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Aspectos do contexto cósmico e a vida na Terra: Por um mundo melhor
Aspectos do contexto cósmico e a vida na Terra: Por um mundo melhor
Aspectos do contexto cósmico e a vida na Terra: Por um mundo melhor
E-book362 páginas4 horas

Aspectos do contexto cósmico e a vida na Terra: Por um mundo melhor

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Sobre este e-book

A superpopulação, a aglomeração exagerada em grandes cidades, a poluição ambiental e mental, as doenças, o estilo de vida, a devastação, a desigualdade social e econômica, a degeneração, a ignorância, a desonestidade, a mentira, o mau caráter, a violência, o banditismo, o desrespeito e outras distorções humanas, bem como o acúmulo de informações, a tecnologia, a ciência, a harmonia, a luz, as vibrações, a alimentação, a espiritualidade e o espírito humano elevado na prática de boas ações, solidariedade e fraternidade, são sintomas evidentes da vida humana no planeta Terra. As causas universais que afetam estes comportamentos são o foco principal deste livro, buscando trazer uma luz de compreensão e solução.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento9 de jun. de 2022
ISBN9786555614145
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    Aspectos do contexto cósmico e a vida na Terra - Enky.JHS

    C A P Í T U L O  I

    ASPECTOS DA FORMAÇÃO DO UNIVERSO

    Fig. 1 A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro. – Albert Einstein

    A CRIAÇÃO DO UNIVERSO: uma visão dualista

    Atualmente, existe uma linha de raciocínio científico que admite o caráter dualista espírito-matéria para explicar os fenômenos da natureza e da criação do Universo. Todo esse conhecimento teve origem a partir das novas experiências realizadas nos aceleradores de partículas na Suíça/França e nos EUA.

    A física moderna admite a existência de duas hipóteses científicas com relação à criação do Universo, como explica Carlos de Brito Imbassahy no seu livro Arquitetos do Universo.

    1ª hipótese – O Universo se originou de uma explosão: o Big Bang

    O conceito de Big Bang, ou Grande Explosão, surgiu com a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein (1879-1955), que previu que o espaço-tempo começou com a singularidade gravitacional do Big Bang.

    O Big Bang tem a ver com o chamado Buraco Negro, que seria uma estrela de concentração indefinida de massa provocada por uma supergravidade, onde o campo gravitacional é tão forte que atrai tudo ao seu redor e nada sai dessa região, nem mesmo a luz. Daí o motivo de vermos negra aquela região. A luz fica totalmente aprisionada. Essa absorção de massa chega a um limite de concentração de energia tão grande que provoca uma explosão, cuja energia se expande pelo Universo. Do ponto de vista espiritual e metafísico, essa energia se originou da proliferação e concentração, em um espaço limitado, da energia-pensamento desencadeada pela manifestação do Imanifesto nos primórdios da criação e expansão do Universo se inter-relacionando, se entrechocando, se multiplicando indefinidamente e aquecendo o ambiente, chegando à Grande Explosão, espalhando a energia pelos confins e criando as dimensões do Universo em função das densidades dessas energias-pensamento.

    Dessa observação nasceu a hipótese do Big Bang, ou seja, a grande explosão que geraria a expansão dessa energia e a sua provável condensação, dotando-a de forma dita material, desde o átomo até as formas mais complexas de vida. É a liberação da luz. Mas a ciência não explica que forças levariam a energia a se condensar, tendo em vista que esse fato contraria a tendência natural da energia no Universo de se expandir, e não de se contrair. Por essa hipótese, o Big Bang seria o nascimento do Universo.

    A hipótese do Big Bang vem perdendo consistência, principalmente após as descobertas de Edwin Powell Hubble (1889-1953), quando, em 1929, formulou a lei do afastamento uniforme das galáxias. Para ele, se o Universo fosse formado por uma explosão inicial, sua energia não teria uma expansão uniforme e sem descontinuidade como a que foi observada.

