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Fisiologia Transdimensional

Fisiologia Transdimensional

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Fisiologia Transdimensional

notas:
4.5/5 (2 notas)
Duração:
267 páginas
5 horas
Editora:
Lançados:
25 de jun. de 2020
ISBN:
9786599093937
Formato:
Livro

Descrição

Este livro é um exercício de comunhão entre ciência e religião que tenta mostrar de modo simples e objetivo a compatibilidade que há entre os conhecimentos da ciência médica convencional e os princípios espíritas. Enquanto ciência, filosofia e religião, o espiritismo não nega nenhum dos conhecimentos já instituídos pelo trabalho de séculos de pesquisas, mas dá um novo fôlego à ciência, ao trazer o paradigma espiritualista para o pensamento científico, fazendo luz sobre pontos obscuros do conhecimento humano.
No segundo semestre de 1997, a Associação Médico-Espírita da Baixada Santista (AME-BS), hoje AME-Santos, iniciou na Universidade Santa Cecília, de Santos (SP), o primeiro curso de extensão universitária, intitulado "Bases da Integração Cérebro-Mente-Corpo-Espírito". Contando com o total apoio da Universidade, a Associação foi surpreendida com cerca de 200 inscrições, quando a projeção inicial era de apenas 40.
Após quatro semestres de palestras e discussões, com professores como o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira e a Dra. Irvênia Prada, dentre muitos outros colaboradores da Associação Médico-Espírita da Baixada Santista, vimos ser coroado de êxito um trabalho que continua até os dias de hoje. Este livro é um dos frutos desse curso pioneiro, tendo, o autor, dado o módulo de Anatomia e Fisiologia. Nele, estão estudos e discussões acerca da fisiologia médica e os conceitos espíritas, que procuram construir uma ponte entre a ciência convencional e a doutrina espírita, e ainda – fiéis aos objetivos das Associações Médico-Espíritas de todo o Brasil, sejam elas quais forem – levar o centro espírita à universidade e a universidade ao centro espírita.
Editora:
Lançados:
25 de jun. de 2020
ISBN:
9786599093937
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Fisiologia Transdimensional - Décio Iandoli Júnior

(2013)

CAPÍTULO I

DISCUSSÕES PRELIMINARES

A Fisiologia é a parte da Biologia que estuda as funções orgânicas, os seus mecanismos e sistemas de controle para a manutenção da homeostasia que, em última análise, significa saúde.

A fisiologia humana já está muito avançada; hoje, entendemos as minúcias do funcionamento sistêmico, celular e molecular, de quase todos os órgãos e a partir destas informações compreendemos as suas alterações, que repercutem sob a forma de doenças, sejam ou não conhecidas as suas origens.

No limiar do esgotamento dos conhecimentos acerca dos mecanismos fisiológicos orgânicos, percebemos mais claramente a existência do homem transdimensional e iniciamos as descobertas e o estudo das partes etéricas do ser, respondendo a perguntas que a ciência, até agora, não foi capaz de resolver.

Seja comprovando a eficácia da acupunctura, da homeopatia e das terapias fluídicas, seja estudando e observando os fenômenos mediúnicos, muitas vezes chamados paranormais, o homem vai mudando o paradigma da ciência vigente e ampliando o campo de pesquisa para o plano espiritual.

O simples fato de admitirmos a existência, no ser humano, ,de componentes energéticos não mensuráveis até ao presente, inaugura a Fisiologia Transdimensional, visto que passamos a estudar a parte do homem que existe numa dimensão diferente da explorada até agora. Cabe, a esse ramo da Fisiologia, estabelecer os sistemas e os mecanismos que relacionam o homem físico com o homem etérico.

Entendendo a fisiologia humana, passamos a compreender os mecanismos geradores das doenças, a área da medicina a que chamamos fisiopatologia. Nesta nova fase do conhecimento, ao percebermos os mecanismos da fisiologia transdimensional, compreenderemos também a Fisiopatologia Transdimensional e daremos mais um passo na direção da causa primária de todas as doenças e aflições do homem: os desvios morais ou doenças da alma.

