P. 1
RELATÓRIO - PROPRIEDADES COLIGATIVAS

RELATÓRIO - PROPRIEDADES COLIGATIVAS

|Views: 1.246|Likes:
Publicado porAline Viaro

More info:

Published by: Aline Viaro on Jul 22, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/20/2014

pdf

text

original

1

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE NAVIRAÍ Curso de Licenciatura em Química Disciplina de Físico-Química Experimental

Acadêmicos Alexandro Francisco da Silva Santos Aline Viaro Rodrigues de Souza Cláudio Touro Heverson Bastos Douglas Washington da Silva RGM: 20747 RGM: 20748 RGM: 20754 RGM: 1118 RGM: 20757

RELATÓRIO DE AULA EXPERIMENTAL

“PROPRIEDADES COLIGATIVAS”

NAVIRAÍ-MS Maio/2012

2

SUMÁRIO
RESUMO......................................................................................................................... 1. INTRODUÇÃO........................................................................................................... 2. OBJETIVO.................................................................................................................. 3. PARTE EXPERIMENTAL....................................................................................... 3.1 MATERIAIS E REAGENTES....................................................................... 3.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL........................................................ 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO................................................................................ 5. CONCLUSÃO............................................................................................................. 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................................................... 3 4 8 9 9 11 15 24 25

E a pressão osmótica. A elevação do ponto de ebulição (Ebulioscopia) da água. sacarose e NaCl.3 RESUMO Neste presente relatório analisou-se o abaixamento da pressão de vapor (Tonoscopia) da água. etileno glicou e NaCl. A diminuição do ponto de congelamento (Crioscopia) da água. . naftaleno e naftaleno-enxofre.

redução da sua temperatura de congelamento (Tc). A adição de soluto em uma solução ocasiona: redução da sua pressão de vapor. A redução da pressão de vapor é ocasionada devido à adição de soluto em uma solução. . menor a pressão atmosférica. PRESSÃO MÁXIMA DE VAPOR: A pressão de vapor de um solvente na solução é sempre menor que a do respectivo solvente puro. o líquido entra em ebulição. já que a uma redução na fração molar de cada componente na medida em que se adicionam mais componentes. a pressão de vapor da solução final será menor que o do solvente puro. INTRODUÇÃO As propriedades coligativas são características físicas de uma solução. Se um soluto tem pressão de vapor zero e é dissolvido em um solvente. provocada pela adição de um soluto não volátil. quanto maior a altitude. maior será o abaixamento absoluto da pressão máxima de vapor. diminui a contribuição individual de cada componente na pressão de vapor. Quando a pressão máxima de vapor se iguala á pressão externa local. isto ocorre devido ao aumento da desordem das moléculas dificultando a “fuga” das partículas. que é mais espontânea quando o solvente está puro ou com menos soluto possível (menor quantidade de partículas). ou seja. que podem ser alteradas com a adição de soluto na solução. Com o aumento do número de partículas em uma solução. A pressão atmosférica diminui conforme a altitude aumenta. elevação da sua temperatura de ebulição (Tb). Obs: Quanto maior for o número de partículas (n° de mol) do soluto não volátil na solução. A lei de Raoult afirma que a pressão parcial de cada componente em uma solução ideal é dependente da pressão de vapor dos componentes individuais e da fração molar dos mesmos componentes. TONOMETRIA OU TONOSCOPIA: É o estudo da diminuição da pressão máxima de vapor de um solvente.4 1.

