P. 1
Fitopac

Fitopac

|Views: 901|Likes:
Publicado porGuilherme Landgraf

More info:

Published by: Guilherme Landgraf on Jul 29, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

04/05/2014

pdf

text

original

FITOPAC 1

MANUAL DE USUÁRIO

1995.

G. J. Shepherd
Depto. de Botânica IB da UNICAMP CxP 6109 CAMPINAS 13081 SP - Brasil

AVISO IMPORTANTE

Embora tentou-se evitar possíveis erros e "bugs" nos programas, testando com conjuntos de dados e contra outros programas, é quase uma certeza que ainda existem alguns. Se você encontra erros, ou tem sugestões para melhorar os programas, mande uma carta ao autor, explicando sua sugestão ou descrevendo em que circunstâncias o erro ocorreu. No caso de erros, ajuda achar o problema se você pode incluir uma cópia dos dados que provocaram o erro, junto com uma descrição da análise sendo realizada. Estes sugestões e avisos de erros serão utilizados par melhorar e corrigir a próxima versão do programa.

INTRODUÇÃO

O que é FITOPAC ?
FITOPAC é um conjunto de programas para análises fitossociológicas que permite calcular parâmetros fitossociológicos e analisar dados de levantamentos de vegetação de diversas maneiras. Alguns programas também podem ser úteis para análises de outros tipos de dados, particularmente em taxonomia. Embora existam, no exterior, vários “pacotes” de programas para análise de dados ecológicos, estes freqüentemente não são bem adaptados aos tipos de dados normalmente coletados aqui no Brasil, especialmente em vegetação lenhosa de florestas e cerrados, ou são difíceis de usar, especialmente por pessoas que não tem muita experiência no uso de computadores. O objetivo do atual “pacote” é de fornecer os programas necessários para análises de dados obtidos em vegetação típico do Brasil, e de permitir seu uso sem exigir grande conhecimento de computação, embora um certo mínimo evidentemente é necessário. Os programas foram montados para utilizar microcomputadores do tipo IBM-PC compatíveis. Embora isso limita, um pouco, o tamanho de levantamento que pode ser analisado, tem a vantagem de facilitar acesso aos programas pois não necessita de computador de grande porte. De qualquer maneira, os limites para esta versão (10.000 indivíduos, 1000 amostras e 1000 espécies para cálculo de parâmetros fitossociológicos e 400 parcelas e 250 espécies para matrizes de parcela x espécie) devem acomodar a maioria de levantamentos atualmente realizados, e são comparáveis com os limites impostos por outros programas para microcomputadores. Em geral, pretende-se que estes programas sejam utilizados para análise de vegetação lenhosa, embora seja possível utilizar alguns programas para análise de outros tipos de dados.

O que tem no FITOPAC ?
A versão 1 do FITOPAC contem os seguintes programas : PREPARE - este programa é utilizado na preparação de dados para FITOPAC, oferecendo facilidades para verificação dos dados de campo, e formatando o arquivo de dados para uso com os outros programas. CADERNO - fornece listagens dos dados de campo, podendo ordenar os dados em diversas maneiras. PARAMS - calcula parâmetros fitossociológicos para um levantamento usando amostragem por parcelas ou quadrantes. Inclui índices de diversidade, além dos parâmetros normais empregados em fitossociologia (por ex. Densidade Relativa, Dominância Relativa, IVI, IVC, etc.). Também fornece alguns gráficos simples. CRIAMAT - este programa prepare matrizes de parcelas x espécies a partir de um arquivo de dados de campo. Estas matrizes são usadas para outras análises (PCA, análise de aglomerados, etc.). O programa tem facilidades para manipulação das matrizes (transformações, remoção de espécies raras, etc.). Permite, também a entrada de matrizes em forma de arquivos ASCII MATRIZ - para manipulação e “tradução” de matrizes de dados em diferentes formatos, permitindo importação ou exportação de dados para outros programas e pacotes. COEF - calcula uma variedade de coeficientes de similaridade e distâncias (distância euclidiana, Bray_Curtis, “Canberra”, etc.), usados para análise de agrupamentos (“Cluster Analysis”). CLUSTER - para Análise de Agrupamentos (“Cluster Analysis”), incluindo diversos tipos de agrupamento (vizinho mais próximo, média de grupo, etc.). ORD - para diversos tipos de ordenação, incluindo Análise de Componentes Principais (PCA), Análise de Coordenadas Principais (PCO) e Análise de Correspondências (CA - também conhecida como Análise de Médias Recíprocas - RA). Estas análises são amplamente utilizadas em estudos de vegetação. Os últimos três programas também são de interesse para pessoas usando técnicas de taxonomia numérica com dados taxonômicos.

Histórico
O desenvolvimento do FITOPAC começou com a expansão de estudos fitossociológicos no Departamento de Botânica da UNICAMP. Diversos pessoas sofreram com o processo de calcular parâmetros fitossociológicos, as vezes passando vários dias fazendo os cálculos, errando, e repetindo tudo de novo, tudo na base de calculadoras simples. Decidi, então, escrever um programa básico para fazer estes cálculos no computador central da 3

Para citar as diferentes versões. FITOPAC 1. expandir os programas para fazer outros tipos de análises. e que os piores “bugs” foram exterminados. Com a introdução de microcomputadores. Departamento de Botânica. espero que finalmente o interface com o usuário esteja um pouco mais coerente. 4 .versão preliminar. e a versão anterior como :Shepherd. decidi transferir os programas para uso em micros. embora sem dúvida ainda restam alguns ! Em geral. naquela época um PDP-10. um manual totalmente deficiente e diversos “bugs” horrorosos ! Com a atual versão. a primeira “oficial” do FITOPAC. G.J. Este programa ficou cada vez mais procurado com o aumento em levantamentos em cerrados e matas. 1988. O resultado foi a “versão preliminar” do FITOPAC que foi liberada em 1988. e ao mesmo tempo. utilizando FORTRAN como linguagem de programação. FITOPAC . facilitando o acesso. e que o manual seja um pouco mais útil. apesar de um interface de usuário totalmente incoerente (com alguns programas em FORTRAN e outros em Turbo Pascal).FITOPAC 1 universidade. acredito que as análises oferecidas agora são mais diversas e produzem informações mais completas e úteis para o usuário. e que acabou sendo bastante utilizado na UNICAMP e em diversos outros locais. UNICAMP. mas o processo de utilização foi muito difícil pois tínhamos somente um velho terminal que usava papel e que servia o Instituto de Biologia inteiro. a atual deve ser citado como :Shepherd.J. 1995. G. Manual de usuário. UNICAMP. Departamento de Botânica.

sugiro que você cria um subdirectório (por ex. No momento.arquivos com mais que aprox. \FITOPAC) e copia todos os programas para este subdirectório. Os programas são distribuídos em disquetes. Os programas foram compilados usando uma opção para “emular” um coprocessador e podem correr em micros com ou sem o coprocessador. ser guardados num lugar seguro. Este último é muito mais rápido e quase essencial para levantamentos mais extensas . precisa também instalar o sistema operacional (formata os disquetes com opção “/S” ou use o comando “SYS” .). Os originais podem. Um microcomputador do tipo IBM-PC compatível. 8000 indivíduos não cabem num disquete de 360 Kbytes ! 4. Estas análises vão demorar muito se sua matriz é grande e não tiver um coprocessador. Um coprocessador numérico 8087 não é essencial.repare que os disquetes vem sem sistema operacional). etc. os programas estão configuradas para usar memória cheia. (os programas não rodam em micro tipo “Apple” ou CP/M !). Se você quer dar um “boot” a partir destes disquetes. especialmente com PCA. \DADOS). servindo de reserva. Se você usa o comando PATH \FITOPAC. 5 . então. Instalação no micro. A primeira coisa que você deve fazer é copiar os disquetes para produzir uma cópia de trabalho. mas é altamente recomendável. etc. Dois drives tipo “floppy” ou um “floppy” e um disco rígido (Winchester). “COPY” ou qualquer copiadora de disquetes. pode. 3. 2.INSTALAÇÃO Equipamento necessário 1. Este coprocessador aumenta em três vezes ou mais a velocidade de processamento de dados numéricos. 640 Kbytes de memória. utilizar os programas a partir de qualquer outro subdirectório no disco rígido (por ex. Se você tem um disco rígido. e é particularmente útil se você pretende fazer muitas análises de dados numéricos. caso haja algum “acidente” com sua cópia de trabalho (alguém derramou café nos disquetes. Os disquetes não são protegidos e podem ser copiados usando “DISKCOPY”. então.

FITOPAC (ainda) não tem facilidades para entrada direta dos seus dados. tente mostrar um arquivo produzido pelo editor usando o comando DOS “TYPE”. particularmente se você pretende executar análises mais complexas. prontos para serem gravados num disquete usando um editor de texto.1 (até revisão r02) não podem ser usados. No caso de levantamentos muito extensos. preferivelmente vazio. Estes arquivos serão utilizados pelo programa “PREPARE” para produzir um novo arquivo contendo os dados no formato específico necessário para os outros programas do FITOPAC. 5) Preparação de uma matriz de dados a partir do arquivo FPD para outras análises (PCA. Entrando os dados 1. Se você está utilizando um micro com disco rígido (Winchester). Wordstar(em modo não-documento). c)A terceira necessidade é uma lista das famílias e espécies incluídas no levantamento. Se aparecem na tela uma série de caracteres estranhos misturados com o texto. 3) Transformação dos dados em arquivo FPD. FITOPAC utiliza dois arquivos ASCII como ponto de partida. análise de agrupamentos. usando o editor de texto. sugere-se a criação de um subdirectório específico para os dados. Se você está com dúvidas se o seu editor funcionará. etc. etc.). e o segundo tem os dados numéricos do levantamento. isso indica que o editor não pode ser usado. etc. 6 . É possível.). d)Os dados de campo formam o último item necessário para iniciar o trabalho de entrada de dados. Considerações Gerais. e contêm os dados de campo do seu levantamento. 4) Análises básicas (parâmetros fitossociológicos. etc. 2) Entrada. deixando bastante espaço para arquivos que serão criados durante as análises posteriores. gravação e verificação dos dados num disquete. Qualquer editor capaz de produzir arquivos ASCII pode ser utilizado . O que você precisa ? a) Em primeiro lugar. desde que haja facilidades para produzir arquivos ASCII (a maioria tem) e uma capacidade suficiente para seus dados (um levantamento grande pode ocupar 5000 linhas ou mais) b)A segunda coisa que você precisa é um disquete formatado. é melhor utilizar um disquete para cada levantamento. Estes arquivos são preparados usando o editor de texto. Embora seus dados possam ocupar somente uma parte pequena do disquete. pois não produz somente caracteres ASCII.por exemplo. você pode precisar de mais que um disquete.) usando o arquivo FITOPAC e os programas apropriados (PARAMS. O primeiro arquivo contém os nomes das famílias e das espécies. usando programa PREPARE. usando programa CRIAMAT.PREPARANDO DADOS PARA FITOPAC Passos necessários para análises usando FITOPAC 1) Preparação dos dados: essencialmente a preparação dos dados de campo num formato apropriado para o programa. porque não produzem arquivos ASCII. e incluem uma série de códigos para a impressora. também. MS-Word(arquivo não formatado) e o Norton Editor. Note-se que alguns processadores de texto como “Redator” v 1. utilizar planilhas como Lotus 123. você precisa de um editor de texto para entrada dos dados . no meio do texto.

Após a última família. O primeiro arquivo a ser preparado deve ser o arquivo de nomes. Este arquivo contém.FPM” para matrizes de espécies x amostra. Neste caso. no mínimo. seu uso facilitará a manipulação de arquivos posteriormente.DAD” para o arquivo de dados numéricos. Onde a família ou gênero da espécie já é conhecido. No nosso exemplo. e cuide de manté-las atualizadas. Em seguida. O Arquivo de Nomes. Myrtaceae 2. É melhor usar um nome descritivo para os arquivos. Embora os nomes e extensões sugeridos aqui não sejam obrigatórios. se quiser.não é nada agradável gastar vários dias batendo um conjunto de dados e depois descobrir que vai ter que repetir tudo porque alguém derrubou uma xícara de café em cima do seu disquete ! Mantenha cópias de segurança. Os nomes das famílias são batidos um por linha. O FITOPAC utiliza duas extensões próprias.NMS” e “SAOJOSE. Os nomes devem ter. 3.). E extremamente importante FAZER COPIA DE SEGURANÇA (backup) dos dados num segundo disquete ! Normalmente você deve copiar todos seus arquivos de trabalho. caso você não queira incluí-las nas análises. Serão tratadas como espécie e família normal no processamento. deve ter um nome por linha.. além de periodicamente “salvar” seus dados enquanto está usando o editor de texto. “Desconhecida” para acomodar estas espécies. Sugere-se o uso de algumas extensões padrões para os arquivos usados com FITOPAC. Nomes para “mortas” e desconhecidos. procure no manual do “DOS” ou qualquer livro que explica como usar um micro. e as regras para nomes de arquivos. 7 .FPD” para arquivos de dados de levantamentos e “. 2. embora o limite máximo de 8 caracteres para nomes de arquivos em DOS as vezes seja um pouco limitante. e seria melhor tentar melhorar as identificações do seu material antes de tentar analisar os dados. mas o uso da ordem numérica facilita o processo de verificação dos nomes e ajuda a evitar a utilização do mesmo número para dois nomes. Em levantamentos onde há muitas espécies desconhecidas. Não é necessário que os nomes sejam entrados seguindo ordem numérica . deve ser dado um número para cada morfoespécie. e a extensão “. 1.2. um espaço. criar uma “família”.podem ser batidos em qualquer ordem. mais um espaço e finalmente o nome da espécie. “. pois isso pode criar problemas quando os programas procurem arquivos no disco. Em alguns programas existe a opção de excluir espécies.Myrcia sp20. no fim de cada dia. se você tem um levantamento realizado em São José dos Campos. use o mesmo nome para os arquivos de nomes e dados. esta técnica pode criar problemas. Em geral. E uma falsa economia pensar que não vale a pena comprar um outro disquete . onde há indivíduos mortos. especialmente em análises mais complexas onde numerosos arquivos podem ser gerados. e um nome do tipo “desconhecida 1”. Uso de extensões e nomes de arquivos. é necessário somente dar um número e um nome temporário para cada um (por ex. um espaço. e uma família “mortas” também. O formato do arquivo de nomes deve ficar semelhante àquele da fig. Em geral. começando com o número da família. cada uma com um número de espécie e o número da família a qual pertence. Nomes mais compridos podem ser entrados. mas é evidente que este procedimento não é muito recomendável. em primeiro lugar. no máximo. Se você não entende o uso de extensões. Myrtaceae 1. etc.DAD” para os dois arquivos básicos. É particularmente importante evitar o uso das extensões reservadas pelo FITOPAC.NMS” para o arquivo de nomes. Myrcia sp1. dando a extensão “. Após a última espécie. você pode criar uma espécie “mortas” com número e tudo. você deve bater uma linha contendo somente “999” para indicar o fim das famílias. 35 caracteres.. o número da família. Será necessário. ou outras matrizes. mas serão truncados pelo programa. pois os parâmetros calculados para famílias não estarão corretos. se não mais freqüentemente. começando com o número da espécie.Utilizando FITOPAC Antes de começar batendo os dados. mas não é essencial. Como exemplo. um possível nome para os seus arquivos seria “SAOJOSE” (note-se que acentos e símbolos especiais normalmente não são permitidos em nomes de arquivos). De novo. você pode tentar dividir as desconhecidas em mais que uma família. também. Indivíduos mortos ou desconhecidos podem ser incluídos mas é necessário tomar alguns cuidados com os nomes usados. isso daria “SAOJOSE. São estes números que serão utilizados pelos programas para ligar as epécies às famílias e os dados numéricos com as respectivas espécies. você precisa dar um número para cada família e um número para cada espécie. e depois o nome da família. você pode colocar uma linha com “999”. uma lista das famílias das espécies incluídas no levantamento. No caso de espécies desconhecidas. vem a lista das espécies. desde que o número da família e espécie corresponda ao que você usou no resto dos dados.

FITOPAC 1

4. O arquivo de Dados.
O arquivo de dados contém todos os dados numéricos, isto é, as medições feitas para cada indivíduo que entrou no levantamento. O formato exato dos dados depende do tipo de levantamento, mas essencialmente segue o padrão usado para anotar os dados no campo. No momento, o limite de comprimento para cada linha no arquivo de dados é de 255 caracteres. Em geral, o formato dos dados é “livre” - não há necessidade de manter os números alinhados em colunas, e desde que você bate pelo menos um espaço entre números, espaços a mais não atrapalham. Números inteiros não precisam ter um ponto decimal e “0”. Se for utilizada a opção de “correção automática” no programa “PREPARE”, você pode usar uma virgula em vez de ponto decimal, mas neste caso, qualquer virgula encontrada no arquivo de dados será tratado como um ponto decimal. O uso do teclado numérico do micro facilita a entrada de dados numéricos e ajuda reduzir erros. Para usar o teclado numérico, você precisa apertar a tecla “Num Lock” - deve acender uma luzinha indicando que o “num lock” está ligado - e começar digitando os números. Note, porém que você não pode usar “PgUp”, “Del”, “Ins”, setas, etc. quando “NumLock” está ligado. Medidas de perímetro ou diâmetro podem ser usadas e estes podem ser em centímetros ou metros, mas não se pode misturar tipos de medições ou unidades no mesmo levantamento - por exemplo, tem que ser usado perímetro em metros para todos os indivíduos de um levantamento. No caso de diâmetros/perímetros múltiplos (vários ramos no mesmo indivíduo), devem ser batidos os valores individuais separados por um “+”, e o programa “PREPARE” calculará um diâmetro/perímetro equivalente. Por exemplo, no caso de ter um indivíduo com três ramos, com perímetros de 12, 14 e 20 centímetros, você bate 12+14 + 20 (note-se que pode ter ou não ter espaços entre os números - são opcionais). Alturas normalmente devem ser expressas em metros. No caso de não ter medidas de alturas, pode omitir este dado (no programa “PREPARE”, há uma opção para dados sem alturas). Para os diferentes métodos de levantamento tem formatos de dados diferentes, geralmente correspondendo aproximadamente ao formato dos dados obtidos no campo. No momento, os tipos de levantamento que o pacote pode analisar são os seguintes :Levantamentos usando parcelas: Na primeira linha do arquivo vem o número da primeira parcela. Os “números” de parcelas podem conter letras e outros códigos, até um total de 35 caracteres, mas não podem ter um espaço em branco* . Por exemplo “1A”, “201”, “22.01”, “1/55a” e “parcela_30” são todos aceitáveis como “número” de parcela. Depois, vêm os dados para os indivíduos da parcela, um indivíduo por linha, na seguinte ordem : no. do indivíduo (opcional - se você não quer incluir, os programas criam uma numeração própria), perímetro/diâmetro (em cm. ou metros), altura (opcional) e número da espécie (obrigatório). Em casos onde foram medidas as posições espaciais dos indivíduos, os coordenadas X e Y de cada indivíduo podem ser incluídas, depois do número da espécie. Após o último indivíduo da parcela, na linha seguinte, vem o número da próxima parcela, e em seguida, os dados dos indivíduos. Este processo continua até a inclusão dos dados do último indivíduo. Não é necessário incluir qualquer sinal especial para indicar o fim dos dados. A ordem de entrada das parcelas não é fixa, podendo ser até aleatória, desde que todos os indivíduos de uma parcela estejam juntos. Se você pretende analisar subconjuntos ou blocos de parcelas dentro de um levantamento, a inclusão das parcelas em grupos que correspondem aos blocos a serem analisadas vai facilitar a análise, embora isso não seja obrigatório. Fig. 1.3 mostra o formato esperado para dados deste tipo. Levantamentos usando o método de quadrantes : O formato neste caso é mais simples, tendo uma linha para cada indivíduo, com os seguintes dados - no. de ponto, no. de indivíduo (opcional), distância do ponto (obrigatório), perímetro/diâmetro, altura (opcional) e número da espécie (obrigatório). Se você não quer entrar um número de indivíduo, os programas criam uma numeração própria. Os pontos podem entrar em qualquer ordem, mas para facilitar análises de subconjuntos ou blocos de pontos, é melhor entrar os pontos em blocos que correspondem aos blocos a serem analisados. Coordenadas X e Y podem ser incluídas após o número da espécie. Fig. 1.4 mostra o formato esperado para dados deste tipo.

C. Um exemplo
Para ilustrar o uso do FITOPAC, podemos tomar um exemplo (imaginário) que mostra os passos básicos. Fizemos um levantamento dentro de uma área de mata na região de São José dos Campos, instalando 100 parcelas espalhadas ao acaso ao longo de um gradiente altitudinal. Estamos interessados inicialmente em ter uma idéia geral da
* A versão preliminar de FITOPAC permitia espaços aqui. Se você realmente insiste, pode colocar espaços, desde que haja um “t” (ou “T”) no final da última linha da parcela anterior (fig. 1.5). Repare que isso não é possível na primeira parcela!

