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Metodologia Do Ensino Da Arte

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210suas influências na cultura brasileira e suas formas de expressões estéticas nacontemporaneidade; dramaturgia. 

Elementos constitutivos do teatro: relativos ao ator (gesto, expressão facial,deslocamento espacial, voz e entonação); relativos ao espaço cênico (objeto decena, adereço, maquiagem, figurino, iluminação, música e texto). Eixo - Produção artística 

Formas de teatro: construção e articulação, por meio do teatro de sombra,bonecos, de vara, de palco, de dedo e outros. 

Experimentação, pesquisa e criação: com elementos e recursos da linguagemteatral; experimentação de diferentes possibilidades de expressão corporal:expressão facial e corporal. Desenvolvimento de leituras de textos performáticose oralização de poemas, contos e crônicas para reproduzir, interpretar e selecionarpeças teatrais de cunho social. Roteiros e cenas, jogos teatrais, texto dramático,criando e adaptando histórias orais e escritas, a partir de idéias e temas propostose desenvolver as diversas modalidades teatrais a construção e articulação. 6.6.1 Relevância social da aprendizagem dos conteúdos de teatro para o 8° ano do ensinofundamental. Ao abordar os dois eixos – a compreensão histórica e cultural e a produção artística –permitir-se-á a sistematização e compreensão do teatro no século XIX e XX. A organizaçãodesse conteúdo contribuirá, também, para a utilização das funções de cada elementoconstitutivo do teatro e para que o aluno possa compreender como se relaciona a construçãode ações dramáticas e seja capaz de analisar estética e historicamente esses elementos.Essa aprendizagem desenvolve a observação, análise e utilização dos elementos dalinguagem teatral articulados com a produção artística dos colegas, de artistas e profissionaisde teatro, além de desenvolver a capacidade de comparar os signos presentes no teatro,relacionar e comparar por meio das diferenças e semelhanças dos elementos dramáticoscontidos em outras linguagens.Esse estudo contribui para que o aluno possa ler e analisar o texto dramático,pesquisar, selecionar, construir, adaptar e contextualizar a literatura dramática infanto-juvenil,literatura popular, literatura brasileira e universal, além de proporcionar interação etransposição das linguagens teatrais com: linguagem musical e artes visuais, artes visuais,literatura, cinema.

211 6.7 Conteúdos para o 9º ano do ensino fundamentalEixo - Compreensão histórica e cultural do Teatro 

Manifestações teatrais na história da humanidade: a história do teatro a partirdos dramaturgos e suas obras, dos gêneros e das formas de representação nofinal do século XIX e a arte do século XX; modernismo no Brasil; teatrocontemporâneo. Principais características, manifestações e suas influências nacultura brasileira e suas formas de expressões estéticas na contemporaneidade;dramaturgia.

Elementos constitutivos do teatro: relativos ao ator (gesto, expressão facial,deslocamento espacial, voz e entonação); relativos ao espaço cênico (objeto decena, adereço, maquiagem, figurino, iluminação, música e texto). Eixo - Produção artística 

Tipos de teatro: construção e articulação, por meio do teatro de sombra,bonecos, de vara, de palco, de dedo e outros. 

Experimentação, pesquisa e criação: com elementos e recursos da linguagemteatral; experimentação de diferentes possibilidades de expressão corporal:expressão facial e corporal. Desenvolvimento de leituras de textos performáticose oralização de poemas, contos e crônicas para reproduzir, interpretar e selecionarpeças teatrais de cunho social. Roteiros e cenas, jogos teatrais, texto dramático,criando e adaptando histórias orais e escritas, a partir de idéias e temas propostose desenvolver as diversas modalidades teatrais a construção e articulação. 6.7.1 Relevância social da aprendizagem dos conteúdos de teatro para o 9° ano do ensinofundamental Ao abordar os dois eixos – a compreensão histórica e cultural e a produção artísticano teatro – esses conteúdos permitem a sistematização e compreensão do teatro moderno econtemporâneo, além de permitir que o aluno possa apreciar, descrever, analisar e distinguirproduções teatrais; utilizar leitura de textos em uma montagem completa, cujo texto é sempreescolhido a partir do repertório incluído no conteúdo programático das disciplinas História doTeatro e História do Espetáculo,É importante a utilização das funções de todos os elementos constitutivos do teatropara que o aluno adapte textos que tenham preocupação com a realidade social. Aaprendizagem dos conteúdos permitirá o desenvolvimento da capacidade critica por meio da

