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Meu Rebelde Protetor

Meu Rebelde Protetor

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Meu Rebelde Protetor

avaliações:
5/5 (1 avaliação)
Comprimento:
303 página
4 horas
Editora:
Lançado em:
Aug 17, 2020
ISBN:
9781071563076
Formato:
Livro

Descrição

Terceiro livro da Biker series

Jordan Steele (O Juiz) foi contratado como guarda-costas de Jéssica Winters, a nova enteada de Slamme. Geralmente ser segurança não é o seu tipo de trabalho, mas ele se vê incapaz de recusar a oferta após conhecê-la pessoalmente.

No que lhe diz respeito, Jéssica Winters não tem nada a ver com O Juiz e nem com qualquer outro motoqueiro, ainda mais após ser estuprada por um dos membros do Devil's Rangers, três anos antes. Mas quando ela descobre que sua vida está sob grande perigo, mesmo relutantemente ela aceita e se vê sob a proteção de um homem que a faz tremer de mais de uma forma.

Situações adultas, conteúdo sexual.

Editora:
Lançado em:
Aug 17, 2020
ISBN:
9781071563076
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Meu Rebelde Protetor - Cassie Alexandra

leituras?

Por

Cassie Alexandra

––––––––

Copyright ©2015 por Cassie Alexandra/Kristen Middleton

Todos os direitos reservados.

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida ou utilizada de qualquer forma sem a expressa permissão por escrito da editora, exceto para o uso de breves citações em resenhas do livro.

Nomes, personagens e incidentes descritos neste ebook são produtos da imaginação do autor ou são usados de forma fictícia. Qualquer semelhança com eventos reais, locais, organizações ou pessoas, vivas ou mortas, é inteiramente coincidente.

A reprodução ou distribuição não autorizada deste, ou qualquer trabalho protegido por direitos autorais é ilegal. Se você gostaria de compartilhar este ebook com outra pessoa, adquira uma cópia adicional para o destinatário. Se você está lendo este ebook e não o comprou ou ele não foi comprado para seu uso particular, por favor, retorne à editora e compre sua própria cópia. O compartilhamento de arquivos é um crime internacional, processado pela Divisão de Crimes Cibernéticos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em parceria com a Interpol.

A violação criminal de direitos autorais, incluindo violação sem ganho monetário, é punível com apreensão de computadores, até cinco anos em prisão federal, e multa de US$ 250.000 por ocorrência relatada.

Obrigado por respeitar o trabalho árduo do autor.

Resisting the Biker

Surviving the Biker

Fearing the Biker

Breaking the Biker

Taming the Biker

Loving the Biker

Luring the Biker

Christmas with the Biker

Destroying the Biker

Taunting the Biker

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Prólogo

––––––––

QUEM É O SEU COROA? perguntou o outro garoto, Flint. Estávamos na sede do clube, jogando videogame na sala dos fundos. Ele tinha treze anos, um ano mais velho que eu, e eu estava massacrando-o no jogo de futebol que estávamos jogando.

É o Ácido, eu disse, apertando os botões do controle rapidamente.

Foi o que eu pensei. Não seria mais fácil se você não estivesse usando isso?

Eu dei uma olhada nas luvas de couro sem dedos que eu estava usando. Talvez, mas minhas mãos estão frias. Isso! Mais um gol!"

Isso está um saco, disse Flint, jogando o controle para baixo. Ele se levantou e se espreguiçou. Acho que devemos fazer outra coisa.

Eu me inclinei para frente e desliguei o videogame. Tipo o quê?

Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Você quer ir ao parque?

Era inverno e estava frio pra caramba, mas eu estava feliz por estar saindo com alguém que não fosse meu primo mais novo, Tommy. Ele tinha apenas nove anos e gostava de brincar com bonecos de ação, mas eu já estava velho para isso. Claro, eu respondi, pegando meu casaco.

Flint pegou sua mochila e a jogou sobre o ombro. Qual é o seu nome mesmo?

É Jordan.

