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Barão: Solteiros Da Irmandade

Barão: Solteiros Da Irmandade

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Barão: Solteiros Da Irmandade

avaliações:
5/5 (2 avaliações)
Comprimento:
163 página
2 horas
Lançado em:
Apr 12, 2020
ISBN:
9781071537671
Formato:
Livro

Descrição

Um romance de escritório. Um Chefe sexy. Uma mulher com um segredo. Jess corre o risco não só de perder o emprego, mas o coração.

Jess Watson sempre teve apenas uma desejo: ser uma jornalista investigativa, mas quando ela é demitida por investigar o amigo de seu editor-chefe, ela se vê com dificuldades de encontrar um novo emprego. Se, dinheiro e desesperada, ela esconde que foi demitida do último emprego e consegue uma vaga, para escrever peças promocionais e de bem-estar, no site de notícias do Barão da Comunicação: Ryan Oakwood.

Mas nada dá certo desde o primeiro dia. Atrasada, ela esbarra em Ryan, discute com a nova editora-chefe, e descobre que não consegue evitar que suas emoções aflorem nas horas mais inconvenientes. Ela não resiste a Ryan. Ele é sexy, tem controle, é calmo, e não tem ideia de que ela mentiu na entrevista. Se ele descobrir, não é só o trabalho que estaria em risco, mas seu coração também.

Lançado em:
Apr 12, 2020
ISBN:
9781071537671
Formato:
Livro

Sobre o autor


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SOLTEIROS DA IRMANDADE, Livro #3

Kendra Little

Direitos autorais 2016 Kendra Little

kendralittle1@gmail.com

Visite Kendra em http://kendralittle.com

Sobre Barão

Jess Watson sempre quis ser uma grande jornalista investigativa, mas quando é demitida por investigar um amigo de seu editor, ela enfrenta dificuldades para encontrar outro trabalho. Falida e desesperada, ela mente sobre ser demitida e consegue uma posição escrevendo para um site de notícias do Barão da Comunicação: Ryan Oakwood.

Mas nada dá certo desde o primeiro dia. Atrasada, ela esbarra em Ryan, entra em conflito com a nova chefe e descobre que suas emoções reprimidas continuam aparecendo nos momentos mais inconvenientes. E ela não consegue resistir a Ryan. Ele é sexy, gosta de controle, é calmo, e não tem ideia de que ela mentiu para conseguir o cargo.

Se ele descobrir, não é apenas o trabalho dela que está em jogo. Seu coração também.

Capítulo 1

— Você está demitida! — Douglas Mallard, editor-chefe do The Herald, apontou o charuto gordo e pela metade para a porta do escritório. Os lábios dele se esticaram no que eu presumi ser uma tentativa de sorrir.

Eu nunca vi Doug sorrir, então não era algo fácil de distinguir, em especial com a boca de peixe dele. Mas, ele deve estar feliz por se livrar de mim. Ele implicava comigo há meses, reclamava que eu era um transtorno, mas nunca teve motivos sólidos para se livrar de mim.

Até agora.

— Vá, Jessica. — ele fez um movimento de enxotar com as mãos, caíram cinzas da ponta do charuto em cima da mesa, ele não percebeu. — Vá embora.

Não me movi.

— Doug, eu gostaria que você reconsiderasse. Eu...

— Não. — ele enfiou o charuto na boca com tanta satisfação quanto um bebê com chupeta.

Refreei meu gênio impetuoso.

Eu sabia por experiência que ficar brava não funcionaria. Doug era imune às emoções de outras pessoas. Talvez porque ele era um babacão sem emoção. Essas foram, de fato, as palavras exatas que a esposa dele gritou, apenas um dia antes, quando ele a informou que iria cortar a mesada dela. Nós que estávamos longe em nossas mesas, mas ouvimos, sorrimos dentro de nossas canecas de café.

Eu não estava mais sorrindo.

— Olha — eu disse com as mãos para cima. —, eu sei que você está chateado comigo por seguir aquelas pistas. E sei que o prefeito Ingram é um amigo seu, mas essa investigação pode desvendar toda a corrupção em Roxburg.

— Ele não é corrupto. Repeti um milhão de vezes, mas você nunca me ouve.

