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Doce Mentira

Doce Mentira

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Doce Mentira

avaliações:
5/5 (3 avaliações)
Comprimento:
233 página
3 horas
Lançado em:
Mar 29, 2018
ISBN:
9788584422937
Formato:
Livro

Descrição

Até onde você iria por alguém que ama?Sophie Evans está contra a parede. Com a vida de sua irmã por um fio, sua única escolha é ser forte e cuidar de sua família, mesmo que isso signifique vender sua virgindade pelo preço mais alto em um clube erótico exclusivo. Quando Colton Drake a leva para casa, Sophie logo percebe que nada é o que parece ser ao lado desse homem lindo e problemático. Estar com ele traz desafios que ela não esperava encontrar e faz com que deseje coisas que jamais imaginou.Juntos, Colton e Sophie embarcarão em uma viagem de novas sensações e sentimentos, descobrindo que o destino sempre dita as regras e que o prazer pode ser a ruína de um mau jogador.
Lançado em:
Mar 29, 2018
ISBN:
9788584422937
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Doce Mentira - Kendall Ryan

Sobre o livro

Não sei por que ela vendeu sua virgindade por um milhão. Mas sou agora o proprietário orgulhoso de um hímen totalmente intacto. Isso vai me fazer muito bem. Tenho certos gostos, certas inclinações sexuais. Meu pau é um pouco mais exigente do que a maioria. E lidar com uma virgem requer delicadeza e paciência — duas qualidades que eu não tenho.

Sophie Evans foi colocada contra a parede. Com a vida da irmã por um fio, ela luta para seguir em frente, mesmo que para isso precise vender sua virgindade para quem der o maior lance em uma casa noturna. Quando Colton Drake a leva para casa, ela aprende rapidamente que nada é como parece ao lado deste homem lindo e intenso. Ficar ao lado dele a deixa exposta a desafios que ela nunca esperou, e a faz querer coisas que ela nunca imaginou.

Um romance erótico pecaminosamente sedutor, onde tudo tem um preço e o custo do amor é o maior de todos. Obra da autora best-seller do The New York Times e USA Today, Kendall Ryan.

Comentários sobre

doce mentira

Provocante e indecoroso… Eu. Amo. Este. Livro. — Roxy Sloane, autora #1 best-seller erótica

Todos os livros de Kendall Ryan deveriam vir com um ventilador e algumas pilhas porque nos deixam com muito calor. — Lauren Blakely, autora best-seller do New York Times e USA Today.

Personagens convincentes em uma história maliciosamente apimentada. Kendall Ryan é uma deusa. — Lexi Ryan, autora best-seller do New York Times e USA Today.

Intenso, apaixonante e extremamente sensual… Kendall Ryan superou-se mais uma vez. — Emma Hart, autora best- seller do New York Times.

"Pecaminosamente sedutor, cheio de sensualidade e guiado pela luxúria! Doce Mentira traz Kendall Ryan em seu melhor papel arrasador." — Rachel Brookes, autora best-seller da série Breathe.

SUMÁRIO

Capa

Folha de rosto

Ficha catalográfica

Sobre o livro

Prólogo

Capítulo um

Sophie

Capítulo dois

Colton

Sophie

Colton

Capítulo três

Capítulo quatro

Capítulo cinco

Colton

Capítulo seis

Capítulo sete

Colton

Capítulo oito

Sophie

Colton

Capítulo nove

Sophie

Colton

Sophie

Colton

Capítulo dez

Sophie

Colton

Capítulo onze

Sophie

Capítulo doze

Sophie

Capítulo treze

Sophie

Capítulo quatorze

Colton

Sophie

Capítulo quinze

Colton

Capítulo dezesseis

Sophie

Capítulo dezessete

Colton

Sophie

Colton

Doce Amor

Prévia

Agradecimentos

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Editora Pandorga

Prólogo

Nesta noite serei vendida a quem der o melhor lance. Enquanto estou aqui neste quarto silencioso tento encontrar aquela vozinha da razão dizendo-me que estou fazendo a coisa certa. Mas não consigo encontrá-la.

Puta traidora.

Encontro meu fraco olhar azul no espelho e lembro-me de que sei o que estou fazendo, estou fazendo por própria escolha. Não é a escolha que eu gostaria de fazer, certamente não é a ambição da minha vida, mas é uma escolha que tenho que fazer para salvar uma pessoa que eu amo.

Daqui a uma hora vou pertencer a alguém — um homem com necessidades doentias e fetiches que o levam a comprar sua companheira em vez de namorar uma garota normal. Deus me ajude.