É isso mesmo.

Então, qual deles é o seu coroa? Eu perguntei, enquanto andávamos pelo corredor em direção à porta da frente.

Butch. Ele parou bruscamente e sorriu. Você ouviu isso?, sussurrou ele.

Estávamos do lado de fora de um dos quartos. A porta estava fechada, mas você podia ouvir duas pessoas fazendo sexo.

Eu sorri. Sim.

Ele encostou a orelha à porta. Parecem o Schmitty e a Gena.

Eu sabia quem era Schmitty. Ele era o V.P. dos Demônios Rebeldes, que era o clube de motocicletas dos nossos pais. Quem é Gena?

Ela é uma gata.

Legal, eu disse.

Pelo que eu tinha ouvido, uma Maria-Gasolina era outro nome para a maioria das garotas que andavam pela boate. Elas tinham uma queda por motoqueiros e adoravam festas. O Ácido trazia uma para casa de vez em quando, e eles desapareciam no quarto dele por algumas horas. Às vezes elas saíam com olhar assustado, para nunca mais voltar; esses eram os dias em que ele geralmente me deixava sozinho. Caso contrário, se o Ácido estivesse tendo um dia ruim, quase sempre sua raiva sobrava para mim. Infelizmente, ele tinha mais maus do que bons.

Você já esteve com uma garota antes? perguntou Flint.

Sim, eu menti não parecer idiota. A verdade é que eu nunca havia beijado uma garota, muito menos tocado uma. Claro.

Você nunca ficou com uma garota, disse Flint, observando meu rosto de perto.

Eu já, eu briguei. Você não estava lá, então você não tem como saber.

Qual era o nome dela?

Eu inventei um rapidamente. Lisa. O nome dela era Lisa.

Lisa, é? Que tamanho de sutiã ela usava?

Tamanho de sutiã?

Ele ergueu as mãos até o peito. Você sabe, qual era o tamanho dos peitos dela?

Eu ri nervosamente. Ah, sim. Certo. Bem, ambos cabem nas palmas das minhas mãos. Tudo o que eu precisava, eu disse, repetindo algo que eu já tinha ouvido o Ácido dizer antes.

Você é cheio de bobagens, disse ele, rindo. Ele colocou seu braço ao redor do meu pescoço e me puxou para longe da porta. Vamos lá. Vamos lá fazer de você um homem.

Eu não tinha certeza exatamente o que ele queria dizer, mas me pareceu interessante. Ah, claro.

Quando estávamos saindo do clube, dissemos a uma das mulheres mais velhas, Carla Jean, que estávamos indo ao parque na estrada. Ela estava no bar, bebendo um Bloody Mary e conversando com um dos candidatos.

Está frio lá fora. Tem certeza? ela perguntou, jogando seu cigarro no cinzeiro.

Precisamos de ar fresco, disse Flint, quando chegamos à porta da frente. E, também estamos entediados, porra.

Carla Jean franziu a sobrancelha. Cuidado com a boca, Flint.

Desculpe, ele respondeu com um sorriso.

Percebendo, ela grunhiu. Estou avisando. Fiquem longe de problemas.

O parque ficava a menos de dois quarteirões de distância. Quando chegamos, eu segui o Flint até o topo de um brinquedo do parque e nós nos sentamos sob a copa das árvores com as pernas cruzadas.

Veja isso, disse ele, tirando uma revista feminina e um maço de cigarros de sua mochila. Aqui, disse ele, me entregando um cigarro.

Meu pai fumava, então eu realmente não achei que ele se importaria. Eu pus o cigarro entre meus lábios e esperei.

Flint tirou um isqueiro e acendeu nossos cigarros.

Você tem que inalá-lo, disse ele, depois de me ver fazer algo errado por um tempo. Você não está fazendo isso direito. Olha só isso.

Eu assisti enquanto ele inalava a fumaça e depois a soprava, formando um anel branco-acinzentado.

Eu sorri.  Legal.