8

Utilizando FITOPAC composição da mata como um todo, mas também gostaríamos de investigar o efeito do gradiente altitudinal sobre a composição da vegetação. Temos todos as medidas de campo, e a identificação das espécies essencialmente está completa, restando somente 3 ou quatro espécies desconhecidas. Em primeiro lugar, preparamos a lista de famílias e espécies encontrados no levantamento, dando um número para cada família e cada espécie. Uma família “Desconhecida” e espécies “desconhecida 1” a “desconhecida 4” são criadas para acomodar as espécies não identificadas. O número de espécie apropriado é anexado aos dados para cada indivíduo, nos dados de campo, e cuidadosamente verificado antes de começar trabalhando com o computador. Em seguida, escolhe-se um nome apropriado para nossos arquivos. Como nosso levantamento foi feito em São José dos Campos, vamos usar SAOJOSE para o nome dos arquivos, e começamos criando os arquivos SAOJOSE.NMS e SAOJOSE.DAD, utilizando um editor de texto. Entramos os nomes e dados nos dois arquivos seguindo o formato descrito acima. Neste ponto, é interessante imprimir uma listagem dos dois arquivos, para verificar os dados antes de qualquer processamento. Se possível, é mais fácil trabalhar com duas pessoas, uma “cantando” os dados e a outra verificando na listagem. Embora chato, este passo é muito importante, pois a integridade e confiabilidade das análises posteriores são inteiramente dependente de ter dados corretos nestes arquivos. Os programas podem detectar alguns erros mais grosseiros, mas não há como detectar o fato que você bateu 44.5 em vez de 55.4 para o perímetro de indivíduo no. 445, por exemplo. Portanto, é essencial que a verificação dos dados seja feita com muito cuidado e atenção. Após ter verificado os dados, podemos converter estes arquivos numa forma que pode ser usada pelos outros programas. Utilizamos o programa “PREPARE” para converter os arquivos de nomes e dados numéricos num arquivo “.FPD”, batendo PREPARE SAOJOSE. Como estamos empregando as extensões normais do FITOPAC, precisamos bater somente SAOJOSE e o programa vai criar todos os nomes de arquivo necessários. Enquanto está lendo os dados, o programa tenta detectar alguns erros comuns, e da uma oportunidade para corrigi-los, editando os dados. Portanto, é útil ter uma cópia dos dados de campo a mão, permitindo verificação imediata se o programa detecta qualquer problema. Note-se que qualquer correção feita utilizando PREPARE tem efeito somente no arquivo “.FPD” e não nos arquivos “.NMS” e “.DAD” ! O resultado é um arquivo SAOJOSE.FPD, contendo todos os dados e pronto para uso pelos outros programas. Uma vez que temos este arquivo, podemos proceder com a análise dos dados. Antes de começar com a análise propriamente dito, porém, é muito útil fazer uma listagem completa dos dados, que fornece um recorde permanente do conjunto de dados em formato fácil de consultar, e permite recuperar de algum “desastre” onde os arquivos de dados são perdidos (isso não deve ser possível se você está fazendo cópias de segurança - “backups” - de todos seus arquivos, mas nunca se sabe !). Para fazer a listagem, utilize o programa “CADERNO”, batendo simplesmente CADERNO SAOJOSE, e uma listagem dos dados será produzida no arquivo SAOJOSE.LST. Se quiser mandar diretamente para a impressora, bate CADERNO SAOJOSE IMP. Normalmente é útil ter uma listagem dos dados ordenados por parcela (ponto) ou na ordem de entrada dos dados (que geralmente é igual), e, também, uma listagem por espécie que facilita a localização de todos os membros de uma espécie, sem ter que percorrer a listagem inteira. Esta última listagem também é muito útil para localizar possíveis erros - uma espécie que não está presente, mas que você sabe deve estar na listagem, ou uma espécie com diversos indivíduos quando deve ter somente um, pode funcionar como um aviso que houve algum erro na transcrição dos dados, e qualquer discrepância deste tipo deve ser notada e verificada. Tendo uma listagem dos dados, e satisfeitos que estão corretos, podemos proceder com o resto da análise. Normalmente, o próximo passo seria de correr o programa “PARAMS” para calcular os parâmetros fitossociológicos para nosso levantamento. Batemos, então, PARAMS SAOJOSE, e produziremos um arquivo SAOJOSE.LST contendo os resultados dos cálculos dos parâmetros fitossociológicos. Para muitos estudos, os resultados obtidos até aqui seriam suficientes, fornecendo um resumo da área levantada e elementos para comparações entre nosso levantamento e outros levantamentos. No nosso caso, porém, queremos ainda investigar a variação dentro de nossa área e o efeito do gradiente altitudinal. Para analisar melhor este tipo de questão, podemos utilizar outros recursos do FITOPAC. Em primeiro lugar, as parcelas do levantamento podem ser distribuidas em blocos, correspondendo a faixas altitudinais - por ex. bloco 1 contém todas as parcelas entre altitudes de 100 a 200 m. - e estes blocos podem ser analisados individualmente utilizando as facilidades para sub-análises no programa “PARAMS”, ainda com nosso arquivo SAOJOSE.FPD, especificando quais parcelas pertencem a cada bloco, sem a necessidade de criar arquivos novos para cada bloco. Assim, podemos realizar uma análise direta do gradiente, e comparar os parâmetros fitossociológicos de cada faixa altitudinal. Com isso, teríamos uma boa visão do grau e tipo de mudança que ocorre com altitude. Em segundo lugar, podemos aplicar métodos de ordenação e classificação, utilizando os programas “ORD”, para análise de componentes principais, e “CLUSTER” para análise de agrupamentos. Estes métodos exigem uma matriz de amostras x espécies que é criado por uso do programa “CRIAMAT”, que fornece diversas opções de tipo de matriz, transformações dos dados e eliminação de espécies raras, amostras aberrantes, etc. Batendo CRIAMAT SAOJOSE e indicando nossos opções, produzirá um novo arquivo

9

FITOPAC 1 SAOJOSE.FPM que contém a matriz com as transformações e modificações selecionadas. Repare, de novo, que não precisamos especificar extensões, e o próprio programa cria os nomes e arquivos necessários. Em seguida podemos correr uma análise de componentes principais, batendo ORD SAOJOSE, e os resultados serão colocados no arquivo SAOJOSE.LST. Este tipo de ordenação é uma técnica extremamente poderosa para detecção e descrição de gradientes ambientais. Se queremos produzir uma classificação das parcelas, formando grupos contendo parcelas que são semelhantes entre si, podemos usar análise de agrupamentos. Neste caso, precisamos criar, primeiro, um arquivo de coeficientes de similaridade ou distâncias, que indiquem o grau de semelhança entre as amostras. Este arquivo é produzido pelo uso do programa “COEF”, batendo COEF SAOJOSE, que vai resultar num arquivo SAOJOSE.FPC contendo os coeficientes selecionados. Após disso, batendo CLUSTER SAOJOSE fornece os resultados desta análise no arquivo SAOJOSE.LST. Assim, podemos analisar nossos dados de diferentes maneiras, extraindo diferentes tipos de informações e formando uma visão mais completa da variação dentro de nosso levantamento. Além das análises fornecidas por FITOPAC, é possível utilizar os dados da matriz de amostras x espécies no arquivo SAOJOSE.FPM com outros pacotes estatísticos ou ecológicos. O programa “MATRIZ” permite “traduzir” o arquivo FITOPAC nos formatos usados por pacotes como “SYSTAT”, NT-SYS e os programas “DECORANA” e “TWINSPAN” de Hill (Hill, 19??), entre outros. Dessa maneira, é possível fazer praticamente qualquer tipo de análise multivariada ou outro tipo de análise estatístico, mesmo que não seja incluída no próprio FITOPAC.

É no. da família 1 Anacardiaceae 2 Bombacaceae 3 Compositae 4 Myrtaceae 5 Ulmaceae 6 Desconhecida 7 Morta 999 ï final das famílias 1 1 Anacardium occidentalis 2 3 Bellis perennis 3 2 Eriotheca sp. 4 4 Myrcia lingua 5 4 Myrcia sp1 6 4 Myrcia sp2 7 4 Myrcia sp3 8 2 Pseudobombax sp. 9 5 Trema micrantha 10 6 Desconhecida 1 11 6 Desconhecida 2 12 7 Morta Ç no. da família Çno. da espécie

Fig. 1.2. Exemplo de um arquivo de nomes - SAOJOSE.NMS. (Você não bate as partes em itálico !)

10

7 7 5 3 40 12. Exemplo de um arquivo de dados de um levantamento usando parcelas . 1. da primeira parcela 1 1 34.5 3 6 7 25 8 8 8 55.SAOJOSE.5 12 2 10.DAD.perímetro/diâmetro  Ç--.5 5.5 8 ï último indivíduo    Ç no.5 10 4 110 30. do indivíduo Fig.5 +10 2 4 ï perímetro múltiplo 15 22. da terceira parcela 13 40 18 7 14 5 + 6+8. da espécie      Ç--.no.Utilizando FITOPAC É no.5 15 9 9 23+12+15 10 3 ï perímetro múltiplo 10 44 16 6 11 22 6 11 12 10 4 4 2b ï no.0 15 4 16 120 35.5 1 5 33.5 5 3 2a ï no.altura    Ç--. (Você não bate as partes em itálico !) 11 . da segunda parcela 6 5.3.

3 34.2 40 18 7 14 1.77 110 30.5 10.DAD.15 33.5 5.no.4.6 40 12.5 3 6 7 2.distância  Ç--.5 15 9 9 4.5 120 35.5 10 4 3.7 7 5 3 0.2 44 16 6 11 2.9 5 + 6+8. 1.0 15 4 16 2. Exemplo de um arquivo de dados de um levantamento usando quadrantes .SAOJOSE.7 55.altura      Ç--.6 23+12+15 10 3 ï perímetro múltiplo 10 7. de ponto 1 1 1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 4 4 4 4 1 3.3 22 6 11 12 0. do indivíduo Fig.5 +10 2 4 ï perímetro múltiplo 15 4. (Você não bate as partes em itálico !) 12 .2 5.3 22.5 1 5 0.5 5 3 6 2.perímetro/diâmetro    Ç--.3 25 8 8 8 6.FITOPAC 1 É no.5 12 2 1. da espécie        Ç--.1 10 4 4 13 5.5 8 ï último indivíduo Ç no.

Exemplo de um arquivo de dados de um levantamento usando parcelas e nomes com espaços para as parcelas . da espécie      Ç--.5 10 4 110 30. da terceira parcela com espaços 13 40 18 7 14 5 + 6+8.no.5 1 5 33.5 15 9 9 23+12+15 10 3 ï perímetro múltiplo 10 44 16 6 11 22 6 11 12 10 4 4 t ï repare no “t” Esta e parcela 2b ï no.5 5 3 t ï repare no “t” Esta e parcela 2a ï no.perímetro/diâmetro  Ç--.5 +10 2 4 ï perímetro múltiplo 15 22.altura    Ç--.7 7 5 3 40 12. da segunda parcela com espaços 6 5.5 5.5 8 ï último indivíduo    Ç no.5. da primeira parcela 1 1 34. 1.5 12 2 10. do indivíduo Fig.Utilizando FITOPAC É no.SAOJOSE.5 3 6 7 25 8 8 8 55.DAD. (Você não bate as partes em itálico !) 13 .0 15 4 16 120 35.

Este último será necessário no caso de levantamentos grandes onde os dados não cabem num disquete. Por exemplo. é possível fazer um Análise de Componentes Principais sobre uma matriz de dados de parcelas x espécies e depois usar a matriz de “scores” resultante para calcular distâncias ou outros coeficientes no programa “COEF”. menus. este será o primeiro arquivo a ser preparado. Portanto. utilizando o programa PREPARE. ou que são comuns a diversos deles.coloque o disquete de programas no drive “A” e o disquete com seus dados no drive “B”. estes servem para qualquer uma dos programas. Se você especifique a rota “PATH C:\FITOPAC”. gravar os “scores” de uma PCA . Este tipo de arquivo é utilizado pelos programas “COEF” e “ORD”. Em geral. Este tipo de arquivo tem a extensão “FPM” (FitoPac-Matriz) e são preparadas de um arquivo “FPD” usando o programa CRIAMAT. Arquivos de dados FITOPAC utiliza três formatos especiais para arquivos de dados. O segundo tipo de arquivo é utilizado para matrizes de dados. você pode usar drive “A” (floppy) para os arquivos de dados ou criar um subdirectório para os dados. Normalmente. e a tela deve passar a mostrar “B>“. todos tem o mesmo estilo de interface e utilizam os mesmos tipos de comandos. descrevendo os comandos e características que são comuns a todos os programas. Arquivos FPD são o ponto de partida para todos os outros programas em FITOPAC. Embora cada programa é independente. você pode usar o programa a partir do subdirectório onde está instalada e especificar onde vai buscar os arquivos de dados via o comando “Rotas” ou pelo linha de comando . onde as linhas da matriz representam as amostras. FITOPAC utiliza a extensão “FPD” (FitoPac-Dados) para estes arquivos. é mais conveniente trabalhar com drive “B” ativo.por ex. Este capítulo descreve a maneira em que você interage com os programas. etc. pode usar os programas a partir do drive “A” ou qualquer subdirectório no disco rígido. com um interface comum para todos os programas e pode ser usado em computadores com disco rígido ou em sistemas com somente discos tipo flexíveis (“floppy”). O primeiro é para dados de campo. Este tipo de arquivo também é utilizado para armazenar dados que normalmente vem em forma de matriz .veja a seção “Rotas. portanto. Arquivos do tipo “FPD” são usados pelos programas “CRIAMAT”. “PARAMS” e “CADERNO”. batendo “A:Nome_do_programa”.por ex. Uso de arquivos em FITOPAC. diretórios e configuração” para mais detalhes. e as colunas as espécies. é muito mais fácil usar os programas quando estão instalados no disco rígido e seus dados podem estar acomodados no próprio disco rígido ou num disquete flexível. e será necessário para outros programas na próxima versão. bate “B:”. se a tela mostra “A>“. geralmente na forma de matrizes de parcelas x espécies. consistindo de uma lista das observações dos indivíduos encontrados no levantamento. Alternativamente. batendo somente o nome do programa. Usando os programas. Arquivos deste tipo também podem ser usados para armazenar os resultados de análises . uma vez que você aprenda utilizar os comandos básicos. Normalmente. e dai em diante todos os arquivos são lidos ou criados no disco em drive B.que assim podem ser introduzidos em outros programas. O programa é chamado.UTILIZANDO FITOPAC O FITOPAC é interativo. com disco rígido No caso de um sistema com disco rígido. com disco flexível("floppy") Com 2 drives “floppy” . dados de análises de 14 . junto com a parcela ou ponto onde o indivíduo foi encontrado.

mas simplificará a utilização dos programas. Precisa. com extensões “DAD” e “NMS”. pois o programa não vai usar de novo. você pode especificar o arquivo de saída na linha de comando também. Outros tipos de arquivos Além dos arquivos usados para armazenar dados. Se você segue o esquema sugerido aqui. diretórios e configuração). os arquivos de entrada e saída são especificados. se não quiser o nome pré-fixado que o programa oferece . As relações entre os diferentes tipos de arquivo são mostrados na fig.a única limitação é o espaço disponível no disco.Utilizando FITOPAC solo ou outras variáveis ambientais. especialmente em casos onde resultados de uma análise serão utilizados como entrada para uma outra análise. as extensões e outros arquivos necessários. Onde o programa pode produzir uma listagem de resultados (por ex. arquivos temporários . você pode jogar os resultados diretamente para a impressora especificando “IMP” ou “PRN” como arquivo de saída (ex.LST utilizará o arquivo SAOJOSE. portanto. Repare que arquivos “LST” de listagens geralmente são abertos de tal modo que novas listagens são anexadas ao arquivo. 2) pela linha de comando . Não esquece de deixar um espaço entre os dois nomes. Estes arquivos são produzidos pelo programa “COEF” e. os arquivos necessários são especificadas na descrição do programa. Arquivos de coeficientes de similaridade ou distâncias entre amostras ou espécies formam o terceiro tipo de arquivo. Nas descrições mais detalhadas dos programas.extensão “. “SAOJOSE. Em alguns casos. etc. preferências de impressora. se este já foi criado.CNF”. o programa grava os resultados num arquivo préfixado (geralmente o nome do arquivo de dados com a extensão “LST” . criar um único arquivo com todas as listagens das análises realizadas . 15 . Estes dados podem ser entrados diretamente ou via uma planilha (veja o capítulo “Preparando Dados"). Os programas permitem especificar os arquivos a serem usados em duas maneiras : 1) Usando o comando “Arquivos” presente no menu principal de cada programa (mais fácil se você não conhece bem os programas). sim. Geralmente é necessário bater somente o nome do arquivo de entrada e o programa cria automaticamente o arquivo de saída necessário. bate o nome do arquivo a ser usado depois do nome do programa . Na maioria dos programas. Não são essenciais para o funcionamento dos programas. Nestes casos. são criados por diversos programas para armazenar dados temporariamente enquanto estão trabalhando. Caso queira fazer uma PCA ou Análise de Agrupamentos. A seqüência normal para análise de dados de um levantamento seria a preparação dos arquivos de dados numéricos e nomes. CLUSTER SAOJOSE SJ.por ex. usando um editor de texto. e que podem estar gravados em diversos diretórios (veja a seção “Rotas. Neste caso.LST como arquivo de saída de resultados. arquivos de configuração . são arquivos contendo as informações para o sistema de ajuda. utilize “CRIAMAT” para criar um arquivo “FPM”.por ex. ou um outro arquivo. ORD).). mas o sistema de ajuda não fica disponível sem estes arquivos (veja a seção “sistema de ajuda"). que depois pode ser impresso.extensão “. a não ser em casos onde processamento foi interrompido prematuramente. por enquanto. o arquivo de entrada não tem extensão pois usa a extensão padrão ("FPC") de um arquivo de coeficientes. O calculo dos parâmetros fitossociológicos e listagem dos dados podem ser feitas a partir do arquivo “FPD”. e tem a extensão “FPC” (FitoPac-Coeficientes). Você pode.TMP”. e depois acione o comando “Arquivos”.extensão “. ORD SAOJOSE IMP). arquivos subsidiários podem ser necessários. Esta opção abre uma janela pedindo os nomes dos arquivos de entrada e saída. tomar cuidado que novas análises não são anexas a arquivos velhos . A maioria dos programas utiliza um arquivo de entrada e um arquivo de saída. automaticamente.eu normalmente prefiro fazer duas cópias . a criação de um arquivo “FPD” via o programa “PREPARE”. bate somente o nome do programa .por ex. PREPARE SAOJOSE. são arquivos que contém informações sobre a configuração atual dos programas (rotas.HLP”. o próprio programa apaga estes arquivos no final de processamento e você não deve vê-los. Normalmente. ??. geralmente precisa entrar somente o nome do arquivo de dados e os programas criam. mas está anexada no final do arquivo antigo. em seguida.FPC como arquivo de entrada e SJ. são utilizados somente pelos programas “CLUSTER” e “ORD”. Esta última opção é interessante se você quer imprimir mais que uma cópia dos resultados . este tipo de arquivo pode ser removido. os programas do FITOPAC utilizam diversos outros tipos de arquivos :arquivos de ajuda . Se você não especifica saída para impressora. e.depois você não entende porque sua listagem da última análise não saiu ! Saiu.uma para rabiscar e a outra para servir de cópia de “biblioteca”. PREPARE. porém. O uso destes extensões não é obrigatório.LST"). Note que neste exemplo.se você é mais experiente e quer evitar a tela introdutória. e não são gravadas em cima dos dados já existentes.por ex. Neste caso.

Você pode colocar a rota antes do nome dos arquivo apropriado na linha de comando. porém. escolher rotas diferentes para entrado e saída. pode ser interessante especificar este disco para receber os arquivos temporários. o programa vai parar com um erro. Pode. No menu principal de todos os programas existe uma opção “Rotas”.FITOPAC 1 Rotas. É possível especificar os subdirectórios de entrada e saída por este mecanismo. e . Exemplos : - 16 . É importante. porém. mas note que todos os arquivos de dados usados devem estar no mesmo subdirectório. é necessário especificar a rota dos arquivos de entrada e saída quando estes não estiveram no subdirectório especificado na configuração.quando selecionado. Se utilizar este método. Normalmente não há necessidade de modificar este subdirectório pois os arquivos temporários devem ser apagados pelo próprio programa antes de terminar a análise. A outra maneira de especificar subdirectórios é via a linha de comando.se não. que exista espaço suficiente no disco “RAM” . aumentando a velocidade de processamento consideravelmente em alguns casos. diretórios e configuração No caso de sistemas com disco rígido. Estes subdirectórios podem ser diferentes. A “Rota para arquivos temporários” pode ser usada para determinar onde os programas que produzem arquivos temporários irão gravá-los. Esta opção é utilizado para mudar os nomes dos subdirectórios onde o programa vai procurar os arquivos de dados ou gravar os arquivos de resultados. também. Se tiver um disco do tipo “RAMdrive”. enquanto a “Rota para resultados/listagens” especifica onde os arquivos de resultados e listagens serão mandados. ou especificar somente uma das rotas. os subdirectórios utilizados para os arquivos de dados e resultados podem ser determinados em diversas maneiras. abre uma tela que permite modificar os nomes :Mudar rotas Rota para dados C:\FITOPAC\ Rota para resultados/listagens C:\FITOPAC\ Rota para arquivos temporarios C:\FITOPAC\ Nome de um diretorio/sub-diretorio (F3 para lista) Na “Rota para dados” você pode especificar o subdirectório onde os arquivos de dados estão armazenados. mas não o de arquivos temporários.

pode colocar um arquivo de \CERRADOS configuração em cada um destes sub-diretórios. PARAMS C:\OUTRO\SAOJOSE vai procurar os arquivos de dados no subdirectório C:\outros\ e vai gravar os resultados em C:\dados\. esta forma de diretório será produzido. enquanto que em \cerrados a rota de entrada poderia ser \cerrados e de dados saida \cerrados também. como indicado na figura ao lado. As rotas utilizadas por FITOPAC estão armazenadas em C:\ arquivos de configuração que tem a extensão “. Se for numa situação onde o programa está pedindo variáveis ou observações. F2 . Se você tiver seu disco rígido com os sub-diretórios “\FITOPAC”. Permite “mudar de idéia” e volta ao passo anterior. Você pode gravar o arquivo de configuração usando a tecla F5 dentro de qualquer programa ou com o programa “CONFIG” Desta maneira. procurando e gravando arquivos no sub-diretório que estava ativo quando o programa foi chamado. PARAMS C:\OUTROS\SAOJOSE C:\OUTROS\SAOJOSE procurará os dados no subdirectório C:\outros\ e gravar os resultados no mesmo. em \matas. você pode agrupar seus dados em diversos subdiretórios no disco e ter uma configuração específica para cada agrupamento. por exemplo depois de processar uma análise completa. Note que em alguns casos.Ajuda. usam os valores “default” já embutidos no FITOPAC. dependendo da parte do programa onde foi ativada.” em algum lugar). Esta segue as regras normais para DOS .Voltar à pergunta/menu anterior. Estas teclas são :F1 . Por exemplo.FPD todos com extensão “FPD”. F3 . além de mais um no “\fitopac”. Em situações onde um nome de arquivo é esperado. Note que é necessário colocar a rota para entrada e saída neste caso. contendo dados em “\cerrados” e “\matas”. não é possível voltar às opções anteriores pois a análise ou transformação já está completa. Se não tiver um arquivo de configuração local. o programa sugere primeiro uma “mascara” para procurar arquivos. “\CERRADOS” e “\MATAS”. PARAMS SAOJOSE procurará os dados no C:\DADOS\ e vai gravar os resultados no mesmo subdirectório. *.Diretório. a rota de entrada \MATAS pode ser \matas e de saida \resultad. Você pode ter um arquivo de configuração em qualquer subdirectório e FITOPAC utilizará a configuração especificada no diretório ativo. Você pode obter ajuda em quase qualquer ponto onde precisa responder a uma pergunta ou decidir entre diferentes opções. 17 . Interagindo com os programas Teclas especiais. Esta tecla produz um diretório de arquivos ou uma listagem de variáveis ou observações. e na ausência deste. e os programas vão utilizar a configuração “local” do subdiretório ativo. Isso quer dizer que você pode manter configurações que são específicos para cada \FITOPAC subdirectório.Utilizando FITOPAC supondo que a configuração esteja com C:\DADOS\ para a rota de entrada e saída. PARAMS C:\OUTROS\SAOJOSE C:\RESULT\SAOJOSE vai procurar os arquivos de dados no subdirectório C:\outros\ e gravar os resultados no subdirectório C:\result\.por ex.CNF”. simplesmente apertando a tecla F1. FITOPAC utiliza algumas teclas que tem a mesma função em todos os programas.* lista todos os arquivos. Você pode rodar FITOPAC a partir de qualquer um destes diretórios (desde que o seu dados “path” contém “\FITOPAC. *. os programas utilizam automaticamente o arquivo present no subdiretório do FITOPAC.

