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Apostila Eletricidade Industrial

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Aplicação dos equipamentos nas instalações elétricas industriais e prediais em baixa tensão.

Bruno Penso Filho ( Consultor / Professor )

Outubro / 05

Sumário
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Páginas

Circuitos básicos de uma instalação em baixa tensão ................................................................................. 2 Circuito típico de comando ........................................................................................................................... 3 Formulário básico ......................................................................................................................................... 4 Classificação dos equipamentos de manobra e proteção ............................................................................ 5 Normas para atender a aplicação dos equipamentos de manobra e proteção em baixa tensão ................. 6 Dados básicos para condições normais de operação .................................................................................. 6 Características básicas dos componentes .................................................................................................... 6 Anormalidade do pior caso - curto-circuito .................................................................................................... 6 Corrente presumida de curto-circuito ............................................................................................................ 7 Limitação da corrente de curto-circuito ......................................................................................................... 7 Cálculos básicos de curto-circuito ................................................................................................................ 8 Fusíveis - características construtivas e de especificação ........................................................................... 8 Seccionadores - características construtivas e de especificação ................................................................ 12 Disjuntores - características construtivas e de especificação .......................................................................12 Características de desempenho, operação e controle dos fusíveis e disjuntores ........................................ 19 Seletividade .................................................................................................................................................. 21 Desenvolvimento de partida das cargas típicas ......................................................................................... 24 Contatores - categorias de emprego ........................................................................................................... 25 Contatores - características construtivas ..................................................................................................... 26 Durabilidade elétrica, análise e substituição dos contatos dos contatores ................................................... 27 Garantia do bom desempenho do contator ................................................................................................. 29 Relé de sobrecarga - princípio construtivo .................................................................................................. 30 Curva característica de disparo e a coordenação de proteção ................................................................... 31 Causas das sobrecorrentes de sobrecarga ................................................................................................. 31 Atuação de um relé com proteção de falta de fase ...................................................................................... 32 Proteção plena dos motores ........................................................................................................................ 33 Relé de sobrecarga eletrônico ...................................................................................................................... 34 Garantia de desempenho de um relé de sobrecarga .................................................................................. 35 Coordenação de proteção em combinações de partida .............................................................................. 35 Partida de motores - Premissas de escolha ................................................................................................. 36 Métodos de partida ...................................................................................................................................... 36 Partida direta, estrela-triângulo, compensadora e partida suave ( soft-starter ) - Características básicas .. 37 Partida direta, estrela-triângulo, compensadora - Especificação dos componentes .................................... 42 Partida direta - Tabelas de escolha ............................................................................................................. 43 Partida direta, estrela-triângulo, compensadora e partida suave ( soft-starter ) - Esquemas de ligações ... 45 Correção do fator de potência - Formas típicas de aplicação ..................................................................... 53 Manobra e proteção de motores ( com funcionalidade inteligente ) ............................................................. 54 Evolução da automatização - Vantagens da rede de comunicação ............................................................. 55 Normas técnicas / Normas de instalações elétricas de baixa tensão ........................................................... 57 Componentes da instalação - Funções e características básicas ................................................................ 58 Falhas elétricas - Curto-circuito e sobrecarga .............................................................................................. 59 Disjuntores - Aplicação das normas, definições das capacidade de interrupção e curvas características .. 60 Condutores - Normas, dimensionamento, proteção contra falhas elétricas e coordenação de proteção .... 63 Disjuntores 5SX2 - Curvas I2.t ...................................................................................................................... 65 Mini-disjuntores mono-bi-tripolares 5SX ...................................................................................................... 66 Falhas elétricas - Corrente de fuga (diferencial-residual) ............................................................................. 66 Dispositivos DR - Princípio de atuação, funcionamento e aplicação conforme a norma ..............................67 Tipos e configurações de redes elétricas ..................................................................................................... 68 Dispositivos DR - Execuções e número de pólos ......................................................................................... 70 Princípio de proteção das pessoas ............................................................................................................... 71 Dispositivos DR / Disjuntores DR ................................................................................................................ 72 Dispositivos de proteção contra surtos – DPS .............................................................................................. 73 Quadro e caixas de distribuição .................................................................................................................... 76 Sistema N - Componentes ............................................................................................................................ 77
1

Aplicação dos equipamentos nas instalações elétricas industriais em baixa tensão.
CONTATORES

CHAVES DE PARTIDA

RELÉS DE SOBRECARGA

DISJUNTORES

SECCIONADORES

BOTÕES DE COMANDO

TRANSFORMADORES

CHAVES FIM DE CURSO

INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO

Circuitos básicos de uma instalação elétrica industrial na baixa tensão.

2

• • Circuito de comando. Uma proposta otimizada orienta a distribuição em razão da elevada importância. circunstância de disponibilidade da potência.. etc. 3 .Circuitos básicos de uma instalação elétrica industrial na baixa tensão. exigências ou confiabilidade dos serviços. A escolha da composição (método de partida) de um ramal para manobra e proteção da carga típica (motor) é especificada em base ao seu tamanho (potência). A distribuição do sistema é dada basicamente pela necessidade simples de divisão das cargas. o que dispensa qualidade de serviços a montante. A escolha de composição (métodos de partida) pode considerar outras variantes.. • • A entrada do sistema deve possuir a melhor qualidade de operação e proteção para atender circunstâncias de pior caso. em condições normais. em defeito e inclusive em caráter de emergência. como confiabilidade de serviço. em especial o desligamento. A composição de um ramal pode garantir a operação. características da máquina a ser acionada. Exemplo: Chave de partida estrela-triângulo. distância da fonte de alimentação.

cos ϕ Corrente alternada trifásica I= U= S 3. Falha no sinal de comando pode causar acidentes às pessoas e perdas materiais Para se cumprir com a necessária confiabilidade.U .I 2 U= U2 R P = U . cos ϕ I= U = R.U . Para circuitos monofásicos / bifásicos / trifásicos.: Tensão e corrente se referem a valores eficazes 4 .I .U .I . observar a referência dos produtos. Circuitos Grandezas Corrente (A) Tensão (V) Potência ativa (W) Potência reativa (Var) Potência aparente (VA) Corrente contínua U R U= P= P I Corrente alternada monofásica I= S U . cos ϕ S 3. cos ϕ P2 = S 2 −Q2 Q = 3.I S 2 = P2 + Q 2 - S = U . assim como da melhor forma estar imune aos desvios inerentes de uma planta elétrica industrial atual.U .sen ϕ P = 3 .I .I . cos ϕ S I .senϕ Q2 = S 2 − P2 S = 3. cos ϕ Q = U .I P = R.I . • • • Os circuitos de alimentação (potência) estão sujeitos naturalmente a anomalias de sobrecargas e até um curto-circuito Os circuitos de comando são os responsáveis pela produção dos serviços na potência.I Obs.Circuito de comando. Formulário básico. os circuitos de comando devem ser projetados a garantir a melhor qualidade de especificação.

curto-circuito) Para proteção contra valores não normais Disjuntores Proteção de corrente. Com uma capacidade nominal de ligação Tipos Seccionadores Seccionadores com mecanismo de disparo e câmaras de extinção Manobra sob carga Capacidade de manobra Manobra de motores e de interrupção atendendo a partida de motores em condições normais. Para a interrupção de um circuito em Seccionamento Aplicação Seletores todos os condutores com uma indicação confiável da posição de manobra. da falta de fase. Com uma capacidade nominal de ligação Contatores Manobra sob carga e de interrupção para condições nominal e anormal (pior caso . Dispositivos de proteção Contatores Manobra Para ligações e interrupções freqüentes. Relés de supervisão e Relés de tempo Disjuntores Seccionadores Botões de comando Contatores Comando Para a manobra quando é passado um Supervisores limite superior ou inferior ajustado de uma grandeza ou de um estado de operação. Para a seleção de um circuito entre dois ou mais circuitos. etc. Para a manobra de circuitos auxiliares Seccionadores Comutadores de múltiplas posições Botões de comando e Contatores auxiliares Chaves fim de curso.Classificação dos equipamentos de manobra e proteção. Classificação Definição Manobra em vazio Operação Para manobra de circuitos praticamente sem corrente. Com uma capacidade nominal de ligação e de interrupção. Até mil manobras Até cem mil manobras Até um milhão de manobras Acima de um milhão de manobras Quanto à capacidade de manobras 5 . da tensão.

