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Fé, Família e Finanças: Fundações fortes para uma vida melhor
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Fé, Família e Finanças: Fundações fortes para uma vida melhor
E-book252 páginas3 horas

Fé, Família e Finanças: Fundações fortes para uma vida melhor

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Sobre este e-book

"O homem tem colhido as consequências da destruição dos padrões divinos, os quais são cruciais para o sucesso dos indivíduos e da nação. Tão logo retorne aos padrões divinos em cada área da vida, a humanidade começará a aproveitar novamente as bênçãos que Deus prometeu aos seus filhos.
Muitos indivíduos e famílias trocaram o projeto de Deus por um de sua própria criação. Em outras palavras, eles permitiram que os fundamentos da justiça em suas vidas ficassem comprometidos. Confiavam em Deus e o colocavam em primeiro lugar em suas vidas, mas, pouco a pouco, começaram a confiar em outras coisas – carreiras, empregos, educação ou governo – para sua provisão e significância.
Se esse cenário lhe soa familiar de alguma forma, saiba que não é tarde demais para mudar as coisas e se tornar o tipo de indivíduo, família, comunidade e nação que Deus pode abençoar e usar para sua glória mais uma vez.
Há três chaves para se fazer isso, e, neste livro, Henry Fernandez tratará de cada uma delas especificamente:
retornando para uma fé forte em Deus e na sua Palavra;
devolvendo força e estabilidade para a família;
retornando à sábia administração financeira baseada no conselho de Deus.
Reconstruir padrões de justiça em sua fé, em sua família e em suas finanças começa ao responder aos sinais que Deus colocou ao longo do seu caminho. As promessas e os planos de Deus para você são os mesmos que sempre foram – Ele nunca muda. Portanto, siga o plano dele para o sucesso contido neste livro."
IdiomaPortuguês
Data de lançamento4 de ago. de 2020
ISBN9786557600115
Fé, Família e Finanças: Fundações fortes para uma vida melhor
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    Fé, Família e Finanças - Henry Fernandez

    sucesso.

    PARTE 1

    Fui formado interiormente pela fé, não pelo medo. O medo não é a minha terra natal; a fé é. Eu fui feito de tal forma que a preocupação e a ansiedade são areias na maquinaria da vida; a fé é o óleo. Eu vivo melhor pela fé e pela confiança do que pelo medo, pela dúvida ou pela ansiedade. Na ansiedade e na preocupação, meu ser fica ofegante — esse não é o meu ar nativo. Mas, com fé e confiança, eu respiro livremente — esse é o meu ar nativo.

    — Dr. E. Stanley Jones

    Autor e evangelista

    CAPÍTULO 1

    Em quem você confia?

    "Em Deus nós confiamos. Essa é uma declaração poderosa, não é? Embora quase não notemos isso, essa frase solene e pesada aparece em todas as unidades da Moeda Americana, desde a menor moeda até a cédula de 100 dólares. Esse não é meramente um slogan ou um sentimento agradável que nós entoamos nas férias ou em tempos de crise nacional. Há significado e intenção por trás dessas palavras. A frase em Deus nós confiamos" é baseada na convicção, mantida por gerações de americanos desde a fundação da nação, de que um país e seus cidadãos são apenas tão fortes quanto a sua fé e a fidelidade ao poderoso Deus.

    Isto, de forma evidente, é, também, a opinião de Deus sobre a questão. Por meio dos anais da história, Ele tem prometido abençoar aquelas nações e pessoas que colocam sua confiança nele, corporativa e individualmente, e que se comportam de maneiras que honrem a Sua pessoa e o Seu caráter. Do contrário, Ele claramente avisou que os que não reverenciam e colocam sua confiança nele podem esperar sofrer física, emocional, e politicamente — de todas as formas imagináveis!

    Feliz a nação que tem o SENHOR como o seu Deus! Feliz o povo que Deus escolheu para ser dele! (Sl 33.12)

    Um olhar para o passado

    Olhe para o passado da América e você verá que, pela maior parte da nossa história, nós fomos uma nação que outras nações buscavam para orientação, ajuda, defesa e um modelo de sociedade bem-sucedida e próspera. Há uma boa razão para isso. Pela maior parte dos dois últimos séculos, nós fomos a nação mais próspera e bem-sucedida da terra. Considere o seguinte:

    • A maior parte dos avanços tecnológicos que ocorreram durante o século 20 — de automóveis a luzes elétricas, televisão e rádio, computadores e viagens espaciais — teve início nos Estados Unidos.

