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SOCIEDADE NORDESTINA de ECOLOGIA

dossiê

MATA ATLÂNTICA

2001

Monitoramento Participativo da Mata Atlântica

Projeto

maio, 2001

A Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA) é uma articulação nacional de organizações não governamentais criada em 1992, durante a Rio-92, que visa a conservação e recuperação da Mata Atlântica, através da mobilização social e da ação coordenada. Congregando atualmente 195 entidades dos 17 estados brasileiros inseridos no Domínio da Mata Atlântica, a RMA promove de forma permanente o intercâmbio de informações e de experiências entre as ONGs; a divulgação de informações sobre a Mata Atlântica e das ações da Rede e de suas filiadas para o público em geral; o acompanhamento e interferência nas políticas públicas em nível federal, estadual e municipal, voltadas para a preservação e recuperação do Bioma; e o fortalecimento das ONGs filiadas e do seu coletivo através do estímulo de ações regionais e nacionais. Coordenação Nacional (biênio 2000 -2002): Gambá – Grupo Ambientalista da Bahia (BA), Coordenador Geral e Secretário Executiva da Rede; Amda - Associação Minera para a Defesa do Ambiente (MG) - Vice-Coordenadora; Apremavi – Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí (SC); SNE – Sociedade Nordestina de Ecologia (PE); Fundação SOS Mata Atlântica (SP); Ecoa e Conservation International (MS); Instituto Ambiental de Estudos e Assessoria (CE); Os Verdes (RJ) e Assecan (RS). Secretaria Executiva: Amda - Associação Mineira de Defesa do Ambiente Av. Álvares Cabral, 1600 - 11º andar - Santo Agostinho 30170-001 Salvador - BA - Brasil amda.bhz@zaz.com.br Escritório em Brasília: SCLN 210, bloco C, sala 215 70863-530 Brasília - DF - BR tel: 55 61 349-9162 redematlantica@tba.com.br

O Instituto Socioambiental (ISA) é uma associação civil, sem fins lucrativos, fundada em 1994 para propor soluções, de maneira integrada, a questões sociais e ambientais. O ISA tem como objetivo defender bens e direitos sociais, coletivos e difusos, relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos. Produz estudos, pesquisas, projetos e programas que promovam a sustentabilidade socioambiental, divulgando a diversidade cultural e biológica do país. Para saber mais sobre o ISA, consulte www.socioambiental.org Conselho Diretor: Neide Esterci (presidente), Enrique Svirsky (vice-presidente), Juliana Santilli, Leão Serva, Márcio Santilli Secretários Executivos: Nilto Tatto (geral), Sérgio Mauro Santos Filho Coordenadores: Adriana Ramos, Alicia Rolla, Ana Valéria Araújo, André Villas Bôas, Angela Maria Ribeiro Galvão, Carlos Alberto Ricardo, Carlos Macedo, Fany Ricardo, João Paulo R. Capobianco, Maria Inês Zanchetta, Marina Kahn, Nurit Rachel Bensusan, Rodolfo Marinceck Neto, Rubens Mendonça Av. Higienópolis, 901 01238-001 São Paulo - SP - Brasil tel: 55 11 3825-5544 / fax: 55 11 3825-7861 isa@socioambiental.org Brasília SCLN 210, bloco C, sala 112 70862-530 Brasília - DF - Brasil tel: 55 61 349-5114 / fax: 55 61 274-7608 isadf@tba.com.br Rio Negro Rua Projetada, 70 - Centro Caixa Postal 21 96750-000 São Gabriel da Cachoeira - AM - Brasil tel/fax: 55 92 471-1156

dossiê MATA ATLÂNTICA 2001
© ISA Organizador: João Paulo R. Capobianco Coordenação de produção: Marussia Whately Texto da publicação: João Paulo R. Capobianco Cartografia: Alícia Rolla, Cícero Cardoso Augusto, Edna Amorim dos Santos, Fernando Frizeira Paternost, Mônica T. Shimabukuro, Rosimeire Rurico Sacó, Viviane Mazin Fotos: João Paulo R. Capobianco Design/editoração eletrônica da publicação: Vera Feitosa Textos CD: João Paulo R. Capobianco, Marussia Whately, André Lima, Fany Pantaleoni Ricardo e Maurício Mercadante Design/editoração eletrônica do CD/ROM: Ana Beatriz Miranda e Murilo de Andrade Lima Lisboa Reprodução CDs: HSM Ltda. Fotolito e Impressão: Ipsis Gráfica e Editora Tiragem desta edição: 2.500 exemplares ISBN 85-85994-11-8 Esta publicação faz parte do projeto “Projeto Monitoramento Participativo da Mata Atlântica” Realização: Rede de ONGs da Mata Atlântica Instituto Socioambiental Sociedade Nordestina de Ecologia Apoio: NAPMA - Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica Ministério do Meio Ambiente/Governo Federal PNF - Programa Nacional de Florestas SBF - Secretaria de Biodiversidade e Florestas Comissão Européia ICCO - Organização Intereclesiástica para a Cooperação ao Desenvolvimento (Holanda)

SUMÁRIO INTRODUÇÃO .........................................................................................................................9 CAPÍTULO I - A MATA ATLÂNTICA I - Conceito, abrangência e área original ...................................................................11 II - Síntese da Legislação de Proteção.......................................................................14 III - A degradação.................................................................................................................18 IV - A importância da sua conservação e recuperação ......................................23 V - Referências bibliográficas........................................................................................27 VI - Relação das unidades de conservação na Mata Atlântica
UCs no Domínio da Mata Atlântica ............................................................................31 UCs no Estado de Alagoas..........................................................................................32 UCs no Estado da Bahia..............................................................................................33 UCs no Estado do Ceará..............................................................................................35 UCs no Estado do Espírito Santo ..............................................................................36 UCs no Estado de Minas Gerais ..................................................................................37 UCs no Estado do Mato Grosso do Sul......................................................................39 UCs no Estado da Paraíba...........................................................................................40 UCs no Estado de Pernambuco ..................................................................................42 UCs no Estado de Piauí...............................................................................................43 UCs no Estado do Paraná................................................................ ............................44 UCs no Estado do Rio de Janeiro ...............................................................................46 UCs no Estado do Rio Grande do Norte.....................................................................48 UCs no Estado do Rio Grande do Sul........................................................................49 UCs no Estado de Santa Catarina...............................................................................50 UCs no Estado de Sergipe...........................................................................................51 UCs no Estado do São Paulo......................................................................................52 UCs Interestaduais.......................................................................................................55

VII - Relação das terras indígenas (TIs) na Mata Atlântica
TIs no Domínio da Mata Atlântica ...............................................................................56 TIs no Estado de Alagoas............................................................................................57 TIs no Estado da Bahia ................................................................................................58 TIs no Estado do Espírito Santo ................................................................................59 TIs no Estado de Minas Gerais....................................................................................60 TIs no Estado do Mato Grosso do Sul........................................................................61 TIs no Estado da Paraíba.............................................................................................63 TIs no Estado do Paraná..............................................................................................64 TIs no Estado do Rio de Janeiro.................................................................................65 TIs no Estado do Rio Grande do Sul..........................................................................66 TIs no Estado de Santa Catarina.................................................................................67 TIs no Estado do São Paulo........................................................................................68

VIII - Relação dos municípios inseridos no Domínio da Mata Atlântica
Municípios no Domínio da Mata Atlântica .................................................................69 Municípios no Estado de Alagoas............................................................................. 70 Municípios no Estado da Bahia...................................................................................72 Municípios no Estado do Ceará..................................................................................80
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Municípios no Estado do Espírito Santo ...................................................................82 Municípios no Estado de Goiás..................................................................................84 Municípios no Estado de Minas Gerais......................................................................85 Municípios no Estado do Mato Grosso do Sul........................................................101 Municípios no Estado da Paraíba.............................................................................103 Municípios no Estado de Pernambuco.....................................................................105 Municípios no Estado do Piauí..................................................................................108 Municípios no Estado do Paraná..............................................................................109 Municípios no Estado do Rio de Janeiro .................................................................119 Municípios no Estado do Rio Grande do Norte.......................................................122 Municípios no Estado do Rio Grande do Sul...........................................................123 Municípios no Estado de Santa Catarina .................................................................134 Municípios no Estado de Sergipe.............................................................................141 Municípios no Estado do São Paulo.........................................................................143

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CAPÍTULO II - LEGISLAÇÃO DE PROTEÇÃO DA MATA ATLÂNTICA LEGISLAÇÃO EM VIGOR...............................................................................159 I - Quadro resumo da legislação...................................................................160 II - Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica)
Decreto Federal nº 750/93........................................................................................................162 Resolução Conama nº 10/93 ....................................................................................................165 Resolução Conama nº 12/94....................................................................................................169 Resolução Conama nº 3/96......................................................................................................172 Resolução Conama nº 9/96.......................................................................................................173 Resolução Conama nº 249/99..................................................................................................174 Medida Provisória nº 2.080-59/01.............................................................................................175

III - Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas
Alagoas Resolução Conama nº 28/94....................................................................................................181 Bahia Resolução Conama nº 5/94......................................................................................................184 Resolução Conama nº 240/98...................................................................................................187 Resolução Conama nº 248/99..................................................................................................188 Ceará Resolução Conama nº 25/94.....................................................................................................191 Espírito Santo Resolução Conama nº 29/94....................................................................................................193 Mato Grosso do Sul Resolução Conama nº 30/94....................................................................................................196 Paraná Resolução Conama nº 2/94......................................................................................................199 Pernambuco Resolução Conama nº 31/94.....................................................................................................201 Piauí Resolução Conama nº 26/94....................................................................................................203 Rio de Janeiro Resolução Conama nº 6/94......................................................................................................205 Rio Grande do Norte Resolução Conama nº 32/94.....................................................................................................208

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Rio Grande do Sul Resolução Conama nº 33/94.......................................... ...........................................................211 Santa Catarina Resolução Conama nº 4/94......................................................................................................213 Resolução Conama nº 261/99...................................................................................................216 São Paulo Resolução Conama nº 1/94.......................................................................................................228 Resolução Conjunta SMA/SP – Ibama nº 002/94.....................................................................231 Resolução Conama nº 7/96.......................................................................................................235 Resolução Conjunta SMA/SP-Ibama nº 5/96...........................................................................247 Deliberação Consema/SP nº 18/97..........................................................................................249 Sergipe Resolução Conama nº 34/94.....................................................................................................255

PROJETOS DE LEI DE PROTEÇÃO À MATA ATLÂNTICA Projeto de Lei nº 3.285, de 1992 (Dep. Fabio Feldmann) ................................257 Substitutivo do Dep. Paulo Bornhausen, aprovado na Comissão de Minas e Energia, em outubro de 1997. Projeto de Lei nº 285, de 1999 (Dep. Jacques Wagner) ................................263 Substitutivo do Dep. Luciano Pizzatto, aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, em novembro de 1999.
Título I - das definições, objetivos e princípios do regime jurídico dos ecossistemas atlânticos Capítulo I - das definições Capítulo II - dos objetivos e princípios do regime jurídico dos ecossistemas atlânticos Título II - do regime jurídico geral dos ecossistemas atlânticos Título III - do regime jurídico especial dos ecossistemas atlânticos Capítulo I - da proteção da vegetação primária Capítulo II - da proteção da vegetação secundária em estágio avançado de regeneração Capítulo III - da proteção da vegetação secundária em estágio médio de regeneração Capítulo IV - da proteção da vegetação secundária em estágio inicial de regeneração Capítulo V - da exploração seletiva de vegetação secundária em estágios a vançado e médio de regeneração Capítulo VI - da proteção dos ecossistemas atlânticos nas áreas urbanas e regiões metropolitanas Título IV - dos incentivos econômicos Capítulo I - do fundo de restauração dos ecossistemas atlânticos Capítulo II - da servidão ambiental Capítulo III - dos incentivos tributários Seção I - da não incidência de imposto sobre a propriedade territorial rural Seção II - da dedução de imposto sobre a renda de doador ambiental Capítulo IV - dos incentivos creditícios Capítulo V - do selo ambiental para produtos ou serviços procedentes dos ecossistemas atlânticos Capítulo VI - das fazendas florestais
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Título V - das infrações penais e administrativas Título VI - das disposições finais

TRAJETÓRIA DAS PROPOSTAS DE REGULAMENTAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA NO CONGRESSO NACIONAL .............................................................276 1992
Agosto Setembro

1993
Janeiro Fevereiro

1995
Fevereiro Março Junho Agosto Setembro

1997
Outubro Novembro Dezembro

1998
Junho

1999
Fevereiro Abril Junho Agosto Dezembro

2000
Abril Maio

2001
Janeiro

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................................................................................DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA DIRETRIZES PARA A POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA MATA ATLÂNTICA Sumário........................295 IX ....................................289 Domínio da Mata Atlântica Bioma Ecossistema Vegetação Remanescente Reserva da Biosfera Patrimônio Nacional Ecossistemas associados E V ..................288 IV ................291 VI ......Conceitos ..........................................293 VII ..Apresentação.........................................................................................................Princípios ......................................CAPÍTULO III ............................................................. Tributários e Financeiros Pesquisa dos recursos naturais Educação...................294 VIII ........................................287 III .283 I ........................................................Diretrizes e Linhas Programáticas....................................................Objetivo ............................................................Evolução dos Instrumentos Legais ..............282 Apresentação........................................................................................................................ controle e monitoramento Instrumentos Legais............305 SUBPROGRAMA MATA ATLÂNTICA .................. extensão ambiental e ecoturismo XI .Introdução .......................296 Proteção da diversidade biológica Desenvolvimento sustentável Recuperação de áreas degradadas Compatibilização das políticas setoriais X ...............................286 II ...........................................309 II .................306 I ..............Introdução.................................Estratégia.........................................................................Contexto...301 Gestão..........................................................................................Marco Referencial .......................Instrumentos de Implementação ........................................................................................................................................................................................................PPG7..............................................................................................................................................: 6 ..................................................................................................................................310 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág..Referências Bibliográficas .........

...........................316 Diretrizes Gerais.......... (Ver Capítulo III..........................................................................325 Pré-condições......Subprograma Mata Atlântica .......................Comparativo entre os programas de financiamento da área ambiental do Governo Federal ..................................Probio..........................Descrição do Subprograma Mata Atlântica............................................................................................................................320 Figura 1 ......................320 Estratégia de Implantação do Subprograma................ Item II ............................Área Geográfica de Abrangência do Subprograma.............................................. .....................316 Antecedentes e o Processo de preparação do Subprograma Mata Atlântica..............331 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.......................................324 Relevância ambiental................................................................317 Objetivos ............................................................Legislação de Proteção da Mata Atlântica (Ver Capítulo I – A MATA ATLÂNTICA.......................................................................................................311 PNF – Programa Nacional de Florestas – DIFLOR/MMA..................... Viabilidade e Sustentabilidade .....325 Contrapartida.....................................................................................................Fundo Brasileiro para a Biodiversidade................................. item Áreas e Ações Prioritárias para Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica) ATLAS DA EVOLUÇÃO DOS REMANESCENTES FLORESTAIS E ECOSSISTEMAS ASSOCIADOS NO DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA NO PERÍODO 1990-1995 I – Apresentação........ item Áreas e Ações Prioritárias para Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica) ANEXO 3 ...................................................................................................................................................................................................322 Figura 2 ...............................................: 7 ...................312 FUNBIO .................................................310 A Mata Atlântica e os Programas de financiamento da área ambiental do Governo Federal Programa Avança Brasil............................317 Áreas e Linhas Programáticas........PPG7.........................................326 Modalidades de Apoio................................................331 II .......311 PPG7 – Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil...............................323 Modelo Operacional: Matriz de Avaliação da Eficácia........Introdução ............................... (Ver Capítulo III.......................319 As Especificidades Institucionais e Conjunturais do Bioma......320 VI ...........................................Fundo Nacional do Meio Ambiente...............Programa Nacional do Meio Ambiente II ..318 Resultados esperados ........................................................................................................Organização estrutural do Subprograma Mata Atlântica ..................................................................313 Quadro 1 .........................325 Grau de Inter-institucionalidade...............) ANEXO 2 – Mapas de Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica...................................................Fluxograma de projetos do Subprograma Mata Atlântica ................310 PNMA II ...........................................312 Programa de Conservação da Biodiversidade ...........Síntese da Legislação de Proteção......................................................Ações e Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica...................326 Demanda Induzida......315 III ...................................................................................327 Exemplos de linhas temáticas para Demanda Espontânea................319 Vantagens comparativas....................................................................................................................................327 Anexos ANEXO 1 ...............................................................................................................................................................................................................................................................312 FNMA ...................

364 V ..............................................................Resultados por estado................................................373 Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica........................................................................................................................................................................353 Rio de Janeiro.........Incrementos por carta 1:250......................................................................................................................................................... 342 Confecção dos mapas temáticos...................................................................................................................................................348 Mato Grosso do Sul.......................................................................................................................................................349 Minas Gerais.......345 Goiás...............................................................: 8 ..................................................................343 IV ...........................................................................................342 Parecer técnico e avaliação .........................................................................358 Santa Catarina............................................................. 338 Interpretação visual das imagens....................................................000..............................368 ÁREAS E AÇÕES PRIORITÁRIAS PARA A BIODIVERSIDADE DA MATA ATLÂNTICA Resumo.............. ......336 Produtos de sensoriamento remoto utilizados....351 Paraná...............371 Mapa de Áreas prioritárias para a Conservação da Mata Atlântica ...................361 São Paulo...........356 Rio Grande do Sul.........................Quadro resumo............................ ...................................................................................................................................................................................................339 Digitalização dos “overlays”................................................................................................................................................................ ................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................341 Exatidão de classificação..............................................................344 Espírito Santo...................333 Legenda adotada...............................................................333 Base cartográfica........................................................................................................................................................................................................................................III – Metodologia..........................................374 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág...........367 VI ...........................................................................................................................................................................................................

Conama. agora ela começa a exigir maior capacidade de organização. CD-ROM com o maior conjunto de informações qualificadas já reunidas e disponibilizadas sobre a Mata Atlântica: • • • • Textos com definições gerais. elaborado pela SOS Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Íntegra do Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados da Mata Atlântica no Período 1990-95. terras indígenas grupos de vegetação e remanescentes florestais. Hoje. fotografias ilustrativas das principais fitofisionomias que compõem o Domínio da Mata Atlântica. Em muitos estados o ritmo de desmatamento vem caindo significativamente ano após ano. em 1992. Trata-se de um conjunto de atividades de produção.INTRODUÇÃO A Mata Atlântica. os remanescentes florestais no ano de 1990. Ao mesmo tempo. Se até recentemente a luta pela Mata Atlântica se baseava quase que exclusivamente na denúncia e na sensibilização da opinião pública. com a área de abrangência do Domínio da Mata Atlântica. Por outro lado. ainda. unidades de conservação. Embora recente. Com o objetivo de aprimorar a ação de proteção do Bioma. A mobilização da população em defesa da Mata Atlântica já começa a mostrar resultados concretos. órgãos públicos e grupos de cidadãos espalhados pelo País. por solicitação da Rede de ONGs da Mata Atlântica. unidades de conservação e terras indígenas na Mata Atlântica. O processo de fragmentação da Mata Atlântica atingiu níveis críticos em muitas regiões do País. organização e disseminação de informações de qualidade e de capacitação de organizações não governamentais para o desenvolvimento de ações integradas. áreas rurais. Listagens completas de municípios. contém os seguintes materiais: Mapa-pôster. a luta pela conservação da Mata Atlântica cresceu de forma exponencial nos últimos quinze anos. Inpe e Isa. recuperação e uso sustentável do Bioma. ainda. ameaças permanentes. controla o clima e protege escarpas e encostas das serras. a Rede de ONGs da Mata Atlântica elaborou o projeto “Monitoramento Participativo da Mata Atlântica”. Mas os desafios são ainda muito grandes. plantas ornamentais e outros produtos florestais e a caça. do mapa-pôster. planejamento e avaliação de resultados. constituem. iniciado há quinhentos anos e que. áreas significativas de florestas começam a reocupar locais antes degradados. comunidades caiçaras e indígenas. conforme definido pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente . Nas cidades. além de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso. embora em declínio. a extração predatória de madeira. desenvolvem ações de conservação. um dos mais ricos conjuntos de ecossistemas em termos de diversidade biológica do Planeta é diretamente responsável pela qualidade de vida de milhares de brasileiros. e tabelas com informações sobre os municípios. Mapa síntese e listagem completa das áreas prioritárias para a biodiversidade da Mapa Atlântica (Workshop Mata Atlântica e Campos Sulinos.: 9 . milhares de organizações não governamentais. Constam. persiste até a atualidade. Este trabalho tem levado ao aumento da consciência por parte da sociedade sobre a urgência de se reverter seu processo de degradação. ela regula o fluxo dos mananciais hídricos. organizadas por estado. Desenvolvida pelo Instituto Socioambiental. referências bibliográficas e a legislação completa atualmente em vigor no Bioma. assegura a fertilidade do solo. Pronabio/MMA). demonstr ando a viabilidade da regeneração natural. A presente publicação é parte deste projeto.

Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade. Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. rios. Instituto Socioambiental Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.• • • Texto integral do Subprograma Mata Atlântica no PPG7. Remanescentes do Nordeste. Esperamos que estes materiais cumpram com seu objetivo de levar a todas as organizações e cidadãos comprometidos com a conservação da Mata Atlântica. permitindo elaboração e i mpressão de mapas adaptados ao interesse dos usuários. Remanescentes Florestais 1985-1990. Unidades de Conservação. informações qualificadas que sirvam de subsídio ao aprimoramento de suas atividades. Base de dados digital completa contendo: limites municipais. Domínio da Mata Atlântica. Remanescentes 1990-1995.: 10 . Corredores Ecológicos propostos para a área do DMA. Terras Indígenas. Fitofisionomias vegetais. Programa ArcExplorer com manual de uso para manuseio da base de dados digital. sedes municipais. estradas.

Para alguns autores. constituídas por verdadeiros mosaicos de diferentes fisionomias vegetais. Isto porque. formavam originalmente uma cobertura florestal praticamente contínua nas regiões sul. a exceção dos encraves no Nordeste. Se até recentemente a conceituação científica da Mata Atlântica era exclusivamente um assunto de interesse acadêmico. Entretanto. A primeira iniciativa para buscar uma definição científica consensual para a Mata Atlântica ocorreu em 1990. as florestas deciduais e semideciduais interioranas e ecossistemas associados como restingas. brejos de altitude e cerrados. Floresta Ombrófila Aberta. se estendia pela bacia hidrográfica do Rio Amazonas. a partir da promulgação da Constituição Federal de 1988. 1993) que. considerando ainda. desenvolveram trabalhos onde apresentavam um conceito mais amplo da formação original da Mata Atlântica. manguezais. A esse complexo e diversificado conjunto de formações vegetais contínuas se convencionou chamar de Floresta Amazônica. que ainda permanece muito preservada. menor. as questões relativas a conservação ambiental. Quando os europeus iniciaram a colonização do território que posteriormente daria origem ao Brasil. biólogo. nas regiões Sul e Sudeste. São Paulo. RIZZINI (1979). chegou-se a uma definição ampla que englobava a floresta litorânea. a Mata Atlântica se restringiria a floresta densa que ocorre ao longo do litoral brasileiro. Floresta Estacional Decidual. embora com áreas de abrangência e terminologias diferentes. estudiosos como AB’SABER (1977). EITEN (1983). ela se tornou uma questão legal. Floresta Ombrófila Mista. até recentemente havia diferentes denominações para essa floresta. chegando a Argentina e Paraguai. encontraram duas grandes florestas. A maior dessas florestas. estabelecendo o conceito de Domínio da Mata Atlântica. sudeste e parcialmente nordeste e centro-oeste: Floresta Ombrófila Densa. de fevereiro de 1993. ocupando toda a região norte do Brasil e significativas porções dos países vizinhos. Floresta Estacional Semidecidual. entre outros. continente adentro. cruzados com considerações de natureza geológica e geográfica e.A Mata Atlântica * A MATA ATLÂNTICA Conceito. Segundo este conceito. baseadas em considerações fitofisionômicas e florísticas definidas por diferentes pesquisadores. ocorria ao longo da costa. a definição de sua área de abrangência passou a ser um imperativo para a regulamentação de seu uso e conservação. Apesar de diversificada e originalmente contínua como a Floresta Amazônica. campos de altitude e encraves de campos.Capítulo I . do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul e se estendia por centenas de quilômetros. quando a Fundação SOS Mata Atlântica reuniu os mais importantes pesquisadores especializados neste complexo vegetacional durante um seminário de quatro dias ocorrido na cidade de Atibaia. ao conferir à Mata Atlântica o status de “patrimônio nacional”. restingas. coordenador do Instituto Socioambiental Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Baseados em critérios botânicos e fitofisionômicos. florestas costeiras. A outra. passou a ter a denominação genérica de Mata Atlântica as áreas primitivamente ocupadas pelas seguintes formações vegetais constantes do Mapa de Vegetação do Brasil (IBGE. a Mata Atlântica se espalhava * João Paulo Capobianco. porém de grandes dimensões. nos termos restritivos definidos pelos deputa dos constituintes. que agrupavam suas formações vegetais de acordo com critérios próprios.: 11 . Desta forma. abrangência e área original. manguezais. campos de altitude. brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste. que foi posteriormente incorporado à legislação ambiental brasileira com a edição do Decreto Federal no 750. que a aprovou em 1992. as matas de araucária. Esta definição foi posteriormente aprimorada e submetida ao Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama.

311 47. Sergipe e São Paulo (tabela 1).384 281. Caso adotássemos os números de Gonzaga de Campos.743 11.00 Goiás 341. 1992) É importante destacar que.421 38.878 3. Espírito Santo. Sua região de ocorrência original abrangia integralmente ou parcialmente atuais 17 Estados da Federação: Alagoas.: 12 .65 Rio de Janeiro 43.184 100. devido ao fato da região já se encontrar intensamente degradada quando foram realizados os levantamentos do Projeto RADAM. Goiás.00 Piauí 252.428. Piauí.298 6. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.01 Bahia 567.A Mata Atlântica por área de apr oximadamente 1.08 Paraná 199.290 10.51 Total 3.910 43.159 51.709 193.13 Mato Grosso do Sul 358.480.050 7.348 4.81 Sergipe 22. equivalente a cerca de 15% do território brasileiro.59 Rio Grande do Norte 53. para alguns autores.291 98.011 96.933 14.924 31. estes números estariam subestimados para a região do Nordeste.39 Minas Gerais 588.536 14.45 São Paulo 248.379 22. Paraíba.687 3. consultas e visitas de campo que sustentam a tese da existência de florestas em regiões hoje classificadas como semi-árido.809 197.070 46.400.33 Espírito Santo 46. mais de 35% da região Nordeste era originalmente ocupada por formações florestais. Mato Grosso do Sul.306.907 9. teríamos uma área original de Mata Atlântica no País de 1.823 79. 1999 Sobre a área da UF DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.Capítulo I .062 132. Ceará.529 52.36 Ceará 146.19 Rio Grande do Sul 282. que subsidiaram o Mapa de Vegetação do Brasil elaborado pelo IBGE.307 3.81 Paraíba 56. Para GONZADA DE CAMPOS (1912).585 6. Pernambuco. Bahia. Santa Catarina. ou 17 % do território brasileiro.82 Santa Catarina 95.938 17. COIMBRA e CÂMARA (1996).184 46. Rio Grande do Norte.265 99. Minas Gerais.783 1.155 32. Tabela 1 – Área original da Mata Atlântica segundo definição do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama UF Área UF Área Original (DMA) 2 (1) (2) (3) km km2 % Alagoas 27.10 (1) (2) (3) IBGE.306 mil quilômetros quadrados.443 95. em recente trabalho intitulado “Os limites Originais da Mata Atlântica na Região Nordeste do Brasil”.811 18.92 Pernambuco 98. 1999 Instituto Socioambiental – ISA. trazem inúmeras evidências baseadas em ampla pesquisa bibliográfica. No mesmo sentido. Paraná. Rio Grande do Sul.295 177. Rio de Janeiro.

: 13 .A Mata Atlântica Mapa 1 – Domínio da Mata Atlântica Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .

limitou o exercício do direito da propriedade referente às formações vegetais nativas existentes em todo o território nacional. José Lutzenberger. o Decreto. este conceito limitava-se à proteção do solo.547 que dispunha sobre "a vedação do corte. Qualificou as florestas como bens de interesse comum a todos os habitantes do país. foi elaborado sem nenhuma participação dos governos dos Estados que possuem Mata Atlântica e das entidades não governamentais. Este processo fechado implicou na definição de um texto com graves lacunas e sem respaldo dos órgãos responsáveis pela sua aplicação. na forma da lei. e da respectiva exploração. o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional. Posteriormente.Capítulo I .A Mata Atlântica Síntese da Legislação de Proteção Apesar de ter sido o primeiro conjunto de ecossistemas brasileiro a sofrer o impacto da exploração irracional de seus recursos naturais.: 14 . que ocupava interinamente a Presidência da República. seguindo a orientação da Constituição Federal. o que praticamente inviabilizou sua efetiva contribuição para a preservação ambiental. através da proibição total do corte e da utilização da vegetação. que a Mata Atlântica recebeu o reconhecimento de sua importância ambiental e social na legislação brasileira. diversos Estados reforçaram este dispositivo constitucional. nos moldes hoje existentes. dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente. definindo instrumentos legais específicos para a Mata Atlântica foi a edição do Decreto nº 99. a Serra do Mar. através do § 4º. 225 da CF/88 permite expressamente a utilização da Mata Atlântica. das encostas. a Mata Atlântica. inserindo em suas Constituições. e sua utilização far-se-á. até muito recentemente a legislação de proteção à Ma ta Atlântica praticamente se restringia ao estabelecido no Código Florestal. subordinando a exploração de tais recursos naturais ao interesse da população. onde se lê: "A Floresta Amazônica brasileira. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. O Decreto Federal nº 99. A Constituição Federal de 1988 Somente no final da década de 80. que era de questionável constitucionalidade. do art. após quase cinco séculos de destruição.771/65. da vegetação nativa da Mata Atlântica.547/90 A primeira iniciativa do Governo Federal no sentido de regulamentar a Constituição Federal. dispositivos transformando seus remanescentes de Mata Atlântica em áreas especialmente protegidas. o texto estabeleceu. não oferece mecanismos suficientes para uma efetiva proteção da biodiversidade existente nas florestas. Lei Federal no 4. inclusive quanto ao uso dos recursos naturais". Concebido pelo então Secretário Nacional do Meio Ambiente. assinado no dia 25 de setembro de 1990 por Itamar Franco. Apesar de bem intencionado. uma vez que o § 4º. Na época de sua edição. do Artigo 225 da Constituição Federal. pela primeira vez na legislação brasileira. e dá outras providências" . que embora avançado para sua época. dos cursos d'água e da manutenção de um estoque de madeira. instituído pela Lei Federal nº 4.771/65 (Código Florestal) O Código Florestal. sem haver preocupação direta com a conservação da biodiversidade. a intocabilidade absoluta de um conjunto de ecossistemas. sendo que alguns Municípios criaram dispositivos específicos em suas Leis Orgânicas.

A conservação da biodiversidade da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual. a exceção dos encraves no Nordeste. com várias audiências públicas. derivada da diversificação ambiental que a caracteriza. como fazia o Decreto 99. Em abril d 1992. Com relação aos estágios sucessionais da Mata Atlântica.: 15 . Desta forma. dando o mesmo status de áreas especialmente protegidas para todos os seus remanescentes. Sudeste. o Conama estendeu a proteção para além das formações vegetais em estágio primário. como ecossistemas associados. órgão superior e normativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA). inclusive. o Decreto 750 tem como premissa básica o conceito de que a melhor forma de proteger o meio ambiente não é dizer o que não se pode fazer. definir o que pode ser feito. Incluiu. foram integralmente incorporadas ao Projeto de Lei 3. próximos às grandes cidades brasileiras. ainda. consideradas um marco na luta pela conservação da Mata Atlântica. o Decreto 750 reconhece o óbvio: na área do Domínio da Mata Atlântica vivem mais de sessenta por cento da população brasileira e seus remanescentes florestais não estão em regiões inexpugnáveis.Capítulo I . defini u a proteção da vegetação secundária nos estágios inicial. O Decreto 750/93 Resultado de um amplo processo de discussão nacional. que já assistiu a destruição de mais de 90% de sua área original. campos de altitude e brejos interioranos do Nordeste. restingas e campos de altitude. os brejos interioranos e os preciosos encraves florestais do Nordeste. ainda. Floresta Ombrófila Aberta. 1993) que. Desta forma. estabelece mecanismos para enfrentar os conflitos entre conservação e desenvolvimento. O Decreto 750/93 estende a proteção a todas as formações florestais tropicais e subtropicais das regiões Nordeste. assinado pelo Presidente Itamar Franco. no âmbito da proteção legal. Protege. encarando-os de frente e não os ignorando. A nova proposta trazia inúmeras inovações entre as quais se destacam a delimitação precisa da área de abrangência da Mata Atlântica e a proteção dos estágios sucessionais de regeneração das formações vegetais do Bioma. que contou. o Conselho Nacional do Meio Ambiente. em 10 de fevereiro de 1993. onde a complexidade das situações é enorme. que contem com a participação efetiva da sociedade. restingas. o Conama aprovou uma minuta de decreto e para ser encaminhada à Presidência da República como alternativa ao Decreto 99.547. passou a receber propostas de textos alternativos ao Decreto 99. orientando as ações e criando instrumentos de controle eficazes. Também o constituíram a base para o Decreto Federal n 750. apresentado ao Congresso Nacional pelo Deputado Federal Fábio Feldmann. em outubro de 92. Neste sentido.547/90. mas sim nos estados mais desenvolvidos do país. mas sim. médio e avançado de regeneração. manguezais.285. passaram a ter a denominação genérica de Mata Atlântica as áreas primitivamente ocupadas pelas seguintes formações vegeta is constantes do Mapa de Vegetação do Brasil (IBGE. formavam originalmente uma cobertura florestal praticamente contínua nas regiões sul. Centro-Oeste e Sul e seus ecossistemas associados como manguezais. litorâneos e de interior.A Mata Atlântica As diretrizes para conservação da Mata Atlântica aprovado pelo Conama A partir de 1991. Nesse sentido. Esta medida abre perspectivas para a real proteção da biodiversidade da Mata Atlântica. Floresta Ombrófila Mista. incluindo também as áreas degradadas onde está em curso a regeneração natural. Exatamente por isso. depende fundamentalmente da adoção de medidas que protejam suas diferentes fisionomias vegetais. sudeste e parcialmente nordeste e centro-oeste: Floresta Ombrófila Densa.547/90. não se pode admitir a compartimentação artificial de seus ambientes e a adoção de graus diferenciados de restrições à degradação. a maior interessada na conservação. após meses de negociações. Este conceito é um enorme avanço em termos de conservação ambiental para o Bioma. As diretrizes aprovadas pelo Conama.

reflete. Ademais. Quanto à questão urbana. entretanto. propicia uma compatibilização das normas de proteção da vegetação com os planos diretores e demais leis de uso e ocupação do solo ou de proteção ambiental municipais. da higiene com que a exploração de produtos comestíveis (como o palmito) é realizada e. com acerto.Capítulo I . que o Decreto 750/93 surgiu de um processo participativo o que lhe confere um alto potencial para a efetiva conservação da Mata Atlântica. Sua elaboração demandou mais de um ano de debates. 2. Diretrizes para a política de conservação e desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica O documento “Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica”. (iii) é exigido. das condições de trabalho dos empregados envolvidos. ao estender o conceito de Patrimônio Nacional à Mata Atlântica. (ii) a aprovação pelo órgão estadual deverá ser precedida de anuência prévia do Ibama e informação ao Conama. dependerão da atuação das entidades ecológicas seja exigindo pressa e qualidade na sua regulamentação. onde se fará necessário o desmatamento de áreas de Mata Atlântica. Proteção da diversidade biológica com base na conservação e no manejo sustentável. resultou de um amplo processo de discussão entre todos os setores da sociedade interessados na conservação e uso sustentável do Bioma. Para os casos de obras de utilidade pública ou interesse social. o conjunto de ecossistemas mais ameaçado do país. é o de apenas apontar alguns aspectos deste instrumento legal de grande influência sobre a região de interesse do presente trabalho. É preciso salientar.A Mata Atlântica A definição aprovada pelo Conama e adotada pelo Decreto Federal nº 750/93.: 16 . entretanto. à Zona Costeira e à Serra do Mar. o Decreto 750/93 estabelece diretrizes objetivas para uma maior fiscalização. Seus efeitos. O objetivo aqui. com várias reuniões em diversas localidades do País. estudos de impacto ambiental. seja contestando a utilidade pública de muitas obras e a confiabilidade dos projetos de explotação de espécies da flora. também chamado de Política da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. no entanto. da procedência do material. Há inúmeros outros dispositivos inovadores no Decreto 750/93 que mereceriam destaque. Desde sua edição. o Decreto 750 foi regulamentado através de 17 resoluções Conama e inúmeras portarias conjuntas do Ibama com órgãos ambientais estaduais. possibilitando o controle do diâmetro e d a idade do material explorado. hoje retirado ilegalmente de unidades de conservação. o novo texto normatiza de forma rígida e objetiva os casos em que poderá haver supressão de vegetação de Mata Atlântica secundária (não permite para vegetação primária). em todos os casos. aprovado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente em dezembro de 1998. incluído aí as florestas interioranas. cobrando os compromissos assumidos pelo Ibama e órgãos estaduais. estabelecendo critérios e parâmetros precisos para sua aplicação em quase todos os estados inseridos na Mata Atlântica. Princípios: 1. o Decreto 750/93 estabelece várias concidionalidades: (i) exige decisão motivada do órgão estadual competente responsável pelo licenciamento ambiental do empreendimento. Utilização da Mata Atlântica em condições que assegurem a preservação do meio ambiente e o uso múltiplo de seus recursos naturais. Quanto è exploração de recursos naturais da Mata Atlântica. além da Floresta Ombrófila Densa. que cobre a região costeira. a preocupação do legislador constituinte que. principalmente. divulgação de versões preliminares através da internet e discussão final em sessão Plenária do Conama. procurou resguardar toda biodiversidade existente no Domínio da Mata Atlântica.

Proteger todos os remanescentes e a diversidade biológica através da ampliação do sistema de UCs. promoção da regularização fundiária e de novas possibilidades para o estabelecimento dos corredores ecológicos.: 17 . Ação governamental integrada de modo a promover a gestão descentralizada e participativa dos recursos naturais. reformular o conceito de uso da terra. Adequar o uso dos recursos naturais ao objetivo de obter a conservação dos remanescentes. 3. Recuperar a estrutura fitogeográfica. Recuperação das áreas degradadas e recomposição das formações florestais. estabelecer o manejo sustentável e proteger a fauna e mananciais da Mata Atlântica. Definição e fortalecimento de instrumentos para a conservação e desenvolvimento sustentável dos recursos naturais Diretrizes: 1.A Mata Atlântica 3. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. contribuindo para a proteção da diversidade biológica. 5. reforço das UCs já existentes. Valorização das iniciativas que promovam o desenvolvimento social em bases sustentáveis. 4. 2. integração dos instrumentos de gestão.Capítulo I . Proteção da diversidade biológica associada aos ecossistemas da Mata Atlântica Desenvolvimento sustentável dos recursos naturais da Mata Atlântica Recuperação de áreas degradadas na Mata Atlântica – RAD Compatibilização das políticas setoriais com vistas à conservação e ao desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica Objetivo Geral: Delinear ações integradas que promovam a conservação e o desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica Objetivos Específicos: 1. 6. 3. O conjunto de instrumentos de implementação deve considerar a necessidade de recuperar o papel da floresta para as populações tradicionais. criação de novas UCs públicas e privadas. recuperando a importância das populações tradicionais. conservação dos solos e garantia da integridade dos ecossistemas naturais Compatibilizar as políticas ambientais e as políticas setoriais para assegurar a conservação dos recursos naturais e seu uso em bases ecologicamente sustentáveis 2. 4. 4.

A relação do colonizador com a floresta e seus recursos foi. A falta de percepção da importância dos benefícios ambientais proporcionados pela cobertura florestal nativa e a valorização exclusiva da madeira em detrimento de produtos não madeireiros. Embora a Coroa não tenha investido ou incentivado o conhecimento das potencialidades da Mata Atlântica. sendo responsável pela destruição grandes áreas de florestas. Nestes contratos. urucurana e vinhático. cujas árvores eram simplesmente derrubadas para facilitar a extração destas plantas. tudo isso sem prejuízo dos direitos a serem pagos à Coroa. ansiosos por conhecer em detalhes as fantásticas riquezas que poderiam explorar. 1996). como era conhecido em Tupi. ceras e bálsamos. como os Tupinambás. de enorme riqueza natural e que levaram muitos dos que aqui chegaram no início da colonização a “acreditarem seriamente estar nas Américas o paraíso terrestre”. algumas espécies não madeireiras também foram exploradas em diferentes épocas. conforme relatou Américo Vespúcio. integrante da expedição comandada por Gaspar Lemos em 1501. os relatos dos viajantes e estudiosos do século XVI não registram qualquer sinal de destruição da cobertura florestal. pequi. O monopólio da exploração do pau-brasil só terminou em 1859. foram intensamente exploradas. segundo HOLAN DA (1995). que já praticavam a agricultura. então largamente utilizado na Europa e os arrendatários assumiam a exploração anual de 300 léguas do litoral. Segundo relatórios da época da virada do século XIX. foram desfalcadas já há dois séculos (DEAN. Imediatamente colocada sob o monopólio da Coroa. o Estado português se comprometia a não mais importar das Índias o pigmento similar. O primeiro "contrato do pau-brasil" foi realizado com mercadores portugueses e italianos. jacarandá. Mas a exploração predatória não se limitou ao pau-brasil. liderado por Fernando de Noronha. planta medicinal que chegou a ser exportada na quantia de 25 toneladas por ano no final dos anos de 1860 e foi praticamente extinta no Rio de Janeiro (DEAN. Ao contrário. teve a origem de seu nome diretamente ligada à exploração do pau -brasil e. o envio de navios às costas brasileiras e a manutenção de uma fortaleza.Capítulo I . não havia mais destas árvores num raio de sessenta quilômetros d seu entorno. cidade do litoral sul do estado de São Paulo. foi arrendada a comerciantes a partir de 1502. desde sua origem. que tanto aguçavam o interesse dos colonizadores. jenipaparana. sucupira. 1996). A retirada de epífitas como bromélias. Antes mesmo da exploração do ouro e das pedras preciosas. Embora ocupada por grupos indígenas tupis relativamente numerosos. levou à supressão de enormes áreas para expansão de lavouras e assentamentos urbanos e a adoção de práticas de exploração seletiva e exaustiva de espécies. "Terra Brasilis". Foram mais de três séculos de extração predatória sem que sequer o processamento da madeira para extração do corante tivesse sido desenvolvido na colônia. canela. como a salsaparrilha. peroba.: 18 . foi a primeira boa notícia para os portugueses. em Iguape. edificações. A maioria das matas consideradas “primárias” e hoje colocadas sob a proteção das unidades de conservação. como ficou conhecida a nova colônia de Portugal. ao início da destruição da Mata Atlântica. a exploração do "ibitapitanga" ou "arabutan". quando a Coroa já registrava que o volume contrabandeado era superior ao das vendas oficias e surgiram os corantes produzidos a partir do alcatrão mineral. Dentre elas. móveis e outros usos nobres como tapinhoã. Outras madeiras de alto valor para a construção naval. portanto. agregando algum valor ao produto ou gerando postos de trabalho. as descrições são de uma floresta intocada. uma das mais importantes foi a ipecacuanha ou poaia (Psychotria ipecacuanha). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. predatória. cactos e orquídeas também teve períodos de grande intensidade. araribá. canjarana. O mesmo se repetiu em praticamente toda a faixa de florestas e costeiras do Brasil.A Mata Atlântica A degradação O início da destruição da Mata Atlântica data da chegada dos portugueses em 1500. a existência de grandes quantidades de pau-brasil nas costas do "novo mundo".

com um total de 15 milhões 3 3 de m . Este modelo instituído pela Coroa persistiu por séculos e. Firmava-se na época o conceito de que o solo era um recurso descartável. que teve importância econômica em nível nacional até muito recentemente. anta. o governo militar passou a ceder grandes propriedades para empresas que se comprometessem a abrir a fronteira. onde as indústrias moveleira e de madeiramento para construções continuam a exploração predatória do pinheiro do paraná. José Bonifácio de Andrada e Silva. para estimular a ocupação da região Amazônica. Hoehne. A este modelo predatório de exploração dos recursos da flora e da fauna somou-se o sistema de concessão de sesmarias. originando uma combinação altamente destrutiva para a Mata Atlântica. liderou uma expedição que percorreu a região das matas de araucária. outros e outros animais. Partindo de São Paulo. A consequência foi a “década da destruição”. pois não fazia sentido manter uma propriedade e zelar por suas condições naturais e sua fertilidade. veado. foram registrados com detalhes a beleza da paisagem. em meados de 1970 a Mata Atl ântica ainda contribuía com 47% de toda a produção de madeira em tora no país. comprovando que a preocupação com as consequências do modelo predatório não são recentes no Brasil. São Francisco do Sul. houve na época um significativo comércio exportador de couros e peles de onça (que chegou ao valor de 6 mil réis. Destruir. O proprietário recebia gratuitamente uma sesmaria que. desde o início do século XVIII já alertava a sociedade para as consequências da destruição irracional que se processava no território brasileiro. Ponta Grossa. cutia. Rio Negro. que recebera a concessão para explorar milhares de hectares de florestas ricas em araucárias e embuias. Os relatos da época são impressionantes. das concessões feitas as empresas estrangeiras. nos estados de Paraná e Santa Catarina. A terra praticamente não tinha valor. enormemente prejudicado com ellas”. quando se destruiu uma média de 20 mil quilômetros quadrados por ano na Amazônia. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. passar a propriedade adiante e receber outra era um excelente negócio. o equivalente ao preço de um boi na época). a diversidade da flora. Mafra. Ltda. C. de penas e plumas e carapaças de tartarugas (DEAN.Capítulo I . Joaquim Nabuco e Euclides da Cunha são alguns exemplos de personalidades de nossa história que. Com a independência.9 milhões de m ) em 1988. de certa forma foi reeditado em período recente quando. cobras. então assistente chefe da seção de botânica e agronomia do Instituto Biológico de Defesa Agrícola e Animal do Estado de São Paulo.A Mata Atlântica Além da exploração de recursos florestais. incontestavelmente. entretanto. Produção drasticamente reduzida para menos da metade (7. paca. lontra. Segundo dados do IBGE. ou simplesmente invadia uma outra terra pública. jacarés. Em 1928 F. 1930). Em todo o trajeto. A literatura brasileira registra a manifestação de revolta e protesto de diversas personagens diante do processo de destruição ambiental. ou ao Estado de Sta. para a exploração de nossas florestas mais uteis e mais faceis de explorar?! Ao nosso vêr. a presença humana e a destruição promovida pela exploração madeireira irracional e pela expansão de pastagens e agricultura sem nenhum cuidado com o meio ambiente. É possivel que particulares tirem proventos pecuniários temporarios desse negocio.: 19 . não foi um privilégio do período colonial. Hoehne descreve com intensa revolta a enorme degradação promovida pela empresa South Brazilian Lumber and Colonisation Comp. nenhum.(HOEHNE. Mas o paiz fica. após consumida toda a mata e explorada suas potencialidades. especificamente nos estados do Paraná e Santa Catarina. a equipe de Hoehne percorreu alguns milhares de quilômetros por trem chegando a Joinville. Em Três Barras. dado o esgotamento dos recursos devido a exploração não sustentável. passando pelas regiões de Curitiba. 1996). Diz ele: “Que lucro advirá ao nosso paiz. além de outras cidades menores. Catharina ou Paraná.. Porto União. já que poderia ser substituída por outra sem custo. a caminho de Porto União. O modelo predatório. Atualmente a indústria madeireira dependente de espécies da Mata Atlântica possui importância apenas regional. o cenário não de alterou e persistiram as práticas destrutivas. como são chamados os anos de 1980. A exploração madeireira da Mata Atlântica. passava adiante por um valor irrisório e solicitava outra ao governo.

83 1.305 (4) 8.99 2(1) UF AL BA CE ES GO MS MG PB PE PI PR RJ RN RS SC SE SP Total (1) ISA.367 19.916 9. Seus principais remanescentes concentram-se nos estados das regiões Sul e Sudeste.46 21.20 (4) 197. Um valor equivalente a mais de 714 mil campos de futebol literalmente eliminados do mapa em apenas cinco anos. derruba-se enormes áreas de florestas (1) Sociedade Nordestina de Ecologia.291 9.11 6. provocando uma queda de 8 para 7.61 0.58 (4) 132.421 102. que concentram aproximadamente 90% do que resta da Mata Atlântica no País.87 (4) 46.15 (2) 3.6 na estimativa de mata primária e secundária em estágio avançado de . Somando-se estes números aos do estudo anterior.Capítulo I .265 16.743 584 8.A Mata Atlântica Atualmente.91 (4) 6. chega-se à cifra de 11% de Mata Atlântica destruída nos últimos 10 anos nestes estados.39 (4) 10.00 1.306.06 7.84 2.878 2.529 877 (2) 6.3 regeneração. INPE (dados de 1990) (4) Fundação SOS Mata Atlântica.873 8.77 0. 1992) Segundo os resultados do mais recente estudo realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica.80 (4) 95. em parceria com o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e o Instituto Socioambiental. INPE. Fundação SOS Mata Atlântica.23 (2) 4.39 8.311 11. publicado em 1998.12 2.811 1. a uma velocidade de um campo de futebol derrubado a cada quatro minutos.56 1.46 1.02 (4) 51.298 840 25.251 4.743 56.03 (4) 17.97 8. ISA (dados de 1995) DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.10 0.67 (4) 43. entre os anos de 1990 e 1995 mais de meio milhão de hectares de florestas foram destruídos em nove estados nas regiões sul. remanescentes em todo o País. Os números impressionantes da destruição da Mata Atlântica demonstram a inexistência de políticas de conservação ambiental no País e a absoluta falência do sistema de fiscalização dos órgãos públicos.04 3. 1999 (2) Sociedade Nordestina de Ecologia (3) Fundação SOS Mata Atlântica. sudeste e centrooeste.14 (3) 177. Tabela 2 .01 193. recobrindo parte da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira. em cinquenta anos será eliminado completamente o que sobrou dela fora dos parques e outras categorias de unidades de conservação ambientais.536 396 0.49 17. É bom lembrar que estes desmatamentos não estão ocorrendo em regiões distantes e de difícil acesso.674 7.455 7.662 17.011 17.184 3.289 21.11 (4) 281. ao contrário.907 24 0.: 20 . referente ao período 85-90.54 (2) 22. onde o processo de ocupação foi dificultado pelo relevo acidentado e pouca infra-estrutura de transporte.524 8.823 17.46 (2) 7.20 1. a Mata Atlântica sobrevive em menos de 100 mil km . Mantida esta situação. Uma destruição proporcionalmente três maior do que a verificada na Amazônia no mesmo período.66 1.Remanescentes florestais no DMA em 1995 (1) Área original DMA Remanescentes florestais 2 km km2 % sobre a área % sobre área do DMA na UF total da UF 14.155 1.924 12.23 1.065 3.687 65 0.070 5. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e Instituto Socioambiental Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .: 21 .A Mata Atlântica impunemente a poucos quilômetros de cidades como São Paulo. Belo Horizonte e Rio de Janeiro.

: 22 .Capítulo I .A Mata Atlântica Mapa 2 – Remanescentes florestais no Domínio da Mata Atlântica em 1990 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

000 na África. acredita -se que o Brasil possua entre 55. Deste total. o que propiciou uma significativa diversificação ambiental e.DMA (1) Fitofisionomias (2) km2 (3) Formações Florestais Ombrófilas Densa Aberta Mista Estacionais Semidecidual Decidual Zonas de Tensão Ecológica Encraves Refúgio Ecológico Formações Pioneiras Total DMA (1) %(4) 79. SP.500 149.552 486. como samambaias e outras plantas menos conhecidas. Tabela 3 – Fisionomias vegetais inseridas no Domínio da Mata Atlântica . Somente no Estado de São Paulo.75 1. dezembro de 1997). entre 33 e 36% das existentes no País. 16% do total existente no País e cerca de 3.02 hectares de Floresta Ombrófila Densa. as estimativas apontam para uma diversidade entre 800 e 950 espécies. Posteriormente. equipe formada por especialistas do Jardim Botânico de Nova Iorque e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC).24 11.000 espécies. 1992 (2) Mapa de vegetação do Brasil. estima-se existirem 9.01 0. ou seja.6% do que se estima existir em todo o mundo. esse Bioma é composto de uma série de fitofisionomias bastante diversificadas (tabela 3).446 218.000 e 45.15 100.105 1.916 635. campus de Rio Claro. 73% do Brasil e 8% do mundo.790 18. IBGE.(JOLY & BICUDO. publicados pelo Boletim do Museu de Biologia Mello Leitão (n 7.041. Distribuída ao longo de mais de 23 graus de latitude sul. região serrana do Espírito Santo.998 406.: 23 . 1999 (4) Sobre a área total do DMA DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA. ou seja.76 31.93 48.A Mata Atlântica A importância da sua conservação e recuperação A Mata Atlântica é considerada atualmente como um dos mais ricos conjuntos de ecossistemas em termos de diversidade biológica do Planeta. 12. Estudos desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo e da o UNESP.306.500 na Europa e entre 40. 1999).000 espécies. Para se ter uma idéia da grandeza que significam esses números. No caso das pteridófitas.41 12.07 5.43 12.468 103 41. encontrou 454 espécies de Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. a evolução de um complexo biótico de natureza vegetal e animal altamente rico. 1992) Não há dados precisos sobre a diversidade total de plantas da Mata Atlântica. como consequência.65 37. as projeções são de que a Mata Atlântica possua cerca de 20.000 espécies na América do Norte. identificaram a ocorrência de 443 espécies arbóreas em uma área de 1. que possuía cerca de 80% de seu território originalmente ocupado por Mata Atlântica. basta compara-los às estimativas de diversidade de angiospermas de alguns continentes.747 65.00 1.052 157. 1993 (3) ISA.Capítulo I .740 168. município de Santa Teresa.01 3.: 17. Considerando-se apenas o grupo das angiospermas.000 e 60.421 Conforme CONAMA. presente na estação Biológica de Santa Luzia.11 16. de 22 a 24% do total que se estima existir no Planeta.000 espécies de fanerógamas.

por exemplo. Ambas descobertas superaram o recorde anterior registrado em 1986 na Amazônia Peruana. Portaria no 1.: 24 . onça parda. ultrapassando. Mesmo reduzida e muito fragmentada. Entre os anfíbios o número é ainda mais surpreendente.A Mata Atlântica árvores numa área de um hectare do Parque Estadual da Serra do Conduru. é a enorme quantidade de espécies endêmicas. 91.8% são consideradas endêmicas. controla o clima e protege escarpas e encostas das serras. que incluía 300 espécies por hectare. corujas. além de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso. gatos-do-mato. Apesar desta grande biodiversidade. Dentro da riquíssima fauna existente na Mata Atlântica.Capítulo I . das 183 espécies catalogadas. o Paranapanema e o Ribeira de Iguape. o fato de que pelo menos 50% das plantas vasculares conhecidas da Mata Atlântica são endêmicas. contra 353 na Amazônia. cateto. Na Mata Atlântica nascem diversos rios que abastecem as cidades e metrópoles brasileiras. ao serem descobertas entram imediatamente para a trágica lista das ameaçadas de extinção. a situação é extremamente grave. sua região é cortada por rios grandes como o Paraná. maior diversidade biológica. Uma análise comparativa entre a diversidade de espécies de vertebrados no mundo. do mico-leão-da-cara-preta ( Leontopithecus caissara) e do pássaro bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris) ambos recentemente encontrados por pesquisadores no litoral paranaense. estão catalogadas 215 espécies na Mata Atlântica. há espécies que podem ter sido extintas antes mes mos de serem catalogadas pelos cientistas e outras que.522 de 19/12/89) 171 são da Mata Atlântica. a Mata Atlântica possui um a importância enorme. Comparada com a floresta amazônica a Mata Atlântica apresenta. alguns papagaios. apesar desta ser quatro vezes maior do que a área original da primeira. No caso dos mamíferos. permite uma visão aproximada da riqueza do Bioma. localizado no sul da Bahia. na maioria dos casos. estudo recente. Além de milhares de pequenos cursos d'água que afloram em seus remanescentes. como já mencionado possuía cerca de 80% de seu território originalmente ocupado pela Mata Atlântica. na pecuária e em todo o processo de urbanização do país. a menos de 200 quilômetros da cidade de São Paulo. como são os casos da onça pintada. publicado na prestigiada revista britânica "Nature". Os cientistas acreditam que quatro espécies estejam completamente extintas e pelo menos outras 60 estejam ameaçadas de extinção no curto prazo. a cifra de 40% do total existente no País. a maior metrópole da América do Sul. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Na tabela 4. algumas espécies possuem ampla distribuição. pois das 202 espécies de animais consideradas oficialmente ameaçadas de extinção no Brasil (IBAMA. o Paraíba do Sul. anta. no Brasil e no Estado de São Paulo que. por exemplo. Nas cidades. atingindo 53. pois exerce influência direta na vida de mais de 80% da população brasileira que vive em seu domínio. proporcionalmente. podendo ser encontradas em outras regiões. entre elas 21 espécies e subespécies de primatas e das 160 espécies de aves. assegura a fertilidade do solo. Some-se a alta diversidade. importantíssimos na agricultura. São os casos. no entanto. e revelam que a Mata Atlântica pode possuir a maior diversidade de árvores do mundo. por exemplo. o São Francisco. que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar do planeta. 64% para as palmeiras e 74. ou seja. O que mais impressiona. O nível de endemismo cresce significativamente quando separamos as espécies da flora em grupos. São os casos das 73 espécies de mamíferos. Este número tende a crescer rapidamente. comunidades caiçaras e indígenas ela regula o fluxo dos mananciais hídricos. é possível verificar índices muito altos de espécies.4% para as bromélias. A verdade é que em um país onde a biodiversidade é pouco conhecida como o nosso. o Doce.5% para espécies arbóreas. áreas rurais. aponta que pelo menos 88 espécies de aves endêmicas da Mata Atlântica estão ameaçadas. gaviões e muitos outros. beneficiando mais de 100 milhões de pessoas. queixada. No caso das aves. o Tietê.

Tabela 4 – Diversidade de Vertebrados mundo Brasil São Paulo (2) (2) espécies espécies % espécies % 24.657 10.00 40.: 25 .677 17. BICUDO. C.São Paulo: FAPESP.01 38.618 2. Sua proteção é a maior garantia para a estabilidade física dessas áreas. evitando assim as grandes catástrofes que já ocorreram onde a floresta foi suprimida.65 (3) (1) JOLY.17 (1) Peixes Anfíbios Repteis Aves Mamíferos % 29.000 465 7. Parte significativa de seus remanescentes está hoje localizada em encostas de grande declividade.00 44.75 186 3. cuja proteção é essencial ao desenvolvimento do ecoturismo.A.M.79 773 3.09 30. (2) Em relação à diversidade de vertebrados no mundo (3) Em relação à diversidade de vertebra dos no Brasil Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.80 194 4.00 180 4.14 4.Capítulo I .29 738 7.700 1. Esta região abriga ainda belíssimas paisagens. volume 6: vertebrados / Ricardo M.A Mata Atlântica A Mata Atlântica significa também abrigo para várias populações tradicionais e garantia de abastecimento de água para mais de 120 milhões de pessoas. 1998. com conseqüências econômicas e sociais extrem amente graves. Castro ..E.61 4.. Biodiversidade do Estado de São Paulo.000 600 15. C. Brasil: síntese do conhecimento ao final do século XX. verdadeiros paraísos tropicais.650 502 10.50 6. C.10 9. orgs.

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Banco de Dados de Unidades de Conservação da Mata Atlântica – São Paulo.Capítulo I .: 31 . 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.A Mata Atlântica Relação das unidades de conservação na Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica Categoria de Uso Administração Direto Indireto Total Federal Estadual Municipal Privada 7 13 20 5 7 8 39 6 12 14 1 17 38 20 4 8 15 45 226 6 39 6 29 72 1 13 45 1 43 55 5 30 30 4 87 473 7 78 12 41 86 1 14 62 1 81 75 9 38 45 4 132 699 13 13 3 8 10 1 4 9 1 8 14 2 8 16 2 14 118 13 45 5 25 48 5 53 70 33 6 24 18 104 443 4 3 1 4 1 1 14 16 4 5 27 5 3 24 1 6 10 2 13 124 UF AL BA CE ES MG MS PB PE PI PR RJ RN RS SC SE SP Sub-Total Interestaduais Áreas Tombadas 5 1 3 1 38 48 - Total 232 480 712 131 443 14 124 48 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.

org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.600 Praia do Peba REBIO Indireto Estadual Saco da Pedra RESEC Indireto Estadual 05/06/1985 150 Santa Rita APA Direto Estadual 19/12/1984 8. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.900 Murici REPAR Direto Privada Orla Marinha Praia do Peba ASPE Indireto Federal 11/07/1986 2.800 Vera Cruz RPPN Indireto Privada 08/04/1985 248 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.Capítulo I .322 Imóvel de Propriedade do IBAMA APP Indireto Federal 14/10/1954 Manguezais da Lagoa do Roteiro RESEC Indireto Estadual 03/06/1987 743 Marituba do Peixe APA Direto Estadual 13/01/1988 10. erros ou omissões. pesquisadores.778 Piaçabuçu APA Direto Federal 21/06/1983 8.: 32 .563 Fazenda Rosa do Sol RPPN Indireto Privada 01/11/1994 16 Fazenda São Luiz RPPN Indireto Privada Fazenda São Pedro RPPN Indireto Privada 08/02/1995 50 Fazenda Vera Cruz RPPN Indireto Privada 25/06/1992 115 Foz do São Francisco ESEC Indireto Federal 5. Agradecemos a comunicação de falhas.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Alagoas (20 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Bacia do Rio Pratagi APA Direto Estadual 18/04/1978 Bosque e Argilas Belas RPPN Indireto Privada 30/03/1982 Camurupia RPPN Indireto Privada 19/06/1986 Catolé e de Fernão Velho APA Direto Estadual 27/05/1992 Costa dos Corais APA Direto Federal 23/10/1997 413. através do email <isa@socioambiental.

000 Iguape RESEC Indireto Estadual 28/02/1975 90 Ilha dos Frades RESEC Indireto Estadual 28/02/1975 910 Ilhas de Tinharé e Boipeba APA Direto Estadual 05/06/1992 43.925 Descobrimento PARNA Indireto Federal 20/04/1999 21.Capítulo I .000 Lagoa Encantada APA Direto Estadual 14/06/1993 1.440 Francisco Fazenda Água Branca RPPN Indireto Privada 11/02/1999 97 Fazenda Arte Verde RPPN Indireto Privada 14/08/1998 10 Fazenda Avai RPPN Indireto Privada 10/05/1990 469 Fazenda Coqueiros RPPN Indireto Privada 09/11/1990 87 Fazenda Itacira RPPN Indireto Privada 26/03/1991 100 Fazenda Kaybi RPPN Indireto Privada 26/10/1994 5 Fazenda Lontra/Saudade RPPN Indireto Privada 25/10/1996 1.000 Cocorobó ARIE Indireto Federal 7.800 Lagoa Itaparica APA Direto Estadual 18/07/1997 78.156 Lagoa e Dunas do Abaeté PM Indireto Municipal 06/08/1980 10.900 Chapada Diamantina PARNA Indireto Federal 17/09/1985 152.377 Fazenda Morrinhos RPPN Indireto Privada 03/05/1990 726 Fazenda Pé de Serra RPPN Indireto Privada 26/05/1992 1.022 Bacia UHE Ipitanga II e III APA Direto Estadual Buriti zais ASPE Indireto Federal 11/07/1986 Cachoeira de Pancada Grande APA Direto Estadual 50 Cachoeira do Pau RESEC Indireto Municipal 27/06/1997 Canavieiras RESEX Direto Estadual 500 Candengo APA Direto Estadual 7.341 Bacia Hidrográfica do Joanes I APA Direto Estadual 04/06/1991 5.500 Coroa Vermelha APA Direto Estadual 07/06/1993 4.300 Ilhéus RESEC Indireto Estadual 28/02/1975 Itaparica PAF Direto Estadual 28/02/1975 Juliana RESEC Indireto Municipal 29/04/1997 Lago de Pedra do Cavalo APA Direto Estadual 18/07/1997 30.450 Lagoas de Guarajuba APA Direto Estadual 27/02/1991 Lagoas de Mabassu PAF Direto Estadual 28/02/1975 - Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.500 Caraíva/Trancoso APA Direto Estadual 14/06/1993 31.: 33 .259 Fazenda Prainhas RPPN Indireto Privada 150 Fazenda Sossego RPPN Indireto Privada 11/02/1999 5 Garcia D'Ávila RESEC Indireto Estadual 28/02/1975 700 Gregório Bondar RESEX Direto Estadual 350 Gruta dos Brejões/Vereda do Romão APA Direto Estadual 30/10/1985 11.129 Dunas de Abrantes PM Indireto Municipal 01/03/1977 Dunas e Veredas do Baixo-Médio São APA Direto Estadual 18/07/1997 1.000 Canudos PES Indireto Estadual Canyon ASPE Indireto Federal 11/07/1986 7.131.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado da Bahia (78 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Araçari RPPN Indireto Privada 02/10/1998 110 Bacia do Rio de Janeiro APA Direto Estadual 07/06/1993 26.100 Coroa Vermelha RESES Indireto Estadual 28/02/1975 Costa de Itacaré/Serra Grande APA Direto Estadual 07/06/1993 14.900 Gramacho Guaibim APA Direto Estadual 11/05/1992 2.

300 Sapiranga RPPN Indireto Privada 06/02/1984 600 Serra do Barbado APA Direto Estadual 07/06/1993 Serra do Conduru PES Indireto Estadual 21/02/1997 7. Agradecemos a comunicação de falhas.400 Wenceslau Guimarães ESEC Indireto Estadual 21/02/1997 1. através do email <isa@socioambiental.Capítulo I .140 Pau Brasil ESEC Indireto Federal 11/12/1979 Pau Brasil PARNA Indireto Federal 20/04/1999 11.939 Wenceslau Guimarães REF Direto Estadual 30/11/1973 1.000 Santo Antônio APA Direto Estadual 31/08/1994 2.: 34 .235 Metropolitana de Pituaçu PEC Direto Estadual 04/09/1973 Metropolitano de Ipitanga I PEC Direto Estadual 06/02/1986 667 Monte Pascoal PARNA Indireto Federal 29/11/1961 22. pesquisadores.069 Reserva Vale do Rio Doce REPAR Direto Privada Rio Capivara APA Direto Estadual 14/06/1993 1.000 Marinho dos Abrolhos PARNA Indireto Federal 06/04/1983 91.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado da Bahia (78 UCs .538 Ponta da Baleia/Abrolhos APA Direto Estadual 14/06/1993 34.772 Reserva Estação Veracruz RPPN Indireto Privada 05/11/1998 6.600 Porto Seguro REF Direto Estadual 28/02/1975 Raso da Catarina RESEC Indireto Federal 03/01/1984 99.000 Museu Aberto do Descobrimento MUSEU Direto Federal 22/04/1996 Núcleo Landulfo Alves REF Direto Estadual Pau Brasil REPAR Direto Privada 1.395 Maracas REF Direto Estadual Marimbus/Iraquara APA Direto Estadual 14/06/1993 102.continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Lagoas e Dunas do Abaeté APA Direto Estadual 22/09/1987 1. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.800 Lemos Maia ESEX Direto Federal 170 Litoral Norte do Estado da Bahia APA Direto Estadual 17/03/1992 Mangue Seco APA Direto Estadual 06/11/1991 3. erros ou omissões.200 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.000 Una REBIO Indireto Federal 10/12/1980 11.800 Rio Capivara PAF Direto Estadual 28/02/1975 5.500 Morro Cururupe RESEC Indireto Estadual 28/02/1975 Morro do Chapéu PES Indireto Estadual 12/10/1973 6.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

através do email <isa@socioambiental.Poço Velho RPPN Indireto Privada 28/01/1994 464 Sítio Mercês Sabiaguaba e Nazário RPPN Indireto Privada 25/10/1993 50 Ubajara PARNA Indireto Federal 19/07/1973 563 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Ceará (12 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Aiuaba ESEC Indireto Federal 16/01/1978 11.Capítulo I . pesquisadores.610 Garamiranga PEC Direto Estadual 20/02/1979 Jericoacoara APA Direto Federal 29/10/1984 6.: 35 .269 Sítio Ameixas .525 Arajara Park RPPN Indireto Privada 23/02/1999 28 Fazenda Olho D'Água do Uruçu RPPN Indireto Privada 26/03/1991 2. Agradecemos a comunicação de falhas. erros ou omissões.800 Lagoa da Fazenda PEC Direto Estadual 11/03/1991 Lagoa de Maraponga PEC Direto Estadual 03/05/1991 Rio Cocó PEC Direto Estadual 05/09/1989 Serra de Baturité APA Direto Estadual 10/09/1990 3. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

242 Lagoa de Jabaeté APP Indireto Estadual 27/06/1988 256 Linhares REPAR Direto Privada 12/04/1991 21. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.470 Morro da Concha APP Indireto Estadual Morro da Mantegueira PM Indireto Municipal 14/10/1966 Mosteiro Zen. Pedra Partida e RPPN Indireto Privada Chapéu de Bispo Pico do Goiapaba-Açu APA Direto Estadual 27/12/1994 3. através do email <isa@socioambiental.150 Lagoa de Guanandy APA Direto Estadual 12/08/1994 5.240 Pedra Redonda.: 36 .000 Cachoeira da Fumaça PES Indireto Estadual 21/09/1990 27 Campo Grande RESFLO Direto Estadual Comboios REBIO Indireto Federal 25/09/1984 833 Córrego do Arroz APP Indireto Estadual 20/09/1982 50 Córrego do Veado REBIO Indireto Federal 20/09/1982 2.500 Pedra Azul PES Indireto Estadual 31/10/1970 1.910 Fazenda Bananal do Norte APP Indireto Estadual 30/09/1985 388 Fazenda Boa Esperança RPPN Indireto Privada 19/05/1998 517 Fazenda Cafundó RPPN Indireto Privada 22/04/1999 1.Capítulo I .504 Duas Bocas REBIO Indireto Estadual 12/02/1965 2.740 Praia Mole APA Direto Estadual 29/12/1994 400 Região Leste PBIO Indireto Estadual 22/06/1953 Riacho Doce RESFLO Direto Estadual Rio Doce RESFLO Direto Estadual Rio Preto FLONA Direto Federal 17/01/1990 2.392 Córrego Grande REBIO Indireto Federal 12/04/1989 1.831 Santa Lúcia ESBIO Indireto Federal São Lourenço ESBIO Indireto Federal Sooretama REBIO Indireto Federal 20/09/1982 24.538 Fazenda Goitacazes APP Indireto Estadual 30/09/1985 1.000 Três Ilhas APA Direto Estadual 12/09/1994 12.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo (41 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Augusto Ruschi REBIO Indireto Federal 20/09/1982 4.787 Mata das Flores PES Indireto Estadual 08/01/1986 800 Mestre Álvaro APA Direto Estadual 09/08/1976 3.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. pesquisadores.960 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. Agradecemos a comunicação de falhas. erros ou omissões.Morro da Vargem ESEC Indireto Municipal 30/09/1985 90 Paulo Cesar Vinha PES Indireto Estadual 05/06/1990 1.000 Fazenda Santa Cristina RPPN Indireto Privada 26/11/1998 29 Fonte Grande PES Indireto Estadual 31/07/1986 260 Forno Grande PAF Direto Estadual 21/09/1990 Forno Grande PES Indireto Estadual 31/10/1970 659 Ilha das Flores PES Indireto Estadual 17 Ilha Depla APA Direto Estadual 16/09/1993 Ilha do Lameirão ESEC Indireto Municipal 27/05/1986 Itaúnas PES Indireto Estadual 08/11/1991 3.

995 Gruta da Igrejinha APP Indireto Estadual 09/12/1986 Guilman Amorim RPPN Indireto Privada 22/05/1998 254 Ibitipoca PES Indireto Estadual 04/07/1973 Itabiruçu REPAR Direto Privada 29/07/1975 Itacolomi PES Indireto Estadual 14/06/1967 Jaiba PES Indireto Estadual 04/07/1973 Jaíba FLONA Direto Federal 26/05/1959 200.560 Bacia Hidrográfica Ribeirão Urubu APP Indireto Estadual 28/04/1981 Bacia Hidrográfica Vargem das Flôres APP Indireto Estadual 08/09/1980 Balgia PES Indireto Estadual 14/07/1944 Bálsamo APP Indireto Estadual 14/06/1982 Cachoeira das Andorinhas APA Direto Estadual 16/10/1989 18.: 37 .195 Mata do Jambreiro REBIO Indireto Estadual 10/07/1977 Mata dos Ausentes REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 745 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.327 Bacia Hidrográfica Córrego Mutuca APP Indireto Estadual 01/07/1981 Bacia Hidrográfica do Rio Manso APP Indireto Estadual 15/03/1988 Bacia Hidrográfica Ribeirão do APP Indireto Estadual 05/05/1982 2.Poço Fundo RPPN Indireto Privada 02/06/1995 337 Fazenda Lageado RPPN Indireto Privada 14/03/1990 12.184 Agostinho Fazenda Catingueiro I RPPN Indireto Privada 29/09/1993 50 Fazenda Catingueiro II RPPN Indireto Privada 29/09/1993 39 Fazenda Cruzeiro RPPN Indireto Privada 01/02/1999 180 Fazenda João Pereira.Lugar Santo RPPN Indireto Privada 30/12/1992 1.000 Veríssimo Bacia Hidrográfica Ribeirão Serra Azul APP Indireto Estadual 08/09/1980 2.Capítulo I .A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais (86UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Anhumas PES Indireto Estadual 02/02/1983 21 Bacia Hidrográfica Córrego Barreiro APP Indireto Estadual 08/06/1982 1.000 Caxambu PES Indireto Estadual Clube de Caça e Pesca Itororó RPPN Indireto Privada 07/08/1992 127 Córrego do Taboão APP Indireto Estadual 14/06/1982 Estação Serra Azul RPPN Indireto Privada 13/09/1999 22 Fazenda Alto da Boa Vista RPPN Indireto Privada 17/08/1995 96 Fazenda Alto da Boa Vista RPPN Indireto Privada 11/02/1999 55 Fazenda Barra do Pirapetinga RPPN Indireto Privada 13/09/1999 22 Fazenda Caetano RPPN Indireto Privada 30/12/1992 1.421 Fazenda Caetano.700 Camanducaia e Jaguari APA Direto Estadual Carmo da Mata REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 86 Carste de Lagoa Santa APA Direto Federal 25/01/1990 35.000 Lajinha REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 368 Mar de Espanha ESEC Indireto Estadual 23/09/1974 187 Mata de Acauã REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 5.550 Fazenda Lapinha REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 369 Fazenda Macedônia RPPN Indireto Privada 14/10/1994 560 Fazenda Pedra Bonita RPPN Indireto Privada 27/04/1992 33 Fazenda Samoinho RPPN Indireto Privada 22/08/1995 13 Fazenda Vereda Grande RPPN Indireto Privada 03/05/1990 2.600 Cataguases PES Indireto Estadual 14/11/1923 Cavernas do Peruaçu APA Direto Federal 26/09/1989 150.

bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.: 38 .continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Morro da Pedreira APA Direto Federal 26/01/1990 66.702 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. pesquisadores.695 Vau-Açu RESEC Indireto Estadual 96 Veredas do Peruaçu PES Indireto Estadual 02/10/1994 30.090 Presidente Wenceslau Brás PES Indireto Estadual Propriedade no Município de Mariana APA Direto Estadual 11/05/1984 Região Gruta Rei do Mato APA Direto Estadual 27/09/1989 Reserva Mata Monlevade RPPN Indireto Privada 19/04/1993 519 Rio Doce PES Indireto Estadual 14/07/1944 Ritápolis FLONA Direto Federal 29/03/1984 89 Santa Rita REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 Santuário Caraça RPPN Indireto Privada 30/03/1994 10.210 Serra do Cipó PARNA Indireto Federal 25/09/1984 33. através do email <isa@socioambiental.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Minas Gerais (86 UCs .188 São Mateus REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 São Sebastião Paraiso REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 248 São Sebastião Paraiso II REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 São Sebastião Paraiso III REBIO Indireto Estadual 23/09/1974 Serra de São José APA Direto Estadual 16/02/1990 Serra de São José (APP) APP Indireto Estadual 19/05/1981 100 Serra do Brigadeiro PES Indireto Estadual 20/07/1988 13. Agradecemos a comunicação de falhas. erros ou omissões.800 Sítio Cerro das Acácias RPPN Indireto Privada 13/09/1999 Sítio Grimpas RPPN Indireto Privada 27/12/1995 2 Sítio Raio Solar RPPN Indireto Privada 13/09/1999 29 Sítio São Domingos/Agartha RPPN Indireto Privada 23/05/1994 2 Sítio São Francisco RPPN Indireto Privada 13/11/1998 8 Sub-Bacia do Córrego dos Fechos APP Indireto Estadual 03/09/1982 476 Sul RMBH APA Direto Estadual 08/06/1994 Sumidoro PES Indireto Estadual 04/06/1980 Todos os Santos ASPE Indireto Estadual 06/06/1989 Tripui ESEC Indireto Estadual 05/06/1981 392 Unidade de Conservação de Galheiros RPPN Indireto Privada 06/09/1995 2.200 Nova Baden PES Indireto Estadual 23/09/1974 214 Panga RESEC Indireto Federal 404 Papagaio ESEC Indireto Estadual 30/04/1992 Paraopeba ESFLO Direto Federal 10/08/1950 200 Passa Quatro FLONA Direto Federal 20/02/1968 348 Peti RPPN Indireto Privada 22/09/1983 Pico do Ibituruna ASPE Indireto Estadual 14/01/1985 Pinheiro Grosso REBIO Indireto Municipal 30/11/1987 467 Pirapitinga ESEC Indireto Federal 20/07/1987 1.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .

Agradecemos a comunicação de falhas.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.481 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. através do email <isa@socioambiental.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Mato Grosso do Sul (1 UC) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Serra da Bodoquena PARNA Indireto Federal 22/07/2000 76.: 39 . pesquisadores.Capítulo I . bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. erros ou omissões.

640 Buraquinho REBIO Indireto Estadual 24/02/1955 Engenho Garjau RPPN Indireto Privada 14/06/1994 1. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. pesquisadores.: 40 . através do email <isa@socioambiental.505 Fazenda Pacatuba RPPN Indireto Privada 28/12/1995 267 Fazenda Pedra d'Água RPPN Indireto Privada 15/07/1999 170 Fazenda Santa Clara RPPN Indireto Privada 01/08/1990 750 Guaribas REBIO Indireto Federal 25/01/1990 4.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. erros ou omissões.Capítulo I .321 Manguezais da Foz do Rio ARIE Indireto Federal 05/11/1985 5.500 Pico do Jabre PES Indireto Estadual 19/10/1992 500 Ponta do Cabo Branco PES Indireto Estadual 13/05/1982 379 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.721 Mamanguape Mata do Buraquinho APP Indireto Federal 26/09/1989 471 Mata do Pau Ferro RESEC Indireto Estadual 19/10/1992 600 Mata do Rio Vermelho RESEC Indireto Estadual 31/01/1984 1. Agradecemos a comunicação de falhas.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado da Paraíba (14 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Barra do Rio Mamanguape APA Direto Federal 10/09/1993 14.059 Fazenda Almas RPPN Indireto Privada 01/08/1990 3.

724 Área Estuarina do Rio Itapessoca APA Direto Estadual 11/12/1986 3.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Pernambuco (62 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Amparo RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 172 Área Estuarina do Canal de Santa APA Direto Estadual 11/12/1986 1.998 Área Estuarina do Rio Jaguaribe APA Direto Estadual 11/12/1986 212 Área Estuarina do Rio Paratibe APA Direto Estadual 11/12/1986 Área Estuarina do Rio Timbó APA Direto Estadual 11/12/1986 1.335 Maracaipe Costa dos Corais APA Direto Federal 23/10/1997 413.: 41 .255 Cruz Área Estuarina do Rio Beberibe APA Direto Estadual 11/12/1986 Área Estuarina do Rio Capibaribe APA Direto Estadual 11/12/1986 Área Estuarina do Rio Carro Quebrado APA Direto Estadual 11/12/1986 402 Área Estuarina do Rio Formoso APA Direto Estadual 11/12/1986 2.Capítulo I .270 Mata Bom Jardim RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 245 Mata Camucim RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 40 Mata Caraúna RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 169 Mata Contra-Açude RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 115 Mata da Serra Cumaru RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 357 Mata da Serra do Cotovelo RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 978 Mata da Usina São José RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 299 Mata de Caetés RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 150 Mata de Camaçari RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 223 Mata de Dois Irmãos RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 389 Mata de Jaguarana RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 332 Mata de Jangadinha RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 85 Mata de Manassú RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 264 Mata de Miritiba RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 273 Mata de Mussaíba RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 272 Mata de Quizanga RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 229 Mata de Santa Cruz RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 Mata de São Bento RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 110 Mata do Amparo RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 172 Mata do Curado RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 103 Mata do Engenho Macaxeira RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 61 Mata do Engenho Moreninho RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 66 Mata do Engenho Salgadinho RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 257 Mata do Engenho São João RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 34 Mata do Engenho Tapacurá RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 316 Mata do Engenho Uchôa RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 20 Mata do Jaguaribe RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 107 Mata do Janga RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 132 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.285 Pirapama Área Estuarina dos Rios Sirinhaem e APA Direto Estadual 11/12/1986 3.563 Fernando de Noronha/ Rocas/ São APA Direto Federal 05/06/1986 2.776 Megaó Área Estuarina dos Rios Jaboatão e APA Direto Estadual 11/12/1986 1.397 Área Estuarina do Rio Una APA Direto Estadual 11/12/1986 553 Área Estuarina dos Rios Goiana e APA Direto Estadual 11/12/1986 4.700 Pedro e São Paulo Marinho de Fernando de Noronha PARNA Indireto Federal 07/04/1989 11.

077 Mata do Toró RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 81 Mata do Zumbi RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 292 Mata Dois Unidos RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 38 Mata Duas Lagoas RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 140 Mata Jardim Botânico RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 11 Mata Lanço dos Cações RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 50 Mata Outeiro do Pedro RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 51 Mata São João da Várzea RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 65 Mata Tapacurá RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 101 Mata Uruçu RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 515 Nacional dos Guararapes PAHI Direto Federal 11/09/1997 Professor Vasconcelos Sobrinho PEC Direto Federal 07/06/1983 Saltinho REBIO Indireto Federal 21/09/1983 548 Serra Negra REBIO Indireto Federal 20/09/1982 1.: 42 .A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Pernambuco (62 UCs .org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100 Tapacurá ESEC Indireto Federal 776 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Mata do Passarinho RESEC Indireto Estadual 13/01/1987 13 Mata do Sistema Gurjaú RESEC Indireto Federal 13/01/1987 1. através do email <isa@socioambiental. pesquisadores.Capítulo I . Agradecemos a comunicação de falhas. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. erros ou omissões.

bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .411 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. Agradecemos a comunicação de falhas.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Piauí (1 UC) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Serra das Confusões PARNA Indireto Federal 02/10/1999 502. erros ou omissões.: 43 . através do email <isa@socioambiental. pesquisadores.

597 Guaterlá PES Indireto Estadual 23/03/1992 4.595 Guaraqueçaba APA Direto Federal 31/01/1985 291.500 Guaratuba APA Direto Estadual 27/03/1992 199.524 Mandaguari HORTO Indireto Estadual 23/02/1979 21 Marumbi AESIT Indireto Estadual 22/10/1984 66.189 Guaraguaçu ESEC Indireto Estadual 27/03/1992 1.367 Ilhas Pinheiro e Pinheirinho ARIE Indireto Federal 05/11/1985 109 Imbaú HORTO Indireto Estadual 16/11/1965 75 Imbau (parte II) FES Direto Estadual Independência PAF Direto Estadual 04/08/1989 84 Irati FLONA Direto Federal 25/10/1968 3. de Itaipu APA Direto Federal 01/03/1979 Fazenda Alegrete RPPN Indireto Privada 07/06/1994 153 Fazenda Barra Mansa RPPN Indireto Pri vada 28/10/1991 900 Figueira REF Direto Estadual 23/02/1979 5 Geraldo Russo HORTO Indireto Estadual 16/11/1965 Graciosa PES Indireto Estadual 24/09/1990 1. Amb.495 Jacarezinho HORTO Indireto Estadual 23/02/1979 96 João Paulo II PES Indireto Estadual Lauráceas PES Indireto Estadual 04/06/1979 27.Capítulo I .389 Ibicatu PAF Direto Estadual 15/02/1982 57 Ibiporã PAF Direto Estadual 30/04/1980 74 Iguaçu PARNA Indireto Federal 14/06/1944 170.733 Marumbi I PES Indireto Estadual 30/11/1981 66.427 Campinhos PES Indireto Estadual 23/02/1979 208 Caxambu PES Indireto Estadual 23/02/1979 1.150 Guaraguaçu REBIO Indireto Estadual 04/08/1989 Guaraqueçaba ESEC Indireto Federal 31/05/1982 13.: 44 .733 Mata dos Godoy PES Indireto Estadual 05/06/1989 676 Mata São Francisco PES Indireto Estadual 05/12/1994 833 Metropolitana FES Direto Estadual 13/12/1988 455 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.363 Faixa Port.040 Cerrado PES Indireto Estadual 27/03/1992 420 Córrego da Biquinha FES Direto Estadual 21/11/1994 23.086 Ilha do Mel ESEC Indireto Estadual 21/09/1982 2.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Paraná (81 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Amaporã PAF Direto Estadual 30/04/1962 Amaporã REF Direto Estadual 25/01/1956 204 Boguaçu PES Indireto Estadual Buriti ARIE Indireto Estadual 27/11/1990 84 Cabeça de Cachorro REF Direto Estadual 30/06/1982 Cabeça do Cachorro ARIE Indireto Estadual 27/11/1990 61 Caiuá ESEC Indireto Estadual 21/11/1994 1.654 Guaraqueçaba APA Direto Estadual 27/03/1992 191.241 Ilha Grande ESEC Indireto Estadual 26/12/1994 28.272 Córrego da Biquinha REF Direto Estadual 04/08/1989 25 Córrego Maria Flora PAF Direto Estadual 08/10/1982 49 Córrego Mario REF Direto Estadual 07/10/1982 Diamante do Norte PES Indireto Estadual Escarpa Devoniana APA Direto Estadual 27/03/1992 392.

pesquisadores.020 Pau-Oco PES Indireto Estadual 21/11/1994 906 Pico do Marumbi PES Indireto Estadual 24/09/1990 1. através do email <isa@socioambiental.699 Saltinho REF Direto Estadual 07/12/1983 Saltinho I REF Direto Estadual 10/02/1988 Salto Morato RPPN Indireto Privada 07/12/1994 861 Santana REF Direto Estadual 04/08/1989 Santana FES Direto Estadual 21/11/1994 61 Santa na (HORTO) HORTO Indireto Estadual 60 São Camilo REBIO Indireto Estadual 22/02/1990 385 São Domingos ARIE Indireto Estadual 27/11/1990 164 Seção Figueira REF Direto Estadual 10/02/1988 Serra da Esperança APA Direto Federal 27/01/1992 206. Andrade REF Direto Estadual 17/06/1955 Vila Rica do Espírito Santo PES Indireto Estadual 17/06/1955 Vila Rica do Espírito Santo REF Direto Estadual Vila Velha PES Indireto Estadual 12/10/1953 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. Agradecemos a comunicação de falhas.536 Rio Pequeno APA Direto Estadual 6.: 45 .975 Pinhão REF Direto Estadual 18/01/1983 197 Piraquara APA Direto Estadual 8. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. erros ou omissões.continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Mina Velha e Arco da Gruta PES Indireto Estadual 27/03/1982 Monge PES Indireto Estadual 23/02/1979 362 Palmas PES Indireto Estadual 04/08/1989 180 Palmito FES Direto Estadual Passa Dois FES Direto Estadual 23/02/1990 276 Passaúna APA Direto Estadual 05/06/1991 16.556 Serra do Tigre ARIE Indireto Estadual 27/11/1990 33 Superagüi PARNA Indireto Federal 25/04/1989 21.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Paraná (81 UCS . E.400 Tibagi PAF Direto Estadual Turena REF Direto Estadual 30/04/1962 Vila Rica A.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .200 Rio Piraquara APA Direto Estadual Roberto Ribas Lange PES Indireto Estadual 21/11/1994 2.881 Rio da Onça PAF Direto Estadual 04/06/1981 119 Rio Iraí APA Direto Estadual 11.

680 Município de Teresópolis APA Direto Estadual 30/11/1987 Nascentes dos rios São João e Macaé PES Indireto Estadual - Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.267 Jornalista Antenor Novaes RPPN Indireto Privada 11/03/1999 125 Juatinga RESEC Indireto Estadual 30/01/1992 1.680 Macaé de Cima REBIO Indireto Municipal 03/01/1990 7.700 Jacarepiá RESEC Indireto Estadual 15/12/1986 1.: 46 .068 Araras RESEC Indireto Estadual 20/11/1950 Arariboia ESEC Indireto Estadual Arqueológica Guaratiba REBIO Indireto Estadual 31/03/1982 2.400 Desengano PES Indireto Estadual 13/04/1970 22.400 El Nagual RPPN Indireto Privada 15/10/1999 17 Fazenda Arco-Iris RPPN Indireto Privada 29/09/1994 46 Fazenda Bom Retiro RPPN Indireto Privada 15/04/1993 472 Fazenda Cachoeirinha RPPN Indireto Privada 23/02/1999 650 Fazenda Córrego da Luz RPPN Indireto Privada 19/02/1993 20 Fazenda Goiabal RPPN Indireto Privada 1.305 Fazenda Limeira RPPN Indireto Privada 19 Fazenda Roça Grande RPPN Indireto Privada 04/03/1991 64 Fazenda Suspiro RPPN Indireto Privada 01/02/1999 18 Floresta da Cicuta ARIE Indireto Federal 09/01/1985 131 Floresta do Jacarandá APA Direto Estadual 23/07/1985 2.000 Marinha do Arraial do Cabo RESEX Direto Federal 03/01/1997 Marinho do Aventureiro PES Indireto Estadual 1.000 Ilha Grande REBIO Indireto Estadual 06/03/1987 Ilha Grande (APP) RESEC Indireto Estadual Jacarandá REBIO Indireto Estadual 2.340 Ilha Grande APP Indireto Estadual 25/08/1978 Ilha Grande PES Indireto Estadual 28/06/1971 15.500 Gleba o Saquinho de Itapirapuã RPPN Indireto Privada 09/10/1996 398 Goethea REBIO Indireto Municipal Grajaú RESFLO Direto Estadual 22/06/1978 55 Granja Redenção RPPN Indireto Privada 05/09/1996 Guapi-Mirim APA Direto Federal 25/09/1984 14.630 Massambaba RESEC Indireto Estadual 15/12/1986 1.700 Frades APA Direto Estadual 27/11/1990 7.312 Mário Xavier FLONA Direto Federal 08/10/1986 493 Massambaba APA Direto Estadual 15/12/1986 7.936 Maria Francisca Guimarães RPPN Indireto Privada 07/12/1998 1 Maricá APA Direto Estadual 23/04/1984 1.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro (75 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Alcobaça APP Indireto Federal 05/05/1989 200 Araras REBIO Indireto Estadual 22/06/1977 2.000 Mangaratiba APA Direto Estadual 12/03/1987 22.500 Gericinó/Mendanha APA Direto Estadual 12/07/1988 10.Capítulo I .800 Costabella Empreendimentos RPPN Indireto Privada 4 Imobiliários Ltda.800 Bairro de Grumari APA Direto Municipal 30/12/1986 Barra da Tijuca APA Direto Municipal 68 Cairuçu APA Direto Federal 27/12/1983 33. Desengano APA Direto Estadual 28/12/1983 22.

000 Poço das Antas REBIO Indireto Federal 03/11/1975 5.860 Santuário da Vida Silvestre da RPPN Indireto Privada 82 Forquilha Serra Cachoeiras do Macacu APA Direto Estadual 16/10/1987 Serra da Tiririca PES Indireto Estadual 29/11/1991 Serra de Madureira APA Direto Estadual 25/01/1975 Serra de Sapiatiba APA Direto Estadual 20/07/1990 6.continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Paraíso ESEC Indireto Estadual 12/03/1987 4.126 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.920 Pedra Branca PES Indireto Estadual 28/06/1974 12.) Reserva Ecológica Rio das Pedras RPPN Indireto Privada 13/03/1996 Restinga de Jurubatiba PARNA Indireto Federal 29/04/1998 14. pesquisadores.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro (75 UCs .450 Tamoios APA Direto Estadual 05/12/1986 26. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.: 47 .200 Tinguá REBIO Indireto Federal 23/05/1989 26.000 União REBIO Indireto Federal 22/04/1998 3.600 Querência RPPN Indireto Privada 01/02/1999 6 Região Serrana de Petrópolis APA Direto Estadual 13/09/1982 59.000 Serra dos Órgãos PARNA Indireto Federal 30/11/1939 11.Capítulo I . erros ou omissões.000 Praia do Sul REBIO Indireto Estadual 02/12/1981 3.200 Tijuca PARNA Indireto Federal 23/02/1972 3.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. através do email <isa@socioambiental.800 Sítio Angaba e Sítio Poranga RPPN Indireto Privada 07/04/1992 63 Sítio Fim da Picada RPPN Indireto Privada 24/02/1997 21 Sítio Granja São Jorge RPPN Indireto Privada 15/10/1999 3 Sítio Santa Fé RPPN Indireto Privada 29/11/1996 14 Sítio Santa Isabel RPPN Indireto Privada 23/01/1996 525 Tamoios ESEC Indireto Federal 23/01/1990 8.500 Pedra dos Amarilis RPPN Indireto Privada 02/02/1993 40 Piraí ESEC Indireto Federal 08/03/1983 4. Agradecemos a comunicação de falhas.049 Reserva Ceflusme (Centro Eclético RPPN Indireto Privada 05/06/1992 3 Fluente Luz Un.

erros ou omissões.: 48 .A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Norte (9 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Atol das Rocas REBIO Indireto Federal 05/06/1986 36. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.166 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. através do email <isa@socioambiental. pesquisadores.Capítulo I .249 Bonfim/Guaraíra APA Direto Estadual 22/03/1999 Cabuti PEC Direto Estadual 30/08/1989 Dunas de Natal PES Indireto Estadual 22/11/1977 1. Agradecemos a comunicação de falhas.173 Fazenda Salobro RPPN Indireto Privada 20/05/1994 756 Florêncio Luciano PES Indireto Estadual 10/08/1988 Genipabu APA Direto Estadual 17/05/1995 Piquiri-Una APA Direto Estadual 06/06/1990 Seridó ESEC Indireto Federal 31/05/1982 1.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.491 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais. pesquisadores. Manuel Luiz Osório PAHI Direto Estadual Mato Dentro REBIO Indireto Estadual 12/03/1975 Mato Grande REBIO Indireto Estadual 12/03/1975 Nonoai PES Indireto Estadual 10/03/1949 17. através do email <isa@socioambiental.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Sul (38 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Aracuri-Esmeralda ESEC Indireto Federal 07/03/1977 272 Bento Gonçalves da Silva PES Indireto Estadual 12/03/1975 350 Bosque de Canela RPPN Indireto Privada 21/08/1998 Camaquã PES Indireto Estadual 12/03/1975 7.924 Torres PES Indireto Estadual Turvo PES Indireto Estadual 11/03/1947 17. Agradecemos a comunicação de falhas.321 Podocarpus PES Indireto Estadual 12/03/1975 364 Reserva Particular Schuster RPPN Indireto Privada 04/02/1992 4 Rondinha PAF Direto Estadual 22/04/1982 1.993 Canela FLONA Direto Federal 25/10/1968 517 Caracol PES Indireto Estadual 01/08/1973 100 Delta do Jacui PES Indireto Estadual 16/01/1979 17.Capítulo I .607 Scharlau REBIO Indireto Estadual 12/03/1975 50 Serra Geral REBIO Indireto Estadual 27/07/1982 1.995 Tainhas PES Indireto Estadual 12/03/1975 4.000 Ibitiria PES Indireto Estadual 12/03/1975 415 Ilha dos Lobos RESEC Indireto Federal 04/07/1983 2 Irai PAF Direto Estadual 20/06/1979 362 Itapuã PES Indireto Estadual 1.761 Guarita PEC Direto Estadual 11/08/1965 350 Horto FZB/RS REBIO Indireto Estadual Ibicui Mirim REBIO Indireto Estadual 12/11/1982 Ibirapuitã APA Direto Federal 20/05/1992 318.498 Passo Fundo FLONA Direto Federal 25/10/1968 1.245 Espigão Alto PES Indireto Estadual 10/03/1949 1.: 49 .700 Sítio Porto da Capela RPPN Indireto Privada 10/01/1996 14 Taim ESEC Indireto Federal 33. erros ou omissões.319 Espinilho PES Indireto Estadual 12/03/1975 300 Estância Santa Rita RPPN Indireto Privada 21/12/1998 340 Fazenda Espora de Ouro RPPN Indireto Privada 08/02/1999 29 Fazenda Rodeio Bonito RPPN Indireto Privada 07/02/1992 2.535 Lagoa do Peixe PARNA Indireto Federal 06/11/1986 34.400 Mal.000 São Donato REBIO Indireto Estadual 12/03/1975 São Francisco de Paula FLONA Direto Federal 25/10/1968 1.

606 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.: 50 .100 São Joaquim PARNA Indireto Federal 06/07/1961 49. erros ou omissões.844 Carijós ESEC Indireto Federal 20/07/1987 712 Chapecó FLONA Direto Federal 25/10/1968 1. Hoffmann RPPN Indireto Privada Ibirama (FLONA) FLONA Direto Federal 11/03/1988 570 Ilhas e Mangues HORTO Indireto Federal Irineópolis REBIO Indireto Estadual 133 Joaçaba REF Direto Federal 302 Laguna HORTO Indireto Federal Lanchares RPPN Indireto Privada Marinha do Arvoredo REBIO Indireto Federal 12/05/1990 17.435 Reserva Volta Velha RPPN Indireto Privada 05/06/1992 Rio do Castro PAROD Direto Estadual Rio Turvo RPPN Indireto Privada Rio Vermelho PES Indireto Estadual 21/09/1962 1. através do email <isa@socioambiental.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de Santa Catarina (45 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Aguai REBIO Indireto Estadual 01/07/1983 767 Anhatomirim APA Direto Federal 20/05/1992 3.488 Serra da Abelha ARIE Indireto Federal 28/05/1996 4.686 Escola Agrícola de Araquari RESEC Indireto Federal 270 Fazenda Bom Retiro APP Indireto Estadual 05/06/1980 453 Hernesto G.F.Capítulo I .604 Serra do Tabuleiro PES Indireto Estadual 01/11/1975 90.300 Sassafrás REBIO Indireto Estadual 04/02/1977 3.000 Babitonga ESEC Indireto Federal Barra do Rio do Meio RPPN Indireto Privada 23/02/1999 10 Buttner PAF Direto Estadual 467 Caçador FLONA Direto Federal 25/10/1968 850 Caçador ESEX Direto Estadual Canasvieiras HORTO Indireto Estadual 170 Canela Preta REBIO Indireto Estadual 20/06/1980 1.000 Reserva do Caraguatá I e II RPPN Indireto Privada 03/05/1990 2.329 Três Barras FLONA Direto Federal 25/10/1968 4.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.458 Usina Hidroelétrica de Bracinho e Pirai ESEC Indireto Estadual 16/07/1984 4. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.444 Morro do Bau PES Indireto Estadual 20/06/1980 600 Morro Spitzkopk RPPN Indireto Privada Palmital RPPN Indireto Privada 05/06/1992 590 Parque Botânico do Morro do Bau PANA Direto Estadual Parque Ecológico Artex RPPN Indireto Privada 30/12/1992 5. pesquisadores.600 Marinha do Pirajubaé RESEX Direto Federal 20/05/1992 1. Agradecemos a comunicação de falhas.000 Serra Dona Francisca APA Direto Municipal 15/03/1997 Serra Furada PES Indireto Estadual 20/06/1980 1.296 Parque Florestal Companhia Hering PANA Direto Estadual Pinheiral de São José do Cerrito RESEC Indireto Estadual 278 Refúgio PAF Direto Estadual 220 Reserva Bugerkopf RPPN Indireto Privada 30/12/1992 82 Reserva da R.F. REF Direto Federal 1.

Agradecemos a comunicação de falhas.: 51 .Capítulo I .A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado do Sergipe (4 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Fazenda Castro RPPN Indireto Privada 14/08/1989 700 Fonte da Bica RPPN Indireto Privada 13/09/1999 13 Itabaiana ESEC Indireto Federal 20/07/1987 289 Santa Isabel REBIO Indireto Federal 02/04/1986 2. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. erros ou omissões. através do email <isa@socioambiental. pesquisadores.766 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

644 CEBIMAR ASPE Indireto Estadual 02/10/1987 Centro Latino Americano de ESEX Direto Federal Aquicultura Cerrado Pé de Gigante ARIE Indireto Federal 06/06/1990 1.910 Campina do Encantado PES Indireto Estadual 16/08/1994 2.832 Cantareira RESES Indireto Estadual Capão Bonito FLONA Direto Federal 25/10/1968 4.178 Cajamar APA Direto Estadual 04/06/1984 13.Capítulo I .312 Avaré I FES Direto Estadual 01/08/1945 95 Avaré II FES Direto Estadual 28/11/1958 484 Bairro da Usina APA Direto Estadual 04/09/1986 Bananal ESEC Indireto Estadual 03/04/1964 884 Bauru ESEC Indireto Estadual 06/05/1961 288 Botucatu FES Direto Estadual 04/05/1966 34 Buriti de Vassununga ARIE Indireto Federal 06/06/1990 149 Cabreúva APA Direto Estadual 22/05/1984 26.900 Campos do Jordão PES Indireto Estadual 27/05/1941 8.060 Chácara da Baronesa ASPE Indireto Estadual 05/03/1987 34 Chauás ESEC Indireto Estadual 26/09/1978 2.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de São Paulo (132 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Águas da Prata REF Direto Estadual 04/08/1952 48 Alberto Lofgren PES Indireto Estadual 26/10/1970 Alta Sorocabana REF Direto Estadual 08/05/1957 Andradina REBIO Indireto Estadual 17/12/1969 Angatuba ESEC Indireto Estadual 13/08/1985 1.: 52 .700 Corumbatai RESEC Indireto Estadual Corumbatai.172 Cananéia . Botucatu e Tejupá APA Direto Estadual 08/06/1983 642.347 Carlos Botelho PES Indireto Estadual 29/10/1941 37.359 Campos do Jordão APA Direto Estadual 03/06/1983 26.Peruíbe APA Direto Federal 23/10/1984 202.400 Cajuru FES Direto Estadual 06/11/1962 1.394 Ara PES Indireto Estadual 04/06/1969 Áreas entre Ruas Coroa e 12 de APA Direto Estadual 28/11/1988 Setembro Assis ESEC Indireto Estadual 21/09/1992 1.Iguape .600 Costão da Boissucanga ASPE Indireto Estadual 11/02/1987 Costão do Navio ASPE Indireto Estadual 10/02/1987 Estação Experimental de Pindorama REBIO Indireto Estadual 06/01/1986 Fazenda Experimental de Sertãozinho REBIO Indireto Estadual 17/04/1985 Fazenda San Michele RPPN Indireto Privada 13/07/1998 85 Fazenda Santa Genebra REF Direto Estadual Fazenda São Carlos RPPN Indireto Privada 17 Fazenda Voturuna II RPPN Indireto Privada 14/11/1994 124 Fazenda Voturuna V RPPN Indireto Privada 21/10/1994 64 Fontes do Ipiranga PES Indireto Estadual 12/08/1969 549 Furnas do Bom Jesus PES Indireto Estadual 12/10/1989 1.404 Granja Icarai RPPN Indireto Privada 24/05/1990 Guarapiranga PEC Direto Estadual 20/09/1989 330 Haras São Bernardo APA Direto Estadual 10/07/1987 34 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100 Caetetus ESEC Indireto Estadual 09/08/1976 2.