Antes de iniciarmos as nossas discussões relativas à fisiologia humana nas suas relações físicas e espirituais, cumpre-nos introduzir algumas ideias e conceitos que formam a base deste trabalho, assim como algumas convenções que estabelecemos no interesse da didática, apesar de às vezes não encontrarmos um eco perfeito na literatura consultada. Por isso, enumeramos a bibliografia utilizada, para que o leitor possa usá-la como referência para uma análise crítica deste texto.

O HOMEM TRANSDIMENSIONAL

Todos os conhecimentos, teorias e especulações que serão exploradas por nós, vão nos dar a nítida noção de que o homem encarnado é um ser transdimensional, pois uma parte permanece no plano físico e outra parte permanece no plano espiritual. Tal como num iceberg, a maior parte está submersa e não pode ser vista no plano físico.

A parte física é temporária, perecível e descartável (a realidade humana temporária), sendo usada como um instrumento que dá a possibilidade ao Espírito de transitar nesta dimensão, experimentando as suas sensações e aprendendo as lições que o mundo das sensações tem a lhe ensinar.

No plano espiritual, mesmo no ser desencarnado que não carrega o corpo físico, a sua constituição é de dupla natureza, sendo uma parte material (derivada do fluido cósmico universal) e outra parte verdadeiramente espiritual (derivada do princípio inteligente), como explicaremos melhor ao abordarmos o tema fluidologia.

Os homens desencarnados habitam exclusivamente a dimensão espiritual, mas, mesmo assim, possuem um corpo material (matéria etérica), chamado pelos espíritas de perispírito, que está unido à sua parte verdadeiramente espiritual, que é composta pelo princípio inteligente individualizado e que não conseguimos imaginar isoladamente, por ser abstrato e indefinível.

Portanto, quem transcende as dimensões é a parte material do homem, e é precisamente nesta parte que vamos identificar os mecanismos que manifestam o Espírito. É também por meio do estudo e da compreensão da parte material do homem, bem como da interferência da sua parte imaterial, que compreenderemos os seus distúrbios, para depois chegarmos às alternativas terapêuticas de auxílio e reequilíbrio do indivíduo.

O modelo científico que vamos usar neste trabalho é o chamado modelo Tiller-Einstein de espaço/tempo positivo-negativo, descrito no livro Medicina Vibracional, escrito pelo Dr. Richard Gerber. Nesse modelo, o Dr. William Tiller, da Universidade de Stanford, EUA, usou a fórmula de Einstein (E=m.c2) acrescida de uma constante de proporcionalidade (equação de Einstein-Lorentz) (Fig.1).

Fig. 01 – Equação de Einstein-Lorentz

Fisicamente, uma partícula acelerada à velocidade da luz gasta uma energia exponencialmente maior até que, em determinado ponto, o aumento da sua velocidade precisa de uma energia absurdamente grande (Fig. 2). Quando se inserem números maiores do que o da velocidade da luz na reação de Einstein-Lorentz, chegamos a soluções com raiz quadrada de números negativos, que não eram classificados como válidos pela matemática.

Figura 2 – Gráfico da relação entre energia e velocidade.

Ainda no livro Medicina Vibracional, o Dr. Gerber fala sobre as ideias do Dr. Charles Muses, um matemático que partiu da premissa de que esses números são válidos, dando-lhes o nome de hipernúmeros; ou seja, da mesma maneira que a matemática convencionou a não existência de raízes de números negativos, o Dr. Muses convencionou considerá-los verdadeiros e passou a estudá-los, gerando soluções para equações da física quântica e do eletromagnetismo.

Os hipernúmeros traduzem efeitos de energias com velocidades superiores às da luz. A partir do princípio do Dr. Muses, o Dr.Tiller elaborou um gráfico, analisando esse modelo matemático, obtendo duas curvas representadas por uma imagem em espelho (Fig. 3).

Figura 3 – Modelo espaço/tempo positivo-negativo.

