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notas:
5/5 (2 notas)
Duração:
205 páginas
29 minutos
Lançados:
28 de jul. de 2020
ISBN:
9786580645107
Formato:
Livro

Descrição

Este é o primeiro livro de Alexandre Careca, autor da página Ventania Poesia.
Considerado como o poeta dos orixás, ele reuniu neste livro mais de 70 poemas de sua autoria que exaltam a figura da orixá Iansã – a orixá guerreira: que é búfalo, mas também é borboleta; cujo vendaval desorganiza e cuja brisa acalenta; que, com seus raios, ilumina e empodera.
Para tornar este livro ainda mais significativo, Alexandre convidou Adeloyá Magnoni – a fotógrafa do xirê – para, com suas fotos, traduzir sua poesia e trazer ainda mais significado para cada verso, criando uma experiência única de leitura.
Este livro pode ser considerado como uma ode à Iansã, mas também pode ser visto como uma exaltação do feminino: da mulher que se coloca, chega e preenche os espaços; que sabe o que quer e não tem medo de ser quem é; que vai à luta e briga por aquilo que acredita; que está em constante movimento; que enverga, mas não quebra.
Lançados:
28 de jul. de 2020
ISBN:
9786580645107
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Ventania para Oyá - Alexandre Careca

Texto © Alexandre Careca, 2019

Fotografia © Adeloyá Magnoni, 2019

Direitos de publicação © Editora Aruanda, 2020

Direitos reservados e protegidos pela lei 9.610/1998.

Todos os direitos desta edição reservados à

Aruanda Livros

um selo da EDITORA ARUANDA EIRELI.

Coordenação Editorial Aline Martins

Preparação Andréa Vidal

Revisão Camila Villalba e Editora Aruanda

Design editorial Sem Serifa

Texto de acordo com as normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (Decreto Legislativo nº 54, de 1995)

.


C271v Careca, Alexandre

Ventania para Oyá / Alexandre Careca; fotografia de Adeloyá Magnoni. – Rio de Janeiro, RJ: Aruanda Livros, 2020.

256 p. ; ePUB

ISBN 978-65-80645-10-7

1. Umbanda. 2. Ficção religiosa. 3. Poesia. I. Magnoni, Adeloyá. II. Título.


.

EDITORA ARUANDA

contato@editoraaruanda.com.br

editoraaruanda.com.br

Para Lorenzo, Raul e Marisa, a razão de minha existência.

Agradecimentos

Agradeço a Exu Ventania, meu leal amigo. Quem me conhece sabe que sou um antes dele e outro hoje!

Agradeço a Exu Tiriri (de senhor Tata Mavile), que há dez anos me falou deste caminho, prova de que palavra de exu não se perde no tempo e um dia fará sentido.

À minha avó Maria Gomes, que é meu norte na Umbanda. Tudo o que aprendi de caráter e retidão na religião foi com ela.

A Roger Cipó, que me disse: Só vai, pai. Você é capaz e sua arte é linda!. A palavra certa na hora certa, como Oxalufã sempre faz!

Ao senhor Ifadeyn Fakolade, de uma generosidade ímpar, que me mostrou como fazer para que o trabalho fluísse, desde a escrita até a administração de minha página.

E a todos os que acompanham a página Ventania, fazendo dela um lugar de comunhão, um ponto de encontro de pessoas que amam as religiões afro-brasileiras.

Sumário

Prefácio

Panapaná

A criança de Oyá

Ventania

A escandalosa

Bonde

Prole

Sou tempestade

Diariamente

Eu chorei por Oyá

Fogo de Oyá

Nove búfalos

Orixalizou

Senhora de Ira

Andanças

Segura sua onda!

A cura

Afro-ntar

Bárbaro

9

O mundo nas costas

O mundo nas costas II

Topé

Vanguarda

Sanatório

Tempo de amar

Arrebatadoras

A razão

Dia da guerra

Me calo

Vem-tô

Sangria sagrada

Mulher de mim

Mulher de Matamba

Vento bento

Meus quereres

De um ponto a outro

A rodar o mundo

Oyá que não descansa

Premissa

Grito mais alto

Trezentos e sessenta

Vento queimado

Equilíbrio

Amor de guerra

Rabo de cavalo

Apresente suas armas

Presente!

Vento diferente

Menina instável

Tesão em viver

Aquela cara

Medo de nada

Virada

Marcas de combate

Blindada

Troféu

Oito ou oitenta

Dona de mim

Ela delimitou

A menina que roubava raios

Tempo de Oyá

Depois

Fala na minha cara!

Manada

Minhas veias

Arrastão

Provedora

Nove de parir, milhares de cuidar

Só alguns adentram

Com ela eu não caio

Prefácio

Um poeta de terreiro é um eterno incomodado que transborda com o belo e o desconhecido que circunda o espiritual, se enraivece com o comum e o previsível daqueles que fecham os olhos e os ouvidos para o futuro e se desespera com o injusto, com o vil, com o que ori se entristece. Escrever para e por orixá é não caber dentro de si quando

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