700 Nascentes do Tietê PES Indireto Estadual 11/11/1988 Noroeste Paulista ESEC Indireto Estadual 05/06/1993 268 Paranapanema ESEC Indireto Estadual 27/09/1993 635 Paranapanema FES Direto Estadual 06/11/1982 Parque e Fazenda do Carmo APA Direto Estadual 05/04/1989 Paulo de Faria ESEC Indireto Estadual 23/09/1981 436 Pedra Branca ARIE Indireto Estadual 06/02/1987 635 Piraju FES Direto Estadual 09/03/1945 847 Porto Ferreira PES Indireto Estadual 06/11/1962 611 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.845 Morro do Espial PAF Direto Municipal Morro Grande REF Direto Estadual 04/04/1979 10.532 do Valle" Jundiaí APA Direto Estadual 12/06/1984 43.300 Jacupiranga PES Indireto Estadual 08/08/1969 150.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de São Paulo (132 UCs .000 Jaraguá PES Indireto Estadual 30/12/1939 489 Jataí "Conde Joaquim Augusto Ribeiro ESEC Indireto Estadual 15/06/1982 4.600 Ilha Anchieta PES Indireto Estadual 29/03/1977 1.000 Mata do Iguatemi APA Direto Estadual 02/04/1993 Matão de Cosmópolis ARIE Indireto Federal 09/01/1985 173 Mogi-Guassu REBIO Indireto Estadual 07/01/1942 5 Moji-Guaçu ESEC Indireto Estadual 07/06/1984 981 Monsenhor Emilio José Salim PEC Direto Estadual 08/06/1987 89 Morro de São Bento APA Direto Estadual 27/05/1987 2 Morro do Curussu Mirim RPPN Indireto Privada 15/10/1999 23 Morro do Diabo PES Indireto Estadual 04/06/1986 33.000 Ilha Comprida (ARIE) ARIE Indireto Estadual 11/03/1987 Ilha do Ameixal ARIE Indireto Federal 05/11/1985 400 Ilha do Cardoso PES Indireto Estadual 07/07/1962 22.025 Intervales PES Indireto Estadual 08/06/1995 46.180 Itaberá ESEC Indireto Estadual 11/10/1957 180 Itapeti ESEC Indireto Estadual 29/04/1952 89 Itapeva ESEC Indireto Estadual 13/08/1985 106 Itariru FES Direto Estadual 28/01/1963 Itatinga ASPE Indireto Estadual 19/11/1986 635 Itirapina ESEC Indireto Estadual 07/06/1984 2.343 Mananciais de Campos do Jordão PES Indireto Estadual 27/09/1993 502 Manduri FES Direto Estadual 06/11/1962 220 Marinho da Laje de Santos PES Indireto Estadual 27/09/1993 5.Capítulo I .900 Lagoa São Paulo REF Direto Estadual 06/11/1949 13.continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Ibicatu ESEC Indireto Estadual 29/07/1958 76 Ibitinga APA Direto Estadual 20/01/1987 69.927 Juréia ASPE Indireto Estadual 11/07/1986 Juréia-Itatins ESEC Indireto Estadual 20/01/1986 79.: 53 .200 Juquery PES Indireto Estadual 05/06/1993 1.086 Ipanema FLONA Direto Federal 20/05/1992 5.270 Jurupara PES Indireto Estadual 30/08/1978 23.500 Ilha Queimada Pequena e Ilha ARIE Indireto Federal 05/11/1985 33 Queimada Grande Ilhabela PES Indireto Estadual 27/11/1958 27.000 Ilha Comprida APA Direto Estadual 11/03/1987 20.

pesquisadores.372 Santa Genebra ARIE Indireto Federal 05/11/1985 252 Santa Maria ESEC Indireto Estadual 13/08/1985 113 Santo Antônio do Pinhal APA Direto Estadual 08/06/1983 São Carlos ESEC Indireto Estadual 25/08/1961 75 São José dos Campos APA Direto Estadual Sapucaí-Mirim APA Direto Estadual Serra de Paranapiacaba REBIO Indireto Estadual 09/11/1938 8.500 Santa Bárbara ESEC Indireto Estadual 07/06/1984 4.Capítulo I .continuação) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Área (ha) Criação Propriedades do Estado de SP APP Indireto Federal 04/10/1985 Reserva Particular da Carbocloro RPPN Indireto Privada 30/12/1992 1 Ribeirão Preto ESEC Indireto Estadual 13/09/1984 154 Rios Piracicaba e Juqueri-Mirim APA Direto Estadual 11/03/1987 390.000 Roseira Velha ASPE Indireto Federal 06/03/1987 84 Salesópolis e Outros APA Direto Estadual 06/02/1987 6. Agradecemos a comunicação de falhas.647 Turístico do Alto Ribeira PES Indireto Estadual 19/05/1958 35. através do email <isa@socioambiental.700 Sistema Cantareira APA Direto Estadual 04/12/1998 Sítio Curucutu RPPN Indireto Privada 20/12/1995 11 Sítio do Cantaneiro RPPN Indireto Privada 26/10/1994 9 Sítio Laranjal RPPN Indireto Privada 12/09/1996 42 Sítio Pithon RPPN Indireto Privada 24/02/1997 26 Sítio Ryan RPPN Indireto Pri vada 19 Sítio Sibiuna RPPN Indireto Privada 22/08/1995 50 Tietê APA Direto Estadual 08/06/1983 45.484 Xitué ESEC Indireto Estadual 27/11/1956 3. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País.095 Xixova-Japui PES Indireto Estadual 27/09/1993 901 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentaise não governamentais.192 Serra do Mar PES Indireto Estadual 30/08/1977 315.371 Santa Bárbara do Rio Pardo FES Direto Estadual 30/12/1964 4.400 Tupinambás ESEC Indireto Federal 20/07/1987 28 Tupiniquins ESEC Indireto Federal 21/07/1986 43 Turístico da Cantareira PES Indireto Estadual 24/09/1968 5.100 Tietê PEC Direto Estadual 30/04/1976 1.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica no Estado de São Paulo (132 UCs .000 Serra do Mar APA Direto Estadual 21/07/1984 400.000 Serra dos Itatins REF Direto Estadual Silveiras APA Direto Estadual 03/06/1983 42.712 Vale do Paraíba APP Indireto Estadual 06/05/1968 Valinhos ESEC Indireto Estadual 28/01/1966 17 Vassununga PES Indireto Estadual 26/10/1970 1. erros ou omissões.: 54 .org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

000 4.250 402. através do email <isa@socioambiental.: 55 .000 As informações constantes nesta listagem foram levantadas pelo Instituto Socioambiental após exaustiva consulta a organizações governamentais e não governamentais.003.059 30. PI e CE) APA Direto Federal 04/08/1997 Araripe-Apodi (CE.550 78.SC) PARNA Indireto Federal 20/05/1992 Mananciais do Vale do Paraíba do Sul APA Direto Federal 04/02/1971 (MG. bancos de dados e arquivos em diversos locais do País. RJ e SP) APA Direto Federal 13/09/1982 Caparaó (ES e MG) PARNA Indireto Federal 24/05/1961 Serra da Ibiapaba (CE e PI) APA Direto Federal 26/11/1996 Ilha Grande (MS e PR) PARNA Indireto Federal 30/09/1997 Ilhas e Várzeas do Rio Paraná (MS e APA Direto Federal 30/09/1997 PR) Itatiaia (MG e RJ) PARNA Indireto Federal 14/06/1937 Área (ha) 38.875 1. erros ou omissões.org> Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.517 26. RJ e SP) Serra da Bocaina (RJ.Capítulo I .000 1. pesquisadores.PI e RN) FLONA Direto Federal 02/05/1946 Serra Geral (RS.000 100.469 10.A Mata Atlântica Unidades de Conservação no Domínio da Mata Atlântica em mais de um estado (13 UCs) Nome da Unidade Categoria Grupo Administração Data de Criação Chapada do Araripe (PE. Agradecemos a comunicação de falhas.000 367. PE.262 18.592. SP) PARNA Indireto Federal 04/02/1971 Pedra Talhada (AL e PE) REBIO Indireto Federal 13/12/1989 Aparados da Serra (RS e SC) PARNA Indireto Federal 01/01/1957 Serra da Mantiqueira (MG.

: 56 .A Mata Atlântica Relação das terras indígenas inseridas no Domínio da Mata Atlântica Terras Indígenas no Domínio da Mata Atlântica Situação jurídica Em Identificada/ Declarada/ Homologada reservada identificação aprovada delimitada e/ou registrada 1 2 1 9 2 3 1 4 1 2 15 5 2 0 0 15 1 3 0 3 2 4 11 1 2 3 1 4 1 12 6 5 10 80 10 UF A identificar AL BA CE ES MG MS PB PE PI PR RJ RN RS SC SE SP Total 2 1 3 Total por UF 3 14 3 6 22 2 16 3 21 11 13 114 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .

Capítulo I .A Mata Atlântica Terra Indígena Tingui-Botó Wassu-Cocal Karapotó Povo Estado de Alagoas Município Situação Jurídica Feira Grande Joaquim Gomes São Sebastião Dominial indígena/ registrada Homologada/ registrada Declarada Extensão (ha) 122 2758 1810 Tingui Boto Wassu Karapoto População habitantes Fonte e data 180 Funai: 91 1220 Funai: 94 1050 Funai: 94 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.: 57 . abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

Geren Camamu Ibotirama Tamaraju Pau Brasil. Kiriri Barra População habitantes Fonte e data 32 Funai: 93 Fazenda Bahiana Ibotirama Trevo do Parque Paraguassu/Car amuru Imbiriba Barra Velha Corumbauzinho Águas Belas Vargem Alegre Mata Medonha Coroa Vermelha Coroa Vermelha Olivença Pataxo Ha Há Hae Tuxa Pataxó Pataxo Ha Ha Hae Pataxó Pataxó Pataxó Pataxó Pankaru Pataxó Pataxó Pataxó Tupiniquim. Homologada/ Registrada Interditada.: 58 . Itaju do Colônia. Homologada. Reservada/SPI Extensão (ha) 37 Atikum. Homologada. Homologada. A identificar 398 8627 1145 1189 981 549 1493 1493 528 120 Funai:90 1082 Funai:84 235 Funai: 95 74 Anai/Ba:92 255 Funai:91 693 Funai: 95 693 Funai: 95 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.A Mata Atlântica Estado da Bahia Terra Indígena Barra Povo Município Situação Jurídica Adquirida p/assentamento. Demarcada Homologada.Capítulo I . Camaca Porto Seguro Porto Seguro Prado Prado Serra Ramalho Sta Cruz Cabralia Sta Cruz Cabralia Sta Cruz Cabralia Ilhéus 304 2019 36000 216 Funai: 90 479 Funai:92 Funai:89 1449 Funai: 94 Registrada. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. A identificar. Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada.

Capítulo I . Homologada. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 59 . Homologada. Extensão (ha) 2983 1579 2997 Aracruz Aracruz Aracruz População habitantes Fonte e data 287 Funai: 97 229 Funai: 97 870 Funai: 97 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Tupiniquim Município Situação Jurídica Homologada.A Mata Atlântica Estado de Espírito Santo Terra Povo Indígena Comboios Pau-Brasil Caieiras Velha Tupiniquim Tupiniquim Guarani M'Bya.

Pataxó Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Extensão (ha) 5305 3270 Bertópolis Carmesia. Senhora do Porto Itacarambi Resplendor Rio Pardo São João das Missões População habitantes Fonte e data 802 Funasa: 97 194 Funasa: 97 Xakriabá Krenak Riachão Xakriabá Rancharia Xakriaba Krenak Xakriaba Xakriaba Homologada/ Registrada Reservada/SPI/ Registrada Dominial indígena/ Registrada Declarada em demarcação 46415 3983 9709 6660 5093 Funasa: 97 115 Funasa: 97 3 Funai:89 528 Funai: 96 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.Capítulo I . abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.A Mata Atlântica Estado de Minas Gerais Terra Povo Indígena Maxacali Fazenda Guarani Maxakali Krenak. Dores de Guanhães.: 60 .

A Mata Atlântica Estado de Mato Grosso do Sul Terra Povo Indígena Jaguari Guarani Kaiowa.Capítulo I . Guarani Nandeva Guarani Kaiowa. Sapucaia Homologada 8584 230 CIMI: 93 Panambizinho Panambi Dourados Douradina Dourados Dourados Declarada em demarcação Reservada/SPI Reservada/SPI/ Registrada 1240 2037 3475 241 Funai: 95 470 CIMI: 93 8987 CIMI: 93 Cerrito Eldorado Homologada/ Registrada 2040 180 CIMI: 93 Jarara Juti Homologada 479 250 CIMI: 93 Maracaju/Sucuri Porto Lindo Takuaraty/Yvyku arusu Potrero Guaçu Rancho Jacaré Guaimbé Maracajú Mundo Novo Paranhos Paranhos Ponta Porá Ponta Porá Homologada. Homologada/ Registrada 660 1886 930 3594 390 CIMI: 93 1886 CIMI: 93 155 CIMI: 93 2346 CIMI: 93 Sete Cerros Cel. Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa Guarani Nandeva Guarani Kaiowa. Homologada/ Registrada Homologada Declarada em demarcação Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada 535 1649 2609 4025 778 717 42 Funai: 95 1600 CIMI 93 293 CIMI: 93 620 Funai: 98 257 CIMI: 93 295 CIMI: 93 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Guarani Nandeva Guarani Kaiowa.: 61 . Terena Guarani Kaiowa. Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Extensão (ha) 405 Amambaí População habitantes Fonte e data 140 CIMI: 93 Amambai Amambaí Homologada/ Registrada 2429 4544 CIMI: 93 Aldeia Limão Verde Taquaperi Guasuti Caarapó Amambaí Amambaí Aral Moreira Caarapó Reservada/SPI/ Registrada Reservada/SPI/ Registrada Homologada/ Registrada. Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa Guarani Kaiowa. Guarani Nandeva.

: 62 .A Mata Atlântica Estado de Mato Grosso do Sul (continuação) Terra Povo Município Indígena Sassoró Guarani Kaiowa.Capítulo I . Terena. Chamacoco Guarani Nandeva Guarani Kaiowa Ponta Porá Situação Jurídica Reservada/SPI/ Registrada Extensão (ha) 1923 População habitantes Fonte e data 1480 CIMI: 93 Kadiwéu Porto Murtinho Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada 538536 1592 Funai: 98 Pirajuí Jaguapiré Sete Quedas Jaguapiré 2118 2349 1500 CIMI 93 200 CIMI: 93 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Guarani Nandeva Kadiweu.

: 63 .A Mata Atlântica Estado da Paraíba Terra Povo Indígena Potiguara Potiguara Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Extensão (ha) 21238 Jacaré de São Domingos Potiguara Baia da Traição. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I . Rio Tinto Rio Tinto População habitantes Fonte e data 5928 Funai:89 5032 192 Funai:90 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.

Miguel do Iguaçú Sta. Kaingang Pinhalzinho Guarani Nadeva S.Capítulo I . Amélia 3751 460 Cecília Helm: 95 380 Prof. Jerônimo da Serra S.Indige nas 98 215 Funai/Bsb 93 207 Funai:89 1339 251 284 Tomazina 593 80 Funai:89 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.A Mata Atlântica Estado do Paraná Terra Povo Indígena Faxinal Tekohá Añetete Marrecas Guarani. Turvo.Helm 95 1420 C.: 64 . Kaingang Kaingang Kaingang Guarani M’Bya Cândido de Abreu Diamante d’Oeste Guarapuava. Kaingang Kaingang Guarani M’Bya. Prudentópolis Inácio Martins Laranjeiras do Sul.Helm 95 78 Funai:89 365 Cecília Helm: 95 165 Funai: 98 707 Funai:89 Guarani Nadeva Kaingang Barão de Guarani Antonina I Nadeva. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Jerônimo da Serra S. Quedas do Iguaçu Londrina Mangueirinha Ortigueira Ortigueira Paranaguá Pitanga População habitantes Fonte e data 183 Funai:89 160 Funai: 97 517 Funai: 93 1352 18682 79 Funai:95 1596 Funai:89 Apucarana Mangueirinha Tibagy Queimadas Ilha da Cotinga Ivaí 5574 16375 859 3077 1701 7306 690 C. Kaingang Guarani Nandeva Kaingang Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Homologada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Reservada/SPI/ Registrada Dominial indígena/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Dominial indígena/ Registrada Homologada/ Registrada Dominial indígena/ registrada Extensão (ha) 2043 1774 16839 Rio Areia Rio das Cobras Guarani M’Bya Guarani M’Bya. Kaingang São Jerônimo da Guarani Serra Nadeva. Kaingang Avá Guarani Guarani Nadeva Laranjinha Guarani Nadeva.

A Mata Atlântica Estado do Rio de Janeiro Terra Povo Indígena Guarani do Bracuí Parati-Mirim Guarani Araponga Guarani M'Bya Guarani M'Bya Guarani M'Bya Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Extensão (ha) 2127 79 213 Angra dos Reis Parati Parati População habitantes Fonte e data 208 Funai:94 120 Funai: 98 7 Funai: 94 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA.: 65 . abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo I .

Constantina.: 66 . Homologada Homologada/ Registrada Identificada/ Sujeita a contestação. Homologada/ Registrada 40 717 234 2843 4565 0 23406 15 Funai: 93 56 Funai: 93 19 Funai: 94 622 Funai: 93 1023 Funai: 93 50 Cimi:80 3760 Funai: 93 Serrinha Cantagalo Guarani M’Bya Três Palmeiras. Ronda Alta. Rodeio Reservada/SPI Bonito 2285 49 Funai: 93 16100 439 Funai: 99 14910 2142 Funai: 99 Palmares do Sul São Valentim Santo do Jacuí Santo Augusto Tapejara Tapes Tem. Guarani Nadeva. Guarani Nadeva. Riozinho Nonoai. Caraã Homologada Em identificacao.A Mata Atlântica Estado do Rio Grande do Sul Terra Povo Indígena Carreteiro Guarani de Águas Brancas Votouro Kaingang Guarani M’Bya Kaingang Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Declarada Homologada. Declarada em demarcação 1852 0 1112 280 795 10 Funai: 94 400 Funai: 98 70 Funai 94 334 Funai: 93 64 Funai: 99 Guarani Barra do Ouro Guarani M’Bya Kaingang do Rio da Várzea Nonoai Kaingang Capivari Guarani Votouro Salto Grande do Jacuí Inhacorá Ligeiro Tapes Guarita Guarani M’Bya.Capítulo I . Moliterno Iraí Maquine. Engenho Velho Viamão Identificada/ Sujeita a contestação. Extensão (ha) 602 230 3041 Água Santa Arambé Benjamin Constant do Sul Cacique Doble População habitantes Fonte e data 167 Funai: 93 39 Funai: 94 1009 Funai: 93 Cacique Doble Pacheca Borboleta Monte Caseiro Kaingang de Iraí Varzinha Guarani M’Bya. Kaingang Kaingang Maquine. Declarada em Liberato demarcação Salzano Nonoai. 11950 440 Funai: 99 286 159 Funai: 99 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Redentora Declarada. Guarani Nadeva. Em revisão. Kaingang Guarani M’Bya Kaingang Kaingang Kaingang Guarani M’Bya Homologada/ Registrada 4426 569 Funai :93 Camaqua Espumoso Ibiraiaras. Portela. Homologada Homologada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Em identificação. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Kaingang Guarani M’Bya Guarani Nadeva Guarani M’Bya Kaingang Kaingang Guarani M’Bya Guarani M’Bya. Santo Antônio da Patrulha. Miraguai.

Homologada Homologada Homologada/ Registrada 0 758 880 15623 78 Funai: 98 34 Funai: 94 0 Funai: 91 2614 Funai:89 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Marema Em identificação. Palmas Biguaçu Chapecó 2944 58 975 542 Funai:89 85 Funai: 98 350 Funai. Extensão (ha) 1965 Abelardo Luz População habitantes Fonte e data 974 Funai: 99 Palmas Mbiguaçu Kaingang Guarani Kaingang Abelardo Luz. Guarani M'Bya. Em revisão. Kaingang Guarani M'Bya Xokleing Kaingang Guarani M'Bya. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.A Mata Atlântica Estado de Santa Catarina Terra Povo Indígena Toldo Imbu Kaingang Município Situação Jurídica Identificada/ Sujeita a contestação. Homologada/ Registrada A identificar Identificada/ Sujeita a contestação. 98 Toldo Chimbangue Rio Araçá Ibirama Kaingang Guarani Nadeva Guarani Nadeva. Declarada Identificada/ Sujeita a contestação.Capítulo I . Itaiópolis 988 0 37108 988 Funai: 94 0 1500 Funai: 98 Morro dos Cavalos Rio dos Pardos Pinhal Xapecó Palhoca Porto União Seara Xanxerê.: 67 . Xokleing. Kaingang Chapecó Cunhaporá Ibirama.

São Vicente Itariri Mongaguá Mongaguá 301 2856 104 Funai: 98 46 Funai: 98 Guarani Nadeva Guarani M'Bya Guarani M'Bya. Krenak Guarani M'Bya 1212 4372 533 63 Funai: 98 66 Funai: 98 199 Funai: 98 Peruíbe Jaraguá Barragem Guarani do Krukutu Guarani do Ribeirão Silveira Vanuire Boa Vista do Sertão do PróMirim Paruíbe São Paulo São Paulo São Paulo São Sebastião.A Mata Atlântica Estado de São Paulo Terra Povo Indígena Araribá Guarani Nadeva. Terena Kaingang.: 68 .Capítulo I . Santos Tupã Ubatuba 480 2 26 26 948 709 906 143 Funai: 98 51 Funai: 98 502 Funai: 98 82 Funai: 98 240 Funai: 94 181 Funai: 98 53 Funai: 94 Fonte: Instituto Socioambiental – ISA. Terena Guarani M'Bya Município Situação Jurídica Homologada/ Registrada Homologada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada Declarada em demarcação Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada/ Registrada Homologada Homologada/ Registrada Extensão (ha) 1930 Avaí População habitantes Fonte e data 436 Funai: 98 Icatu Rio Branco (do Itanhaém) Itariri (Serra do Itatins) Guarani do Aguapeú Itaóca Brauna Itanhaem. São Paulo. Guarani Nadeva Guarani Nadeva Guarani M'Bya Guarani M'Bya Guarani M'Bya Guarani M'Bya Kaingang. abril 2000 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

100.A Mata Atlântica Relação dos municípios inseridos no Domínio da Mata Atlântica UF Municípios inseridos no Domínio da Mata Atlântica Faixas de porcentagem de área dos municípios inseridas no DMA (1) Total de 0.000.: 69 .Capítulo I .60. Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0% 30.000) DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0% 10.0% municípios por UF 4 3 2 4 56 69 31 33 38 25 180 307 16 13 9 4 4 46 0 0 0 0 77 77 7 3 4 5 3 22 8 7 5 2 27 49 31 26 43 39 566 705 9 15 5 9 26 64 0 0 5 4 390 399 7 10 8 13 66 104 7 8 11 4 2 32 0 0 0 1 90 91 4 4 3 4 12 27 23 22 23 29 339 436 0 0 0 0 293 293 24 15 44 41 509 633 3 6 9 13 23 54 174 165 209 197 2663 3408 AL BA CE ES GO MS MG PB PR PE PI RJ RN RS SC SP SE Total (1) Porcentagem aproximada por faixas.1 .0% 90.90.10.000.1 .30.1 .1 .0% 60. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

69 12.82 4.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.21 11.987.189.1 – 100.34 33.0 90.0 90.11 24.0 90.63 18.0 0.223.594.0 90.34 33.735.0 90.0 10.1 – 100.748.80 88.0 90.610.42 29.21 11.02 53.95 8.902.0 90.702.1 – 100.86 36.1 – 100.182.92 18.1 – 100.0 90.880.0 10.402.594.26 22.79 22.836.534.35 12.42 29.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.038.535.908.63 18.0 90.1 – 100.1 – 100.86 11.1 – 100.643.67 25.1 – 100.675.639.32 53.43 4.573.60 33.0 60.0 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Alagoas inseridos no Domínio da Mata Atlântica (69 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 19.87 29.1 – 10.0 90.180.0 90.0 30.38 42.80 97.Capítulo I .469.1 – 100.0 90.92 18.1 – 100.210.1 – 100.639.485.1 – 100.09 5.812.836.182.1 – 100.76 9.706.0 90.1 – 100.0 90.13 32.0 90.32 90.038.141.55 20.000.1 – 100.684.1 – 100.089.225.1 – 10.38 42.84 19.1 – 30.73 2.387.485.55 11.1 – 100.193.18 15.1 – 100.198.0 30.69 16.35 51.583.0 90.669.318.31 9.632.1 – 100.0 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 – 30.0 90.195.632.706.32 25.000.290.504.336.: 70 .210.335.73 11.017.95 8.1 – 100.57 17.223.1 – 100.0 Anadia Arapiraca Atalaia Barra de Santo Antônio Barra de São Miguel Belém Boca da Mata Branquinha Cajueiro Campestre Campo Alegre Campo Grande Capela Chã Preta Coité do Nóia Colônia Leopoldina Coqueiro Seco Coruripe Feira Grande Feliz Deserto Flexeiras Girau do Ponciano Ibateguara Igaci Igreja Nova Jacuípe Japaratinga Joaquim Gomes Jundiá Junqueiro Limoeiro de Anadia Maceió Mar Vermelho Maragogi Marechal Deodoro Maribondo Matriz de Camaragibe Messias Murici Novo Lino Olho d'Água Grande Palmeira dos Índios (1) IBGE.81 20.96 12.119.1 – 100.587.11 6.0 90.017.73 36.548.0 90.534. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 – 100.1 – 100.81 24.335.1 – 10.1 – 100.97 19.37 29.35 51.1 – 90.13 31.1 – 100.987.46 9.85 36.79 22.914.60 33.82 304.85 29.13 32.735.0 0.09 5.433.0 90.50 8.0 90.535. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.68 22.0 90.847.43 4.1 – 60.0 0.182.402.1 – 60.86 7.193.1 – 100.548.60 46.55 20.1 – 100.96 12.0 90.50 8.689.144.669.490.0 90.1 – 100.968.141.1 – 100.281.1 – 100.69 3.03 4.90 9.50 7.0 90.64 31.12 20.1 – 100.902.75 42.1 – 100.47 17.69 13.82 33.0 90.0 90.583.55 11.000.189.0 90.69 13.0 90.84 19.87 50.

651.83 26.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.74 35.430.0 90.174.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 – 100.Capítulo I .95 40.0 90.693.69 65.0 90.1 – 100.394.0 90.0 90.02 28.12 20.1 – 100.94 69.0 90.394.136.74 35.1 – 100.1 – 100.22 16.75 10.978.972.670.0 90.1 – 90.83 26.1 – 90.1 – 100.558.1 – 100.32 22.152.22 16.701.42 48.0 90.268.95 40.390.937. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.85 4.1 – 100.827.44 42.37 31.593.1 – 100.09 6.1 – 100.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 9.319.78 21.1 – 30.306.69 65.357.012.70 70.714.0 90.1 – 100.06 6.67 15.0 Paripueira Passo de Camaragibe Paulo Jacinto Penedo Piaçabuçu Pilar Pindoba Porto Calvo Porto de Pedras Porto Real do Colégio Quebrangulo Rio Largo Roteiro Santa Luzia do Norte Santana do Mundaú São José da Laje São Luís do Quitunde São Miguel dos Campos São Miguel dos Milagres São Sebastião Satuba Tanque d'Arca Taquarana Teotônio Vilela Traipu União dos Palmares Viçosa (1) IBGE.0 90.0 90.93 24.136.0 90.0 10.275.01 90.64 26.866.67 15.1 – 100.642.35 22.25 12.712.996.22 32.62 22.18 18.1 – 100.570.86 8.937.1 – 100.31 30.322.866.164.62 22.85 4.642.593.0 90.0 60.0 90.0 90.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.152.1 – 100.701.975.721.081.01 9.25 12.0 90.097.1 – 90.1 – 100.357.0 90.1 – 100.52 10.28 2.790.0 90.46 18.: 71 .30 42.1 – 100.0 90.0 60.886.60 682.268.1 – 10.56 31.1 – 100.64 26.0 60.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Alagoas inseridos no Domínio da Mata Atlântica (69 Municípios .86 8.651.0 90.90 2.755.765.000.1 – 100.081.670.74 23.04 29.33 27.89 30.32 6.1 – 100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.898.0 0.33 27.100.1 – 100.

0 Acajutiba 26.0 Barra do Rocha 19.26 10.60.35 10.48 19.7800.100.1 .218.00 27.40 43.30.63 12.0 Anagé 185.773.003.74 24.90.997.007.60.1 .Capítulo I .16 90.750.860.30.0 Amélia Rodrigues 15.48 60.47 90.0 Boa Vista do Tupim 263.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.970.122.1 30.992.049.47 10.0 Angical 149.326.96 90.42 90.0 Boquira 156.90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.11 90.A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Abaíra 58.0 Belo Campo 61.980.1 .19 30.100.167.611.318.1 .0 (1) IBGE.228.82 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.60.0 Água Fria 71.122.672.100.928.635.1 .646.083.11 90.30.986.797.1 .507.1 .1 .16 44.0 Arataca 39.90.70 20.110.71 147.56 90.10 1.24 90.30.60.60.0 Bom Jesus da Lapa 414.766.75 15.910.0 Belmonte 201.60.1 .469.81 10.928.60.155.003.100.0 Alcobaça 147.289.76 726.56 100.100.0 Aramari 33.8 0.10.100.47 190.135.088.78 60.0 Biritinga 59.1 .0 Baixa Grande 98.646.641.100.1 .100.0 Buerarema 21.100.12 26.30 19.664.1 .099.45 30.000.100.1 .100.0 Andaraí 190.10.63 90.30.34 6.1 .0 Barreiras 1.54 229.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.778.0 Barro Preto 12.21 60.1 .60.155.135.234.03 90.64 30.0 Aratuípe 17.0 Brejões 48.1 .56 77.767.1 .: 72 .64 62.0 Aurelino Leal 44.31 39.444.0 Aporá 60.1 .66 90.1 .1 .7766.1 .189.1 .74 10.1 .816.197.56 0.0 Barra da Estiva 140.664.590.79 63.0 Alagoinhas 73.10 9.56 53.25 30.06 90.22 90.100.299.97 21.17 30.1 .100.66 15.83 201.0 Anguera 17.72 74.098.470.1 .299.1 .577.485.71 10.23 76.0 Almadina 24.100.228.09 11.786.598.9 30.100.46 30.696.46 90.0 Aiquara 19.22 41.1 .0 Bom Jesus da Serra 41.1 90.0 Barra 1.06 17.1 .37 60.90.0 Apuarema 15.100.0 Amargosa 43.1 .0 Bonito 53.750.06 10.4082.099.30.100.966.1 .11 43.670.083.547.90.62 12.752.42 19.942.42 60.0 Antônio Cardoso 29.1 .1 .1 .100.0 Boa Nova 86.1 .954.0 Araçás 42.30. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.58 34.1 .778.56 90.07 3.816.1 .21 261.98 4.1 .100.755.003.03 78.1 .511.74 90.1 .541.31 90.1 .371.0 Baianópolis 342.0 Brejolândia 262.96 42.100.48 90.590.510.1 .56 21.1 .755.0 Barra do Choça 78.326.91 43.468.0 Botuporã 55.

730.22 15.1 .22 32.1 .100.085.182.439.0 Cachoeira 40.939.099.89 90.656.393.14 90.53 0.0 Caém 49.100.1 .0 Cravolândia 16.0 Carinhanha 276.1 .1 .100.847.855.89 30.100.0 Camaçari 76.0 Catolândia 62.617.388.100.38 26.033.137.1 .573.65 90.0 Cruz das Almas 17.91 63.86 0.1 .854.854.100.053.427.163.099.10.0 Cafarnaum 107.306.91 90.395.26 67.576.620.910.40 15.547.0 Correntina 1.21 29.747.90.10.1 .91 357.65 10.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.03 200.1 .10.325.350.0 Coaraci 29.260. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.01 90.535.34 76.06 60.01 130.10.14 88.511.26 90.46 90.76 71240 0.012.865.: 73 .9 10.46 90.0 Condeúba 124.100.47 14.0 Camamu 88.0 Conceição do Almeida 29.800.1 .958.124.21 90.17 52.98 90.0 (1) IBGE.800. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.53 90.38 90.82 239.43 8726.053.02 1.A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .1 .100.1 .0 Cristópolis 88.0 Camacan 63.542.0 Coração de Maria 35.736.535.0 Canavieiras 138.0 Cardeal da Silva 19.0 Cabaceiras do Paraguaçu 21.10.1 .62 90.000.261.0 Cotegipe 416.0 Caravelas 239.82 19.1 .90.31 45.04 290.1 .4 10.378.30.60 12.19 60.0 Conceição da Feira 15.033.0 Castro Alves 76.100.34 1.60.954.1 .52 10.182.100.60.62 40.794.957.1 .64 20.100.100.0 Coribe 268.1 .1 .100.100.793.1 .427.26 90.511.0 Cândido Sales 130.1 .1 .1 .155.860.76 90.Capítulo I .1 .573.0 Cairu 45.1 .0 Caetanos 85.56 90.65 17.17 90.1 .0 Cocos 1.100.0 Conceição do Jacuípe 14.566.57 0.0 Cordeiros 55.100.131.830.21 254.58 90.22 90.1 .1 .100.621.0 Catu 52.027.90 154.30. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .1 .0668.90.86 40.91 0.556.32 0.09 60.856.58 120.56 60.46 16.009.1 .794.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Buritirama 381.90.90.1 .0 Dário Meira 40.82 90.0 Candeias 26.1 .0 Caldeirão Grande 49.0 Candeal 45.210.1 .1 .100.0 Caatiba 65.0 Caturama 64.98 29.100.01 0.837.1 .46 90.308.86 90.566.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.838.122.0 Caetité 236.49 143.20 19.30.1 .0 Conde 95.976.26 76.87 30.834.100.10.05 10.1 .100.63 70.576.99 137.100.100.84 60.238.0 Canápolis 46.10.730.96 35.46 21.009.19 30.1 .46 65.976.1 .987.47 90.60.0 Caculé 68.30.1 .67 2.388.

705.3 60.478.0 Ibirapuã 78.467.44 0.100.A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .1 .0 Firmino Alves 15.18 90.571.1 .1 .0 Iraquara 80.114.645.1 .865.57 36.05 20.74 10.32 184.0 Ibicuí 116.1 .996.627.94 60.0 Ibirataia 22.0 Floresta Azul 35.95 30.74 681.07 96.14 35.1 .0 Feira de Santana 133.1 .858.30.11 90.43 90.08 90.62 78.0 Irajuba 38.93 166.36 30.775.93 90.100.627.30.931.02 90.80 9154.352.22 1.1 .73 1.009.841.0 Ibiquera 101.028.351.93 0.0966.51 24.48 90.0 Ipiaú 28.877.917.1 .0 (1) IBGE.026.54 90.434.1 .69 20.100.1 .100.: 74 .100.0 Dom Macedo Costa 9.0 Ibicoara 98.41 30.858.0 Elísio Medrado 20.243.05 90.14 90.1 .1 – 100.60.4971.260.1 .100.1 .08 83.1 .1 .84 30.100.60.61 90.066.066.828.Capítulo I .60.0 Gandu 22.1 .1 .291.775.682.43 21.173.1 .100.349.728.0 Ibicaraí 21.100.0 Eunápolis 119.0 Ipupiara 133.921.678.77 47.100.1 .1 .841.60.833.467.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.58 90.0 Ibirapitanga 47.799.865.20 5.01 15.548.1 .100.37 90.0 Ilhéus 184.100.403.0 Ibipeba 110.1 .54 22.21 90.1 .515.0 Iguaí 83.0 Ibotirama 139.100.97 22.1 .1 .781.84 116.828.0 Guaratinga 233.0 Iramaia 195.28 6.90.18 204.1 .728.000.769.58 90.080.154.910.37 116.917.98 30.48 233.53 134.966.10.43 116.6 30.769.10.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.454.90.100.67 93. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.100.61 19.955.528.401.1 .955.996.0 Ibiassucê 38.348.77 10.17 16.191.1 .45 30.89 90.0 Encruzilhada 204.0 Governador Mangabeira 9.0 Ipecaetá 39.0 Igrapiúna 50.1 .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Dias d'Ávila 20.01 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .100.100.62 90.0 Entre Rios 116.1 .49 0.1 .548.705.0 Dom Basílio 65.100.1 .90.827.306.454.90 32.260.73 90.0 Irará 27.46 60.0 Feira da Mata 166.97 90.1 .58 119.100.89 30.68 10.589.028.291.1 .2 90.60.7669.34 41.008.678.0 Esplanada 140.100.0 Gongogi 19.028.22 10.100.23 28.100.1 .100.946.58 85.99 21.8 90.291.0 Érico Cardoso 70. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 Igaporã 79.100.30.60.0 Gentio do Ouro 368.69 90.1 .572.99 19.0 Guanambi 126.10.0 Itabela 85.49 4.23 90.1 .11 9.447.1 .77 90.0 Inhambupe 125.94 90.1 .466.30.91 17.

0 Itaparica 4.47 45.0 Itaeté 119.431.100.1 .1 .011.67 0.904.100.56 157.5 90.298.A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .0 Itapitanga 41.66 0.755.36 109.06 163.53 90.1 .686.50 2.58 90.223.956.84 161.1 .880.100.945.703.865.624.100.132.30 1.43 64.100.904.224.22 719.780.51 90.51 90.: 75 .9 90.100.533.9780.703.100.14 49.403.06 33.1 .08 90.168.479.95 90.0 Itaquara 29.100.540.100.20 4.0 Itacaré 73.201.1 .416.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.298.0 (1) IBGE.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 Iuiú 109.676.97 90.0 Jaguaripe 89.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.37 29.100.416.1 .484.000.0 Itororó 33.1 .533.09 56.100.64 90.1 .789.0 Jequié 304.0 Jandaíra 64.66 61.391.00 97.402.945.456.0 Jaborandi 1.67 7.100.0 Itatim 57.100.1 .1 .0 Jussiape 52.939.1 .014.48 122.100.802.298.06 90.787.1 .00 90.0 Itambé 163.9723.60.48 90.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Itaberaba 236.1 .391.60.1 .1 .204.0 Itabuna 44.60.71 237.03 90.10.0 Itagibá 81.1 .100.204.51 35.0 Jacaraci 124.0 Itanhém 145.100.1 .0 Itapetinga 161.0 Itagimirim 82.346.09 90.60 26.554.0 Itapé 44.789.0 Itiruçu 30.88 5.878.100.100.471.1 .0 Jaguaquara 96.100.08 10.10.1 .34 144.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.34 90.53 82.69 90.006.0 Itagi 30.1 .1 .37 90.0 Lafaiete Coutinho 35.53 90.09 44.011.696.44 90.100.0 Jussari 35.421.36 90.989.100.15 103.1 .8989.100.0 Itanagra 45.1 .71 90.04 30.0 Itamari 13.0 Jitaúna 33.0 Itaju do Colônia 122.100.30.1 .90 17.1 .51 30.44 41.0 Jacobina 232.653.1 .20 90.755.6 30.69 13.332.1 .32 10.Capítulo I .10.592.0 Itajuípe 29.224.201.26 0.367.168.014.696.100.0 Ituberá 42.0 Laje 49.1 .0 Jiquiriça 23.31 90.484.21 89.1 .53 23.621.57 10.60.30.1 .100.84 90.100.421.95 44.695.100.1 .18 30.0 Itarantim 178.100.554.1 .0 Itapebi 97.64 145.471.454.403.1 .1 0.99 30.100.332.454.0 Lagoa Real 100.939.41 30.1 .47 476.0 Itaguaçu da Bahia 458.132. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .1 .06 90.649.08 96.100.70 23.10.628.82 42.762.1 .14 90.41 9.4 90.1 .0 Itamaraju 237.30.0 Jucuruçu 144.1 .41 90.3267.1 .787.58 33.03 81.12 90.47 90.

0 (1) IBGE.1 .60 2.947.86 68.0 Nova Ibiá 18.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .1 .Capítulo I .847.29 68.60.728.1 .70 56.0 Mascote 71.0 Mansidão 315. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.13 90.536.1 .79 90.797.67 30.60.0 Macaúbas 305.1 .0 Manoel Vitorino 240.07 11.740.995.99 18.44 124.100.73 90.798.100.0 Mairi 90.015.100.917.0 Mucuri 178.0 Mundo Novo 150.0 Lajedo do Tabocal 42.1 .1 .94 192.320.90 18.01 90.970.90.0 Madre de Deus 1.487.100.13 178.41 12.17 5.717.1 .60.44 149.487.1 .1 .09 0.78 10.100.1 .581.0 Maracás 244.012.482.94 90.: 76 .100.0 Mortugaba 67.9 0.0 Mirangaba 195.100.728.92 123.986.30.44 90.897.0 Macajuba 70.585.30.0 Lamarão 28.0 Lauro de Freitas 5.29 38.86 90.520.986.229.1 .168.30.0 Miguel Calmon 147.84 72.1 .834.983.047.10.88 90.1 .0 Mucugê 249.581.314.0 Milagres 30. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.86 137.75 0.100.0 Livramento do Brumado 227.52 60.1 .0 Mulungu do Morro 51.87 1.86 0.0 Muniz Ferreira 11.1 .100.327.20 126.536.539.195.08 90.000.01 118.1 .1 .1 .0 Muritiba 11.100.612.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .09 90.0 Lençóis 124.1 .10.60 279.100.1 .96 124.02 0.04 177.10.60.0 Malhada 197.162.100.986.01 41.100.1 .8709.0 Matina 77.701.991.0 Nilo Peçanha 38.104.1 .18 11.08 43.60.240.0 Morro do Chapéu 551.834.33 30.10.0 Mata de São João 68.18 90.100.95 23.1 .53 90.445.1 .91 71.0 Macarani 137.0 Lajedinho 81.100.25 30.165.0 Maiquinique 41.1 .015.0 Maragogipe 43.58 10.50 10.1 .0 Medeiros Neto 124.554.7445.159.45 30.46 98.205.1 .0 Muquém de São Francisco 287.68 1.09 41.11 10.63 90.90 90.15 60.0 Licínio de Almeida 78.170.42 0.56 90.1 .91 90.100.1 .797.100.68 90.30.100.165.0 Morpará 173.1 .07 30.833.290.30.930.115.287.1 .59 9.658.70 90.342.92 21.104.0 Maraú 77.57 81.1 .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Lajedão 61.678.58 77.100.57 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.316.1 .79 25.991.60.6 90.10.05 27.79 30.1 .1 .14 90.80 174.07 90.678.01 90.100.1 .120.100. devido ao cálculo ter sido realizado a parti r da escala de 1:5.96 90.520.651.29 10.100.0 Mutuípe 27.352.960.0 Nazaré 25.655.192.0 Nova Canaã 56.575.39 7.111.100.1 .90.368.365.195.56 61.28 193.115.103.100.070.1 .1 .

26 60.1 .100.20 32.20 155.0 Pojuca 28.820.0 Salvador 32.126.100.1 .33 30.84 90.30.26 10.11 78.1 .100.17 237.087.802.0 Riacho de Santana 270.49 90.100.30.17 15.892.559.045.79 41.403.03 1.79 90.1 .621.30.17 10.23 90.1 .12 30.1 .29 28.629.457.0 Santa Bárbara 32.773.100.93 22.60.1 .1 .942.802. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.275.1 .0 Piraí do Norte 22.48 30.446.808.754.93 90.91 90.0 Ouriçangas 16.0 Santa Maria da Vitória 189.86 99.0 Novo Horizonte 61.30.100.567.1 .100.0 Presidente Tancredo Neves 41.20 99.000.0 Ribeirão do Largo 122.589.1 .05 90.0 Santa Luzia 78.11 90.0 Riachão das Neves 586.0 Prado 167.42 43.997.30.66 6.277.100.1 .090.270.03 60.20 90.1 .0 (1) IBGE.089.72 21.452.100.795.96 78.807.100.14 100.1 .754.31 90.10.08 10.115.1 .1 .741.0 Pilão Arcado 1.42 30.1 .100.37 19.60.100.0 Palmeiras 69.05 0.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .0 Salinas da Margarida 11.1 .0 Santa Cruz da Vitória 25.1 .1 .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Nova Itarana 45.808.76 122.26 30.0 Riachão do Jacuípe 120.90.72 60.0 Palmas de Monte Alto 278.1 .607.35 1.688.766.965.842.00 29.27 10.088.1 .1 .596.0 Nova Viçosa 133.0 Planalto 91.860.1 .466.972.620.0 Rio Real 73.10.856.0 Rio de Contas 105.0 Rio do Pires 89.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.13 90.100.055.73 133.0 Planaltino 94.611.607.300.15 82.85 139.1 .100.60.0 Piripá 65.1 .30 10.286.76 90.303.06 36.03 90.59 25.30.1 .60.40 13.Capítulo I .57 30.23 11.1 .094.0 Pindaí 71.0 Pau Brasil 61.60.300.901.0 Nova Redenção 51. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.90.17 60.96 60.1 .100.0 Rafael Jambeiro 123.260.87 84.0 Piritiba 99.1 .469.088.04 90.0 Paratinga 282.1 .027.94 54.176.90.366.99 30.541.23 241.88 14.057.18 10.088.63 0.888.100.30.0 Santa Inês 35.559. 1997 (2) Sistema de Informações Geográfi cas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .623.0 Pedrão 14.265.444.1 .91 35.100.88 90.0 Ruy Barbosa 213.842.579.75 186.676.901.711.784.0 Poções 96.56 19.29 90.467.484.1 .0 Piatã 151.089.840.07 51.46 90.100.8 2 97.377.1 .59 90.504.692.60.0 Potiraguá 99.A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .915.0 Santa Cruz Cabrália 155.48 166.66 90.84 61.823.90.29 90.1 .094.10.1 .77 27.0 Porto Seguro 241.40 90.100.90.1 .478.60.00 20.1 .82 0.623.: 77 .1 .02 10.1 .48 16.0 Paramirim 111.

19 90.0 Simões Filho 19.306.1 .48 90.90.1 .0 Tabocas do Brejo Velho 158.36 0.1 .03 90.0 Tremedal 178.23 90.80 90.670.38 90.487.0 São Félix 9.100.087.0 Tanquinho 21.55 15.220.1 .92 90.1 .562.55 106.165.807.100.946.67 60.90.034.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Santa Rita de Cássia 609. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .100.100.951.55 9.529.90 171.220.1 .30.266.0 Santana 200.82 90.60.100.48 90.0 Santa Teresinha 71.61 1.0 Teodoro Sampaio 23.82 55.941.0 Ubaitaba 22.72 90.1 .941.1 .876.1 .10.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .88 84.0 Santo Amaro 48.55 90.07 0.43 76.70 32.86 90.0 Serra Preta 54.872.0 Santanópolis 21.80 25.100.55 90.0 Ubaíra 76.29 90.404.0 Ubatã 33.Capítulo I .1 .88 90.1 .711.1 .39 30.0 Souto Soares 110.100.23 60.243.0 Serra do Ramalho 267.23 19.43 90.470.1 .61 90.11 136.959.37 10.59 60.277.1 .18 60.031.29 19.53 30.23 90.1 .48 21.177.60.0 São Miguel das Matas 20. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .0 Serrinha 80.0 Saubara 9.91 60.15 5.10.47 198.0 Sapeaçu 10.927.32 25.30.100.0 Santo Estêvão 36.90.872.100.100.383.013.1 .660.024.1 .64 45.277.915.585.630.86 41.100.1 .324.19 66.876.999.94 20.5 90.47 8.1 .0 Sítio do Mato 171.1 .04 90.0 São José da Vitória 5.100.031.946.450.1 .354.816.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.94 90.100.0 Teofilândia 26.100.0 (1) IBGE.73 0.320.100.585.90.1 .96 47.386.1 .603.75 23.60.2243.73 10.85 30.100.024.100.75 23.584.1 .0 São Desidério 1.354.03 115.817.51 0.100.1 .0 São Felipe 19.30.320.034.000.10.100.100.23 10.65 13.192.62 90.0 Santo Antônio de Jesus 25.09 30.52 90.056.0 Teolândia 28.699.1 .1 .088.600.0 Saúde 50.546.386.1 .48 6.733.1 .0 São Sebastião do Passé 55.309.48 9.1 .323.187.711.1 .895.45 4.38 28.100.101.643.100.1 .0 Tanque Novo 82.817.92 33.312.10 116.670.363.07 90.100.1 .0 São Francisco do Conde 21.699.1 .187.15 90.1 .0 Sebastião Laranjeiras 201.618.0 Serra Dourada 141.529.1 .43 10.1 .0 Una 116.89 61.52 141.11 40.58 79.05 33.592.100.12 252.0 Teixeira de Freitas 115.999.10. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.820.60.309.0 São Gonçalo dos Campos 29.1 .100.1 .90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.667.75 90.56 154.: 78 .0 Tapiramutá 66.0 Taperoá 41.0 São Félix do Coribe 84.0 Terra Nova 15.100.220.50 2.

A Mata Atlântica Municípios do Estado da Bahia inseridos no Domínio da Mata Atlântica (307 Municípios .0 Uruçuca 33.0 Várzea Nova 116.1 .82 305.549.593.27 321.986.0 Utinga 71.61 33.151.1 .81 16.0 Vera Cruz 25.0 Vitória da Conquista 321.43 0.1 .100.0 Xique-Xique 598.03 90.998.10.457.100.840.10.0 Wagner 41.875.76 90.714.1 .14 66.986.19 90.08 0.457.: 79 .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Urandi 89.100.458.539.05 83.566.100.151.56 90.68 46.1 .1 .14 90.412.100.539.Capítulo I .81 90.10 4.76 71.881.0 (1) IBGE.1 90.1736. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.1 .0 Valença 119.1 .412.906.000.0 Vereda 83.0 Wanderley 305.0 Wenceslau Guimarães 66.561.100.08 891.65 119.1 .10.100.05 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.56 25.82 90.1 .59 0.49 3.1 .61 90.736.840.1 .260.0 Varzedo 16.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

10.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.44 2.0 0.02 111.32 36.30.: 80 .74 0.0 0.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.10.356.70 113.82 10.0 30.0 90.0 10.33 15.0 10.1 .0 0.48 2.53 13.451.533.100.64 24.1 .38 16.0 90.355.30.36 53.715.434.0 10.99 13.0 10.0 90.1 .22 7.119.0 0.1 .30.30.161.30.1 .761.000.405.1 .1 .60.23 34.1 .100.71 158.10.16 320.65 12.55 24.0 10.1 .100.220.486.60.22 16.44 65.33 10.218.725.1 .85 27.60.30.1 .0 60.10.0 Abaiara Acarape Alcântaras Amontada Aratuba Barbalha Baturité Canindé Capistrano Caridade Carnaubal Coreaú Crato Croatá Graça Granja Guaiúba Guaraciaba do Norte Guaramiranga Ibiapina Ipu Ipueiras Irauçuba Itapagé Juazeiro do Norte Maranguape Massapê Meruoca Miraíma Missão Velha Moraújo Mucambo Mulungu Pacoti Palmácia Redenção Reriutaba São Benedito Sobral Tejuçuoca Tianguá Tururu (1) IBGE.036.84 13.10.60.1 .1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.882.10.49 18.10.0 60.89 15.58 38.30.177.70 3.90.1 .67 270.444.188.1 .0 0.67 266.99 11.0 30.51 81.0 10.31 13.0 0.173.685.282.96 53.10.497.59 14. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .0 0.405.0 30.1 .63 3.1 .43 63.1 .21 80.42 11.10.857.794.100.0 0.1 .58 14.97 20.208.20 1.1 .399.81 76.39 5.950.1 .60.1 .11 6.481.15 3.79 14.0 0.0 60.1 .076.0 30.0 30.05 9.643.67 138.76 8.774.861.734.39 2.415.66 12.1 .27 45.949.451.315.45 36.643.465.095.0 0.90.045.210.1 .0 0.30.71 26.665.232.704.94 15.1 .10.66 212.96 53.633.1 .0 30.165.47 47.59 22.1 .361.10.15 9.0 90.0 10.03 10.1 .30.712. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .372.510.10.181.30.213.127.0 10.30.1 .073.63 64.10.1 .592.77 36.862.870.484.30.96 29.60 9.Capítulo I .079.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Ceará inseridos no Domínio da Mata Atlântica (46 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 18.1 .10.369.564.1 .015.86 26.10.30.378.30 12.733.0 10.1 .03 1.90.97 9.43 20.855.60.743.0 10.637.69 39.0 0.474.0 0.0 30.55 31.92 118.546.759.38 79.0 10.0 10.1 .1 .66 4.04 30.393.0 10.840.91 18.63 23.34 13.60 10.0 0.30 13.62 320.661.1 .13 211.921.60.614.

28 9.1 .: 81 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Ceará inseridos no Domínio da Mata Atlântica (46 Municípios . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.44 51.517.Capítulo I .0 60.1 .808.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.60.0 30.73 1.04 12.90.86 30.285.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.000. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.51 9.088.1 .11 130.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (há) (ha) % 29.0 0.051.0 Ubajara Umirim Uruburetama Viçosa do Ceará (1) IBGE. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.989.942.16 32.118.1 – 60.10.

1 .100.94 66.Capítulo I .71 22.100.1 .80 45.19 89.100.561.0 90.98 72.927.964.0 90.101.69 16.0 90.091.006.0 90.08 22.1 .1 .339.100.339.03 93.86 61.0 90.548.514.007.0 90.0 90.1 .00 77.1 .100.000.1 .100.100.30 8.100.75 178.339.065.172.938.47 53.1 .0 90.1 .1 .1 .996.1 .091.44 141.100.100.01 34.64 45.1 .88 55.406.969.100.87 48.44 345.100.789.05 229.0 90.1 .34 23.224.775.1 .065.434.100.00 77.74 27.22 17.100.51 22.1 .710.995.100.34 90.0 90.0 90.847.0 90.1 .0 90.1 .020.0 90.1 .61 42.694.0 90.30 8.100.100.42 57.41 22.1 .08 29.265.29 15.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.0 90.1 .0 90.927.62 29.560.1 .43 26.0 90.0 90.358.05 32.68 103.789.100.1 .0 90.1 .48 124.13 20.339.710.1 .05 229.75 178.292.0 90.100.498.98 72.802.584.1 .0 90.061.297.1 .798.1 .0 90.0 90.100.05 32.598.47 53.: 82 .100.656.406.405.19 89.568.405.72 36.0 90.0 90.1 .98 20.100.100.48 124.598.43 27.297.69 46.434.906.03 93.1 .100.100.101.100.20 20.94 66.0 90.498.87 48.0 90.802. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.839.41 19.847.64 45.0 90.100.02 44.020.100.1 .0 90.1 .292.100.100.100.86 61.654.69 16.100.561.358.80 45.1 .67 41.0 90.485.816.69 19.057. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .595.006.057.568.65 28.29 15.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Espírito Santo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (77 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 95.61 42.40 94.100.6 5 28.40 94.0 90.656.731.0 90.67 41.514.44 141.265.98 20.995.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.654.44 346.595.01 34.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .46 46.74 27.1 .0 90.560.88 55.13 20.254.0 90.30 95.0 90.100.02 44.0 90.1 .1 .42 58.100.0 90.100.172.100.100.0 90.100.0 Afonso Claúdio Água Doce do Norte Águia Branca Alegre Alfredo Chaves Alto Rio Novo Anchieta Apiacá Aracruz Atilio Vivacqua Baixo Guandu Barra de São Francisco Boa Esperança Bom Jesus do Norte Brejetuba Cachoeiro de Itapemirim Cariacica Castelo Colatina Conceição da Barra Conceição do Castelo Divino de São Lourenço Domingos Martins Dores do Rio Preto Ecoporanga Fundão Guaçuí Guarapari Ibatiba Ibiraçu Ibitirama Iconha Irupi Itaguaçu Itapemirim Itarana Iúna Jaguaré Jerônimo Mo nteiro João Neiva Laranja da Terra Linhares (1) IBGE.0 90.08 36.694.34 23.0 90.1 .100.22 17.485.68 103.20 20.254.938.1 .

0 90.1 .26 71.251.33 143.100.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.023.91 68.0 90.100.100.21 43.0 90.881.705.125.638.817.26 13.00 21.100.0 90.13 96.33 143.1 .85 90.705.0 90.: 83 .0 90.44 7.519.100.0 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.023.39 20.1 .26 71.49 58.607.45 58.35 73.00 21.100.798.85 82.38 88.1 .443.03 27.35 73.100.Capítulo I .100.573.96 53.1 .326.100.222.104.1 .100.633.1 .65 28.817.96 53.0 90.490.927.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.91 68.1 .88 43.100.38 88.519.100.325.099.100.94 69.0 90.329.798.03 27.21 31.85 82.40 58.632.23 29.832.638.96 8.97 30.367.53 109.0 90.872.217.21 43.97 30.26 13.490.539.1 .881.100.1 .0 90.1 .1 .573.0 90.70 40.13 96.633.0 90.0 90.000.0 90.070.0 90.21 31.1 .1 .100.25 29.661.0 90.0 90.1 .1 .0 90.251.950.53 47.491.42 34.08 28.100.53 47.909.1 .68 229.1 .1 .0 90.22 8.0 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Espírito Santo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (77 Municípios .0 90.0 90.70 40.0 90.0 90.31 71.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.68 229.100.125.18 18.100.1 .1 .100.776.1 .223.223.1 .continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (há) (ha) % 32.776.100.104.661.100.491.070.801.1 .04 40.94 55.891.367.1 .1 .30 32.37 58.40 58.100.088.632.100.0 90.505.266.329.891.950.1 .23 29.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .0 90.222.816.0 90.44 7.0 Mantenópolis Marataizes Marechal Floriano Marilândia Mimoso do Sul Montanha Mucurici Muniz Freire Muqui Nova Venécia Pancas Pedro Canário Pinheiros Piúma Ponto Belo Presidente Kennedy Rio Bananal Rio Novo do Sul Santa Leopoldina Santa Maria de Jetibá Santa Teresa São Domingos do Norte São Gabriel da Palha São José do Calçado São Mateus São Roque do Canaã Serra Sooretama Vargem Alta Venda Nova do Imigrante Viana Vila Pavão Vila Valério Vila Velha Vitória (1) IBGE.87 34.099.0 90.18 18.54 69.1 .100.1 .0 90.0 90.100.53 109.1 .607.100.100.0 90.1 .126.100.0 90.325.31 71.443.100.100.88 43.1 .245.1 .49 58.1 .25 29.35 40.100.94 55.0 90.39 20.

47 115.954.79 60.53 41.0 0.1 .311.192.44 379.10.10.0 90.15 101.1 .376.443.60.92 1.1 .424.426.44 248.10.90.0 30.898.62 83.1 .0 30.309.000.265.0 60.44 238. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.656.35 48.10.490.92 5.735.71 344.91 26.0 0.58 52.001.0 10.61 22.1 .1 .1 .16 29. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.77 41.23 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Goiás inseridos no Domínio da Mata Atlântica (22 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 45.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .30.93 255.0 0.97 115.67 25.1 .529.31 225.70 140.52 78.82 188.60.0 90.85 23.1 .730.0 30.48 285.Capítulo I .90.77 125.60.10.78 30.970.822.0 0.10.1 .1 .131.029.90 14.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .10 35.23 83.90.63 23.39 43.513.355.0 60.80 99.30.100.529.068.865.273.076.814.0 0.0 0.0 30.1 .355.90.1 .90.141.43 43.0 60.87 31.376.79 36.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .025.0 90.963.491.161.47 165.299.0 0.100.30.1 .: 84 .0 60.422.46 1.0 10.0 10.34 69.779.60.34 50.834.1 .864.770.0 Água Limpa Bom Jesus de Goiás Buriti Alegre Cachoeira Alta Cachoeira Dourada Caçu Castelândia Corumbaíba Goiatuba Gouvelândia Inaciolândia Itajá Itarumã Itumbiara Marzagão Morrinhos Nova Aurora Panamá Paranaiguara Quirinópolis Rio Quente São Simão (1) IBGE.730.59 246.10.1 .02 24.988.1 .1 .

843.0 Alvarenga 36.16 10.470.75 46.100.100.1 .0 Almenara 230.626.115.15 51.123.1 .11 36.60.95 53.15 90.646.84 90.0 Além Paraíba 51.29 30.961.778.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.771.979.21 81.1 .93 90.75 60.0 Alpercata 16.849.089.100.252.0 Araporã 30.14 230.100.1 .90.100.93 5.0 Andradas 46.598.752.0 (1) IBGE.97 90.09 37.522.324.289.14 90.05 90.83 90.100.1 .027.1 .40 30.16 90.79 23.531.202.0 Antônio Carlos 52.1 .312.257.0 15.93 90.1 .100.28 84.646.0 Aguanil 23.0 Araponga 30.75 90.704.100.17 90.100.525.1 .0 Águas Vermelhas 126.1 .105.: 85 .00 126.84 90.100.1 .1 .422.041.100.1 .889.1 .100.91 8.23 13.91 90.0 Arantina 8.100.46 90.93 60.1 .1 .95 90.02 90.1 .13 37.1 .84 15.06 28.0 Aiuruoca 65.0 Alfredo Vasconcelos 12.699.422.15 103.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .60.90.100.100.257.274.44 82.46 60.32 10.0 Aimorés 135.53 15.0 Açucena 81.202.1 .786.21 90.1 .425.19 121.162.100.13 90.68 30.52 8.97 132.70 52.100.0 Argirita 15.531.70 90.100.06 90.835.00 90.52 90.95 90.92 90.1 .1 .0 Angelândia 53.0 Alagoa 16.1 .902.1 .1 .336.1 .158.961.1 .87 90.51 24.40 16.0 Antônio Prado de Minas 8.02 100.0 Alterosa 36.708.0 Antônio Dias 88.100.158.632.112.169.0 Água Comprida 49.17 52.0 Alfenas 84.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .626.19 15.752.959.100.0 Alpinópolis 46.44 90.0 Alvinópolis 60.28 90.51 90.14 90.1 .0 Areado 28.83 47.1 .331.1 .53 90.43 16.0 Arcos 51.1 .105.0 Acaiaca 10.522.89 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.003.1 .0 Alvorada de Minas 37.719.0 Amparo do Serra 14.324.23 32.100.1 .32 90.100.0 Arceburgo 16.699.003.100.1 .90 184.164.87 16.100.90 90.95 12.835.252.2 0 18.0 Ataléia 184.1 .0 Alto Jequitibá Alto Rio Doce 52.84 88.203.19 90.100.0 Astolfo Dutra 15.0 Aricanduva 24.979.370.100.704.042.100.23 90.41 60.100.43 90.0 Aracitaba 10.778.786.Capítulo I .1 .1 .525.708.598.100.100.849.100.312.274.162.1 .041.042.90.0 Água Boa 132.11 90.1 .889.0 Andrelândia 100.05 14.0 Araguari 274.92 65.62 26.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Abre Campo 47.40 90.0 Araçuaí 224.89 135.123.1 .203.46 36. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.289.92 30.0 Alto Caparaó 13.0 Águas Formosas 82.598.92 90.60.027.1 .0 Albertina 5.959.571.100.000.843.100.169.1 .632.100.100.1 .100.100.

1 .100.84 90.100.100.1 .505.90.686.1 .90.100.568.65 48.001.87 33.62 8.686.92 90.363.1 .51 63.10.100.1 .578.68 50.1 .086.100.915.27 60.100.207.100.897.36 30.100.0 Barra Longa 38.695.974.Capítulo I .48 90.967.68 14.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 Caldas 71.0 Boa Esperança 85.18 30.1 .122.200.1 .0 Bandeira 48.1 .34 79.259.417.08 35.0 Bertópolis 42.1 .85 23.49 10.100.05 90.69 90.61 39.679.967.474.1 .1 .65 90.100.: 86 .828.1 .02 76.0 Cachoeira de Minas 30.1 .0 Bom Sucesso 70.100.828.100.1 .101.0 Barroso 8.002.363.100.0 Cajuri 8.10.259.81 90.0 Barão de Cocais 34.0 Belo Horizonte 33.100.77 59.701.0 Bueno Brandão 35.19 33.1 .000.709.0 (1) IBGE.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Augusto de Lima 125.915.1 .0 Bandeira do Sul 4.1 .195.284.1 .323.0 Belo Oriente 33. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 Botelhos 33.695.79 90.35 60.1 .1 .81 30.0 Bom Repouso 23.834.68 90.958.633.45 30.0 Belo Vale 36.1 .0 Bela Vista de Minas 10.101.36 90.1 .282.100.00 0.0 Barão de Monte Alto 19.1 .195.322.633.1 .00 90.84 19.394.0 Borda da Mata 30.41 670.79 90.84 30.79 16.0 Cachoeira de Pajeú 68.175.0 Caiana 10.69 90.73 90.49 90.79 4.452.0 Bias Fortes 28.100.0 Braúnas 37.578.1 .90.897.050.501.79 36.100.452.60 60.19 24.16 39.002.368.692.0 Brás Pires 22.73 38.100.25 274.100.417.100.25 90.23 23.100.55 0.069.100.59 22.62 90.08 90.0 Bom Jesus do Galho 59.33 90.100.51 90.0 Berizal 49.0 Betim 34.284.0 Cabo Verde 36.100.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.16 90.636.334.77 90.0 Bom Jardim de Minas 39.1 .636.90.1 .73 90.1 .32 90.100.68 90.282.73 10.334.49 29.84 90.501.646.1 .25 28.05 75.718.100.48 8.001.15 20.92 68.100.962.632.1 .129.07 90.394.100.718.19 90.0 Brasópolis 36.1 .100.79 90.603.843.81 60.368.843.701.00 10.1 .1 .69 36.0 Bonfim 30. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.602.85 90.1 .1 .81 90.78 90.0 Brumadinho 63.050.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .0 Caeté 54.87 90.81 37.1 .709.616.1 .0 Bicas 14.100.34 90.1 .00 70.0 Bocaina de Minas 50.602.0 Bambuí 145.1 .59 90.0 Cachoeira Dourada 20.60.086.100.05 29.0 Barbacena 79.0 Bom Jesus da Penha 20.834.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.1 .1 .07 42.0 Bugre 16.0 Belmiro Braga 39.69 20.45 71.505.45 90.200.632.30.100.0 Baependi 75.0 Bom Jesus do Amparo 19.61 90.616.260.1 .958.32 49.100.100.33 36.1 .

14 10.0 Caratinga 125.100.285.11 124.100.100.60.49 90.75 28.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.629.1 .33 90.1 .1 .1 .1 .63 101.41 90.08 90.59 206.100.1 .100.0 Campina Verde 366.1 .337.23 90.100.77 90.53 90.23 18.27 90.30.87 90.90.51 44.41 29.100.73 90.75 35.842.829.1 .128.779.293.100.873.657.0 Carmópolis de Minas 40.876.696.33 27.718.77 8.75 90.971.0 Carmo de Minas 32.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.941.0 Carvalhos 28.100.189.100.50 30.431.1 .08 35.680.42 90.0 Campo Belo 53.50 47.100.534.74 30.73 27.00 90.0 Cambuí 24.100.425. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.556.166.119.512.92 60.1 .078.0 Cantagalo 14.0 Caranaíba 16.042.0 Caputira 18.75 57.99 15.0 Capitão Andrade 27.100.100.273.457.0 Carmo do Cajuru 45.20 8.0 Caraí 124.119.90.1 .970.100.352.100.0 Campos Gerais 77.100.100.100.0 Carmo da Mata 35.1 .29 125.1 .556.26 90.1 .0 Carangola 35.000.002.11 90.0 Carvalhópolis 8.26 29.1 .293.1 .74 90.696.0 Carlos Chagas 324.08 40.166.53 21.07 324.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Camacho 22.425. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.315.302.581.078.49 32.337.29 90.100.759.51 90.0 Campo do Meio 27.118.14 53.1 .759.99 90.14 25.92 52.100.81 50.37 22.100.991.315.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .100.873.484.284.775.211.285.0 Capela Nova 11.1 .90 90.0 Canápolis 84.775.718.0 Carneirinho 206.1 .0 Careaçu 18.730.1 .100.866.0 Capelinha 96.40 24.326.664.07 90.1 .0 Candeias 72.1 .1 .100.0 Caparaó 10.0 Cássia 64.1 .192.40 90.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 Capetinga 29.211.1 .796.680.100.0 Cambuquira 24.43 33.431.352.657.0 Campestre 57.100.579.100.81 90.100.60.395.1 .002.796.1 .0 Canaã 17.23 90.42 62.1 .0 Carandaí 48.118.37 90.457.1 .62 60.08 90.0 Cana Verde 21.27 73.93 253.470.100.941.50 90.59 90.74 11.512.100.76 90.14 90.876.0 Carmo da Cachoeira 50.90 10.68 60.1 .87 17.84 90.1 .696.866.1 .553.23 16.100.1 .0 Carmésia 25.75 90.1 .1 .1 .1 .81 77.759.0 Capitão Enéas 97.0 Campanário 44.1 .Capítulo I .60.43 90.: 87 .829.326.1 .192.0 Carmo do Rio Claro 106.273.84 14.41 48.0 Casa Grande 15.0 Carrancas 73.100.95 30.1 .100.100.484.1 .44 57.0 (1) IBGE.0 Campo Azul 50.100.042.55 45.1 .14 90.0 Campanha 33.1 .75 90.539.40 97.12 90.189.08 18.100.100.92 90.128.40 90.81 90.0 Capinópolis 62.1 .0 Camanducaia 52.50 24.730.

1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.90 90.203.237.0 Cipotânea 15.30.0 Conceição da Barra de Minas Conceição das Alagoas 135.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 Conceição da Aparecida 35.1 .522.1 .94 37.100.11 0.868.214.05 90.56 90.094.049.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Cataguases 48.15 20.0 Conselheiro Pena 141.140.0 Coqueiral 29.125.89 0.63 37.100.160.90.100.100.19 1.56 13.100.49 90.66 30.203.125.00 8.1 .1 .94 810.514.100.303.100.73 48.0 Chapada Gaúcha 247.1 .1 .732.0 Centralina 32.1 .0 Caxambu 10.76 90.100.1 .1 .692.8 6 15.1 .661.708.318.100.1 .099.1 .414.92 90.0 Catuti 28.983.100.315.649.0 Conceição do Pará 25.38 14.15 90.92 30.9 2 90.08 66.100.94 90.76 61.140.27 57.022.1 .100.316.70 10.1 .Capítulo I .89 32.0 Contagem 19.372.56 42. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .0 Conceição das Pedras 10.348.0 (1) IBGE.15 90.05 12.242.100.043.1 .1 .747.372.100.100.1 .42 141.275.0 Coronel Pacheco 12.1 .38 60.000.049.63 90.91 90.87 90.1 .1 .1 .10.534.100.18 29.0 Coimbra 10.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .100.09 10.0 Conceição de Ipanema 25.43 90.091.0 Cônego Marinho 162.63 20.0 Catuji 42.0 Conquista 61.90.42 90.30.100.95 90.76 21.92 14.0 Conceição dos Ouros 18.732.30 90.1 .868.614.66 30.443.1 .0 Catas Altas da Noruega 14.11 90.60.09 35.376.242.08 90.10.0 27.100.0 Conceição do Rio Verde 37.76 17.01 114.614.100.95 25.303.0 Coluna 34.018.43 25.708.0 Coronel Murta 81.712.32 90.55 18.27 90.395.0 Conselheiro Lafaiete 37.01 28.90.1 .0 Cordislândia 17.05 27.100.0 Congonhas do Norte 48.592.871.267.1 .86 90.73 90.1 .1 .90 1.18 90.76 90.0 Congonhal 20.14 27.1 .0 Coroaci 57.1 .1 .0 Congonhas 30.395.36 90.49 0.1 .318.30.007.100.36 24.0 Claraval 21.341.960.91 14.1 .0 Conceição do Mato Dentro 167.362.384.0 Chapada do Norte 83.100.: 88 .100.650.960.316.928.49 22.1 .38 90.1 .10.871.0 Coronel Xavier Chaves 14.397.00 90.534.32 60.1 .63 90.522.0 Consolação 8.97 0.0 Catas Altas 24.0 Chalé 21.32 10.1 .03 60.100.100.043.0 Chácara 15.649.04 15.0 Cláudio 63.039.0 Coração de Jesus 224.275.36 10.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.348.384.0 Central de Minas 20.100.437.04 16.712.04 90.09 90.94 30.431.804.60.235.1 .1 .1 .1 .237.30 12.0 Coronel Fabriciano 22.100.11 10.15 10.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.616.383.10.60.414.91 3.094.67 22.928.100.0 Chiador 25.01 90.143.160.091.100.0 Comercinho 66.1 .079.100.87 34.616.91 18.1 .1 .

1 .95 23.348.507.100.460.05 30.1 .0 Divisópolis 56.437.1 .03 21.712.0 Engenheiro Caldas 18.471.381.100.1 .03 9.600.1 .100.866.100.832.10.0 Divino das Laranjeiras 34.100.808.787.561.100.0 Dores de Campos 12.77 11.76 90.29 49.68 10.0 Delfim Moreira 40. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.24 90.0 Divino 33.: 89 .1 .38 34.1 .53 9.835.194.0 Delfinópolis 138.525.100.30.0 Desterro de Entre Rios 37.42 5.30.1 .1 .49 21.729.0 Durandé 21.561.577.465.100.0 Divinolândia de Minas 15.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Córrego do Bom Jesus 12.770.100.25 90.100.1 .1 .96 90.1 .26 1.1 .1 .267.97 90.38 90.89 0.81 10.90 10.0 Entre Folhas 8.100.0 Desterro do Melo 14.921.100.95 90.100.943.316.40 90.0 Dores do Turvo 23.Capítulo I .79 60.1 .29 90.00 90.100.285.0 Dom Joaquim 40.99 10.255.000.21 12.600.063.92 90.285.950.1 .100.838.348.894.100.255.53 14.44 40.0 Divinésia 11.0 Cuparaque 22.99 90.98 90.332.472.1 .97 90.943.1 .0 Cristiano Otoni 13.46 12.0 Entre Rios de Minas 46.1 .00 56.76 40.0 Cristina 31.1 .404.99 22.77 90.10 90.332.00 90.194.808.1 .38 6.471.10 19.999.36 21.10.40 8.0 Cristais 62.416.53 90.324.298.437.495.90 74.60.100.51 15.1 .92 46.0 Diamantina 399.1 .1 .1 .100.0 Curvelo 330.30.465.90.1 .100.100.324.101.100.1 .100.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .08 90.0 Córrego Fundo 10.834.0 Córrego Novo 19.35 90.1 .324.0 Dom Cavati 6.0 Elói Mendes 49.430.36 90.94 16.722.28 0.10.950.100.216.1 .47 90.54 37.100.1 .916.353.1 .0 Curral de Dentro 57.916.1 .1 .100.999.0 Divinópolis 71.0 Crucilândia 16.1 .97 37.42 90.24 31.30.1 .898.100.61 38.1 .0 Doresópolis 15.51 90.0 Delta 10. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.96 13.416.0 Descoberto 21.921.832.701.0 Divisa Nova 21.91 4.1 .99 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .0 Crisólita 97.955.1 .35 2.100.46 90.838.557.00 97.557.1 .0 Couto de Magalhães de Minas 48.90.30 18.77 0.0 (1) IBGE.99 33.0 Dionísio 34.100.100.898.60 60.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.03 90.1 .787.100.1 .356.729.495.81 90.10 425.0 Divisa Alegre 11.30 10.100.1 .0 Datas 28.100.30 90.0 Diogo de Vasconcelos 16.701.41 10.0 Dom Viçoso 11.0 Dona Euzébia 5.100.0 Dom Silvério 19.98 52.21 90.834.1 .100.97 16.353.0 Cruzília 52.35 19.77 1.94 90.246.44 90.25 11.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.61 90.344.835.08 11.770.38 90.1 .100.49 90.267.573.381.0 Dores de Guanhães 38.866.47 34.101.344.

: 90 .1 .0 Frutal 243.61 90.0 Fronteira dos Vales 31.952.643.100.631.100.1 .317.74 90.42 59.607.56 0.100.964.1 .43 90.812.07 90.1 .0 Frei Inocêncio 46.73 29.763.946.0 Goianá 15.100.951.82 90.964.0 Espírito Santo do Dourado 26.70 90.43 18.100.296.17 853.596.99 90.1 .100.952.67 235.1 .963.0 Formiga 150.0 Espinosa 186.100.951.0 Guaraciaba 34.24 0.85 10.27 90.1 .100.100.97 14.564.10.1 .324.79 24.83 90.0 Fortaleza de Minas 22.013.0 Gonçalves 18.19 90.798.0 Guarará 8.0 Felisburgo 59.998.36 16.452.234.100.509.60.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Ervália 35.100.045.0 Guaranésia 29.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.972.0 Governador Valadares 235.36 90.42 90.22 109.1 .72 90.92 90.070.100.100.10.70 13.42 109.141.667.284.0 Espera Feliz 32.166.0 Fama 8.73 341.81 459.100.36 15.100.141.53 46.0 Galiléia 72.0 Gameleiras 173. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 Frei Gaspar 63.100.75 16.22 30.767.40 31.354.53 90.86 34.16 90.99 8.38 90.153.012.607.553.100.79 90.90.00 22.60.836.825.16 26.10.884.100.1 .376.100.0 Fervedouro 35.341.83 15.596.553.1 .492.884.226.070.0 Estrela Dalva 13.752.1 .564.69 35.44 90.73 90.100.100.1 .324.1 .648.1 .86 90.376.0 Eugenópolis 31.100.10.38 63.75 90.1 .100.1 .317.100.1 .1 .67 90.085.100.908.100.1 .84 90.1 .0 Guarani 26.51 48.401.92 35.963.0 Gonzaga 21.36 90.1 .1 .1 .0 Gouvêa 87.100.1 .1 .1 .1 .10 90.836.825.0 (1) IBGE.341.643.0 Esmeraldas 91.130.013.97 30.1 .60.100.0 Goiabeira 11.29 90.0 Guidoval 15.07 32.452.67 72.1 .798.0 Felício dos Santos 36.94 0.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.14 131.100.1 .166.0 Extrema 24.60.972.75 2.100.27 70.0 Fernandes Tourinho 15.1 .100.100.10 21.1 .68 0.401.351.69 90.983.1 .45 0.72 90.59 30.1 .210.100.1 .1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .67 90.284.44 31.76 1.0 Estiva 24.0 Fruta de Leite 76.10.0 Francisco Badaró 47.1 .0 Guapé 93.79 0.100.648.0 Frei Lagonegro 16.239.351.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .1 .82 26.631.85 90.0 Florestal 19.84 15.10.0 Ewbank da Câmara 10.0 Faria Lemos 16.42 90.0 Guaxupé 28.29 107.Capítulo I .0 Guanhães 107.40 90.0 Franciscópolis 70.72 8.135.00 90.1 .226.0 Ferros 109.946.998.19 24.509.72 173.130.1 .74 28.053.89 1.983.61 11.1 .52 9.34 60.000.1 .756.31 30.0 Francisco Sá 275.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.

24 33.888.480.97 18.851.0 Ipuiúna 29.032.44 30. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 Ibituruna 15.28 11.60.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .309.649.0 Ipiaçu 46.68 11.94 41.716.596.22 90.167.58 15.1 .1 .517.707.0 Inhapim 85.0 Igaratinga 22.1 .675.24 90.829.1 .957.502.1 .249.60.002.100.100.43 0.1 .1 .0 Igarapé 11.1 .1 .956.444.891.29 54.317.100.84 85.100.982.213.0 Ijaci 10.37 82.90.100.16 90.34 90.0 Itanhandu 14.17 60.09 90.1 .100.648.05 30.94 30.74 60.1 .317.559.606.03 11.825.416.85 14.091.075.825.0 Ibiraci 60.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Guiricema 29.03 19.07 90.968.1 .229.602.1 .0 Icaraí de Minas 61.100.1 .1 .30 10.1 .100.1 .125.0 Itamarati de Minas 11.45 46.956.100.048.514.602.0 Ipatinga 16.100.890.20 90.0 Itaguara 41.100.1 .890.34 15.0 Itacarambi 125.0 Itabirinha de Mantena 20.1 .0 Indaiabira 101.199.210.1 .664.1 .100.28 16.1 .020.343.1 .30.573.1 .035.100.60.020.11 90.93 48.90.0 Ibertioga 35.0 Itabirito 54.16 45.0 Ibirité 7.029.850.22 30.0 Imbé de Minas 19.982.43 21.1 .56 12.1 .851.736.0 Heliodora 15.85 90.1 .100.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.877.309.20 29.0 Ipanema 45.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.76 90.100.573.891.0 Iapu 33.00 29.100.105.10.100.1 .: 91 .96 142.30.11 14.0 Indianópolis 83.100.100.38 90.58 10.167.65 90.0 (1) IBGE.30.13 43.30.100.213.0 Ingaí 30.56 30.56 4.1 .100.1 .1 .869.0 Gurinhatã 183.000.1 .100.10 10.100.1 .420.54 90.60.22 10.28 90.195.58 90.76 134.36 20.23 20.869.0 Itaobim 68.1 .0 Ipaba 11.0 Iguatama 62.1 .1 .89 28.96 90.067.28 90.09 35.13 90.01 116.100.0 Itajubá 29.100.249.0 Itabira 126.968.90.60.03 90.0 Itanhomi 48.51 30.01 25.40 20.167.29 90.416.68 90.05 90.43 10.54 29.0 Ibiaí 87.0 Itapagipe 180.65 48.97 90.802.517.40 90.78 30.675.0 Itamonte 43.0 Ibitiúra de Minas 6.60.100.0 Itamogi 23.125.97 6.022.1 .0 Itambé do Mato Dentro 38.43 41.100.1 .125.60.0 Inconfidentes 14.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .0 Itaipé 48.1 .1 .0 Ibiracatu 36.07 68.26 6.0 Itambacuri 142.0 Ilicínea 38.00 60.84 90.03 90.514.38 7.442.23 21.559.77 10.100.1 .480.100.1 .587.187.95 90.981.65 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.51 87.048.Capítulo I .444.850.0 Itamarandiba 274.1 .93 90.420.1 .306.73 30.00 90.110.

1 .821.10.821.1 .10 90.79 90.89 90.58 15.100.624.100.0 Jesuânia 15.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.0 Ituiutaba 259.1 .850.60 0.08 198.1 .86 90.658.0 Joanésia 23.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Itapecerica 104.100.306.1 .637.100.0 Itatiaiuçu 29.90.724.83 90.10.28 90.15 150.05 29.100.39 23.76 56.: 92 .08 90.04 90.0 Janaúba 219. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.261.100.0 Lavras 56.474.1 .622.05 90.1 .100.54 9.1 .0 Itapeva 17.100.1 .01 55.63 90.69 534.06 54.87 9.60 41.94 45.0 Itumirim 24.383.0 Lagoas 732.1 .383.24 90.940.14 60.1 .087.0 (1) IBGE.397.331.44 17.217.30 90.01 90.95 0.1 .103.864.99 90.0 Joaíma 167.622.63 90.04 15.0 Juvenília 110.347.1 .100.100.0 José Raydan 18.60.17 74.0 Jacinto 139.100.0 Itaverava 28.10 139.1 .63 43.1 .1 .784.06 0. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.103.278.548.100.249.73 23.87 52.0 Itueta 45.02 90.0 Lambari 21.602.1 .87 90.0 Juatuba 9.100.1 .100.261.100.100.1 .14 21.360.483.1 .1 .79 90.589.1 .951.637.100.100.853.1 .168.0 Itinga 164.249.1 .100.100.347.58 90.100.15 10.84 28.0 Jequitinhonha 352.393.30 16.26 36.035.1 .574.01 30.325.275.40 111.63 4.60 90.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.716.0 Lamim 11.51 90.25 140.84 90.54 90.100.53 1.87 90.1 .574.325.100.100.0 Jordânia 55.538.100.035.10.0 Jampruca 52.1 .331.168.468.71 90.154.63 24.100.0 Jeceaba 23.968.87 21.1 .73 90.925.0 Itaú de Minas 15.01 233.06 90.0 Japonvar 37.90.1 .76 90.652.716.04 60.0 Iturama 140.0 Lagoa Dourada 47.44 90.952.1 .393.951.64 23.724.02 352.468.264.100.952.0 Jacuí 41.0 Itaúna 49.39 90.100.90.0 Jenipapo de Minas 28.1 .639.216.519.0 Ladainha 86.1 .275.940.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .100.0 Juruaia 21.1 .89 86.100.563.100.491.12 60.37 30.54 90.1 .925.000.0 Jequeri 54.658.88 90.264.0 Lagoa da Prata 44.850.60.25 90.008.100.548.863.784.0 João Monlevade 9.1 .100.0 Itutinga 36.14 90.754.87 90.1 .100.94 90.1 .79 20.30.0 Laranjal 20.602.216.0 Jaguaraçu 16.0 Juiz de Fora 144.100.1 .97 108.639.99 167.1 .682.1 .54 273.79 2.0 Leandro Ferreira 35.525.24 144.83 11.0 Lajinha 43.1 .Capítulo I .0 Japaraíba 17.79 18.577.86 34.28 36.360.71 47.534.853.534.1 .0 Jacutinga 34.0 Jaíba 273.

440.100.100.0 Mariana 119.464.1 .100.08 30.1 .69 60.0 Minduri 22.0 Luminárias 49.69 36.61 30.68 90.0 Miradouro 30.900.100.27 90.1 .706.0 Minas Novas 183.100.440.06 15.71 90.444.0 Miraí 32.18 40.70 35.1 .433.1 .86 90.511.1 .0 Mata Verde 23.330.371.100.100.100.1 .100.100.11 17.779.70 90.24 10.0 17.444.1 .083.1 .42 20.100.342.1 .0 Liberdade 40.327.66 131.510.100.0 Matutina 26.70 90.1 .0 Medina 144.17 7.0 Maripá de Minas 7.000.997.0 Mateus Leme 30.657.1 .41 15.1 .100.0 Lima Duarte 85.100.42 90.72 90.100.321.1 .100.14 2.30.0 Mário Campos 3.589.100.64 90.162.0 Manga 195.17 90.86 3.812.0 Matias Cardoso 196.1 .651.889.00 90.0 Marilac 16.0 Mantena 68.27 37.37 90.1 .422.100.86 90.100.299.313.88 90.03 68.100.06 90.1 .100.87 28.92 90.86 94.86 90.1 .70 18.80 58.57 30.1 .149.100.162.322.125.482.322.1 .0 Malacacheta 73.1 .31 0.1 .1 .657.35 90.0 Manhumirim 18.92 29.100.1 .492.0 Mamonas 29.90.10.95 90.80 90.72 62.44 49.68 90.100.1 .04 191.18 90.033.61 90.125.0 Manhuaçu 62.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.299.08 90.462.95 22.97 90.0 Luisburgo 14.0 Moeda 15.0 Mendes Pimentel 30.0 Mercês 35.00 73.330. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 93 .100.86 23.779.0 Mirabela 72.492.1 .68 49.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .100.94 21.11 9.100.997.1 .626.900.1 .60.0 Machado 58.1 .87 90.41 90.125.701.571.03 90.0 (1) IBGE.094.342.30.60.57 90.100.0 Matipó 27.44 90.100.69 90.462.85 30.1 .77 85.313.464.100.100.530.706.03 32.203.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.100.77 90.376.132.93 18.589.77 10.100.1 .510.0 Maravilhas 26.321.1 .06 54.1 .1 .64 196.505.1 .88 33.1 .35 144.065.812.462. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.24 20.788.1 .538.701.0 Marliéria 54.371.0 Marmelópolis 10.97 27.622.Capítulo I .033.96 27.03 90.100.100.0 Madre de Deus de Minas 49.0 Mato Verde 47.70 90.100.0 Mathias Lobato Matias Barbosa 15.30 119.0 Materlândia 28.100.50 30.224.083.68 16.0 Maria da Fé 20.30 90.70 10.418.993.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.530.1 .418.327.0 Mar de Espanha 37.06 90.96 90.149.11 90.125.142.788.1 .538.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Leopoldina 94.0 Miravânia 60.1 .0 Mesquita 27.100.142.1 .0 Limeira do Oeste 132.651.318.37 11.71 14.1 .094.224.0 Machacalis 33.1 .1 .462.0 Martins Soares 11.24 90.

1 .42 8.506.1 .100.98 12.911.1 .560.78 12.90.73 90.44 90.05 90.89 47.84 0.721.1 .1 .05 17.0 Naque 13.100.50 90.54 90.60 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.094.859.0 Oliveira Fortes 11.100.30 125.419.89 32.62 29.079.0 Monte Belo 42.100.97 19.97 90.0 Monte Azul 101.60 26.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .528.100.771.0 Nazareno 32.0 Novorizonte 26.0 Monte Formoso 38.1 .55 90.552.100.365.0 Oratórios 8.80 37.932.02 84.34 24.538.082.911.984.802.1 .0 Novo Cruzeiro 170.44 90.100.26 53. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.797.859.10 170.100.967.33 5.528.538.1 .560.90.02 90.953.135.1 .1 .365.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.419.0 Natércia 19.47 58.17 11.0 Nacip Raydan 22.100.1 .49 90.428.90.0 Muriaé 84.1 .812.255.20 90.0 54.47 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.661.104.506.100.844.60.77 90.0 Ouro Branco 26.570.539.44 124.75 10.49 89.100.1 .100.13 22.1 .77 12.0 Ninheira 111.0 Ouro Preto 124.0 (1) IBGE.911.67 77.986.1 .100.0 Ouro Fino 53.100.04 90.100.13 90.0 Novo Oriente de Minas 75.80 90.925.33 90.608.0 Nepomuceno 58.241.1 .55 111.100.100.1 .953.1 .27 60.104.44 14.0 Oliveira 89.30.0 Orizânia 12.003.1 .96 75.1 .0 Monte Sião 29.094.1 .082.100.48 38.0 Montes Claros 359.25 90.62 90.152.0 Mutum 125.1 .09 21.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Monjolos 65.81 18.100.37 21.498.54 41.30.25 0.66 60.0 Ouro Verde de Minas 17.241.83 90.30.100.984.0 Nova Porteirinha 12.771.889.1 .59 96.539.19 151.65 54.1 .100.04 19.: 94 .1 .31 42.10.828.89 90.1 .48 90.932.10 90.889.0 Nova Belém 14.1 .100.0 Montalvânia 148.184.079.828.100.003.1 .0 Padre Paraíso Pai Pedro 78.1 .1 .1 .000.135.65 90.661.97 13.0 Munhoz 19.100.437.016.0 Muzambinho 41.0 Onça de Pitangui 24.560.721.73 39.0 Olaria 17.114.016.1 .100.1 .Capítulo I .66 10.1 .100.32 60.31 90.100.0 Nova Era 36.01 10.450.620.0 Montezuma 113.100.97 90.100.10.26 90.0 Olímpio Noronha 5.1 .100.0 Morro do Pilar 47.45 70.1 .664.399.77 30.1 .981.0 Monsenhor Paulo 21.114.100.19 90.1 .63 70.1 .09 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.100.0 Nova Resende 39.42 90.911.78 90.0 Nova Módica 37.1 .925.588.184.087.570.399.984.782.844.25 36.100.20 42.0 Nova Lima 42.560.443.437.0 Nanuque 151.608.92 78.0 Monte Alegre de Minas 261.100.92 90.96 90.1 .1 .1 .98 2.0 Monte Santo de Minas 59.83 17.905.17 90.1 .30 90.

0 Pedras de Maria da Cruz 152.0 Paulistas 22.620.0 Passa Tempo 43.1 .42 65.90.000.100.0 Pedra Bonita 16.1 .100.25 90.161.386.784.32 60.80 22.100.0 Piraúba 14.53 90.100.0 Pedra Dourada 7.889.1 .100.0 Pirapetinga 19.950.100.0 Pedralva 21.0 Palmópolis 43.612.52 27.712.79 90.1 .0 Pará de Minas 55. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.31 5.179.06 90.854.0 Pedro Teixeira 11.1 .082.91 90.0 Piracema 28.14 90.0 Piranga 65.100.06 28.1 .18 31.947. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.895.47 90.78 43.642.82 26.78 90.52 90.788.1 .100.60.424.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Pains 41.511.1 .78 90.947.100.100.14 8.1 .1 .788.92 10.0 Passa Quatro 27.91 11.91 90.79 42.95 117.440.895.45 7.059.48 90.72 90.883.484.34 16.100.059.Capítulo I .469.1 .0 Papagaios 55.266.47 13.0 Piau 19.25 90.627.620.1 .78 134.100.807.60.1 .53 90.25 26.1 .0 Peçanha 99.424.53 11.357.1 .1 .18 90.100.047.0 Paiva 5.100.97 90.0 Pescador 31.161.100.03 43.1 .56 90.96 60.733.0 Piranguinho 13.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .53 19.12 90.10.1 .000.: 95 .0 Pedra Azul 162.108.0 Piedade de Caratinga 11.0 Passa Vinte 24.100.947.432.1 .100.99 24.09 90.0 Pintópolis 123.100.22 33.96 7.1 .440.1 .064.1 .627.1 .1 .40 0.144.108.1 .0 Piranguçu 20.253.1 .1 .511.63 23.0 Paula Cândido 26.94 90.784.100.346.733.03 90.047.1 .78 6.100.100.712.100.010.60 90.779.1 .449.91 19.100.1 .56 27.0 Paraguaçu 42.35 162.0 Piedade do Rio Grande 32.100.100.868.25 31.1 .0 Piedade dos Gerais 26.489.100.0 Paraisópolis 33.0 Pavão 60.41 60.99 90.66 90.1 .95 30.1 .570.100.0 Periquito 22.48 14.100.72 60.90.1 .100.0 (1) IBGE.0 Pedra do Indaiá 35.22 90.1 .0 Patrocínio do Muriaé 10.0 Pingo d'Água 6.868.082.78 20.96 90.1 .80 90.182.91 32.720.064.100.53 90.429.45 60.736.1 .1 .266.100.1 .90.284.04 37.253.0 Pedra do Anta 16.0 Pequeri 9.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 Pequi 20.82 90.807.889.432.60 31.0 Palma 31.489.0 Passabém 9.883.0 Patis 44.53 21.90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .1 .042.42 90.12 16.92 90.385.09 0.1 .1 .100.144.0 Perdões 27.386.100.273.10.0 Passos 134.182.100.31 90.779.0 Piedade de Ponte Nova 8.09 9.18 22. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.66 9.854.94 30.429.91 90.100.78 90.357.100.000.1 .100.97 35.346.26 241.34 90.1 .100.94 99.950.19 605.720.35 90.

100.100.100.206.67 90.0 Pocrane 69.37 90.0 Ressaquinha 19.0 Rio Casca 38.0 Ribeirão Vermelho 4.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Pitangui 57.65 90.94 90.007.867.323.757.00 90.100.53 19.251.471.251.938.100.100.0 Queluzita 15.1 .0 Rio Novo 20.0 (1) IBGE.267.216.100.0 Riacho dos Machados 131.360.000.98 97.23 19.101.100.61 52.1 .86 63.23 69.537.1 .251.559.75 34.759.57 22.267.292.100.1 .140.27 25.100.1 .1 .978.1 .0 Presidente Kubitschek 19.558.80 0.1 .830.30.082.031.0 Rio Piracicaba 37.100.0 Rubelita 111.785.100.0 Rio Pardo de Minas 312.1 .53 90.1 .100.371.348.100.1 .1 .555.100.0 Ponto dos Volantes 121.58 39.50 30.221.17 90.555.11 910.100.0 Reduto 15.61 90.478.1 .100.86 90.0 Porteirinha 181.01 137.494.19 90.100.0 Rosário da Limeira 11.1 .75 90.44 90.1 .537.34 90.471.0 Ponto Chique 60.0 Ritápolis 39.0 Rochedo de Minas 7.1 .012.360.100.10.0 Porto Firme 28.98 90.67 47.1 .100.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .60.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.100.100.0 Presidente Bernardes 23.100.30 0.305.557.57 90.284.757.292.844.10 28.13 24.1 .0 Poço Fundo 47.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.37 54.72 121.10 90.0 Pouso Alto 26.0 Rodeiro 7.1 .045.352.10.57 90.65 26.0 Ponte Nova 47.0 Rio Acima 22.57 23.1 .385.94 26.28 13.13 90.72 984.1 .1 .1 .1 .010.77 0.48 90.86 90.19 107.61 38.1 .867.70 63.571. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 Pratápolis 21.84 90.0 Rio Espera 24.76 90.70 90.10 11.15 90.0 Prata 488.0 Rio do Prado 48.10 90.557.1 .100.267.385.100.216.100.174.100.48 15.61 30.71 60.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.045.19 10.71 30.0 Rio Manso 23.Capítulo I .0 Raposos 7.1 .10.100.1 .0 Rio Vermelho 97.559.343.0 Rio Pomba 25.1 .84 7.188.174.00 15.94 20.72 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.956.0 Prados 26.87 77.17 11.0 Rio Doce 11.1 .0 Rio Preto 34.1 .0 Pouso Alegre 54.0 Poté 63.206.1 .44 4.494.100.58 90.1 .90.100.69 47.0 Poços de Caldas 54.081.1 .0 Recreio 23.86 54.434.15 48.86 7.0 Resende Costa 63.0 Raul Soares 77.100.1 .571.34 37.1 .87 90.0 Resplendor 107.1 .100.62 136.348.1 .100.65 7.60.77 22.140.42 90.323.978.76 23.343.1 .352.23 90.202.101.1 .74 90.1 .569.188.65 90.00 179.: 96 .478.031.86 90.94 90.60.69 90.284.90 90.27 90.1 .017.251.956.90 21.100.1 .371.785.202.74 23.830.100.251.0 Rio Paranaíba 135.558.100.1 .

0 Santos Dumont 63.696.888.52 46.100.778.99 90.325.74 90.0 Santana do Paraíso 27.90 90.75 16.04 90.90 13.100.44 16.24 27.0 Santo Antônio do Jacinto 49.595.0 Santa Rita de Caldas 50.02 32.167.100.93 68.01 30.316.1 .57 51.47 90.42 90.0 Santo Antônio do Rio Abaixo 10.50 10.945.761.008.38 147.1 .1 .100.92 60. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 Santana do Jacaré 10.02 90.351.100.257.44 90.0 Santo Antônio do Retiro 79.0 Sabará 30.0 Santo Antônio do Aventureiro 20.0 13.67 27.893.1 .48 90.264.34 34.42 90.87 90.342.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .0 Santa Bárbara 68.1 .100.1 .1 .74 25.0 Santo Antônio do Monte 113.603.045.470.267.621.67 11.60.545.10.107.1 .100.01 30.11 43.319.0 Santa Cruz de Salinas 58.42 6.Capítulo I .0 Santana do Deserto 18.184.60.1 .1 .1 .100.698.264.63 90.1 .47 63.100.100.1 .67 90.100.67 90.100.325.100.0 Salinas 189.1 .100.100.196.0 (1) IBGE.88 90.238.100.52 90.87 90.698.68 97.0 Santo Antônio do Amparo 49.88 62.0 Santa Bárbara do Monte Verde 41.21 863.0 Santo Antônio do Itambé 30.0 Santa Ifigênica de Minas Santa Helena de Minas 27.045.0 Santa Maria do Salto 44.316.16 30.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Rubim 97.445.595.1 .135.449.1 .90.37 90.90 90.100.1 .03 90.20 92.1 .100.100.100.1 .0 Sacramento 308.63 44.746.45 90.52 13.1 .65 25.696.100.24 60.0 Santa Cruz de Minas 285.837. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.65 90.47 10.0 Santo Hipólito 43.603.90.791.125.1 .58 20.999.0 Santa Bárbara do Tugúrio 16.0 Santa Rita do Itueto 48.1 .319.58 0.92 90.100.100.0 Santana dos Montes 19.1 .100.0 Salto da Divisa 94.100.1 .58 90.24 90.030.100.88 41.1 .545.88 35.875.0 Santa Maria do Suaçuí 62.45 50.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .196.107.34 90.0 Santana do Manhuaçu 34.1 .1 .0 Santa Vitória 302.100.353.470.1 .23 56.401.10 49.28 90.10 90.257.0 Santana do Ga rambéu 20.778.0 Santa Rita de Jacutinga 43.100.42 10.351.220.791.100.696.100.1 .93 90.1 .844.0 Sabinópolis 92.0 Santa Rita do Sapucaí 35.60.324.262.87 41.0 Santa Maria de Itabira 51.1 .0 Santa Rita de Minas 6.761.893.1 .100.0 Santa Luzia 23.793.100.31 90.0 Santa Margarida 25.50 90.90 285.92 48.11 90.1 .746.68 90.04 19.61 19.24 117.100.1 .88 90.000.0 Santana de Cataguases 16.03 94.1 .929.0 Santa Rita de Ibitipoca 32.1 .41 90.1 .100.929.220.01 55.238.57 90.0 Santa Cruz do Escalvado 25.493.0 Santana da Vargem 17.353.696.1 .196.493.472.792.37 16.621.87 17.734.888. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.31 20.1 .0 Santo Antônio do Grama 13.949.1 .1 .48 30.734.30.20 90.875.008.1 .324.1 .41 18.100.60.167.793.42 30.0 Santa Bárbara do Leste 11.100.135.99 49.: 97 .100.

13 90.13 14.233.1 .265.100.04 12.81 90.80 172.64 4.100.0 São Francisco 330.100.49 186.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.: 98 .0 São José do Jacuri 34.511.1 .953.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % São Bento Abade 8.278.1 .53 90.629.605.56 8.25 90.863.918.026.100.1 .97 90.589.1 .60.936.13 90.278.0 146.100.100.100.554.100.100.1 .511.40 90.40 16.23 90.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .716.773.475.1 .100.918.60.763.388.0 São João do Paraíso 192.57 146.0 São Félix de Minas 16.56 90.1 .003.0 São Sebastião do Maranhão 52.91 90.91 90.1 .100.026.97 25.28 5.0 São Joaquim de Bicas 7.0 São José do Goiabal 18.100.100.28 90.100.141.56 18.736.60.139.894.00 90.736.074.0 São Brás do Suaçuí 11. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .56 90.1 .01 90.44 30.1 .0 São Francisco de Sales 113.1 .1 .100.0 São Geraldo 18.284.558.1 .100.57 90.53 7.1 .391.100.79 16.1 .049.0 São Lourenço 5.25 48.458.714.563.54 90.0 São João do Oriente 12.100.0 São Pedro dos Ferros 40.24 32.1 .940.37 90.1 .936.0 São João do Manteninha 13.100.67 90.100.53 90.025.0 São José do Alegre 8.197.00 11.100.21 60.89 90.0 São Sebastião da Vargem Alegre 7.33 30.00 10.990.0 São José da Safira 21.990.457.1 .27 12.100.100.90.0 São João das Missões 67.1 .003.457.0 São Gonçalo do Rio Abaixo 36.0 São Domingos do Prata 74.966.04 90.0 São Sebastião do Anta 8.06 90.79 90.33 90.100.100.04 90.1 .953.30.074.0 São Miguel do Anta 15.391.82 90.233.1 .265.863.067.716.82 13.1 .100.100.81 34.089.0 São Pedro do Suaçuí 30.594.73 51.0 São José do Divino 32.940.1 .99 40.1 .1 .1 .27 90.722.928.79 40.0 São Gonçalo do Sapucaí 51.0 São Sebastião da Bela Vista 16.0 São João Evangelista 48.042.1 .100.0 São Pedro da União 25.58 7.928.1 .0 São Geraldo do Baixio 28.197.0 São Francisco do Glória 16.54 15.04 113.1 .1 .761.107.93 6.736.37 21.39 60.000.0 São Francisco de Paula 31.318.506.01 51.53 8.24 90.1 .1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.40 90.1 .79 90.99 90.82 90.0 São José do Mantimento 5.107.637.43 10.89 52.0 São João Nepomuceno 40.58 90.100.458.894.90.66 36.042.100.1 .23 8.40 74.1 .85 35.0 São João Del Rei São João do Manhuaçu 14.07 30.1 .50 35.77 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.067.91 15.100.100.0 São João da Mata 12.0 São Sebastião do Oeste 40.714.100.100.722.1 .82 16.541.30 20.0 São Geraldo da Piedade 15.1 .1 .97 90.Capítulo I .637.629.540.51 148.1 .264.540.100.434.0 (1) IBGE.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.90 90.100.922.0 São José da Varginha 20.0 São Gotardo 85.049.92 30.100.30.089.1 .0 São João Batista do Glória 55.93 90.91 28.141.0 São Domingos das Dores 6.1 .717.763.13 18.388.67 5.1 .24 5.0 São João da Ponte 185.90 31.284.0 São José da Barra 31.

100.0 São Tiago 57.98 28.1 .1 .0 Tarumirim 73.1 .472.1 .60.191.100.77 90.1 .16 90.1 .100.100.652.0 (1) IBGE.191.652.100.100.49 19.25 15.065.20 0.85 12.206.1 .100.0 Tiros 209.22 10.1 .1 .065.000.60.631.1 .86 90.1 .0 Teixeiras 16.49 39.0 Tiradentes 8.1 .69 90.1 .100.0 Senhora dos Remédios 23.70 16.04 23.100.97 57.0 Simonésia 48.100.0 Sem -Peixe 17.Capítulo I .90.51 90.0 São Thomé das Letras 37.0 Serro 124.100.524.51 37.563.46 90.25 38.100.21 8.773.564.311.100.46 90.0 Soledade de Minas 19.742.64 17.1 .67 90.1 .742.1 .87 15.700.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.046.0 Sobrália 20.100.864.476.58 13.64 90.1 .562.1 .0 Sericita 16.18 90.923.218.340.185.864.: 99 .1 .1 .303.773.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.272.21 90.272.56 90.490.152.683.70 90.0 São Sebastião do Rio Verde 9.700.0 Senador Firmino 16.505.66 9.04 90.100.426.1 .100.311.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .7 6 90.0 Silvianópolis 31.76 21.24 10.326.218.05 90.1 .326.518.736.90.206.98 90.100.722.100.1 .0 Serranópolis de Minas 55.100.0 Senhora de Oliveira 17.68 20.027.100.1 .100.490.14 16.0 Senador Modestino Gonçalves 95.300.46 19.143.1 .42 60.1 .14 90.1 .67 16.0 Serra dos Aimorés 21.79 90.0 Serra Azul de Minas 24.1 .0 São Vicente de Minas 39.323.331.46 73.0 Senhora do Porto 38.100.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % São Sebastião do Paraíso 82.150.722.1 .35 12.91 57.1 .164.1 .0 Taiobeiras 119.1 .419.88 90.0 Seritinga 11.0 Tocos do Moji 11.683.29 67.25 14.30.0 São Tomás de Aquino 27.100.88 11.12 60.98 90.10.563. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 Sardoá 14.1 .0 Serrania 21.0 Sarzedo 6.1 .56 9.100.301.300.0 Taparuba 19. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.050.1 .100.100.25 90.0 Tabuleiro 21.765.21 90.0 Senador Cortes 9.25 21.100.100.100.68 90.923.04 90.100.100.765.90.54 90.61 14.202.0 Teófilo Otoni 325.505.779.1 .33 109.589.675.185.50 90.564.50 31.0 Simão Pereira 13.54 48.100.589.87 90.0 Senador Amaral 15.100.143.04 17.49 90.1 .100.100.18 16.476.426.0 Setubinha 18.1 .0 Sapucaí-Mirim 28.027.202.58 90.562.70 14.524.1 .150.1 .976.25 90.100.25 90.66 90.0 Timóteo 14.16 6.91 90.80 30.0 Senador José Bento 9.841.97 59.49 90.148.21 21.779.53 21.100.0 Silveirânia 15.046.86 9.77 325.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.69 24.340.0 Tocantins 17.323.1 .30.53 90.53 4.32 30.05 11.847.61 90.10 60.1 .0 Serranos 21.760.1 .1 .301.801.443.0 São Sebastião do Rio Preto 12.98 17.

82 39.602.224.73 90.440.36 90.100.237.000.67 0.12 40.952.60. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.14 30.100.100.0 Uberlândia 411.263.1 .84 90.891.49 24.06 79.10.84 11.0 Urucânia 13.87 36.1 .237.71 90.76 28.0 Virgolândia 28.52 13.106.81 10.0 Tumiritinga 49.649.100.0 Veredinha 63.947.479.666.98 147.1 .798.464.0 Uberaba 452.30 41.16 90.55 30.145.0 Vieiras 11.100.06 30.81 90.836.0 Tupaciguara 183.649.399.1 .83 82.106.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Toledo 13.06 90.1 .237.133.891.0 Turvolândia 22. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .710.1 .947.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.118.0 Ubaporanga 19.1 .826.10.45 60.1 .30 90.0 Virgínia 32.100.0 82.36 49.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado de Minas Gerais inseridos no Domínio da Mata Atlântica (705 Municípios .0 Virginópolis 41.133.145.: 100 .1 .1 .76 90.0 Varginha 39.100.0 Vargem Grande do Rio Pardo 49.911.389.0 Varzelândia 79.65 20.71 19.0 Viçosa 30.681.965.1 .82 69.1 .836.91 11.479.67 29.0 Vermelho Novo 11.1 .100.22 10.82 90.35 8.87 90.12 90.16 11.051.440.30 30.965.1 .75 4.100.474.263.22 22.60.0 Vargem Alegre 11.100.798.0 Tombos 28.0 Umburatiba 36.012.60 81.1 .237.399.008.224.30 90.681.36 32.1 .1 .1 .90 75.1 .100.942.91 90.1 .100.100.0 Wenceslau Braz 10.180.678.97 82.100.100.1 .1 .0 Ubá 40.411.0 (1) IBGE.100.0 Volta Grande 20.1 .1 .012.100.826.15 60.1 .97 90.82 90.796.0 Ubaí 82.36 90.1 .0 Verdelândia 147.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.Capítulo I .24 13.0 Visconde do Rio Branco 24.52 90.0 União de Minas 116.24 90.65 90.0 Três Corações Três Pontas 69.1 .717.100.22 90.411.90.1 .710.90.666.30.49 90.73 28.19 0.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.118.180.100.98 90.