isenta de corpo estranho. O aumento do PE pode ser justificado pela diminuição da pressão máxima de vapor que é devida à presença do soluto. Essa propriedade pode ser explicada quando se adiciona um soluto não-volátil a um solvente. OSMOCOPIA OU OSMOMETRIA OU OSMOSE: Difusão é o movimento espontâneo das partículas de uma substância de se espalharem uniformemente em meio a partículas de outra substância ou.5 EBULIOSCOPIA OU EBULIOMETRIA: É o estudo da elevação do ponto de ebulição do solvente em uma solução. já a água pura. em um solvente puro à adição de um soluto não-volátil irá diminuir a temperatura de congelamento da solução. Soluções preparadas pela adição de solutos não voláteis a um solvente apresentam um ponto de ebulição (PE) maior que a do solvente puro. as partículas deste soluto dificultam a cristalização do solvente dando origem à propriedade crioscopia. de atravessarem uma parede porosa. Para que ocorra a ebulição da solução. CRIOSCOPIA OU CRIOMETRIA A crioscopia é a propriedade coligativa em que estuda a diminuição da temperatura descongelamento. por exemplo. por exemplo. é necessário que ela seja aquecida até que sua pressão de vapor se iguale á pressão atmosférica. . a água poluída possui partículas não-voláteis que dificultam o congelamento da água. então. DIFUSÃO ENTRE SOLUÇÕES: Membranas semi-permeáveis Possuem ação seletiva (deixam passar certo tipo de substância e outras não). cristaliza-se mais rapidamente.

T Onde M = molaridade As soluções podem ser classificadas quanto ás suas pressões osmóticas: Meio hipertônico: πA > πB Meio hipotônico: πA < πB Isotônica πA = πB Dependendo da natureza do soluto.Ti ou π = M. Para impedir a osmose. Os solutos iônicos sofrem ionização em presença de água.R. etc. papel celofane. π.V = n. teremos que exercer uma pressão sobre o sistema no sentido inverso ao da osmose.6 Exemplo: membrana celular.. Exemplo: .R. Exemplo: soluto glicose (C6H12O6) 1 mol de glicose(s) → 1 mol de glicose (aq) Solutos iônicos (eletrólito): Originam soluções iônicas. π.R.. A passagem do solvente através de membranas semipermeáveis é denominada osmose e ocorre no seguinte sentido: Solução ou solução menos concentrada → solução mais concentrada. que promove a separação dos íons presentes no soluto. a fórmula acima deve ser acrescida de um fator de correção.R. usado em aparelhos de hemodiálise.V = n. que chamaremos de “ i”.T ou π = M. q = número total de íons liberados na ionização ou na dissociação de um composto.). As soluções moleculares não sofrem dissociação e nem ionização (exceto ácidos) e são compostos que fazem ligações covalentes (FONClBr. (q-1) α = grau de dissociação ou ionização. Solutos moleculares (não-eletrólito): A maioria desses solutos origina soluções moleculares (q=1). PARTÍCULAS DISSOLVIDAS: Os solutos não voláteis podem ser de 2 tipos: moleculares ou iônicos.Ti Fator de correção de van’t Hoff (i) i = 1 + α . A pressão que é preciso exercer sobre um sistema para impedir que a osmose ocorra espontaneamente é denominada de pressão osmótica (π).

que é um soluto molecular. Encontramos íons. Exemplo: H2SO4 → 2 H+ + 1 SO42– O número de partículas (íons) presente na solução é 3 vezes o número de partículas (moléculas) adicionado à água (q=3). também. Nas mesmas condições experimentais. o efeito coligativo das soluções iônicas é sempre maior que o das soluções moleculares. provenientes da ionização do ácido. OBJETIVO .7 K3PO4 → 3K+ + SO42– O número de partículas (íons) presente na solução é 4 vezes o número de partículas adicionado à água (q=4). 2.

solução de sacarose e solução de NaCl. A diminuição do ponto de congelamento do naftaleno e o naftaleno-enxofre. . A elevação do ponto de ebulição em água. A pressão osmótica necessária para se evitar a passagem de NaCl para células vegetais.8 Objetivou-se com estes experimentos a investigação da ocorrência do abaixamento da pressão de vapor em água. etileno glicol e solução de cloreto de sódio.

