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A Insensatez

A Insensatez

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A Insensatez

Comprimento:
105 páginas
1 hora
Editora:
Lançado em:
Dec 16, 2019
ISBN:
9788835400912
Formato:
Livro

Descrição

William e Olivia se veem no meio de uma batalha de vontades. Quanto mais ela resiste, mais ele a persegue, e as chamas da paixão só aumentam. Assim que o coração dela se vê envolvido, resistir fica ainda mais difícil. Será que eles se entregarão ao felizes para sempre?

Uma solteirona obstinada…
Há anos que o noivo de lady Olivia Montague vem ignorando a ela e ao contrato de casamento. Neste ínterim, ela acabou por decidir que não se casaria e abraçaria a vida de solteirona. A última coisa que esperava era que o noivo entrasse em sua vida feito um furacão.

Um duque determinado…
Logo depois da morte dos pais, William Breckenridge se vê na posição de duque de Thorne e a cargo de três irmãs mais novas. Ele precisa de ajuda em forma de uma mãe e de referência para as irmãs. Para a sorte de William, ele já está noivo. Tudo o que precisará fazer é ir coletar sua futura duquesa.

Um amor desenfreado…
William e Olivia se veem no meio de uma batalha de vontades. Quanto mais ela resiste, mais ele a persegue, e as chamas da paixão só aumentam. Assim que o coração se vê envolvido, resistir fica ainda mais difícil. Será que eles se entregarão ao felizes para sempre?
Editora:
Lançado em:
Dec 16, 2019
ISBN:
9788835400912
Formato:
Livro

Sobre o autor

USA Today Bestselling, Amazon All Star author Amanda Mariel dreams of days gone by when life moved at a slower pace. She enjoys taking pen to paper and exploring historical time periods through her imagination and the written word. When she is not writing she can be found reading, crocheting, traveling, practicing her photography skills, or spending time with her family.


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A Insensatez - Amanda Mariel

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Capítulo 1

Yorkshire – Inglaterra, 1810


Lady Olivia Montague caminhava pelo salão, as sapatilhas praticamente desgastando por causa do seu incessante vagar. Mal podia acreditar no que estava acontecendo. Por que agora? Por que depois de todo esse tempo? Pelo amor de Deus, fazia mais de quinze anos que não tinha notícias do duque.

O que diabos o tinha feito mudar de ideia? Ela voltou a olhar para as amigas lady Emma e lady Juliet.

— Preciso encontrar uma forma de escapar desta farsa e as senhoras vão me ajudar.

— Não consigo ver qual é o problema — Emma disse de onde estava sentada perto da lareira, os olhos violetas frios e calmos.

Juliet ficou de pé em um salto, os cachos louro-claros balançando com o movimento.

— Eu entendo perfeitamente, mas talvez se você tentar ver a situação sob uma luz favorável.

Olivia virou-se para olhar para as suas amigas muito bem-intencionadas. Lady Emma Finch e lady Juliet Gale eram filhas de condes e amigas de longa data da família. As três tinham sido praticamente inseparáveis ao longo dos anos. Sinceramente, eram mais irmãs do que amigas. E mesmo Olivia sabendo que as duas tinham boas intenções, não pôde deixar de ficar aborrecidas com elas naquele momento.

Ela estreitou os olhos enquanto respondia:

— Vocês não precisam entender, e não há nada de favorável neste… nesta… atrocidade.

— Ora, esta é uma boa maneira de descrever o seu iminente casamento. — Emma sacudiu a cabeça, os lábios pressionados com força.

Juliet suspirou, os ombros curvando uma fração antes de ela voltar a empertigar-se.

— E se você se apaixonar por ele? Esse seria um resultado positivo.

Olivia dispensou as palavras de Juliet no momento em que ela as dizia.

— Eu não vou me apaixonar por ninguém, muito menos por ele. — Exasperada, soltou um bufo, então voltou a andar para lá e para cá. — Eu não vou me casar com ele.

O barulho surdo do leque de Emma batendo no braço da poltrona de brocado em que estava sentada chamou a atenção de Olivia.

— Você não pode estar falando sério. Há um contrato de casamento. Vocês estão legalmente atados. Você enfrentará a ruína caso se recuse.

— E, além do mais, ele é um duque. — Juliet sorriu, os olhos azuis brilhando. — Cada mulher sonha em ser uma duquesa.

Olivia não podia negar o mérito dos argumentos das amigas, mas também não acreditava que se aplicavam a ela. Sacudiu a cabeça enquanto voltava na direção delas.