81 49.0 90.769.95 402.35 421.0 0.0 90.509.41 367.115.63 103.27 161.270.609.0 30.96 29.1 .368.273.485.0 90.297.58 31.609.1 .60.389.94 165.513.871.0 90.1 .100.60 275.0 10.81 164.769.1 .05 44.100.02 549.60 171.10.1 .33 173.Capítulo I .30.374.100.122.0 30.0 90.1 .598.216.924.62 1.270.30 251.16 534.57 409.508.51 83.21 127.: 101 .100.1 .01 542.0 30.1 .1 .1 .0 90.1 .33 173.59 615.686.031.646.0 90.922.0 90.100.56 193.1 .278.1 .453.60.0 90.21 162.99 85.0 0.55 126.1 .100.0 90.0 90.778.77 216.30.47 206.940.30.909.10 478.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Mato Grosso do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (49 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Amambai Anaurilândia Angélica Antônio João Aparecida do Taboado Aral Moreira Bataguassu Bataiporã Bodoquena Bonito Brasilândia Caarapó Coronel Sapucaia Corumbá Deodápolis Douradina Dourados Eldorado Fátima do Sul Glória de Dourados Iguatemi Itaporã Itaquiraí Ivinhema Japor ã Jardim Jateí Juti Laguna Carapã Maracaju Miranda Mundo Novo Naviraí Nova Alvorada do Sul Nova Andradina Novo Horizonte do Sul Paranaíba Paranhos Ponta Porã Porto Murtinho Rio Brilhante Santa Rita do Pardo 421.1 .676.100.318.0 0.509.32 6.100.876.29 201.0 90.405.0 90.154.118.1 .279.44 45.1 .12 102.10.154.1 .0 90.60.58 31.47 167.100.100.100.855.368.0 10.792.1 .83 83.436.1 .0 (1) IBGE.1 .469.80 295.0 0.0 0.0 0.0 60.651.10.100.96 531.516. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.29 201.1 .1 .810.100.503.64 494.1 .0 90.1 .317.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.284.51 317.70 85.21 317.278.0 30.0 90.79 582.527.273.10.799.1 .10.91 29.91 103.27 399.01 52.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.99 206.100.686.25 28.1 .0 90.000. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.791.982.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.80 193.102.81 49.118.27 161.48 183.636.665.0 0.346.100.90 242.0 90.513.972.08 44.1 .289.30.60.0 30.09 1.0 90.99 90.678.1 .74 131.100.10.0 60.1 .57 224.90.0 90.80 295.289.0 90.1 .1 .75 102.318.1 .0 10.1 .90.1 .60 130.69 34.869.0 0.658.14 40.0 10.100.1 .180.100.81 209.02 125.100.557.96 208.44 45.260.85 130.684.80 220.810.423.100.765.95 10.678.25 28.02 132.1 .100.1 .866.77 77.68 87.10.1 .1 .307.1 .1 .0 90.82 340.031.95 64.82 199.834.10.20 108.374.60.136.87 114.09 184.294.184.100.

30.95 82.0 90.116.63 10.1 .88 178.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.0 90.092.0 10.100.14 109.05 82.609.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Selvíria Sete Quedas Sidrolândia Tacuru Taquarussu Três Lagoas Vicentina 326.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Mato Grosso do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (49 Municípios .795.100.100.14 1. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.31 31.116.100.0 (1) IBGE.023.0 10.57 61.1 .63 47.769.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .: 102 .81 31.107.1 .41 105.30.30.554.1 .41 105.904.38 178.921.921.Capítulo I .674.1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.000.1 .674. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.373.58 530.0 90.

475. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.22 19.0 90.848.0 10.98 4.910.11 43.764.07 22.71 9.100.263.19 29.392.1 .0 30.30.100.457.Capítulo I .1 .0 60.100.40 2.630.1 .196.282.1 .73 14.702.1 .03 4.24 3.420.60.1 .45 8.0 90.478.30.94 17.0 90.45 9.01 19.49 856.594.86 33.475.484.25 2.06 21.1 .100.0 10.100.108.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.54 18.30.1 .30.0 10.30.182.0 60.100.479.995.0 60.725.73 14.995.44 23.90.586.63 810.1 .071.90.60.99 0.0 90.0 90.1 .18 9.1 .1 .12 9.0 90.100.1 .498.09 2.03 7.0 0.0 90.31 9.0 90.17 19.20 16.360.831.218.14 16.740.30.14 11.0 0.1 .394.1 .0 0.55 2.85 4.0 Alagoa Grande Alagoa Nova Alhandra Araçagi Arara Areia Baía da Traição Bananeiras Bayeux Belém Borborema Caaporã Cabedelo Caldas Brandão Camalaú Capim Caraúbas Casserengue Conde Congo Cruz do Espírito Santo Cuité de Mamanguape Curral de Cima Dona Inês Esperança Gurinhém Itabaiana Itapororoca Itatuba Jacaraú João Pessoa Juripiranga Lagoa Seca Lucena Mamanguape Marcação Mari Mataraca Matinhas Mogeiro Monteiro Mulungu (1) IBGE.080.31 23.39 9.711.063.254.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado da Paraíba inseridos no Domínio da Mata Atlântica (64 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 33.74 637.1 .45 15.81 6.1 .144.014.0 0.96 14.30.1 .90.94 11.0 0.100.1 .85 33.0 90.02 22.786.747. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 10.85 20.1 .385.1 .0 90.1 .1 .114.740.15 348.729.97 230.600.100.845.919.0 10.0 90.1 .385.0 10.241.0 90.0 10.827.398.670.417.10.30.100.46 2.517.0 90.100.475.238.0 60.517.57 9.952.1 .26 9.0 90.60.42 10.55 2.000.014.10.72 22.97 6.90.776.09 101.55 15.1 .600.1 .100.11 6.: 103 .90.03 9.100.03 25.1 .1 .092.1 .30.1 .44 6.10.92 26.85 20.995.0 0.65 10.0 10.63 17.0 10.1 .952.65 27.612.10.85 32.1 .57 1.1 .13 1. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.525.94 21.080.127.1 .528.67 7.92 2.014.01 10.1 .0 30.038.80 7.748.0 10.40 1.416.22 67.45 2.40 3.100.56 478.374.0 30.1 .51 24.0 60.10.014.1 .63 9.10 931.100.1 .0 90.13 10.90.1 .30.0 90.10.0 60.525.634.420.10.100.46 22.05 2.941.46 22.

0 60.09 10.0 30.0 90.67 5.28 4.149.0 90.45 6.1 .45 2.362.0 10.10.100.966.1 .0 30.558.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado da Paraíba inseridos no Domínio da Mata Atlântica (64 Municípios .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.23 76.1 .1 .100.062.33 68.1 .09 6.643.564.1 .100.149.72 6.Capítulo I .17 16.30.743.73 10.925.60.30.1 .723.0 90.100.697.95 4.0 90.60.38 2.1 .421.168.60 10.43 8.1 .07 4.1 .1 .30.396.0 90.35 34.100.154.1 .51 8.886.0 Natuba Pedras de Fogo Pilar Pilões Pilõezinhos Pirpirituba Pitimbu Remígio Riachão do Poço Rio Tinto Salgado de São Félix Santa Rita São João do Tigre São José dos Ramos São Miguel de Taipu São Sebastião de Lagoa de Roça São Sebastião do Umbuzeiro Sapé Serraria Sobrado Solânea Zabelê (1) IBGE.0 90.14 6.234.74 50.300.0 90.524.62 14.0 90.90.602.100.0 10.621.60 10.869.10 4.623.68 1.1 .067.0 0.154. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.665.0 10.1 .192.14 34. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.76 50.39 31.100.0 60.15 50.100.1 .22 42.23 76.935.79 13.647.1 .352.10 8.10.100.000.1 .1 .71 6.1 – 30.00 33.90.30.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.392.966.737.240.23 6.44 8.1 .1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.75 7.78 14.054.0 10.1 .68 4.0 90.335.0 60.396.352.90.352.775.562.0 0.94 1.0 90.: 104 .02 4.45 416.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 22.100.82 16.03 14.

0 90.248.100.100.101.903.94 27.893.0 90.23 5.36 8.1 .0 90.14 11.100.100.892.85 5.903.0 Abreu e Lima Agrestina Água Preta Aliança Altinho Amaraji Angelim Araçoiaba Barra de Guabiraba Barreiros Belém de Maria Bezerros Bom Conselho Bonito Brejão Brejo da Madre de Deus Buenos Aires Cabo de Santo Agostinho Caetés Calçado Camaragibe Camocim de São Félix Camutanga Canhotinho Capoeiras Carpina Caruaru Catende Chã de Alegria Chã Grande Condado Correntes Cortês Cumaru Cupira Escada Feira Nova Ferreiros Gameleira Garanhuns Glória do Goitá Goiana (1) IBGE.0 90.90.45 23.669.84 11.83 42.831.50 32.0 90.76 34.60.669.827.100.783.0 90.1 .100.1 .0 90.0 90.89 3.0 90.60.0 90.100.1 .1 .091.1 .02 12.0 90.Capítulo I .100.68 9.38 9.35 10.596.11 5.42 49.0 90.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.85 12.798.389.1 .94 2.005.806.100.98 4.38 19.90.595.31 44.0 90.85 45.1 .166.30.24 79.100.12 35.39 22.0 90.101.1 .84 11.485.030.643.30.29 8.82 26.734.10.734.256.14 15.0 90.556.0 10.27 22.72 53.96 16.0 90.373.0 90.301.17 46.301.786. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.818.11 5.12 35.0 30.1 .72 10.76 706.100.373.1 .093.93 4.163.892.889.08 29.1 .100.100.1 .1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.31 44.202.0 90.90.0 60.17 44. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.012.21 39.14 11.084.1 .0 60.45 34.1 .100.0 10.64 16.60.1 .1 .100.389.0 90.761.763.0 90.0 60.402.73 19.030.1 .094.100.61 3.0 30.100.23 6.0 0.818.68 9.632.1 .1 .29 8.907.832.1 .39 93.27 22.100.0 90.10.1 .829.0 90.60.1 .406.893.30.34 16.166.0 10.100.0 90.536.43 53.1 .1 .0 10.1 .733.827.0 30.0 90.30 5.03 9. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .084.1 .02 12.05 9.889.83 42.1 .1 .379.000.16 21.100.867.28 9.1 .73 26.05 90.1 .30.03 9.23 25.100.418.08 12.1 .69 5.1 .782.16 8.0 30.402.829.609.69 6.1 .1 .268.1 .842.100.08 54.268.094.279.12 21.997.52 8.417.447.: 105 .0 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Pernambuco inseridos no Domínio da Mata Atlântica (104 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 12.100.30.418.1 .0 90.1 .64 39.081.53 3.30 1.980.36 8.719.96 23.58 78.96 9.806.100.50 15.1 .0 10.42 49.0 90.23 28.100.680.680.82 26.609.0 0.202.100.1 .

0 90.739.1 .947.19 27.876.Capítulo I .377.100.93 5.15 30.1 .73 36.0 90.000.0 90.1 – 100.72 15.100.0 90.276.60.80 22.49 25.0 90.100.491.206.100.57 6.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Pernambuco inseridos no Domínio da Mata Atlântica (104 Municípios .1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.95 71.1 .100.87 27.57 6.1 .0 90.49 7.427.90.99 3.95 10.1 .1 .644.77 23.710.34 9.735.1 .0 90.0 60.77 30.100.0 90.100.213.1 .546.83 18.93 5.213.58 11.1 .622.922.459.100.1 .1 .134.99 3.932.72 27.1 .1 .1 .24 15.1 .0 60.100.029.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.34 9.1 .46 20.100.1 .120.21 11.599.183.100.0 60.0 90.60 15.802.525.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 10.183.42 10.0 Gravatá Ibirajuba Igarassu Ipojuca Itamaracá Itambé Itapissuma Itaquitinga Jaboatão dos Guararapes Jaqueira Jataúba João Alfredo Joaquim Nabuco Jucati Jupi Jurema Lagoa do Carro Lagoa do Itaenga Lagoa do Ouro Lagoa dos Gatos Lajedo Limoeiro Macaparana Maraial Moreno Nazaré da Mata Olinda Palmares Palmeirina Panelas Paranatama Passira Paudalho Paulista Pombos Primavera Quipapá Recife Riacho das Almas Ribeirão Rio Formoso Sairé (1) IBGE.47 28.67 28.1 .81 19.1 .433.650.0 90.427.90.1 .1 .0 0.07 14.608.0 60.63 21.100.100.150.721.0 90.49 7.622.100.283.23 36.100.134.028.71 10.100.0 10.21 11.0 90.192.100.1 .100.08 21.551.24 21.42 11.221.10 34.0 60.005.92 37.10.133.14 7.1 .56 19.0 90.1 .23 36.0 30.131.31 12.47 19.90 10.49 25.0 60.865.90.100.1 .60.1 .625.30.81 19.1 .85 49.1 .0 90.577.798.83 90.0 90.: 106 .028.1 .18 51.706.46 20.814.100.60.95 14.890.1 .47 17.551.56 23.777.95 5.10 34.0 90.615.36 14.90.861.459.1 .488.566.61 23.31 20.710.1 .608.1 .58 18.918.922.0 0.17 11.541.0 90.706.777.1 .855.100.947.94 14.546.0 90.133.100.100.811. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.741.618.1 .continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 49.650.80 22.25 30.029.966.1 .71 10.0 90.0 90.92 22.16 51.86 30.90.618.966.89 11.100.120.966.98 19.0 90.0 90.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.96 6.57 6.50 27.1 .0 90.68 280.100.0 90.0 30.0 90.1 .63 5.10.90.92 8.240.100.0 30.192.08 21.0 90.767.1 .17 37.72 31.721.30.36 14.1 .87 130.

244.66 29.1 .24 4.449.07 45.064.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Pernambuco inseridos no Domínio da Mata Atlântica (104 Municípios .870.773.0 90.735.36 26.100.90.91 14.924.1 .86 14.25 26.049.95 34.0 10.60 2.158.698.66 7.1 .652.491.100.565.0 90.29 34.05 11.960.33 45.39 3.1 .0 10.0 90.656.100.11 11.100.1 .701.90.85 17.0 0.10.1 .0 60.0 60.1 .90.84 670.94 26.0 90.0 60.30.0 10.90.93 9.22 25.830. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.33 0.100.67 7.0 90.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 7.30.467.51 20.36 2.97 6.652.07 10.783.0 90.158.188.03 14.19 23.1 .021.0 Salgadinho Saloá Santa Cruz do Capibaribe São Benedito do Sul São João São Joaquim do Monte São José da Coroa Grande São Lourenço da Mata São Vicente Ferrer Sirinhaém Tamandaré Taquaritinga do Norte Terezinha Timbaúba Toritama Tracunhaém Vertentes Vicência Vitória de Santo Antão Xexéu (1) IBGE.1 .19 32.000.Capítulo I .1 .48 9.315.034.66 18.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.96 20.100.8 5 395.0 90.1 .30.062.923.251.1 .0 0.05 11.1 .: 107 .66 23.00 35.1 .1 .0 90.10.0 90.1 .585.679. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .100.19 23.92 35.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.480.60 12.449.565.0 60.0 30.1 .1 .656.100.10.924.100.222.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.06 36.329.60.

0 10.90.1 .59 27.0 Alvorada do Gurguéia Avelino Lopes Bertolínia Bom Jesus Brejo do Piauí Canavieira Canto do Buriti Colônia do Gurguéia Corrente Cristino Castro Curimatá Eliseu Martins Floriano Guaribas Itaueira Jerumenha João Costa Júlio Borges Jurema Landri Sales Manoel Emídio Morro Cabeça no Tempo Parnaguá Pavussu Redenção do Gurguéia Riacho Frio Santa Luz São Braz do Piauí São Raimundo Nonato Sebastião Barros Sebastião Leal Tamboril do Piauí (1) IBGE.120.10.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.16 4.02 225.63 122.56 171.05 150.1 .074.222.725.30.121.1 .: 108 .286.49 147.425.86 30.0 0.1 .0 30.048.901.1 .1 .1 .0 90.60.50 111.0 30.199.02 94.440.1 .100.0 0.987.341.16 72.1 .46 159.0 60.10.41 328.90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.599.60 158.1 .0 30.0 30.1 .1 .88 213.60.553.86 32.60.51 20.30.1 .0 60.436.79 66.380.Capítulo I .096.0 30.0 90.0 10.89 169.13 55.14 122.354.100.1 .845.37 95.363.759.0 0.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Piauí inseridos no Domínio da Mata Atlântica (32 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 234.10.1 .136.389.10.1 .0 30.10.1 .78 300.0 0.1 .439.55 374.008.16 19.840.0 10.90.0 30.30.284.91 42.042.517.60.60.0 10.58 257.84 20.41 171.0 10.1 .561.38 27.29 185.80 54.0 10.0 10.60.1 .36 260.276.33 188.53 71.437.609.582.60.48 222.51 4.1 .36 34.10.863.91 5.0 10.1 .0 0.555.000.60.995.20 186.26 101. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.666.684.80 177.60.1 .88 15.471.89 7.1 .30.73 102.171.06 127.1 .60.815.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.046.332.819.703.1 .014.1 .38 111.487.35 133.0 0.10.398.30.63 237. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.02 441.438.21 340.04 304.12 66.17 243.30.1 .139.1 .0 60.122.08 3.78 105.030.10 125.30.140.90.80 119.45 114.237.530.30.80 187.825.666.02 83.473.47 60.224.0 30.0 30.968.0 60.910.1 .60.1 .57 122.0 0.0 30.30 570.

365.0 90.41 26.32 121.31 26.880.838.741.1 .771.1 .422.679.707.95 38.20 81.1 .526.1 .0 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 24.60 13.1 .45 16.100.100.984.1 .1 .81 22.1 .1 .100.070.1 .60 45.289.32 24.100.89 15.100.990.687.00 10.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.800.0 90.100.0 90.61 41.45 43.64 88.169.510. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.20 32.00 55.100.0 90.100.90 47.327.94 22.100.1 .05 62.741.100.388.90.1 .20 81.43 23.967.100.77 44.1 .0 90.327.967.765.000.0 90.32 87.99 46.0 90.1 .1 .765.537.1 .583.1 .44 37.1 .838.0 90.790.0 90.303.865.388.1 .43 50.60 30.722.90 47.0 90.65 44.767.0 90.100.24 14.54 17.54 17.1 .0 60.113.95 38.21 23.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.49 98.0 90.1 .738.100.1 .722.100.559.89 15.21 23.27 11.100.289.990.051.100.05 62.100.100.0 90.100.1 .0 90.202.0 90.0 90.0 90.720.12 32.0 90.00 55.09 43.070.583.32 24.58 10.100.61 40.730.344.61 41.663.0 90.1 .100.100.0 Abatiá Adrianópolis Agudos do Sul Almirante Tamandaré Altamira do Paraná Altãnia Alto Paraná Alto Piquiri Alvorada do Sul Amaporã Ampére Anahy Andirá Ângulo Antonina Antônio Olinto Apucarana Arapongas Arapoti Arapuã Araruna Araucária Ariranha do Ivaí Assaí Assis Chateaubriand Astorga Atalaia Balsa Nova Bandeirantes Barbosa Ferraz Barracão Barra do Jacaré Bela Vista da Caroba Bela Vista do Paraíso Bituruna Boa Esperança Boa Esperança do Iguaçu Boa Ventura de São Roque Boa Vista da Aparecida Bocaiúva do Sul Bom Jesus do Sul Bom Sucesso (1) IBGE.0 90.663.113.100.512.61 40.0 90.49 19.1 .100.0 90.100.738.1 .1 .0 90.692.0 90.1 .100.0 90.100.1 .45 16.1 .18 21.100.100.984.1 .985.45 43.49 98.510.687.41 26.562.091.75 86.0 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.344.60 49.76 38.1 .75 132.60 30.58 10.90.60 13.1 .76 38.0 90.874.422.0 90.865.562.100.244.0 90.00 10.0 90.559.639.0 60.526.303.537.18 34.720.0 90.44 37.0 90.55 31.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.679.60 49.051.365.49 19.100.730.0 90.62 133.0 90.800.0 90.32 87.100.09 43.62 11.211.100.1 .55 31.07 90.Capítulo I .07 24.43 50.244.60 45.1 .1 .790.1 .1 .64 88.0 90.100.091.100.1 .512.639.985.62 133.100.100.99 46.100.169.1 .100.24 14.1 .31 26.: 109 .1 .32 121.43 23.

0 90.1 .256.64 152.100.0 Bom Sucesso do Sul Borrazópolis Braganey Brasilândia do Sul Cafeara Cafelândia Cafezal do Sul Califórnia Cambará Cambé Cambira Campina da Lagoa Campina do Simão Campina Grande do Sul Campo Bonito Campo do Tenente Campo Largo Campo Magro Campo Mourão Cândido de Abreu Candói Cantagalo Capanema Capitão Leônidas Marques Carambeí Carlópolis Cascavel Castro Catanduvas Centenário do Sul Cerro Azul Céu Azul Chopinzinho Cianorte Cidade Gaúcha Clevelândia Colombo Colorado Congonhinhas Conselheiro Mairinck Contenda Corbélia (1) IBGE.1 .884.1 .865.0 90.674.1 .0 90.0 90.1 .642.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .0 90.63 43.1 .1 .100.600.617.19 206.24 35.35 19.617.0 90.76 118.0 90.100.327.707.1 .1 .100.80 84.0 90.81 44.23 134.0 90.1 .102.15 15.1 .04 34.130.376.558.0 90.08 29.0 90.376.76 59.100.1 .1 .130.0 90.04 22.100.76 118.100.100.70 41.0 90.168.0 90.1 .93 54.63 43.886.06 39.23 134.651.0 90.1 .100.56 76.56 76.54 36.0 90.614.000.137.160.04 53.021.603.43 147.768.160.100.1 .0 90.02 22.0 90.56 49.1 .100.377.1 .1 .38 41.0 90.35 45.0 90.790.035.0 90.19 206.100.06 26.0 90.62 32.100.311.79 30.915.76 59.1 .765.37 16.1 .1 .423.884.64 152.0 90.35 90.0 90.342.39 107.100.100.1 .0 90.021.168.707.377.80 70.968.674.1 .100.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 19.634.327.100.785.0 30.04 53.0 90.1 .88 19.100.0 90.11 40.030.62 64.88 19.1 .92 98.525.100.100.36 54.1 .90.66 253.1 .100.100.95 43.100.Capítulo I .39 125.92 98.179.36 54.36 56.311.0 90.246.19 25.81 44.07 32.769.1 .1 .24 35.939.45 56.102.100.79 26.54 36.: 110 .531.603.06 39.030.100.0 90.233.256.38 41.101.1 .94 18.634.0 90.421.73 81.886.342.549.56 49.80 70.0 60.100.14 13.03 45.100.765. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.60.865.0 90.100.790.37 16.137.769.0 90.100.035.1 .100.43 147.100.421.95 43.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.101.19 25.100.246.0 90.0 90.179.100.915.66 232.94 18.968.549.79 30.1 .08 29.70 41.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .614.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.07 32.153.423.0 90.1 .93 54.600.15 15.73 81.100.0 90.558.100.100.14 13.1 .1 .100.1 .1 .905.11 40.651.0 90.0 90.1 .0 90.04 34.100.642.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.80 84.

772.887.0 Cornélio Procópio Coronel Domingos Soares Coronel Vivida Corumbataí do Sul Cruzeiro do Iguaçu Cruzeiro do Oeste Cruzeiro do Sul Cruz Machado Cruzmaltina Curitiba Curiúva Diamante do Norte Diamante do Sul Diamante d'Oeste Dois Vizinhos Douradina Doutor Camargo Enéas Marques Engenheiro Beltrão Esperança Nova Entre Rios do Oeste Espigão Alto do Iguaçu Farol Faxinal Fazenda Rio Grande Fênix Fernandes Pinheiro Figueira Floraí Flor da Serra do Sul Floresta Florestópolis Flórida Formosa do Oeste Foz do Iguaçu Francisco Alves Francisco Beltrão Foz do Jordão General Carneiro Godoy Moreira Goioerê Goioxim (1) IBGE.951.326.62 39.97 25.998.078.894.14 24.Capítulo I .1 .617.1 .457.1 .936.0 90.23 58.1 .45 23.100.429.1 .0 90.94 25.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.89 47.171.0 90.90 31.1 .992.74 107.182.852.51 13.1 .1 .41 19.0 90.171.444.80 14.100.100.877.100.1 .continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 62.80 14.0 90.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.100.55 68.772.0 90.1 .34 58.1 .100.219.100.1 .46 71.89 24.1 .90 31.100.0 90.954.006.482.1 .26 41.30 16.1 .25 25.100.1 .68 27.1 .0 90.89 24.: 111 .100.455.88 69.311.924.326.41 19.0 90.063.100.87 13.1 .449.100.894.100.1 .0 90.0 90.87 13.941.078.18 12.566.0 90.958.182.0 90.367.20 19.864.34 30.20 19.24 32.0 90.936.849.150.100.51 13.100.0 90.887.100.063.36 19.0 90.952.1 .0 90.0 90.60 28.100.311.998.1 .88 69.80 70.0 90.100.56 8.1 .94 25.1 .954.457.1 .0 90.150.429.36 19.34 58.455.100.100.0 90.1 .0 90.452.18 12.1 .43 155.100.100.45 23.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.952.60 15.0 90.1 .35 62.79 43.1 .26 41.864.958.79 43.0 90.56 8.0 90.0 90.0 90.100.1 .452.038.444.852.79 52.000.355.100.1 .77 41.482.0 90.1 .1 .34 30.0 90.941.1 .0 90.100.1 .48 12.1 .0 90.100.849.517.006.29 34.085.35 90.728.566.1 .0 90.139.100.877.100.87 41.100.367.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.88 78.74 107.0 90.48 12.100.866.79 52.1 .038.0 90.100.100.1 .99 11.175.517.0 90.100.449.68 27.100.728.951.0 90.100.99 11.25 25. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.87 41.0 90.42 147.100.88 78.617.30 16.46 71.139.0 90.0 90.62 39.100.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .97 25.43 155.60 15.1 .100.80 70.1 .38 32.355.89 47.23 58.42 147.77 41.29 34.866.085.14 24.219.60 28.0 90.175.1 .0 90.100.55 68.

40 55.150.0 90.1 .1 .67 8.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.66 91.868.1 .061.1 .100.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .93 41.100.82 29.100.866.856.90 56.072.32 60.15 15.100.100.23 46.53 315.988.63 99.0 90.0 90.1 .34 18.: 112 .0 90.100.790.168.11 9.971.15 20.50 59.0 90.0 90.1 .25 21.1 .1 .1 .1 .100.868.1 .84 19.710.07 30.100.50 59.100.1 .1 .490.100.57 50.100.458.15 15.15 20.1 .0 90.0 90.100.72 13.100.Capítulo I .15 33.167.84 19.0 90.90 56.441.596.0 90.0 90.100.100.100.000.856.654.640.30 21.0 90.511.1 .0 90.1 .17 10.100.1 .0 90.11 9.63 68.14 49.40 55.30 21.0 90.946. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.327.813.100.402.1 .100.53 123.0 90.09 92.458.0 90.70 53.07 90.78 25.0 90.425.50 132.710.0 90.1 .0 90.749.1 .150.1 .63 99.53 123.83 20.44 90.943.23 24.535.0 90.0 90.802.100.0 90.27 19.802.68 49.44 90.856.749.534.06 33.100.1 .67 203.34 18.1 .0 90.673.100.84 29.57 50.40 12.25 43.0 90.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.654.06 80.167.024.100.66 91.457.0 90.402.1 .0 90.333.802.100.100.1 .100.327.40 12.330.1 .943.012.0 90.0 90.0 90.994.100.1 .09 92.93 41.1 .330.0 90.1 .100.52 16.0 90.23 133.866.620.813.1 .18 12.06 80.457.23 24.0 Grandes Rios Guaíra Guairaçá Guamiranga Guapirama Guaporema Guaraci Guaraniaçu Guarapuava Guaraqueçaba Guaratuba Honório Serpa Ibaiti Ibema Ibiporã Icaraíma Iguaraçu Iguatu Imbaú Imbituva Inácio Martins Inajá Indianópolis Ipiranga Iporã Iracema do Oeste Irati Iretama Itaguajé Itaipulândia Itambaracá Itambé Itapejara d'Oeste Itaperuçu Itaúna do Sul Ivaí Ivaiporã Ivaté Ivatuba Jaboti Jacarezinho Jaguapitã (1) IBGE.117.100.100.061.67 202.1 .18 12.620.100.100.100.67 8.25 21.53 315.1 .168.534.971.06 33.1 .100.856.100.0 90.1 .40 53.0 90.970.1 .27 19.77 20.0 90.52 16.1 .994.117.1 .17 10. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.0 90.72 13.970.558.834.333.100.0 90.23 46.012.535.673.32 60.15 33.997.63 68.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .100.834.84 29.100.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 30.946.82 29.0 90.441.100.1 .100.1 .78 25.072.100.596.0 90.558.511.25 43.100.640.018.

100.33 16.523.57 19.18 33.61 23.100.856.24 81.73 102.389.0 90.1 .632.161.100.41 12.1 .49 36.097.100.824.100.100.0 90.1 .100.12 72.50 47.100.1 .0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .55 18.100.859.1 .1 .1 .858.856.831.6 4 21.1 .162.50 209.523.1 .185.93 24.38 49.100.759.097.852.1 .0 90.1 .768.100.41 12.33 16.26 40.0 90.1 .0 90.84 12.100.50 209.1 .0 90.1 .988.100.1 .100.25 19.27 21.0 90.18 33.12 72.0 90.1 .100.100.988.161.0 90.0 90.100.761.768.42 76.12 56.35 73.0 90.93 39.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .24 30.40 44.188.042.100.73 29.49 16.373.100.55 32.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .1 .651.0 90.49 36.0 90.51 19.73 102.82 47.52 29.1 .98 35.759.858.0 90.450. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .65 21.042.0 90.56 39.0 90.13 30.40 44.389.61 23.000.100.627.085.100.218.1 .625.0 90.0 90.1 .629.1 .0 90.1 .373.12 56.100.01 26.614.759.87 60.689.100.57 19.079.100.100.1 .0 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.100.47 172.100.100.614.1 .0 90.1 .915.0 90.583.218.831.8 4 12.89 16.856.852.625.0 90.1 .0 90.79 34.Capítulo I .185.0 Jaguariaíva Jandaia do Sul Janiópolis Japira Japurá Jardim Alegre Jardim Olinda Jataizinho Jesuítas Joaquim Távora Jundiaí do Sul Juranda Jussara Kaloré Lapa Laranjal Laranjeiras do Sul Leópolis Lidianópolis Lindoeste Loanda Lobato Londrina Luiziana Lunardelli Lupionópolis Mallet Mamborê Mandaguaçu Mandaguari Mandirituba Manfrinópolis Mangueirinha Manoel Ribas Marechal Cândido Rondon Maria Helena Marialva Marilândia do Sul Marilena Mariluz Maringá Mariópolis (1) IBGE.591.100.93 39.79 34.100.56 39.49 16.60.42 76.100.012.80 90.87 60.016.447.063.98 35.100.76 67.35 73.0 90.651.1 .100.100.38 49.26 40.856.321.627.0 90.0 90.100.1 .1 .73 29.1 .0 90.1 .595.079.100.80 90.52 29.447.591.50 47.63 47.016.0 90.450.824.55 32.0 90.27 21.1 .859.915.172.1 .65 21.1 .76 67.595.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 152.0 90.0 90.1 .058.012.93 24.058.56 18.1 .31 71.1 .063.1 .0 90.0 90.0 90.0 90.100.583.0 90.0 90.0 90.89 16.100.0 90.47 172.64 21.25 19.188.13 30.629.172.1 .31 71.321.162.100.01 26.100.761.51 19. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.632.070.: 113 .

49 26.1 .40 119.1 .63 158.1 .100.758.24 58.0 90.73 32.74 29.871.02 20.37 20.210.35 13.100.98 28.0 90.1 .712.65 69.0 90.100.1 .1 .210.0 90.68 146.575.24 11.47 7.637.041.1 .1 .04 66.130.438.0 90.100.987.0 90.100.100.0 90.1 .616.77 12.55 245.11 17.Capítulo I .1 .417.100.83 21.02 40.51 55.331.499.82 34.92 34.943.07 39.1 .91 50.100.091.17 29. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.149.100.0 90.66 15. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.585.508.66 15.960.0 90.0 90.1 .1 .100.0 90.100.467.0 90.39 34.0 90.438.85 57.0 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.100.: 114 .386.68 10.543.1 .0 90.401.331.527.386.100.467.16 21.0 90.100.100.0 90.481.68 137.100.1 .100.1 .0 90.100.33 17.100.55 20.100.1 .98 28.100.74 29.581.100.0 90.51 55.0 90.02 20.100.205.1 .619.36 66.1 .1 .149.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .17 29.1 .100.54 9.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.22 65.1 .63 158.51 20.55 245.194.787.55 20.303.14 18.0 90.619.100.49 39.73 90.401.1 .51 20.1 .575.303.616.1 .0 90.0 90.1 .100.47 7.100.453.999.1 .65 69.0 90.22 65.046.0 90.637.40 119.100.33 17.0 90.943.100.1 .0 90.1 .987.0 90.100.100.49 39.39 34.55 34.242.0 90.0 90.792.58 47.0 90.046.24 11.0 90.543.1 .1 .89 39.194.205.37 20.0 90.1 .100.85 57.076.100.1 .417.100.386.100.0 Maripá Marmeleiro Marquinho Marumbi Matelândia Matinhos Mato Rico Mauá da Serra Medianeira Mercedes Mirador Miraselva Missal Moreira Sales Morretes Munhoz de Melo Nossa Senhora das Graças Nova Aliança do Ivaí Nova América da Colina Nova Aurora Nova Cantu Nova Esperança Nova Esperança do Sudoeste Nova Fátima Nova Laranjeiras Nova Londrina Nova Olímpia Nova Santa Bárbara Nova Santa Rosa Nova Prata do Iguaçu Nova Tebas Novo Itacolomi Ortigueira Ourizona Ouro Verde do Oeste Paiçandu Palmas Palmeira Palmital Palotina Paraíso do Norte Paranacity (1) IBGE.581.1 .92 34.712.585.091.100.927.1 .1 .0 90.100.927.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 32.14 18.453.100.1 .81 13.1 .0 90.35 13. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.20 20.82 34.000.100.54 9.58 47.55 34.11 17.721.0 90.100.0 90.386.242.250.0 90.136.1 .250.04 12.04 12.100.77 12.1 .280.81 13.787.499.999.508.871.49 26.280.100.0 90.24 58.68 10.91 50.041.1 .20 20.1 .960.100.02 40.0 90.481.076.

1 .1 .1 .100.68 22.100.37 12.36 40.0 90.1 .59 22.11 20.1 .53 80.021.100.1 .100.730.100.0 90.024.1 .1 .771.11 18.547.784.77 11.450.100.100.0 90.379.16 22.0 30.005.75 120.05 22.75 32.100.100.62 6.91 36.Capítulo I .20 42.790.1 .1 .977.41 42.87 26.021.55 89.711.136.0 90.100.724.106.960.: 115 .99 54.465.0 90.0 90.85 15.897.1 .70 36.53 200.100.55 29.1 .1 .62 6.82 18.987.207.0 90.843.016.0 90.024.60.1 .09 54.1 .1 .875.763.0 90.100.088.0 90.0 90.1 .72 140.21 16.41 42.91 36.064.100.30 36.033.609.1 .05 22.100.593.100.1 .0 90.0 90.784.51 81.100.843.1 .0 90.100.1 .77 11.45 228.033.64 20.500.0 90.164.100.159.50 18.100.1 .0 90.65 167.771.100.60.558.650. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 90.064.28 206.100.864.005.100.724.960.483.1 .100.75 120.593.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .89 43.0 90.1 .379.0 90.0 90.1 .207.0 90.640.36 32.90 19.11 20.000.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 80.1 .1 .1 .977.711.0 90.0 90.36 33.0 90.37 12.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.20 42.1 .1 .100.900.72 74.0 90.763.197.866.67 24.1 .0 30.37 22.987.0 90.0 Paranaguá Paranapoema Paranavaí Pato Bragado Pato Branco Paula Freitas Paulo Frontin Peabiru Perobal Pérola Pérola d'Oeste Piên Pinhais Pinhalão Pinhal de São Bento Pinhão Piraí do Sul Piraquara Pitanga Pitangueiras Planaltina do Paraná Planalto Ponta Grossa Pontal do Paraná Porecatu Porto Amazonas Porto Barreiro Porto Rico Porto Vitória Prado Ferreira Pranchita Presidente Cas telo Branco Primeiro de Maio Prudentópolis Quarto Centenário Quatiguá Quatro Barras Quatro Pontes Quedas do Iguaçu Querência do Norte Quinta do Sol Quitandinha (1) IBGE.100.483.100.312.312.200.58 35.452.0 90.95 23.613.237.36 9.0 90.197.51 81.554.330.0 90.75 32.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.854.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.90 19.93 12.1 .45 228.693.73 17.100.89 43.30 36.14 123.36 40.100.55 89.65 167.37 46.37 46.82 18.1 .237.100.0 90.100.100.95 23.1 .93 12.100.718.159.66 20.67 24.100.558.452.1 .37 22.100.866.178.0 90.1 .68 22.21 16.36 9.83 15.554.640.0 90.100.718.53 90.1 .1 .106.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.58 35.088.0 90.0 90.1 .53 200.100.100.100.1 .55 26.0 90.31 36.02 29.100.100.0 90.136.73 17.730.164.

03 59.100.100.31 32.517.100.214.13 42.0 90.517.100.437.05 10.918. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.17 18.100.1 .780.: 116 .100.1 .584.1 .0 90.61 62.31 32.0 90.745.0 90.327.100.118.1 .0 90.1 .18 8.17 18.499.1 .748.54 45.608.1 .05 10.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.07 12.19 71.1 .0 90.117.70 16.73 25.28 75.84 44.100.1 .95 44.1 .1 .100.1 .621.237.5 0 70.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 24.64 19.748.547.100.0 90.0 90.467.617.1 .76 60.780.92 24.07 168.47 34.60 28.50 70.0 90.0 90.896.685.896.0 90.169.100.100.547.51 25.1 .16 27.91 20.0 90.92 24.57 72.600.1 .118.1 .214.083.100.91 55.100.600.617.0 90.499.1 .849.1 .0 90.877.0 90.54 45.61 62.33 16.736.783.52 21.100.55 17.55 17.57 72.0 90.18 8.38 12.73 25.876.100.16 27.100.467.1 .51 25.22 37.0 90.52 21.939.76 60.0 90.92 82.72 32.43 48.0 90.1 .1 .07 168.34 34.939.421.23 35.1 .237.447.849.44 17.34 34.29 24.100.100.747.1 .876.37 31.670.1 .270.0 90.100.176.100.1 .100.22 37.136.92 82.1 .100.43 48.70 16.918.100.1 .117.0 90.608.100.0 90.997.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.285.662.100.13 42.0 90.1 .426.0 90.19 71.685.84 44.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .621.0 90.100.100.100.72 32.91 20.37 31.23 35.0 90.100.0 90.1 .0 90.662.100.64 19.44 17.91 83.000.1 .745.1 .0 90.1 .447.100.990.100.990.60 28.670.51 84.100.03 59.0 90.28 75.0 Ramilândia Rancho Alegre Rancho Alegre d'Oeste Realeza Rebouças Renascença Reserva Reserva do Iguaçu Ribeirão Claro Ribeirão do Pinhal Rio Azul Rio Bom Rio Bonito do Iguaçu Rio Branco do Ivaí Rio Branco do Sul Rio Negro Rolândia Roncador Rondon Rosário do Ivaí Sabáudia Salgado Filho Salto do Itararé Salto do Lontra Santa Amélia Santa Cecília do Pavão Santa Cruz de Monte Castelo Santa Fé Santa Helena Santa Inês Santa Isabel do Ivaí Santa Izabel do Oeste Santa Lúcia Santa Maria do Oeste Santa Mariana Santa Mônica Santana do Itararé Santa Tereza do Oeste Santa Terezinha de Itaipu Santo Antônio da Platina Santo Antônio do Caiuá Santo Antônio do Paraíso (1) IBGE.083.91 55.100.1 .877.270.0 90.912.0 90.783.169.29 90.584.0 90.285.997.100.1 .0 90.95 44.176.467.51 84.Capítulo I .736.100.54 44.100.100.327.100.47 34.54 44.91 83.1 .0 90.0 90.136.1 .0 90.421.1 .1 .426.0 90.747.1 .912.33 16.1 .100.1 .1 .0 90.0 90.

100.100.14 18.14 24.0 30.25 66.700.0 90.100.713.49 21.589.100.429.520.07 19.645.1 .260.19 70.636.512.173.70 22.99 29.1 .367.1 .54 137.49 43.05 222.62 21.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.25 66.906.0 90.0 90.0 90.1 .0 Santo Antônio do Sudoeste Santo Inácio São Carlos do Ivaí São Jerônimo da Serra São João São João do Caiuá São João do Ivaí São João do Triunfo São Jorge d'Oeste São Jorge do Ivaí São Jorge do Patrocínio São José da Boa Vista São José das Palmeiras São José dos Pinhais São Manuel do Paraná São Mateus do Sul São Miguel do Iguaçu São Pedro do Iguaçu São Pedro do Ivaí São Pedro do Paraná São Sebastião da Amoreira São Tomé Sapopema Sarandi Saudade do Iguaçu Sengés Serranópolis do Iguaçu Sertaneja Sertanópolis Siqueira Campos Sulina Tamarana Tamboara Tapejara Tapira Teixeira Soares Telêmaco Borba Terra Boa Terra Rica Terra Roxa Tibagi Tijucas do Sul (1) IBGE.1 .72 30.50 35.93 40.93 40.0 90.11 10.0 90.0 90.14 18.49 43.475.23 32.11 10.118.338.0 90.100.0 90.438.: 117 .23 32.100.655.85 51.367.70 22.521.1 .100.1 .1 .100.1 .1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.645.100.784.34 82.03 44.0 90.0 90.260. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.100.305.0 90.100.100.129.1 .07 15.0 90.100.1 .80 85.1 .0 90.24 134.0 90.973.0 90.285.61 67.338.1 .0 90.100.0 90.53 44.000.100.367.0 90.25 90.589.475.369.0 90.1 .170.100.129.157.90.24 134.512.100.0 90.600.96 37.100.401.1 .100.100.1 .68 27.100.1 .96 37.945.182.0 90.34 82.100.74 38.13 71.0 90.100.1 .508.19 70.062.72 32.1 .521.0 90.274.61 59.70 93.1 .0 90.64 31.359.37 26.508.100.100.100.Capítulo I .712.1 .85 51.04 48.68 27.86 29.1 .367.0 60.359.617.1 .100.713.0 90.100.70 93.177.004.404.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.120.424.617.0 90.1 .continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 32.600.55 9.16 29.38 31.1 .0 90.332.0 90.696.945.1 .05 299.0 90.54 59.100.53 138.177.1 .61 67.0 90.1 .50 35.440.429.274.55 9.69 84.1 .157.14 24.49 21.1 .37 26.669.100.1 .655.100.0 90.669.1 .0 90.74 38.26 16.404.062.72 30.712.173.1 .81 40.13 71.1 .85 29.700.100.81 40.07 19.636.26 89.61 59.72 32.1 .69 84.396.100.784.1 .60.120.07 15.26 89.0 90.53 133.1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .62 21.1 .100.100.0 90.80 85.285.100.25 32.189.1 .906.0 90.32 48.0 90.100.118.170.100.26 16.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .182.0 90.0 90.440.

0 Toledo Tomazina Três Barras do Paraná Tunas do Paraná Tuneiras do Oeste Tupãssi Turvo Ubiratã Umuarama União da Vitória Uniflor Uraí Wenceslau Braz Ventania Vera Cruz do Oeste Verê Vila Alta Doutor Ulysses Virmond Vitorino Xambrê (1) IBGE.87 50.67 30.290.0 90.0 90.100.100.031.04 65.290.900.57 90.87 50.1 .77 78.0 90.100.1 .268.833.0 90.73 9.94 59.0 90.77 78.58 31. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.52 123.205.59 24.0 90.100.0 90.518.25 68.0 90.0 90.100.05 73.1 .1 .77 23.100.05 73.1 .0 90.100.66 91.833.773.1 .900.100.334.399.0 90.580.Capítulo I .94 59.0 90.0 90.369.100.03 70.0 90.334.150.100.100.239.205.0 90.533.100.77 23.04 74.100.100.100.476.52 123.1 .1 .96 32.1 .369.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .41 36.04 68.1 .100.314.402.1 .402.226.399.773.512.100.0 90.100.1 .50 95.1 .96 32.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.50 95.239.0 90.66 91.59 24.449.100.100.268.87 29.1 .75 31.512.73 9.41 36.031.1 .1 .73 39.580.476.449. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .314.164.164.000.57 120.03 70.1 .04 65.25 68.87 29.: 118 .67 30.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Paraná inseridos no Domínio da Mata Atlântica (399 Municípios .1 .100.73 39.533.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 120.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.226.0 90.0 90.

40 13.1 .100.0 90.91 15.31 3.100.0 90.05 28.750.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.02 42.Capítulo I .0 90.66 38.0 90.: 119 .11 38.0 90.989.0 90.0 90.100.289.0 90.0 90.958.100.0 1 36.100.100.100.1 .36 63.635.911.943.100.140.85 95.23 6.400.159.70 56.49 71.36 63.128.622.0 90.100.958.100.635.386.97 10.1 .1 .100.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Rio de Janeiro inseridos no Domínio da Mata Atlântica (91 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 81.100.1 .1 .0 90.1 .69 36.0 90.1 .96 13.547.782.52 25.750.1 .989.006.006.100.821.41 35.100.881.70 54.0 90.100.874.369.70 30.0 90.512.18 90.76 403.1 .0 90.1 .513.612.0 90.821.100.67 40.289.30 11.76 10.100.811.100.100.04 29.70 56.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.92 121. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.000.841.100.1 .70 7.950.100.24 71.100.356.0 90.176.1 .59 3.1 .1 .659.1 .943.0 90.831.1 .1 .49 34.100.99 13.1 .0 90.109.1 .76 403.1 .747.1 .1 .82 34.18 79.14 11.159.55 22.100.257.882.49 8.673.73 46.1 .1 .1 .064.10 8.0 90.66 27.19 110.100.882.153.950.0 90.0 90.830.1 .11 38.0 90.523.757.622.90.100.37 15.0 Angra dos Reis Aperibé Araruama Areal Armação de Búzios Arraial do Cabo Barra do Piraí Barra Mansa Belford Roxo Bom Jardim Bom Jesus do Itabapoana Cabo Frio Cachoeiras de Macacu Cambuci Campos dos Goytacazes Cantagalo Carapebus Cardoso Moreira Carmo Casimiro de Abreu Comendador Levy Gasparian Conceição de Macabu Cordeiro Duas Barras Duque de Caxias Engenheiro Paulo de Frontin Guapimirim Iguaba Grande Itaboraí Itaguaí Italva Itaocara Itaperuna Itatiaia Japeri Laje do Muriaé Macaé Macuco Magé Mangaratiba Maricá Mendes (1) IBGE.52 46.050.70 30.836. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.43 57.41 35.272.1 .0 90.92 121.1 .0 90.813.911.61 42.402.1 .17 95.100.816.457.100.620.02 42.1 .568.747.1 .320.0 90.0 90.0 90.1 .1 .582.100.0 90.100.62 29.100.1 .0 60.804.0 90.457.1 .1 .109.1 .100.52 46.70 54.55 22.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.73 46.61 42.0 90.69 36.97 8.620.083.49 34.52 25.874.671.37 27.050.512.52 11.974.100.99 51.33 36.82 34.100.659.100.33 60.19 110.0 90.35 57.01 36.1 .526.1 .61 7.100.23 6.371.356.100.100.100.671.0 90.100.66 38.33 60.0 90.881.67 40.0 90.42 8.97 8.30 11.1 .36 13.0 90.386.371.100.1 .629.0 90.78 51.10 8.0 90.

094.71 37.100.0 90.76 17.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.491.100.100.772.08 12.1 .21 14.1 .0 90.62 77.100.1 .0 Miguel Pereira Miracema Natividade Nilópolis Niterói Nova Friburgo Nova Iguaçu Paracambi Paraíba do Sul Parati Paty do Alferes Petrópolis Pinheiral Piraí Porciúncula Porto Real Quatis Queimados Quissamã Resende Rio Bonito Rio Claro Rio das Flores Rio das Ostras Rio de Janeiro Santa Maria Madalena Santo Antônio de Pádua São Fidélis São Francisco de Itabapoana São Gonçalo São João da Barra São João de Meriti São José de Ubá São José do Vale do Rio Preto São Pedro da Aldeia São Sebastião do Alto Sapucaia Saquarema Seropédica Silva Jardim Sumidouro Tanguá (1) IBGE.491.17 46.946.100.0 90.100.1 .63 111.092.100.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Rio de Janeiro inseridos no Domínio da Mata Atlântica (91 Municípios .65 84.1 .100.072.100.672.684.247.18 39.0 90.346.100.62 77.100.0 90.0 90.677.72 25.1 .0 90.53 7.80 111.49 111.72 93.167.100.: 120 .0 90.100.1 .100.100.816.100.021.100.346.1 .0 90.83 50.925.000.0 90.751.751.492.0 90.38 30.59 26.1 .60 7.55 28.972.56 22.0 90.1 .0 90.215.540.76 17.0 90.100.190.1 .167.100.548.0 90.33 1.189.1 .1 .592.1 .0 90.1 .72 93.0 90.880.1 .56 23.100.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.77 81.100.880.100.822.100.21 14.19 28.453.19 46.70 94.100.76 30.12 54.100.100.44 46.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.784.784.094.0 90.99 81.0 90.0 90.1 .1 .0 90.788.67 61.55 90.384.100.738.14 71.00 55.1 .Capítulo I .0 90.72 91.72 25.247.1 .100.70 126.100.0 90.038.980.1 .0 90.60 7.16 38.704.1 .1 .788.1 .18 39.592.38 30.100.0 90.989.072.492.980.74 24.792.1 .706.33 1.46 47.925.706.328.310.068.100.67 61.062.08 5.0 90.19 125.1 .16 38.1 .816.52 3.83 50.310.17 46.100.100.1 .1 .08 13.31 93.0 90.0 90.540.413.736.50 3.278.1 .02 103.1 .156.100.1 .14 71.1 .215.1 .100.09 26.0 90.946.02 103.19 28.12 54.1 .062.continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 28.53 7.76 30.59 35.84 24.100.70 58.70 58.100.0 90.65 84.35 35.46 47.0 90.49 111.0 90.672.175.0 90.677.1 .70 94.0 90.73 25.989.092.100.71 37.0 90.1 .35 35.74 24.116.684.0 90.664.1 .1 .0 90.384.1 .100.784.278.068.100.561.328.100.664.08 5.704.59 35.0 90.794.34 31.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.792.90 31.00 55.

0 90.52 32.81 18.1 .81 18.538.02 55. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.021.52 130.1 .0 Teresópolis Trajano de Morais Três Rios Valença Varre-Sai Vassouras Volta Redonda (1) IBGE.021.1 .378.0 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.02 55.0 90.: 121 .24 19.100.0 90.96 77.52 130.538.1 .1 .0 90.Capítulo I .96 90.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado do Rio de Janeiro inseridos no Domínio da Mata Atlântica (91 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 77.280.1 .100.0 90.378.100.280.232.24 19.13 59.097.802.100.13 59.097.52 32.1 .100.802. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.000.232.

996.45 3.813.15 26.21 13.0 0.81 72.77 11.91 15.0 10.1 .100.1 .385.435.100.61 15.96 18.999.539.93 23.1 .777.100.10 49.39 18. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.721.1 .58 149.100.646.101.707.43 15.0 10.1 .328.1 .697.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.390.368.440.10.1 .79 26.94 50.51 4.54 28.41 27.278.10.651.0 90.665.30.100.05 10.0 90.0 90.18 10.60 28.90.30.30 4.10.73 5.988.1 .056.1 .32 4.1 .10.1 .1 .842.34 12.1 .90.1 .1 .1 .976.144.0 90.49 18.067.0 90.100.00 13.000.0 30.0 30.624.04 82.891.07 10.317.535.0 10. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.04 5.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Norte inseridos no Domínio da Mata Atlântica (27 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Arês Baía Formosa Brejinho Canguaretama Ceará-Mirim Espírito Santo Extremoz Goianinha Macaíba Maxaranguape Montanhas Monte Alegre Natal Nísia Floresta Nova Cruz Parnamirim Passagem Pedro Velho Pureza Rio do Fogo São Gonçalo do Amarante São José de Mipibu Senador Georgino Avelino Tibau do Sul Touros Várzea Vila Flor 11.0 90.60.100.0 10.1 .74 12.73 16.326.58 21.21 11.100.39 31.1 .010.0 60.1 .Capítulo I .00 29.30.027.0 90.319.0 90.100.59 16.435.90.60.: 122 .0 90.436.1 .0 90.0 (1) IBGE.952.100.505.1 .597.63 13.43 31.777.067.100.1 .1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.20 25.30.0 0.0 30.0 0.23 2.332.0 0.10 4.08 16.70 2.1 .61 2.174.1 .0 60.409.161.20 24.72 4.051.102.1 .06 12.0 60.173.663.23 1.46 4.90.100.63 6.37 24.0 60.895.597.77 90.1 .07 642.60.179.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.

857.85 73.60 254.01 53.40 10.1 .85 70.100.82 6.346.1 .90.100.0 90.0 90.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.502.625.14 8.0 90.287.100.727.981.1 .41 50.35 24.667.753.0 90.60 157.45 14.0 90.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Água Santa Agudo Ajuricaba Alecrim Alegria Alpestre Alto Alegre Alto Feliz Alvorada Amaral Ferrador Ametista do Sul André da Rocha Anta Gorda Antônio Prado Arambaré Araricá Aratiba Arroio do Meio Arroio do Sal Arroio do Tigre Arroio Grande Arvorezinha Augusto Pestana Áurea Balneário Pinhal Barão Barão de Cotegipe Barão do Triunfo Barra do Guarita Barra do Ribeiro Barra do Rio Azul Barra Funda Barracão Barros Cassal Benjamin Constant do Sul Bento Gonçalves Boa Vista do Buricá Boa Vista do Sul Bom Jesus Bom Princípio Bom Progresso Bom Retiro do Sul 35.1 .65 12.100.927.1 .1 .0 60.80 38.804.601.09 5.691.09 52.289.71 34.0 90.18 34.100.70 27.515.0 90.333.140.057.1 .260.1 .982.97 13.14 38.100.65 12.742.832.765.1 .35 24.0 90.100.1 .02 10.: 123 .100.0 90.0 90.287.100.100.927.1 .1 .753.01 15.47 7.81 8.100.338.60.877.000.621.0 90.100.100.092.53 50.0 90.15 32.461.92 29.508.600.0 (1) IBGE.14 28.502.1 .272.82 6.80 33.0 90.508.246.1 .100.10 7.26 7.533.530.7 64.46 9.67 34.100.461.0 90.1 .24 12.04 263.613.100.18 34.461.0 90.11 17.100.791.82 9.100.0 90.90.1 .408.1 .315.Capítulo I .92 29.742.1 .294.0 90.832.20 3.04 263.233.82 9.100.515.0 90.41 51.66 33.761.97 8.1 .1 .55 32.092.0 90.1 .93 14.294.0 90.15 32.1 .82 3.289.0 30.333.1 .55 31.025.100.338.0 90.100.90.01 15.233.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.266.0 90.01 10.0 90.60.44 27.0 90.1 .196.100.0 90.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.157.0 90.100.1 .80 33.70 64.1 .1 .83 12.36 15.456.0 90.1 .112.100.346.1 .62 6.1 .51 6.27 15.1 .478.1 .600.0 30. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.408.100.100.11 53.530.456.26 7.1 .100.100.0 90.53 21.1 .025.67 90.2691.100.0 90.100.100.40 10.0 90.47 31.1 .034.40 17.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.66 43.100.100.100.14 8.272.312.1 .312.1 .196.100.1 .0 90.012.034.01 11.260.66 33.46 9.877.0 60.66 23.0 60.742.84 8.76 38.0 90.0 90.71 34.804.100.34 31.538.0 90.02 10.00 10.374.1 .1 .00 10.1 .

12 15.25 22.07 3.689.0 90.100.100.27 158.1 .70 168.373.0 90.889.55 27.4004.0 90.249.19 25.1 .581.10.100.96 37.19 25.71 8.1 .13 53.818.75 90.1 .0 90.592.0 90.738.90.672.1 .004.92 18.1 .1 .73 7.10 29.35 371.0 90.95 46.15 13.998.456.166.1 .1 .100.1 .447.90.0 60.738.78 20.005.1 .0 90.0 90.447.100.71 18.67 147.000.1 .100.0 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.013.786.0 90.1 .371.15 13.1 .100.0 10.65 93.43 78.8948.0 90.0 90.639.15 22.0 (1) IBGE.98 1.79 20.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.330.15 22.100.100.1 .0 90.697.0 90.1 .890.0 90.31 13.54 24.1 .46 115.34 13.Capítulo I .0 90.460.069.30.405.0 90.278.98 13.28 27.456.54 20.050.100.66 24.1 .100.36 45.1 .75 304.0 90.25 22.94 7.0 90.1 .06 18.20 18.95 4.0 90.100.09 29.73 7.95 1.100.1 .590.10.050.13 53.100.100.079.6 6.1 .0 60.97 9.: 124 .1 .79 11.610.86 55.1 .546.1 .60 74.28 39.95 93.0 90.467.278.174.764.66 24.538.004.0 90.30.1 .1 .25 90.28 41.0 0.10.100.100.46 4.595.71 8.25 3.270.782.7 166.55 27.1 .063.889.60.890. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Boqueirão do Leão Braga Brochier Butiá Caçapava do Sul Cachoeira do Sul Cachoeirinha Cacique Doble Caibaté Caiçara Camaquã Camargo Cambará do Sul Campestre da Serra Campina das Missões Campinas do Sul Campo Bom Campo Novo Campos Borges Candelária Cândido Godói Canela Canguçu Canoas Capão da Canoa Capão do Leão Capela de Santana Capitão Capivari do Sul Caraã Carazinho Carlos Barbosa Carlos Gomes Casca Caseiros Catuípe Caxias do Sul Centenário Cerrito Cerro Branco Cerro Grande Cerro Grande do Sul Cerro Largo 27.125.0 90.100.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.376.6 16.100.1 .456.0 0.1 .100.10.59 5.998.538.1 .0 90.120.100.100.100.1546.720.620.985.174.100.46 115.1 .1 .270.68 13.100.55 9.94 7.0 0.0 0.6 61.1 .79 1.0 10.0 90.590.979.536.06 9.0 90.2460.391.55 13.100.54 20.52 5.249.805.805.405.085.0 30.371.60.1 .36 1.371.0 90.1 .27 158.976.1 .079.93 60.639.1 .1 .481.1 .0 90.948.100.1 .60 61.1 .354.86 352.0 30.54 2.1 .100.07 32.96 24.782.409.100.96 15.100.764.37 4. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.373.005.0 90.34 13.100.985.60 17.100.0 90.818.

661.573.1 .0 90.52 36.238.42 7.459.100.10 10.08 14.0 0.78 7.890.30.024.131.67 17.90 27.1 .08 15.886.1 .0 30.45 11.744.10.100.975.0 10.593.110.62 10.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Chapada Charqueadas Charrua Chiapeta Chuí Chuvisca Cidreira Ciríaco Colinas Colorado Condor Constantina Coqueiros do Sul Coronel Barros Coronel Bicaco Cotiporã Coxilha Crissiumal Cristal Cristal do Sul Cruz Alta Cruzeiro do Sul David Canabarro Derrubadas Dezesseis de Novembro Dois Irmãos Dois Irmãos das Missões Dois Lajeados Dom Feliciano Dom Pedro de Alcântara Dona Francisca Doutor Maurício Cardoso Doutor Ricardo Eldorado do Sul Encantado Engenho Velho Entre Rios do Sul Entre-Ijuís Erechim Ernestina Erval Grande Erval Seco Esmeralda 69.100.0 30.1 .100.07 5.512.29 41.08 128.63 55.60.10.56 7.32 39746 19.0 30.79 55.61 36.30.53 11.0 30.58 52.1 .100.12 24.00 20.0 90.0 10.48 76.55 24.414.1 .0 90.39 243.93 18.31 28.100.41 68.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .0 90.621.0 90.0 90.520.551.72 7.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .100.407.0 90.1 .38 14.100.543.543.0 60.1 .932.0 90.0 90.555.58 12.0 90.177.775.024.58 11.081.0 90.60.60 27.04 21.939.47 27.90 126.1 .363.40 25.295.65 27.52 21.303.7 128.100.0 0.325.100.932.62 17.0 30.1 .79 27.11 11.528.15 16.60.78 11.0 90.238.1 .335.71 43.0 (1) IBGE.1 .1 .1 .1 .0 90.60.1 .191.032.0 0.495.0 90.1 .0 90.1 .100.40 25.51 19.520. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.10 27.086.170.1 .83 140.1 .60.539.99 16.0 0.33.0 90.90.Capítulo I .299.862.447.1 .11 21.0 60.1 .78 1.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .681.0 90.459.292.99 15.890.100.29 34.100.10 10.0 90.775.29 36.1 .59 5.100.495.512.1 .086.55 24.07 5.414.100.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.29 2.845.476.0 90.32 39.100.100.1 .496.1 .0 90.656.39 493.100.183.492.9 504.0 10.87 28.185.1 .71 24.1 .30.100.746.02 18.1 .100.61 36.363.939.226.000.78 7.323.886.100.893.481.6133.0 90.100.1 .1 .83 42.0 30.39 7.30.0 90.1 .87 15.1 .100.216.10.100.77 9.59 45.1 .0 90.1 .72 29.0 90.59 25.405.349.1 .0 90.1 .0 90.399.79 28.299.325.1 .78 17.170.62 12.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.79 9.1 .49 21.: 125 .29 19.46 46.845.100.60.349.10.100.67 17.90.681.0 90.78 49.

706.0 90.31 85.1 .1 .100.22 19.0 90.620.605.22 47.1 .1 .60 27.871.1 .1 .0 90.27 119.1 .100.10.54 29.77 18.0 90.1 .1 .0 90.100.0 90.1 .0 90.03 47.1 .100.100.58 5.0 90.1 .0 90.1 .43 0.90.16 16.76 14.1 .0 90.1 .682.100.383.86 29.0 90.100.60 27.368.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.41 9.268.100.2732.0 90.0 90.0 90.257.89 20.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Esperança do Sul Espumoso Estação Estância Velha Esteio Estrela Estrela Velha Eugênio de Castro Fagundes Varela Farroupilha Faxinal do Soturno Faxinalzinho Fazenda Vilanova Feliz Flores da Cunha Floriano Peixoto Fontoura Xavier Formigueiro Fortaleza dos Valos Frederico Westphalen Garibaldi Garruchos Gaurama General Câmara Gentil Getúlio Vargas Giruá Glorinha Gramado Gramado dos Loureiros Gramado Xavier Gravataí Guabiju Guaíba Guaporé Guarani das Missões Harmonia Herveiras Horizontina Humaitá Ibarama Ibiaçá 14.100.79 57.1 .0 90.0 90.620.09 21.221.1 .604.766.268.675.10 8.607.96 68.319.23 39.239.744.221.00 5.871.0 (1) IBGE.15 11.0 90.100.79 31.100.100.1 .620.20 33.45 14.09 16.857.1 .54 219.306.05 21.100.121.1 .100.100.1 .1 .82 42.0 90.607.257.1 .100.44 13.0 60.76 28.100.85 9.87 8.1 .100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.02 31.53 26.02 24.821.8 5 39.55 23.: 126 .230.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.306.0 90.121.172.22 14.889.76 90.481.86 26.61 2.45 2.1 .100.100.1 .889.946.55 23.747.22 14.99 55.857.54 29.100.0 90.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.497.68 88.747.744.0 90.0 90.903.0 10.393.1 .1 .000.0 90.847.245.368.100.54 83.0 90.622.1 .100.767.41 9.57 28.0 0.284.440.1 .A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .682.393.100.245.99 14.10.440.0 90.26 13.22 19.Capítulo I .400.383. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.15 11.684.85 39.1 .0 90.0 90.10.20 33.238.93 82.10 8.821.45 14.100.100.397.1 .1 .03 47.100.57 22.22 49.1 .0 90.543.0 90.404.100.06 4.230.03 18.0 90.0 0.10.99 58.100.86 29.06 4.162.100.61 12.732.284.1 .566.1 .162.79 57.75 5.543.61 2.605.02 24.0 90.30.76 27.0 90.100.09 16.404.0 90.397.297.35 18.092.497.151.100.100.096.1 .239.61 14.0 0.23 39.99 14.096.1 .100.35 18.100.100.45 37.34 20.059.1 .1 .16 16.1 .1 .0 0.

1 .009.089.79 68.0 90.99 67.89 38.0 90.161.23 280.90.01 6.301.0 90.1 .0 0.0 90.12 18.67 5.90.12 4.1 .100.04 20.902.1 .301.1 .07 3.100.07 11.92 37.0 60.1 .157.090.529.084. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.582.44 6.05 185.: 127 .04 13.0 90.1 .439.0 90.0 10.34 14.859.10.1 .1 .949.100.514.1 .100.100.0 90.68 207.76 35.001.100.57 61.81 60.1 .437.990.0 90.1 .0 90.98 18.100.512.1 .03 17.80 177.447.1 .78 13.290.551.46 34.100.06 8.62 19.529.0 90.1 .88 90.699.697.317.657.66 40.03 14.092.100.17 1.68 13.1 .11 8.000.45 25.625.0 90.882.915.63 8.0 60.0 90.00 90.001.0 90.12 12.84 14.633.944.1 .0 90.14 25.090.290.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Ibiraiaras Ibirapuitã Ibirubá Igrejinha Ijuí Ilópolis Imbé Imigrante Independência Inhacorá Ipê Iraí Itaara Itapuca Itatiba do Sul Ivorá Ivoti Jaboticaba Jacutinga Jaguarão Jaguari Jaquirana Jari Jóia Júlio de Castilhos Lagoa Dos Patos Lagoa dos Três Cantos Lagoa Mirim Lagoa Vermelha Lagoão Lajeado Lajeado do Bugre Liberato Salzano Lindolfo Collor Linha Nova Machadinho Mampituba Maquiné Maratá Marau Marcelino Ramos Mariana Pimentel 31.90.990.67 91.354.100.1 .747.100.60.1 .181.77 11.1 .055.0 30.0 0.57 61.0 10.0 60.1 .1 .0 90.100.494.85 6.100.0 30.99 33.12 7.1 .76 35. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.32 36.46 87.0 90.017.51 15.100.200.0 60.13 21.1 .0 90.417.317.152.30.0 30.12 6.437.21 91.100.1 .1 .758.1 .0 90.529.1 .44 6.514.04 20.84 10.0 (1) IBGE.836.625.07 3.1 .92 37.943.417.578.41 17.446.0 90.0 90.88 81.152.62 32.10.055.745.100.1 .0 0.0 90.89 38.859.77 124.60.745.100.13 21.72 62.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .100.60.446.Capítulo I .1551.501.72 62.99 33.60.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.616.19 24.0 30.48 22.100.0 90.492.90.177.4 3.1 .157.177.753.100.96 59.1 .100.52 177.100.1 .100.23 39.13 22.817.951.959.633.1 .60.492.19 24.68 12.10.100.1 .0 90.0 90.526.362.32 62.10 10.51 15.100.1 .578.017.53 1.40 3.1 .07 11.1 .0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.13 22.354.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.1 .764.73 31.100.0 30.30.0 90.269.81 60.699.1 .1 .100.100.1 .092.

58 21.60.1 .936.220.1 .1 .85 35.0 60.25 25.1 .continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Mariano Moro Marques de Souza Mata Mato Castelhano Mato Leitão Maximili ano de Almeida Minas do Leão Miraguaí Montauri Monte Alegre dos Campos Monte Belo do Sul Montenegro Mormaço Morrinhos do Sul Morro Redondo Morro Reuter Mostardas Muçum Muitos Capões Muliterno Não-Me-Toque Nicolau Vergueiro Nonoai Nova Alvorada Nova Araçá Nova Bassano Nova Boa Vista Nova Bréscia Nova Candelária Nova Esperança do Sul Nova Hartz Nova Pádua Nova Palma Nova Petrópolis Nova Prata Nova Ramada Nova Roma do Sul Nova Santa Rita Novo Barreiro Novo Cabrais Novo Hamburgo Novo Machado 10.90.0 90.100.1 .1 .101.591.100.1 .959.Capítulo I .783.429.82 42.1 .0 90.597.1 .12 21.: 128 .42 44.100.815.36 55.070.100.71 12.36 37.100.100.838.277.81 22.1 .220.081.57 16.772.59 6.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .0 90.1 .1 .85 35.709.707.100.082.70 8.585.77 1.0 90.229.100.0 30.0 90.1 .813.377.9 10.606.100.1 .1 .723.1 .100.783.8 14.4164.53 7.0 90.1 .90.432.47 119.59 194.90.0 90.30 24.59 18.1 .24 45.100.0 90.203.1 .906.959.1 .1 .12 9.250.23 20.42 14.100.3 8.723.585.965.100.070.59 6.0 60.000.0 90.60 15.7833.0 90.80 5.270.47 119.1 .70 25.71 12.1 .623.0 60.0 90.0 90.0 90.1 .0 90.12 21.986.250.282.87 12.33 8.657.20 15.86 19.86 12.94 20.73 21.0 90.552.81 22.277.100.30.907.377.25 25.1 .627.100.0 90.70 20.1 .787.902.64 15.100.0 90.90.904.1 .707.1 .94 11.02 5.0 90.73 19.56 12.1 .81 10. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.81 10. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.1 .42 14.0 90.100.100.39 15.1 .100.100.0 90.89 10.77 16.47 24.100.521.78 8.591.907.36 55.100.1 .0 90.1 .203.1 .80 29.0 90.65 12.429.70 22.391.36 35.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .51 15.10.0 90.21 19.0 90.270.0 0.1 .100.6657.70 22.303.0 90.0% 90.58 21.100.02 5.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.912.100.1 .0 90.0 90.0 90.1 .552.627.72 12.581.100.100.772.232.53 7.94 11.1 .70 9.250.100.0 90.1 .232.289.100.317.405.100.01 5.25 90.100.959.0 (1) IBGE.317.73 21.82 425.0 60.101.902.100.081. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.74 10.42 44.100.519.0 90.0 90.0 90.12 9.250.33 14.80 29.60 29.1 .54 4.581.838.936.959.1 .0 90.24 4.08 4.0 10.

067.1 – 100.27 7.1 .74 5.0 90.0 90.38 10.49 27.0 90.806.0 90.67 92.917.939.384.86 11.1 .0 90.1 .633.1 .0 60.100.109.100.56 10.1 .0 90.858.995.0 90.100.1 .475.61 11.78 12.1 – 30.564.0 90.: 129 .0 10.100.1 – 100.338.000.080.424.46 30.087.1 .480.68 12.144.183.0 60.62 17.397. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.73 10.0 90.61 34.59 59.0 30.858.06 39.097.1 .89 4.1 .61 34.59 5.830.055.100.716.0 60.947.227.0 0.0 90.88 15.51 28.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Novo Tiradentes Osório Paim Filho Palmares do Sul Palmeira das Missões Palmitinho Panambi Pantano Grande Paraí Paraíso do Sul Pareci Novo Parobé Passa Sete Passo do Sobrado Passo Fundo Paverama Pedro Osório Pejuçara Pelotas Picada Café Pinhal Pinhal Grande Pinheirinho do Vale Pirapó Planalto Poço das Antas Pontão Ponte Preta Portão Porto Alegre Porto Lucena Porto Mauá Porto Vera Cruz Porto Xavier Pouso Novo Presidente Lucena Progresso Protásio Alves Putinga Quevedos Quinze de Novembro Redentora 7.0 90.29 37.929.1 .1 .100.1 .1 .1 – 100.59 5.776.59 17.0 90.85 13.883.Capítulo I .837.0 90.436.995.93 23.36 10.604.100.89 4.21 26.06 47.62 13.843.100.00 5.830.0 90.95 164.100.087.0 30.946.939.716.27 15.44 8.603.100.1 .10.968.883.06 154.56 7.760.1 .1 .00 5.929.51 28.46 58.1 .100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.60.29 75.130.49 27.436.58 27.100.683.337.30.02 21. (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.90.100.0 90.107.69 16.288.1 .67 10.0 90.1 – 100.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.0 0.607.61 11.692. 1997 .607.899.58 27.728.90.1 .100.251.1 .432.1 – 60.917.45 26.0 90.22 3.384.503.1 .1 – 90.46 67.470.0 90.622.29 30.1 .0 90.67 94.45 84.083.1 .06 31.0 90.25 90.269.43 49.338.1 .0 90.1 – 100.19 10.750.1 .269.0 60.0 10.445.62 54.30.0 10.21 8.91 22.1 .20 41.60 23.564.100.10 17.104.100.100.100.55 10.02 21.47 10.27 7.29 16.62 17.112.47 30.692.0 90.43 40.03 10.0 (1) IBGE.1 – 100.1 .622.69 148.86 14.02 17.0 90.760.47 30.10.112.78 14.346.43 23.100.46 49.0 90.100.50 23.0 90.742.74 52.0 0.786.424.0 90.144.1 .08 11.90.251.100.1 .288.85 13.100.100.346.0 90.1 .1 .011.1 .1 – 100.10.

100.97 106.285.512.541.0 90.140.1 .43 165.1 .99 23.10.46 41.746.100.14 20.1 .1 .745.0 90.1 .09 12.465.1 .100.0 90.60 24.100.1 .285.26 48.100.0 90.90.1 .932.100.309.055.746.3669.516.617.30.1 .93 10.1 .628.757.768.550.0 90.100.045.9390.53 30.46 6.31 7.90.0 0.413.37 8.31 9.4 20.1 .100.1 .04 11.0 90.100.93 27.0 60.0 90.02 8.02 36.100.100.100.854.766.02 8.0 10.1 .0 60.56 2.100.0 90.1 .82 95.0 90.0 (1) IBGE.272.48 7.12 14.79 95.86 524.0 30.1 .1 .79 67.0 90.0 10.217.65 82.045.0 90.779.1 .111.04 11.08 218.712.664.628.79 95.60.1 .0 90.18 12.756.327.31 12.631.868.898.409.332.602.1 .10.100.872.96 9.35 8.370.706.1 .100.53 250.705.96 50.705.10.0 90.60 21.983.46 90.1 .59 283.28 36.100.1 .60.1 .868.653.111.370.137.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Relvado Restinga Seca Rio dos µndios Rio Grande Rio Pardo Riozinho Roca Sales Rodeio Bonito Rolante Ronda Alta Rondinha Roque Gonzales Sagrada Família Saldanha Marinho Salto do Jacuí Salvador das Missões Salvador do Sul Sananduva Santa Bárbara do Sul Santa Clara do Sul Santa Cruz do Sul Santa Maria Santa Maria do Herval Santa Rosa Santa Tereza Santa Vitória do Palmar Santiago Santo Ângelo Santo Antônio da Patrulha Santo Antônio do Palma Santo Antônio do Planalto Santo Augusto Santo Cristo Santo Expedito do Sul São Domingos do Sul São Francisco de Assis São Francisco de Paula São Gabriel São Jerônimo São João da Urtiga São João do Polêsine São Jorge 11.70 25.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.30 32.100.75 333.0 90.1 .662.46 601.0 0.903.028.932.100.1 .1 .1 .37 8.40 20.0 90.547.849.2 13.0 90.100.55 61. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.29 41.1 .18 23.1 . (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.546.279.60 8.100.0 90.272.1 .100.766.30.: 130 .30.82 5.0 90.18 12.100.0 90.1 .55 61.0 10.09 12.541.854.100.0 0.0 60.1 .872.60 22.37 17.25 17.546.09 36.86 13.1 .86 454.100.141.100.0 90.59 268.14 7.0 90.Capítulo I .100.706.59 8.855.1 .945.96 50.0 90.0 90.0 30.876.30.1 .1 .002.1 .21 67.0 90.617.140.1 .35 8.669.0 90.99 23.100.19 36.46 11.93 27.47 326. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.24 7.000.140.00 12.1 .1 .0 90.855.63 97.46 16.56 333.93 182.023.140.0 90.516.100.0 90.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .90. 1997 .2 6 48.1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.0 90.31 7.648.97 104.63 18.1 .87 31.602.653.749.0 10.745.

65 202.374.654.809.52 44.622.1 .100.0 90.793.796.99 10.1 .048.1 .876.1 .1 .387.911.1 .1 .17 11.299.04 110.83 6.1 .54 24.514.569.341.1 .911.10.0 90.251.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.000.65 16.809.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % São José das Missões São José do Herval São José do Hortêncio São José do Inhacorá São José do Norte São José do Ouro São José dos Ausentes São Leopoldo São Lourenço do Sul São Luiz Gonzaga São Marcos São Martinho São Martinho da Serra São Miguel das Missões São Nicolau São Paulo das Missões São Pedro da Serra São Pedro do Butiá São Pedro do Sul São Sebastião do Caí São Sepé São Valentim São Valentim do Sul São Valério do Sul São Vendelino Sapiranga Sapucaia do Sul Sarandi Seberi Sede Nova Segredo Selbach Senador Salgado Filho Sentinela do Sul Serafina Corrêa Sério Sertão Sertão Santana Sete de Setembro Severiano de Almeida Silveira Martins Sinimbu 9. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.123.0 90.0 60.34 9.0 90.736.561.0 30.97 117.1 .764.0 90.30.81 3.100.1 .30.14 3.1 .48 14.1 .04 16.1 .154.14 3.85 11.25 13.1 .1 .100.0 90.0 90.862.0 10.30.25 26.30.622.100.48 14.100.30.156.54 217.736.21 50.32 26.100.561.0 90.1 .54 39.780.710.0 90.603.1 .572.1 .100.764.148.97 117.1 .1 .048.0 10.04 16.0 10.91 9.35 25.21 50.0 90.1 .008.100.454.90.52 12.277.0 90.55 23.340.24 17.1 .726.547.100.73 23.1 .45 138.569.0 90.9 2 9.98 28.100.02 10.736.54 24.454.796.736.0 90.1 .24 17.242.14 11.09 5.16 12.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Gran do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica de (436 Municípios .1 .138.76 31.171.100.76 11.708.100.401.100.60.100.100.0 90.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .0 90.61 11.78 31.1 .90.514.1 .100.45 7.485.22 10.03 14.875.100.976.1 .0 90.780.0 90.90.0 90.246.32 34.100.1 .0 90.726.251.793.0 90.06 88.0 10.277.830.96 16.710.793.0 (1) IBGE.8 26.1 .0 90.65 16.36 25.388.91 5.1 .510.401.98 28.584.100.08 66.0 90.1 .510.1 .1 .83 6.21 14.1 .435.88 11.100.04 113.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 90.154.0 10.100.21 14.1 .93 30.100.708.875.186.148.1 .08 20.100.0 90.1 .100.1 .0 90.91 5.09 9.341.34 90.100.79 15.100.100.96 16.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 90.99 10.0 60.757.19 2.Capítulo I .16 12.0 90.100.100.22 10.45 7.71 25.374.0 60.246.1461.91 9.17 11.100.75 159.71 25.1 .65 197.876.02 10.0 0.81 3.49 50.379.654.0 90.0 90.825.25 13.510.: 131 .100.

532.1 .67 14.656.100.9 12.282.Capítulo I .60 21.836.78 28.100.0 90.695.0 90.45 31.04 33.701.43 25.91 5.430.17 21.44 71.100.571.467.100.0 90.0 90.1 .100.0 90.0 90.919.682.100.430.325.1 .100.1 .28 27.219.000.0 90.18 15.790.55 6.100.682.219.1 .100.0 90.1 .0 90.175.1 .100.10 23. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.375.1 .094.1 .18 78.494.1 .82 18.100.0 90.282.364.10 23.0 90.851.579.514.43 25.0 90.95 210.0 90.0 90.41 18.: 132 .51 30.1 .375.100.379.54 82.239.100.08 18.63 15.0 90.029.100.919.0 60.851.100.100.18 15.1 .0 90.915.0 90.38 33.0 90.90.53 33.1 .56 17.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .1 .60 21.0 90.494.95 42.1 .13 17.100.818.1 .87 14.163.1 .514.600.01 75.388.100.52 33.100.663.33 6.14 8.92 34.95 42.0 90.0 90.37 120.33 6.094.459.376.0 90.389.37 16.100.555.715.0 90.695.1 .825.53 33.100.695.100.1 .0 60.1 .100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.577.0 90.35 9.27 9.100.24 44.100.1 .0 90.0 90.1 .379.0 90.0 90.04 34.10 7.1 .715.191.93 16.1 .0 90.100.979.932.1 .14 17.0 90.57 12.0 90.0 90.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Sobradinho Soledade Tabaí Tapejara Tapera Tapes Taquara Taquari Taquaruçu do Sul Tavares Tenente Portela Terra de Areia Teutônia Tiradentes do Sul Toropi Torres Tramandaí Travesseiro Três Arroios Três Cachoeiras Três Coroas Três de Maio Três Forquilhas Três Palmeiras Três Passos Trindade do Sul Triunfo Tucunduva Tunas Tupanci do Sul Tupandi Tuparendi Turuçu Ubiretama União da Serra Vacaria Vale do Sol Vale Real Vale Verde Vanini Venâncio Aires Vera Cruz 23.239.0 (1) IBGE.100.50 7.100.18 80.100.78 2.001.45 31.163.100.459.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.25 14.532.100.836.0 90.337.577.28 21.1 .55 6.100.57 12.555.51 90.100.29 9.467.558. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.040.1 .915.040.830.571.90.1 .95 210.08 18.08 30.0 90.06 27.01 75.1 .41 44.38 33.17 21.1 .04 65.1 .59 34.1 .830.04 58.37 120.100.28 21.0 90.507.51 23.0 30.661.389.0 90.161.100.0 90.63 15.1 .13 27.51 30.08 30.100.695.1 .663.661.100.23 14.806.1 .1 .0 90.60.825.1 .1 .1 .91 5.1 .1 .620.19 17.318.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.100.52 33.51 12.1 .7006.35 9.

1 .474.1 .42 26.237. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .11 149.24 18.60.A Mata Atlântica Municípios do Estado do Rio Grande do Sul inseridos no Domínio da Mata Atlântica (436 Municípios .84 18.0 90.11 15. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 60.0 90.1 .25 90.036.76 19.345.0 90.145.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.000.1 .11 144.652.1 .100.97 22.100.100.83 7.15 6.513.61 8.1 .237.100.1 .485.943.70 19.0 90.42 26.029.65 11.65 11.052.31 12.100.501.100.: 133 .501.100.0 90.11 6.652.100.0 90.100.1 .97 26.100.100.513.57 12.0 90.11 8.continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Veranópolis Vespasiano Correa Viadutos Viamão Vicente Dutra Victor Graeff Vila Flores Vila Lângaro Vila Maria Vista Alegre Vista Alegre do Prata Vista Gaúcha Vitória das Missões Xangri-lá 27.145.24 27.1 .1 .57 12.721.100.674.721.437.1 .0 90.0 90.649.0 (1) IBGE.649.616.437.435.61 8.24 27.1 .Capítulo I .83 7.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 30.485.0 90.616.31 12.59 27.

247.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Abdon Batista Abelardo Luz Agrolândia Agronômica Água Doce Águas de Chapecó Águas Frias Águas Mornas Alfredo Wagner Alto Bela Vista Anchieta Angelina Anita Garibaldi Anitápolis Antônio Carlos Apiúna Arabutã Araquari Araranguá Armazém Arroio Trinta Arvoredo Ascurra Atalanta Aurora Balneário Arroio do Silva Balneário Barra do Sul Balneário Camboriú Balneário Gaivota Bandeirante Barra Bonita Barra Velha Bela Vista do Toldo Belmonte Benedito Novo Biguaçu Blumenau Bocaina do Sul Bom Jardim da Serra Bom Jesus Bom Jesus do Oeste Bom Retiro 19.1 .Capítulo I .40 24.: 134 .599.269.18 23.0 90.281.71 106.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.247.639.1 .100.809.88 4.37 6.100.0 90.10 9.84 14.39 10.100.441.588.100.100.0 90.0 90.76 9.16 13.32 38.17 93.676.0 90.086.100.76 9.0 90.0 90.100.118.15 52.1 .793.0 90.870.825.71 106.0 90.60 4.000.223.53 40.1 .1 .45 13.1 .1 .0 90.0 90.95 13.28 14.98 73.09 57.1 .597.40 52.100.98 73.1 .0 90.115.809.53 40.296.40 24.1 .710.07 48.0 90.0 90.1 .242.99 103.236.17 11.100.372.010.100.013.61 19.467.1 .20 60.10 9.44 32.15 11.278.1 .0 90.100.98 11.819.01 132.100.100.760.107.1 .1 .815.0 90.0 90.0 90.84 14.507.1 .760.100.25 51.100.0 90.30 51.1 .3 7 6.1 .507.44 32.662.1 .93 13.309.100.0 8 9.39 10.34 9.0 90.0 90.11 90.242.0 90.42 15.107.0 90.597.100.100.1 .0 90.98 15.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .11 6.100.15 11.51 49.562.916.676.100.639.0 90.467.0 90.16 13.637.1 .793.100.637.0 90.1 .100.14 29.58 38.1 .1 .100.100.34 9.0 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .0 90.49 22.0 90.904.100.100.884.100.689.100.94 6.0 90.1 .849.1 .1 .62 52.013.615.100.88 6.100.904.01 132. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.61 19.100.100.072.284.327.100.99 103.1 .23 7.0 90.360.884.1 .1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.17 93.20 60.11 19.825.794.1 .0 90.09 57.0 90.90 14.07 48.0 90.88 6.100.41 29.441.93 13.115.118.916.0 (1) IBGE.627.035.100.269.0 90.627.1 .794.051.242.100.689.562.1 .40 52.599.0 90.1 .51 49.100.1 .48 30.48 30.17 11.242.1 .100.23 7.100.08 9.0 90.1 .18 23.77 11.1 .100.729.0 90.37 11.870.0 90.281.010.327.100.77 11.1 .710.49 22.0 90.849.1 .

96 6.100.100.539.962.460.31 28.0 90.95 22.93 19.692.505.0 90.656.781.100.06 163.1 .433.557.31 28.016.100.138.493.13 23.642.0 90.61 114.100.1 .1 .557.97 33.100.27 14.683.31 14.85 45.Capítulo I .007.0 90.06 163.56 19.777.62 37.173.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.792.30 8.505.781.0 90.0 90.06 40.528.100.783.0 90.0 90.482.96 6.31 14.1 .100.30 9.0 (1) IBGE.358.100.210.100.745.0 90.000.100.75 19.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.100.783.100.835.064.14 90.30 9.100.100.015.75 9.845.377.100.0 90.100.0 90.48 95.017.1 .1 .100.97 33.1 .1 .1 .015.85 102.100.0 90.0 90.21 11.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Bombinhas Botuverá Braço do Norte Braço do Trombudo Brunópolis Brusque Caçador Caibi Calmon Camboriú Campo Alegre Campo Belo do Sul Campo Erê Campos Novos Canelinha Canoinhas Capão Alto Capinzal Capivari de Baixo Catanduvas Caxambu do Sul Celso Ramos Cerro Negro Chapadão do Lageado Chapecó Cocal do Sul Concórdia Cordilheira Alta Coronel Freitas Coronel Martins Correia Pinto Corupá Criciúma Cunha Porã Cunhataí Curitibanos Descanso Dionísio Cerqueira Dona Emma Doutor Pedrinho Entre Rios Ermo 3.0 90.75 19.138.0 90.30 8.962.0 90.80 31.25 28.335.433.48 50.1 .100.62 37.71 63.67 5.1 .73 62.1 .100.100.36 17.1 .100.100.13 23.: 135 .09 37.1 .390.482.1 .1 .36 17.100.368.210.21 11.44 7.823.06 15.0 90.173.777.44 7.0 90.59 21.71 63.1 .100.93 19.377.100.1 .498.823.656.59 21.792.501.87 10. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .1 .75 9.34 100.1 .100.100.064.100.180.1 .1 .06 40.92 62.1 .460.1 .354.1 .0 90.0 90.0 90.63 21.0 90.25 28.335.85 45.100.1 .1 .1 .539.0 90.48 95.61 114.0 90.1 .0 90.482.390.59 4.85 102.368.687.12 21.100.63 21.017.0 90.27 31.835.100.19 135.0 90.100.73 62.1 .0 90.100.1 .845.14 3.528.31 41.469.85 80.100.1 .016.48 50.0 90.1 .100.799.74 14.692.1 .0 90.0 90.358.87 10.611.31 41.1 .92 62.67 5. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.0 90.1 .007.683.85 80.0 90.0 90.34 100.0 90.1 .642.56 19.06 15.180.0 90.584.0 90.100.1 .469.100.0 90.12 21.19 135.100.1 .0 90.611.100.95 22.799.59 4.354.09 37.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.493.1 .501.482.0 90.1 .

877.79 17.100.37 25.884.1 .884.39 9. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.174.624.67 43.549.634.12 19.23 90.55 18.100.0 90.1 .100.45 49.542.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.65 28.325.03 7.100.725.00 32.0 90.992.1 – 100.634.1 – 100.578.1 – 100.0 90.0 90.49 24.41 10.0 90.18 54.85 42.0 90.0 90.88 124.031.369.113.257.100.714.00 15.84 43.53 34.0 90.0 90.0 90.62 10.88 124.962.1 – 100.76 14.65 28.100.0 90.0 90.98 21.67 43.022.61 15.37 6.02 49.100.0 90.376.0 90.0 90.0 90.897.0 90.98 21.897.57 26.99 12.72 23.57 31.988.Capítulo I .0 90.1 .350.0 90.1 – 100.1 .997.0 90.59 9.53 34.113.84 42.100.624.000.725.1 .152.18 54.997.1 – 100.937.1 – 100.61 11.0 90.97 18.1 – 100.100.412.100.100.89 36.417.100.1 – 100.0 90.74 9.845.852.37 6.1 .59 9.62 10.0 90.38 24.257.0 90.953.0 90.1 .698.94 32.1 – 100.49 20.41 10.417.85 42.100.1 .72 23.0 90.937.61 11.174.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .1 – 100.0 90.301.123.0 90.100.100.868.90 23.100.0 90.541.0 90.1 .0 90.0 90.589.992.1 – 100.1 .782.87 16.912.428.100.294.1 .57 31.988.62 18.0 90.376.00 12.541.1 .35 16.123.87 16.325.1 – 100.1 – 100.510.173.1 – 100.1 .89 36.1 .1 .61 15.1 – 100.12 19.17 58.412.62 18.46 30.1 .20 13.152.852.521.0 90.1 .57 26.031.173.00 15.97 18.868.022.877.1 – 100.100.37 25.294.1 .35 16.48 24.1 .846.79 17.706.20 13.578.1 – 100.912.0 90.1 .502.552.100.962.49 20.0 (1) IBGE.55 18.33 15.502.33 15.0 90.428.88 31.1 – 100.0 90.76 14.100.0 90.549. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .0 90.17 58.521.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Veral Velho Faxinal dos Guedes Flor do Sertão Florianópolis Formosa do Sul Forquilhinha Fraiburgo Frei Rogério Galvão Garopaba Garuva Gaspar Governador Celso Ramos Grão Pará Gravatal Guabiruba Guaraciaba Guaramirim Guarujá do Sul Guatambú Herval d'Oeste Ibiam Ibicaré Ibirama Içara Ilhota Imaruí Imbituba Imbuia Indaial Iomerê Ipira Iporã do Oeste Ipuaçu Ipumirim Iraceminha Irani Irati Irineópolis Itá Itaiópolis Itajaí 23.: 136 .100.1 .0 90.100.100.88 31.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.34 24.03 7.417.714.46 30.301.003.

914.14 19.1 .811.56 21.0 90.63 265.1 .100.52 26.1 – 100.164.86 37.849.0 90.37 108.1 .37 108.452.52 26.1 .638.835.1 – 100.0 90.1 – 100.533.144.1 – 100.1 .60 29.025.720.025.0 90.100.0 90.14 19.789.100.41 41.0 90.0 90.0 90.0 90.694.100.837.1 .100.100.06 24.57 56.100.86 37.889.0 90.54 25.21 9.365.0 90.904.0 90.0 90.84 9.1 .1 .56 6.1 – 100.100.25 8.100.914.603.0 90.88 16.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Itapema Itapiranga Itapoá Ituporanga Jaborá Jacinto Machado Jaguaruna Jaraguá do Sul Jardinópolis Joaçaba Joinville José Boiteux Jupiá Lacerdópolis Lages Laguna Lajeado Grande Laurentino Lauro Muller Lebon Régis Leoberto Leal Lindóia do Sul Lontras Luiz Alves Luzerna Macieira Mafra Major Gercino Major Vieira Maracajá Maravilha Marema Massaranduba Matos Costa Meleiro Mirim Doce Modelo Mondaí Monte Carlo Monte Castelo Morro da Fumaça Morro Grande 5.100.0 90.12 99.1 – 100.Capítulo I .1 – 100.603.87 178.81 9.144.1 .100.0 90.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.92 54.43 5.1 .38 19.1 .87 178.280.0 90.100.41 41.022.0 (1) IBGE.07 26.0 90.100.1 – 100.25 8.100.1 .71 33.82 6.666.675.675.786.1 .21 6.1 – 100.045.18 39.65 18.045.0 90.60 29.779.092.715.21 9.022.835.66 25.871.744.0 90.100.387.43 90.88 16.0 90.280.066.100.0 90.1 – 100.583.107.06 24.092.969.720.00 35.704.0 90.59 33.07 26.0 90.57 56.100.66 6.544.0 90.53 27.18 39.1 .66 6.849.1 – 100.1 .00 35.0 90.25 16.62 18.594.143.100.1 .449.557.1 .0 90.578.387.0 90.550.81 32.1 – 100.1 .0 90.837.904.638.0 90.1 – 100.550.715.0 90.871.65 18.744.1 .0 90.1 – 100.82 6.786.0 90.100.36 44.12 99.45 33.92 54.107.066.0 90.1 – 100.1 – 100.058.058.66 11.53 27.452.: 137 .21 6.38 54.36 44.25 16.62 23.969.53 6.0 90.704.533.789.03 28.1 .80 28.1 .694.000.54 25.34 7.45 33.100.34 7.61 54.143.865.462.076.0 90.95 25.62 18.571.0 90.164.100.583.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.666.0 90.38 19.462.81 32.0 90.66 11. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .62 23.0 90.594.076.56 21.81 9.100.1 – 100.63 265.1 – 100.84 9.1 .100.1 .

100.100.0 90.100.31 21.390.189.41 34.100.156.78 20.03 13.0 90.36 60.63 9.614.0 90.0 90.100.879.81 31.486.89 29.100.1 – 100.758.979.36 60.1 .537.556.952.863.1 – 100.86 25.0 90.87 9.03 77.62 92.50 9.72 38.100.79 32.86 25.07 6.62 6.100.0 90.046.1 .0 90.679.73 9. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.782.1 .100.0 90.863.782.50 32.85 6.1 .62 56.0 90.79 32.0 (1) IBGE.41 34.1 .943.100.0 90.16 39.069.65 18.442.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 – 100.45 11.0 90.60 15.0 90.1 – 100.570.: 138 .301.855.113.01 6.100.1 .100.33 13.1 – 100.1 – 100.857.37 44.295.37 44.100.61 36.51 8.03 77.53 15.113.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.143.52 7.000.87 9.50 32.65 18.1 .974.399.100.943.758.1 .100.1 .87 8.89 29.68 58.100.0 90.100.437.41 8.0 90.1 – 100.52 76.100.0 90.83 92. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.38 90.301.495.1 .0 90.312.20 15.16 39.052.52 7.735.1 – 100.192.043.41 8.1 – 100.78 20.09 22.570.09 22.1 .72 38.679.54 13.1 .0 90.21 28.1 .1 .1 .614.100.83 92.979.564.1 .1 – 100.0 90.312.0 90.62 56.437.0 90.100.1 .60 15.289.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Navegantes Nova Erechim Nova Itaberaba Nova Trento Nova Veneza Novo Horizonte Orleans Otacílio Costa Ouro Ouro Verde Paial Painel Palhoça Palma Sola Palmeira Palmitos Papanduva Paraíso Passo de Torres Passos Maia Paulo Lopes Pedras Grandes Penha Peritiba Petrolândia Piçarras Pinhalzinho Pinheiro Preto Piratuba Planalto Alegre Pomerode Ponte Alta Ponte Alta do Norte Ponte Serrada Porto Belo Porto União Pouso Redondo Praia Grande Presidente Castelo Branco Presidente Getúlio Presidente Nereu Princesa 11.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.399.0 90.1 .54 13.974.294.96 9.223.1 .1 .0 90.66 58.0 90.1 .52 76.01 20.0 90.0 90.61 36.0 90.100.0 90.100.0 90.675.156.0 90.85 92.0 90.100.54 14.897.1 .1 .02 55.31 21.87 8.956.1 .897.750.100.0 90.1 .386.046.442.62 6.774.227.227.0 90.07 5.038.914.0 90.21 28.0 90.011.556.223.069.100.1 – 100.386.1 .Capítulo I .750.011.0 90.51 8.41 29.01 20.100.1 .486.0 90.1 .564.058.0 90.0 90.390.1 .1 .0 90.100.143.154.100.17 31.1 .154.675.78 6.100.495.100.537.879.78 6.0 90.02 55.54 14.41 29.

91 55.422.83 8.11 54.194.77 24.1 .123.54 16.16 26.100.1 .100.1 .36 48.100.72 38.1 .373.0 90.1 .766.75 26.100.891.0 90.0 90.0 90.011.744.55 19.0 90.0 90.0 90.011.100.19 15.100.0 90.100.1 .0 90.0 90.27 35.75 26.1 .1 .1 .123.47 17.928.0 90.1 .100.100.1 .100.100.100.1 .1 .11 11.54 16.1 .175.52 15.77 24.92 21.0 90.308.45 10.100.0 90.207.83 8.438.94 45.0 90.37 58.92 21.602.1 .34 22.100.762.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.76 49.634.301.100.0 90.472.0 90.336.1 .12 7.0 90.100.336.194.154.0 90.84 27.0 90.45 10.36 48.1 .11 11.463.94 72.1 – 100.120.100.100.11 13.24 11.33 96.72 38.744.10 18.1 .94 72.11 54.602.1 .33 90.1 .0 90.83 23.55 19.762.97 15.100.175.1 .24 11.695.207.91 28.340.0 90.037.84 27.100.1 .441.97 15.891.837.0 90.1 .0 90.94 45.73 16.: 139 .503.73 16.100.11 13.52 15.48 22.001.0 90.100.928.09 188.1 .582.48 8.234.837.100.1 .407. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.503.52 12.64 16.64 16.1 .0 90.308.12 7.68 35.070.438.634. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.000.1 .1 .234.47 96.111.19 15.1 .0 90.0 (1) IBGE.0 90.1 .68 35.0 90.100.76 117.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.09 188.99 33.00 25.120.100.1 .1 .051.100.489.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % Quilombo Rancho Queimado Rio d'Oeste Rio das Antas Rio do Campo Rio do Sul Rio dos Cedros Rio Fortuna Rio Negrinho Rio Rufino Riqueza Rodeio Romelândia Salete Saltinho Salto Veloso Sangão Santa Cecília Santa Helena Santa Rosa de Lima Santa Rosa do Sul Santa Terezinha Santa Terezinha do Progresso Santiago do Sul Santo Amaro da Imperatriz São Bento do Sul São Bernardino São Bonifácio São Carlos São Cristovão do Sul São Domingos São Francisco do Sul São João Batista São João do Itaperiú São João do Oeste São João do Sul São Joaquim São José São José do Cedro São José do Cerrito São Lourenço d'Oeste São Ludgero 28.Capítulo I .100.100.52 12.1 .013.134.100.472.1 .0 90.441.336.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.968.134.340.218.100.89 18.100.301.317.76 49.76 117.072.0 90.0 90.542.83 23.1 .373.100.766.0 90.0 90.0 90.27 34.1 .422.91 28.037.336.869.013.001.91 36.582.48 8.100.27 35.407.0 90.27 34.100.100.100.1 .072.91 55.0 90.1 .869.91 36.100.0 90.542.317.47 17.99 33.154.0 90.695.100.0 90.100.0 90.33 28.045.1 .1 .1 .37 58.

0 90.207.121.97 27.100.45 24.0 90.663.1 .608.1 .91 13.93 14.100.437.81 15.100.100.47 31.0 90.437.100.76 101.100.83 14.781.900.26 33.0 90.0 90.1 .991.0 90.A Mata Atlântica Municípios do Estado de Santa Catarina inseridos no Domínio da Mata Atlântica (293 Municípios – continuação) (1) Município Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % São Martinho São Miguel d'Oeste São Miguel da Boa Vista São Pedro de Alcântara Saudades Schroeder Seara Serra Alta Siderópolis Sombrio Sul Brasil Taió Tangará Tigrinhos Tijucas Timbé do Sul Timbó Timbó Grande Três Barras Treviso Treze de Maio Treze Tílias Trombudo Central Tubarão Tunápolis Turvo União do Oeste Urubici Urupema Urussanga Vargeão Vargem Vargem Bonita Vidal Ramos Videira Vitor Meireles Witmarsum Xanxerê Xavantina Xaxim Zortéa 23.56 23.19 21.100.100.51 5.510.013.736.100.64 37.0 90.013.27 42.100.736.100.36 15.56 23.0 90.893.16 28.56 7.0 90.02 41.977.80 33.893.97 27.0 90.1 .435.997.100.0 90.100.431.121.1 .47 71.663.25 30.1 .: 140 .73 24.0 90.0 90.394.1 .0 90.1 .27 42.100.1 .370.864.431.45 27.395.1 .817.207.0 90.0 90.81 15.0 90.72 38.100.0 90.414.100.100.100.1 .24 34.1 .986.100.56 7.673.1 .64 37.100.59 13.057.1 .818.0 90.1 .63 45.776.634.0 90.Capítulo I .100.1 .98 11.23 17.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .608.25 39.60 54.1 .23 17.776.314.24 34.59 13.314.395.132.97 10.1 .510.45 23.16 28.100.100.25 30.000.36 15.140.1 .1 .51 5.1 .68 29.100.0 90.83 14.0 90.63 45.1 .0 90.1 .0 90.0 90.100.163.017.0 90.817.68 29.986.135.72 9.100.19 21.366.100.991.869.45 27.017.135.69 29.057.0 90.0 90.337.622.47 71.1 .05 17.0 90.781.1 .1 .997.0 90.1 .673.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.71 26.72 38.818.414.1 .71 26.1 .0 (1) IBGE.100.938. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .100.97 10.47 31.100.72 9.45 90.14 23.91 13.1 .1 .69 29.0 90.871.1 .370.864.0 90.10 12.1 .100.25 39.100.752.622.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .0 90.100.1 .0 90.752.869.200.140.0 90.1 .02 41.200.97 20.0 90.100.97 20.880.435.76 101.96 15.900.93 14.100.100.100.60 54.0 90.938.337.98 11.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.977.100.14 23.163.10 12.73 8.1 .05 17.0 90.100.73 8.1 .96 15.100.100.0 90.634.132.

651.05 13.10.028.000.60.100.0 90.999.554.987.47 10.007.0 90.0 90.746.0 30.17 9.098.337.17 39.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 10.69 15.90.0 60.0 90.18 52.37 12.70 37.1 .02 37.97 19.31 3.0 30.867.1 .1 .1 .1 .08 20.149.113.466.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.406.06 8.937.28 35.300.0 60.740.60 51.1 .30.30.0 10.100.51 7.18 8.1 .1 .01 833.36 48.519.0 60.0 90.206.1 .947.937.0 60.90.1 .43 35.849.742.1 .1 .08 6.0 60.60.60.91 7.1 .Capítulo I .30.0 30.1 .0 90.97 19.1 .00 17.301.13 989.1 .985.0 30.380.0 90.1 .65 21.0 0.1 .90.114.100.0 90.812.1 .010.836.586.13 9.239.12 16.21 3.45 12.75 9.1 .657.726.10 5.17 33.100.64 18.100.000) (6) Porcentagem aproximada por faixas.1 .68 6.60.1 .67 21.213.66 2.100.91 12.148.1 .106.406.62 6.0 90.0 60.42 5.738.1 .0 90.90.0 0.90.1 .75 40.1 .897.746.886.20 31.0 90.43 48.452.1 .0 90.75 19.1 .13 12.795.20 31.93 40.19 9.72 19.93 25.472.0 10.39 9.30 75.968.951.1 .100.66 1.10 3.90.206.731.90.947.1 .149.0 90.90.614.76 8.0 10.21 9.11 5.11 18.113.22 12.08 10.30.100.1 .15 10.100.60.10.1 .771.90 43.100.100.999.954.608.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Sergipe inseridos no Domínio da Mata Atlântica (54 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 3.0 90.987.100.224.0 90.300.90.97 25.: 141 .1 .1 .1 .0 30.812.30.100.260.98 25.681.225.22 7.999.81 16.1 .60.0 30.0 60. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.176.100.1 .575.13 13.718.75 24.24 37.373.916.05 1.1 .100.11 5.0 90.519.0 60. 1997 (5) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .1 .71 8.90.01 96.81 3.100.525.842.50 42.03 5.60.002.0 60.0 10.428.0 90.831.141.0 90.0 30.0 Amparo de São Francisco Aquidabã Aracaju Arauá Areia Branca Barra dos Coqueiros Boquim Brejo Grande Canhoba Capela Carmópolis Cedro de São João Cristinápolis Cumbe Divina Pastora Estância Feira Nova General Maynard Ilha das Flores Indiaroba Itabaianinha Itaporanga d'Ajuda Japaratuba Japoatã Lagarto Laranjeiras Malhada dos Bois Malhador Maruim Moita Bonita Muribeca Neópolis Nossa Senhora das Dores Nossa Senhora do Socorro Pacatuba Pedrinhas Pirambu Propriá Riachão do Dantas Riachuelo Rosário do Catete Salgado (4) IBGE.472.116.100.53 18.89 3.100.20 14.76 7.68 7.1 .56 1.588.863.60 64.61 60.

