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TECNOLOGIAS E MÍDIAS DIGITAIS NO CONTEXTO ESCOLAR:: RECURSOS E PRÁTICA DOCENTE
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TECNOLOGIAS E MÍDIAS DIGITAIS NO CONTEXTO ESCOLAR:: RECURSOS E PRÁTICA DOCENTE
E-book123 páginas1 hora

TECNOLOGIAS E MÍDIAS DIGITAIS NO CONTEXTO ESCOLAR:: RECURSOS E PRÁTICA DOCENTE

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Sobre este e-book

Este livro-texto trata de temas:
•Tecnologia e Mídias digitais;
•Recursos e Práticas Docentes.
Se já não existe muita novidade em afirmar que o ambiente digital tem produzido aceleradas transformações na sociedade contemporânea, é necessário avançar no sentido de compreender como se dá essa mudança, que caminhos a conduzem e que impactos gera na complexa teia das atividades humanas.
No campo da Comunicação, a produção de sentido estruturada através de uma lógica interativa virtual, que organiza o fluxo de informações circulando em redes e sistemas, constitui-se em desafio para pesquisadores de todas as áreas do saber. Recursos interativos, redes sociais, sites de pesquisa, links, ferramentas de software, planilhas, códigos de programação e, principalmente, sobre o enorme volume de dados hoje disponíveis nas redes digitais, fatores que, gostemos ou não, impactam fortemente a essência de todo o conteúdo gerado nesse ambiente.
Mesmo assim, iniciativas calcadas na interdisciplinaridade através de conexões com outros campos do conhecimento apresentam resultados promissores, constituindo-se em novos mapas para orientar pesquisadores que aceitam o desafio de explorar o trabalho de pesquisa e aprimoramento dos diversos setores do trabalho, principalmente na Educação.
Esperamos que essa pequena seleção de artigos, que trazem representantes de três áreas do conhecimento (linguagens, tecnologia e ensino-aprendizagem), possa ilustrar o enorme potencial científico representado pelas novas pontes de contato entre Comunicação, Mídias Digitais e Educação, especificamente pensando nas possibilidades de pensar o trabalho no contexto escolar que precisa acompanhar sempre as mudanças na sociedade.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento4 de set. de 2020
ISBN9786586249682
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    TECNOLOGIAS E MÍDIAS DIGITAIS NO CONTEXTO ESCOLAR: - Flávio Aparecido de Almeida

    ESCOLA

    Prefácio

    Caros leitores:

    Este livro-texto trata de temas:

    Tecnologia e Mídias digitais ;

    Recursos e Práticas Docentes .

    Se já não existe muita novidade em afirmar que o ambiente digital tem produzido aceleradas transformações na sociedade contemporânea, é necessário avançar no sentido de compreender como se dá essa mudança, que caminhos a conduzem e que impactos gera na complexa teia das atividades humanas.

    No campo da Comunicação, a produção de sentido estruturada através de uma lógica interativa virtual, que organiza o fluxo de informações circulando em redes e sistemas, constitui-se em desafio para pesquisadores de todas as áreas do saber. Recursos interativos, redes sociais, sites de pesquisa, links, ferramentas de software, planilhas, códigos de programação e, principalmente, sobre o enorme volume de dados hoje disponíveis nas redes digitais, fatores que, gostemos ou não, impactam fortemente a essência de todo o conteúdo gerado nesse ambiente.

    Mesmo assim, iniciativas calcadas na interdisciplinaridade através de conexões com outros campos do conhecimento apresentam resultados promissores, constituindo-se em novos mapas para orientar pesquisadores que aceitam o desafio de explorar o trabalho de pesquisa e aprimoramento dos diversos setores do trabalho, principalmente na Educação.

    Esperamos que essa pequena seleção de artigos, que trazem representantes de três áreas do conhecimento (linguagens, tecnologia e ensino-aprendizagem), possa ilustrar o enorme potencial científico representado pelas novas pontes de contato entre Comunicação, Mídias Digitais e Educação, especificamente pensando nas possibilidades de pensar o trabalho no contexto escolar que precisa acompanhar sempre as mudanças na sociedade.

    Flávio, Lucas e Luciano.

    A EDUCAÇÃO DENTRO DE CASA: AS TECNOLOGIAS E MÍDIAS DIGITAIS NO ENSINO BÁSICO EM TEMPOS DE QUARENTENA

    Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.

    Leon C. Megginson.

    Introdução

    Os sucessivos avanços tecnológicos têm despertado reflexões em torno da utilização de seus aparatos e das mídias digitais na educação, gerando debates sobre sua eficácia e abrangência. Tendo em vista cada vez mais a influência na formação da sociedade contemporânea e sua consequente dependência, entende-se a necessidade em explorar o assunto diante do rápido desenvolvimento das novas tecnologias de informação e comunicação.