Devem ser claras e permanentes.000m Umidade: não deve exceder a 50% (em temperatura de +40ºC) (cuidar da condensação por variação da temperatura) Caracterísiticas básicas dos componentes. • • • Temperatura ambiente: não deve ser superior a + 40ºC (média + 35ºC em período de 24h) (temperatura ambiente ao redor do componente) Altitude: não superior a 2. • Identificação do componente e seus terminais de ligação. Contatores de potência. • Proteção de anomalias. Painéis para manobra e proteção de cargas em baixa tensão. um curto-circuito. Curto-circuito • • • Curto-circuito pleno é dado com uma fatalidade. botões de comando e auxiliares de comando. tem registrado níveis de corrente inferiores a 50% do valor pleno.Normas para atendimento dos equipamentos de manobra e proteção em baixa tensão. Condições normais para operação. IEC 60947-1 IEC 60947-2 IEC 60947-3 IEC 60947-4 IEC 60947-5 IEC 60947-7 IEC 60269 IEC 60439-1 Equipamentos de manobra e proteção em baixa tensão . Conectores e equipamentos auxiliares. . As especificações da proteção podem considerar as probabilidades do curto-circuito e as conseqüências.Deve ser informado o tipo do condutor (rígido ou flexível). Seccionadores e seccionadores-fusível.Devem ser especificadas as características das proteções para sobrecorrentes de sobrecarga e curtocircuito necessária ao componente (para a anomalia de pior caso. Fusíveis para baixa tensão.especificações gerais. . Anormalidade de pior caso. 6 . Disjuntores. Contatores auxiliares. relés de sobrecarga e conjuntos de partida. as seções (mínimas e máximas) e o número de condutores simultâneo por terminal de conexão. deve-se informar as conseqüências ou medidas a serem tomadas). Dados básicos de especificação. • Capacidade de conexão dos condutores. condição de pior caso. . Curto-circuito de ordem prática.

kA 50 48.2 40 Tensão secundária 380V 30 20 15 10 Z = 4% Z = 6% 145 180 230 250 360 455 580 720 910 1160 1445 1810 2170 2310 2890 3610 Corrente nominal Ie (A) 100 125 160 200 250 315 400 500 630 800 1000 1250 1500 1600 2000 2500 Potência nominal Pa (kVA) Limitação da corrente de curto-circuito. Em base ao transformador de alimentação.Corrente presumida de curto-circuito. Ik I Ic Un t U UB tA tA Un UB Tempo de interrupção (extinção do arco) Tensão nominal Tensão de impulso (extinção do arco) Ik Ic Corrente de impulso de curto-circuito Corrente limitada de curto-circuito 7 .

Curto-circuito em terminais de transformadores Tipo de curto-circuito Corrente de curto-circuito Trifásico I cc= P 3 .U .Z Onde: P = Potência do transformador ( VA ) U = Tensão de rede ( V ) Z = Impedância do transformador ( % ) Icc = Corrente de curto-circuito ( A ) Fusível Diazed.Cálculos básicos de curto-circuito. 1 2 1 2 Contato superior Elo fusível 3 4 3 Corpo cerâmico 4 Areia de quartzo 5 Contato inferior 5 8 .

9 .Fusível NH. 1 2 3 4 5 6 1 Contatos 2 Elo fusível 3 4 Corpo cerâmico Areia de quartzo 5 Indicador de estado 6 7 7 Terminal de conexão Base Demonstração do desempenho adequado da interrupção do curto-circuito.

Fusível NH. 10 . Curvas com zonas de tempo e corrente de disparo.

Fusíveis ultra-rápidos SITOR. A escolha do fusível é feita basicamente em função da tensão nominal. de modo que possa interromper de forma segura e eficiente a corrente de curto-circuito.Fusível NH. 11 . • Corrente de corte IC (valor máximo) = 10 kA (limitação de corrente). integral de Joule e tensão de interrupção. Os fusíveis ultra-rápidos são especialmente indicados para proteção de diodos e tiristores em retificadores e conversores. • Fusíveis-corrente nominal In = 100 A. A tensão de alimentação não deve exceder Un +10%. Limitação de corrente. Um fusível deve ser escolhido em função da tensão nominal [Un]. Exemplo de aplicação (observando o gráfico): • Corrente presumida de curto-circuito ICC (valor eficaz) = 20 kA.

Seccionadores.23 ERGON S32 ERGONFUSE 3NP4 Disjuntores.corrente limite que pode causar danos e impedir continuar operando Ics .Corrente máxima de curto-circuito nominal Forma genérica para as capacidades de interrupção do disjuntor (Icu / Ics ≥ Icc) Icu -Corrente máxima de interrupção (ciclo 0-t-C0) .21 Especificação das cargas Manobra em vazio Manobra de cargas resistivas com moderada sobrecarga Resistências Manobra de cargas mistas resistivas e indutivas Resistências e motores Manobra de cargas de alta indutividade Motores AC .22 AC . Icn .IEC 60947-3 Corrente alternada AC .Corrente de curto-circuito de serviço (ciclo 0-t-C0-t-C0) corrente que permitirá continuar operando 12 .20 AC . Categorias de emprego . Definições das capacidades de interrupção.

1 6 2 1 Contatos principais Câmara de extinção Transformador de corrente dos disparadores de proteção Mecanismo de acionamento Manopla de acionamento Acionamento motorizado 2 3 4 4 3 5 5 6 13 .Disjuntores para manobra e proteção do sistema.

14 . Curvas características típicas. Disjuntores para manobra e proteção de sistema. Disparadores de proteção (módulo eletrônico).Disjuntores para manobra e proteção de sistema.

Curvas características de disparo.Disjuntores para manobra e proteção de sistema. 15 .

16 . Curvas características típicas. Disjuntores para manobra e proteção de circuitos de distribuição e de motores.Disjuntores para manobra e proteção de circuitos. Curvas características de disparo.

1 6 15 x Ie Disjuntores para manobra e proteção de motores. Disjuntores para manobra e proteção de motores (disparo por sobrecarga). Curvas características típicas t 2h 1 Desenvolvimento da partida do motor. 2 2 3 3 1 Disjuntores para manobra e proteção de motores (disparo por curto-circuito ). 1 3 2 1 2 3 Caixa moldada Contatos Câmara de extinção Mecanismo de disparo e manobra Disparadores de proteção para sobrecarga e curto-circuito 4 4 5 5 17 . Partida de motores.Disjuntores para manobra e proteção de motores.

Curvas características de disparo.Disjuntores para manobra e proteção de motores. 1 3 5 1 Lâmina bimetálica de sobrecarga Bobina eletromagnética de curto-circuito 2 3 Manopla de acionamento 4 Contatos 5 2 4 6 6 Câmara de extinção Fixação rápida por engate sobre trilho 18 . Minidisjuntores para manobra e proteção de circuitos 5SX.

04 0.6 0. Curvas características de disparo.4 0.01 1 1.6 0.4 0.02 0.5 2 3 4 5 6 8 10 15 20 30 x In x In Obedecem as normas – NBR IEC 60898 e NBR IEC 60947-2 Características para desempenho no curto-circuito. 120 60 40 120 60 40 minutos 10 6 4 2 minutos 20 Curva B Curva B 20 10 6 4 2 Curva C Curva C tempo 1 40 20 10 6 4 tempo 1 40 20 10 6 4 segundos 2 1 0.1 0.02 0. Fusível Disjuntor • Dispensa cálculo fino da corrente de curto-circuito • Necessita de cálculo fino da corrente de curto-circuito • Alta capacidade de interrupção • Elevada limitação • Otimização do tempo de interrupção • Capacidade de interrupção variadas • Limitação em alta capacidade de interrupção • Tempo de interrupção variado • Disponibilidade com restrições • Custo variado • Disponibilidade fácil • Baixo custo A confiabilidade de operação do fusível ou disjuntor é assegurada pela conformidade das normas vigentes e referências do fabricante. 19 .06 0.1 0.5 2 3 4 5 6 8 10 15 20 30 segundos 2 1 0.04 0.Disjuntores para manobra e proteção de circuitos 5SX.2 0.01 1 1.2 0.06 0.

com restrições (com seccionador com porta-fusível) Sim. com restrições (acompanhar evolução da temperatura) Sim • Intercambialidade • Requer manutenção Não Não. Fusível Disjuntor • Religamento após anomalias .Não . evolução de temperatura) • Sinalização remota • Ocasiona parada do trabalho Sim. com restrições (estado dos contatos) Sim • Desligamento total da rede por anomalias • Manobra manual segura Sim • Comando remoto Sim • Identificação da condição de uso Sim.Sim . com restrições (registro de eventos. simples Sim. onerosa • Seletividade • Intertravamento Sim.Características de operação e controle. evolução da temperatura 20 . com restrições (supervisor de fusíveis) Sim Sim Não. com restrições (estado dos contatos) Sim. com restrições (evolução da temperatura) Não.Não Sim.Sobrecarga . são normalizados Não. com restrições (registro de eventos.Sim. com restrições (com seccionadorfusível) Não .Curto-circuito . com restrições (com supervisor de fusíveis) Sim.

