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Confecção de protótipos de bolsa

Confecção de protótipos de bolsa

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Confecção de protótipos de bolsa

notas:
5/5 (1 nota)
Duração:
137 páginas
38 minutos
Lançados:
11 de jan. de 2018
ISBN:
9788583934134
Formato:
Livro

Descrição

As principais matérias-primas e ferramentas utilizadas na confecção de bolsas são tema desta publicação, que descreve os setores de corte, preparação e pesponto de uma confecção, as máquinas usadas e as técnicas de manutenção. São apresentados ainda as etapas e estruturas de confecção de alguns protótipos de bolsa, os processos de pregas e matelassê, os tipos de bolsos e alças, além das partes em que são divididos os forros.
Lançados:
11 de jan. de 2018
ISBN:
9788583934134
Formato:
Livro


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Confecção de protótipos de bolsa - Rosana Martins de Pádua Alvez

1. Matéria-prima para confecção de uma bolsa

Couro

Laminado sintético

Tecido

Reforços

Metais

Linhas

Agulha

Adesivo

Corda

Perfil esponjoso

Zíper

Várias matérias-primas são utilizadas na confecção de uma bolsa. Neste livro, serão abordadas as seguintes:

•couro;

•laminado sintético;

•tecido;

•reforço;

•metal;

•linha;

•agulha;

•adesivo;

•corda;

•perfil esponjoso;

•zíper.

Couro

O couro é uma pele de origem animal, transformada em um material estável e imputrescível através da ação de produtos curtentes. Para a confecção de calçados e bolsas, o curtente mais utilizado é o sal de cromo.

A pele, como é designada, também pode estar curtida, desde que tenha pelos ou lã, ou ainda se for oriunda de animais de pequeno porte, como cabras, porcos, rãs etc.

O couro bovino compõe-se de duas partes importantes: a flor e o carnal.

A flor é a parte externa do couro, que, antes do uso, é submetida a tratamentos especiais, responsáveis por suas características finais (acabamento). Essa camada é utilizada para confeccionar calçados, vestuários, estofamento e também para a produção de artefatos (bolsas, carteiras, cintos, encadernação etc.).

A parte do lado do carnal é a interna, que, embora tenha uma resistência menor que a flor, pode receber tratamento e ser utilizada desse lado para a confecção de calçados ou artefatos.

O couro é considerado de boa qualidade quando apresenta fibras consistentes, boa elasticidade, boa aparência e facilidade de manipulação.

Partes do couro

As principais regiões de um couro, por ordem decrescente de qualidade e espessura, são as seguintes:

•lombo;

•culatra;

•pescoço;

•barriga;

•patas.

Figura 1 – Principais regiões do couro.

Tipos de couro

•Vacum

Couro de origem bovina adulta, é o mais comum entre os existentes no nosso mercado. De muito bom toque e resistência, é ideal para bolsas, calçados e vestuário, tendo ótimo tamanho das peles e boa aceitação de diversos tipos de acabamento.

•Bezerro

Também de origem bovina, porém extraído de filhotes, é um couro muito fino, para artigos de maior valor agregado. Por ser extraído do animal ainda jovem, tem flor mais firme e uniforme, apresentando pouquíssimos defeitos. É utilizado na indústria de calçados e carteiras.

•Porco

Couro de origem suína, apresenta excelente conforto térmico e baixa resistência mecânica. Ideal para forração de calçados e pulseiras de relógio.

•Cabra

Couro de origem ovina, é conhecido como pelica. Muito macio, com excelente conforto e resistência mecânica adequada, é largamente utilizado para calçados, carteiras e acessórios de acabamento fino.

•Mestiço

Couro fino, obtido de mestiço, de toque brando e macio, com acabamento anilina ou semianilina, destinado normalmente a artigos finos.

•Cavalo

Couro de origem equina, firme e de toque rígido, muito utilizado na área de equitação e selaria, em artefatos como selas, chicotes e cinturões.

•Ovelha

Couro de origem ovina, é extremamente macio e, em sua maioria, curtido sem caleiragem, para não caírem os pelos. Usado em luvas finas, forrações de botas e jaquetas para estações frias.

•Peles exóticas

Peles de animais de caça, na maioria répteis (jacarés, crocodilos e cobras) e animais não domesticados (capivaras, cangurus etc.), além de peixes, como tilápias e arraias. Também são consideradas peles exóticas partes não usuais dos animais comuns na atividade de corte e curtimento, como bucho(estômago) de boi. Quando curtido, proporciona um artigo de visual e toque exótico, sendo cada vez mais utilizado. O termo exótico vem do oposto do comum. No caso do couro, são assim classificados por serem mais raros e únicos, e menos disponíveis no mercado.

Defeitos do couro

Os defeitos das peles podem ser originados

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