder, seus próprios sermões e ministrações da Palavra de Deus.
Esses 60 esboços poderão ser seguidos integralmente ou servir de inspiração para quem deseja pregar ou ministrar sobre determinado tema e não dispõe de tempo hábil para preparar-se.
O livro conta, ainda, com esboços das 10 mensagens do Pastor Silas Malafaia mais vistas no YouTube.
Lançados:
Jul 19, 2019
ISBN:
9788576896784
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Livro

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60 esboços poderosos para ativar seu ministério - Silas Malafaia

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: ATOS 3.19

INTRODUÇÃO

É fácil falar de acertos e apontar erros e pecados. Porém, olhar para nós mesmos e medir como a nossa vida está em relação aos princípios cristãos é muito difícil. A virtude de uma pessoa não se baseia apenas em acertos, mas, também, em reconhecer seus erros e corrigir suas rotas. Assim sendo, destacaremos alguns pontos capazes de confrontar nosso Cristianismo.

I. ERRAMOS PORQUE

1.1. Abusamos da graça

Existem pessoas que estão habituadas a pecar e cometer iniquidades, pensando que escaparão do juízo de Deus.

O que dizem as Escrituras?

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus (Mateus 7.21). Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que te não poupe a ti também. Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a benignidade de Deus, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira, também tu serás cortado (Romanos 11.21,22).

A GRAÇA É

A caris de Deus; o favor benevolente, imerecido, espontâneo e amoroso de Deus para com o homem. Diversas religiões ensinam sobre perdão, amor e bondade; entretanto, a graça é uma palavra usada somente no evangelho, e a expressão máxima da graça é a morte de Jesus Cristo por nós.

1.2. Falta-nos relacionamento profundo com nossos irmãos

Discussões, desavenças e opiniões contrárias são motivos que impedem o relacionamento profundo com nossos irmãos em Cristo.

O que dizem as Escrituras?

Somos ensinados a dizer todos a mesma coisa (1 Coríntios 1.10). Ninguém se prive da graça de Deus (Hebreus 12.15). Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, (...) de entranhas de misericórdia (Colossenses 3.12). No início da Igreja Primitiva houve uma discussão entre Paulo e Barnabé (Atos 15.39). Paulo resistiu a Pedro na cara, porque era repreensível (Gálatas 2.11). Porém, nesses dois casos não houve afronta ou agressão física, pois a discussão aconteceu apenas no campo das ideias. Entretanto, Evódia e Síntique foram repreendidas (Filipenses 4.2), porque essas duas irmãs da igreja dos Filipenses permitiram que suas opiniões contrárias entrassem no campo das emoções.

1.3. Falta-nos compaixão para com os pecadores

Existem aqueles que agem como agentes secretos, não declarando a sua fé em Jesus, pois têm vergonha do Evangelho.

O que dizem as Escrituras?

Somos enviados a pregar ao mundo (Marcos 16.15), em tempo e fora de tempo (2 Timóteo 4.2). Quem conseguir converter um pecador, salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados (Tiago 5.20). Se não fizermos isso nos faltará compaixão, pois temos o dever de transformar o mundo pela renovação de nosso entendimento (Hebreus 12.1,2).

1.4. Praticamos o pecado da glutonaria

A glutonaria é o resultado de uma vida ansiosa. Para compensar os problemas não resolvidos, a pessoa costuma descarregar no excesso de ingestão de alimentos as situações que causam sentimentos de infelicidade.

O que dizem as Escrituras?

Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra (Colossenses 3.5). Olhai por vós, para que não aconteça que o vosso coração se carregue de glutonaria, de embriaguez (Lucas 21.34). Quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus (1 Coríntios 10.31). A glutonaria está inserida na relação das obras da carne (Gálatas 5.19-21).

1.5. Não sabemos educar os nossos filhos

Há pais que pensam que o papel de ensinar e educar é da escola, e outros transferem à igreja o dever de ensinar os princípios cristãos ou substituem a ausência paterna fazendo toda a vontade dos filhos.

O que dizem as Escrituras?

Instrui o menino no caminho em que deve andar (...) (Provérbios 22.6). Os pais têm de ensinar e admoestar os filhos na doutrina do Senhor (Efésios 6.4).

LATERALIZAÇÃO É

O período em que parte do cérebro da criança está sofrendo maturação para o aprendizado. Nessa fase, se a criança é submetida a treinamentos constantes em determinada área do saber, como os esportes ou a música, por exemplo, ela certamente se tornará excelente profissional.

