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Sepher Ha-razim

Sepher Ha-razim

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Sepher Ha-razim

notas:
4.5/5 (3 notas)
Duração:
230 páginas
1 hora
Lançados:
9 de mai. de 2022
Formato:
Livro

Descrição

Obra dividida em duas partes, a primeira é a tradução para a língua portuguesa do Sepher Ha-Razim e a segunda parte de práticas de magia com os anjos citados na obra, constando sugestões de círculo mágico, tábua da arte, selos e evocações dentro das virtudes para cada grupamento angelical específico.
Lançados:
9 de mai. de 2022
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Amostra do livro

Sepher Ha-razim - Hermés Theophrastus

1

2

ÍNDICE

INTRODUÇÃO

3

APRESENTAÇÃO

4

PRIMEIRA PARTE TRADUÇÃO

6

INTRODUÇÃO DA EDIÇÃO EM INGLÊS

7

PRIMEIRO FIRMAMENTO

23

SEGUNDO FIRMAMENTO

47

TERCEIRO FIRMAMENTO

78

QUARTO FIRMAMENTO

85

QUINTO FIRMAMENTO

92

SEXTO FIRMAMENTO

96

SÉTIMO FIRMAMENTO

101

SEGUNDA PARTE MAGIA PRÁTICA

106

VIRTUDES PLANETÁRIAS

107

LUA

108

MERCÚRIO

109

VÊNUS

111

SOL

113

MARTE

114

JÚPITER

116

SATURNO

117

HEPTAGRAMA DOS PLANETAS

118

TABELA DAS HORAS PLANETÁRIAS

119

FASES DA LUA

120

INSTRUMENTOS MÁGICOS

121

CÍRCULO MÁGICO

122

TÁBUA DA ARTE

123

PETICIONÁRIO

124

SELOS, ANJOS, VIRTUDES

PRIMEIRO FIRMAMENTO

125

SEGUNDO FIRMAMENTO

141

TERCEIRO FIRMAMENTO

153

QUARTO FIRMAMENTO

157

QUINTO FIRMAMENTO

159

SEXTO FIRMAMENTO

160

ROTEIRO PARA RITUAL

163

EVOCAÇÕES (MODELOS SUGERIDOS)

164

BIBLIOGRAFIA

170

3

INTRODUÇÃO

Apresentamos esta versão em português da obra Sepher Ha-Razim, na intenção de colaborar com os estudantes de Magia de nosso país, visto que até hoje, não tínhamos a tradução em nossa língua pátria.

Utilizamos em nossa assinatura para esta tradução, de um pseudônimo, tendo em vista que não se trata aqui de um expert em traduções, ou em magia, mas um simples estudante com a vontade de adquirir conhecimento e compartilhar na medida do possível.

Com a intenção de disponibilizar os textos que seguem, utilizamos a obra Sepher Ha-Razim com tradução para o inglês de Michael A. Morgan, conforme contracapa que reproduzimos mais adiante, em conjunto com a obra em formato e-Book, Manual del Brujo – Sefer Harazim, tradução para o espanhol de Fábio Rozenek e também texto em hebraico do link:

http://www.hebrew.grimoar.cz/merkava/sefer_ha-razim.htm .

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APRESENTAÇÃO

Talvez, você possa estar se perguntando, se já não possuímos obras suficientes sobre Magia Angelical, visto que desde os anos de 1990, autores nacionais tem se dedicado a esta temática.

Da mesma forma, temos magistas dedicados a trabalhar com essa vertente, assim como a ensinar os trabalhos com os anjos.

O que temos, são trabalhos elencando Arcanjos e também os Anjos Cabalísticos, derivados dos 72 nomes de Deus, especificamente de versículos do Livro de Êxodo.

A imagem ou arquétipo ocidental a respeito desses seres, em tese que temos, são de seres com rostos que retratam a inocência, muitas vezes até fisionomias infantis, com corpos pequenos, asas, cujas vestes são diáfanas, alguns trazendo em suas mãos harpas, flautas, pequenos arcos e flechas (Eros ou cupido), representações de candura, docilidade, amabilidade, etc.

Também existem representações de figuras masculinas adultas, com pompa e circunstância no porte e vestimentas que lembram cavaleiros da idade média.

Muito bem, porém, nesta obra, vamos nos deparar com anjos que retratam a visão da antiguidade em relação a esses seres, mais crus, muito diferentes da visão contemporânea.

Se você espera encontrar no Sepher Ha-Razim, com entidades paz e amor, desculpe, livro errado!!

Os anjos que são descritos aqui, são eminentemente guerreiros, disciplinados, militarizados, hierarquizados, focados no objetivo de cumprir com os desígnios Divinos, e que para conseguir cumprir com suas missões, não ficam encabulados em atropelar literalmente com o que esteja à sua frente, qualquer que seja o obstáculo que se apresente.

Esta obra nos apresenta seres formados de fogo, com o olhar faiscante, dotados de fúria e terror, muitas vezes desprovidos de misericórdia, poderosos dominando os mais diversos aspectos da vida humana e da natureza no cumprimento das suas tarefas.