As teclas usadas para editar a resposta são as seguintes : ¤→ . parcialmente ou descartada. ou se por algum motivo. Esta tecla permite que você abandone o processamento e para o programa. c) se você quer dar uma resposta totalmente diferente. b) se quer utilizar parte da resposta fornecida. Se você quer parar o programa no meio de algun cálculo. F10 -Sair do programa. os programas precisam de informaçôes mais extensas e apresentam uma tela que funciona como uma espécie de “formulário” para ser preenchido.um caractere à esquerda £. Dois tipos de menu são utilizados. sem a necessidade de mudar o cursor e bater <ENTER>. impressora. Este tipo de menu também é utilizado em diversos programas para escolher opções onde diversas operações podem ser realizadas. A escolha de opções pode ser feito em duas maneiras. F5 .uma linha para baixo 18 . e a opção desejada pode ser selecionada batendo a letra em maiuscula daquela opção.Grava a configuração de rotas. onde as opções disponíveis são apresentadas na primeira linha da tela.um caractere à direita ¥. se existe.uma linha para cima ¢ . Note que sua resposta pode ser editada até o ponto em que você aperta <ENTER>. começa batendo sua resposta diretamente e a resposta pré-fixada. por exemplo manipulação de matrizes ou escolha de gráficos. mas os programas utilizam 2 formatos de resposta. use Ctrl-Break (bate a tecla “Break” enquanto está segurando a tecla “Ctrl").Alterar a configuração da impressora e outros características do programa. quando encontram um erro). você pode responder em diferentes maneiras : a) se quer utilizar a resposta pré-fixada pelo programa (que aparece em vídeo inverso). o programa frequentemente oferece uma resposta pré-fixada ("default value") que pode ser aceita inteiramente. Nestes casos.na maioria dos programas.CNF no disco e este configuração será usada como o “default” até que seja modificada de novo.FITOPAC 1 F4 . o programa vai perguntar em que sub-diretório você quer gravar a configuração. Neste caso. Todos os programas apresentam um menu principal. Telas e perguntas Em vários pontos. no arquivo FITOPAC. esta tecla permite “escapar” de situações onde você não pode continuar e quer voltar ao menu principal ou anterior. e esta opção será selecionada diretamente. o nome de um arquivo ou algum valor numérico) ou fazem perguntas para saber como proceder (por ex. por exemplo para escolher um entre diversos transformações de dados. Veja o capítulo do programa CONFIG para mais detalhes. Ao apertar esta tecla. utilize as teclas de seta à direita ou <END> para aceitar a resposta que então pode ser editada utilizando as teclas normais. precisa parar neste ponto. pode bater a letra ou número que aparece na frente da opção. A informação solicitada pode ser de vários tipos. Diversos tipos de informações podem ser solicitados (por ex. Esc . O segundo tipo de menu é do tipo “drop down” e aparece dentro de uma janela na tela. Menus Os programas utilizam menus extensamente para selecionar alguma opção. simplesmente bate <ENTER>. O mais simples é de usar as teclas de seta para cima e para baixa para mudar o cursor (a opção que aparece com fundo de cor diferente) até a opção que você deseja e apertar a tecla <ENTER>. Funciona somente em pontos onde o programa está esperando alguma resposta. ou se não tem uma resposta pré-fixada pelo programa. será descartada. caso houve algum “desastre”. ou utilizando as teclas de seta ( ← e → ) para colocar o cursor em cima da opção e apertando a tecla <ENTER> para selecionar a opção. Alternativamente. Este tipo de menu é utilizado para escolher opções dentro de uma lista. A maioria são do tipo onde um valor numérico. um nome ou uma frase deve ser entrado. etc.

utilizados numa análise.3.35” selecionará todos os objetos/variáveis de 23 a 35 inclusivos.abandonar seleção espaço . as respostas às perguntas são dados da maneira descrita acima.vai até o último item na tela PgDn . etc. separados por um “-” . Especificando listas de variáveis e objetos Em vários pontos.página anterior Ctrl + PgUp . pode utilizar a tecla F3 para chamar uma janela que mostra as variáveis ou objetos disponíveis.por ex. Nestes casos. 1. Alternativamente.apague o caractere na posição do cursor Backspace . Nestes casos. pode especificar os objetos ou variáveis batendo “t” para todos ou batendo os números dos objetos ou variáveis apropriados. você sai da tela após de responder à última pergunta. por ex.próxima página PgUp . etc. Normalmente. Quando inserção está ligado. uma das respostas possíveis aparece em vídeo inverso. pode utilizar a tecla PgDn para sair sem a necessidade de completar todas. PREPARE e CRIAMAT) podem precisar de uma série mais extensa de dados e apresentam uma ou mais telas de perguntas.por ex “s” para “sim” e “n” para “não”.início da resposta ¶ . como alternativa. os programas pedem que você especifique um ou mais variáveis ou objetos.apague o caractere antes do cursor ¦K. 19 .selecionar o ítem na atual posição do cursor . o que você escreve será sobreposto. Quando o valor apropriado está visível.Utilizando FITOPAC ² . pode ser selecionado batendo <ENTER> ou ->. “23 . O uso de números freqüentemente é inconveniente e.5.4. batendo a letra inicial da opção desejada seleciona aquela opção e coloca o cursor na próxima pergunta . ou F6 .vai até o início da lista Ctrl + PgDn .vai até o primeiro item na tela End . 23 .ligar e desligar inserção. e a resposta pode ser mudada apertando a tecla de espaço. Itens individuais são especificados usando os números apropriados separados por espaços ou por vírgulas por ex. utilizando as seguintes teclas :enter . ou se só precisa modificar uma ou duas. em qualquer combinação por ex. apagando texto existente na posição do cursor.. O segundo tipo de pergunta que os programas apresentam ocorre onde existem somente 2 ou mais respostas préfixada do tipo “sim/não” ou “norte/sul”. A seleção pode ser feita diretamente na janela. ou algo parecido. mas algumas outras teclas ajudam “navegar” dentro da tela : Ctrl → Pula à próxima pergunta ou à direita Ctrl ← Pula à pergunta anterior ou à esquerda ↑ Pula para cima ↓ Pula para baixo PgDn Terminar.fim da resposta µ ± . para serem transformados.vai até o último item na lista Você pode selecionar uma mistura de itens individuais e listas de itens com o uso apropriada das teclas de seleção e seleção de blocos. Você pode selecionar uma lista de números batendo o primeiro e último número da lista.6-8. Pode misturar ítens individuais e listas.55 66 77 98-100 seria aceitável. mas se todas as respostas pré-fixadas são satisfatórias. Se a inserção está desligada. aparece o sinal “INS” no topo da tela e qualquer coisa que você bate é inserida na posição do cursor. geralmente na forma de uma pergunta do tipo “Quais espécies”. deixando modificadas somente as respostas já selecionadas até este ponto.apague a resposta inteira . Alguns programas (por ex.inicia ou termina a seleção de um bloco Home . Nestes casos. 1.terminar seleção e continuar processamento Esc .

selecionar amostras para serem excluídas da análise . Este sistema de ajuda depende da presença dos arquivos de ajuda (com extensão “.HLP"). existe uma opção que permite estabelecer um “filtro” ./altura Continue Especificar AMOSTRAS para INCLUIR ------------------------------------------------------------------------ -----------------------------------------------------------------------F1 Ajuda. inclusive quando estas não são contíguas no arquivo de dados. F4 Impressora. Nos programas que utilizam filtros. se você tiver um levantamento por parcelas onde incluiu todos os indivíduos com diâmetros maiores que 5 cm.selecionar as espécies que serão excluídas na atual análise . EXCLUIR_AMOS[TRAS] . Esta facilidade também é muito útil em casos onde você quer analisar blocos de amostras e não o levantamento inteiro. INCLUIR_ESPE[CIES] . você pode pedir ajuda. pode incluir ou excluir blocos de amostras.FITOPAC 1 Sistema de Ajuda Na maioria de lugares onde um programa pede alguma informação ou espera alguma ação. 31 e 33. de acordo com os limites de diâmetro/perímetro. Neste caso. F3 Selecionar.23.por ex. existe o comando “Filtro” no menu principal que chama o menu de filtro onde você especifica os detalhes do filtro que quer aplicar :Incluir_amos Excluir_amos iNcluir_espe eXcluir_espe Diam.por ex.útil quando você pretende analisar somente um número limitado de espécies.. 20 . bate a tecla “Esc”. Desta maneira. especificando como os dados serão lidos. É possível estabelecer condições relativamente complexas.conveniente quando você quer analisar somente um número pequeno de amostras. é mais fácil manter os dados para levantamentos complexos dentro de um único arquivo “FPD” e correr as sub-análises necessários utilizando o filtro para especificar os limites para cada uma delas. dependendo do conjunto de características escolhidas . e se estes não foram localizados. Para sair da tela de ajuda. altura. 15 .mais conveniente quando você quer incluir a maioria das amostras e só excluir algumas. F10 Sair INCLUIR_AMOS[TRAS] . Opções comuns a diversos programas Vários programas oferecem as mesmas opções. especificando “filtros" Em programas que usam arquivos de dados do tipo “FPD”. e mínimo de 33 cm. de amostra ou espécie que você determina com o uso do filtro. Assim.selecionar espécies que serão incluídas na análise . com altura abaixo de 10 m e excluindo espécies 56 e 91. todos os indivíduos de parcelas 1 .10.selecionar amostras para serem incluídas na análise . Correndo o programa com este filtro dará a análise desejada. EXCLUIR_ESPE[CIES] . apertando a tecla F1. você pode especificar dentro de PARAMS um filtro que aceita somente indivíduos com diâmetro mínimo de 10 cm.. você pode incluir ou excluir indivíduos. particularmente para modificação de dados e seleção de indivíduos. Nestes programas. PARAMS e CRIAMAT. com diâmetro máximo de 55 cm. por ex. e depois quer analisar os dados incluindo somente os indivíduos com diâmetros maiores que 10 cm. F5 Gravar config. no. se quiser retirar as “mortas” quando estas foram registrados no arquivo de dados. uma mensagem aparece dizendo que ajuda não está disponível. Deve aparecer uma tela fornecendo uma explicação sucinta de que o programa espera neste ponto ou explicando as opções disponíveis. Estas opções são descritas aqui para evitar repetição das informações em cada programa. sem a necessidade de rebater os dados ou alterar o arquivo de dados.

Note que o programa volta a esta tela após cada uma destas opções (exceto “Continue") e você pode utilizar diversas opções antes de voltar para o programa principal.voltar ao programa principal. Bate os números das colunas.Utilizando FITOPAC DIAM/ALTUR . Uma vez que o programa tem uma matriz de dados ativo. o programa solicita uma lista de colunas a serem mascaradas. Note que linhas mascaradas também não serão transformadas ou gravadas .é preciso ter cuidado com esta opção quando você utilize transformações ! REST[AURAR] . Quando você seleciona esta opção. Colunas ou linhas mascaradas não são eliminadas permanentemente. depois transformar as variáveis não-mascaradas. editar os nomes das variáveis e utilizar a planilha para fazer correções. especificando como perímetro/diâmetro ou em centímetros/metros. Você pode então preencher os valores desejados para o máximo e mínimo para altura e diâmetro/perímetro./Perim. aceitavel. Note que todas as colunas ou linhas que estavam mascaradas serão restauradas. e esta opção é selecionada. ou use a tecla F3 para uma lista das colunas. Este opção é muito útil quando você precisa produzir diversas versões de uma matriz com diferentes combinações de variáveis ou amostras. 21 . Seguem descrições das funções de cada opção :MASCARAR . de acordo com os valores selecionados nos respetivos “interruptores”.0000 perim.permite “mascarar” temporariamente uma ou mais colunas (normalmente espécies ou variáveis) ou linhas da matriz. 1000000 Altura 1000.Transform traNspor Planilha nOmes Adicionar Imprime Continue Mascarar uma ou mais especies ou amostras ------------------------------------------------------------- Pode escolher qualquer opção. portanto.0000 Bate valor para maximo Diam.por exemplo : mascarar algumas variáveis. É possível. sem a necessidade de recarregar a matriz completa cada vez. e podem ser recuperadas utilizando a opção “Rest”. cm 0.Elim. manipulando matrizes Os programas que utilizam matrizes de dados oferecem uma opção para modificação ou manipulação de matrizes.Permite restaurar colunas ou linhas previamente mascaradas. aparece o menu de manipulação de dados :Mascarar Rest. Este sempre aparece como a opção “Modificar” nos menus destes programas. mas não são gravadas ou transformadas enquanto mascaradas. pois as colunas e linhas mascaradas não são eliminadas permanentemente.00 minimo 0. aplicar uma série de operações na mesma matriz .Este comando abre a tela de especificação de diâmetro e altura :Bate valores para maximo e minimo maximo Diam. CONTINUE ../Perim.

utilizando diversas transformações.lado ao lado B . que estão num arquivo já existente.Permite transformar qualquer combinação de colunas ou linhas da matriz.cauda No primeiro caso. Para fundir as duas matrizes. Esta opção é muito útil para confirmar que uma “importação” de uma matriz funcionou corretamente.Este comando pode ser utilizado para transpor a matriz (tornar as colunas linhas e as linhas colunas). criar uma matriz de coeficientes de semelhança entre as variáveis. É necessário quando pretende. a um outro arquivo de dados de vegetação já produzido pelo programa CRIAMAT. supõe-se que as colunas são iguais e que a segunda matriz representa um acréscimo no número de linhas na matriz final (amostras adicionais). ou de diferentes lotes. A planilha permite uma série de outras operações que são descritas mais detalhadamente na seção “Usando a planilha” . o programa pergunta o nome do arquivo contendo a segunda matriz. Terminando as modificações. TRANSPOR . mas os itens eliminados não podem ser restaurados. corrige. você pode alterar ou editar os nomes das colunas ou linhas. Funciona da mesma maneira que o comando de mascarar. Utilize as teclas de seta. e pode altera-lo utilizando as teclas normais de edição. fornecendo um mecanismo para criar matrizes que combinam dados de diferentes tipos. carregue primeiro a matriz de dados de vegetação e depois utilize esta opção para acrescentar os dados de solo. ou manipula os dados. para colocar o cursor no nome que você quer alterar e aperte a tecla “ENTER” . você pode querer acrescentar dados sobre composição de solo. você virá abrir uma janela com os nomes das colunas ou linhas da matriz. cada vez que importa dados de um arquivo que não esteja no formato FITOPAC. i.. aperte a tecla “ESC” para voltar ao menu de manipulação de dados. PgUp. matriz 1 1111 1111 matriz 2 2222 2222 matriz final 1111 1111 2222 2222 22 . ADICIONAR . permitindo que você inspeciona. matriz 1 1111 1111 matriz 2 2222 2222 matriz final 11112222 11112222 Na segunda alternativa.e. Quando termina a edição. Quando seleciona esta opção.Esta opção permite a fusão de duas matrizes. Veja a seção “Transformando dados” na parte geral do manual para uma descrição mais completa do uso de transformações. etc.o nome então é colocada numa janela de edição. Por ex. Este arquivo tem que ser um arquivo em formato FITOPAC.. aparece um menu perguntando que tipo de fusão você quer : A . Quando você seleciona esta opção.Com esta opção. NOMES . TRANSFORMAR . PLANILHA .Chama a planilha. e normalmente você sempre deve utiliza-la.FITOPAC 1 ELIM[INAR] . i. as duas matrizes contém colunas (variáveis) diferentes e a matriz final terá um número de colunas igual à soma das colunas das duas matrizes originais.Elimina permanentemente linhas ou colunas. produzindo um arquivo final que contém uma matriz com ambos os conjuntos de dados. Depois. PgDn. por ex. aperte “ENTER” e o programa volta à lista de nomes de colunas ou linhas.cabeça . um por linha.e.

Quando seleciona esta opção. pode imprimir na impressora utilizando os comandos normais do DOS como “PRINT” ou “COPY”. se quiser mandar diretamente para a impressora. os nomes utilizados na matriz final são os nomes do primeiro arquivo. Os nomes das colunas estão na primeira linha da tela e os nomes das linhas na primeira coluna. manipulá-los e importá-los de novo. De novo. verá na tela uma representação da matriz semelhante àquela na fig. ou altera o nome. o número de colunas nas duas matrizes deve ser igual.cauda”. uma alternativa é de utilizar a planilha e as facilidades que esta tem para acrescentar linhas ou colunas individuais. você pode ampliar uma matriz de uma maneira bastante flexível. utilizando o menu de comandos. CONTINUE .Imprime a matriz ou diretamente na impressora ou dentro de um arquivo que pode ser impresso mais tarde. só precisa usar a tecla “ENTER”. pode utilizar os recursos de exportação do programa “MATRIZ” para transferir seus dados a uma planilha comercial. O nome preestabelecido pelo programa é o nome do arquivo de entrada com a extensão “LST”. Se quiser.não é comparável com “Lotus 123” ou “Quattro” . o programa avisa e preenche as linhas vazias da matriz menor com “dados faltando”. o número de linhas nas duas matrizes deve ser igual. Se você quer mandar a impressão para um arquivo. Se você precisa de manipulações mais sofisticados. mas você deve ser muito cauteloso no uso da matriz resultante.mas permite uma série de operações simples além de entrada e inspeção da matriz. A planilha permite :• • • • • • • • Inspecionar a matriz Entrar e corrigir dados Mascarar/eliminar linhas/colunas Transformar linhas/colunas Ordenar a matriz usando uma coluna como chave de ordenação Ordenar a matriz utilizando nomes das linhas como chave Adicionar linhas/colunas Inserir linhas/colunas A planilha não possui facilidades para o uso de formulas. As colunas vazias da matriz menor serão preenchidas com “valor faltando”. IMPRIME . As mesmas observações valem para este caso. Se não estiver. ??. Usando a planilha A planilha fornecida no FITOPAC é bastante rudimentar . mas o número de colunas visíveis na tela será reduzido. Mais tarde. Os nomes das colunas podem ser truncados se estão compridos e as colunas estreitas. e a matriz vai ser “impressa” no arquivo. o programa avisa se há qualquer diferença em número de colunas ou diferenças nos nomes das colunas. o programa perguntará o nome do arquivo para a impressão da matriz. pode mostrar o nome completo ampliando a largura da coluna. bate outro. No caso de fusão “cabeça . 23 . Que tipo de análise você pretende fazer com estes dados ? As matrizes realmente podem ter números diferentes de linhas ? Não ocorreu algum tipo de erro ? O programa também avisa se os nomes das linhas não são iguais.deixar o módulo de modificação de matriz e voltar ao programa principal. Quando chama a planilha. É importante notar que no caso de fusão “lado ao lado”. Se não quiser usar este nome. bate “PRN” em vez do nome do arquivo. e o nome sugerido é satisfatório. Caso haja qualquer diferença em nomes de colunas ou linhas.Utilizando FITOPAC Assim. Caso você queira acrescentar poucos dados e prefere entrá-los diretamente.

PgUp e PgDn mudam uma tela para cima e para baixo respetivamente. eliminando o valor atualmente presente. etc.600 2. o programa perguntará quantas casas decimais você quer utilizar.100 0.100 0.350 0.100 4. As teclas usadas são os seguintes :↑ ↓ ← → as teclas de seta mudam a posição do cursor. ou quer ver os nomes das colunas.No.800 3. Quando aperta esta tecla.600 4. representado por caracteres com cores invertidos na tela.300 4.800 2.800 1.250 0. -0 1.100 0. Os comandos utilizados pela planilha são semelhantes aqueles das planilhas comerciais.600 0.800 3.200 4.800 3.400 2.240 Ca -0 0.230 0. No.1. Enter abre uma janela de edição que permite editar o valor presente na célula ativa. sem apagá-lo completamente.FITOPAC 1 pHCaCl4.Largura das colunas D .000 P -0 2. Ao selecionar esta opção.200 4.200 M. se você utilize uma largura de coluna muito grande.800 5.800 1. Note que esta opção não afeta a acuracia de armazenamento dos dados que continua inalterada.400 2.400 3. Largura das colunas altera a largura das colunas na tela.100 5. de decimais permite controlar o número de casas decimais mostradas na tela.290 0. / chama o menu de outros comandos disponíveis na planilha.400 4.100 4.100 0.400 4. você precisa posicionar o cursor em cima da célula desejada e só depois começar a editar o valor. como em Lotus 123.290 0.230 0.500 1.400 1.100 0. Porém.500 Mg -0 0.700 1.400 0.800 0.100 0. Note que a posição do cursor também é indicada por uma mudança na cor dos nomes da linha e coluna correspondentes.Ordenar matriz F .500 0.200 4.200 4.400 4. com uma destas células contendo o cursor.300 0. Ctrl PgUp e Ctrl PgDn mudam o cursor até a primeira ou última linha da matriz respetivamente.300 4.800 2. Para alterar algum dado.Colunas B . vão caber poucas colunas na tela. Home muda o cursor até o início da linha na tela End muda o cursor até o fim da linha na tela Ctrl Home muda o cursor para o início da linha da matriz Ctrl End muda o cursor para o fim da linha da matriz + − 0.800 2.9 começa entrar um número na célula ativa.800 3. portanto.Linhas C .100 2.O.600 0. Esc saia da planilha e volta ao menu de manipulação de dados. Qualquer ação de edição ou alteração de conteúdo da matriz ocorre na célula ativa indicada pelo cursor.700 0. 24 .600 1a 1b 1d 2c 2b 4d 5b 5c 5d 5e 6c 7c Fig.900 1.700 0.270 0. caso sejam muito compridos.700 0. se você precisa ver dados numéricos com mais precisão.400 0.200 0.100 1. na direção indicada. que marca a célula atualmente ativa..6 exemplo da tela da planilha O resto da tela contém células com os valores numéricos da matriz.100 K -0 0.290 0. Ctrl → e Ctrl ← mudam uma tela para direta e esquerda respetivamente. ? entra “valor faltando” na célula ativa. Os outros recursos da planilha são acionados pelo uso da tecla “/”.200 0. aparece um menu oferecendo várias opções:A .200 4.100 0.240 0.000 4. de decimais E .010 0. mas existem algumas diferenças no efeito de algumas teclas.600 3.Ordenar matriz por nome de amostra Colunas e Linhas ativam outros menus que permitem operações com a coluna ou linha atualmente ativa (veja abaixo).600 0.

