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FLORES DO MAL - Baudelaire

FLORES DO MAL - Baudelaire

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FLORES DO MAL - Baudelaire

Duração:
273 páginas
2 horas
Lançados:
26 de jul. de 2020
ISBN:
9786586079456
Formato:
Livro

Descrição

Religioso a seu modo, pagão, satanista e provocador, Charles-Pierre Baudelaire (1821-1867) é considerado o pai do simbolismo francês, movimento cuja origem os críticos localizam exatamente no livro As Flores do Mal, de 1857.. Seus poemas, que foram em grande parte inspirados em sua paixão pela mulata Jeanne Duval, valeram-lhe um processo por atentado aos bons costumes e condenação ao pagamento de uma multa de alto valor para sua época. Da obra foram suprimidos seis poemas, posteriormente incorporados ao volume "Les épaves'' (1860). Charles Baudelaire foi precursor do movimento simbolista na França e é considerado o fundador da poesia moderna. A sua obra-prima:  As Flores do Mal  sempre será lembrada como uma grande referência no gênero lírico. 
Lançados:
26 de jul. de 2020
ISBN:
9786586079456
Formato:
Livro

Sobre o autor

Richard Howard was one of the most prolific and respected twentieth-century literary critics and translators. He won a Pulitzer Prize, a PEN Translation Prize, a National Book Award (for Les Fleurs Du Mal (The Flowers of Evil)), a Literary Award from the Academy of Arts and Letters, a MacArthur Fellowship, the title of Chevalier from France’s L’Ordre National du Merite, and the position of Poet Laureate of New York. Richard Howard was one of the most prolific and respected twentieth-century literary critics and translators. He won a Pulitzer Prize, a PEN Translation Prize, a National Book Award (for Les Fleurs Du Mal (The Flowers of Evil)), a Literary Award from the Academy of Arts and Letters, a MacArthur Fellowship, the title of Chevalier from France’s L’Ordre National du Merite, and the position of Poet Laureate of New York. Charles Baudelaire was a French poet whose work explored taboo areas of sensuality and sexuality. His highly original style of prose-poetry influenced a whole generation of poets including Paul Verlaine, Arthur Rimbaud, and Stéphane Mallarmé, among many others. He is credited with coining the term “modernity” (modernité) to designate the fleeting, ephemeral experience of life in an urban metropolis (such as mid-19th century Paris), and the responsibility of artistic expression to capture that experience.


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FLORES DO MAL - Baudelaire - Charles Baudelaire

cover.jpg

Baudelaire

FLORES DO MAL

Título Original:

Les fleurs du mal

1a edição

img1.jpg

Isbn: 9786586079456

LeBooks.com.br

Prefácio

Charles Baudelaire foi poeta, teórico e crítico francês. Conhecido como Pai do Simbolismo, ele foi precursor do movimento simbolista na França bem como o fundador da poesia moderna.

Flores do Mal publicada em 1857 é a sua obra mais emblemática. Seus poemas, que foram em grande parte inspirados em sua paixão pela mulata Jeanne Duval, valeram-lhe um processo por atentado aos bons costumes e condenação ao pagamento de uma multa de trezentos francos. Da obra foram suprimidos seis poemas, posteriormente incorporados ao volume "Les épaves’’ (1860).

Os chamados poetas malditos (Arthur Rimbaud, Paul Verlaine e Stéphane Mallarmé) sofreram influência da obra de Baudelaire. Até os dias de hoje, sua obra influencia a literatura mundial.

Uma excelente leitura

LeBooks Editora

"Existem manhãs em que abrimos a janela, e temos a impressão de que o dia está nos esperando."