Capítulo um

Sophie

Alguém me disse que eu poderia conseguir mais do que duzentos e cinquenta mil dólares, e talvez até mais do que isso por eu ainda ser virgem. O dinheiro significará a vida da minha irmã gêmea e melhor amiga no mundo. Com ele conseguirei pagar as taxas para que ela entre para o programa de tratamento experimental de câncer de ovário em estágio avançado. Temos apenas vinte e um anos de idade e mal começamos a viver. Quando ela recebeu o diagnóstico de câncer aos dezenove anos de idade e fez a histerectomia, prometi carregar seus bebês em minha barriga um dia, promessa que eu pretendia cumprir. E agora, se eu não der um jeito, ela enfrentará a morte em questão de meses, e é por isso que estou em pé neste vestiário escuro, colocando a terceira camada de rímel, só de calcinha.

Soube deste lugar por acaso. Algumas semanas atrás eu não acreditaria que lugares como este existiam. Eu estava procurando na internet maneiras de arrumar dinheiro — alguma coisa, qualquer coisa que pudesse me ajudar a juntar os trezentos mil dólares de que precisávamos. Meus pais mal conseguiam pagar as contas. Eu sabia que aquilo dependia de mim. Minha procura por emprego acabou virando uma piada. Minhas habilidades me fariam ganhar um salário mínimo servindo mesas. Foi então que a minha pesquisa na internet ficou mais interessante e, minha atitude, mais ousada.

Concordei em fazer uma entrevista em uma boate de striptease da cidade. Como se a entrevista em si já não fosse bastante constrangedora — me pediram para me despir em frente ao dono da boate e provar a minha inabilidade na dança, quando ele me perguntou quanto eu pretendia ganhar com a dança e eu disse trezentos mil dólares nos próximos meses, ele riu na minha cara e pediu para que eu me vestisse. Era óbvio para nós dois que, com base em minha habilidade na dança, eu nunca ganharia todo aquele dinheiro. Muito menos na minha cidadezinha no norte da Califórnia.

Quando ele viu as lágrimas se formando em meus olhos e perguntou por que eu precisava do dinheiro, eu contei a ele, um estranho, toda a minha história triste. Depois que me vesti, ele me levou até seu escritório e me fez prometer que o que ele ia me dizer ficaria apenas entre nós. A maneira como ele olhava pela sala me fez perceber que, o que quer que ele fosse me dizer, provavelmente era algo ilegal. Eu não me importava. O máximo que eu já havia feito de errado foi atravessar o farol vermelho, mas eu estava disposta a fazer qualquer coisa — chegar ao extremo para salvar a vida de Becca. Prometi segredo absoluto a ele. Ele perguntou se eu realmente estava falando sério sobre salvar a vida de minha irmã e me avisou que eu não ia gostar do que ele estava prestes a me contar. E foi assim que eu soube sobre o leilão.

Bill, o dono da boate de striptease, me colocou no leilão desta noite. Ele organizou tudo e eu precisaria dar a ele dez por cento do que eu ganhasse. Eu havia ido a um médico, que fez o exame de gravidez, de doenças sexualmente transmissíveis e também para confirmar a minha virgindade. Bill também marcou horário em um salão de beleza da cidade para depilação completa e produção — corte em camadas longas e luzes caramelo no meu cabelo, que era castanho, além de manicure e pedicure. Tudo isso também seria pago com o dinheiro que eu recebesse. Se eu não fosse vendida, eu teria que pagá-lo de volta. Mas Bill me garantiu que eu seria vendida. Ele disse que virgens são bastante raras e que alguém com tanta naturalidade e beleza como eu conseguiria um valor alto. Só espero conseguir me controlar para conseguir realmente ir até o fim com essa história. Estou com vontade de vomitar, e nem comi nada o dia todo.

Eu me viro ao ouvir uma batida fraca na porta e Bill coloca a cabeça para dentro. Meus braços cobriram meu peito na hora, tentando esconder meus seios. Minha modéstia não fazia sentido algum e uma risada histérica sobe pela minha garganta. Logo eu estaria exposta em uma sala cheia de homens e esperava vender meu corpo para um deles, mas eu queria manter a minha inocência o mais que conseguisse. Bill levanta uma sobrancelha para mim.

— Está pronta?

Olho para o espelho pela última vez e respiro fundo. Olho para minhas pernas musculosas, graças às horas que passei correndo — a única forma de aliviar meu estresse para o meu estômago, que está um pouco mais flácido do que eu gostaria, para meus seios que balançam enquanto eu me mexo. O olhar que vejo no espelho é mais duro do que antes. Ótimo. Preciso desta máscara forte para sobreviver aos próximos seis meses.

Eu não sabia que existia este lado do mundo, e agora eu estava entrando nele. Estou fazendo isso por Becca, lembro-me. Juntando toda a força do mundo, tiro meus braços dos seios e balanço a cabeça para Bill.