212observação, espontânea de roteiros com perguntas estruturadas utilizando como recursos:filmes, vídeos, manifestações folclóricas, registros fotográficos, televisão, CDs, DVs,Internet, para desenvolver projetos de cenografia, figurino, caracterização cênica eiluminação.Esse aprendizado contribuirá, também, para que o aluno possa compreender comorelacionar a construção de ações dramáticas e analisar estética e historicamente esseselementos, além de integrá-lo com colegas na elaboração de cenas e improvisação, estudar ecomparar os signos relacionando-os e comparando-os por meio de suas diferenças esemelhanças dos elementos dramáticos contidos em outras linguagens. Proporcionar interaçãoe transposição das linguagens teatrais com: linguagem musical e artes visuais, artes visuais,literatura, cinema. 7. METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE O ensino de Arte em geral é caracterizado por um universo muito particular deconhecimento no qual o ser humano produz a partir das perguntas que faz em relação a tudoque o rodeia. Atualmente, percebe-se na educação brasileira, a influência persistente dastendências pedagógicas tradicionais e escolanovistas permeando a ação dos professores noprocesso de ensino e aprendizagem. Décadas se passaram e elas permanecem fortes emmuitos estabelecimentos de ensino, norteando a prática de grande parte dos professores.É a partir desses conhecimentos que podemos propor mudanças que propiciem odesenvolvimento e o acesso à compreensão histórica e cultural da arte e a produção artística.Diante disso, este documento faz um resgate das teorias e tendências pedagógicas para que oprofessor possa problematizar as questões do cotidiano, pensar sua prática e buscar umensino de Arte comprometido com a formação de um novo cidadão, mais crítico, maiscriativo e atuante na sociedade.É necessário compreender como o ensino de Arte se consolidou no Brasil e como astendências que influenciaram o ensino e a aprendizagem sobre arte ao longo da história, parapoder entender a situação do ensino de Arte no contexto atual e refletir sobre sua atuaçãopedagógica.

213Segundo Ana Mae Barbosa (2002) o ensino de Arte no Brasil, desde a descoberta até1759, dependia dos padrões estabelecidos por classes dominantes e refletia a influência deuma educação jesuítica que valorizava excessivamente os estudos retóricos e literários.Até 1808, ocorreu o desenvolvimento de um modelo artístico nacional baseado nobarroco jesuítico vindo de Portugal, sem qualquer preocupação com a cultura local. Foi umperíodo caracterizado pelo ensino em oficinas de artesões e as atividades manuais como umadas formas de expressão que se popularizava no meio social da colônia brasileira.Com a transferência de D. João VI para o Brasil, algumas importantestransformações importantes aconteceram entre 1808 a 1870. Com instalação da AcademiaImperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro em 1816, pela Missão Francesa, iniciou-seoficialmente o ensino de arte no Brasil.O ensino de arte passou por mudanças de conteúdo e de

objetivos. Assim, o desenhoe a pintura, foram incluídos no currículo. O desenho era obrigatório e considerado a base paratodas as artes e seguia os padrões Europeus, cujo objetivo era desenvolver as habilidadestécnicas e o domínio da racionalidade. Entretanto, aos poucos o barroco foi substituído peloneoclassicismo e o ensino de arte emerge seguindo um modelo de expressão do humanismoEuropeu, alicerçado numa concepção burguesa influenciado pela Revolução Francesa eabsorvendo o ideal do positivismo francês.Nesse período, a arte era essencialmente uma atividade manual, que chegou a seraceita como símbolo de refinamento pela sociedade e praticada para preencher as horas delazer da classe mais abastada, um passatempo de ociosos, um requinte de distinção reservadoao cultivo das classes sociais ou à vocação especial. Nas escolas secundárias dominavam oretrato e a cópia de estampas, método introduzido pelo neoclassicismo. A atividade artísticanão era incluída nas escolas elementares públicas e a persistência dos arcaicos métodos deensino e de uma linguagem sofisticada desencadeou um afastamento do povo em relação àarte.Em 1856, com o objetivo de fermentar a educação popular pela aplicação da arte àsindústrias no Brasil, funda-se o Liceu de Artes e Ofícios de Bethencourt da Silva, fato quedesencadeou um grande número de matrícula demonstrando um acentuado grau de aceitaçãodas classes menos favorecidas. No período de 1870-1901, o Brasil passava por algumasmudanças sociais, a industrialização, o avanço das ciências e uma intensa propaganda sobre aimportância do ensino do desenho na educação popular, permearam o desenvolvimento daarte. Assim, o trabalho manual passa a ser aplicado à indústria, o ensino de arte a passa a servalorizado como meio de redenção econômica do país e da classe obreira.