Pode ser aquecido sobre o tripé com tela de amianto.000 mL. Bico de Bunsen d) Bureta à Serve para dar escoamento a volumes variáveis de líquidos. Placa de Petri Rolha . PARTE EXPERIMENTAL 3. que permite o fácil controle de escoamentos. Empregada especificamente em titulações. Chapa Aquecedora Cronômetro e) Erlenmeyer 125 mL à Utilizado em titulações.1 Materiais e Utilização a) Balança analítica à É um instrumento que tem uma grande sensibilidade de pesagem algumas chegam a 0.1. É provida de um dispositivo.9 3. uma torneira. graduado em décimos de mililitro. i) Pisseta à É um recipiente de uso laboratorial no qual se armazena compostos de diversas naturezas. devido ao seu afunilamento. aquecimento de líquidos e para dissolver substâncias e proceder reações entre soluções. f) Garra metálica à Serve para a montagem e a sustentação dos aparelhos de laboratório. Tela de Amianto g) Termomêtro Tubo de ensaio h) Proveta à É empregada nas medições aproximadas de volumes de líquidos. Balão de fundo chato b) Banho Maria c) Béqueres de 100mL à Usado para dissolver substâncias. preparar soluções. Normalmente utiliza-se a pisseta para pôr água destilada ou água desmineralizada. Não deve ser aquecida. É constituída de tubo de vidro uniformemente calibrado. Há provetas cuja capacidade varia de 5 mL a 2. sem que haja risco de perda do material agitado. Seu diferencial em relação ao béquer é que este permite agitação manual.1 MATERIAIS E REAGENTES 3. Nunca deve ser aquecida.0001 grama. efetuar reações químicas.

10 j) Suporte Universal à Usado para sustentar peças de fixação. 3.1.2 Reagentes a) Água Anilina Berinjela Cenoura Cloreto de sódio Enxofre Etileno Glicol Naftaleno Pepino Sacarose .

Tela de Amianto e Balão de Fundo chato. O ponto de ebulição foi verificado quando a temperatura indicada manteve-se constante. Levou-se ao aquecimento os três béckers e igualou-se a temperatura dos mesmos. Adicionou-se em um bécker 50 mL da solução de Sacarose. Prática II .2. Interrompeu-se o aquecimento para evitar perdas de água. até que evaporasse a parte líquida dos mesmos. Manteve-se o bulbo do termômetro pouco abaixo do nível da água e determinou-se o ponto de ebulição da água pura. Adicionou-se ao balão de fundo chato 100 mL de água destilada. A partir do momento em que as três temperaturas forem as mesmas.2 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 3. Adicionou-se os dados a tabela. Tampou-se o balão de fundo chato com uma rolha contendo um termômetro. Adicionou-se em um bécker 50 mL da solução de Cloreto de Sódio.Ebulioscopia (Elevação do Ponto de Ebulição) Ponto de Ebulição da Água Montou-se um sistema de aquecimento com: Bico de Bunsen. Adicionou-se em um bécker 50 mL de água.2. elevando-se a temperatura até atingir fervura suave.1 Prática I .3. Fez-se a leitura da temperatura. começou-se a anotar a variação do volume de acordo com a temperatura e o tempo. Preparou-se 50 mL de uma solução de Cloreto de Sódio a 1 mol/L.Tonoscopia (Abaixamento da Pressão de Vapor) Preparou-se 50 mL de uma solução de Sacarose a 1 mol/L.2. . Água Volume Temperatura Tempo Solução de Sacarose Volume Temperatura Tempo Solução de Cloreto de Sódio Volume Temperatura Tempo 3.