— Estou pronta.

Ele passa os olhos por mim mais uma vez. Fico feliz por ele não me olhar com malícia.

— Você está ótima. Bem natural. Isso vai ajudá-la. — ressalta ele, tirando-me da segurança do vestiário.

Entendo o que ele quer dizer enquanto andamos pelo corredor. Existem algumas outras mulheres que vão dos vinte e poucos aos trinta e tantos anos e todas parecem ter vestido a personagem de stripper — cabelo longo e camadas de maquiagem, lábios manchados de vermelho, meias arrastão e sapatos de salto alto. Todas estão usando tapa-sexo. Haviam me dito que o único artigo de roupa permitido era calcinha, e por isso escolhi usar minha calcinha mais modesta — azul, com renda na beirada. Ela é bonitinha, feminina e confortável. Nunca passou pela minha cabeça tentar me fazer parecer sexy. O arrependimento faz meu estômago revirar. E se ninguém me quiser? Vou ter feito tudo isso por nada, e ainda devo aquele dinheirão que o Bill pagou pelo tratamento de beleza. O chão de concreto onde encosto meus pés descalços faz meu corpo tremer, endurecendo meus mamilos.

Mais uma vez cruzo meus braços no peito para esconder meus seios. Eu podia estar mais coberta do que as outras mulheres, mas, de certa forma, eu me sentia mais exposta.

Completamente aberta para que o mundo me visse. Estou vestida de mim mesma, não de uma versão sexy de mim que eu posso retratar para os homens que estão esperando do outro lado da porta. De repente eu não quero que vejam quem eu realmente sou. Eu queria estar toda cheia de maquiagem, talvez com uma peruca loira e com enfeites pendurados em meus mamilos. Eu poderia ser quem eles quisessem que eu fosse. Em vez disso, sou só Sophie, e isso me parece ser bastante perigoso. Não posso deixar que meu dono penetre em minha cabeça. Ele pode estar comprando os direitos sobre o meu corpo, mas ele certamente nunca me terá da maneira como eu realmente sou. Eu preciso me lembrar disso.

Ao pararmos em frente a uma porta de aço, o pânico toma conta de minhas veias e minha garganta se fecha, meu reflexo de vomitar envia a bile para cima. Respiro fundo pelo nariz e abro a boca para dizer a Bill que mudei de ideia quando ele de repente levanta a mão e vira a maçaneta.

A porta se abre e revela uma sala grande, com pouca luz. A única luz vem de uma lâmpada sozinha pendurada diretamente acima de um palco, no centro da sala. Há homens sentados de frente para o pequeno palco, seus rostos estão completamente escondidos pelas sombras. Não consigo distinguir uma única pessoa, e sei que o objetivo é exatamente este. A natureza das atividades desta noite deixa claro que eles querem seu anonimato. E o tipo de dinheiro que será gasto hoje dá a eles esse direito.

Bill me empurra delicadamente para a frente e sussurra algo me encorajando, mas o coração batendo em meus ouvidos não me deixa entender a mensagem.

Movo meus pés pela sala, meus braços ainda estão cruzados sobre meus seios.

O leve cheiro de fumaça de charuto invade meus sentidos enquanto caminho em direção à plataforma. Mantenho meus olhos no chão, deixando que a luz pendurada no teto me guie. Meus joelhos tremem enquanto subo os últimos degraus.

Finalmente piso no palco e olho para o pequeno grupo de homens. Olhando para baixo, sei que nunca teria coragem o suficiente para tirar minha roupa na frente de outras pessoas. Eu mal consigo ficar em pé aqui sem meus joelhos encostarem-se uns nos outros, e o simples fato de me lembrar de puxar ar para dentro dos pulmões e depois soltá-lo parece estar além da minha capacidade. Mas uma onda de determinação surge dentro de mim. Estou aqui para salvar Becca.

Um homem em pé na sombra na lateral da sala limpa a garganta.

— Apresento-lhes a nona e última garota da noite. E, acreditem em mim quando digo a vocês, senhores, que guardamos o melhor para o fim. Ela é pura e intocável, exatamente como veio ao mundo. É virgem e deseja e concorda totalmente com o acordo de seis meses. E então, quem gostaria de dar o primeiro lance?

O salão fica em silêncio por um segundo e espero que algo aconteça.

— Tire as mãos dos peitos, anjinho — diz um homem.

Levanto meus olhos em direção ao som da voz, mas minhas mãos continuam onde estavam. Um lampejo de desafio que eu não sabia que tinha resolve dar as caras. Ninguém é meu dono ainda. Não haviam nem feito uma oferta. Eu ainda controlo o meu destino.

Mudo de posição ao sentir aquele formigamento que indica

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