Aproveite milhões de eBooks, audiolivros, revistas e muito mais

Apenas $11.99 por mês após o período de teste gratuito. Cancele quando quiser.

Lições De Xadrez

Lições De Xadrez

Ler a amostra

Lições De Xadrez

notas:
5/5 (1 nota)
Duração:
244 páginas
6 horas
Lançados:
9 de mai. de 2022
Formato:
Livro

Descrição

Estratégia é o plano que abrange todo o jogo. Enxadristas têm que ter um plano. Os planos podem mudar, mas não faça um movimento sem primeiro ter uma estratégia em mente! O plano de jogo certo depende em parte do estágio da partida: abertura, meio do jogo ou final do jogo. Depois da abertura, quando a maioria das peças moveram-se das casas iniciai
Lançados:
9 de mai. de 2022
Formato:
Livro

Sobre o autor


Relacionado a Lições De Xadrez

Leia mais de Danilo Soares Marques

Livros relacionados

Amostra do livro

Lições De Xadrez - Danilo Soares Marques

Danilo Soares Marques

              http://xadreznoticiasrn.blogspot.com

                               www.blogger.com

                     com a colaboração de Valdir Rerald

          http://xadrezmartinense.comunidades.net

Dados retirados de

http://xadreznoticiasrn.blogspot.com/

http://xadrezmartinense.comunidades.net

www.blogger.com

SUMÁRIO

LIÇÃO 1 

O fiancheto de dama é inferior ao de rei. 

LIÇÃO 2 

A INICIATIVA

LIÇÃO 3 

 A DEBILIDADE DA CASA 'F7'.

LIÇÃO 4 

JOGO POSICIONAL E CONCEITO COMBINATIVO 

LIÇÃO 5 

 A MÁQUINA 

LIÇÃO 6 

 O PEÃO DOBRADO

LIÇÃO 7

 POSIÇÕES APARENTES 

LIÇÃO 8 

COMO EXPLORAR O PEÃO DO BISPO REI DOBRADO

LIÇÃO 9 

 AS CASAS CONJUGADAS 

LIÇÃO 10 

PEÃO CENTRAL DOBRADO

LIÇÃO 11 

PEÇAS SOBRECARREGADAS 

LIÇÃO 12

A CENTRALIZAÇÃO DAS PEÇAS 

LIÇÃO 13 

AS PEÇAS INDEFESAS 

LIÇÃO 14

O CAVALO CENTRALIZADO 

LIÇÃO 15 

DEBILIDADE DA DIAGONAL a2 - g8 

LIÇÃO 16 

DOIS CAVALOS CENTRALIZADOS. 

LIÇÃO 17 

O DOMÍNIO DA COLUNA DE DAMA (d1-d8) 

LIÇÃO 18 

DEBILIDADES DO ROQUE

LIÇÃO 19

O DOMÍNIO DA COLUNA DO BISPO DAMA. 

LIÇÃO 20

COMO PROVOCAR DEBILIDADES NO ROQUE

LIÇÃO 21 

COMO APROVEITAR O DOMÍNIO DA COLUNA BISPO DAMA (c1 - c8) 

LIÇÃO 22 

DEBILIDADE DO ROQUE, POR FALTA DE UM CAVALO NA CASA TRÊS BISPO REI (f3 ou f6). 

LIÇÃO 23 

A TROCA DE TORRE E DOIS PEÕES POR DOIS BISPOS 

LIÇÃO 24 

DEBILIDADE DO ROQUE DEVIDO AO AVANÇO DO PEÃO A TRÊS TORRE REI (h3 ou h6). 

LIÇÃO 25 

A TROCA DE UMA TORRE POR BISPO E CAVALO 

LIÇÃO 26

INCONVENIENTES DE JOGAR SEM ROQUE. 

Introdução

Estratégia

Estratégia é o plano que abrange todo o jogo. Enxadristas têm que ter um plano. Os planos podem mudar, mas não faça um movimento sem primeiro ter uma estratégia em mente!

O plano de jogo certo depende em parte do estágio da partida: abertura, meio do jogo ou final do jogo. Depois da abertura, quando a maioria das peças moveram-se das casas iniciais para o centro do jogo, vem o meio do jogo, que dura até que um dos jogadores leve xeque-mate ou até que a maioria das peças esteja trocada. O final do jogo gira em torno da promoção de um peão à dama.