    2ª hipótese O Universo se originou de uma implosão Agentes Estruturadores

    Esta ideia científica passou a ser considerada após os experimentos feitos com a colisão do elétron (matéria) com o pósitron (antimatéria) nos Aceleradores de Partículas. Segundo a ciência, a matéria e a antimatéria são geradas simultaneamente, uma girando (spin) num sentido e a outra no sentido contrário, em obediência à lei da ação-reação. Nessa experiência, observou-se que as partículas não obedeciam a uma lei de colisão, na qual deveriam se anular, mas se comportavam de maneira estranha, tomando direções aleatórias, como se estivessem sendo comandadas por forças externas, impedindo que uma anulasse a outra.

    Tais observações têm levado muitos cientistas a suporem a existência de um comando externo ao Universo, capaz de atuar sobre a energia, influenciando sua modulação e concentração. Segundo a ciência, a energia cósmica, no seu estado de expansão, não poderia se modificar criando formas condensadas (matéria). Surgiu, então, a ideia dos Agentes Estruturadores externos ao cosmo, atuando nele para provocar sua alteração e criar a partícula material.

    A segunda hipótese da ciência sugere a ideia de que o Universo tenha surgido de uma implosão comandada por um Agente Externo, que estabeleceu as leis estritas de sua existência, operadas por seus Agentes Estruturadores Fundamentais – podendo ser o Espírito, que seria o responsável pela expansão e formação do Universo. No entanto, ainda não existem explicações científicas para esse comportamento.

    Após Einstein, a matéria não é mais causa de nada, e sim consequência, pois não passa de energia/luz concentrada – os campos de energia oscilante. Tudo é energia, expressa na sua famosa expressão (E = mc²), ou seja, a energia (E) é igual à massa do objeto (m) vezes a velocidade da luz (300.000 km/s) ao quadrado (c²). Ainda segundo Einstein, nenhum corpo pode viajar a uma velocidade superior à da luz, que, para ele, é um parâmetro constante.

    Como não existe matéria, sendo tudo energia em diferentes estágios de concentração, surgiu a ideia de que, para que a energia se condense, é necessária a existência de uma força externa ao nosso Universo atuando sobre ele, capaz de modular sua energia, condensando-a. Que força é essa? A princípio, admite-se a existência de um Agente Externo. Atualmente, esse Agente é conhecido como frameworker (agente estruturador), que atua sobre a energia cósmica. Essa ideia aproxima a ciência da espiritualidade, que afirma a existência do espírito.

    OS MOVIMENTOS DO NOSSO SISTEMA SOLAR NO ESPAÇO

    Movimento do Sol em torno da Galáxia

    O Sol translada em torno da Galáxia em forma espiralada a uma velocidade de 864.000 km/h. Quando essa espiral atravessa o equador da Galáxia, o Sistema Solar recebe forte emanação radiativa. Esse movimento leva cerca de 30 milhões de anos, e para dar uma volta completa em torno da Galáxia leva 250 milhões de anos (ver as figuras a seguir).

    O Sol, em seu sistema local, translada ao redor de um outro Sol Central chamado Alcyone. Essa translação solar é chamada de Ano Vernal e leva 25.920 anos (precessão dos equinócios), constituindo-se nas Eras Zodiacais. Esse Sol Central possui um anel radioativo perpendicular à trajetória do Sistema Solar, o qual tem que passar por ele a cada, aproximadamente, 12.960 anos, recebendo sua influência.

    REPRODUÇÃO: INTERNET

    Fig. 2 – Movimento simulado do Sistema Solar em torno da Galáxia.

    Movimentos da Terra

    REPRODUÇÃO: INTERNET

    Fig. 3 – Movimentos da Terra.

    A Terra rotaciona em torno de seu eixo a uma velocidade de 1.672 km/h e translada ao redor do Sol a uma velocidade de 108.000 km/h em forma de espiral circular. Todos esses movimentos observados criam uma determinada frequência própria, à qual estamos submetidos e influenciados.