    • Durante esse mesmo período, a máquina industrial americana foi inigualável, bombeando volumes de manufaturados para os mercados em todo o mundo.

    • Durante a maior parte desse tempo, os Estados Unidos da América também foram abençoados com uma notável produção agrícola, uma abundância que tem sido usada para alimentar não apenas a nossa população considerável e crescente, mas, também, a de muitas outras nações do mundo.

    • Nossas instituições educacionais eram mundialmente reconhecidas, criando gerações de jovens treinados não apenas com habilidades para a vida, para ter sucesso nos negócios, na indústria e em outros lugares, mas, também, com os preceitos de justiça e de moralidade que são a base de qualquer sociedade bem-sucedida.

    Sem nenhuma dúvida, o maior patrimônio da bem-aventurança da América tem sido o seu povo. Na América, Deus reuniu indivíduos, famílias e comunidades de uma ampla variedade de países, culturas, etnias e raças estrangeiras, formando um verdadeiro caldeirão de pessoas trabalhadoras, morais e honradoras de Deus, que nada mais pediram em troca do que a oportunidade de fazer parte integrante desta terra dos livres e lar dos corajosos.

    Comprometidos com uma sólida fé em Deus, com famílias fortes e com a diligente administração de tudo o que Deus os abençoou, essa ampla gama de indivíduos construiu comunidades fortes do mar ao mar brilhante, de modo que, nas gerações seguintes, nosso país pudesse declarar que a América era uma nação de Deus.

    Ao longo dos anos, contanto que os americanos confiassem em Deus, eles mantinham a mesma força e unidade, permitindo-lhes alcançar praticamente qualquer coisa que decidissem fazer.

    O segredo do meu sucesso? É simples. Ele é encontrado na Bíblia: "em todos os teus caminhos, reconheça-o, e ele direcionará os teus passos". — George Washington Carver

    Uma mudança de coração

    Hoje, no entanto, muitas pessoas estão se perguntando o que aconteceu com a nossa nação forte e livre que antes confiava em Deus. A paisagem cultural ao nosso redor e as circunstâncias pessoais que milhões de americanos estão enfrentando parecem muito diferentes da prosperidade, segurança e da esperança com as quais tantos de nós crescemos. A lista de desafios é assustadora.

    • O quadro de empregos do país é sombrio. Em agosto de 2011, o desemprego era de 9,1%, com quase 14 milhões de americanos desempregados. Muito diferente da nação em que as gerações anteriores criaram suas famílias e planejaram o futuro.

    • Nos últimos 30 anos, cada vez mais americanos se endividaram por itens de luxo não essenciais. Em janeiro de 2010, os americanos possuíam mais de 609 bilhões de cartões de crédito — ou dois cartões para cada americano. Em junho de 2011, a dívida de cartão de crédito ao consumidor dos EUA atingiu U$ 793 bilhões, com uma dívida média de cartão de crédito por família de U$ 15.799.¹ Isto demonstra uma considerada diferença da prática de economia que as gerações anteriores de americanos exibiram.

    • Com tantos americanos endividados, não surpreende que, em 2010, os pedidos de falência pessoal tenham explodido para mais de um milhão e meio de pessoas.²

    • Na questão de moradia, onde o direito de propriedade de uma casa era uma decisão cuidadosamente considerada pelas gerações anteriores, nos últimos anos, isso tornou-se um direito. Incontáveis milhões de americanos se endividaram por casas cujas hipotecas excederam sobremaneira a sua renda. Em julho de 2011, a taxa nacional de encerramento havia caído para uma em cada 111 casas, uma queda de 29% em relação ao primeiro semestre do ano de 2010. No entanto, no meu próprio estado da Flórida, a taxa ainda estava entre as piores do país, com 14% de todas as casas ativamente em execução hipotecária.³