Seletividade. Fusíveis em série. a seletividade com fusíveis em série é dada por: Em 380 V à F1 = 1. pode ser otimizada através da análise de proteção de retaguarda (back-up) • • 21 .6 F2 Disjuntores em série.Degraus de corrente . Q1 Q1 t Q2 ∆t Q2 I • A seletividade com disjuntores em série é dada por: . F1 t F1 F2 F2 ∆t I Na prática.25 F2 Em 500 V à F1 = 1.Disparo temporizado Nota: A seletividade pode também ser confirmada pelo arranjo de disjuntores mostrados em tabelas de seletividade (veja a seguir) Escalonamento de tempo na ordem de 70 a 150 ms A especificação do disjuntor em série.

6 2 2.3 8 10 12. 3 16 20 25 32 40 45 50 22 . Disjuntor a jusante Disjuntor a montante 3VL4 TM (ajustável / ajustável) In (A) I > (A) Icu (kA) 160-200 1000 .25 1. 1 1 1. Para disjuntores ligados em série em 400 VCA.2 4 5 6.5 16 20 22 25 3RV1.6 2 2.Tabela de seletividade.5 3.2000 45/70/100 200-250 1250-2500 45/70/100 250-315 1575-3150 45/70/100 315-400 2000-4000 4570/100 3RV1.2 4 5 6. 2 1 1.25 1.3 8 10 12 12 15 19 24 30 38 48 60 76 96 120 144 12 15 19 24 30 38 48 60 76 96 120 150 192 240 264 300 192 240 300 384 480 540 600 100 100 100 100 100 100 100 100 100 50 50 50 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 50 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 8 4 4 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 40/50 6 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 5 4 3 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 12 6 6 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 10 6 6 40/50 15 8 5 4 3 3 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 40/50 12 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 10 8 8 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 40/50 40/50 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 45/70/100 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 40/50 12 12 3RV1.5 3.

Seletividade. 3VL Retardo programado para retaguarda do sistema (back-up) M 3~ M 3~ M 3~ Disjuntor e fusíveis. Fusíveis com disjuntor. • • Na prática. a seletividade com fusível a montante de disjuntor é dado com um escalonamento de tempo na ordem de 70 ms. pode ser otimizada através da análise da proteção de retaguarda (back-up). Disjuntores em série. 23 . Escalonamento de tempo na ordem de 100 ms. A especificação do disjuntor em série com o fusível. td = 150 ms tzss = 50 ms 3WL td 3WL td = 80 ms tzss = 50 ms Retardo ajustado para disparo seletivo tzss 3RV. • • A seletividade de disjuntor montante de fusível é possível quando a corrente nominal do fusível seja bem abaixo a do disjuntor.

Carga indutiva. 24 .Desenvolvimento de partida.

Categorias de emprego . manobras intermitentes.Contatores. Corrente alternada AC – 1 AC – 2 AC – 3 AC – 4 Especificações das cargas Cargas não indutivas ou de baixa indutividade Resistências Motores com rotor bobinado (anéis) Partida com desligamento na partida e regime nominal Motores com rotor em curto-circuito (gaiola) Partida com desligamento em regime nominal Motor com rotor em curto-circuito (gaiola) Partida com desligamento na partida. vapor de mercúrio. manobras intermitentes Lâmpadas de descarga em gás (fluorescentes.IEC 60947-1. Categorias de emprego . vapor de sódio) Lâmpadas incandescentes Transformadores Banco de capacitores Cargas de aparelhos residenciais ou similares de baixa indutividade Motores de aparelhos residenciais Motores-compressores para refrigeração com proteção de sobrecarga AC – 5A AC – 5b AC – 6A AC – 6b AC – 7A AC – 7b AC – 8 Corrente contínua DC – 1 DC – 3 Especificações das cargas Cargas não indutivas ou de baixa indutividade Resistências Motores de derivação (shunt) Partidas normais. frenagem Motores série Partidas normais. frenagem Lâmpadas incandescentes DC – 5 DC – 6 Contatores auxiliares / Contatos auxiliares. partidas com inversão de rotação.IEC 60947-1 Corrente alternada AC – 12 AC – 13 AC – 14 AC – 15 Especificações das cargas Cargas resistivas e eletrônicas Cargas eletrônicas com transformador de isolação Cargas eletromagnéticas ≤ 72 VA Cargas eletromagnéticas > 72 VA Especificações das cargas Cargas resistivas e eletrônicas Cargas eletromagnéticas Cargas eletromagnéticas com resistências de limitação Corrente contínua DC – 12 DC – 13 DC – 14 25 . partida com inversão de rotação. manobras intermitentes. partidas com inversão de rotação.

Contator de potência. 2 10 5 4 1 9 1 3 6 2 3 4 5 7 9 6 7 8 10 8 9 10 Terminais de conexão 1 2 3 1 4 5 3 6 4 5 6 7 7 2 Terminais de conexão Câmara de extinção de arco Contatos de potência Bobina Sistema magnético Contatos auxiliares Elemento de bloqueio quando retirada a câmara de extinção de arco 26 Núcleo fixo Bobina Núcleo móvel Suporte de contatos móveis Carcaça Contato móvel Contato fixo Câmara de extinção Bloco de contatos auxiliares .

Nomograma para estimativa da durabilidade elétrica. 27 .Durabilidade elétrica dos contatos.

Análise e substituição dos contatos de contatores. Contato normal de uso Contato desgastado Retirada do contato móvel Troca de contatos 28 .

um curto-circuito.Destruição dos contatos . Orientar a especificação do elemento de proteção de curto-circuito em base às coordenações de norma (IEC 60947-4) e catálogo técnico do fabricante.Perda acelerada de massa dos contatos .Destruição da bobina (≈1min) • Soldagem leve (separável) . O bom desempenho é assegurado quando as peças de reposição são efetivamente originais 29 .Utilização dos contatores.Falha de conexão e condução • Capacidade de ligação e condução Defeitos • Ruído de vibração . Adequada atuação de um relé de sobrecarga. os desligamentos por anormalidade.Transformador de comando sub-dimensionado . Promover de forma sistemática. orientados pelas coordenações de norma (IEC 60947-4) e catálogo técnico do fabricante. Em caso de desvio acentuado de temperatura. Acompanhar o estado dos contatos através de projeção da durabilidade elétrica e registro de eventos. o acompanhamento da evolução das temperaturas dos contatos com o contator em operação. programar a desativação para avaliar o estado dos contatos e tomar as providências cabíveis. em especial.Tensão de comando derivada da potência . estará protegendo o contator de sobrecorrentes. o que contribui para a sua garantia de bom desempenho. Desvios • Subtensão no comando .Área de brilho fosco Destruição das partes adjacentes aos contatos • Perda de massa com pingos de derretimento Destruição das partes adjacentes aos contatos • Durabilidade elétrica • Freqüência de manobras • Curto-circuito Garantia do bom desempenho do contator. em base ao registro de eventos. Avaliar e tomar as providências cabíveis após a anormalidade de pior caso. Desvio dos valores nominais de operação.Área de brilho fosco Perda de massa com deformações do contato .Áreas fundidas Soldagem intensa (inseparável) • Capacidade de interrupção • Perda acelerada da massa dos contatos Destruição das partes adjacentes aos contatos • Destruição das partes adjacentes aos contatos Soldagem intensa (não separável) • Soldagem leve (separável) .

1 Para rearme automático 2 3 Para rearme manual 4 5 6 7 1 Botão de rearme 5 Cursor de arraste 2 3 Contatos auxiliares Botão de teste 6 Lâmina bimetálica principal 7 4 Lâmina bimetálica auxiliar Ajuste de corrente 30 .Relé de sobrecarga bimetálico. Princípio construtivo.

Desvios de tensão e freqüência. Falta de fase. Relés de sobrecarga. Elevada freqüência de manobras. Causas das sobrecorrentes de sobrecarga. Partida difícil (prolongada).Curva característica de disparo e coordenação de proteção. • • • • • • Rotor bloqueado. 31 . Sobrecarga em regime de operação.