1.6. Temos relacionamento superficial com Deus

Há crentes que têm relacionamento sazonal: um dia estão alegres e cheios da graça, e em outro estão se maldizendo. É impossível desenvolvermos relacionamento profundo com Deus se não for contínuo.

O que dizem as Escrituras?

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Oseias 6.3). O meu povo foi destruído, porque lhe faltou conhecimento (Oseias 4.6). A fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus (Romanos 10.17). Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti (Salmo 119.11). Aquele que diz: eu conheço-o e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade (1 João 2.4). É impossível o relacionamento com Deus se não temos relacionamento com os irmãos (1 João 4.21).

CONCLUSÃO: Se estamos errando é porque desobedecemos, e só existe uma virtude no paraíso: a obediência. Qual é a maior marca da manifestação de nosso amor para com Deus? A obediência. Está na soberania de Deus o direito e a autoridade de exigir obediência e fazer dela aquilo que vai determinar o destino do homem.

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: 1 SAMUEL 17.37

INTRODUÇÃO

Todos nós desejamos melhorar de vida, ainda mais quando meditamos na história de um dos heróis da Bíblia, chamado Davi. Seu exemplo de coragem leva-nos à conclusão de que é possível nos libertarmos de qualquer ponto negativo em nossa vida, e escrevermos uma história melhor.

Davi era o filho mais novo de uma família pobre de oito irmãos; pastor das poucas ovelhas do pai; posteriormente, músico e pajem de armas do rei Saul.

O desenho de um possível futuro da história de Davi, caso ele não fosse rei, poderia ser: 1) Continuar desempenhando a função como pastor das ovelhas de seu pai, Jessé; 2) Alistar-se no exército de Saul, visto que três de seus irmãos eram militares; 3) Desempenhar alguma função como funcionário público no Palácio; 4) Continuar a sua carreira musical. Porém:

I. DAVI ROMPEU COM SUA HISTÓRIA E CONSTRUIU UMA HISTÓRIA MELHOR.

1.1. Ele aproveitou uma oportunidade, aquela que costumamos chamar de oportunidade de ouro

Não é sempre que surge uma oportunidade de ouro; e Davi reconheceu essa oportunidade (1 Samuel 17.26) e a conferiu, mesmo enfrentando a fúria de seu irmão mais velho, os detalhes daquela oportunidade única (1 Samuel 17.28-30).

Assim, Davi: 1) acreditou que tinha diante de si uma oportunidade; 2) verificou se aquela era realmente uma oportunidade de ouro; e 3) analisou os prós e os contras daquela oportunidade.

1.2. Ele acreditou em seu potencial

Davi acreditava no seu potencial, e que tinha possibilidade de vencer Golias. Ele era cheio do Espírito, cheio de coragem. Não teve medo de enfrentar a adversidade, e até animou o coração do rei Saul (17.32). Existem coisas que ninguém, além de nós mesmos, pode fazer: eis o porquê devemos acreditar em nós mesmos.

1.3. Ele considerou a dificuldade como uma oportunidade de conquista

A diferença do exército de Israel para Davi é que o exército de Israel via Golias como impedimento, e isto resultou em sentimentos de medo, frustração e vontade de recuar. Mas, Davi encarava o obstáculo como uma oportunidade de vitória.

1.4. Desviou-se de pessoas que não acreditavam nele

Davi não respondeu aos seus irmãos, mas, simplesmente, desviou-se deles (17.30). Qual é a voz que estamos dispostos a ouvir? Não devemos dar atenção nem nos deixar influenciar por pessoas que não acreditam em nós.

1.5. Utilizou-se de experiências passadas para enfrentar patamares de desafios maiores e conquistar posições mais altas

Davi enfrentou um urso e um leão para proteger as ovelhas, e agora estava preparado para enfrentar um gigante especialista em lutas, que manejava bem a espada e a lança, e nunca havia perdido uma batalha (17.34). Ao encararmos as adversidades, estamos nos preparando para encararmos lutas ainda maiores e as vencermos.

1.6. Ele venceu Golias sem mudar a sua própria identidade

Davi preferiu lutar com o gigante usando a sua pequena funda em vez de vestir a armadura de Saul (17.38-40). Com isso, aprendemos que o melhor dos outros, na maioria das vezes, nos atrapalha. Davi rejeitou a armadura de guerra do rei. Assim, podemos também vencer batalhas com a força, aptidões e talentos que Deus nos deu.