Frequentemente é no meio do jogo que uma partida é ganha ou perdida - e onde planejar é especialmente importante! Escolha um bom plano e jogue de acordo com ele. Use táticas para ganhar peões, peças ou até para dar xeque-mate no rei do seu oponente.

O mais importante é a segurança do rei! O seu rei precisa de mais proteção? O rei do seu oponente está seguro? Ele pode ser atacado com sucesso?

O objetivo do xadrez é dar xeque-mate no rei do oponente; mantenha o seu a salvo! Faça um roque em segurança atrás do muro de peões e mantenha seus peões na frente do seu rei imóvel, se possível - eles são mais fortes assim. Se o rei do seu oponente não está seguramente protegido, seu plano pode ser atacá-lo! Um bom plano de ataque requer a reunião de uma tropa forte - um número de peças de xadrez - para atacar o outro rei. Uma ou duas peças normalmente são suficientes.

Controle o centro ou ataque o domínio do seu adversário na parte central do tabuleiro.

O centro é por onde todas as peças passam para poder atacar o lado inimigo, também é onde as peças exercem maior poder. Portanto, é importante que você esteja no controle, e se não estiver, é importante atacar o domínio central adversário o quanto antes!

Assegure-se que suas peças guardam ou defendem umas as outras, mesmo se elas não estão sendo imediatamente atacadas.

Se possível, troque uma peça por outra mais valiosa.

Logo seu exército estará mais poderoso do que o do seu oponente. Tome cuidado com o quê você troca.

O que o meu oponente está ameaçando?

Pergunte-se isto toda vez que seu oponente fizer um movimento. Acredite que ele tenha o seu próprio plano de jogo! Se você perceber as ameaças chegando, poderá geralmente evitá-las.

Posicione seu exército para o máximo controle do tabuleiro.

Ao mover os meus peões, tornarei um dos meus bispos mau? Seus bispos podem ser muito poderosos, peças que abrangem todo o tabuleiro. Evite o erro comum de prender um bispo atrás de um triângulo de peões dispostos em casas da mesma cor que o bispo. Esta cerca também é conhecida como bispo mau fora do jogo!

Tente manter seus peões em linha

Peões são as únicas peças do jogo de xadrez que não podem se mover para trás, por isto são vulneráveis. Eles devem ficar, sempre que possível, numa posição onde um possa defender o outro. Mantenha os peões conectados; sem espaços entre eles. Peões isolados são fracos por que não podem se proteger. Evite também dobrar os peões - colocando-os na mesma coluna vertical. Se um peão fica bloqueando o outro, atrás dele, ambos ficam mais fracos do que os peões em linha, aqueles que são capazes de proteger um ao outro. Um peão que está logo atrás de um outro peão é chamado de dobrado. Ele é fraco porque o seu vizinho não pode defendê-lo.

No meio jogo, os peões devem capturar em direção ao centro.

Conte seu trocado! Considere os peões centrais (em frente aos reis ou às damas durante o começo do jogo) como se valessem um real, os peões em frente aos bispos 90 centavos, os peões em frente aos cavalos 80 centavos, e aqueles em frente as torres apenas 70 centavos. A regra geral deve ser tentar capturar em direção ao centro. Note: o valor desses peões mantém-se apenas para o meio jogo. No final do jogo, um peão longe do rei pode ser a peça de xadrez mais valiosa do tabuleiro - marchando para se tornar uma dama!

Ponha as suas torres e damas - suas peças mais poderosas - nas colunas abertas ou semiabertas. As colunas estão abertas quando não há peões nelas. As colunas estão semiabertas quando há um peão em apenas um dos lados. Torres, e frequentemente rainhas, precisam estar em colunas como estas para exercer mais influência.

Se você e o seu oponente fizeram o roque em lados opostos, pense ataque de peão.

Quando seu oponente está rocado no lado oposto ao seu no tabuleiro, você pode querer mover os seus peões em direção ao rei dele. Mesmo se alguns peões forem capturados, colunas abertas serão criadas em frente ao rei do oponente e você poderá colocar suas torres nessas colunas para ajudar o seu ataque.

