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Amar, verbo atemporal: 100 poemas de amor

Amar, verbo atemporal: 100 poemas de amor

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Amar, verbo atemporal: 100 poemas de amor

Duração:
154 páginas
59 minutos
Lançados:
1 de jul. de 2012
ISBN:
9788581221526
Formato:
Livro

Descrição

Abrangendo a produção literária de cinco séculos, a coletânea de poesia Amar, verbo atemporal apresenta o que nenhuma outra jamais conseguiu: um verdadeiro mosaico das mais variadas e distintas interpretações líricas do amor. Organizado pela poeta e tradutora Celina Portocarrero, o livro reúne 50 poemas de autores clássicos, nascidos entre os anos de 1623 e 1897, e mais outros 50 inéditos, de autores nascidos entre 1936 e 1989, traçando em cores diversas uma ampla radiografia do sentimento amoroso, colhida de todos os cantos do país e abarcando os principais momentos da poesia brasileira.

O livro colhe pérolas da literatura nacional, como um poema do multifacetado Euclides da Cunha, autor do clássico Os Sertões, e mais versos de autores cujas poesias são pouco conhecidas, como os de Machado de Assis, Arthur Azevedo e da única mulher entre os poetas clássicos, Carmem Freire, baronesa de Mamanguape. Além de resgatar os barrocos Gregório de Mattos e Manoel Botelho, considerado o primeiro autor brasileiro a ter um livro impresso, a obra junta o melhor da safra de nossos poetas românticos, entre os quais Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Sousândrade, passando pela tríade parnasiana formada por Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia e pelos simbolistas Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens e Pedro Kilkerry.

Entre os contemporâneos, figuram veteranos, como o imortal da Academia Brasileira de Letras Domício Proença Filho e o premiado Ruy Espinheira Filho. Os autores André de Leones, Adriana Lisboa, Antonio Carlos Secchin e Suzana Vargas também dão suas contribuições. E os poetas da nova geração, como Bruna Beber, Ramon Melo, Alice Sant'Anna e Flávio Morgado mostram a nova cara da escrita poética sobre relações amorosas, ratificando o que o título do livro deixa claro: que o amor – do barroco ao moderno, do mais puro e ingênuo ao mais incompreensível e abrasador – não tem tempo, está sempre atual e nunca envelhece.
Lançados:
1 de jul. de 2012
ISBN:
9788581221526
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Amar, verbo atemporal - Celina Portocarrero

ORGANIZAÇÃO

Celina Portocarrero

AMAR,

VERBO ATEMPORAL

100 poemas de amor

Sumário

ADELINO FONTOURA

Súplica

ADEMIR ANTONIO BACCA

roda do tempo

ADELMAR TAVARES

Para o meu perdão

ADRIANA LISBOA

Bastaria

AFONSO CELSO

No baile

ALEILTON FONSECA

O amor da sereia

ALBERTO DE OLIVEIRA

Beijos do céu

ALICE SANT’ANNA

terraço

ALCEU WAMOSY

Diverso Amor

ANDRÉ DE LEONES

(sem título)

ALPHONSUS DE GUIMARAENS

Ao Poente

ANDRÉ DI BERNARDI

Meu coração tem cabelos pretos

ALVARENGA PEIXOTO

Estela e Nize

ANTONIO CARLOS SECCHIN

Revejo a luz gelada de manhãs

ÁLVARES DE AZEVEDO

Amor

BÁRBARA LIA

Umbrática nuvem

ARTUR AZEVEDO

Arrufos

BRUNA BEBER

romance em doze linhas

AUGUSTO DOS ANJOS

A Fome e o Amor

BRUNO CATTONI

Ato de amar

B. LOPES

Esmeralda

CARLOS MACHADO

Trama

BASÍLIO DA GAMA

A uma senhora natural do Rio de Janeiro

CLÁUDIA CORDEIRO

Morpho Azul

BERNARDO GUIMARÃES

Se eu de ti me esquecer

CLAUFE RODRIGUES

Amor por encomenda

CARMEN FREIRE, BARONESA DE MAMANGUAPE

A minha amiga Euthalia de Barros Gurgel do Amaral

CLEBERTON SANTOS

Roseiral

CASIMIRO DE ABREU

Quando?!

DIEGO GRANDO

Essa estranha

CLÁUDIO MANUEL DA COSTA

Estes os Olhos são da Minha Amada

DOMÍCIO PROENÇA FILHO

Similitude

CRUZ E SOUSA

Amor

ESTRELA LEMINSKI

troço esquisito

EMÍDIO DE MIRANDA

Esta que passa

FLÁVIO MORGADO

Entre galos e cigarros, o amor

EMILIANO PERNETA

Súcubo

FLORIANO MARTINS

Alice

EMÍLIO DE MENEZES

Noite de insônia

GOIMAR DANTAS

Senso sem direção

EUCLIDES DA CUNHA

Rimas

HENRIQUE RODRIGUES

Soneto de amor com ponto e vírgula

FAGUNDES VARELA

Não te esqueças de mim!