90.1 .00 6.814.648.35 9.98 4.84 4. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.84 2.90.0 90.603.603.0 0.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.895.1 .10.69 7.81 12.93 111.0 60.54 12.798.13 5.0 60.37 6.702.707.100.60.0 90.0 10.88 33.0 30. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .92 16.0 Santa Luzia do Itanhy Santa Rosa de Lima Santana do São Francisco Santo Amaro das Brotas São Cristóvão São Francisco São Miguel do Aleixo Siriri Telha Tobias Barreto Tomar do Geru Umbaúba (1) IBGE.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de Sergipe inseridos no Domínio da Mata Atlântica (54 Municípios .416.60.100.1 .continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 33.205.1 .40 10.Capítulo I .87 33.87 90.230.0 90.100.28 23.09 8.378.100.0 60.713.317.1 .: 142 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.323.1 .90.615.85 14.0 90.62 43.814.1 .62 39.615.1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.37 6.30.1 .102.1 .672.0 30.371.54 12.000.1 .416.53 23.239.

1 .110.180.723.74 8.1 .0 0.618.95 9.06 117.0 10.49 31.974.99 96.0 30.41 44.389.0 90.1 .Capítulo I .70 14.68 34.943.286.1 .40 94.1 .00 25.70 14.60.14 47.100.0 90.100.100.974.283.617.1 .100.53 14.06 17.1 .1 .0 90.41 44.677.135.1 .0 90.100.080.0 90.0 90.65 25.48 8.100.0 90.300.30.36 47.99 96.32 32.940.100.0 90.14 47.06 17.838.856.180.681.617.1 .1 .25 13.964.506.86 17.0 30.100.110.100.1 .40 14.74 1.204.0 90.59 11.752.877.21 73.100.0 10.45 42.1 .0 90.100.0 90.1 .43 15.30 19.000.100.0 90.48 8.07 5.30 20.1 .1 .100.1 .0 90.100.458.1 .90 11.08 26.335.305.60.0 90.95 9.0 90.0 90.0 90.30.1 .43 15.08 6.300.712.61 13.100.08 6.12 6.0 90.0 60.0 90.50 28.107.06 117.08 26.61 64.15 25.871.0 90.285.008.458.08 30.10.1 .54 10.1 .13 11.0 90.1 .86 15.775.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.85 635.64 36.1 .345.278.109.100.769.0 90.278.389.1 .70 21.1 .1 .1 .64 36.452.003.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 41.1 .0 90.40 94. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.102.85 93.38 13.671.86 17.941.666.41 15.671.100.44 41.0 Adamantina Adolfo Aguaí Águas da Prata Águas de Lindóia Alambari Alfredo Marcondes Altair Altinópolis Alto Alegre Alumínio Álvares Florence Álvares Machado Álvaro de Carvalho Alvinlândia Americana Américo Brasiliense Américo de Campos Amparo Andradina Angatuba Anhembi Anhumas Aparecida Aparecida d'Oeste Apiaí Araçariguama Araçatuba Araçoiaba da Serra Aramina Arandu Arapeí Araraquara Araras Arco-Íris Arealva Areias Areiópolis Ariranha Artur Nogueira Arujá Aspásia (1) IBGE.60.1 .52 12.100.100.1 .90.666.0 90.943.1 .0 90.1 .13 8.52 12.12 30.45 100.0 90.750.0 90.100.952.1 .951.0 90.080.0 90.100.712.003.515.86 15.681.100.16 31.1 .14 50.1 .877.36 103.335.: 143 .100.1 .452.951.398.16 31.1 .147.100.65 25.337.1 .10 13.0 90.100.100.100.56 32.826.283.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.14 50.723.0 30.398.13 5.305.345.65 64.1 .100.85 31.515.0 90.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.70 21.1 .100.405.286.0 90.608.12 6.05 15.147.100.0 90.285.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.60.0 30.1 .775.389.44 90.100.100.07 12.68 34.826.

93 47.570.34 156.502.1 – 100.1 .83 35.191.0 30.952.55 49.100.0 90.26 40.92 30.34 7.0 90.1 .0 90.0 90.0 90.80 24.17 54.090.04 65.31 67.31 9.012.1 – 10.111.100.1 .000.76 12.1 .0 30.1 .42 20.253.090.100.0 90.1 .502.57 36.74 15.30 1.242.1 .94 14.0 90.100.725.1 .0 30.07 17.442.0 90.907.1 .0 90.54 43.0 90.100.84 15.0 90.202.95 68.0 90.0 90.198.1 .100.33 15.60.670.073.82 148.398.781.185.150.983.31 44.1 .30 62.882.690.822.432.100.100.093.588.42 20.398.528.1 .46 24.191.94 24.284.66 11.1 .0 90.30 62.555.0 90.33 19.057.0 30.0 90.0 0.528.0 90.1 .100.1 .99 10.11 14.07 17.1 .364.04 40.193.80 10.497.263.100.84 15.1 .90.1 .33 13.80 10.100.1 .111.1 .100.100.34 13.60.1 .419.97 53.100.66 121.83 85.0 60.83 30.02 30.100.0 90.17 54.48 31.901.31 9.28 36.74 15.73 15.33 19.100.31 44.1 – 100.38 11.: 144 .111.53 10.570. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.643.882.100.94 24.44 40.515.1 .816.310.60.1 .0 90.0 90.0 90.1 – 100.10.78 6.97 53.364.999.74 55.198.445.10.1 .62 34.497.02 10.989. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.Capítulo I .781.051.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 46.90.65 6.100.1 – 100.83 51.62 34.1 .1 .65 67.48 31.100.1 .55 49.0 60.100.744.1 – 100.363.744.073.901.0 90.100.012.30 11.992.816.1 .30 0.588.60.82 11.0 Assis Atibaia Auriflama Avaí Avanhandava Avaré Bady Bassitt Balbinos Bálsamo Bananal Barão de Antonina Barbosa Bariri Barra Bonita Barra do Chapéu Barra do Turvo Barretos Barrinha Barueri Bastos Batatais Bauru Bebedouro Bento de Abreu Bernardino de Campos Bertioga Bilac Birigui Biritiba-Mirim Boa Esperança do Sul Bocaina Bofete Boituva Bom Jesus dos Perdões Bom Sucesso de Itararé Borá Boracéia Borborema Botucatu Bragança Paulista Braúna Brejo Alegre (1) IBGE.54 43.506.74 55.061. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.242.457.0 90.1 .0 90.0 90.85 47.0 90.0 0.1 .326.0 90.992.88 100.907.85 15.150.1 .1 – 100.432.419.100.457.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.76 12.100.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .1 .537.515.111.0 90.53 10.100.100.725.1 .0 90.34 47.100.636.1 – 100.88 100.77 51.0 90.31 65.952.88 56.0 90.

14 39.84 12.1 .750.22 17.1 .780.14 66.356.60.440.0 30.696.34 1.1 .0 90.695.100.44 37.26 3.582.0 90.1 – 100.55 164. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.55 156.24 63.100.36 29.742.0 60.0 90.33 17.0 90.844.1 – 100.257.90.440.1 .857.96 9.852.1 .42 45.220.1 .0 90.1 .504.90.60.1 .0 90.976.14 4.58 79.09 32.270.0 90.0 60.0 0.92 92.100.425. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.010.1 .02 13.1 .1 .60.1 .1 .52 17.085.1 – 10.00 25.07 14.852.0 90.0 90.767.36 48.0 Brodósqui Brotas Buri Buritama Buritizal Cabrália Paulista Cabreúva Caçapava Cachoeira Paulista Caconde Cafelândia Caiabu Caieiras Caiuá Cajamar Cajati Cajobi Cajuru Campina do Monte Alegre Campinas Campo Limpo Paulista Campos do Jordão Campos Novos Paulista Cananéia Canas Cândido Mota Cândido Rodrigues Canitar Capâo Bonito Capela do Alto Capivari Caraguatatuba Carapicuíba Cardoso Casa Branca Cássia dos Coqueiros Castilho Catanduva Catiguá Cedral Cerqueira César Cerquilho (1) IBGE.434.19 63.390.908.52 17.0 90.100.1 .56 124.31 12.16 26.94 5.100.100.1 .1 .501.582.44 37.36 5.594.146.0 90.66 19.100.062.100.60.857.96 8.037.13 5.580.761.0 90.1 – 100.0 90.037.724.92 59.556.799.799.36 29.100.1 .060.1 .724.1 .736.100.433.100.780.68 79.42 45.85 47.556.0 90.100.844.92 42.459.75 106.16 16.1 .65 28.0 0.24 63.07 26.: 145 .0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.96 8.100.0 90.67 12.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 28.0 90.23 48.1 .299.22 10.92 55.1 – 100.0 90.51 53.0 90.66 19.1 .57 29.976.770.1 – 100.24 18.92 26.1 .499.1 .65 28.017.1 .1 .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.196.1 .100.100.Capítulo I .16 6.410.73 3.0 30.750.770.0 90.1 .57 29.100.57 9.1 .029.000.574.10.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.486.501.85 47.196.1 .0 30.062.100.696.935.071.100.94 5.51 53.617.0 90.0 90.10.02 19.1 .36 48.085.1 .100.100.60.84 12.100.617.100.1 .0 90.14 50.65 23.100.968.0 90.568.0 90.0 0.0 90.96 9.221.100.54 86.0 90.257.017.08 32.1 .00 25.98 124.79 106.1 .0 90.357.100.010.73 32.0 90.07 14.23 1.1 .0 90.54 86.046.908.761.08 32.92 92.24 119.0 90.568.410.22 30.046.72 110.96 6.299.0 90.466.100.220.0 30.100.

443.0 90. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.886.129.1 – 100.57 13.520.746.0 90.0 10.09 13.0 90.079.1 – 90.062.1 – 100.0 90.1 – 90.399.31 17.139.0 60.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 19.09 51.537.844.95 22.54 24.43 3.38 13.0 90.1 – 100.855.13 44.855.495.25 2.57 8.41 63.0 90.1 – 60.0 60.95 22.124.1 – 10.077.86 18.296.398.399.1 – 100.1 – 100.018.65 48.0 10.59 14.441.921.65 30. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 – 30.664.513.93 90.1 – 30.0 90.118.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 30.730.0 90.01 16.1 – 100.071.93 7.94 11.737.645.75 32.1 – 100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 – 100.82 7.054.381.762.0 10.27 18.0 90.942.0 90.1 – 100.13 44.22 15.819.25 75.641.58 30.075.57 8.257.1 – 100.819.1 – 100.229.0 60.83 15.283.1 – 100.24 11.54 24.952.49 22.95 8.520.93 7.66 25.72 9. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.12 15.170.13 9.17 20.0 90.0 60.782.88 15.0 90.99 39.75 32.054.55 166.0 60.0 0.57 14.0 60.942.0 90.296.: 146 .844.473.483.17 20.537.584.1 – 100.715.20 18.01 141.522.364.31 8.170.0 90.68 7.079.1 – 90.Capítulo I .74 20.1 – 100.237.88 38.94 11.273.58 7.0 90.65 20.1 – 100.1 – 100.94 11.273.0 90.1 – 100.443.52 31.1 – 90.13 9.730.0 90.58 42.0 90.65 26.49 22.0 90.0 90.1 – 100.050.99 39.0 30.48 5.95 2.138.0 90.334.267.1 – 90.0 90.0 90.077.267.77 3.062.1 – 100.1 – 100.1 – 10.237.54 166.932.584.124.59 14.782.018.44 48.381.1 – 30.83 9.1 – 100.054.014.15 27.1 – 100.0 90.473.014.93 19.74 20.0 0.1 – 100.921.0 90.0 90.1 – 60.138.952.0 90.0 Cesário Lange Charqueada Chavantes Clementina Colina Colômbi a Conchal Conchas Cordeirópolis Coroados Coronel Macedo Corumbataí Cosmópolis Cosmorama Cotia Cravinhos Cristais Paulista Cruzália Cruzeiro Cubatão Cunha Descalvado Diadema Dirce Reis Divinolândia Dobrada Dois Córregos Dolcinópolis Dourado Dracena Duartina Dumont Echaporã Eldorado Elias Fausto Elisiário Embaúba Embu Embu-Guaçu Emilianópolis Engenheiro Coelho Espírito Santo do Pinhal (1) IBGE.618.22 15.1 – 100.65 30.78 48.64 14.01 16.52 46.58 19.16 18.1 – 100.01 141.1 – 100.0 90.1 – 100.1 – 100.1 – 90.66 31.13 73.95 8.000.1 – 100.

335.36 32.0 90.0 30.35 22.67 13.37 49.055.1 .43 21.886.1 .1 – 100.390.51 126.1 – 100.0 90.93 95.24 60.93 95.34 35.1 .100.840.114.81 40.25 32.51 10.0 90.605.23 25.100.09 55.1 .474.48 26.1 .0 90.121.445.0 60.985.76 44.1 .0 Estiva Gerbi Estrela do Norte Estrela d'Oeste Euclides da Cunha Paulista Fartura Fernando Prestes Fernandópolis Fernão Ferraz de Vasconcelos Flora Rica Floreal Flórida Paulista Florínia Franca Francisco Morato Franco da Rocha Gabriel Monteiro Gália Garça Gastão Vidigal Gavião Peixoto General Salgado Getulina Glicério Guaiçara Guaimbê Guaíra Guapiaçu Guapiara Guará Guaraçaí Guaraci Guarani d'Oeste Guarantã Guararapes Guararema Guaratinguetá Guareí Guarujá Guarulhos Guatapará Guzolândia (1) IBGE.803.299.93 43.40 4.Capítulo I .48 26.1 .756.100.1 – 100.409.88 7.67 13.844.16 17.100.1 – 90.37 64.88 46.1 .685.895.0 90.725.214.100.093.07 26.34 35.63 20.915.134.44 24.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.771.677.90.0 90.24 2.370.71 4.677.0 90.0 60.0 90.88 8.1 – 100.1 .95 29.0 30.928.100.000.100.803.0 60.974.1 .1 .1 – 100.284.0 90.0 90.: 147 .824.24 20.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.148.0 90.100.76 13.14 36.60.481.605.0 90.1 .76 56.163.63 20.1 .604.34 57.100.0 90.100.100.121.771.319.0 90.06 52.0 90.1 .100.51 8.0 60.100.1 .06 52.0 60.0 90.013.67 75.0 90.1 .21 49.0 30.14 41.1 .1 .60 27.0 90.96 22.1 .715.725.1 .96 22.1 .35 22.60 27.410.48 27.28 67.80 14.474.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.100.0 90.1 .1 – 100.445.82 8.60.100.20 49.1 – 100.90.1 – 100.364.90.1 .915.100.481.498.100.48 27.46 55.410.0 90.14 31.840.703.46 55.1 – 100.370.93 43.1 .364.0 90.0 90.95 29.114.61 18.43 21.60.100.0 90.09 55.88 90.76 13.81 40.100.67 75.100.299.569.1 .793.824.0 90.909.390.83 57.44 11.703.1 .44 25.88 2.604.100.100.886.409.0 90.715.048.100.1 .0 90.14 12.28 67.498.88 46.07 26.0 90.013.1 .1 .97 14.985.0 90.79 31.098.0 90.038.381.16 17.0 90. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.335.10 57.0 90.1 .098.83 57.038.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município n o DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 7.100.51 99.100.793.71 31.569.940.048.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.928.432.61 18.844.1 .0 90.90.

64 13.25 8.08 25.1 .57 29.08 28.50 476.165.499.418.38 9.415.70 31.03 17.0 90.0 90.60.441.1 .15 34.131.64 69.1 .1 .67 46.951.457.15 46.493.685.100.1 .08 25.91 20.1 .100.0 0.0 90.100.100.100.96 66.260.15 33.0 90.100.87 5.1 .0 90.63 111.75 21.1 .0 90.65 15.100.456.418.1 .032. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.1 .00 106.38 17.60.0 90.0 90.0 90.100.819.100.32 31.499.518.511.1 .100.17 18.1 .0 90.806.80 28.1 .035.0 90.032. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .75 21.100.010.135.130.131.100.91 54.0 90.71 179.75 50.1 .100.415.76 6.0 0.1 .100.865.27 50.0 90.128.0 90.770.433.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.100.90.45 19.0 90.057.100.485.0 30.38 22.613.60.942.625.0 Herculândia Holambra Hortolândia Iacanga Iacri Ibaté Ibirá Ibirarema Ibitinga Ibiúna Icém Iepê Igaraçu do Tietê Igarapava Igaratá Iguape Ilha Comprida Ilha Solteira Ilhabela Indaiatuba Indiana Indiaporã Inúbia Paulista Ipauçu Iperó Ipeúna Ipiguá Iporanga Ipuã Iracemápolis Irapuã Irapuru Itaberá Itaí Itajobi Itaju Itanhaém Itaóca Itapecerica da Serra Itapetininga Itapeva Itapevi (1) IBGE.1 .187.100.1 .625.71 18.793.03 46.1 .94 21.30 29.585.724.25 8.1 .1 .128.71 102.73 13.585.08 28.1 .1 .100.91 20.0 90.: 148 .1 .65 15.942.264.93 65.100.1 .38 22.951.48 9.1 .38 17.0 90.11 116.80 36.130.100.13 32.0 90.17 36.213.38 69.937.1 .0 90.100.62 198.806.0 90.99 183.72 6.793.44 27.62 198.70 66.1 .135. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .1 .00 59.15 46.433.76 6.1 .100.10.1 .708.00 106.100.057.100.187.698.50 29.100.17 90.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 36.64 11.1 .45 7.234.15 27.0 90.100.0 60.747.153.13 32.0 90.0 90.30 9.30.1 .213.10.100.91 59.0 90.0 90.0 90.328.02 20.100.33 20.0 90.94 22.428.745.328.364.0 90.1 .574.91 54.100.1 .100.0 10.100.0 90.1 .10 58.1 .1 .64 11.91 59.708.15 9.1 .1 .Capítulo I .0 90.260.457.896.109.85 12.100.840.436.0 90.675.162.698.1 .0 30.122.416.000.100.937.72 6.85 12.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 30.436.0 90.0 90.234.153.87 108.544.11 116.0 90.

781.1 .28 1.191.1 .85 71.100.100.27 13.53 52.855.100.545.1 .40 43.100.855.485.1 .419. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.100.03 21.65 27.0 90.0 90.100.996.887.0 90.13 28.05 69.022.756.0 Itapira Itapirapuã Paulista Itápolis Itaporanga Itapuí Itapura Itaquaquecetuba Itararé Itariri Itatiba Itatinga Itirapina Itirapuã Itobi Itu Itupeva Ituverava Jaborandi Jaboticabal Jacareí Jaci Jacupiranga Jaguariúna Jales Jambeiro Jandira Jardinópolis Jarinu Jaú Jeriquara Joanópolis João Ramalho José Bonifácio Júlio Mesquita Jumirim Jundiaí Junqueirópolis Juquiá Juquitiba Lagoinha Laranjal Paulista Lavínia (1) IBGE.110.01 41.86 20.0 90.79 70.88 86.1 .1 .996.13 98.100.444.77 32.0 90.706.1 .13 13.74 12.66 40.09 36.100.60.66 40.100.82 27.74 12.1 .100.65 58.0 90.90.1 .47 37.60.0 90.25 69.0 90.89 30.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.099.527.0 90.657.729.883.321.67 13.321.0 90.001.0 90.975.89 30.96 18.100.44 82.05 60.50 8.811.85 71.100.100.1 .0 90.110.100.0 90.Capítulo I .551.90.845.1 .975.28 39.959.53 64.65 58.425.0 90.996.99 46.1 .486.03 37.63 20.1 .1 .1 .0 90.987.672.90 14.1 .60.24 13.290.96 18.1 .100.100.0 30.425. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.27 14.1 .50 51.175.514.1 .1 .88 20.100.100.1 .872.0 90.67 17.584.100.1 .1 .1 .78 46.25 69.100.1 .0 90.100.1 .0 30.87 53.0 90.706.39 25.0 30.0 90.28 100.100.22 36.0 30.39 25.286.485.36 16.53 52.901.0 90.1 .874.1 .1 .1 .50 90.81 27.820.0 60.0 90.50 8.45 99.77 14.100.874.887.100.022.100.1 .0 90.0 90.1 .1 .0 90.756.996.0 90.100.0 60.303.100.0 90.30.100.527.893.1 .45 99.09 36.77 14.1 .588.27 40.0 90.100.1 .100.10 53.01 10.77 32.544.000.90 14.66 50.0 90.290.227.0 10.987.11 50.272.0 90.40 43.781.272.1 . devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.01 33.279.187.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 51.60.175.35 86.03 14.0 0.1 .10.38 5.90.11 50.0 90.447.1 .1 .38 5.100.986.0 60.191.22 38.657.: 149 .001.0 90.100.419.516.286.0 90.1 .100.775.279.1 .66 46.84 56.099.100.820.131.88 20.444.53 64.100.44 82.672.28 1.

981.96 16. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.750.1 .302.924.90.1 .0 90.437.0 90.100.278.100.1 .1 .83 16.Capítulo I .032.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.554.0 30.0 90.36 22.278.140.000.554.1 .419.100.1 .0 90.1 .834.44 41.375.57 6.0 90.60.10.05 6.90 11.1 .1 – 100.34 31.055.0 60.70 47.100.1 .34 31.933.0 90.642.1 .1 .551. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.81 113.781.100.1 .024.90.0 90.1 .26 58.1 .26 18.704.283.19 24.30.023.100.0 90.0 90.04 5.1 .99 11.781.664.85 91.770.1 .44 41.100.937.37 32.100.23 66.83 16.0 90.89 57.87 125.73 11.302.81 4.100.0 90.165.0 90.944.274.770.0 90.100.53 21.1 .0 90.097.1 .269.37 32.100.75 33.36 22.032.1 .227.20 90.34 52.00 16.90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 30.06 19.1 .100.81 58.67 100.165.54 21.449.0 90.90.1 .81 117.23 22.551.20 16.0 60.09 31.0 0.1 .375.0 90.94 59.90 91.90.100.00 16. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.19 24.69 124.437.1 .655.09 31.1 .92 21.100.704.57 92.0 0.90.100.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 16.664.1 .488.69 124.1 .269.630.23 82.54 11.750.: 150 .0 90.1 .100.73 15.100.0 90.419.04 5.527.818.0 60.234.53 21.90 22.575.06 19.1 .820.70 21.655.75 19.603.1 .100.1 .57 92.1 .1 .724.461.61 13.100.0 90.0 90.885.21 7.724.449.1 .935.227.100.1 .546.138.100.73 12.89 57.72 40.22 53.75 2.0 90.0 90.75 33.59 7.0 60.1 .1 – 100.99 11.26 18.100.234.885.0 90.0 60.1 .48 4.885.0 90.56 80.100.22 38.0 90.09 24.0 90.885.54 24.278.1 .100.244.0 Lavrinhas Leme Lençóis Paulista Limeira Lindóia Lins Lorena Lourdes Louveira Lucélia Lucianópolis Luís Antônio Luiziânia Lupércio Lutécia Macatuba Macaubal Macedônia Magda Mairinque Mairiporã Manduri Marabá Paulista Maracaí Marapoama Mariápolis Marília Marinópolis Martinópolis Matão Mauá Mendonça Meridiano Mesópolis Miguelópolis Mineiros do Tietê Mira Estrela Miracatu Mirandopólis Mirante do Paranapanema Mirassol Mirassolândia (1) IBGE.0 60.1 .67 100.33 14.285.944.023.236.100.097.0 90.100.10.30 26.055.81 4.100.0 10.72 40.834.100.278.44 0.60.87 89.1 .1 – 100.39 49.937.82 16.0 90.527.0 90.412.720.

96 8.727.18 23.0 90.100.68 28.884.1 .442.18 23.0 90.1 .0 90.100.1 .41 23.317.0 90.0 90.100.845.845.32 11.410.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 85.410.719.87 18.442.65 80.1 – 100.100.370.: 151 .1 .03 24.531.03 53.100.100. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.844.1 .100.0 60.30.87 18.100.100.100.0 90.99 7.626.1 .0 90.824.06 3.37 83.89 13.422.0 90.Capítulo I .100.41 38.0 90.809.06 18.1 .100.425.1 .100.441.1 .0 90.275.100.68 26.755.71 14.1 .843.0 90.58 34.75 93.107.97 21.100.79 7.100.13 24.0 90.100.26 81.477.0 10.1 .0 90.112.345.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.97 21.26 48. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.800.1 .45 13.908.82 15.67 26.28 24.100.722.477.100.994.73 85.100.36 32.13 24.0 90.0 90.73 72.60.83 12.0 90.0 90.51 23.561.441.100.1 .824.67 26.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.78 50.37 83.351.18 13.40 136.351.517.100.908.531.595.37 26.61 43.038.703.100.100.342.36 32.0 90.0 90.0 90.1 .90.626.96 34.563.1 .61 43.647.446.95 10.139.467.1 .100.06 3.91 33.1 .875.441.703.1 .1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.0 90.841.0 90.425.1 .1 .32 11.1 .41 11.0 90.112.100.100.100.517.698.100.1 .446.0 90.51 14.038.22 19.1 .1 .0 90.1 .100.601.78 50.100.1 .1 .292.1 .51 16.0 90.1 .58 33.26 81.1 .73 72.0 90.1 .843.875.531.100.100.672.28 24.95 10.732.0 90.100.39 35.000.48 21.18 13.144.0 90.727.91 33.1 .1 .342.1 .03 24.1 .317.884.100.441.0 90.983.1 .433.29 23.422.89 13.73 90.79 7.0 90.0 90.698.100.275.0 30.1 .795.0 Mococa Mogi Guaçu Moji das Cruzes Moji-Mirim Mombuca Monções Mongaguá Monte Alegre do Sul Monte Alto Monte Aprazível Monte Azul Paulista Monte Castelo Monte Mor Monteiro Lobato Morro Agudo Morungaba Murutinga do Sul Nantes Narandiba Natividade da Serra Nazaré Paulista Neves Paulista Nhandeara Nipoã Nova Aliança Nova Campina Nova Canaã Paulista Nova Castilho Nova Europa Nova Granada Nova Guataporanga Nova Independência Nova Luzitânia Nova Odessa Novais Novo Horizonte Nuporanga Ocauçu Óleo Olímpia Onda Verde Oriente (1) IBGE.12 11.1 .02 30.1 .33 35.12 48.561.69 53.40 138.0 90.595.99 7.37 25.144.57 80.100.0 90.48 21.345.89 14.45 13.0 90.0 90.0 90.370.732.03 12.75 93.1 .

751.79 28.1 .704.745.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.08 73.953.410.92 22.605.15 102.292.100.639.0 90.61 15.41 68.48 8.103.90.154.41 68.79 11.0 90.87 23.320.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 24.60.100.855.100.819.0 90.63 22.283.19 100.1 .320.30 37.100.484.100.08 73.108.100.0 30.1 .51 54.0 90.94 55.100.504.261.419.85 28.683.723.10 98.87 29.100.100.1 .000.1 .100.63 22.100.504.63 36. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.0 90.006.100.100.1 .100.00 26.745.031.1 .79 28.60.0 90.0 90.0 30.87 90.0 90.35 15.060.03 8.93 34.0 10.269.1 .1 .60 74.100.1 .0 90.419.1 .19 31.11 35.710.73 60.045.487.100.068.71 35.69 37.410.0 90.1 .09 32.292.0 90.288.219.089.605.0 60.89 36.0 90.100.22 24.60 66.1 .100.1 .967.35 13.0 90.0 90.06 23.100.0 90.874.1 .045.55 81.1 .1 .90 12.60.88 74.819.0 90.1 .0 90.13 81.100.683.32 15.1 .1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .1 .10 98.1 .63 36.100.1 .35 13.84 26.718.0 90.87 29.0 90.90.1 .100.260.484.662.100.201.1 .88 74.591.0 90.18 32.201.0 90.266.100.60.00 26.84 26.100.23 21.1 .85 70.1 .059.88 24.37 15.1 .0 90.1 .914.07 69.1 .13 36.35 15.222.269.15 47.42 71.704.261.100.591.92 22.0 90.96 73.0 30.0 60.222.37 15.1 .0 90.0 Orindiúva Orlândia Osasco Oscar Bressane Osvaldo Cruz Ourinhos Ouro Verde Ouroeste Pacaembu Palestina Palmares Paulista Palmeira d'Oeste Palmital Panorama Paraguaçu Paulista Paraibuna Paraíso Paranapanema Paranapuã Parapuã Pardinho Pariquera-Açu Parisi Patrocínio Paulista Paulicéia Paulínia Paulo de Faria Pederneiras Pedra Bela Pedranópolis Pedregulho Pedreira Pedrinhas Paulista Pedro de Toledo Penápolis Pereira Barreto Pereiras Peruíbe Piacatu Piedade Pilar do Sul Pindamonhangaba (1) IBGE.Capítulo I .154.154.831.100.831.953.204.03 8.1 .: 152 .30.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.260.76 6.73 10.35 67.068.1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.0 90.0 90.1 .35 67.1 .751.0 90.006.1 .365.874.038.95 11.0 90.208.18 31.026.0 90.045.0 90.42 71.197.1 .0 90.45 6.1 .100.03 35.07 69.487.1 .045.93 34.1 .0 90.100.73 12.09 32.100.42 23.27 29.0 90.718.48 8.0 90.23 18.394.038.1 .26 25.0 30.100.812.100.100.326.

61 60.889.100.73 25.100.0 90.29 48.68 56.100.56 35.10.1 .320.29 21.0 90.698.399.82 20. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .629.1 .733.1 .698.100.76 14.1 .935.00 82.0 90.1 .60.366.85 75.73 25.70 11.0 90.625.438.516.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.366.806.61 137.65 39.497.0 90.100.497.030.1 .05 18.365.02 82.119.100. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.12 40.74 78.46 18.72 23.10 23.014.65 43.119.1 .733.1 .0 90.60.42 38.1 – 100.556.763.100.78 48.1 .091.1 .542.03 75.56 35.1 .54 778.48 21.0 90.014.03 75.1 .430.571.100.0 90.97 4.: 153 .0 90.46 90.365.505.470.556.430.1 .629.1 .1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .770.1 .87 78.147.1 .05 18.735.54 32.87 78.02 31.625.0 90.66 128.08 55.100.1 .100.90.85 75.55 29.542.413.100.0 90.82 20.063.327.787.100.100.0 30.1 .189.0 90.0 90.0 90.199.0 90.61 21.377.0 90.1 .93 15.0 30.79 54.0 60.1 .331.12 6.659.56 1.712.636.661.1 .0 90.327.1 .0 90.712.57 21.616.505.261.587.48 21.61 21.42 29.130.0 90.616.1 .0 90.12 34.100.100.100.1 .0 90.0 90.009.1 .1 .331.78 8.100.199.100.1 .79 72.516.1 .457.100.01 62.147.90 28.862.0 90.12 34.100.1 .100.0 90.68 56.0 60.78 16.Capítulo I .0 90.470.100.0 90.74 78.08 13.08 55.90.377.0 90.0 90.100.01 65.0 90.091.03 26.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 18.0 0.57 21.735.1 .90 39.0 Pindorama Pinhalzinho Piquerobi Piquete Piracaia Piracicaba Piraju Pirajuí Pirangi Pirapora do Bom Jesus Pirapozinho Pirassununga Piratininga Pitangueiras Planalto Platina Poá Poloni Pompéia Pongaí Pontal Pontalinda Pontes Gestal Populina Porangaba Porto Feliz Porto Ferreira Potim Potirendaba Pracinha Pradópolis Praia Grande Presidente Alves Presidente Bernardes Presidente Epitácio Presidente Prudente Presidente Venceslau Promissão Quadra Quatá Queiroz Queluz (1) IBGE.02 31.100.11 17.18 50.1 .815.12 6.0 90.1 .512.08 13.95 1.0 90.70 11.100.100.66 128.100.93 15.23 4.636.1 .11 17.29 48.587.100.100.0 90.78 48.0 90.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.100.000.779.1 .1 .779.009.25 14.100.60.1 .1 .852.935.55 23.100.03 26.1 .787.42 38.10 24.0 30.100.862.571.0 90.44 28.100.

0 90.100.100.272.09 30.63 12.1 .280.100.197.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 32.089.90.0 90.91 35.42 14.99 17.446.73 45.1 .100.1 .979.070.0 90.60 30.47 41.100.100.82 26.622.63 12.1 .100.1 .100.30.100.1 .99 17.715. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.02 33.132.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.768.1 .100.921.0 10.1 .0 90.86 69.100.77 22.0 90.02 33.1 .04 24.752.913.223.42 432.0 30.96 5.0 90.90.28 6.0 90.646.97 13.751.100.: 154 .100.047.60.0 60.110.1 .320.041.896.0 90.857.065.10.762.Capítulo I .186.0 90. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.280.047.02 33.100.0 90.60.1 .0 Quintana Rafard Rancharia Redenção da Serra Regente Feijó Reginópolis Registro Restinga Ribeira Ribeirão Bonito Ribeirão Branco Ribeirão Corrente Ribeirão do Sul Ribeirão dos Índios Ribeirão Grande Ribeirão Pires Ribeirão Preto Rifaina Rincão Rinópolis Rio Claro Rio das Pedras Rio Grande da Serra Riolândia Riversul Rosana Roseira Rubiácea Rubinéia Sabino Sagres Sales Sales Oliveira Salesópolis Salmourão Saltinho Salto Salto de Pirapora Salto Grande Sandovalina Santa Adélia Santa Albertina (1) IBGE.568. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.110.0 90.00 27.28 9.437.73 45.100.513.10 28.53 38.207.715.70 30.0 90.947.47 17.1 .100.0 90.100.752.920.0 90.50 63.622.24 65.74 23.076.1 .70 17.100.585.90.74 49.0 90.1 .100.068.60 3.1 .704.920.73 32.1 .921.1 .446.186.82 26.00 27.974.100.0 90.199.768.100.0 90.207.686.000.76 74.1 .02 33.78 14.0 90.457.1 .1 .1 .945.61 21.1 .100.64 125.0 90.0 90.59 13.74 9.978.100.715.924.1 .1 .74 23.73 90.100.304.00 20.0 90.07 71.74 45.0 90.1 .07 71.1 .068.13 35.61 21.945.04 24.0 90.0 90.1 .57 33.978.64 158.30 42.47 41.100.39 6.91 69.69 42.0 90.320.100.19 30.1 .93 13.0 90.1 .100.272.0 90.100.100.100.0 0.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.1 .1 .0 90.762.53 38.0 90.1 .749.0 60.01 31.00 47.1 .568.0 90.502.513.10 28.677.100.95 13.285.0 30.1 .749.0 90.39 23.70 22.50 63.947.0 60.646.24 56.100.1 .60 3.0 90.1 .100.78 14.1 .1 .100.76 74.1 .285.262.39 23.926.100.089.686.0 90.076.1 .0 90.32 19.59 13.60 30.26 31.677.70 30.1 .585.1 .01 31.502.74 9.4 1 33.065.926.23 19.

91 13.88 9.100.1 – 100.0 10.33 10.0 90.69 17.14 142.100.100.521.100.652.0 90.383.392.0 90.0 90.01 8.570.0 90.0 90.1 .979.31 13.48 7.100.471.76 33.036.0 90.415.100.100.098.31 13.72 20.80 27.1 .80 27.554.78 18.02 55.1 .0 90.0 90.10.70 9.04 12.450.98 364.57 21.10.055.0 0.415.546.1 .984.1 .818.967.53 14.54 28.03 852.1 .546.029.1 .100.000.152.0 90.30.226.165.100.831.733.1 .10.776.69 16.1 .1 .398.113.0 0.009.05 15.05 130.1 .14 7.242.878.348.99 3.90.1 .0 90.10 11.100.1 .1 .0 90.60.344.1 .1 – 100.32 18.715.00 90.816.33 10.0 90.02 55.05 5.1 .100.588.24 15.1 .88 9.0 90.100.0 90.112.554.Capítulo I .271.88 12.1 .60.08 75.816.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.0 0.69 17.38 7.82 36. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.67 21.226.392.738.1 – 90.70 9.10 11.1 .113.1 .1 – 100.60.984. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.76 41.21 1.1 .738.87 25.521.0 90.93 40.14 27.0 90.029.1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.450.1 .242.900.0 90.0 90.1 .100.93 40.08 39.99 14.1 .944.0 30.60 31.07 29.0 90.100.836.88 12.1 .82 36.0 90.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .10.: 155 .78 18.98 17.307.699.55 16.100.58 25.100.91 27.242.242.03 114.979.944.0 60.1 .02 7.0 90.100.1 .100.100.0 90.770.0 30.98 17.0 0.976.100.87 15.0 90.100.836.792.878.54 28.63 51.100.05 130.307.21 1.1 .60 102.0 30.1 .112.0 90.1 .383.1 .0 Santa Bárbara d'Oeste Santa Branca Santa Clara d'Oeste Santa Cruz da Conceição Santa Cruz da Esperança Santa Cruz das Palmeiras Santa Cruz do Rio Pardo Santa Ernestina Santa Fé do Sul Santa Gertrudes Santa Isabel Santa Lúcia Santa Maria da Serra Santa Mercedes Santa Rita do Passa Quatro Santa Rita d'Oeste Santa Rosa de Viterbo Santa Salete Santana da Ponte Pensa Santana de Parnaíba Santo Anastácio Santo André Santo Antônio da Alegria Santo Antônio de Posse Santo Antônio do Aracanguá Santo Antônio do Jardim Santo Antônio do Pinhal Santo Expedito Santópolis do Aguapeí Santos São Bento do Sapucaí São Bernardo do Campo São Caetano do Sul São Carlos São Francisco São João da Boa Vista São João das Duas Pontes São João de Iracema São João do Pau d'Alho São Joaquim da Barra São José da Bela Vista São José do Barreiro (1) IBGE.1 .100.0 30.1 .57 111.699.0 90.100.37 13.0 90.0 60.00 27.63 51.706.60.97 20.1 – 100.0 90.582.1 .522.22 5.41 57.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 27.37 13.04 12.089.0 90.54 25.976.792.540.165.776.42 29.57 77.100.733.32 18.37 57.570.0 90.1 .14 29.652.

88 41.1 .963.685.78 14.60 18.100.231.834.026.611.327.92 40.841.47 8.884.246.21 74.0 90.836.54 61.100.92 727.40 39.88 41.100.Capítulo I .1 .02 22.336.1 .815.1 .78 19.100.100.1 .1 .0 90.100.100.0 90.09 34.1 .238.1 .0 90.417.0 90.644.1 .0 0.51 23.10.253.100.83 56.012.20 14.1 – 10.0 30.100.0 90.0 90.100.0 90.02 2.0 90.47 10.93 35.0 90.815.30.0 90.16 25.28 93.100.1 .048.43 44.12 30.1 .927.32 65.1 .1 .960.100.100.611.1 .1 .000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.100.1 .02 2.100.05 61.09 34.1 .39 16.694.100.37 5.0 90.0 60.850.1 .165.0 90.1 .401.93 20.1 .1 .1 .0 0.88 5.0 90.20 110.100.0 90.57 74.511.085.100.05 61.0 90.1 .517.0 30.0 90.333.290.435.60.50 60.20 14.102.0 90.639.785.012.430.0 90.65 32.1 .0 90.723.526.738.231.10 43.52 13.52 36.30.24 75.00 15.1 .0 90.10 14.1 .855.1 .91 14.1 .498.430.07 90.100.0 90.252.884.976.37 35.685.1 .026.048.270.100.727.100.78 19.252.50 59.102.60 18.20 110.100.842.562.0 90.0 0.435.1 .60.850.00 15.0 0.81 40.1 .24 75.1 .624.1 .000.24 105.333.68 7.: 156 .68 25.90.26 14.70 45.04 14.100.401.02 22.73 14.1 .A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 42.10.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .100.0 90.65 32.0 10.74 152.0 90.250.738.10 43.100.694.100.449.0 90.723. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.100.66 93.0 90.70 45.100.0 90.1 .100.165.290.68 12.52 36.37 61.0 10.855.39 16.100.0 90.336.836.1 .0 90.562.88 77.927.54 8.46 59.515.74 152.10.93 20.100.0 São José do Rio Pardo São José do Rio Preto São José dos Campos São Lourenço da Serra São Luís do Paraitinga São Manuel São Miguel Arcanjo São Paulo São Pedro São Pedro do Turvo São Roque São Sebastião São Sebastião da Grama São Simão São Vicente Sarapuí Sarutaiá Sebastianópolis do Sul Serra Negra Serrana Sertãozinho Sete Barras Severínia Silveiras Socorro Sorocaba Sud Mennucci Sumaré Suzanápolis Suzano Tabapuã Tabatinga Taboão da Serra Taciba Taguaí Taiaçu Taiúva Tambaú Tanabi Tapiraí Tapiratiba Taquaral (1) IBGE.246.644.24 105.60 42. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.32 8.0 90.873.654.1 .46 59.100.0 90.1 .1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .100.46 77.86 30.43 44.40 40.35 32.085.498.

853.0 90.330.742.66 18.46 14.0 90.301.17 24.031.1 .0 60.54 24.100.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.0 90.799.132.0 30.81 21.070.100.100.0 90.1 .90.90.1 .195.20 14.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 59.46 14.12 156.100.0 90.763.701.998.62 14.33 29.1 .66 28.814.889.1 .100.21 7.28 63.971.1 .92 14.100.742.30.0 90.929.18 20.13 16.0 90.100.1 .41 52.21 86.476.18 23.0 90.0 60.1 .559.98 8.100.73 47.991.18 8.20 14.60.1 .100.1 .1 .789.11 3.360.773.351.799.817.560.58 14.29 44.031.051.84 7.100.1 .037.06 4.563.1 .1 .129.62 14.100.100.98 19.967.129.0 90.0 90.32 62.56 19.296.0 90.0 Taquaritinga Taquarituba Taquarivaí Tarabai Tarumã Tatuí Taubaté Tejupá Teodoro Sampaio Terra Roxa Tietê Timburi Torre de Pedra Torrinha Trabiju Tremembé Três Fronteiras Tuiuti Tupã Tupi Paulista Turiúba Turmalina Ubarana Ubatuba Ubirajara Uchoa União Paulista Urânia Uru Urupês Valentim Gentil Valinhos Valparaíso Vargem Vargem Grande do Sul Vargem Grande Paulista Várzea Paulista Vera Cruz Vinhedo Viradouro Vista Alegre do Alto Vitória Brasil (1) IBGE.23 3.21 7.0 90.0 60.100.1 . 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.52 9.98 25.683.46 26.560.0 90.853.1 .0 10.29 32.0 90.559.652.46 8.33 69.80 40.1 .1 .19 12.0 90.773.0 90.100.72 15.100. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.1 .1 .73 19.0 90.773.056.Capítulo I .73 60.1 .742.296.913.66 25.0 90.100.0 90.301.41 30.265.26 18.1 .33 31.360.28 63.204.00 19.61 23.54 24.0 90.41 29.18 20.0 90.100.0 90.889.431.100.1 .1 .642.45 21.06 4.991.19 12.0 90.998.1 .1 .285.02 15.52 9.290.0 90.72 15.0 90.47 3.348.742.1 .39 40.000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.1 .0 90.90.32 62.100.595.100.1 .070.094.46 26.16 156.0 90.537.1 .574.000.094.1 .0 90.100.100.11 3.1 .100.1 .100.81 21.100.100.1 .: 157 .1 .29 32.1 .290. 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1 .763.1 .100.100.537.84 7.90.330.100.967.76 19.100.677.02 15.33 71.798.0 90.1 .677.18 8.1 .92 14.0 90.0 90.195.21 86.100.1 .45 21.132.73 19.0 90.285.17 24.595.100.913.23 3.18 52.100.563.476.191.0 90.971.0 90.100.773.1 .13 22.18 29.58 14.380.0 90.100.0 90.100.

294. 1997 (2) Sistema de Informações Geográficas do ISA – Instituto Socioambiental (2.0 90.89 42.000.68 31.Capítulo I .000 DMA – Domínio da Mata Atlântica (CONAMA.0 Votorantim Votuporanga Zacarias (1) IBGE.100.26 90.0 90.89 42.100.450. devido ao cálculo ter sido realizado a partir da escala de 1:5.998.100.68 31.A Mata Atlântica Município (1) Municípios do Estado de São Paulo inseridos no Domínio da Mata Atlântica (633 Municípios – continuação) Área total do Área do Município no DMA (2) (2) (3) Município (ha) (ha) % 18.1 .1 . 1992 e PL 285/99) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.000) (3) Porcentagem aproximada por faixas.294.: 158 .26 18.450.998.1 .

Definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. pág. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Paraná (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93) Define ve getação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado de Santa Catarina (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). o Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial.Quadro resumo da legislação ANO 1993 INSTRUMENTO LEGAL o Decreto Federal n 750/93 EMENTA Dispõe sobre o corte. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Piauí (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). 6º e 7º d Decreto 750. Estabelece os parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão da Mata Atlântica (regulamentação dos artigos 3º. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. de 10 de Fevereiro de 1993). médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado de Alagoas (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). e dá outras providências.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) LEGISLAÇÃO DE PROTEÇÃO DA MATA ATLÂNTICA Legislação em vigor I . médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado de São Paulo (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93).: 159 1993 Resolução Conama n 10/93 o 1994 Resolução Conama n 1/94 o 1994 Resolução Conama n 2/94 o 1994 Resolução Conama n 4/94 o 1994 Resolução Conama n 5/94 o 1994 Resolução Conama n 6/94 o 1994 Resolução Conama n 12/94 o 1994 Resolução Conama n 25/94 o 1994 Resolução Conama n 26/94 o 1994 Resolução Conama n 28/94 o 1994 Resolução Conama n 29/94 o Dossiê Mata Atlântica 2001 . Definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. elaborado pela Câmara Técnica Temporária para Assuntos de Mata Atlântica. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Ceará (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. Aprova o Glossário de Termos Técnicos. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado da Bahia (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93) Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93).

médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Mato Grosso do Sul (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). nos estágios médio e avançado de regeneração. define que a “vegetação remanescente de mata atlântica. de 10 de fevereiro de 1993. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. Estabelece as definições. Dispõe sobre os procedimentos para a aplicação do art. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Sergipe (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Norte (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. de 10 de Fevereiro de 1993”. Aprova os parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão de vegetação de restinga para o Estado de São Paulo. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Rio Grande do Sul (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). de 12 -05-94.: 160 . as responsabilidades. de 1002-93. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. que regulamenta o artigo 4º do Decreto Federal 750. médio e avançado de regeneração. Define corredores entre remanescentes de vegetação primária e em estágio médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica. expressa no parágrafo único do artigo 4º. os critérios básicos e as diretrizes gerais para a aplicação do disposto no Artigo 4º do Decreto Federal 750/93. dispondo sobre o corte. 1994 Resolução Conama n 31/94 o 1994 Resolução Conama no 32/94 1994 Resolução Conama n 33/94 o 1994 Resolução Conama no 34/94 1994 Resolução Conjunta SMA/SP – o Ibama n 002/94 1996 Resolução Conama n 3/96 o 1996 Resolução Conama n 7/96 o 1996 Resolução Conama n 9/96 o 1996 Resolução Conjunta SMA/SPo Ibama n 5/96 1997 Deliberação Consema/SP no 18/97 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.do Decreto 750. Com vistas ao esclarecimento da aplicação do Decreto 750/93. abrange a totalidade de vegetação primária e secundária em estágio inicial. relativos ao parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos. Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. que trata da supressão de vegetação secundária de Mata Atlântica. 5° do Decreto Federal n° 750. para o Estado de São Paulo.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) ANO 1994 INSTRUMENTO LEGAL Resolução Conama no 30/94 EMENTA Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado do Pernambuco (regulamentação do artigo 6º do Decreto 750/93). Define vegetação primária e secundária nos estágios inicial. Acrescenta dispositivos à Resolução Conjunta 2. referente ao parcelamentos do solo ou qualquer edificação para fins urbanos nos perímetros urbanos ou de expansão urbana definidos por lei municipal. a exploração e a supressão de vegetação secundária no estágio inicial de regeneração de Mata Atlântica no Estado de São Paulo.

ITR. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de 19 de dezembro de 1996. e dá outras providências.771. na área de Mata Atlântica do Estado da Bahia.393. Aprova as Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvo lvimento Sustentável da Mata Atlântica. a imediata suspensão das atividades madeireiras que utilizem como matéria-prima árvores nativas da Mata Atlântica. 10 da Lei n 9. e acresce dispositivos à Lei o n 4. de 15 de setembro de 1965. em estágio primário. 14. bem como altera o art. 1 .: 161 . Determina as diretrizes para as atividades econômicas envolvendo a utilização sustentada de recursos florestais procedentes de áreas cobertas por floresta ombrófila densa. bem como de qualquer tipo de autorização de exploração ou desmate de flores tas nativas concedidas pelo IBAMA ou pelos órgãos ambientais estaduais. em conformidade com suas competências. o o Altera os arts. 16 e 44. 4 . que dispõe sobre o Imposto Territorial Rural . que institui o Código o Florestal.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) ANO 1998 INSTRUMENTO LEGAL o Resolução Conama n 240/98 1999 Resolução Conama n 248/99 o 1999 1999 Resolução Conama n 249/99 Resolução Conama n 261/99 o o 2001 Medida Provisória n 2.08059/01 o EMENTA Determina ao IBAMA e aos órgãos ambientais da Bahia. Aprova os parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão de vegetação de restinga para o Estado de Santa Catarina . médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado da Bahia.

campos de altitude. de 28 de Fevereiro de 1967.Os requisitos deste artigo não se aplicam à exploração eventual de espécies da flora. de acordo com as diretrizes e critérios técnicos por ele estabelecidos. incisos IV e tendo em vista o disposto no Artigo 225. com as respectivas delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil. IV . mediante aprovação de estudo e relatório de impacto ambiental.A exploração seletiva de determinadas espécies nativas nas áreas cobertas por vegetação primária ou nos estágios avançados e médio de regeneração da Mata Atlântica poderá ser efetuada desde que observados os seguintes requisitos: I .estabelecimento de áreas e de retiradas máximas anuais.: 162 . Floresta Estaci onal Semidecidual. Artigo 2° . quando necessária a obras. Artigo 4° . Artigo 3° . O PRESIDENTE DA REPÚBLICA. planos.938. manguezais. informando-se ao Conselho Nacional do Meio Ambiente .A supressão e a exploração da vegetação secundária. a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. no Decreto -Lei 289.não promova a supressão de espécies distintas das autorizadas através de prática de roçadas. ouvidos o órgão estadual competente e o Conselho Estadual do Meio Ambiente respectivo. em estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica. considera-se Mata Atlântica as formações florestais e ecossistemas associados inseridos no domínio Mata Atlântica.Excepcionalmente.Ficam proibidos o corte. Floresta Ombrófila Aberta. Floresta Estacional Decidual. utilizadas para consumo nas propriedades ou posses das populações tradicionais. informando-se ao CONAMA. III .elaboração de proje1 estudos prévios técnico-científicos de estoque e de garantia de capacidade de manutenção da espécie.prévia autorização do órgão estadual competente. de 15 de Setembro de 1965. da Constituição. da Lei 4. com anuência prévia do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . de 31 de agosto de 1981. restingas. e dá outras providências.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) DECRETO Nº 750/93 10 de fevereiro de 1993 Dispõe sobre o corte. atividades ou projetos de utilidade pública social.Para os efeitos deste Decreto. e na Lei 6. Parágrafo Único . serão regulamentadas por ato do IBAMA. DECRETA: Artigo 1º . mas ficara sujeita à autorização pelo órgão estadual competente.771. 14. e de acordo com o disposto no Art. a supressão da vegetação primária ou em estágio avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica poderá ser autorizada. Parágrafo Único . no uso das atribuições que lhe confere o Artigo 84. Floresta Ombrófila Mista. mediante decisão motivada do órgão estadual competente. brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste. IBGE 1988: Floresta Ombrófila Densa Atlântica.CONAMA. bosqueamento e similares. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Alíneas “a” e “b”.IBAMA. II . a exploração e a supressão de vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. Parágrafo 4º.

exercer função de proteção de mananciais ou de prevenção e controle de erosão. Artigo 6° .: 163 .938. Artigo 5° . para fins de requisição de inquérito policial. no prazo determinado pela autoridade competente. Inciso III. Artigo 9° .A floresta primária ou em estágio avançado e médio de regeneração não perderá esta classificação nos casos de incêndio e/ou desmatamento não licenciados a partir da vigência deste Decreto. III . instauração de inquérito civil e propositura de ação penal e civil pública. os interessados darão ciência do empreendimento ou da atividade ao órgão de fiscalização local.A definição de vegetação primária e secundária nos estágios avançado.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) Parágrafo Único .ter excepcional va lor paisagístico. Artigo 8° . que fará as exigências pertinentes. § 1° .A supressão de que trata este artigo. Parágrafo Único . mediante prévia autorização dos órgãos estaduais competentes e desde que a vegetação não apresente qualquer das seguintes características: I . coordenará rigorosa fiscalização dos projetos existentes em área da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de que tratam os artigos 2° e 3° da Lei 4. bem como a utilização das áreas de preservação permanente. da Lei 6.São nulos de pleno direito os atos praticados em desconformidade com as disposições do presente Decreto.Incumbe aos órgãos do Sistema Nacional do Meio Ambiente SISNAMA. no prazo de cinco dias. médio e inicial de regeneração da Mata Atlântica será de iniciativa do IBAMA. ouvido o órgão competente. obedecerá ao que estabelece o Parágrafo Único do Artigo 1° deste Decreto. Artigo 11 . formar corredores entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio avançado e médio de regeneração. o parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos só serão admitidos quando de conformidade com o plano diretor do Município e demais legislações de proteção ambiental. nos casos de infrações às disposições deste Decreto: a) aplicar as sanções administrativas cabíveis.Para os fins previstos no parágrafo anterior.771.ser abrigo de espécies da flora e fauna silvestres ameaçadas de extinção.Nos casos de vegetação secundária nos estágios médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica. de 31 de Agosto de 1981.Fica proibida a exploração de vegetação que tenha a função de proteger espécies da flora e fauna silvestres ameaçadas de extinção.O CONAMA será a instância de recurso administrativo sobre as decisões decorrentes do disposto neste Decreto. nos Estados em que a vegetação remanescente da Mata Atlântica seja inferior a cinco por cento da área original. em articulação com autoridades estaduais competentes.O IBAMA.Qualquer intervenção na Mata Atlântica primária ou nos estágios avançados e médio de regeneração só poderá ocorrer após o atendimento do disposto no “caput” deste artigo. nos termos do artigo 8°. Artigo 10 . aprovado pelo CONAMA. b) informar imediatamente ao Ministério Público. § 2° . Parágrafo Único .Os empreendimentos ou atividades iniciados ou sendo executados em desconformidade com o disposto neste Decreto deverão adaptar-se às suas disposições. ou ainda de proteger o entorno de unidades de conservação. II . de 15 de Setembro de 1965. Artigo 7° .

Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. ITAMAR FRANCO Presidente da República Fernando Coutinho Jorge Ministro do Meio Ambiente e da Amazônia Legal Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.547. Artigo 12 .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) c) representar aos conselhos profissionais competentes em que inscritos o responsável técnico pelo projeto. de 25 de Setembro de 1990.O Ministério do Meio Ambiente adotará as providências visando o rigoroso e fiel cumprimento do presente Decreto. Artigo 14 .Revoga-se o Decreto 99. consoante a legislação específica. Artigo 13 . e estimulará estudos técnicos e científicos visando a conservação e o manejo racional da Mata Atlântica e sua biodiversidade.: 164 . para apuração de sua responsabilidade.

028.Com base nos parâmetros indicados no artigo 1º desta Resolução. forma uma camada fina pouco decomposta. III . de 12 de Abril de 1990. RESOLVE: Artigo 1º . “ad referendum” do Plenário que se pronunciará na reunião ordinária subseqüente. com grande diversidade biológica. VIII . I . VII . contínua ou não. tais como altura e diâmetro. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.274. passam a ser assim definidos: I .presença. de 10 de Fevereiro de 1993.CONAMA. de 15 de Junho de 1993. briófitas e pteridófitas. quando existente. após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária.Para efeito desta Resolução e considerando o que dispõem os artigos 3º.estratos predominantes.existência.Os estágios de regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. no prazo de 30 dias.Vegetação Primária vegetação de máxima expressão local. com as alterações introduzidas pela Lei 8. diversidade e quantidade de epífitas.O detalhamento dos parâmetros estabelecidos neste artigo. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. c) epífitas.IBAMA e pelo órgão estadual integrante do SISNAMA.Estágio Inicial: a) fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo. com cobertura vegetal variando de fechada a aberta. VI . II . e) serapilheira. d) trepadeira. se existentes. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. contatos da publicação desta Resolução e submetidos à aprovação do Presidente do CONAMA. diversidade e quantidade de trepadeiras. II . de 03 de Dezembro de 1986. Lei 8. e pela Medida Provisória 350.938.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) RESOLUÇÃO CONAMA Nº 10/93 1º de outubro de 1993 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . de 14 de Setembro de 1993. e no Regimento Interno aprovado pela Resolução/CONAMA/025. de 06 de Junho de 1990. V . e com base no Decreto 99. se presentes. bem como a definição dos valores mensuráveis. § 1º . serão definidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . no uso das atribuições que lhe são conferidas na Lei 6. Artigo 2º .distribuição diamétrica e altura IV . 6º e 7º do Decreto 750. Artigo 3º . com baixa diversidade.fisionomia. são geralmente herbáceas.existência.subos que. ausência e características da serapilheira. § 2º .diversidade de dominância de espécies. de 19 de Novembro de 1992. Considerando a deliberação contida na Resolução/CONAMA/003. são estabelecidos os seguintes parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão da Mata Atlântica.Vegetação Secundária ou em Regeneração: vegetação resultante de processos naturais de sucessão.: 165 . de 31 de Agosto de 1990. b) espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude. ficam definidos os seguintes conceitos: I . são representadas principalmente por liquens.Poderão também ser estabelecidos parâmetros complementares aos definidos neste artigo notadamente à área basal e outros desde que justificados técnica e cientificamente.490.

variando de aberta a fechada. são as seguintes: I . ora dominada por gramíneas (Spartina) e amarilidáceas (Crinun). respeitadas a legislação protetora pertinente. desenvolve-se uma flora especializada. b) espécies emergentes. definidos no artigo 3º desta Resolução. g) diversidade biológica significativa. De acordo com a dominância de cada gênero.A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação. dominante sobre as demais. podendo constituir estratos diferenciados. h) subosque presente. II . presentes em grande número de espécies e com grande abundância. c) distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada. restinga. brejo interiorano e encrave florestal do nordeste. os dois primeiros colonizando locais mais baixos e o terceiro os locais mais altos e Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. não é aplicável aos ecossistemas associados às formações vegetais do domínio da Mata Atlântica. formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. e) trepadeiras.vegetação com influência flúvio-marinha. sendo mais abundantes e ricas em espécies na floresta estacional. principalmente na floresta ombrófila. horizontalmente amplas. ora dominada por espécies arbóreas dos gêneros Rhizophora.Manguezal . típica de solos limosos de regiões estuarinas e dispersão descontínua ao longo da costa brasileira. g) espécies pioneiras abundantes. com a ocorrência eventual de indivíduos emergentes. g) serapilheira abundante. h) diversidade biológica muito grande devido à complexidade estrutural. i) estratos herbáceo. Parágrafo Único . pode haver espécies dominantes. l) dependendo da formação florestal. aplicam-se as disposições contidas nos parágrafos 1º e 2º do artigo 1º desta Resolução. a Lei 5.Para as formações vegetais referidas no “caput” des te artigo. de 15 de Setembro de 1965.197. quando presentes. Artigo 5º .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) f) diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. de 18 de Setembro de 1985. o manguezal pode ser classificado em mangue vermelho (Rhizophora). ocorrendo com diferentes graus de intensidade. h) ausência de subosque. a Lei 6. j) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. sendo mais abundantes na florestas ombrófila. f) serapilheira presente. Artigo 4º . arbustivo e um notadamente arbóreo. III . variando de espessura de acordo com as estações do ano e da localização. b) cobertura arbórea.: 166 . d) distribuição diamétrica de grande amplitude. tais como manguezal. à exceção de manguezal. a Lei 6. mangue branco (Laguncularia) e mangue siriúba (Avicennia). campo de altitude. Laguncularia e Avincennia. d) epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial.Estágio Médio: a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva. entre os Estados do Amapá e Santa Catarina. que lhe conferem uma fisionomia herbácea.938 de 31/02/91. podendo apresentar árvores emergentes.902. de 03 de Janeiro de 1967. predominando sobre a herbácea. são predominantemente lenhosas. em especial a Lei 4771. e) epífitas. c) copas superiores. para efeito desta Resolução. f) trepadeiras. com predomínio de pequenos diâmetros.As definições adotadas para as formações vegetais de que trata o artigo 4º. k) subosque normalmente menos expressivos do que no estágio médio. Nesse ambiente halófito. e a Resolução/CONAMA/004.Estágio Avançado: a) fisionomia arbórea. geralmente lenhosas. de 27 de Abril de 1981.

Brejo Interiorano . As comunidades florísticas próprias dessa vegetação são caracterizadas por endemismos.As áreas rurais cobertas por vegetação primária ou nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. arbustivo de arbóreo. são definidos: I .Campo de Altitude .Para efeito desta Resolução. apresentando de acordo com o estágio sucessional. III . Zoneamento Ecológico/Econômico ou Plano Diretor de acordo com as categorias de manejo.Encrave Florestal do Nordeste . Artigo 9º.Restinga . também considerada comunidade edáfica. II .: 167 . dunas e depressões. que ocorre em caatinga florestal. IV . IV .Entorno de Unidades de Conservação . por depender mais da natureza do solo do que do clima.Esta Resolução entre em vigor na data de sua publicação. No ecótono com a caatinga são encontradas com mais frequência palmeiras e algumas cactáceas arbóreas. Quando o mangue penetra em locais arenosos denomina-se mangue seco. serão estudadas pela Câmara Técnica Temporária para Assuntos de Mata Atlântica e sua definição se dará no prazo de 90 (noventa) dias. latifoliada e decídua. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. e tendo em vista o disposto nos artigo 5º e 7º do Decreto 750/93. Constitui uma transição para o agreste. presente ao longo do litoral brasileiro. este último mais interiorizado.Corredor entre Remanescentes .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) mais afastados da influência das marés. Ocorre em mosaico e encontra-se em praias. referentes as suas respectivas biotas. predominando em clima subtropical ou temperado. em elevações e platôs onde eventos úmidos condensam o excesso de vapor e criam um ambiente de maior umidade.vegetação que recebe influência marinha. que ocorre geralmente nos cumes litólicos das serras com altitudes elevadas.espécies constantes das listas oficiais do IBAMA. capaz de propiciar hábitat ou servir de área de trânsito para a fauna residente nos remanescentes.área de cobertura vegetal contígua aos limites de Unidade de Conservação.Vegetação de Excepcional Valor Paisagístico . xerófita.A Câmara Técnica Temporária para Assuntos de Mata Atlântica. Artigo 6º . Estadual ou Municipal. editará um glossário dos termos técnicos citados nesta Resolução. que for proposta em seu respectivo Plano de Manejo. Inexistindo estes instrumentos legais ou deles não constando a área de entorno. com estrutura arbustiva e/ou herbácea.Flora e Fauna Silvestres Ameaçadas de Extinção .mancha de floresta que ocorre no nordeste do País.floresta tropical baixa. que não forem objeto de exploração seletiva. sendo que a largura do corredor e suas demais características. são consideradas de interesse ecológico para a proteção dos ecossistemas. II . instituída pela Resolução/CONAMA/003/93.Vegetação existente no sítios considerados de excepcional valor paisagístico em legislação do Poder Público Federal. III . higrófila e mesófila com camada arbórea fechada. conforme previsto no Artigo 2º do Decreto 750/93. É também chamado de brejo de altitude.vegetação típica de ambientes monta no e alto-montano. estrato herbáceo. V . Artigo 8º . ou mata semi-úmida decídua.faixa de cobertura vegetal existente entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio médio e avançado de regeneração. cordões arenosos. acrescidas de outras indicadas nas lista eventualmente elaboradas pelos órgãos ambientais dos Estados. constituída devido à maior umidade do ar e à maior quantidade de chuvas nas encostas das montanhas. o licenciamento se dará sem prejuízo da aplicação do disposto no artigo 2º da Resolução/CONAMA/013/90. Caracteriza-se por uma ruptura na seqüência natural das espécies presentes nas formações fisionômicas circunvizinhas. Artigo 7º .

: 168 .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) Artigo 10 . RUBENS RICUPERO Presidente do CONAMA SIMÃO MARRUL FILHO Secretário-Executivo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Ficam revogadas as disposições em contrário especialmente as alíneas “n” e “o” do artigo 2º da Resolução/CONAMA/004/85.

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica)

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 12/94 4 de maio de 1994

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981, alterada pela Lei 8.028, de 12 de abril de 1990, e Lei n. 8.746, de 09 de dezembro de 1993, considerando o disposto na Lei 8.490, de 19 de novembro de 1992, e tendo em vista o disposto em seu Regimento interno, e Considerando o disposto no artigo 8º da Resolução CONAMA n. 010, de 10 de outubro de 1993, RESOLVE: Artigo 1º - Aprovar o Glossário de Termos Técnicos, elaborado pela Câmara Técnica Temporária para Assuntos de Mata Atlântica. AGRESTE: zona fitogeográfica do Nordeste, entre a Mata e o Sertão, caracterizada pelo solo pedregoso e pela vegetação escassa e de pequeno porte. ALTO MONTANO: relativo aos ambientes situados em altitudes acima de 1.500 metros. AMARILIDÁCEAS: família botânica, a qual pertencem entre outros as açucenas. AMBIENTE HALÓFITO: ambiente caracterizado pela presença de vegetação tolerante ao sal. ANTRÓPICO: relativo à ação humana. ÁREA BASAL: área expressa em que uma ou um grupo de árvores ocupa no terreno. BRIÓFITAS: vegetal de pequenas dimensões, sem canais internos condutores de seiva, como os musgos. CACTÁCEAS: família de plantas peculiarmente destituídas de folhas, mas que têm o caule muito engrossado, em virtude de amplas reservas de água. Quase sempre conduzem espinhos, flores ornamentais, dotadas de numerosas pétalas e estames, frutos por vezes comestíveis. COMUNIDADE EDÁFICA: conjunto de populações vegetais dependentes de determinado tipo de solo. COMPLEXIDADE ESTRUTURAL: grupo ou conjunto de espécies ocorrentes em uma floresta, cujos indivíduos interagem imprimindo características próprias a mesma, em virtude de distribuição e abundância de espécies, formação de estratos, diversidade biológica. CUMES LITÓLICOS: ponto mais alto de um morro ou elevação constituídos basicamente de rochas. DECÍDUA: diz-se a planta cujas folhas caem em certa época do ano. DISTRIBUIÇÃO DIAMÉTRICA: maneira como se apresenta os diâmetros dos troncos medidos à 1,30 metros do solo (DAP). DIVERSIDADE BIOLÓGICA: variedade de indivíduos, comunidades, populações, espécies e ecossistemas existentes em um determinada região. DOMINÂNCIA DE ESPÉCIES: grau em que determinadas espécies dominam em uma comunidade, devido ao tamanho, abundância ou cobertura, e que afeta as potencialidades das demais espécies.

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DOSSEL: parte formada pela copa das árvores que formam o estrato superior da floresta. ECÓTONO: zona de contato ou transição entre duas formações vegetais com características distintas. EDÁFICA: relativo ao solo. ENDEMISMO: espécie nativa, restrita a uma determinada área geográfica. EPÍFITA: planta que cresce sobre a outra planta sem retirar alimento ou tecido vivo do hospedeiro. ESPÉCIE EMERGENTE: aquela que se sobressai devido a sua copa ultrapassar o dossel da floresta, em busca de luminosidade. ESPÉCIE INDICADORA: aquela cuja presença indica a existência de determinadas condições no ambiente em que ocorre. ESPÉCIE PIONEIRA: aquela que se instala em uma região, área ou hábitat anteriormente não ocupada por ela, indicando a colonização de áreas desabitadas. ESTRATO: determinada camada de vegetação em uma comunidade vegetal. Ex: estratos herbáceos, arbustivo e arbóreo. EXPLOTAÇÃO SELETIVA: o mesmo que exploração seletiva. Extração de espécies ou produtos de origem vegetal previamente determinados. FISIONOMIA: feições características no aspecto de uma comunidade vegetal. FLORESTA ESTACIONAL: floresta que sofre ação climática desfavorável, seca ou fria, com perda de folhas. FLORESTA OMBRÓFILA: floresta que ocorre em ambientes sombreados onde a umidade é alta e constante ao longo do ano. HIGRÓFILA: vegetação adaptada a viver em ambiente de elevado grau de umidade. LATIFOLIADA: vegetação com abundância de espécies dotadas de folhas largas. LÍQUENS: associação permanente entre uma alga e um fungo, comumente encontrada nos troncos das árvores e sobre rochas. MESÓFILA: vegetação adaptada a viver em ambiente com mediana disponibilidade de água, no solo e na atmosfera. MONTANO: relativo a ambientes que ocupam a faixa de altitude geralmente situada entre 500 a 1.500m. PLÂNTULA: planta jovem ou recém germinada. PTERIDÓFITAS: plantas sem flores que se reproduzem por esporos. Ex: samambaias, xaxins e avencas. REGIÃO ESTUARINA: área costeira na qual a água doce se mistura com a salgada. REMANESCENTES: manchas de vegetação Primária ou Secundária do domínio da Mata Atlântica. SERAPILHEIRA: camadas de folhas, galhos e matéria orgânica morta que cobre o solo das matas.

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Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica)

SUBOSQUE: estratos inferiores de uma floresta. Vegetação que cresce sob as árvores. XERÓFITA: vegetação adaptada a hábitat seco. Artigo 2º- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA

NILDE LAGO PINHEIRO Secretária- Executiva

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RESOLUÇÃO CONAMA Nº 3/96 18 de abril de 1996

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso I, do artigo 4º, da Lei 6.938, de 31 de Agosto de 1981, incisos II e X, do artigo 7º, do Decreto 99.274, de 06 de Junho de 1990. com vistas ao esclarecimento da aplicação do Decreto 750/93, RESOLVE: Artigo 1º - Compreende-se que: Vegetação remanescente de mata atlântica, expressa no parágrafo único do artigo 4º, do Decreto 750, de 10 de Fevereiro de 1993, abrange a totalidade de vegetação primária e secundária em estágio inicial, médio e avançado de regeneração. Artigo 2º- Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO KRAUSE GONÇALVES SOBRINHO Presidente do CONAMA

AÉCIO GOMES DE MATOS Secretário Executivo Substituto

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RESOLUÇÃO CONAMA Nº 09/96 24 de outubro de 1996

O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE- CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, alterada pela Lei nº 8.028, de 12 de abril de 1990, regulamentadas pelo Decreto nº 99.274, de 06 de junho de 1990, e Lei nº 8.746, de 09 de dezembro de 1993, considerando o disposto na Lei nº 8.470, de 19 de novembro de 1992, e tendo em vista o disposto no seu Regimento Interno, e Considerando o disposto no artigo 225 da Constituição Federal, em especial a definição da Mata Atlântica como Patrimônio Nacional; Considerando a necessidade de dinamizar a implementação do Decreto nº 750/93, referente à proteção da Mata Atlântica; Considerando a necessidade de se definir “corredores entre remanescentes” citado no artigo 7º do Decreto nº 750 / 93, assim como estabelecer parâmetros e procedimentos para a sua identificação e proteção, RESOLVE: Artigo 1º - Corredor entre remanescentes caracteriza-se como sendo faixa de cobertura vegetal existente entre remanescentes de vegetação primária e em estágio médio e avançado de regeneração, capaz de propiciar habitat ou servir de área de trânsito para a fauna residente nos remanescentes. Parágrafo único: Os corredores entre remanescentes constituem-se: a) pelas matas ciliares em toda sua extensão e pelas faixas marginais definidas por lei; b) pelas faixas de cobertura vegetal existentes nas quais seja possível a interligação de remanescentes, em especial, às unidades de conservação e áreas de preservação permanente. Artigo 2º - Nas áreas que se prestem a tal finalidade onde sejam necessárias intervenções visando sua recomposição florística, esta deverá ser feita com espécies nativas regionais, definindo-se previamente se essas áreas serão de preservação ou de uso. Artigo 3º - A largura dos corredores será fixada previamente em 10% ( dez por cento ) do seu comprimento total, sendo que a largura mínima será de 100 metros. Parágrafo único: Quando em faixas marginais, a largura mínima estabelecida se fará em ambas as margens do rio. Artigo 4º - Revogam-se as disposições em contrário. Artigo 5º- Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

GUSTAVO KRAUSE GONÇALVES SOBRINHO Presidente do CONAMA

EDUARDO DE SOUZA MARTINS Secretário-Executivo

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Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica)

RESOLUÇÃO CONAMA Nº 249/99 01 de fevereiro de 1999

O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentada pelo Decreto nº 99.274, de 6 de junho de 1990, tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno, e Considerando que o bioma Mata Atlântica tem sido amplamente discutido pela sociedade brasileira, devido a suas dimensões e diversidade biológica; Considerando que a discussão ocorrida no âmbito dos Grupos de Trabalho constituídos a partir da Câmara Técnica de Assuntos de Mata Atlântica resultou na apresentação das Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável para a Mata Atlântica; Considerando as contribuições do Grupo de Trabalho Interministerial, com vistas a incluir diversos componentes da estratégia contida na proposta de Diretrizes da Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica; Considerando o consenso entre os diversos segmentos da comunidade científica, setorial, governamental e ambientalista, para que haja instrumentos que possibilitem a reversão do quadro predatório e o estabelecimento de mecanismos que garantam a sustentabilidade do Bioma; Considerando a necessidade de se estabelecer linhas de atuação por parte do governo, sempre baseadas no marco conceitual de conservação e uso sustentável, preconizado na Constituição Federal sobre a Mata Atlântica; Considerando que foram realizados diversas reuniões e workshops com a participação de instituições e técnicos envolvidos com a temática, objetivando a discussão e definição dos marcos principais para a proposta de uma política; Considerando que os resultados da interação interinstitucional e multidisciplinar serviram como base para a formulação das linhas de ação que mantêm e asseguram às comunidades envolvidas melhores condições de vida; às agências e órgãos governamentais, maior capacidade de indução do desenvolvimento com sustentabilidade ambiental; o firme propósito de contribuir para o desenvolvimento sustentável em nível nacional, através da implementação dos elementos que compõem a estratégia, as diretrizes da Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica e o Plano de Ação para a Mata Atlântica; RESOLVE: Artigo 1º - Aprovar as Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Ma ta Atlântica, conforme publicado no Boletim de Serviço, ano V, nº 12/98 Suplemento, 07/01/99, do Ministério do Meio Ambiente - MMA. Artigo 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. JOSÉ SARNEY FILHO Presidente do CONAMA RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO Secretário-Executivo

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MEDIDA PROVISÓRIA No 2.080-59, 25 de janeiro de 2001. Altera os arts. 1o, 4o, 14, 16 e 44, e acresce dispositivos à Lei no 4.771, de 15 de setembro de 1965, que institui o Código Florestal, bem como altera o art. 10 da Lei no 9.393, de 19 de dezembro de 1996, que dispõe sobre o Imposto Territorial Rural ITR, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62, e tendo em vista o disposto no art. 225, § 4o, da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. 1o Os arts. 1o, 4o, 14, 16 e 44, da Lei no 4.771, de 15 de setembro de 1965, passam a vigorar com as seguintes redações: "Art. 1o ............................................................................ § 1o As ações ou omissões contrárias às disposições deste Código na utilização e exploração das florestas e demais formas de vegetação são consideradas uso nocivo da propriedade, aplicando-se, para o caso, o procedimento sumário previsto no art. 275, inciso II, do Código de Processo Civil. § 2o Para os efeitos deste Código, entende-se por: I - Pequena propriedade rural ou posse rural familiar: aquela explorada mediante o trabalho pessoal do proprietário ou posseiro e de sua família, admitida a ajuda eventual de terceiro e cuja renda bruta seja proveniente, no mínimo, em oitenta por cento, de atividade agroflorestal ou do extrativismo, cuja área não supere: a) cento e cinqüenta hectares se localizada nos Estados do Acre, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá e Mato Grosso e nas regiões situadas ao norte do paralelo 13o S, dos Estados de Tocantins e Goiás, e ao oeste do meridiano de 44o W, do Estado do Maranhão ou no Pantanal mato-grossense ou sul-matogrossense; b) cinqüenta hectares, se localizada no polígono das secas ou a leste do Meridiano de 44º W, do Estado do Maranhão; e c) trinta hectares, se localizada em qualquer outra região do País; II - Área de preservação permanente: área protegida nos te rmos dos arts. 2o e 3o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas; III - Reserva Legal: área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação e reabilitação dos processos ecológicos , à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteção de fauna e flora nativas; IV - Utilidade pública: a) as atividades de segurança nacional e proteção sanitária; b) as obras essenciais de infra-estrutura destinadas aos serviços públicos de transporte, saneamento e energia; e c) demais obras, planos, atividades ou projetos previstos em resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente - CONAMA; V - Interesse social:

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a) as atividades imprescindíveis à proteção da integridade da vegetação nativa, tais como: prevenção, combate e controle do fogo, controle da erosão, erradicação de invasoras e proteção de plantios com espécies nativas, conforme resolução do CONAMA; b) as atividades de manejo agroflorestal sustentável praticadas na pequena propriedade ou posse rural familiar, que não descaracterizem a cobertura vegetal e não prejudiquem a função ambiental da área; e c) demais obras, planos, atividades ou projetos definidos em resolução do CONAMA; VI - Amazônia Legal: os Estados do Acre, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá e Mato Grosso e as regiões situadas ao norte do paralelo 13o S, dos Estados de Tocantins e Goiás, e ao oeste do meridiano de 44o W, do Estado do Maranhão. (NR) "Art. 4 A supressão de vegetação em área de preservação permanente somente poderá ser autori zada em caso de utilidade pública ou de interesse social, devidamente caracterizados e motivados em procedimento administrativo próprio, quando inexistir alternativa técnica e locacional ao empreendimento proposto. § 1o A supressão de que trata o caput deste artigo dependerá de autorização do órgão ambiental estadual competente, com anuência prévia, quando couber, do órgão federal ou municipal de meio ambiente, ressalvado o disposto no § 2o deste artigo. § 2 A supressão de vegetação em urbana, dependerá de autorização município possua conselho de meio mediante anuência prévia do órgão parecer técnico.
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área de preservação permanente situada em área do órgão ambiental competente, desde que o ambiente com caráter deliberativo e plano diretor, ambiental estadual competente fundamentada em

§ 3 O órgão ambiental competente poderá autorizar a supressão eventual e de baixo impacto ambiental, assim definido em regulamento, da vegetação em área de preservação permanente. § 4 O órgão ambiental competente indicará, previamente à emissão da autorização para a supressão de vegetação em área de preservação permanente, as medidas mitigadoras e compensatórias que deverão ser adotadas pelo empreendedor. § 5 A supressão de vegetação nativa protetora de nascentes, ou de dunas e mangues, de que tratam, respectivamente, as alíneas "c" e "f" do art. 2o deste Código, somente poderá ser autorizada em caso de utilidade pública. § 6o Na implantação de reservatório artificial é obrigatória a desapropriação ou aquisição, pelo empreendedor, das áreas de preservação permanente criadas no seu entorno, cujos parâmetros e regime de uso serão definidos por resolução do CONAMA. § 7 É permitido o acesso de pessoas e animais às áreas de preservação permanente, para obtenção de água, desde que não exija a supressão e não comprometa a regeneração e a manutenção a longo prazo da vegetação nativa. (NR) "Art. 14. .......................................................................... b) proibir ou limitar o corte das espécies vegetais raras, endêmicas, em perigo ou ameaçadas de extinção, bem como as espécies necessárias à subsistência das populações extrativistas, delimitando as áreas compreendidas no ato, fazendo depender de licença prévia, nessas áreas, o corte de outras espécies; .............................................................................." (NR) "Art. 16. As florestas e outras formas de vegetação nativa, ressalvadas as situadas em área de preservação permanente, assim como aquelas não sujeitas ao regime de utilização li mitada ou objeto de legislação específica, são suscetíveis de supressão, desde que sejam mantidas, a título de reserva legal, no mínimo:
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Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) I . podendo apenas ser utilizada sob regime de manejo florestal sustentável.o plano de bacia hidrográfica. unidade de conservação ou outra área legalmente protegida. na propriedade rural situada em área de floresta localizada na Amazônia Legal. a reserva legal. em todo o território nacional. os sítios e ecossistemas especialmente protegidos. § 6 Será admitido. § 3 Para cumprimento da manutenção ou compensação da área de reserva legal em pequena propriedade ou posse rural familiar.vinte por cento. § 7 O regime de uso da área de preservação permanente não se altera na hipótese prevista no parágrafo anterior. pelo órgão ambiental competente.ampliar as áreas d reserva legal.o zoneamento ecológico-econômico. devendo ser considerados. cultivadas em sistema intercalar ou em consórcio com espécies nativas. sem prejuízo das demais legislações específicas.vinte por cento. poderá: I . excluídas.o plano diretor municipal. ouvidos o CONAMA. na Amazônia Legal.cinqüenta por cento da propriedade rural localizada nas demais regiões do País. se for indicado pelo Z oneamento Ecológico Econômico .vinte e cinco por cento da pequena propriedade definida pelas alíneas "b" e "c" do inciso I do § 2o do art. e II . desde que não implique em conversão de novas áreas para o uso alternativo do solo. III .a proximidade com outra Reserva Legal. para fins de recomposição. no processo de aprovação. II . § 2 A vegetação da reserva legal não pode ser suprimida.trinta e cinco por cento. II .oitenta por cento. mediante convênio. IV . o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Agricultura e do Abastecimento. os locais de expressiva biodiversidade e os corredores ecológicos. e quando a soma da vegetação nativa em área de preservação permanente e reserva legal exceder a: I . na propriedade rural situada em área de floresta ou outras formas de vegetação nativa localizada nas demais regiões do País. sendo no mínimo vinte por cento na propriedade e quinze por cento na forma de compensação em outra área. as Áreas de Preservação Permanente.: 177 . § 5 O Poder Executivo.ZEE e pelo Zoneamento Agrícola. e III .oitenta por cento da propriedade rural localizada na Amazônia Legal.reduzir. III . § 1 O percentual de reserva legal na propriedade situada em área de floresta e cerrado será definido considerando separadamente os índices contidos nos incisos I e II deste artigo. ressalvadas as hipóteses previstas no § 3o deste artigo. quando houver: I . para até cinqüenta por cento da propriedade. o cômputo das áreas relativas à vegetação nativa existente em área de preservação permanente no cálculo do percentual de reserva legal. a função social da propriedade. de acordo com princípios e critérios técnicos e científicos estabelecidos no regulamento. em até cinqüenta por cento dos índices previstos e neste Código. pelo órgão ambiental municipal ou outra instituição devidamente habilitada. 1o. em qualquer caso. desde que esteja localizada na mesma microbacia. e seja averbada nos termos do § 7o deste artigo. e os seguintes critérios e instrumentos. II .outras categorias de zoneamento ambiental. os ecótonos. § 4 A localização da reserva legal deve ser aprovada pelo órgão ambiental estadual competente ou. compostos por espécies exóticas. podem ser computados os plantios de árvores frutíferas ornamentais ou industriais. na propriedade rural situada em área de cerrado localizada na Amazônia Legal. Área de Preservação Permanente. o o o o o o o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. na propriedade rural em área de campos gerais localizada em qualquer região do País. e IV . e V .

§ 1 Na recomposição de que trata o inciso I. ou aquisição de cotas de que trata o art. deve adotar as seguintes alternativas. desde que na mesma b acia hidrográfica e no mesmo Estado. quando houver. pelo período de trinta anos. atendido. aplicando-se. firmado pelo possuidor com o órgão ambiental estadual ou federal competente. mediante a doação. Reserva Biológica ou Estação Ecológica pendente de o o o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de acordo com critérios estabelecidos pelo órgão ambiental estadual competente.conduzir a regeneração natural da reserva legal. no registro de imóveis competente. conforme critérios estabelecidos em regulamento. § 5 A compensação de que trata o inciso III deste artigo. de desmembramento ou de retificação da área. a qualquer título. com força de título executivo e contendo. a localização da reserva legal.: 178 . o respectivo Plano de Bacia Hidrográfica. podendo ser exigido o isolamento da área. 44. Poderá ser instituída reserva legal em regime de condomínio entre mais de uma propriedade. de acordo com critérios técnicos gerais estabelecidos pelo CONAMA. e respeitadas as demais condicionantes estabelecidas no inciso III. de área localizada no interior de Parque Nacional ou Estadual. § 6 O proprietário rural poderá ser desonerado. e pode ser implementada mediante o arrendamento de área sob regime de servidão florestal ou reserva legal. isoladas ou conjuntamente: I . com as exceções previstas neste Código.recompor a reserva legal de sua propriedade mediante o plantio. de no mínimo 1/10 da área total necessária à sua complementação. Na posse." (NR) "Art. natural. § 2 A recomposição de que trata o inciso I pode ser realizada mediante o plantio temporário de espécies exóticas como pioneiras. a cada três anos. O proprietário ou possuidor de imóvel rural com área de floresta nativa.compensar a reserva legal por outra área equivalente em importância ecológica e extensão. o § 3 A regeneração de que trata o inciso II será autorizada. com espécies nativas. respeitado o percentual legal em relação a cada imóvel. 44-B. a reserva legal é assegurada por Termo de Ajustamento de Conduta. o o o § 4 Na impossibilidade de compensação da reserva legal dentro da mesma microbacia hidrográfica. desde que pertença ao mesmo ecossistema e esteja localizada na mesma microbacia. o órgão ambiental estadual competente deve apoiar tecnicamente a pequena propriedade ou posse rural familiar. das obrigações previstas neste artigo. nos casos de transmissão. 16. II . ressalvado o disposto nos seus §§ 5o e 6o. primitiva ou regenerada ou outra forma de vegetação nativa em extensão inferior ao estabelecido nos incisos I. quando necessário. § 11. as mesmas disposições previstas neste Código para a propriedade rural. e III . mediante a aprovação do órgão ambiental estadual competente e as devidas averbações referentes a todos os imóveis envolvidos. as suas características ecológicas básicas e a proibição de supressão de sua vegetação. Floresta Nacional. no mínimo. Reserva Extrativista. quando sua viabilidade for comprovada por laudo técnico. pelo órgão ambiental estadual competente. ao órgão ambiental competente. deverá ser submetida à aprovação pelo órgão ambiental estadual competente.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) o § 8 A área de reserva legal deve ser averbada à margem da inscrição de matrícula do imóvel. devendo o Poder Público prestar apoio técnico e jurídico. no que couber. sendo vedada a alteração de sua destinação. § 10. visando a restauração do ecossistema original. deve o órgão ambiental estadual competente aplicar o critério de maior proximidade possível entre a propriedade desprovida de reserva legal e a área escolhida para compensação. III e IV do art. II. § 9 A averbação da reserva legal da pequena propriedade ou posse rural familiar é gratuita.

14. o desempenho da propriedade nos últimos três anos. § 1 A limitação ao uso da vegetação da área sob regime de servidão florestal deve ser. 2 Ficam acrescidos os seguintes dispositivos à Lei no 4. 6o da referida Lei.para a pequena propriedade rural. nos termos do § 3o. 6o da Lei no 8. e II . § 5 Se as medidas necessárias para a conservação da espécie impossibilitarem a adequada exploração econômica da propriedade. dependerá da adoção de medidas compensatórias e mitigadoras que assegurem a conservação da espécie. Não é permitida a conversão de florestas ou outra forma de vegetação nativa para uso alternativo do solo na propriedade rural que possui área desmatada.ITR.: 179 . do art. a supressão da vegetação que abrigue espécie ameaçada de extinção. A exploração dos recursos florestais em terras indígenas somente poderá ser realizada pelas comunidades indígenas em regime de manejo florestal sustentável. a implantação de projetos de assentamento humano ou de colonização para fim de reforma agrária." (NR) "Art. mediante a qual voluntariamente renuncia.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) regularização fundiária. a mesma estabelecida para a Reserva Legal. O proprietário rural poderá instituir servidão florestal. durante o prazo de sua vigência." (NR) Art. nos casos de transmissão a qualquer título. 44-A.CRF. de 15 de setembro de 1965: "Art. de 25 de fevereiro de 1993. de Reserva Particular do Patrimônio Natural o o o o o o o o o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. § 2 A servidão florestal deve ser averbada à margem da inscrição de matrícula do imóvel. § 4 Nas áreas passíveis de uso alternativo do solo. no mínimo. respeitados os critérios previstos no inciso III deste artigo. quando for verificado que a referida área encontra-se abandonada. § 6o É proibida.771. considerando. para atender a sua subsistência. após anuência do órgão ambiental estadual competente. ressalvados os projetos de assentamento agro-extrativista. apurado nas declarações anuais do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural . localizada fora da reserva legal e da área com vegetação de preservação permanente." (NR) "Art. 44-B. a direitos de supressão ou exploração da vegetação nativa. em área com cobertura florestal primária ou secundária em estágio avançado de regeneração.para as demais propriedades que venham atingindo os parâmetros de produtividade da região e que não tenham restrições perante os órgãos ambientais. ressalvadas as áreas de pousio na pequena propriedade ou posse rural familiar ou de população tradicional. no registro de imóveis competente. 37-A. segundo a vocação e capacidade de suporte do solo. Fica instituída a Cota de Reserva Florestal . em caráter permanente ou temporário. sendo vedada. dentre outros dados relevantes. 3 -A. respeitados os arts. a alteração da destinação da área. ou que não atenda aos índices previsto s no art." (NR) "Art. aquela não efetivamente utilizada.629. título representativo de vegetação nativa sob regime de servidão florestal. observar-se-á o disposto na alínea "b" do art. 2o e 3o deste Código. § 2 As normas e mecanismos para a comprovação da necessidade de conversão serão estabelecidos em regulamento. respeitadas as legislações específicas. § 3 A regulamentação de que trata o parágrafo anterior estabelecerá procedimentos simplificados: I . § 1 Entende-se por área abandonada. subutilizada ou utilizada de forma inadequada. subutilizada ou utilizada de forma inadequada. de desmembramento ou de retificação dos limites da propriedade.

...... Art..............: 180 ......................." (NR) "Art...........................O..... deste artigo..... Parágrafo único. II . 3 O art.. sem as devidas autorizações exigidas por Lei... c) ............. Brasília..................1................................ 16 deste Código.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Legislação de abrangência nacional (Domínio da Mata Atlântica) ou reserva legal instituída voluntariamente sobre a vegetação que exceder os percentuais estabelecidos no art........................ ... a) ......2001 o o o o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.. § 7 A declaração para fim de isenção do ITR relativa às área s de que tratam as alíneas "a" e "d" do inciso II......... I ...... suprimiu......... total ou parcialmente florestas ou demais formas de vegetação nativa............... § 1 o ............... 44-C...........080-58.. 180o da Independência e 113o da República............................... ficando o mesmo responsável pelo pagamento do imposto correspondente...........................................U.......................... não pode fazer uso dos benefícios previstos no inciso III do art...... § 1o....... situadas no interior de sua propriedade ou posse.............................. b) ................" (NR) Art................... assim como os mecanismos que assegurem ao seu adquirente a existência e a conservação da vegetação objeto do título.. 25 de janeiro de 2001..................... caso fique comprovado que a sua declaração não é verdadeira.......... A regulamentação deste Código disporá sobre as características... de 27 de dezembro de 2000..........." (NR) Art......... 10.......................................... de 14 de dezembro de 1998.......... a partir da vigência da Medida Provisória no 1....... 5 Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Silvano Gianni Este texto não substitui o publicado no D......... 44....................... não está sujeita à prévia comprovação por parte do declarante. d) as áreas sob regime de servidão florestal..393........ de 19 de dezembro de 1996.... ..................... com juros e multa previstos nesta Lei. sem prejuízo de outras sanções aplicáveis.......... 4 Ficam convalidados os atos praticados com base na Medida Provisória no 2. O proprietário ou possuidor que........... natureza e prazo de validade do título de que trata este artigo..............73631.... 10 da Lei no 9........... passa a vigorar com a seguinte redação: "Art...... de 26...........

274 de 06 de junho de 1990 . de agosto de 1994 e seu anexo I. em face da nec essidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial . forma uma camada fina pouco decomposta . (favinha).Vegetação primária : vegetação caracterizada como de máxima expressão local. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios . e Considerando o que preceitua o artigo 6º do Decreto Federal nº 750. RESOLVE: Artigo 1º . cróton sp (marmeleiro). podendo constituir estratos diferenciados.1988: I . ausência de subosque. podendo ocorrer árvores remanescentes de vegetação primária. h. são geralmente herbáceas. apresentando altura media superior a 5 metros e inferior a 15 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. se existentes. espécies indicadoras. c) d) e) f) g) h) II . diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes.205 . regulamentada pelo decreto nº 99. cocoloba sp (cabaçu). Artigo 3º . briófitas e pteridófitas. pouteira sp (leiteiro branco). na resolução/CONAMA/nº 10.IBGE . são representadas principalmente por liquens. cocoloba sp (cabaçu). Artigo 2º . hortila arboreaengl (laranjinha). espécies lenhosas com distribuição diamétrica de baixa amplitude: DAP médio até 8 centímetros para as florestas ombrófilas e até 5 centímetros para a estacional semidecidual. byrsonina sp (murici). quando existente . Tapirira quimensi ( cupiúba). após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais. de 10 de fevereiro de 1993.Estágio médio de regeneração: a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva predominando sobre a herbácea. Sapulm sp (leiteiro). de 31 de agosto de 1981 .2) floresta estacional semi-decidual: stryphnodendron sp (canzenze). estabelecidas pelo mapa de vegetação do Brasil . no uso das atribuições que lhe são conferidas pela lei nº 6 938 . com grande diversidade biológica. serapilheira.: 181 . a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estr utura e de espécie. trepadeiras. himatanthus bracteatus (banana de papagaio).Estágio inicial de regeneração : a) b) altura media até 5 metros para as florestas ombrófilas e até 3 metros para a floresta estacional semi-decidual. de 1º de outubro de 1994 . epífitas. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos . thyrsodium schomburgkianum (cabotã-de-leite).Vegetação secundária ou em regeneração : vegetação resultante de processos naturais de sucessão. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno.médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica e para efeito de orientar os procedimentos de licenciamento de exploração de recursos florestais no estado de Alagoas. com baixa diversidade. xilopia sp (sucupira). horfia sp (laranjinha). passam a ser assim definidos .1) floresta ombrófila: Cecropia sp. em suas delimitações para o estado. alterado pelo decreto nº 1. cupania sp (cabotão-de-rego). pithecolobium sp (barbatimão).CONAMA.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas ALAGOAS RESOLUÇÃO CONAMA Nº 28/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . se presentes. stryphnodendron sp. (imbaúba).Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93 . Eschweilera sp (embiriba). ou não . continua . h.

são predominantemente lenhosas. attalea sp (catolé). byrsonima sp (murici). distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada. l) dependendo da formação florestal. bombax sp (manguba). c) copas superiores. apresentando altura media superior a 15 metros para as florestas ombrófilas e superior a 9 metros para a estacional semi-decidual. III . simaruba sp (praiba).2) floresta estacional semi-decidual: bowdichia sp (sucupira). serapilheira presente. d) distribuição diamétrica de grande amplitude. didymopanax sp (sambaquim). principalmente na floresta ombrófila. espécies indicadoras: i. cocoloba sp (cabaçu). luehea divaricata (açoita-cavalo). syagrus coronata (ouricuri). hortia arbórea (laranjinha). parkia sp (visgueiro). b) espécies emergentes. com a ocorrência eventual de indivíduos emergentes. j) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. horizontalmente amplas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas b) c) d) e) f) g) h) i) metros para as florestas ombrófilas e acima de 3 metros e inferior a 9 metros para a estacional semi-decidual. simaruba (praiba). subosque presente. trepadeiras. cuepia sp (carrapeta). i2) floresta estacional semi-decidual: stryphndendron sp(cazenze). cecropia sp (embaúba). eschweilera sp (embiriba). mimosa sp (espinheiro). m. anarcadium sp (cajueiro-bravo). eschweilera sp (embiriba). g) serapilheira abundante.Estágio avançado de regeneração: a) fisionomia arbórea. formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. sendo mais abundante e ricas em espécies na floresta estacional. arbustivo e um notadamente arbóreo. byrsonima sp (murirci). bombax sp (munguba). stryphodendron sp (barbatimão). k) subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio.: 182 . trysodium sp (cabotã de leite). lecythis sp (sapucaia). hortia sp (laranjinha). h) grande diversidade biológica devido à complexidade estrutural. geralmente lenhosas. byrsonima sp (murici). copaifera sp (pau-dóleo). syagrus sp (coco ouricuri). byrsonima sp (murici). manilkara sp (macaranduba). strynodentron sp (favinha).1) floresta ombrófila: attalea sp (palmeira pindoba). taipirira quymenys (pau-pombo). diversidade biológica significativa. cassia sp (coração-de-negro). pouteira sp (leiteiro branco). pouteira sp (leiteiro). cobertura arbórea . thyrodium schomburgkianum (cabotã-de-leite). tapirira quianensis (cupiuba). didymopanax sp (sambaquim). podendo apresentar árvores emergentes. ocorrendo com diferentes graus de intensidade. terminalia sp (canzenze). com DAP médio acima de 15 centímetros para as florestas ombrófilas e estacional semi-decidual. lecythys sp (sapucaia). variando de espessura de acordo com as estações do ano e a localização. byrsonima sp (murici). Artigo 4º . cupania sp (cabotã-de-rego). quando presentes . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1) floresta ombrófila: himathantus bracteatus (banana-de-papagaio). e) epifitas. com predomínio de pequenos diâmetros: DAP médio até 15 centímetros para as florestas ombrófilas e estacional semidecidual. bombax sp (munguba). cecrópia sp (embauba). bowdichia sp (sucupira). himatamthus bracteatus (banana de papagaio). ditymopanax morototoni (sambaquim). pisonia sp (piranha). dominante sobre as demais. m) espécies indicadoras: m. presentes em grande número de espécies e em abundância. variando de aberta a fechada. epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial. f) trepadeiras.A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução não é aplicável para manguezais e restingas. i) estratos herbáceos. pode haver espécies dominantes. eschweilera sp (imbiriba). sendo mais abundante na floresta ombrófila.

Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Artigo 6º .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 5º . revogadas as disposições em contrário. Os demais parâmetros podem apresentar variações dependendo das condições de relevo.1988.Os parâmetros de altura media e DAP médio definidos estão válidos para todas as formações florestais existentes no território do estado de Alagoas na área de domínio da Mata Atlântica estabelecida pelo mapa de vegetação do Brasil IBGE . prevista no Decreto 750/93. de clima e solos locais. histórico de uso da terra e localização geográfica. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SÉRGIO STUDART WIEMER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 183 .

Serapilhadeira. canela de velho. Artigo 3º . passam a ser assim definidos: I . mundururu (Clidemia).746.CONAMA.Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. forma uma camada fina pouco decomposta. Trepadeiras. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto o artigo 6º do Decreto 750. erva-de-rato (Pshychotria).274. Artigo 2º . corindiba (Trema). cansação (Cnidoscolus). são representadas principalmente por líquens. se presentes.Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão.938. (Minosa). Espécies pioneiras abundantes. Ausência de subosque. após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais. podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária.Estágio inicial de regeneração: a) Fisionomia herbácea/arbustiva de porte baixo. quaresmeira (Tibouchina). b) c) d) e) f) g) h) i) II . Jurema. considerando o disposto na Lei nº 8. RESOLVE: Artigo 1º . com cobertura vegetal variando de fechada e aberta.Estágio médio de regeneração: Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude: DAP médio inferior a 8 centímetros para todas as formações florestais. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. altura média inferior a 5 metros para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual e altura média inferior a 3 metros para as demais formações florestais. de 12 de Abril de 1990. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. e a fim de orientar os procedimentos de licenciamento de atividades florestais no Estado da Bahia. Sapé (Imperata). (Palicouren). de 31 de Agosto de 1981. pinhão bravo (Cróton) (Jatropha) (Cnidoscolus). contínua ou não. assa peixe (Venonia). lacre. são geralmente herbáceas. indaiá (Attalea). briófitas e pterodófitas. candeia. regulamentadas pelo Decreto nº 99. bananeirinha. de 10 de Fevereiro de 1993. e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. tiririca (Scleria). no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6. na Resolução/CONAMA/ nº 10. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e espécies. com baixa diversidade.028. (Mociria). A florística está representada em maior frequência para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual: bete (Piper). capianga (Vismia). cipós (Anemopaegma) (Pyrostegia): cipó tingui (Sejania). com grande diversidade biológica. de 9 de Dezembro de 1993. (Henriettea). (Telepteres) piaçaba. de 01 de Outubro de 1993. e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. Epífitas.: 184 . calumbi (Mimosa) (Piptadenia). paquevira (Helicônia). Diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. alterada pela Lei nº 8. se existentes. Para as demais formações florestais: gogóia. quando existente. coerana (Solanum) (Cestrum).490. de 19 de Novembro de 1992.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas BAHIA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 5/94 4 de maio de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . de 6 de Junho de 1990 e Lei nº 8. velame.