Esta opção pode ser útil quando você tem duas matrizes com as amostras em ordens diferentes e quer juntá-las para criar uma única matriz. INSERIR . Ordenar matriz por nome de amostra permite ordenar a matriz utilizando os nomes das amostras como chave para ordenação. utilizando o conjunto padrão de transformações (veja a seção “transformações"). Ao selecionar esta opção.Mascarar D .permite mascarar a linha/coluna ativa. Neste caso. Não pode ser recuperada posteriormente . Esta linha/coluna não será gravada/impressa..aplica uma transformação à linha/coluna selecionada.Eliminar E .Aterar nome ADICIONAR . pode inserir linhas/colunas no meio da planilha. Quando você seleciona as opções de operações com linhas e colunas. etc. mas ainda está presente na matriz e pode ser desmascarada utilizando as facilidades do menu de manipulação da matriz. o programa vai perguntar qual coluna deve ser usada como a chave secundária. A chave primária é a coluna atualmente ativa (onde o cursor está localizado) e é a coluna usada para fazer a ordenação básica enquanto a chave secundária serve para ordenar quando tem valores iguais na chave primária. Estas são :A . ELIMINAR .insere uma linha/coluna imediatamente antes (à esquerda ou acima) da célula ativa indicada pelo cursor.Inserir C .use com cautela ! TRANSFORMAR .e após a última linha/coluna na planilha. Portanto.adiciona mais uma linha/coluna no final da planilha i. Transformações Ao selecionar a opção “transformações” dentro do menu de manipulação de matrizes. em ordem ascendente ou descendente. abrindo uma janela de edição. verá um menu suplementar mostrando as operações que podem ser feitas com linhas e colunas individuais. ALTERAR NOME .permite modificar o nome da linha/coluna.Adicionar B . Permite o acerescimo de uma linha/coluna à matriz quando você precisa adicionar mais dados.Transformar F . o programa vai abrir um novo menu de transformações :- 25 .elimina a linha/coluna da matriz.Utilizando FITOPAC Ordenar matriz permite ordenar as linhas da matriz de acordo com os valores contidos na coluna ativa. MASCARAR . ordenando ambas pelos nomes das amostras assegura que as amostras estão nas linhas correspondentes das duas matrizes antes de tentar juntá-las.

logaritmo comun + constante [log(x + c)] I .logaritmo comun [log(x)] H .subtrair um constante [x .repor valor faltando com media U .centrar [x .. Para transformações como logaritmo.arcoseno [arcsen¹(x/Σx)] J .xmed.logaritmo natural [ln(x)] F .logaritmo natural + constante[ln(x + c)] G . TIPO . etc. SELECIONE . 40-60 cm and 80-100 cm. Abre um menu oferecendo diversos tipos de transformação :Transformaçoes simples A .p.xmin] S .por coluna ou por linha.quadrado [x²] C .proporçao [x/Σx] O . each with 3 levels : 0-20 cm. no final deste capítulo.dividir pelo desvio padrao [x/d.raiz quadrado [√x] D .converter em presencia/ausencia As definições das transformações podem ser encontradas na seção “Notas técnicas”. F4 Impressora.dividir pelo valor maximo [x/xmax] R .subtrair o valor minimo [x .selecionar as colunas ou linhas a serem transformadas .xmin/(xmax-xmin)] P .escolhe o tipo de transformação a ser aplicada. de itens selecion. F3 Selecionar.“ranging” [x .p. 39 soil variables for 40 samples. mais para outros como estandardização é de vital importância.x] Q .FITOPAC 1 Direçao Selecione tIpo Transforme Continue transformar por coluna ou por linha ------------------------------------------------------------no.indique a direção de transformação . F10 Sair DIREÇAO .: 0 Sanata Genebra survey soil data set. 26 .centragem duplo T .multiplicar por um constante [x * c] L . de variaveis : 39 [0] Tipo de transformaçao : nenhuma Direçao : Coluna No.raiz quadrado + constante [√(x + c)] E .depende da resposta ao item anterior.] N .xmed)/d. a direção de transformação é indiferente.reciproco [1/x] B .x] M .estandardizar [(x . -----------------------------------------------------------------F1 Ajuda. de parcelas : 40 [0] no.c] K . F5 Gravar config.

Ao escolher esta opção. na forma de tamanho de símbolo. onde diferentes grupos podem ser destacados ou uma terceira variável pode ser sobreposta. verifique no manual se a sua impressora pode utilizar o código Esc 'L' n1 n2 (onde n1 e n2 indiquem quantos bytes de caracteres gráficos vão seguir). e que utiliza os códigos de comando de “Epson” (por ex. Não é possível discutir a aplicação e propriedades de cada tipo de transformação aqui . ou não usa códigos “Epson”. você pode alterar o tamanho.voltar ao menu anterior (modificação de matriz) Quando a tela de transformações é acionada.transformar as linhas/colunas selecionadas com a transformação escolhida. e os comandos “Símbolos” e “cOres” depois de escolher uma variável. Se você bate Ctrl-P (segure a tecla “Ctrl. FITOPAC não tem facilidades para combinação de variáveis ou cálculo de fórmulas (Se você precisa. consulte Grieg-Smith (1983) ou Legendre & Legendre (1983). onde o símbolo usado. diagramas de dispersão. e que deve funcionar em praticamente qualquer impressora. ORD). a única transformação disponível é de transformar a matriz para uma matriz de dados quantitativos. Note. e que são iguais para todos os pontos e 2) símbolos variáveis. Se não pode utilizar este código. também. Note que a matriz resultante precisa obedecer os limites para número de colunas para uma matriz quantitativo. impressoras “Rima"). que podem ser especificados junto com sua cor e tamanho. e oferecer uma série de opções. no caso de querer várias cópias). com cada ponto é diferente dos outros. a imagem na tela é mandada para a impressora. pode usar uma planilha e depois importar os dados). existem alguns programas utilitários que interceptam listagens para a impressora e armazenam os dados num arquivo. Quando um gráfico é apresentado na tela.1) símbolos fixos. e com papel. se você tem uma impressora que tem um modo gráfico equivalente ao modo gráfico densidade dupla das impressoras “Epson”. 27 . será armazenada na forma de números reais. cor e tipo de símbolo usado. Repare que precisa acionar este comando para realizar as transformações ! CONTINUE . Em programas que mostram gráficos de dispersão (PARAMS. No caso de arquivos de dados binários. Se sua impressora não produz gráficos. Note que a impressora tem que estar ligada. os programas esperem até que você bate uma tecla para continuar.por ex. Isso permite a aplicação de diversas transformações na mesma matriz de dados.se você tem dúvidas. Se quiser mandar a imagem para um arquivo (por ex. É possível aplicar uma série de transformações em seqüência no mesmo grupo de variáveis. pois. Pelo uso dos comandos nesta opção. Esta transformação não é usada com muito freqüência e normalmente seria utilizado quando você quer combinar matrizes contendo dados quantitativos e binários. antes de mandar imprimir o gráfico. existe esta opção que permite alterar os símbolos utilizados no gráfico em diversas maneiras. Os símbolos podem ser alterados de duas maneiras . o programa se mantém neste modo até que você selecione o comando continue. mais ou menos na forma vista na tela. depois desta transformação. abre uma tela :Arquivo Variável Símbolos cOres Tamanho fiXo Continue O comando “Variável” fica disponível somente depois de escolher um arquivo. etc. ou aplicar diferentes transformações em diferentes grupos de variáveis ou em variáveis individuais. sua cor e tamanho podem ser controlados de acordo com uma (ou mais) variáveis fornecidos à partir de um arquivo do tipo “FPM”. Modificando símbolos em gráficos de dispersão. não posso verificar quais impressoras funcionam. não será possível usar este método de imprimir gráficos. Estes podem ser impressos. na maioria dos casos existe uma opção para produzir um gráfico alternativo utilizando somente os caracteres normais da impressora. permitindo um alto grau de flexibilidade na aplicação das transformações. Esta última opção permite a produção de gráficos mais sofisticados. que a imagem é mandada diretamente para a impressora e não para um arquivo. e bate um “P"). No caso de ter problemas com esta facilidade. Impressão de Gráficos Diversos programas no pacote produzem gráficos na tela .Utilizando FITOPAC TRANSFORME . Como não tenho acesso a muitos tipos de impressora.

Para evitar esta situação..+.24.. 2. Em geral. 3.. Quando chega em grupo 8. escolhidos utilizando o comando anterior.por ex.por exemplo uma variável que representa o grupo ao qual o ponto pertence após uma análise de agrupamento (um arquivo deste tipo pode ser produzido no programa “CLUSTER”).utilize símbolos diferentes para os pontos de acordo com o valor na variável escolhida no comando anterior. utilizá-la para modificar por ex...21. 4..14.. 3. É disponível somente com adaptadores de vídeo do tipo EGA ou VGA. CORES . De novo.. 4.9. vir de diferentes arquivos. 8 vai repetir o mesmo símbolo usado para grupo 1. 7...11.FITOPAC 1 ARQUIVO .12. 7.. é possível diferenciar até 56 grupos diferentes antes de começar a repetir as combinações de símbolo e cor.15. Você pode escolher uma variável.. de tal maneira que grupo no.∆. Se você aplica uma variável continua.... que as 28 .veja abaixo). inclusive. grupo 1 será representado pelo símbolo “¡“.o. portem..11...18... Repare. VARIAVEL .. o ciclo começa a repetir.18. de uma maneira semelhante aos símbolos. 6.escolhe um arquivo “FPM” que contem dados que você deseja representar no diagrama de dispersão atualmente ativo. A alocação das cores segue a seguinte padrão :- cor azul claro verde claro ciano claro vermelho claro magenta clara amarelo branco marrom grupos 1. 6.22.14...¡... No caso de ter grupos numerosos.20.. 2. deve ter uma linha para cada ponto.. grupo 2 por “o“. mas com outra cor.. 5... e.13. SIMBOLOS .21.8.e. O arquivo pode conter 1 ou mais variáveis que contem informações suplementares ou complementares aos dados usados para produzir o gráfico. o programa dará uma mensagem de erro e não vai aceitar o uso do arquivo escolhido. a repetição dos símbolos ou cores pode resultar em confusão pois o mesmo símbolo ou cor seriam utilizados em mais que um grupo. Variáveis contínuas são tratadas da mesma maneira. cores diferentes ou qualquer combinação dos três..esta opção tem um efeito semelhante ao anterior. as cores são aplicadas de uma maneira cíclica.20.∇.13. não recomendo o uso de variáveis continuas aqui (tamanho de símbolo é mais apropriado . Caso contrário.u..99 vira 10.10.19. você pode aplicar símbolos e cores ao mesmo tempo.. o programa vai truncar o valor e tratar a parte inteira do número como um número inteiro . As diferentes variáveis podem.e.. Assim.. mas neste caso com 8 cores disponíveis. Este tipo de gráfico é particularmente útil em ordenação quando se deseja comparar os resultados de uma ordenação com os resultados de uma análise de agrupamento. 8.16.19. normalmente deve utilizar uma variável que contem somente números inteiros.9. mas de vez em quando pode ser útil. etc.i..12.. os símbolos e depois voltar e escolher uma outra variável para controlar a cor ou tamanho dos símbolos. 5. Repare que o número de linhas neste arquivo deve ser idêntico ao número de pontos no gráfico . Normalmente..32 vira 4 e 10..10.escolhe uma variável do arquivo que será representada no gráfico na forma de símbolos diferentes.17. esta opção deve ser utilizado com variáveis que representam valores inteiros .16. dando a seguinte seqüência :- símbolo ¡ o ∆ ∇ u + × grupos 1..15...17... mas neste caso muda a cor do símbolo.23..× -i. Os símbolos usados são aplicados na ordem . 4.

onde a letra indica o levantamento individual e o número a parcela ou ponto dentro do levantamento. seria possível produzir um gráfico de dispersão onde os dois eixos representam os primeiros dois componentes. ligação completa) e o tamanho dos símbolos representa os escores dos indivíduos no terceiro eixo. Em geral. FIXO . 2) Pode criar arquivos de dados separados para cada levantamento e depois combiná-los. pelo menos no cálculo de parâmetros fitossociológicos. ou para restaurar o padrão normal depois de aplicar uma das opções anteriores. devido às limitações de memória em computadores tipo IBM-PC. colocar um disquete vazio no seu lugar. calcular parâmetros para cada bloco. Se tiver mais. sugere-se que seja dada uma numeração do tipo A1. desde que você não exagera ! Levantamentos grandes. dentro de uma ordenação utilizando PCA.. FITOPAC pode ser utilizado para levantamentos de vários tamanhos. é melhor não especificar os arquivos na linha de comando . 1. e depois juntar os dados dos blocos a mão. Como um arquivo de nomes pode conter até 1000 espécies. mais é provável que este limite ficará para outros tipos de análise. No caso de levantamentos mais extensas ou mais complexas. caso precisa fazer um resumo da área inteira. é mais facil criar um único arquivo de nomes para todos os levantamentos da área. um único arquivo de nomes pode servir para uma ampla série de levantamentos. Esta opção é melhor para variáveis contínuas.Utilizando FITOPAC cores serão perdidas quando a tela é impressa utilizando Ctrl-P. A2. Na prática. e aceitam tranqüilamente duas ou mais parcelas ou pontos no. Você pode utilizar estes comandos para produzir gráficos relativamente complexos. desde que eles utilizam o mesmo arquivo de nomes e a mesma numeração das espécies. Quando se aplica este comando. com diversas amostras com composições semelhantes. cores e tamanhos simultaneamente. embora também pode ser usada com variáveis inteiras. após ter carregado o programa. cor e tamanho e aplica uma combinação fixa para todos os pontos. 29 ..8000 indivíduos). 1000 espécies para PARAMS e 250 espécies para programas que usam uma matriz de parceles x espécies). e difíceis de interpretar. será necessário quebrar os dados em blocos de 400 ou menos parcelas. as cores representam os grupos obtidos com uma segunda análise de agrupamento (por ex. 4) Levantamentos grandes praticamente exigem o uso de um disco rígido (o limite para um disquete flexível de 360 Kb é algo em torno de 7 . caso você não gosta deste. e mandar todos os arquivos de resultados para este disquete. Pode ser utilizada para mudar o padrão pré-fixada do programa. B1. Se você precisa usar um micro que só tem discos flexíveis com um levantamento onde o arquivo de dados não deixa espaço para resultados. Se você normalmente usa drive A: para o programa. Embora os programas não utilizam diretamente a numeração das parcelas ou pontos que você indica. permitindo combinar arquivos sem problemas. ou algo semelhante. você pode tirar o disquete do programa. embora o número de espécies aceitável para um dado levantamento é limitado (no momento. B2. e deve ser adequado para a maioria de estudos práticos.este comando utiliza a variável escolhida para determinar o tamanho do símbolo do ponto correspondente. etc. TAMANHO . mas.Este comando permite escolha de símbolo. média de grupo). 3) O limite em número de parcelas (atualmente 400) deve ser suficiente para a maioria dos casos. vindo de três arquivos diferentes. porém. Pretende-se tentar ampliar os limites para permitir o uso de levantamentos maiores. pode responder B:SAOJOSE para o arquivo de entrada e A:SAOJOSE para o arquivo de saida. os símbolos representam os grupos obtidos com uma análise de agrupamento (por ex. com três variáveis diferentes. embora o uso de disquetes que alta densidade permitem levantamentos mais extensos (mas a leitura é l-e-n-t-o !).bate somente o nome do programa e espera o programa perguntar o nome dos arquivos de entrada e saida. algumas “dicas” ajudam :1) Quando você vai ter uma série de levantamentos dentro de uma mesma área. esta versatilidade pode ser útil. gráficos com muitos grupos logo ficam muito confusos. precisam ser feitas somente uma vez. às vezes. Portanto. e não recomendo que você tenta mostrar tantas informações no mesmo gráfico. Neste caso. Desta maneira. e o sistema de numeração das espécies e famílias é uniforme. não recomendo gráficos complexos deste tipo porque sua interpretação é muito difícil. Desta maneira. o programa divide a variável em 10 faixas iguais e utiliza um tamanho de símbolo diferente para cada faixa. etc. qualquer mudanças em identificações. Por ex. pode utilizar símbolos. fica difícil distinguir várias parcelas com a mesma numeração nas listagens.

Ocorreu algum problema de “hardware” i. Disquete protegido .FITOPAC 1 Mensagens de Erro Em geral. Alguns destes erros podem ser resultado de algum erro interno do programa e neste caso devem dar uma mensagem avisando que você deve entrar em contato com o autor do programa.O programa não obteve autorização do DOS para escrever neste arquivo.Ocorreu algum problema de “hardware” i. junto com uma descrição da análise sendo feita e. ou que ocorreu algum outro problema quando o programa tentou gravar um arquivo. Na maioria dos casos..i. Favor avisar autor ! Nome do arquivo nao foi “assigned” . Verifique a rota. Drive nao esta pronto . mas para opções comuns a diversos programas são descritas aqui. 30 .Indica um erro no programa que não deve ocorrer em circunstâncias normais. Verifique que o nome e diretório estão corretos. o programa vai parar pois não é possível guarantir a continuação da análise sem corrupção da memória RAM. os erros são interceptados pelo programa e não são “fatais” .Indica um erro que ocorreu quando o programa tentou ler um arquivo no disco.protegido ou diretório cheio ? .O programa não conseguiu localizar o arquivo indicado. Em muitos casos. indicando o erro com uma mensagem dentro de uma janela de erro.Problema de formatação do disco. Coloque um disquete ou feche a porta e mande gravar de novo.O programa não conseguiu localizar alguns dados dentro do arquivo sendo lido. Este erro ocorre quando não tem memória RAM suficiente para a análise desejada. Normalmente não deve ocorrer se você tem 640 Kbytes de RAM .A rota ("path") não existe ou por algun motivo não é valida. Consulte manual de DOS. Nas descrições seguintes. utilize a tecla F3 para mostrar o conteudo do diretório.Não tem papel na impressora. Quando ocorre este tipo de erro. quando apropriado. Possíveis causas são sujeira no cabeçote do drive ou algum problema mecânica ou eletrônica no drive ou placa controladora. Veja manual de DOS.Indica um erro no programa que não deve ocorrer em circunstâncias normais.O programa tentou escrever para um disquete com selo de proteção ("write protected"). Impressora sem papel . Neste manual. as mensagens de erro são descritas dentro de cada capítulo descrevendo o programa sendo usado. especificando como o erro deve ser corrigido. Erros gerais Memória insuficiente . mas alguns erros são mais sérios e podem parar a execução. Erro de procura no disco .e com a parte física do computador. Este erro é causado por problemas físicas de leitura .e não param o programa. Rota invalida . Retire o selo de proteção e mande gravar de novo. Favor avisar autor ! Erro de leitura (Erro de CRC) no disco . Favor avisar autor ! Acesso ao arquivo negado .Geralmente indica que o disco está cheio. Pode ocorrer se usar o nome de um arquivo protegido ("read only") ou quando o diretório está cheio (provável somente em disquetes de 360 KB).Não tem disquete ou a porta do drive está aberta. ou disco danificado. Numero de arquivos abertos excessivo . Setor não encontrado .não é um erro do programa em si. o símbolo N indica um erro fatal. Erro de gravação no disco .. (na leitura do disco) Falha de “hardware” . uma cópia dos dados sendo analisados ajudarão a encontrar o problema. Erro de leitura de “hardware” . Desta maneira.e com a parte física do computador. Este contato é importante porque me avisa que existem problemas dentro do programa e que preciso tomar medidas para corrigí-las. se possível. mas o uso de MS-DOS v. os programas tentam detectar diversos tipos de erros nos dados e nas respostas fornecidas pelo usuário. N Erros com arquivos Arquivo não foi encontrado . 4 pode criar problemas pois utiliza mais memória do que as versões anteriores ou posteriores. Se necessário. você pode contribuir para melhorar os programas ou pelo menos avisar outros que o problema existe. Codigo de acesso invalido . Também causado por problemas no drive ou com a gravação do arquivo sendo lido. Terminando execução. o programa também oferece uma série de opções.Indica um erro no programa que não deve ocorrer em circunstâncias normais. Uma copia da tela com a mensagem.

Os tipos de erros detectados são resumidos na tabela abaixo : transformação reciproco quadrado raiz quadrado raiz quadrado + constante logaritmo natural logaritmo natural + constante logaritmo comum logaritmo comum + constante arcoseno subtrair um constante multiplicar por um constante estandardizar centrar proporção "ranging" dividir pelo desvio padrão dividir pelo valor máximo subtrair o valor mínimo centragem duplo repor valor faltando com media converter em presencia/ausência L . Em geral. Por exemplo. As mensagens de erro começam com uma tela indicando as variáveis onde um possível erro foi detectado. então. você deve verificar seus dados com cuidado para ter certeza que as transformações que pretende aplicar são válidas e que podem ser aplicadas ao tipo de dados contido na sua matriz. opções para abandonar a transformação ou repor valores problemáticos com “dados faltando”. o módulo de transformações tenta detectar erros potenciais antes de aplicar a transformação e emita uma mensagem de erro se encontrar algum problema.depende do constante Em geral.Utilizando FITOPAC Outros erros comuns filtros manipulando matrizes planilha transformações Diversos tipos de erros são possíveis durante o processo de transformação. Embora o programa deve detectar a maioria dos possíveis erros com transformações. não é permitido calcular raiz quadrado ou logaritmo de números negativos.produz um erro valor 0 L valor -vo L * L * L * L xmin = xmax outros L * L * L ? L L soma = 0 dp = 0 max = 0 todos faltando * ? . Geralmente oferece. possivelmente indicando que houve algum erro. pois na realidade não são variáveis e não acrescentam informações. variáveis onde o máximo é igual ao mínimo são duvidosas.interpretação duvidosa * . e o tipo de erro detectado pelo programa :- 31 . ou podem ser eliminadas.

por ex. Útil quando você errou na transformação que queria usar .a soma dos dados nesta variável é zero (com proporção). TRANSFORMAR VARIAVEIS SEM ERROS . VOLTAR AO PROGRAMA PRINCIPAL .0 . aparece um menu oferecendo opções disponíveis para contornar os erros ou abandonar as transformações :Açao desejada?. então todas as observações para aquela variável teriam que ser descartadas. ESCOLHER UMA NOVA TRANSFORMAÇÃO . . soma = 0. Isso pode acontecer em casos onde você está mascarando diversos linhas de uma coluna que tem muitos dados faltando e se. máximo = 0. deixando as variáveis com erros não transformados.0 .a transformação necessita de dois ou mais valores válidos (por ex. menos que 2 dados válidos .a variável contem um zero e para a transformação atual isso não é permitido (por ex.o variável contem somente “valor faltando”. o que não é permitido para a transformação atual (por ex. Geralmente ocorre porque foram mascaradas os poucos dados válidos dentro de uma variável com muitos dados faltando.transformar somente aquelas variáveis onde não foram encontrados erros. abandonando as transformações por enquanto (por ex. valor de zero ou negativo encontrado . max.substituir erros com “valor faltando” B . você deve usar log + constante e não log simples. = min. logaritmo). com recíproco).não há variação . valor negativo encontrado ..voltar ao programa principal Estas opções tem os seguintes efeitos :SUBSTITUIR ERROS COM “VALOR FALTANDO” .volta à tela anterior (geralmente a de modificação de matriz).com divisão pela máxima indica que o valor máxima encontrado nesta variável é igual a zero e não pode ser usada para divisão.com estandardização ou divisão pelo desvio padrão. desvio padrão = 0. raiz quadrado). -0 : valor de zero ou negativo encontrado Mg -0 : valor de zero ou negativo encontrado Após a listagem das variáveis problemáticas.. Pode ser resultado de algum erro ou um efeito de mascarar as únicas observações que tinham valores diferentes.escolher uma nova transformaçao C . por acaso.por exemplo com uma matriz contendo zeros.o valor máximo é igual ao mínimo nesta variável. valor de zero encontrado .coloca valor faltando em cada célula da matriz onde a condição de erro for encontrado (dentro das colunas/linhas selecionadas). se você quer examinar ou corrigir a matriz com a planilha). Esta opção não está disponível em algumas circunstâncias .a variável contem um valor negativo. 32 . indica que não há variação nos valores desta variável.FITOPAC 1 logaritmo natural : Possiveis erros na transformaçao ? pHCaCl-0 : valor de zero ou negativo encontrado M.O.para transformações onde nenhum destes valores é permitido (por ex. Os principais tipos de erro detectados são os seguintes :nenhum dado válido .volta à tela de transformações para poder optar para uma nova transformação. dividir por desvio padrão).transformar somente variaveis sem erros D . A . Os programas normalmente não oferecem esta opção nestes casos.0 . se o desvio padrão para uma variável for 0. as linhas mascaradas são justamente aquelas com dados válidos. Pode ser resultado de algum erro ou um efeito de mascarar as únicas observações que tinham valores diferentes.