32 .Atuação de um relé de sobrecarga com proteção de falta de fase.

relés de sobrecarga. Classe de disparo . condutores. 33 . Proteção com Fusíveis / Disjuntor e Relé de sobrecarga / Disparador de sobrecarga Proteção com Fusíveis / Disjuntor e Sensor térmico (termistor) Proteção com Fusíveis / Disjuntor e Relé de sobrecarga / Disparador de sobrecarga e Sensor térmico (termistor) M 3~ M 3~ M M M M Causas Sobrecarga em regime de operação Falta de fase Desvios de tensão e freqüência Rotor bloqueado Partida difícil (prolongada) Elevada freqüência de manobras Temperatura elevada (no motor) Obstrução do resfriamento (no motor) Proteção dos motores Total Total Sem Parcial Sem Sem Total Parcial Total Total Total Total Total Total Total Total Total Total Relés de sobrecarga.IEC 60947-4. contatores. ou sejam. etc. Classe de disparo 10 A Tempos de disparo 2 a < 10 s 4 a < 10 s 6 a < 20 s 9 a < 30 s Tipo de partida Normal Normal Prolongada (pesada) Prolongada (pesada) 10 20 30 Nas partidas prolongadas (pesadas) deve-se revisar/ajustar as especificações dos componentes do sistema de partida.Proteção plena dos motores.

Relé de sobrecarga eletrônico 3RB12. 5 6 7 8 1 Sinalização pronto para operar (LED verde) Sinalização disparo por corrente de fuga (LED vermelho) Sinalização disparo por sobrecarga ou pelos termistores (LED vermelho) Rearme e teste Ligação para tensão de comando 2 1 2 3 4 3 11 4 12 5 6 7 Ligação para os termistores Ligação para corrente de fuga pelo transformador de corrente 3UL22 Ligação para rearme à distância ou automático Contatos auxiliares 1NA + 1NF sobrecarga ou termistores Contatos auxiliares 1NA + 1NF corrente de fuga Ajuste de corrente Ajuste de classe de disparo para para 8 9 10 9 10 11 12 Relé de sobrecarga eletrônico 3RB12. Curva característica de disparo. 34 .

desligamento seguro da corrente de curto-circuito. Valor do ajuste situado do meio para final da faixa. A chave estará incapaz de continuar funcionando após desligamento. Coordenação de proteção.Garantia do bom desempenho na proteção de sobrecarga. Valor de ajuste pode ser inferior à corrente nominal do motor e permitir normalmente a partida. nas condições normais de trabalho. Para proteção total do motor deve-se incluir a supervisão de temperatura do mesmo e o sensoriamento da corrente de fuga. • • Coordenações de proteção. O bom desempenho de um relé de sobrecarga. Desta forma a escolha do tipo de coordenação deve considerar as condições práticas de probabilidade do curto-circuito e as exigências de serviço da instalação. • Corrente presumida de curto-circuito de até 50 kA em 500VCA 35 .: motor trifásico . ou seja. Especificação do elemento para a proteção de curto-circuito orientada pelas coordenações de norma (IEC 60947) e catálogo técnico do fabricante. Chaves de partida. Ajuste no campo. ou seja. ou seja. desligamento seguro da corrente de curto-circuito.categoria de utilização AC-3) é orientada por norma a obedecer determinados resultados quando sujeita a anormalidade de pior caso. A experiência tem registrado que um curto-circuito de ordem prática é de menos que 50% do pleno (pior caso). além de atender a capacidade da carga (por ex. um curto-circuito pleno. independente de sua forma construtiva. Coordenação tipo 2 Sem riscos para as pessoas e instalações. • Uma chave de partida. Um curto-circuito pleno é dado como uma fatalidade. Não pode haver danos ao relé de sobrecarga ou em outras partes com exceção de leve fundição dos contatos do contator e estes permitam fácil separação sem deformação significativa. permitindo danos ao contator e ao relé de sobrecarga. Ajuste do relé de sobrecarga no máximo na corrente nominal do motor. é garantido pelo adequado ajuste e especificação do elemento de proteção de curto-circuito. IEC 60947-4 • Coordenação tipo 1 Sem riscos para as pessoas e instalações.

Distância da fonte de alimentação.Iq = 50 kA Assegura o aproveitamento do contator e relé de sobrecarga através de ajuste do dimensionamento e conseqüente custo elevado Corrente de curto-circuito prática. Circunstância de disponibilidade da potência de alimentação. Confiabilidade de serviço.Tipo 2 para corrente presumida de curto-circuito . Partida e operação por inversor de freqüência.Iq = 50 kA . • • • • • Partida direta. 36 . • • • • Características da máquina a ser acionada. Métodos de partida. permite utilizar componentes básicos e otimizar o dimensionamento • Aplicação a mais segura . Partida suave (soft-starter). Partida por auto-transformador (compensadora).Tipo 1 para corrente presumida de curto-circuito .Iq = 50 kA Permite utilizar componentes básicos com dimensionamento conforme a corrente nominal da carga e com custos baixos • Aplicação prática .Tipo 2 para a corrente de curto-circuito prática . Partida estrela-triângulo.Definições para aplicação das coordenações de proteção.r Em base a corrente de curto-circuito prática no ponto de instalação.Tipo 1 para corrente presumida de curto-circuito . Premissas de escolha. IEC 60947-4 • Aplicação econômica . IEC 60947-4 Corrente nominal Ie / AC-3 em A 0 16 63 125 315 630 1000 < < < < < < < Ie Ie Ie Ie Ie Ie Ie ≤ ≤ ≤ ≤ ≤ ≤ ≤ 16 63 125 315 630 1000 1600 Corrente de curto-circuito prática “r” em kA 1 3 5 10 18 30 42 Partida de motores.

Características básicas. 37 . Características básicas Partida estrela-triângulo (tensão reduzida).Partida direta (plena tensão).

Partida por auto-transformador (tensão reduzida) Características básicas Partida suave (soft-starter) Características básicas • • • • • Aplicada no acionamento de máquinas que partem em vazio ou com carga Permite parametrização de tensão em rampa oferecendo uma aceleração progressiva e uniforme da máquina o que possibilita redução da disponibilidade de potência para alimentação Em base às suas características de aplicação exige melhor qualidade de supervisão para se obter confiabilidade de serviço Pela ausência de choques mecânicos na aceleração da máquina aumenta consideravelmente os intervalos de manutenção o que contribui para uma maior vida útil do equipamento Pelas características básicas é a alternativa para a partida por auto-transformador (compensadora) 38 .

Desenvolvimento da partida.Softstarter (rampa de tensão) Ι Μ Μmáx Corrente t Conjugado t 39 . Partida direta (plena tensão) Ι Μ Μmáx Corrente t Conjugado t Partida estrela-triângulo (tensão reduzida) Ι Μ Μmáx Corrente t Conjugado t Partida suave .

Ie = corrente nominal do SIKOSTART Tempo de rampa Tensão inicial de rampa Limitação de corrente Tempo de parada Desligado Ligado Parada de bomba Frenagem em CC Parada suave Impulso de tensão Economia de energia Partida de emergência Temperatura ambiente Detecção de partida concluída Interface com PC . SIKOSTART • Características para especificação e operação: .Partida suave (soft-starter). gerenciamento e manobra em PC.Programa de comunicação para colocação em operação.Programa de simulação para especificação em PC.RS232 40 . .

Partida suave (softstarter) SIKOSTART Desenvolvimento do conjugado com a rotação 41 .

6 If∆ = 0.Corrente de fase em estrela M1 M 3~ 42 . 3 Q1 I> In Q 1 I> I n K1 K1 K1 F 4 F1 M1 M 3~ M1 M 3~ M1 M 3~ In . 2. Definição dos valores de corrente para especificação dos componentes.Partida direta. 5. 2.58 x In K1 F4.corrente nominal do motor Partida estrela-triângulo. F1. 3 If∆ = 0.Corrente de fase em triângulo IfΥ .58 x In K2 K3 IfΥ = In 3 F7 In .Corrente nominal do motor If∆ . Definição dos valores de corrente para especificação dos componentes. In F1.