Diversidade biológica muito grande devido a complexidade estrutural. variando de espessura de acordo com as estações do ano e a localização. pereiro. tapicuru (Gomiorrachis). Distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada. peroba (Aspidosperma). Serapilhadeira abundante. b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) l) Artigo 4º . vilão. Subosque presente. sucupira (Bowdichia). mussabê (Manikara). sendo mais abundantes e ricas em espécies na floresta estacional. catrus (Clarisia). cambuí. sucupira branca (Pterodon). paraju (Manilxara). tambaipê (Prkia) (Streyphonodendron). pau pombo (Tapíriri). araticum (Dugbetia) (Guatteria). madeira nova (Pterogyne). aroeira (Astronium). boleira (Joannesia). com predomínio dos pequenos diâmetros. Para as demais formações florestais: barriguda (Cavanillesia). sapucaia (Lecythis) juerana branca. a altura média é superior a 12 metros para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual e superior a 5 metros para as demais formações florestais. morototó. são predominantemente lenhosas. Subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio. baraúna (Schynopsis).: 185 . A florística está representada em maior frequência para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual: oiti (Licania) (Couepia). cajá (Schinopsis). Estratos herbáceos. angico (Piptadenia) (Ansdenanthera). Sete cascos (Pera). Epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial. quando presentes. louros (Octoea) (nectandra). Diversidade biológica significativa. podendo apresentar árvores emergentes. manguba. imbiruçu (Bombax). (Centrolobium). com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. A florística está representada em maior frequência para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual: amescla (Protium). freijó claraíba (Cordia). Distribuição diamátrica de grande amplitude: DAP médio superior a 18 centímetros para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual e DAP médio superior a 12 centímetros para as demais formações florestais. principalmente na floresta ombrófila. inga (macrosamanea) (inga). a altura média é de 5 a 12 metros para as florestas ombrófila densa e estacional semidescidual e de 3 a 5 metros para as demais formações florestais. Camboatá (Cupania). jundiba (Sloanea). sambaquim (Didymopanax). violeta. pau ferro (Enterolobium). flor de são joão (Senna). manaiuba. pau jangada (Apeíba). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Para as demais formações florestais: surucuru. Cobertura arbórea variando de aberta a fechada. III . pau paraíba (Simarouba). (amburama). pau d’arco (Tabebuia). Trepadeiras. DAP médio de 8 a 18 centímetros para as florestas ombrófila densa e estacional semidecidual e DAP médio de 8 a 12 centímetros para as demais formações florestais. conduru (Brosimun) (Helicostylis). açoita cavalo (Luebea). jacarandá (Machaerium) (Dalbergia). pau d’arco (Tabebuia).. Espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. mucugê (Couma). mororó (Baubinia). peroba (Aspidosperma). podendo constituir estratos diferenciados. pau d’arco (Tabeluia). formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. cocão (Pogonophora). Serapilheira presente. arbustivo e um notadamente arbóreo. Epífitas presentes em grande número de espécies e com grande abundância. pau sangue (Pterocarpus). bicuíba (Virola). fruta de pomba (Pouteria) (Chrysophillum). amoreira (Heliocostylis) (Maclura). quixabeira (Bumelia). Copas superiores horizontalmente amplas. maçaranduba. oiticica. murta (Myrcia).Estágio avançado de regeneração: a) Fisionomia arbórea dominante sobre as demais. Trepadeiras geralmente lenhosas. pau paraíba (Simarouba). murci (Byrsonima). sendo mais abundantes na floresta ombrófila. muçanbê (Buchenavia).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas a) b) c) d) e) f) g) h) i) Fisionomia arbórea e/ou arbustiva predominando sobre a herbácea.A Caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução não é aplicável para manguezais e restingas. Florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. camaçari (caraipa) bacupari (Rheedia). ingá (Ingá). juerana. Baraúna.

revogadas as disposições em contrário. Artigo 5º . excetuando-se manguezais e restingas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Parágrafo Único.As restingas serão objeto de regulamentação específica.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. os demais parâmetros podem apresentar diferenciações em função das condições de relevo.: 186 . Artigo 6º .Os parâmetros de altura média e DAP médio definidos nesta Resolução. estão válidos para todas as demais formações florestais existentes no território do Estado da Bahia previstas no Decreto 750/93. clima e dos locais. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do Conama NILDE LAGO PINHEIRO PINTO Secretária Executiva Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. e do histórico do uso da terra.

incluindo as realizadas nos Projetos de Manejo Florestal Sustentado. a exposição do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica da Bahia. RESOLVE: Artigo 1º Determinar ao IBAMA e aos órgãos ambientais da Bahia. a imediata suspensão das atividades madeireiras que utilizem como matériaprima árvores nativas da Mata Atlântica.IBAMA. em sua próxima Reunião Ordinária.DDF. Parágrafo único. no uso das atribuições previstas na Lei nº 6. 4º. incisos II e III. de 10 de fevereiro de 1993. em conformidade com suas competências. 7º do Decreto nº 750. 1º. e Considerando a vital importância dos remanescentes de Mata Atlântica brasileira. na área de Mata Atlântica d o Estado da Bahia. Artigo 2º Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação. fiscalização e paralisação serem encaminhados ao conhecimento do CONAMA. regulamentada pelo Decreto n º 99. § 1º A suspensão de que trata este artigo tem caráter provisório.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas BAHIA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 240/ 8 9 16 de abril de 1998 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA. os relatórios e os pareceres oriundos de auditoria. GUSTAVO KRAUSE GONÇALVES SOBRINHO Presidente do Conselho RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO Secretário-Executivo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Considerando ser prioritária para o Governo do Estado da Bahia a garantia de perenidade e conservação dos ecossistemas nativos. e de outros que se fizerem necessários. deverá ser elaborado o zoneamento ecológico-econômico que determinará as áreas e os estoques mínimos para extrações madeireiras. Considerando o disposto no art. de 06 de junho de 1990. que constataram as operações de extração madeireira de árvores nativas da Mata Atlântica.CRA e do Departamento de Desenvolvimento Florestal . em particular os remanescentes de Mata Atlântica primária e em estágio avançado de regeneração. Parágrafo único e art. das populações das espécies florestais de interesse comercial e os estudos dos efeitos da exploração florestal sobre a dinâmica das populações § 2º Após a conclusão dos estudos citados no parágrafo anterior.938. e. de 31 de agosto de 1981. do Centro de Recursos Ambientais . até que se concluam os levantamentos da área de remanescentes florestais. ainda. bem como de qualquer tipo de autorização de exploração ou desmate de florestas nativas concedidas pelo IBAMA ou pelos órgãos ambientais estaduais. e tendo em vista o disposto no Regimento Interno. protegidos por Decreto do Poder Público federal e Resoluções dos Conselhos ambientais federais e estaduais.: 187 .274. 2º. devendo os atos oficiais de inspeção. e Considerando os resultados das vistorias realizadas pelas equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais renováveis . art. art.

ainda. de 19 de dezembro de 1997 e 240. desenvolvimento sócio-econômico da região. determinação do estoque existente. no uso das suas atribuições previstas na Lei no 6. de 10 de fevereiro 1993. intensidade de exploração compatível com a capacidade do sítio e das tipologias florestais correspondentes. manutenção da diversidade biológica.Manejo florestal sustentável. j) adoção de tratos silviculturais adequados. Considerando o Pacto Federativo assinado em 17 de julho de 1998 entre o Governo Federal e o Governo do Estado da Bahia. Considerando o disposto nos arts. k) adoção de sistema de exploração de baixo impacto. é um dos melhores exemplos de produtividade da atividade econômica com conservação de espécies nativas da Mata Atlântica e de valor ecológico. onde o acesso aos recursos florestais nativos deve ser feito de acordo com a capacidade de auto-sustentação do ecossistema. regulamentada pelo Decreto no 99. em estágio primário. Considerando a importância. i) promoção da regeneração natural da floresta. aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . empregado para a cultura do cacau. que o sistema da agricultura de “cabruca”. RESOLVE: Artigo 1º Determinar que as atividades econômicas envolvendo a utilização sustentada de recursos florestais procedentes de áreas cobertas por floresta ombrófila densa. publicado no Diário Oficial da União em 20 de julho de 1998 e no Diário Oficial do Estado em 4 de agosto de 1998.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas BAHIA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 248/99 11 de fevereiro de 1999 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. em particular os remanescentes primários e em estágio médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica. l) monitorização do desenvolvimento da floresta remanescente. incisos II e III. parágrafo único e 7o do Decreto no 750. da implementação de Corredores Ecológicos e da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e.: 188 . somente poderão ser efetuadas mediante as seguintes diretrizes: I . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. 2o. Considerando ser prioritária a garantia da perenidade e da recuperação dos ecossistemas naturais. caracterização do meio físico e biológico. inclusive replantio. m) garantia da viabilidade técnico-econômica e dos benefícios sociais. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica no Estado da Bahia. 4o. quando necessário.274. os seguintes princípios gerais e fundamentos técnicos: a) b) c) d) e) f) g) h) conservação dos recursos naturais. Considerando o conceito de Manejo Florestal.938. 1o. e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. de 6 de junho de 1990. de 16 de abril de 1998. Considerando o disposto nas Resoluções CONAMA nos 237. responsabilização civil do técnico projetista e do contratante. preservação da estrutura da floresta e de suas funções. para o desenvolvimento sustentável. de 31 de agosto de 1981.IBAMA ou pelo órgão estadual de meio ambiente que obedeça. n) apresentação de planejamento logístico das áreas a serem anualmente exploradas.

na escala 1:100.569. § 2º O prazo para a realização dos estudos a que se refere a este artigo deverá ser de até noventa dias.CEPRAM. nativas ou exóticas. “cabruca”. será necessária a prévia realização dos estudos preconizados na Resolução CONAMA no 240/98. pela Lei Estadual no 6. ou em áreas cobertas por vegetação em estágio inicial de regeneração. atividades ou projetos de utilidade pública ou de interesse social. por espécies plantadas. c) d) III . por meio do estabelecimento de normas que julgar cabíveis. no plano de pleno abastecimento.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas II .levantamento atualizado da área de cobertura florestal remanescente. garantia do suprimento de matéria-prima florestal. a partir de formação de plantios florestais com espécies de rápido crescimento. para subsidiar o licenciamento ambiental de que trata o art. 1o. na região da Mata Atlântica local do Estado da Bahia. do CEPRAM. Sul e Extremo Sul do Estado da Bahia. ou para fins Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. pelo empreendedor. levando-se em consideração: a) b) características da unidade de processamento. pleno abastecimento de matéria-prima florestal e indicação de alternativas de fornecimento de matéria-prima.000 utilizando-se sensores remotos e levantamento de campo. planos. de substituição gradual da matéria-prima nativa. Artigo 3º Determinar que a supressão de vegetação nativa em áreas de atividades agrícolas com sombreamento de árvores de espécies da Mata Atlântica. obedecendo os critérios aprovados pela Resolução no 1 .levantamento das espécies florestais de interesse comercial. ou diretamente pelo setor empresarial envolvido. geo-referenciamento das unidades de manejo e de processamento na base de dados “Carta de Vegetação do Estado da Bahia”. somente será permitida após estudo ambiental e autorização do órgão estadual de meio ambiente. a partir da data de publicação desta Resolução. inciso II. em área de floresta ombrófila densa. para acompanhamento do planejamento logístico. nas áreas de exploração e de processamento.: 189 . contendo: 1) Levantamento das espécies de interesse comercial. sem prejuízo de outras normas que venham a ser instituídas. comprovação do suprimento de matéria-prima florestal para um período no mínimo igual ao da validade da licença ambiental. apresentação de programa anual de exploração. poderão ser feitos com a participação de entidades ambientalistas e/ou acadêmicas dos Estados que se interessarem. de forma isolada ou associada com o setor público.157/96. contendo: I . originárias ou exóticas. Artigo 4º Determinar que a supressão de vegetação nativa da Mata Atlântica para a realização de obras. do empreendimento de base florestal. § 1º Os estudos a que se refere a este artigo. II .Licenciamento Ambiental. e 2) Mapeamento logístico da área de manejo a ser explorada anualmente. III . Artigo 2º Para fins de Licenciamento Ambiental dos empreendimentos de base florestal e da Autorização do Plano de Manejo Florestal Sustentável nas regiões do Baixo Sul. pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado da Bahia CEPRAM.proposta de cronograma.Controle e Monitorização dos empreendimentos de base florestal por meio das seguintes atividades: a) b) c) auditoria externa do empreendimento. de 19 de abril de 1994 e pelo Pacto Federativo. com um ano de antecedência. com periodicidade semestral. § 3º Os estudos a que se refere a este artigo serão encaminhados para conhecimento do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Estado da Bahia . para o período subsequente ao vencimento da licença.

obedecendo os critérios estipulados por este Conselho em normas técnicas específicas pelo Pacto Federativo. Artigo 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas urbanos.: 190 .569/94. JOSÉ SARNEY FILHO Presidente do CONAMA RAIMUNDO DEUSDARÁ FILHO Secretário-Executivo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Artigo 6º Ficam revogadas as disposições em contrário. conforme o disposto no Decreto no 750/93 e na Lei Estadual no 6. somente será permitida após estudo ambiental e autorização do órgão estadual de meio ambiente e/ou do CEPRAM.

são geralmente herbáceas.: 191 . quando presentes. na Resolução CONAMA nº 10. Artigo 3º . com presença de espécies predominantemente heliófitas. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. sendo mais abundante na floresta ombrófila. h) ausência de subosque. c) cobertura arbórea variando de aberta a fechada. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. de 01 de outubro de 1993. com DAP médio de 5 a 14 centímetros e altura média de 4 a 10m. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. i) espécies indicadoras: Machaerium amplum (espinho-de-judeu). Miconia sp. f) diversidade biológica variável. h) subosque presente. após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais. b) distribuição diamétrica de pequena amplitude. e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. forma uma camada fina. de 10 de fevereiro de 1993. com ocorrência eventual de indivíduos emergentes.Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão. com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. sã predominantemente lenhosas. g) espécies pioneiras abundantes. b) neste estágio a área basal média varia de 5 a 14m2/ha. e) serapilheira. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. variando conforme a estação do ano e a inclinação das vertentes. Bauchinia jorticata (mororó). Artigo 2º . DAP médio até 5 centímetros. d) epífitas em maior número de indivíduos e diversidade de espécies em relação ao estágio inicial.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. d) trepadeira.CONAMA.205. contínua ou não. área basal 2 média é de 4m /ha. e) trepadeiras. de 31 de agosto de 1981.Estágio inicial de regeneração: a) fisionomia herbáceo/arbustiva. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. quando existente. i) espécies indicadoras: Psychotria colorata. Braosimun gudichaudii (inharê). Pteridium aquilium. briófitas e pteridófitas com baixa diversidade. c) as epífitas são representadas. formando um estrato que varia de fechado a aberto.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas CEARÁ RESOLUÇÃO CONAMA Nº 25/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Clidenia sp. g) diversidade biológica.Estado médio de regeneração: a) fisionomia arbustiva e arbórea predominam sobre a herbácea. regulamentada pelo Decreto 1. principalmente por líquens. altura média de até 4 metros. pouco decomposta. Cordia trichotoma (freijó). quando presentes. com grande diversidade biológica. de 1º de agosto de 1994 e seu Anexo I. passam a ser assim definidos: I .Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. e a fim de orientar os procedimentos para licenciamento de atividades florestais no Estado do Ceará. RESOLVE: Artigo 1º . II . Pteridium sp.938. Brumfelsia uniflora. f) serapilheira presente.

Apresenta copas horizontalmente amplas. as restingas serão objetos de regulamentação específica. especialmente na floresta ombrófila.Para os efeitos desta Resolução. d) serapilheira abundante. g) subosque geralmente menos expressivo do que em estágio médio. b) DAP médio superior a 14 centímetros. Bulchenavia capitata (mirindiba). h) espécies indicadoras: Manilkara rufula (massaranduba). Artigo 4º . Parágrafo único . formando dossel contínuo e uniforme no porte. e) grande diversidade biológica.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.Estágio avançado de regeneração: a) fisionomia arbórea dominante sobre as demais. ROBERTO SÉRGIO STUDART WIEMER Secretário Executivo HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução e o parâmetros de DAP médio. Miroxtlon peruiferum (bálsamo). podendo apresentar árvores emergentes. altura média e área basal média não são s aplicáveis para manguezais e restingas. revogadas as disposições em contrário. Olaleia ovata (amarelão).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas III . c) epífitas com grande número de espécies e indivíduos. Basiloxylon brasiliense (piroá). área basal média superior a 14m2/ha e altura média superior a 10 metros.: 192 . Copaifera langsdorffii (copaíba). Artigo 5º . f) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária.

araçá (Psidium catteuanum). principalmente: peroba-amarela (Aspidosperma polyneuron). pindaúva-vermelha (Xylopia seriacea). com grande diversidade biológica.Estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica é a formação florestal secundária que apresenta as seguintes características: a) fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo. quando existente. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. caviúns (Dalbergia villosa). corindiba (Trema micranta). vinhático (Platymenia foliolosa). RESOLVE: Artigo 1° . em cumprimento ao disposto nos artigos 6° e 4° de Decreto 750. aroeira (Schinus terebenthifolius). c) epífitas. podendo apresentar plântulas e espécies características de outros estágios. e dos Recursos Naturais Renováveis . de 6 de Junho de 1990. com DAP médio variando de até 13 centímetros e área basal variando entre 2 até 10 m2/ha. jacarandá-cavinha (Dalbergia nigra). angico (Piptadenia sp). assapeixa (Vernonia polyanthes). regulamentada pelo Decreto 99. são representadas principalmente por líquens. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. com altura média variando até 7 metros e cobertura vegetal variando de fechada a aberta. se presentes. e) serapilheira. goiabeira (Psidium quaiava). i) as espécies vegetais que caracterizam esse estágio sucessional são principalmente: embaúba (Cecropia sp). Cartografia e Florestas .025. de 10 de Outubro de 1993. louro (Cordia trichotoma). briófitas e pteridófitas com baixa diversidade. após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais. Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas ESPÍRITO SANTO RESOLUÇÃO CONAMA N° 29/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6. de 10 de Fevereiro de 1993. roxinho (Peltogyne ongustiflora). d) trepadeiras.SEAMA. g) ausência de subosque. óleo-de-copaíba (Copaifera langsdorfii).CONAMA. fedegoso (Cassia spp). contínua ou não. alterado pelo Decreto 1.938. b) espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude. e o Instituto de Terras. são geralmente herbáceas. jequitibá (Cariniana sp). ipê-roxo (Tecoma heptaphilla). Artigo 2° . canela (Ocotea sp). médio e avançado de regeneração das Mata Atlântica e de se definir o corte.IBAMA no Estado do Espírito Santo. forma uma camada fina pouco decomposta. sendo que as espécies caracterizam esse estágio sucessional são. sendo os efeitos de ações antrópicas mínimos. oitizeiro (Licania tomentosa). jacaré (Piptadenia communis).ITCF. a exploração e a supressão da vegetação secundária no Estado do Espírito Santo. e na Resolução/CONAMA/10. h) espécies pioneiras abundantes.274. cedro-rosa (Cedrela odorata). de 31 de Agosto de 1981. araribá (Centrolobium robustum).: 193 . pindaíba (Xi lopia emarginata). ipê-amarelo (tabebuia spp).Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante de processos naturais de sucessão. pau-ferro (Caessalpinia férrea).Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. f) diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. alecrim (Rosmarinus officianalis).Os estágios de regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6° do Decreto 750/93 passam a ser assim definidos: I . e Considerando decisão conjunta entre a Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. Artigo 3° . de 1 de Agosto de 1994 e seu Anexo I. ipê-felpudo (Zeyhera tuberculosa). podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. se existentes. a Secretaria Estado para Assuntos do Meio Ambiente . pau-de-cortiça (Sterculia chicha). cam ará (Mosquina polymorpha).

com altura média superior a 10 metros. podendo apresentar árvores emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. araribá (Centrolobium sp). cajueiro (Anacardium sp). araribá-vermelho (Centrolobium robustum). cedro (Cedrela fissilis). farinha-seca (Pterigota brasiliensis). podem ser herbáceas ou lenhosas. caixeta (Tabebuia spp). jenipapo (Genipa americana). pau-d’alho (Gallesia gorazema). podendo constituir estratos diferenciados. oitizeiro (Licania tomentosa). h) estratos herbáceo. aroeira (Schinus terebenthfolius). quaresmeira-roxa (Tibouchina grandiflora). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. b) cobertura arbórea variando de aberta a fechada. maria-preta (Cordia verbenaceae) alecrim (Rosmarinus officianalis). boleira (Joaneisa princeps). variando de espessura de cordo com as estações do ano e a localização. j) subosque normalmente menos expressivos do que no estágio médio. l) dependendo da formação florestal podem haver espécies dominantes. pau-d’alho (Gallesia forazema). podendo haver alguns de porte arbus tivo e raramente indivíduos de porte arbóreo. Trepadeiras. buganvilha (Bougainvillea sp). e) trepadeiras geralmente lenhosas. III . óleo-de-copaíba (Copaifera langsdorffii).Estágio avançado de regeneração da Mata Atlântica é a formação florestal secundária que apresenta as seguintes características: a) fisionomia arbórea dominante sobre as demais. g) diversidade biológica muito grande devido à complexi dade estrutural. jacaré (Piptadenia communis). principalmente na Floresta Ombrófila. caviuna (Dalbergia villlosa). principalmente: cinco-folhas (Sparattosperma vernicosun). f) serapilheira abundante. h) subosque presente.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas II . IV . com DAP médio variando de 10 a 20 centímetros e área basal variando entre 10 a 18 m2/ha. d) epífitas presentes em grande número de espécies e com grande abundância. sendo mais abundantes e ricas em espécies na Floresta Estacional. c) distribuição diamétrica apresentando amplitudes moderadas. com a ocorrência eventual de indivíduos emergentes. jacaré (Piptadenia communis). As espécies Vegetais que apresentam maior frequência são. e) trepadeiras. d) epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial. goiabeira (Psidium quaiava).Estágio médio de regeneração da Mata Atlântica é a formação florestal secundária que apresenta as seguintes características: a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva predominando sobre a herbácea. cinco-folhas (Sparattosperma vernicosum). assa-peixe (Vernonia polyanthes) samambaia-do-mato (Nephrolepis escaltata). jacaré (Piptadenia communis). formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. arbustivo e um notadamente arbóreo. f) serapilheira presente. b) copas superiores horizontalmente amplas. ipê-roxo (Teoma heptaphilla). quando presentes. com altura média inferior a 3 metros. são geralmente herbáceas. boleira (Joanesia princeps). ipê-felpudo (Zeyhera tuberculosa). sendo mais abundantes na Floresta Ombrófila. i) as espécies vegetais que caracterizam esse estágio sucessional são. O DAP médio é inferior a 8 centímetros e a área basal não ultrapassa 2m2/ha. principalmente: araçá (Psidium cattleyanum). com altura média variando de 5 a 13 metros. i) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. sapucaia-vermelha (Lecythis pisogis). guapuruvu (Schizolobium parahyba). c) distribuição diamétrica de grande amplitude com DAP médio superior a 18 centímetros e área basal superior a 18 m2/ha. ipêroxo (Tecoma heptaphila). principalmente: guapuruvu (Schizolobium parahyba). quaresmeira-roxa (Tibouchina grandiflora). quando presentes. pau-ferro (Caesapinia férrea). quaresma (Annona cacans). m) as espécies vegetais que caracterizam esse estágio sucessional são. pau-sangue (Pterocarpus violeceus).: 194 .Entende-se também como estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica o tipo de vegetação fortemente alterado onde há predominância de indivíduos de porte herbáceo. g) diversidade biológica significativa.

além do histórico do uso da terra.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 4° .Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Artigo 6° . de 24 de Setembro de 1991. especialmente a Instrução Normativa do IBAMA 079. Artigo 5° . ressalvadas as de preservação permanente. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SERGIO STUDART WIENER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. climáticas e edáficas do local. exploração e supressão da vegetação secundária no estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica.: 195 .Com relação ao corte.Os parâmetros relacionados no artigo 3° que definem o estágio de regeneração da Floresta Secundária podem apres entar diferenciações de acordo com as condições topográficas. revogadas as disposições em contrário. fica somente permitida a supressão ou exploração sustentada nas propriedades rurais que apresentarem áreas excedentes às áreas de reserva legal.

: 196 . na Resolução/CONAMA/nº 10. principalmente de espécies de rubiáceas. e as lianas lenhosas apresentam-se ausentes. e média de amplitude do DAP 8. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6. Floresta Submontana com dossel emergente) e Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Aluvial. araticum (Annana sp).0cm. de 31 de agosto de 1981. amendoim-bravo (Pterogyne nitens) e urtigão (jatropha bahiana). pimenta-de-macaco (Xylópia aromática). de 1º de agosto de 1994 e seu Anexo I. A serapilheira. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica. Floresta Submontana.Considera-se vegetação secundária em regeneração aquela resultante dos processos naturais de sucessão. envira (Xilópia sp). e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. quando presente. variando de fechado a aberto . fumo-bravo (Solanum granuloso-lebrosum).Os estágios em regeneração da vegetação secundária. b) as espécies lenhosas ocorrentes variam entre 01 a 10 espécies. após supressão total ou par cial da vegetação primária. goiabeira (Psidium guiava). podendo ocorrer ao redor de 10 (dez) espécies arbóreas ou arbustivas dominantes. f) as espécies mais comuns. pode ser contínua ou não.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas MATO GROSSO DO SUL RESOLUÇÃO CONAMA Nº 30/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Artigo 2º . tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. d) no subosque (sinúsias arbustivas) é comum a ocorrência de arbustos um brófilos. I . entre outras. alterado pelo Decreto 1. Floresta Aluvial com dossel emergente. por ações antrópicas ou causas naturais. As espécies gramíneas são abundantes. murici (Byrsonima spp). regulamentada pelo Decreto 99. podendo a altura das espécies lenhosas do dossel chegar até 10 metros. sapuva (Machacrium sp).938. Parágrafo único . indicadoras dos estágios iniciais de regeneração. são: cancorosa (Maytenus sp). sendo os efeitos antrópicos mínimos a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. com área basal (m2/ha) variando entre 7 a 20 m2/ha. as lianas herbáceas abundantes. mirtáceas e melastomatáceas. com grande diversidade biológica. mutambo (Guazumo ulmifolia). RESOLVE: Artigo 1º . araçá (psidium sp). passam a ser assim definidos. sangra-d´água (Cróton urucurama).CONAMA. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de 06 de junho de 1990. com a presença de espécies predominantemente heliófitas. formando uma camada fina pouco decomposta. Floresta Susmontana). formando um estrato. de 10 de fevereiro de 1993. podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária.A vegetação de que trata este artigo é composta pelas formações florestais denominadas Floresta Estacional Decidual (Floresta das Terras Baixas com dossel emergente. de 1º de outubro de 1993. e) a diversidade biológica é baixa. com distribuição diamétrica variando até 15cm.205.Estágio inicial: a) fisionomia herbáceo/arbustiva. e a fim de orientar os procedimentos de licenciamento de atividades florestais no Estado de Mato Grosso do Sul. c) as epífitas são raras. apresentando amplitude diamétrica e altura pequenas.274. em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. Parágrafo único .Considera-se vegetação primária aquela de máxima expressão local. arranha-gato (Acácia spp). acoita-cavalo (Luchea speciosa). assa-peixe (Vernonia sp).

pau-marfim (Balfourodendron riedelianum ). erva -mate (Ilex paraguariensis). dentre outras. As copas superiores em geral são horizontalmente amplas. c) as espécies lenhosas ocorrentes são superiores a 30 espécies. sucupira-branca (Pterodon pubescens). d) as epífitas são abundantes. apresentam amplitude de diâmetro e altura médias. jatobá (Hymenaea stilbocarpa). são entre outras. jequitibá (Cariniana estrellensis). trepadeiras e epífitas. com distribuição diamétrica variando entre 20 a 50cm. canjerana (Cabralea sp). arbustos. A serapilheira pode apresentar variações de espessura de acordo com as estações do ano e de um lugar a outro. geralmente de rápido crescimento. aráceas. A serapilheira está presente. guaratã (Esenbeckia leiocarpa). pau-jacaré (Callisthene fabrirulata). e média de amplitude do DAP de 30cm. notadamente nas áreas mais úmidas. e) no subosque. bálsamo (Myrocarpus frondosus). paineira (Chostia speciosa). pau-ferro (Cacsalpinia ferrea). formando de 1 a 2 estratos. apresentando intensa decomposição. tamboril (Enterolbium contortisilquem). jacaranda ( Macherium spp). as lianas herbáceas raras e as lianas lenhosas encontram-se presentes. ipês (Tabebuia spp). Artigo 3º . variando em função do tempo e da localização. com área basal variando entre 15 a 30m2/ha. peito-de-pombo (Tapira guianensis). tarumã (Vitex sp). a aroeira (Astronium urundeúva). indicadoras do estágio avançado de regeneração. e bocaiúva (Acrocomia sclerocarpa). canjerana (Cabralea canierana).pluna (Psidium sp). jatobá (Hymenea spp). As espécies gramíneas são poucas. monjoleiro (Acacia polyphulla). canafístula (Peltophorum dobium). caroba (Jacaranda sp). c) as epífitas e as lianas herbáceas são poucas e as lianas lenhosas raras. pau-d´óleo (Copaifera langsdorffii). os estratos arbustivos e herbáceos aparecem com maior frequência. sucupira-preta (Bowdichia virgiloides). quebracho (Schinopsis spp). figueira (Ficus sp). louro-pardo (CordiaTrichotoma). canafístula (Peltrophorum dubium). e) as espécies mais comuns como indicadoras do estágio médio de regeneração são. entre outras. canelas (Dcotea spp e Nectandra spp). A altura das espécies lenhosas do dossel varia entre 10 e 18 metros. variando entre 10 a 35cm e média de amplitude do DAP 25cm. cuja abundância e número de espécies variam em função edafoclimática. b) grande número de estratos. alecrim (Holocalyk balansae). breu (Protium sp). marantáceas e heliconeáceas. palmiteiro (Euterpe edulis).Estágio Médio: a) fisionomia arbustiva e/ou arbórea. podem variar de uma região geográfica para outra.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas II . d) a diversidade biológica é significativa podendo haver em alguns casos a dominância de poucas espécies. vinhático (Plathymenia spp). tendendo a ocorrer distribuição contígua de copas. com distribuição diamétrica. mamica-de-cadela (Brosimum gaudichauddi). III.Os parâmetros definidos nos artigos 1º e 2º desta Resolução.: 197 . dependendo: Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. guapeva (Pouteria sp). angico (Piptadenia pergrina). pau-marfim (Balphouradendron riedelianum). f) as espécies mais comuns. a peroba (Aspidosperma sp). podendo o dossel apresentar ou não árvores emergentes. com 2 2 área basal (m /ha) superior a 30m /ha. a amplitude de diâmetro e altura das espécies lenhosas do dossel é superior a 18 metros. amburana (Amburana cearensis). maria-preta (Diatenopterux sorbifolia). cedro (Cedrela fissilis). b) as espécies lenhosas ocorrentes variam entre 10 a 30 espécies. ervas terrícolas. para tipificar os diferentes estágios de regeneração da vegetação secundária.Estágio Avançado: a) fisionomia arbórea fechada. sendo que no estrato superior poucas espécies são predominantes e a maioria ocorre facultativamente. farinha-seca (Pithecellobium edwallii). As gramíneas são raras. sendo os arbustivos aqueles que foram citados no estágio médio de regeneração (arbustos umbrófilos) e o herbáceo formado por bromeliáceas. louro-preto (Cordia chamissoniana). com árvores. mandiocão (Didimopanex spp).

da vegetação circunjacente.da área e da configuração da formação analisada.do histórico do uso da terra.A variação de tipologia de que tratam os artigos 1º e 2º desta Resolução será analisada no exame dos casos submetidos à consideração do órgão ambiental competente. IV .da localização geográfica. Artigo 4º . revogadas as disposições em contrário. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SERGIO STUDART WIEMER Secretário Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de clima e do solo locais. III .: 198 .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas I .Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Parágrafo único . II . e V .das condições de relevo.

no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no Artigo 9º. Considerando a necessidade de se definir as formações vegetais primárias. do Decreto 99. AD REFERENDUM do Plenário. variando de fechado a aberto. § 1º . embaúba (Cecropia adenopus).Considera-se como vegetação primária. submontana e montana). jacatirão (Tibouchina Selowiana e Miconia circrescens). Artigo 2º . § 2º . as lianas herbáceas abundantes. vassourão (Vernonia discolor). b) as espécies lenhosas ocorrentes variam entre 5 a 30 espécies. d) as epífitas são raras. com a presença de espécies predominantemente facultativas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas PARANÁ RESOLUÇÃO CONAMA Nº 2/94 18 de março de 1994 O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . com distribuição diamétrica variando entre 5 a 15cm. indicadoras do estágio inicial de regeneração. com finalidade de orientar os procedimentos de licenciamento de exploração da vegetação nativa no Estado do Paraná. e as lianas lenhosas apresentam-se ausentes.Estágio médio: a) fisionomia arbustiva e/ou arbórea. f) as espécies mais comuns. taquara e taquaruçu (Bambusa spp). e média da amplitude do DAP 25cm. formando de 1 a 2 estratos. aroeira (Schinus terebenthifolius). Floresta Ombrófila Mista (montana) e a Floresta Estacional Semidecidual (submontana). e média da amplitude do DAP 10cm. marica (Mimosa bimucronata). com área basal (m²/ha) variando entre 15 e 35 m²/ha. entre outras podem ser consideradas: bracatinga (Mimosa scabrella).Estágio inicial: a) fisionomia herbáceo/arbustiva. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. com área basal (m²/ha) variando entre 8 a 20 m²/ha.As formações florestais abrangidas pela Floresta Ombrófila Densa (terras baixas. tendo como critério a amostragem dos indivíduos arbóreos com DAP igual ou maior que 20cm. apresentam os seguintes parâmetros. c) o crescimento das árvores do dossel é rápido e a vida média das árvores do dossel é curta. b) as espécies lenhosas ocorrentes variam entre um a dez espécies. em seus diferentes estágios de sucessão de vegetação secundária. sendo os efeitos antrópicos mínimos. no Estado do Paraná. com grande diversidade biológica. formando um extrato. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécie. com distribuição diamétrica variando entre 10 a 40cm. com a presença de espécies predominantemente heliófitas. As espécies gramíneas são abundantes. formando uma camada fina pouco decomposta.274. bem como os estágios sucessionais de vegetação secundária. A serapilheira quando presente pode ser contínua ou não. c) o crescimento das árvores do dossel é moderado e a vida média das árvores do dossel é média. podendo a altura das espécies lenhosas do dossel chegar até 10m. de máxima expressão local. de 6 de Junho de 1990.CONAMA. e) a regeneração das árvores do dossel é ausente. toda comunidade vegetal. RESOLVE: Artigo 1º . apresentam amplitude diamétrica pequena a amplitude de altura pequena.: 199 . Considerando ação conjunta entre o Secretário do Meio Ambiente do Estado do Paraná e o Superintendente do IBAMA no Estado do Paraná. apresentam amplitude diamétrica média e amplitude de altura média: a altura das espécies lenhosas do dossel varia entre 8 e 17 metros.

f) as espécies mais comuns. § 3º . Manguezais e Restingas. com as respectivas delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil. palmito (Euterpe edulis). amplitude diamétrica grande e amplitude de altura grande. as formações florestais e ecossistemas associados inseridos no domínio Mata Atlântica. podem ser consideradas: congonha (Ilexthezans). Artigo 5º . por ser constituída por um número menor de espécies arbóreas. d) as epífitas são abundantes. com distribuição diamétrica variando entre 20 a 60cm. vassourão-branco (Piptocarpha angustifólia). indicadoras do estágio médio de regeneração.Estágio avançado: a) fisionomia arbórea dominante sobre as demais. angico (Parapiptadenia rígida). com a presença de mais de 2 estratos e espécies predominantemente umbrófilas. Floresta Estacional Semidecidual. de 10 de fevereiro de 1993. figueira (Fícus sp). ipê. guapuruvu (Schizolobium parahyba). b) as espécies lenhosas ocorrentes apresentam número superior a 30 espécies. IBGE 1988: Floresta Ombrófila Densa Atlântica. apresentando intensa decomposição. A altura das espécies lenhosas do dossel é superior a 15 metros. bem como do uso anterior da área em que se encontra uma determinada formação florestal. com área basal (m²/ha) superior a 30 m²/ha. ser de porte baixo e com pequena amplitude diamétrica e de altura.De acordo com o artigo 3º do Decreto nº 750. Artigo 4º . as lianas herbáceas raras e as lianas lenhosas encontram-se presentes. Artigo 3º .Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RUBENS RICUPERO Presidente do CONAMA ANEXO Parâmetros para a classificação dos estágios sucessionais da vegetação secundária Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas d) as epífitas são poucas . entre outras. Artigo 6º . A serapilheira está presente. canela guaicá (Ocotea puberula ). e) a regeneração das árvores do dossel é intensa. As espécies gramíneas são poucas. indicadoras do estágio avançado de regeneração. e) a regeneração das árvores do dossel é pouca. no Estado do Paraná. caxeta (Tabebuia cassinóides). c) o crescimento das árvores do dossel é lento e a vida média da árvore do dossel é longa. canafístula (Peltophorum dubgium). guaricica (Vochysia bifalcata). entre outras podem ser consideradas: pinheiro (Araúcaria angustifólia). cedro (Cedrela fissilis ). podem variar de uma região geográfica para outra. imbuia (Ocotea porosa). e para os efeitos desta Resolução. (Tabebuia alba). a média da amplitude do DAP 40cm.: 200 .Os Parâmetros definidos para tipificar os diferentes estágios de sucessão da vegetação secundária. f) as espécies mais comuns.Difere deste contexto. As gramíneas são raras. etc. dependendo das condições topográficas e edafo-climáticas. formando dossel fechado e uniforme do porte. revogadas as disposições em contrário. localização geográfica. considera-se Mata Atlântica. A serapilheira pode apresentar variações de espessura de acordo com a estação do ano e de um lugar a outro. variando em função do tempo e da localização. a vegetação da Floresta Ombrófila Densa altomontana. Floresta Ombrófila Mista. as lianas herbáceas poucas e as lianas lenhosas raras.

DAP médio superior a 0. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. altura média inferior a 6 metros.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas PERNAMBUCO RESOLUÇÃO CONAMA Nº 31/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Tapirira guianensis Aubl. forma camada fina pouco decomposta.Estágio inicial de regeneração: a) fisionomia herbácea/arbustiva de porte baixo. se existentes. Mimosa sepiaria (espinheiro). Byrsonisa sericra DC (murici). Heliconia angustifolia Hook (paquevira). Guazuma ulmifolia Lan. com cobertura vegetal variando de fechada à aberta. Xylopia frutescens Aubbi (imbira vermelha). se presentes. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. regulamentada pelo Decreto nº 99. Are (urtiga branca).CONAMA.938. com DAP médio inferior a 8 centímetros para todas as formações florestais. Didymopanax morototoni Decno e Planch (sambaquim) Cupania revoluta Radlk (cabatan de rego). i) a composição florística está representada principalmente pelas seguintes espécies indicadoras Cecropia adenopus Mart. de 6 de Junho de 1990. g) espécies pioneiras abundantes. de 1º de Agosto de 1994 e seu Anexo I. Scleria braquiteada DC (tiririca). de 10 de Fevereiro de 1993. onde são observadas área basal média superior a 30m2/ha. a altura média é de 6 a 15 metros. quando existente. de 31 de Agosto de 1981. briófitas e pteridófitas. c) distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada com DAP médio de 8 a 15 cm. b) cobertura arbórea variando de aberta a fechada.: 201 . contínua ou não.205. podendo constituir estratos diferenciados. com baixa diversidade. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas n aturais. II . vel aff (imbaúba). alterado pelo Decreto nº 1 .18 metros e altura total média superior a 20 metros. RESOLVE: Artigo 1º . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Cnidoscu olus urens L. passam a ser assim definidos: I . M. Trema micrantha Bluse (periquiteria). Artigo 3º . c) epífitas. são representadas principalmente por líquens. com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. d) epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial.Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão. são geralmente herbácias. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6. e) serapilheira. d) trepadeiras.274. b) espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude. com grande diversidade biológica. podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. Stryehnodendron pulcherrinum Hochr (favinha). (cupiúba). f) diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas. e: Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. Artigo 2º . Cassia hoffmansegil (mata pasto).Estágio médio de regeneração: a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva predominando sobre a herbácea. e a fim de orientar os procedimentos para licenciamento de atividades florestais no Estado de Pernambuco.Os estágios de regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. Himatanthus bracteatus DC Woods (angélica). h) ausência de subosque.

A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução. Sloanea obtusifolia (Moric) Schum (mamajuda).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas e) f) g) h) i) trepadeiras. Slonea obtusifolia Moric Scum (mamajuda).Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. variando de espessura de acordo com as estações do ano e a localização. e) distribuição diamétrica de grande amplitude DAP médio superior a 15m. h) diversidade biológica muito grande devido à complexidade natural. d) epífitas presentes em grande número de espécies e com grande abundância. diferenciada pela intensidade do antropismo.As restingas serão objeto de regulamentação especifica. protium heptaphyllum (Aubl) March (amescla) Pterocarpus violaceus Vogel (pau sangua). Sclerolobium des iflorum Benth (ingá porco).: 202 . são predominantemente lenhosas.Sinmarouba amara Aubl (praíba). Coumaruna adorata Aubl (cumaru da mata). Tapirica guianensis Aubl. diversidade biológica significativa. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SERGIO STUDART WIEMER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Didymopanax morotoni Decne e Planc (sambaquim). Artigo 5º . Heliconia angustifolis Hook (paquevira). Tabebuia se (paud’arco amarelo). (camaçari) Manilkara salzannil (A. Caraípa densifolia Mart (camaçari). l) poderá ocorrer espécies dominantes.K (sucupira) Sclerolobium densiflorum. m) a composição florística está representada principalmente pelas seguintes espécies indicadoras: Parkia pendula Benth (visqueiro) Vizola gardneri (DC) Warb (urucuba). g) serapilhadeira abundante. i) estratos herbáceo. Boudichia Virgilioides HBK (sucupira) Caraipa densifolia Mart. não é aplicável para manguezais e restingas. Escheweilera luschnathi Miers (imbiriba). a composição florística está presente principalmente pelas seguintes espécies indicadoras: Bowdicha Virgilioides H.B.Estágio avançado de regeneração: a) fisionomia arbórea dominante sobre as demais. Benth (ingá porco). Lasiaci divaricata Hitch (taquari). f) trepadeiras geralmente lenhosas. protion heptaphyllun Aubl March (amescla). c) copas superiores horizontalmente amplas. k) subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio. III . b) espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. podendo apresentar árvores emergentes. Ficus spp (gameleira). serapilheira presente. Ocotea spp (louro). Plathymenia foliolosa Benth (amarelo) Licania Kunthiana vel aff (oiti da mata). Aspidosperma limac Wooks(gararoba). Parágrafo Único. inga spp (ingá). j) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária.DC) Lan (maçaranduba). revogadas as disposições em contrário. Artigo 4º . Bombax gracilipes Schum (manuba). Didymopanax morototoni Decne at Planc (sambaquim). Costu aff discolor Roscor (banana de macaco). a altura média é superior a 15 metros. quando presentes. formando dossel fechado e relativamente uniforme no porte. subosque presente. (cupiuba). arbustivo e um notadamente arbóreo.

Estágio médio de regeneração: a) fisionomia arbórea e/ou arbustiva. de porte baixo. b) cobertura arbórea.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas PIAUÍ RESOLUÇÃO CONAMA Nº 26/94 7 de junho de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Mimosa sp (espinheiro). altura média é de 5 a 12 metros. de 1 de Outubro de 1993. Floresta Submontana e Floresta Montana). Psidium sp (araça). briófitas e pteridófitas com baixa diversividade.205. Artigo 3º . no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6. Parágrafo Único . na Resolução CONAMA n° 10. podendo constituir estratos diferenciados. RESOLVE: Artigo 1º .estágio inicial de regeneração: a) fisionomia herbácea/arbustiva. de 6 de Junho de 1990. Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Submontana e Floresta Montana). médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. são geralmente herbáceas. g) espécies pioneiras abundantes. f) diversidade biológica variável. alterada pelo Decreto nº 99. de 1º de Agosto de 1994 e seu Anexo I. alterado pelo Decreto nº 1. Mimosa sp (unha de gato). quando presentes. Vernonia sp (assa peixe). sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. e: Considerando a necessidade de definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. de 10 de Fevereiro de 1993. são representadas principalmente por líquens.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. quando existente. pouco composta. Cecropia sp (limbauba ou pau de preguiça). e a fim de orientar os procedimentos para licenciamento de atividades florestais no Estado do Piauí.Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto nº 750/93. e cobertura vegetal variando de fechada a aberta. com altura média inferior a 5 metros. Scleria sp (tiririca). h) ausência de subosque. DAP médio inferior a 8 centímetros. Tibouchina sp (quaresmeira). forma uma camada fina. podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. Platymenia so (candeia).CONAMA. Pithecelobium sp (jurema) e Croton sp (velame). Latana sp (cambaré). variando de aberta e fechada com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. Cássia sp (mata pasto). d) trepadeiras.: 203 . passam a ser assim definidos: I . restingas e manguezais. Psychotria sp (erva de rato). i) a florística está representada em maior frequência por Cnidoscolus sp (urtiga branca). e) serapilheira. se existentes. II . Guazuma sp (mutamba). tendo em vista o dispos to em seu Regimento Interno. com grande diversidade biológica. com poucas espécies arbóreas ou arborescentes.Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. c) espífitas. Attalea sp (piaçaba). Himathanthus sp (janaguba ou pau de leite). Vismia sp (lacre ou pau de lacre). Artigo 2º . denominadas Floresta Estacional Decidual (Florestas das Terras Baixas. b) espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude. contínua ou não. após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais.A vegetação de que trata este artigo é composta pelas formações florestais. de 31 de Agosto de 1981.938. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies.274.

As restingas serão objeto de regulamentação específica. Artigo 4º . Bowdichia sp (sucupira). h) grande diversidade biológica significativa devido à complexidade estrutural. Pterodon sp (sucupira branca). f) trepadeiras geralmente lenhosas. Inga sp (ingá). j) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. m) dependendo da formação florestal. Sclerolobium sp (pau pombo). Cordia sp (freijó). Luehea sp (acoita cavalo). epífitas. Caesalpina sp (pau ferro). formando dossel fechado e relativamente uniforme no porte. Tabebuia sp (pau d’arco). g) serapilheira abundante. i) estratos herbáceo. c) copas superiores. Bursera sp (imburana de cheiro). d) distribuição diamétrica de grande amplitude.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. DAP médio de 8 a 18 centímetros. serapilheira presente. Thiloa sp (sipauba). Caryocar sp (piqui ou pequi). Astronium sp (aroeira). Simarouba sp (pau paraíba).: 204 . An nona sp (araticum). podendo ou não apresentar árvores emergentes. Schynopsis sp (baraúna). Enterolobium sp (tamboril). a altura média é superior a 12 metros. Macherium sp (violeta). diversidade biológica significati va. n) a florística está representada em maior frequência por: Guatteria sp (conduru). aparecendo com maior número de indivíduos em relação ao estágio inicial. Cleome sp (missambê). Myrci sp (murta). e) epífitas. a florística está representada em maior frequência por: Caesalpina sp (catingueiro). Tabebuia sp (pau-d’arco). Aspidosperma sp (peroba). Caraipa sp (Camaçari). HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SÉRGIO STUDART WIEMER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. presentes em grande número de espécies e com grande abundância. diferenciada pela intensidade do antropismo. III . revogadas as disposições em contrário. horizontalmente amplas. Parágrafo Único.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas c) d) e) f) g) h) i) distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada com predomínio dos pequenos diâmetros. trepadeiras. Simarouba sp (pau paraiba). arbustivo e um notadamente arbóreo. predominantemente lenhosas. Apeíba sp (jangada). Lecythis sp (sapucaia). Artigo 5º . DAP médio superior a 18 centímetros. quando presentes. l) subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio. variando de espessura de acordo com a estação do ano e a localização. b) espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. Licania sp (oiticica). Rombax sp (imbiruçu). Bauhinia sp (mororó). pode haver espécies dominantes. Rheedia sp (bacuparí). subosque presente.A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3 º desta resolução não é aplicável para manguezais e restingas. paraíba sp (jurema branca).Estágio avançado de regeneração: a) fisionomia arbórea dominante sobre as demais. Aspidosperma sp (peroba). Cavannilesia sp (barriguda). Dalbergia sp (jacarandá).

Cróton urucurana (Euphorbiacea). h) serapilheira.746.Solanum aculeatissimum (Solanaceae).Estágio Inicial: a) fisionomia herbáceo/arbustiva. f) epífitas raras.Clidemia hirta (Melastomataceae). que determina a apresentação de parâmetros mensuráveis para análise dos estágios de sucessão ecológica da Mata Atlântica. RESOLVE: Artigo 1º .938. quando ocorrerem. no Estado do Rio de Janeiro. com a presença de espécies predominantemente heliófitas.Lantana camara (Verbenaceae). maricá . em seus estágios sucessionais secundários.93.As formações florestais abrangidas pela Mata Atlântica.Urena lobata (Malvaceae). pindoba . i) as espécies herbáceas ou de pequeno porte mais comuns e indicadoras desse estágio são: alecrim-do-campo . d) a idade da comunidade varia de 0 a 10 anos. regulamentadas pelo Decreto 99. cambará .O. j) espécies lenhosas mais freqüentes e indicadoras desse estágio são: angico Aradenanthera colubrina (Leguminosae). podendo ocorrer trepadeiras. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.490.Elephantopus mollis (Compositae). a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies. plantas lenhosas. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. 20 espécies botânicas por hectare. Artigo 2º . jurubeba . guizo-de-cascavel Crotalaria mucronata (Leguminosae). de 19 de Novembro de 1992.Pteridium aguílinum (Polypodiaceae).274.U. falsa-poaia Borreria verticillata (Rubiaceae). crindiúva . no máximo. de 31 de Agosto de 1981. tapiá .Trema micrantha (Ulmaceae). de 03.Psidium guayara (Myrtaceae). samambaiadas -taperas . e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. considerando o disposto na Lei 8.Imperata brasiliensis (Gramineae). cipó-cabeludo . no Estado do Rio de Janeiro. compreendem a Floresta Ombrófila Densa e a Floresta Estacional Semidecidual que.Vernonia polyanthes (Compositae). de 12 de Abril de 1990. aroeira . esperta . goiabeira . sangue-se-drago . da Resolução CONAMA 10.Peschieira laeta (Apoynaceae).Attalea humilis (palmae). a forma de vegetação de máxima expressão local. publicada no D. era-colégio .028. araçá Psidium catteleyanum (Myrtaceae).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas RIO DE JANEIRO RESOLUÇÃO CONAMA Nº 6/94 4 de maio de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . b) os indivíduos lenhosos pertencem a.Mikania spp (Compositae). guaximba .Sida spp (Malvaceae).Cecropia spp (Moraceae). candeia .Baccharis dracunculifolia (Compositae). juá .Solanum paniculatum (Solanaceae). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. cobertura aberta ou fechada.CONAMA. pixirica .11.Alchornea iricurana (Euphorbiacea). vassourinha . oficial-de-sala .Considera-se vegetação florestal primária. de 9 de Dezembro de 1993.Mimosa bimucronata (Leguminosae). embaúbas . de 6 de Junho de 1990. apresentam os seguintes parâmetros estipulados com base em amostragens que consideraram indivíduos arbóreos com DAP médio de 10 centímetros. contínua ou não.Asclepias curassavica (Asclepiadaceae). quando existente. g) ausência de subosque.: 205 . e Lei 8. de 1 de Outubro de 1993. c) as espécies são de crescimento rápido e ciclo biológico curto. e Considerando o disposto no § 1º. da Artigo 1º. § 1º . alterada pela Lei 8. e) a área basal média é de 0 a 10 m2/hectare. assapeixe . forma uma camada fina pouco decomposta.Schinus terebinthifolius (Anacardiaceae).Vanillosmopsis erythropappa (Compositae). com grande diversidade biológica. sapê . apresentam DAP médio de 5 centímetros e altura média de até 5 metros.

e muitas espécies e famílias de Pteridophyta. por sombreamento. pau-d’alho .Helioconia spp (Musaceae).Fícus spp (Moraceae). f) serapilheira sempre presente.Tabebui chysotricha (Bignoniaceae).Cupania oblongifólia (Sapindaceae). cobertura fechada com início de diferenciação em estratos e surgimento de espécies de sombra. vinhático . g) as espécies arbóreas podem ser remanescentes do estágio médio acrescidas de outras que caracterizam esse estágio.Euterpe edulis (Palmae). ainda criciúma Olyra spp (Gramineae). quando presentes.Potomorphe spp (Piperaceae).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas § 2º .Johannesia princeps (Euphorbiaceae). como: canela-santa . b) grande variedade de espécies lenhosas com DAP médio 20 centímetros e altura superior a 20 metros.Sterculia chicha (Sterculiaceae).Solanum sp (Soloanaceae).Pouteria sp (Sapotaceae).Os parâmetros definidos neste artigo não são aplicáveis para restingas que serão objeto de regulamentação específica. com intensa decomposição. caroba Cybistax antisyphilitica (Bignoniaceae). cedro .Couratari pyramidata (Lecythidaceae). bicuíba . garapa . cotieira . c) comunidade com idade acima de 25 anos.Cedrela fissilis (Meliaceae). i) outras espécies arbóreas surgem nesse estágio sendo dela indicadoras: açoitacavalo .Pshychotria leiocarpa (Rubiaceae). guapeba . guapuruvu . aumenta o número de espécies de rubiácas e de marantáceas. perodas . principalmente. cobertura fechada formando um dossel relativamente uniforme no porte.Xylopia brasiliensis (Annonaceae). § 3º. carrapeta . airi Astrocaryum aculeatissimum (Palmae).Senna multijuga (Leguminosae).Pshychotria nuda (Rubiaceae). maminha-de-porca . h) trepadeira. guaraperê . xixá .Virola oleífera (Miristicaceae). altura média variado de 5 até 12 metros e idade entre 11 e 25 anos. grandiúva-d’anta . h) o subosque é menos esciófilas que no estágio médio é geralmente muito rico em espécies esciófilas. Cryptocarya (Lauraceae). canjerana .Vochysia laurifólia (Vochysiaceae).Piper spp (Piperaceae). Leandra spp (Melastomataceae). jacatirão . e) a área basal média varia de 10 a 28 metros quadrados/hectare. eliminam as componentes herbáceas ou de pequeno porte do estágio inicial.Lecythis pisonis (Lecythidaceae). caetá .Estágio Médio: a) fisionomia arbustivo/arbórea. pacová .Guarea guidonia (Meliaceae). caapeba . palmito .Luethea grandiflora (Tiliaceae). jequitibá-rosa . aleluia .Aspidosperma spp (Apocynaceae).Lamanonia ternata (Cunoniaceae). b) as espécies lenhosas. araribá . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Ocotea Nectandra.Estágio Avançado: a) fisionomia arbórea. pindobuçu . d) sempre existe uma serapilheira. sapucaia . jequitibá-branco .Attalea dúbia (Palmae).Miconia fairchildiana (Melastomataceae). § 4º . f) muitas das árvores do estágio inicial podem permanecer. camboatá . c) as árvores tem DAP médio variando de 10 a 20 centímetros.Apuleia leiocarpa (Leguminosae). figueira . d) há cipós. na qual há sempre muitas plântulas. sonhos-d’ouro .Senna macranthera (Leguminosae).Zanthoxylon rhoifolium (Rutaceae). fumobravo . e) a área basal média é superior a 28 m2/hectare. trepadeiras e abundância de epífitas. podendo apresentar árvores emergentes com subosque já diferenciado em um ou mais estratos formados por espécies esciófilas.Cabralea canjerana (Meliaceae).: 206 . cinco-folhas . aricanga . j) as espécies mais freqüentes que estruturam o subosque são: aperta -ruão. g) subosque presente.Plathymenia foliolosa (Leguminosae).Maranta spp Ctenanthe spp (Marantaceae).Cariniana legalis (Lecythidaceae). canudeiro . ipê-amarelo . jequitibá-rosa Cariniana estrellensis. jaborandi . pindaíba . surgido.Gallezia integrifólia (Phyttolaccaceae).Sparattosperma leucanthum (Bignoniaceae). canela . são predominantemente lenhosas.Geonoma spp (Palmae).Schizolobium parabiba (Leguminosae).Centrolobium robustum (Leguminosae). porém mais grossas e mais altas.

revogadas as disposições em contrário. edáficas. climáticas.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. assim como do uso pretérito que teve a área onde se situa uma determinada formação florestal.Os parâmetros apresentados para tipificar os diferentes estágios de sucessão ecológica secundária variam de uma região geográfica para outra e dependem das condições topográficas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 3º . Artigo 4º . devendo os casos de dúvida ou aqueles não previstos nesta Resolução serem analisados e definidos pelo órgão competente. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA NILDE LAGO PINHEIRO Secretária Executiva Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 207 .

1. II . alterado pelo Decreto n.2) Floresta Estacional Semidecidual: Cecropia sp (embaúba). no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.Estágio médio de regeneração: Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. h) espécies pioneiras abundantes. quando existentes. e a fim de orientar os procedimentos para licenciamento de atividades lforestais no Estado do Rio Grande do Norte. de 1º de agosto de 1994 e seu Anexo I. 10.Estágio inicial de regeneração: a) nesse estágio a área basal média é de até 4. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. Sebastiana corniculata (milona-roxa).Considera-se vegetação primária aquela de máxima expressão local. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies.Considera-se vegetação secundária ou em regeneração aquela resultante dos processos naturais de sucessão. forma uma camada fina pouco decomposta.DAP médio de até 04 cm (quatro centímetros).rasteiro). Eugenia crenata (camboim). e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. Aechoea ligulata (xinxo). com grande diversidade biológica. b) fisionomia herbáceo/ arbustiva de porte baixo. de 1º de outubro de 1993. d) as epífitas são representadas principalmente por líquens.1) Floresta Ombrófila Densa: Cortadelia selowiana (capim navalha). são geralmente herbáceas. Artigo 3º . Ximenia americana (ameixa). f) serapilheira. Hancornia speciosa (mangabeira). Cupania vernalia (caboatã). Anthurium affine (antúrio). Irema micranta (candiúba).938. se presentes. após supressão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais.00 m2 (quatro metros quadrados) por ha.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas RIO GRANDE DO NORTE RESOLUÇÃO CONAMA Nº 32/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Maytenus Cássia (pau-mondé). Artigo 2º . Myrcia lundiana (araçá-cheiroso). Digitaria langiflora (capim.205. Cassia esplendida (canagistinha). passam a ser assim definidos: I . Ibatia guinguelobata (jitirana). altura total média de até 4. de 10 de fevereiro de 1993. g) diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. crassifólia crassifolia e Byerbascifolia (murici). com cobertura vegetal variando de fachada a aberta.274. Trema micranta (candiúba). com baixa diversidade. j. com Diâmetro e Altura do Peito . regulamentada pelo Decreto 99.CONAMA. Bolanum paniculatum (jurubeba roxa). c) espécies lenhosas por distribuição diamétrica de pequena amplitude. i) ausência de subosque. Guettarda angélica (angélica). RESOLVE: Artigo 1º . podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. na Resolução CONAMA n. j) espécies indicadoras: j. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. Chamaecrista bahiea (pau-ferro). e) trepadeiras.00 (quatro metros).Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. contínua ou não. Licania paryifolia (cega-machado). de 31 de agosto de 1981. Cyatopodium aliciares (orquídea rabo-de-tatu).: 208 . médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. Cecropia sp (embaúba). tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. Ibatia Suinguelobata (jitirana). Cyatopodium aliciares (orquídea rabo-de-tatu). orquídeas e briófitas. de 06 de junho de 1990. Tecoyena brasiliensis (jenipapo-bravo). Piptadenia moniliformes (catanduba).

Psidue oligospermum (araça-de-jacu). altura média variando de 10. Campomanesia dichotoma Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Vanilla chamissonia (orquídea baunilha). III . Cordia superba (grão-de-galo).2) Floresta Estacional Semidecidual: Manilkara aff amazônica (maçaramduba). Roupala cearenses (castanheira). serapilheiras presentes. epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial. Maytenus impressa (pau-mondê). Apuleia leiocarpa (jitaí). na floresta ombrófila.00 (quatro) e 10. j) estratos herbáceo. n) espécies indicadoras: n. Lecythis pisonis (sapucaia).00 m (dez metros). formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. Manilkara off amazonica (maçaranduba).00m2 (dezoito metros quadrados) por ha: b) fisionomia arbórea dominante sobre as demais.: 209 . Guatteria olicocarpa (miúra). Eugenia prásina (batinga).Estágio avançado de regeneração: a) nesse estágio a área basal varia de 14. Paullinea elegans (cipó-mata-fome). são predominantemente lenhosas.00 (dez) a 15.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) nesse estágio a área basal média varia de 4. Bowdichia virgiliodes (sucupira). subosque presente. Tetrácera breyniana (cipó-de-brocha).00 (quatorze) a 18. fisionomia arbórea e arbustiva predominando sobre a herbácea podendo constituir estratos diferenciados.1) Floresta Ombrófila Densa: Ximenia americana (ameixa). Myrcia multiflora (pau-mulato). Eugenia speciosa (ubaia-doce). k) a floresta nesse estágio pode apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. Tabebuia impetiginosa (pau d'arco roxo). Pyenoglyphis maraiá (ticum). trepadeiras. Corida superba (grão-de-galo). Eugenia nanica (murta -branca). com DAP médio variando de 04 (quatro) a 10 cm (dez centímetros). j.00 (quatro) a 14. cobertura arbórea variando de aberta a fechada. Inga fagifolia (pau-d’óleo). distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada com predomínio dos pequenos diâmetros. variando de espessura de acordo com as estações do ano e a localização. Bowdichia virgiliodes (sucupira). espécies indicadoras: j. Inga fagifolia (pau d´óleo).2) Floresta Estacional Semidecidual: Ficus nymphaeifolia (gameleira). Bauhinia cheilantra (mororó).1) Floresta Ombrófila Densa: Polypodium martonianum (samambaia). Vanilla chamissonis (orquídea baunilha). f) distribuição diamétrica de média amplitude. h) serapilheira abundante. g) trepadeiras geralmente lenhosas. Tabebuia roseoalba (peroba). Philodendrom imbé (imbé). c) espécies emergentes ocorrentes com diferentes graus de intensidade. e) epífitas presentes em pequeno número de espécies. Syagrus coronata (catolé). Philodendrom imbé (imbé).00 m2 (quatorze metros quadrados) por ha. Hymenaea courbaril (jatobá). Baubinia cheilantra (mororó). com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. Caesalpinea echinita (paubrasil). Brunfelgia uniflora (manacá). m) dependendo da formação florestal pode haver espécies dominantes. Hymenaea corbaril (jatobá). Anseis pickelli (pau candeia). diversidade biológica significativa. Bowdichia virgiliodes (sucupira). sendo mais abundante na floresta ombrófila. quando presentes.00m (quinze metros). Pyrenoslyphis maraiá (ticum). n. altura média variando entre 4. Byrsonima crassifólia (murici). Vitex polygama (maria preta). Manilkara aff amazonica (maçaranduba). Polypodium martonianum (samambaia). Combretum laxum (cipó-bugi). podendo apresentar árvores emergentes. Dioclea Grandiflora (mucuna). Cobretum laxum (cipó-bugi). Simaba trichilioides (cajarana). Combretum laxum (cipó-debugi). Tratacera breyniana (cipó-de-brocha). Clausia nemorossa (pororoca). d) copas superiores horizontalmente amplas. Chamaecrista bahiea (pau-ferro). sendo mais abundantes e ricas em espécie na floresta estacional. Apuleia leiocarpa (jitaí). l) subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio. arbustivo e um notadamente arbóreo. Guazuma ulmifolia (mutumba). i) diversidade biológica significativa. com DAP médio variando de 10 (dez) a 15cm (quinze centímetros).

Brosium goianense ( kiri).: 210 . não é aplicável para manguezais e restingas. altura média e DAP médio definidos nesta Resolução.Os parâmetros de área basal média. previstas no Decreto 750/93. estão válidos para todas as demais formações florestais existentes no território do Estado do Rio Grande do Norte. Artigo 4º .A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução. os demais parâmetros podem apresentar diferenciações em função das condições de relevo. que também podem determinar a não ocorrência de uma ou mais espécies indicadoras.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. o que não descaracteriza o seu estágio sucessional. Apuleia leiocarpa (jibi). HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SÉRGIO STUDART WIEMER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. executando-se manguezais e restinga. clima e solos locais e do histórico do uso da terra. Lucuma dukei (golti-trubá). citadas no artigo 3º. revogadas as disposições em contrário.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas (guabiraba-de-pau). Artigo 6º . Artigo 5º .

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas RIO GRANDE DO SUL RESOLUÇÃO CONAMA Nº 33/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . são geralmente herbáceas. de 10 de Fevereiro de 1993. g) com posição florística basicamente de: Androposon. alterado pelo Decreto nº 1. com poucas espécies arbóreas. pteridium aquilinium (samambaias).Os estágios sucessionais de regeneração da vegetação secundária referida no artigo anterior.Estágio médio de regeneração: a) vegetação que apresenta fisionomia de porte arbustivo/arbóreo cuja formação florestal apresenta altura de até 08 (oito) metros e Diâmetro a Altura do Peito (DAP) até 15 (quinze) centímetros. contínua ou não. d) trepadeiras. de 31 de Agosto de 1981.Estágio inicial de regeneração: a) vegetação sucessora com fisionomia herbácia/arbustiva. podendo eventualmente apresentar dispersos na formação. são representadas principalmente por Líquens. após supressão total ou parcial da vegetação original por ações antrópicas ou causas naturais. arbutivas ou arbóreas decorrentes de processos naturais de sucessão. entre outras espécies de arbustos e arboretas. de 6 de Junho de 1990. regulamentada pelo Decreto nº 99. a ponto de não afetar significamente suas características originais de estrutura e de espécies. podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. visando viabilizar critérios. b) cobertura arbórea variando de aberta e fechada com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. quando presentes. apresentando altura média da formação até 03 (três) metros e Diâmetro a Altura do Peito (DAP). Briófitas e Pteridófitas com baixa diversidade. do Decreto 750. c) trepadeiras.205. forma uma camada fina. consideram-se aquelas formações herbáceas. se presentes. bicornia: (rabo-de-burro).Considera-se vegetação primária a vegetação de máxima expressão local com grande diversidade biológica. Baccharias app (vassouras). de 1º de Outubro de 1993. e: Considerando o disposto no artigo 6º.CONAMA. c) epífitas ocorrendo em maior número de indivíduos em relação ao estágio inicial sendo mais intenso na Floresta Ombrófila. II . utilização racional e conservação da biodiversidade que ocorre na Mata Atlântica. indivíduos de porte arbóreo. menor ou igual a 08 (oito) centímetros. tendo em vi sta o disposto em seu Regimento Interno. para efeito de normatização. Parágrafo único . referente ao manejo.938. Considerando o disposto na Resolução do CONAMA nº 010. d) serapilheira. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimas. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº 6. RESOLVE: Artigo 1º . quando existentes. f) ausência de subosque. Considerando a necessidade de se definir os estágios sucessionais das formações vegetais que ocorrem na região de Mata Atlântica do Rio Grande do Sul. pouco decomposta. b) epífitas.274. normas e procedimentos para o manejo.: 211 . de 1º de Agosto de 1994 e seu Anexo I. utilização racional e conservação de sua vegetação natural. Artigo 2º . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. passam a ser assim definidos: I . e) a diversividade biológica é variável. são geralmente lenhosas. quando existente.Como vegetação secundária ou em regeneração. Rapanea ferrugínea (capororoca).

Parapiptadenia rígida (angico vermelho). revogadas as disposições em contrário. lenhosas. III . h) composição florística caracterizada pela presença de: Rapanea ferrugínea (capororoca). f) serapilheira abundante. h) florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante a vegetação primária.articulata e B discolor (vassouro). j) a composição florística pode ser caracterizada pela presença de: Cecropia adenopus (embaúba). i) subosque. c) copas superiores. grande abundância. Nectandra leucothyrsus (canela branca). Bauhinia candicans (pata-de-vaca). Schinus terebinthifolius (aroeira vermelha). conforme estação do ano e localização. horizontalmente amplas. GUSTAVO KRAUSE GONÇALVES SOBRINHO Presidente do CONAMA RAUL JUNGMANN PINTO Secretário-Executivo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. apresentando altura superior a 8 (oito) metros e Diâmetro a Altura do Peito (DAP) médio. uniforme. e) trepadeiras em geral. em geral menos expressivo do que no estágio médio. f) diversidade biológica significativa. Enterolobium contortimiliquium (timbaúva). g) grande diversividade biológica. sobre os estratos arbustivos e herbáceos. Piptocarpha angustifólia (vassourão branco). ocorrendo com diferentes graus de intensidade. Artigo 3º . Hieronyma alchorneiodes (licurana). Solanum auriculatum (fumo-bravo).Estágio avançado de regeneração: a) vegetação com fisionomia arbórea predominando sobre os demais estratos. Cupania vernalis (camboatá-vermelho). Ingá marginata (ingá-feijão). B . superior a 15 (quinze) centímetros. Borraccharia dracuculifolia. Matayba salsagnoides (camboatá branco). g) subosque presente.: 212 . especialmente na Floresta Ombrófila. Ocotoa puberular (canela-guaicá). d) epífitas presentes com grande número de espécies.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas e) serapilheira presente com espessura variável. formando um dossel fechado. Patagonula americana (guajuvira).Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Mimosa scabrelia (bracatinga). de grande amplitude diamétrica. Irema micrantha (grandiuva). b) espécie emergentes.

1) Floresta Ombrófila Densa: Pteridium aquilium (Samambaia-das-Taperas). regulamentadas pelo Decreto 99.00 metros quadrados por hectare. Artigo 3º . e) Trepadeiras. c) Espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude: DAP médio até 8 centímetros.CONAMA. são geralmente herbáceas. considerando o disposto na Lei 8. f) Serapilheira. b) Fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo: altura total média até 4 metros. Baccharis elaeagnoides (Vassoura. e a fim de orientar os procedimentos de licenciamento de atividade florestais no Estado de Santa Catarina. forma uma camada fina pouco decomposta. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécies.490. passaram a ser assim definidos: I . e tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. h) Espécies pioneiras abundantes.028. j.Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. de 9 de Dezembro de 1993. de 12 de Junho de 1990. onde são observadas área basal média superior a 20. DAP superior a 25 centímetros e altura total média superior a 20 metros. Andropogon hicornis (Capim-andaime ou Capim-rabo-deburro).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SANTA CATARINA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 4/94 4 de maio de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . Baccharis dracunculifolia (Vassoura-braba). sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. RESOLVE: Artigo 1º . quando existente. mais expressivas e invasoras na primeira fase de cobertura dos solos degradados. com grande diversidade biológica. Artigo 2º . podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. briófitas e pteridófitas. Biden pilosa (Picão-Preto) Solidago microglossa (Vara-de-foguete). se presente. j) Espécies indicadoras: j. são representadas principalmente por líquens. Melines minutiflora (capim-gordura). de 1 de Outubro de 1993.Estágio inicial de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 8 metros quadrados por hectare. no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6.: 213 . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. contínua ou não.938. bem assim as tenófitas Biden pilosa<fn) (picão-preto) e Solidago microglossa (vara-de-foguete). de 31 de Agosto de 1981. d) Epífitas. e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial.Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais.746.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local. Senecio brasilienesis (Flôr-das -almas). e as hemicriptófitas Melinis minutiflora (Capim-gordura) e Andropogon bicornis (capimandaime ou capim-rabo-de-burro) cujas ervas são. com cobertura vegetal variando de fechada a aberta. e Lei 8. Cortadelia sellowiana (Capim-navalha ou macegão). médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º do Decreto 750. g) Diversidade biológica variável com poucas espécies arbóreas ou arborescentes.2) Floresta Ombrófila Mista: Pteridium aquilium (Sambaia-das -Taperas). podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação primária. de 6 Junho de 1990. alterada pela Lei 8. de 10 de Fevereiro de 1993. Baccharis elaeagnoides (vassoura) e Baccharis dracunculifolia<fn) (vassoura-braba). i) Ausência de subosque. Solnum erianthum (fumo-bravo). se existentes.274. na Resolução/CONAMA/10. com baixa diversidade. de 19 de Novembro de 1992.

e) Epífitas presentes em grande número de espécies e com grande abundância.00 metros de altura. Melinis minutiflora (Capim-gordura). h) Serapilheira abundante. Ocotea catharinensis (Canela-preta). podendo apresentar árvores emergentes. principalmente na floresta ombrófila. III . i) Subosque presente. formando um dossel fechado e relativamente uniforme no porte. b) Fisionomia arbórea dominante sobre as demais. n. Piptadenia gonoacanta (pau-jacaré) e Hieronyma alchorneiodes (licurana). variando de espessura. são predominantemente lenhosas. sendo mais abundantes e ricas em espécies na floresta estacional. II . Andropogon bicornis (Capim-andaime ou Capim-rabo-deburro. f) Trepadeiras. DAP médio de até 15 centímetros. d) Distribuição diamétrica apresentado amplitude moderada. Psychotria longipea (Caxeta). b) Fisionomia arbórea e arbustiva predominando sobre a herbácea podendo constituir estratos diferenciados. e) Epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial. formando acampamentos bastante densos.00 a 20. de acordo com as estações do ano e a localização. com predomínio dos pequenos diâmetros. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. d) Copas superiores horizontalmente amplas.00 metros quadrados por hectare. quando presentes.00 a 1 5. com ocorrência eventual de indivíduos emergentes. árvore de 7. Solidago microglossa (Vara-de-foguete). m) Dependendo da formação florestal pode haver espécies dominantes. g) Serapilheira presente. Cortadelia sellowiana (Capim-naval ou macegão). g) Trepadeiras geralmente lenhosas. aparecendo também alchornea triplinarvia (Tanheiro).: 214 . árvore de 15. c) Cobertura arbórea variando de aberta a fechada. entre outras. Bathiza meridionalis (Macuqueiro). Talauma evata (Baguaçu) Chrysophylum víride (Águai) e Aspidosperma olivacem (peroba-vermalha). sendo seu limite austral a região de Tubarão.1) Floresta Ombrófita Densa: Miconia cinnamomifolia. altura total média de até 20 metros. Mestandra leucothyrsus (Canela-branca). Schiozolobium parahiba (Guapuruvu). j. n) Espécies indicadoras.3) Floresta Estacional Decidual: inga marginata (Ingá feijão).Estágio avançado de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 20.3) Floresta Estacional Decidual: Pteridium quilium (Sambaia-das -Taperas). Solanun erianthum (fumo-bravo). sendo mais abundantes na floresta ombrófila. j. Euterpe-edulis (palmiteiro). f) Distribuição diamétrica em grande amplitude: DAP médio de até 25 centímetros. que formarão os primeiros elementos da vegetação secundária. arbustivo e um notadamente arbóreo. i) Diversidade biológica muito grande devido à complexidade estrutural.2) Floresta Ombrófila Mista: Cupanea vernalis (Cambotá-vermelho) Schinus therebentbifolius (aroeira-vermelha).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas j. Baccharis elaeagnoides (Vassoura).00 metros de altura.00 metros quadrados por hectare. altura total média de até 12 metros. Baccharis dracunculifolia (Vassoura-braba). j. Cecropia denopus (Embaúba). (catirão-açu). h) Diversidade biológica significativa. começa a substituir a Miconia cinnamomifolia (Jacutirão-açu). Baunilba candicans (Pata de-vaca). j) Espécies indicadoras. c) Espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. k) Florestas nesse estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária.Estágio médio de regeneração: a) Nesse estágio a área basal média é de até 15. Cesearia silvestris (Cafezinho-de-mato). com copas arredondadas e folhagem verde curva. começando a aparecer Euterpe edulis (palmiteiro). j) Estratos herbáceo. senecio braasiliensis (Flôr-das -almas). associada da Dodonea viscosa (Vassoura-vermelha).1) Floresta Ombrófila Densa: Rapanea Ferrugínea (Caporroca). l) Subosque normalmente menos expressivo do que no estágio médio.

n. médio definidos nesta Resolução executando-se manguezais e restingas. o que não descaracteriza. Artigo 4º .A caracterização dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º e os parâmetros de DAP médio. Artigo 5º . altura e área basal do artigo 1º desta Resolução. estão válidos para todas as demais formações florestais existentes no território do Estado de Santa Catarina. clima e solos locais. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA NILDE LAGO PINHEIRO Secretária-Executiva na data de sua publicação. os demais parâmetros podem apresentar diferenciações em função das condições de relevo.: 215 . Parapitademia rígida (angico-vermelho). Da mesma forma. Vernonia discolor (Vassourão-preto).3) Floresta Estacional Decidual: Octoea pubérula (Canela-guacá) alchornea triplinervia (Tanheiro).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas n.As restingas serão objeto de regulamentação específica.2) Floresta Onmbrófila Mista: Octea pubérula (Canela-guaicá).Os parâmetros de área basal média e DAP. estes fatores podem determinar a não ocorrência de uma ou mais espécies indicadoras. não são aplicáveis para manguezais e restingas. patagonula americana (Guajurivá). revogadas as Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. e do histórico do uso da terra. Enterolobium contortisiligumm (Timbaúva). citadas no artigo 3º. Mimosa scabrella (Bracatinga). previstas no Decreto 750/93. Artigo 6º . Piptocarpa angustifólia (Vassourão-branco). o seu estágio sucessional.Esta Resolução entrará em vigor disposições em contrário. entretanto. Parágrafo Único.

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SANTA CATARINA RESOLUÇÃO CONAMA nº 261/99 30 de junho de 1999 O Conselho Nacional do Meio Ambiente . de 13 de janeiro de 1997. Artigo 2° .938. de 10 de fevereiro de 1993. alterado pelo Decreto nº 2. 120. JOSÉ SARNEY FILHO Presidente do CONAMA JOSÉ CARLOS CARVALHO Secretário-Executivo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. RESOLVE: Artigo 1° .: 216 . as diretrizes constantes no Anexo desta Resolução.274. de 6 de junho de 1990.o 750. regulamentada pelo Decreto nº 99. Considerando o disposto no artigo 6° do Decreto n. de 31 de agosto de 1981. como parâmetro básico para análise dos estágios sucessionais de vegetação de restinga para o Estado de Santa Catarina.Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno e. no uso das competências que lhe são conferidas pela Lei nº 6.Conama.Aprovar.

tais formações podem ter-se mantido primárias ou passado a secundárias. em função de uma morfodinâmica intensa (causada pela instável ação de ondas. Corresponde aos agrupamentos vegetais mais próximos do mar. A altura das plantas geralmente não ultrapassa 1 (um) metro. chuvas e marés). dunas e depressões associadas. quando composta por espécies também encontradas nos locais citados no primeiro parágrafo. lagunar. As áreas de transição entre a restinga e o manguezal. Estas comunidades vegetais formam um complexo vegetacional edáfico e pioneiro. bem como entre este e a floresta ombrófila densa. apresentando uma diversidade relativamente baixa de espécies. como resultado de processos naturais ou de intervenções humanas. sua vegetação exerce papel fundamental para a estabilização dos sedimentos e a manutenção da drenagem natural. Predominância dos estratos herbáceo e/ou subarbustivo. planícies e terraços arenosos. A composição florística e estrutural das três fitofisionomias originais ou primárias da restinga e de seus estágios sucessionais passa a ser caracterizada a seguir. de origens marinha. encontrando-se em praias. subarbustivas. A vegetação de ambientes rochosos associados à restinga. situadas em terrenos predominantemente arenosos. fluvial. em geral com solos pouco desenvolvidos.Vegetação de praias e dunas frontais a) A vegetação é constituída predominantemente por plantas herbáceas geralmente providas de estolões ou rizomas. As epífitas são inexistentes ou raras. A vegetação de restinga compreende formações originalmente herbáceas. recebendo maior influência da salinidade marinha. não são definidos estágios sucessionais naturais ou decorrentes de atividades humanas. com distribuição geralmente esparsa ou formando touceiras. através de ondas e respingos levados pelo vento.1 . planícies e terraços. de idade quaternária. 2. semifixas e fixas). podendo compreender vegetação lenhosa. arbustivas ou arbóreas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas ANEXO 1. As lianas (trepadeiras) apresentam-se predominantemente rastejantes. banhados e depressões. será considerada como vegetação de restinga. 2. que depende mais da natureza do solo que do clima. bem como para a preservação da fauna residente e migratória associada à restinga e que encontra neste ambiente disponibilidade de alimentos e locais seguros para nidificar e proteger-se dos predadores. RESTINGA HERBÁCEA E/OU SUBARBUSTIVA Vegetação composta por espécies predominantemente herbáceas ou subarbustivas. igualmente será considerada como restinga. eólica ou c ombinações destas. com subarbustos em densos agrupamentos. lagunas e suas margens. para fins de licenciamento de atividades localizadas no Domínio Mata Atlântica. dunas frontais e internas (móveis. b) c) d) e) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. que podem ocorrer em mosaicos e também possuir áreas ainda naturalmente desprovidas de vegetação. tais como costões e afloramentos. para efeito desta Resolução. A vegetação encontrada nas áreas de transição entre a restinga e as formações da floresta ombrófila densa. cordões arenosos. serão consideradas como manguezal. INTRODUÇÃO Entende-se por restinga um conjunto de ecossistemas que compreende comunidades vegetais florísticas e fisionomicamente distintas.: 217 . Está presente principalmente em: praias. Na restinga herbácea e/ou subarbustiva. Em função da fragilidade dos ecossistemas de restinga. fixando e cobrindo totalmente o solo. atingindo geralmente até cerca de 1 (um) metro de altura. ventos.

: 218 b) c) d) e) f) g) h) i) Dossiê Mata Atlântica 2001 . Oenothera mollissima. Algumas áreas podem apresentar cobertura vegetal muito esparsa ou mesmo estar desprovidas de vegetação.1): Alternanthera brasiliana.. Sophora tomentosa. espécies subarbustivas mais características: Lantana camara (cambará). semifixas ou fixas. Gunnera herteri (Sombrio). Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Petunia littoralis (Rio Vermelho. Rumohra adiantiformis *. Diodia radula. Desenvolve-se sobre dunas móveis. i) 2. Predominância dos estratos herbáceo e/ou subarbustivo. A altura das plantas geralmente não ultrapassa 1.Vegetação de dunas internas e planícies a) A vegetação é constituída predominantemente por espécies subarbustivas. Polyp odium lepidopteris (samambaia). Desmodium spp. Paspalum vaginatum. Barra Velha.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas f) g) h) A serapilheira é considerada irrelevante para a caracterização dessa vegetação. Canavalia rosea* (feijão-de-porco). Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Senecio reitzianus (dunas da Lagoa da Conceição.. Aristolochia robertii (Rio Vermelho. Noticastrum spp. Plantago catharinea (tansagem). Senecio platensis. Alternanthera moquinii. Vitex megapotamica (tarumã). Scaevola plumieri. Petunia littoralis. Aechmea spp. Ambrosia elatior. Oxypetalum spp. Gamochaeta spp. além de também ocorrer em planícies arenosas após a praia ou associadas a dunas e lagunas.. podendo haver algumas herbáceas ou também pequenos arbustos. gravatá). Androtrichum trigynum. Opuntia arechavaletae (cacto). Cyrtopodium polyphyllum* (orquídea). Polygala cyparissias. Situando-se após a faixa de praia e/ou dunas frontais. Remirea maritima (pinheirinhoda-praia). Centrosema virginianum. (erva-de-santamaria). Florianópolis. Schizachyrium spp.. Cenchrus spp.2 . Achyrocline spp. Eupatorium casarettoi (vassourinha). Chloris retusa. Desmodium spp. Pterocaulon spp. Gaylussacia brasiliensis (camarinha). Laguna). em Florianópolis. Baccharis radicans. Spartina ciliata (capim -da-praia). Tibouchina urvilleana (quaresmeira). (cipó-leiteiro). Andropogon arenarius. Stenotaphrum secundatum. Chenopodium spp. Araquari. Principais elementos da flora vascular: espécies herbáceas mais características: Ipomoea pes -caprae (batateira-da-praia).. Plantago catharinea (São Francisco do Sul. Palhoça). Sebastiania corniculata. (marcela). Vernonia ulei (Laguna).. Petunia littoralis (Florianópolis. Cordia curassavica* (baleeira).5 metro. Davilla rugosa (cipó-lixa). Ipomoea imperati *. Noticastrum pág. Conyza spp. (margaridinha). Vigna luteola. Vriesea friburgensis (bromélia. Sub-bosque inexistente. Alternanthera maritima. Vigna longifolia (feijão-da-praia). Sub-bosque inexistente. Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha). Acicarpha spathulata (rosetão). Cereus sp. (pegapega). Centella asiatica. Diodia apiculata. Principais elementos da flora vascular (além dos citados em 2. Cordia monosperma (baleeira). Dalbergia ecastaphylla. Blutaparon portulacoides* . está mais distante do mar e recebe menor ou nenhuma influência da salinidade marinha. Stylosanthes viscosa (meladinha). Campeche e Pântano do Sul. Epidendrum fulgens *. Panicum racemosum. As epífitas são inexistentes ou raras. Dodonaea viscosa (vassoura-vermelha). (capim -roseta). Laguna). Noticastrum hatschbachii (Garopaba. As lianas (trepadeiras) apresentam-se predominantemente rastejantes. Laguna). Porophyllum ruderale. Smilax campestris (salsaparrilha). Andropogon bicornis. Baccharis articulata (carquejinha). Aristida circinalis. Sporobolus virginicus. (pega-pega). em F lorianópolis). em Florianópolis). A serapilheira é considerada irrelevante para a caracterização dessa vegetação.

Araranguá). Tibouchina asperior (Florianópolis. (gravatá. Elephantopus mollis. Sida spp.. Erianthus asper (capim-pluma). 3. Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Regnellidium diphyllum (Sombrio). (botão-de-ouro.. etc. Salicornia sp. Eriocaulon spp.. com possibilidade de ocorrência de estratificação. Spartina alterniflora. etc. Garopaba). Spartina densiflora. Tibouchina trichopoda* . Eupatorium littorale (Massiambu. que são principalmente emergentes ou anfíbias. Eryngium spp. Juncus spp. espécies de Lemnaceae (lentilha-d’água). Ricinus communis (mamona). em Palhoça. (cebolama). repolho-d’água). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Syngonanthus spp. com ou sem água corrente. Potamogeton spp. Palhoça). Eichhornia spp.) ou plantas ditas invasoras..Além das espécies vegetais citadas nos itens anteriores..) ou inexistem. o porte da vegetação em geral não atinge 1 (um) metro.. Urena lobata. Salvinia spp. Rhynchospora spp. em Palhoça. RESTINGA ARBUSTIVA Vegetação constituída predominantemente por plantas arbustivas apresentando cerca de 1 (um) metro a 5 (cinco) metros de altura.: 219 . Sombrio). (ervade-bicho).. Principais elementos da flora vascular: Drosera spp. Polygonum spp.... podendo haver influência salina ou não. Juncus acutus. (aguapé). Hydrolea spinosa. (sempre-viva). Buchnera integrifolia (Palhoça).3 . mata-cavalo). geralmente dominam as macrófitas aquáticas.. Triumfetta spp. b) c) d) e) f) g) h) i) 2. Xyris spp. Scirpus spp.. Senecio bonariensis (margarida-do-banhado). Pista stratiotes (alface-d’água. em Palhoça). Fimbristylis spadicea. Cyperus spp.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas psammophilum (Imbituba. Solanum spp. Sombrio).. sempre-viva). Eupatorium ulei (Florianópolis. banhados e baixadas a) Essa vegetação desenvolve -se principalmente em depressões. Typha domingensis (taboa). As epífitas são raras ou inexistem. Araquari.. Sphagnum spp. Gunnera herteri (Sombrio). Predominância dos estratos herbáceo e/ou subarbustivo. Limonium brasiliense (guaicuru). (joá. Paspalum spp. Ageratum conyzoides (mentrasto). Scirpus maritimus. Ludwigia spp. (chapéu-de-couro). em regiões menos úmidas ou com inundações menos duradouras. piri). Cuphea aperta (Palhoça). Paepalanthus spp. podem ocorrer também espécies cultivadas (Casuarina sp.4 . Echinodorus spp. (junco). Eleocharis spp. Rollinia maritima (Florianópolis. Acrostichum danaeifolium (samambaia). Utricularia spp. Tibouchina asperior. Rhynchanthera spp. mas algumas macrófitas aquáticas podem atingir cerca de 1-2 m de altura.. Xanthium spp. Myriophyllum aquaticum* (pinheirinho-d’água).. As lianas (trepadeiras) geralmente são poucas (Rhabdadenia pohlii. Bacopa monnieri. Mayaca spp. Panicum spp. secundárias alóctones ou ruderais. resultantes de intervenções humanas. (chocalho-de-cascavel). Crotalaria spp. Laguna). (pinheirinho). Nymphoides indica (soldanela-d’água). (cruz-de-malta). Plantago catharinea (São Francisco do Sul. Pinus spp. Senecio oligophyllus (Massiambu. A serapilheira é considerada irrelevante para a caracterização desta vegetação.. Noticastrum malmei (Massiambu. Cladium mariscus. mas também podem ser flutuantes ou submersas. tais como: Bidens pilosa (picão). (carrapicho). Lycopodium spp. caraguatá). Florianópolis. A altura das plantas é variável. Sub-bosque inexistente. Em locais com inundação mais duradoura. Sporobolus virginicus. Ischaemum minus (grama-de-banho). Sombrio). (papa-mosca). Palhoça. Pontederia lanceolata. É constituída predominantemente por espécies herbáceas ou subarbustivas. (quaresmeira).Vegetação de lagunas. Barra Velha. Malvastrum coromandelianum (guanxumas). (junco. Crinum sp. 2. Mikania spp.

especialmente em moitas densas ou áreas mais baixas. Ocorre principalmente em: dunas semi-fixas e fixas. Vriesea spp. ruderais ou cultivadas não necessariamente descaracteriza o caráter primário da restinga. Pouteria lasiocarpa (guapeba). Nidularium spp.. Ternstroemia brasiliensis. Trigonia pubescens (cipó-depaina). Tabebuia spp. Erythroxylum spp. Desmodium spp. h) Principais elementos da flora vascular: Estrato Arbustivo: Dalbergia ecastaphylla. Myrsine spp. entremeando-se com ervas e subarbustos. g) O sub-bosque é considerado irrelevante para a caracterização desta vegetação. (guamirim). assobieira). Bromelia antiacantha. b) c) d) e) As trepadeiras geralmente não são abundantes. Philodendron spp. Cyrtopodium polyphyllum* (orquídeas terrícolas).. Erythroxylum argentinum. Mandevilla spp. Sapium glandulatum (pau-leiteiro).. Vriesea spp. samambaias (Microgramma spp. Anthurium spp.. mas podem ocorrer: Oxypetalum spp. Apresenta geralmente maior diversidade florística do que o tipo anterior e pode ser encontrada em áreas bem drenadas ou paludosas. Senna pendula* (cássia). Polypodium lepidopteris. Rumohra adiantiforms* . Diodia apiculata. Merremia spp. cordões arenosos. representadas principalmente por liquens.. Huberia semiserrata (jacatirão-do-brejo). (imbé). depressões. Gaylussacia brasiliensis (camarinha). Pyrostegia venusta (cipó-são-joão). Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha).) e bromélias (Tillandsia spp. Em locais úmidos. Cordia curassavica* . Ocotea pulchella (canelinha-da-praia). (salsaparrilha). 3. Stylosanthes viscosa (meladinha).* (capororoca).. Lithrea brasiliensis (aroeira-braba). Canistrum spp. planícies e terraços arenosos. e outras espécies de malpiguiáceas. Paullinia trigonia. Tetracera spp. (ipê-amarelo). Guapira opposita (maria-mole). tuna). Doliocarpus spp. Chiococca alba. Psidium cattleyanum (araçazeiro). f) A serapilheira pode acumular-se em alguns locais. (e outras bromélias terrícolas). Epidendrum fulgens* . Algumas orquídeas epifíticas podem estar presentes. ( e outras bromélias terrícolas. Schinus polygamus (aroeira. Centrosema virginianum. trepadeiras e acúmulo de serapilheira. Smilax campestris (salsaparrilha).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas epífitas. podem ocorrer palmeiras (butiazeiros) destacando-se na fitofisionomia..1 . em áreas mais abertas e secas. Dalechampia micromeria. Butia capitata (butiazeiro). Paullinia cristata. Vitex megapotamica (tarumã). formando agrupamentos contínuos ou moitas intercaladas com locais menos densos. Canavalia bonariensis.. cipóvermelho). Estrato Herbáceo: Peperomia spp..Primária ou Original a) Vegetação densa. Cordia monosperma (baleeira).. Dyckia encholirioides. Dodonaea viscosa (vassoura-vermelha). Smilax spp. Blechnum serrulatum (e outras samambaias terrícolas). Stigmaphyllon spp.). briófitas. Pera glabrata (seca-ligeiro). Tibouchina trichopoda* . Aechmea lindenii. Hibiscus tiliaceus (uvira). (cocão).. Eugenia uniflora (pitangueira). Cereus sp. Gomidesia palustris. Polypodium spp. Polypodium lepdopteris.. Vanilla chamissonis (orquídea-baunilha). Myrsine parvifolia* . Mikania spp. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Poucas epífitas. Annona glabra (cortiça). (cipó-timbó). Sebastiania sp.. Geralmente entre 1 e 5 metros de altura. (pega-pega). Calliandra tweediei (topete-de-cardeal). Eugenia spp. Ilex spp. Myrcia spp. Predominância dos estratos arbustivo e herbáceos.. plantas arbustivas com vigoroso esgalhamento desde pouco acima da base. Tibouchina asperior (quaresmeira). Aechmea spp.. Oenothera mollissima.. Rumohra adiantiformis* . Cleistes spp. Campomanesia littoralis (guabiroba-da-praia). Diodia radula. Davilla rugosa. (cipó-leiteiro. podem ocorrer líquens terrícolas. Tibouchina urvilleana. Cmistrum spp. (branquilho). Serjania sp. (cipó-lixa.: 220 . Opuntia arechavaletae (cacto. Vriesea friburgensis. Ipomea spp. Polypodium spp. cipó-caboclo. A ocorrência de espécies ditas invasoras. leite-de-cachorro). (caúna).

Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Noticastrum hatschbachii (Garopaba. Eupatorium littorale (Palhoça. Pteridium aquilinum (samambaia-dastaperas).: 221 . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Phyllanthus spp. maria-mole). liquens. Sigesbeckia orientalis.2 . Malvastrum coromandelianum. Melinis minutiflora (capim-gordura). Eupatorium ulei (Florianópolis. Sporobolus indicus. Aster squamatus. Sombrio). Rhynchelytrum repens (capim-rosado). Sida spp. Trepadeiras raras ou inexistentes. Crotalaria spp. Campomanesia littoralis (Florianópolis. em geral de até 1 (um) metro.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas i) Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Prunus ulei (Laguna. Vernonia scorpioides (erva-são-simão). Portulaca oleracea (beldroega). mata-cavalo). Solidago chilensis (ervalanceta. Mimosa catharinensis (Rio Vermelho.. rabo-de-foguete). Laguna). Petunia littoralis (Florianópolis.3 . Elephantopus mollis. em Florianópolis). Euphorbia heterophylla (leiteira). Aristolochia robertii (Rio Vermelho. Araranguá). Possível ocorrência de algumas epífitas: Tillandsia spp. Florianópolis. em Palhoça). em Itajaí). Baccharis trimera (carqueja). em Palhoça. Amaranthus spp. (chocalho-de-cascavel). (quebra-pedra). Aechmea kertesziae (Itajaí. podendo haver indivíduos remanescentes da vegetação arbustiva original. Sombrio). Aechmea lindenii (Porto Belo. Solanum americanum (erva-moura). Andropogon bicornis (capim-rabo-de-burro).Estágio Inicial de Regeneração da Restinga Arbustiva a) Fisionomia predominantemente herbácea. (caruru). Laguna). Aechmea pimenti-velosoi (Praia Braba. Laguna. Noticastrum malmei (Massiambu. Rudgea littoralis (Massiambu. Massiambu.Estágio Médio de Regeneração da Restinga Arbustiva a) b) c) d) Fisionomia predominantemente arbustiva. (serralha). Epífitas raras ou inexistentes. Em locais úmidos . Sub-bosque inexistente. Palhoça. Laguna). Sonchus spp. Euphorbia hirta. Erechtites valerianifolia. Porto Belo. Principais elementos da flora vascular: Bidens pilosa (picão). Galinsoga spp. Tibouchina asperior (Florianópolis. Lepidium virginicum (mastruço). Florianópolis. Xantbhium spp. Se ocorrerem espécies lenhosas. Weinmannia discolor (Florianópolis). Sombrio). Garopaba). Anagallis arvensis. Asclepias curassavica (oficial-de-sala). Solanum sisymbriifolium (joá. Noticastrum psammophilum (Imbituba. Laguna). Eleusine indica (capim-pé-de-galinha). Vriesea sp. Garopaba. Plantas do estrato arbustivo com 1 a 2. Pouca ou nenhuma serapilheira. Senecio brasiliensis (flor-das-almas. Calyptranthes rubella (Itapoá. (carrapicho). Predominância dos estratos arbustivos e herbáceos. Triumfetta spp. em Florianópolis). Tagetes minuta (cravode-defunto). Scoparia dulcis (vassourinha). Palhoça). Urena lobata (guanxuma). Emilia fosbergii* . 3. Ricinus communis (mamona). Apium leptophyllum. Leonurus sibiricus.5 metros de altura.. Ageratum conyzoides (mentrasto). após as intervenções antrópicas pode ocorrer Hedychium coronarium (lírio-do-brejo). em Palhoça). Predominância do estrato herbáceo. são de pequeno porte. (picão-branco). b) c) d) e) f) g) h) i) 3. A diversidade específica é bem menor em relação à vegetação original. Campomanesia reitziana (Itajaí).. Palhoça. Miconia lagunensis (Laguna).. Rollinia maritima (Florianópolis. Vernonia ulei (Laguna). Erechtites hieraciifolia. Sombrio). Sombrio).

: 222 f) g) h) Dossiê Mata Atlântica 2001 .. Diodia apiculata. (margaridinha).* (capororoca). Solanum paniculatum (jurubeba). Merremia spp. Senna pendula* (cássia). Sebastiania corniculata. Doliocarpus spp. Tibouchina asperior (Florianópolis. Hibiscus tiliaceus (uvira). Centrosema virginianum. Canavalia bonariensis. em Palhoça). Noticastrum psammophilum (Imbituba. Myrcia spp. Altura das plantas no estrato arbustivo de 2. Cordia monosperma (baleeira). (salsaparrilha). f) g) h) i) 3. Butia capitata (butiazeiro). (caúna). O sub-bosque é considerado irrelevante para a caracterização desse estágio..5 a 5 metros. Tragia polyandra. Psidium cattleyanum (araçazeiro). Vanilla chamissonis (orquídea-baunilha). Oenothera mollissima. Sub-bosque inexistente. Noticastrum spp. Dalbergia ecastaphylla. Eupatorium ulei (Florianópolis.. Ilex spp. Maior diversidade e quantidade de trepadeiras em relação ao estágio médio. Tragia polyandra. Cordia monosperma (baleeira). Miconia lagunensis (Laguna). Principais elementos da flora vascular: Myrsine spp. (cipó-lixa. Mikania spp. Lithrea brasiliensis (aroeira-brava). geralmente de pequeno porte: Smilax campestris.. Paullinia trigonia. Huberia semiserrata (jacatirãodo-brejo). Noticastrum malmei (Massiambu. Myrsine parvifolia* (capororoquinha). (guamirim). Ipomoea cairica. Rumohra adiantiformis* . Centrosema virginianum. Erythroxylum spp. Ipomoea cairica. Ipomoea spp.. Erythroxylum argentinum. Cordia curassavica* . Diodia pág. Principais elementos da flora vascular: Dodonaea viscosa (vassoura-vermelha). Aechmea lindenii (Porto Belo. Pyrostegia venusta (cipó-são-joão). Pouca serapilheira. Diodia radula. Doliocarpus spp. Baccharis dracunculifolia. Smilax spp.. Palhoça). cipó-vermelho). Cordia curassavica* . Pyrostegia venusta (cipó-são-joão).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas e) Possível ocorrência de algumas trepadeiras. Dalechampia micromeria (cipó-urtiguinha). Vitex megapotamica (tarumã). em Palhoça. Davilla rugosa. Vitex megapotamica (tarumã). cipó-vermelho). Paullinia cristata. Tetracera spp. Epidendrum fulgens* (orquídea). Mikania spp. subarbustivos e herbáceos. Pouca serapilheira. Campomanesia littoralis (guabiroba-da-praia). Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha). (cipó-timbó).. Annona glabra (cortiça). Stylosanthes viscosa (meladinha). Cecropia glazioui* (embaúba). Calliandra tweediei (topete -decardeal). Predominância dos estratos arbustivos. Tetracera spp. Eupatorium casarettoi (vassourinha). (cocão). cipó-caboclo. Sapium glandulatum (pau-leiteiro).4 . (cipó-lixa. Mutisia spp.Estágio Avançado de Regeneração da Restinga Arbustiva a) b) c) d) e) Fisionomia arbustiva mais aberta que a original. Laguna). Polypodium lepidopteris (samambaia). espinheiro. Maior diversidade e quantidade de epífitas em relação ao estágio médio. como Smilax campestris (salsaparrilha). Ipomoea spp. Petunia littoralis. Guapira opposita (maria-mole). Massiambu.. Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha). Dalbergia ecastaphylla. Gaylussacia brasiliensis (camarinha). Hydrocotyle bonariensis (erva-capitão). Tibouchina urvilleana (quaresmeira). Gomidesia palustris. espécies de malpiguiáceas. Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Noticastrum hatschbachii (Garopaba. Eugenia spp. Merremia spp.. Baccharis rufescens (vas soura-branca). Araranguá). Vriesea friburgensis (gravatá). Blechnum serrulatum. Trigonia pubescens (cipó-de-paina). Mimosa bimucronata (maricá. cipócaboclo. Florianópolis. Serjania sp. Sombrio). Remirea maritima (pinheirinho-da-praia). Pera glabrata (seca-ligeiro). Solanum erianthum (fumobravo). Laguna). Dalechampia micromeria (cipó-urtiguinha). Davilla rugosa. silva). Lithrea brasiliensis (aroeira-brava). podendo haver algum acúmulo em moitas mais densas. Mutisia spp.

Cyrtopodium polyphyllum* (e outras orquídeas terrícolas). Jacaranda puberula (carobinha). Davilla rugosa. Ocotea pulchella (canela-da-praia. Vanilla chamissonis (orquídeabaunilha).. Cleistes spp. Sombrio). (guaricana). Anthurium spp. Bactris pág. variável de acordo com a época do ano. Brassavola spp. (orquídea). Citharexylum myrianthum (tucaneira). Ilex spp. Matayba guianensis (cam boatá-branco). Sombrio). i) Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Campomanesia littoralis (Florianópolis. (cipó-lixa. (imbé). Eugenia umbelliflora (baguaçu). Philodendron spp. Serjania sp. Aechmea spp. Mutisia spp. Espessa camada de serapilheira.. Restinga Arbórea ou Mata de Restinga 4. Myrcia spp. Mimosa pseudo-obovata.. Paullinia spp. Codonanthe spp. bromélias terrícolas como Vriesea friburgensis. tapiá-guaçu). Hibiscus tiliaceus (uvira). Gomidesia schaueriana. coquinho-de-cachorro). Pouteria lasiocarpa (guapeba). Sombrio). Philodendron imbe (cipó-imbé). Laplacea fruticosa (santa-rita). Nectandra oppositifolia* (canela-amarela). Florianópolis. Canistrum spp.. Myrsine umbellata* .. canela-do-brejo). Nectandra megapotamica (canela-merda). olandi). podendo haver árvores emergentes com até 20 metros. Laguna. cipó-caboclo. Cupania vernalis (camboatá -vermelho). Coussapoa microcarpa (figueira).. Vriesea incurvata. Cecropia glazioui* (embaúba). Trepadeiras: Strychnos trinervis (esporão-de-galo). Predominância do estrato arbóreo.1 . Epífitas: Aechmea nudicaulis. Palhoça. Especialmente em solos úmidos. com estratos arbustivos e herbáceos geralmente desenvolvidos. Vriesea philippo-coburgii. Sub-bosque presente. Blechnum serrulatum. Tapirira guianensis (cupiúva). e outras espécies de malpiguiáceas. Canistrum lindenii (gravatá). Miconia lagunensis (Laguna). Garopaba. Inga dulcis* . Aechmea lindenii (Porto Belo. Sub-bosque: Geonoma spp. Alchornea iricurana (tanheiro. Philodendron spp. Cattleya intermedia. Stigmaphyllon spp. Tillandsia spp. 4. Byrsonima ligustrifolia (baga-de-pomba).Primária ou Original a) Fisionomia arbórea.. Sapium glandulatum (pau-leiteiro).: 223 b) c) d) e) f) g) h) Dossiê Mata Atlântica 2001 . Marcgravia polyantha. Norantea brasiliensis. Myrsine spp.. Vriesea flammea. Eugenia spp. Arecastrum romanzoffianum (jerivá. Vriesea vagans. Myrcia multiflora. Prunus ulei (Laguna.. Aechmea lindenii. Annona glabra (cortiça). Psidium cattleyanum (araçazeiro). Peperomia spp. Bromelia antiacantha. Ormosia arborea (pau-ripa). Anthurium spp. Rhipsalis spp.. Epidendrum fulgens* . Smilax spp. Inga luschnathiana (ingá). Principais elementos da flora vascular: Estrato Arbóreo: Clusia parviflora* (mangueformiga). (cipótimbó). Mendoncia puberula. Pode ser encontrada em áreas bem drenadas ou paludosas. (maracujá-de-cobra). Alchornea triplinervia. Polypodium spp. (salsaparrilha). Forsteronia spp. Polypodium lepidopteris (e outras samambaias terrícolas). Passiflora spp. Ternstroemia brasiliensis. Posoqueria latifolia (baga-de-macaco). Nidularium spp. Tibouchina asperior (Florianópolis. Dioscorea spp.. Ficus organensis. Nidularium innocentii. Altura das árvores geralmente variando entre 5 e 15 metros. Tetracera spp. (cravo -do-mato). (cará). (caúna). Tillandsia usneoides (barba-de-pau).. (rabo-de-rato). Vriesea carinata. Pera glabrata (seca-ligeiro).. Pleurothallis spp. Palhoça).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas apiculata. podem ser freqüentes: Tabebuia umbellata (ipê-amarelo). Myrcia dichrophylla (guamirim). Calophyllum brasiliense (especialmente na metade norte de Santa Catarina. cipó-vermelho).. (imbé). Pithecellobium langsdorffii (pau-gambá). Diodia radular. Peperomia spp. Vriesea gigantea. Doliocarpus spp. Rumohra adiantiformis* . Aechmea spp. (samambaia)..* (capororoca). Ilex theezans. Huberia semiserrata (jacatirão-do-brejo). Guapira opposita (maria-mole). (guamirim). Dyckia encholirioides. Vriesea spp.

Vernonia scorpioides (erva-são-simão). mata -cavalo). 4. mesmo com alturas superiores a 3 metros. flor-das-almas). Principais elementos da flora vascular: Mimosa bimucronata (maricá.. remanescentes da floresta original. como Arecastrum romanzoffianum (coqueiro. espinheiro. ruderais ou cultivadas não necessariamente descaracteriza o caráter primário da restinga. Psychotria spp. em Palhoça). briófitas e pequenas bromélias (Tillandsia spp. Ipomoea spp.. Rudgea littoralis (Massiambu. Cecropia catarinensis (embaúba-branca. Sub-bosque inexistente. podendo ocorrer indivíduos arbóreos isolados. Bromelia antiacantha (e outras bromélias terrícolas). Piper spp.. Palhoça). Crotalaria spp. Eugenia lanosa (Florianópolis). Myrceugenia kleinii (Itajaí).. Alibertia concolor. Myrceugenia reitzii (Itapoá. Laguna). Baccharis trimera (carqueja). Itapoá). Garopaba. hoje totalmente dominadas por Mimosa bimucronata (maricá. Cyphomandra maritima (Porto Belo. (xaxim). Solanum sisymbriifolium (joá. Trepadeiras. assapeixe). Dodonaea viscosa (vassoura-vermelha). Laguna. Sida spp. Aechmea spp. Rumohra adiantiformis* . (grandiúva-d’anta). Bidens pilosa (picão). Nidularium innocentii. Sombrio)..2 . Eugenia tristis (Garuva. Vriesea spp. Baccharis rufescens (vassoura-branca). Eugenia sclerocalyx (Itapoá). Urena lobata. Itajaí).. Calyptranthes rubella (Itapoá. Tagetes minuta (cravo-de-defunto). em Florianópolis). serão consideradas como estágio inicial de regeneração. Pteridium aquilinum (samambaia-das -taperas). Guarea macrophylla (baga-de-morcego). Mollinedia spp. Ricinus communis (mamona). Campomanesia reitziana (Itajaí). Aechmea candida (Araquari). Eugenia cycliantha (Governador Celso Ramos). Baccharis dracunculifolia. Sonchus spp. Amaioua guianensis. Esenbeckia grandiflora (cutia).. Malvastrum coromandelianum (guanxuma). Áreas originalmente de restinga arbórea. silva). Aechmea kertesziae (Itajaí. Laguna. Vernonia chamissonis. (samambaia). São Francisco do Sul. Cannarus rostratus (Florianópolis). Centratherum punctatum (perpétua). Ilex pseudobuxus. Faramea spp. Polypodium robustum. A ocorrência de espécies ditas invasoras. Mimosa catharinensis (Rio Vermelho. Rourea gracilis (Itapoá).. representadas por Mikania spp. Sombrio). Eupatorium laevigatum. cravos-do-mato). se presentes. Porto Belo. (pimenteira-do-mato). Erechtites hieraciifolia. espinheiro. Serapilheira inexistente ou em camada muito fina. Sombrio). Vriesea pinottii (Itapoá). Blechnum spp. Neomitranthes cordifolia (Itapoá. Florianópolis. com baixa riqueza de espécies e pequena quantidade de indivíduos. Florianópolis). i) Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Eupatorium rosengurttii (São Francisco do Sul). Alsophila spp. Coccocypselum spp.. Actinostemon concolor (laranjeira-do-mato). Araquari). com baixa riqueza de espécies. Aechmea lindenii (Porto Belo. Palhoça. Sombrio). Ageratum conyzoides (mentrasto). (caúna). Cam pomanesia littoralis (Florianópolis. Epífitas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas lindmaniana (tucum). Palhoça. Polypodium spp. Itajaí). (chocalho-decascavel). Elephantoupus mollis. Gleichenia spp. Peperomia spp. Heliconia velloziana (caeté).. Solanum erianthum pág. Palhoça. Predominância dos estratos arbustivos e herbáceos. representadas por liquens. Ilex spp. Marlierea reitzii (Itapoá). Florianópolis.. Vernonia tweediana (chamarrita. Eupatorium inulifolium. Altura dos arbustos geralmente de 1 a 3 metros.Estágio Inicial de Regeneração da Restinga Arbórea a) Fisionomia herbáceo-arbustiva. jerivá) e Ficus organensis (figueira-de-folha-miúda). se presentes. Senecio brasiliensis (maria-mole. Rudgea spp. silva). Allophylus edulis (chal-chal). (e outras samambaias terrícolas). Aechmea pectinata (Itapoá. Erechtites valerianifolia.: 224 b) c) d) e) f) g) h) Dossiê Mata Atlântica 2001 . Gomidesia flagellaris (Garuva. (serralha)..