Charles Baudelaire

Sumário

APRESENTAÇÃO

Sobre o autor e obra

AS FLORES DO MAL

SPLEEN E IDEAL

I - Bênção

II - O albatroz

III - Elevação

IV - Correspondências

V - Amo a recordação daqueles dias nus

VI - Os faróis

VII - A Musa enferma

VIII - A Musa venal

IX - O Mau Monge

X - O Inimigo

XI - O azar

XII - A vida anterior

XIII - Ciganos em viagem

XIV - O homem e o mar

XV - Dom João nos infernos

XVI - Castigo do orgulho

XVII - A beleza

XVIII - O ideal

XIX - A giganta

XX - As joias

XXI - A máscara

XXII - Hino à Beleza

XXIII - Perfume exótico

XXIV - A cabeleira

XXV - Eu te amo como se ama a abóbada noturna,

XXVI - Porias o universo inteiro em teu bordel,

XXVII -  Sed non satiata

XXVIII - E dentro do vestido ondeante e nacarado,

XXIX - A serpente que dança

XXX - Uma carniça

XXXI  -  De profundis clamavi

XXXII - O vampiro

XXXIII - O Letes

XXXIV  Em noite em que era como judia repulsiva

XXXV - Remorso póstumo

XXXVI - O gato

XXXVII - Duellum

XXXVIII - O balcão

XXXIX - O possesso

XL - Um fantasma

XLI - Estes versos te dou e se a celebridade

XLII - Semper eadem

XLIII - Toda inteira

XLIV - Que dirás esta noite, pobre alma solitária,

XLV - O archote vivo

XLVI - À que é muito alegre

XLVII - Reversibilidade

XLVIII - Confissão

XLIX - A aurora espiritual

L - Harmonia da tarde

LI - O frasco

LII - O veneno

LIII - Céu nublado

LIV - O gato

LV - A bela nau

LVI - O convite à viagem

LVII - O irreparável

LVIII - A palestra

LIX - Canto de outono

LX - A uma Madona

LXI - Canção da sesta

LXII - Sisina

LXIII - Franciscae meae laudes

LXIV - A uma dama crioula

LXV - Moesta et errabunda

LXVI - A alma do outro mundo

LXVII - Soneto do outono

LXVIII - Tristezas da Lua

LXIX - Os gatos

LXX - Os mochos

LXXI - O cachimbo

LXXII - Música

LXXIII - Sepultura

LXXIV - Uma gravura fantástica

LXXV - O morto alegre

LXXVI - O tonel do ódio

LXXVII - O sino rachado

LXXVIII - Spleen Pluviôse, a erguer-se, e contra a cidade irritado,

LXXIX - Spleen Tenho recordações como quem tem mil anos.

LXXX Spleen - Eu sou tal qual um rei de algum país chuvoso,

LXXXI - Spleen E quando pesa o céu, tal tampa grave e baça,

LXXXII - Obsessão

LXXXIII - O gosto do nada

LXXXIV - Alquimia da dor

LXXXV - Horror simpático

LXXXVI - O heautontimorumenos

LXXXVII - O irremediável

LXXXVIII - O relógio

QUADROS PARISIENSES

I - Paisagem

II - O sol

III - A uma mendiga ruiva

IV - O cisne

V - Os sete velhos

VI - As velhinhas

VII - Os cegos

VIII - A uma passante

IX - O esqueleto lavrador

X - O crepúsculo da tarde

XI - O jogo

XII - Dança macabra

XIII - O amor da mentira

XIV - Sempre hei de recordar, vizinha da cidade,

XV - À moça de servir de quem tinhas ciúme

XVI - Brumas e chuvas

XVII - Sonho parisiense

XVIII - O crepúsculo da manhã

O VINHO

I - A alma do vinho

II - O Vinho dos trapaceiros

III - O Vinho Do Assassino

IV - O vinho do solitário

V - O vinho dos amantes

FLORES DO MAL

I - A destruição

II - Uma mártir

III - Lesbos

IV - As réprobas

V - As réprobas

VI - As duas boas irmãs

VII - A fonte de sangue

VIII - Alegoria

IX - Beatriz

X - As metamorfoses do vampiro

XI - Uma viagem a Citera

XII - O amor e o crânio

REVOLTA

I - A negação de São Pedro

II - Abel e Caim

III - As litanias de Satã

IV - Oração

A MORTE

I - A morte dos amantes

II - A morte dos pobres

III - A morte dos artistas

IV - O fim da jornada

V - O sonho de um curioso

VI - A viagem

Poemas acrescentados na edição póstuma.