— Não me importo nenhum pouco com o que ele é, eu não quero ser duquesa.

Mais que um pouco frustrada, ela se jogou em um sofá que estava ali por perto.

— Tudo o que eu quero é uma forma de escapar disso. Pelo fogo do inferno, eu não sei absolutamente nada sobre o homem. Nem ao menos sei como ele é, e esperam que eu me case com ele.

Olivia levou a mão à testa e começou a massagear as têmporas com o polegar e o dedo médio. A cabeça latejava, mas ela não tinha tempo para descansar ou para tomar tônicos. Precisava utilizar cada minuto para encontrar uma forma de se livrar do iminente casamento.

Juliet se inclinou para frente, uma carranca aprofundando as linhas em volta de sua boca.

— Agora está sendo injusta. Ele não é um completo estranho. Você já se encontrou com ele. Você nos contou.

Olivia deixou a mão cair no colo e olhou para Juliet.

— Se bem me lembro, eu disse que o tinha detestado. Ele estava desalinhado e foi rude, odioso, presunçoso…

— Ele era jovem, uma criança assim como você — Emma irrompeu, um dos lados dos lábios dela se curvando em algo que lembrava um sorriso. — Sério, Olivia, você deveria ao menos dar uma chance a ele.

A expressão de Juliet ficou sonhadora, toda serena e feliz enquanto olhava para Olivia.

— E se ele tiver virado um homem bonito com um comportamento exemplar? — Ela bateu as palmas das mãos, mal podendo conter a animação. — E se ele chegar e roubar o seu coração na mesma hora?

Olivia sacudiu a cabeça e semicerrou os olhos.

— Posso lhe assegurar de que isso não vai acontecer.

Emma inclinou a cabeça para cima e olhou para o teto, quase como se estivesse rezando, então disse:

— Mas poderia. Se ao menos você desse uma chance a ele.

Olivia podia apostar que a amiga estava mesmo rezando. Afinal das contas, Emma sempre tinha sido a mais sensata delas. Se os pais a mandassem se casar com um cavalheiro da escolha deles, ela o faria sem reclamar.

Juliet sorriu para Emma antes de voltar a prestar atenção em Olivia.

— Ela está certa e você sabe. Muito pode mudar com a passagem dos anos. Quanto tempo faz? Dez, doze anos?

— Quinze — Olivia forçou a dizer a palavra entredentes. Quinze longos anos sem sequer uma mísera palavra do homem. Quinze anos de Olivia acreditando que tinha sido esquecida. Como demônios as pessoas esperavam que ela esquecesse disso?

Emma afastou um cacho do cabelo negro como as penas de um corvo da bochecha.

— Já faz muito tempo que o menino de quem você se lembra virou um homem. Aposto que ele mudou bastante.

— Nada disso importa. Está tudo fora de questão. — Olivia acenou com a mão, dispensando as palavras. — Mesmo se ele fosse lindo e tivesse boas-maneiras isso não anula o fato de que ele passou os últimos quinze anos ignorando o nosso compromisso. Nem eu nem a minha família recebemos qualquer notícia dele ou sobre ele. Eu vim a acreditar que era livre.

— Talvez ele tivesse uma boa razão? — Juliet disse, o otimismo brilhando em seus olhos azuis.

— Vocês duas sabem que não desejo me casar com ninguém… jamais. E agora — Olivia soltou um profundo suspiro — agora estou mais uma vez subjugada. Não posso suportar. Não suportarei. Vocês precisam me ajudar.

Emma pegou a mão de Olivia na dela e lhe deu um sorriso tranquilizador.

— Então ajudaremos, tanto quanto pudermos.

— Oh, eu sei. Vamos até a feira. — Juliet as olhou com um sorriso animado, quase saltando no assento. — Foi me dito que há uma mulher lá que lê a sorte. Você pode ir vê-la e talvez ela lhe diga o que fazer.

Olivia se animou com a ideia e sorriu para a amiga.

— Ao menos ela poderá me dar algum rumo.

Juliet sempre tinha acreditado nessas coisas, enquanto Emma chamava tudo isso de pura bobagem. Olivia não tinha opiniões fortes sobre o desconhecido, mas acreditava que algumas pessoas eram abençoadas com intuições e habilidades únicas.

Ela acreditava que era possível que a vidente pudesse lhe dizer algo útil, ao menos estava disposta a reservar a sua opinião para depois de ver a mulher. Será que doeria?

— Talvez — Emma soltou a mão de Olivia

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