(quebra-pedra).. Sub-bosque ainda em formação e pouco desenvolvido. Miconia sellowiana. (cocão). Amaranthus spp. Smilax spp. Andira sp. guaçatunga. Sigesbeckia orientalis. Predominância dos estratos arbustivo e arbóreo. Forsteronia spp. Heliconia velloziana (caeté). (cará). Scoparia dulcis (vassourinha). (estojo-de-luneta). Myrcia spp. (cipó-timbó). Ilex theezans. Solanum pseudoquina* (canema). Rhynchelytrum repens (capim-rosado).. Myrcia rostrata (guamirim-de-folha-fina). Ilex pseudobuxus (caúna). Huberia semiserrata (jacatirão-do-brejo). Davilla rugosa. cipó-vermelho). Cyphomandra maritima (Porto Belo. Doliocarpus spp. Phyllanthus spp. Cecropia glazioui* (embaúba).. Leomurus sibiricus. Merremia spp... Polypodium spp. Galinsoga spp. Apium leptophyllum. (salsaparrilha). Anagallis arvensis. Vriesea spp. Mikania spp.. Florianópolis). Solanum paniculatum (jurubeba). Asclepias curassavica (oficial-de-sala). Solanum americanum (erva-moura). Predominância do estrato arbóreo. Mucuna urens. Jacaranda puberula (carobinha). e) Trepadeiras com maior riqueza de espécies que no estágio anterior. Euphorbia heterophylla. pág.. Andropogon bicornis (capim-rabo-de-burro). Guapira opposita (maria-mole). Passiflora spp. Clusia parviflora* (mangueformiga). manacá). Florianópolis. (língua-de-vaca).. Tibouchina pulchra (apenas no norte de SC. (cipó-lixa. cafezeiro-do-mato). Matayba guianensis (camboatá-branco). Miconia rigidiuscula. Eugenia umbelliflora (baguaçu). e espécies de orquídeas. Psychotria spp. Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Cecropia catarinensis (embaúba-branca. (jasmim-catavento. Pera glabrata (seca-ligeiro). Cupania vernalis (camboatávermelho). Gomidesia palustris (guamirim). Erythroxylum spp. Ipomoea spp. Aechmea spp.: 225 f) g) h) i) l) a) b) Dossiê Mata Atlântica 2001 . Sombrio). Serjania sp. Mendoncia puberula. pode dominar Hedychium coronarium (lírio-do-brejo).4 .3 . Epífitas geralmente com bromélias já desenvolvidas samambaias. Dalechampia micromeria. Euphorbia hirta (leiteira). podendo aparecer: Pyrostegia venusta (cipó-são-joão).. 4. Aster squamatus. espécies de malpiguiáceas. cactáceas e outras iniciando a sua instalação. Gomidesia schaueriana. Rudgea spp. Paullinia spp. Sporobolus indicus.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas (fumo-bravo). leiteira). Raphanus raphanistrum (nabiça). Sapium glandulatum (pau-leiteiro). Canavalia bonariensis. Dioscorea spp. Coccocypselum spp. Palhoça). Tetracera spp. cipó-caboclo. Lepidium virginicum (mastruço). Myrsine coriacea* (capororoca). (maracujá-de-cobra). Serapilheira ainda pouco expressiva. Heimia myrtifolia (erva-da-vida). Citharexylum myrianthum (tucaneira).. Em locais mais úmidos. (caruru). Triumfetta spp. Schinus terebinthifolius (aroeira-vermelha). Arbustos maiores geralmente com 3 a 4 metros e árvores com até 6 metros de altura. (e outras samambaias terrícolas). Vanilla chamissonis (orquídea-baunilha). Principais elementos da flora vascular: Miconia ligustroides (jacatirãozinho). Faramea spp. Eleusine indica (capim -pé-de-galinha).. Rumex spp. Mutisia spp. Alibertia concolor. Melinis minutiflora (capimgordura). (carrapicho). Solidago chilensis (rabo-de-foguete. 4. (pau-angelim).. Nidularium innocentii. Emilia fosbergii *.. (grandiúva-d’anta). Dioclea sp. Ilex dumosa.. erva-lanceta). (picão-branco). Casearia sylvestris (chá-de-bugre. (guamirim). Ocotea pulchella (canelinha-da-praia). Xanthium spp.Estágio Médio de Regeneração da Restinga Arbórea a) b) c) d) Fisionomia arbustivo-arbórea. Vernonia puberula (pau-toucinho). Bromelia antiacantha (e outras bromélias terrícolas). Laguna. Aechmea lindenii (Porto Belo. Pschiera sp.Estágio Avançado de Regeneração da Restinga Arbórea Fisionomia arbórea. Eugenia spp.

Anthurium spp.. Palhoça). Matayba guianensis (camboatá branco). Vriesea spp. Philodendron spp.como Cyrtopodium paranaense Emilia fosbergii . Alibertia concolor. (guamirim). (cipó-lixa. Canavalia rosea . Apêndice Várias espécies..como Cecropia adenopus Clusia parviflora ... Inga spp. Desenvolvimento expressivo de epífitas.como Iresine portulacoides. Cattleya intermedia. Alchornea triplinervia (tanheiro. Doliocarpus spp. tapiá-guaçu). Rudgea spp. Coccocypselum spp. Aechmea spp.como Epidendrum mosenii Inga dulcis . (cipó-timbó). Polypodium spp. Stigmaphyllon spp. Dioclea sp.como Clusia criuva Cordia curassavica .como Rapanea ferruginea. Tillandsia usneoides (barba-de-pau). Vriesea carinata. Citharexylum myrianthum (tucaneira).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas c) Altura das maiores árvores geralmente de 6 a 15 metros. Canavalia bonariensis... Pleurothallis spp. Polypodium robustum. Canavalia maritima Cecropia glazioui . Principais elementos da flora vascular: Clusia parviflora* (mangue-formiga). Blechnum spp. Nidularium innocentii. samambaias. (maracujá-de-cobra). Smilax spp. briófitas. Mimosa pseudo-obovata. como Norantea brasiliensis. Vriesea gigantea.. foram tratadas com outros nomes na literatura botânica catarinense: Blutaparon portulacoides . Marcgravia polyantha.. Calophyllum brasiliense (especialmente na metade norte de Santa Catarina. (imbé). respectivamente Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Bromelia antiacantha (e outras bromélias terrícolas).como Emilia coccinea Epidendrum fulgens . . Dioscorea spp. com aspecto semelhante ao original.como Ipomoea stolonifera Myriophyllum aquaticum . Aechmea nudicaulis. (cravo -domato). (orquídea). Strychnos trinervis (esporão-de-galo). (gamiova). Vanilla chamissonis (orquídea-baunilha). olandi). Espécies vegetais endêmicas ou raras ou ameaçadas de extinção: Cecropia catarinensis (embaúba-branca. e outras espécies de malpiguiáceas. Faramea spp. Ocotea pulchella (canelinha-da-praia).. Geonoma spp. (rabo-de-rato). (cará). Mucuna urens. Florianópolis. Ocorrência de várias espécies de trepadeiras..: 226 . Polypodium spp.. Cupania vernalis (camboatá-vermelho). Mendoncia puberula. Paullinia spp. Philodendron imbe (cipó-imbé). Brassavola spp. Passiflora spp.. Tillandsia spp. (e outras samambaias terrícolas). Poidium spp. Sombrio). Nectandra oppositifolia* (canela-amarela). Aechmea lindenii (Porto Belo.como Canavalia obtusifolia. Nectandra megapotamica (canelamerda). Guapira opposita (mariamole). Vriesea incurvata. Rapanea spp. Mikania spp. Philoxerus portulacoides Briza spp. Canistrum lindenii (gravatá). Vriesea philippo-coburgii. Presença de sub-bosque. (estojode-luneta ).. Tetracera spp. Myrsine spp. d) e) f) g) h) i) 5. Serjania sp. Vriesea flammea. Psychotria spp.. (grandiúva-d’anta). Ocorre um certo acúmulo de serapilheira. Laguna. representadas por liquens. Mutisia spp. Gomidesia spp. Aechmea spp.como Inga striata Ipomoea imperati . Codonanthe spp. Vriesea vagans. cipó-caboclo. cipó-vermelho). as folhas podem estar já em adiantado estado de decomposição. assinaladas com * nesta Resolução e citadas abaixo em ordem alfabética. Forsteronia spp. Davilla rugosa.. Rhipsalis spp.. Psidium cattleyanum (araçazeiro).como Myriophyllum brasiliense Myrsine coriacea. podendo haver árvores emergentes com até 20 metros. (ingá). Tapirira guianensis (cupiúva). Heliconia velloziana (caeté).como Chascolytrum spp.. (samambaia).como Cordia verbenacea Cyrtopodium polyphyllum .. Nidularium innocentii. Jacaranda puberula (carobinha). (salsaparrilha).

como Nectandra rigida Rumohra adiantiformis .como Polystichum adiantiforme Senna pendula . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.como Solanum inaequale Tibouchina trichopoda .como Cassia bicapsularis Solanum pseudoquina .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Nectandra oppositifolia .: 227 .como Tibouchina multiceps.

f) a serapilheira.5m e 8. e a fim de orientar os procedimentos de licenciamento de exploração da vegetação nativa no Estado de São Paulo. podendo ocorrer ao redor de dez espécies arbóreas ou arbustivas dominantes.). pimenta-de-macaco (Xylopia aromática). apresentando plantas com alturas variáveis. sendo que a distribuição diamétrica das formas lenhosas apresenta pequena amplitude. falso-ipê (Stenolobium stans). amendoimbravo (Pterogyne nitens).São características da vegetação s ecundária das Florestas Ombrófilas Estacionais: § 1º . fumo-bravo (Solanum granuloso-lebrosum).). de 03 de outubro de 1989. maria-mole (Guapira ssp.274. com grande diversidade biológica. de 16 de agosto de 1989. Considerando o disposto no artigo 23. RESOLVE: Artigo 1º . sapuva (Machaerium stipitatum).). no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 94 do Decreto Estadual 30. são pouco abundantes. representadas por musgos. sangra d’água (Cróton urucurana). médio e avançado de regeneração de Mata Atlântica em cumprimento ao disposto no artigo 6º. de 10 de fevereiro de 1993. líquens.). no uso de suas atribuições e tendo em vista o disposto no Artigo 9º. lixinha (Aloysia virgata). goiabeira (Psidium guaiava). mutambo (Guazumaulmifolia). do Decreto 750. leiteiro (Peschieria fuchsiaefolia). guaçatonga (Casearia sylvestris). são: cambará ou candeia (Gochnatia polimorpha). e tilândias pequenas. incisos VI e VII da Constituição Federal e a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios pioneiro. podendo ocorrer estrato herbáceo e pequenas árvores.CONAMA. se presentes. na Resolução CONAMA nº 10. apresentando pequeno produto lenhoso. de 6 de Junho de 1990. manacá ou jacatirão (Tibouchina ssp.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SÃO PAULO RESOLUÇÃO CONAMA Nº 1/94 31 de janeiro de 1994 O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . do Decreto 99. h) a diversidade biológica é baixa. Considerando ação conjunta entre o Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. caquera (Cássia sp. Artigo 2º .555. polipodiáceas. capororoca (Rapanea spp.).).). i) as espécies vegetais mais abundantes e características. podem ser herbáceas ou lenhosas. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos.0m e o diâmetro médio dos troncos à altura do peito (DAP 1.Em estágio inicial de regeneração: a) fisionomia que varia de savânica a florestal baixa. c) alturas das plantas lenhosas estão situadas geralmente entre 1. formando uma camada fina pouco decomposta. e Miconia spp. de 10 de outubro de 1993. além das citadas no estágio pioneiro.Considera-se vegetação primária aquela vegetação de máxima expressão local.30m do solo) é de até 10cm. e o Superintendente do Instituto Brasileir o do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . mamona (Ricinus communis). crindiúva (Trema micrantha). tapiás (Alchornea spp. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 68 do Regimento Interno aprovado pela Portaria Ministerial 445.: 228 . quando presentes. inicial. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e de espécie. d) epífitas. g) no subosque podem ocorrer plantas jovens de espécies arbóreas dos estágios mais maduros.). AD REFERENDUM do Plenário. b) estratos lenhosos variando de abertos a fechados. murici (Byrsonima spp. e) trepadeiras. pode ser contínua ou não. quando presente. primeira brava (Schinus terebinthifolius). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. embaúbas (Cecropia spp.IBAMA em São Paulo. arranha-gato (Acácia spp.

g) no subosque os estratos arbustivos e herbáceos aparecem com maior ou menor frequência. mandiocão (Araucária spp. bromélias. guaiuvira (Patagonula americana). arbustos. Crytocaria spp. são: jacarandás (Machaerium spp. epífitas. farinha-seca (Pithecellobium urundeúva). A distribuição diamétrica tem grande amplitude. f) a serapilheira pode apresentar variações de espessura de acordo com a estação do ano e de um lugar a outro. orquídeas. são geralmente lenhosas. etc.Em estágio avançado de regeneração: a) fisionomia florestal fechada.). açoita-cavalo (Luehea spp. jacaranda-do-campo (Platypodium elegans). c) dependendo da localização da vegetação a altura das árvores pode variar de 4 a 12m e o DAP médio pode atingir até 20cm. fornecendo bom produto lenhoso. Além destas.: 229 . pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha).. canjarana (Cabralea canjarana). Nectandra spp. peito-de-pomba (cambuí guianensis). e) trepadeiras são geralmente lenhosas (leguminosas. h) a diversidade biológica é significativa..). ipês (Tabebuia spp.). d) epífitas aparecem em maior número de indivíduos e espécies (líquens.). sendo mais abundantes e mais ricas em espécies na Floresta Estacional.. cactáceas. cuja abundância e número de espécies variam em função do clima e local. malpiguiáceas e sapocindáceas. vinhático (Plathymenia spp. monjoleiro (Acácia polyphylla). tamboril (Enterolobium contor siliquum). mamica-de-porca (Zanthoxyllum spp. mirtáceas. cambui (Myrcia spp. As copas superiores geralmente são horizontalmente amplas. podem estar surgindo o palmito (Euterpe edulis). principalmente). araribá (Centrolobium tomentosum). b) grande número de estratos. sendo os arbustivos predominantemente aqueles já citados para o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. aroeira (Myracroduonurundeuva). burana (Amburana cearensis). pinheiro-bravo (Podocarpus spp. cedro (Cedrela spp. louro-pardo (Cordia tricho toma).). angelim (Andira spp.). quando presentes.).). embiras-desapo (Lonchocarpus spp. § 3º . apresentando intensa decomposição. f) a serapilheira está presente. hepáticas. podendo o dossel apresentar ou não árvores emergentes. d) epífitas estão presentes em grande número de espécies e com abundância. apresentando árvores de vários tamanhos. musgos. caixeta (Tabebuia cassionoides).) entre outras.). b) presença de camadas de diferentes alturas.). tendendo a ocorrer distribuição contígua de copas. araucária (Araucaria Terminália folia). sendo que o DAP médio dos troncos é sempre superior a 20cm. outras palmáceas e samambaiaçus. canelas (Ocotea spp. marinheiro (Guarea spp. c) as alturas máximas ultrapassam 10m. sendo que cada camada apresenta-se com cobertura variando de aberta a fechada. óleode-copaíba (Copaifera langsdorfii). sendo mais abundantes e apresentando maior número de espécies no domínio da Floresta Ombrófila. bignoniáceas. guapuruvu (Schizolobium parahyba). pau-de-espeto (Casearia gossypiosperma). taiúva (Machlura tinctoria). g) no subosque (sinúsias arbustivas) é comum a ocorrência de arbustos umbrófilos principalmente de espécies de rubiáceas.).). podendo a superfície da camada superior ser uniforme e aparecer árvores emergentes. podendo haver em alguns casos a dominância de poucas espécies.). geralmente de rápido crescimento. etc.). com predomínio de pequenos diâmetros podendo gerar razoável produto lenhoso. angicos (Anadenanthera spp. e) trepadeiras. trepadeiras. piperáceas. i) as espécies mais abundantes e características. cuvatã (Matayba spp. faveiro (Pterodon pubescens). A distribuição diamétrica das árvores apresenta amplitude moderada. melastomatáceas e meliáceas.Em estágio médio de regeneração: a) fisionomia florestal. com árvores. ervas terrícolas. além das citadas para os estágios anteriores. variando em função do tempo e da localização. compostas.). principalmente na Floresta Ombrófila. canafístula (Peltophorum dubium). amarelinho (Terminalia spp.).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas § 2º .

com poucas espécies dominantes.Os parâmetros definidos no artigo 2º para tipificar os diferentes estágios de regeneração da vegetação secundária podem variar.da localização geográfica. e V . arranha-gato (Acácia spp.A variação de tipologia de que trata este artigo será analisada e considerada no exame dos casos submetidos à consideração da autoridade competente.). etc.). jatobás (Hymenaea spp. paineira (Chorisia speciosa). e Pérsea spp.. geralmente até 2m. caviúna (Machaerium spp. pixiricas (Miconia spp. maçaranduba (Manilkara spp. se presente é descontínua e/ou incipiente.: 230 . O estrato arbustivo pode ser aberto ou fechado. A diversidade biológica é baixa. pau-d’álho (Gallesia integrifólia). geralmente campestre. marantáceas e heliconiáceas. é comum a ocorrência de: jequitibás (Cariniana spp. Parágrafo único . RUBENS RICUPERO Presidente do CONAMA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. III . IV .. assa-peixe (Vernonia spp. figueira (Fícus spp. perobas e guatambus (Aspidosperma spp.da vegetação circunjacente. podendo haver estratos arbustivos e ocorrer predomínio de um ou outro. II . § 4º .). de clima e de solo locais. Artigo 3º . se pres entes.).da área e da configuração da formação analisada. sendo comum ocorrência de: vassoura ou alecrim (Baccharis spp. h) a diversidade biológica é muito grande devido à complexidade estrutural e ao número de espécies. incluindo forrageiras.Considera-se vegetação secundária em estágio pioneiro de regeneração aquela cuja fisionomia. Trepadeiras podem ou não estar presentes e. samambaias (Gleichenia spp.).). são geralmente herbáceas. Pteridium sp. Artigo 4º . aráceas. pau-marfim (Balfourodendron riedelianum).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas estágio anterior (arbustos umbrófilos) e o herbáceo formado predominantemente por broméliaceas. guarantã (Esenbeckia leiocarpa).).). Não ocorrem epífitas. guarandi (Calophyllum brasiliensis). cambará (gochnatia polymorpha).). dependendo: I . entre outras.das condições de relevo.).). mamona (Ricinus communis).do histórico do uso da terra. revogadas as disposições em contrário. maria-mole (Guapira spp.). com tendência a apresentar a ltura dos indivíduos das espécies dominantes uniforme. lobeira e Joá (Solanum spp. leiteiro (Peschieria fuchsiaefolia). notadamente nas áreas mais úmidas.). tem inicialmente o predomínio de estratos herbáceos.). espécies exóticas e invasoras de culturas. de uma região geográfica para outra. jacarandás (Dalbergia spp. A camada de serapilheira. imbúia (Ocotea porosa). suiná ou mulungú (Erythryna spp. i) além das espécies já citadas para os estágios anteriores e de espécies da mata madura.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Os arbustos apresentam ao redor de 3 cm como diâmetro do caule ao nível do solo e não geram produto lenhoso. As espécies vegetais mais abundantes são tipicamente heliófilas.).

definidas pelos Artigos 2º e 3º da Lei Federal 4.IBAMA .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SÃO PAULO RESOLUÇÃO CONJUNTA SMA/SP . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de 16 de Agosto de 1989. aqueles situados em zonas urbanas. Artigo 2º . que dispõe sobre o corte. assim entendidas as compreendidas nos perímetros urbanos ou de expansão urbana definidos por lei municipal. Considerando a necessidade de regulamentação e o estabelecimento das definições. consideram -se parcelamentos do solo ou qualquer edificação para fins urbanos.Para efeitos desta Resolução. b) . que apresentarem qualquer das características abaixo exemplificadas. permitindo-se seu uso para atividades de lazer. ter sua destinação.Estas áreas não poderão. consideram-se áreas verdes. aquelas com cobertura vegetal de porte arbustivo-arbóreo. e os espaços livres de uso público.766/79.IBAMA em São Paulo.Ausência de 4 (quatro) ou mais equipamentos púbicos urbanos. de 15 de Setembro de 1965. conforme conceitua o Artigo 5º da Lei Federal 6. a critério do órgão estadual competente. fim e objetivos originalmente estabelecidos. publicado no Diário Oficial da União em 10 de Março de 1993 e no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 30 de Abril de 1993. O SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO. Incisos VI e VII da Constituição Federal. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 68 do Regimento Interno aprovado pela Portaria Ministerial 445.803 de 18 de Julho de 1989. a) . em qualquer hipótese.Nº 002/94 12 de maio de 1994 Regulamenta o Artigo 4º do Decreto Federal 750. as áreas com vegetação exótica porventura existentes.771/65. § 2º . e o Superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . dos critérios básicos e das diretrizes gerais para a aplicação do disposto no Artigo 4º do Decreto Federal 750/93.: 231 . Considerando o estabelecido no Artigo 23. § 1º . conforme levantamento oficial de vegetação.Para efeitos desta Resolução.Áreas contíguas ou inseridas em extensos maciços florestais ou outra forma de vegetação natural. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Artigo 94 do Decreto Estadual 30. não impermeabilizáveis. sujeitar-se-ão a tratamento diferenciado para fins de licenciamento de supressão. RESOLVEM: TÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Artigo 1º .771.Estas áreas poderão incluir as áreas de preservação permanente. de 3 de Outubro de 1989.Áreas com predomínio de atividades agro-silvo-pastoris.As áreas que não estiverem efetivamente urbanizadas. corte e exploração de vegetação nativa de Mata Atlântica. no Estado de São Paulo. a exploração e a supressão de vegetação secundária no estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica. Parágrafo Único . de 10 de Fevereiro de 1993. visando a contribuir para a melhoria da qualidade de vida urbana. modificada pela Lei 7. ou seja. alterados. c) . conforme estabelece o Item VII do Artigo 180 da Constituição Estadual. d) . Considerando o estabelecido no Artigo 14 Alínea “a” da Lei Federal 4.Áreas com predomínio de chácaras de lazer. e o disposto no Termo de Cooperação Institucional firmado entre os dois órgãos em 4 de Março de 1993.555. das responsabilidades.

conjuntos habitacionais. preferencialmente com espécies nativas. TÍTULO II DOS FINS URBANOS Artigo 3º . em áreas não efetivamente urbanizadas. condomínios ou similares. nunca inferior a 10% da gleba. para fins de parcelamento do solo. em local e percentual a serem submetidos à aprovação órgão estadual competente.Quando trata -se de parcelamentos de solo localizados em Áreas de Proteção de Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo. estarão sujeitos ao que estabelece esta Resolução. as situações efetivamente consolidadas.Termo de Compromisso de Preservação da Área verde.A autorização para corte.O órgão estadual competente levará em conta. SUBSEÇÃO III DOS PARCELAMENTOS DE SOLO APROVADOS ANTES DA LEI FEDERAL 6.Não forme corredores entre remanescentes de vegetação primária ou em estágio avançado de regeneração. deverá ser comprovada pelo empreendedor mediante documento oficial.766/79.Onde houver necessidade de implantação dessas áreas verdes. II . § 3º . SUBSEÇÃO I NAS ÁREAS NÃO EFETIVAMENTE URBANIZADAS Artigo 4º . após análise e aprovação de projeto específico. IV . esta deverá ser feita.Área verde de. 20% da gleba. § 1º . firmado pelo empreendedor junto ao órgão estadual competente durante a implantação do empreendimento.A anterioridade de execução do parcelamento em relação à Lei Federal 6.Não seja antigo de espécies da flora e fauna silvestres ameaçadas de extinção. não implantados ou parcialmente implantados. supressão ou exploração de vegetação nativa secundária de Mata Atlântica.: 232 . § 2º . no mínimo. para fins de parcelamentos do solo.Não tenha excepcional valor paisagístico ou seja considerada patrimônio ambiental. § 4º . II . é de competência do órgão estadual e se dará mediante o atendimento das seguintes condi cionantes: I . VI .A autorização para corte. devidamente locada em planta. conjuntos habitacionais. seu uso dependerá de anuência do Poder Executivo Federal.Os parcelamentos de solo aprovados antes da Lei Federal 6. e se dará mediante o atendimento das seguintes condicionantes: I . declaradas pelo Poder Público. condomínios ou similares.Não exerça função de proteção de mananciais ou de prevenção e controle de erosão.Aprovação de projetos de recuperação ou enriquecimento da vegetação das áreas verdes.Quando em conformidade com plano diretor aprovado. executando anteriormente à edição Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. III . conforme Artigo 182 Parágrafo 1º da Constituição Federal e demais legislações municipais e ambientais.766/79. conforme lista oficial atualizada. preferencialmente. comprovadas e os reflexos sócio-econômicos daí advindos. III . pelo órgão estadual competente. supressão ou exploração de vegetação secundária de Mata Atl ântica.766/79 Artigo 5º . quando da análise do pedido da supressão ou emissão do Atestado de Regularidade Florestal. no estágio inicial de regeneração. será de competência do órgão estadual.Quando em conformidade com plano diretor aprovado e/ou demais legislações municipais e ambientais. com espécies nativas.Quando as áreas verdes estiverem situadas em áreas de preservação permanente. a fim de adequar o empreendimento à legislação ambiental vigente. em áreas urbanizadas. no estágio inicial de regeneração. V .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas § 3º .

A autorização para corte.938/81 e Decreto Federal 99. e somente será emitida após a averbação da Reserva Legal. Artigo 10 . supressão ou exploração de vegetação nativa secundária de Mata Atlântica. será de competência do órgão estadual e só serão admitidos quando em conformidade com plano diretor aprovado.Estando a área. e se fará da seguinte forma: a) Para lotes ou terrenos maiores que 1. o empreendedor deverá submetê-lo à análise do órgão estadual competente.172/76. vegetação que exerça função de proteção de mananciais. a arborização de ruas e demais logradouros públicos. supressão ou exploração de vegetação nativa secundária no estágio inicial de regeneração. nunca inferior a 10% da área do lote ou terreno. função de abrigo da flora e fauna silvestres ameaçadas de extinção. Artigo 12 .A partir da data em que as vias. conforme estabelece o Artigo 22 da Lei Federal 6. e as áreas destinadas a edifícios públicos e outros equipamentos urbanos passarem a integrar o domínio do Município.274/90.: 233 . em suas áreas urbanas. SUBSEÇÃO IV DA RESPONSABILIDADE PELA MANUTENÇÃO E PRESERVAÇÃO DAS ÁREAS VERDES Artigo 6º . visando a indicação das medidas de adaptação cabíveis. no estágio inicial de regeneração será de competência do órgão estadual. TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 9º .766/79. revogam -se as disposições em contrário. de prevenção e controle de processos erosivos ou tenha excepcional valor paisagístico.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. conforme Artigo 182 § 1º da Constituição Federal e/ou demais legislações municipais e ambientais. JOSÉ DE ÁVILA AGUIAR COIMBRA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Os municípios localizados em área de ocorrência de Mata Atlântica deverão fomentar. a supressão será autorizada mediante a averbação a margem da matrícula do imóvel. serão ainda obedecidas as regulamentações aí dispostas. em Cartório de Registro de Imóveis.Para a definição das áreas a serem destinadas à Reserva Legal.000 m².Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas da Lei Estadual 1. fica o Poder Público Municipal responsável pela manutenção e preservação das áreas verdes. em lotes ou terrenos.A autorização para corte. espaços livres. abrangida por zoneamentos ambientais ou Áreas de Proteção Ambiental promovidos pelo Poder Público. deverão ser considerados fatores como: classe de capacidade de uso do solo. conforme 2º desta Resolução em local a ser submetido à aprovação do órgão estadual competente.É livre o corte ou a supressão de vegetação nativa secundária em estágio pioneiro de regeneração definido na Resolução Conjunta SMA/IBAMA/SP e Resolução CONAMA 01/94. visando atingir o estabelecimento de no mínimo 8 m² de área verde por habitante. TÍTULO III DAS ÁREAS RURAIS Artigo 8º . objeto de pretendida supressão. praças. e de área verde. prioritariamente com espécies nativas e adequadas à manutenção e melhoria da qualidade de vida.A não observância do disposto nesta Resolução sujeitará o infrator à sanções previstas pela Lei Federal 6. SEÇÃO III DAS EDIFICAÇÕES OU OBRAS PARA FINS URBANOS. Parágrafo único . EM LOTES OU TERRENOS Artigo 7º . Artigo 11 . quando necessárias à edificações ou obras para fins urbanos. Artigo 13 .

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Secretário Adjunto do Meio Ambiente (em exercício) JORGE LINHARES FERREIRA JORGE Superintendente do IBAMA-SP Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 234 .

Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação. da Resolução nº 10 de 1º de outubro de 1993. RESOLVE: Artigo 1º .: 235 . as diretrizes constantes no anexo desta Resolução.CONAMA. AD REFERENDUN deste conselho.Aprovar como parâmetro básico para análise dos estágios de sucessão de vegetação de restinga para o Estado de são Paulo. GUSTAVO KRAUSE GONÇALVES SOBRINHO Presidente do CONAMA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. e Considerando que o disposto no artigo 6º. do Decreto Federal nº 750.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SÃO PAULO RESOLUÇÃO CONAMA Nº 07/96 23 de julho de 1996 O Presidente do CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE . e por delegação a ele conferida pelo artigo 1º. Artigo 2º. de 10 de fevere de iro 1993. § 1º.

Ipomoea spp. Didymosphaeria enalia. b) estrato herbáceo predominante apenas nas dunas. h) nas praias é comum a ocorrência de grande diversidade de fungos: Ceriosporopsis halina.0 e 1. a) Na zona entremarés (estirâncio) existe criptógamas representadas por microalgas e fungos não observáveis a olho nu. Essas formações. Halosphaeria spp.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas ANEXO I . quando presentes. podendo ocorrer a presença de arbustos. onde algumas espécies passam a predominar. Cirrenalia macrocephala. são divididas em: Vegetação de Praias e Dunas. Stigmaphyllon spp. canelinha-do-brejo Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. líquens. gramíneas (Panicum spp. podem ser briófitas. para efeito desta Resolução.INTRODUÇÃO Entende-se por vegetação de restinga o conjunto das comunidades vegetais. Pestalotia spp. ocorrendo notadamente de forma mais lenta. Fimbristylis spp. cladium mariscus). bromélias e orquídeas (Epidendrum spp). Canavalia obtusifolia. grama-de-praia (Stenotaphrum secundatum). O corte da vegetação ocasiona uma reposição lenta.5 metros e o diâmetro raramente ultrapassa 3 centímetros. c) no estrato herbáceo não se consideram parâmetros como altura e diâmetro. carrapicho-de-praia (Acicarpha spathulata). em função do substrato que não favorece o estabelecimento inicial da vegetação. e) espécies que em outras formações ocorrem como trepadeiras. as espécies geralmente são: camarinha (Gaylussacia brasiliensis). mantendo-se sempre como vegetação pioneira de primeira ocupação (climax edáfico) também determinado por marés. Lentescospora spp. Trichocladium achrasporum. com distribuição esparsa ou recobrindo totalmente a areia. Lulworthia fucicola. g) subosque ausente. No estrato arbustivo a altura varia entre 1. carrapicho (Cenchrus spp). Halosarphelia fibrosa. Ceriosporopsis halina e Corollospora maritima. chegando em alguns locais a formar maciços. assim como para a manutenção da drenagem natural. Spartina spp. Corollospora spp. Na área posterior surgem plantas herbáceas providas de estolões ou de rizomas. ciperáceas (Androtrichum polycephalum. timutu ou pinheirinho-depraia (Polygala cyparissias). cairussu (Centella asiatica) e as cactáceas (Cereus peruvianus. abraço-de-rei (Mikania sp). fisionomicamente distintas. principalmente por dessecação e ausência de nutrientes. chuvas e ondas. d) as epífitas. ocorrem em áreas de grande diversidade ecológica. sendo consideradas comunidades edáficas por dependerem mais da natureza do solo que do clima. distribuídas em mosaico. no estrato arbustivo. em alguns casos formando touceiras. Clavariospsis bulbosa. Humicola alopallonella. com a dominância de Halosphaeria spp. sob influência marinha e fluvio-marinha. A dinâmica sucessional da restinga passa a ser caracterizada a seguir: II . não sendo considerados estágios sucessionais.: 236 . Nas dunas normalmente não ocorre dominância e a diversidade de espécies é baixa. cipó-caboclo (Davilla rugosa). Paspalum spp). Dada a fragilidade desse ecossistema a vegetação exerce papel fundamental para a estabilização de dunas e mangues. Vegetação Sobre Cordões Arenosos e Vegetação Associada às Depressões. Se houver ocorrência de arbustos. f) serapilheira não considerada. Opuntia monoacantha). nesta formação recobrem o solo tais como: Oxypetalum tomentosum. Na restinga os estágios sucessionais diferem das formações ombrófilas e estacionais. geralmente de porte e diversidade menores. Smilax spp. caracterizam -se como vegetação em constante e rápido dinamismo.VEGETAÇÃO DE PRAIAS E DUNAS Por serem áreas em contínua modificação pela ação dos ventos. Vigna luteola. acariçoba (Hydrocotile bonariensis). i) espécies indicadoras: Blutaparon portulacoides. Essas comunidades.

3e criptofauna característica não observável a olho nu. pteridófitas: samambaia-de-buquê (Rumohra adiantiforme). Parmelia spp).: 237 . bromeliáceas (Tillandsia spp. orquídeas terrestres (Epidendrum fulgens. Blechnum spp.VEGETAÇÃO SOBRE CORDÕES ARENOSOS III. monjoleiro (Abarema ssp). Vriesea spp). podendo ocorrer Stigmaphyllon spp. nas áreas abertas e secas ocorrem líquens terrestres (Cladonia spp) e briófitas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas (Ocotea pulchella). Quesnelia arvensis. alimentação e rota migratória de aves provenientes dos hemisférios boreal e austral. maça-de-praia (Chrysobalanius icaco).1. j) nas praias. dependendo da altura do lençol freático. batuira (Charadrius sp). Nas áreas abertas ou alteradas desaparecem as espécies migratórias e ocor re a colonização por espécies oportunistas como: chopim (Molothrus bonariensis). feijão-de-praia (Sophora tomentosa). maçãzinha-de-praia (Chrysobalanus icaco). ponto de reprodução de tartarugas marinhas (Caretta caretta e Chelonia mydas) e ponto de descanso. no herbáceoarbustivo. batuira (Charadrius spp). gavião-carrapateiro (milvago chimachima). araça-depraia (Psidium cattleyanum). c) altura das plantas: cerca de 3 metros de diâmetro da base do caule das lenhosas em torno de 3 centímetros. pitanga (Eugenia uniflora). batuiruçus (Pluvialis squatarola e Pluvialis dominica). m) as áreas entremarés (estirâncio) constituem-se em pontos de descanso. calidris spp. podendo ser atingido pelos borrifos da água do mar. Limosa haemastica) e Passeriforme . anu-branco (Guira guira). migratória: piru-piru (Haematopus palliatus).1 . j) substrato arenoso de origem marinha. As áreas de dunas caracterizam-se como zona de descanso. representadas por líquens (Usnea barbata. Numerius phaeopus. e) quantidade e diversidade significativa de trepadeiras. qualquer uma das espécies ocorrentes pode predominar. coruja-buraqueira (Speotyto cunicularia). Cassitha spp. Aechmea nudicaulis). chuva-de-ouro (Oncidium flexuosum) e Encyclia spp. aroeirinha (Schinus terebinthifolius). i) espécies indicadoras: Dalbergia ecastaphylla.Pera glabrata. b) estratos predominantes arbustivo e herbáceo. pteridófitas (Microgramma vaccinifolia). Mikania spp. pinguim (Spheniscus magellanicus) e gaivotão (Larus dominicanus). l) endemismos não conhecidos. como o maçarico (Caladris sp e tringa sp).ESCRUBE III. canelinha-do-brejo (Ocotea pulchella). periodicamente inundado pela maré. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Nas dunas o substrato é arenoso e seco. lobo-marinho (Arctocephalus sp) e leão-marinho (Otaria sp). batuira (Charadrius collaris). Mandevilla spp. águia-pescadora (Pandion haliaetus). h) no estrato herbáceo pode haver predominância de gramíneas ou ciperáceas. alimentação e rota migratória de mamíferos marinhos: elefante-marinho (Mirouga sp). orquidáceas Epidendrum spp. Schizaea pennula. maria-mole (Guapira opposita). pitanga (Eugenia uniflora).falcão-peregrino (Falco peregrinus). camarinha (Gaylussacia brasiliensis). feijão-depraia (Sophora tomentosa). caúna ou congonhinha (Ilex theezans). Catasetum trulla. alimentação e rota migratória de Charadriiformes e Falconiformes . Em alguns trechos pode acumular água na época chuvosa. Erythroxylum amplifolium. bromeliáceas te rrestres (Nidularium innocentili. Cleistes libonii. o substrato é composto por areia de origem marinha e conchas. Oxypetalum sp. l) endemismos não conhecidos.PRIMÁRIA / ORIGINAL a) fisionomia arbustiva com predominância de arbustos de ramos retorcidos formando moitas intercaladas com espaços desnudos ou aglomerados contínuos que dificultam a passagem. erva-baleera (Cordia verbenacea).1. caúna ou congonhinha (Ilex spp). f) camada fina de serapilheira. Dyckia encholirioides. maçaricos (Tringa spp. pinta-noiva (Ternstroemia brasiliensis). seco. sumaré ou sumbaré (Cyrtopodium polyphyllum). g) subosque ausente. III . retrabalhado pelo vento. Davilla rugosa. briófitas. araça (Psidium cattleyanum).. orelha-daonça (Tibouchina holosericea). Erythroxyllum spp. Dodonaea viscosa.caminheiro (Anthus sp). Dodonaea viscosa. d) poucas epífitas. maçarico (Gallinago). podendo em alguns locais acumular-se sob as moitas. Arenaria interpres. Smilax spp.

tucanos e araçaris (Ramphastos spp. III. samambaia-das -taperas (Pteridium aquilinum) e sapé (Imperata brasiliensis). h) grande diversidade de espécies. d) maior diversidade e quantidade de epífitas em relação ao estágio médio. de origem marinha.. sendo comum invasão por vassourais: (Vernonia spp). variando conforme o local. podendo haver acúmulo sob as moitas. b) estratos predominantes. Gleichenia spp. jaós (Crypturellus sp). f) pouca serapilheira. ocorrem como reptantes. bem -te-vis (Pitangus sulphuratus).1.. j) substrato arenoso. b) estrato predominante herbáceo. g) subosque ausente. c) se ocorrerem espécies lenhosas. ocorrendo somente espécies menos exigentes. d) epífitas. l) endemismos não conhecidos.: 238 . Ocorre dominância de uma ou mais espécies. de origem marinha. i) espécies indicadoras: as mesmas da vegetação original. b) estrato predominante herbáceo e sub-arbustivo. h) diversidade menor em relação à vegetação original. Selenidera maculirostris e Baillonius bailloni). se ocorrerem. f) pouca serapilheira. f) pouca ou nenhuma serapilheira. i) as espécies indicadoras vão depender do tipo de alteração ocorrida no substrato e na drenagem. herbáceo e arbustivo. sendo as mesmas espécies da vegetação original.ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO DO ESCRUBE a) fisionomia predominantemente herbácea podendo haver testemunhos lenhosos da vegetação original. Podem ocorrer espécies ruderais como picão-preto (Bidens pilosa). Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. barba-develho (Usnea barbata). Epidendrum fulgens. endêmicas ou restritas desaparecem.1. Nas áreas com areia desnuda podem ocorrer líquens (Cladonia spp) e briófitas (musgos e hepáticas). e) trepadeiras. com predominância de algumas espécies (dependendo do local). carqueja (Baccharis trimera) e Dodonaea viscosa.. são as mesmas do estágio anterior porém em maior quantidade.1. c) vegetação sub-arbustiva. quando presentes. l) endemismos não conhecidos. j) substrato arenoso. g) subosque ausente. podendo haver predominância de uma ou mais espécies. m) espécies da fauna mais exigentes. h) maior diversidade em relação ao estágio inicial podendo haver dominância de uma ou mais espécies.. representadas principalmente por líquens. macucos (Tinamus solitarius).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas m) ocorrência de aves migratórias e residentes como: saíras (Tangara spp).4. e) maior diversidade e quantidade de trepadeiras que no estágio médio havendo. seco. d) maior diversidade e quantidade de epífitas que no estágio inicial: Tillandisia spp. com diâmetro pequenos. c) altura das plantas podendo chegar a 3 metros e diâmetro caulinar cerca de 3 centímetros. com até 2 metros de altura e diâmetro caulinar com cerca de 2 centímetros. m) fauna com espécies menos exigentes e oportunistas. arapongas (Procnias nidicollis). e) trepadeiras.ESTÁGIO AVANÇADO DE REGENERAÇÃO DO ESCRUBE a) fisionomia herbáceo-arbustiva mais aberta que a original. são de pequeno porte. Vriesea spp. seco.2. gaturamos (Euphonia spp). entretanto. III. III. jacús (Penelope obscura). predominância de algumas espécies como Davilla rugosa e Smilax spp.3. g) subosque ausente.ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO DO ESCRUBE a) fisionomia herbáceo-subarbustiva. altura de até 1 metro.

2.2. araça-de-praia (Psidium cattleyanum). seco. tucum (Bactris setosa). apresentando muitas espécies da formação original. j) substrato seco. Mandevilla spp.2. abre-caminho (Lygodium spp).ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA BAIXA DE RESTINGA a) fisionomia arbustivo-arbórea. i) espécies indicadoras: mirtáceas. briófitas e líquens na base das plantas. m) fauna semelhante a original variando a quantidade e diversidade. Geonoma schottiana. Davilla rugosa. com grande quantidade de folhas não decompostas.PRIMÁRIA / ORIGINAL a) fisionomia arbórea com dossel aberto. briófitas e líquens. com as raízes formando trama superficial. l) endemismo conhecido: cambuí (Siphoneugena guilfoyleiana). Clusia criuva e pinta-noiva (Ternstroemia brasiliensis). guamirim (Gimidesia spp). d) pequena quantidade e diversidade de epífitas. Dodonaea viscosa aroeirinha (Schinus terebinthifolius). Baccharis spp. gerivá (Arecastrum romanzoffianum). e) pequena quantidade e diversidade de trepadeiras: Smilax spp. ocorrendo a presença de baunilha (Vanilla chamissonis). Pequena amplitude diamétrica (5 a 10 cm). arenoso. sendo que as emergentes chegam a 15 metros. orquidáceas. na Ilha do Cardoso Município de Cananéia / SP. III. muitos endêmicos como saíra peruviana (Tangara peruviana) e papa moscas de restinga (Philloscartes Kronei). de origem marinha. m) ocorre o desaparecimento da fauna existente na vegetação original. c) árvores em geral de 3 a 10 metros de altura.: 239 . l) endemismos não conhecidos. estrato inferior aberto e árvores emergentes.3. aráceas. passeriformes e não passeriformes. Presença de palmáceas: guaricangas (Geonoma spp). l) endemismos não conhecidos. g) subosque ausente.. podendo ocorrer acúmulo em alguns locais. j) substrato arenoso de origem predominantemente marinha.ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA BAIXA DE RESTINGA a) fisionomia herbácea. podendo haver predominância de mirtáceas: guamirim (Mycria spp). podendo ocorrer remanescentes da vegetação original. porém no estágio de plântulas. com grande número de p lantas com caules ramificados desde a base.2. dificilmente ultrapassando 15 centímetros. f) camada fina de serapilheira (entre 4 e 5 cm). orelha-de-onça (Tibouchina holosericea).. g) subosque dificilmente visualizado. com ocupação por espécies oportunistas. gesneriáceas. h) grande diversidade de espécies. pitanga (Eugenia spp). com espécies das dunas e ruderais. guabiroba-de-praia (Campomanesia spp). m) é importante zona de pouso. No substrato desnudo. Eugenia spp. principalmente Quesnelia arvensis.1. f) pouca serapilheira. alimentação. i) espécies indicadoras: mirtáceas. j) substrato arenoso. de origem predominantemente marinha. Gaylussacia brasiliensis. III. e) pequena quantidade e diversidade de trepadeiras. b) estratos predominantes: herbáceo e arbustivo-arbóreo. dormitório e rota migratória de aves florestais. apresenta invasoras ruderais como S olanum spp. reprodução. h) mediana diversidade de espécies. cará (Dioscorea spp). FLORESTA BAIXA RESTINGA III.2. b) estratos predominantemente arbustivo e arbóreo. inicia-se a recolonização. d) grande quantidade e diversidade de epífitas com destaque para as bromeliáceas. pteridófitas. Tibouchina holoserícea e Clusia criuva. brejaúva (Astrocaryum aculeatissimum). murta (Blepharocalyx spp). b) estratos predominantes herbáceo e arbustivo. grande quantidade de bromeliáceas terrestres. Smilax spp. araça-da-praia (Psidium cattleyanum). Sophora tomentosa.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas i) as espécies indicadoras são: Dalbergia ecastaphylla. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. seco. c) altura das plantas até 2 metros e diâmetro de até 2 centímetros. piperáceas. III..

Vittaria spp. ciperáceas. Pleurothallis spp. Polypodium spp. com algumas plantas podendo ultrapassar 40 centímetros. m) fauna com predominância de indivíduos de áreas abertas. m) fauna semelhante à das formações originais. f) camada fina de serapilheira pouco decomposta. pouca diversidade. representadas por Smilax spp.. congonha (Ilex spp).2. i) espécies indicadoras: gramíneas (Chusquea spp). pteridófitas. poucas plantas no estrato herbáceo.1. se presentes. III. pteridófitas e bromeliáceas de pequeno porte. com baixa diversidade e pequena quantidade.. h) média diversidade. sendo esta variável de acordo com a época do ano. j) substrato arenoso de origem predominantemente marinha. lauráceas e guaicangas.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas c) árvores com até 6 metros de altura. d) epífitas representadas por líquens. se presentes. d) epífitas. Octomeria spp.FLORESTA ALTA DE RESTINGA III. Monstera spp). caúna (Ilex spp) Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. com as raízes formando trama superficial. baixa diversidade e pequena quantidade. c) arbustos e arvoretas com até 3 metros de altura. briófitas. f) espessa camada de húmus e serapilheira. Davilla rugosa e mandevilla spp. pequena amplitude diamétrica. j) substrato arenoso de origem predominantemente marinha. pequena amplitude diamétrica. b) estratos predominantes herbáceo e arbustivo. Erythroxylum spp. aráceas (Phillodendron spp. fetos arborescentes (Trichipteris atrovirens).. embaúba (Cecropia pachystachia). arbustos como: Weinmannia paulliniifolia. g) subosque constituído por herbáceas. i) espécies indicadoras: mirtáceas. Possível ocorrência de Clusia criuva como hemiepífita. d) alta diversidade e quantidade de epífitas. l) endemismos não conhecidos. bromeliáceas (Vriesea spp. pinta-noiva (Ternstroemia brasiliensis). Phymatidium spp. l) endemismos não conhecidos. apresentando muitas espécies da formação original podendo haver predominância de mirtáceas. quando presente. Amplitude diamétrica mediana variando de 12 a 25 centímetros. podendo haver predominância de uma ou algumas espécies. e) trepadeiras herbáceas. Microgramma vaccinifolia). c) altura variando entre 10 e 15 metros. Mikania spp. f) camada fina de serapilheira. h) baixa diversidade de espécies. Smilax sp. samambaias (Asplenium spp. com diâmetros menores que 5 centímetros. briófitas e bromeliáceas pequenas.PRIMÁRIA/ORIGINAL a) fisionomia arbórea com dossel fechado.3.3.3. sendo que as emergentes podem atingir 20 metros. Billbergia spp). com média diversidade e pequena quantidade. briófitas e líquens. Ocasionalmente pode haver inundação. e) trepadeiras. e) significativa quantidade de trepadeiras: Asplundia rivularis. diâmetros de até 10 centímetros. sendo que no estrato arbóreo há dominância de: mirtáceas. g) subosque (estrato herbáceo) representado por bromeliáceas. g) subosque presente: plantas jovens do estrato arbóreo. podendo ocorrer espécies ruderais. Aechmea spp. b) estrato predominante arbóreo.: 240 . podendo ocorrer deposição de areia e argila de origem continental. lauráceas (Ocotea spp). representadas por líquens. h) grande diversidade de espécies.ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA ALTA DE RESTINGA a) fisionomia herbáceo-arbustiva podendo ocorrer remanescentes arbóreos. III. orquidáceas (Epidendrum spp. briófitas e líquens terrestres. guaricangas (Geonoma spp) e tucum (Bactris setosa). Amaioua intermedia. guanandi (Calophyllum brasiliensis). Maxillaria spp). capororoca (Rapanea ferruginea). seco.

cricrió (Carponis melanocephalus). palmito ou juçara (Euterpe edulis). c) árvores de até 12 metros de altura. pequena amplitude diamétrica. g) subosque representado por bromeliáceas. pteridófitas e aráceas terrestres. piperáceas e aráceas. podendo haver deposição de areia e argila de origem continental. briófitas. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. IV . pteridófitas e bromeliáceas pequenas. podendo ocorrer deposição de areia e argila de origem continental. saracura-três-potes (Aramides caianea). i) espécies indicadoras: pinta-noiva (Ternstroemia brasiliensis). briófitas. i) espécies indicadoras: Clusia criuva.3. Pera glabrata. Ocasionalmente pode ocorrer inundação. com dominância de algumas espécies. indaiá (Attalea dubia). . representadas por leguminosas e sapindáceas. e) trepadeiras. com diâmetros de até 12 centímetros. j) substrato arenoso de origem predominantemente marinha. palmáceas e rubiáceas. III. m) fauna semelhante à da formação original. canelinha-do-brejo (Ocotea pulchella). com as emergentes podendo ultrapassar 15 metros.mamíferos: mico-leãocaiçara (Leontopithecus caissara). palmito ou juçara (Euterpe edulis). com características semelhantes ao original.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas mandioqueira (Didymopanax spp). ocorrendo inundações ocasionais em determinadas áreas. choquinha (Mymotherula unicolor). ou mesmo pelo afloramento do lençol freático. bugio (Alouatta fusca). de origem predominantemente marinha. d) epífitas representadas por líquens.. pH ácido (em torno de 3). f) camada fina de serapilheira.ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA ALTA DE RESTINGA a) fisionomia arbustivo-arbórea. representadas principalmente pelas: mirtáceas. canelinha-do-brejo (Ocotea pulchella). mono-carvoeiro (Brachyteles arachnoides). bromeliáceas.3. com as folhas em avançado grau de decomposição. com predominância de algumas espécies. guanandi (Calophyllum brasiliensis). jaó do litoral (Crypturellus noctivagus). l) endemismos não conhecidos. lauráceas.. b) estrato predominante arbóreo. pteridófitas. g) presença de subosque.ESTÁGIO AVANÇADO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA ALTA DE RESTINGA a) fisionomia arbórea. d) epífitas representadas por líquens. m) fauna . m) fauna com aumento da diversidade e quantidade em relação ao estágio anterior. guaricanga (Geonoma schottiana). Chusquea spp. c) árvores com até 8 metros de altura. h) média diversidade. Psidium cattleyanum.aves: guaxe (Cacicus haemorrhous). com algumas plantas podendo ultrapassar 25 centímetros. diversidade e quantidade maior em relação ao estágio anterior.VEGETAÇÃO ASSOCIADA ÀS DEPRESSÕES Ocorrem entre cordões arenosos e em áreas originadas pelo assoreamento de antigas lagoas. l) endemismos não conhecidos.4. orquidáceas. l) endemismos não conhecidos. média amplitude diamétrica. j) substrato arenoso. h) baixa diversidade. lagunas e braços de rio. podendo ocorrer deposição de areia e argila de origem continental. papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). Clusia criuva.3. queixada (Tayassu pecari). e) trepadeiras herbáceas. f) camada espessa de serapilheira.: 241 . III. b) estrato predominante arbóreo-arbustivo. com diâmetros variando de 10 a 15 centímetros. plantas jovens de arbustos e árvores. Ocasionalmente pode haver inundação. i) espécies indicadoras. j) substrato arenoso de origem predominantemente marinha. Raízes formando trama superficial.

Scirpus sp. Scheria spp) e taboa (Thypha domingensis). lírio-do-brejo (Hedychium coronarium). de brejo docetaboa (Thypha spp). gramíneas. samambaiamosquito (Azolla spp) e briófitas . ciperáceas. i) substrato arenoso de origem marinha. h) espécies indicadoras: Tibouchina holosericea. lentilha-d’agua (Lemna spp). erva-de-Santa -Luzia (Pistia stratiotes). Paspalum maritimum. g) nos brejos onde há maior influência de água salobra ocorrem gramíneas (Paspalum maritimum. Drosera villosa e Lycopodium spp e espécies da família das ciperáceas. onagráceas: cruz-demalta (Ludwigia spp). alimentação. em função das variações do teor de umidade e dinamismo (altura e extensão) dos cordões. cruz-de-malta (Ludwigia spp). m) importante zona de pouso. orelha-de-burro (Pontederia lanceolata). Triglochin striata e Drosera villosa. Ophioglossum sp).. i) substrato arenoso de origem marinha. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. saracura-trêspotes (Aramides cajanea). Nymphaea spp. caracterizam -se como vegetação de primeira ocupação (Clímax Edáfico) e portanto não são considerados estágios sucessionais. Nos brejos com menor ou nenhuma influência de água salobra a diversidade é maior: ciperáceas (Eleocharis spp. m) são importantes sítios de reprodução de aves aquáticas: guará (Eudocimus ruber). cebolana (Crinum erubescens). com diâmetro das plantas em torno de 15 centímetros. aguapé (Eichhornia crassipes).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas A vegetação entre cordões arenosos e a dos brejos de restinga.veludo (Sphagnum spp). h) espécies indicadoras de brejo salobro . g) pequena diversidade de espécies. Cyperus spp. irerê (Dendrocygna viduata). b) unicamente estrato herbáceo. e) trepadeiras ausentes.. Spartina spp). b) estrato predominante herbáceo-arbustivo. Scleria spp. além de botãode-ouro (Xyris spp). c) altura das plantas entre 1 e 1. IV. Cyperus spp. f) subosque ausente.: 242 . l) endemismos não conhecidos. Fuirena spp). permanentemente inundado.2. com média amplitude diamétrica.BREJO DE RESTINGA a) fisionomia herbácea. .3.FLORESTA PALUDOSA a) fisionomia arbórea em geral aberta. dormitório e rota migratória de aves florestais passeriformes e não passeriformes. b) estrato predominante arbóreo. por estarem localizadas em áreas em contínuas modificações. murerê (Salvinia spp).mamíferos: lontra (Lutra longicaudis) e répteis como o jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris). gramíneas (Panicum spp). e) trepadeiras ausentes. podendo ocorrer pteridófitas (Lycopodium spp. narceja (Gallinago gallinago).5 metros. chapéu-de-couro (Echinodorus spp). c) no estrato arbóreo a altura das árvores é de 8 a 10 metros. com grande quantidade de matéria orgânica incorporada.. d) epífitas ausentes. saprófitas (Utricularia nervosa).1. d) epífita s ausentes. quero-quero (Vanellus chilensis). Alterações nessas formações podem levar ao desaparecimento das mesmas e/ou a substituição por outro tipo de formação. pato do-mato (Cairina moschata). l) f ) serapilheira ausente. l) endemismos não conhecidos. f) serapilheira ausente. reprodução.ENTRE CORDÕES ARENOSOS a) fisionomia herbáceo-arbustiva. IV. saracura-três -potes (Aramides caianea). ciperáceas (Scirpus sp. IV. narceja (Gallinago gallinago). taboa (Thypha spp). encharcado. c) pequena altura podendo chegar até a 2 metros no caso da taboa (Typha spp) e Scirpus sp. a exótica lírio-do-brejo (Hedychium coronarium). melastomatáceas (Pterolepis glomerata) chapéu-de-couro (Echinodorus spp).

papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis) se alimenta de Arecastrum romanzoffianum. saíras (Tangara spp). orquidáceas (Anacheilon spp.. alimentação. com predomínio de rubiáceas (Psychotria spp). Epidendrum spp. maçaranduba (Manilkara subsericea). Maxillaria spp. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Asplenium spp. Quamoclit coccinea e trepadeiras lenhosas. O. há baixa diversidade de espécies. com pequena ou nenhuma quantidade de material mineral..Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas d) grande quantidade e diversidade de epífitas: bromeliáceas. sapopemas comuns. Tillandsia spp. juçara (Euterpe edulis). Polypodium spp. Psidium cattleyanum e guanandi (Callophylum brasiliensis). g) nas bordas da floresta paludosa. pH ácido (em torno de 2-3). anú-branco (Guira guira). podendo ocorrer arbustos heliófilos: Tibouchina spp.. l) endemismos não conhecidos. Psittacidae. Monstera adansonii). podendo haver dominância por algumas espécies. b) estrato predominante arbóreo. (Nectandra mollis). como lontra (Lutra longicaudis). podendo haver emergentes de até 20 metros. Tyrannidae).4. pássaro preto (Agelaius cyanopus). fruta -de-cavalo (Andira flaxinifolia). e) ocorrência esporádica de trepadeiras. l) i ) espécies indicadoras: peito-de-pomba (Tapirira guianensis). Microgramma vaccinifolia. grandes aves e mamíferos. A dispersão do guanandi é feita por morcegos. m) fauna: guaxinim (Procyon cancrivorus). representadas por leguminosas. Cattleya forbesii. peixes cíclicos e pererecas. poucas leguminosas. sapindáceas e bignoniáceas. e) pequena diversidade e quantidade de trepadeiras: Mikanis cordifolia. muitas mirtáceas e lauráceas. canela-amarela. Mandevilla spp. Dioscorea spp. Bactris setosa e garapuruna ou guapuruva (Marliera tomentosa).4. flexuosum. com deposição de matéria orgânica. Trichomanes spp. com grande quantidade de material orgânico. orquidáceas. alguns mamíferos. pode ocorrer Trichipteris atrovirens. permanentemente inundado. Grande distribuição diamétrica com os maiores diâmetros ao redor de 20 a 30 centímetros. Octomeria spp. aráceas e pteridófitas. nos locais mais secos. Falconidae. menos número de espécies arbóreas do que nas florestas ombrófilas. h) alta diversidade de espécies. notadamente em relação às epífitas. Presença de restos vegetais semidecompostos.PRIMÁRIA / ORIGINAL a) fisionomia arbórea com dossel aberto. d) grande quantidade e diversidade de epífitas: brom eliáceas (Aechmea spp. Anthurium spp. cactáceas e gesneriáceas. cachorro-do-mato (Cerdocyon thous) que se alimenta de frutos de gerivá (Arecastrum romanzoffianum). guanandi (Callophylum brasiliensis). f) camada espessa de serapilheira. IV. Davilla rugosa. e pato-do-mato (Cairina moschata).FLORESTA PALUDOSA SOBRE SUBSTRATO TURFOSO IV. h) a dominância pode ser de caxeta (Tabebuia cas sinoides) ou guanandi (Calophyllum brasiliensis). g) subosque formado por espécies jovens do estrato arbóreo. Marlierea tomentosa. Osteocephalus langsdorffii e phyllomedusa rhodei. m) florestas paludosas com predomínio de caxeta são importantes para reprodução.1. j) substrato arenoso de origem marinha. piperáceas. i) substrato turfoso. Vriesea spp). gaturamos (Euphonia spp) e pererecas: Aparasphenodon brunoi (associada às bromélias). gesneriáceas. trama de raízes superficial. destacando-se: papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). l) endemismos não conhecidos. Stelis spp). Oncidium trulla. aráceas (Philodendron spp. cuvatã (Matayba elaegnoides). jacú-guaçu (Penelope obscura). Promenaea rolissonii. i) espécies indicadoras: caxeta (Tabebuia cassinoides) e guanandi (Calophyllum brasiliensis). f) serapilheira ausente. c) altura em torno de 15 metros. Pleurothallis spp. pouso e dormitório de passeriformes e não passeriformes (Anatidae. a água apresenta coloração castanho-ferrugínea.: 243 . Billbergia spp.

Presença de restos de vegetais semi-decompostos. j) substrato turfoso.4.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas IV. piperáceas. maior amplitude diamétrica em torno de 12-15 centímetros. c) árvores de até 8 metros de altura. g) subosque pouco expressivo. b) estrato predominante herbáceo e arbustivo ou arbustivo e arbóreo. em íntimo contato com as formações citadas anteriormente. gesneriáceas. j) substrato turfoso. com predominância de algumas espécies. maior amplitude diamétrica.. m) fauna descaracteriza -se. d) epífitas. avançando sobre substratos de Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. l) endemismos não conhecidos. Quamoclit spp e Mandevilla spp. representado por bromeliáceas.4. l) endemismos não conhecidos. orquidáceas. representadas por líquens e briófitas. f) serapilheira ausente ou pouco desenvolvida. e) trepadeiras lenhosas. l) endemismos não conhecidos.4. as mesmas do estágio anterior. IV. j) substrato turfoso.ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA PALUDOSA SOBRE SUBSTRATO TURFOSO a) fisionomia herbáceo-arbustiva e arbórea-baixa. podendo ocorrer plantas com altura maior (Rapanea spp). Tapiria guianensis. h) alta diversidade de espécies. Presença de restos vegetais semidecompostos.2.ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA PALUDOSA SOBRE SUBSTRATO TURFOSO a) fisionomia arbórea. Matayba elaeagnoides e Calophyllum brasiliensis..3. Pode haver dominância por algumas das espécies arbóreas. representadas por bromeliáceas.FLORESTA DE TRANSIÇÃO RESTINGA -ENCOSTA Estas formações ocorrem ainda na planície. cactáceas. sendo comum a dominância de uma única espécie. representado por bromeliáceas e aráceas. h) baixa diversidade. f) camada espessa de serapilheira. as emergentes chegando a 15 metros.4. c) árvores com 10 a 12 metros de altura. representadas por Ipomoea spp. representadas principalmente por bromeliáceas de pequeno porte. principalmente em epífitas. d) grande quantidade de epífitas. i) espécies indicadoras: mirtáceas. diminuindo a diversidade.. V . i) espécies indicadoras: Cecropia pachystachia. sapindáceas e bignoniáceas. e) trepadeiras presentes. com pequena ou nenhuma quantidade de material mineral. com grande quantidade de material orgânico. com menos de 10 centímetros de diâmetro. além de compostas e aráceas. Presença de restos vegetais semidecompostos. desenvolvendo-se sobre substratos mais secos. capororoca (Rapanea spp) e quaresmeira-aña (Tibouchina glazioviana). h) baixa diversidade. ciperáceas (Cyperus spp). c) árvores com até 10 metros de altura. g) presença de subosque com espécies jovens do estrato arbóreo. m) fauna semelhante à da formação original. quando presente. Rapanea spp e Clethra scabra. b) estrato predominante arbóreo. e) trepadeiras herbáceas.: 244 . lauráceas. i) espécies indicadoras: taboa (Typha spp). b) estrato predominante arbóreo-arbustivo. com grande quantidade de material orgânico e pequena ou nenhuma quantidade de material mineral. IV. pequena amplitude diamétrica. g) subosque. representadas principalmente por leguminosas. d) epífitas presentes. se presente. m) fauna com pouca diversidade.ESTÁGIO AVANÇADO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA PALUDOSA SOBRE SUBSTRATO TURFOSO a) fisionomia arbórea com dossel aberto. com diâmetros de até 20 centímetros. se presentes. com grande quantidade de material orgânico e pequena ou nenhuma quantidade de material mineral. f) camada fina de serapilheira. pteridófitas e aráceas.

mais ou menos argilosos. podendo estar em contato e apresentar grande similaridade com Floresta Ombrófila Densa de Encosta. queixada (Tayassu pecari). g) subosque constituído por herbáceas. Rapanea ferruginea. Pera glabrata. Solanum spp. representadas por líquens. com deposição variável de areia e argila de origem continental. b) estrato predominante arbóreo.mamíferos: mico-leão-caiçara (Leontopithecus caissara). Para efeito desta regulamentação serão consideradas como pertencentes ao complexo de vegetação de restinga. j) substrato arenoso. e) trepadeiras. com deposição variável de areia e argila de origem continental. e gato maracajá (Felis wieddii). com plantas jovens do estrato arbóreo e arbustos como: Psychotria nuda.3. m) fauna com predominância de indivíduos de áreas abertas. Billbergia spp). c) altura variando entre 12 e 18 metros. briófitas e bromeliáceas pequenas. . com baixa diversidade e pequena quantidade. se presentes. m) fauna: . Octomeria spp. Vittaria spp. podendo haver predominância de uma ou algumas espécies. Didymapanax spp. d) alta diversidade e quantidade de epífitas: aráceas (Phillodendron spp. pteridófitas (Asplenium spp. carne-de-vaca (Roupala spp). cará (Dioscorea spp). g) subosque presente. quando presente. saracura-três -potes (Aramides cajanea). Phymatidium spp. podendo ocorrer remanescentes arbóreos. V. i) espécies indicadoras: Euterpe edulis. sendo esta variável de acordo com a época dos anos. Grande amplitude diamétrica com diâmetros variando de 15 a 30 centímetros.1.. Mikania spp. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Didymopanax sp. V. papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). samammbaia-açú (Trichipteris corcovadensis).ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA DE TRANSIÇÃO RESTINGA ENCOSTA a) fisionomia arbustivo-arbórea. podendo ocorrer ruderais. lauráceas (Ocotea spp e Nectsndra spp). Tibouchina glazioviana. bromeliáceas (Vriesea spp. briófitas e líquens. Aechmea spp. com diâmetros menores que 8 centímetros. orquidáceas (Epidendrum spp.2. jequitibá-rosa (Cariniana estrelensis). h) baixa diversidade de espécies. d) epífitas. palmito (Euterpe edulis) . leguminosas e sapindáceas. l) endemismos não conhecidos. Pleurothais spp).Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas origem continental ou indiferenciados. Davilla rugosa e Mandevilla spp. Hymenophyllum spp). j) substrato arenoso. bugio (Alouatta fusca). l) endemismos não conhecidos.ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA DE TRANSIÇÃO RESTINGA ENCOSTA a) fisionomia arbustivo-herbácea. Amaioua intermedia.: 245 . gesneriáceas. assim como os felinos de menor porte como gato do mato (Felis tigrina). b) estrato predominante arbustivo-herbáceo. h) grande diversidade de espécies sendo que no estrato arbóreo há dominância de: mirtáceas. com as emergentes podendo ultrapassar 20 metros. Cecropia pachystachia. Pouteria psammophilla.. porém com padrão de regeneração diferente. f) espessa camada de húmus e serapilheira. com baixa diversidade. i) espécies indicadoras: gramíneas e ciperáceas. se presentes. Smilax spp. Polypodium spp. monocarvoeiro (Brachyteles arachnoides).aves: guaxe (Cacicus haemorrhous). Estrato herbáceo pouco desenvolvido. bico-de-pato (Machaerium spp). V. f) camada fina de serapilheira. grandes felinos como jaguatirica (Felis pardalis). Monstera spp). c) arbustos e arvoretas com até 5 metros de altura pequena amplitude diamétrica. gauaricangas (Geonoma spp) e tucum (Bactris setosa). onça parda (Felis concolor) e a onça pintada (Panthera onca). representadas por Smilax spp. Laplacea fruticosa. e) pequena quantidade e média diversidade de trepadeira: Asplundia rivularis..PRIMÁRIA / ORIGINAL a) fisionomia arbórea com dossel fechado. alguns diâmetros podendo ultrapassar 40 centímetros.

com algumas plantas podendo ultrapassar 30 centímetros. Guarea macrophylla. dependendo: A.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas b) c) estrato predominante arbustivo-arbóreo. Dioscorea spp e Davilla rugosa. com diâmetros de até 15 centímetros. com deposição variável de areia e argila de origem continental. Mikania spp. b) estrato predominante arbóreo. lauráceas. pteridófitas e aráceas terrestres.do histórico do uso da terra. g) subosque representado por bromeliáceas. briófitas. c) árvores com até 13 metros de altura. média amplitude diamétrica. maior amplitude diamétrica. f) camada espessa de serapilheira. pastoreio. pteridófitas. B. i) espécies indicadoras: chá-de-bugre (Hedyosmum brasiliense). A variação da tipologia das diferentes formações vegetais. entre outras.4. d) epífitas representadas por líquens. será analisada e considerada no exame dos casos submetidos à consideração da autoridade competente. de clima e de solo locais. de uma região geográfica para outra. fogo. E. trepadeiras e taquarais. g) presença de subosque. i) espécies indicadoras representadas principalmente pelas mirtáceas. D. Os parâmetros definidos para tipificar os diferentes estágios de regeneração da vegetação secundária podem variar. com as emergentes ultrapassando 15 metros. V. plantas jovens de arbustos e árvores.. m) fauna com aumento de diversidade e quantidade em relação ao estágio inicial. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. com predominância de algumas espécies.da localização geográfica. e) trepadeiras herbáceas: Smilax spp. e espécies de estágios pioneiros e iniciais de regeneração. m) fauna semelhante à da formação original. bromeliáceas.das condições de relevo. além das já citadas no estágio inicial. palmáceas e rubiáceas. com dominância de algumas espécies. com diâm etros variando de 12 a 20 centímetros. com as mesmas características do estágio médio. e) trepadeiras representadas por leguminosas e sapindáceas.da fauna e da vegetação circunjacente. f) camada fina de serapilheira. Smilax spp e Dioscorea spp. h) baixa diversidade. com as folhas em avançado grau de decomposição. bosqueamento. tapiá (Alchornea spp). frutode-cavalo (Andira fraxinifolia).ESTÁGIO AVANÇADO DE REGENERAÇÃO DA FLORESTA DE TRANSIÇÃO RESTINGA-ENCOSTA a) fisionomia arbórea. l) endemismos não conhecidos. C. l) endemismos não conhecidos. com espécies de mirtáceas e rubiáceas. briófitas. j) substrato arenoso. aráceas e gesneriáceas. ocasionando eventual adensamento de cipós. h) média diversidade. Solanum spp.da área e da configuração da formação analisada. pteridófitas e bromeliáceas. piperáceas. orquidáceas. árvores com até 10 metros de altura. VI .DISPOSIÇÕES GERAIS Considera-se Floresta ou Mata Degradada aquela que sofreu ou vem sofrendo perturbações antrópicas tais como exploração de espécies de interesse comercial ou uso próprio. j) substrato arenoso com decomposição variável de areia e argila de origem continental. d) epífitas representadas por líquens.: 246 . Mandevilla spp.

14. aos artigos 7º. ou qualquer edificação para fins urbanos. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. a autorização para a supressão deverá ficar condicionada à existência de sistema público de coleta. que regulamenta o artigo 4º do Decreto Federal 750. Conjunta 2.08. supressão ou exploração de vegetação nativa secundária no estágio de regeneração. assim entendidas as compreendidas nos perímetros urbanos ou de expansão urbana. valas ou outras obras de drenagem. obedecidos os demais dispositivos legais. definidos por lei municipal. considerando as características peculiares de vegetação de restinga e seu relevante papel na fixação de dunas. sem prejuízo do licenciamento segundo as normas vigentes. será de competência do órgão estadual e só serão admitidos quando em conformidade com plano diretor aprovado.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SÃO PAULO RESOLUÇÃO CONJUNTA SMA/SP-IBAMA-5/96 04 de novembro de 1996 Acrescenta dispositivos à Resolução Conjunta 2. será necessária a aprovação pelo órgão estadual competente.Dá nova redação ao caput do artigo 1º. em São Paulo.Para implantação de empreendimentos imobiliários. e a Superintendente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. a supressão somente poderá ser autorizada mediante averbação de área verde à margem da matrícula do imóvel no Cartório de Registro de Imóve is.A autorização para corte. O Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. consideram-se parcelamentos do solo. de 12-05-94. conforme artigo 182. parágrafo 1º da Constituição Federal e/ou demais legislações municipais e ambientais e se dará da seguinte forma: §1º .: 247 . à fauna.89. dispondo sobre o corte. tratamento e disposição de esgotos sanitários ou de outra solução compatível. aprovado pela Portaria Ministerial 445. deverá ser efetuado o replantio com vegetação do Domínio Atlântico. cuja extensão nunca deverá ser inferior a 20% da área do lote ou terreno e cujo local deverá ser aprovado pelo órgão competente. a exploração e a supressão de vegetação secundária no estágio inicial de regeneração de Mata Atlântica no Estado de São Paulo. de 16. deverão ser atendidas as seguintes exigências adicionais: I . e acrescenta-lhe o art.Não havendo condição técnica para a manutenção da vegetação original remanescente da área a averbar nos limites do lote ou terreno. em lotes ou terrenos. na estabilização de mangues e praias e na proteção contra erosão costeira e inundações. II . de estudo técnico e projeto executivo elaborado por profissional legalmente habilitado. o que deverá ser comprovado através de atestado emitido pelos órgãos estaduais competentes. quando necessárias a edificações ou obras para fins urbanos. “Artigo 1º . de 12-05-94.000 m². aqueles situados em zonas urbanas. comprovando-se que as obras pretendidas não causarão consequências danosas à vegetação. de 10-0293. além de obedecer-se o disposto no artigo 2º dessa Resolução.Para a supressão de vegetação de restinga nos estágios iniciais de regeneração. 10 12 e 13 da Resolução .Para efeitos desta Resolução.Para lotes ou terrenos maiores que 1.Em áreas com lençol freático com profundidade igual ou inferior a 1. § 2º .5 m e cuja ocupação implique na necessidade de executarem-se aterros. I . RESOLVEM: Artigo 1º . Artigo 7º . às drenagens superficial e subterrânea e à qualidade das águas.

A inobservância do contido no presente termo sujeita os signatários às sanções previstas nos artigos 14 e 15 da Lei nº 6938/81 e demais dispositivos legais pertinentes. cuja vegetação é objeto da pretendida supressão abrangida por zoneamentos ambientais. leia-se: “.As disposições desta Resolução não excluem o atendimento à legislação ambiental e de interesse histórico e cultural e em especial...O. Artigo 13 . estaduais ou municipais. inclusive o costeiro.274 / 90. TERMO DE RESPONSABILIDADE (Nome) _________________ (Profissão)________________ (RG) __________________ CPF/CIC_________________ responsável pelo empreendimento ___________________ a ser licenciado através do Processo SMA _____________ e (nome/razão social) ______________________________ (profissão) _________________ CREA ______________. ou possua espaços territoriais especialmente protegidos ou de interesse ambiental ou cultural promovidos pelo Poder Público.e o responsável pelo técnico indicado. Parágrafo único . drenagem superficial e subterrânea.O responsável pelo empreendimento e o responsável técnico indicado na respectiva ART deverão subscrever Termo de Responsabilidade perante os órgãos licenciadores. de 04-11-96. responsabiliza-se solidariamente sobre as informações. Artigo 3º . garantindo que a sua implantação não causará danos à vegetação. de 26/08/96. de 31-01-94. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. 12.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 10 . aquela que rege o uso e o parcelamento do solo urbano. (Data) Resp.938 / 81 e Decreto 99. fauna. (Município) . Artigo 2º .A não observância do disposto nesta R esolução sujeitará o infrator e o responsável técnico indicado na respectiva ART às sanções previstas nos artigos 14 e 15 da Lei 6.. conforme ART ______. pelo Empreendimento Resp. documentos. Técnico * GABINETE DO SECRETÁRIO Retificação do D. para as florestas ombrófilas e estacionais.: 248 . e pela Resolução CONAMA nº 7. sejam leis federais.Estando a área.Esta Resolução aplica-se aos estágios iniciais de vegetação de Mata Atlântica definidos pela Resolução Conama nº 1. mapas e projetos referentes ao empreendimento. revogando-se as disposições em contrário. onde se lê: “.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. responsável técnico do citado empreendimento.. Artigo 12 .As demais disposições da Resolução Conjunta 2 / 94 permanecem inalteradas. de 06-11-96 No parágrafo único d art. conforme modelo anexo. da Resolução Conjunta SMA / IBAMA / SP nº 5 o -96. Artigo 14 . para vegetação de restinga”. deverão ser obedecidas todas as disposições legais pertinentes. bem como a qualidade das águas. e o responsável técnico indicado”.

que apresentarem qualquer das características abaixo exemplificadas. estabeleça critérios para licenciamento da supressão de vegetação para loteamentos já licenciados.de 1997. Considerando a conveniência em definirem-se as responsabilidades. no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 94 do Decreto Estadual n° 30. acolher o relatório elaborado pela Comissão Especial de Políticas Florestais (Del. Considerando o que estabelece o § 4°.. criado pela Deliberação Consema 21/97. até que o Grupo de Trabalho..CONSEMA Deliberação Consema/SP 18/97 28 de maio de 1997 O Conselho Estadual do Meio Ambiente. Parágrafo único . e 3. 2.. Considerando o estabelecido no artigo 14 alínea “a” da Lei Federal n° 4.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SÃO PAULO SECRETARIA DO ESTADO DO MEIO AMBIENTE Conselho Estadual do Meio Ambiente .DAS DEFINIÇÕES Artigo 1º . incisos VI e VII da Constituição Federal. para fins de licenciamento de supressão.. em sua 120º Reunião Plenária Ordinária. de 10 de fevereiro de 1993. c) áreas com predomínio de chácaras de lazer Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.. Considerando o que estabelece o artigo 196 da Constituição Estadual de São Paulo. 5° do Decreto Federal n° 750. modificada pela Lei n° 7.Para efeitos desta Resolução. ou seja.. de 15 de setembro de 1965.. no âmbito da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.. RESOLVE: TITULO 1 . do artigo 225 da Constituição Federal de 1988... as critérios básicos e as diretrizes gerais para a aplicação do disposto no artigo 5° do Decreto Federal n° 750/93.: 249 .. sujeitar-se-ão às exigências previstas no artigo 7° desta Resolução. nos estágios médio e avançado de regeneração. de. relativo s ao parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos. b) áreas contíguas ou inseridas em extensos maciços florestais ou outra forma de vegetação natural. registrados e implantados ou parcialmente implantados. submeter esta Minuta de Resolução ao Secretário de Meio Ambiente para apreciação e aprovação. de 3 de outubro de 1989: Considerando o estabelecido no artigo 23. assim entendido aqueles localizados nos perímetros urbanos ou de expansão urbana definidos por lei municipal. considera-se parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos aquele situado em zonas urbanas. recomendar ao Secretário do Meio Ambiente que crie grupo técnico de apoio ao licenciamento para apreciar o estudo previsto nessa minuta. “Minuta de Resolução SMA n° . a) áreas com predomínio de atividades agro-silvo-pastoris.As áreas que não estiverem efetivamente urbanizadas.771.. Dispõe sobre os procedimentos para a aplicação do art. com a ressalvado que não se aplique o disposto no seu artigo 3°.803 de 18 de julho de 1989. obedecidos os demais dispositivos legais.de. que objetiva o uso e ocupação racional e sustentável das áreas cobertas por vegetação de Mata Atlântica em estágios médio e avançado de regeneração.. conforme levantamento oficial da vegetação. que trata da supressão de vegetação secundária de mata atlântica. corte e exploração de vegetação nativa da mata atlântica.. O Secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo..555. tomou as seguintes decisões: 1. Consema 66/94) sobre a regulamentação do artigo 5° do Decreto Federal 750/93 do qual consta a Minuta da Resolução SMA abaixo transcrita.

n° 4771/65.Para efeitos desta Resolução consideram-se loteamentos implantados aqueles que possuem infra-estrutura básica como arruamento. Artigo 3º . para análise. n° 6.caracterização da vegetação da área e do entorno. que aponte as pressões sobre a vegetação remanescente. seu uso dependerá da anuência do Poder Executivo Federal. ao órgão estadual competente.: 250 . uso do habitat. pressão antrópica. guia e sarjeta. aquelas com vegetação exótica porventura existentes e os espaços livres de uso público. na Resolução Conama n° 07/96. alterações ambientais. e. capacidade adaptativa. ela deverá ser feita. a partir da publicação desta Resolução. após análise e aprovação de projeto especifico. consideram -se áreas verdes aquelas com cobertura vegetal de porte arbustivo -arbóreo. exploração e supressão de vegetação secundária nos estágios médio e avançado de regeneração de Mata Atlântica (ombrófila. no mínimo. do Decreto Federal n° 750/93.informações sobre a existência de mananciais de importância para o abastecimento público.estudo de fauna. a critério do órgão estadual competente. que deverá seguir os critérios estipulados no termo de referência regulamentado por portaria do DEPRN e que contenha informações sobre a localização. do artigo 180 da Constituição Estadual. dos processos erosivos e das intervenções antrópicas já existentes na área e em seu entorno. dos impactos associados e das obras a serem executadas: sistema de drenagem e proteção do solo contra a erosão. especialmente em relação à drenagem e à ocupação antrópica. variação da população e levantamentos qualitativo e quantitativo.DO ESTUDO TÉCNICO Artigo 4º . § 2º . IV . pelo órgão estadual competente. estacional e vegetação de restinga) com vistas ao parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos. dependerá. a caracterização detalhada do meio físico.caracterização do entorno imediato da área objeto do licenciamento. conforme estabelece o item VII. com espécies nativas. tamanho da área e zona de distribuição. de estudo técnico especifico. segundo a lista vigente. III . que contenha. água encanada e/ou redes de esgotos.Onde houver necessidade de implantação dessas áreas verdes. baseada.estudo sobre o potencial de erosão do solo. preferencialmente. que deverá seguir metodologia e critérios estipulados no termo de referência regulamentado por portaria do DEPRN e que contenha informações sobre hábitos.Para fins de aplicação do artigo 5º. de acordo com a legislação vigente. ter alterados sua destinação e objetivos originalmente estabelecidos.Quando as áreas verdes estiverem situadas em áreas de Preservação Permanente. conforme conceitua o artigo 5º da Lei Fed. podendo assim contribuir para a melhoria da qualidade de vida urbana e serem usadas para atividades de lazer. os seguintes itens: I . da apresentação. na Resolução Conama na 01/94.Estas áreas poderão incluir as áreas de Preservação Permanente. classes de freqüência. em função das eventuais intervenções já ocorridas. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Loteamentos não implantados são aqueles que não possuem esse tipo de infra-estrutura e os lotes não se encontram individualizados.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas d) ausência de 4 (quatro) ou mais equipamentos públicos urbanos.766/79 Artigo 2º . V . além dessa caracterização o estudo deverá conter informações sobre suas condições atu ais de conservação e sobre as espécies da flora ameaçadas de extinção. luz elétrica.Para efeitos desta Resolução. o licenciamento do corte. que não devem ser impermeabilizadas. TITULO II .Estas áreas não poderão. que devem ser acompanhadas de representações cartográficas. § 4º . II . pelo interessado. § 1º . acompanhada de representações cartográficas e fotográficas. no caso das ombrófilas e das estacionais. zona e época de ocorrência. definidas pelos artigos 2º e 3º da Lei Federal. no caso da vegetação de restinga. § 3º . em qualquer hipótese.

junto à Secretaria do Meio Ambiente. § 3º . § 2º . postada no prazo acima referido e dirigida ao Departamento Estadual de Proteção do Recursos Naturais . a qual deverá ser protocolada ou enviada por carta registrada.DOE e em periódico de grande circulação no local onde pretende instalá-lo.O órgão estadual competente poderá exigir informações complementares não previstas neste artigo. conforme o seguinte modelo: “*(Nome da empresa-sigla). município. bairro e município). de vegetação de Mata Atlântica em estágios médio e/ou avançado de regeneração.No caso da vegetação de restinga. ou em outro superior*) informações mínimas sobre ele.Publicada a nota referida no parágrafo anterior.No caso de empreendimentos não-implantados em áreas efetivamente urbanizadas. em função de peculiaridades locais que justifiquem tal exigência. TITULO III DOS EMPREENDIMENTOS URBANÍSTICOS SEÇÃO I Empreendimentos novos e/ou não implantados Artigo 5º .Para que o órgão estadual competente dê inicio à análise do estudo referido no artigo 1° desta Resolução.Quando a localização for em área urbanizada.: 251 . o estudo referido neste artigo deverá também contemplar os itens propostos no artigo 10 desta Resolução. Declara aberto o prazo de 30 (trinta) dias a partir da publicação desta nota. no Diário Oficial do Estado . nº . exigir um estudo técnico simplificado. poderá o órgão estadual. deverá ser exigido o estudo definido no artigo 4º desta Resolução. a qual deve ser protocolada ou enviada por carta registrada. nos termos da Resolução SMA nº XXX / 97 e o Decreto Federal nº 750/93. por escrito. § 2º . para manifestação. autorização para desmatamento de (X) ha. § 1º . o interessado.especificação das medidas de proteção e conservação da vegetação original remanescente dentro dos limites da área objeto do licenciamento e de seu entorno imediato. fundamentadamente. de qualquer interessado.No caso de ser necessária a apresentação de Relatório Ambiental Preliminar RAP ou de Estudo de Impacto Ambiental . SEÇÃO II Das áreas urbanizadas Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. localizada em (rua. § 3º . o empreendimento estará sujeito também ao disposto no artigo 6º. § 1º . de qualquer interessado. ele estará sujeito também ao que estabelece o artigo 7º desta Resolução. abre-se o prazo de 30 (trinta) dias para manifestação. com sede na (endereço) torna público que pretende obter. mediante a apresentação de estudo técnico. CEP . postada dentro do prazo mencionado e dirigida ao DEPRN. a critério técnico.Quando a localização for em área que não se encontra efetivamente urbanizada. por escrito.” § 5º . viabilidade e importância ecológica. rua .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas VI . com vistas à minimização dos impactos negativos ao seu processo de sucessão natural.DEPRN / SMA. caso pretenda implantar o empreendimento em área não efetivamente urbanizada deverá publicar (em corpo 7. considerando-se a extensão.Para o licenciamento da supressão de vegetação secundária nos estágios médio e avançado de regeneração com vistas à implantação de empreendimentos urba nísticos novos e/ou não-implantados. este estudo deverá ser obrigatoriamente incluído § 4º . estado de conservação.EIA/RIMA.

a área coberta por vegetação original remanescente prevista no item I deste artigo. § 1º . atos estes que devem ser praticados antes do inicio da implantação do empreendimento. à mar gem do livro de matricula do imóvel do Cartório de Registro de Imóveis competente. se for o caso. da área a ser recuperada referida no parágrafo único deste artigo. de área coberta por vegetação original remanescente. no mínimo. tenham por função proteger Unidades de Conservação.Inexistindo condições técnicas para manutenção da vegetação original remanescente no interior da área objeto deste licenciamento. deverá atender ao disposto no artigo 5º do Decreto Federal n° 750/93 e será fornecida mediante o atendimento das seguintes condicionantes: I . nos estágios médio e avançado de regeneração. do Decreto Federal n° 750/93.. quando for o caso. SEÇÃO III Das áreas não efetivamente urbanizadas Artigo 7º .A autorização para corte. mencionada no § 1º deste artigo. § 2º .manutenção de 50%. em área a ser aprovada pelo mesmo órgão citado e que não deve ser inferior a 5O% do total do empreendimento em análise. projeto de recuperação com espécies de vegetação nativa em área a ser aprovada por esse órgão e que não deve ser inferior a 20% do total do empreendimento em análise. ou. de preservar a vegetação original remanescente mencionada no item 1 deste artigo. nos estágios médio e avançado de regeneração. da área coberta por vegetação original remanescente mencionada no item 1 deste artigo. de 20% de área verde coberta por vegetação original remanescente.: 252 . à margem do livro de matrícula do imóvel do Cartório de Registro de Imóveis competente. junto ao órgão estadual competente.Termo de Compromisso firmado pelo empreendedor junto ao órgão estadual competente de preservar a vegetação original remanescente prevista no item I deste artigo. com vistas ao parcelamento do solo ou a qualquer edificação pana fins urbano em áreas efetivamente urbanizadas.A autorização para corte. quando for o caso. e/ou averbar. o interessado deverá apresentar. inexistência esta que deve ser inequivocamente comprovada pelas conclusões do estudo proposto nos termos do artigo 1° desta Resolução. ou. ou. monitorar e promover a manutenção da recuperação mencionada no parágrafo único deste artigo. supressão ou exploração de vegetação secundária de Mata Atlântica. e/ou averbar. II . ao órgão estadual competente. projeto de recuperação com espécies de vegetação nativa. inexistência esta que deve ser inequivocamente comprovada pelas conclusões do estudo proposto nos termos do artigo 1° desta Resolução. a critério do órgão estadual competente.Inexistindo condições técnicas para manutenção da vegetação original remanescente no interior da área objeto deste licenciamento. deverá atender a disposto no artigo 5º do Decreto Federal n° 750/93 e será fornecida mediante o atendimento das seguintes condicionantes: I . com vistas ao parcelamento do solo ou qualquer edificação para fins urbanos em áreas não efetivamente urbanizadas. devendo esses atos serem praticados pelo empreendedor antes do inicio da implantação do empreendimento. SEÇÃO IV Dos lotes e terrenos Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.manutenção. o empreendedor deverá apresentar. nos termos do artigo 7º. a área a ser recuperada.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 6º . no mínimo. Parágrafo único . ou monitorar e promover a manutenção da recuperação mencionada no parágrafo 1º deste artigo. II . ao órgão estadual competente. ainda. supressão ou exploração de vegetação nativa secundária de Mata Atlântica. a critério do órgão estadual competente.Não será autorizado o corte ou a supressão da vegetação mencionada no caput deste artigo que forme corredores entre remanescentes de vegetação primária ou em estágios médio e avançado de regeneração que abriguem fauna e/ou flora ameaçadas de extinção ou.Temo de Compromisso firmado pelo empreendedor.

a fim de adequar o empreendimento à legislação ambiental vigente. deverá ser atendida a seguinte exigência adicional: Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.para lotes ou terrenos com área igual ou superior a 1. à margem do livro de matrícula do imóvel do Cartório de Registro de Imóveis competente. mantido percentual de 20 ou 30% dependendo da extensão do lote. no mínimo. II .Quando se tratar de empreendimentos urbanísticos localizados em áreas de Proteção e Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo. uma área verde de 10% do lote.Os empreendimentos urbanísticos aprovados antes da Lei Federal n° 6766/79 nãoimplantados ou parcialmente implantados estarão sujeitos ao que estabelece esta Resolução. o órgão estadual deverá avaliar a adequação do empreendimento à legislação vigente a época da sua aprovação.A autorização. Parágrafo único . o estado atual de conservação da vegetação e a sua importância. deverá ser efetuado o replantio com vegetação do Domínio Atlântico. cuja extensão não poderá ser inferior a 30% da área de lote ou terreno e cujo local deve ser previamente submetido à aprovação do órgão estadual competente.Para lotes ou terrenos com área entre 500 e 1000m2. aprovados antes da Lei Federal 6766/79 Artigo 9º .Para a supressão de vegetação de restinga nos estágios médio e avançado de regeneração.Com base na documentação apresentada. deverá ser mantida. os reflexos sócio-econômicos dai advindos. a supressão será autorizada mediante a averbação. podendo. a supressão será autorizada mediante a averbação. implantados anteriormente à edição da Lei Estadual n°1172/76. § 4º . pelo órgão estadual competente.A anterioridade de aprovação do empreendimento deverá ser comprovada pelo empreendedor mediante documento oficial. obedecendo-se o disposto no artigo 3º desta Resolução. de área coberta por remanescente de vegetação original. § 2º . quando da análise do pedido de supressão ou emissão do Atestado de Regularidade Florestal.Órgão estadual competente levará em conta. com vistas a serem indicadas as medidas de adaptação cabíveis. para corte.Para lotes e terrenos com área menor de 500m2. exigir o estudo técnico referido no artigo 4º. à margem do livro de matrícula do imóvel do Cartório de Registro de Imóveis competente. § 3º . de área verde cuja extensão não poderá ser inferior a 20% da área do lote ou terreno e em local a ser previamente submetido à aprovaç ão do órgão estadual competente. supressão ou exploração de vegetação nativa secundária nos estágios médio e avançado de regeneração em lotes ou terrenos localizados em loteamentos implantados. TITULO IV DA VEGETAÇÃO DE RESTINGA Artigo 10 . quando necessária às edificações ou obras para fins urbanos. obedecendo -se o disposto no artigo 3º desta Resolução. SEÇÃO V Dos empreendimentos Urbanísticos não implantados ou parcialmente implantados. § 1º .Não havendo condição técnica para a manutenção da vegetação original remanescente da área a averbar nos limites do lote ou terreno.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas Artigo 8º . as situações efetivas e comprovadamente consolidadas. bem como deverão ser observadas as determinações estabelecidas pelas demais legislações sobre mananciais pertinentes. somente será dada quando em conformidade com o Plano Diretor do Município aprovado nos terrenos do § 1º do artigo 182 da Constituição Federal de l988 e demais legislações municipais de proteção ambiental e mediante o atendimento das seguintes condicionantes: I . para isso. o empreendedor deverá submetê -lo à análise do órgão estadual competente. III .: 253 .000 m2.

valas ou outras obras de drenagem. à fauna. TITULO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 11 . estaduais ou municipais. Artigo 13 . sujeitará o infrator às sanções previstas pela Lei Federal n° 6938/81 e Decreto Federal n° 99274/90.Os Municípios localizados em área de ocorrência de Mata Atlântica deverão fomentar. comprovando-se que as obras pretendidas não causarão consequências danosas à vegetação.” STELA GOLDENSTEIN Secretária Adjunta do Meio Ambiente Presidente do Consema em Exercício Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.274/90. sem prejuízo do licenciamento segundo as normas vigentes. deverão ser obedecidas todas as disposições legais pertinentes. Artigo 18 .5 m e cuja ocupação implique na necessidade de executarem-se aterros.A não observância do disposto nesta Resolução.As disposições desta Resolução não excluem o atendimento à legislação ambiental e de interesse histórico e cultural e. Artigo 14 . ou por espaços territoriais especialmente protegidos ou de interesse ambiental ou cultural promovidos pelo Poder Público. Artigo 17 . Artigo 16 .Para implantação de empreendimentos imobiliários.A não-observância do disposto nesta Resolução sujeitará o infrator e o responsável técnico indicado na respectiva ART às sanções previstas nos artigos 14 e 15 da Lei Federal n° 6.em áreas com lençol freático com profundidade igual ou inferior a 1. Artigo 12 . a arborização de ruas e demais logradouros públicos. tratamento e disposição de esgotos sanitários ou de outra solução compatível. de 8m2 de área verde por habitante. às drenagens superficial e subterrânea e a qualidade das águas. prioritariamente com espécies nativas e adequadas à manutenção e melhoria da qualidade de vida. revogando-se as disposições em contrário. em suas áreas urbanas.: 254 .O responsável pelo empreendimento e o responsável técnico indicado na respectiva ART deverão subscrever Termo de Responsabilidade perante os órgãos licenciadores.Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. àquela que rege o uso e o parcelamento do solo urbano. visando atingir o estabelecimento. Parágrafo único . no mínimo. abrangida por zoneamentos ambientais. será necessária a aprovação. pelo órgão estadual competente de estudo técnico e projeto executivo elaborado por profissional legalmente habilitado. conforme modelo anexo.Estando a área. Artigo 15 . inclusive o costeiro.938/81 e no Decreto Federal n° 99. sejam leis federais. o que deverá ser comprovado através de atestado emitido pelos órgãos estaduais competentes. a autorização para a supressão deverá ficar condicionada à existência de sis tema público de coleta. em especial.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas I . cuja vegetação é objeto da pretendida supressão.A autorização para supressão de vegetação ficará condicionada a aprovação do empreendimento junto aos órgãos licenciadores competentes.

b) .epífitas aparecendo com maior número de indivíduos e espécies em relação ao estágio inicial.epífitas.baixa diversidade biológica com poucas espécies arbóreas ou arborescentes. h) . podendo ocorrer árvores remanescentes da vegetação pr imária. quando presente.CONAMA.Espécies lenhosas com distribuição diamétrica de pequena amplitude com DAP médio inferior a 4.distribuição diamétrica apresentando amplitude moderada com predomínio dos pequenos diâmetros. pode ser contínua ou não. e Considerando a necessidade de se definir vegetação primária e secundária nos estágios inicial. com baixa diversidade. alterado pelo Decreto 1. Vernonia sp (candela).serapilheira.cobertura arbórea. Micopnia spp (folha-defogo). e) . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. c) . Artigo 3º . d) . Solanun spp (jurubeba-braba). Lantaba spp (alecrim).00 m. se existentes.ausência de subosque. a ponto de não afetar significativamente suas características originais de estrutura e espécies. se presentes. sendo os efeitos das ações antrópicas mínimos. passam a ser assim definidos: I . DAP médio entre 4.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas SERGIPE RESOLUÇÃO CONAMA Nº 34/94 7 de dezembro de 1994 O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE .Vegetação secundária ou em regeneração é aquela resultante dos processos naturais de sucessão total ou parcial da vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais. com a ocorrência eventual de indivíduos emergentes. f) .00 m: c) . g) . quando presentes podem ser herbáceas ou lenhosas. com ocorrência de indivíduos emergentes. formando uma camada fina pouco decomposta. i) .00 a 14.Estágio médio de regeneração: a) .Estágio inicial de regeneração: a) . de 31 de Agosto de 1981. f) .00 cm e altura média de até 4.serapilheira pode apresentar variações de espessura de acordo com as estações do ano e local. tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno. Cecropia sp (umbaúba). Artigo 2º . Cordianodosa (grão-de-galo). são representadas principalmente por líquens.trepadeiras. de 10 de Fevereiro de 1993. p redominando sobre a herbácea. briófitas e pteridófi tas.Os estágios em regeneração da vegetação secundária a que se refere o artigo 6º do Decreto 750/93. regulamentada pelo Decreto 99. de 1 de Agosto de 1994 e seu Anexo I. Myciaria sp (cambuí).938.diversidade biológica significativa.Vegetação primária é aquela de máxima expressão local.: 255 . são geralmente herbáceas. II . b) . podendo apresentar plântulas de espécies características de outros estágios. e) .fisionomia arbórea e/ou arbustiva. de 6 de Junho de 1990.A florística está representada em maior frequência por: Psidium spp (murta). no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 6. RESOLVE: Artigo 1º .fisionomia herbáceo/arbustiva de porte baixo. d) .274. Vismia sp (latre).00 cm e altura média de até 12.espécies pioneiras abundantes. e a fim de orientar os procedimentos de licenciamento de atividades florestais no Estado de Sergipe.trepadeiras. g) .205. variando de aberta a fechada. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica em cumprimento ao Disposto no artigo 6º do Decreto 750. Myrcia sp (araçá). com grande diversidade biológica. com cobertura vegetal variando de fechada a aberta.

epífitas.grande diversidade biológica.Estágio avançado de regeneração: a) . Casearia quianens is (camarão).A caracteriza ção dos estágios de regeneração da vegetação definidos no artigo 3º desta Resolução não é aplicável a restingas e manguezais.distribuição diamétrica de grande amplitude: com DAP médio acima de 14.estrato herbáceo. Cordia tricholoma (freijó-da-folha-larga).fisionomia arbórea dominante sobre as demais.subosque presente. Manilkara salzmanni (maçaranduba).: 256 . Guaruma umlifolia (umbigo-de-caçador). arbustivo. e do histórico do uso da terra. horizontalmente amplas. Lecythis sp (sapucaia).serapilheira abundante. podendo apresentar árvores emergentes. e) . Cupania revolta (cambota).00 cm e altura de 12. Apeíba tibourbou (pau-de-jangada). principalmente na floresta ombrófila. HENRIQUE BRANDÃO CAVALCANTI Presidente do CONAMA ROBERTO SÉRGIO STUDART WIEMER Secretário-Executivo Substituto Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Os parâmetros de altura média e DAP médio definidos nesta Resolução. g) . d) . formando dossel fechado e relativamente uniforme no porte.Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. h) . presentes em grande número de espécies e com grande abundância.dependendo da formação florestal. e um notadamente arbóreo.florestas neste estágio podem apresentar fisionomia semelhante à vegetação primária. Astroniua fraxinifolium (gonçalo-alves). Artigo 4º . Xilopia brasiliensis (pindaíba). clima e solos locais.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Resoluções Conama de abrangência estadual e deliberações dos Consemas h) i) . estão válidos para todas as demais formações florestais existentes no território do Estado de Sergipe previstas no Decreto 750/93. m) . f) .subosque normalmente menos expressivo do que em estágio médio.copas superiores. Bowdichia viroiliodes (sucupira).espécies emergentes ocorrendo com diferentes graus de intensidade. Ingá spp (ingá). Protium . Oc otea (louro).00 m.A florística está representada em maior frequência por: Sclerolobium densiflorum (ingá porca). Byrsonima serícea (murici). Parágrafo único: As restingas serão objeto de regulamentação específica. Cedrella sp (cedro). pode haver espécies dominantes. b) . i) . c) . l) . j) . Viertex sp (maria-preta). Sclerolobium densiflorum (ingá porca). executando-se manguezais e restingas.trepadeiras geralmente lenhosas e ricas em espécies. os demais parâmetros podem apresentar diferenciações em função das condições de relevo. n) . Artigo 5º . Tapirira quianensis (pau-pombo). Artigo 6º .(amescia). . revogadas as disposições em contrário. III .a florística está representada em maior frequência: Tabeluia spp (pau-d’arco).

com as respectivas delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil. 2º Para os efeitos desta Lei. Art.a manutenção biodiversidade. que inclui: Floresta Ombrófila Densa. Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual.IBAMA.803. e a legislação dos Estados. Paulo Bornhausen. de forma a harmonizar o desenvolvimento econômico-social com a manutenção do equilíbrio ecológico.285/92 a seguinte redação: o Dispõe sobre a utilização e a proteção da Mata Atlântica O Congresso Nacional decreta: Art. 4º São proibidos o corte. de estudo impacto ambiental. far-se-ão de acordo com o que dispõe a presente Lei. III .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica Projeto de Lei nº 3. IV .CONAMA. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. sem prejuízo do disposto na legislação para obras.: 257 . 186 e 225 da Constituição Federal.o fomento de atividades públicas e privadas compatíveis com a manutenção do equilíbrio ecológico. Art. considera-se Mata Atlântica as formações florestais e ecossistemas associados inseridos no domínio Mata Atlântica.771. em outubro de 1997. obedecidas a Lei 4. tendo em vista o disposto nos artigos 182. de 18 de julho de 1989. 1º A utilização e a proteção da Mata Atlântica. Fabio Feldmann) Substitutivo do Dep. a critério do Conselho Nacional do Meio Ambiente . com as alterações promovidas pela Lei nº 7. restingas e campos de altitude associados. projetos ou atividades declarados oficialmente de utilidade pública. a supressão e a exploração Mata Atlântica. de 1992 (Dep. projetos ou atividades de significativo impacto ambiental. em caráter excepcional. quando necessários à realização de obras. 3 assegurem: o A utilização e a proteção da Mata Atlântica far-se-ão dentro d condições que e I . IBGE 1993. Art. § 2º O corte e a supressão previstos no parágrafo anterior dependerão: a) da realização. manguezais. b) de prévio licenciamento pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis . brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste. Floresta Ombrófila Mista.285.o controle da ocupação agrícola e urbana. e a recuperação da vegetação de Mata Atlântica e sua II . Dê-se ao Projeto de Lei N 3.o estímulo ao desenvolvimento de pesquisas. aprovado na Comissão de Minas e Energia. Floresta Ombrófila A berta. a difusão de tecnologias de manejo sustentável da vegetação de Mata Atlântica e a formação d uma consciência pública e sobre a necessidade de recuperação e manutenção do ecossistema. de 15 de Setembro de 1965. da vegetação primária da § 1º Excetuam-se do disposto no "caput" deste artigo o corte e a supressão de vegetação primária da Mata Atlântica.

bem como as populações tradicionais com posse coletiva de terra. em caráter excepcional. § 3º O corte e a supressão da vegetação. nas regiões metropolitanas e áreas urbanas. explorando-a mediante o trabalho pessoal e o de sua família. de 15 de setembro de 1965. § 2º Para os efeitos desta Lei. para efeito no disposto no parágrafo anterior. integrante do SISNAMA e da averbação em cartório da área de reserva legal estabelecida na Lei nº 4. informando-se ao CONAMA. 5º São proibidos o corte e a supressão da vegetação secundária nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica. devidamente motivada. em caráter supletivo. assim consideradas em Lei. será regulamentado pelo CONAMA. § 5º Os estudos e levantamentos necessários à averbação da reserva legal pelo pequeno produtor rural. b) da vegetação secundária em estágio médio de regeneração. de 15 de setembro de 1965. necessário ao desenvolvimento de práticas conservacionistas. e modificações posteriores. 6º O corte eventual de vegetação primária ou de vegetação secundária em estágio avançado ou médio de regeneração da Mata Atlântica. § 1º Excetuam-se do disposto neste artigo. quando necessários à execução de obras. do órgão estadual competente. c) da vegetação secundária em estágio médio de regeneração. b) da realização. o corte e a supressão: a) da vegetação secundária em estágio avançado de regeneração. do Conselho Nacional do Meio Ambiente . ressalvado o disposto no art 9º.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica c) de prévia aprovação. Art. dependerá de licença prévia. 7º É proibido. e modificações posteriores. na hipótese prevista na alínea "c" do § 1º deste artigo. integrante do SISNAMA. atividades ou projetos declarados oficialmente de utilidade pública. atividades ou projetos declarados oficialmente de utilidade pública ou de interesse social. pelo pequeno produtor rural. do órgão estadual competente. o parcelamento do solo para fins de loteamento ou qualquer edificação em área de vegetação primária ou de vegetação secundária no estágio avançado de regeneração da Mata Atlântica. dependerão: a) de prévia autorização. devidamente motivada. Art. poderão ser realizados ou custeados pelo Poder Público. em caráter excepcional. quando necessários à execução de obras. de estudo de impacto ambiental. e cuja renda bruta seja proveniente da atividade agropecuária ou do extrativismo rural em 80% (oitenta por cento) no mínimo.CONAMA. admitida a ajuda eventual de terceiros. estabelecidas na Lei nº 4. a critério do Conselho Estadual do Meio Ambiente. quando necessários ao desenvolvimento.: 258 . devidamente motivada. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. nas hipóteses previstas nas alíneas "a" e "b" do § 1º deste artigo. Art. detenha a posse de uma única gleba rural não superior a 40 hectares. § 4º O corte e a supressão da vegetação. sem prejuízo do disposto na legislação para obras de significativo impacto ambiental. considera-se pequeno produtor rural aquele que. de atividades imprescindíveis à sua subsistência e de sua família.771. residindo na zona rural. e do IBAMA. ressalvadas as áreas de preservação permanente e de reserva legal.771.