    • Como a economia enfraqueceu, as famílias perderam suas casas e os sem-teto se tornaram uma epidemia nacional. De acordo com um estudo de 2007, realizado pelo National Law Center on Homelessness and Poverty, aproximadamente três milhões e meio de indivíduos nos Estados Unidos agora são desabrigados — as crianças são representadas por 1,35 milhão deles.⁴

    • Assim como a economia em crise impactou indivíduos, famílias e comunidades, ela também devastou empresas e instituições financeiras. Bancos, empresas de investimentos e instituições de crédito, respeitados e de longa data — muitos considerados grandes demais para falir —, entraram em colapso, enquanto outros sobreviveram apenas pela intervenção direta de um governo que está sendo cada vez mais criticado em sua capacidade de fornecer as respostas.

    Família e moralidade: uma paisagem em transformação

    Destrua a família, e você destruirá o país.

    Vladimir Ilyich Lenin

    O elemento essencial de qualquer sociedade é a família, e a sociedade Americana não é exceção. Desde o início, famílias fortes que vivem vidas moralmente corretas têm sido um ingrediente importante para uma América forte. Podemos rir ou virar o olhar para os valores retos de 30, 40 ou 50 anos atrás, mas a verdade é que a vida certamente parecia mais simples e mais saudável naquela época.

    Desde o início, famílias fortes que vivem vidas moralmente corretas têm sido um ingrediente importante para uma América forte.

    As famílias, quaisquer que fossem as falhas e defeitos de seus membros, eram mais fortes e mais estáveis. O casamento era considerado uma instituição sagrada. Havia padrões mais rígidos que governavam as relações entre os sexos, as crianças respeitavam mais os idosos e os valores que definiam o comportamento na sociedade tendiam a manter as pessoas em linha reta e estreita.

    Isso parece estar longe do caso atual:

    • Em muitos setores da nossa sociedade, o casamento se tornou uma opção e não uma instituição sagrada. Um estudo do National Marriage Project descobriu que a coabitação — casais que vivem juntos fora do vínculo matrimonial — se tornou tão aceita em nossa sociedade que um número crescente de americanos a vê como uma alternativa perfeitamente funcional ao casamento. O estudo deles citou números do censo dos EUA que afirmavam que em 1997 havia mais de quatro milhões de casais solteiros dividindo uma casa, contra menos de meio milhão em 1960.⁵ Um estudo realizado pelo Institute for Social Research at the University of Michigan descobriu que quase duas em cada cinco crianças passam pelo menos algum tempo morando com um dos pais e um parceiro não casado.⁶

    • Com uma abordagem tão casual aos relacionamentos da vida, não é de admirar que a instituição do casamento pareça estar em crise absoluta em toda a América. Um estudo recente do Barna Group descobriu que um em cada três americanos casados também foi divorciado. Como George Barna observou no estudo, parece não haver mais estigma associado ao divórcio; ele agora é visto como um ritual de passagem inevitável.⁷

    • Junto com um aumento drástico no divórcio, veio uma redefinição geral do que o casamento significa na América. Vários estados decidiram que o casamento não pode mais ser definido como apenas entre um homem e uma mulher. Em alguns estados, as uniões entre dois homens ou duas mulheres foram declaradas legalmente aceitáveis. Isso nos faz refletir se haverá algum fim na redefinição do alicerce mais fundamental de Deus para a humanidade.

    • Nos últimos 35 anos ou mais, as crianças se tornaram cada vez mais vulneráveis à negligência e, em muitos casos, inconvenientes ao estilo de vida livre das pessoas. O fato de, desde 1973, mais de 40 milhões de bebês preciosos morrerem por meio do aborto representa uma séria praga em nossa nação.

    O que aconteceu com a nossa fé?

    Em abril de 2009, durante uma viagem à Turquia, o presidente Barack Obama realizou uma conferência de imprensa na qual ele afirmou: uma das grandes forças dos Estados Unidos é — embora, como eu mencionei, tenhamos uma população cristã muito grande, nós não nos consideramos uma nação cristã ou uma nação judaica, ou uma nação muçulmana; nós nos consideramos uma nação de cidadãos vinculados por ideais e um conjunto de valores.⁸ Se essa declaração do líder da nossa nação não parece ser alarmante, lembre-se de que, em junho de 2006, o Sr. Obama fez um discurso na Call for Renewal Conference, patrocinada pela revista cristã progressista Sojourners, na qual seus preparados comentários declaravam que não importa o que nós já fomos, nós não somos mais apenas uma nação cristã; nós também somos uma nação judaica, uma nação muçulmana, uma nação budista, uma nação hindu e uma nação de incrédulos.

