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Elementos finais de controle

Elementos finais de controle

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Elementos finais de controle

Duração:
162 páginas
1 hora
Lançados:
13 de dez. de 2017
ISBN:
9788583935339
Formato:
Livro

Descrição

Com ilustrações e uma linguagem didática, este livro traz um estudo sobre a válvula de controle, suas partes, funções e classificação, tema de fundamental importância para o controle automático das indústrias modernas. Aborda ainda as características e coeficiente de vazão da válvula, as equações de dimensionamento, a análise dinâmica do fluxo, um exemplo de dimensionamento com uso de software, além dos tipos de posicionadores, suas limitações e principais aplicações.
Lançados:
13 de dez. de 2017
ISBN:
9788583935339
Formato:
Livro

Sobre o autor


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Elementos finais de controle - SENAI-SP Editora

1. Válvula de controle

Funções da válvula de controle

Partes da válvula de controle

Classificação das válvulas de controle

Internos das válvulas

A válvula de controle desempenha um papel muito importante no controle automático de indústrias modernas, na distribuição e no controle de fluidos líquidos e gasosos. Esses controles, que podem ser para trocas de energia, para redução de pressão ou simplesmente para encher um reservatório, dependem de algum tipo de elemento final de controle (EFC) para realizar esse serviço.

Os elementos finais de controle fornecem a amplificação de forças necessária entre os baixos níveis de energia, fornecidos pelos controladores, e os altos níveis de energia necessários para desempenho de suas funções em fluidos.

Em muitos sistemas, a válvula de controle está sujeita a severas condições de pressão, temperatura, corrosão e contaminação. Ainda assim deve trabalhar satisfatoriamente. Uma válvula de controle funciona como uma resistência variável na tubulação e é definida por alguns autores como um orifício de dimensões variáveis.

Funções da válvula de controle

•Conter o fluido do processo, suportando todos os rigores das condições de operação. Como o fluido do processo passa dentro da válvula, ela deve ter características mecânicas e químicas para resistir à pressão, temperatura, corrosão, erosão, sujeira e contaminantes do fluido.

•Responder ao sinal de atuação do controlador. O sinal-padrão é aplicado ao atuador da válvula, que o converte em uma força, que movimenta a haste, em cuja extremidade inferior está o obturador, que varia a área de passagem do fluido pela válvula.

•Variar a área de passagem do fluido manipulado. A válvula de controle manipula a vazão do meio de controle, pela alteração de sua abertura, para atender às necessidades do processo.

•Absorver a queda variável da pressão da linha para compensar as variações de pressão a montante ou a jusante dela. Em todo o processo, a válvula é o único equipamento que pode fornecer ou absorver uma queda de pressão controlável.

Partes da válvula de controle

A válvula de controle compõe-se basicamente dos três conjuntos principais indicados na Figura 1.

Figura 1 – Partes de uma válvula de controle.

Atuador

O atuador fornece a força necessária para movimentar o obturador em relação à sede da válvula. Classifica-se de acordo com seu deslocamento em relação à entrada de ar de sinal em:

•Direto – entrada de ar pela parte superior.

•Indireto ou reverso – entrada de ar pela parte inferior.

Figura 2 – Atuadores direto e indireto ou inverso.

Dependendo do meio de produção da força motriz, o atuador utilizado em aplicações de controle modulado classifica-se em quatro tipos principais:

1. Atuador pneumático a mola e diafragma – o mais utilizado na indústria moderna transforma pressão em movimento. Aciona-se com ar comprimido e o retorno à posição original é feito por meio de mola. Recebe seu sinal de operação de um controlador, diretamente ou por meio de um sistema auxiliar, como um posicionador de válvula. O sinal de saída dos controladores pneumáticos varia usualmente entre 3 psi e 15 psi (0,2 kgf/cm ² e 1,0 kgf/cm ² ), sinal que atua sobre a área do atuador. A pressão sobre essa área resulta em uma força que é utilizada para posicionar a válvula de controle. Consiste basicamente de uma membrana flexível presa entre dois pratos que formam um compartimento estanque. Presa à membrana existe uma haste que transmite ao obturador da válvula o movimento de flexão da membrana.

Figura 3 – Atuador pneumático a mola e diafragma.

2. Atuador pneumático a pistão – embora não seja muito utilizado nas válvulas de deslocamento linear em relação ao atuador pneumático a mola e diafragma, tem apresentado crescente tendência de uso nas válvulas do tipo rotativa. Também aciona-se com ar comprimido e o retorno à posição original é feito por meio de mola. Normalmente provoca um deslocamento rotativo na haste da válvula.

Figura 4 – Atuadores pneumáticos a pistão.

3. Atuador elétrico – utilizados em alguns tipos de processo, geralmente apresentam um motor elétrico que recebe, por exemplo, um sinal de 4 mA a 20 mA. Aciona-se por meio do deslocamento do obturador com um conjunto de engrenagens, que lhe possibilita a capacidade de uma elevada faixa de torque de saída. Já existem fabricantes que possuem atuadores elétricos que recebem sinais de redes digitais, por exemplo, o Profibus PA e o DeviceNet.

Figura 5 – Atuadores elétricos.

4. Atuador hidráulico – utilizado quando a força necessária para movimentar o obturador é muito alta, normalmente em tubulações de grandes diâmetros.

Figura 6 – Atuador hidráulico.

Castelo

O castelo permite a conexão do atuador ao corpo e serve de guia da haste do obturador, acomodando a caixa de gaxetas – esta é explicada adiante neste capítulo.

Normalmente é preso ao corpo por meio de conexões flangeadas, mas, para casos de válvulas do tipo globo de pequeno porte, convenciona-se o uso de castelo rosqueado, por razões econômicas, em aplicações de utilidades gerais, como ar, água etc. É o caso das válvulas do tipo globo miniaturizadas.

As formas

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