— Então por que ele encontrou um criminoso conhecido, no meio da noite, e em uma rua deserta de Roxburg para trocar envelopes? Hein?

— Eu não sei e não me importo, mas não é da sua conta.

— É da minha conta! É meu trabalho investigar essas coisas. É o que uma jornalista investigativa faz, Doug. Ela investiga e informa sobre funcionários corruptos da cidade.

— Se você não sair no próximo minuto, ligo para segurança e você será arrastada para fora. — ele inclinou a cabeça sobre as provas da edição seguinte que estavam espalhadas sobre a mesa.

Eu fui dispensada.

Mas eu não terminei. Se eu vou afundar, vou afundar com minha integridade intacta. Coloquei os dedos na mesa dele e me inclinei. Meu pai sempre dizia que ficar cara a cara com a pessoa que você estava interrogando não deixava espaço para que o ignorassem.

— Você não pode me demitir por isso. — eu disse, fazendo o meu melhor para manter minha voz calma, mas firme.

Nunca recue. Essa foi outra coisa que meu pai me ensinou. Nunca demonstre medo, frustração ou submissão. Emoções fracas eram para meninas, não repórteres investigativos. Garotinhas não tinham lugar no ramo dos jornais, a não ser em matérias bobinhas.

— Não está certo. Ingram é corrupto, e você sabe disso. Eu só estou fazendo o meu trabalho.

Doug olhou para cima, com os olhos duros.

— Não mais. — ele murmurou sem tirar o charuto da boca.

Bufei. Meu queixo endureceu.

Respire fundo, Jess.

— Você está disposto a perder uma boa repórter, e a jogar fora a reputação do The Herald como um jornal imparcial por causa de um amigo corrupto?

Doug se recostou, e a cadeira de couro balançou sob o peso de seu corpo.

— Você acha que é boa? — ele apontou o charuto para mim. — Só dei emprego a você como um favor para seu pai. Ele é o motivo de você entrar e permanecer aqui.

Cambaleei para trás.

Meu coração afundou tão de repente que me senti enjoada.

— O quê? – gaguejei.

— Você é uma boa repórter, Jessica, mas não uma ótima. Você é obstinada, mas não é teimosa. Recua quando deve avançar a todo vapor. Você dá às pessoas o benefício da dúvida.

— Está me chamando de ingênua?

— Você é boazinha... demais.

— Boazinha! Estou tentando levar Ingram à justiça, pelo amor de Deus! Estou disposta a ir até o fim com esta matéria. Estou sendo teimosa. Estou avançando o máximo que posso, mas você está me segurando.

— A questão é essa, você é boazinha nas horas erradas. Está indo atrás de Ingram, mas não foi atrás de Harrison. Você o deixou escapar.

— Ele era um pai de luto, acabara de perder o filho!

— Ele matou aquela criança.

— Eu não sabia disso na época. — murmurei. — Foi um teatro muito convincente.

Ele estendeu as mãos, como se estivesse me apresentando evidências para apoiar seu caso.

— Ser legal não é uma característica ruim para uma garota. Gostaria de ter me casado com uma boazinha. — ele murmurou. — Mas não é o que eu quero em um repórter investigativo. Entendeu?

— Garota?

Ele deu de ombros, como se dissesse E daí?.

— Eu não sou uma garotinha, Doug. Tenho 28 anos e sou uma excelente repórter.

— Mas não investigativa. — ele sacudiu a mão para mim. — Pegue suas coisas e vá embora. Estou ocupado.

Discutir com ele não me levaria a lugar algum, exceto uma escolta para fora do prédio. Se eu quisesse manter minha dignidade, precisava recuar agora. E se eu quisesse fazer o download de toda a minha pesquisa sobre Ingram também.

— Vou enviar as referências por e-mail. — ele murmurou sem levantar os olhos.

Pelo menos eu receberia uma referência, mas não consegui agradecer.

Eu saí.

Ninguém olhou para mim, embora não faltasse curiosidade. Suspeitei que todos soubessem que havia acabado de ser demitida, mas me senti mal por mim. A maioria sabia que poderia ser o próximo. Os tempos eram difíceis no The Herald, assim como na maioria dos outros jornais tradicionais de todo o país.