Reveja sempre seus possíveis movimentos antes de tomar uma decisão.

Calcule dois ou três movimentos que parecerem melhores na posição. Faça uma lista mental desses movimentos, considerando um de cada vez. Finalmente, decida-se por um.

Fonte: Ka

http://xadrezmartinense.comunidades.net/estrategia

LIÇÃO 1 

O fiancheto de dama é inferior ao de rei. 

A partida que vamos reproduzir não tem outro objetivo que o de demonstrar, uma vez mais, que o fiancheto de dama é inferior quando se lhe opõe um fiancheto de rei. Foi jogada no campeonato da Rússia (1940), vencido por Lilienthal, empatado com Bondarewsky, com 13,5 pontos de 19 possíveis, o que dá uma ideia de quanto foi encarniçada a luta (Lilienthal é húngaro, nacionalizado russo). 

A esperança estoniana, Keres, chegou em quarto. O Campeão mundial, Botwinnik ficou em sexto e o 19º posto foi ocupado por um mestre da força de Loewenfisch, o que sugere o poderio dos 20 competidores. Estes chegaram a final depois de uma seleção entre meio milhão de enxadristas. É de fazer notar que nos países da antiga Rússia se ensina xadrez aos meninos na escola, como se se tratasse de uma matéria a mais do programa. Daí a enorme difusão deste jogo e os conhecimentos surpreendentes dos jogadores destas nações. 

A prática tem demonstrado que o xadrez é uma técnica e como tal pode ser ensinada do mesmo modo que a medicina, engenharia, arquitetura, etc. É um erro crer que um jogador chega a ser bom porque tem condições naturais para este jogo.

Diríamos melhor que esse jogador, à força do estudo e vontade, chegou a aperfeiçoar sua técnica a tal ponto que se destaca entre os demais. 

Porém, vamos a partida, que nos servirá para demonstrar que O FIANCHETO DA DAMA É INFERIOR AO DO REI.

Brancas: Lilienthal  Negras: Botwinnik 

1.d4 Cf6 

  Com Cf6 pode-se jogar logo um fiancheto de Rei, ou um fiancheto de dama, ou d6, ou simplesmente d5. A jogada usual(d5) é menos elástica que Cf6 porque com ela entramos diretamente numa Abertura do peão da dama, sem poder seguir outros caminhos.

2.c4 e6 

  O branco continua desenvolvendo uma abertura da dama, com c4, pressiona sobre a casa d5 (que já domina com o cavalo) intentando disputa-la. O negro, com e6, mantém o controle da mesma casa e procura abrir um caminho a seu bispo de rei.

3.Cf3 b6 

  Conhecer aberturas não significa reter na memória uma série interminável de jogadas para cada variante ou sub-variante, senão que saber manter o equilíbrio da balança, tratando, está claro, de inclinar o prato a seu favor. Depois, no meio-jogo, busca-se as contra chances. Continuemos a partida: o negro com 3...b6 indica que se decide a jogar um fiancheto de dama, desenvolvendo seu bispo por b7. Quando um jogador pretenda um fiancheto de dama, o melhor é contestar em seguida com um fiancheto de rei (Já veremos, mais adiante o porquê). Porém, deve-se ter em conta, para isso, que o peão do rei esteja em sua casa inicial. Do contrário, existirá uma debilidade na casa f3; debilidade que o adversário pode explorar, já que dá lugar a combinações baseadas nessa debilidade. Nunca devemos esquecer que os peões são os únicos que, uma vez avançados, não podem retroceder e que PEÃO QUE SE MOVE DEIXA UMA OU DUAS CASAS FRACAS.

  Porém, não é possível manter em toda a partida os peões na casa inicial: para ganhar há que arriscar algo e, então, é claro que devemos avançar os peões, mas cuidando sempre das debilidades que vão deixando atrás de si.

O condutor das brancas (Lilienthal), seguindo as regras acima jogou...

4. g3 

e a partida continuou assim.

4.g3 Bb7 5.Bg2 Be7 6.0-0 0-0 

  Agora vemos claramente porque o fiancheto de rei é melhor do que o fiancheto de dama. Ao produzir-se o roque, o rei branco defende seu bispo de g2, enquanto que o bispo da dama negro está indefeso. Isto pode dar lugar a combinações que veremos mais adiante, baseadas nesta falta de apoio do bispo dama. É claro que se este bispo cai, também cairá imediatamente a torre da dama do negro e isso é, precisamente, o mais grave.

