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Diabetes E Epigenética

Diabetes E Epigenética

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Diabetes E Epigenética

Duração:
43 páginas
28 minutos
Lançados:
20 de jun. de 2020
Formato:
Livro

Descrição

Neste livro é detalhado, de forma clara e precisa, os mecanismos complexos que têm uma forte correlação no desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo II: obesidade, inflamação crônica de baixo grau, aterosclerose, alterações epigenéticas, adiposidade visceral e desreguladores endócrinos.

Lançados:
20 de jun. de 2020
Formato:
Livro

Sobre o autor

Autor de dos Libros con tapa: Manual Básico de Farmacología y 200 Ideas para Mejorar la Rentabilidad de tu Farmacia, una publicación en la revista Alimentación, Equipos y Tecnología: La histamina en las distintas etapas de fabricación de conservas de atún y seis Ebooks: Disruptores Endocrinos, La Salud no es un Negocio, Obesidad Infantil. Rista. Respuesta Insuficientemente Adecuada, Vivir sin Cáncer, Ser Mayor sin Edad y Predisposición a Ser Homosexual.Posee tres licenciaturas (Farmacia, Ciencias Químicas, Ciencia y Tecnología de los Alimentos) y experiencia en los departamentos de Calidad, Producción y Ventas.


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Diabetes E Epigenética - Carlos Herrero Carcedo

1. A Epidemia de Diabetes Mellitus tipo II

Diabetes Mellitus tipo II é uma doença crônica, complexa e multifatorial que surge como resultado da interação do meio ambiente com o conjunto de genes. Os fatores ambientais que contribuem para a prevalência do Diabetes Mellitus tipo II em todo o mundo são todos os fatores de risco que aumentam a susceptibilidade ao desenvolvimento dessa doença freqüente, com exceção do genoma específico de cada pessoa.

Desta forma, para Diabetes Mellitus tipo II temos:

a. fatores modificáveis: excesso de peso, obesidade, sedentarismo, dieta insalubre, fumo, ambiente intra-uterino desfavorável, estresse, drogas, microbiota intestinal pobre ou prejudicial, doenças que aumentam o risco de desenvolvê-la e produtos químicos no ambiente (algumas destas substâncias sintéticas são desreguladores endócrinos).

b. fatores não modificáveis: idade, sexo, etnia, história familiar, diabetes gestacional anterior e tolerância anormal à glicose.

A Organização Mundial de Saúde diz que o número de pessoas com diabetes aumentou de 108 milhões em 1980 para 422 milhões em 2014 e a prevalência mundial desta epidemia aumentou de 4,7% em 1980 para 8,5% em 2014.

13,8% da população espanhola tem Diabetes Mellitus tipo II e 30% de todos os cidadãos espanhóis apresentam problemas com o metabolismo da glicose.

Embora tenhamos, em geral, melhores métodos analíticos, 50% dos casos de diabetes permanecem sem diagnóstico. Ou seja, há um paciente diabético não diagnosticado para cada um já diagnosticado.

As pessoas com Diabetes Mellitus tipo II não podem regular a quantidade de glicose no sangue, sendo a insulina secretada pelo pâncreas o hormônio responsável pela redução da concentração de glicose no sangue (glicemia), transportando a glicose da corrente sanguínea para os miócitos do músculo, principalmente, para os adipócitos do tecido adiposo e/ou para os miocardiócitos do coração.

Algumas predisposições genéticas, juntamente com os factores ambientais, induzem a resistência periférica à ação da insulina nos tecidos sensíveis ao hormônio, como fígado, tecido adiposo e músculo esquelético. Essa resistência à insulina causa hiperglicemia devido à redução da resposta à insulina nas células desses tecidos:

1. A produção de glicose no fígado não está bloqueada adequadamente.

2. A lipólise, que fornece ácidos graxos a muitos tecidos em situações que exigem energia, não é devidamente suprimida no tecido adiposo.

3. Não é incorporada, de maneira eficiente e necessária, a glicose no músculo esquelético, tecido adiposo e coração.

Na obesidade, estão presentes determinadas moléculas de sinalização que produzem resistência à insulina. Para neutralizar

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