Sites de notícias estavam assumindo o controle, acabando com a versão papel. Mesmo que o The Herald tivesse certa presença on-line, mas as atualizações apareciam com muito atraso. Quando publicavam as notícias, outros sites já haviam desvendado tudo e colhido os louros pelas matérias sensacionalistas. O jornalismo bem pesquisado e contundente estava morrendo. Seria difícil encontrar um novo emprego. Mas não impossível.

Fiz backup dos meus arquivos sobre o Prefeito Ingram para uma pendrive e peguei minha caneca de café, o único item pessoal em minha mesa. Coloquei os dois itens na bolsa e passei por outras mesas até chegar à saída, fui parada por Eliza, uma colega repórter que também era minha melhor amiga desde os tempos de faculdade.

— Foi ruim assim? O pequeno nariz dela se franziu.

Eliza era toda maravilhosa. Eu era alta e magra, já ela, baixa e cheia de curvas. Meus cabelos eram castanhos e lisos, os dela eram cachos loiros e rebeldes. Sua personalidade era tão fofa e doce quanto sua aparência, até que alguém a chamasse de fofa e doce na cara. Então ela se transformava em um tigre, apontando o sexismo em tal declaração. Não peovoque Eliza quando ela estiver brava.

Eu já tinha visto Doug dar marcha ré durante um de seus desabafos. Foi essa dicotomia que a tornou uma repórter incrível e uma boa amiga também. Eu poderia contar com ela para me defender aqui depois que eu me fosse. Ela esmagaria qualquer boato com um stiletto, para detê-lo.

— Não foi bonito. — eu disse.

Ela colocou o braço em volta da minha cintura. Precisei morder o lábio para evitar que tremesse. Eu não podia me dar ao luxo de desmoronar. Não na frente dos meus colegas. Ex-colegas.

— Ele demitiu você, não foi? — ela sussurrou.

Assenti.

— Por causa da investigação em que estou trabalhando. É... complicado. — acrescentei ao vê-la franzindo a testa. Não havia contado a ninguém sobre Ingram, e eu ainda não estava pronta para divulgar o que sabia. Nem mesmo para Eliza.

— Desgraçado. — ela sussurrou, olhando para o escritório de Doug cheia de fúria.

— Está tudo bem. — eu disse, tentando sorrir. — Vai ficar tudo bem. Vou arrumar outro emprego.

— Claro. — seu olhar se voltou para a caneca de café na minha mão. — Não pule em nada sem pensar antes. Você tem trabalhado muito ultimamente. Tire algum tempo para passar com seu pai. Arrume encontros. — ela sorriu. — Faz quanto tempo desde que saiu com alguém?

— Muito tempo. Acho até que esqueci o que fazer.

— Confie em mim, tudo volta quando você se vê nua no quarto.

— E volta com ou sem um cara lá dentro?

Ela riu.

— Ligo para você mais tarde.

Eu a abracei e depois saí.

Dei um sorriso sem graça para Rita, a recepcionista. Ela colocou a ligação em espera e me chamou.

— Você vai ficar bem? — ela perguntou, tocando meu braço.

Notícias voam mesmo em um jornal.

— Vou arrumar outro emprego.

— Claro que vai. — ela não soava convincente. — Boa sorte. Diga oi para o seu pai por mim.

Rita tinha a idade do meu pai. Ela estava no The Herald há anos e conhecia papai desde o tempo em que ele trabalhou lá. Como eu ia dizer a ele que seu antigo chefe havia me demitido?

— Obrigada, Rita. Vejo você por aí.

Eu saí de cabeça erguida, apesar de lágrimas queimarem meus olhos e meu coração parecer tropeçar em si.

Eu segurei as lágrimas até chegar ao meu carro, no estacionamento do subsolo, então não pude mais contê-las. Pressionei a testa no volante e chorei.

Como uma garota.

Eu podia ouvir o desdém de Doug na minha cabeça.

Droga, maldito fosse.

***

Um mês parece muito tempo quando você precisa de um emprego e não consegue encontrar um. Mais ainda se estiver tentando esconder o fato de ter sido demitida. Não era que eu não quisesse contar a ninguém, era só que não queria que ninguém contasse ao meu pai. Isso o mataria, e ele já estava em diálise por causa da falência renal.

Seu sonho para mim desde

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