§ 4º A exploração de espécies da flora nativa comprovadamente plantadas em terra de o pequeno produtor rural. o nas hipóteses previstas no art. III . "b" e "c" e no art. assim declaradas pela União ou pelos Estados e a supressão ou parcelamento puserem em risco a sobrevivência dessas espécies. os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão as medidas necessárias para proteger as espécies da flora e da fauna silvestres ameaçadas de extinção. § 1º As diretrizes e critérios para os projetos de que trata o inciso I deste artigo serão propostos pelo órgão estadual competente integrante do SISNAMA e aprovados pelo CONAMA § 2 As atividades de que trata este artigo dependem de autorização do órgão estadual competente e.exercer a função de proteção de mananciais ou de prevenção e controle de erosão. ressalvado o disposto no art.a exploração deve ser feita de forma sustentável. II . IV . II . 4º. do IBAMA. Verificada a ocorrência do previsto no inciso I deste artigo. obedecidas as seguintes condições: I . do Palmito (Euterpes edulis) e d e outras espécies de significativa importância econômica. de acordo com projeto técnica e cientificamente fundamentado. Art.devem ser asseguradas as condições necessárias para a reprodução e a sobrevivência da espécie explorada. III .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica Art. 8º. no art. V .proteger o entorno das unidades de conservação.: 259 . 5 desta Lei. Parágrafo único. 9º São proibidos o corte e a supressão da vegetação ou o parcelamento do solo. 10º É permitida a exploração seletiva de espécies da flora nativa em área de vegetação secundária nos estágios médio ou avançado de regeneração da Mata Atlântica. § 1º. § 1 . se a vegetação: I .abrigar espécie da flora e da fauna silvestres ameaçadas de extinção. 5o. 8º Nas regiões metropolitanas e áreas urbanas. Art. conforme definição do § 2º do art. ou V . devem obedecer o disposto no plano diretor do município e nas demais legislações correlatas. será autorizada o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. por meio de práticas de roçadas.é proibido o corte de espécies distintas das autorizadas. assim consideradas em Lei. integrante do SISNAMA.devem ser adotadas medidas para a minimização dos impactos ambientais.alíneas "a". no território nacional ou em âmbito estadual. em caráter supletivo. § 3º O Poder Público fomentará o manejo sustentável da Araucária (Araucaria angustifolia). bosqueamento e similares. da Caixeta (Tabebuia cassinoides).possuir excepcional valor paisagístico. e dependerão de prévia autorização do órgão estadual competente. 9º.a exploração não pode prejudicar o fluxo gênico e o trânsito de animais da fauna silvestre entre remanescentes de vegetação primária ou secundária. o parcelamento do solo para fins de loteamento ou qualquer edificação em área de vegetação secundária no estágio médio de regeneração da Mata Atlântica. IV .formar corredores entre remanescentes de vegetação primária ou de vegetação secundária no estágio avançado de regeneração da Mata Atlântica.

obras ou atividades que impliquem no corte ou supressão de vegetação de Mata Atlântica. sem prejuízo do disposto no “caput” deste artigo. nos Estados em que a vegetação remanescente da Mata Atlântica for inferior a cinco por cento da área original. Art. 14. o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. médio e avançado de regeneração da Mata Atlântica. obedecerão ao que estabelece o artigo 4° desta Lei. integrante do SISNAMA. Parágrafo único. Art. Art. quando for comprovada. 11 A exploração eventual. As técnicas e métodos de manejo e enriquecimento de que tratam este artigo serão estabelecidos pelo órgão estadual competente. Art. em caráter supletivo. ouvidos os órgãos estaduais competentes. em local próximo ao seu lugar de moradia. Art. e o Conselho Estadual do Meio Ambiente respectivo. 5 desta Lei. médio e inicial de regeneração da Mata Atlântica é de iniciativa do IBAMA. desmatamento ou qualquer outro tipo de intervenção não autorizada ou licenciada a partir da vigência desta Lei. normas e procedimentos especiais para assegurar ao pequeno produtor e às comunidades tradicionais. a supressão e a exploração da vegetação secundária em estágio inicial de regeneração da Mata Atlântica serão regulamentados por ato do IBAMA. ou dos o pequenos produtores rurais. a existência de alternativa locacional em área já degradada. 12. b) procedimentos simplificados. deverão assistir às populações tradicionais e os pequenos produtores no manejo e exploração sustentável das espécies da flora nativa. informando-se ao CONAMA. e aprovados pelo CONAMA. nos pedidos de autorização e licença de que trata esta Lei: a) acesso fácil à autoridade administrativa. A vegetação primária ou a vegetação secundária em qualquer estágio de regeneração da Mata Atlântica não perderão esta classificação nos casos de incêndio. informando-se ao CONAMA. O Poder Público fomentará o enriquecimento da vegetação secundária nos estágios inicial.: 260 . Parágrafo único. c) análise e julgamento prioritário dos pedidos. regulamentados pelos conselhos estaduais de meio ambiente. 16 A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado. Art. 10 . 17. integrantes do SISNAMA. O corte. Não são passíveis de licenciamento novos empreendimentos. de espécies da flora nativa. e aprovadas pelo CONAMA.Os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão. ouvidos os órgãos estaduais competentes. para consumo nas propriedades ou posses das populações tradicionais. 13 . em estudo de impacto ambiental. 15. Qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo. Parágrafo único. compatíveis com o seu nível de instrução e de renda. sem propósito comercial direto ou indireto. e pelo IBAMA. bem como o plantio e o reflorestamento com espécies nativas da Mata Atlântica. Parágrafo único. integrantes do SISNAMA. através de técnicas de manejo sustentado. Art.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica mediante procedimentos simplificados. Os órgãos competentes. O corte e a supressão de que trata este artigo. independe de o autorização dos órgãos competentes e demais exigências previstas no art. nos termos o o previstos nos artigos 4 e 5 desta Lei. conforme definição do § 2º do art.

nos termos desta Lei. Parágrafo único. 24. que não estejam em conformidade com as disposições desta Lei. O Poder Executivo regulamentará. 25 e 26 desta Lei. Art. supressão ou exploração de vegetação da Mata Atlântica em desacordo com o estabelecido nesta Lei sujeitar -se-á a pena de detenção de um a três anos. às instituições financeiras oficiais. 27. à pessoa física ou jurídica. da vegetação secundaria no estagio médio de regeneração da Mata Atlântica. Art. O servidor público que conceder licença ou autorização para o corte. o empreendimentos e atividades localizadas na região de que trata o art. A conservação.: 261 . Art. em imóvel rural ou urbano. da vegetação primária e da vegetação secundária em qualquer estágio de regeneração da Mata Atlântica. A exploração não autorizada. sujeitará o infrator à pena de detenção de seis meses a dois anos e multa. sujeitará o infrator à pena de detenção de três meses a um ano e multa. O não cumprimento do disposto nesta Lei sujeitará o infrator a penas administrativas. Parágrafo único. 23.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica Art. O corte ou a supressão não autorizados. Art. a critério do juiz. O corte ou a supressão não autorizado. 22. 24. 20. a pena será de dois a seis meses de detenção e multa. com o propósito de desenvolver atividades imprescindíveis à sua subsistência e de sua família. financiamento destinado à realização de obras. sujeitará o infrator à pena de reclusão de um a quatro anos e multa. nos termos desta Lei. da vegetação primária da Mata Atlântica. Art. Art. da vegetação secundaria no estagio avançado de regeneração da Mata Atlântica. nos termos desta Lei. Nas hipóteses previstas nos artigos 21. civis e penais.ITR. nos termos desta Lei. com finalidade comercial. com finalidade comercial. da vegetação primária da Mata Atlântica. com finalidade comercial. 29. nos termos desta Lei. Art. Art. e multa. da vegetação secundaria no estagio avançado de regeneração da Mata Atlântica. de direito público ou privado. 25. 18. se houver reconhecimento judicial de que o ato tenha sido praticado por pequeno produtor rural ou integrante de comunidade tradicional. 26. A exploração não autorizada. sujeitará o infrator à pena de detenção de seis meses a dois anos e multa. nos termos desta Lei. As áreas de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado e médio de regeneração da Mata Atlântica são consideradas área não aproveitável para fins de aplicação do Imposto Territorial Rural . 21. 23. Art. É vedado. no prazo de 120 dias a partir da publicação desta Lei. tem uma função social. Art. No caso de reincidência do ato. A exploração não autorizada. a pena restritiva de liberdade será convertida em restritiva de direitos e multa. 2 . sujeitará o infrator à pena de detenção de um a seis meses e multa. Art. conforme as leis vigentes dispondo sobre condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. sem prejuízo da obrigação de reparar os danos causados. 19. a concessão. 28. excluir -se-á de criminalidade. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Se a exploração for feita sem finalidade comercial. os procedimentos necessários à aplicação do disposto no caput deste artigo. O corte ou a supressão não autorizado. da vegetação secundaria no e stagio médio de regeneração da Mata Atlântica. sujeitará o infrator à pena de detenção de três meses a um ano e multa. Parágrafo único.

de forma expressa. subordinação ou supervisão. no caso de multa. Art. Quem. c) . b) deixar de informar e orientar.a gravidade do fato. d) . os antecedentes. Art. Art. deixar de impedir a sua prática. Art. 33. Revogam-se as disposições em contrário. Esta lei entra em vigor na data da sua publicação. sobre as normas e restrições ao uso da Mata Atlântica estabelecidas nesta Lei. II .Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica Art. o gerente.aplicar as sanções administrativas cabíveis. ao aplicar as sanções penais. para apuração de sua responsabilidade.a situação econômica do infrator.: 262 . incide nas penas a estas cominadas.fiscalizar as atividades e projetos existentes na Mata Atlântica. tendo em vista os motivos da infração e suas conseqüências para a conservação da Mata Atlântica. Art. A autoridade competente. 32. Esta lei será regulamentada. 36.a culpabilidade. em de de 199 . III . b) .os antecedentes do agente quanto ao cumprimento da legislação ambiental. no prazo de 120 (cento e vinte) dias. compete: a) . o auditor. Sala das Sessões. aos órgãos integrantes do SISNAMA. bem como o diretor. no que couber. quando podia agir para evitá-la. concorre para a pratica dos crimes previstos nesta Lei. bem como os motivos e as circunstancias do crime indicarem que a substituição é suficiente para efeitos de reprovação e prevenção do crime. para a adoção das providências cíveis e penais cabíveis.o réu não for reincidente nos crimes contra o meio ambiente. observará: I . e estimularão estudos técnicos e científicos visando a conservação e o manejo racional da Mata Atlântica e sua biodiversidade. o administrador. 34. consoante a legislação específica. Art.informar imediatamente ao Ministério Público. Os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão as providências necessárias para o rigoroso e fiel cumprimento desta Lei. o membro de conselho e de órgão técnico. As penas privativas de liberdade estabelecidas nesta lei poderão ser substituídas por penas restritivas de direitos quando: I . II . o preposto ou o mandatário de pessoa jurídica que: a) sabendo da conduta criminosa de outrem. Deputado Paulo Bornhausen Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.representar junto ao conselho profissional competente aonde estiver inscrito o responsável técnico por projeto conduzido com infração ao disposto nesta Lei. dentre outras atribuições previstas nesta e nas demais leis. 35. de qualquer forma. o controlador. 30. 37. na medida da sua culpabilidade. pessoa sob sua autoridade. Art. 31. a conduta social e a personalidade do condenado.

patrimônio nacional. localizadas nos Estados do Rio Grande do Sul. II . de 1993: a totalidade das florestas Ombrófila Densa. consideram-se Ecossistemas Atlânticos a vegetação nativa da Mata Atlântica e ecossistemas associados. respeitados os artigos 170.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica Projeto de Lei nº 285. compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. proteção e utilização dos Ecossistemas Atlânticos. as ilhas litorâneas e os demais ecossistemas associados às formações an teriormente descritas conforme segue: I . de 18 de julho de 1989. inciso VI. compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. com as seguintes delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil. A conservação. também denominados de campos.as matas de topo de morro e de encostas do Nordeste. OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DO REGIME JURÍDICO DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS Art. Ombrófila Aberta. IV . entre os tipos de vegetação descritos nas alíneas anteriores. também denominadas de contatos.os encraves de estepes. do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. III . V .as formações vegetais nativas dos Arquipélagos de Fernando de Noronha e Trindade. observarão o que estabelece a presente Lei. também denominada de Mata de Araucárias. do artigo 225.981 e na Lei nº 9. em novembro de 1999. Espírito Santo. Bahia. 1º. e dá outras providências. Rio Grande do Norte. 182. as vegetações de restingas.: 263 . Para os efeitos desta Lei. Art 3 . Santa Catarina. 2º. Luciano Pizzatto. compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. aprovado na Comissão de Defesa do Consumidor. na Lei nº 5. Jacques Wagner) Substitutivo do Dep. Estacional Semidecidual e Estacional Decidual. Sergipe.as áreas de tensão ecológica. estabelecendo normas e critérios para a conservação. proteção e a utilização dos Ecossistemas Atlânticos. de 15 de Setembro de 1965.771. as Florestas Estacionais Semideciduais e Deciduais do Estado de Mato Grosso do Sul localizadas nos vales dos rios da margem direita do Rio Paraná e Serra da Bodoquena e do Estado de Goiás localizadas nas margens do Rio Paranaíba. Minas Gerais. inciso II. Paraíba.803. com as alterações promovidas pela Lei nº 7. e 225 da Constituição Federal.os encraves de savanas. bem como o disposto na Lei nº 4.os encraves de campos de altitude.938. de 31 de agosto de 1. São Paulo. também denominados de cerrados.197. Meio Ambiente e Minorias. de 12 de fevereiro de 1998. Paraná. de 1999 (Dep. Alagoas.605. O Congresso Nacional decreta: TÍTULO I DAS DEFINIÇÕES. SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 285 / 1999 Regulamenta o parágrafo 4º. também denominadas brejos e chãs. da Constituição Federal. de dunas e de cordões arenosos. bem como os manguezais. 186. CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES Art. da Serra do Mar e da Zona Costeira. na Lei nº 6. Ombrófila Mista. Pernambuco. patrimônio nacional. VI . de 3 de janeiro de 1967. Ceará e Piauí. Consideram -se para os efeitos desta lei: o Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Rio de Janeiro.

III – pousio: prática que prevê a interrupção do uso agrosilvopastoril do solo por um ou mais anos para possibilitar a recuperação de sua fertilidade. II – população tradicional: população vivendo em estreita relação com o ambiente natural. médio e inicial de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos. VI – enriquecimento ecológico: atividade técnica e cientificamente fundamentada. de forma socialmente justa e economicamente viável. IV – existência. através da reintrodução de espécies nativas. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DO REGIME JURÍDICO DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS Art. VIII – diversidade e dominância de espécies.exploração sustentável: exploração do ambiente de maneira a garantir a perenidade dos recursos ambientais renováveis e dos processos ecológicos.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica I . e aprovada pelo CONAMA. estéticos e turísticos. desmatamento ou qualquer outro tipo de intervenção não autorizada ou não licenciada. cuja renda bruta seja proveniente da atividade agrosilvopastoril ou do extrativismo rural em oitenta por cento no mínimo. dependendo de seus recursos naturais para a sua reprodução sociocultural. III – distribuição diamétrica e altura. do regime hídrico e da estabilidade social. diversidade e quantidade de epífitas. da prevenção. será de iniciativa do IBAMA. diversidade e quantidade de trepadeiras. da celeridade procedimental e da gratuidade dos serviços administrativos prestados ao pequeno produtor rural e às populações tradicionais. tais como controle de fogo. 4 º . § 1º. dos valores paisagísticos. Na definição referida no caput deste artigo. Art. do usuário-pagador. por objetivos específicos. 5º. VI – presença. da transparência das informações e atos. 6º. II – estratos predominantes.: 264 . integrantes do SISNAMA. V . mantendo a biodiversidade e os demais atributos ecológicos. residindo na zona rural. A proteção e a utilização dos Ecossistemas Atlânticos têm por objetivo geral o desenvolvimento sustentável e. a salvaguarda da biodiversidade. A definição de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado. serão observados os seguintes parâmetros básicos: I – fisionomia. Parágrafo único – Na proteção e na utilização dos Ecossistemas Atlânticos serão observados os princípios da função socioambiental da propriedade. em período que a vegetação nativa não atinja o estágio médio de regeneração. da gestão democrática. admitida a ajuda eventual de terceiros. IV – prática preservacionista: atividade técnica e cientificamente fundamentada. bem como as posses coletivas de terra considerando-se a fração individual não superior a cinqüenta hectares. da saúde humana. da precaução. detenha a posse de gleba rural não superior a cinqüenta hectares. A vegetação primária ou a vegetação secundária em qualquer estágio de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos não perderão esta classificação nos casos de incêndio. V – existência. ouvidos os órgãos estaduais competentes. erosão. espécies exóticas e invasoras. explorando-a mediante o trabalho pessoal e de sua família. Art. ausência e características da serapilheira. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.pequeno produtor rural: aquele que. VII – sub-bosque. Qualquer intervenção na vegetação primária ou secundária nos estágios avançado e médio de regeneração somente poderá ocorrer após atendido o disposto neste artigo. IX – espécies vegetais indicadoras. por meio de atividades de baixo impacto ambiental. imprescindível à proteção da integridade da vegetação nativa. § 2 º . nas hipóteses de vegetação nativa localizada. que vise a recuperação da diversidade biológica em áreas de vegetação nativa. da eqüidade intergeracional.

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica

Art. 7º. A proteção e a utilização dos E cossistemas Atlânticos far-se-ão dentro de condições que assegurem: I - a manutenção e a recuperação da biodiversidade, vegetação, fauna e regime hídrico dos Ecossistemas Atlânticos para as presentes e futuras gerações; II - o estímulo à pesquisa, à difusã o de tecnologias de manejo sustentável da vegetação e à formação de uma consciência pública sobre a necessidade de recuperação e manutenção dos ecossistemas; III - o fomento de atividades públicas e privadas compatíveis com a manutenção do equilíbrio ecológico; IV - o disciplinamento da ocupação agrícola e urbana, de forma a harmonizar o crescimento econômico com a manutenção do equilíbrio ecológico. TÍTULO II DO REGIME JURÍDICO GERAL DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS Art. 8º . O corte, a supressão e a exploração da vegetação dos Ecossistemas Atlânticos far -se-ão de maneira diferenciada, conforme se trate de vegetação primária ou secundária, nesta levando-se em conta o seu estágio de regeneração. Art. 9º . A exploração eventual, sem propósito comercial direto ou indireto, de espécies da flora nativa, para consumo nas propriedades rurais ou posse das populações tradicionais ou dos pequenos produtores rurais, independe de autorização dos órgãos competentes. Parágrafo único - Os órgãos competentes, sem prejuízo do disposto no caput deste artigo, deverão assistir às populações tradicionais e os pequenos produtores no manejo e exploração sustentáveis das espécies da flora nativa. Art. 10. O Poder Público fomentará o enriquecimento ecológico da vegetação dos Ecossistemas Atlânticos, bem como o plantio e o reflorestamento com espécies nativas, em especial as iniciativas voluntárias de proprietários rurais, sem prejuízo da obrigação de reparar os danos ambientais causados. § 1º. Nos casos em que o enriquecimento ecológico exigir a supressão de espécies nativas, que gerem produtos ou subprodutos comercializáveis, será exigida a autorização pelo órgão estadual competente, ou pelo Ibama em caráter supletivo, mediante procedimento simplificado. § 2º. Visando controlar o efeito de borda, nas áreas de entorno de fragmentos de vegetação nativa, o Poder Público fomentará o plantio de espécies florestais, nativas ou exóticas. Art. 11. O corte e a supressão da vegetação ou o parcelamento do solo dos Ecossistemas Atlânticos previstos nesta Lei, ficam vedados, dentre outros casos, quando: I - a vegetação: a) abrigar espécies da flora e da fauna silvestres ameaçadas de extinção, no território nacional ou em âmbito estadual, assim declaradas pela União ou pelos Estados, e a intervenção ou o parcelamento puserem em risco a sobrevivência dessas espécies; b) exercer a função de proteção de mananciais ou de prevenção e controle de erosão; c) formar corredores entre remanescentes de vegetação primária ou secundária no estágio avançado de regeneração. d) proteger o entorno das unidades de conservação; ou, e) possuir excepcional valor paisagístico. II – o proprietário ou posseiro não cumprir os dispositivos da legislação ambiental, em especial as exigências da Lei nº 4.771, de 15 de Setembro de 1965, no que respeita às Áreas de Preservação Permanente e à Reserva Legal. Parágrafo único. Verificada a ocorrência do previsto na alínea a, do inciso I deste artigo, os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão as medidas necessárias para proteger as espécies da flora e da fauna silvestres ameaçadas de extinção, caso existam

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fatores que o exijam, ou fomentarão e apoiarão as ações e os proprietários de áreas que estejam mantendo ou sustentando a sobrevivência destas espécies. Art. 12. Novos empreendimentos que impliquem o corte ou supressão de vegetação dos Ecossistemas Atlânticos deverão ser implantados em áreas já substancialmente alteradas ou degradadas. Art. 13. Os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão normas e procedimentos especiais para assegurar ao pequeno produtor e às populações tradicionais, nos pedidos de autorização de que trata esta Lei: I - acesso fácil à autoridade administrativa, em local próximo ao seu lugar de moradia; II - procedimentos gratuitos, céleres e simplificados, compatíveis com o seu nível de instrução; III - análise e julgamento prioritários dos pedidos. Art. 14. Para fins ambientais, na hipótese de vegetação primária ou secundária em estágio avançado de regeneração, a declaração de utilidade pública ou interesse social é de competência do CONAMA, por proposta do órgão estadual integrante do SISNAMA, após a anuência do IBAMA. No caso de vegetação secundária em estágio médio de regeneração, a declaração é de competência dos conselhos estaduais de meio ambiente. § 1 º . Na proposta de declaração de utilidade pública, o órgão proponente, dentre outros requisitos, indicará, de forma detalhada, a alta relevância da atividade ou intervenção para a segurança nacional, proteção sanitária e obras de infra-estrutura de interesse nacional, indicando, ainda a inexistência de alternativa técnica e locacional disponíveis. § 2º. Na proposta de declaração de interesse social, o órgão proponente, dentre outros requisitos, indicará, de forma detalhada, a inexistência de alternativa técnica e locacional e a alta relevância da atividade ou intervenção para a construção de casas populares, para a implantação de projetos de comprovada importância social e econômica, ou para o aproveitamento de recursos minerários que, no contexto nacional, sejam preciosos ou estratégicos. Art. 15. Na hipótese de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, o órgão competente exigirá a elaboração de Estudo Prévio de Impacto Ambiental, ao qual se dará publicidade, assegurada a participação pública. Art. 16. Na regulamentação desta lei, deverão ser adotadas normas e procedimentos especiais, simplificados e céleres, para os casos de reutilização das áreas agrícolas submetidas ao pousio. Art. 17. O corte ou supres são de vegetação dos Ecossistemas Atlânticos, autorizados por esta Lei, ficam condicionados à compensação ambiental, na forma de destinação de área equivalente à extensão da área desmatada, com as mesmas características ecológicas, na mesma bacia hidrográfica, sempre que possível na mesma micro-bacia hidrográfica. § 1º Não sendo possível a compensação ambiental prevista no caput deste artigo, será exigida a reposição florestal, com espécies nativas, em área equivalente à desmatada, na mesma bacia hidrográfica, sempre que possível na mesma micro-bacia hidrográfica. § 2º A compensação ambiental a que se refere este artigo não se aplica aos casos previstos no artigo 23, inciso III, ou de corte ou supressão ilegais. Art. 18. Nos Ecossistemas Atlânticos, é livre a coleta de subprodutos florestais tais como frutos, folhas ou sementes, bem como as atividades de uso indireto, desde que não coloquem em risco as espécies da fauna e flora, observando-se as limitações legais especificas e em particular as relativas à biossegurança. Art. 19. O corte eventual de vegetação primária ou secundária nos estágios médio e avançado de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos, para fins de práticas

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preservacionistas, será regulamentado pelo CONAMA e autorizado pelo órgão estadual integrante do SISNAMA. TÍTULO III DO REGIME JURÍDICO ESPECIAL DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS CAPÍTULO I DA PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO PRIMÁRIA Art. 20. O corte e a supressão da vegetação primária dos Ecossistemas Atlânticos somente serão autorizados em caráte r excepcional, quando necessários à realização de obras, projetos ou atividades de utilidade pública, pesquisas científicas e práticas preservacionistas. Parágrafo único. O corte e a supressão, no caso de utilidade pública, dependerão de autorização do órgão estadual competente integrante do SISNAMA, mediante aprovação de Estudo Prévio de Impacto Ambiental, anuência prévia do IBAMA, e decisão devidamente motivada do CONAMA, na forma da regulamentação desta Lei. CAPÍTULO II DA PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA EM ESTÁGIO AVANÇADO DE REGENERAÇÃO Art. 21. O corte, a supressão e a exploração da vegetação secundária no estágio avançado de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos somente serão autorizados: I – em caráter excepcional, quando necessários à exec ução de obras, atividades ou projetos de utilidade pública, pesquisa científica e práticas preservacionistas; II - para a exploração seletiva de espécies da flora, conforme disposto no artigo 27 desta Lei. Art. 22. O corte e a supressão previsto no artigo 21, inciso I, no caso de utilidade pública, dependerão de autorização motivada do órgão estadual competente, integrante do SISNAMA, anuência prévia do IBAMA, informando-se o CONAMA, na forma da regulamentação desta Lei, sem prejuízo da exigibilidade de Es tudo Prévio de Impacto Ambiental. Parágrafo único – Ao IBAMA compete, em caráter supletivo, expedir a autorização referida no caput deste artigo, informando-se ao CONAMA. CAPÍTULO III DA PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA EM ESTÁGIO MÉDIO DE REGENERAÇÃO Art. 23. O corte, a supressão e a exploração da vegetação secundária em estágio médio de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos somente serão autorizados: I - em caráter excepcional, quando necessários à execução de obras, atividades ou projetos de utilidade pública ou de interesse social, pesquisa científica e práticas preservacionistas; II - para a exploração seletiva de espécies da flora, conforme disposto no artigo 27 desta Lei; III - quando necessários ao pequeno produtor rural e populações tradicionais para o exercício de atividades agrosilvopastoris imprescindíveis à sua subsistência e de sua família, ressalvadas as áreas de preservação permanente e, quando for o caso, após averbação da reserva legal, nos termos da Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965. Art. 24. O corte e a supressão da vegetação em estágio médio de regeneração, de que trata o Art. 23, inciso I, nos casos de utilidade pública ou interesse social, dependerão de autorização motivada do órgão estadual integrante do SISNAMA, após anuência prévia do IBAMA, informando-se ao CONAMA. § 1º. Compete ao IBAMA, em caráter supletivo, expedir a autorização referida no caput deste artigo, informando-se ao CONAMA.

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§ 2º. Na hipótese do inciso III do artigo 23, a autorização é de competência do órgão estadual integrante do SISNAMA, informando-se ao IBAMA, na forma da regulamentação desta Lei. CAPÍTULO IV DA PROTEÇÃO DA VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA EM ESTÁGIO INICIAL DE REGENERAÇÃO Art. 25. O corte, a supressão e a exploração da vegetação secundária em estágio inicial de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos serão regulamentados por ato do Conselho Estadual do Meio Ambiente, informando-se ao CONAMA. Parágrafo único. O corte, a supressão e a exploração de que trata este artigo, nos Estados em que a vegetação primária e secundária remanescente de Ecossistemas Atlânticos for inferior a cinco por cento da área original, submeter -se-ão ao regime jurídico aplicável à vegetação secundária em estágio médio de regeneração. Art. 26. Será admitida a prática agrícola do pousio, nos Estados da Federação onde tal procedimento é utilizado tradicionalmente. CAPÍTULO V DA EXPLORAÇÃO SELETIVA DE VEGETAÇÃO SECUNDÁRIA EM ESTÁGIOS AVANÇADO E MÉDIO DE REGENERAÇÃO Art. 27. É permitida a exploração seletiva de espécies da flora nativa em área de vegetação secundária nos estágios inicial, médio ou avançado de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos, obedecidos, dentre outros, os seguintes pressupostos: I – exploração sustentável, de acordo com projeto técnica e cientificamente fundamentado; II – manutenção das condições necessárias para a reprodução e a sobrevivência das espécies nativas, inclusive a explorada; III – adoção de medidas para a minimização dos impactos ambientais, inclusive, se necessário, nas práticas de roçadas, bosqueamentos e infra-estrutura. IV – vedação da exploração de espécies distintas das autorizadas; V - exploração não-prejudicial ao fluxo gênico e ao trânsito de animais da fauna silvestre entre fragmentos de vegetação primária ou secundária; VI – coerência entre o prazo previsto para a exploração e o ciclo biológico das espécies manejadas; VII – apresentação de relatórios anuais de execução pelo responsável técnico; VIII – realização de auditorias independentes, com periodicidade compatível com os prazos de exploração e a viabilidade econômica do projeto. § 1º As diretrizes e critérios gerais para os projetos de que trata o inciso I deste artigo serão propostos pelo órgão estadual competente integrante do SISNAMA e aprovados pelo CONAMA. § 2º A elaboração e execução dos projetos de que trata o inciso I deste artigo, observado o disposto nesta Lei, seguirá as especificações definidas pelo responsável técnico, que será co-responsável, nos termos da legislação em vigor, pelo seu fiel cumprimento. § 3º O Poder Público fomentará o manejo sustentável de espécies da flora de significativa importância econômica, garantindo-se a perenidade das mesmas. § 4º As atividades de que trata este artigo dependem de autorização do órgão estadual competente integrante do SISNAMA e, em caráter supletivo, do IBAMA. § 5º. O corte e a exploração de espécies nativas comprovadamente plantadas, ressalvadas as vinculadas à reposição florestal e recomposição de áreas de preservação permanentes, serão autorizados pelo órgão estadual competente integrante do SISNAMA mediante procedimento simplificado a ser regulamentado pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente, ouvindo-se o CONAMA. § 6º Na hipótese do parágrafo anterior, é livre o corte, transporte, utilização ou industrialização quando d estinados ao consumo, sem finalidade econômica direta ou indireta, dentro da mesma propriedade rural.

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§ 7º Ao término de cada período de exploração devidamente aprovado e executado nos termos previstos nesta Lei, fica assegurado o direito de continuidade no período subsequente, mediante apresentação de novo projeto previsto no inciso I deste artigo . § 8º O manejo de espécies arbóreas pioneiras nativas em fragmentos florestais em estágio médio de regeneração, em que sua presença for superior a 60% em relação às demais espécies, será autorizado pelo órgão estadual competente, integrante do SISNAMA, mediante normas simplificadas estabelecidas pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente. Art. 28. No caso de exploração seletiva de espécies vulneráveis, ainda que sob a forma de manejo sustentável, o CONAMA poderá determinar a realização de estudos que comprovem a sustentabilidade ecológica e econômica da atividade e a manutenção da espécie. § 1º Os termos de referência para a realização do estudo de que trata o caput deste artigo serão definidos pelo CONAMA, ouvidos o Ibama e os órgãos estaduais competentes integrantes do SISNAMA dos estados que abriguem as espécies. § 2º A autorização para exploração de espécies vulneráveis, de que trata este artigo será de competência do Ibama, informando-se ao CONAMA.

CAPÍTULO VI DA PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS NAS ÁREAS URBANAS E REGIÕES METROPOLITANAS Art. 29. É proibido, nas regiões metropolitanas e áreas urbanas, assim consideradas em Lei, o parcelamento do solo para fins de loteamento ou qualquer edificação em área coberta por vegetação primária ou secundária no estágio avançado de regeneração de Ecossistemas Atlânticos. Art 30. Nas regiões metropolitanas e áreas urbanas, assim consideradas em Lei, o parcelamento do solo para fins de loteamento ou qualquer edificação, em área de vegetação secundária no estágio médio de regeneração de Ecossistemas Atlânticos, devem obedecer o disposto no Plano Diretor do município e demais legislações ambientais aplicáveis, e dependerão de prévia autorização do órgão estadual competente integrante do SISNAMA, ressalvado o disposto nos arts. 11 e 12. TÍTULO IV DOS INCENTIVOS ECONÔMICOS Art. 31. O Poder Público, sem prejuízo das obrigações dos proprietários e posseiros estabelecidas na legislação ambiental, estimulará, com incentivos econômicos, a proteção e o uso sustentável dos Ecossistemas Atlânticos. § 1 º . Na regulamentação dos incentivos econômicos ambientais, serão observados, dentre outros, as seguintes características da área beneficiada: I – a importância e representatividade ambientais do ecossistema e da gleba; II - a existência de espécies da fauna e flora ameaçadas de extinção; III – a relevância dos recursos hídricos; IV – o valor paisagístico, estético e turístico; V – o respeito às obrigações impostas pela legislação ambiental; VI – a capacidade de uso real e sua produtividade atual. § 2º. Os incentivos de que trata esta Seção não excluem ou reduzem outros benefícios, abatimentos e deduções em vigor, em especial as doaç ões a entidades de utilidade pública efetuadas por pessoas físicas ou jurídicas. Art. 32. As infrações aos dispositivos que regem os benefícios econômicos ambientais, sem prejuízo das sanções penais e administrativas cabíveis, sujeitarão os responsáveis à multa civil de três vezes o valor, atualizado, recebido ou do imposto devido em relação a cada exercício financeiro, além das penalidades e demais acréscimos previstos na legislação fiscal.

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§ 1º. Para os efeitos deste artigo, considera-se solidariamente responsável por inadimplência ou irregularidade a pessoa física ou jurídica doadora ou propositora do projeto ou proposta de benefício. § 2º. A existência de pendências ou irregularidades na execução de projetos do proponente junto ao IBAMA suspenderá a análise ou concessão de novos incentivos, até a efetiva regularização. Art. 33. A conservação, em imóvel rural ou urbano, da vegetação primária ou da vegetação secundária em qualquer estágio de regeneração dos Ecossistemas Atlânticos cumpre função social e é de interesse público. CAPÍTULO I DO FUNDO DE RESTAURAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS Art. 34. Fica instituído o Fundo de Restauração dos Ecossistemas Atlânticos, destinado ao financiamento de projetos de restauração ambiental. §1º O Fundo de Restauração dos Ecossistemas Atlântico será administrado por um Comitê Executivo composto por treze membros, a saber: I – um representante do Ministério do Meio Ambiente , que o presidirá; II – um representante do Ministério do Planejamento e Orçamento; III – um representante do Ministério da Agricultura e do Abastecimento; IV – um representante do Ministério da Ciência e Tecnologia ; V – um representante do Ministério de Orçamento e Gestão; VI – três representantes de organizações não governamentais que atuem na área ambiental de conservação dos Ecossistemas Atlânticos; VII – um representante da Confederação Nacional da Agricultura; VIII – um representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura; IX – um representante da As sociação Nacional de Municípios; X – um representante da Associação dos Órgãos Estaduais do Meio Ambiente XI – um representante de populações tradicionais; §2º A participação no comitê é considerada de relevante interesse público e não será remunerada. §3º O funcionamento do comitê e as atribuições dos membros, bem como as diretrizes de aplicações dos recursos financeiros serão estabelecidos, respectivamente, no regimento interno e em pano operativo anual, os quais deverão ser aprovados em reunião plenária do conselho especifica para estes fins, por deliberação de maioria absoluta dos seus membros. Art. 35. Constituirão recursos do Fundo que trata o art. 34 desta Lei : I – dotações orçamentárias da União; II – recursos resultantes de doações, contribuições em dinheiro, valores, bens móveis e imóveis, que venha a receber de pessoas físicas e jurídicas, nacionais ou internacionais; III – rendimentos de qualquer natureza, que venha a auferir como remuneração decorrente de aplicações do seu patrimônio; IV – outros, previstos em lei. Parágrafo único. As pessoas físicas ou jurídicas que fizerem doações ao Fundo de Restauração dos Ecossistemas Atlânticos gozarão dos benefícios da Lei n. 7.505, de 2 de julho de 1986, conforme se dispuser em regulamento. Art. 36. Serão beneficiários dos financiamentos objeto do Fundo de que trata esta Lei os proprietários rurais que tenham interesse na restauração da vegetação de Ecossistemas Atlânticos, especialmente das áreas consideradas de preservação permanente, reserva legal e RPPN.

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Parágrafo único. As Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público, qualificadas de acordo com a Lei 9.790, de 23 de março de 1999, poderão elaborar e executar em parceria com os beneficiários, projetos e ações voltadas à restauração dos Ecossistemas Atlânticos. CAPÍTULO II DA SERVIDÃO AMBIENTAL Art. 37. O proprietário de imóvel com cobertura vegetal típica de Ecossistema Atlântico poderá, por contrato ou ato de última vontade, constituir servidão ambiental, renunciando a direitos sobre o corte, a supressão e a exploração de que seja titular. Parágrafo único. Na constituição de servidão ambiental, o proprietário amplia a proteção da flora da área serviente, reclassificando-a, voluntariamente, e aceitando elevar o grau das restrições legais aplicáveis, tomando por base os regimes jurídicos previstos nesta Lei para os vários estágios de sucessão dos Ecossistemas Atlânticos (vegetação secundária em estágio inicial médio ou avançado de regeneração e vegetação primária). Art. 38. A servidão ambiental poderá ser gratuita ou onerosa, temporária ou perpétua. § 1 º . A servidão ambiental onerosa poderá ser privada ou tributária. § 2º. Se temporária, a servidão ambiental não poderá ser constituída por prazo inferior a quinze anos . § 3 º .É livre ao titular da servidão ambiental aliená-la ou transferi-la a outrem. Art. 39. A servidão ambiental poderá incidir sobre qualquer espaço protegido como Ecossistema Atlântico, inclusive a Reserva Legal, desde que averbada, excluídas as Áreas de Preservação Permanente. Art. 40. A servidão ambiental deverá ser averbada na transcrição ou matrícula do imóvel. § 1º. Após a averbação e durante a sua duração, se temporária, a servidão ambiental torna-se indivisível, vedado, a qualquer título, seu cancelamento, mesmo judicial, ou extinção. § 2º. No caso de partilha, a servidão ambiental subsiste e continua a gravar cada uma das parcelas servientes, salvo se, por força da divisão do imóvel, sua área de abrangência não afetar todas elas. Art. 41. O proprietário do imóvel serviente, dentre outras obrigações, deverá: I – cuidar e manter a flora, fauna e recursos hídricos da propriedade serviente, nos termos da servidão; II - fazer relatório anual simplificado ao titular da servidão e ao órgão ambiental estadual; III – permitir ao titular da servidão, pelo menos uma vez ao ano, inspecionar a área serviente. Parágrafo único - Na hipótese de servidão ambiental tributária, o relatório previsto no inciso II, do caput deste artigo, também será enviado ao IBAMA, ao Departamento da Receita Federal, do Ministério da Fazenda, e ao Ministério Público, ou aos orgãos equivalentes no estado quando for o caso, utilizando formulário aprovado pelo CONAMA. CAPÍTULO III DOS INCENTIVOS TRIBUTÁRIOS SEÇÃO I DA NÃO INCIDÊNCIA DE IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL Art. 42. Não incidirá Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR sobre as área de vegetação primária e de vegetação secundária nos estágios avançado e médio de regeneração de Ecossistemas Atlânticos.

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SEÇÃO II DA DEDUÇÃO DE IMPOSTO SOBRE A RENDA DE DOADOR AMBIENTAL Art. 43. A pessoa física ou jurídica poderá aplicar parcelas do Imposto sobre a Renda – IR na constituição de áreas conservadas e em projetos específicos de melhoria ambiental. Parágrafo único - As condições, critérios e mecanismos de controle do benefício tributário previsto neste artigo serão disciplinados, sob pena de responsabilidade, em noventa dias, por Resolução do CONAMA, após anuência do Departamento da Receita Federal, do Mi nistério da Fazenda. Art. 44. Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido apenas as quantias efetivamente despendidas em projetos de preservação ou conservação dos Ecossistemas Atlânticos, desde que previamente aprovados pelo IBAMA, em especial na constituição de Servidão Ambiental, Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN ou conservação de espécies listadas pelo CONAMA como prioritárias para serem protegidas . Parágrafo único - A aprovação somente terá eficácia após publicação de ato oficial contendo o título do projeto analisado, a identificação do proprietário ou posseiro, a instituição ou pessoa por ele responsável, a denominação e localização da propriedade, as características da flora e fauna, o valor autorizado e o prazo de va lidade da autorização. Art. 45. O IBAMA publicará anualmente, até 28 de fevereiro, o montante dos recursos autorizados pelo Ministério da Fazenda para a renúncia fiscal no exercício anterior, devidamente discriminados por beneficiário. Parágrafo único – Nas mesmas condições do caput deste artigo, o IBAMA publicará lista com os projetos em andamento, o grau de cumprimento dos termos avençados, indicando, ademais, aqueles que tenham sido cancelados, suspensos ou inabilitados. Art. 46. Para a aprovação dos projetos será observado o princípio da nãoconcentração geográfica e por beneficiário, a ser aferido pelo montante de recursos, pela quantidade de projetos, pela respectiva capacidade executiva e pela disponibilidade do valor absoluto anual de renúncia fi scal. Parágrafo único. O princípio da não-concentração geográfica e por beneficiário poderá ser afastado quando as várias propriedades ou posses formarem um conjunto que, por razões ambientais, deva ser beneficiado na sua totalidade. Art. 47. Os projetos aprovados serão, durante sua execução, acompanhados e avaliados pelo IBAMA ou por quem receber a delegação destas atribuições, sem prejuízo da fiscalização por parte do titular da Servidão Ambiental, quando for o caso, do Departamento da Receita Federal, do Ministério da Fazenda e do Ministério Público. § 1º. O IBAMA, após o término da execução dos projetos previstos neste artigo, deverá, no prazo de seis meses, fazer uma avaliação final da aplicação dos recursos concedidos, podendo inabilitar seus responsáveis por irregularidades pelo prazo de cinco a dez anos. § 2º. Da decisão a que se refere o parágrafo anterior, caberá recurso ao Ministro do Meio Ambiente, a ser julgado no prazo de sessenta dias. Art. 48. As transferências de recursos definidas nesta seção não estão sujeitas ao recolhimento do Imposto sobre a Renda na fonte. Art. 49. O doador ambiental poderá deduzir do imposto devido na declaração do Imposto sobre a Renda os valores efetivamente contribuídos em favor da proteção dos Ecossistemas Atlânticos aprovados de acordo com os dispositivos desta Seção, tendo como base os seguintes percentuais: I - no caso das pessoas físicas, até noventa por cento dos valores devidos; II - no caso das pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real, até sessenta por cento dos valores devidos.

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de 25% do índice ordinário. receberá. Consideram-se vinculados ao doador ou titular da servidão ambiental: I . O valor máximo das deduções de que trata o caput deste artigo será fixado anualmente pelo Presidente da República. 53. certificado de origem. bem como a captação de recursos ou a sua execução por pessoa jurídica de natureza ambiental.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica § 1º. Parágrafo único. Parágrafo único – O produto agrosilvopastorial oriundo de área que não utilize cobertura florestal nativa. nos termos da alínea anterior. em especial para os de origem florestal . II – prazo diferenciado para pagamento dos débitos agrícolas. acionista ou sócio. 50. administradores. O proprietário ou posseiro que tenha vegetação primária ou secundária em estágios avançado e médio de regeneração de Ecossistemas Atlânticos receberá das instituições financeiras benefícios creditícios. ou nos vinte e quatro meses anteriores. promulgará Resolução instituindo o Selo Verde dos Ecossistemas Atlânticos. após anuência do Departamento da Receita Federal. CAPÍTULO IV DOS INCENTIVOS CREDITÍCIOS Art. § 2º. situado em região de Ecossistema Atlântico. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. A pessoa jurídica tributada com base no lucro real poderá abater as doações como despesa operacional. declarando que seu produto não afeta ou prejudica diretamente vegetação dos Ecossistemas Atlânticos. 51. de acordo com a Lei 9. pelo CONAMA. do Ministério da Fazenda. com remuneração razoável. não configura a intermediação referida neste artigo. no mínimo.: 273 . sob pena de responsabilidade. nunca inferior a 50% do tempo normal do financiamento. qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. e os dependentes do doador ambiental ou dos titulares. os parentes até o terceiro grau. com desconto que será. de 23 de março de 1999. para os pequenos produtores rurais e populações tradicionais. A contratação. condições e mecanismos de controle dos benefícios referidos neste artigo serão definidos. gerente. Nenhuma aplicação dos recursos previstos nesta Lei poderá ser feita através de qualquer tipo de intermediação. de serviços necessários à elaboração de projetos para a obtenção de doação ou constituição de servidão ambiental. O CONAMA. em noventa dias. A doação não poderá se efetuada a pessoa ou instituição vinculada ao doador. Art. Parágrafo único .o cônjuge.. na data da operação. CAPÍTULO V DO SELO AMBIENTAL PARA PRODUTOS OU SERVIÇOS PROCEDENTES DOS ECOSSISTEMAS ATLÂNTICOS Art. Parágrafo único. ou supletivamente pelo IBAMA. entre os quais: I – prioridade na concessão de crédito agrícola. III – juros inferiores aos cobrados. II .Os critérios.outra pessoa jurídica da qual o doador ambiental seja sócio. acionistas ou sócios de pessoa jurídica vinculada ao doador ou beneficiário da servidão ambiental. do órgão estadual integrante do SISNAMA . III . 2 desta Lei. Art. 52.a pessoa jurídica da qual o doador ambiental seja titular.790. com base em um percentual da renda tributável das pessoas físicas e do imposto devido por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. inclusive os afins. administrador. destinado a certificar a procedência e o respeito à legislação ambiental de produtos ou serviços procedentes ou fornecidos nas regiões incluídas o na definição do art. anualmente. caso o produtor desejar.

sem justa causa.A propriedade rural que possuir cobertura florestal nativa primária ou nos estágios médio e avançado de regeneração de Ecossistema Atlântico em percentual superior a 50% (cinquenta porcento) de sua área total. imediatamente. Parágrafo único. e das sanções administrativas. 59. TÍTULO V DAS INFRAÇÕES PENAIS E ADMINISTRATIVAS Art.Se o crime é culposo: Pena – Detenção. e multa. ou prestá-la de forma falsa. detenção.Se o crime é culposo: Pena – Detenção de um a dois anos. observando-se ainda: I – prioridade nas ações de incentivos econômicos. Pena – Reclusão. Art. 57.605. desviar ou deixar de aplicar os recursos financeiros ou materiais de caráter tributário ou creditício. Dificultar ou negar a autoridade tributária ou o agente financeiro. com análise da existência do percentual mínimo de cobertura florestal. Art. em especial aqueles relacionados ao direito a benefícios tributários e creditícios. civis e criminais previstas no Código Penal. dificultar ou omitir informação visando obter benefício tributário ou creditício ambiental. através de ato do órgão estadual competente. Pena – Detenção de dois a quatro anos. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. 54 . Descumprir o proprietário ou posseiro.998 e demais normas especiais. Parágrafo único. de um a dois anos. Art. ou através de auditoria independente que encaminhará a cada dois anos relatório ao órgão competente . Nas mesmas penas incorre o servidor público que deixa de informar.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica CAPITULO VI DAS FAZENDAS FLORESTAIS Art. e multa. II – para manutenção da categoria de Fazenda Florestal a propriedade deverá ser avaliada pelo menos a cada cinco anos por vistoria orientativa do órgão estadual competente. Pena – Reclusão. As condutas das pessoas físicas e jurídicas que violarem o disposto nesta Lei serão p unidas na forma dos artigos seguintes. 58. suas obrigações ambientais. § 2º. 55. sem prejuízo do dever de reparar os danos causados. 60. a concessão ao proprietário ou possuidor dos benefícios econômicos assegurados nesta Lei. integrante do SISNAMA . tributário. e multa Art. de seis meses a um ano. 56. Art. § 1 º . ao Ministério Público violação de deveres ambientais previstos na legislação ambiental. na forma do projeto ou negócio jurídico pactuado. e multa. Estendem-se aos auditores ambientais. recebimento do Selo Verde dos Ecossistemas Atlânticos e outros benefícios. de 12 de fevereiro de 1. poderá ser declarada “Fazenda Florestal”. de um a dois anos. ou supletivamente pelo IBAMA . crediticio. Pena – detenção. bem como selo verde ou qualquer outra modalidade de certificação. fomento.: 274 . bem como suas solicitações legais junto aos órgãos competentes . e multa. de dois a quatro anos. integrante do SISNAMA. Sonegar. Se o crime é culposo. 9. dúbia ou enganosa. na Lei n. observância da legislação ambiental e prática de atividades conservacionistas . por solicitação de seu proprietário. estimulo fiscal. e multa. aos responsáveis técnicos de projetos e aos integrantes de equipe multidisciplinar de avaliação de impactos ambientais. e multa. independentemente de existência de culpa. Receber o doador ou titular de servidão ambiental qualquer vantagem financeira ou material em decorrência de operação de caráter tributário ou creditício destinada à prote ção de Ecossistema Atlântico. incorreta. de um a dois anos.

somente serão consideradas as propriedades rurais com área de até cinquenta hectares. o seguinte dispositivo. Revogam -se as disposições em contrário.981. em particular aquelas constantes do Decreto nº 750. Acrescente-se à Lei n. Os órgãos integrantes do SISNAMA adotarão as providências necessárias para o rigoroso e fiel cumprimento desta Lei.993. Para os efeitos do Art. 62.938. de 10 de fevereiro de 1. inciso I. as penalidades previstas pela legislação penal e de improbidade administrativa aplicáveis aos funcionários públicos. 3 .: 275 . de 31 de agosto de 1. Esta Lei será regulamentada. 6.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Projetos de Lei de P roteção da Mata Atlântica naquilo que couber. 61. 750. 63.993 Parágrafo único – Ficam convalidadas aplicação do Decreto n. 64. no que for cabível. Sala da Comissão. em Deputado Luciano Pizzatto Relator Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 65. Art. registradas em cartório até o dia 31 de dezembro de 1999. Aplicam -se a esta Lei. 20. Art. Art. 66. as obrigações decorrentes da o Art. no que couber. os dispositivos da Lei dos Ecossistemas Atlânticos”. no prazo de cento e vinte dias. e estimularão estudos técnicos e científicos visando a conservação e o manejo racional dos Ecossistemas Atlânticos e de sua biodiversidade. Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação. de 10 de fevereiro de 1. Art. renumerando-se os seguintes: “Art.

285/92 são arquivados. O objetivo da proposta é excluir da definição de Mata Atlântica a Floresta Ombrófila Mista. que "conceitua Mata Atlântica para fins de regulamentação do (. * Maurício Mercadante. única Comissão de Mérito indicada para se pronunciar sobre a matéria.547/90 (e que resultou no atual Decreto 750/93). e encaminhados à relatora. e o PL 3.) art. apensado. Os PLs 69/95 e 635/95 são apensados ao PL 3. O autor revela que sua proposição foi elaborada "a partir de uma proposta conjunta com a Fundação SOS Mata Atlântica e a versão da Minuta de Decreto aprovada em reunião do CONAMA em 21/05/92". os PLs 3. Deputada Rita Camata..285/92. Março de 1995 O PL 3. Setembro de 1992 O Deputado Fábio Feldmann (PSDB-SP) apresenta o Projeto de Lei nº 3.144/92.144/92. q e "considera Mata u Atlântica as formações florestais integrantes da região fitoecológica da Floresta Ombrófila Densa". O Deputado Hugo Biehl (PPB-SC) apresenta o Projeto de Lei nº 69/95. 225 da Constituição Federal".. as Matas de Araucárias.285/92 é desarquivado.: 276 . O PL 3. e passa a ser o principal. Os PLs permaneceram dois anos na CDCMAM sem serem apreciados.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Trajetória das propostas de regulamentação TRAJETÓRIA DAS PROPOSTAS DE REGULAMENTAÇÃO ATLÂNTICA NO CONGRESSO NACIONAL * Agosto de 1992 DA MATA O Deputado Renato Vianna (PMDB-SC) apresenta o Projeto de Lei nº 3. vale dizer.CDCMAM. Junho de 1995 O Dep. reeleito para a legislatura 1995-1999. Fábio Feldmann. A proposição do Dep. Fábio Feldmann tirou proveito do trabalho do CONAMA de redação de uma minuta de Decreto para substituir o polêmico Decreto nº 99. Rivaldo Macari (PMDB-SC) apresenta o Projeto de Lei nº 635/95. dispondo sobre a utilização e a proteção da Mata Atlântica. Deputado Wilson Branco.144/92 e 3. dispondo sobre a utilização e a proteção da Mata Atlântica. principal. Por solicitação do Dep. Janeiro de 1993 O PL 3.285/92 é novamente encaminhado à CDCMAM a ao novo relator.144/92. são despachados para a Comissão de Defesa do Consumidor.285/92. Fevereiro de 1993 O PL 3. com Mestrado em Ecologia e Consultor Parlamentar da Câmara dos deputados Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. o PL 3.144/92 é arquivado definitivamente. Meio Ambiente e Minorias .285/92. Engenheiro florestal.285/92 é apensado ao PL 3. Fevereiro de 1995 Com o término da Legislatura 1991-1994.

no mínimo. Paulo Bornhausen.285/92 à CME para que o parecer da Comissão seja reformulado. c) atribui aos Estados a competência para definir os limites das áreas de preservação permanente. com direito. Fábio Feldmann e contaram com o apoio fundamental do Dep. Paulo Bornhausen seja considerado não escrito. pressionado. na forma de um Substitutivo.CME. na qualidade de Líder do Bloco PT/PDT/PCdoB. devolve o PL 3. não era membro da CDCMAM.285 é aprovado na CDCMAM. ao Estado e. em área urbana. José Carlos Aleluia (PFL-BA). com base no argumento de que o Deputado só poderia se manifestar sobre os as pectos de competência da Comissão de Minas e Energia e que justificaram a aprovação do requerimento concedendo à Comissão oportunidade para se manifestar sobre a matéria. Paulo Bornhausen (PFL SC) que.CCJR. A CME aprova o Substitutivo do Dep. com emendas. Mas. Fernando Ferro e Walter Pinheiro e um voto em separado do Dep. A intenção inicial do Deputado era. e aos Municípios.285/92 e rejeição dos apensados. Airton Dipp. mesmo sem militância anterior na área ambiental. oportunidade para se manifestar sobre o Projeto. então presidente da Comissão. O Substitutivo do Dep. o PL 3.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Trajetória das propostas de regulamentação Agosto de 1995 Depois de aguerrido embate político. Luciano Zica. assim. o relator manteve a definição ampla de Mata Atlântica mas. mediante os Planos Diretores e leis de uso do solo. o Dep. a um conselho municipal.285/92. Wilson Branco. Os representantes dos madeireiros e ruralistas foram liderados pelo Dep. nos termos do parecer do relator. Outubro de 1997 Depois de segurar a tramitação do Projeto por dois anos. Os defensores da Mata Atlântica foram liderados pelo Dep. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Luciano Zica. mesmo contrariando a orientação do seu partido. Paulo Bornhausen foi indicado relator na CME.: 277 . Octavio Elísio. que articulou a aprovação do Projeto. Os PLs 69/95 e 635/95 são rejeitados. Novembro de 1997 É aprovado. a troféu "moto -serra". inclusive. abraça a causa e passa a liderar a batalha pelo PL 3. entrega seu parecer à CME.285/92 deveria ser encaminhado à Comissão de Con stituição e Justiça e Redação . Diante da forte repercussão negativa junto à opinião pública. conseguiu aprovar junto à Mesa da Câmara dos Deputados requerimento concedendo à Comissão de Minas e Energia . O Dep. Depois de longas e cansativas negociações chega-se a uma proposta consensual. Setembro de 1995 Aprovado na CDCMAM. como está registrado no seu parecer. Paulo Bornhausen. Luciano Zica. e de líderes de outros blocos e partidos. o PL 3. o Dep. Paulo Bornhausen. Luciano Zica. onde afirma o equívoco da conceituação do bioma do Decreto 750/93 "em relação aos seus limites geográficos e composição florística". pela aprovação do PL 3. entre outras medidas: a) autoriza a exploração da vegetação primária e secundária em estágio avançado e médio de regeneração mediante plano de manejo florestal e o corte de indivíduos de Araucária com DAP superior a 40cm. facilitou a exploração madeireira e a supressão da vegetação. Bornhausen. em área rural. em área urbana. O Deputado Luciano Zica (PT-SP) requer à Mesa da Câmara dos Deputados que o parecer do Dep. Dep. O Presidente da Câmara dos Deputados. derrotado na CDCMAM. inclusive. Fábio Feldmann. em contrapartida. junto com o Dep.285/92. Sarney Filho (PFL-MA). a condições para uma renegociação do PL 3.285/92. na ausência do Dep. Cria -se. a requerimento do Dep. solicitando urgência para o PL 3. com base no "consistente" argumento de que ele teria implicações sobre a produção de lenha e carvão na região da Mata Atlântica. O Dep. na área rural. excluir as Matas de Araucária da definição de Mata Atlântica. respondendo ao requerimento do Dep. b) atribui a competência para autorizar a supressão da Mata Atlântica. contra os votos dos Deputados Antônio Feijão.

em função da não reeleição do seu autor. Junho de 1999 Indeferimento pela Mesa da Câmara dos Deputados o requerimento da CAPR solicitando a inclusão da Comissão no rol daquelas indicadas para proferir parecer de mérito sobre o PL 285/92. Pela regra atual. Luciano Pizzatto. apoiada em uma reinterpretação do Regimento Interno. depois de consultar o Deputado Fábio Feldmann e confirmar o arquivamento do PL 3. Embora questionando sempre a "cientificidade" do conceito amplo de Mata Atlântica. Abril de 1999 O Deputado Luciano Pizzatto é indicado relator do PL 285/99 na CDCMAM.285/92 decidiu apresentar a nova proposta. Dep.285/92. o principal também é desarquivado. uma vez reeleito.285/92 é desarquivado. O Deputado. o PL 285/99 é aprovado pela CDCMAM. Odelmo Leão. o autor de projeto apensado. O projeto é retirado da pauta. negociação e pressão da sociedade civil. Fábio Feldmann entendem mais prudente adiar a votação para uma avaliação mais cuidadosa. os ambientalistas.285/92. Na última hora. impunha o arquivamento dos projetos apensados. pode pedir o seu desarquivamento e. o Deputado Luciano Pizzatto manteve os limites propostos no PL 285/99.: 278 . que recebeu o nº 285/99. ainda descontentes e inseguros quanto as conseqüências ambientais de determinados dispositivos e com a interferência direta do Dep. Agosto de 1999 A CME. em particular a inclusão das Matas de Araucárias. porém. nos casos previstos no Regimento Interno. Dezembro de 1999 Depois de alguns meses de debate. na forma do substitutivo proposto pelo relator.285/92 é arquivado. acompanhando o parecer do Deputado Eliseu Resende.Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Trajetória das propostas de regulamentação Dezembro de 1997 Costurado o acordo político em torno do PL 3. Com base na proposta negociada no final de 1997. solicitando a inclusão da Comissão de Agricultura e Política Rural .285/92. Fevereiro de 1999 Finda a legislatura 1995-1998. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. graças aos projetos a ele apensados. o Projeto entra na ordem do dia para votação em Plenário em regime de urgência. Pela regra anterior. mesmo que o seu autor não tenha sido reconduzido ao parlamento. mesmo em caso de reeleição dos autores destes.CAPR entre as Comissões elencadas para proferir parecer de mérito sobre a matéria. o PL 3. preparei uma nova proposta e propus ao Deputado Jaques Wagner (PT-BA) sua apresentação. deferido o pedido. declara-se incompetente para se pronunciar sobre o mérito do PL 3. Segunda tentativa frustrada dos ruralistas de levar a discussão para a CAPR com o objetivo de reduzir os limites e as salvaguardas à conservação da Mata Atlântica. A mesa da Câmara dos Deputados revê as regras sobre desarquivamento de Projetos de Lei e o PL 3. o arquivamento definitivo de um projeto principal. O Deputado Airton Roveda solicita a apensação do PL 285/99 ao PL 3. tendo em vista tratar-se de matéria alheia à competência da Comisssão. Junho de 1998 Indeferido requerimento do Dep.

Capítulo II -Legislação de Proteção da Mata Atlântica Trajetória das propostas de regulamentação Abril de 2000 O PL 285/92 é apensado ao PL 3.285/92.285/92 e o PL 285/99 estão na Comissão de Constituição e Justiça e Redação . Janeiro de 2001 O PL 3. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Maio de 2000 A CME é considerada pela Mesa da Câmara dos Deputados incompetente para apreciar o mérito do PL 3. Deputado Fernando Coruja (PDT-SC).: 279 .CCJR aguardando o parecer do relator. Se forem aprovados na CCJR irão a votação em Plenário.285/92.

DF 1998 .Documentos de referência MINISTÉRIO DO M EIO AMBIENTE DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL SECRETARIA DE FORMULAÇÃO DE POLÍTICAS E NORMAS AMBIENTAIS DIRETRIZES PARA A POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA MATA ATLÂNTICA Brasília .Capítulo III .

C.MMA Secretaria de Formulação de Políticas e Normas Ambientais .M M E Nida Coimbra. Wigold B. Luis Novaes de Almeida.SECEX Valéria Rodrigues Secretaria da Amazônia Legal Fredmar Corrêa Secretaria de Recursos Hidrícos .: 281 . Sociedade Brasileira de Silvicultura Rubens Galipp Instituto Brasileiro de Certificação Ambiental e Agricultura – IMAFLORA Virgílio Vianna Associação Brasileira de Entidades de Meio Ambiente – ABEMA Irismar Mendes Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Miriam Prochnow. Renato Pêgas Paes da Cunha.MT Silvio Barbosa Ministério das Minas e Energia .SRH Hidely Grassi Hebert Cardoso Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis .Capítulo III . Rubens Born e Luis Augusto Tosato. dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal . Schäffer.SFP Coordenação Geral: Raimundo Deusdará Filho Hélio dos Santos Pereira Sávio José Jacimara Guerra Fani Mamede Romilda Resende Moreira Secretaria de Implementação de Políticas Ambientais . Mauricio Carvalho de Oliveira Ministério do Planejamento e Orçamento .IBAMA Miguel Von Behr (DITAN) Paulo César Ramos (DIREN) Ministério da Agricultura e Abastecimento Ricardo Villela. Kathia Vasconcellos Monteiro.SIP Marília Marreco Magna Salomão José Machado Ivan Dantas Secretaria Executiva do MMA .MPO Vera Ribeiro Ministério dos Transportes . Maria das Dores de V. Carlos Frederico Menezes Pelas Organizações Não Governamentais Reserva da Biosfera da Mata Atlântica José Pedro/Kleyton Fernandes Rede de ONG's da Mata Atlântica João Paulo Capobianco..Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica GRUPO DE TRABALHO PARA ELABORAÇÃO DAS DIRETRIZES DA POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA MATA ATLÂNTICA Pelo Governo: Ministério do Meio Ambiente. Melo Mário Mantovani.

reforçadas pelos debates no grupo interministerial criado para examinar a matéria. legislação e diagnósticos já elaborados sobre o Bioma e as recomendações oriundas de eventos nacionais de natureza social e ambiental. instrumentos de implementação e as ações a serem desenvolvidas no Plano de Ações. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. No documento consta um fluxograma do processo de formulação da Política que demonstra a interelação entre as diretrizes.Documentos de referência SUMÁRIO Este documento é o produto de grupo de trabalho multidisciplinar composto por entidades de governo e não governamentais e apresenta a evolução dos instrumentos de gestão dos recursos naturais. estabelecendo os princípios e objetivos que norteiam as Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica.: 282 . Adotou-se como metodologia a consulta a diversos estudos.Capítulo III .

conter a expansão das populações urbanas sobre áreas naturais. entende-se que a gestão participativa.UC's.Capítulo III . uma que vez que 70% do Produto Interno Bruto do País é gerado a partir da influência econômica e social da área ocupada pela Mata Atlântica. Na Mata Atlântica. formulou um conjunto de diretrizes que compõem a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica.Documentos de referência APRESENTAÇÃO O objetivo do presente trabalho é atender aos anseios da sociedade e do governo quanto à necessidade de se estabelecer uma Política que contenha as diretrizes e as linhas de atuação para Mata Atlântica. O conjunto de instrumentos definidos deve influir sobre as decisões futuras e servir como orientação das ações a serem implementadas na Mata Atlântica. por ser um dos mais importantes biomas brasileiros em termos de composição biológica e estrutura de ocupação. O processo de formulação das Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica resultou do desenvolvimento de etapas amplamente participativas que envolveram estudos iniciais e sugestões de vários segmentos. encaminhou-a para análise do plenário.CONAMA que. ao longo do tempo. para a população brasileira.: 283 . No aspecto do equilíbrio entre o uso e a conservação deverá ser garantida a continuidade do desenvolvimento com base na valorização do capital natural e do social. Portanto. Todos esses fatores visam contribuir para a melhoria da qualidade a de vida das populações da Mata Atlântica. A dimensão e a importância desse bioma. juntamente com outros ministérios. posteriormente. delinear ações integradas baseadas nos princípios fundamentais de uso múltiplo e gestão participativa. A estratégia política desenhada parte da premissa que a Mata Atlântica encontra-se atualmente em um estágio grave de degradação. bacias hidrográficas e o gerenciamento Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. de maneira a garantir a efetiva sustentabilidade dos remanescentes. o Ministério do Meio Ambiente -MMA/Secretaria de Formulação de Políticas . após aprovação. e que as soluções requerem ações imediatas e integradas cujo processo de implementação demanda capacidade de interlocução e busca da valorização dos mecanismos de participação. Após um trabalho de consultas e debates.SFP. Para o delineamento da lógica de uso e conservação desse bioma. as referências sempre estão relacionadas à necessidade de se impedir a continuação do processo de degradação e recuperar áreas relevantes para o seu equilíbrio. refletese na intensidade dos debates sobre a necessidade de sua proteção. A Política estabelece linhas programáticas que possam. O estágio atual de degradação desse bioma preocupa toda a sociedade brasileira. que define a Mata Atlântica como área de Patrimônio Nacional cuja preservação deverá ser feita por todos e com uso condicionado a medidas que garantam sua sustentabilidade. O reflexo do debate ambiental alcança os temas sociais e econômicos que envolvem as questões do uso e da conservação. O tema Mata Atlântica sempre esteve no centro das discussões do processo de desenvolvimento e meio ambiente do País. aumentar o número de unidades de conservação e promover a recuperação das áreas degradadas e estimular a criação de corredores ecológicos por meio do reflorestamento e da recomposição d cobertura vegetal. A Política foi definida tendo como referencial o marco conceitual contido na Constituição Federal de 1988. através dos comitês de gestão que envolvem Unidades de Conservacão . A proposta final foi submetida à Câmara Técnica de Mata Atlântica do Conselho Nacional de Meio Ambiente . especialmente na valorização dos aspectos sociais. Os elementos e instrumentos estratégicos que compõem essa política buscam compatibilizar as necessidades da sociedade e dos segmentos de governo envolvidos na implementação de instrumentos que garantam a proteção da Mata Atlântica. as diretrizes devem observar o conceito de equilíbrio dinâmico entre as ações de proteção e as de desenvolvimento.

Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica costeiro. a viabilização das ações será a consulta prévia aos diversos atores.: 284 . das ações e dinamizar as Como estratégia para implementação das diretrizes considerou-se que a elaboração das políticas integradas para a Mata Atlântica deve basear-se no pressuposto de que a interlocução das questões ambientais e das setoriais deve estar respaldada pelo interesse e envolvimento dos diversos segmentos da sociedade. respeitando as decisões dos fóruns de interlocução. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III . No âmbito do governo. possam servir como elementos focais para implementação decisões no âmbito dos estados e municípios.

Instrumentos de Implementação Gestão.Capítulo III .Diretrizes e Linhas Programáticas Proteção da diversidade biológica Desenvolvimento sustentável Recuperação de áreas degradadas Compatibilização das políticas setoriais X .: 285 . controle e monitoramento Instrumentos Legais.Introdução II .Estratégia IX .Marco Referencial IV . extensão ambiental e ecoturismo XI .Evolução dos Instrumentos Legais VI .Referências Bibliográficas Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Conceitos Domínio da Mata Atlântica Bioma Ecossistema Vegetação Remanescente Reserva da Biosfera Patrimônio Nacional Ecossistemas associados V . Tributários e Financeiros Pesquisa dos recursos naturais Educação.Contexto III .Princípios VII .Objetivo VIII .Documentos de referência A Política da Mata Atlântica DIRETRIZES PARA A POLÍTICA DE CONSERVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA MATA ATLÂNTICA Sumário Apresentação I .

recuperação de áreas degradadas e manejo de espécies. habitação. corredores ecológicos. produção de energia. Porém. unidades de conservação. Foram considerados também os seguintes temas: diversidade biológica.547/90 foi a primeira niciativa de se estabelecer um instrumento de controle i da exploração predatória da Mata Atlântica. bem como pelas formas de uso e ocupação das florestas. áreas de preservação permanente.Capítulo III . como a Câmara Técnica Temporária do CONAMA sobre Mata Atlântica. expansão urbana. No histórico do debate das questões ambientais brasileiras a Mata Atlântica sempre ocupou destaque pelos impactos decorrentes do conflito entre a expansão urbana e o desenvolvimento da população brasileira. conservação dos solos. bacias hidrográficas. a partir da mobilização dos movimentos sociais e ambientais. O processo de elaboração de uma política integrada para a conservação da Mata Atlântica reflete o esforço conjugado da sociedade brasileira na busca de ações específicas para a proteção da diversidade biológica. lazer.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica I .) com vistas à conservaçã o e desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica. tendo como característica básica a abrangência dos diferentes aspectos ambientais como: conservação de áreas primárias. No entanto. A estratégia geral das Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica é um conjunto de ações que contribuirão para a reversão do quadro atual de degradação.INTRODUÇÃO A política visa delinear mecanismos de gestão e instrumentos necessários para o estabelecimento de uma ação integrada para a conservação e o desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica. O Decreto nº 99. normas do IBAMA e dos governos estaduais para a proteção da Mata Atlântica.: 286 . A partir desse marco vários instrumentos foram criados. o Governo editou o Decreto nº 750/93. As ações devem buscar a adequação das políticas de gestão ambiental (controle ambiental/ florestas/ pesca/ recursos hídricos/ desertificação/ unidades de conservação/ diversidade biológica) e a integração com políticas extra-setoriais (agricultura/ mineração/ tributária/ financeira/ saneamento urbano/etc. reflorestamento. não há registro de uma política nacional ou instrumentos de gestão que tenham se baseado em diretrizes especificas para Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. saneamento e assentamentos rurais. que visa melhor definir a gestão dos recursos florestais. fragmentos florestais. a conservação e o manejo sustentável dos recursos remanescentes da Mata Atlântica. resoluções do CONAMA. reservas legais.

A dinâmica da destruição foi mais acentuada durante as últimas décadas. além dos mais importantes aglomerados urbanos de todo o país. Essa contribuição deverá ser somada às iniciativas de formulação das Agendas 21 estaduais e locais. A maior parte das nações indígenas que habitavam a região não subsistem e estão em situação precária. Parte significativa de seus remanescentes florestais está localizada em encostas de grande declividade. cujo resultado final observa-se nas paisagens hoje fortemente dominadas pelo homem. celebrada no Rio de Janeiro em Junho de 1992.UNCED. A Mata Atlântica foi tradicionalmente a principal fonte de produtos agrícolas para populações litorâneas e atualmente abriga os maiores pólos industriais e silviculturais do Brasil. de forma ordenada com garantia de bem-estar às populações da Mata Atlântica ( artigo 182.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica II . todas encontravam-se distribuídas na Mata Atlântica. CF/88). e das sete espécies brasileiras consideradas extintas em tempos recentes. Os mananciais fluviais são a garantia de abastecimento de água potável para mais de 100 milhões de pessoas ou cerca de 70da população brasileira. a Agenda 21 dedica vários capítulos para a conservação.CONTEXTO Desde as primeiras etapas da colonização do Brasil a Mata Atlântica tem passado por uma série de fases de conversão de florestas naturais para outros usos. esse destaque por si só não garante os efeitos práticos se não houver mudanças na postura dos proprietários de terras da Região e dos governos locais sobre a expansão desordenada das áreas urbanas e outros fatores que impactam a Mata Atlântica. Em especial. estadual e municipal. um rico patrimônio cultural e assegura a proteção do solos. proteção e para o manejo dos recursos naturais. A Mata Atlântica significa também abrigo para várias populações tradicionais. no uso do espaço urbano. Essa categorização especial foi dada para destacar a importância de sua conservação e preservação. sítios turísticos e mananciais. resultando em alterações severas o suficiente para que os resultados danosos já sejam notados. Entre esses caminhos. Por isso a UNESCO a reconheceu. com conseqüências econômicas e sociais extremamente graves. A Mata Atlântica foi inclusa com o status de Patrimônio Nacional na Constituição Federal de 1988 (art. em terras progressivamente ameaçadas por interesses diversos. evitando assim as grandes catástrofes que já ocorreram onde a floresta foi suprimida. na área de influência do Bioma. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. não reflete no todo os interesses da coletividade. A Mata Atlântica. No entanto. 225. o que faz com que a sua proteção e recuperação sejam consideradas prioridades para o Governo Brasileiro. Sua proteção é a maior garantia para a estabilidade edáfica dessas áreas. cuja proteção é essencial ao desenvolvimento do ecoturismo. A maior parte dos ecossistemas naturais foram eliminados ao longo de diversos ciclos desenvolvimentistas. a Política para a Conservação e o Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica deverá contribuir para a consolidação futura dos compromissos da UNCED/92. verdadeiros paraísos tropicais. Esta região abriga ainda belíssimas paisagens. como a primeira reserva da biosfera brasileira. Outro aspecto primordial e importante são os recursos hídricos que nascem ou cortam a Mata Atlântica. inúmeras comunidades tradicionais.: 287 . Isso denota a inquestionável necessidade de se reforçar a atuação dos governos federal. pretendeu-se identificar os desafios e encontrar os caminhos fundamentais que deverão orientar as políticas das nações para o próximo milênio. À necessidade de proteger a Mata Atlântica devem ser agregadas mudanças no padrão de uso da propriedade rural para que essa possa cumprir sua função social através da aplicação dos critérios de uso adequado e da preservação do meio ambiente (artigo 186.Capítulo III . nem sempre bem planejados. por abrigar extensa diversidade biológica. CF/88). parágrafo 4º). em termos efetivos. o que. A vasta maioria dos animais e plantas ameaçados de extinção do Brasil são representados nesse bioma. Durante a Conferência da Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento . em 1991. Essa associação de ações deve refletir os princípios gerais constitucionais. assim como deve-se promover mudanças. embora já tenha sido estabelecida desde o Século XIX. resultando na destruição de habitats extremamente ricos em recursos biológicos .

Capítulo III .: 288 . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica III . que define a Mata Atlântica como Patrimônio Nacional.MARCO REFERENCIAL Para o estabelecimentos das diretrizes e instrumentos de implementação. considerou-se o marco conceitual contido na Cons tituição Federal/88.

favorecida pela proximidade e pelo relevo da costa do Atlântico. considerou -se o estudo Plano de Ação para a Mata Atlântica. Jequitinhonha.Capítulo III .UC ou sob pressão da atividade rural ou da expansão urbana. . a exceção dos encraves no Nordeste. que vai do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte. rios intermediários e afluentes). Rio de Janeiro e Espirito Santo. brejos interioranos e encraves florestais do Nordeste. Floresta Estacional Semidecidual.: 289 .Documentos de referência A Política da Mata Atlântica IV . alcançando cerca de 20. sendo que a metade é exclusiva da Mata Atlântica. adentrando centenas de quilômetros continente a dentro. chegando a Argentina e Paraguai. § § § a totalidade da Florestal Ombrófila Densa. com ênfase nas da Serra de Ibiapaba e de Baturité. as matas de topo de morro e de encostas do Nordeste (brejos e chãs). vegetação de restingas e das ilhas litorâneas).300. Floresta Ombrófila Aberta. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Em razão da sua distribuição entre a linha do Equador e o Paralelo 23º de Latitude Sul. corresponde as áreas primitivamente ocupadas pelas seguintes formações vegetais constantes do Mapa de Vegetação do Brasil (IBGE. elaborado pelo Dr. tendo como base técnica o Mapa de Vegetação do IBGE editado em 1989. as Florestas Estacionais Semideciduais de Mato Grosso do Sul (incluindo os vales do rios da margem direita do rio Paraná). Rio de Janeiro e Minas Gerais. sudeste e parcialmente nordeste e centro-oeste: Floresta Ombrófila Densa. Hoje.000 espécies vegetais.CONCEITOS Para formulação das Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica foram adotados os seguintes conceitos: Domínio da Mata Atlântica A Mata Atlântica. as Florestas Estacionais Deciduais e Semideciduais do Rio Grande Sul. 1989) que. contíguas às Florestas Ombrófilas de ocorrência nos Estados do Paraná/Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Floresta Estacional Decidual. das regiões litorâneas localizadas no nordeste do País. Paraná. Quanto à composição. determina a riqueza em variedades de espécies. As áreas remanescentes não se distribuem uniformemente por todos os ecossistemas do Bioma. tem-se uma tropicalidade predominante que propicia uma composição diversificada. segundo definição aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama. manguezais. e nas da Chapada do Araripe. se estendia originalmente por uma vasta região ao longo do litoral brasileiro. campos de altitude. Esse bioma abriga ainda cerca de 261 espécies de mamíferos (30 são endêmicas). Minas Gerais ( vales do rios Paranaíba. os encraves de cerrados .000 km². e incorporada ao Decreto Federal 750/93. São Paulo. a Mata Atlântica está reduzida a cerca de 7. particularmente localizadas no estado do Ceará. de médio a elevado. a totalidade da Floresta Ombrófila Mista e os encraves de Araucária nos estados de São Paulo. As formações floristicas associadas (manguezais. do Rio Grande do Sul ao ao Rio Grande do Norte. que admitem que a Mata Atlântica. campos e campos de altitude compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. em 1992.6% de sua cobertura florestal original. Este conceito está baseado na opinião da maioria de botânicos e fitogeógrafos. e a maior parte encontra-se sob regime de conservação em unidades de conservação . e as formações vegetais nativas da Ilha de Fernando de Noronha e Arquipélago de Trindade. Floresta Ombrófila Mista. Santa Catarina. Ibsen de Gusmão Câmara e publicado pela Fundação SOS Mata Atlântica. § § § § § A área abrangida pelas formações que compõem a Mata Atlântica soma cerca de 1. O regime pluviométrico. restingas. 620 espécies de pássaros (35% são endêmicos) e 260 anfíbios (128 são endêmicos). fitofisionomia e localização da Mata Atlântica. nas regiões sudeste e sul. Grande e afluentes) e Bahia ( vales dos rios Paraíba do Sul. formavam originalmente uma cobertura florestal praticamente contínua nas regiões sul. distribuídos em 4 das 5 regiões geográficas brasileiras.

Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III . médio e avançado de regeneração (Resolução CONAMA nº03/96). que mantêm certa uniformidade fisionômica e clímax entre vegetais e animais existentes (definição adotada pelo MMA derivada de Font Quer Dicionário de Botânica/1970).MMA/96).Atlas dos Vegetação Remanescente Vegetação de Mata Atlântica que compreende a totalidade de vegetação primária e secundária em estágio inicial. Reserva da Biosfera É o local ou conjunto de locais onde se realizam as atividades de proteção dos ecossistemas e da diversidade biológica. restingas. em interação constante (Jorge Eiten . que aparecem inclusas no Domínio Mata Atlântica. campos de altitude.: 290 . não necessariamente florestais. O pressuposto desse conceito relaciona a necessidade de garantir a continuidade e permanência (sustentabilidade) de qualquer recurso natural renovável que estiver sendo usado. Ecossistema Conjunto de seres vivos e seu meio ambiente Ecossistemas Brasileiros . experimentação e ações que visem o desenvolvimento sustentável e a educação ambiental (MAB/UNESCO/96). Ecossistemas associados São as formações vegetais. Patrimônio Nacional Corresponde a um bem (recurso natural) necessário à sadia qualidade de vida de toda da coletividade. pesquisas ambientais. Incluem -se os manguezais. brejos interioranos e encraves florestais do nordeste.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica Bioma É a comunidade biótica integrada por plantas e animais. cuja conservação para uso e transmissão de geração em geração é responsabilidade constitucional de cada indivíduo (CF/88).

Resolução nº 03/96. constituições estaduais. que cria o glossário de termos técnicos. Espírito Santo. mecanismos de controle de poluição e instrumentos de gestão descentralizada. As imprecisões do Decreto nº 99. considerando os diferentes estágios sucessionais de suas formações secundárias. Mais recentemente foi baixado o Decreto nº 99. Neste aspecto. Sergipe e São Paulo. Após a definição desses padrões e instrumentos de avaliação da composição dos remanescentes. Esses instrumentos possibilitaram o estabelecimento de unidades de conservação. na Constituição de 1988. que define corredores entre os remanescentes florestais e a Resolução nº 07/96. alguns estados com ocorrência de Mata Atlântica editaram resoluções a partir dos Conselhos Estaduais de Meio Ambiente. A natureza desse instrumento definia uma posição de intocabilidade nos remanescentes florestais. resoluções e leis florestais estaduais decorrentes do Decreto nº 750/93. necessários à gestão do Decreto nº 750/93.Capítulo III . Neste sentido. revogado pela Lei 4.285/92. usar ou explorar recursos naturais da Mata Atlântica deverão conter o principio da prevenção.547/90 determinaram um movimento de reformulação de novos textos que pudessem substituí-lo. A edição do Decreto nº750/93. Os instrumentos legais de gestão estarão sempre referendados na obrigatoriedade de uso condicionado à preservação da integridade da Mata Atlântica. Com a inclusão. Rio Grande do Norte. estabeleceu a relação compartilhada entre governo federal e estadual para sua regulamentação e definiu critérios precisos para garantir a conservação da Mata Atlântica e a proteção de sua regeneração natural. Ceará. que aprovou parâmetros básicos para análise dos estágios de sucessão de vegetação de restinga para o estado de São Paulo. Resolução nº 09/96.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica V .547/90. conceitos e da natureza do Decreto nº 750/93 permitiram que o CONAMA editasse as resoluções: de nº 3/93. que estabelece a composição da Câmara Técnica da Mata Atlântica.938/81. Santa Catarina.). . nem todos serviram para frear o ímpeto e a gravidade das agressões sobre esse bioma. Resolução nº 12/94. juntamente com a Zona Costeira e a Serra do Mar. A nova lógica a ser estabelecida com a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica considera os aspectos positivos dos instrumentos legais e normativos no âmbito da política florestal e ambiental (Código Florestal. baseado no PL3. Rio Grande do Sul. Mato Grosso do Sul.: 291 . Bahia. médio e avançado de regeneração. além daqueles que podem ser incorporados para ampliar o raio de ação e efeitos ambientais necessários Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. trouxe soluções conceituais para a gestão do patrimônio da Mata Atlântica mas não consolidou o processo de normatização que respalda uma ação ambiental integrada. sendo este a primeira iniciativa do governo federal de estabelecer um instrumento que derivasse da Constituição Federal e fornecesse mecanismos de controle do uso e exploração da Mata Atlântica. que define a vegetação remanescente da Mata Atlântica. No entanto. da Mata Atlântica no conceito de Patrimônio Nacional. que fixa parâmetros para avaliação das florestas. Piauí. que estabelece os mecanismos de proteção dos diferentes estágios de regeneração das áreas da Mata Atlântica. e da Política Nacional de Meio Ambiente. um dos pontos mais abordados foi a questão da determinação da localização da Mata Atlântica. o tema dominante passou a ser a preservação dos remanescentes. Floresta Ombrófila Aberta.771/65 que instituiu o novo código florestal. Pernambuco.EVOLUÇÃO DOS INSTRUMENTOS LEGAIS Os regulamentos referentes à Mata Atlântica derivam dos instrumentos normativos do Código Florestal de 1934.. Resolução nº 14/94. Resolução nº 10/93. que estabelece os conceitos dos diversos estágios de regeneração da Mata Atlântica. Nas discussões. São eles: Alagoas. Posteriormente.. Os aspectos da delimitação. Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual. Resolução nº 12/95. Decreto 750/93. Lei nº 6. tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 285/99. passou-se a denominar Domínio da Mata Atlântica o conjunto de florestas: Floresta Ombrófila Densa. o Decreto nº 750/93 estabeleceu o limite da Mata Atlântica conforme definido pelo CONAMA. reforça -se a tese de que todas as ações que venham a alterar. alcançou-se não só a vegetação primária mas também todas as formas de vegetação secundária. Posteriormente. incluindo os estágios inicial. Rio de Janeiro. resoluções do CONAMA. Floresta Ombrófila Mista. esses instrumentos sempre tiveram como característica o pionerismo de suas práticas. Paraná. No aspecto da gestão. Com isso. etc.

: 292 . tais como o novo Imposto Territorial Rural nº9.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica para garantir a conservação da Mata Atlântica.433/97. Lei Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.393/96 e a Lei de Recursos Hídricos nº 9.Capítulo III .

PRINCÍPIOS Para efeito da definição da Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica. Valorização das iniciativas que promovam o desenvolvimento social em bases sustentáveis.: 293 . Ação governamental integrada de modo a promover a gestão descentralizada e participativa dos recursos naturais. Definição e fortalecimento de instrumentos para a conservação e desenvolvimento sustentável dos recursos naturais. Recuperação das áreas degradadas e recomposição das formações florestais. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III . consideraram-se os seguintes princípios: § § § § § § Utilização da Mata Atlântica em condições que assegurem a preservação do meio ambiente e o uso múltiplo de seus recursos naturais. recuperando a importância das populações tradicionais. Proteção da diversidade biológica com base na conservação e no manejo sustentável.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica VI .

OBJETIVO As Diretrizes da Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica visam delinear ações integradas que promovam a conservação e o desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III .: 294 .Documentos de referência A Política da Mata Atlântica VII .

Com isso.: 295 . influenciarão a recomposição de áreas degradadas. médio e longo prazos. a serem incorporadas ao Plano de Ação. a organização dos componentes estratégicos determinou a formulação das principais diretrizes: alcançar a sustentabilidade da região de Mata Atlântica através da promoção da proteção da diversidade biológica associada ao desenvolvimento sustentável.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica VIII . cuja preservação e uso sustentável são pressupostos básicos.ESTRATÉGIA Os componentes da estratégia têm como referência o marco constitucional que define a Mata Atlântica como patrimônio nacional. O conjunto de ações de cada diretriz e refletirá no tempo e no espaço através do Plano de Ação. a implantação das ações integradas prioriza esses elementos espaciais fundamentais para garantir um bom manejo dos remanescentes florestais. dos mananciais e dos solos. terá como unidade de planejamento o enfoque sobre os remanescentes florestais associados às UC's e bacias hidrográficas. Para dar sustentação a esses elementos.Capítulo III . a promoção de novas iniciativas integradas para a conservação de áreas públicas e privadas e o estabelecimento de corredores ecológicos em toda a Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Esses elementos fornecerão as motivações para a preservação das últimas áreas florestais da Mata Atlântica. estratégicos da Política em duas vertentes conceituais: a O desenvolvimento de ações de curto. Os instrumentos de implementação definidos visam estabelecer os mecanismos de suporte para se alcançar a conservação e desenvolvimento sustentável. O Plano de Ação atenderá os componentes de preservação e a de uso sustentável. tendo como mecanismos a recuperação de áreas degradadas e a integração das políticas públicas.

1. Linhas Programáticas: 1. estabelecer o manejo sustentável e proteger a fauna e mananciais da Mata Atlântica.Capítulo III .5. Estabelecer instrumentos de compensação que valorizem as áreas de manejo.5.: 296 . Ampliar a participação da comunidade na gestão das UC's. 1. criação de novas unidades de conservação. 1. DIRETRIZ 2 .DIRETRIZES E LINHAS PROGRAM ÁTICAS Para compatibilizar os objetivos com o conjunto de instrumentos de implementação. públicas e privadas. Promover o desenvolvimento florestal sustentável orientando o manejo e o reflorestamento. os corredores ecológicos e o sistema de reserva da biosfera. consolidando os mosaicos florestais. passíveis de serem transformados em ativos potenciais que possam contribuir para a conservação dos remanescentes da Mata Atlântica. Estabelecer o manejo adequado em áreas de comunidades tradicionais. 2.2. O conjunto de instrumentos de implementação deve considerar a necessidade de recuperar o papel da floresta para as populações tradicionais. Estabelecer mecanismos específicos de concessão de uso dos recursos naturais nas áreas florestais privadas na Mata Atlântica. Promover o reflorestamento com vistas a garantir o pleno abastecimento das indústrias florestais exclusivamente em áreas já degradadas. valorizando-se os usos múltiplos.6. 2.1.DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS NATURAIS DA MATA ATLÂNTICA Objetivo: Adequar o uso dos recursos naturais ao objetivo de obter a conservação dos remanescentes. UC's privadas e áreas de preservação permanente.3. 1.1.1. Estabelecer ações para reduzir a influência da expansão urbana sobre as UC's e entorno. dos corredores ecológicos e para a recomposição de áreas de relevante interesse ambiental. reforço das UC's já existentes. 1. Promover a regularização fundiária das UC's. 1. promoção da regularização fundiária e de novas possibilidades para o estabelecimento dos corredores ecológicos. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1. Promover a inserção das UC's nos planos de desenvolvimento regional dos estados e munícipios.8.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica IX . 1. o fomento e o associativismo das atividades florestais. Consolidar um sistema integrado de UC'S.3. buscando valorizar os conhecimentos sobre manejo e conservação dos remanescentes. Identificar. contribuindo para a formação dos mosaicos. reformular o conceito de uso da te rra. em especial as de uso indireto. Promover a recuperação de áreas florestais.7. reservas legais. manejo e monitoramento das UC's públicas e privadas. integração dos instrumentos de gestão. 2. Recursos Florestais 2. . estabelecidas as seguintes diretrizes: foram DIRETRIZ 1. Linhas Programáticas: 2. Estabelecer instrumentos que regulem a utilização das áreas de entorno de UC's. através da viabilização dos meios financeiros necessários a essa ação.4. 1. 2.1.2.PROTEÇÃO DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA ASSOCIADA AOS ECOSSISTEMAS DA MATA ATLÂNTICA Objetivo: Proteger todos os remanescentes da diversidade biológica contida na Mata Atlântica através da ampliação do sistema de unidades de conservação. quantificar e dar prioridade aos bens e benefícios das florestas.1.1. fortalecendo os mecanismos de gestão.4.

4. Promover o desenvolvimento tecnológico. 2. 2. 2. Estabelecer instrumentos que levem à sustentabilidade das atividades humanas na zona costeira.2. através do zoneamento participativo e descentralizado.3. Realizar estudos específicos de avaliação das águas superficiais e subterrâneas e desenvolver programas e projetos permanentes de conservação e uso racional dos recursos hídricos subterrâneos da Mata Atlântica.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica 2.4.1. controle e mitigação dos processos de degradação. 2. assim como de resíduos com vistas à conservação dos recursos hídricos.3. 2.1.1. Estabelecer critérios e indicadores para o manejo de espécies nativas nos diversos estágios sucessórios da Mata Atlântica. Promover o controle da caça e do comércio de espécies. Recursos Pesqueiros 2.3.2.5. tanto no setor público quanto no privado.4.4. Fauna Silvestre 2. Promover o estudo e o monitoramento da fauna em todas as áreas remanescentes.5.6.5. Promover o ordenamento da pesca continental e costeira com vistas ã conservação da diversidade biológica e uso sustentável dos recursos pesqueiros.1. bem como visando a recuperação das áreas degradadas e a proteção dos mananciais. Estabelecer mecanismos de participação comunitária e mobilização social na gestão dos recursos hídricos 2. Compatibilizar os instrumentos da navegação na zona costeira na região de Mata Atlântica com os princípios de conservação ambiental. Estabelecer planos diretores das bacias hidrográficas para disciplinar o uso dos recursos hídricos e sua proteção. manejo florestal e para a formação de mosaicos florestais na Mata Atlântica. 2. 2.5.2. Estabelecer ações direcionadas à ampliação do conhecimento sobre a situação dos recu rsos hídricos do bioma Mata Atlântica com vistas à preservação.7.1.3. prioritariamente daquelas com rios de domínio federal.3. 2.3.2.6. para a geração de conhecimentos necessários ao manejo sustentado dos remanescentes florestais nativos.7. 2.3.1. 2.3. Promover a organização de sistemas de pesca associativista.3. Estabelecer incentivos às atividades de associativismo florestal para implantação da reposição florestal.4. Promover as iniciativas de manejo e proteção.8. amadora e industrial.2. 2.4. 2.3. Estabelecer instrumentos de licenciamento e avaliação de atividades impactantes sobre os recursos pesqueiros. Estruturar e consolidar os Comitês de Bacias Hidrográficas. 2.2. Recursos Hídricos 2. Fortalecer as instituições de proteção e estudos.: 297 . preservação e uso sustentável dos recursos que compõem o mosaico dos ecossistemas costeiros da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III . 2.2.5.2.1.3. 2. Desenvolver instrumentos de ordenamento da coleta. 2. Recursos Costeiros 2. Estabelecer sistemas de monitoramento dos mananciais tanto em qualidade como em quantidade.3. 2. tratamento e disposição final de efluentes líquidos.5. 2. Promover atividades que garantam a conservação.

4. os benefícios e limitações para sua extensão e melhoramento.7.1.5.6.1. Identificar as principais metodologias e/ou tecnologias que se adaptam às condições geográficas.: 298 . 3. associado as propostas de corredores ecológicos no âmbito da Mata Atlântica.8. no âmbito da Mata Atlântica. Linhas Programáticas: 3. 3. com especial referência às áreas de matas ciliares e entorno das UC's. 3.1. objetivando operacionalizar o cumprimento da legislação específica no que se refere à obrigatoriedade de plantio de espécies nativas visando a recomposição das áreas de reserva legal. Linhas Programáticas: 4. 3.3. Desenvolver metodologia com vistas à avaliação ambiental estratégica da política. 3.9. DIRETRIZ 4. 3. os custos. COMPATIBILIZAÇÃO DAS POLÍTICAS SETORIAIS COM VISTAS À CONSERVAÇÃO E AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA MATA ATLÂNTICA Objetivo: Compatibilizar as políticas ambientais e as políticas setoriais para assegurar a conservação dos recursos naturais e seu uso em bases ecologicamente sustentáveis. normas regulatórias e ações de fiscalização e controle setorial que priorizem a conservação e o desenvolvimento sustentável do Bioma. sociais e econômicas das diversas áreas que serão objeto do Programa. 4. Promover e fomentar ações decorrentes de projetos apoiados pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente que visem à recuperação de áreas degradadas. no setor mineral. identificando as principais possibilidades.1. Desenvolver reflorestamento com espécies nativas e manejo da cobertura florestal. 4. e as estratégias para a mobilização das comunidades a serem beneficiadas através dos Comitês de Gestão.RAD Objetivo: Recuperar a estrutura fitogeográfica. RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NA MATA ATLÂNTICA . 3. Desenvolver metodologia e implementar. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Estabelecer programas de extensão sobre o efeito bordadura e fragmentação. áreas de preservação permanente e no reflorestamento. planos e programas do setor mineral em nível de Mata Atlântica. Avaliar as iniciativas de recuperação de áreas degradadas no âmbito da Mata Atlântica. compatibilizando-o com ações de recuperação de áreas degradadas na Mata Atlântica. Estabelecer novos programas de pesquisas junto às instituições. Mineração 4.10. 3. 3. para recuperação das áreas degradadas de bacias hidrográficas.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica DIRETRIZ 3. Aplicar o investimento dos recursos financeiros disponibilizados para a compensação ambiental integralmente nas unidades de conservação. Estabelecer estratégia específica.3. Articular e implementar projeto piloto com envolvimento dos setores público e privado.1.2.2.Capítulo III . contribuindo para a proteção conservação dos solos e garantia da integridade dos ecossistemas naturais. Promover eventos para discussão de proposições recuperação de áreas degradadas. Ampliar programa de sementes florestais. da diversidade biológica.1.

393/96. Desenvolver metodologia com vistas à avaliação ambiental estratégica da política. principalmente do solo e da água. monitoramento e avaliação das interferências do homem no meio ambiente.1. mais apropriadas para o estabelecimento de planos de uso e manejo.3. por constituírem unidades geográficas naturais e pela faculdade de se encontrar fatores ambientais. de acordo com os objetivos e ações identificadas nesta política.8.1.1. objetivando proteger as áreas de preservação ambiental e minimizar a pressão antrópica sobre os ambientes naturais.4. Estabelecer um zoneamento territorial no âmbito dos municípios para definir áreas de expansão industrial e urbana e áreas de produção agrícola.2.4.Capítulo III . buscando a recomposição da sua elevada diversidade biológica através de sistemas integrados e sustentáveis.3. permitindo a agregação de valor aos produtos primários e o aparecimento de novos produtos e mercados locais e regionais.3. incluindo aspectos geográficos.4.3. geomorfológicos.3.3. públicas e privadas.1. 4.4. I dentificar os principais sítios de recursos minerais passíveis de uso sustentável e aqueles ecologicamente sensíveis. Condicionar a aplicação do crédito rural oficial e de outras formas de incentivos à execução de planos de proteção dos recursos naturais.5.6. permitindo uma melhor definição das políticas ambientais. visando o zoneamento ecológico-econômico. para o conhecimento das reais potencialidades destas áreas.4.3. planos e programas do setor energético no bioma.2. 4. visando a conservação e o desenvolvimento sustentável da região. 4. Elaborar um planejamento de expansão (geração e transmissão de energia) específico para a área de Mata Atlântica. 4. visando criar alternativas de produção a partir de espécies nativas e exóticas na Mata Atlântica.: 299 . econômicos e sociais em condições homogêneas. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.2. visando a intensificação da produção por unidade de área de forma sustentável.2. hidrogeológicos e hidrológicos. de saúde e de desenvolvimento rural. 4. Promover o levantamento geológico básico da Mata Atlântica.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica 4. 4. Reforma Agrária 4. 4. co mo estratégia para reduzir o avanço das atividades humanas sobre os remanescentes da Mata Atlântica. Promover atividades de treinamento e capacitação das comunidades no que se refere ao manejo dos recursos naturais.2. Priorizar as linhas de pesquisa agrícola voltadas para o desenvolvimento de sistemas agrosilvopastoris. 4. 4.5. 4.4. Adotar as microbacias hidrográficas como unidade de planejamento e de trabalho. Estabelecer ações em microbacias de forma participativa e multidisciplinar. Promover a regularização de UC's. a melhoria da produtividade agrosilvopastoril e o bem -estar da população local. 4. avaliados por critérios e indicadores de sustentabilidade.3.1. Agricultura 4. Promover a aplicação dos instrumentos decorrentes do Imposto Territorial Rural. Implantar e operar os empreendimentos elétricos priorizando as ações e o uso de tecnologias de menor potencial de impacto ambiental na área da Mata Atlântica. Energia 4. entidades públicas e privadas. Apoiar projetos voltados para a recuperação de áreas degradadas com espécies nativas mediante a utilização de práticas conservacionistas. Promover a proteção e o monitoramento dos recursos hídricos disponíveis na microbacia hidrográfica. Definir critérios para assentamentos rurais em áreas de remanescentes.4. 4. com vistas à recomposição da cobertura vegetal ou à melhoria da produtividade do solo.3. 4.2.2.3. 4. contidos na Lei nº 9.3. Estabelecer critérios mais rigorosos nos planos de reabilitação de áreas degradadas pela mineração. de bem -estar social. bem como a especialização da mão-de-obra produtiva. para garantir a conserv ação e a proteção dos remanescentes.2.3. de uso do solo e da água.7. 4. 4. visando aumentar e assegurar sua disponibilidade para atender às demandas atual e futura e permitir uma maior diversificação das atividades econômicas. envolvendo a comunidade e suas organizações. na identificação de potencialidades e limitações locais e regionais de forma que assegurem a estabilidade ambiental.

4. proteção de áreas de influência da UC's. Estabelecer mecanismos de controle do uso do solo urbano buscando equacionar o processo de crescimento desordenado das cidades.4.6. Promover ações que resultem no saneamento básico. econômicos e tributários que permitam viabilizar o ordenamento e o controle do uso do solo na zonas urbanas da região da Mata Atlântica. sempre que cabível. 4. planos e programas dos diversos setores.6.1. principalmente na compatibilização de variáveis de transporte e crescimento econômico no âmbito da Mata Atlântica.5.3.6.5. 4. a formulação de modelos integrados e descentralizados de gestão ambiental dos espaços urbanos nas regiões de Mata Atlântica.1.6. Transportes 4.7.4. Realizar avaliação estratégica de políticas. 4. 4. Priorizar. Identificar os principais sítios de recursos naturais passíveis de uso sustentável e aqueles ecologicamente sensíveis.Capítulo III . Viabilizar apoio aos municípios para elaboração e implementação dos planos diretores. Desenvolver e implementar normas regulatórias e ações de controle e fiscalização setorial que priorizem a conservação e o desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica 4.1.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica 4.2. no âmbito da Mata Atlântica. Definir instrumentos fiscais. Implementar instrumentos de avaliação e controle de impactos ambientais decorrentes de obras e manutenção do sistema viário. Implementar "estradas parques". 4. Promover ações de caráter preventivo que resultem em melhorias da qualidade de vida no centros urbanos na região de influência da Mata Atlântica.2. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.6. 4.7 .2.7. proteção de áreas de relevância cultural e espiritual.7. 4.6. preservação de áreas naturais nos assentamentos de reforma agrária.5. Estimular a implantação de atividades voluntárias que confiram em ganho de qualidade na conservação da Mata Atlântica ou reduzam os riscos de degradação. 4.6. visando o zoneamento ecológico-econômico. 4. Desenvolvimento Urbano 4.: 300 .Compatibilização das Política Ambientais com as Políticas Setoriais 4.7.3.7. estabelecer instrumentos de planejamento e gestão que contemplem as UC's e a interface com os municípios. Estabelecer plano de ordenamento do uso do solo no entorno das UC's contemplando: controle de processo de erosão.6. buscando solucionar a falta de tratamento dos esgotos sanitários no âmbito da Mata Atlântica.5. 4.6.

Gestão. destacando o papel do governo na coordenação das ações em parceira com os estados e municípios buscando uma permanente interlocução com as entidades não governamentais setoriais e ambientalistas. evite impactos e desastres ambientais. monitoramento.Documentos de referência A Política da Mata Atlântica X . § § § 10. promovendo a descentralização através da viabilização dos Pactos Federativos de Gestão Ambiental dos estados com ocorrência de Mata Atlântica. garantindo maior participação nas decisões. como os Comitês de Bacia. Rever/reorientar os instrumentos e normas de controle.Capítulo III . pág. adequando-os ao conceito de desenvolvimento sustentável e às exigências de proteção da diversidade biológica no âmbito da Mata Atlântica. Criar comitês de bacias em todos estados da Mata Atlântica. e Implementar as ações previstas no plano de gerenciamento costeiro. recursos hídricos e marinhos e o do controle ambiental. Completar a reorganização do modelo institucional de gestão ambiental. a fim de promover a participação efetiva desses órgãos no processo decisório.INSTRUMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO Os instrumentos para implementação das Diretrizes da Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica são os seguintes: Objetivos: § Estabelecer sistema de gestão do bioma. Estabelecer mecanismos e instrumentos legais. Aperfeiçoar os instrumentos e práticas de controle e monitoramento. etc. § § § § § § § Controle e Fiscalização: § § Adequar a aplicação de instrumentos de controle e monitoramento às realidades regionais. e possa promover o conhecimento e o respeito aos valores do meio ambiente especialmente nas UC's e áreas privadas de relevante interesse ecológico da Mata Atlântica. Estabelecer sistema de gestão e coordenação das ações através de parceiras que busquem uma permanente interlocução com as entidades não governamentais setoriais e ambientalistas.SISNAMA.1. Estabelecer uma nova aprendizagem de tecnologias que amplie a produtividade com base na sustentabilidade.. tributários e financeiros para viabilizar o desenvolvimento sustentável e a conservação da Mata Atlântica.CONAMA. Efetivar a instalação de uma Coordenação específica na estrutura do MMA para coordenar a implementação das ações e diretrizes ambientais emanadas da Política de Conservaçào e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica e aquelas oriundas da Comissão de Recursos Naturais Renováveis e da Câmara Técnica de Mata Atlântica do Conselho Nacional de Meio Ambiente . fauna silvestre. Desenvolver programas setoriais de pesquisa sobre os recursos naturais em nível nacional/regional/estadual com vistas a conservação dos remanescentes e a recomposição da Mata Atlântica. Reconhecer os órgãos florestais estaduais e/ou seus equivalentes como partes integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente . os CONDEMA'S. uso e conservação dos remanescentes. Reforçar a competência supletiva do IBAMA e concorrente dos Órgãos Estaduais. buscando ampliar os mecanismos de participação da sociedade através de suas entidades representativas. Comitês Estaduais da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica. incorporando novas tecnologias de sensoreamento remoto às atividades em nível de UC's e em todas as áreas privadas que contenham remanescentes. pesqueiros.: 301 Dossiê Mata Atlântica 2001 . controle e monitoramento dos remanescentes da Mata Atlântica Linhas de Ação: Gestão: § Dar prosseguimento ao processo de descentralização da administração no âmbito da gestão dos recursos florestais.