    A energia se movimenta sempre em forma espiralada. Existe a espiral da criação do Universo chamada Espiral Áurica, que não tem princípio nem fim. Temos também a Espiral de Fibonacci, a qual representa a vida; portanto, ela tem princípio, mas não tem fim. O seu fim é no infinito, quando se une à Espiral Áurica (ver as figuras a seguir).

    Fig. 4 – A Espiral Áurica se insere dentro de retângulos áuricos cuja proporção entre seus lados segue o padrão do chamado Número de Ouro (φ = 1,618...). Já a Espiral de Fibonacci segue a sequência mostrada na figura acima, encontrando-se com o valor φ no infinito – União da vida com o Criador!

    O ESPAÇO E O TEMPO

    REPRODUÇÃO: INTERNET

    Fig. 5 – Presente e passado – símbolo do Deus do Tempo – Chronos.

    A figura acima representa dois cones com as aberturas para cima (futuro) e para baixo (passado), que representa o número "8. Quando deitado, representa o infinito ".

    O tempo é infinito e se movimenta na vertical. Ele é relativo e depende da velocidade do movimento. Quanto mais veloz, mais rápido o tempo passa, chegando a desaparecer para uma velocidade infinita (∞) – onipresença. Por isso o tempo para as dimensões superiores parece ser tão rápido para nós (600 milhões de anos = ~1 hora). O espaço só existe no presente e se desenvolve na horizontal.

    A ESCALADA DO CONHECIMENTO: influências cósmicas

    Fig. 6 – A Escalada do Conhecimento.

    A maioria das pessoas está consciente de que algo não usual está ocorrendo aqui na Terra. Estamos vivendo em um tempo extremamente acelerado e estão ocorrendo muitos eventos que nunca haviam sido vistos antes. Segundo Gregg Braden (1995), a percepção do dia de 24 horas está em torno de 14 a 16 horas atualmente, ou seja, mudança de frequências. Há mais pessoas no planeta como jamais houve e, se continuarmos nesse ritmo de crescimento, em muito pouco tempo duplicaremos a população, chegando a 12 bilhões de pessoas. A superpopulação poderá levar ao caos, confusão, violência, fome, revolta, guerra e surgimento de novas espécies e de pragas. De 2019 a 2022 a Terra foi contaminada com a pandemia da Covid-19.

    Desde os tempos de nossa civilização humana conhecida mais remota – os antigos Sumérios (cerca de 3800 a.C., continuando durante quase 5.800 anos, até mais ou menos 1900 d.C.) –, a evolução foi muito lenta. Cinquenta anos depois, de 1900 a 1950, nosso conhecimento praticamente duplicou. E nos vinte anos seguintes, cerca de 1970, o duplicamos outra vez e só foram precisos mais dez anos, por volta de 1980, para duplicar novamente. Atualmente, está duplicando a cada poucos anos (ver figura acima). Hoje, vemos como os computadores estão aumentando rapidamente suas velocidades e capacidade de armazenamento e já se fala em memória atômica (gravada no átomo de silício – computadores quânticos) e na inteligência virtual-artificial...

    A primeira questão da aceleração do conhecimento se deve à intensidade de radiações que o Sol emite para a Terra e dos raios cósmicos, segundo as recentes descobertas dos ciclos de manchas solares, como veremos à frente. Atualmente, estamos passando por um período em que essas radiações são intensas e estão causando o aumento do desenvolvimento, como podemos notar. Também estamos acelerando nossa habilidade para capturar conhecimento. Com essa incrível quantidade de informação entrando em nossa consciência, com certeza promoverá também mudanças na humanidade. O mesmo avanço está ocorrendo com as informações espirituais, que se mantiveram secretas por muito tempo e começaram a ser reveladas por volta da década de 1960.