abriu-se e adicionou-se 22.5 mL de etileno glicol. O ponto de ebulição foi verificado quando a temperatura indicada manteve-se constante. Manteve-se o bulbo do termômetro pouco abaixo do nível da solução e determinouse o ponto de ebulição da solução de cloreto de sódio. Adicionou-se ao balão de fundo chato 100 mL de água destilada. Ponto de Ebulição da Solução de Cloreto de Sódio Montou-se um sistema de aquecimento com: Bico de Bunsen. Tampou-se o balão de fundo chato com uma rolha contendo um termômetro. Tela de Amianto e Balão de Fundo chato. Pesou-se 23. elevando-se a temperatura até atingir fervura suave.7 g de NaCl e adicionou-se ao balão contendo a água destilada. Manteve-se o bulbo do termômetro pouco abaixo do nível da solução e determinouse o ponto de ebulição da solução de etileno glicol. Fez-se a leitura da temperatura. Tampou-se o balão de fundo chato com uma rolha contendo um termômetro. Interrompeu-se o aquecimento para evitar perdas de água. Água Volume Temperatura Tempo Solução de Sacarose Volume Temperatura Tempo Solução de Cloreto de Sódio Volume Temperatura Tempo .Ponto de Ebulição da Solução de Etileno Glicol Após o balão do procedimento anterior atingir a temperatura ambiente. Adicionou-se os dados a tabela. O ponto de ebulição foi verificado quando a temperatura indicada manteve-se constante. elevando-se a temperatura até atingir fervura suave. Interrompeu-se o aquecimento para evitar perdas de água. Fez-se a leitura da temperatura.

Adicionou-se os dados a tabela.3g de enxofre.3. Em um tubo de ensaio adicionou-se 5g de naftaleno. agitando-se o conteúdo do tudo de ensaio com frequência. .4. Anotou-se a temperatura. OBS: A água do bécker deve-se cobrir o naftaleno líquido e o bulbo do termômetro deve-se ficar dentro do naftaleno líquido. Evitou-se deixar o enxofre nas paredes do tubo.3. cuidando para que não se perca nada. Ao se iniciar a solidificação da solução naftaleno-enxofre anotou-se a temperatura.2. Retirou-se o tubo de ensaio do bécker e transferiu-se o enxofre para seu interior. Procurou-se fazer com que todo o enxofre cai-se no naftaleno. Pesou-se com exatidão 0. Voltou-se o tubo de ensaio para o sistema e aqueceu-se até a fusão do naftaleno contendo enxofre. Prática IV – Osmoscopia (Pressão Osmótica) I Preparou-se uma solução saturada de Cloreto de Sódio em 30 mL de água. Tampou-se o tubo de ensaio com uma rolha contendo um termômetro. Prática III – Abaixamento Crioscópico (Diminuição do Ponto de Congelamento) Montou-se um sistema de aquecimento com: Bico de Bunsen.2. Ascendeu-se o bico de bunsen e o apagou quando mais da metade do naftaleno foi fundido. Adicionou-se ao bécker água destilada a fim de fazer um Banho-Maria. Tela de Amianto e Bécker. Naftaleno Temperatura Solução Naftaleno-Enxofre Temperatura 3. Apagou-se o bico de bunsen e deixou-se o sistema resfriar. Resfriou-se o sistema e observou-se o início da solidificação do naftaleno. Esperou-se a fusão de todo o sólido do tubo de ensaio.

Adicionou-se a solução à cenoura e tampou-se com a rolha com a pipeta. Anotou-se a temperatura da solução.2. Esperou-se em torno de 20 minutos e observou-se o acontecido. RESULTADOS E DISCUSSÃO .5. Em uma placa de petri adicionou-se 15 mL de água e colocou-se uma fatia de berinjela. Em uma placa de petri adicionou-se 15 mL da solução saturada de Cloreto de Sódio e colocou-se uma fatia de pepino. 4. Cortou-se finas fatias de berinjela mantendo a casca. Adicionou-se anilina à solução saturada de sacarose. Anotou-se a temperatura da Solução. Preparou-se uma solução saturada de Sacarose (o suficiente para preencher a cenoura). Cortou-se finas fatias de pepino mantendo a casca. Deixou-se em repouso por algumas horas e observou-se o que acontece. 3. Em uma placa de petri adicionou-se 15 ml de água e colocou-se uma fatia de pepino. Em uma placa de petri adicionou-se 15 mL da solução saturada de Cloreto de Sódio e colocou-se uma fatia de berinjela. Prática V – Osmoscopia (Pressão Osmótica) II Fez-se um buraco retirando-se o miolo até “quase” chegar ao fundo da cenoura. Em um bécker grande adicionou-se água até ficar a 1 cm de distância da extremidade superior da cenoura.Anotando-se a massa de NaCl utilizada.