3. Estimular a participação da comunidade nos eventos e processos licenciatórios. Garantir maior amplitude e abrangência da aplicação dos instrumentos de controle e fiscalização. através de financiamentos e compatíveis com a atividade. em articulação descentralizada nos diversos níveis de competência. linhas de financiamento dos Fundos Constitucionais do Norte. Integrar o planejamento e as ações dos diferentes setores com as diretrizes ambientais. o ordenamento e as linhas de ação contidas neste documento.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica § § § Fortalecer e aperfeiçoar o sistema de controle e fiscalização dos recursos florestais/pesqueiros/hídricos/fauna/costeiros na área de influência da Mata Atlântica.Estabelecer mecanismos de financiamento. Estabelecer. Estabelecer novos instrumentos de compensação. através do engajamento e da participação mais efetiva de entidades representativas da sociedade civil nessas ações. um Plano Nacional de Controle e Fiscalização dos Recursos Florestais da Mata Atlântica. Tributários e Financeiros Linhas de ação: Planejamento: § § § Promover a articulação interinstitucional no planejamento e desenvolvimento sustentável da Mata Atlântica.2.Desenvolver ações junto aos municípios para o gerenciamento de projetos e recursos financeiros. de modo a torná-lo um instrumento de apoio à conservação e ao desenvolvimento sustentável. ao uso múltipl o e ao fomento dos recursos naturais. Licenciamento Ambiental: § § Garantir a aplicação e a complementação das normas legais relativas ao licenciamento. aproveitando a capilaridade de ação das instituições estaduais e o apoio das ONG's que atuam na Mata Atlântica. Reforçar o Fundo Nacional do Meio Ambiente. 10. Adequar a política tributária. Dar prioridade à concessão de crédito aos empreendimentos que atendam às exigências de conservação e manutenção da cobertura florestal em reservas legais e áreas de preservação permanente. ao manejo florestal sustentado e ao reflorestamento. Adequar. Incluir nos mecanismos de planejamento e planos diretores dos municípios os instrumentos de conservação da faixa litorânea e remanescentes de Mata Atlântica. do uso da terra conforme o zoneamento sócio-econômico e ecológico. além da definição de novos instrumentos para apoiar a ação na Mata Atlântica. visando à conservação.Capítulo III . com a finalidade de eliminar suas distorções na conservação e uso dos recursos florestais. com vistas a tornar mais eficazes as ações voltadas à proteção e à garantia da sua integridade. 10. em articulação com os estados. Instrumentos Legais. Estabelecer um sistema de zoneamento e planejamento do uso e da conservação da Mata Atlântica. Adotar. instrumentos de créditos específicos e de cooperação técnica. Adequar as condições de concessão de crédito e de tributação da atividade agropecuária às determinações legais e aptidão das áreas.: 302 . para áreas de remanescentes privados e públicos. em condições compatíveis com as atividades e com o grau de estímulo necessário às mesmas. Exigir a vinculação da base florestal aos empreendimentos industriais para fins de obtenção de financiamento e crédito para o reflorestamento e o manejo florestal sustentado. como instrumento de planejamento. Nordeste e Centro-Oeste. Pesquisa dos recursos naturais com vistas à conservação e ao uso sustentável Linhas de Ação: Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. § Financiamento: § § § § § § § § § Destinar recursos e criar linhas de crédito para a recomposição florestal e para a implantação de projetos de manejo florestal sustentado e sistemas agroflorestais.

Inserir. Promover o levantamento das iniciativas de educação ambiental na área da Mata Atlântica Desenvolver material de divulgação.Capítulo III . Desenvolver tecnologias de manejo e formação técnica para a Mata Atlântica. Educação. Estabelecer programas de ecoturismo associados ao calendário de eventos tradicionais. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Promover mecanismos junto às instituições de pesquisa e ensino no sentido de desenvolver novos quadros de profissionais em pesquisa e extensão ambiental na Mata Atlântica. Promover ações de apoio às pesquisas em desenvolvimento sobre a recuperaçã o de áreas degradadas na Mata Atlântica. Apoiar as instituições e entidades que mantenham coleções de material genético da Mata Atlântica. Compatibilizar as atividades de ecoturismo com a conservação de áreas naturais privadas e públicas. Estabelecer ações especificas junto às comunidades tradicionais da Mata Atlântica. Desenvolver estudos que identifiquem o nível de danos as espécies e aos ecossistemas da Mata Atlântica. Desenvolver pesquisas sobre diversidade biológica. Estabelecer estudos sobre o clima nas áreas de influência da Mata Atlântica. 10. Adequar a estrutura de ensino em nível técnico e vocacional para que seja disponibilizada a mãode-obra qualificada necessária à implementação de práticas adequadas de manejo e uso sustentável dos recursos naturais. Ampliar as atividades da pesquisa cientifica no interior das UC's. nos mecanismos de decisão sobre a conservação da Mata Atlântica. extensão ambiental e ecoturismo na Mata Atlântica Linhas de Ação: Educação e Extensão Ambiental: § § § § § § § § Promover a educação ambiental aplicada à conservação e ao desenvolvimento sustentável dos recursos naturais. Ecoturismo: § § § § § § § § § § § Articular ações para o desenvolvimento do ecoturismo de forma que esse venha a contribuir para a conservação da Mata Atlântica. Promover programas de educação e extensão ambiental na UC's. as noções e princípios do desenvolvimento sustentável.PRONEA.Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica § § § § § § § § § § § § Desenvolver programas setoriais de pesquisa sobre os recursos naturais em nível nacional/regional/estadual com vistas à conservação e à recomposição dos remanescentes de Mata Atlântica. Promover a compatibilização das ações de ecoturismo com as de educação ambiental. para que se transforme tal estrutura em elemento mais eficiente e eficaz de apoio ao desenvolvimento sustentado na Mata Atlântica. de todos os segmentos atuantes no setor de ecoturismo. com novas possibilidades a serem diagnosticadas nas UC's da Mata Atlântica. efeitos bordadura e fragmentos florestais da Mata Atlântica. corredores ecológicos.4. Estabelecer estudos da qualidade das águas. Estabelecer ações no âmbito do Programa Nacional de Educação Ambiental . Fortalecer a cooperação interinstitucional com vistas a ampliar as potencialidades do ecoturismo. Desenvolver programas de ecoturismo nas UC's. Desenvolver programas de parcerias entre municípios/estados com vistas à realização de pesquisas locais nos remanescentes de Mata Atlântica.. Realizar estudos de oportunidade de ecoturismo na Mata Atlântica Promover as manifestações culturais e artesanais associadas ao ecoturismo na Mata Atlântica. Estimular e apoiar a estrutura de ensino e pesquisa existente na área da Mata Atlântica. Promover e estimular a capacitação de recursos humanos para o ecoturismo na Mata Atlântica.: 303 . na educação formal e nos programas de educação ambiental. Elaborar e sistematizar a divulgação de material que contribua para a conservação da Mata Atlântica . Possibilitar a participação efetiva.

Documentos de Referência A Política da Mata Atlântica Cooperação Técnica: § Capacitar as instituições florestais estaduais e outras instituições afins.: 304 . Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. com vistas a tornar a extensão florestal em uma estratégia de ação institucional dotada de capacidade de transferir tecnologia e conhecimento aos usuários dos recursos naturais no sentido de fortalecer a conservação da Mata Atlântica.Capítulo III .

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.Versão 1. São Paulo (SP). GONÇALVES. Brasília (DF). Diretrizes Para o Ecoturismo . F. Brasília (DF).Capítulo III .F. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. REDE DE ONG'S DA MATA ATLÂNTICA.1996. Brasília (DF).Caderno nº3. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. São Paulo (SP). Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro. Relatório sobre a proposta de resolução que sugere uma política de nacional para o bioma Mata Atlântica. Pequena Propriedade Sustentável . DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL . 1995. Brasília (DF). 1997. Brasília (DF). DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL.SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS.1997.M. DO COMÉRCIO E DO TURISMO. . VITAE CIVILLIS. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Curitiba (PR). USINA HIDRELÉTRICA DE PARA IBANA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.Programa Nacional para o Ecoturismo.Relatório Técnico da Fase 1. Brasília (DF). DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. SOS MATA ATLÂNTICA. Relatório do Workshop sobre Pesquisa na Mata Atlântica. Brasília (DF). Plataforma Ambiental Mínima para o Desenvolvimento Sustentável do Vale do Vale do Ribeira Agenda 21 para o Vale do Ribeira. 1995. Brasília (DF). Relatório do 7º Congresso.1998. Itabuna (BA). Recuperação de Áreas Degradadas Mata Atlântica . 1996. 1997. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Brasília (DF). J. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL . I. (PR) . DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. Lei de Crimes Ambientais. Diretrizes para o Combate à Desertificação . Brasília (DF). MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. 1992. DAROLT. CÂMARA. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. CONGRESSO NORDESTINO DE ECOLOGIA PARA MATA ATLÂNTICA. CIA DE TECNOLOGIA DE SANEAMENTO AMBIENTAL. Diretrizes para a Conservação e Desenvolvimento Sustentável dos Recursos Florestais. 1995. FELDMAN. 1994.G. Ponta Grossa (PR).1998. Plano de Ação para a Mata Atlântica. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Brasília (DF).Princípios e Ações . Sistema de Planejamento e Gestão Ambiental da CETESB.Plano Nacional de Combate a desertificação.1997. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Instrumento PolíticoAdminstrativo para o Desenvolvimento Sustentável. Primeiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica no Brasil. Política Nacional para os Recursos Hídricos. Programa Floresta Atlântica Guaraqueçaba .C.S.1997.1998. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. Ilhéus (BA). São Paulo (SP).Documentos de referência A Política da Mata Atlântica 11. 1996.: 305 . MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. NOFFS. P. L. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CÂMARA TÉCNICA DE ASSUNTOS JURÍDICOS DO CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. São Paulo (SP).Experiências com Plantio Direto.IESB. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Serviço de Implantação de Reflorestamento com Essências Florestais Nativas. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.1997. A Caminho da Agenda 21 . Brasília (DF).1993. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. Fundação SOS Mata Atlântica. 1997. Proposta de Substitutivo ao Projeto de Lei nº 3. Brasília (DF).SECRETARIA DE COORDENAÇÃO DOS ASSUNTOS DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO. Diretrizes Ambientais para o Setor Mineral .FUNDO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. 1994. 1994. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL . 1997. Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais . DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.285/92. DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL .Publicação da Reserva da Biosfera . DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA LEGAL.R. MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA. Projeto Jataí . GALLI. São Paulo (SP). Paraibuna do Sul (SP).1. . Ação das Madeireiras no Sul da Bahia. Diretrizes para a Aquicultura. Brasília (DF). MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE.1997. SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SILVESTRE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL SPVSEA. 1998. 1995. INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIO AMBIENTAIS DO SUL DA BAHIA .

0 janeiro de 2001 NAPMA – Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica – PPG7 DIFLOR – Diretoria do Programa Nacional de Florestas SBF – Secretaria de Biodiversidade e Florestas MMA – Ministério do Meio Ambiente Esplanada dos Ministérios – Bloco B – 7o andar – sala 733 Brasília/DF Fone: 61 317 1305 – Fone/Fax: 61 317 1305 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III .: 306 .Documentos de Referência PROGRAMA PILOTO PARA A PROTEÇÃO DAS FLORESTAS TROPICAIS BRASILEIRAS SUBPROGRAMA MATA ATLÂNTICA – PPG7 Versão 4.

elaborar os manuais técnicos e formulários para a apresentação de propostas. (US$ 800. O Subprograma será implementado em duas fases: Fase 1: com duração de um ano e orçamento de US$ 956. em duas fases de 1 e 4 anos Banco Mundial Ministério do Meio Ambiente Resumo: Os objetivos do Subprograma Mata Atlântica visam reverter os problemas que levam ao empobrecimento ecológico.00 do RFT e R$ 300.000. financiar o projeto “Monitoramento da Mata Atlântica”. Serão valorizados no processo de seleção as propostas que apresentarem parcerias inter-institucionais. instituições de pesquisa e ensino. O Subprograma apoiará projetos e atividades nas modalidades de demanda induzida e demanda espontânea e atuará em quatro áreas programáticas: (i) proteção da biodiversidade.0 .000.000.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . ONGs.janeiro 2001 Sumário executivo Título do Projeto: Duração: Agência Implementadora: Agência Executora: Subprograma Mata Atlântica – PPG7 05 anos.Capítulo III . implementar o primeiro edital de demanda induzida. movimentos sociais/organizações de comunidades e empresas privadas. Fase 2: com duração de quatro anos e orçamento de US$ 120 milhões Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. (ii) uso sustentável dos recursos naturais. da RMA. que atendam aos pré-requisitos do Subprograma.: 307 . efetividade e sustentabilidade. à desvalorização das culturas tradicionais e ao abandono e uso inapropriado dos ecossistemas remanescentes.00 do PPA) tem como objetivos: consolidar o Napma – Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica/MMA. como forma de aumentar a eficiência e a sustentabilidade dos projetos e reduzir seus custos de implantação e desenvolvimento. desenvolver ações de monitoramento da Mata Atlântica.versão 4. (iii) recuperação de áreas degradadas e (iv) monitoramento e pesquisa. Poderão apresentar propostas instituições governamentais. O processo de seleção das propostas recebidas será feito através de uma matriz de avaliação que considerará fatores e critérios que favoreçam aquelas que apresentarem as melhores condições de viabilidade. constituir a Comissão Coordenadora. à escassez de ações práticas de recuperação de ecossistemas degradados.

Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .0 .Comparativo entre os programas de financiamento da área ambiental do Governo Federal V .Introdução III .Apresentação II . Capítulo I – A MATA ATLÂNTICA) ANEXO 2 – Mapas de Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica.PPG7 Figura 2 . Viabilidade e Sustentabilidade Relevância ambiental Grau de Inter-institucionalidade Contrapartida Pré-condições Modalidades de Apoio Demanda Induzida Exemplos de linhas temáticas para Demanda Espontânea Anexos ANEXO 1 . IV .Fundo Nacional do Meio Ambiente Programa de Conservação da Biodiversidade .Subprograma Mata Atlântica Antecedentes e o Processo de preparação do Subprograma Mata Atlântica Diretrizes Gerais Objetivos Áreas e Linhas Programáticas Resultados esperados (marco zero. resultados específicos) Vantagens comparativas As Especificidades Institucionais e Conjunturais do Bioma VI .Capítulo III .Descrição do Subprograma Mata Atlântica Estratégia de Implantação do Subprograma Figura 1 .Área Geográfica de Abrangência do Subprograma.versão 4.Programa Nacional do Meio Ambiente II PNF – Programa Nacional de Florestas – DIFLOR/MMA PPG7 – Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil FNMA .janeiro 2001 I .: 308 .Fundo Brasileiro para a Biodiversidade Quadro 1 .Organização estrutural do Subprograma Mata Atlântica .Probio FUNBIO .Ações e Áreas Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica. ANEXO 3 .A Mata Atlântica e os Programas de financiamento da área ambiental do Governo Federal Programa Avança Brasil PNMA II . visão geral.Fluxograma de projetos do Subprograma Mata Atlântica Modelo Operacional – Matriz de Avaliação da Eficácia. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Legislação de Proteção da Mata Atlântica (Ver Item II.

Julho de 1999.0 .: 309 . Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil – Revisão da Estrutura Institucional – Relatório Final. Avaliação Independente do Subprograma Projetos Demonstrativos – PD/A – PPG6 – Márcio Santilli. Mário José de Lima. Proposta de Reformulação do PPG7 – Ministério do Meio Ambiente – Secretaria de Coordenação da Amazônia – 27 de setembro de 1999. considerados os seguintes documentos: § Programa Piloto para a Proteção da Mata Atlântica (PPG7/MA) – Versão 1. dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal – Secretaria de Coordenação dos Assuntos do Meio Ambiente. Relatórios da Revisão do Meio Termo do PPG7. em dezembro de 1998. ocorrido em Salvador (BA) nos dias 11 e 12 de setembro de 2000 e do Seminário Regional Sul/Sudeste. disponibilizada em agosto de 1998. ocorrido em São Paulo (SP) nos dias 25 e 26 de setembro de 2000. Seminário Regional Nordeste. ainda. aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). § § § § § Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. e. Valter de Carvalho.Capítulo III .Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . pelo Ministério do Meio Ambiente. Foram. apresenta a proposta para a constituição do Subprograma Mata Atlântica no PPG7. especialistas e demais interessados na conservação do Bioma. em processo de discussão com o conjunto de organizações públicas e privadas. realizado em Brasília (DF) no dia 28 de julho de 2000. elaborado pelo NAPMA – Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica. A proposta foi concebida adotando como base estruturadora as “Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica”. Reúne resultados das discussões ocorridas entre os participantes do I Seminário do Subprograma Mata Atlântica – PPG7. Virgílio Viana – 31/07/97 Núcleo Assessor de Planejamento do Subprograma para a Mata Atlântica – PPG7 – Termo de Referência.9.janeiro 2001 I – Apresentação O presente documento.versão 4.

§ as áreas de tensão ecológica.versão 4. Santa Catarina. § os encraves de estepes. localizadas nos Estados do Rio Grande do Sul. Paraná. não investiu neste sentido. as ilhas litorâneas e os demais ecossistemas associados às formações anteriormente descritas conforme segue: § os encraves de savana. Mesmo o PPG7. também denominados campos. entre os tipos de vegetação descritos nas alíneas anteriores. Alagoas. bem como os manguezais. de dunas e de cordões arenosos. também denominadas brejos e chãs. compreendidos no interior d as Florestas Ombrófilas. compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. Bahia. A Mata Atlântica e os Programas de financiamento da área ambiental do governo Federal Apesar de ter sido o primeiro ecossistema a sofrer o impacto da colonização e de ser atualmente o mais ameaçado do País. São Paulo. também denominados de cerrados. localizadas nas margens do Rio Paranaíba. a Mata Atlântica não foi objeto.Capítulo III . do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístiva – IBGE. abarcando a vegetação nativa da Mata Atlântica e ecossistemas associados.Programa Nacional do Meio Ambiente Fase 2). Rio Grande do Norte. PNF – Programa Nacional de Florestas e PNMA II . Minas Gerais. Pernambuco. Ceará e Piauí. Espírito Santo. uma vez que concentrou seus esforços e recursos na região Amazônica.0 . até o momento. de 1993: a totalidade das florestas Ombrófila Densa. Programa Avança Brasi l Estratégias para o Desenvolvimento – 1999 (em implantação) Macroobjetivo 11 – Melhorar a Gestão Ambiental: Estimular o desenvolvimento e criar oportunidades de negócios e investimentos voltados para a proteção e conservação do meio Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. § as matas de topo de morro e de encostas do Nordeste. as Florestas Estacionais Semideciduais e Deciduais do Estado do Mato Grosso do Sul localizadas nos vales dos rios da margem direita do Rio Paraná e Serra da Bodoquena e do Estado de Go iás. Ser gipe.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . de nenhum programa específico de financiamento baseado em um planejamento estratégico consistentemente definido de forma a buscar a conservação. da Serra do mar e da Zona Costeira. definida o pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama e incorporada ao Decreto Federal n 750/93. Além de limitados em termos financeiros. conforme pode ser verificado a seguir: 1. também denominadas contatos.: 310 .janeiro 2001 II – Introdução Área Geográfica de Abrangência do Subprograma O subprograma apoiará projetos e atividades na área do Domínio da Mata Atlântica. Ombrófila Mista. Paraíba. Atualmente as fontes de financiamento do Governo Federal que destinam recursos para a Mata Atlântica estão limitadas a dois fundos (FNMA – Fundo Nacional do Meio Ambiente e Funbio – Fundo Brasileiro para a Biodiversidade) e cinco programas. Ombrófila Aberta. as vegetações de restingas. dois estão em operação (PPG7 – Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras e Probio – Programa Nacional da Diversidade Biológica) e três se encontram em fase de implantação (Programa Avança Brasil. Dos programas existentes. Estacional Semidecidual e Estacional Decidual. também denominada Mata de Araucárias. § os encraves de campos de altitude. § as formações vegetais nativas dos Arquipélagos de Fernando de Noronha e Trindade. Rio de Janeiro. os programas e fundos existentes não contemplam o conjunto de ações e atividades consideradas prioritárias para a reversão do quadro de degradação da Mata Atlântica. concebido para proteger as florestas tropicais brasileiras. compreendidos no interior das Florestas Ombrófilas. recuperação e uso sustentável de seus recursos naturais em âmbito nacional. com as seguintes delimitações estabelecidas pelo Mapa de Vegetação do Brasil.

Fortalecimento institucional e extensão florestal § Criar um fundo de desenvolvimento florestal. controle e combate a desmatamentos ilegais.: 311 . com dotação orçamentária de R$ 100 milhões/ano § Realizar cursos de atualização profissional e melhorar a estrutura física das instituições florestais Manejo de florestas nativas em áreas privadas Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. § Estimular a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas. bem como prevenir e conter queimadas e incêndios florestais. 3. Linhas temáticas e metas relacionadas ao Bioma Mata Atlântica: Monitoramento e Controle § Ampliar o monitoramento do uso dos recursos florestais para todo o território nacional (Mata Atlântica.versão 4. § Programa Proágua – Gestão – Implantação dos princípios e métodos de gestão estabelecidos na nova Lei das Águas § Florestar e Combate a Desmatamentos – Visa aumentar a oferta de madeiras de áreas plantadas. geração de energia limpa. § Apoiar os processos de descentralização das atividades de monitoramento.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .0 . PNF – Programa Nacional de Florestas – DIFLOR/MMA (em implantação) Objetivos relacionados ao Bioma Mata Atlântica § Estimular o uso sustentável de florestas nativas e plantadas. § Revisar os instrumentos normativos que concedem a autorização de desmatamento.Capítulo III . fomentar as atividades de reflorestamento. § Aumentar de 17% para 25% a taxa anual de legalidade do desmatamento. de reserva legal e alteradas.janeiro 2001 ambiente. entre outros. § Criar mecanismos para captação de recursos financeiros internos e externos para a proteção. Serviços ambientais das florestas § Restaurar 100 mil hectares/ano de florestas de preservação permanente em áreas prioritárias de bacias hidrográficas. contribuindo para diminuir a exploração predatória em florestas naturais e o combate efetivo aos desmatamentos § Programa Zoneamento Ecológio-Econômico – Permitirá o mapeamento do território nacional para direcionar o desenvolvimento sustentável Macroobjetivo 21 – Melhorar a Qualidade de Vida nas Aglomerações Urbanas e Regiões Metropolitanas: § Programa Reestruturação de Regiões Metropolitanas – Serão executados projetos nas áreas de recuperação ambiental. recuperação e restauração de áreas de preservação permanente. apoiar as iniciativas econômicas e sociais das populações tradicionais e indígenas que vivem nas florestas. 2. notadamente em pequenas propriedades rurais. estabelecendo planos de ação de prevenção. Cerrados e Caatinga). recuperar área de preservação permanente. melhorando efetivamente a qualidade ambiental e gerando benefícios socioeconômicos. reprimir desmatamentos ilegais e a extração predatória de produtos e subprodutos florestais. controle e fiscalização. ecoturismo. PNMA II – Programa Nacional do Meio Ambiente II (em implantação) Objetivo Geral – Estimular a adoção de práticas sustentáveis entre os diversos setores cujas atividades impactam o meio ambiente e contribuir para o fortalecimento da infraestrutura organizacional e de regulamentação do poder público para o exercício da gestão ambiental no país. gestão do patrimônio natural e utilização sustentável dos recursos naturais. queimadas acidentais e incêndios florestais por bioma. para melhorar a qualidade de vida nas grandes cidades. uso da biodiversidade. § Aumentar de 21% para 100% o monitoramento do território nacional.

Levantamento de Informações e Disseminação de Resultados: Avaliações em nível de bioma através de workshops Atividades Adicionais de Levantamento e de Divulgação da Biodiversidade Criação de uma Rede Nacional de Informações da Biodiversidade Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.janeiro 2001 4. Apoio à Gestão de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). da Mata Atlântica e de seus ecossistemas associados e apoiar o desenvolvimento sustentável a partir da participação e das contribuições da populações locais. outras ONGs. Certificação Ambiental. PPG7 – Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil (em operação) PDA – Projetos Demonstrativos Objetivos: § Contribuir para a preservação e a conservação da Amazônia. Linhas temáticas: Diversidade Biológica Florestal. Gestão Sustentável de Recursos Pesqueiros. Expansão e Consolidação de Área Protegidas.: 312 . Silvicultura e Agrosilvicultura com Espécies Nativas. Programa de Conservação da Biodiversidade – Probio O Probio é o mecanismo de auxílio técnico e financeiro para a implementação do Programa Nacional da Diversidade Biológica – PRONABIO. Projetos Voltados à Geração de Renda a partir de Espécies da Flora e Fauna Silvestres Nativas.Capítulo III . Construção de Agendas Ambientais Institucionais e Comunitárias. Criado em 1989 apoiou mais de 660 projetos em todo o país.versão 4. que possuam Plano de Manejo. § Gerar conhecimentos sobre a conservação. e Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.Fundo Nacional do Meio Ambiente (em operação) Objetivo: Viabilizar a Política Nacional do Meio Ambiente. sob Administração Pública.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . Apóia projetos de médio e pequeno portes que visem o uso sustentável dos recursos naturais. Gestão Ambiental em Terras Indígenas. estimular subprojetos que promovam parcerias entre os setores públicos e privados. a preservação ou a recuperação da qualidade ambiental no Brasil.0 . a preservação e o manejo sustentável dos recursos naturais por meio de atividades demonstrativas e com o envolvimento e a participação das populações locais. Substâncias Químicas. Até o momento foram aprovados 38 projetos na Mata Atlântica Corredores Ecológicos Em sua primeira fase será executados nos Estados do Espírito Santo e Bahia (em implantação) Projetos Bilaterais Em execução: KfW – São Paulo e Paraná e FFEM – São Paulo Em implantação: KfW – Minas Gerais Em negociação: KfW – Rio de Janeiro. Projetos para Conservação/Preservação de Espécies de Flora e Fa una Silvestres Nativas. 6. FNMA . Poluição do Ar. Resíduos Industriais. Santa Catarina e Rio Grande do Sul 5. gerando e divulgando informações e conhecimentos sobre o tema. Educação Ambiental para o Desenvolvimento Sustentável. § Identificação de Prioridades p ara a Aplicação de Recursos. tomadores de decisão e técnicos de governo. Construção de Agenda 21 Local/Regional. Apoio às Comunidades Extrativistas. § Fortalecer a capacidade de organização e articulação da spopulações locais. Áreas Alteradas. § Transferir o conhecimento resultante das experiências para outras comunidades. Manejo de Florestas Nativas. bem como a sua capcidade de elaborar e implementar projetos. Apoio à Gestão de Unidades de Conservação. Seu objetivo é identificar ações prioritárias. Desenvolvimento Ambiental Urbano.

janeiro 2001 § § § Apoio a projetos demonstrativos de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira Subprojetos Demonstrativos Iniciais: Tema: Recursos Genéticos Tema: Conservação e Utilização Sustentável da Biodiversidade Subprojetos Demonstrativos e Estudos Especiais Tema: Fragmentação de Habitat Tema: Estudos Especiais 7. ligadas ao uso sustentável da biodiversidade.0 . § Melhores Práticas em Ecoturismo: desenvolver uma proposta de programa de capacitação em melhores práticas para o ecoturismo. a partir dos recursos doados pelo Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF – Global Environmental Facility). em área temáticas consideradas prioritárias para a conservação e o uso sustentável da biodiversidade no Brasil: (i) uso direto e indireto de recursos genéticos e biológicos e (ii) criação ou implantação de unidades de conservação (públicas ou privadas) § Programa de Apoio à Produção Sustentável: consolidar iniciativas inovadoras de pequeno porte já em operação.: 313 . de forma consorciada.versão 4. que representem uma alternativa às atividades ec onômicas de alto impacto ambiental e que ampliem as possibilidades de geração de emprego e renda para as populações locais. no valor de US$ 20 milhões. FUNBIO – Fundo Brasileiro para Biodiversidade Objetivo Operar um fundo para apoio financeiro e material a iniciativas associadas a conservação e ao uso sustentável da biodiversidade no Brasil.Capítulo III . projetos de interesse comum das instituições parceiras. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Programa § Fundos de Parceria: os fundos de parceria visam financiar.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .

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PROGRAMAS ATIVIDADES FINANCIADAS Fortalecimento Institucional de órgãos públicos Fortalecimento Institucional de organiz. da sociedade civl Fiscalização Licenciamento Educação Ambiental Apoio à criação de UCs públicas Apoio à gestão de UCs públicas Apoio à criação de UCs privadas Apoio à gestão de UCs privadas Proteção de Remanescentes Manejo Florestal Certificação Florestal Monitoramento do Bioma Campanhas Educativas e de Opinião Pública Novos mecanismos de geração e captação de recursos financeiros Uso sustentável de recursos da biodiversidade Capacitação de recursos humanas em conservação Ecoturismo Pesquisa científi ca Gestão de territórios de populações tradicionais Conservação/preservação de espécies da flora e fauna nativas Recuperação de áreas degradadas

FNMA

Avança Brasil

PNF

PD/A (PPG7)

Corredores Ecológicos (PPG7) x

Projetos Bilaterais/ KfW (PPG7) x

PNMA II

PROBIO

FUNBIO

Subprograma Mata Atlântica (PPG7)

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III – Subprograma Mata Atlântica
Antecedentes e o Processo de preparação do Subprograma Mata Atlântica
O PPG7 – Programa Puloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil é uma iniciativa conjunta do Governo Brasileiro, da sociedade civil brasileira e da comunidade internacional, que busca encontrar formas de conservar as florestas tropicais da Amazônia e da Mata Atlântica. É, sem dúvida, o mais importante programa já desenvolvido para a proteção e manejo sustentável das florestas tropicais brasileiras. O programa foi proposto na reunião do Grupo dos Sete países industrializados (G7), em Houston, Texas, em 1990, sendo aprovado pelo G7 e pela Comissão Européia, em dezembro de 1991, tendo como objetivos: demonstrar que o desenvolvimento econômico sustentável e a conservação das florestas podem ser alcançados simultaneamente; preservar a biodiversidade das florestas tropicais; reduzir a emissão global de gases que produzem efeito estufa e estabelecer um exemplo de cooperação internacional entre países, para a solução de problemas ambientais de escala global. O programa tem seguido cinco linhas principais de ação: Experimentaçào e Demonstração, Conservação, Fortalecimento Institucional, Pesquisa Científica e Lições e Disseminação, com vários projetos em andamento. Além destes projetos, fazem parte ainda do PPG7 projetos bilaterais, desenvolvidos diretamente entre os países doadores e instituições brasileiras, devidamente aprovados no âmbito do programa. Como projetos bilaterais na Mata Atlântica, em cooperação com a Alemanha e a França, tem-se apoio a atividades nos Estados de São Paulo e Paraná, estando em negociação projetos com Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entretanto, desde o seu início, o PPG7 tem concentrado seus esforços e recursos apenas na Floresta Amazônica, com investimentos proporcionalmente reduzidos na Mata Atlântica, o que caracteriza um desvio dos objetivos do próprio programa. A participarção da Mata Atl6antica tem se restringido ao PDA – Projetos Demonstrativos, onde até o momento estão sendo apoiados 37 projetos em 9 Estados, nas áreas de Sistemas de Preservação Ambiental, Sistemas de Manejo Florestal e Sistemas Agroflorestais e Recuperação Ambiental. Além do PD/A, está em fase de “appraisal” o projeto Corredores Ecológicos, que em sua primeira fase será implementado nos Estados da Bahia e Espírito Santo. A pressão crescente da sociedade para garantir a inclusão da Mata Atlântica no PPG7, de forma apropriada entre suas oportunidades de financiamento, levou o governo brasileiro a contratar, no final de 1996, um especialista no Bioma para organizar a interlocução entre as partes e dar início ao desenvolvimento da proposta. Posteriormente, o Ministério do Meio Ambiente convidou um grupo de especialistas para apoiar a elaboração da proposta. O trabalho deste grupo foi concluído em maio de 1997 e apresentado sob o título de “Proposta para o Componente da Mata Atlântica, versão 1.1”. A partir da divulgação do citado documento, foi acertado um programa de trabalho entre o Ministério do Meio Ambiente e a Rede de ONGs da Mata Atlântica, envolvendo a contratação de consultores com amplo conhecimento na problemática da Mata Atlântica, para a elaboração da proposta detalhada, Como resultado desse trabalho de consultoria, foi elaborado um documento intitulado “Plano de Ação da Mata Atlântica – Componente PPG7”. Esse Plano de Ação contou com a colaboração de Órgãos Públicos e da Rede de ONGs da Mata Atlântica, e foi discutido no Workshop Nacional realizado de 15 a 17 de julho de 1998, em Brasília.

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Apresentado na reunião dos Participantes do PPG7 (Doadores, Governo Brasileiro, Sociedade Civil e Banco Mundial), em outubro de 1999, o Plano de Ação foi aprovado como subsídio para a elaboração do Subprograma Mata Atlântica no âmbito do PPG7. Para viabilizar a elaboração desse Subprograma foi elaborado um Termo de Referência no valor de US$ 200,000, aprovado pela CCB e CCC, e foi implantado o NAPMA – Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica, dentro da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, no Ministério do Meio Ambiente. O Subprogram Mata Atlântica vem preencher uma lacuna importante no PPG7, que é a falta de ações direcionadas para a Proteção e Recuperação da Mata Atlântica, e foi amplamente discutido com os setores governamentais e não governamentais, acadêmicos e empresarial, nos seguintes seminários: § I Seminário do Subprograma Mata Atlântica – PPG7, Brasíli (DF) – 28 de julho de 2000; § Seminário Regional Nordeste – Salvador (BA) – 11 e 12 de setembro de 2000 § Seminário Regional Sul/Sudeste – São Paulo (SP) – 25 e 26 de setembro de 2000. O Subprograma Mata Atlântica adotou como base estruturadora as “Diretrizes para a Política de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Mata Atlântica”, aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) em dezembro de 1998, após amplo processo de discussão entre todos os setores da sociedade interessados na conservação e uso sustentável do Bioma. Foram ainda considerados no processo de elaboração do Subprograma vários outros documentos elaborados no âmbito do PPG7 e Ministério do Meio Ambiente, em especial os referentes a Revisão de Meio Termo e o Plano de Ação para a Mata Atlântica (1998). Além destes documentos de referência, os resultados do projeto Avaliação e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica e Campos Sulinos (Probio/Pronabio, 1999) constituirão elementos para o direcionamento e priorização das ações a serem desenvolvidas. A implementação do Subprograma foi concebida de forma a estabelecer uma relação de integração e evitar sobreposição de esforços com os demais programas de financiamento para a Mata Atlântica, em execução ou preparação, tais como: Programa Avança Brasil, PNMA II, PNF, FNMA, Probio, Funbio, PDA/PPG7, Corredores Ecológicos/PPG7 e Projetos Bilaterais KFW-FFEM /PPG7.

Diretrizes Gerais
§ § § § § § § Proteção da Biodiversidade; Representatividade das diferentes fisionomias e unidades biogeográficas que compõem o Bioma; Desenvolvimento das pesquisas necessárias à implementação dos projetos e ações desenvolvidos no âmbito do Subprograma; Livre acesso e divulgação dirigida dos resultados obtidos; Fortalecimento institucional das organizações públicas, comunitárias e privadas responsáveis pela implementação de projetos e atividades desenvolvidos no âmbito do Subprograma; Compatibilização de políticas setoriais; Financiamento de projetos e atividades relacionadas à utilização econômica de recursos florestais restrita à exploração de produtos não madeireiros.

Objetivos
Os objetivos desse Programa estão diretamente relacionados com os problemas que levam ao empobrecimento ecológico, à escassez de ações práticas de recuperação de ecossistemas degradados, à desvalorização de culturas tradicionais e ao abandono e uso inapropriado dos ecossistemas remanescentes.

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Considerando os objetivos gerais do PPG7, o problema, a relevância e as especificidades que caracterizam a Mata Atlântica e a Política da Mata Atlântica, o Subprograma possui os seguintes objetivos gerais: § Assegurar a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica, reduzindo significativamente seu processo de empobrecimento, através da ampliação das unidades de conservação e redução drástica do desmatamento ilegal; § Promover o desenvolvimento sustentável, assegurando a utilização dos recursos naturais de forma ecologicamente sustentável e socialmente justa, contribuindo significativamente para a redução do processo de empobrecimento cultural na Mata Atlântica; § Promover a recuperação da Mata Atlântica.

Áreas e linhas programáticas
As Áreas e Linhas Programáticas consideradas prioritárias para investimento em projetos no âmbito do Subprograma Mata Atlântica, foram definidas a partir da seleção e adaptação de linhas programáticas da Política da Mata Atlântica, considerando os objetivos, mandato e forma de operação do PPG7. Partindo-se das 78 linhas programáticas da Política da Mata Atlântica, a equipe do NAPMA selecionou 26 que melhor se adequavam ao PPG7 e submeteu-as à discussão nos seminários de consulta realizados em Salvador e São Paulo. Ao final desse processo foram priorizadas 16 linhas programáticas, organizadas em quatro áreas programáticas: (i) proteção da biodiversidade, (ii) uso sustentável dos recursos naturais, (iii) recuperação de área degradadas e (iv) monitoramento e pesquisa. Área Programática 1 – Áreas Protegidas Linhas Programáticas 1 – Ampliar e consolidar um sistema integrados de UCs e área protegidas, fortalecendo os mecanismos de gestão participativa, manejo e monitoramento de UCs públicas e privadas, em especial as de uso integral, consolidando os mosaicos florestais, os corredores ecológicos e o sistema de Reserva da Biosfera 2 – Apoiar a criação de implementação de UCs municipais e áreas protegidas particulares 3 – Promover a inserção das UCs nos planos de desenvolvimento regional d os Estados e municípios 4 – Estabelecer programas para a conservação de espécies Área Programática 2 – Uso sustentável da Mata Atlântica Linhas Programáticas 1 – Estabelecer manejo adequado em áreas de comunidades tradicionais, buscando valorizar os conhecimentos sobre manejo e conservação dos remanescentes da Mata Atlântica 2 – Promover o desenvolvimento florestal sustentável orientando o manejo não madeireiro e o reflorestamento, valorizando-se os usos múltiplos das florestas, contribuindo para a geração de rendo e a segurança alimentar. 3 – Identificar, caracterizar, valorar e promover a regulamentação dos serviços ambientais da Mata Atlântica, com sua respectiva disseminação na sociedade 4 – Estabelecer mecanismos específicos de concessão de uso dos recursos naturais nas áreas privadas da Mata Atlântica. Área Programática 3 – Recuperação de Áreas Degradadas Linhas Programáticas 1 – Promover a restauração e recuperação da Mata Atlântica, contribuindo para formação de mosaicos e corredores ecológicos e para recomposição de áreas de relevante interesse ambiental, especialmente em regiões de mananciais, recarga de aquíferos, áreas de preservação permanente, reservas legais e entorno de UCs. 2 – Apoiar programas bioregionais de sementes florestais, compatibilizando-os com ações de restauração e recuperação de áreas degradadas na Mata Atlântica

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MÉDIA MÉDIA MÉDIA

Prioridade ALTA

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Prioridade ALTA

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Área Programática 4 – Políticas Públicas, Monitoramento e Pesquisa Linhas Programáticas 1 – Promover a geração do conhecimento e do desenvolvimento tecnológico, tanto no setor público quanto no privado, necessários à conservação e ao manejo sustentado da Mata Atlântica 2 – Promover programas de monitoramento da diversidade biológica 3 – Fortalecer ações de controle da caça e do comércio de espécies 4 – Estabelecer instrumentos de compensação que valorizem as áreas de manejo, reservas legais, UCs privadas e áreas de preservação permanente 5 – Implementar programa de monitoramento participativo da Mata Atlântica em âmbito nacional 6 – Estabelecer ações para reduzir a influência da expansão urbana e rural sobre as UCs e remanescentes de Mata Atlântica e regular a utilização das áreas de entorno das UCs.

Prioridade ALTA

ALTA ALTA ALTA MÉDIA MÉDIA

Resultados esperados (marco zero, visão geral, resultados específicos)
2001 2002 2002 2002 2003 2004 2004 2005 2007 2010 2010 2010 2010 2010 2020 Governo Federal regulamenta certificados de emissão de carbono para proteção de áreas naturais e recuperação de áreas degradadas Brasileiros aumentam preocupação com a Mata Atlântica Organizado amplo programa de pesquisa da biodiversidade e conservação da Mata Atlântica Regulamentadas as compensações referentes a serviços ambientais (Públicos e Privados) Concluído o detalhamento das áreas prioritárias p ara a conservação de biodiversidade em nível local Sistema para monitoramento em tempo real da Mata Atlântica disponível na Internet A fiscalização estruturada e em funcionamento Desmatamento zero na Mata Atlântica UCs cujos planos de manejo admitam serão principais destinos de ecoturismo no País 60% dos remanescentes estão convertidos em áreas protegidas públicas e privadas de uso indireto 100% das UCs criadas até 2000 possuem planos de manejo concebidos e implementados e situação fundiária resolvida Modelos de reabilitação da Mata Atlântica amplamente disseminados A Mata Atlântica atinge ritmo de recuperação de 3% ao ano Espécies ameaçadas de extinção possuem estratégias e programas de salvamento Corredores biológicos geridos de forma integrada com avaliação sistemática da proteção da biodiversidade e dos serviços ambientais.

Vantagens comparativas
É importante destacar, no entanto, que a aplicação da “Matriz de avaliação da eficácia, viabilidade e sustentabilidade”, que apresentaremos a seguir, deverá estabelecer as condições para a priorização dos projetos e atividades a serem financiados, sem que seja necessário um fechamento excessivo das linhas programáticas. O conceito de “Matriz de avaliação” prevê que os projetos prioritários serão aqueles capazes de demonstrar claramente sua eficácia, viabilidade e sustentabilidade, dentro de um gama relativamente ampla de opções em termos de linhas programáticas. A inserção da Mata Atlântica no Program a Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais Brasileiras deve considerar as características peculiares do Bioma, principalmente quando comparado à Floresta Amazônica. Esta questão é ainda mais importante quando se considera que, até o momento, a experiência acumulada pelas instituições envolvidas com a gestão do PPG7 praticamente restringiu-se àquela região.

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As especificidades Institucionais e Conjunturais do Bioma
O desenvolvimento do Subprograma Mata Atlântica deve considerar as especificidades do Bioma, uma vez que algumas delas limitam as opções de uso sustentável dos recursos florestais e outros podem se constituir em vantagens comparativas em a outras regiões do País para a implantação do PPG7, desde que adequadamente consideradas. A situação crítica da Mata Atlântica, caracterizada pela intensa fragmentação de suas fitofisionomias na maior parte de sua área original de abrangência, induz, naturalmente, a um direcionamento para a proteção total das áreas remanescentes. Através do controle dos processos de degradação antrópica e do efeito de borda e à regeneração de áreas degradadas. Desta forma, o Subprograma Mata Atlântica deve ter como objetivos fundamentais a conservação e recuperação do Bioma. Esta orientação implica em se considerar que a opção pelo uso sustentável de recursos florestais como uma alternativa à degradação, largamente utilizada como estratégia do PPG7 na Amazônia, teria aplicação limitada na Mata Atlântica. Considerando-se a situação ambiental do Bioma, a beleza cênica da maioria de suas áreas remanescentes e a proximidade das mesmas de grandes centros urbanos, o desenvolvimento de atividades de lazer ecoturismo devem ser considerados como uma das principais opções para a geração de renda. A exploração de recursos florestais de baixo impacto (plantas ornamentais, plantas medicinais, palmito, caixeta, etc) pode ser uma opção para algumas poucas regiões onde há uma concentração significativa de formações florestais, como o Vale do Ribeira (litoral sul de São Paulo e litoral norte do Paraná) Entre as especificidades da Mata Atlântica que devem comparativas em relação a outras regiões do país, destacam-se: ser consideradas vantagens

1 – Grau crescente de consciência da sociedade para a necessidade de reversão dos processos de degradação; 2 – Capacidade institucional dos órgãos ambientais estaduais e municipais em geral, superior a de outras regiões do País; 3 – Alto grau de organização da sociedade civil na maior parte dos Estados compreendidos pelo Bioma; 4 – Setor empresarial em geral mais din6amico e capitalizado do que em outras regiões do País; 5 – Legislação específica existente; 6 – Maior concentração de instituições de pesquisa; 7 – Acúmulo de experiências em conservação e recuperação de áreas degradas.

IV – Descrição do Subprograma
Estratégia de implantação do Subprograma
§ A estrutura gerencial do programa deverá contar com uma secretaria técnica permanente (NAPMA – Núcleo Assessor de Planejamento da Mata Atlântica) vinculada à Secretaria da Biodiversidade e Florestas do MMA, sendo destinados para a sua operação até, no máximo, 10% do total dos recursos alocados para o Programa. O Programa contará com uma Comissão Coordenadora, especificamente criada, composta, de forma paritária, por representantes governamentais (MMA, MCT, MAA, Ibama, Abema, Anamma) e não governamentais (RMA, CNRBMA, setor acadêmico, setor empresarial, movimento social/organizações de comunidades); A análise de propostas contará com o apoio de pareceristas ad hoc; A Secretaria Técnica do Programa será res ponsável por elaborar os manuais técnicos, formulários e modelos para apresentação de propostas; propor editais de demandas induzidas; receber, triar e encaminhar para análise de pareceristas ad hoc e da Comissão Coordenadora as solicitações de financiamento recebidas; elaborar os contratos e coordenar o repasse dos recursos; monitorar o desenvolvimento técnico e financeiro dos

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projetos e atividades financiadas; elaborar o Relatório Anual de Avaliação de Eficácia do Programa; A Comissão Coordenadora será responsável pela aprovação dos manuais técnicos, formulários e modelos para apresentação de propostas; dos editais de demandas induzidas; das propostas encaminhadas pela Secretaria Técnica; e do Relatório Anual de Avaliação de Eficácia do Programa; O Programa operará através de demanda induzida, definidas em editais específicos, a exemplo do que vem sendo feito pelo MMA (Pronabio, Funbio, PD/A, etc) e demanda espontânea, de acordo com as áreas programáticas e prioridades definidas; A implementação das ações previstas neste programa será feita através de um processo competitivo, aberto e com ampla divulgação; Para o repasse de recursos deverão ser adotados procedimentos utilizados pelo PD/A, de forma a garantir a necessária flexibilidade e agilidade; Estão credenciados a submeter propostas as instituições governamentais, instituições de pesquisa e ensino, ONGs, movimentos sociais/organizações de comunidades e empresas privadas; Serão valorizados no processo de seleção as propostas que apresentarem parcerias interinstitucionais, como forma de aumentar a eficiência e sustentabilidade dos projetos e reduzir os custos de implantação e desenvolvimento; As propostas recebidas serão selecionadas através de uma matriz de avaliação que considerará fatores e critérios que favoreçam aquelas que apresentarem as melhores condições de viabilidade, efetividade e sustentabilidade; O Programa contará com áreas e linhas programáticas prioritárias pré-estabelecidas resultantes de amplo processo de consulta com os diversos setores envolvidos com a conservação da Mata Atlântica, que serão avaliadas a cada dois anos a partir dos resultados dos Relatórios Anuais de Avaliação de Eficácia do Programa; Serão consideradas na definição dos editais de demanda induzida e na análise de proposta s resultantes de demanda espontânea, além das áreas e linhas programáticas prioritárias pré-estabelecidas, as áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade do Bioma, resultantes do Workshop Mata Atlântica (Pronabio/Probio) O processo de seleção de propostas deverá evitar concentração de recursos em regiões que possuam organizações com maior capacidade técnica ou institucional; Serão definidos valores mínimos e máximos para projetos; Serão aceitos projetos a longo prazo (máximo 5 anos)

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Capítulo III - Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica - versão 4.0 - janeiro 2001

Organização Estrutural do Subprograma Mata Atlântica – PPG7

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com proposta de enquadramento na matriz de avaliação 5 – NAPMA recebe projetos.0 .NAPMA envia propostas de Editais de Demanda Induzida para Comissão Coordenadora 2 – Comissão Coordenadora aprova Editais de Demanda Induzida 3 – NAPMA divulga Editais 4 – Entidades encaminham projetos para demanda induzida e demanda espontânea.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .: 323 .Capítulo III .versão 4. faz triagem e encaminha para consultores técnicos 6 – Consultores emitem pareceres 7 – NAPMA envia projetos com pareceres para julgamento da Comissão Coordenadora 8 – Comissão coordenadora julga projetos e remeta ao NAPMA 9 – NAPMA faz tramitação dos projetos aprovados às entidades proponentes/executoras 10 – NAPMA monitora projetos em execução 11 – NAPMA elabora relatório anual de avaliação da eficácia do Subprograma 12 – Comissão Coordenadora avalia e aprova relatório anual do Subprograma 13 – NAPMA divulga relatório anual do Subprograma Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.janeiro 2001 Fluxograma de Projetos do Subprograma Mata Atlântica 1 .

mais uma vez. movimentos sociais e demais atores atuantes no Bioma. A presente proposta considera que a vasta gama de experiências já desenvolvidas na Mata Atlântica permite que o Subprograma avance consistentemente em ações concretas e com razoável previsão de acerto. Por efetividade. não se pretende que o Subprograma mantenha um caráter “demonstrativo”. pois a análise das diferentes propostas submetidas ao programa não se baseará somente no mérito individual de cada uma delas. empresas. que considerará os seguintes aspectos: grau de relevância ambiental. Os fatores e critérios a serem utilizados na “matriz de avaliação” do Subprograma estão definidos a partir dos seminários de consulta regionais (setembro/outubro de 2000). O Subprograma Mata Atlântica terá um forte componente competitivo.janeiro 2001 Modelo Operacional – M atriz de Avaliação da Eficácia. compreende-se o significado da ação proposta em relação à solução do problema a ser enfrentado. efetividade e sustentabilidade. publicar. movimentos sociais.: 324 . instituições de pesquisa públicas e privadas. ONGs.versão 4. tem como objetivos: reunir. analisar e divulgar experiências de conservação. elas serão analisadas de forma integrada através da “matriz de avaliação”. grau de interinstitucionalidade e volume de contrapartida. Desta forma. Os aspectos considerados de maior relevância para se avaliar a viabilidade de uma determinada ação são: (i) básica técnica consistente. organizações não governamentais. modelo que vem sendo aplicado ao PPG& até o momento. A viabilidade dos projetos e ações propostos é um aspecto essencial para se definir os investimentos no âmbito do Subprograma Mata Atlântica e deve ser um critério de seleção. Viabilidade e Sustentabilidade A proposta para a operação do Subprograma Mata Atlântica está baseada em um modelo que promova a sinergia entre os diferentes atores que já atuam na conservação e recuperação do Bioma (órgãos públicos das diferentes esferas do poder. Como subsídio de grande validade para esta definição de modelos de avaliação de efetividade. Aqui. pois a Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. setor empresarial e setor acadêmico/científico). Promover uma avaliação dos principais programas de financiamento. deve ser considerado com ponto de partida o vasto acervo de experiências já desenvolvidas no âmbito do Domínio da Mata Atlântica. que pretende pontuar as diferentes propostas a partir de fatores e critérios que favoreçam aquelas que apresentarem as melhores condições de viabilidade. com início em outubro de 2000 e conclusão prevista para maio de 2001.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . Após a análise individual de cada proposta. Recuperação e Uso Sustentável dos Recursos Naturais da Mata Atlântica”.0 . públicos e privados. Este projeto. - Por sustentabilidade compreende-se: (i) condições político-institucionais para que a ação se desenvolva dentro do planejamento previsto. (ii) capacidade institucional das entidades proponentes e executoras e (iii) envolvimento do beneficiário. como base para o estabelecimento de modelos de avaliação das propostas a serem desenvolvidas com apoio do Subprograma. Para tanto. recuperação e uso sustentável na Mata Atlântica. executadas a partir de 1990 por érgãos públicos. o Subprograma contará com os resultados do projeto “Avaliação do Esforço de Conservação. que possuem linhas de apoio a projetos de organizações nào governamentais.Capítulo III . as iniciativas de conservação e recuperação da Mata Atlântica apresentadas pelos atores interessados em executá-las serão avaliadas através de uma “matriz de avaliação”. (ii) condições para que a atividade/ação tenha permanência após o investimento obtido junto ao Subprograma. a partir de 1990.

pescadores. governo-sociedade. com status de pré-requisito Fator Variáveis para avaliação do pré-requisito a) importância para a conservação da 1 – Presença de sp raras/endêmicas biodiversidade 2 – Presença de sp ameaçadas de extinção 3 – Importância para Conectividade de fragmentos 4 – Importância para restauração/recuperação fragmentos Fatores diretamente relacionados a projetos que definem prioridades regionais/locais Fator a) Áreas prioritárias para conservação da biodiversidade (Workshop da biodiversidade) b) Recuperação de áreas degradadas para formação de corredores c) Reabilitação de APPs d) Áreas flores tais em bom estado de conservação e) Grau de ameaça f) Entorno de UCs g) Proteção de recursos hídricos h) Uso sustentável do recursos i) Fragmentos da Mata Atlântica em área urbana e de expansão urbana j) Projetos cujo objetivo é promover a restauração ambiental Fatores indiretamente relacionados a projetos Fator a) Grau de oportunidade (Conjuntura favorável à preservação) b) Programa/atividades de educação ambiental c) Segmentos sociais comprometidos com a proteção/preservação do Bioma d) Serviços ambientais e) Combate da cultura destrutiva f) beleza cênica g) Identificação de capital natural e renda Quanto ao Grau de Inter-institucionalidade Fatores diretamente relacionados a projetos Pontuação a) Diversidade de atores envolvidos (número de parcerias horizontais com 5 representações institucionais e compromissos formalmente definidos) b) Previsão de mecanismos de cogestão (responsabilidades definidas) 5 c) Engajamento das comunidades tradicionais (índios.janeiro 2001 viabilidade da proposta depende do consenso entre os diferentes atores atuantes no Bioma. 5 quilombolas) nos empreendimentos d) Promoção de interação entre governo-governo.: 325 . Os participantes dos Seminários de Brasília.0 .versão 4. questão considerada fundamental para garantir a estabilidade político-institucional da proposta. Sal vados e São Paulo definiram os seguintes fatores e critérios de avaliação: Quanto a relevância ambiental Fatores diretamente relacionados a projetos. agricultores.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .Capítulo III . sociedade4 sociedade e) Parceria previamente formalizada entre instituições 3 f) Experiência anterior com parcerias efetivas 3 Quanto a Contrapartida: Os projetos propostos têm que ter contrapartida mínima (critério eliminatório) Projetos Grandes 30% Projetos Médios 20% Projetos Pequenos 10% de Pontuação 5 5 5 5 5 4 4 4 3 3 Pontuação 3 3 3 2 2 1 1 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

Capítulo III .: 326 . coerentes com as linhas temáticas definidas para o Subprograma. O modelo de demanda espontânea será adotado para apoiar as iniciativas que.: Estados já qualificados pelo PNMA II estarão aptos para a obtenção de recursos do Subprograma da Mata Atlântica. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. tenham como objetivo desenvolver atividades.versão 4. ações e projetos com efeito em âmbito regional/local. desde que cumpridas as demais pré-condições dos itens: Fatores relacionados a instituições proponentes/executoras e Fatores relacionados ao projeto. O modelo de demanda induzida será adotado para estimular o desenvolvimento de ações e projetos cujos resultados tenham efeito em âmbito nacional. contribuindo para a conservação e recuperação de todo o Bioma.janeiro 2001 A contrapartida poderá ser composta por: recursos financeiros recursos humanos equipamentos e infra-estruturas colocadas à disposição do projeto proposto serviços oferecidos pela comunidade investimentos em fundamentação técnica-científica do projeto proposto Tempo mínimo de existência legal e atuação na área de uma ano (o critério é o registro no cartório) Pré-condições 1 – Fatores relacionados a instituições proponentes/executoras Capacidade institucional Capacidade técnica Capacidade de auto-monitoramente Tempo mínimo de existência legal e atuação na área Cumprimento da Legislação Ambiental (APPs e reserva legal preservadas ou plano de recuperação) 2 – Fatores relacionados ao projeto Projeto elaborado de forma participativa Mecanismos/procedimentos que garantam informações e resultados obtidos a disponibilização e a disseminação das 3 – Fatores relacionados a proponentes/executores governamentais Legislação ambiental compatível com as diretrizes do Conama Existência de conselhos estaduais/municipais de meio ambiente paritários e deliberativos Agenda 21 em implantação Mecanismos para financiamento de ações de conservação ambiental implantados ou em implantação Existência de programas ambientais Órgão ambiental estruturado Obs.Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica .0 . Modalidade de apoio O Subprograma Mata Atlântica apoiará projetos e atividades em duas modalidades de operação induzida e demanda espontânea.

Capítulo III .Documentos de Referência Subprograma Mata Atlântica . caça. etc) 4 – Avaliação e Monitoramento J) Monitoramento Participativo da Mata 7 Atlântica K) Cadastro nacional e monitoramento participativo de UCs L) Estudos e pesquisas que levem ao 5 detalhamento de áreas prioritárias para conservação em nível local M) Sistematização da informação científica 4 N) Monitoramento de populações silvestres 3 Exemplos de Linhas de Temáticos para Demanda Espontânea Uso sustentável de recursos naturais e recuperação de áreas degradadas no entorno de UCs Implantação de corredores biológicos Elaboração de planos de manejo de UCs Implantação e manejo de áreas de reserva legal e APPs Criação e fortalecimento de associações de consumidores de madeira voltadas para a promoção do reflorestamento Conservação em áreas críticas (cabrucas.: 327 . encraves e áreas sob pressão). uso do fogo.janeiro 2001 Modalidade de Apoio Demanda Induzida Linha de Ação Temas Pontuação A) Capacitação em Gestão Ambiental 6 B) Campanhas de conscientização e 3 mobilização 2 – Mecanismos Financeiros e C) Aprimoramento da legislação 4 Administrativos D) Mecanismo financeiros inovadores 2 E) Soluções de questões fundiárias 2 3 – Implementação em áreas F) Manejo bioregional em áreas prioritárias 7 prioritárias de Restauração G) Implantação e manejo de áreas de Reserva 7 Legal e APPs H) Restauração e outras medidas mitigadoras 6 do efeito de fragmentação de habitats em áreas prioritárias I) Implantação e esforço de sistemas 3 integrados de controle (incêndios. Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.versão 4.0 . desmatamento.

Minas Gerais. Rio de Janeiro.: 328 .Capítulo III . Santa Catarina e Rio Grande do Sul São Paulo 1998 Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Síntese dos Estados do Espírito Santo. São Paulo. Goiás. Mato Grosso do Sul.Documentos de Referência Fundação SOS Mata Atlântica Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Instituto Socioambiental ATLAS DA EVOLUÇÃO DOS REMANESCENTES FLORESTAIS E ECOSSISTEMAS ASSOCIADOS NO DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA NO PERÍODO 1990-1995 Relatório Nacional . Paraná.

Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 AGRADECIMENTOS A Fundação SOS Mata Atlântica manifesta seus sinceros agradecimentos ao BRADESCO S. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Capítulo III . e Fundo Nacional do Meio Ambiente/MMA pelo importante apoio financeiro concedido e aos consultores técnicos.. POLIBRASIL S.A.: 329 .A. às equipes de trabalho das instituições envolvidas e a todas as pessoas e instituições que colaboraram direta ou indiretamente para o desenvolvimento deste projeto.

Gisela Herrmann. Rosemeire Rurico Sacó. Sebastião José da Silva Neto. São Paulo: Waldir Mantovani (Universidade de São Paulo) e Eduardo Luís M. Luiz Son. Milano. João Marcelo de Alvarenga Braga.SOS Mata Atlântica Thelma Krug . Solange de V. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . Ana Maria Paiva. Fabrício dos Santos Lopes. Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental. Catharino (Instituto de Botânica Estado São Paulo). Tânia Mara Simões do Carmo. Pinto (Conservation nternational do Brasil). Leila Maria Monteiro da Silva (Documentação). Adauto Tadeu Basílio (Diretoria Administrativa/Financeira). da Fonseca e Luiz Paulo de S. Keilla dos Reis Ribeiro e Fernanda Cristina da Silva (Digitalização). Márcio Valentim Gomes Corrêa. Jociel Domingos Santos (Documentação).ISA COORDENAÇÃO TÉCNICA Flávio Jorge Ponzoni .SOS Mata Atlântica João Paulo Ribeiro Capobianco . INPE: Paulo Roberto Martins Serra (Centro Espacial de Cachoeira Paulista). Haroldo C. Mário Sartori. Paulo Sztutman. Cássio Soares Martins e Lívia Vanucci Lins (Fundação Biodiversitas).INPE Marcio Nogueira Barbosa . Oberdan José Pereira. PROCESSAMENTO DE IMAGENS Earth Satellite Corporation CONSULTORIA TÉCNICA Diana Sarita Hamburger Elaine Cristina Cardoso Fidalgo Marcos Reis Rosa CONSULTORIA DE AVALIAÇÃO Espírito Santo: Ségio Lucena Mendes (Museu de Biologia Mello Leitão). Edmar Moretti.Presidente Eduardo Viveiro de Castro .Diretor INSTITUTO SOCIOAMBIENTAL .: 330 . A Pessoa e Pedro Schuback (Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro . Iara Musse Félix.INPE Márcia Makiko Hirota . Cláudia Roberta de Souza e Mariângela Aparecida da Silva Martins (Interpretação visual das imagens orbitais). Ubirajara Moura de Freitas (Divisão de Processamento de Imagens) e Paulo Cesar Gurgel de Albuquerque (Coordenação do Convênio). I Christiane Furlani. Suzanleide Moreira Vieira Paula.INPE João Paulo Ribeiro Capobianco . Paraná: Miguel S.Ministro INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS . Santa Catarina : Ademir Reis e Daniel de Barcellos Falkenberger (Universidade Federal de Santa Catarina).ISA Neide Esterci .Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 FUNDAÇÃO SOS MATA ATLÂNTICA Roberto Luiz Leme Klabin . Secretaria de Estado para Assuntos do Meio Ambiente do Espírito Santo. Rede de ONGs da Mata Atlântica. Marcelo de Faria. Minas Gerais: Gustavo A B. Schaffer. COLABORAÇÃO Ibsen de Gusmão Câmara. Fundação Biodiversitas. Elena Charlotte Landau e André Hirsch (Universidade Federal de Minas Gerais). Wigold B. Bernardo Friedrich Theodor Rudorff (Divisão de Sensoriamento Remoto). Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal da Secretaria de Estado da Agricultura do Espírito Santo e Programa Mata Atlântica do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Maria Cléa Brito de Figueiredo. de Lima. Maria Lídia Bueno Fernandes (Banco de Dados de UCs da Mata Atlântica). Miriam Prochnow. Conservation International do Brasil. IMAGEM SENSORIAMENTO REMOTO S/C LTDA: Enéas Rodrigues Brum. Ângela Maria Ribeiro Galvão.Programa Mata Atlântica). Carlos A lberto Felgueiras e Fernando Mortara (Consultores). Edna Amorim dos Santos (Laboratório de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto). Sandro Menezes Silva e Ricardo Miranda de Britez (Universidade Federal do Paraná) e Ivan Baptiston (Fundação O Boticário de Proteção à Natureza). Associação de Preservação do Meio Ambiente do Alto Vale do Itajaí. José Borges Escada Junior (Divisão de Geração de Imagens). ISA: Sérgio Mauro dos Santos Filho.Vice-Presidente MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA José Israel Vargas . Alicia Rola. Luiz Leonardi e Marcos Covre (Diretoria). Rio Grande do Sul: Luis Rios de M. Rio de Janeiro: Rejan Rodrigues Guedes-Bruni.ISA EQUIPE DE TRABALHO SOS Mata Atlântica: Mário Mantovani (Diretoria de Relações Institucionais). Baptista e Jorge Luis Waechter (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Ivone Mariko Masago (Coordenação técnica). Andréa Miranda Santos.Vice-Presidente COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Márcia Makiko Hirota .Capítulo III .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Presidente Paulo Nogueira Neto . Luciana Dias Thomaz e José Manoel Lúcio Gomes (Universidade Federal do Espírito Santo).

as instituições convenentes cumprem com os objetivos propostos de produzir e disponibilizar informações permanentemente aprimoradas e atualizadas sobre a dinâmica das alterações verificadas na vegetação nativa da área abrangida pelo projeto.: 331 . o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE e o Instituto Socioambiental – ISA têm a grata satisfação de apresentar à sociedade o relatório d o “Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990-95”. Sua viabilização. só foi possível graças a parceria entre estas instituições.Capítulo III . um dos mais ameaçados conjuntos de ecossistemas do Planeta. um exemplo marcante de cooperação entre organizações governamentais e não-governamentais. utilizando os mais modernos recursos disponíveis para o monitoramento de cobertura vegetal. que concentram aproximadamente 80% das áreas remanescentes do Bioma. Espera-se que estas informações sejam uma contribuição efetiva para o planejamento e avaliação das ações conservacionistas desenvolvidas pelas instituições públicas e privadas e um instrumento para a conscientização da sociedade em geral para a gravidade da situação da Mata Atlântica. Este relatório apresenta uma análise da dinâmica atual da Mata Atlântica em nove Estados do País. Ao apresentar os resultados de mais esta etapa.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 APRESENTAÇÃO A Fundação SOS Mata Atlântica.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Roberto Luiz Leme Klabin presidente da Fundação SOS Mata Atlântica Márcio Nogueira Barbosa diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Neide Esterci presidente do Instituto Socioambiental Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .

visando obter informações detalhadas e passíveis de atualização permanente. RN. consideradas fundamentais para orientar uma efetiva ação de conservação. oferecendo uma informação inicial. e atendendo a recomendação dos principais atuantes na Mata Atlântica sobre a necessidade de se conhecer a dinâmica remanescentes do Bioma. Este projeto. hoje disposta esparsamente ao longo da costa brasileira e no interior das regiões sul e sudeste.000.000. foi ampliada a escala de trabalho para 1:250. das Indústrias Klabin de Papel e Celulose e Metal Leve e foi concluído em 1993. levantamentos de campo para checagem e aferição dos dados e análise dos dados por especialistas com conhecimentos de campo e outras informações disponíveis.A. digitalização e produção dos mapas foi realizada pela empresa Imagem Sensoriamento Remoto S/C Ltda. PR.000 e definido período de cinco anos. polígonos de remanescentes descontínuos tiveram de ser agrupados pela sua densidade. em 1990. PB. na escala 1:1.: 332 . cientistas brasileiros contemporânea dos Pesquisas Espaciais mais precisas. Rio de Janeiro.INPE deram início. GO. Minas Gerais. Além disto. para a avaliação da evolução das fisionomias florestais e ecossistemas associados no Domínio da Mata Atlântica em dez estados brasileiros onde o mapeamento anterior apontava a maior concentração de áreas preservadas (Bahia. dimensão e distribuição espacial de seus remanescentes. espalhados por 17 Estados (RS. RJ. MS. BA. a um novo mapeamento. determinando suas áreas e estabelecendo uma referência inicial para o desenvolvimento de novos estudos. mas que necessitava de aprofundamento.000. A fim de aprimorar estas informações. SE. Mato Grosso do Sul. Paraná. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . Inúmeras entidades ecológicas são criadas. AL. A execução dos serviços de interpretação das imagens. O processo de ocupação do Brasil levou este Bioma a uma drástica redução de sua cobertura vegetal original. da Bahia ao Rio Grande do Sul. os ecossistemas associados (mangues e restingas). ES.Capítulo III . em escala 1:250. contava com poucas informações consistentes sobre a situação desta que foi a primeira floresta a sofrer o impacto do processo de colonização européia. MG. SC. A partir de meados da década de 1980 inicia-se no País uma intensa mobilização da sociedade civil pela preservação da Mata Atlântica. elaborou o "Atlas dos Remanescentes Florestais do Domínio da Mata Atlântica". A escala adotada neste primeiro trabalho apresentou limitações para análises mais detalhadas. Santa Catarina e Rio Grande do Sul). SP. Este movimento social. Com o objetivo de suprir esta lacuna de informações. que correspondia a cerca de 15% do território brasileiro. além das fisionomias florestais. a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de . a Fundação SOS Mata Atlântica. Até então. Os dados foram digitalizados e o cálculo das áreas foi efetuado através de um sistema de informação geográfica. muito pouco se sabia sobre sua área original.INPE e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA. lançado em 1990. São Paulo. contou com apoio financeiro do BRADESCO S. Este mapeamento estudou a dinâmica dos remanescentes florestais e ecossistemas associados (vegetação de restinga e mangue) do Domínio da Mata Atlântica de áreas dos dez estados. além de importantes fragmentos no sul dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul e no interior dos estados do Nordeste.46 quilômetros quadrados. em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais . sendo muitas delas voltadas especificamente para este fim. PE.692. mais Para tanto. denominado “Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica . As análises foram realizadas a partir de técnicas de interpretação visual de imagens de satélite do sistema Landsat TM.Período 1985-1990”.290.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. pois algumas unidades de pequena extensão não puderam ser mapeadas. no entanto.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 INTRODUÇÃO A Mata Atlântica e seus ecossistemas associados cobriam originalmente uma área de 1. CE e PI). entre 1985 e 1990.. Este foi o primeiro mapeamento da Mata Atlântica realizado no País a partir da análise de imagens de satélite e incluiu. Espírito Santo. Goiás.

é fundamental para se obter uma análise adequada da real situação da Mata Atlântica no País. Em termos metodológicos algumas inovações importantes foram introduzidas nesta nova etapa. Para este novo período foram atualizados os dados de nove estados. da POLIBRASIL S. Espera-se que os resultados de mais esta etapa do projeto seja uma importante contribuição para o aperfeiçoamento das ações de conservação desenvolvidas pelas organizações públicas e privadas. conhecedores da situação florestal dos Estados analisados pelo projeto. Com base neste sistema.Capítulo III . dados de outros biomas. está sendo possível avaliar a dinâmica da Mata Atlântica de forma mais precisa e localizada. a fim de analisar a dinâmica do período 19901995. pois para a Bahia. Outro aperfeiçoamento importante no trabalho foi a inclusão de uma avaliação estatística. Uma avaliação qualitativa. desenvolveu para o projeto um sistema de informação geográfica com a abrangência original das fisionomias vegetais que compõem o Domínio da Mata Atlântica. que na etapa anterior estavam incluídos no cômputo geral.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 333 . Além dos aprimoramentos anteriormente citados. Graças a este aperfeiçoamento. Este aperfeiçoamento permitiu. que este estudo permite apenas uma avaliação quantitativa. que fossem separados dos dados sobre as formações florestais da Mata Atlântica. além da maior confiabilidade dos dados de 1995. A viabilização desta atualização só foi possível graças ao apoio financeiro recebido do BRADESCO S. o projeto contou com a colaboração de órgãos ambientais. que verifique a situação das áreas florestais e ecossistemas associados identificadas no mapeamento. com objetivo de indicar o percentual de confiabilidade das cartas. pesquisa científica e conscientização da população. o Instituto Socioambiental. avaliada no período anterior. foi possível corrigir erros de interpretação verificados do mapeamento realizado nos anos 1985 e 90. possibilitando maior precisão n separação entre as diferentes a fisionomias vegetais. com quem a Fundação SOS Mata Atlântica assinou convênio em 1995. ainda. O trabalho continuará verificando a dinâmica das ações antrópicas na Mata Atlântica.A. principalmente savana e estepe..Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 A conclusão dos trabalhos de atualização foi submetida a pesquisadores e especialistas em Mata Atlântica. fiscalização eficiente. em termos de área remanescente.A. com a participação da sociedade civil. É importante ressaltar. Indústria e Comércio e do Fundo Nacional do Meio Ambiente/MMA. que emitiram pareceres técnicos a respeito dos mapeamentos produzidos. que envolve mais do que o acompanhamento do desmatamento. limites municipais e limites das unidades de conservação. no entanto. como alteração no processamento das imagens de satélite. Em cada Estado. supervisionada pelo INPE. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . Dando sequência ao projeto. Envolve também o aprimoramento da legislação e de sua implementação. que apontou o índice de exatidão global do mapeamento do Estado do Espírito Santo. especialistas de universidades e instituições de pesquisa e entidades ambientalistas. permitindo a definição de políticas de conservação mais objetivas e coerentes com cada situação. a Fundação SOS Mata Atlântica e o INPE iniciaram em 1996 a atualização dos dados com base em imagens de satélite de 1995. não foi possível obter imagens de satélite sem cobertura de nuvens. recuperação de áreas degradadas.

de vegetação de restinga e de mangue do Domínio da Mata Atlântica.Capítulo III . foram extraídas destas cartas e serviram para o georeferenciamento das imagens orbitais. As informações planimétricas.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 METODOLOGIA O mapeamento temático dos remanescentes florestais.000 do mapeamento sistemático do Território Nacional realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Diretoria de Serviço Geográfico (DSG). levantamentos de campo e outras informações disponíveis sobre a área analisada. tais como estradas e rios.: 334 . referente a todos os Estados incluídos neste mapeamento. Relação das cartas topográficas utilizadas: MIR 381 397 398 399/400 413 414 415/416 426 427 428 429 435 436 437 438 439 440 441 442 447 448 449 450 451 452 453 454 455 460 461 462 463 464 465 466 NOME DA CARTA GUANAMBI JANAÚBA PEDRA AZUL ITAPETINGA ARAÇUAÍ ALMENARA GUARATINGA PIRAPORA3 CAPELINHA TEÓFILO OTONI NANUQUE QUIRINÓPOLIS UBERLÂNDIA PATOS DE MINAS TRÊS MARIAS CURVELO GUANHÃES GOVERNADOR VALADARES SÃO MATEUS PARNAÍBA ITURAMA PRATA UBERABA BOM DESPACHO BELO HORIZONTE IPATINGA COLATINA LINHARES ANDRADINA VOTUPORANGA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO FRANCA FURNAS DIVINÓPOLIS PONTE NOVA UF BA/MG BA/MG BA/MG BA/MG MG BA/MG BA/MG MG MG ES/MG/BA BA/ES/MG MG/GO MG/GO MG/GO MG MG MG MG/ES BA/ES MS/GO/MG SP/MG/GO/MS MG/SP MG/SP MG MG MG ES/MG ES MS/SP/MG SP/MG SP/MG SP/MG MG MG MG/RJ CÓDIGO SD-23-Z-B SD-23-Z-D SD-24-Y-C SD-24-Y-D SE-23-X-B SE-24-V-A SE-24-V-B SE-23-X-C SE-23-X-D SE-24-V-C SE-24-V-D SE-22-Z-A SE-22-Z-B SE-23-Y-A SE-23-Y-B SE-23-Z-A SE-23-Z-B SE-24-Y-A SE-24-Y-B SE-22-Y-D SE-22-Z-C SE-22-Z-D SE-23-Y-C SE-23-Y-D SE-23-Z-C SE-23-Z-D SE-24-Y-C SE-24-Y-D SF-24-Y-C SF-22-X-A SF-22-X-B SF-23-V-A SF-23-V-B SF-23-X-A SF-23-X-B Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . entre 1990 e 1995.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Base cartográfica Como base cartográfica para os mapas temáticos produzidos. foram utilizadas folhas topográficas na escala 1:250. abrangeu nesta fase nove Estados e utilizou técnicas de interpretação visual de imagens de satélite.

: 335 .Capítulo III .Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 467 468 473 474 475 476 477 478 479 480 484 485 486 487 488 489 490 491 492 494 495 496 497 498 499 500 501 503 504 505 506 507 508 510 511 512 513 514/515 516 517 518 519 521 522 523 524 527 528 529 530 534 535 536 540 541 CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM VITÓRIA DRACENA ARAÇATUBA ARARAQUARA RIBEIRÃO PRETO VARGINHA BARBACENA JUIZ DE FORA CAMPOS LOANDA PRESIDENTE PRUDENTE MARÍLIA BAURU CAMPINAS GUARATINGUETÁ VOLTA REDONDA RIO DE JANEIRO MACAÉ AMAMBAÍ UMUARAMA LONDRINA CORNÉLIO PROCÓPIO ITAPETININGA SÃO PAULO SANTOS ILHA GRANDE GUAÍRA CASCAVEL CAMPO MOURÃO TELÊMACO BORBA ITARARÉ IGUAPE FOZ DO IGUAÇU GUARANIAÇU GUARAPUAVA PONTA GROSSA CURITIBA PATO BRANCO CLEVELÂNDIA MAFRA JOINVILLE CHAPECÓ ERECHIM LAGES FLORIANÓPOLIS CRUZ ALTA PASSO FUNDO VACARIA CRICIÚMA SANTA MARIA CAXIAS DO SUL GRAVATAÍ CACHOEIRA DO SUL PORTO ALEGRE ES/MG/RJ ES SP/MS SP SP MG/SP MG MG MG/RJ/ES ES/RJ MS/PR/SP MS/PR/SP PR/SP SP SP/MG SP/MG MG/SP/RJ RJ/MG RJ MS/PR PR/MS PR PR/SP SP/PR SP SP RJ/SP MS/PR PR PR PR PR/SP SP PR PR PR PR SC/PR/SP SC/PR SC/PR SC/PR SC/PR SC/PR SC/PR SC/PR SC RS RS SC/RS SC RS RS SC/RS RS RS SF-24-V-A SF-24-V-B SF-22-V-D SF-22-X-C SF-22-X-D SF-23-V-C SF-23-V-D SF-23-X-C SF-23-X-D SF-24-V-C SF-22-Y-A SF-22-Y-B SF-22-Z-A SF-22-Z-B SF-23-Y-A SF-23-Y-B SF-23-Z-A SF-23-Z-B SF-24-Y-A SF-21-Z-D SF-22-Y-C SF-22-Y-D SF-22-Z-C SF-22-Z-D SF-23-Y-C SF-23-Y-D SF-23-Z-C SG-21-X-B SG-22-V-A SG-22-V-B SG-22-X-A SG-22-X-B SG-23-V-A SG-21-X-D SG-22-V-C SG-22-V-D SG-22-X-C SG-22-X-D SG-22-Y-A SG-22-Y-B SG-22-Z-A SG-22-Z-B SG-22-Y-C SG-22-Y-D SG-22-Z-C SG-22-Z-D SH-22-V-A SH-22-V-B SH-22-X-A SH-22-X-B SH-22-V-C SH-22-V-D SH-22-X-C SH-22-Y-A SH-22-Y-B Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.

Foram incluídas nesta classe as Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . serão apresentados a seguir os temas e as tipologias a eles relacionados em cada Estado incluído no mapeamento. Paraná § § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa. englobando formações arbustivas e florestais.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 542 545 546 547 CIDREIRA PEDRO OSÓRIO PELOTAS MOSTARDAS RS RS RS RS SH-22-Z-A SH-22-Y-C SH-22-Y-D SH-22-Z-C Legenda adotada Considerando o caráter de monitoramento dos remanescentes florestais e ecossistemas associados do Domínio da Mata Atlântica. Santa Catarina § § § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Mista (Mata de Pinheiros). englobando vegetação rasteira. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura vegetal típica de terrenos arenosos da área litorânea. assim como as transições entre estas. ou Restinga Higrófila. Floresta Ombrófila Mista (Mata de Pinheiros) Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. formações arbustivas e florestais. englobando a Floresta Ombrófila de Terras Baixas. Sua discriminação foi feita com base nos limites visíveis de vegetação nas imagens e também de acordo com a distribuição espacial dos cordões litorâneos arenosos livres de ação antrópica.: 336 . Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros. Assim foi definida a seguinte legenda: Remanescentes Florestais Desflorestamento Regeneração Florestal Remanescentes de Vegetação de Restinga Decremento de Vegetação de Restinga Regeneração de Vegetação de Restinga Remanescentes de Vegetação de Mangue Decremento de Vegetação de Mangue Regeneração de Vegetação de Mangue Considerando as diferenças ambientais inerentes à ext ensão geográfica abrangida pelo mapeamento.Capítulo III . bem como outros itens que foram concebidos com o objetivo de permitir uma avaliação mais detalhada da dinâmica apresentada pelos itens já mapeados. a legenda adotada no presente mapeamento incluiu os mesmos temas do mapeamento anterior (período 1985 e 1990). alguns temas abrangeram tipologias vegetais específicas em cada Estado. Floresta Estacional Decidual.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Rio Grande do Sul § § § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa. Assim. Floresta Ombrófila Densa e a Savana Gramíneo-lenhosa. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura vegetal típica de terrenos arenosos da área litorânea. Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura vegetal típica de terrenos arenosos da área litorânea. Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual.

Floresta Ombrófila Aberta. englobando formações arbustivas e florestais. § Rio de Janeiro § § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. englobando formações arbustivas e florestais. Foram incluídas nesta classe as áreas de Floresta Ombrófila Densa das terras baixas. que são plantios de cacau sombreados com espécies arbóreas das formações florestais mencionadas foram também incluídas. Sua discriminação foi feita com base nos limites visíveis de vegetação nas imagens e também de acordo com a distribuição espacial dos cordões litorâneos arenosos livres de ação antrópica. Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros. ou Restinga Higrófila. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura v egetal típica de terrenos arenosos da área litorânea. Sua discriminação foi feita com base nos limites visíveis de vegetação nas imagens e também de acordo com a distribuição espacial dos cordões litorâneos arenosos livres de ação antrópica. Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura vegetal típica de terrenos arenosos da área litorânea. Foram incluídas nesta classe as áreas de Floresta Ombrófila Densa das terras baixas. Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros.: 337 . conforme mapeamento realizado pelo IPARDES (1989). Sua discriminação foi feita com base nos limites visíveis de vegetação nas imagens e também de acordo com a distribuição espacial dos cordões litorâneos arenosos livres de ação antrópica.Capítulo III . Floresta Ombrófila Mista. Espírito Santo § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 § áreas de Floresta Ombrófila Densa das terras baixas. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . assim como as transições entre estas. Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros. § § Mato Grosso do Sul § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. ou Restinga Higrófila. Áreas de cabruca. englobando formações arbustivas e florestais. Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. § Minas Gerais § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa. São Paulo § § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Ombrófila Densa. Áreas de contato entre as formações mencionadas. ou Restinga Higrófila. remanescentes incrustrados ou limítrofes inseridos em outras formações. Remanescentes de Vegetação de Mangue: cobertura vegetal litorânea característica de ambientes salobros. Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. ou Restinga Higrófila. Matas ciliares. Foram incluídas nesta classe as áreas de Floresta Ombrófila Densa das terras baixas. matas ciliares e remanescentes incrustados em outras formações foram também incluídos. Floresta Ombrófila Aberta.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Remanescentes de Vegetação de Restinga: refere-se à cobertura vegetal típica de terrenos arenosos da área litorânea.

cujas arquiteturas e densidades exercem grande influência sobre a porção de REM refletida. A aparência assumida pelas formações vegetais nestas composições coloridas é explicada pelo processo de interação entre a própria vegetação e a radiação eletromagnética (REM). As imagens referentes ao primeiro período (1985 1990) foram disponibilizadas sob forma de composições coloridas confeccionadas com as imagens das bandas TM3. Os valores percentuais destes pigmentos apresentados nas folhas podem variar grandemente de espécie para espécie. 3. Este processo envolve vários níveis de abordagem. o que conferiu às formações vegetais tonalidades esverdeadas nestas composições. estas poderiam ser resumidamente descritas segundo o gráfico apresentado na Figura 3. carotenos (6%).SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. TM4 e TM5. Este procedimento conferiu às formações vegetais tonalidades avermelhadas.6 mm pode ser dividida em três áreas: a) região do visível (0.7 a 1. Estes pigmentos.1-Curva de reflectância típica de uma folha verde. para a amplitude espectral abrangida pelas bandas TM3. sendo atribuído o filtro azul para a imagem da banda TM3. quanto às suas características espectrais.4 a 2. com os filtros azul.1995. b) região do infravermelho próximo (0. foram utilizadas imagens orbitais TM/Landsat em formato analógico (papel fotográfico). e xantofilas (29%).6 mm). TM4 e TM5. verde e vermelho. foram disponibilizadas sob forma de composições coloridas confeccionadas com as mesmas bandas. o filtro vermelho para a imagem da banda TM4 e finalmente o filtro verde para a imagem da banda TM5. A energia radiante interage com a estrutura foliar por Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .4 a 0.7 mm).: 338 .1995. Já as imagens referentes ao período de 1990 . Produtos de sensoriamento remoto utilizados Para a identificação dos itens da legenda apresentada. incluindo a análise de folhas isoladas em laboratório e/ou campo e conjuntos de plantas que caracterizam os chamados dosséis. geralmente encontrados nos cloroplastos são: clorofila (65%). A seguir são comentados alguns aspectos relacionados ao comportamento espectral da folha.1.1 indica que a região compreendida entre 0.3 a 2. Matas ciliares. porém foi invertido o posicionamento dos filtros coloridos. tanto no que se refere à intensidade. FONTE: Novo(1989) A análise da Figura 3. respectivamente. referentes aos dois períodos considerados para o mapeamento: período de 1985 -1990 e período de 1990 . Fig.3 mm) e c) região do infravermelho médio (1. em cada uma destas regiões. Considerando as características espectrais de uma única folha verde sadia.Capítulo III .Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 Goiás § Remanescentes Florestais: formações florestais (primárias e secundárias em estágio avançado de regeneração) de Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual. a) região do visível: Nesta região os pigmentos existentes nas folhas dominam a reflectância espectral. remanescentes incrustrados ou limítrofes inseridos em outras formações.

Gates (1965) mencionou que a reflectância espectral de folhas nessa região do espectro eletromagnético é o resultado da interação da energia incidente com a estrutura do mesófilo. as características espectrais de um dossel deverão ser muito semelhantes àquelas apresentadas pelas folhas que o constitui. enquanto que em uma imagem da banda TM4 (infravermelho próximo) sua tonalidade deverá ser clara e finalmente numa imagem da banda TM5 (infravermelho médio) a tonalidade deste dossel deverá ser também escura. b) região do infravermelho próximo: Nesta região existe uma absorção pequena da REM e considerável espalhamento interno na folha. como disponibilidade de água por exemplo. A água absorve consideravelmente a REM incidente na região espectral compreendida entre 1.7 e 6. A absorção da água é geralmente baixa nessa região. no que se refere aos parâmetros biofísicos e espectrais.1. a absorção da água se dá em 1. 4 (G) e 5(R). Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .3 mm. Interpretação visual das imagens Esta etapa foi realizada utilizando-se os seguintes materiais: § Imagens TM/Landsat na forma de composições coloridas elaboradas a partir das bandas 3(B). 1.45. possíveis diferenças estruturais precisam alcançar magnitudes bastante significativas para que os padrões presentes nas imagens sofram algum tipo de variação visualmente perceptível. quanto mais lacunosa for a estrutura interna foliar. é possível o aparecimento das chamadas ambiguidades. considera-se que em uma imagem da banda TM3 (região do vermelho) a tonalidade apresentada por um dossel deverá ser escura.: 339 . Através de inúmeros trabalhos realizados com dados TM no estudo da vegetação. A reflectância espectral é quase constante nessa região. Fatores externos a folha. Para o caso das imagens TM aqui relacionadas. bem como na capacidade do sensor TM em detectar e registrar a influências destes parâmetros sobre a reflectância dos dosséis vegetais incluídos nestes itens. Estes fatores referem-se principalmente aos chamados parâmetros geométricos de iluminação e visada (posição espacial do Sol e do sensor. As diferenças apresentadas nestas tonalidades implicarão em alterações n padrões de cor/tonalidade presentes nas composições os coloridas. sendo assim.3 a 2. A energia é absorvida seletivamente pela clorofila e é convertida em calor ou fluorescência. verificou-se que a separabilidade entre as diferentes formações vegetais existentes na superfície terrestre somente pode ser feita considerando suas diferenças fisionômicas. podem causar alterações na relação água-ar no mesófilo. maior será o espalhamento interno da radiação incidente. c) região do infravermelho médio: A absorção devido a água líquida predomina na reflectância espectral das folhas na região do infravermelho médio. 1. os parâmetros geométricos de iluminação e visada são considerados fixos para cada composição colorida utilizada no mapeamento.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 absorção e por espalhamento. e consequentemente.0 mm. 2. podendo alterar a reflectância de uma folha nesta região. aos parâmetros biofísicos da vegetação (Índice de Área Foliar e Distribuição Angular de Folhas) e aos parâmetros espectrais das folhas e do solo no qual a vegetação se desenvolve.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. De maneira geral portanto. as quais deverão ser associadas pelo fotointérprete como alterações fisionômicas/estruturais da vegetação. processadas com os níveis 4 e 5 de correção geométrica e referentes ao período de 1985 a 1990. Em termos mais pontuais. De maneira geral. e também convertida fotoquimicamente em energia estocada na forma de componentes orgânicos através da fotossíntese. a identificação visual dos diferentes itens da legenda mencionada anteriormente torna-se função das diferenças existentes entre estes itens. Considerando que a folha é o principal elemento da vegetação sob ponto de vista de sua interação com a REM. Dentro de um mesmo tipo fisionômico. quando diferentes fisionomias podem assumir o mesmo padrão nas imagens. Contudo existem outros fatores que interferem na interação mencionada. maior será também a reflectância. Alguns detalhes adicionais sobre as diferenças espectrais entre folhas isoladas e dosséis podem ser obtidos em SILVA e PONZONI (1995).Capítulo III . Neste momento. respectivamente).95.

nos temas Remanescentes Florestais. Cartas do mapeamento fito-ecológico do RADAMBRASIL na escala 1:1. aqui denominado de “overlay” 1985-1990. denominada “legenda de trabalho”: § § § § § § § § § § § § § § § § § § § § § Remanescentes Florestais Desflorestamento Regeneração Florestal Remanescentes de Vegetação de Restinga Decremento de Remanescentes de Vegetação de Restinga Regeneração de Vegetação de Restinga Remanescentes de Vegetação de Mangue Decremento de Vegetação de Mangue Regeneração de Vegetação de Mangue Remanescentes Florestais não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes Florestais Desflorestamento não mapeado Remanescentes de Vegetação de Restinga não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes de Vegetação de Restinga Decremento de Remanescentes de Vegetação de Restinga não mapeado Remanescentes de Vegetação de Mangue não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes de Ve getação de Mangue Decremento de Remanescentes de Vegetação de Mangue não mapeado Remanescentes Florestais mapeados como Remanescentes de Vegetação de Restinga Remanescentes de Vegetação de Restinga mapeados como Remanescentes Florestais Remanescentes de Vegetação de Mangue mapeados como Remanescentes Florestais Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . Os principais enganos verificados foram: § § § § § § § § § § § § Remanescentes Florestais não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes Florestais Desflorestamento não mapeado Remanescentes de Vegetação de Restinga não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes de Vegetação de Restinga Decremento de Remanescentes de Vegetação de Restinga não mapeado Remanescentes de Vegetação de Mangue não mapeados Reflorestamento considerado Remanescentes de Vegetação de Mangue Decremento de Remanescentes de Vegetação de Mangue não mapeado Remanescentes Florestais mapeados como Remanescentes de Vegetação de Restinga Remanescentes de Vegetação de Restinga mapeados como Remanescentes Florestais Remanescentes de Vegetação de mangue mapeados como Remanescentes Florestais Foram ainda incluídas nesta interpretação as áreas referentes aos incrementos e decrementos ocorridos no período 1990-1995. processadas com o nível 6 de correção geométrica e referentes ao período de 1990 a 1995. A interpretação propriamente dita era feita por carta topográfica (escala 1:250. contendo a drenagem e as estradas principais extraídas das cartas topográficas. na escala de 1:250.000). Acetato utilizado no mapeamento do período 1985-1990. o qual era superposto sobre as imagens 1990-1995 que cobriam toda a extensão abrangida pela carta. em relação às composições coloridas utilizadas no mapeamento anterior (1985-1990). materializada sob a forma de um acetato. Assim. foi possível verificar que as composições coloridas utilizadas no mapeamento referente ao período 1990-1995 possibilitaram uma melhor discriminação visual entre padrões de tonalidade e cor. as intersecções de nuvens nos dois períodos de mapeamento. quanto a verificação de possíveis enganos da interpretação realizada no mapeamento anterior. quanto no mapeamento atual. Remanescentes de Vegetação de Restinga e Remanescentes de Vegetação de Mangue.Capítulo III .000. as quais indicaram as áreas que não foram mapeadas tanto no mapeamento passado.: 340 . Isso permitiu tanto a identificação mais facilitada dos temas da legenda. foi considerada a seguinte legenda. Procedendo desta forma.000. 4 (R) e 5(G).SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Cartas topográficas do IBGE e da DSG. durante a interpretação das imagens do período 1990-1995. além do conteúdo temático do período em questão. as áreas de remanescentes de cada um deste três temas que estavam encobertos por nuvens no mapeamento anterior e finalmente.000.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 § § § § Imagens TM/Landsat na forma de composições coloridas elaboradas a partir das bandas 3(B).

constituindo portanto um banco de dados digitais que possibilitou a edição de mapas temáticos e a quantificação das áreas de cada tema do mapeamento. Tema Remanescentes Florestais 1985 RF90 + D90 1990 RF95 + D95 1995 RF95=RF95 + RF não mapeados + RF mapeada como VR+RF mapeada como VM +Outros mapeados como RF + GF não mapeada D95 Desflorestamento Regeneração de Ramanescentes Florestais Vegetação de Restinga VR90 + DVR90 Decremento de Vegetação de Restinga Regeneração de Vegetação de Restinga Vegetação de Mangue Decremento de Vegetação de Mangue Regeneração de Vegetação de Mangue VM90 + DVM90 D90 + D90 não mapeado GF90 + GF90 não GF95 mapeado VR 95 + DVR 95 VR 95 + VR95 não mapeada+ VR95 mapeada como RF+ VR95 mapeada como VM DVR95 +DVR95 DVR95 não mapeado GVR90+GVR90 GVR95 não mapeado VM95 + DVM95 VM95 + VM não mapeada DVM90+DVM90 DVM95 não mapeado GVM90+GVM não GVM 95 mapeado Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . revisão da interpretação por parte dos próprios intérpretes e esclarecimento de dúvidas junto a um especialista do INPE. Regeneração de Remanescentes de Vegetação de Restinga (GVR). As considerações destes consultores eram então analisadas e procediam-se as alterações pertinentes nos “overlays ” e posteriormente nas plotagens. Remanescentes de Vegetação de Mangue (VM). Seguiram-se os cálculos das áreas dos temas Remanescentes Florestais (RF). Seguiram-se as etapas de verificação e auditoria. seguiu-se a digitalização do conteúdo temático dos “overlays” realizada no aplicativo denominado Sistema de Informações Geográficas (SGI) desenvolvido pelo INPE. Desflorestamento (D).25 Km . com seus homólogos existentes nas imagens correspondentes. Uma vez concluída a entrada de dados no sistema. para os anos de 1985. que incluíam a observação das articulações temáticas entre “overlays” de cartas vizinhas.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 Foi adotado um critério de cores para representação gráfica destes temas de forma a garantir a distinção visual entre os temas identificados. Os contornos dos polígonos representativos de cada tema em questão eram definidos mediante a superposição visual da drenagem e estradas principais existentes nos “overlays”. Decremento de Remanescentes de Vegetação de Restinga (DVR). a qual continha alguns elementos da toponímia e todo o conteúdo temático originado na interpretação visual de imagens. Essa plotagem era então comparada com o “overlay” correspondente através de uma auditoria.Capítulo III .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Decremento de Remanescentes de Vegetação de Mangue (DVM) e Regeneração de Remanescentes de Vegetação de Mangue (GVM). correspondendo a uma superfície no terreno de 0. Digitalização dos “overlays” Uma vez concluída a etapa de interpretação visual de imagens. 1990 e 1995. Remanescentes de Vegetação de Restinga (VR). Esta etapa foi realizada através do uso de mesas digitalizadoras. A Tabela a seguir apresenta um exemplo destes cálculos. os “overlays” e suas respectivas plotagens eram encaminhados para consultores contactados nos estados. Concluída esta etapa. Regeneração de Remanescentes Florestais (GF). Este procedimento foi adotado para garantir um mínimo de exatidão cartográfica na representação dos polígonos cuja 2 2 dimensão mínima foi estipulada em 4 mm . que procediam então uma auditoria definitiva. era impressa a chamada “plotagem” da carta.: 341 . uma vez que estes foram definidos de forma particular para cada Estado mediante a existência ou não de classes específicas de mapeamento. onde eram feitos acertos de forma a tornar a plotagem uma cópia fiel do “overlay”.

incluindo fórmulas. por tema. de maneira que possam servir como pontos de referência para a localização dos remanescentes. cujas coordenadas são definidas mediante a chamada amostragem estratificada sistemática não alinhada. constituindo um banco de dados. limites administrativos e cidades também foram digitalizadas. Em seguida. Confecção dos mapas temáticos Os temas mapeados foram digitalizados utilizando-se de mesa digitalizadora e do Sistema de Informações Geográficas .: 342 . Informações adicionais obtidas da carta topográfica do IBGE. Neste trabalho de campo foram preenchidas fichas individuais por ponto. Esse percentual é determinado segundo metodologia preconizada por CONGALTON e MEAD (1983). o percentual de confiabilidade das cartas. A equipe de profissionais que realizou este trabalho de campo recebeu orientações sobre a metodologia a ser empregada na estimativa da exatidão de mapeamento. tabelas e resultados encontra-se à disposição para consultas no acervo da Fundação SOS Mata Atlântica.SGI. foram resgatados das plotagens os temas que haviam sido atribuídos a cada um dos pontos amostrados em campo.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 Exatidão de classificação Esta etapa teve como objetivo estimar a exatidão global da classificação. que inclui a verificação de pontos no terreno. de forma genérica para todo um Estado. Neste sentido. Temas Mata Mangue Restinga Outros Mata Mangue Restinga Outros Em cada célula desta matriz são escritos os números de pontos. e listava os temas a que cada um pertencia. que contempla o detalhamento da metodologia. foram organizados sob a forma de uma Matriz de Erro segundo a tabela a seguir.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. Os dados de campo e estes obtidos em cada uma das plotagens. desenvolvido pelo INPE. Esta técnica de amostragem apresenta como vantagem a ponderação da área de cada tema mapeado. Mangue e Restinga. sugerida por FITZPATRICK-LINS (1981). caracterizado por um valor que expressa. quando foi salientada ainda a importância da decisão tanto no que se referia à localização do ponto no campo. Esquema da Matriz de Erro elaborada a partir dos dados de campo e das plotagens. mediante a aplicação de um programa computacional especialmente desenvolvido que se utilizava das coordenadas destes pontos. quanto da identificação correta do tema no qual este estava inserido.Capítulo III . (1982) e STEHMAN (1992). para cada carta topográfica. O cálculo da Exatidão Global de mapeamento foi feito mediante a seguinte equação: Total de pontos da diagonal E = ----------------------------------------. O tema Outros refere-se a todos os demais temas do mapeamento que não Mata. tais como drenagens. que coincidiram com o tema que havia sido interpretado (diagonal da matriz) e os números de pontos que foram confundidos com os demais temas. que teve sobre seu território definidos 232 pontos que foram visitados em campo. foram contactados consultores do Estado que ajudaram na definição de critérios de reconhecimento dos temas em campo. O banco de dados digitais possibilitou a edição dos mapas temáticos que compõem este atlas. rodovias. Esta metodologia foi aplicada inicialmente para o Estado do Espírito Santo. ROSENFIELD et al. Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .x 100 Total de pontos amostrados O relatório deste estudo. ferrovias.

Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 . o objetivo principal da realização do parecer técnico é a avaliação dos dados por especialistas com conhecimento e experiência de campo nas áreas estudadas. possíveis omissões de remanescentes significativos existentes ou desmatamentos ocorridos durante o período estudado e eventuais erros de interpretação. Essas áreas são apresentadas em termos absolutos (ha) e relativos (%) à área total avaliada dos Estados contemplados neste estudo. que possa identificar.Capítulo III . Parecer técnico e avaliação Como no mapeamento anterior.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág. no mapeamento.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 A quantificação da área coberta pelos diferentes temas avaliados foi efetuada automaticamente através de funções específicas do SGI.: 343 .

Capítulo III .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 RESULTADOS POR ESTADO ESPÍRITO SANTO GOIÁS MATO GROSSO DO SUL MINAS GERAIS PARANÁ RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO SUL SANTA CATARINA SÃO PAULO Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .: 344 .

215/73 .216/75 .216/73 .217/74 .1 BASE CARTOGRÁFICA E IMAGENS UTILIZADAS PARA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO mir 454 467 480 441 455 429 442 428 468 Colatina carta código SE-24-Y-C SF-24-V-A SF-24-V-C SE-24-Y-A SE-24-Y-D SE-24-V-D SE-24-Y-B SE-24-V-C SE-24-V-B imagens 217/73 .216/74 .216/73 .217/73 .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.215/74 216/74 .216/72 .216/72 215/72 .215/73 217/72 .216/72 .216/74 217/74 .216/75 .Capítulo III .: 345 .216/73 216/74 Cachoeiro de Itapemirim Campos Governador Valadares Linhares Nanuque São Mateus Teófilo Otoni Vitória Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .217/72 216/73 .215/75 216/73 .215/7 215/72 .215/73 .216/74 .Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 ESPÍRITO SANTO 1.216/72 .

120 5.457 1. apresentam diferenças em relação aos valores divulgados no relatório do Atlas publicado em 1993.024 112. cujo aprimoramento no processamento proporcionou material de maior qualidade para a interpretação visual e assim.165 999 15.944 30.314 7.373 6.899 2.548 24.438 5.035 1.942 1.372 653 47.239 1.203 864 14.735 2.879 3.084 desmatamento (ha) 85-90 90-95 0 220 0 0 0 0 0 0 0 51 OBS: Os valores absolutos e relativos dos remanescentes florestais nos anos de 1985 e 1990 foram corrigidos a partir da análise das imagens de satélite de 1995.962 138.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 ESPÍRITO SANTO 1.204 120.861 139.Capítulo III .942 1.640 766 51.564 RESTINGA cartas topográficas Cachoeiro de Itapemirim Campos Linhares São Mateus Vitória 1985 ha 683 709 24.942 1.222 5.921 27.023 17.258 31.616 8.062 26 1.883 17.665 2.: 346 . Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .339 1990 ha 67.060 1995 ha 461 504 23.971 desmatamento (ha) 85-90 90-95 124 98 164 41 784 318 133 330 141 89 MANGUE cartas topográficas Cachoeiro de Itapemirim Campos Linhares São Mateus Vitória 1985 ha 1.180 3.827 937 57.268 171 113 5.135 1995 ha 1.201 1990 ha 559 545 23.498 2.882 1995 ha 64.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.985 131.282 26 1.282 26 1.318 desmatamento (ha) 85-90 90-95 1.977 1.735 2.735 2.135 1990 ha 1.000 REMANESCENTES FLORESTAIS cartas topográficas Colatina Cachoeiro de Itapemirim Campos Governador Valadares Linhares Nanuque São Mateus Teófilo Otoni Vitória 1985 ha 69.2 EVOLUÇÃO DOS REMANESCENTES FLORESTAIS E ECOSSISTEMAS ASSOCIADOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NOS PERÍODOS 1985-90 E 1990-95 – VALORES PARCIAIS POR CARTA 1:250.365 2.044 1.408 106.962 24 135 1.187 6.705 26.

03 29.16 Desmatamento 90-95 %** 22.025 461.849 % * 8.120 (1) ASSOCIADOS NO (3) 1995 % * 9. Gonzaga de .428 5.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 ESPÍRITO SANTO 1. 1998.3 EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS FORMAÇÕES FLORESTAIS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ano 1500 (1) 1912 (2) 1958 (2) 1975 (2) 1980 (3) 1985 (3) 1990 (4) 1995 área ha 4. 1990.391 % cobertura florestal natural em relação à área do estado 86.47 876 2. 1.091 6.741 31.65 0. Brasília. (Relatório Técnico e Mapeamento) 3 Atlas dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados do Domínio da Mata Atlântica no período 1985 .Mappa Florestal 2 IBAMA .: 347 .1995.73% com cobertura de nuvens) 3 Área avaliada no Estado equivalente a 90. Levantamento da Situação Florestal do Estado do Espírito Santo.367.087 410.42% com cobertura de nuvens) 2 Área avaliada no Estado equivalente a 90.45% com cobertura de nuvens) Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .80 * em relação à área avaliada do Estado ** em relação aos remanescentes de 1990 1 Área avaliada no Estado equivalente a 96.01 9.55% (9.967 7.74 271 3. IBAMA.88 65.313 31.000 2.74 0.62 10.Capítulo III .16 (2) ha 387.4 EVOLUÇÃO DOS REMANESCENTES FLORESTAIS E ECOSSISTEMAS DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NO PERÍODO 1990-95 classes de mapeamento remanescentes florestais Restinga mangue 1990 ha 409. 4 Atlas dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados do Domínio da Mata Atlântica no período 1990 .72 0.994.16 0. 1993.52 8.1990.910 920. Fundação SOS Mata Atlântica/INPE.58% (3.571 439.000.71 19.619 627. 57 p.200 1. Fundação SOS Mata Atlântica/INPE.90 1 Campos.99 13.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e R ecursos Naturais Renováveis.SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.27% (9.

232 865 desmatamento (ha) 85-90 90-95 426 733 457 338 54 47 OBS: Os valores absolutos e relativos dos remanescentes florestais nos anos de 1985 e 1990 foram corrigidos a partir da análise das imagens de satélite de 1995.1 BASE CARTOGRÁFICA E IMAGENS UTILIZADAS PARA O ESTADO DE GOIÁS mir 435 436 437 447 448 carta Quirinópolis Uberlândia Patos de Minas Paranaíba Iturama código SE-22-Z-A SE-22-Z-B SE-23-Y-A SE-22-Y-D SE-22-Z-C 222/72 .52%.221/74 imagens .50% (0.140 823 1.471 (1) % * 0.222/74 .221/73 .2 EVOLUÇÃO DOS REMANESCENTES FLORESTAIS NO ESTADO DE GOIÁS NOS PERÍODOS 1985-90 E 1990-95 – VALORES PARCIAIS POR CARTA 1:250.Capítulo III .565 3.222/73 221/72 . 2.02% com cobertura de nuvens) 2 Área avaliada no Estado equivalente a 11.50% (0. ** em relação aos remanescentes de 1990 1 Área avaliada no Estado equivalente a 11.232 912 1990 ha 5.345 769 1. apresentam diferenças em relação aos valores divulgados no relatório do Atlas publicado em 1993.223/73 2.3 EVOLUÇÃO DOS REMANESC ENTES ESTADO DE GOIÁS NO PERÍODO 1990-95 FLORESTAIS NO DOMÍNIO DA MATA ATLÂNTICA NO classes de mapeamento remanescentes florestais 1990 ha 7.222/73 .223/73 .23 1995 ha 6. excluindo -se as áreas de Savanas. cujo aprimoramento no processamento proporcionou material de maior qualidade para a interpretação visual e assim.02% com cobertura de nuvens) Atlas da Evolução dos Remanescentes Florestais e Ecossistemas Associados no Domínio da Mata Atlântica no Período 1990 -95 .222/74 221/73 .10 (2) * em relação à área avaliada do Est ado equivalente a 11.991 4.232 912 1995 ha 4.222/73 .000 Cartas Topográficas Quirinópolis Uberlândia Patos de Minas Paranaíba Iturama 1985 ha 5.832 3.683 823 1.223/74 .222/72 .220/73 222/73 .Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 GOIÁS 2.119 % * 0.221/72 .223/73 .221/73 220/72 .223/72 .SOS Mata Atlântica/INPE/ISA Dossiê Mata Atlântica 2001 pág.: 348 .21 Desmatamento 90-95 %** 648 9.

222/74 . apresentam diferenças em relação aos valores divulgados no relatório do Atlas publicado em 1993.289 923 7.221/74 .222/74 .555 % * 2.Documentos de referência Atlas dos Remanescentes – período 1990 a 1995 MATO GROSSO DO SUL 3.224/77 .001 0 0 OBS: Os valores absolutos e relativos dos remanescentes florestais nos anos de 1985 e 1990 foram corrigidos a partir da análise das imagens de satélite de 1995.222/75 223/75 . ** em relação aos remanescentes de 1990 1 Área avaliada no Estado equivalente a 13. 3.166 512 30.222/76 224/76 .222/73 .656 0 6.224/77 3.23% (0.15 Desmatamento (2) 90-95 %** 4.197 9. cuj