214Neste período, foi promulgada a lei Industrial Drawing Act 35 , que passou a exigir oensino do desenho nas escolas primárias e secundárias, conforme o modelo de ensino de artenorte-americano. Na realidade essa lei contribuiu para a separação entre arte e tecnologia,assim o desenho com fins industriais e não artístico, passa a ter um lugar de destaque nocurrículo secundário e especialmente primário, enquanto a arte continuou a ser consideradamero ornamento.Com a Exposição Internacional, a Centenial Exhibition of Philadélfia 36 , os EstadosUnidos da América apresentam um grande progresso industrial, devido aos relevantesinvestimentos no ensino de arte aplicado a indústria. Assim, o ensino de arte assume um novopapel, o de preparar futuros profissionais na área do desenho para ajudar a vencer aconcorrência comercial. O desenho geométrico e a cópia continuaram a ser introduzido emnível secundário, exigindo exatidão e exaustivas conceituações geométricas.Entre o final do século XIX e o início do século XX, a criatividade

passa a serconsiderada de extrema importância para o desenvolvimento tecnológico de equipamentosnecessários à industria e o aperfeiçoamento do design dos produtos industrializados.Paralelamente a estes acontecimentos o ensino em nível primário começava a receberinfluência dos novos modos de entender a psicologia, em virtude dos resultados obtidos com aafirmação da psicologia como ciência. Em meados de 1914, a Escola Normal de São Paulocomeçava, ainda de forma muito rudimentar, a desenvolver pesquisas sobre a psicologiaexperimental aplicada à educação. Pela primeira vez apontava-se como principal finalidade daarte na educação o desenvolvimento do impulso criativo. Considerada como importanteaspecto da inteligência humana, a criatividade passou a ser estimulada no âmbito da educaçãoescolar.A partir da segunda metade do século XX, essas mudanças implicaram nosurgimento de duas tendências artísticas: o conservadorismo acadêmico e os que desejavaminovar. Surgem, então, discussões entre correntes positivistas e liberais para o ensino de arte etais condicionantes sócio-políticos exercem forte interferência sobre as tendênciaspedagógicas. 35 A Industrial Drawing Act foi a inclusão técnica do desenho nos currículos escolares, cria-se uma cultura quepassa a valorizar o lado técnico do desenho. 36 A exposição da Filadélfia, foi a primeira feira internacional dos Estados Unidos, após a Guerra Civil (1861-1865). Foi organizada por uma empresa particular e subvencionada pelo governo americano. Inaugurou a era dasgrandes exposições americanas, as maiores do mundo. Deixe um Comentário Apresentar Caracteres:400 7. METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE for Referncial Curricular - Caderno 2 Completo Download ou Imprima 8.943 Lidos Carregado por Thays Baes Seguir

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Seções

APRESENTAÇÃO 1.1 Por que trabalhar com eixos formadores do cidadão no currículo? INTEGRAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL DA FORMAÇÃO 3. PERFIL DO PROFESSOR 4. A FUNÇÃO MEDIADORA DA ESCOLA 5. PERFIL DO ALUNO 6. PERFIL DA EQUIPE TÉCNICA PEDAGÓGICA DA ESCOLA 6.1 O papel do corpo técnico nas unidades escolares da Rede Municipal de Ensino 7. GESTÃO ESCOLAR: A CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE 8. LIVRO DIDÁTICO: LIMITES E POSSIBILIDADES 9. ORGANIZAÇÃO DOS ESPAÇOS ESCOLARES: A BIBLIOTECA 10. A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO 11. AVALIAÇÃO NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO CONCEPÇÃO E ORGANIZAÇÃO LÍNGUA PORTUGUESA 1. FUNDAMENTOS DA LÍNGUA PORTUGUESA 1.2 Concepções de Língua 1.3 Concepção de Semiótica 1.4 Concepção de Linguagem 1.5 Concepções de texto/gêneros e tipos 1.6 Histórico da Lingüística 2. OBJETIVOS DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA 3.1 Métodos utilizados na aprendizagem da Língua Portuguesa 3.2 Texto e gramática (indissociáveis) FUNDAMENTOS QUATRO EIXOS DA LÍNGUA PORTUGUESA