n = m/MM n = 17. Esquematicamente. quanto maior o número de partículas do soluto em solução.45g --.9280g de NaCl.1 / 342 n = 0.0.05 mols M = n/V M = 0. n = m/MM n = 2. podemos representar: Efeito Tonoscópico . segue os cálculos obtidos: MM do NaCl = 58. segue os cálculos obtidos: MM da Sacarose (C12H22O11) = 342 g/mol 342g --.45 g/mol 58. Portanto.45 n = 0.05L de solução X = 2. maior o abaixamento da pressão máxima de vapor e menor a pressão de vapor do solvente. Prática I – TONOSCOPIA Para o preparo da solução de Sacarose a 1M.L-1 Para o preparo da solução de Cloreto de Sódio a 1M.05 M = 1mol.05 M = 1mol.1 g de Sacarose para 50 mL de solução.1L de solução X --. A massa real pesada foi de 2.05 / 0.05L de solução X = 17.L-1 A pressão de vapor da solução formada por um soluto (não-volátil) em solvente é menor que a do solvente puro.4.0.9225g de NaCl para 50 mL de solução. pois a interação entre as partículas do soluto e as moléculas do solvente diminuem as saídas destas últimas.05 mols M = n/V M = 0.05 / 0.1L de solução X --.9280 / 58.1.

Resultados obtidos no experimento: Tabela 1 . = abaixamento relativo da pressão de vapor. a cada temperatura. O diagrama mostra o abaixamento da pressão de vapor da solução em relação ao solvente puro. Δp = p2 – p = abaixamento absoluto da pressão de vapor.A experiência mostra que a dissolução de uma substância não-volátil num solvente provoca o abaixamento de sua pressão de vapor. isto é. sendo: p2: pressão de vapor do solvente puro. a solução possui menor pressão de vapor que o solvente puro. p = pressão de vapor da solução.

Volume (mL) 50 50 48 48 48 48 42 40 39 33 30 29 27 20 10 0 Água Temperatura (˚C) 24 45 60 72 82 89 90 93 95 96 95 95 95 95 95 96 Tempo 14h48m 14h51m 14h54m 14h57m 15h 15h03m 15h06m 15h09m 15h15m 15h20m 15h25m 15h30m 15h35m 15h40m 15h45m 15h50m Solução de Sacarose Volume Temperatura Tempo (mL) (˚C) 50 50 50 48 48 48 47 46 45 45 44 42 40 38 38 30 24 40 58 68 88 88 88 93 95 97 100 100 100 100 100 100 14h48m 14h51m 14h54m 14h57m 15h 15h03m 15h06m 15h09m 15h15m 15h20m 15h25m 15h30m 15h35m 15h40m 15h45m 15h50m Solução de Cloreto de Sódio Volume Temperatura Tempo (mL) (˚C) 50 50 48 48 48 48 40 40 38 35 33 31 28 20 0 24 50 70 74 87 94 95 95 95 100 100 100 100 100 100 14h48m 14h51m 14h54m 14h57m 15h 15h03m 15h06m 15h09m 15h15m 15h20m 15h25m 15h30m 15h35m 15h40m 15h45m 15h50m GRÁFICOS .

.

2. Resultados obtidos no experimento: Tabela 2 Água Volume (mL) 100 Temperatura (˚C) 100 Solução de Etileno Glicol Volume (mL) 122. Prática III – ABAIXAMENTO CRIOSCÓPICO .  = Elevação da temperatura de ebulição te Onde temos: te2 = temperatura de ebulição do solvente puro. Prática II – EBULIOSCOPIA A diminuição da pressão máxima de vapor do solvente. te = temperatura de ebulição do solvente na solução. devido à adição de um soluto. Quanto maior a concentração do soluto. maior a elevação da temperatura de ebulição do solvente e maior a temperatura de ebulição do mesmo.5 Temperatura (˚C) 102 Solução de Cloreto de Sódio Volume (mL) 100 Temperatura (˚C) 104 4. leva inevitavelmente ao aumento da temperatura de ebulição.4.3.