  Poder-se-ia dizer, porém o negro pode apoiar seu bispo. Está certo mas, para isso, teria de perder um tempo levando sua dama a c8. Esta jogada, além de significar perda de um tempo precioso, não é recomendável porque a dama, então, deixaria de prestar apoio ao outro bispo e se escravizaria na defesa de seu bispo de b7.

  Com o exposto, já vemos que nesta abertura o equilíbrio da balança foi rompido. Podemos afirmar rotundamente que as brancas estão melhor. Agora é questão de saber fazer valer esta superioridade. Em outras palavras, colocar em jogo esta pequena vantagem.

7.Cc3 Ce4 

  O negro trata de forçar a troca de cavalos em e5 para instalar aí seu bispo. O branco, então, deve tratar de evitar isso.

8.Dc2 Cxc3 

  Com a dama em c2, ameaçava-se duas vezes o cavalo negro, que estava defendido somente uma vez, o que forçou a troca de cavalos. E aqui já vemos qual é a combinação a que dá motivo o indefeso bispo negro de b7. Suponhamos, por um momento, que não fosse possível ao cavalo negro tomar o peão de e dando xeque. Vejamos o que sucederia se o cavalo branco saltasse a g5, ameaçando mate com a dama em h7. O negro estaria obrigado a tomar este cavalo e, então, o bispo do fiancheto capturaria o bispo indefeso das negras, ganhando imediatamente a torre da dama, obtendo, com isso, vantagem material.

  Porém é necessário, previamente, tomar o cavalo do negro e deve fazer-se com a dama para não dobrar peões.

9.Dxc3 d6 10.Dc2 

A dama volta a c2 para continuar ameaçando a combinação que já vimos; combinação sumamente apreciável para o negro, que deve pará-la imediatamente e, para isso joga:

10...f5 11.Ce1!? 

  E aqui, que Lilienthal nos perdoe, mas não cremos que haja jogado o melhor. Esta classe de posição é típica nestas aberturas e está comprovado que era melhor 11.d5 com o que se ganhava rapidamente. Trazendo o cavalo a e1 se dá a oportunidade ao negro para que obtenha a igualdade jogando Bxb2, depois do que o equilíbrio haveria voltado, pois não existiria a superioridade do fiancheto do rei sobre o outro. 

  É possível que Botvinnik necessitasse ganhar este ponto para seu escore, pelo que deixou de procurar empate com Bxb2 e preferiu forçar com

11... Cc6

razão pela qual o fiancheto do rei seguiu se valorizando. Vamos esclarecer que com 11.d5 haveria restado dois caminhos ao negro: tomar o peão da com seu peão do rei ou avançar seu peão do rei. Se se toma o peão, o desastre é imediato porque o branco joga 12.Cd4, impedindo que o negro prossiga tomando o outro peão porque cairia o bispo e a torre, e ameaçando levar o cavalo a e6 para dar o duplo na dama e torre negras.

  Se o negro prefere avançar seu peão a e4, seguiria: [11.d5 e5 12.Cxe5 dxe5 13.d6 Bxg2 14.dxe7 Dxe7 15.Rxg2 com melhor jogo para o branco.] 

12.d5 exd5 

  Esta última captura é forçada, do contrário as negras perdem o peão de e (e entra a combinação já explicada) ou o cavalo.

13.cxd5 

  Para as brancas era tentadora a jogada 13.Bxd5+. Porém o lance de Lilienthal é muito melhor porque leva um peão ao centro, em d5, o qual dará dois pontos fortes para o branco: e6 e c6, nos quais, mais adiante, pode-se instalar um cavalo.

13...Cb4 

  Agora o cavalo negro ameaça a dama e o peão avançado. Onde as brancas devem colocar a dama? Observemos que o bispo da dama do branco (ainda não desenvolvido) não tem nenhum programa na diagonal c1-h6 e deduzimos, então, que será melhor desenvolve-lo por fiancheto, pressionando diretamente sobre o roque inimigo. Então, não devemos por a dama em b3. Restam as casas c4 e d2. Descartamos c4 porque depois de 14...a5 (apoiando o cavalo) o negro continuaria 15...Ba6 com consequências muito desagradáveis para as brancas. Preferimos, então... 

