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Bora lá, venda mais!: 30 estratégias de alto impacto. O guia definitivo das vendas

Bora lá, venda mais!: 30 estratégias de alto impacto. O guia definitivo das vendas

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Bora lá, venda mais!: 30 estratégias de alto impacto. O guia definitivo das vendas

Comprimento:
81 página
1 hora
Editora:
Lançado em:
Oct 21, 2013
ISBN:
B00G2TTRW0
Formato:
Livro

Descrição

Bora lá... Venda Mais! É uma série de textos de biologia do comportamento do consumidor, que vão lhe ajudar, e muito, no dia a dia das vendas. É um superguia com linguagem simples, direta, usando pesquisas científicas como base para compreender o comportamento do consumidor.Foi escrito para ajudar a melhorar a eficácia do processo de vendas.. É um ótimo guia para entender o consumidor e saber interagir com ele.
Editora:
Lançado em:
Oct 21, 2013
ISBN:
B00G2TTRW0
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do Livro

Bora lá, venda mais! - Pedro Camargo

30 estratégias de alto impacto. O guia definitivo das vendas

BORA LÁ... Venda Mais!

PEDRO CAMARGO

Bora lá...venda mais é uma série de textos de biologia do comportamento do consumidor, que vão lhe ajudar e muito, no dia-a-dia das vendas. Não é um livro, da forma tradicional e sim um superguia com linguagem simples, direta usando pesquisas científicas como base, para entender o comportamento do consumidor.

Tem dicas incríveis, nunca antes ditas, para o varejo e também serviços que ajudam os consultores de vendas a entender e a identificar micro expressões faciais, como usar a propaganda corretamente e até mesmo como escolher um consultor de vendas para a empresa.

Este livro foi pensado para introduzir ajudar a melhorar a eficácia do processo de vendas nas empresas. É um ótimo guia para entender o consumidor e interagir com ele.

Na verdade Bora...lá, como diz o título é um manual de vendas rápido, com textos curtos para quem não tem tempo a perder e pressa de vender mais e melhor.

Antes de Homo Economicus e Homo Consumericus somos Homo Biológicus

1

Capítulo

A teoria econômica ortodoxa alega existir um comportamento econômico humano maximizador e, por outro lado, a economia comportamental diz que não temos tal comportamento e que não somos tão racionais quanto imaginamos em nossas escolhas e tomadas de decisão. Quanto à racionalização, ela é muito mais rara do que imaginamos e a maximização, que acredito acontecer, mas no nível biológico. Neste sentido, todo indivíduo, tem como objetivo maior a sobrevivência e a reprodução o que significa, a manutenção da sua vida e a criação de novas vidas com os seus genes.

Os hormônios, os neurotransmissores, as áreas cerebrais, o sistema nervoso, o sistema imunológico, o cérebro entérico e todos os órgãos e sistemas orgânicos, a não ser que tenham deficiências ou sofram um ataque de influencias ambientais nocivas, trabalham em função da manutenção da vida e da propagação dos genes e isso é maximização. Só que esta maximização não é racional, muito pelo contrário ela se dá sem consentimento nosso e também sem que tenhamos consciência do fato ocorrido. O corpo age quando deve e não quando você quer. São processos automáticos que estão presentes em nosso dia-a-dia e que influenciam nosso comportamento através de motivações fisiológicas.

O que ponho em dúvida é a racionalização e maximização puras e feitas de maneira consciente e por influência de fatores externos ao organismo. Por trás de um ato racional e maximizador tem sempre um motivo emocional. Poupar para o futuro contratando uma previdência privada a princípio pode parecer totalmente racional e planejada, com uma atuação direta e somente do córtex pré-frontal, área que é responsável pelo planejamento, pela razão, mas tem como pano de fundo a manutenção da vida para poder também reproduzir. Tem a mão invisível do sistema límbico, que processa nossas emoções e muito do cérebro reptiliano ou complexo r, que cuida de nos manter alerta e atentos aos perigos que possam prejudicar a vida do organismo. Aspectos biológicos não podem ser desprezados quando se trata de comportamento humano e nem colocados em segundo plano. O comportamento de consumo não é matemático e estatístico puramente, e quando o é se dá por influência dos instintos e processos inconscientes.

Pelas teorias ortodoxas ou tradicionais, parte-se do pressuposto de que os atores econômicos e aqui se inclui os consumidores e também os agentes econômicos especializados, aqueles que compram e vendem ações, são infalivelmente racionais e que agem com frieza ao investir dinheiro ou comprar algo, desconsiderando a influência hormonal, por exemplo. Não se leva em conta que o sujeito pode estar com nível de testosterona alto ao comprar uma ação no mercado financeiro, o que vai torná-lo mais agressivo e impulsivo. Se fosse assim tão racional, não haveria bolhas na nos mercados, como vimos em

2008

e

2009,

nos Estados Unidos. Se fossemos racionais e maximizadores, não cometeríamos erros tão grosseiros. As bolhas das ponto-com e mais recentemente da imobiliária demonstraram que seguimos a multidão, mesmo quando ela está indo a direção errada. Isso acontece em função da sobrevivência, para a proteção do organismo ou sujeito, que age em bando para defender-se dos predadores naturais. Assim como fazem todos os animais e seres vivos.

Maximização e racionalização pela cartilha da economia ortodoxa são também antropocêntricas e míopes, por- que tem somente a visão matemática do comportamento humano, esquecendo-se que somos seres biológicos e não puramente Homo Matematicus ou ainda Homo Econômicus . Na verdade somos a soma deles sempre com fundo e objetivos biológicos. Somos antes de tudo Homo Biologicus e a partir de então todos os outros. Embora pudesse parecer, pelo efeito causado, que a teoria da evolução de Darwin teria consequências imediatas para os estudos do comportamento humano, levou muitos e muitos anos para reconhecermos que somos entes vivos, seres biológicos e animais, e que somos regidos como todos os outros seres por processos físico-químicos orgânicos e todos esses aspectos fazem parte do complexo comportamento social.

Dizem quer vendedor está no sangue, mas

na verdade está no gene

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