6.1 Conteúdos para o 3º ano do ensino fundamental Fundamental 6.2 Conteúdos para o 4º ano do ensino fundamental fundamental 6.3 Conteúdos para o 5º ano do ensino fundamental 7. ITINERÁRIOS CIENTÍFICOS E CULTURAIS LÍNGUA ESTRANGEIRA ABREVIAÇÕES ESTRANGEIRA Grande – MS (REME) 2. FUNDAMENTOS DA LINGÜÍSTICA APLICADA ESPANHOLA 3.1 Língua Inglesa 3.2 Língua Espanhola ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 5. METODOLOGIA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA 6. PERFIL DO PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA FUNDAMENTOS - 1º AO 5º DO ENSINO FUNDAMENTAL FUNDAMENTAL 8.1 Conteúdos para o 1º ano do ensino fundamental 8.2 Conteúdos para o 2º ano do ensino fundamental 8.3 Conteúdos para o 3º ano do ensino fundamental 8.4 Conteúdos para o 4º ano do ensino fundamental 8.5 Conteúdos para o 5º ano do ensino fundamental 9.1 Conteúdos para o 1º ano do ensino fundamental 9.2 Conteúdos para o 2º ano do ensino fundamental 9.3 Conteúdos para o 3º ano do ensino fundamental 9.4 Conteúdos para o 4º ano do ensino fundamental

9.5 Conteúdos para o 5º ano do ensino fundamental 10.1 Conteúdos para o 6º ano do ensino fundamental 10.2 Conteúdos para o 7º ano do ensino fundamental 10.3 Conteúdos para o 8º ano do ensino fundamental 10.4 Conteúdos para o 9º ano do ensino fundamental 11.1 Conteúdos para o 6º ano do ensino fundamental 11.2 Conteúdos para o 7º ano do ensino fundamental 11.3 Conteúdos para o 8º ano do ensino fundamental 11.4 Conteúdos para o 9º ano do ensino fundamental ARTES 1. FUNDAMENTOS DO ENSINO DE ARTE 1.1 As Linguagens Artísticas 1.2 Artes visuais 1.3 Música 1.4 Teatro 1.5 A arte e as novas tecnologias 2. OBJETIVOS DO ENSINO DE ARTE ENSINO FUNDAMENTAL 4.1 Conteúdos para o 3º ano do ensino fundamental Eixo - Produção artística 4.2 Conteúdos para o 4º ano do ensino fundamental 4.3 Conteúdos para o 5º ano do ensino fundamental 4.4 Conteúdos para o 6º ano do ensino fundamental ensino fundamental ensino fundamental Eixo - Produção musical Eixo II - Produção artística 6.4 Conteúdos para o 6º ano do ensino fundamental

6.5 Conteúdos para o 7º ano do ensino fundamental 6.6 Conteúdos para o 8º ano do ensino fundamental 6.7 Conteúdos para o 9º ano do ensino fundamental 7. METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTE 8. ITINERÁRIOS CIENTÍFICOS E CULTURAIS PARA O ENSINO DE 9 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM DO ENSINO DE ARTE EDUCAÇÃO FÍSICA 1. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA 1.1 Tendências emergentes da Educação Física escolar 1.2 A cultura corporal de movimento 2. OBJETIVOS DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 4. CONTEÚDOS PARA O 3º AO 5º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 4.1 Eixo – Conhecimento sobre o corpo Fundamental 4.2 Eixo – Jogos esportivos e recreativos 4.3 Eixo– Atividades rítmicas e expressivas 5.1 Eixo –Conhecimento sobre o corpo 5.2 Eixo – Jogos esportivos e recreativos 5.3 Eixo – Atividades rítmicas e expressivas 6. PRÁTICAS CORPORAIS ALTERNATIVAS 6.1 Biodança 6.2 Arvorismo 6.3 Corrida de Orientação 6.4 Trilhas 7. METODOLOGIA DO ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 8.1 Lugares 8.2 DVDS

276 p. Referncial Curricular - Caderno 2 - Completo 30 p. Proposta Triangular - Ana Mae Barbosa 4 p.

http://www.poseaduninter.com.br/cursos-educ_metod-ensino-artes.php

Metodologia do Ensino de Artes

Objetivo:O curso de especialização em Metodologia do Ensino de Arte tem por objetivo a ampliação do conhecimento teórico sobre a natureza, o valor e o significado de Arte na Educação, num contexto em que a escola se traduz em um ambiente transformador e produtor de novos conhecimentos. Oferece condições para compreensão do que ocorre no plano da expressão e do significado ao interagir com as Artes como objeto de conhecimento para ampliação da sensibilidade, percepção, reflexão e imaginação. Qualifica também os professores de Artes em geral para atuação nas diferentes linguagens: artes visuais, música, teatro e dança, integrando métodos e técnicas para inovação da prática pedagógica no Ensino das Artes.