Tente, disse ele, fazendo-o novamente.

Eu tentei inalar, mas isso só queimou meus pulmões e me fez tossir.

Ele riu. Continue praticando. Você vai se dar bem com isso.

Certo, eu disse, limpando a garganta quando ele abriu a revista.

Legal, hein? ele disse, acenando para uma foto de uma garota nua, de pernas bem abertas.

Eu me senti me excitando e puxei minha jaqueta para cima do colo. É isso aí.

Eu adoraria comê-la. Ou ela", disse ele, me mostrando outra garota nua.

Eu também.

A única coisa que falta é uma cerveja, disse Flint. O seu coroa já te deixa beber?

De vez em quando, eu disse, mentindo novamente.

Ele ergueu a revista e a abril nos poster do meio. Ambos concordamos que a modelo tinha peitos incríveis.

Por que o Ácido não te traz muito? perguntou ele, virando para a próxima página.

Eu encolhi os ombros. Eu não queria dizer a ele que era porque eu não suportava estar perto do idiota. Normalmente, eu o evitava a todo custo, passando a maior parte do meu tempo na casa da tia Peggy. Era a irmã dele, e embora ela pudesse ser uma vaca, ela não gostava de me atormentar como o Ácido fazia. Quando ele não estava me dando sermão sobre respeito, ele estava me batendo com seu cinto. Felizmente, ele estava fazendo muitas viagens de carro com o clube ultimamente e me deixava em paz.

É verdade o que dizem sobre ele?

Tipo o que?

Flint exalou outra nuvem de fumaça. Ele realmente usa ácido nas pessoas? É por isso que o chamam assim?.

Eu olhava para a mão segurando o cigarro, lembrando da última vez que ele usou em mim. Tinha sido há cerca de três meses. O Ácido tinha voltado do bar para casa, bêbado e com raiva por causa de uma garota que não queria ir para casa com ele. Ele já logo de cara estava reclamando de mim por causa da casa estar uma bagunça, e eu tinha olhado feio para ele. Infelizmente, ele me viu fazer isso e eu acabei vendo o inferno.

Não, eu disse, lembrando-se de seu aviso que se eu dissesse a alguém, ele usaria um pouco na minha língua. Pelo menos ele não usa em mim.

Não foi isso que eu ouvi, disse Flint, me observando de perto.

Antes que eu pudesse responder, ouvimos alguém chamar nossos nomes de lá de baixo.

Merda, eu sussurrei, reconhecendo a voz do Ácido. Meu pai vai me matar se ele vir isso.

Rapidamente jogamos nossos cigarros e Flint meteu a revista de volta para dentro de sua mochila.

Que porra vocês dois estão fazendo? perguntou meu velho, subindo a escada alta. Quando chegou ao topo, ele franziu a sobrancelha. Cheira a cigarro aqui em cima. Vocês dois estão fumando?"

Não, disse Flint, parecendo nervoso.

Não, senhor, eu disse, tentando manter a calma.

Ele viu algumas cinzas no canto e o rosto dele se turbou. O que eu te disse sobre mentir, garoto?

Eu abri minha boca, mas nada saiu.

Você acha que eu não consigo ver o que está acontecendo aqui em cima? ele perguntou.

Nenhum de nós disse nada.

Ácido apontado para o Flint. Volte para a sede do clube. A igreja acabou e o seu pai está procurando por você.

Sem mais uma palavra, Flint deslizou pelo escorregador e saiu correndo com sua mochila.

O Ácido me encarou de frente. Você não aprende, não é?

Eu lutei contra as lágrimas, sabendo que estava atolado de merda até o pescoço.

Ele sorriu friamente. Então, o que você tem a dizer em sua defesa, garoto?

Desculpe-me por mentir, eu disse rouco.

A mão dele serpenteou e ele agarrou meu pulso. E você ficará ainda mais triste quando chegarmos em casa. Parece que eu vou ter que te mostrar novamente o que acontece aos filhos que mentem aos pais. Agora, saia dessa porra.