1.7. Ele enfrentou obstáculos que o impediam de romper com sua história de fracasso

Davi estava agora em um campo real, e diante de um temível inimigo (17.40,41). Ele não sabia manejar a espada de Saul, mas era expert na funda, tinha domínio sobre ela. Isto quer dizer que ele tinha conhecimento e treinamento da arma que iria usar. Assim, Davi tomou algumas decisões que lhe valeram a vitória sobre Golias. Ele:

CONFIOU QUE DEUS O AJUDARIA a romper SUA história — contudo, ele fez a sua parte matando um leão e um urso (17.37).

NUNCA CHAMOU GOLIAS DE GIGANTE — contudo, cinco vezes o chamou de filisteu, e duas vezes de incircunciso.

CONSIDEROU-SE GIGANTE, APESAR DAS DIFERENÇAS FÍSICAS E MATERIAIS — Assim, nós entendemos que não nos convém supervalorizar os obstáculos.

Golias: estatura: 2,75m, couraça: 70Kg, capacete: 20 a 25 Kg, escudo: 30 a 40Kg, ponta da lança: 7,5Kg, espada: 15Kg.

Davi: estatura: 1,65m, peso: 70Kg, funda: 25g, pedras: 250g, alforje: 50g, espada: 15Kg, cajado: 100g.

II. RESULTADOS DA HISTÓRIA DE DAVI

2.1. Destacou-se como o maior rei da história de Israel, cujo trono não tem fim, pois Jesus é descendente do trono de Davi (Isaías 9.7).

2.2. Comandou o maior exército da história, com um milhão e 570 mil homens, e é considerado o terceiro rei em toda a história que mais conquistou reinos.

2.3. Tirou do seu tesouro particular, para a construção do templo, 307 mil quilos de prata, 131 mil quilos de ouro, pedras preciosas e madeira.

2.4. Morreu cheio de glórias e riquezas, e seu filho, Salomão, sucedeu-o no trono (1 Crônicas 29.27-30).

CONCLUSÃO: A história de Davi motiva-nos a lutar por nossas conquistas, entendendo que podemos, perfeitamente, romper com a nossa história para fazer uma história melhor nas áreas da nossa vida emocional, física, material e espiritual. Assim, aproveitemos as oportunidades, acreditando em nosso potencial, considerando os obstáculos como oportunidades de conquista e desviando-nos de pessoas que não acreditam em nós.

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: 2 PEDRO 3.18

INTRODUÇÃO

O que precisamos fazer para adquirirmos o crescimento ideal e uniforme, tanto no campo espiritual quanto na vida humana, física e material? Para acharmos a resposta a esta pergunta, analisemos o texto de 2 Pedro 3.18.

O CRESCIMENTO IDEAL DA VIDA CRISTÃ ESTÁ ALICERÇADO NAS SEGUINTES CONDIÇÕES: 1) Ninguém nasce com estatura completa em nenhum campo da vida; 2) Todo crescimento que não obedece ao curso natural, ou leis e princípios que o norteiam, gera anomalias, deformidades e problemas; e 3) na vida cristã temos apenas duas escolhas a fazer: crescer ou nos tornar pessoas com uma vida cristã medíocre.

Esses três pontos são realidades na vida do cristão.

I. OS FUNDAMENTOS DO EVANGELHO TÊM UMA ORDEM DE MOVIMENTO CONTÍNUO PARA O CRESCIMENTO. SÃO ELES:

1.1. A fé

O cristão deve aprimorar-se na fé cada dia (Romanos 1.17).

1.2. O conhecimento

O cristão deve prosseguir no conhecimento do Senhor (Oseias 6.3).

1.3. A santificação

O cristão deve seguir a paz com todos e a santificação (Hebreus 12.14).

1.4. A experiência

O cristão é transformado de glória em glória (2 Coríntios 3.18).

1.5. A marca da vida cristã

As Escrituras dizem que Jesus crescia em estatura, graça e conhecimento (Lucas 2.52).

1.6. O alvo

O cristão deve prosseguir para o alvo (Filipenses 3.14) que é o arrebatamento da Igreja.

O CRESCIMENTO ESPIRITUAL ATUA NA PREVENÇÃO — Em 2 Pedro 3.18, o uso do advérbio antes, remete-nos a um estado de prevenção. Daí perguntamos: antes de quê? A resposta é encontrada nos versículos anteriores: Antes de sermos envolvidos em nossa própria heresia (v. 16), e antes de sermos envolvidos nas heresias de outras pessoas (v. 17).