    Agora, em certo sentido, o presidente Obama está certo. A América nunca teve a intenção de ser uma nação onde os indivíduos fossem obrigados a se tornar cristãos. Um dos grandes valores de nossa nação é que todos têm a liberdade de adorar a Deus segundo os ditames de seu próprio coração.

    No entanto, independentemente do que o presidente quis dizer com suas declarações, a verdade inegável da questão é que a América foi estabelecida com base nos preceitos cristãos, e parece que, como uma nação e um povo, nós nos afastamos dessas fundações. Como consequência, agora, estamos pagando um preço que somente o arrependimento e o retorno a Deus curarão.

    Mais de duzentos anos atrás, outro presidente fez uma declaração muito diferente. Em sua primeira posse, George Washington lembrou aos seus concidadãos:

    Ninguém pode ser inspirado a reconhecer e adorar a mão invisível que conduz os assuntos dos homens mais do que o povo dos Estados Unidos da América. Cada passo, pelo qual eles avançaram para o caráter de uma nação independente, parece ter sido distinguido por algum sinal de agência providencial [...]. Nós não devemos ficar menos convencidos de que os sorrisos propícios do Céu nunca podem ser esperados em uma nação que desconsidera as eternas regras da ordem e do direito, que o próprio Céu ordenou.¹⁰

    O próprio Deus nos lembra na Bíblia que a vida cristã correta e piedosa fará e manterá uma nação e um povo grande. Por outro lado, o pecado, a rebelião, o egoísmo, a ganância e o afastamento de Deus e de Sua Palavra trarão reprovação e, finalmente, destruição.

    A justiça engrandece um povo, mas o pecado é uma desgraça para qualquer nação (Pv 14.34).

    O fundamento para o sucesso

    Agora, eu percebo que a América de hoje é muito diferente daquela a que o presidente Washington se dirigiu há muitos anos. De fato, muitas pessoas que vivem nos Estados Unidos não são cidadãos americanos, e eles podem ter dificuldade em se identificar com os valores e a cultura que definiram nosso país ao longo de muitas gerações. Contudo, permanece o fato de que as crenças, os comportamentos, as atitudes e as ações de um grupo específico de pessoas que habitam um lugar — sejam duas ou mais de 300 milhões de pessoas — determinarão em grande parte se essas pessoas viverão em paz, com saúde, abundância, segurança e prosperidade ou em constante tumulto, perigo, pobreza, doença e privação.

    Se vocês derem atenção a tudo o que o SENHOR, nosso Deus, está dizendo a vocês e se obedecerem fielmente a todos os seus mandamentos que eu lhes estou dando hoje, Deus fará com que sejam mais poderosos do que qualquer outra nação do mundo. Obedeçam ao SENHOR Deus, e ele lhes dará todas estas bênçãos: Deus os abençoará nas cidades e nos campos. Deus os abençoará dando-lhes muitos filhos, boas colheitas e muitas crias de gado e de ovelhas. Deus os abençoará com boas colheitas de trigo e de cevada e com muita comida. Deus os abençoará em tudo o que fizerem. Quando os inimigos atacarem, o SENHOR Deus os destruirá na presença de vocês. Eles atacarão juntos, em ordem, mas fugirão para todos os lados, em desordem. O SENHOR, nosso Deus, abençoará vocês em tudo o que fizerem e lhes dará tanto trigo, que os seus depósitos ficarão cheios. Ele os abençoará ricamente na terra que está dando a vocês. Se obedecerem a todas as leis do SENHOR, nosso Deus, e cumprirem todas as suas ordens, ele fará com que sejam o seu único povo, o povo escolhido, como prometeu com juramento a vocês. Todos os outros povos do mundo verão que vocês pertencem a Deus, o SENHOR, e terão medo de vocês. Ele lhes dará muitos filhos, muitos animais e boas colheitas na terra que está dando a vocês, de acordo com o juramento que fez aos nossos antepassados. Deus abrirá o céu, onde guarda as suas ricas bênçãos, e lhes dará chuvas no tempo certo e assim abençoará o trabalho que vocês fizerem. Vocês emprestarão a muitas nações, porém não tomarão emprestado de ninguém. Se obedecerem fielmente a todos os mandamentos do SENHOR Deus que hoje eu estou dando a vocês, ele fará com que fiquem no primeiro lugar entre as nações e não no último; e fará também com que a fama de vocês sempre cresça e nunca diminua (Dt 28.1-13).