Notas Técnicas transformações As transformações utilizadas no módulo de manipulação de matrizes podem ser representadas da seguinte maneira (onde Xij é o valor na matriz original para linha i e coluna j. ∑ X é a soma dos valores na coluna j. Xmax o valor máximo da coluna j. X j é a média da coluna j.C multiplicar por um constante Yij = Xij * C Xij estandardizar Yij = raiz quadrado + constante Yij = Xij + C centrar X −X s ij j j logaritmo natural Yij = ln(xij) logaritmo natural + constante Yij = ln(Xij + C) logaritmo comum Yij = log(Xij) Yij = proporção Yij = X −X ij j X ∑X ij "ranging" logaritmo comum + constante Yij = log(Xij + C) Yij = X −X X −X ij max min min 33 . Portanto. . é importante usar as facilidades para mascarar linhas ou colunas com bastante cuidado quando você pretende transformar uma matriz. Conversão não é possível. Esta cautela deve ser aumentada mais ainda quando tem muitos dados faltando na matriz.A matriz binária tem um número de colunas maior que o limite permitida para matrizes de dados contínuos (que são armazenadas como números reais). e onde os componentes restantes tem valores muito diferentes daqueles que foram mascarados. sj o desvio padrão da coluna j. Xmin o valor mínimo da coluna j e C é um constante especificado pelo usuário) :recíproco Yij = arcoseno 1 Xij Yij = arcsen ( X ) ∑X ij quadrado 2 Yij = Xij raiz quadrado Yij = subtrair um constante Yij = Xij . A única saída é de eliminar as colunas que excedem o limite ou criar mais que uma matriz. No caso de transformação de uma matriz binária em matriz de números reais.Utilizando FITOPAC Em geral. a única mensagem de erro é :Número excessivo de [colunas] . a causa mais comum de problemas é a aplicação de transformações em variáveis onde diversos componentes foram mascaradas. Yij o valor produzido pela transformação.

mas em alguns casos você pode querer usar outro valor. estandardizar.Xmin centragem duplo Yij = Xij − X j − Xi + X . este constante pode ser deixado como 0. X s ij j dividir pelo valor máximo Yij = X X ij max subtrair o valor minimo Yij = Xij . Para as transformações restantes. 34 . permitindo que casos com valores faltando podem ser utilizados em análises que normalmente não permitem. onde X é a média geral para todos os valores da matriz No caso de transformações por linha. de acordo com as necessidades da análise que pretende usar. o programa pede o valor máximo que deve ser usado para “ausência”. converter em presencia/ausência Esta transformação permite transformar uma matriz de valores reais (variáveis contínuas) em matriz binário.FITOPAC 1 dividir pelo desvio padrão Yij = repor valor faltando com media Nesta transformação. Ao escolher esta opção. as mesmas definições podem ser usadas. centrar. para as transformações arcseno. dividir pelo máximo e repor valor faltando com média. substituindo linha por coluna em cada. proporção. dividir por desvio padrão. e qualquer célula da matriz que contém um valor igual ou menor será tratada como “ausente” (0). todos os casos de “valor faltando” são substituídos pelo valor da média da coluna. Normalmente. a direção não altera o resultado. “ranging”.

& Legendre. Elsevier. Quantitative Plant Ecology. P. Amsterdam. Blackwell. P. L. 35 . Oxford.Utilizando FITOPAC Bibliografia Grieg-Smith. 1983. Legendre. Numerical Ecology. 1983.

“PREPARE” utiliza como entrada dois arquivos ASCII contendo 1) os nomes das famílias e espécies encontrados no levantamento.FPD” do FITOPAC que serve como entrada para programas como “PARAMS” e “CRIAMAT” ou um arquivo ASCII contendo informações que podem ser lidos por outros programas como “SYSTAT”. é necessário bater somente PREPARE <NOME> e o programa vai buscar e criar os arquivos necessários automaticamente .FPD será criado automaticamente. descrevendo os indivíduos encontrados durante o levantamento. mas é essencial que exista espaço suficiente no disco para gravar estes arquivos além do arquivo “FPD” final. Normalmente. e especificando a extensão se não utilizou as extensões normais. para entender os tipos de erro que o programa pode encontrar. “dBASE” ou “123”. A estrutura e preparação destes arquivos é descrito no capítulo “Preparando dados para FITOPAC”. e o arquivo SAOJOSE. se você criou SAOJOSE. Estes arquivos (que tem a extensão “TMP") normalmente são removidos pelo próprio programa no fim de processamento e não são “visíveis” para o usuário.PREPARE <NOMES> <DADOS> <SAIDA>. é especialmente importante que você lê com atenção a seção sobre “detecção de erros e mensagens de erro”. Existe também a opção de produzir um arquivo “ASCII” que pode ser lido por outros programas ou pacotes como “SYSTAT” ou “Lotus 123”. pode especificá-los na seguinte seqüência :. você normalmente precisa especificar três arquivos. consulte Grieg-Smith(19??). e as maneiras de corrigir os erros detectados. o programa também verifica certos aspectos dos dados. geralmente com a extensão “NMS” e 2) os dados numéricos. e é provável que você encontra diversos tipos de mensagens de erro durante o uso deste programa.NMS” no diretório .. se você quer usar um arquivo de nomes “MATAS. Como exemplo. pode bater PREPARE SAOJOSE. Brower & Zar(19??) e Krebs(19??). Se você utiliza o conjunto padrão para os nomes dos arquivos. Arquivos necessários Para utilizar este programa.NMS e SAOJOSE. No momento. este programa é essencial para preparar os dados de um levantamento para serem analisados com FITOPAC. O arquivo de saída produzido pelo programa pode ser um arquivo “. 2 de entrada e um de saída. Permite ler um arquivo de dados crus que essencialmente seguem o formato usado para coletar os dados no campo e transforma este arquivo no formato mais ordenado e padronizado utilizado para os outros programas do pacote. não há necessidade de seguir um formato especial para entrada dos dados.PROGRAMA PREPARE Função O programa “PREPARE” tem a função de ler os dados para levantamentos utilizando arquivos preparados pelo usuário e converter estes dados no formato padrão usado pelos outros programas do FITOPAC (formato FPD). Caso você queira utilizar nomes diferentes para cada arquivo. geralmente com a extensão “DAD”. portanto. Desta maneira. PREPARE é capaz de ler e transformar dados para os seguintes tipos de levantamento :• Levantamentos usando parcelas (quadrat survey) • Levantamentos usando quadrantes (point-centered quadrants) Para uma descrição destes métodos. Além de converter o formato dos dados. Tentei introduzir testes para detectar os erros mais comuns.DAD contendo os nomes e dados numéricos respetivamente. tentando detectar possíveis erros. colocando a rota para cada arquivo antes do nome se estiveram em diretórios diferentes. existem muitas possibilidades para erros nos arquivos de dados crus. É importante notar que PREPARE cria dois arquivos temporários enquanto está processando os dados. Antes de usar este programa. mas é evidente que não é possível detectar todos os possíveis tipos de erros. Embora a função do programa seja muito simples. facilitando um pouco a tarefa e minimizando os erros que normalmente resultam quando é necessário bater os dados num formato diferente daquele utilizado no campo. Introdução Este programa é a “porta de entrada” para a maioria dos usuários do FITOPAC.por ex.

Segue a explicação de cada opção :TIPO . mas. altura presente e coordenados X e Y ausentes). Os campos descrevendo os parâmetros usados (perímetro/diâmetro. cabeçalho.completa as informações complementares que os programas de FITOPAC necessitam. F10 Sair As opções oferecidas no menu principal são tipo.FPD” no diretório C:\XYZ\. **dados. você pode especificar esta combinação na seguinte maneira :PREPARE D:\NOMES\MATAS C:\DADOS\GENEBRA C:\XYZ\G2 Repare que a ordem dos arquivos é importante ! Se não quiser especificar os arquivos na linha de comando. As informações são fornecidas preenchendo duas telas de perguntas.NMS Arquivo de dados : GENEBRA.Quadrantes CABEÇALHO .) são essenciais se você não utilizou o padrão preestabelecido por PREPARE (perímetro em centímetros. você pode usar os comandos normais para mudar arquivos e rotas dentro do programa. F3 Selecionar.DAT” no diretório C:\DADOS\ e gravar os resultados no arquivo “G2.FPD Rotas Rota para nomes : C:\FITOPAC\ Rota para dados : C:\FITOPAC\ Rota para saida : C:\FITOPAC\ Tipo de amostragem : parcela -------------------------------------------------------------------F1 Ajuda. de indivíduo presente. centímetros/metros. sem qualquer nome de arquivo. F5 Gravar config. e neste caso precisa bater somente PREPARE.versão 1 D:\NOMES\. etc. os itens marcados com **. ***fitopac e ***ascii. Os dados geográficos na primeira tela não são estritamente necessários. aparecerá um menu mostrando os tipos disponíveis Tipo de levantamento ? P . F4 Impressora. somente após a leitura de um arquivo de dados numéricos.selecione o tipo de levantamento a ser processado. sendo impressos com as listagens produzidas por diversos programas. *nomes. Veja a seção “Preparando dados para FITOPAC” para uma discussão mais completa destes parâmetros. ***verificar.DAD Arquivo saida : GENEBRA. Ao escolher esta opção.FITOPAC . somente depois de ler um arquivo de nomes e os itens com ***.Parcelas Q . em geral. é melhor completar estas perguntas pois facilitam a identificação dos arquivos posteriormente. Os itens marcados * estão disponíveis somente depois de completar os dados do cabeçalho. no. o arquivo de dados “GENEBRA. Utilização Tela principal :- Arquivos Rotas Tipo Cabeçalho Nomes Dados Verificar Fitopac ascIi Sair Escolher tipo de levantamento -------------------------------------------------------------------arquivos Arquivo de nomes : GENEBRA. No . e que acompanham os dados durante as análises posteriores.

Responsavel : Bate os nomes dos responsávies para o levantamento.programa PREPARE caso de levantamentos por parcelas. Municipio : Município onde se localizou o levantamento. Este título será impresso nas listagens de todas as análises posteriores. Até 160 caracteres. Pode ter até 160 caractéres. Também é impresso nas listagens. Local : Local onde se localizou o levantamento. e o programa não deixa você proceder sem estas informações (são essenciais para os cálculos dos parâmetros fitossociológicos). Latitude : 0 ° 0 ' 0 “ Sul Longitude : 0 ° 0 ' 0 “ Oeste Coordenados geográficos para este levantamento Altitude : 0. As telas que aparecem com a escolha desta opção são as seguintes :Dados do Levantamento Titulo : Bate um título descritivo para este levantamento.0 Altitude em m da área estudada 3 . os campos de comprimento e largura de parcela são obrigatórios. Estado : Sigla do estado onde se localizou o levantamento.

de individuo presente : Sim "Sim” se você está incluindo um número para cada indivíduo. . No final da leitura de dados aparece a seguinte tela :- * É necessário ler o arquivo de nomes primeiro porque o programa tenta verificar se os números de espécie nos dados numêricos estão consistentes com a lista de nomes. Mediu altura : Sim "Sim” se você mediu altura dos indivíduos. você precisa usar o comando “nomes” antes de “dados"*. Esta opção carrega um arquivo de nomes e tenta interceptar certos tipos de erros comuns (veja a seção “Detecção de erros e mensagens de erro” para uma descrição dos erros que podem ser detectados).00 Indique o perímetro/diâmetro mínimo para este levantamento.versão 1 Outras Informaçoes Comprimento das parcelas : 0. Não é necessário ler o arquivo de nomes de novo para cada arquivo de dados . nas mesmas unidades utilizadas na medição. Os dados são lidos linha por linha e armazenados num arquivo temporário no disco antes de serem gravados no formato final com os comandos “fitopac” e “ascii”. Não pode misturar os dois no mesmo arquivo ! Perimetro/Diametro em Centimetros ou Metros : Centimetro Indique se mediu perímetro/diâmetro em centímetros ou metros. Usou Perimetro ou Diametro : Perimetro Indique se você mediu perímetro ou diâmetro dos indivíduos.FITOPAC .o programa armazena os nomes até que você manda ler um outro arquivo de nomes. Não pode misturar os dois no mesmo arquivo ! Diametro/Perimetro minimo : 0.e.ler e verificar o arquivo de nomes. Esta opção fica disponível somente após a leitura de um arquivo de nomes i. Veja a seção “Detecção de erros e mensagens de erro” para uma descrição dos erros que podem ser detectados. DADOS .00 Largura das parcelas : 0. Repare que você pode utilizar o mesmo arquivo de nomes com diversos arquivos de dados. No. Esta informação é essencial para levantamentos com parcelas.ler um arquivo de dados com intercepção de certos tipos de erros. Coordenados XY presentes : Nao "Sim” se você está incluindo coordenados X e Y para cada indivíduo NOMES .00 Comprimento e largura das parcelas em levantamentos que utilizaram parcelas.

00 Os valores que o programa sugere inicialmente são a média ± 3 x desvio padrão para cada parâmetro. aparece uma tela onde você pode especificar os valores para máximo e mínimo para cada parâmetro :Limites para Verificaçao dos dados minimo maximo diametro 0 altura 0. O número de espécies e famílias também deve ser observado com cuidado. um valor de diâmetro mínimo abaixo do menor diâmetro que você utilizou no seu levantamento sugere que houve um erro na entrada dos dados e que você deve verificar todos os dados.000 35. colocando os valores que achar mais apropriados. Quando você seleciona esta opção.DAD “Levantamento de Mata Atlantica" no. no caso de levantamentos por quadrantes. com um mínimo absoluto de 0. Repare que o uso de limites muito “estreitas” vai produzir uma quantidade grande de “alarmes falsos” mas é praticamente garantido que vai mostrar qualquer 5 .700 332. você pode ter um único arquivo de nomes que você utiliza com diversos arquivos de dados e neste caso. Permite estabelecer limites para diâmetro/perímetro.Com este comando você pode verificar os dados antes de grava-los no arquivo final.000 3. descrito abaixo.73 40.programa PREPARE arquivo : UBATUBA.000 medio 3. Repare que o número de espécies e famílias apresentado se refere ao número presente no arquivo de dados e não no arquivo de nomes. familias minimo distancia diametro altura 0. mas se quiser. Qualquer indivíduo que não se encaixa nestes limites é assinalada e o programa dará uma mensagem que existe um valor “suspeito” para este indivíduo.050 30. é normal que os arquivos de dados não contém indivíduos pertencentes a todas as espécies ou famílias no arquivo de nomes. Valores que ficam fora desta faixa são atípicos e devem ser conferidos com cuidado.0. especies 640 123 42 no. Este processo pode ser facilitado pelo comando “verificar”.847 16. e oferece a oportunidade de corrigir o valor “estranho” ou deixar como está. Da mesma maneira.00 202.72 8. caso seja correto.82 distancia 0. pode alterar estes limites. Por exemplo.788 Esta tela é muito importante e deve ser lida com cuidado pois oferece uma oportunidade para descobrir eventuais erros que o programa não foi capaz de detectar.000 maximo 9. pontos 160 no. uma altura máxima de 60 m para um levantamento de cerrado seria um tanto suspeito. Por exemplo. distância. individuos no.437 68. altura e. VERIFICAR .

FITOPAC - versão 1

valor suspeito. Por outro lado, o uso de limites muito “amplos” vai produzir poucos “alarmes falsos”, mas vai detectar somente valores muito extremos. É difícil dar uma recomendação geral pois os limites mais eficientes dependem do levantamento e o padrão de variação dos indivíduos, e o usuário terá que descobrir os valores mais apropriados por um processo de tentativa e erro. FITOPAC - Gravar o arquivo de dados no formato FITOPAC - FPD. Este é o formato usado pelos outros programas do FITOPAC e é a opção normal. Repare que os dados não são gravados automaticamente - você precisa mandar grava-los ! ASCII - Gravar o arquivo de dados no formato ASCII, permitindo que serve como entrada para outros programas que aceitam este formato (por ex. SYSTAT, Lotus 123). Os dados numéricos são gravados normalmente, e os nomes das espécies, famílias e amostras podem ser acrescentados para cada indivíduo. Ao escolher esta opção, aparece uma tela que permite “ligar” ou “desligar” a gravação dos nomes e determinar o número de caracteres que aparecem em cada nome. Este último dado é necessário pois alguns programas não aceitam nomes longos (por ex. SYSTAT aceita no máximo 12 caracteres) - o normal para FITOPAC é 35 caracteres. A tela tem o seguinte formato :-

Gravar nomes em arquivo ASCII ?

Nomes de especies Nomes de familias

Sim Quer gravar o nome de espécie para cada indivíduo ? Sim Quer gravar o nome de família para cada indivíduo ? Sim Quer gravar o nome da amostra (parcela ou ponto) para cada indivíduo ? 35 Indique o comprimento dos nomes em número de caracteres

Nomes de amostras

Quantos caracteres :

Exemplos dos diferentes formatos de arquivo que podem ser gravados com esta opção são mostrados na fig. ??.

Detecção de erros e mensagens de erro
A fase de entrada de dados é a mais difícil em termos de introdução de erros, e como os resultados de todas as análises posteriores dependem da qualidade e accuracia dos dados crus, vale a pena fazer um esforço grande para evitar possíveis problemas nesta fase. Mesmo que os dados sejam digitados com muito cuidado e verificados posteriormente, é surpreendentemente fácil introduzir erros na digitação. Coisas simples como esquecer de deixar um espaço entre dois números ou pular um dos valores na linha podem ter conseqüências graves porque o programa vai tentar ler os valores errados deste ponto em diante. Tentei, portanto, introduzir uma série de testes e verificações dos dados que ajudam detectar problemas no arquivo de dados. Para começar, o programa lê o arquivo como linhas de texto que são interpretadas internamente, e aplica uma série de testes nos dados obtidos. Dessa maneira, problemas que ocorrem em uma linha não “contaminam” o resto do arquivo, e, caso seja necessário, uma dada linha pode ser descartada sem prejudicar a leitura do resto do arquivo. Normalmente o programa da uma mensagem de erro quando ocorre alguma linha no arquivo que não pode ser interpretada ou que apresenta valores inconsistentes, e, em seguida, oferece algumas opções permitindo consertar o erro, reeditando a linha do arquivo ou abandonar o arquivo, caso o problema seja muito grave. Embora tentei detectar uma proporção razoável dos erros comuns, é essencial notar que não é possível detectar todos os possíveis erros ! Se você bate “3.4” em vez de “4.3” para uma distância, por exemplo, é praticamente impossível detectar este tipo de erro, e a única maneira de encontrá-lo é uma revisão minuciosa do arquivo de dados, antes de usar FITOPAC. Portanto, não confie que “PREPARE” vai encontrar todos os erros no seu arquivo.

programa PREPARE

Segue agora uma descrição dos tipos de erros que o programa é capaz de detectar :Arquivo de nomes Nomes de famílias - o programa verifica a presença de • nomes duplicados - o mesmo nome usado com dois números de família • número de família fora dos limites de FITOPAC • número de família faltando Nomes de espécies - o programa detecta • nomes duplicados - mesmo nome para duas espécies • número de família incompatível com a lista de famílias • número de família que não tem nome associado • número de espécie fora dos limites de FITOPAC • número de espécie ou família faltando • número de espécie já utilizado para outra espécie Dados numéricos - o programa detecta • caracteres “ilegais” na linha (letras ou símbolos) • espaço ou valor faltando na linha (i.e. o número de “itens” na linha está errado) • números decimais onde deve ter um número inteiro • números que não podem ser interpretados • número de espécie fora dos limites do FITOPAC • número de espécie não presente na lista de espécies Quando um erro é detectado, o programa para o processamento do arquivo e apresenta uma mensagem de erro, mostrando também a linha onde o erro ocorreu e alguma explicação do tipo de erro encontrado como mostra o seguinte exemplo onde esqueceu-se de colocar um espaço depois do número da família “Abobraceae” no arquivo de nomes :? ERRO ? arquivo : ERROS.NMS *** linha 8

9Abobraceae ——^

Nao foi possivel interpretar o numero da familia

Qualquer tecla..

