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Poesia Social

Poesia Social

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Poesia Social

Duração:
78 páginas
58 minutos
Lançados:
Jan 24, 2022
Formato:
Livro

Descrição

Como diz o próprio poeta: a poesia que não expressa a realidade da vida não é poesia. Assim Antonio Costta escreve seus poemas impactados pela realidade que o cerca, e apresenta-nos nessa nova coletânea seus pensamento poético sobre temas atuais como a ditadura do judiciário, o cerceamento da liberdade de expressão, o desemprego, a fome, a inflaç
Lançados:
Jan 24, 2022
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Poesia Social - Antonio Costta

Antonio Costta – Poesia Social 1

ANTONIO COSTTA

POESIA SOCIAL

Dezembro de 2020

Antonio Costta

1ª edição

Copyright© 2020 Antonio Costta

Grafia atualizada segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990, que entrou em vigor no Brasil em 2009.

Diagramação:

Antonio Costta

Poesia Social

Literatura brasileira Poesia

159p.

Itabaiana, 2020, Paraíba, Brasil.

É proibida a cópia do material contido neste livro sem a prévia autorização da autora.

E-mail

antoniodacostta@gmail.com

REPARTIR O PÃO

É preciso amigo, É preciso irmão, Cultivar a terra, Semear o grão, Plantar seu roçado No terreno arado, Com satisfação.

É preciso amigo, É preciso irmão, Semear a terra, Repartir o pão, Que o pão partido Pra ser consumido Pelo seu irmão,

É recompensado, É multiplicado Aqui neste chão!

É preciso, amigo, É preciso, irmão, Conviver na terra Com mais união.

Antonio Costta – Poesia Social 5

Sem ter egoísmo,

Com seu consumismo, Com sua ambição.

É preciso, amigo, É preciso irmão, Cultivar o amor No seu coração. Semear a terra, Levar paz à guerra, Conceder perdão.

É preciso, amigo, É preciso irmão, Aniquilar a fome, Repartir o pão, Semear o mundo Com amor profundo De seu coração.

Antonio Costta – Poesia Social 6

SOLIDARIEDADE

Há tanta gente carente pela rua,

Tanta gente mendigando o próprio pão; Não viva só de glória a Deus e aleluia, De que adianta a oração sem a ação?

Há tanta gente dormindo no sereno Necessitando de agasalho e colchão;

Há tantos órfãos, também tantas viúvas... Meu amado sinta a dor do teu irmão!

Glorifique do Senhor Seu santo nome,

Dê carinho e também pão a quem tem fome Que terás a recompensa lá no fim.

Foi Jesus Cristo quem deixou este ensino: "Quem ajudar a um desses pequeninos Na verdade está fazendo para mim!

Antonio Costta – Poesia Social 7

COLABORE COMONATAL DO GARI

Hoje, pela manhã, Encontrei um envelope No terraço, ao sair, Escrito: Colabore Com o natal do gari.

Foi, então, que refleti Sobre a vida do gari, Sua jornada dura e crua, Recolhendo o ano inteiro O lixo todo da rua.

Quer na chuva, no estiado, Como sempre dedicado, Trabalhando com presteza; É pontual proletário

Pra ganhar o seu salário

E levar o pão pra mesa.

Será que não merecem Os garis que aparecem Pra limpar a nossa rua,

Antonio Costta – Poesia Social 8

Receber pr’esse natal Uma ajuda fraternal, De amor pra ceia sua?

Para ter, com sua família, Uma ceia com fartura, Pra esquecer a vida dura Que ele tem vivido aqui. Minha gente colabore Com o natal do gari!

Antonio Costta – Poesia Social 9

OPREÇO DO GÁS

O preço absurdo Do gás de cozinha, Encheu-me de gás Na revolta minha!

Subir tantas vezes, Mas quem já se viu! O preço do gás

No nosso Brasil?

Diga-me, rapaz, Se o preço do gás

Não está absurdo!...

E que o presidente Dessa Petrobras Não se faz de surdo!

Antonio Costta – Poesia Social 10

OPREÇO DA VIDA

O preço do gás, O preço do pão, O preço da carne, Do arroz, do feijão,

O preço da luz, D'água cristalina, Preço do aluguel E da gasolina.

O preço da fruta, Também das verduras, Espanta o cliente, Estão nas alturas!

Não cabem no verso, Não cabem na rima, Não cabem no bolso De quem se lastima:

Do pobre operário Que da morte se livra, Ganhando tão pouco Que do pouco se priva.

Antonio Costta – Poesia Social 11

Que preço, meu Deus, Que cifra contida!

O pobre pagando O preço da vida.

O pobre ralando Sem trégua na lida; Governos lucrando Em alta medida!

Só, Deus, teu amor, Graça sem medida, Pra fazer do pobre Vencedor na vida!

Antonio Costta – Poesia Social 12

QUEM DISSE QUE A PETROBRAS É NOSSA?

Quem disse que a Petrobras é nossa? Quem disse que a Petrobras é do povo? Se contra ela não tem quem possa Impedir subir gás de novo!

Quem disse que o petróleo é nosso? Quem lucra com a Petrobras?

Quem já não pode abastecer o carro? Quem já não pode comprar o gás?

Uma estatal só tem futuro

Se beneficia toda nação,

Ajudando o povo ter barriga cheia, Com mais saúde e educação.

Chega de status, de tanta ilusão, Chega de fachada e de corrupção! A Petrobras para ser do povo Tem que servir a população!

Antonio Costta – Poesia Social 13

FEIRA DE IMPOSTOS

A esposa de João Foi à feira comprar Arroz e feijão, Farinha e fubá, Açúcar, café, Óleo, macarrão, Carne, verdura Biscoito e pão.

A esposa de João Também foi comprar O creme dental, Shampoo e sabão, E água sanitária Pra limpeza diária Da roupa e do chão.

Mas ela, de repente, Quando ao caixa chegou, Percebeu, descontente, Que o dinheiro acabou,

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