Aulas no Polo de Apoio Presencial ou via Internet. Público-alvo: educadores, professores, pedagogos, psicólogos e demais profissionais que atuam ou desejam atuar no contexto da Educação ligada às Artes. Duração do curso: aproximadamente 9 meses de aula mais 6 meses de TCC* Duração do encontro: 2h Dia de exibição no PAP** (horário de Brasília): aos sábados, das 17h20 às 19h25, Canal 1
** PAP: Polo de Apoio Presencial

O Núcleo Comum será realizado por meio da metodologia e-learning. Material didático: livros Coordenador: Valentina Daldegan

Investimento: R$155,00 (1 + 19) Disciplinas e carga horária NÚCLEO COMUM (E-LEARNING) TÓPICOS GERAIS EM EDUCAÇÃO Teorias da Aprendizagem Educação Inclusiva Metodologia de Ensino Avaliação da Aprendizagem Escolar Carga horária do Núcleo Comum NÚCLEO ESPECÍFICO FUNDAMENTOS PARA O ENSINO DE ARTES Arte na Educação Escolar Filosofia da Arte Tópicos Especiais em História da Arte Comunicação e Semiótica LINGUAGENS DAS ARTES NA EDUCAÇÃO Linguagem das Artes Visuais Linguagem da Música Linguagem do Teatro Linguagem da Dança TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO* Carga horária do Núcleo Específico CARGA HORÁRIA TOTAL

30h 30h 30h 30h 120h

30h 30h 30h 30h

30h 30h 30h 30h 60h 300h 420h

http://www.webartigos.com/artigos/metodologia-do-ensino-de-artes-arte-naeducacao-escolar/72298/ METODOLOGIA DO ENSINO DE ARTES: Arte na Educação Escolar RESUMO Um dos pontos principais é estimular a discussão sobre os métodos de ensino adotados, as dificuldades encontradas, e as possíveis soluções que você mesmo, professor atuante, pode encontrar para fazer um ensino cada vez com maior qualidade. O livro vem relatar algumas questões sobre a arte, não para reduzi-la a definições, mas para estimular o pensamento e a discussão, dirigindo um olhar também à estética. Tenta contextualizar a arte no mundo em que vivemos, considerando a influência dos meios de comunicação na sua produção, divulgação e apreciação, e busca definir suas funções na sociedade

e na escola. Uma abordagem da arte sob os aspectos social, antropológico, mercadológico e como fonte de conhecimento procura justificar seu lugar como disciplina obrigatória na escola, enfatizando sua importância na vida humana, entrando no universo brasileiro, e faz, primeiramente, um breve histórico da trajetória do ensino da arte na escola no século XX, na tentativa de melhor compreender o momento presente. Apresenta os Parâmetros Curriculares Nacionais para a área de Artes nos três níveis da Educação Básica (infantil, fundamental e ensino médio), e propõe uma reflexão comparativa destes com a prática do professor em sala de aula. Traz informações úteis sobre a pós-graduação em arte no Brasil, listando todos os Programas em funcionamento. Enfoca algumas tendências pedagógicas para um ensino de arte na contemporaneidade, com base em teorias que consideram como atividades essenciais a criação, a interpretação e a apreciação, e que se preocupam em contextualizá-la a partir da aquisição do conhecimento histórico e social. PALAVRAS ? CHAVE: Educação, Artes, Tendência, Práticas, Brasil.

ABSTRACT A major focus is to stimulate discussion about the teaching methods adopted, the difficulties encountered and possible solutions than yourself, acting teacher, you can find to make teaching a more and more quality. The book is to report some issues about art, not reduce it to the settings, but to stimulate thought and discussion, addressing a look also to aesthetics. Attempts to contextualize the art in the world we live in, considering the influence of media on their production, dissemination and assessment, and seeks to define their functions in society and in school. An approach to the art on social, anthropological, market and source of knowledge seeks to justify its place as a compulsory subject in school, emphasizing its importance in human life, entering the Brazilian universe, and do, first, a brief history of the trajectory of teaching art in school in the twentieth century in an attempt to better understand the present moment. Presents the National Curriculum for the Arts area at the three levels of basic education (kindergarten, elementary and middle school), and proposes a comparative reflection of the practice of teachers in the classroom. Provides useful information on the graduate art in Brazil, listing all the programs running. Focuses on some educational trends to an education in contemporary art, theory-based activities they regard as essential the creation, interpretation and appreciation, and who bother to

contextualize it with the acquisition of knowledge and social history. KEY - WORDS: Education, Arts, Trends, Practices, Brazil.