10 20 25/18.7 6/4. Coordenação tipo 2. Corrente presumida de curto-circuito: 50 kA em 500 VCA Tabela de escolha Motores trifásicos Potências máximas na categoria de utilização AC-2/AC-3.k2) x In F 7 k .8 e 0. 60 Hz em: 220 V cv/kW Chave de partida direta composta de: Corrente Nominal Máxima Contator 1) Relés de sobrecarga Fusível máximo Diazed. NH F1.5 40/30 50/37 63 3RT10 44-1000 3RU11 46-4JB0 45 – 63 125 1) Complementação do tipo (00) consultar catálogos dos contatores para a tensão e freqüência de comando desejadas.80% k . 6 IT1L = k2 x In K2 K3 IT1Υ = (k . 5. 2.8) Corrente em estrela para conexão do auto transformador (k = 0.65) Partida direta. 3 Faixa de ajuste 380 V cv/kW 440 V cv/kW (A) K1 F7 (A) (A) 3/2. Definição dos valores de corrente para especificação dos componentes.65) Corrente nominal do motor Corrente na rede com auto-transformador (k = 0. 2.Partida por auto-transformador (compensadora). 3 In K1 F4.2 5/3. 43 .5 9 3RT10 16-100A 3RU11 16-1JB0 7 . F1.65% T1 M1 M 3~ kIn IT1L IT1 Υ - Taps do auto-transformador (0.

Coordenação tipo 1.10 20/15 40/30 50/37 63 3RV13 41-4JC10 63 3RT10 44-1000 3RU11 46-4JB0 45 . Corrente presumida de curto-circuito: 50 kA em 500 VCA Tabela de escolha Motores trifásicos Potências máximas na categoria de utilização AC-3. 44 .7 - 6/4.5 9 3RV13 21-1JC10 10 3RT10 16-1001 3RU11 16-1JB0 7 . 60 Hz em: 220 V cv/kW Chave de partida direta composta de: Corrente Nominal Máxima Disjuntor Contator 1) Relés de sobrecarga Faixa de ajuste 380 V cv/kW 440 V cv/kW (A) Q1 Faixa de ajuste (A) K1 F1 (A) 3/2. Partida direta.63 1) Complementação do tipo (00) consultar catálogos dos contatores para a tensão e freqüência de comando desejadas.Partida direta.2 5/3.7 6/4.5 9 9 3RV13 21-1JC10 3RV13 21-1JC10 10 10 3RT10 26-1001 3RT10 34-1001 3RU11 26-1JB0 3RU11 36-1JB0 7 – 10 7 – 10 20/15 40/30 50/37 63 3RV13 41-4JC10 63 3RT10 44-1000 3RU11 46-4JB0 45 – 63 1) Complementação do tipo (00) consultar catálogos dos contatores para a tensão e freqüência de comando desejadas. Coordenação tipo 2.2 - 5/3. Corrente presumida de curto-circuito: 50 kA em 500 VCA Tabela de escolha Motores trifásicos Potências máximas na categoria de utilização AC-3. 60 Hz em: 220 V cv/kW Chave de partida direta composta de: Corrente Nominal Máxima Disjuntor Contator 1) Relés de sobrecarga Faixa de ajuste 380 V cv/kW 440 V cv/kW (A) Q1 Faixa de ajuste (A) K1 F1 (A) 3/2.

Partida direta. Esquemas de ligações. Circuito de potência Circuito de comando Com botão de comando duplo liga-desliga 3SA8 Circuito de potência Circuito de comando F 1 Com botão de comando duplo liga-desliga 3SA8 45 .

Relé de tempo Y ∆ • Contato 15-18 (fecha instantâneo) com retardo na abertura no ajuste de tempo da partida • Contato 25-28 com retardo no fechamento no ajuste de tempo de partida mais um tempo ≈ 50 ms para garantir a transição de Y para ∆ 46 . Esquemas de ligações. Circuito de potência Circuito de comando • Com botão de comando duplo ligadesliga 3SA8 • K6 .Partida estrela-triângulo.

Circuito de potência PE (N) Circuito de comando F1 Com botão de comando duplo liga-desliga 3SA8 47 . Esquemas de ligações.Partida estrela-triângulo.

Partida por auto-transformador (compensadora) Esquemas de ligações Circuito de potência Circuito de comando 43 K11 44 K11 48 .

Partida por auto-transformador (compensadora). Esquemas de ligações. Circuito de potência PE (N) Circuito de comando F1 43 K11 44 K11 Com botão de comando duplo liga-desliga 3SA8 49 .

Partida e parada suave (soft-starter).01 0.IN = 80A 10000 t/s 1000 (F1) Fusível NH 3NA3 160 A 10 0 10 (F2) Relé de sobrecarga 70-90 A 1 (F3) Fusíveis ultra-rápidos SITOR 3NE4 315 A 0. F1 F1 Fusíveis retardado NH para proteção do sistema Contator de rede e retaguarda de manobra Relé de sobrecarga para proteção do motor Fusíveis ultra-rápidos SITOR para proteção de retaguarda da eletrônica de potência Chave estática de partida e parada suave SIKOSTART Motor trifásico com rotor em curto-circuito K1 F2 - K1 F2 F3 G1 F3 - G1- M 3~ M1 M1- Motor: 60cv / 45kW em 380V .1 0.001 100 500 1000 5000 I/A a partir de 20xIN 10000 1 até 8xIN 8 até 20xIN 50 . Coordenação de proteção.

2.liga-desliga do comando Botão de impulso . 3 K1 Fusíveis .liga-desliga do comando e potência Supressor de sobretensão .Chave estática de partida suave Fusíveis . 2.proteção dos circuitos de comando Botão cogumelo com retenção desligamento de emergência do comando e potência Botão de impulso .RC ou varistor Sinalização .proteção e retaguarda da eletrônica de potência SIKOSTART .chave de entrada e retaguarda de manobra Relé de sobrecarga .proteção e retaguarda da eletrônica de potência SIKOSTART . 3 K1 Fusíveis .motor em regime normal de operação F7 F4.proteção do sistema Contator .RC ou varistor Sinalização .motor em regime normal de operação F7 F4.proteção e retaguarda para o motor Fusíveis ultra-rápidos .rearme após parada suave/falhas Comutador com retenção preparação do acionamento Supressor de sobretensão .proteção e retaguarda para o motor Fusíveis ultra-rápidos .proteção dos circuitos de comando Botão cogumelo com retenção desligamento de emergência do comando e potência Botão de impulso . 6 G1 F21/F22/F23 S1 S2/S3 Z1 H1 F1.Partida suave (soft-starter) SIKOSTART Esquemas de ligações F1.proteção do sistema Contator . 6 G1 F21/F22/F23 S1 S4/S5 S6 S7 Z1 H1 51 . 5.chave de entrada e retaguarda de manobra Relé de sobrecarga .Chave estática de partida e parada suave Fusíveis . 5.

Chave estática de partida suave Fusíveis .chave de entrada e retaguarda de manobra com proteção (curto-circuito e sobrecarga) Fusíveis ultra-rápidos .liga-desliga do comando Relé de subtensão do disjuntor . 5. 6 G1 F21/F22/F23 S1 S8 Q1 .para desligamento de emergência do comando e potência Sinalização .Partida suave (soft-starter) SIKOSTART Esquemas de ligações Q1 Disjuntor .preparação do acionamento Relé de subtensão do disjuntor .liga-desliga do comando Botão de impulso .proteção dos circuitos de comando Botão cogumelo com retenção desligamento de emergência do comando e potência Botão de impulso . 5. 6 G1 F21/F22/F23 S1 S4/S5 S6 S7 Q1 .para desligamento de emergência do comando e potência Sinalização .motor em regime normal de operação F4.proteção e retaguarda da eletrônica de potência SIKOSTART .chave de entrada e retaguarda de manobra com proteção (curto-circuito e sobrecarga) Fusíveis .Chave estática de partida e parada suave Fusíveis .proteção e retaguarda da eletrônica de potência SIKOSTART .F4 H1 52 .F4 H1 Q1 Disjuntor .rearme após parada suave/falhas Comutador com retenção .proteção dos circuitos de comando Botão cogumelo com retenção desligamento de emergência do comando e potência Comutador com retenção .motor em regime normal de operação F4.

Correção do fator de potência Centralizada Mista Individual 53 .