tc = Abaixamento da temperatura de congelamento Onde temos: tc2 = temperatura de congelamento do solvente puro. tc = temperatura de congelamento do solvente na solução.A diminuição da pressão de vapor do solvente. devido à adição de um soluto. Prática IV – OSMOSCOPIA I . Resultados obtidos: Tabela 3 Naftaleno Solução NaftalenoTemperatura Enxofre Temperatura 86 ˚C 77 ˚C 4. maior o abaixamento da temperatura de congelamento do solvente e menor a temperatura de congelamento do mesmo.4. Quanto maior a concentração do soluto. leva à diminuição da temperatura de congelamento.

. e será hipertônica quando tiver maior pressão osmótica. A pressão osmótica é representada pela letra grega  Essa pressão é equivalente à pressão exercida pelo solvente na passagem . dissolveu-se 9. Uma solução será hipotônica em relação à outra. Para o preparo da solução saturada de Cloreto de Sódio. Soluções isotônicas são soluções de mesma pressão osmótica. Osmoscopia é a medida da pressão osmótica.5 mL de água.9g de NaCl em 44. Pressão osmótica é a pressão que se deveria aplicar sobre a solução para impedir a passagem do solvente através da membrana semipermeável.Osmose é a passagem de um solvente para o interior de uma solução feita desse mesmo solvente. quando tiver menor pressão osmótica. A osmose também é uma propriedade coligativa da solução. através de uma membrana semipermeável (MSP). que pode ser medida por aparelhos chamados osmômetros. pois depende do número de partículas dissolvidas. através da membrana.

17. distribui-se em duas fatias finas de pepino. murcharam.Em quatro placas de Petri.0. Após 1h observou-se o ocorrido.03 = 0.298. realizando o mesmo.082. Foram colocados em solução hipertônica.0. Pressão osmótica do sistema: πV = n2RTi π.4x104 atm i = 1 + α(q – 1) i = 1 + 100(2 – 1) i = 101 . uma em 30 mL de água e a outra em 30 mL de solução de Cloreto de Sódio. e na outras duas fatias finas de berinjela. O pepino e a berinjela na solução de NaCl perderam água.101 π = 1. existindo assim uma concentração de soluto mais baixa nas células do pepino e berinjela do que na solução envolta.

Prática V – OSMOSCOPIA II Colocou-se uma solução saturada de Sacarose a 3M. dentro da cenoura.033 = 0.1 atm .5.0.0. Após um dia observou-se que a solução subiu através da pipeta.1.082.4. Pressão osmótica do sistema: πV = n2RT π.298 π = 74.

concluiufunção do se que para solutos iônicos é necessário um fator decorreção i. ebulioscopia.Na parte. isso pode ter ocorrido devido a falta de um agitador. . percebeu e comprovou-se que coma adição de um soluto a temperatura de congelamento diminui. Essas propriedades que dependem dos números relativos de moléculas de soluto e solvente e não da identidade química do soluto são as propriedades coligativas. Na parte do experimento. CONCLUSÃO A presença de um soluto afeta as propriedades físicas do solvente. expresso em Além disso. Além disso. Algumas propriedades só dependem das quantidades relativas de soluto e solvente e são independentes da identidade química do soluto.5. pelos dados obtidos observou-se que as temperaturas diminuíram e. conhecido como fator de Van’t coeficiente de dissociação do eletrólito e do número teórico de partículas dissociadas. crioscopia. comprovando Hoff. que a é teoria. ao adicionar-se o cloreto de sódio a temperatura de ebulição aumentou 2º. posteriormente. aumentaram para só então estabilizarem-se.

6. P. Apostila cedida pelo professor (roteiro de aula prática).. G. JONES. CASTELLAN. L. Rio de Janeiro –RJ: LTC – Editora. Porto Alegre: Bookman. .Fundamentos de Físico-Química.. 3.Princípios de Química: Questionando a Vida Moderna eo Meio Ambiente.1ª edição. 2. 2001. ATKINS. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. 1986..

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->