Depois de apertar uma tecla, aparece um menu para determinar qual a ação que o usuário deseja tomar :Açao desejada ? E - Editar linha P - Pular linha T - Terminar processamento deste arquivo

Se escolher “Editar linha”, você pode utilizar as teclas normais de edição para alterar a linha (neste caso inserindo um espaço depois do número da família) e continuar o processamento. Esta seria a opção normal. Repare que esta

7

FITOPAC - versão 1

opção NÃO corrige o arquivo original contendo os dados crus - este continua como estava, e se você quer corrigi-lo, terá que usar o editor de texto para alterá-lo. A opção “Pular linha” simplesmente ignora esta linha do arquivo e continua processando a próxima. Esta opção é útil se por acaso entrou alguma linha contendo “lixo” que não deveria estar presente, ou se você quer procurar outros erros antes de alterar o arquivo de dados. A opção “Terminar processamento” abandona o arquivo e volta ao menu principal, e pode ser usado onde houve algum erro mais grave (arquivo errado, tipo de levantamento errado, etc.). Em alguns casos pode haver mais opções - por ex. acrescentar uma espécie quando um número de espécie não declarada é encontrado. As principais mensagens de erro são as seguintes :Arquivo de nomes Nao foi possivel interpretar o numero da familia O número da família está faltando ou você esqueceu de bater um espaço depois do número (mais comum) ou tem algum caractere “ilegal” no meio do número. Este no. de familia nao existe na lista de familias O número de família dado para uma espécie não foi declarado na lista de famílias. Este numero ja esta sendo usado para a familia .............. O número de família encontrado nesta linha já foi utilizado para algum outro nome de família anteriormente. Não pode usar o mesmo número para duas famílias diferentes. Numero de familia invalido ....minimo = 1 e maximo = X Se ocorrer enquanto está lendo os nomes das famílias, é porque o número da família é muito grande ou menor que 1. Pode também ocorrer enquanto o programa está lendo os nomes das espécies e neste caso o máximo corresponde ao maior número na lista de famílias. No. de especie invalido ....minimo = 1 e maximo = X O número de espécie está fora dos limites aceitáveis pelo FITOPAC - deve ser maior que 0 e menor que o número máximo de espécies (1000 nesta versão). Pode ser causado também pela falta de um espaço entre o número de espécie e número de família - o programa tenta ler esta combinação como o número de espécie. Este numero ja esta sendo usado pela especie.......... O número de espécie encontrado nesta linha já foi utilizado para algum outro nome de espécie anteriormente. Não pode usar o mesmo número para duas espécies diferentes. Este nome ja foi usado para especie X Já existe uma outra espécie com o mesmo nome. Repare que diferenças entre maiúscula e minúscula são desprezadas aqui - “Planta vulgaris” é a mesma coisa que “PLANTA VULGARIS”. Nomes duplicados não são permitidos porque é impossível distinguí-los posteriormente nas listagens produzidas pelas análises. Arquivo de dados Este no. de especie nao existe no arquivo de nomes O número de espécie usado aqui não foi declarada na lista de espécies. Linha muito comprida ? (max = 255 caracteres) Esta versão de PREPARE só pode ler linhas de até 255 caracteres. Se o programa chega até 255 caracteres e ainda detecta mais texto na linha sendo lida, emitirá esta mensagem de erro porque é provável que a linha não será lida corretamente. Geralmente, este número de caracteres é suficiente, e é raro encontrar esta mensagem de erro, mas em casos onde há um número muito grande de caules múltiplos (por ex. uma touceira de bambu), é possível ultrapassar este limite. Neste caso, a única saída é de calcular manualmente um perímetro/diâmetro equivalente para alguns caules, até o comprimento da linha ficar menor que 255 caracteres. Repare, também, que não é necessário ter espaços ao redor do ‘+’ quando você está batendo dados para indivíduos com caules múltiplos (veja a seção “Preparando dados para FITOPAC” para mais detalhes do formato). Nao foi possivel interpretar esta linha - caractere ilegal ?? Geralmente este erro ocorre quando o programa detecta algum caractere “ilegal” na linha - por ex. alguma letra.

e pelo número de amostras no caso de levantamentos que utilizam o método de quadrantes. PARAMS) e não pode ser modificado nesta versão. Deve ser um numero inteiro Foi encontrado um número decimal onde o programa esperava um número inteiro. Geralmente ocorre por causa de um espaço faltando entre um número decimal e um inteiro. Notas técnicas O programa nunca mantém todos os dados em memória RAM ao mesmo tempo. um levantamento pode conter um número praticamente ilimitado de indivíduos. Uma vez que os dados de um indivíduo (uma linha) forma interpretados e verificados. Este tipo de situação pode ocorrer quando você acidentalmente insere um espaço entre dois dígitos do número de espécie ou talvez um espaço depois do ponto decimal da altura. Em vez disso. Krebs. Esta especie nao existe no arquivo de nomes O número de espécie para este indivíduo não está incluído entre os números de espécies no arquivo de nomes. são gravados num segundo arquivo temporário e não mantidos na memória RAM. Pode ser um erro no número ou uma espécie que acidentalmente foi excluída do arquivo de nomes. Mesmo assim. Enquanto os dados são lidos e gravados. possivelmente indicando algum erro. mínimos. Desta maneira. mas necessita de espaço em disco para armazenar os dados. Dados a mais nesta linha ? O programa leu uma série de dados que correspondem ao número de valores esperado. o número máximo de indivíduos será determinado pelo espaço disponível no disco. Bibliografia Brower & Zar Grieg-Smith. 9 . Na prática. é possível evitar limitações de RAM se o número de indivíduos for muito grande. no caso de levantamentos por parcelas.programa PREPARE Pelo menos um valor ou espaço faltando O programa tentou “contar” o número de valores na linha e encontrou um valor menor que o esperado. ou algum valor que foi esquecido. o programa oferece a opção de acrescentar uma nova espécie para a lista de nomes. famílias e amostras é limitado pelos outros programas do FITOPAC (por ex. Isso geralmente é resultado de um espaço faltando entre dois valores. Os dados são gravados em formato final somente quando o usuário escolhe uma das opções “FITOPAC” ou “ASCII”. médias e outros valores para cada parâmetro. são lidos primeiro os nomes das famílias e espécies e após a leitura e verificação. o programa lê um (ou vários) arquivos de dados. o programa acumula os máximos. com diversos testes e formas de verificação. Neste último caso. O arquivo de dados é lido linha por linha na forma de texto que posteriormente é interpretado pelo programa. estes últimos são gravados num arquivo temporário. o programa lê os dados do arquivo temporário. famílias e amostras. ainda tem mais texto nesta linha. Terminada a leitura de um conjunto de nomes. de especie grande demais ou pequeno demais O número de espécie para este indivíduo ultrapassa os limites de número de espécie para esta versão de FITOPAC. C. Nao foi possivel interpretar este numero Ocorreu algum problema que dificultou a interpretação do número. Se a opção de verificação for escolhida. Desde que não ultrapassa os limites impostos pelo número de espécies. No. Limitações e problemas O número de espécies.

Uma lista completa dos parâmetros.FPD” como entrada e pode produzir arquivos de listagem e arquivos dos tipo “. frequência absoluta e relativa e também uma série de parâmetros para o levantamento como um todo .FPM. Calcula a maioria dos parâmetros fitossociológicos normalmente utilizados em levantamentos de vegetação arbórea/arbustiva e fornece algumas gráficos simples resumindo os resultados. além de quais tabelas são impressas podem ser modificados pelo usuário e o conjunto de preferências pode ser gravado. tabela de parâmetro das famílias.FPM” contendo os resultados produzidos. FAMILIAS. “PARAMS SAOJOSE” vai utilizar o arquivo “SAOJOSE. esta versão possui uma série de melhorias e facilidades que devem aumentar consideravelmente a utilidade do programa. as formulas utilizadas e detalhes dos cálculos são descritas na seção “Notas Técnicas”. etc. índices de diversidade. de espécies. Cansei de tentar satisfazer todos os usuários com relação à ordem dos parâmetros e quais parâmetros deviam ser incluidos nas tabelas . permitindo que todos as análises sejam impressas da mesma maneira. 4. tabela de parâmetros das parcelas (somente para levantamentos utilizando parcelas).precisa deixar espaço no disco de saida. a listagem pode ser bastante volumosa se você usa todas as opções .tabela de parâmetros das espécies.FPD” como arquivo de dados e os resultados serão gravados no arquivo “SAOJOSE. permitindo diversas sub-análises no mesmo levantamento. pode especificar o nome de cada arquivo individualmente (o programa pergunta antes de gravar).densidade total. Embora a maioria dos parâmetros disponíveis já são calculados pelo programa correspondente na versão preliminar do FITOPAC. etc.FPD como arquivo de dados e gravaria a listagem em SJ1. responsável pelo cálculo de parâmetros fitossociológicos. Os parâmetros fitossociológicos calculados são armazenados em quatro tabelas :. Se você opta para gravar as tabelas de resultados. densidade total.não tinha duas pessoas que concordavam na mesma ordem e parâmetros ! Na versão atual. Espécies . o programa tem algumas facilidades para produção de gráficos simples e pode gravar tabelas de parâmetros em arquivos do tipo FITOPAC padrão (FPM) que podem ser traduzidos para outros formatos (Lotus 123.FPM e PARCELAS. no. “PARAMS SAOJOSE SJ1. portanto. Se não gostar do conjunto padrão que vem embutido no programa.PROGRAMA PARAMS Função Este programa calcula parâmetros fitossociológicos para levantamentos que utilizam os métodos de quadrantes (Point-centered Quarter method) e parcelas (Quadrat method). etc. por ex. Você pode especificar na linha de comando os nomes dos arquivos de entrada e saida. Introdução PARAMS é o programa central do FITOPAC.RES” utilizaria SAOJOSE. Esta versão tem facilidades para especificar subconjuntos de dados. Alem dos cálculos de parâmetros básicos. a largura das colunas e quais colunas são impressas. 3. Uma outra característica desta versão é a flexibilidade possível na impressão de tabelas de resultados. Calcula a maioria dos parâmetros comuns como densidade relativa.LST”.FPM).1. Utilização A tela principal é apresentado abaixo :- 1 . Arquivos necessários PARAMS utiliza um arquivo de dados “. parâmetros gerais características do levantamento como um todo .) via o programa MATRIZ e utilizados em programas gráficos. os nomes. area basal total.índice de Shannon. você mesmo pode elaborar o padrão que prefere.RES. Repare que para levantamentos grandes. 2. e provavelmente será o programa mais utilizado pela maioria dos usuários. ou utilizar os nomes prefixados (ESPECIES. a ordem.

Desta maneira. ALTERAR . Os valores pré-estabelecidos pelo programa são tão amplos que não devem excluir qualquer indivíduo em levantamentos normais. Calcular. incluindo ou excluindo blocos de parcelas para fazer sub-análises dentro de um levantamento grande. amostras e indivíduos que serão aceitas na análise atual. com idivíduos menores que 10 m de altura e com diâmetros menores que 20 cm. a ordem dos parâmetros nas tabelas. GRAVAR .23.Este comando é utilizado para alterar as tabelas de resultados e a maneira em que elas são impressas.Filtro. diâmetro e altura para produzir análises muito específicas por exemplo. A maneira em que o filtro é especificado é descrita na seção ???? . re-fazendo os cálculos. no. ou diferentes combinações de altura e diâmetro para analizar diferentes estratos. aLterar.Gravar as tabelas de resultados no disco em arquivos do tipo “FPM” que depois podem ser traduzidos (pelo programa MATRIZ) para arquivos do tipo “Lotus 123” ou “SYSTAT”.versão 1 Os principais comandos são os seguintes :. alterando o arquivo de dados ou o filtro e. *Graficos e *graVar. *Imprimir. Os gráficos aparecem inicialmente na tela e podem ser impressas ou via uma cópia da tela. Os detalhes de como alterar as tabelas são descritas na seção “Alterando as tabelas”.Produzir gráficos a partir das tabelas de resultados. você pode produzir uma tabela de parâmetros fitossociológicos e depois utilizar “Harvard Graphics” ou “Quattro” para produzir os gráficos desejados. depois. A seção “Gráficos” descreve o uso desta opção. Estes podem ser do tipo gráfico de dispersão ou histograma. Um exemplo seria o caso de um levantamento utilizando parcelas. a ordenação usada dentro das tabelas e detalhes da impressão das tabelas (largura das colunas. Os comandos marcados com asterisco estão disponíveis somente depois de fazer os cálculos para um dado levantamento. Você pode alterar quais são os parâmetros incluidos.começa a leitura dos dados e o cálculo dos parâmetros fitossociológicos que são armazendos em diferentes tabelas. permitindo o uso dos recursos gráficos ou estatísticos de outros programas. pois a exclusão dos indivíduos menores altera o método de amostragem e não é compatível com o método de quadrantes. Note que este método não funciona com levantamentos que utilizem o método de quadrantes. nomes dos parâmetros). Diversos outros tipos de filtro podem ser especificados. Portanto.imprime as tabelas de resultados diretamente na impressora ou num arquivo.FITOPAC . se você não especifique um filtro. ou utilizando os caracteres normais da impressara. CALCULAR .11 e 13 . somente parcelas 1 . inicialmente incluindo todos os indivíduos com DAP ≥ 3 cm. 2 . você pode fazer qualquer número de análises. você pode especificar um filtro que exclua todos os indivíduos com DAP < 5 cm. incluindo ou excluindo espécies (por exemplo indivíduos mortos onde estes foram incluidios). e depois uma série de sub-análises de vários tipos especificando um filtro diferente para cada sub-análise. dependendo da saida escolhida. Os indivíduos usados são selecionados de acordo com o filtro especificado antes de iniciar este comando. GRAFICOS . Portanto. de decimais.O filtro é usado para determinar quais são as espécies. além de quais tabelas são impressas. mas permitem ter uma indicação do comportamento dos parâmetros sem sair do programa. O uso do filtro dá uma flexibilidade bastante grande. produzindo uma análise que é comparável com o levantamento feito com DAP de 5 cm (se todas as outras características do levantamento forem iguais). especies. e você pode correr diversos tipos de análise no mesmo arquivo de dados utilizando um filtro diferente para cada análise. Enquanto estiver dentro do programa. Os gráficos produzidos aqui são relativamente simples. pode correr a análise completa para um levantamento. excluindo mortas e desconhecidas. onde você quer comparar com um outro levantamento onde o DAP mínimo foi de 5 cm. Segue uma descrição de cada comando :FILTRO . Nesta situação. É possível utilizar praticamente qualquer combinação de unidades de amostragem. o programa deve incluir todos os indivíduos no arquivo de dados. IMPRIMIR .

O número máximo de barras é ??. e a forma em que os gráficos serão mostrados na tela ou impressos.n classes C .n classes + resto D .Grafico de barra . primeiros x % + resto . na forma de uma “fila".Escolher o tipo de gráfico desejado. ??). onde diversos gráficos podem ser selecionados ao mesmo tempo e depois mostrados e impressos um a um. primeiros x % . ??). com respeito ao parâmetro escolhido.é um gráfico que mostra a relação entre dois parâmetros. de graficos especificados : 0 TIPO .Grafico de barra .primeiros x % E . ou.primeiros x % + resto Diagrama de dispersão . TABELA .todos mostram a quantidade absoluta ou porcentagem do parâmetro escolhido em cada espécie ou família.é igual ao anterior mas acrescenta uma última barra que repesenta a proporção do parâmetro representada pelas espécies ou famílias restantes. mesmo que seja inutil. Uma vez que uma fila de gráficos foi criado. de graficos especificados” informa quantos gráficos estão na fila. você pode especificar os gráficos um de cada vez. Também aparece uma tela perguntando quantas barras e tipo de barra.Grafico de barra .Diagrama de dispersao B . Note que nem todas as combinações são úteis . e produz o gráfico. o campo “No. frequentamente mais convenientamente. Dentro deste módulo. A porcentagem é especificada numa tela que aparece logo em seguida e que permite também especificar o tipo de barra. 3 . O programa não dá qualquer aviso.por ex. o número de barras é variável. Esta opção abre um menu que mostra os tipos disponíveis :Tipo de grafico A . mas a soma dos valores nas barras mostradas atinge pelo menos x% do total do parâmetro escolhido(fig. ??). na forma de um diagrma de dispersão (fig. As diferenças entre estes gráficos são as seguintes :n classes .Grafico de barra .Esta opção abre um menu permitindo escolher qual das tabelas de resultados será utilizada (espécies. e se prefere barras simples ou “3D". com as espécies ou famílias ordenadas de maior para menor.neste gráfico.mostra n barras correspondendo às primeiras n espécies ou famílias(fig.mostra n + 1 barras dos quais os primeiros n correspondem às primeiras n espécies ou famílias e o último que representa a soma das espécies ou famílias restantes. Densidade Relativa contra número de indivíduos simplesmente produz uma linha reta pois o primeiro é derivado do segundo por uma multiplicação simples.programa PARAMS (manual versão 01/05/98) Alterando as tabelas Gráficos A tela de gráficos permite escolher entre diferentes tipos de gráficos e a tabela de onde serão extraidos os dados. n classes + resto . famílias ou parcelas). Gráficos de barra . Aparece uma tela perguntando quantas barras você quer no gráfico. Tipo tAbela Vars Opçoes Simbolos Desenhar Imprimir Proximo aNterior Continue Tipo de grafico desejado Tipo de grafico : Diagrama de dispersao Tabela atual : Especies No.

No caso de gráficos de barra.0000 0. além do intervalo da escala Quantas barras ? 10 Escolhe quantas barras você quer no gráfico (deve ser de 1 a 100) Barras “3-D” ? Nao Mostrar as barras em forma “3-D” ou não “Etiquetar” barras ? Sim Colocar “etiquetas” nas barras. Por exemplo.Rel 9. a tela que aparece é a seguinte :Opçoes para grafico Freq. 4 .Rel 8. No caso de diagramas de dispersão. espécie. o programa vai criar uma fila de gráficos que podem ser examinados em sequência usando a opção “PROXIMO”. abre uma única lista de variáveis (parâmetros) que podem ser selecionados para produzir gráficos.DoR x DR e FR x DR. etc. duas listas de parâmetros aparecem. permitindo identificá-los Para gráficos de barra com número de classes fixo.0000 Modifique o máximo. DoR x IVI e FR x IVI) será criado.0000 Indique os valores máximo e mínimo para a escala vertical. Você pode escolher um ou mais parâmetros da tabela selecionada na opção anterior para produzir um ou mais gráficos de barra.0000 1.versão 1 VARS . se você seleciona “DR” como eixo horizontal e “DoR” e “FR” como os eixos verticais.0000 5. mostrando família. o programa cria uma fila de dois gráficos .esta opção abre uma tela que permite alterar os limites das escalas dos gráficos além de algumas outras características no caso de histogramas.0000 0.Rel Titulo Levantamento de Mata Atlantica .Rel Titulo Levantamento de Mata Atlantica .0000 0. uma para o eixo horizontal e a outra para o eixo vertical. FR x DR.0000 Modifique o máximo.a ação desta opção depende do tipo de gráfico.0000 1. Para diagramas de dispersão. Se você seleciona mais que um parâmetro.Rel * Dens.Rel 60. a tela é :Opçoes para grafico Freq. mínimo e intervalo da escala horizontal “Etiquetar” pontos ? Sim Colocar uma “etiqueta” em cada ponto no gráfico. OPÇOES .Ubatuba Permite alterar o título que aparece no gráfico maximo minimo intervalo Freq. mínimo e intervalo da escala vertical Dens.Ubatuba Permite alterar o título que aparece no gráfico maximo minimo intervalo Freq. você pode selecionar um ou mais parâmetros em cada lista. No caso de escolher “DR” e “IVI” como eixos horizontais e “DoR” e “FR” como verticais. De novo. uma fila de quatro gráficos (DoR x DR.FITOPAC .

a região no canto inferior esquerda da fig. ou mesmo sub-analises do mesmo levantamento. os gráficos saem com escalas diferentes. DESENHAR . ??). Normalmente o programa tenta selecionar escalas que utilizam o máximo possível da tela compatível com unidades de escala razoáveis. Esta opção também pode ser utilizada para ampliar ou “encolher” uma região de um gráfico de dispersão. em fig. a única diferença desta tela é a substituição da pergunta “Qual porcentagem” em vez de “Quantas barras”. permitindo alterar a porcentagem total do parâmetro que será mostrado em forma de barras.programa PARAMS (manual versão 01/05/98) No caso de gráficos de barra com porcentagem fixa. pode utilizar esta opção para controlar a aparência dos gráficos finais. IMPRIMIR . Por exemplo.volte ao gráfico anterior (se existe). PROXIMO . O uso desta opção é descrito na seção “Opções comuns a diversos programas” no capítulo “Utilizando FITOPAC”. 1 foi ampliado pela modificação do limite máximo das escalas verticais e horizontais. Mas em comparações entre levantamentos. Note que esta forma de impressão do gráfico utiliza as caracteres normais da impressora e não é uma cópia da tela (fig.Permite alterar os símbolos utilizados em diagrams de dispersão. Mensagens de erro Limitações e problemas Notas técnicas Bibliografia 5 . 4. Se você precisa de gráficos com a mesma escala.desenha o gráfico atual na tela. ANTERIOR . Veja a seção ??? para mais detalhes.imprime o gráfico atual na saida já selecionada ao entrar no programa. Se quiser imprimir uma cópia da tela utilize Ctrl P. Estas opções são muito úteis no caso de estudos comparativos onde é essencial ter gráficos que utilizam os mesmos escalas. SIMBOLOS .escolhe o próximo gráfico na fila (se ainda tiver).

Diagrama de dispersão.versão 1 Figuras Fig. 6 .FITOPAC . 1. com “etiquetas” nos pontos.

2 Gráfico de barras com número fixo (10 ) barras + resto (“outros”).programa PARAMS (manual versão 01/05/98) Fig. com “etiquetas nas barras e sem efeito “3-D” 7 .

com primeiros 75% do parâmetro representado. Gráfico de barras. 3.FITOPAC . sem “resto” e com “etiquetas” e efeito “3-D” 8 .versão 1 Fig.

9 .programa PARAMS (manual versão 01/05/98) Fig. 4. 1 ampliada por modificação das escalas verticais e horizontais. Parte da fig.

somente com levantamentos feitos utilizando o método de parcelas. na forma CRIAMAT ENTRADA SAIDA. O arquivo de entrada é um arquivo do tipo “FPD”. Arquivos necessários Este programa utiliza um arquivo de entrada e um de saída. No arquivo de dados de levantamento existe uma lista de todos os indivíduos com suas respetivas medidas para cada unidade de amostragem (parcela ou ponto). mas em muitos casos é interessante passar para uma fase posterior de análises mais detalhadas de variação dentro da área amostrada e detecção de padrões e gradientes ecológicos. Os arquivos podem ser especificados na linha de comando. normalmente não faz sentido criar este tipo de matriz pois o número de indivíduos em cada ponto é restrito a 4 e não é apropriado usar análises de agrupamento ou ordenação nestas circunstâncias.FPD” como entrada e “SJ1. Esta medida pode ser simples presença ou ausência (geralmente representados por 1 e 0 respetivamente). Introdução Este programa forma o elo de ligação entre os programas “PREPARE” e “PARAMS” e o resto do FITOPAC. exatamente o que é preciso para calcular os parâmetros fitossociológicos para o levantamento.PROGRAMA CRIAMAT Função A função do programa CRIAMAT é de gerar uma matriz parcelas x espécies a partir de um arquivo de dados de levantamento.FPM” como saída. o primeiro passo na análise dos dados de um levantamento será o cálculo dos parâmetros fitossociológicos. enquanto “CRIAMAT SAOJOSE SJ1” vais utilizar “SAOJOSE. do tipo “FPD”. ou alguma outra medida mais complexa como número de indivíduos (muito comum) ou área basal ou volume.FPM” como o arquivo de saída. Este formato. CRIAMAT permite a criação de uma matriz deste tipo e seu armazenamento na forma de um arquivo do tipo “FPM” para análises posteriores (veja também a seção “Uso de arquivos em FITOPAC”). Em levantamentos que utilizam o método de quadrantes. Assim. torna-se necessário uma mudança no formato dos dados pois este último conjunto de análises geralmente trabalha com um resumo dos dados. incluindo transformações dos dados e a retirada de espécies raras. Normalmente. O programa tem opções para criar os seguintes tipos de matriz :• presença/ausência • número de indivíduos • área basal • volume (é necessário ter dados de altura no arquivo “FPD” para este tipo de matriz) O programa também tem facilidades para manipulação da matriz. Como sempre. Este programa trabalha. não é apropriado para outros tipos de análise. O arquivo de saída é um arquivo do tipo “FPM” que contem a matriz criada por CRIAMAT. portanto. “CRIAMAT SAOJOSE” vai utilizar “SAOJOSE. descrevendo um levantamento utilizando parcelas. os arquivos também podem ser especificados dentro do programa utilizando o comando “ARQUIVOS”. onde os dados originais de cada indivíduo são descartados e substituídos com algum tipo de média ou contagem para a unidade de amostragem. porém. particularmente análises de ordenação e agrupamento onde nos precisamos de uma matriz que contém as unidades de amostragem como linhas e as espécies como colunas e onde cada célula da matriz contém alguma medida da presença de uma dada espécie dentro de uma das unidades de amostragem. Neste ponto. Utilização A tela principal é apresentada abaixo :- .FPD” como arquivo de entrada e vai criar o arquivo “SAOJOSE.

