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O Que Os Bancos Não Querem Que Você Saiba
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O Que Os Bancos Não Querem Que Você Saiba
E-book99 páginas1 hora

O Que Os Bancos Não Querem Que Você Saiba

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Sobre este e-book

Nesta obra, além de mostrar a estrutura da desigualdade social no país, explicando como a elite brasileira consegue colocar os 99% mais pobres da população de joelhos, retrata-se a perversidade do setor bancário no Brasil e o seu grande esforço em manter a estrutura de poder da forma como ela é, para que a população não perceba, se mobilize e exija que seus governantes intervenham nos ganhos atípicos dos bancos brasileiros através dos juros abusivos, o que por consequência traria um grande ganho no seu poder de compra, levando o povo a um melhor bem estar social. Através de princípios de educação financeira, o livro busca também orientar os leitores de como colocar suas finanças em dia, através da compreensão da relação de valor/preço das coisas e o poder que os juros têm de destruir nossa saúde financeira, além de trazer as técnicas para renegociação de dívidas com os bancos, podendo muitas vezes ter descontos de mais de 90% dos juros totais das dividas em situações em que a população sem conhecimento, acaba caindo nas armadilhas das instituições financeiras e entrando em um estado de superendividamento, fruto do empréstimo pessoal, do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial tornando-se escravos financeiros dos bancos, pois o cidadão acaba passando a vida trabalhando apenas para pagar seus carrascos, não podendo ter direito a uma vida digna como qualquer cidadão deveria ter direito, assim sendo, a idéia do livro não é mostrar a capacidade de escrita do autor, mas sim escrever de forma clara, curta e objetiva, em uma linguagem simples, longe dos termos técnicos usados para separar os letrados do resto da população, de maneira que qualquer individuo possa compreender com facilidade o conteúdo aqui exposto. Toda frase ou palavra que poderia trazer dificuldade de interpretação ao leitor foi retirada.
IdiomaPortuguês
Data de lançamento21 de nov. de 2019
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    O Que Os Bancos Não Querem Que Você Saiba - Lucas Delassis

    O QUE OS

    BANCOS NÃO

    QUEREM QUE

    VOCÊ SAIBA

    Aprenda a renegociar suas dívidas.

    Adeus desigualdade social brasileira.

    Lucas Delassis

    [ 2 ]

    Nesta obra, além de mostrar a estrutura da desigualdade

    social no país, explicando como a elite brasileira consegue

    colocar os 99% mais pobres da população de joelhos,

    retrata-se a perversidade do setor bancário no Brasil e o

    seu grande esforço em manter a estrutura de poder da

    forma como ela é, para que a população não perceba, se

    mobilize e exija que seus governantes intervenham nos

    ganhos atípicos dos bancos através dos juros abusivos, o

    que por consequência traria um grande ganho no poder

    de compra da população, levando a um melhor bem estar

    social. Através de princípios de educação financeira, o

    livro busca também orientar os leitores de como colocar

    suas finanças em dia, através da compreensão da relação

    de valor/preço das coisas e o poder que os juros têm de

    destruir nossa saúde financeira, além de trazer as técnicas

    para renegociação de dívidas com os bancos, podendo

    muitas vezes ter descontos de mais de 90% sobre os

    juros totais das dividas, em situações em que a população

    sem conhecimento, acaba caindo nas armadilhas das

    instituições financeiras e entrando em um estado de

    superendividamento, fruto do empréstimo pessoal, do

    [ 3 ]

    rotativo do cartão de crédito e do cheque especial,

    tornando-se escravos financeiros dos bancos, pois a

    pessoa acaba passando a vida trabalhando apenas para

    pagar seus carrascos, não podendo ter direito a uma vida

    digna como qualquer cidadão brasileiro deveria ter direito,

    assim sendo, a idéia do livro não é mostrar a capacidade

    de escrita do autor, mas sim escrever de forma clara,

    curta e objetiva, em uma linguagem simples longe dos

    termos técnicos usados para separar os letrados do resto

    da população, de maneira que qualquer individuo possa

    compreender com facilidade o conteúdo aqui exposto.

    Toda frase ou palavra que poderia trazer dificuldade de

    interpretação ao leitor foi retirada.