    As mudanças sociais e tecnológicas ocorridas nos últimos tempos, decorrentes de um processo dos avanços na ciência e tecnologia, evidenciam novas demandas em relação ao modo de pensar, agir, de se relacionar socialmente e adquirir conhecimentos. De acordo com Kenski (2008, p.21):

    A evolução tecnológica não se restringe apenas aos novos usos de determinados equipamentos e produtos. Ela altera comportamentos. A ampliação e a banalização do uso de determinada tecnologia impõem-se à cultura existente e transformam não apenas o comportamento individual, mas o de todo o grupo social. […] O homem transita culturalmente mediado pelas tecnologias que lhe são contemporâneas.

    Estamos vivendo na era da tecnologia, e vivemos em contato direto com recursos tecnológicos e das mídias digitais, seja na escola, na rua, ou em casa, intensificados cada vez mais com a modernização constante. O uso da mídia está cada vez mais presente dentro e fora da sala de aula, através de aparelhos eletrônicos, tais como: o celular, o tablet, o notebook, entre outros. São ferramentas de muita utilidade no seu cotidiano, e necessários para obter informações e socializar conhecimentos.

    Para Santaella (2003, p.70-71) as consequências dessas tecnologias para a comunicação e a cultura são remarcáveis e entrando numa revolução da informação e da comunicação sem precedentes que vem sendo chamada de revolução digital. Os aspectos mais espetaculares da era digital estão no seu poder dos dígitos para tratar toda informação, som, imagem, vídeo, texto, programas informáticos, com a mesma linguagem universal, uma espécie de esperanto das máquinas. Graças à digitalização e compreensão dos dados, todo e qualquer tipo de signo pode ser recebido, estocado, tratado e difundido, via computador.

    As redes interativas de computares estão crescendo exponencialmente, criando novas formas e canais de comunicação, moldando a vida e ao, mesmo tempo, sendo moldados por ela. As mudanças sociais são tão drásticas quanto os processos de transformação econômica e tecnológica (CASTELLS, 1999, p.40).

    O processo educacional brasileiro ainda permanece com algumas características de um sistema ultrapassado: estrutura, organização e práticas, pois não é tão fácil incorporar inovações nas instituições de ensino, sejam elas tecnológicas ou de outro teor. Com tantas mudanças sociais e avanços tecnológicos, ainda temos dificuldade em inserir as novas tecnologias da informação e comunicação no processo de ensino, a fim de transformar as características do ensino tradicional: fragmentação do conhecimento em disciplinas, classificação dos estudantes por faixa etária, divisão do tempo escolar em horas e aulas, bem como a visão de alguns professores acerca do ensino-aprendizagem.

    Dialogar sobre tecnologia e educação torna-se complexo se desconsiderarmos o processo de aprendizagem, pois, mesmo com potencial e sendo um instrumento significativo para favorecer a aprendizagem dos alunos, a tecnologia, por si só, não solucionará as deficiências da educação brasileira, que necessita refletir sobre os elementos desse processo, como o papel do aluno e do professor, o uso das tecnologias digitais e até mesmo os objetivos de aprendizagem, bem como os conceitos e modos de aprender.

    A situação inaudita ocasionada pelo surto da Covid-19 provocou a suspensão das aulas em razão da pandemia comprometeu o ano letivo de milhões de estudantes. O que provocou ansiedade para alunos, professores e para as famílias em geral. A viabilidade de reposição das aulas também gera preocupação e insegurança aos gestores educacionais.

    Gestores públicos, organizações da sociedade civil e comunidade de profissionais em educação trouxeram a primeira resposta ao fechamento das escolas: o uso das tecnologias digitais. A velocidade em propor que a tecnologia nos ajude em cenários de fechamento de escolas trouxeram inúmeros questionamentos ainda cercam a ampliação desses recursos para o ensino básico, principalmente, quando se trata das condições de acesso à internet em algumas regiões, utilização correta das ferramentas disponíveis e interação de professores e alunos.

    Quais os impactos do uso das tecnologias e mídias digitais como instrumento de mediação do ensino-aprendizagem em tempos de pandemia?

    Percebemos que a inserção das tecnologias e dispositivos digitais no processo educacional é um fenômeno em crescimento de aceitação por muitos educadores, por ampliar o acesso à educação de qualidade, mas convém destacar que precisamos conhecer a real capacidade que as tecnologias e mídias digitais favorecem a educação a fim de poder usufruir todo o seu potencial. Desta forma, o professor precisa ter um bom planejamento, com objetivos bem claros, metodologias diferenciadas e que possibilitem a evolução dos alunos por meio de técnicas escolhidas segundo o que se espera que eles aprendam e desenvolvam. É importante pensar se os recursos utilizados conseguem atender as necessidades de ensino-aprendizagem de alunos do ensino básico numa conjuntura de pandemia.

    2. Desafios na educação no cenário de pandemia

    A suspensão das aulas presenciais começou no início de março em escolas públicas e privadas da rede estadual e municipal em todo país. Todas as escolas não só suspenderam as aulas presenciais, como também provas, atividades extracurriculares, formaturas e palestras.

    No dia 2 de abril de 2020, o governo publicou uma Medida Provisória que dispensa as escolas de educação básica e as instituições de ensino superior de cumprirem o mínimo de 200 dias letivos anuais, regra prevista na LDB. No ensino básico, a medida vale desde que seja mantida a carga

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