    Por que tudo isso está agora se sucedendo? Vamos procurar responder a essa indagação no decorrer deste livro.

    No Universo não existem datas, essa é uma criação nossa para comemorarmos e congregarmos alguma coisa. Eventos podem acontecer a qualquer momento, pois estamos nos deslocando no Universo de forma espiralada e cíclica e sujeitos à implacável e inevitável mecânica do universo. Mas as mudanças são paulatinas na vastidão do cosmos e na enormidade dos corpos celestes, e os eventos ocorrem durante um longo período de tempo – é um processo. E nós já estamos mudando há bastante tempo...!

    De tudo o que já passou, o que importa mesmo é que antes nunca houve um número tão grande de pessoas voltadas para as questões existenciais e nunca teve tanta gente consciente como agora. Os eventos previstos e tudo que se falou a respeito dos acontecimentos levaram as pessoas em toda a Terra – movimento global – a refletir e pensar sobre si mesmas, sobre suas responsabilidades, sobre suas vidas, acreditando ou não. A verdade é que esse fato trouxe uma elevação da consciência, e isso mudou a vibração na face da Terra, deixando-a muito forte, e a tendência é crescer... Tudo isso leva a uma grande convergência de pensamentos em prol da Terra e de toda diversidade, meditações, orações, pensamentos positivos etc., criando uma gigantesca egrégora englobando toda a Terra, mudando sua vibração e criando o espírito de unidade. Essa tomada de consciência global possibilita à humanidade dar um salto quântico de suas consciências e criar um Mundo Novo aqui na Terra. Tudo indica que já estamos dando esse salto – aprendemos e estamos no processo... Vamos preservar a criança que existe dentro de nós e não nos deixar apegar aos conceitos e imposições do mundo velho, com todo seu dinheiro, armamentos, crises, medo, violência, opressão, falcatruas, mentiras, descasos, guerras, mortes etc. O nosso Novo Mundo é cheio de esperança, confiança, luz, amor, paz, alegria, satisfação, realizações em todos os campos da atividade humana, liberdade e responsabilidade, cada uma fazendo aquilo que veio aqui fazer. É hora de agir e de fazer tudo que nos propomos. É hora de mudar a forma de educar (recordar), saindo do padrão arcaico e ultrapassado, e entrarmos definitivamente na educação que ensina a fazer agindo de acordo com a realidade e em conformidade com as vibrações da Terra, com amor, participação, compartilhamento, amizade, alegria e satisfação no que se está fazendo e não apenas conjecturando, dando condições para que as pessoas sejam aquilo que desejam ser com liberdade para Ser. Precisamos sair do sistema de assimilação do conhecimento que depende de concentração, mente e memória e, por isso, físico, concreto, limitado e pouco expansivo, e ir para o sistema que nos permite ACESSAR o conhecimento diretamente da fonte inesgotável, do campo das múltiplas possibilidades, que é ilimitado e expansivo. Para isso, é necessário dar um salto, ir além da mente e da memória, meditar, se esvaziar, abrir espaço e buscar a UNIDADE NA DIVERSIDADE, acessando o campo das infinitas possibilidades, o espaço vazio, que é a sede da consciência Imanifesta, aguardando o nosso toque para se movimentar e criar as realizações que desejamos.

    Estamos saltando para o além, para o porvir, para criarmos um mundo em harmonia com as forças cósmicas, com paz, harmonia e respeito pela vida de todos os seres, fazendo, com isso, vibrar novamente a glândula pineal que é a nossa conexão com as vibrações do planeta Terra e do cosmos. Assim podemos acessar o campo das infinitas possibilidades, o espaço vazio, o Campo Akáshico, o conhecimento livre da mente e da memória, com liberdade.