: SIMATIC Nível de automação Aparelhos de baixa tensão com comunicação SIMOCODE-DP Nível de campo 54 . O SIMOCODE é um dispositivo composto de comando e proteção de motores para correntes de 0.ex. Aplicação Manobra e proteção de motores com funcionalidade inteligente através do SIMOCODE (Siemens Motor Proteccion and Control Device). com funcionalidade inteligente. 3UF7 Unidade básica 3UF7 Módulo transformador 3UF7 Módulos adicionais (expansão) 3UF7 Módulo de operação Nível supervisório Computador Nível de comando Controladores lógicos programáveis p.25 A a 820 A.Manobra e proteção de motores.SIMATIC. capaz de realizar comunicação em rede PROFIBUS-DP (Process Fieldbus) com os controladores lógicos programáveis (CLP’s) .

corrente de fuga à terra . • • • • • Com diagnóstico de eventos.Funcionalidade inteligente..etc .atuação de posicionador .limite de corrente .. A funcionalidade inteligente com o SIMOCODE oferece um plus de produtividade.partida suave (soft-starter) . • Parametrização. aumentando a disponibilidade de operação da planta elétrica. Vantagens da rede de comunicação. executa-se mais confiavelmente a manutenção preventiva. Permite adaptação fácil as novas necessidades.falta de fase . • Proteção total do motor ..tempo de operação .contra sobrecargas .atuação de válvula solenóide .contra rotor bloqueado .partida estrela-triângulo .etc .atuação de disjuntor . operação e supervisão . Os conceitos da planta elétrica se tornam mais simples e claros.número de partidas .elevação de temperatura por termistor . 55 . • Múltiplas funções de comando . Rápida análise possibilita eliminar desvios que poderiam provocar descontinuidades.partida direta com reversão . Evolução da automatização.. Com a utilização da estrutura de comunicação em “bus” há substancial redução de condutores e espaços.partida direta .partida com comutação de pólos .assimetria de corrente .tempo de parada .software de parametrização. colocação em operação e supervisão permite todos os ajustes e diagnósticos através de terminal portátil ou PC.

Automatização em rede de comunicação Profibus-DP e AS-Interface PROFIBUS-DP Conversor de freqüência Master-Drive Disjuntor 3WL com módulo de comunicação Chave de partida com relé multi-função SIMOCODE-DP 3UF7 DP-/AS-Interface Link M 3~ M 3~ AS-Interface INTE Sensores de proximidades Botão de comando e sinalizações M 3~ Chave de partida compacta 56 .

1960 3a Edição .1941 2a Edição .2004 a a NB-3 .1997 6ª Edição .DPS RELÉS HORÁRIOS E MINUTERIAS CONTATORES CAIXAS E QUADROS Normas técnicas Norma de instalações elétricas de baixa tensão 1 Edição .Baseada na IEC 60364 57 .1990 5a Edição .1980 4 Edição .Baseada na NEC (EUA) NBR 5410 .Aplicação dos equipamentos nas instalações elétricas prediais em baixa tensão DISJUNTORES FUSÍVEIS SECCIONADORES DISPOSITIVOS DR RELÉS DE IMPULSO DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS .

14) Normas dos componentes das instalações elétricas. Deve ser informado o tipo do condutor (rígido ou flexível). NBR 5410 Obrigatoriedade: • • • Portaria nº 222/87 do DNAEE/MME (art. Monopolar Bipolar Tripolar 5SX1 1 I 5SX1 2 I 5SX1 3 I B16 O B25 O C32 400V~ 3000 Ui 440V~ O 2 4 1 3 2 230/400V~ 3000 Ui 250/440V~ 1 2 4 400V~ 3000 Ui 440V~ 1 3 58 .Código de Defesa do Consumidor (art. 39 .1a) Norma regulamentadora NR . Devem ser especificadas as características das proteções para sobrecorrentes de sobrecarga e curtocircuito necessária ao componente e a instalação. Disjuntores 5SX.2) Lei nº 8078/90 . Capacidade de conexão dos condutores. 12. • • Identificação do componente e seus terminais de ligação. art. Identificação do componente e seus terminais de ligação . as seções (mínimas e máximas) e o número de condutores simultâneo por terminal de conexão. • Proteção contra falhas elétricas.10 da SSMT/MTB (10.VIII. art. 2º .Norma de instalações elétricas de baixa tensão.1.DPS Características básicas dos componentes. Devem ser claras e permanentes. • • • • • • IEC 60898 / IEC 60947-2 IEC 60269 IEC 60947-3 IEC 601008 IEC 601009 IEC 61643-1 à Disjuntores à Fusíveis à Seccionadores e Seccionadores-fusíveis à Dispositivos DR à Disjuntores DR à Dispositivos de proteção contra surtos .

• • Marca CE (Comunidade Européia). mais tempo ela pode permanecer no sistema 59 . Curto-circuito Ligação elétrica acidental. • Capacidade de interrupção em várias redes (220 / 127 V. Características: • Baixíssima resistência entre os condutores de alimentação • Altíssima corrente elétrica nos condutores envolvidos • Grande aquecimento dos condutores e componentes envolvidos • Destruição rápida do sistema e geração de foco de incêndio Conclusão: Defeito grave. condição de pior caso • Curto-circuito de ordem prática. 240 / 120 V). onde dois ou mais condutores (fios ou cabos) fazem contato entre si. UL 489). tem registrado níveis de corrente inferiores a 50% do valor pleno Sobrecarga Solicitação de potência acima do valor projetado e dimensionado para a rede Características: • Má utilização temporária do sistema elétrico • Corrente elétrica superior ao valor calculado no projeto • Aquecimento progressivo dos condutores e componentes envolvidos • Deterioração progressiva dos materiais isolantes dos condutores e também dos aparelhos envolvidos • Quanto maior a sobrecarga. que exige desligamento imediato do sistema (milésimos de segundo) Nota: • Curto-circuito pleno é dado com uma fatalidade. Código de barras impresso em cada peça e na embalagem. mais rápido deve ser o desligamento • Quanto menor a sobrecarga. Falhas elétricas. NBR IEC 60947-2. 380 / 220 V.• Capacidade de interrupção em 3 normas (NBR IEC 60898.

Icn Corrente máxima de curto-circuito nominal (ciclo 0-t-C0) . Aplicação das normas.IEC 60898. Icu Corrente máxima de interrupção (ciclo 0-t-C0) .corrente limite que pode causar danos e impedir continuar operando Ics Corrente de curto-circuito de serviço (ciclo 0-t-C0-t-C0) corrente que permitirá continuar operando Definições das capacidades de interrupção .: escritórios) NBR IEC 60947-2 Norma de uso geral: • • • Instalações manipuladas por profissionais Médias e grandes indústrias Áreas de produção Definições das capacidades de interrupção .IEC 60947-2. NBR IEC 60898 Instalações manipuladas por leigos: • • • • Instalações prediais residenciais Instalações prediais comerciais Pequenas indústrias Determinadas áreas de médias e grandes indústrias (ex.corrente limite que pode causar danos e impedir continuar operando Ics Corrente de curto-circuito de serviço (ciclo 0-t-C0-t-C0) corrente que permitirá continuar operando 60 .Disjuntores.

Curvas tempo x corrente.Minidisjuntores para manobra e proteção de circuitos 5SX. 1 3 5 1 Lâmina bimetálica de sobrecarga Bobina eletromagnética de curto-circuito Manopla de acionamento Contatos Câmara de extinção 2 3 4 5 2 4 6 6 Fixação rápida por engate sobre trilho Disjuntores. 61 .

30 .Tempo convencional igual NBR IEC 60898 . 7000 50 40 32 25 20 16 13 10 6 4 3 2 2000 1 1000 0.. 5 0 0 2 4 6 8 10 Tempo de abertura dos contatos 0. Limitação da corrente de curto-circuito.45 .Corrente de disparo: 1.000 Curva C . e testada conforme procedimentos da norma Tempo convencional: In até 63 A (inclusive) à 60 min. In • Zona de disparo por curto-circuito é definida pelo fabricante. Foco Básico Proteção de condutores e cargas Aplicação típica: predial Foco Básico Proteção de cargas Aplicação típica: industrial Disjuntores 5SX.Corrente de não disparo: 1.Curvas B e C NBR IEC 60947-2 NBR .cos φ = 0. In acima de 63 A à120 min. 1 230/400V Ic 6000 5000 Ic = corrente limitada de curto-circuito 4000 Disjuntores limitadores 3000 Corrente presumida de curto-circuito (kA) 62 .IEC 60898 • Define apenas a região de sobrecarga .05 ..8 ms 5SX2 5SX4 5SX5 Disjuntores 5SX4 10. In .

