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a presença do alcool em nossas vidas

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A PRESENÇA DO ALCOOL EM NOSSAS VIDAS

. ÁLCOOL - ESTA PRESENTE EM VÁRIAS COISAS,BEBIDAS,O METANOL QUE É USADO EM
SOLVENTES EM VARIAS INDÚSTRIAS,É PRODUZIDO NO BRASIL COMO COMBUSTÍVEL DE CARROS A ÁLCOOL E COMO ADITIVO DE GASOLINA...(ESSES SÃO ALGUNS) FENOL - A CARACTERÍSTICA MAIS IMPORTANTE DA MAIORIA DOS FENOIS É QUE ELES APRESENTAM PROPRIEDADES ANTIBACTERIANA E FUNGICIDA. ALDEÍDO - METANAL É PRINCIPAL ALDEIDO,QUANDO DISSOLVIDO EM AGUA,FORMA-SE UMA SOLUÇÃO CUJA CONCENTRAÇÃO PODE SER NO MÁXIMO DE 40 % EM MASSA,CONHECIDA POR FORMOL OU FORMALINA. CETONA - A PRINCIPAL CETONA CONCERTEZA É A PROPANONA MAIS CONHECIDA COMO ACETONA,É MUITO UTILIZADA COMO SOLVENTE DE TINTAS,VERNIZES E ESMALTES. ÉTER - ETOXIETANO É O PRINCIPAL ÉTER E O MAIS COMUM,UTILIZADO COMO ANESTÉSICO,POIS RELAXA OS MUSCULOS,AFETANDO LIGEIRAMENTE A PRESSÃO ARTERIAL,A PULSAÇÃO E A RESPIRAÇÃO

ÁLCOOL COMBUSTÍVEL
O álcool foi uma solução brasileira como alternativa ao petróleo. O Proálcool, projeto criado pelo governo como incentivo à produção deste combustível, gerou incentivos fiscais que reduziram impostos para a compra de veículos movidos a álcool. O slogan do Proálcool ficou famoso: "Carro a álcool: um dia você ainda vai ter um", mas o mercado do petróleo saiu da grande crise do final da década de 70 (início dos anos 80) e o governo reviu seu projeto. O combustível "nacional" e renovável não recebeu mais o estímulo governamental e a indústria privada não o desenvolveu sem a mão do estado a guiá-la. As vantagens dos carros movidos a álcool produzidos no Brasil acabaram diminuindo em virtude da redução dos incentivos fiscais, que propiciavam preços menores em relação aos veículos movidos a gasolina. Os primeiros carros a álcool faziam com que seus motoristas os deixassem ligados durante um tempo, com o afogador acionado, para que ele esquentasse. Isto não é mais necessário para os carros mais modernos. Basta ligar o carro e sair sem forçar muito do carro. Todos os componentes irão atingir as condições ideais de funcionamento. Combustível ecologicamente correto, o álcool não afeta a camada de ozônio e é obtido de fonte renovável. Como é obtido a partir da cana-de-açúcar, ajuda na redução do gás carbônico da atmosfera, através da fotossíntese nos canaviais. Outras vantagens ambientais, ainda relacionadas à fase de plantio/cultivo da cana-de-açúcar, são o aumento da umidade do ar e a retenção das águas da chuva Seguindo recomendações específicas, pode ser misturado ao diesel e à gasolina, como também pode ser utilizado sem aditivos, sem que com isso o motor sofra danos.

Alcoolismo
O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool; é entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas, e todas as conseqüências decorrentes. O alcoolismo é, portanto, um conjunto de diagnósticos. Dentro do alcoolismo existe a dependência, a abstinência, o abuso (uso excessivo, porém não continuado), intoxicação por álcool (embriaguez). Síndromes amnéstica (perdas restritas de memória), demencial, alucinatória, delirante, de humor. Distúrbios de ansiedade, sexuais, do sono e distúrbios inespecíficos. Por fim o delirium tremens, que pode ser fatal. Assim o alcoolismo é um termo genérico que indica algum problema, mas medicamente para maior precisão, é necessário apontar qual ou quais distúrbios estão presentes, pois geralmente há mais de um.

Danos sociais provocados por pessoas sob efeito do álcool
O artigo descreve as principais conseqüências negativas relatadas por pessoas que sofreram alguma pertubação decorrente do uso de álcool por terceiros. O estudo utilizou uma amostra nacional norte-americana constituída por 2170 adultos. Para avaliar as conseqüências negativas do uso de álcool sobre os outros, foi investigado se nos últimos 12 meses os sujeitos experimentaram alguma das seguintes conseqüências: ter sido importunado ou assediado na rua ou local público; ter sido importunado ou assediado numa festa ou espaço privado; ter sido agredido fisicamente; ter tido roupas ou outros pertences pessoais danificados; ter sido insultado; ter sido ameaçado e ter sido impedido de dormir. Para cada item a pessoa respondeu "não", "sim", "uma ou duas vezes" e "sim, várias vezes". Os resultados encontrados mostraram que as conseqüências mais severas (ter sido agredido fisicamente, ter tido roupas e outros pertences pessoais danificados) foram menos relatadas (3,1% e 4,8% respectivamente) do que tipos menos graves de conseqüências (ter sido impedido de dormir, referido por 21,2% da amostra). As outras quatro conseqüências (ter sido importunado ou assediado na rua ou local público; ter sido importunado ou assediado numa festa ou espaço privado, ter sido insultado e ter sido ameaçado) foram citadas por uma quantidade de pessoas entre os dois extremos relatados acima. A distribuição estatística das pessoas que sofreram alguma conseqüência em decorrência do uso de álcool pelos outros foi assimétrica. A maior parte dos respondentes reportou nunca ter sofrido nenhum tipo de conseqüências e uma pequena parcela relatou ter sofrido vários tipos de conseqüências repetidamente. As características das vítimas foram: ser jovem, mulher, possuir educação superior, consumir maior quantidade de álcool durante um ano, apresentar episódios mais freqüentes de intoxicação e beber mais freqüentemente em locais públicos.

Os autores enfatizaram que dentre estas características a que demonstrou maior impacto sobre o aumento do risco de ser vítima de violência física e ter sido importunado ou assediado na rua ou local público foi a intoxicação freqüente entre mulheres. Os pesquisadores concluíram que as vítimas do uso de álcool pelos outros tendiam a beber também em excesso e serem mulheres.

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