14.Dd2 a5 15.a3 Ca6 16.b4 Bf6 

  As negras tratam de se opor ao fiancheto preparado pelo branco, porem observemos a diferença: o bispo dama branco estará em b2 apoiado pela dama. As brancas podem jogar tranquilamente...

17.Bb2 Dd7 

  Para avançar o peão da casa c7 a c6 e apoiar seu bispo da dama.

18.Bxf6 Txf6 

  Se o branco pudesse instalar um cavalo em e6, restringiria o jogo negro. Trata-se, então, de levar o cavalo à casa e6...

19.Cd3 a4 20.Tac1 

  Tomando a coluna.

20...Df7 

  Ameaçando o peão de d5

21.Cf4

  Defendendo o peão de d5. 

21...Bc8 

  Retirar o bispo a c8 significa que o negro reconhece a inferioridade do fiancheto de dama frente ao fiancheto de rei, que é o que estamos demonstrando nesta lição. Bastaria isso para confirma-lo; porém sigamos com a partida, pois ainda não terminou a forte pressão que exerce o bispo branco de g2. Agora o branco tratará de dobrar as torres na coluna c para pressionar o peão de c7 e manter o cavalo preso.

22.Tc3 Bd7 23.Tfc1 h6 

  Ao fazer este lance o negro deixa um ponto fraco em g6, que seria magnífico para instalar o cavalo. Impõe-se, então, garantir este ponto.

24.h4 Ta7 

  Perdendo tempo. 

25.h5 Ta8

  Regressa. 

26.Te3 Rh7 

  Depois que o cavalo se instalasse em g6 seria muito forte por a torre em e7. Por isso, as brancas levaram a torre para dita coluna, sem apressar-se em jogar Cg6. O negro já está perdido, porém o branco recorda que QUANDO A POSIÇÃO É SUPERIOR NÃO HÁ QUE SE APRESSAR EM ATACAR. A FRUTA MADURA CAI DA ÁRVORE POR SI SÓ.

27.Tcc3 Tb8 

  Para sair da ação do bispo branco, porém deixa o cavalo sem apoio e o branco aproveita imediatamente. 

28.Dd3 Ta8

  Voltando a pôr-se sob o fogo do bispo.

29.Cg6 Txg6

  Este é um sacrifício para se livrar da pressão, mas não resolverá.

30.hxg6+ Rxg6 31.Te6+ Rh7 

  Está claro que não se pode 31...Bxe6 porque segue 32.dxe6 atacando a Dama, e então o bispo do fiancheto rei ganha limpamente a torre-dama. Uma vez mais se comprova a força deste fianchetto. 

32.g4 c5

  Tratando de liberar-se no flanco dama.

33.b5 Cc7 34.gxf5 Cxb5 

  Tampouco agora se poderia tomar a torre com o cavalo pelas mesmas razões que já explicamos.

35.f6+ Rg8 

  Não se poderia jogar 35...g6 porque a torre branca entraria na 7ª linha, ganhando a dama. Tampouco se podia jogar 35...Dg6 devido a 36.Dxg6+ seguido de 36...Rxg6 37.Tg3+ Rh7 (37...Rh5 38.Bf3+ Rh4 39.Te4+ Bg4 40.Texg4+ Rh5 41.Tf4#) 38.Txg7+] 

36.Tc4 Te8 

  Por fim sai da diagonal

37.Tg4 g5 38.Txe8+ Bxe8 39.Te4 Rf8

  Não se pode tomar o peão em f6 39...Dxf6 devido a 40.Txe8+ Rf7

Você chegou ao final dessa amostra. Cadastre-se para ler mais!
Página 1 de 1

Análises

O que as pessoas acham de Lições De Xadrez

5.0
1 notas / 1 Análises
O que você achou?
Nota: 0 de 5 estrelas

Avaliações do leitor

  • (5/5)
    Um livro incrível! Aprofundou amplamente minha visão sobre diversos conceitos no xadrez. Parabéns pelo trabalho incrível!