USA) A partir de 1980. Energia passante (Integral de Joule). os requisitos para dimensionamento de condutores e proteção era baseada na NEC (AWG / MCM) A partir de 1980.Condutores.45 . • Corrente de sobrecarga Ia Ia = 1. 63 . dt ≤ k 2. Coordenação condutor / componente de proteção. requisitos para dimensionamento de condutores e proteção passou a ser baseada em norma IEC (mm2) Até 1979. a norma de Instalações Elétricas brasileira passou a utilizar como base a IEC 60364 Dimensionamento dos condutores. Até 1979. a norma de Instalações Elétricas brasileira era baseada no NEC (National Electric Code . Ik ≤ Icn t Ik Icn Corrente de curto-circuito presumida no ponto de aplicação do componente Corrente máxima de interrupção do componente de proteção. • • • Temperatura dos condutores Capacidade de condução de corrente Queda de tensão Proteção contra corrente de sobrecarga. Iz Capacidade de condução Proteção contra corrente de curto-circuito. S2 t Componente de proteção Condutor Energia máxima do condutor no curtocircuito. ∫ 0 i 2 .S 2 ∫ i 2 dt . Coordenação condutor / componente de proteção. 0 k2 .

t do condutor F = curva I2. S2 D2 S Ik min ≥ Ia Ik ≤ Ir Ia S = D1 = D2 = Ir I I2. S2 Energia resultante do aquecimento do condutor.t K .t ≤ K2. desde a temperatura de serviço contínuo. 2 I .S2 Ia Ir I K S S = curva I2.S 2 2 Energia passante (Integral de Joule) Energia resultante do aquecimento do condutor. desde a temperatura de serviço contínuo.S2 K2. t D1 K2. I 2. t .Condutores. t .disjuntor 2 S 64 . até a temperatura máxima de curto-circuito Fator para cada tipo de condutor Seção do condutor em mm2 S F K2. até a temperatura máxima de curto-circuito K Fator para cada tipo de condutor Seção do condutor em mm2 curva I2. t Energia passante (Integral de Joule) Proteção contra curto-circuito I2.t do fusível Coordenação de proteção para os condutores com disjuntores. t do condutor curva I2. t Proteção contra curto-circuito Ik min ≥ Ia It ≤ KS 2 2 2 I2 . Coordenação de proteção para os condutores com fusíveis.disjuntor 1 2 curva I .

6 kA (NBR IEC 60898) . • • • • • Un = 230/400V (1P) Curva de disparo: C Execução: Monopolar In = 20 A Capacidade de Interrupção: .Condutores. 115 135 74 87 para condutores de cobre com isolação em PVC para condutores de cobre com isolação em EPR ou XLPE para condutores de alumínio com isolação em PVC para condutores de alumínio com isolação em EPR ou XLPE K= Temperaturas características dos condutores Temperatura Temperatura limite de sobrecarga (condutor) 100 ºC 130 ºC 130 ºC Temperatura limite de curto-circuito (condutor) 160 ºC 250 ºC 250 ºC Tipo de isolação máxima para serviço contínuo (condutor) Cloreto de polivinila (PVC) Borracha etileno propileno (EPR) Polietileno reticulado (XLPE) 70 ºC 90 ºC 90 ºC Disjuntores 5SX2. Valores de “k” para coordenação de proteção. Curva de I2t típica.12 kA (NBR IEC 60947-2) 65 .

inteiramente coordenadas com as curvas dos condutores elétricos (mm2). • Compactos.IEC 60898. Características: • Passa pelo corpo humano e vai para a terra. possibilitando soluções para qualquer aplicação. • Proteção contra sobrecorrentes de curto-circuito e sobrecarga com atuação independente e diferenciada. e encosta no eletroduto • Passa para a terra quando uma parte viva não blindada (condutor ou aparelho) recebe contato com água Riscos: • Prejuízos à saúde ou morte de pessoas ou animais • Gastos com energia não utilizada (desperdício) • Geração de focos de incêndio 66 . Falhas elétricas Corrente de fuga: Corrente (residual) que sai do sistema elétrico original e flui para a terra. comerciais e industriais. garantindo ao usuário proteção adicional contra contatos acidentais. atendem ao Sistema N . • Bornes protegidos conforme NBR . • Extensa gama de acessórios. • Curvas de disparo conforme NBR . • Linha completa.modular standard. faixa de corrente e capacidade de interrupção. quando alguém toca um condutor vivo ou a carcaça de um aparelho defeituoso (choque elétrico) • Passa à terra através da carcaça metálica de um aparelho defeituoso • Passa para a terra quando um condutor tem a sua isolação rompida acidentalmente. para montagem rápida por engate sobre trilho.Mini-disjuntores mono. bi e tripolares 5SX • Manobra e proteção em instalações elétricas residenciais.IEC 60898.

Dispositivo que detecta num circuito a existência de corrente diferencial-residual e provoca a interrupção do circuito. 67 . Dispositivo a corrente diferencial-residual (DR).Corrente de fuga (corrente diferencial-residual) I1 L1 L2 L3 LN i1 i2 i3 iN I3 i1 + i2 + i3 + i N = iDR I1 + I2 + I3 + IN = IDR .Sem fuga. mesmo com desequilíbrio IDR = 0. Princípio de atuação.Dispositivos DR protegido a pessoa (desligamento instantâneo) Dispositivos DR.Transformador da rede A .Contato indireto (interrupção ou inexistência do condutor de proteção e falha de isolação) T .Contato direto (falha da isolação da parte ativa) T . nem falta. T L1 N PE T L1 N PE T L1 N PE T . i DR = 0 (1a KIRCHOFF) IDR I2 IN Dispositivos DR. quando o valor da corrente ultrapassa um valor pré-estabelecido.Transformador da rede B .Transformador da rede F1 .

..Dispositivos DR de proteção contra a corrente de fuga à terra T .Transformador diferencial toroidal L ..) Norma do bom senso • Uso obrigatório em todos circuitos acessíveis às pessoas (tomadas. supermercados. etc .Disparador eletromagnético R ... etc .) • Divisão racional em grupos de circuitos Tipos de redes elétricas. circuitos de alimentação de cargas específicas. áreas externas.Carga (aparelho consumidor) A . iluminação..) • Uso obrigatório em instalações de prédios de utilização pública (shoppings centers. etc . NBR 5410 • Uso obrigatório em circuitos de áreas “molhadas” (cozinhas.Contato indireto (fuga à terra por falha da isolação ϕF . 68 .Fluxo magnético da corrente residual IF . banheiros. áreas de serviço.Corrente secundária residual induzida Aplicação conforme a norma. hospitais.Princípio de funcionamento. F1 .

N • • Esquemas possíveis 3a e 4a letra .alimentação Diretamente aterrada . • • • à verde-amarelo (verde) à azul claro à Azul claro com identificação verde-amarelo nos pontos visíveis / acessíveis Condutores de proteção (PE) Condutor neutro (N) Condutor de proteção e neutro (PEN) 69 .TN . Condutor PEN .massas Aterramento independente .Configurações de rede. Aterramento.T Aterramento com alimentação . Condutores PE e N .S TN TT IT TN-C • Esquemas TN TN-S TN-C-S Identificação dos condutores. • 1a letra . Identificação por cor.I • 2a letra .C .T Não aterrada / especialmente aterrada por Z .

Sistema IT L1 L2 L3 N F1 (DR) No Brasil.Configurações da rede. 3F+N 70 . 2F Tetrapolar à FN. 2F+N. portanto: A inclusão de dispositivos DR em rede IT garante . Aterramento. a proteção contra correntes de fuga Exceto em: • Sistemas especialmente isolados • Sistemas onde a continuidade da operação é mais essencial Sistema TN Sistema TT PEN L1 L2 L3 N PE L1 L2 L3 N F1 (DR) N F1 (DR) PE TN-S F1 (DR) F1 (DR) L1 L2 L3 N TN-C PE Dispositivos DR. contínua pulsante e CC pura Número de pólos x Tipo de circuito • • Bipolar à FN. definitivamente. 2F. Execuções • • • AC A B à Apenas corrente alternada à Corrente alternada e contínua pulsante à Alternada. todas as redes públicas são aterradas. 3F.

0. Valores padronizados.Ligação de DR’s tetrapolares em redes a 2 condutores. 0.01. 0.03. F N F1 F2 N N CARGA CARGA O circuito do botão de teste utiliza o último pólo de Fase e o pólo de Neutro Correntes nominais de atuação. Gráfico com zonas tempo x corrente e os efeitos sobre as pessoas IEC 479-1 (percurso mão esquerda ao pé).5A Alta sensibilidade (AS) Baixa sensibilidade (BS) Princípio de proteção das pessoas. 71 .1.006. 0. 0.3. 0.

1) Conforme IEC 61008, o valor máximo da corrente nominal residual de não disparo (Idno) é igual a 0,5 vezes a corrente nominal residual.