    A sociedade, o status quo, o establishment levaram a humanidade a perder sua sintonia com as vibrações da Terra e cósmicas, nos fechando para atender aos desígnios da sociedade que imprime um modo de vida padronizado, o qual todos devem seguir para serem bem-sucedidos na vida... Agora temos a possibilidade real de nos libertar desse padrão, vivenciando a UNIDADE que possibilita nos conectar livremente com o conhecimento peculiar de cada um dos 7,7 bilhões de humanos e de toda a diversidade, pois, apesar de sermos individuais e plenos, estamos interconectados, e é isso que nos dá vida e força para existir. E essa gigantesca mente planetária irá nos catapultar para muito além... Com essa consciência, tudo será possível, associando a fantástica e já existente tecnologia das novas energias, da preservação e do respeito com a espiritualidade. O que nos espera é um mundo de maravilhas, de integração, de respeito, de preservação, de sustentabilidade, de amor, de compartilhamento e de realizações, e podemos finalmente CRIAR O PARAÍSO AQUI NA TERRA. Essa perspectiva nos leva a nos sentir muito mais leves, tranquilos, equilibrados, pacientes, compreensivos, tolerantes, amáveis, cordiais, muito mais Eu, com muito mais luz, com mais energia, mais plenos, mais dinâmicos, mais realizados com nossas realizações, mais íntegros, mais inteiros, mais integrados, mais ecológicos, mais unos.

    É a crença em um feliz, auspicioso, bem-aventurado, abençoado e novo porvir, cheio de realizações, sabedoria, compartilhamento, doação, conexão, unidade e crescimento, com paz e muita luz.

    O SOL E O CICLO DAS MANCHAS SOLARES: senhor da vida e da morte

    As manchas solares são pontos mais escuros que aparecem na superfície do Sol, devido às atividades que ocorrem, tais como: inversão polar, explosões com labaredas gigantescas que bombardeiam a Terra com radiações eletromagnéticas, chamadas de vento solar. Esses efeitos têm um ciclo de 11,1 anos, quando tais explosões se intensificam. Isso ocorre devido à rotação do Sol, que é diferente entre o polo (37 dias) e o equador (26 dias), pelo fato de a massa do Sol ser gasosa, além de outros ciclos maiores, diferentemente da Terra, que é sólida, fazendo com que ela gire toda igualmente. Segundo o Códice Dresden, os Maias definiam o ciclo de explosões e emissões de radiações eletromagnéticas do Sol em 68.328 dias, e um outro supernúmero definido por 20 ciclos (20 x 68.328 = 1.366.560 dias = 3.744 anos). Cálculos matemáticos recentes sobre os ciclos das manchas solares feitos por Maurice M. Cotterell em 1989 (ref. 156 e 157), utilizando programas sofisticados de computador, definiram o ciclo menor como sendo de 68.302 dias (187 anos), sendo o outro grande número de 20 ciclos (20 x 68.302 = 1.366.040 dias = 3.740 anos). Quando esse grande ciclo se fecha, o campo magnético da lâmina neutra solar se inclina. A Terra tenta alinhar seu eixo com o Sol e também se inclina, o que leva ao deslocamento dos polos. O desvio existente entre os números dos Maias e de Cotterell relativos ao ciclo de manchas solares foi decifrado e entendido por Patrick Geryl, após exaustivo estudo e decodificação do Códice Dresden, que o levou a confirmar o número mágico dos Maias. É a convergência dos conhecimentos maias com a ciência moderna.

    A superposição dos campos polar e equatorial do Sol ocorre a cada 87,4545 dias, causando alterações no Sol com o passar do tempo e regiões mais frias, que são as ditas manchas. Essa atividade cíclica solar afeta a Terra, causando mudanças eletromagnéticas, tais como inversão dos polos, mudança de giro (passando de anti-horário para horário) e mudança de inclinação (hoje, o nosso planeta está inclinado em 23,5º com relação à eclíptica). Essas mudanças causam terremotos gigantescos, vulcões, furacões, maremotos, inundações, deslocamento dos continentes (placas tectônicas), incêndio da atmosfera (bombardeamento das radiações solares e cósmicas), contaminações radioativas (destruição das usinas nucleares), contaminação biológica e química (destruição dos arsenais de armas biológicas e químicas) e destruição das comunicações (aparelhos elétricos e eletrônicos – motores, computadores, transmissores etc.). Com isso, temos a falta de eletricidade, de comida e de água, ou seja, o caos total. Pode ter sido isso que ocorreu no Dilúvio, há 12.000 anos. Além de tudo isso, ainda existe a alteração da frequência eletromagnética, que desorienta todos os seres.