II. AS MARCAS DO CRISTÃO DEFORMADO

Ou crescemos na graça e no conhecimento de maneira uniforme, ou então passamos a fazer parte dos grupos de:

2.1. Cristãos meninos; que crescem na graça, mas não crescem no conhecimento

O crente menino sempre tem de estar acompanhado. E, como é menino, comporta-se de maneira inconstante (Ef 4.14).

2.2. Cristãos carnais; que crescem no conhecimento, mas não crescem na graça

Estes sabem tudo sobre santificação, mas não a praticam. Entendem tudo sobre contribuição, mas não têm fé para dar, e ainda querem exercer controle sobre os outros, contrariando ao que dizem as Escrituras: Ninguém vos domine ao seu bel-prazer (Colossenses 2.18).

2.3. Cristãos fracos; que não crescem na graça nem no conhecimento

A consciência desses é induzida (1 Coríntios 8.7), escandalizam-se facilmente (1 Coríntios 8.9), têm a consciência dominada (1 Coríntios 8.10) e são enfermos na fé (Romanos 14.1).

III. ELEMENTOS NECESSÁRIOS PARA O CRESCIMENTO UNIFORME

3.1. O desejo

Deus não faz o cristão crescer na graça e no conhecimento sem que ele queira. Para buscarmos as coisas que são de cima devemos pensar nelas (Colossenses 3.1,2).

3.2. A meditação na Palavra de Deus

É a busca de conhecimento por meio do intelecto. Bíblia não se lê; Bíblia se medita. Meditar é pensar, analisar, inferir, buscar (Salmo 1.2; Josué 1.8; Daniel 9.2).

3.3. A oração

Na condição de desejarmos crescer na graça e no conhecimento, busquemos o relacionamento profundo com Deus por meio da oração, como Daniel (Daniel 6.10). Paulo não mandava ninguém fazer nada que ele não fizesse (1 Tessalonicenses 5.17).

3.4. Estar na casa de Deus

A vontade de Davi era morar na casa do Senhor, contemplar a Sua formosura (Salmo 27.4), envolver-se na graça divina através da adoração e aprender no templo do Senhor, ou seja, adquirir conhecimentos por meio da Palavra de Deus.

3.5. Os relacionamentos interpessoais

A Igreja é comparada ao corpo humano, onde nenhum membro separado pode continuar vivendo. Assim, é de vital importância o contato com os irmãos em Cristo. Aquele que se isola busca interesses egoístas (Provérbios 18.1).

3.6. Pregar o evangelho

Quando pregamos obtemos experiências do poder do evangelho e podemos ver pessoas curadas, salvas e libertas; e, à medida que pregamos, dedicamo-nos a enriquecer o nosso conhecimento da Palavra.

3.7. Praticar a Palavra

Não adianta apenas desejar e meditar; temos de ser praticantes, não apenas ouvintes (Tiago 1.22), pois, quando praticamos, obtemos a experiência da graça e aprofundamos o conhecimento do mundo espiritual.

IV. AS CARACTERÍSTICAS DO CRENTE FORTE

4.1. Suporta a fraqueza dos fracos (Romanos 15.1).

4.2. Tem discernimento espiritual superior (Hebreus 5.14).

4.3. Não busca o seu interesse (1 Coríntios 10.24).

4.4. Suporta tudo sem perder a fé (2 Timóteo 1.12).

4.5. É fortalecido nas lutas e tribulação (2 Coríntios 12.7; Romanos 8.18; 1 Coríntios 15.19).

4.6. Sua esperança na eternidade suplanta qualquer adversidade (Romanos 8.18).

4.7. Nada o separa de Deus (Romanos 8.31-39).

CONCLUSÃO: Para não sermos enganados pelas heresias, busquemos crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo de maneira uniforme e progressiva, conforme acabamos de constatar ao longo deste esboço, pois, só assim, viveremos um estilo de vida cristão dentro dos padrões do evangelho.

TEXTO BÍBLICO BÁSICO: ECLESIASTES 11.9

INTRODUÇÃO

Deus tem levantado jovens para fazer a diferença nesta geração, e os conselhos bíblicos que consideraremos a seguir certamente os ajudarão a se desviarem do pecado, mantendo-os firmes na fé em Jesus Cristo

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