INTRODUÇÃO O ensino da arte deve estar em consonância com a contemporaneidade. A sala de aula deve ser um espelho do atelier do artista ou do laboratório do cientista. Neles são desenvolvidas pesquisas, técnicas são criadas e recriadas, e o processo criador toma forma de maneira viva, dinâmica. A pesquisa e a construção do conhecimento é um valor tanto para o educador quanto para o educando, rompendo com a relação sujeito/objeto do ensino tradicional. Este processo poderá ser desafiador. Delimite-se o ponto de partida e o ponto de chegada será resultante da experimentação. Dessa forma, o ensino da arte estará intimamente ligado ao interesse de quem aprende. Esta maneira de propor o ensino da arte rompe barreiras de exclusão, visto que a prática educativa está embasada não no talento ou no dom, mas na capacidade de experiência de cada um. Dessa forma, estimulase os educando a se arriscarem a desenhar, representar, dançar, tocar, escrever, pois trata-se de uma vivência, e não de uma competição. Para que esta afirmação se torne uma realidade, acreditamos que é através do espaço educativo que se possa efetivamente dar uma contribuição no sentido de possibilitar o acesso à arte a uma grande maioria de crianças e jovens. Sendo a escola o primeiro espaço formal onde se dá o desenvolvimento de cidadãos, nada melhor que por aí se dê o contato sistematizado com o universo artístico e suas linguagens: artes visuais, teatro, dança, música e literatura. Contudo, o que se percebe é que o ensino da arte está relegado ao segundo plano, ou é encarado como mera atividade de lazer e recreação. Desde o profissional contratado, muitas vezes tendo que lidar com os conteúdos das linguagens de forma polivalente, até o pequeno número de horas destinadas ao ensino das linguagens artísticas, a expansão se torna canhestra, quase sempre inexistente. A educação em arte, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontece na sociedade de duas formas: assistematicamente através dos meios de comunicação de massa e das manifestações não institucionalizadas da cultura, como as relacionadas ao folclore (entendido como manifestação viva e em mutação, não limitado apenas à preservação de tradições); e sistematicamente na escola ou em outras instituições de ensino. A arte-educação tem um objetivo maior que a formação de profissionais dedicados a esta área de conhecimento, no âmbito da escola regular busca oferecer aos indivíduos condições para que compreenda o que ocorre no plano da expressão e no plano do significado ao interagir com as Artes, permitindo sua inserção social de maneira mais ampla.

No Brasil, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/96) estabeleceu em seu artigo 26, parágrafo 2º que: "O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos". "A arte é um patrimônio cultural da humanidade, e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber" De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana:o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele e pelos colegas,pela natureza e nas diferentes culturas. (PCN- Arte-1997).

REFLEXÕES DAS PRÁTICAS EDUCATIVAS DO ENSINO DE ARTES O livro vem mostrar que o contato com o universo mágico da arte é importante, mas desnecessário. Esta contradição vem sendo objeto de reflexão e prática por parte dos arte-educadores, interessados em reverter a situação em favor de uma escola que valorize os aspectos educativos contidos no universo da arte. Daí a preocupação com a formação de profissionais que vão exercer as funções na formação e orientação de