    O estudo dos ciclos de atividade solar remonta aos Atlantes e aos Maias, e Galileu Galilei, no século XVII, também observou esse fenômeno utilizando um telescópio, invenção sua. A ciência ainda não conhece com exatidão a causa do fenômeno. Somente agora, com as descobertas de Maurice M. Cotterell e Patrick Geryl, e com a decodificação do Calendário Maia, é que sabemos como e por que ocorrem os ciclos de manchas solares. São essas manchas que geram as explosões, lançando quantidades imensas de partículas no espaço. Essa massa composta de átomos fragmentados viaja a uma velocidade de 2.000 km/s (7.200.000 km/h) e atinge a Terra em cerca de 20 horas. Para se ter uma ideia, a luz do sol, que viaja a 300.000 km/s, leva 8,5 minutos para chegar à Terra, estando distante dela cerca de 150.000.000 km. O tempo é curto demais para que se tente proteger redes de energia e comunicações. Por isso, é importante prever com antecedência a fúria do Sol para que haja tempo de se proteger. Os cientistas já têm muitas informações a respeito das atividades do Sol. A maior preocupação deles é prever quando essas explosões ocorrerão nos períodos de atividade máxima do Sol. Mas os Atlantes e os Maias já sabiam de tudo isso e, hoje, Cotterell e Patrick as confirmaram e estão nos informando e alertando.

    Normalmente, o Sol emite para o espaço o que se chama de vento solar, que é constituído de várias partículas, entre elas elétrons (-) e prótons (+), que se constituem no núcleo do átomo de hidrogênio H+, quando da fissão do hélio no interior do Sol. Esses elementos chegam à Terra e grande parte é contida na atmosfera (Cinturão de Van Allen – conforme veremos adiante). Porém, uma outra parte que aqui chega afeta tudo. Os locais de maior concentração são os polos, devido ao seu magnetismo. Quando o Sol sofre explosões, como vem ocorrendo, a intensidade dessas partículas é muito maior e, devido ao seu caráter eletromagnético, afeta tudo que existe, desde os equipamentos elétricos e eletrônicos até a própria consciência das pessoas que passam a ficar desorientadas. Este pode ser um dos fatores que estão contribuindo para o estado caótico em que nos encontramos de violência, falcatruas, desastres, desorientações, doenças, desmandos etc. Quando o Sol aumenta as explosões, a Terra não resiste e então é levada à hecatombe global. Hoje já se sabe que o Sol nos dá e também nos tira a vida. Ele é que comanda todo o sistema. Esses acontecimentos são cíclicos e a Terra já passou por vários deles, sendo o último em 9.792 a.C., quando, segundo relatos, desapareceu o continente da Atlântida, e temos também os relatos do Dilúvio e da Arca de Noé. A nossa Arca de sobrevivência mais importante é a que está dentro de cada um de nós. Devemos habilitá-la!

    As maiores explosões solares ocorrem em locais específicos de maior concentração de energia. Segundo estudos, esses locais coincidem com os vértices dos tetraedros inseridos, como mostra a figura a seguir. Esse mesmo fenômeno ocorre na Terra, sendo os pontos de maior energia e os mais suscetíveis a terremotos e cataclismos diversos. Esses pontos estão a exatos 19,47º.

    REPRODUÇÃO: INTERNET

    Fig. 7 – Pontos focais do Sol.