À matéria com velocidades inferiores à da luz, o Dr. Tiller deu o nome de espaço-tempo positivo – seria a matéria do universo físico. À matéria cujas partículas viajam a uma velocidade maior do que a da luz, chamou espaço-tempo negativo, a qual comporia a dimensão espiritual ou etérica.

Este universo espaço-tempo negativo é o universo do plano espiritual, de massa negativa e entropia também negativa. O plano físico é de entropia positiva, por isso, ao encarnarmos no corpo material, é a matéria do espaço-tempo negativo que organiza a matéria do corpo espaço-tempo positivo. Quando desencarnamos, o corpo físico, sem a influência do corpo perispiritual, desorganiza-se novamente, deteriorando-se devido ao regresso do entropismo positivo, que é a sua característica primária.

Definiremos entropia como a medida de desordem de um sistema, a qual foi estudada e documentada pela Segunda Lei da Termodinâmica. Chamaremos de Entropia Positiva a presença de uma força de desordem real, e de Entropia Negativa a presença de uma força contrária a essa força caótica.

Alguns trabalhos do Dr. Tiller sugerem que as partículas que compõem a matéria espaço-tempo negativo operam a velocidades entre 10¹⁰ e 10²⁰ vezes maiores do que a velocidade da luz.

Sobre esta teoria, podíamos imaginar que, assim como as partículas espaço-tempo positivo, ao ganharem velocidade, se transformam em luz e depois passam as fronteiras entre o físico e o etérico, na dimensão espaço-tempo negativo podíamos continuar a acelerar as partículas até que estas se tornassem luz espaço-tempo negativo e estivessem novamente na fronteira de uma próxima dimensão ainda mais energética e etérica, e assim sucessivamente, até onde a imaginação nos puder levar.

Na linha exata de transição entre as dimensões material e espiritual, encontra-se o duplo etérico, uma parte composta pelas partículas mais lentas da matéria espaço-tempo negativo, formado pelo ectoplasma (matéria de transição), termo inventado pelo grande fisiologista francês e ganhador do prêmio Nobel de Fisiologia em 1913, Charles Richet, para definir o fluido denso que saía dos orifícios dos médiuns de materialização que ele estudava.

Do lado de cá, isto é, na dimensão material, as partes mais próximas do perispírito são os neurônios e os meridianos acupunturais, que estão mais intimamente relacionados com o duplo etérico. Já na dimensão espaço-tempo negativo, encontramos como principais estruturas de ligação os nadis e os chacras.

Ao conjunto formado pelo duplo etérico e por seus canais de energia (chacras e nadis), pelos meridianos acupunturais, pelo sistema nervoso e também pelo sistema endócrino, chamamos interface físico-etérica, ou seja, a ponte transdimensional que prende o verdadeiro EU ao seu corpo físico e provisório, agindo como um canal de comunicação de energias nos dois sentidos.

Como já possuímos muitas informações sobre o lado físico desta interface e a sua elevada complexidade, e como sabemos que esta é a parte descartável do ser, concluímos que o conhecimento da verdadeira e permanente fisiologia será encontrado com o estudo do perispírito, sendo que o primeiro passo a dar é o estudo do duplo etérico.

Conhecer as leis que regem os canais de energia, saber como é que o perispírito se relaciona com o corpo físico e como é que este pode influenciar o perispírito, é o caminho que deverá seguir a medicina deste milênio, partindo para a exploração da matéria transdimensional, procurando as causas primárias dos distúrbios que acometem o ser humano, e descobrindo modos de intervir e de ajudar de maneira mais eficaz.

As terapêuticas que atuam sobre o organismo físico estão mais relacionadas com o tratamento meramente sintomático, que procura aliviar os efeitos do distúrbio mas sem intervir sobre a sua causa.

As terapias que procuram restaurar os fluxos energéticos, a sua quantidade e qualidade, estão mais próximas da medicina curativa. No entanto, os desequilíbrios humanos só vão acabar quando se passar a praticar a verdadeira medicina preventiva; e esta não atua na parte material do homem, mas na sua Alma, essência e origem do ser.