Segue uma descrição de cada comando. Modificar**.calcula o volume total (em forma de cilindro . Note que as espécies raras são mascaradas e não eliminadas permanentemente. ou onde o critério de exclusão que utilizou não estava correto. masC**.por ex. o programa apresenta um menu para determinar qual o critério que deve ser usado para mascarar espécies raras. Área basal .Modificar a matriz criada ./abs. etc.indica a presença de uma espécie numa unidade de amostragem com um “1” e sua ausência por um “0”. Veja a seção “manipulando matrizes ” para mais detalhes. MODIFICAR .Area basal C .Numero de individuos B .FPD Arquivo saida : GENEBRA Rotas Rota entrada : C:\FITOPAC\ Rota saida : C:\FITOPAC\ Tipo de matriz : No. matriZ*. o filtro e o tipo de matriz selecionados. etc. Filtro*.. eliminar algumas espécies/amostras. etc. Presença/ausência . Veja a seção “especificando “filtros” ” para mais explicações. utilizando o conjunto padrão de ferramentas de modificação de matrizes. de individuos Os comandos disponíveis são os seguintes :. pres. MATRIZ .criar a matriz utilizando o arquivo. selecionar somente indivíduos acima de 10 cm de diâmetro.área basal x altura) de cada espécie em cada unidade de amostragem. Ao escolher este comando. MASCARAR Mascarar as espécies raras.Especificar o tipo de matriz que você pretende criar.aplica um filtro na entrada de dados para selecionar somente um subconjunto dos dados . o programa abre um menu :A . com as seguintes cracterísticas Número de indivíduos .Arquivos Rotas Tipo Filtro matriZ Modificar masC Gravar Imprimir Sair Escolher o tipo de matriz desejado (no. Isso quer dizer que você pode restaurar estas espécies em casos onde muda de idéia. O critério usado para medir raridade e o valor de corte podem ser determinados :- . FILTRO . TIPO . Ao escolher esta opção.conta quantos indivíduos de cada espécie tem em cada unidade de amostragem. Note que é necessário ter medidas de altura no arquivo “FPD” para poder utilizar esta opção.Tipo. indivs.Volume D .calcula a área basal total de cada espécie em cada unidade de amostragem Volume .Presença/ausencia Você pode escolher qual destes tipos de matriz que pretende criar. Gravar** e Imprimir**.) -------------------------------------------------------------------------------arquivos Arquivo entrada : GENEBRA. sendo que os comandos marcados com um asterisco estão disponíveis somente após a escolha de um arquivo “FPD” de entrada e os comandos marcados com dois asteriscos estão disponíveis somente após a criação de uma matriz.transformar.

grava a matriz no disco como arquivo. . Após a escolha do valor de corte. tomando o cuidado de gravar cada matriz formada (com nomes diferentes) e restaurando as espécies mascaradas após a gravação da matriz. dominância relativa e volume relativa respectivamente) que será especificada no próximo passo. porcentagem ou valor absoluto) menor que o valor especificado será mascarada. deixando poucas espécies ou foi aplicado o critério errado). de amostras B .espécies serão mascaradas se ocorrem num número de unidades de amostragem menor que um número mínimo especificado no próximo passo.No.equivalente a densidade relativa. pode utilizar os recursos de modificação da matriz para restaurar as espécies mascaradas (veja a seção ”manipulando matrizes” para mais informações). enquanto espécies que tem um valor maior ou igual ao valor especificado serão mantidas.Valor absoluto onde : no. Também pode criar diversas matrizes. Porcentagem . por algum motivo você não está satisfeito com o resultado (o critério foi rigoroso demais. Valor absoluto .Porcentagem C . Em seguida. de amostras . o programa determina quais são as espécies que serão mascaradas e apresenta uma mensagem na tela.Fitopac B .as espécies mascaradas tem um valor absoluto (de no. pode gravar cada matriz duas vezes. Se necessário. área basal ou volume . o programa abre uma tela para pedir que você especifique o valor mínimo aceitável para inclusão de uma espécie. Ao escolher este comando. área basal ou volume) menor que o valor especificado no próximo passo. “TWINSPAN” e “CANOCO”. uma em cada formato. o programa abre um menu que pede o formato de arquivo desejado :- A . de indivíduos. indicando quantas espécies foram mascaradas e quantas sobraram :- ** Foram mascaradas XX especies ** Deixando um total de YY especies Se.A . Note que uma espécie com um valor (no.espécies mascaradas não atingem um mínimo de porcentagem (do número de indivíduos. com diferentes critérios de exclusão aplicando o comando “MASCARAR” diversos vezes. GRAVAR . de amostras.Cornell Onde Fitopac é o formato normal do FITOPAC (Um arquivo “FPM”) e “Cornell” é o formato usado pelos programas como “DECORANA”.

e se você quer manter uma matriz com todas as espécies. não é possível utilizar o mesmo nome para todos os arquivos resultantes. sugiro a manutenção sempre da extensão (“FPM” para arquivos FITOPAC e “DAT” para arquivos Cornell) para simplificar uso dos arquivos com outros programas. Normalmente.. IMPRIMIR . Repare que espécies (ou amostras) mascaradas não são incluídas na matriz gravada. onde obviamente. ou para um arquivo de listagem (o “default” do programa). mas. Finalmente.isso geralmente só é requerido no caso de gravar diversas versões da matriz com diferentes níveis de corte ou com diferentes transformações dos dados. e onde é possível confundir o que foi feito em cada matriz. transformações. . você pode alterar este nome . esta deve ser gravada antes de utilizar as facilidades para mascarar espécies raras (ou mascarar amostras). etc. o programa pede o nome do arquivo de saída que no caso de arquivo FITOPAC normalmente será o nome do arquivo de entrada com a extensão “FPM”. particularmente em casos onde você cria um número muito grande de arquivos com diferentes critérios de corte. antes de gravar a matriz no arquivo designado.imprime a matriz. ou diretamente para a impressora se você tecla “IMP” ou “PRN” como arquivo de saída. o arquivo de saída criado automaticamente será “SAOJOSE. é melhor manter o nome sugerido pelo programa. permitindo que você anota as modificações feitas e estas anotações aparecem nas listagens de resultados de todos os programas que utilizam esta matriz :Verifique as informaçoes complementares da matriz Titulo : {aqui você pode especificar a origem dos dados e qualquer critério de exclusão de espécies raras aplicado para esta matriz} Responsavel {nome do responsável pelos dados . o programa abre uma tela com campos para título.Após a escolha do formato de gravação.FPM”. se você bateu “CRIAMAT SAOJOSE” para entrar no programa. se necessário. etc. Mesmo em casos onde precisa utilizar diferentes nomes de arquivo. Por exemplo.normalmente idêntico ao responsável pelo levantamento} Colunas da matriz sao : {normalmente espécies} Linhas da matriz sao : {normalmente amostras ou parcelas} Geralmente é bastante útil manter estes dados atualizados pois eles ajudam entender a saida das análises realizadas posteriormente.

Caso deseja analisar este tipo de dados utilizando os programas do FITOPAC. Utilizando “MATRIZ” é possível criar e manipular uma matriz de dados com Lotus 123 e depois transformar o arquivo “WK1” do Lotus em arquivo “SYSTAT”. Erros no arquivo sendo importado provavelmente darão resultados inesperados e podem jogar você fora do programa ou “travar” o micro. Quando utilizar este programa. Este programa tem facilidades para editar uma matriz de dados. o programa funciona como um “tradutor” ou centro de intercâmbio entre diversos formatos de arquivo. Não tem facilidades para dados não-numéricos. Portanto. Entre os formatos disponíveis (veja “arquivos necessários”. é impossível fornecer um programa que possa traduzir qualquer arquivo (por exemplo do Lotus 123) para todos os outros formatos. Tentou-se fornecer. “TWINSPAN” e “CANOCO”. que um arquivo “SYS” foi criado pelo pacote SYSTAT e pode ser lido por aquele programa. um utilitário capaz de “traduzir” dados em forma de matriz para o formato requerido pelo FITOPAC via uma planilha simples que permite entrar os dados. É essencial. no atual programa. Permite também a entrada direta de matrizes de dados por meio de uma planilha simples. portanto. É especialmente importante notar que este programa forma um elo de ligação entre FITOPAC e programas como “DECORANA”. e os diferentes graus de sofisticação de funções que podem ser representadas em cada formato de arquivo. “CANOCO” . Um exemplo seria dados de composição de solo. transpor a matriz e imprimir a matriz. Além da entrada direta de dados. ler a seção sobre limitações do programa antes de utilizar “MATRIZ” para tradução de arquivos. que esta tradução seja útil para pesquisadores na área de fitossociologia.PROGRAMA MATRIZ Função O programa matriz fornece funções para manipulação de matrizes de dados e para “tradução” de matrizes em um formato de arquivo para outro. examine os dados usando a planilha. facilitando o uso de outros tipos de análise não fornecidos no próprio FITOPAC. não tentei incluir todas as possiveis variantes para cada formato .por ex.cam todas as etapas necessárias para produção de matrizes do tipo “amostra x espécie” a partir dos arquivos originais de dados de campo. Este formato não está disponível em pacotes comerciais e pode ser bastante trabalhoso converter um arquivo em outro formato para uso com programas que utilizem o formato CORNELL. transformar linhas ou colunas da matriz. eliminar linhas ou colunas. ou imprima a matriz. e com dados numéricos. Dada a diversidade em estrutura de arquivo possível. abaixo). 1 . em muitos casos é necessário introduzir outros tipos de matrizes de dados que são adquiridos diretamente em forma de matriz. e que naturalmente formam uma matriz com as amostras formando as linhas e as variáveis medidas formando as colunas. Introdução Embora os programas do FITOPAC forne. Neste programa. que normalmente seriam obtidos como uma série de variáveis para cada amostra. e pode ser útil mesmo que você não queira utilizar o próprio formato FITOPAC. mais recentemente. Não dá para confiar cegamente no processo de tradução porque não é possivel prever todas as possiveis “complicações” que podem surgir ! Repare também que o programa não faz uma verificação de dados quando você está importando de outros formatos (exceto no caso de arquivos ASCII). “TWINSPAN” e. junto com funções que facilitam a manipulação da matriz. sem a necessidade de produzir um arquivo “ASCII” intermediário como normalmente seria o caso. verifique que realmente é válido e pode ser lido pelo pacote utilizado para criá-lo.todos amplamente usados na análise de dados ecológicos. o formato “CORNELL” é particularmente útil pois este é utilizado pelos programas “DECORANA”. Espero.a função do programa é de traduzir matrizes simples. é necessário ter uma maneira de introduzi-los para produzir um arquivo tipo “FPM” que pode ser lido pelo programa apropriado. no máximo com nomes de variáveis e amostras. antes de tentar importar um arquivo. ou examine o arquivo resultante com um editor de texto para confirmar que a tradução realmente foi bem sucedida. Supõe-se que o arquivo especificado seja um arquivo válido no formato especificado . além de funções para “importar” arquivos em outros formatos para o formato “FITOPAC” e “exportar” dados para uma variedade de outros formatos. porém.

embora a representação interna dos dados e o tipo de arquivo básico seja de um arquivo “FPM” do FITOPAC. Permite intercambiar dados diretamente com esta planilha. LOTUS 123 .formato normal do FITOPAC.WK1 SYSTAT . mas versões posteriores ainda podem ler este formato.DAT LOTUS 123 .FITOPAC . onde “SAOJOSE” é o nome do arquivo de dados que deseja manipular.formato utilizado pelo pacote estatístico “SYSTAT”. com espaços entre os números . este formato é disponivel somente para exportar arquivos. É válido somente para versão 3. DIF . Este pacote tem diversas opções para taxonomia numérica e análises multivariadas. você pode precisar de um arquivo contendo os nomes das colunas e outro com nomes das linhas da matriz .muitas planilhas e pacotes estatísticas são capazes de importar e exportar arquivos neste formato.FPM CORNELL .(Data Interchange Format) . e arquivos neste formato também podem ser importados pela maioria dos processadores de texto. sendo necessário colocar somente o nome do arquivo de dados quando chamar o programa . No momento. Portanto.1). “MATRIZ SAOJOSE”.versão 1 Arquivos necessários MATRIZ pode importar e exportar arquivos em diversos formatos.DAT ASCII . Excell) e programas estatísticos ou gráficos podem ler este formato.TWINSPAN) e por CANOCO.veja a seção “importando dados” para mais informações. No momento. As combinações de importação e exportação de dados disponíveis estão resumidos na fig.formato da planilha LOTUS 123 (arquivos WK1 . este formato é disponivel somente para exportar arquivos.da versão 2. CORNELL . As extensões utilizadas aqui são as seguintes :FITOPAC . ASCII . Muitas planilhas (por ex. contendo somente números. Repare que alguns programas como “SYSTAT” exigem o uso de uma extensão especifica (neste caso “SYS") e não aceitam outras extensões. Diversos pacotes estatísticos ou planilhas conseguem ler este tipo de arquivo. Os formatos disponíveis no momento são os seguintes : FPM .por ex. ?. e não é necessário digitar a extensão se você vai utilizar o conjunto padrão de extensões.essencialmente uma matriz de dados sem qualquer outro tipo de informações. É possivel. utilizar 123 para entrar e manipular matrizes de dados e depois transferi-los diretamente para FITOPAC. Permite transferir dados para análise com este pacote sem a necessidade de produzir um arquivo ASCII intermediário.arquivos simples. NTSYS .DIF 2 .0 do “SYSTAT”. Utilização Especificando arquivos A especificação dos arquivos a serem usados segue o esquema normal do FITOPAC. portanto.SYS DIF . geralmente é preferível utilizar as extensões fornecidas pelo programa e não altera-las. veja Hill (1979) ou ter Braak (1988). SYSTAT .formato utilizado pelo pacote “NTSYS” de Rohlf (1989). Além do arquivo de dados. o programa tenta “adivinhar” a extensão apropriada para cada tipo de arquivo. Para detalhes deste formato. Em geral.formato condensado utilizado pelos programas produzidos pela Universidade de Cornell (DECORANA.

Ao acionar este comando. EXPTIPO . e o programa voltará à tela principal. Ao acionar este comando.selecione o tipo de arquivo a ser usado para exportação de dados. *Modificar. Ler. veja a seção “Utilizando a planilha”.ASCII C . Tipo de arquivo ?.Cornell S . pronto para entrada dos dados.o formato normal do FITOPAC). 3 . entrar dados diretamente.FPM A . (a opção pré-selecionado é “FPM” . o programa cria uma matriz vazia e depois entra diretamente no modo planilha. *Exportar e *imPrimir.Systat W .programa MATRIZ (manual versão 01/05/98) Tela principal : Arquivos Rotas Imptipo eXptipo Ler Titulos Modificar Exportar imPrimir Sair Tipos de arquivo para importaçao/exportaçao ------------------------------------------------------------arquivos Arquivo entrada : MAT1 Arquivo saida : MAT1 Rotas Rota entrada : C:\FITOPAC\ Rota saida : C:\FITOPAC\ Tipos de arquivo Importaçao : FPM Exportaçao : FPM ------------------------------------------------------------- Os principais comandos disponíveis são Imptipo. Títulos. eXptipo. dos quais os comandos marcados com asterisco estão disponíveis somente depois de ler uma matriz de dados. F ..Direta Escolha a opção que indica o tipo de arquivo você deseja utilizar. No caso da opção “D”. aparece um menu com as opções importação. Note que o menu de importação não é idêntico ao menu de exportação pois alguns formatos podem ser utilizados somente para exportação.selecione o tipo de arquivo a ser usado para importação de dados. Segue uma descrição de cada comando :IMPTIPO .. aparece um menu com as opções para exportação. Para mais informações sobre a planilha.Lotus WK1 D .

Se não ocorreu algum erro. o programa vai transpor a matriz enquanto está lendo os dados. Embora não seja essencial colocar um título.Systat W . F . No mínimo o título será exportado junto com os dados na maioria de formatos de exportação. mas caso você queira tratar valores abaixo de um certo nível como ausências. No caso de arquivos em formato “WK1”. Normalmente qualquer matriz em planilha é tratada como uma matriz de dados quantitativos. LER .0 normalmente é o mais usado.Lotus WK1 N .Cornell S . qualquer valor acima do valor indicado aqui é considerado uma “presença” e convertido em valor “1”.0000 Em conversões para matrizes de presença/ausência. É utilizado somente na conversão para arquivos binários. O valor pré-estabelecido de 0. Note que quando a opção de exportação é “FPM” (formato FITOPAC). o programa começa a importar os dados imediatamente. esta opção permite. o programa mostrará a seguinte tela :- Tipo de leitura do arquivo ? Transpor enquanto le Nao Se quiser. com um limite máximo de 250 variáveis. especialmente quando você está trabalhando com análises mais complexas que produzem diversas matrizes de dados.ASCII C .. o programa vai abrir esta tela automaticamente. Permite o uso da planilha para entrar matrizes de dados binários onde o número de variáveis aceitável pelo FITOPAC é maior que o número de colunas disponíveis na planilha.NTSYS D .FPM A . 4 . o programa precisa de informações complementares antes de iniciar a importação e mostrará uma tela de perguntas antes de começar a importação.iniciar a leitura de um arquivo de dados. Para alguns formatos.altera o título e outras informações sobre a matriz que foi importada. Esta opção é útil se você quer colocar as linhas da planilha nas colunas da matriz e as colunas da planilha nas linhas da matriz. parando somente quando os dados foram lidos ou se ocorrer um erro que o programa é capaz de detectar. enquanto valores iguais ou menores que o valor indicado são tratados como ausências e recebem o valor “0”. e o programa voltará à tela principal.. Para a maioria das opções de formato. frequentemente este é útil para identificar diferentes matrizes. Valor de corte para presença/ausencia 0. TÍTULOS . o programa apresenta uma mensagem indicando quantos linhas e colunas da matriz foram lidas.FITOPAC . Converter em presença/ausencia Nao Permite converter uma matriz armazenada na planilha em matriz binário. antes de gravar a matriz.versão 1 Tipo de arquivo ?.DIF Escolhe a opção que indica o tipo de arquivo você deseja utilizar. Estas informações devem ser verificadas com cuidado para confirmar que todos os dados foram importados corretamente.

especialmente se você tem um grande número de matrizes diferentes. o programa informará quantos linhas de dados foram lidas verifique estas informações para ter certeza que a leitura de dados foi bem-sucedida ! O programa em seguida vai pedir informações sobre os nomes das variáveis com o menu “Nomes das variáveis” :- ´ 5 . comprimentos. etc. Se não quiser utilizar qualquer uma destas opções. pesos. como área basal.0000 Aqui. O primeiro passo é indicar o tipo de dados que você pretende importar.você não vai poder continuar sem este dado . aparece uma tela “Descrição da Matriz” com vários campos pedindo informações sobre os dados a serem importados :Quantas variáveis : 0 Indique quantas variáveis (colunas) a matriz tem. Tem dados faltando : Nao Se não tiver dados faltando na matriz. o programa começa a importar os dados. número de individuos. mas ajuda você a identificar a matriz depois. Não é essencial. Caso você tenha dados faltando.pode ser qualquer valor numérico. e pode ser utilizada junto com a opção semelhante no processo de exportação de dados (veja “EXPORTAR” para mais informações). pois o programa precisa de algumas informações adicionais antes de começar a importação. use a tecla de espaço ou “s” para mudar este campo para “sim” e depois preenche o próximo campo - ´ Valor usado para indicar dados faltando : -9999. Dados do tipo presença/ausência são dados onde somente a presença ou ausência de uma espécie ou caractere é indicada. o programa tentará dar alguma indicação de onde ocorreu o problema. você digita o valor que utilizou para indicar dados faltando na sua matriz . escolhendo a opção apropriada do menu “Tipo de dados” :- ´ Q . simplesmente apertando .programa MATRIZ (manual versão 01/05/98) A opção de transposição da matriz enquanto é lida pelo programa permite a manipulação de matrizes que não caberiam dentro de uma planilha normal. o procedimento é um pouco mais complexo.Quantitativo P . Depois deste menu. parando se encontrar qualquer tipo de caractere não numérico. mas não deve ser um valor que pode ocorrer entre os dados normais. Para arquivos em formato “ASCII”. Esta informação é essencial . O arquivo ASCII só pode conter números e espaços ! Se um caractere “proibido” é encontrado. Dados mistos incluem uma mistura de dados quantitativos e binários. -999 é comum.Presença/ausencia X . mas pára neste ponto e você precisará utilizar um editor de texto para corrigir seu arquivo antes de continuar.miXto Dados quantitativos são quantidades numéricas. Quando o arquivo de dados acaba. pode usar para continuar.e a resposta deve ser um número inteiro de 1 até o máximo permitido por esta versão do programa. pode pular este campo e o próximo. Titulo : Bate um título que descreve a matriz de dados. Uma vez que completou os campos desta tela (não esqueça do para sair). sem qualquer preocupação com a quantidade presente.

Pode deixar uma linha em branco onde não quer dar um nome para alguma variável. um arquivo ASCII contendo os nomes das variáveis. Note que os nomes podem ser preenchidos em qualquer ordem. com uma linha numerada para você incluir onome de cada variável. Uma vez que os nomes das variáveis foram criados ou lidos. esta opção oferece o método mais conveniente de fornecer os nomes. Para arquivos ASCII e DIF :- « ³ ´ ° 6 .FITOPAC . Var2. Se quiser modificar o prefixo. Nos outros formatos. O programa abre uma janela de edição.Ler os nomes de um arquivo C . mascarar ou eliminar linhas ou colunas. Lembre de usar a tecla para sair da janela de edição. mas o número de linhas no arquivo tem que ser igual ao número de variáveis. Para utilizar esta opção. etc. entrando “Eixo” como prefixo vai resultar em variáveis com nomes do tipo Eixo1. Este arquivo pode ser criado com um processador de texto em modo “não documento” (sem formatação).versão 1 A . o nome no. um por linha. 1 tem que corresponder a variável 1. 2 à segunda variável. do tipo Var1. utilizar a planilha. O prefixo já fornecido pelo programa é “Var”.Na maioria dos casos. é mais conveniente dar nomes individuais para cada variável. transformar dados. o processo é totalmente automático. etc.neste caso o próprio programa se encarrega de criar uma série de nomes. bata o nome do arquivo contendo os nomes e estes serão lidos diretamente. Cornell). com a exceção da última opção “Usar uma das variáveis (colunas)”. e caso prefira utilizar este. para cada variável. etc.Entrar diretamente pelo teclado Criar automaticamente . Quando o programa pedir. e assim por diante. usando as teclas de seta e e para colocar o cursor na linha correspondente ao nome que você deseja incluir. esta opção permite que você digita os nomes das variáveis diretamente. o programa também vai solicitar nomes para as linhas (amostras). tecle o prefixo desejado. o programa vai solicitar algumas informações complementares. Entrar diretamente pelo teclado . antes de entrar no programa “MATRIZ”. Eixo2. mas o nome no. Ler os nomes de um arquivo . Isso pode ser útil se uma das variáveis representar um grupo ao qual a amostra pertence e você quer somente uma indicação do grupo no nome da amostra. Quando o número de variáveis é grande. acresentar dados de uma outra matriz.“Var1 a VarN" B . o programa vai pedir um prefixo para os números das variáveis.Exportar a matriz no formato de exportação esolhido com o comando TIPOS. Por exemplo. basta apertar a tecla . Veja a seção “??” para uma explicação mais detalhada. que permite copiar os valores em uma das variáveis para uso como nome.Criar automaticamente . EXPORTAR .em casos onde o número de variáveis não é tão grande ou onde você prefere não criar outros arquivos. Para alguns formatos (SYSTAT. MODIFICAR .Modificar a matriz. você precisa criar. Se você seleciona esta opção. e o programa simplesmente informa quando termina de gravar o arquivo de saída. O menu e as opções oferecidas aqui são praticamente idênticos àqueles dos nomes das variáveis.

