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Há uma gota de sangue em cada poema

Há uma gota de sangue em cada poema

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Há uma gota de sangue em cada poema

avaliações:
3/5 (1 avaliação)
Comprimento:
38 página
17 minutos
Lançado em:
May 13, 2020
ISBN:
9786599050459
Formato:
Livro

Descrição

Primeiro livro publicado por Mário de Andrade, sob o pseudônimo de Mario Sobral, no ano de 1917. Apesar da discutida influência da literatura francesa, alguns dos poemas mais impactantes deste livro podem ser lidos como gritos de liberdade transnacional, para tempos objetiva ou subjetivamente sombrios. A obra do autor, posterior à publicação deste livreto de poemas, voltou-se mais à busca por uma identidade cultural brasileira que, se não vemos nestes poemas, não os desmerecem no conjunto da obra de Mario de Andrade, mas certamente os destaca, fazendo com que somente agora, com o autor entrando em domínio público, sejam reeditados na íntegra visto que, até onde tenho notícia, não fora reeditada nos anos posteriores a sua primeira edição.
Lançado em:
May 13, 2020
ISBN:
9786599050459
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Há uma gota de sangue em cada poema - Mario de Andrade

ÍNDICE

Biografia

Prefácio

Exaltação da Paz

Inverno

Epitalâmio

Refrão de Obús

Primavera

Espasmo

Guilherme

Devastação

Natal

Lovaina

Os Carnívoros

Agradecimento

Explicação

Créditos

Biografia

São Paulo o viu primeiro.

Foi em 1893.

Nasceu, acompanhado daquela estragosa sensibilidade que deprime os seres e prejudica as existências, medroso e humilde.

E, para a publicação destes poemas, sentiu-se mais medroso e mais humilde, que ao nascer.

Abril de 1917.

Prefácio

Perdão. – Também, no mato, se depara

garantam que tombou, no último desmaio,

porque, vencido à chuva, o estraçalhara

– Pollice verso!– o gládio irial do raio…

Tombou entre os cipós. E, quando maio

sobre o exício medonho se escancara,

vê que o recobre o riso novo e gaio

das trepadeiras e da manhã clara.

– Por sobre o torso lívido e canhestro

da Europa em ruína vem também agora

brilhar, de manso, o maioem sol dum estro:

deixai, floresçam, nos seus tons diversos,

as rosas matutinas desta flora,

a primavera destes simples

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