Cirurgia, alopatia, homeopatia, acupuntura, cromoterapia, água fluidificada e passe, são ajudas que atuam em vários pontos da parte material do homem, seja ela espaço-tempo positivo ou negativo; mas a cura verdadeira só vai acontecer quando deixar de existir a causa primária do distúrbio, isto é, quando houver a correção das doenças da Alma, dos sentimentos. A única pessoa que pode realizar esta cura é o próprio indivíduo, mediante o exercício do seu livre arbítrio.

Toda a parte de matéria física é um simples espelho do indivíduo, usado por ele próprio para se manifestar e interagir com o mundo em que vive. Não é possível uma correção material permanente se houver na Alma uma fonte geradora de desequilíbrio.

Assim, é na parte menos conhecida do homem que está a resposta para a cura definitiva de todo e qualquer mal, mas apesar disso, já somos capazes de conhecer o mecanismo terapêutico que procura essa cura.

Para trazermos harmonia à Alma devemos recorrer à sua essência, ou seja, à sua matéria-prima, que se resume a uma substância não material plasmada pela origem suprema de todas as coisas. Esta fonte criadora é DEUS, e a substância por ele plasmada e que forma não só o princípio inteligente como também a matéria, é o AMOR.

O amor, palavra que na nossa sociedade pode significar muitas coisas, deve ser aqui entendida como o amor divino, absoluto, desinteressado e totalmente desprendido de um objetivo ou de um fim; amor que nos foi ensinado por JESUS, mestre do nosso planeta e o ser mais próximo de DEUS de que temos conhecimento pelo seu elevado grau de adiantamento moral, isto é, pela sua capacidade de exercer o amor mais puro e verdadeiro, praticando a medicina preventiva que aniquila e exclui toda e qualquer possibilidade de doença, dor ou desequilíbrio.

Posto isto, notamos que, de todas as terapias conhecidas, o evangelho é o único que nos leva em direção à verdadeira cura; só a cirurgia moral é que nos dá a possibilidade de adquirirmos a saúde total, e é apenas o amor que nos proporcionará a felicidade eterna.

O Espírito que tem maior capacidade de amar possui um perispírito menos denso, mais equilibrado, e quando está encarnado, transmite ao seu organismo físico energias harmoniosas, que se traduzem em saúde. Pelo contrário, o homem que se afasta deste sentimento desorganiza-se, promove desequilíbrio e dor, manifestando-se nele doenças que podem afetar várias partes da sua natureza material.

A terapia do amor é o destino dos que procuram a paz e o equilíbrio, daqueles que buscam a serenidade, a evolução, a saúde. Diz Joanna de Ângelis que alcançar esse nível de entendimento é todo um processo de crescimento interior, mediante constante vigilância e desdobramento das potencialidades adormecidas, que aguardam os estímulos que fomentam o seu despertar e a sua realização.

De modo aparentemente paradoxal, todos os motivos que se baseiam nas preocupações íntimas e próprias do indivíduo para encontrar o seu próprio bem-estar, acabam por levá-lo a voltar-se para o próximo, pois quem procura a lei do amor, rapidamente descobre que a caridade é o modo mais eficaz de a praticar e exercer, isto é, voltar-se para os problemas do outro, subordinar as suas necessidades às do seu irmão para, curiosamente, atingir a satisfação das suas próprias necessidades.

O universo organiza-se de forma entrópica negativa, ou seja, tende para o equilíbrio e para a organização, pela influência divina. Este conjunto organiza-se como uma máquina complexa e precisa, com várias peças minúsculas que se engrenam e que funcionam a bem do coletivo. Mesmo que inicialmente não aceitemos esta prioridade, somos levados a compreender, através da evolução, que se o todo não for harmonioso, o EU perecerá, pois é parte dele. Tomemos como exemplo as células do nosso corpo, que trabalham por nós e que, ao mesmo tempo, são parte de nós.

Esta é a sabedoria divina, da qual partilhamos uma ínfima parte por termos sido criados à sua imagem e semelhança; sabedoria divina que leva os seus filhos pela mão até à perfeição, tutelando-os e incentivando-os de modo totalmente eficiente, com uma margem de erro igual a zero, e, apesar disso, mantém a liberdade de cada qual completamente intocada. Não conseguimos imaginar nada criado pelo homem, seja no nosso planeta ou fora dele, que funcione de um modo que chegue sequer a aproximar-se.