    [ 4 ]

    Sumário

    1 – Introdução

    2 – Desigualdade social

    3 – Origem e função dos bancos na economia

    4 – Bancos no Brasil

    5 – Educação Financeira

    6 – Renegociando dívidas: empréstimo pessoal,

    rotativo do cartão de crédito e cheque especial

    [ 5 ]

    INTRODUÇÃO

    Sempre fiquei indignado com a desigualdade social vivida

    em nosso país, quando paro o carro no sinal e vejo

    pessoas com aquele olhar triste, sentindo-se humilhadas

    por estarem debaixo do sol pedindo esmola simplesmente

    para poderem sobreviver, ao ver moradores de rua,

    moradores de favelas vivendo em condições desumanas,

    revirando latas de lixo, vendo metade da população – isso

    mesmo, metade – vivendo com cerca de R$413,00

    mensais, segundo estudo realizado pelo IBGE, (Instituto

    Brasileiro de Geografia e Estatística) o que é menos da

    metade do salário mínimo, que em tese garantiria pelo

    menos o mínimo para a sobrevivência, tudo isso me causa

    uma enorme tristeza, algumas situações vistas me fazem

    sentir até vergonha de ter o privilégio de ter uma casa,

    um carro, um emprego, comida na mesa, tempo de lazer,

    enquanto muitos não tem absolutamente nada e que se

    isso não for escopo das discussões e resolvido com

    [ 7 ]

    extrema urgência, nenhuma outra discussão me parece

    ter sentido.

    Nem sempre podemos dar uma moeda para ajudar estas

    pessoas e se você analisar bem a situação, nem

    deveríamos dar mesmo, já que pagamos altos impostos

    para o governo e caso não saiba, a função do governo é

    uma só, redistribuir renda, ou seja, é pegar uma fatia de

    tudo o que todos nós ganhamos e produzimos, através

    dos impostos e prestar um serviço que redistribua esta

    riqueza da maneira mais eficiente possível, fazendo com

    que todos os seus habitantes tenham direito a uma vida

    digna e estável. No mundo lúcido, normal e empático,

    aqueles que acumulam mais, contribuem com mais

    impostos para que o Estado consiga garantir estes direitos

    aos menos afortunados.

    Não pensem que isto é uma utopia ou uma filosofia

    comunista como a elite e seus economistas comprados

    tentam denegrir, esta é apenas a filosofia econômica

    alcançada por todos os países desenvolvidos do nosso

    planeta e quando dizemos todos, são literalmente todos.

    [ 8 ]

    Aprendi por observação que o sentido da vida deva ser

    dois: o individual que é a busca da nossa própria

    felicidade, ao qual está ligada a fatores pessoais que

    somente nós mesmos podemos idealizar e o sentido

    coletivo, que é ajudar os outros a alcançarem a própria

    felicidade, esta relação se da pelo fato de que não

    podemos ser felizes sozinhos, sempre dependemos de

    fatores externos: da nossa família, da namorada, dos

    amigos, das pessoas que vivem no nosso meio, dos

    empreendedores que trazem riquezas para nossas vidas

    como: padarias, restaurantes, lojas de roupas, fábricas de

    bolas de futebol, de produtos femininos, das construtoras

    para fazerem nossas moradias, etc. logo para que o

    mundo entre em harmonia, é necessária uma

    reciprocidade na busca pela felicidade, ajudar e ser

    ajudado.

    Mas se não tenho como ajudar todos os brasileiros

    sofridos, eu queria poder contribuir com alguma coisa que

    pelo menos melhorasse um pouco as suas vidas e sendo

    assim, resolvi escrever esta obra, pois eles podem nos

    tirar todos os direitos previstos na Constituição, mas não

    [ 9 ]

    podem nos tirar o conhecimento, o conhecimento liberta e

    através dele podemos encontrar as ferramentas certas

    para enfrentar este sistema injusto e desigual vivido no

    nosso país e melhorarmos a qualidade de nossas vidas.

    Por isso vou mostrar como funciona a estrutura da

    desigualdade social do Brasil, quem são seus

    responsáveis, como os bancos cumprem o seu papel nesta

    estrutura e no último capitulo espero poder ajudar

    aqueles que covardemente caíram nas armadilhas dos

    juros do cheque especial, do rotativo do cartão de crédito

    e do empréstimo pessoal e que hoje se tornaram escravos

    financeiros dos bancos, muitas vezes pegando um

    empréstimo de um mil reais que se tornou uma bola de

    neve, alcançando cifras de 15..20..30..100 mil reais em

    dívidas e tudo o que esta pessoa ganha trabalhando, é

    transferido para o bolso dos banqueiros através dos juros

    e assim espero poder ensinar as

    Está gostando da amostra?
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