Dispositivos DR.
• Protegem pessoas contra os efeitos nocivos causados por choques elétricos, por detecção da corrente de fuga e desligamento imediato. • Protegem também instalações contra falhas de isolação, evitando perdas de energia e possíveis focos de incêndio. • Compatíveis com a exigência da norma NBR 5410. • Fixação rápida por engate sobre trilho. • Acessórios: Contatos auxiliares 1NA + 1NF (5SM1). • Atendem ao Sistema N - modular standard

Disjuntores DR.

• Em construção compacta, além da função diferencial, possuem proteção de sobrecarga e curto-circuito. • Execuções mono e bifásicos. • Recomendados pela norma NBR 5410. • Fixação rápida por engate sobre trilho. • Atendem ao Sistema N - modular standard .

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Dispositivos de proteção contra surtos-DPS.

Surtos de sobretensão são causados por descargas atmosféricas e por manobras de circuitos. Os surtos de sobretensão dão origem a formação de campos eletromagnéticos que são conduzidos pelos condutores de uma instalação elétrica. A aplicação adequada de Dispositivos de proteção contra surtos-DPS irão atenuar os efeitos das sobrecorrentes e sobretensões protegendo os componentes de um sistema elétricos. Dispositivos de proteção contra surtos – DPS são oferecidos em classes I, II e III (IEC 61643-1)

Dispositivo de proteção contra surtos - DPS Classe I

Aplicação coordenada dos Dispositivos de proteção contra surtos – DPS: Classe I: são instalados na entrada (alimentação, vinculados ao barramento de equipotencialização – BEP Dados básicos: Tensão de rede Un Tensão máxima de operação contínua Uc Nível de proteção de tensão Up (ex.: ≤ 4kV) Corrente de impulso de descarga Iimp (onda 10µs / 350µs ) Corrente presumida de curto-circuito Ip Proteção de curto circuito Classe II: são instalados nos quadros de distribuição Dados básicos: Tensão de rede Un Tensão máxima de operação contínua Uc Nível de proteção de tensão Up (ex.: ≤ 1,5kV) Corrente de descarga In (onda 8µs / 20µs ) Corrente de descarga máxima Imax (onda 8µs / 20µs )

Dispositivo de proteção contra surtos - DPS Classe II

73

NBR 5410:2004 – Esquemas de conexão dos DPS na entrada da alimentação ou no quadro de distribuição.
sim

Entrada (alimentação)

não

O neutro será aterrado no barramento de equipotenciação principal da edificação (BEP)

Não c)

Sim b)

Dois esquemas de conexão são possíveis d)

ESQUEMA DE CONEXÃO 1
Os DPS devem ser ligados: • A cada condutor de fase, de um lado e • Ao BEP ou à barra do quadro, de outro (ver nota a))

ESQUEMA DE CONEXÃO 2
Os DPS devem ser ligados: • A cada condutor de fase, de um lado e • Ao BEP ou à barra do quadro, de outro (ver nota b)) L1 L2 L3 e ainda • • Ao condutor neutro, de um lado, e Ao BEP ou à barra PE do quadro, de outro (ver nota a))

ESQUEMA DE CONEXÃO 3
Os DPS devem ser ligados: • • A cada condutor de fase, de um lado e Ao BEP ou à barra do quadro, de outro (ver nota b))

L1 L2 L3 DPS DPS DPS PE BEP L1 L2 L3 DPS PE DPS DPS PE barra PE
DPS PEN DPS DPS DPS PEN DPS DPS

e ainda • • Ao condutor neutro, de um lado, e Ao BEP ou à barra PE do quadro, de outro (ver nota a))

BEP ou barra PE L1 L2 L3 DPS PE N BEP ou barra PE BEP ou barra PE DPS DPS DPS

L1 L2 L3

L1 L2 L3 DPS DPS DPS N DPS BEP ou barra PE

N

NOTAS: a) A ligação ao barramento de equipotencialização principal – BEP ou ao barramento do condutor de proteção – PE depende de onde os dispositivos de proteção de surtos – DPS serão instalados e de como o BEP será implementado. Assim, a ligação será no BEP quando: - o BEP está a montante do quadro de distribuição principal (próximo ao ponto de entrada) e os DPS estarão junto ao BEP e não no quadro; ou - os DPS estarão no quadro de distribuição principal e o barramento PE do quadro acumular a função de BEP. b) Um esquema que entra TN C e prossegue instalação adentro TN C, ou que entra TN C e em seguida passa a TN S. O neutro de entrada, necessariamente PEN, deve ser aterrado no BEP. A passagem TN C a TN S, com separação do PEN em condutor neutro e PE é feita no quadro (esquema TN C-S). c) Configura três possibilidades de esquema: TT (com neutro), IT com neutro e entrada em esquema TN S.

d) Dois esquemas são obrigatórios: - esquema TT, os DPS estão a montante de dispositivos DR - os DPS estão jusante de dispositivos DR, estes devem suportar correntes de surtos de no mínimo 3kA ( 8 / 20µs) .

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sobrecarga e . a tensão de impulso suportável mínima é de 1500 V Proteção contra falhas elétricas / componentes de proteção.1 Uo Uo Uo Notas: 1) Ausência de indicação significa que a conexão considerada não se aplica ao esquema de aterramento.Relés de sobrecarga .Sistemas de aterramento Curto-circuito.U o X X X X Uo 1. 4) Os valores adequados de Uc podem ser significativamente superiores aos valores mínimos da tabela. DPS conectado entre Esquema de aterramento IT com neutro IT sem neutro Fase Neutro PE PEN TT TN-C TN-S distribuído distribuído X X 1.Disjuntores DR corrente de fuga . NBR 5410:2004 – Suportabilidade a impulso exigível dos componentes da instalação. em função do esquema de aterramento. NBR 5410:2004 – Valor mínimo de Uc exigível do DPS.5 0.5 Notas: 1) Para componentes associados a linhas de sinal utilizados na entrada da instalação (categoria IV de suportabilidade). 3) U é a tensão entre fases.Disjuntores Sobrecarga . As conexões devem ser executadas com a máxima qualidade.Dispositivos de proteção Surtos de sobretensão contra surtos-DPS 75 .5 1. • • • • • O aterramento de um DPS deve ser feito por meio de condutores com menor comprimento possível. Os DPS devem ser instalados o mais próximo possível do necessário componente a ser protegido Em caso de rede de comunicação devem ser instalados DPS nas duas extremidades. Uma redução da impedância da ligação do DPS entre a rede e o ponto de aterramento é obtida por condutores em paralelo ou em forma de malha.1 Uo 1.Disjuntores .1 Uo 1.8 127 / 220 127 – 254 220 / 380 230 / 400 6 4 2. 2) Uo é a tensão fase-neutro.5 277 / 480 400 / 690 8 6 4 2.1 Uo U 3.Garantia de um bom desempenho dos Dispositivos de proteção contra surtos – DPS. Falhas elétricas Componentes de proteção . Tensão de impulso suportável requerida (kV) Tensão nominal da instalação (V) Categoria de produto Produtos EquipaProduto a ser utilizado em Produto a ser mentos de especialmente utilizado na entrada circuitos de distribuição e Sistemas Sistemas protegidos utilização circuitos terminais da instalação monofásicos trifásicos com neutro Categoria de suportabilidade a impulsos IV III II I 115 – 230 120 / 208 120 – 240 4 2.1 Uo 1.Dispositivos DR Corrente de fuga .1 Uo X X 1.5 1.Fusíveis Curto-circuito .

podendo também desempenhar as funções de proteção.Quadros e caixas de distribuição. • • • • • • • Modularidade. Ampla gama de acessórios. Sistema N – Conceito. Produtos sinérgicos e complementares. seccionamento. Construção compacta. Altíssimo padrão de qualidade. Opções para todas as necessidades típicas. 18 18 76 . Rapidez e facilidade para montagem e manutenção. Modularidade. Disjuntores 5SX. através de uma ou mais alimentações. Equipamento elétrico destinado a receber energia elétrica. N System • Solução completa para instalações elétricas prediais Utilização na área residencial Utilização na área comercial Utilização na área industrial Filosofia. e a distribuí-la a um ou mais circuitos. controle e/ou medição.

Sistema N – Componentes. Disjuntores Dispositivos DR Disjuntor DR Seccionadoras Relé horário Relés de impulso Seccionadoras Minized Contatores de potência Minuterias Relés auxiliares Comutadores Botões de comando Sinalização Contadores de horas Transformadores de segurança 77 .

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