IRACEMA MACEDO

Um pomar no escuro

GUIMARÃES JUNIOR

O coração que bate neste peito

JACINTO FABIO CORRÊA

O crime perfeito

FRANCISCO LEITE BITTENCOURT

Bem te vi!

JOSÉ NÊUMANNE PINTO

Noturno

FRANCISCO OTAVIANO

Recordações

LILA MAIA

Amores

GONÇALVES CRESPO

Um número de intermezzo

MARCELO D’ÁVILA

Canção pra despertar minha prenda

GONÇALVES DIAS

Desejo

MARCO LUCCHESI

Um sol

GOULART DE ANDRADE

Por quê?

MARGARIDA CORÇÃO

Traço vespertino

GREGÓRIO DE MATTOS

Aos afetos e lágrimas derramadas na ausência da Dama a quem queria bem

MARIA CECILIA BRANDI

Corte

GUIMARÃES PASSOS

Sempre

MARIANA IANELLI

O amor e depois

HERMES FONTES

Solenemente

MARIZA LOURENÇO

De lendas (a rosa de outono e o poeta)

HUMBERTO DE CAMPOS

Beatriz

MASÉ LEMOS

Distração

JOAQUIM SERRA

Ao amor!

MOACIR AMÂNCIO

Das águas

JUNQUEIRA FREIRE

Martírio

MÔNICA MONTONE

Do amor carnal

MACHADO DE ASSIS

Quando ela fala

PATRÍCIA LAURA FIGUEIREDO

Arena

MACIEL MONTEIRO

Formosa

PAULA CAJATY

rosácea

MANUEL BOTELHO

Persuade a Anarda que ame

PAULINHO ASSUNÇÃO

Baladita para clarim e pluma

MEDEIROS E ALBUQUERQUE

Artistas

PEDRO GALVÃO

Amorecimza

NOGUEIRA TAPETY

Quos Ego

RAMON MELLO

Poema de amor romântico

OLAVO BILAC

"Nel mezzo del camin…

RAQUEL NAVEIRA

Ovídio

PEDRO KILKERRY

Ad veneris lacrimas

REGINA LYRA

Olhar de amor

PETHION DE VILLAR

Harmonia Suprema

ROBERTA TOSTES DANIEL

Bordô

RAIMUNDO CORREIA

Na penumbra

RUY ESPINHEIRA FILHO

Soneto do sonho

RAUL DE LEONI

Argila

SALGADO MARANHÃO

Mulher

SILVA RAMOS

Nós

SUZANA VARGAS

Da natureza e do amor

SOUSÂNDRADE

Coração

TANUSSI CARDOSO

Registro

TEÓFILO DIAS

A estátua

THEREZA CHRISTINA ROCQUE DA MOTTA

O amor é um tempo selvagem

TOBIAS BARRETO

Que mimo!…

VICTOR DEL FRANCO

A menina dos olhos

VESPASIANO RAMOS

Cruel

WALQUÍRIA RAIZER

Uma moça

VICENTE DE CARVALHO

Poesia II (do Velho tema)

WESLEY PERES

Catecismo para corredores

INTRODUÇÃO

O amor em forma de poesia

Ora, dirão alguns, falar de amor? E mais, talvez argumentem outros, achar ser ainda possível fazer poemas de amor? Pois já não foi tudo dito? Já não foi tudo escrito, descrito e declamado, em todos os tempos e em todos os idiomas? Não se teriam esgotado todas as palavras e todas as estrofes? Haverá ainda pretensões à originalidade diante de tema tão explorado, de um sentimento até certo ponto tão banalizado, nestes tempos em que a velocidade e a voracidade parecem não dar espaço à reflexão e à ternura?

Terá o amor perdido o encanto, como parecem querer tantos? Terão até mesmo os poetas se cansado ou desistido de amar? Haverá no século XXI lugar para a poesia ou interesse pela poesia amorosa? Sobrevivem ou foram condenadas à extinção as rimas que dizem de carinhos e romance? Ou de frustrações e mágoas, ciúmes e perdas?

Nasceu dessas perguntas a ideia desta antologia. E, com a ideia, o desafio de reunir, com as inevitáveis limitações, um grupo heterogêneo de escritores que se dispusessem a nos permitir um mergulho em seu fazer poético.

Cinquenta deles aceitaram a provocação. Nascidos em todas as regiões do país, entre 1936 e 1989, 23 mulheres e 27 homens com as mais diversas trajetórias, em algum momento amantes ou amados, com vasta obra ou nenhum livro impresso, escreveram sobre o amor. Alguns o fizeram especialmente para esta antologia, outros abriram gavetas e encontraram registros de afetos talvez esquecidos ou jamais divulgados. Assim, os 50 poemas dos autores vivos aqui presentes são, até hoje, inéditos em livro.

A seu lado, 50 poetas (e entre eles apenas uma mulher) nascidos de 1623 a 1897

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O que as pessoas acham de Amar, verbo atemporal

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