Por enquanto, resta-nos agradecer a possibilidade maravilhosa de vislumbrarmos a sua existência e de, embora grosseiramente, avaliarmos a sua grandeza.

FLUIDOLOGIA

Na nossa opinião, um dos maiores empecilhos à ciência impregnada pela luz do conhecimento espírita, é a terminologia. No âmbito da ciência, um dos pontos mais importantes é a precisão de linguagem, sendo ideal o desenvolvimento de uma nomenclatura própria, conhecida e aceita pela comunidade de estudiosos e pesquisadores da área.

Infelizmente, notamos que na revelação espírita existem incontáveis sinônimos para designar um mesmo elemento, como exemplificaremos no estudo do perispírito, e mesmo termos fundamentais como Espírito e Alma, confundem-se e são usados de maneira diferente, o que traz como consequência uma dificuldade de comunicação, dando azo a interpretações errôneas de fenômenos e mecanismos descritos pelos Espíritos através de processos mediúnicos ou até de textos que pretendem uma discussão acadêmica, tal como, humildemente, estamos agora fazendo.

Sendo assim, gostaria de discorrer sobre alguns conceitos antes de abordarmos o estudo dos fluidos, pois o próprio termo Fluido já é uma grande fonte de enganos por sua utilização ampliada às diversas formas da matéria.

No Dicionário Houaiss encontramos a seguinte definição de fluidos:

Qualquer substância capaz de fluir (p. ex., os líquidos e gases) e que não resiste de maneira permanente às mudanças de forma provocadas pela pressão.

Em física, poderíamos definir fluido como:

Todo o corpo ou substância que, pela fraca adesão das suas moléculas e as suas constantes modificações de posição, cede à menor força. Dividem-se em fluidos líquidos e gasosos, opondo-se ao estado sólido.

Em espiritismo, consideramos como fluido toda a matéria quintessenciada, ou seja, matéria espaço-tempo negativo, no dizer do Dr. Tiller, que está contida na dimensão espiritual, nas suas mais diversas apresentações.

Allan Kardec, em A Gênese lembra que:

A qualificação dos fluidos espirituais não é rigorosamente exata, pois que, em definitivo, o fluido é sempre matéria quintessenciada.

E continua dizendo:

Nada é realmente espiritual, senão a Alma ou princípio inteligente.

Assim, podemos dizer que, na dimensão espiritual, tudo é fluido, a não ser o princípio inteligente.

Vamos aprofundar um pouco mais este conceito, definindo a Trindade Universal como sendo:

A matéria e o princípio inteligente foram emanados de DEUS, plasmados a partir do amor divino. Sendo assim, nada no universo está fora desses dois elementos fundamentais.

A matéria existe em estado indiferenciado ou primitivo, isto é, sem qualquer grau de organização; a partir daqui e sob a influência do princípio inteligente, vai tornar-se em todo o gênero — conhecido ou desconhecido — de matéria do universo, incluindo-se aqui todas as dimensões. A esta forma de matéria primária e pura chamamos FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL (FCU) ou PRIMITIVO, a mesma a que o Dr. Andrei Linde, astrofísico russo radicado na Universidade de Palo Alto, Califórnia, e autor da teoria dos universos inflacionados, chama sopa de plasma universal ou, ainda, matéria cósmica primitiva.

Atualmente, os cosmólogos de todo o mundo estão apercebendo-se de que o que observamos com as nossas lentes ópticas é uma pequena parte do Universo. Segundo pesquisas atuais, cerca de 0,005% do Universo é formado de radiação, cerca de 0,5% é formado de matéria normal visível, cerca de 3,5% de uma matéria normal não luminosa, cerca de 26% é formado por uma matéria a que chamaram matéria escura, e, surpreendentemente, a maior parte do universo, 70%, é formado por uma substância a que deram o nome de Energia Escura, ou Matéria Quintessenciada, numa alusão aos gregos e ao

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