Deslizei rapidamente pelo escorregador enquanto ele pegava a escada, e caminhamos em silêncio de volta à sede do clube. Quando ele começou a assobiar, eu olhei de canto de olho para ele e notei uma expressão em seu rosto. Estava quase eufórico. Ele já estava antecipando o meu castigo.

Algum dia, eu vou mostrar o que acontece com os pais que se divertem batendo em seus filhos, eu prometi, odiando-o mais do que nunca.

Capítulo 1

Salt Lake City, Utah

Vinte e um anos depois

ERGUENDO O ANEL de minha bebida energética, eu olhei para o armazém à minha frente. Aquele que eu tinha armadilhado com explosivos. O dono do prédio, um degenerado de nome Gerald Piper, estava para chegar a qualquer minuto. O homem era um bastardo doente, envolvido com tráfico humano e pornografia ilegal. Tinha sido contratado não só para tirá-lo de cena, mas para explodir seu armazém recém-comprado em Salt Lake City. Apesar de meus punhos estarem coçando para causar algum dano colateral na cara do sacana antes de acabar com sua vida miserável, ele não era meu único alvo. Havia outros indivíduos com quem Gerald deveria se reunir depois. Eram dois motoqueiros do Clube Filhos do Diabo. O Presidente, Bam, e seu V.P., Digger. Aparentemente, eles eram sócios silenciosos que tinham irritado um clube rival demasiadas vezes. Como os federais estavam observando meus clientes de perto, eles tinham que manter um perfil discreto, mas queriam Gerald, Bam, e Digger fora da jogada. Honestamente, depois de aprender sobre sua história envolvendo a exploração de mulheres, crianças e animais da fazenda, eu teria feito o trabalho de graça. O mundo já estava praticamente fodido, mas com certeza seria um pouco mais tolerável sem aqueles três vermes. Eles mereciam sofrer, e meu único arrependimento neste trabalho foi que suas mortes seriam rápidas e sem dor, ao contrário dos crimes indizíveis cometidos por eles.

Vendo meu reflexo na vitrine de uma loja de bebidas próxima, quase parei para me ver de novo. Atualmente, com a barba longa e cinza, o nariz volumoso, a pele escarpada e um casado batido, eu parecia e cheirava a gente velha. Do tipo que as pessoas saíam de seu caminho para evitar nas ruas. Era um dos muitos disfarces que eu tinha usado em meus serviços e provavelmente o mais eficaz. Nem a minha própria mãe me reconheceria. Claro, ela não tinha ideia de como eu era de qualquer maneira. Não depois de ter fugido quando eu era uma criança. Ela tinha ficada cagada de medo de meu velho, Ácido, e tinha ido embora, deixando-me à mercê do sádico. Mas, é como aquele velho ditado - O que não te mata te faz mais forte. "Sobreviver a uma infância com Ácido, sem dúvida, tinha me tornado uma pessoa mais resistente e forte. Também me fez cínico. Eu não tinha nenhum problema em me olhar no espelho todos os dias. Havia idiotas muito piores vagando pelas ruas. Se eu pudesse eliminar alguns deles e ganhar um salário gordo no final do dia, eu não teria problemas para dormir.

O som de porcos à distância fez meu coração bater mais rápido. Sabendo que aquela merda estava prestes a cair, terminei a bebida energética e joguei a lata dentro do carrinho de compras que estava empurrando. Depois fui para o fundo do armazém, vendo dois motoqueiros indo para o estacionamento. Enquanto eles estacionavam suas motos, eu empurrava o carrinho lentamente, fingindo que procurava mais latas de alumínio.

Ignorando-me, os motoqueiros desceram das motos, subiram as escadas que levam à entrada dos funcionários do prédio e bateram à porta. Depois de não receber resposta, eles deram meia-volta e vasculharam o estacionamento, obviamente procurando por Gerald. Quando os olhos deles pousaram em mim, eu me inclinei e peguei uma lata de refrigerante vazia que havia plantado antes e joguei na minha carroça. Então comecei a empurrá-la novamente, desta vez, falando comigo mesma como um lunático.