5

São os bárbaros ou os ogros celestes, que não são dados a delicadezas, sutilidades ou paternalismos, com ninguém.

A obra em si como poderá notar, é o resultado de um pesquisador que nos legou as informações constantes na Primeira Parte deste livro, a tradução em si, abordando muito mais os aspectos da história, focado na questão acadêmica da matéria, utilizando textos que retratam a magia na antiguidade e as mesclas que formaram o conjunto da obra.

Portanto, seja no aspecto histórico, ou no aspecto de prática mágica real, é uma obra marcante.

Já, na Segunda Parte deste livro que se apresenta, tomei a liberdade de trazer uma adaptação ritualística, focada nos anjos apresentados na obra de Magalioth, com sugestões de Círculo Mágico, Tábua da Arte e selos para evocação/invocação, e outras informações que julgamos úteis.

Então, o que apresentamos é o conjunto de tradução da obra da língua inglesa para o português na PARTE 1, e algumas compilações e sugestões de Magia Prática com esses anjos na PARTE 2.

Que há imperfeições nas linhas que escrevemos, não temos a menor dúvida, não nos cumpre o papel de sábio ou de professor em uma matéria tão complexa, o que temos é tão somente a boa vontade de trazer textos, para análise daqueles que possam fazer vistas grossas aos defeitos constantes, mas que tenham sede de conhecer uma visão não tão comum dos Anjos, práticas mágicas da antiguidade com eles, e humildes recomendações de adaptações para rituais mais condizentes com o momento atual.

6

PRIMEIRA PARTE

TRADUÇÃO DA EDIÇÃO EM INGLÊS

7

8

INTRODUÇÃO DA TRADUÇÃO PARA O INGLÊS

Em 1963, enquanto estudava textos cabalísticos em Oxford, Mordecai Margalioth encontrou um fragmento de Genizah que apresentava práticas mágicas para auxiliar em vitórias no caminho das pessoas. Relembrando semelhantes fórmulas da coleção Genizah e em outros lugares, ele começou um estudo detalhado dos fragmentos preservados da literatura mágica. Ele postulou que esses fragmentos podem ter vindo de uma fonte comum que pôde ser reconstruída. Sua pesquisa levou à publicação de Sepher Ha-Razim em 1966.

O texto publicado é eclético. Nenhum documento disponível para Margalioth continha todo o material que deveria aparecer no texto final.

O suficiente estava disponível, no entanto, que ele se sentiu confiante de que reconstruiu com sucesso um manual de magia datado do início do período talmúdico. Desde a sua publicação, o Sepher Ha-Razim (SHR) tem provado ser uma fonte valiosa de informações para estudos relativos à magia na antiguidade e para estudos relacionados à vida judaica nos primeiros séculos da Era Cristã.

Margalioth foi um excelente estudioso textual. Apesar de textos adicionais que vieram à tona desde a publicação de SHR, seu trabalho original é um conteúdo excepcional que exige maior circulação e uso entre estudiosos interessados no Judaísmo da era helenística. Sem dúvida, uma reedição de SHR é necessária no futuro. Por enquanto, espero que a comunidade acadêmica encontre nesta tradução anotada de Margalioth uma ferramenta valiosa para um estudo mais aprofundado.

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OS MANUSCRITOS

Havia sete códices principais disponíveis para Margalioth para a preparação de seu texto. Cada um deles continha porções significativas do que viria a se tornar o SHR.

1. ק - O manuscrito Kaufman na Biblioteca Oriental da Academia Húngara em Budapeste. No. 224, pp. 41-63.

2. א - Biblioteca de Manuscritos do Seminário Teológico Judaico, JTSL No. 163, pág. 15A a p. 48B.

3. ב - Biblioteca de Manuscritos do Seminário Teológico Judaico, JTSL No. N.014, pág. 8B a p. 28B.

4. פ - O Manuscrito de Florença na Biblioteca Medicea Laurenziana, No. Plut. 44,13, pág. 107B a p. 118A.

5. - Um manuscrito na Biblioteca Nacional, Jerusalém, Heb. 8 476, pág. 69B a p. 81B.

6. - Manuscrito de Schocken, Biblioteca Schocken, Jerusalém, Manuscrito Cabalístico 3. Esta é uma cópia do Manuscrito de Florença.

7. ס - Biblioteca de Manuscritos do Seminário Teológico Judaico, JTSL No. N.012, pp. 1-24.

Destes sete manuscritos, Margalioth usou apenas os cinco marcados com designações de letras hebraicas. Todos os primeiros seis são arranjados da mesma forma e estão ligados com Maseket Hekhaloth, Maaseh Bereshit e Shiur Komah. Todos eles contêm omissões semelhantes, todas acidentais e deliberadas, pelos escribas. Porém, o número 1 parece ser a versão superior, muitas vezes completando palavras e frases que são omitidas nas outras versões. É o mais preciso e parece conter o mínimo de distorções. Em 5 e 6 não continham material de significado especial e não foram usados. Já o 7 é uma versão expandida e elaborada. Seu editor

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