crianças e de jovens. Diretores de escola, coordenadores e professores devem estar preparados para entender a arte como ramo do conhecimento em mesmo pé de igualdade que as outras disciplinas dos currículos escolares. Reconhecendo não só a necessidade da arte, mas a sua capacidade transformadora, os educadores estarão contribuindo para que o acesso a ela seja um direito do homem. Aceitar que o fazer artístico e a fruição estética contribuem para o desenvolvimento de crianças e de jovens é ter a certeza da capacidade que eles tem de ampliar o seu potencial cognitivo e assim conceber e olhar o mundo de modos diferentes. Esta postura deve estar internalizada nos educadores, a fim de que a prática pedagógica tenha coerência, possibilitando ao educando conhecer o seu repertório cultural e entrar em contato com outras referências, sem que haja a imposição de uma forma de conhecimento sobre outra, sem dicotomia entre reflexão e prática. Uma proposta em arte que parta deste princípio traz para as suas atividades um grande número de interessados. Estas crianças e estes jovens se reconhecerão como participantes e construtores de seus próprios caminhos e saberão avaliar de que forma se dão os atalhos, as vielas, as estradas. A arte fará parte de suas vidas e terá um sentido, deixando de ser aquela coisa incompreensível e elitista, distante de sua realidade. A concepção de arte implica numa expansão do conceito de cultura, ou seja, toda e qualquer produção e as maneiras de conceber e organizar a vida social são levadas em consideração. Cada grupo inserido nestes processos configura-se pelos seus valores e sentidos, e são atores na construção e transmissão dos mesmos. A cultura está em permanente transformação, ampliando-se e possibilitando ações que valorizam a produção e a transmissão do conhecimento. Cabe então negar a divisão entre teoria e prática, entre razão e percepção, ou seja, toda fragmentação ou compartimentalização da vivência e do conhecimento. Bernadete Zagonel nos mostrar processo pedagógico que busca a dinâmica entre o sentir, o pensar e o agir. Promove a interação entre saber e prática relacionados à história, às sociedades e às culturas, possibilitando uma relação ensino/aprendizagem de forma efetiva, a partir de experiências vividas, múltiplas e diversas. Considera-se também nesta proposta a vertente lúdica como processo e resultado, como conteúdo e forma. Reconhecendo a arte como ramo do conhecimento, contendo em si um universo de componentes pedagógicos. Os educadores poderão abrir espaços para manifestações que possibilitam o trabalho com a diferença, o exercício da imaginação, a auto-expressão, a descoberta e a invenção, novas experiências perceptivas, experimentação da pluralidade, multiplicidade e diversidade de valores, sentido e intenções. A arte valoriza a organização do mundo da criança e do jovem, sua autocompreensão, assim como o relacionamento com o outro e com o seu meio. Assim contextualizamos o trabalho na vertente do lúdico e do fazer, com a ação mais significante do que os resultados, ou seja, não se propõe atividades que não levam a nada. Se pensarmos num projeto e no seu processo, cada etapa apresentará resultados que poderá se tornar ou não um outro projeto. Os resultados dos processos podem ser uma etapa ou sua finalização em

espetáculos teatrais, coreográficos, musicais, exposições, mostra, performances etc. A interação entre a concepção de arte e a concepção de educação encaminha-se na confluência do que conhecemos como arte-educação, conceito este que aponta para o entendimento de uma questão mais ampla que é a arte no espaço educativo: um projeto pedagógico com uma prática em arte. Destacamos a questão, tendo em vista que nenhuma outra disciplina tem necessidade de uma ênfase na sua nomenclatura quando da inclusão numa proposta pedagógica. As práticas educativas surgem de mobilizações sociais, pedagógicas, filosóficas, e, no caso de arte, também artísticas e estéticas. Quando caracterizadas em seus diferentes momentos históricos, ajudam a compreender melhor a questão do processo educacional e sua relação com a própria vida. No Brasil, por exemplo, foram importantes os movimentos culturais na correlação entre arte e educação desde o século XIX. Eventos culturais e artísticos, como a criação da Escola de Belas Artes no Rio de Janeiro e a presença da Missão Francesa e de artistas europeus de renome, definiram nesse século a formação de profissionais de arte ao nível institucional. No século XX, a Semana de 22, a criação de universidades (anos 30), o surgimento das Bienais de São Paulo a partir de 1951, os movimentos universitários ligados à cultura popular (anos 50/60), da contracultura (anos 70), a constituição da pós-graduação em ensino de arte e a mobilização profissional (anos 80), entre outros, vêm acompanhando o ensino artístico desde sua introdução até sua expansão por meio da educação formal e de outras experiências (em museus, centros culturais, escolas de arte, conservatórios, etc.). Isto nos faz ver que as correlações dos movimentos culturais com a arte e com a educação em arte não acontecem no vazio, nem desenraizadas das práticas sociais vividas pela sociedade como um todo. As mudanças que ocorrem são caracterizadas pela dinâmica social que interfere, modificando ou conservando as práticas vigentes. Dentre as mais relevantes interferências sociais e culturais que marcam o ensino e aprendizagem artísticos brasileiros podemos destacar: ? os comprometimentos do ensino artístico (desenho) visando a uma preparação para o trabalho (operários), originado no século XIX durante o Brasil Imperial e presente no século XX; ? os princípios do liberalismo (ênfase na liberdade e aptidões individuais) e o positivismo (valorização do racionalismo e exatidão científica), por um lado, e da experimentação psicológica, por outro, influenciando na educação em arte, ao longo do século XX; ? a retomada de movimentos de organização de educadores (principalmente as associações de arte-educadores), desde o início dos anos 80; ? a discussão e a luta para inclusão da obrigatoriedade de Arte na escola e redação da Nova Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, após a Constituição Brasileira de 1988; ? a retomada das investigações e experiências pedagógicas no campo da arte; sistematizações de cursos ao nível de pós-graduação; ? as novas concepções estéticas da arte contemporânea modificando os