Maluco do caralho, ouvi um deles dizer quando um Cadillac encostou no estacionamento. Ele está falando sozinho. Já já ele vai cantar.

Ei, você, saia daqui, disse o outro cara, me encarando de frente. Vá em frente. Vá embora antes que a gente te arrebente.

Sorrindo, peguei a minha deixa e comecei a cantar.

"I keep a close watch on this heart of mine. I keep my eyes wide open all the time. I keep the ends out for the tie that binds. Because you're mine... I walk the line..."

Dá pra acreditar nesse pedaço de merda, Bam? riu o outro motoqueiro. Ele está cantando Johnny Cash.

O engraçado é que o maluco não tem uma voz assim tão ruim, comentou Bam, tirando um cigarro.

Eu continuei.

"I find it very, very easy to be true, I find myself alone when each day's through, Yes, I'll admit that I'm a fool for you. Because you're mine... I walk the line..."

O Cadillac parou ao lado das motos e o motor desligou.

Está sabendo de algo? Não é que ele apareceu?, murmurou Digger, olhando fixamente para o carro.

Por que ele não apareceria?

Ele encolheu os ombros. Nunca se sabe com aquele idiota.

Um homem baixo e compacto, carregando uma pasta, saiu do carro. Ele subiu a escadaria e destrancou a porta, não dizendo muito aos motoqueiros, que ainda estavam de olho em mim.

O quê, sem bis? perguntou Digger, quando percebeu que eu não estava mais cantando.

Sério? Um bis? Vá para dentro, porra, disse Bam, empurrando-o para dentro do prédio.

Quando a porta se fechou atrás deles, eu virei meu carrinho e fui embora.

"As sure as night is dark and day is light,

I keep you on my mind both day and night.

And happiness I've known proves that it's right.

Because you're mine... I walk the line..."

Atrás de mim ouvi uma explosão estrondosa, enquanto um dos homens dentro tropeçou num detonador. Seguiu-se outra explosão violenta, que fez tremer o asfalto sob meus pés.

Eu sorri de satisfação, sabendo que três caras que acabei de matar estavam seguindo seu próprio caminho... direto para o inferno.

Eram dias como esse que me faziam amar meu trabalho...

Capítulo 2

ESTOU TÃO ORGULHOSA de você, disse minha mãe, Frannie, que estava sentada do meu lado, na Jake's Steak House. Depois de receber um certificado BSN da Escola de Enfermagem da Universidade de Iowa, eu tinha passado recentemente no teste de licenciamento estadual e nós estávamos comemorando tranquilamente juntos durante o jantar. Eu sei que continuo dizendo isso, mas não consigo me conter.

Eu sorri para os seus olhos cheios de lágrimas. Está tudo bem. Ainda me faz sentir bem ouvir isso, mãe.

Oh, antes que eu esqueça. Ela abriu sua bolsa e tirou uma pequena caixa de presente embrulhada. Isto é de mim e do Slammer. Ele queria estar aqui hoje à noite, mas... ela suspirou, infelizmente, ele ainda está na Califórnia com o Tank.

Slammer, meu padrasto, era o presidente de um clube de motociclistas chamado Gold Vipers, e seu filho Tank era o V.P. Eles eram exatamente como você imaginava que eles fossem, brutamontes, convencidos e teimosos pra caramba. Eu tinha que admitir, eles também eram muito durões, o que às vezes funcionava a meu favor. Especialmente o Tank, que estava bem acima dos dois metros, tinha músculos do tamanho de melões, e estava coberto de tatuagens. Ninguém se metia com a nossa família. Não recentemente, pelo menos.

Eles ainda estão naquele rali de motoqueiros?

Sim. Ele queria me trazer para que eu pudesse conhecer alguém chamado 'Bastardo', disse ela, rindo. Esses homens e alguns de seus nomes idiotas de estrada.

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