I - A Théodore de Banville (1842)

II - Versos para o retrato de Honoré de Daumier

III - Oração de um pagão

IV - A tampa

V - O imprevisto

VI - O exame da meia-noite

VII - Madrigal triste

VIII - A advertência

IX - A uma malabarense

X - A voz

XI - Hino

XII - O rebelde

XIII - Os olhos de Berta

XIV - O repuxo

XV - O resgate

XVI - Bem Longe daqui

XVII - O pôr do sol romântico

XVIII - Sobre O Tasso preso

XIX - O Abismo

XX - Lamentações de um Ícaro

XXI - Recolhimento

XXII - Lola de Valência

XXIII - A lua ofendida

XXIV - Epígrafe para um livro condenado

APRESENTAÇÃO

Sobre o autor e obra

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Charles-Pierre Baudelaire nasceu em Paris dia 09 de abril de 1821. Era filho de François Baudelaire e Caroline Archimbaut-Dufays.

Seu pai morreu em 1827, quando ele tinha apenas 6 anos. Sua mãe casa-se novamente com o Coronel Jacques Aupick e a família passa a viver em Lyon.

Começou sua vida educacional no Colégio Real de Lyon, e mais tarde estudou no Lycée Louis-le-Grand. Já nessa época demonstrava sua excentricidade e espírito rebelde, sendo expulso da escola.

Quando atinge a maioridade, Baudelaire recebe a herança de seu pai no valor de 75 mil francos. A família muda-se novamente para Paris uma vez que seu padrasto foi transferido para a capital. Baudelaire começa a gastar seu dinheiro com jogos e drogas, sobretudo, o álcool. Passou a viver na boemia, se relacionando com diversos artistas.

Nessa época morava em uma pensão na cidade e ficou totalmente endividado.

Em função de seus gastos desnecessários e sua vida desregrada, o padrasto e a mãe o obrigam a viajar para Calcutá, Índia, em 1841. Todavia, ele resolve voltar para Paris antes de chegar ao destino.

Começa a escrever poemas e publica em 1857 sua obra prima: As Flores do Mal (em francês Les Fleurs du mal). Composta de 100 poemas, ela foi censurada e o poeta teve que pagar uma multa para o Estado e a editora.

A grande questão da censura foram os temas explorados pelo escritor. Com isso, teve que retirar seis poemas, os quais foram considerados obscenos.

Faleceu em sua cidade natal dia 31 de agosto de 1867, com apenas 46 anos. Durante sua vida, não chegou a ser famoso, sendo reconhecido postumamente. Baudelaire é considerado um dos maiores poetas franceses.

Obras

Ainda que inclua o idealismo romântico, em grande parte de suas obras, Baudelaire explora temas sombrios e eróticos tais como o sexo, a sensualidade, a morte, a melancolia, a tristeza, o tédio, o diabo, as doenças, dentre outros. Baudelaire expressou muito da sua personalidade boêmia em seus versos.

Chegou também a traduzir obras do escritor estadunidense Edgar Allan Poe (1809-1849) de quem era um grande admirador.

Abaixo suas obras mais relevantes, algumas delas póstumas:

La Farfalo (1847)

As Flores do Mal (1857)

Paraísos Artificiais (1860)

Miudezas (1866)

Pequenos poemas em prosa (1869)

O Princípio Poético (1876)

AS FLORES DO MAL

Ao poeta impecável,

ao mágico perfeito em letras francesas,

ao meu muito caro e muito venerado

mestre e amigo

Théophile Gautier,

com os sentimentos

dá mais profunda humildade

dedico estas flores doentias.

Ao leitor,

Sempre tolice e erro, culpa e sovinaria,

Trabalham nosso corpo e ocupam nosso ser,

E aos remorsos gentis, nós damos de comer

Como o mendigo nutre a sua piolharia

Frouxo é o arrependimento e tenaz o pecado.

Por nossas confissões muito é o que a alma reclama,

Voltando com prazer a um caminho de lama.

Crendo as manchas lavar com pranto amaldiçoado.

Junto ao berço do mal é Satã Trismegisto

A nossa alma a ninar tão longamente invade,

Do

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