    Quando Deus convidou o povo de Israel para ser Seu próprio povo especial, Ele prometeu estar com ele, guiá-lo e abençoá-lo com perfeita saúde, abundância esmagadora para todas as suas necessidades, favor das pessoas e nações ao seu redor e sucesso naquilo em que ele colocasse suas mãos para fazer. Ele disse ao Seu povo que as Suas bênçãos o alcançariam e que ele não seria capaz de impedir o favor de Deus sobre ele. Tudo o que o povo precisava fazer era confiar nele, colocá-lo em primeiro lugar sobre todas as coisas e seguir as instruções que Ele deu para a vida.

    Infelizmente, o povo de Deus frequentemente fazia exatamente o oposto e pagava um preço doloroso. Sua desobediência — sua falta de confiança na misericórdia e na bondade de Deus e sua insistência em olhar para sua própria sabedoria e planejamentos falhos, e não para o plano perfeito de Deus para suas vidas —, às vezes, o levava, ao longo de sua longa história, a estar em escravidão a outras nações. Durante todas as suas provações, Deus continuou a chamar o Seu povo de volta ao Seu caminho perfeito, onde as bênçãos e a abundância o aguardavam.

    Essa história pode parecer familiar. Ela é muito parecida com as situações e circunstâncias que enfrentamos hoje. Fazemos uma pequena oração, esperando a bênção de Deus, e depois seguimos em frente com os nossos próprios planos e agendas, em vez de esperarmos pelo Seu tempo perfeito. Embora tenhamos consciência do conselho de Deus, muitos de nós acabamos seguindo o curso de ação oposto. Certamente, por ser um cavalheiro, Deus nos permite seguir nosso próprio caminho, esperando pacientemente que cheguemos ao fim de nós mesmos, onde, finalmente, dizemos: Pai, eu estava errado; o Senhor estava certo. Assuma o controle.

    Isto é o que Deus está esperando: uma decisão de cada um de nós de abandonar os nossos próprios caminhos — com toda a mágoa e turbulência que lhes são inerentes — e retornar ao Seu caminho perfeito. Ele promete em Sua Palavra que esperará até que estejamos prontos para receber Sua misericórdia, quando chegarmos ao fim de nós mesmos e de nossos próprios recursos, nossas próprias ideias e estratégias, para que possamos descansar em Seu cuidado, receber a Sua salvação e ter um banquete na mesa da abundância.

    Isto é o que Deus está esperando: uma decisão de cada um de nós de abandonar os nossos próprios caminhos — com toda a mágoa e turbulência que lhes são inerentes — e retornar ao Seu caminho perfeito.

    O SENHOR, o Santo Deus de Israel, diz ao seu povo: "Se voltarem para mim e ficarem calmos, vocês serão salvos; fiquem tranquilos e confiem em mim, e eu lhes darei a vitória. Mas vocês não quiseram fazer o que eu disse. No entanto, o SENHOR continua esperando porque ele quer ser bondoso e ter compaixão de vocês; pois ele é Deus que faz o que é direito. Felizes são aqueles que põem a sua esperança nele! (Is 30.15,18).

    Retornando ao Deus da nossa salvação

    Certamente, parece que uma mudança dramática está ocorrendo em nossa própria nação e, de fato, em todo o mundo. A prosperidade, a abundância, a riqueza e a paz, que foram assumidas como nossos direitos e privilégios por tanto tempo, agora parecem estar se afastando. Em seu lugar, veio uma abundância de incertezas e até mesmo o medo sobre o futuro.

    Empregos que antes pareciam abundantes e seguros são raros e

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