    A vida na Terra é controlada pelo Sol. Tudo na Terra depende do Sol, e por isso ele era tão venerado e respeitado pelos povos antigos, sobretudo os Atlantes, os Egípcios e os Maias. Para salvar a Terra, precisamos conhecer perfeitamente o movimento de precessão e o comportamento do Sol ao longo das eras. Esse foi o legado dos Atlantes, difundido pelos seus descendentes, os Egípcios e os Maias. Mas a arrogância acadêmica atual não quer aceitar as evidências das descobertas feitas por Maurice M. Cotterell e Patrick Geryl sobre os ciclos das manchas solares, com base nos ensinamentos dos Atlantes e Maias. Assim como aconteceu com os mártires da inquisição e com Jesus Cristo, está novamente ocorrendo com esses brilhantes pesquisadores. Eles estão sendo humilhados pelos doutores do saber. A humanidade continua a mesma! A ciência necessita de provas físicas para a comprovação de eventos. Porém, no estágio de conhecimento atual, muitas coisas não têm explicação científica por falta de comprovações... Então a ciência refuta as evidências sem comprovação palpável.

    O sistema solar é um organismo autossuficiente cujo invólucro sutil ou campo mórfico é chamado de heliocosmo, que é o seu campo de influência. Como vimos, a cada 11,1 anos pulsa para fora e depois para dentro por mais 11,1 anos, constituindo-se no movimento cíclico de respiração do Sol. Esses ciclos de inspiração-expiração são denominados heliopausa, cujo movimento total ocorre num período aproximado de 22,2 anos. Esses movimentos binários correspondem precisamente ao ciclo das manchas solares. Essas manchas são positivas (+) e negativas (-), e a cada 11,1 anos as duas manchas encontram-se no equador solar, revertem a polaridade e reiniciam o processo. Dessa forma, o campo mórfico do Sol (campo de atuação) possui um padrão de respiração cuja duração é de 22,2 anos. Essas manchas solares causam grandes distúrbios para as ondas de rádio na Terra e para o campo bioeletromagnético em geral (DNA), bem como influenciam todo o sistema solar. Os Maias detectaram com precisão esses movimentos solares e catalogaram tudo isso em suas inscrições e calendários. Nossos antepassados das antigas civilizações do Egito, Índia, México, Peru, Mesopotâmia, entre outros, conheciam algo sobre esses movimentos solares e suas influências na Terra e esse conhecimento fundamenta a assim chamada adoração ao Sol por esses povos.

    O CINTURÃO DE FÓTONS: luz e vibração

    O Cinturão de Fótons é um anel de fissão do elétron que existe ao redor do Sol Central da Via Láctea, em torno do qual o nosso Sistema Solar circula, tendo de atravessar esse Cinturão a cada 12.960 anos (meio ciclo zodiacal de 25.920 anos). O Sistema Solar leva em torno de dois mil anos para atravessar esse cinturão, tempo durante o qual estaremos sujeitos à influência dessas radiações que penetram tudo, tendo em vista a sua grande intensidade. Essa luz é emanada da fissão do elétron. Segundo previsões, já estamos penetrando esse cinturão e sofrendo sua influência, que está afetando e afetará muito mais o nosso Sistema Solar.

    REPRODUÇÃO: INTERNET

    Fig. 8 – O cinturão radioativo de fótons.

    Precisamos, portanto, de mecanismos que permitam suportar a carga de fótons que receberemos quando o planeta estiver todo dentro do Cinturão de Fótons. Essas transformações, ou acelerações de padrão vibratório, são processos da consciência, portanto, pouco ou nada perceptíveis concretamente, e, por isso, negligenciadas...!

    O Anel Radioativo do Cinturão de Fótons

    Os fatos descritos acima têm a ver com a mecânica do Universo, que leva o Sistema Solar a penetrar o Cinturão de Fótons, descoberto pela primeira vez

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