horizontes artístico e conseqüentemente a docência em arte; A preocupação com a educação em arte tem mobilizado pesquisadores, professores, estetas e artistas, os quais vêm procurando fundamentar e intervir nessas práticas educativas. No Brasil, desde o final dos anos 80 têmse divulgado inúmeros trabalhos desta ordem, tanto aqueles elaborados aqui quanto os de outros países. São propostas que refletem atuações em arte e são baseadas: ? nas necessidades psicológicas dos alunos ou em suas necessidades e problemas ambientais, comunitários e sociais; ? no ensino e aprendizagem pensado a partir da própria da própria arte, como um sistema de conhecimento do mundo; no conhecimento da arte advindo de fazer artístico e também da apreciação e história da arte; ? nas articulações dos atos perceptivos e verbalizadores dos alunos como base da experiência estética; ? nos alcances e limites da interdisciplinaridade e entre os diversos métodos de ensinar a aprender os conhecimentos em arte; ? nas necessidades de mudanças da formação do educador em arte, visando à melhoria da qualidade de escolarização desde a infância. A História é aquela que está sendo desenvolvida por professores e alunos em suas práticas e teorias pedagógicas. E, observando a história do ensino artístico, percebemos o quanto nossas ações também estão demarcadas pelas concepções de cada época. Para este estudo apresentaremos uma síntese das tendências pedagógicas mais influentes no ensino de arte e sua relação com a vida dos brasileiros. Ao lado das tendências pedagógicas tradicional, escolanovista e tecnicista, surge no Brasil, um importante trabalho desenvolvido por Paulo Freire, que repercutiu. Politicamente, pelo seu, método revolucionário de alfabetização de adultos. Voltado para o diálogo educador-educando e visando à consciência crítica, influencia principalmente movimentos populares e a educação não formal. Retomado a partir de 1971, é considerado nos dias de hoje como uma "Pedagogia Libertadora", em uma perspectiva de consciência crítica da sociedade. A partir dos anos 80, acreditando em, um papel específico que a escola tem com relação a mudanças nas ações sociais e culturais, educadores brasileiros mergulham em um esforço de conceber e discutir práticas e teorias de educação escolar para essa realidade. Conscientizam-se de como a escola se configura no presente, com vistas a transformá-la rumo ao futuro. E nos convidam a discutir as ações e as idéias que queremos modificar na educação em arte, como um desafio c compromisso com as transformações na sociedade. Começa a se "desenhar" um redirecionamento pedagógico que incorpora qualidades das pedagogias tradicional, nova, tecnicista e libertadora e pretende ser mais "realista e crítica. Suas concepções podem ser sintetizadas nos seguintes aspectos de agir no interior da escola é contribuir para transformar a própria sociedade.

CONSIDERAÇÕES FINAIS Cabe à escola difundir os conteúdos vivos, concretos, indissoluvelmente ligados às realidades sociais. Os métodos de ensino não partem de um saber espontâneo, mas de urna relação direta com a experiência do aluno confrontada com o saber trazido de fora, professor é mediador da relação pedagógica - um elemento insubstituível. É pela presença do professor que se torna possível urna "ruptura" entre a experiência pouco elaborada e dispersa dos alunos, rumo aos conteúdos culturais universais, permanentemente reavaliados face as realidades sociais A educação escolar deve assumir, através do ensino e da aprendizagem do conhecimento acumulado pela humanidade, a responsabilidade de dar ao educando o instrumental para que ele exerça uma cidadania mais consciente, crítica e participante. Tem-se buscado elaborar, discutir e explicitar: então, uma "Pedagogia Histórica Crítica", ou seja, uma prática e teoria da educação, escolar mais realista, mais "Crítico-Social dos Conteúdos" sem deixar de considerar as contribuições das outras perspectivas pedagógicas. Essa pedagogia escolar procura propiciar a todos os estudantes o acesso e contato com os conhecimentos culturais básicos e necessários para uma prática social viva e transformadora.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares Nacionais: arte. Brasília: MEC/SEF, 1997. ZAGONEL, Bernadete. Metodologia do Ensino de Arte: Arte na Educação Escolar. Editora Ibpex. Leia mais em: http://www.webartigos.com/artigos/metodologia-do-ensino-deartes-arte-na-educacao-escolar/72298/#ixzz21mPGD35H

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