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Tecnologia 5G? Não, Obrigado
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E-book65 páginas48 minutos

Tecnologia 5G? Não, Obrigado

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Sobre este e-book

A tecnologia 5G aumentará a exposição atual da população a campos eletromagnéticos de radiofrequência, devido à inevitável instalação de um grande número de antenas inteligentes, tanto no exterior quanto no interior dos edifícios.
Numerosas publicações científicas encontraram uma associação entre os efeitos nocivos à saúde e a exposição a campos de radiofrequência eletromagnética (EMF).
Este livro analisa as mudanças que a nova tecnologia 5G trará e detalha os diferentes estudos que confirmam os problemas de saúde relacionados à exposição à radiação EMF.

IdiomaPortuguês
Data de lançamento13 de mai. de 2020
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Autor

Carlos Herrero Carcedo

Autor de dos Libros con tapa: Manual Básico de Farmacología y 200 Ideas para Mejorar la Rentabilidad de tu Farmacia, una publicación en la revista Alimentación, Equipos y Tecnología: La histamina en las distintas etapas de fabricación de conservas de atún y seis Ebooks: Disruptores Endocrinos, La Salud no es un Negocio, Obesidad Infantil. Rista. Respuesta Insuficientemente Adecuada, Vivir sin Cáncer, Ser Mayor sin Edad y Predisposición a Ser Homosexual.Posee tres licenciaturas (Farmacia, Ciencias Químicas, Ciencia y Tecnología de los Alimentos) y experiencia en los departamentos de Calidad, Producción y Ventas.

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    Tecnologia 5G? Não, Obrigado - Carlos Herrero Carcedo

    1. TECNOLOGIA 5G

    A tecnologia 5G se tornará a futura rede de conexão que permitirá a internet das coisas, os carros autônomos e as cidades inteligentes. Esta nova rede 5G utilizará espectros de ondas de alta freqüência, melhorará a velocidade de transmissão, resolverá impedimentos físicos e interferências e abrigará um maior número de dispositivos.

    A rede 4G atual usa baixas frequências entre 800 MHz e 2,6 GHz e está no limite de saturação, principalmente devido ao seu espectro reduzido e ao crescente número de equipamentos conectados. A rede 5G expandiria a banda do espectro mediante o emprego das ondas milimétricas de alta frequência ou MMW (Millimeter Waves), cuja faixa de frequências se encontra entre 30 e 300 GHz, já tendo iniciado os primeiros testes entre 26-38 GHz.

    A inclusão das bandas de frequências mais altas facilitaria a conexão de um maior número de dispositivos e eliminaria a saturação. No entanto, essas ondas de maior frequência apresentam grande dificuldade para atravessar certos obstáculos, como os edifícios, e costumam ser absorvidas pelas árvores e pela chuva. Esses problemas são resolvidos com a instalação de inumeráveis antenas inteligentes a cada 250 metros, de tamanho inferior que as existentes, tanto no exterior quanto no interior dos edifícios, que atuariam como repetidores que devolveriam o sinal para evitar as edificaciones e alcançar qualquer lugar em uma cidade.

    As antenas 4G têm 8 portos para transmitir e 4 para receber, enquanto as estações base 5G são capazes de suportar cerca de 100 portos. Desta forma, as antenas inteligentes conseguiriam enviar e receber um maior número de sinais ao mesmo tempo. Contudo, mais antenas e usuários também envolvem um nível mais alto de interferência.

    Para que a interferência não ocorra, as antenas inteligentes registarão o tempo que demora em chegar o sinal pertencente a uma chamada telefônica 5G e a direcção desde a qual procede, isto é, determinarão o lugar de origem e, por meio de um algoritmo de processamento de sinais, mandarão os dados elegendo a melhor rota de transmissão. Além disso, as antenas focarão o sinal para que aponte na direcção do usuário e dirigirão ordenadamente os pacotes de dados para que não interfiram uns com os outros. Da mesma forma, as antenas inteligentes e os telefones 5G serão capazes de transmitir e receber dados simultaneamente e na mesma frequência, anulando os atuais turnos de transmissão e emissão da rede 4G e dobrando com isso sua capacidade.

    Em Espanha, a rede 5G utilizará quatro bandas: 700 MHz, 1,5 GHz, 3,6 GHz e 26 GHz, e seu início está previsto para 2020. A rede 3G será desligada em 2020 porque todas as suas funções já são realizadas pela 4G, enquanto a 2G o fará em 2025 já que é a única compatível em telefones antigos e em comunicação entre máquinas.

    O espectro eletromagnético engloba desde as baixas frequências, com comprimentos de onda de quilômetros das ondas de rádio, até as altas frequências, com comprimentos de onda da ordem de picômetros dos raios gama, passando pelo espectro visível, com comprimentos de onda na faixa das décimas de micrômetro. Por sua vez, as ondas eletromagnéticas de alta frequência têm comprimentos de onda curtos e alta energia, enquanto as ondas eletromagnéticas de baixa frequência possuem comprimentos de onda longos e baixa energia.

    De acordo com os efeitos biológicos resultantes da interação entre as ondas eletromagnéticas e o corpo humano, podemos classificar o espectro eletromagnético em:

    a) Ionizante: raios gama, raios X e ultravioleta longínquo. Nesta faixa de frequências muito altas, os fótons contam com uma energia suficientemente elevada como para separar os elétrons dos átomos que compõem as moléculas existentes no organismo, tais como o água, as proteínas e o DNA.

    b) Não ionizante:

    b1: ultravioleta próximo, luz visível e infravermelho. Nesta banda, os efeitos da emissão eletromagnética estão relacionados à excitação eletrônica produzida pela energia dos fótons, ou seja, com a transferência dos elétrons de uma capa interna a uma capa mais externa dentro do átomo, e não com a ionização.

    b2: microondas e ondas de rádio de alta frequência. Essas ondas eletromagnéticas têm um

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