O uso deste caractere torna os nomes mais legíveis. incluir ou não os nomes de amostras como uma das colunas da matriz. um por linha. utilizando as facilidades para mascarar linhas e colunas. se o número de linhas na sua matriz é inferior a 256. de caracteres. No caso de arquivos ASCII. inferior ao número de colunas permitidas na maioria das planilhas (geralmente 256). Neste caso. mas alguns pacotes estatísticos não permitem o uso deste caractere em nomes de variáveis. Mensagens de Erro 7 . No caso de arquivos NTSYS. nomes de espécies). Este tipo de variável pode ser lido por planilhas. Para exportação em formato “FPM”. Embora não sejam obrigatórias. IMPRIMIR . e é. em no. FITOPAC pode aceitar até 1000 variáveis e estas não caberiam na planilha. porém. o programa abre uma tela para verificação das informações complementares da matriz antes de gravá-la. Note que o programa NÃO verifica os limites da matriz antes de gravá-la e é capaz de produzir um arquivo “WK1” que ultrapassa o tamanho máximo permitido por Lotus 123 e outras planilhas.Imprimir a matriz ou num arquivo no disco ou diretamente na impressora. portanto. Se quiser mandar a matriz diretamente para a impressora. digite “IMP” ou “PRN” para o nome de arquivo. que então será gravada na planilha com as linhas originais nas colunas e as colunas nas linhas. Pode ser lido por planilhas e alguns pacotes estatísticos. normalmente esta opção não é necessária. Para exportação em formato “WK1”. Incluir nomes das amostras Sim No caso de arquivos DIF. Como a importação de arquivos “WK1” também permite transpor a matriz. Se a sua matriz tiver mais que 256 linhas e 256 colunas. o programa pergunta somente se você quer os nomes das variáveis e amostras. No caso de arquivos ASCII. o programa vai pedir o nome do arquivo a ser usado para imprimir. os nomes são colocados dentro de um arquivo que contem um nome por linha. Para dados binários. você pode transpor a matriz. mas nem todos aceitam. Quando você seleciona esta opção. produz um arquivo contendo os nomes. Permitir “_” em nomes de variáveis ? Sim Permitir ou não a presença do caratere “_” nos nomes de variáveis e objetos. o programa pergunta se quer transpor a matriz enquanto é gravado. pois o número máximo de variáveis utilizado por FITOPAC é 250.programa MATRIZ (manual versão 01/05/98) Especificaçao da saida Comprimento dos nomes das variáveis 8 Indique aqui o comprimento. voçê precisará “cortar” a matriz em blocos. Para dados quantitativos. mas alguns pacotes estatísticas não aceitam variáveis não-numéricas. este método pode ser usado para manipular matrizes que normalmente não caberiam na planilha. No caso de nomes com duas partes (por ex. Incluir nomes das variáveis Sim No caso de arquivos DIF. estas informações complementares ajudam a identificar o arquivo. antes de tentar exportá-la para este formato. e podem ser úteis quando se tem um número elevado de arquivos com diferentes matrizes. incluir ou não os nomes das variáveis como uma linha da matriz. dos nomes de variáveis e linhas da matriz no(s) arquivo(s) de saída.

8 .o programa consegue ler matrizes simples. mas nomes mais compridos em planilhas serão truncados. não deve haver grandes problemas. é possível você exceder o limite de número de espécies para programas do pacote Cornell . não há maneira de se recuperar as fórmulas originais. nomes de colunas e linhas podem ter no máximo 35 caracteres em FITOPAC.0. com exceção da primeira. Repare que os programas do pacote Cornell geralmente têm limites muito mais amplos no número de espécies e amostras. STATGRAPHICS não permite o uso do caractere “_” no nome. Também existem. etc. A mais importante destas é a necessidade de ter pelo menos um espaço entre números (fig. que será utilizada como nome das amostras. são descartadas variáveis não-numéricas. É impossível prever todas as combinações necessários para os diferentes programas estatísticos e planilhas. ??). embora seja possível produzir um arquivo perfeitamente válido para o formato Cornell onde não há espaços entre os números (fig. isto não se constitui em um problema sério. não se faz qualquer verificação dos limites de número de colunas e linhas na matriz. portanto.veja o manual de Hill (1979) para informações sobre este problema. caracteres permitidos em nomes. Quando você importa um arquivo neste formato. Os nomes das colunas (variáveis) devem estar na primeira linha da planilha. limitações nos caracteres permitidos em nomes de variáveis . uma perda de precisão. a maioria de pesquisadores que utilizam o pacote Cornell já deixam espaços entre os dados. Na maioria dos casos.o programa lê e escreve diretamente o formato binário utilizado por SYSTAT versão 3. com poucos valores de zero. contendo somente dados numéricos e nomes de colunas e linhas. onde você precisa saber o comprimento do nome usado pelo programa que você pretende empregar. porque utilizam um sistema de armazenamento mais eficiente para matrizes esparsas com muitos zeros. O formato DIF pode ser usado para transferir dados de FITOPAC para STATGRAPHICS e. A planilha produzida quando se exporta para Lotus 123 contém a matriz com os nomes das variáveis (colunas) na primeira linha e os nomes das amostras (linhas) na primeira coluna. Lotus 123 . Pode haver. o programa lê o valor numérico associado com a fórmula. normalmente não ocorrem problemas na importação de dados destes pacotes. e valores faltando são representados por uma célula em branco. No caso dos formatos SYSTAT e Cornell. Uma vez que foi feita a tradução. não adianta “bolar” uma planilha complicadíssima com tudo quanto é tipo de formatação. Em geral. receberá uma mensagem de erro. No caso de linhas ou colunas inteiramente não-numéricas. e pressupõe que todos os números individuais estejam separados por espaços. é necessário neste caso especificar se este caractere pode ser utilizado.a ocorrência deste tipo de erro depende da versão do pacote que você está utilizando. Portanto. Você deve verificar se a matriz resultante cabe dentro de uma planilha 123. No caso de matrizes do tipo presença/ausência. estas serão descartadas. é necessário que você especifique este dado. e são reconhecidos os dados faltando. Onde foram colocadas fórmulas na planilha. É possível. portanto. para alguns programas. produzir uma matriz que exceda os limites da versão de SYSTAT que você está utilizando e em conseqüência você precisa verificar esta limitação antes de tentar utilizar o arquivo. Também é possível exceder o espaço de armazenamento disponível se tiver uma matriz cheia. e a matriz não será traduzida. A intenção aqui é traduzir o tipo de matriz simples que geralmente é encontrado em estudos fitossociológicos. mas para arquivos DIF ou ASCII. grau de precisão e outras atributos.por ex. enquanto SYSTAT aceita sem problemas. mesmo que os números de espécies e amostras estejam dentro dos limites teóricos do programa .FITOPAC . etc. e os nomes das linhas (amostras). O programa ignora gráficos e formatação dentro da planilha. o programa automaticamente produz nomes do tamanho correto. assim. ??). O tamanho do nome pode ser mais problemático na exportação.a leitura de arquivos em formato Cornell é sujeita a várias limitações sérias. Dados não-numéricos em qualquer outra posição na planilha serão solenemente descartados e substituídos por “valor faltando”. O programa não lê o formato FORTRAN especificado no início do arquivo Cornell (veja Hill 1979 ou ter Braak 1988 para uma descrição do formato Cornell). e você precisa estar ciente das limitações dos formatos que pretende usar e do atual programa. Os dados numéricos são inseridos nas linhas e colunas apropriadas. na primeira coluna. Se você tenta traduzir um arquivo que exceda os limites impostos pelo FITOPAC. pois é necessário somente inserir espaços nas colunas apropriadas no arquivo Cornell para permitir leitura do arquivo.versão 1 Limitações e problemas Cada formato de arquivo incluído aqui tem certas limitações em termos de características como comprimento permitido para nomes de variáveis. e esperar que vá ser traduzida fielmente. No caso de exportação de arquivos para SYSTAT. Como a maioria de pacotes estatísticos utilizam nomes mais curtos (geralmente 8 ou 12 caracteres). e de qualquer modo. Seguem algumas observações mais específicas sobre cada formato : Cornell . Note que dados numéricos em FITOPAC são armazenados como números de 4 bytes e não 8 bytes como em SYSTAT. Repare que o programa não verifica limites de tamanho de matriz. Na exportação de arquivos para o formato Cornell. mas descarta todas as informações sobre a fórmula em si. SYSTAT .

New York. C.J.1). M. F. ter Braak.programa MATRIZ (manual versão 01/05/98) Notas técnicas Bibliografia Hill. Cornell University. Numerical Taxonomy and Multivariate Analysis System. Section of Ecology and Systematics. A FORTRAN Program for Detrended Correspondence Analysis and Reciprocal Averaging. NTSYS-pc.. principal components analysis and redundancy analysis (version 2. 1979.O. Wageningen.5. New York. 1989. CANOCO . 9 . Exeter Publishing Ltd. DECORANA.J. Agricultural Mathematics Group. 1988. Rohlf. Version 1.a FORTRAN program for canonical community ordination by [partial] [detrended] [canonical] correspondence analysis.F.

Caso quiser fazer uma comparação entre espécies. e tem facilidades para calcular distâncias geográficas entre localides quando fornecido com os coordenados correspondentes. Como as comparações normalmente são simétricas. como entrada. contendo uma matriz de dados onde as linhas da matriz representam os objetos a serem comparadas.FPM como entrada e produz SAOJOSE. 1 . As saidas do programa são um arquivo do tipo “FPC” contendo a matriz de coeficientes e. binários (presença/ausência) ou mixtos (com diferentes tipos de variáveis). é essencial calcular uma matriz que mostra o grau de semelhança ou dessemelhança entre uma série de amostras ou espécies.na literatura de taxonomia numérica). Por ex. contendo dados numéricos (quantitativos). precisa transpor a matriz “FPM”.FPC como saida. e o programa cria automaticamente um arquivo “FPC” com o mesmo nome do arquivo de entrada. um arquivo LST contendo a listagem.PROGRAMA COEF Função O programa “COEF” permite o cálculo e gravação de matrizes de coeficientes de distância ou semelhança para uso em análise de aglomerados e análise de coordenados pricipais. Pielou (1984) e Sneath & Sokal(1973). o uso deste programa é essencial para produzir as matrizes necessárias para análise de aglomerados. Clifford & Stevenson (1975). O programa tem.por ex. Normalmente é necessário especificar somente o nome do arquivo “FPM”. Para diversos tipos de análise. e portanto.FPM como entrada e SAOPAULO.. caso pede uma listagem da matriz). Arquivos necessários O arquivo de entrada para este programa é um arquivo de tipo “FPM”. Utiliza. Também é possível imprimir e manipular em várias maneiras a matriz de coeficientes produzida. algumas facilidades para comparar matrizes e converter entre diferentes formatos de arquivo. Não é possível discutir as propriedades de todos os coeficientes dentro deste manual. Legendre & Legendre (1983). matrizes retangulares de dados no formato “FPM”. basta especifica-lo como segundo nome de arquivo quando chama o programa . é necessário armazenar somente a metade da matriz. COEF SAOJOSE vai utilizar o arquivo SAOJOSE. Gordon (1981).LST. COEF SAOJOSE SAOPAULO vai utilizar o arquivo SAOJOSE. não importando se você compara objeto A com B ou B com A. Esta matriz contém todas as possíveis comparações entre pares dos objetos sendo comparados (também conhecidos como Unidades Taxonômicas Operacionais . Para informações mais completas. na forma de uma matriz triangular. Se por alguma razão você prefere um outro nome para o arquivo “FPC”. ainda. oferecendo diversos coeficientes de semelhança e distâncias amplamente utilizados para estudos ecológicos e taxonômicos. a matriz calculada pelo COEF a partir de um arquivo “FPM” deste tipo será uma matriz de semelhanças entre amostras.UTOs . A matriz normal produzida pelo programa CRIAMAT coloca as amostras como linhas. COEF permite o cálculo e armazenamento de uma matriz deste tipo. ou na hora de produzí-la. ou na opção de modificação de matriz no próprio COEF. Normalmente. recomendo Dunn & Everitt (1982). Introdução Este programa serve como elo de ligação entre as matrizes de dados produzidas pelos programas CRIAMAT e MATRIZ e os programas CLUSTER e ORD (quando se deseja utilizar Análise de Coordenados Principais).FPC como saida (e SAOJOSE. se optar pela impressão da matriz.

Marczewski-Steinhaus Q . imprimir e manipular.Bray Curtis G .Yule T .chi-quadrado U .Canberra incl.distancia euclidiana simples C . euclid.chi-quadrado com Yates Para dados quantitativos A . após o cálculo dos coeficientes.0 dupl. de variables : 200 [0] Rotas Rota entrada : C:\FITOPAC\ Rota saida : C:\FITOPAC\ Coeficiente atual : distancia euclidiana simples test data set .Morisita K . quadrada media D .versão 1 Utilização Tela principal : Arquivos Rotas Ler Coef.Distancia geografica 2 .Urbani & Buser Q . quadrada media D . de objects : 11 [0] Arquivo saida : MAT1. COEF[ICIENTE] .distancia euclidiana simples C .Bray Curtis H .Canberra excl.succesive 10 % overlaps As opções oferecidas no menu principal são Ler.selecione o tipo de coeficiente que deseja calcular.Morisita (mod.distancia euclidiana media E .0 dupl.distancia manhattan media F .distancia manhattan total F .FITOPAC . Para dados binários A .Hamann S . J .Rogers . aparece um menu de coeficientes mostrando todos os coeficientes disponiveis no programa para o tipo de arquivo de dados escolhido (binário.Kulczynski O .ler o arquivo de dados.Marczewski-Steinhaus K . quantitativo ou mixto).Jaccard M .Dice/Sorenson/Czekanowski N .FPC no.distancia manhattan media G .Kulczynski R . e no caso de imprimir. fOrmato Modificar calcUlar Imprimir Manipular Sair Escolher o coeficiente a ser calculado -----------------------------------------------------------------------------arquivos Arquivo entrada : MAT1.Ochiai P . *calcular. Segue a explicação de cada ítem :LER .distancia euclidiana media E .Gower S . Ao escolher esta opção.Tanimoto R .diferenca de forma I . Horn) L .FPM no. I . Os itens marcados com asterisco estão disponíveis somente depois de selecionar um arquivo de entrada. Você só vai poder selecionar o coeficiente após a leitura do arquivo de dados.diferenca de tamanho N . *coef.distancia euclidiana quadrada B .“simple matching" L .diferenca de tamanho H . euclid. formato.dist.distancia euclidiana quadrada B .diferenca de forma O . *modificar.correlacao J .dist.distancia corda M .correlacao P .Baroni .

veja a seção “Limitações e Problemas” para informações sobre possíveis incompatibilidades.programa COEF (manual versão 30/04/98) Note que nem todos os coeficientes são aplicaveis com qualquer tipo de dados de entrada . IMPRIMIR . eliminar ou mascarar linhas ou colunas da matriz. Lembre que o número de coeficientes na matriz é uma função do número de objetos ao quadrado ! A impressão de uma matriz de coeficientes destrui a matriz de dados que está na memória do micro e será necessário re-ler a matriz para calcular mais coeficientes. Para dados binários.escolher o formato do arquivo de coeficientes . Você também pode utilizar esta facilidade para criar matrizes que combinam diferentes tipos de caracteres. calcular o complemento de uma matriz de coeficientes e calcular o coeficiente de correlação cofenética entre duas matrizes. etc. Mas voce pode criar 3 arquivos de dados. alem de transpor e imprimir a matriz de dados e acesso à planilha para inspeção e modificação de dados individuais. efetivamente não existe limite para o número de caracteres. MODIFICAR . embora o limite para o número de objetos (400) continua válido. cOmbinar conVerter comPlemento coFenetica Continue Combinar 2 ou mais matrizes de coeficientes ------------------------------------------------ ------------------------------------------------------F1 Ajuda. CALCULAR . especialmente onde o número de objetos é grande. Ao selecionar esta opção. Desta maneira. As transformações são particularmente importantes pois é necessário transformar as colunas da matriz antes de calcular muitos coeficientes.permite manipular arquivos de coeficientes (combinar arquivos. 2 com 250 caracteres e um com 150 caracteres. F3 Selecionar.inicia o calculo da matriz de coeficientes e a gravação do arquivo “FPC” onde são armazenados. não seria possível calcular uma matriz de coeficientes diretamente pois o máximo de caracteres quantitativos é 250. abre a seguinte tela:- .imprime a matriz de coeficientes num arquivo que terá o nome do arquivo de saida com a extensão “LST”. O principal uso desta opção é em casos onde você tem demais caracteres para calcular a matriz de coeficientes diretamente. Tome cuidado com esta opção pois a listagem obtida pode ser muito volumosa. F5 Gravar config. se tiver uma matriz com 650 caracteres quantitativos. alguns coeficientes são exatamente iguais (por ex. F10 Sair Segue uma descrição de cada opção :COMBINAR . Não é possível combinar distâncias com semelhanças. Estas incluem a possibilidade de combinar duas ou mais matrizes de dados. As modificações disponíveis incluem transformar. converter entre formatos de arquivo.) Veja a seção “Manipulando matrizes”.esta opção é muito importante pois permite a modificação da matriz de dados antes de calcular os coeficientes.permite combinar duas até quatro matrizes em uma matriz só. e depois combinar estas matrizes (dando um peso proporcional ao número de caracteres para cada um) para dar uma matriz final que é equivalente à matriz calculada diretamente utilizando todos os caracteres de uma vez. Manipulando matrizes COEF oferece algumas facilidades para manipulação de matrizes de coeficientes. Veja o capítulo “Opções comuns a vários programas” para uma descrição mais detalhada desta opção. e o programa dará uma mensagem de erro se tentar. MANIPULAR . FORMATO . Canberra e Manhattan média). F4 Impressora. Para dados mixtos. Por exemplo. calcular um coeficiente para cada matriz. Veja a seção “Limitações e problemas” para mais informações. somente o coeficiente de Gower é disponível.pode ser FITOPAC (FPC) ou NTSYS.

00 0. 4 .calcula o complemento da matriz de coeficientes .0 .calcula o coeficiente de correlação cofenética entre qualquer par de matrizes e mostra um gráfico plotando os valores da primeira matriz contra os valores correspondentes da segunda matriz. aparece um menu mostrando as conversões disponíveis :- A .00 0.FITOPAC . COFENETICA . FITOPAC → SYSTAT ou NTSYS). mas pode ser usado com outras matrizes e não somente com a dendrograma. Este peso normalmente é igual ou proporcional ao número de caracteres usados para produzir cada matriz.FITOPAC > SYSTAT D .FITOPAC > NTSYS B . caso queira alterar o equilibrio entre as matrizes.SYSTAT > FITOPAC em seguida. mas você pode usar outros pesos. junto com o peso a ser dado a cada uma.permite converter arquivos de um formato para outro (por ex.FPC Arquivo de saida ? : MAT1. CONVERTER . transformando similaridade em distância. Semelhante à opção para correlação cofenética em programa CLUSTER. Ao escolher esta opção.NTSYS > FITOPAC C .o valor de similaridade. Repare que só pode ser usado com matrizes do mesmo tamanho.versão 1 Arquivos a serem combinados arquivo nnnnnn nnnnnn nnnnnn nnnnnn peso 0.00 Nome de arquivo FPC contendo matriz de coeficientes Você pode entrar com os nomes de até quatro matrizes que serão combinadas. aparece uma tela pedindo os nomes dos arquivos de entrada e saida a serem usados na conversão :Arquivos Arquivo de entrada ? : MAT1. O valor do coeficiente na matriz final é calculado a partir da seguinte expressão C f = pC+pC +pC +pC 1 1 2 ∑p i =1 2 4 3 3 4 4 i onde Ci é o valor do coeficiente em matriz 1 e pi é o valor dado para o peso para matriz 1.isto é.00 0.DAT COMPLEMENTO . 1.

Neste caso. mas cada um tem variaveis diferentes faltando. Este ponto é particularmente importante se tiver alguns objetos com muitos dados faltando . O resultado vai ser uma tentativa de calcular semelhança ou distância entre objetos que não tem nenhum variável válida em comum.programa COEF (manual versão 30/04/98) Dados faltando Embora não seja tão comum em matrizes de dados ecológicos. e neste caso. Veja Dunn & Everitt (1982) e Clifford & Stephenson (1975) para uma discussão deste ponto. Em geral. No cálculo do coeficiente entre dois objetos. É possível que ocorra uma situação onde ambos os objetos tem aproximadamente a metade dos dados faltando. precisará refazer todas as modificações. recomenda-se o uso da distância média pois a presença de dados faltando vai diminuir a distância total calculada. Note que a opção de impressão pode imprimir qualquer matriz tipo “FPC” e não está restrita ao último arquivo gravado. SP ficariam : -22. O número máximo de colunas (variaveis) depende do tipo de matriz. pois os coeficientes calculados não são muito confiaveis.88 de latitude e -47. não foi possível medir um ou mais dos objetos sendo estudados. Para dados qualitativos (presença/ausência). o programa mostra uma mensagem de erro e para o processamento da matriz. a matriz resultante vai subestimar as distâncias para estes objetos. No caso de cálculo de distância geográfica. é necessário somente recarregar a matriz após a impressão. acima. Depois pode imprimí-las utilizando a opção de nome de arquivo na operação de impressão para controlar quais matrizes são impressas. A presença de dados faltando na matriz de dados não é um problema na maioria dos casos. existem algumas limitações importantes. ou completando a matriz com mais dados reais para estes objetos. os coordenados para a cidade de Campinas. porém. matrizes com muitos dados faltando devem ser tratados com bastante cautela. recomendo que. Limitações e problemas O número máximo de objetos é 400. A única maneira de resolver este problema é de eliminar um ou ambos os objetos envolvidos ou completar a matriz com dados novos. matrizes de dados taxonômicos frequentamente contém dados faltando . caso haja um número grande de dados faltando. Os coordenados geográficos devem estar em graus decimais (i.a causa desta mensagem é a ausência de valores válidos para algum par de objetos. permite utilizar um número quase ilimitado de variáveis (veja a seção “Manipulando matrizes"). O uso das facilidades para combinar matrizes. Para matrizes de dados quantitativos. Este problema pode ser evitado por eliminação de um ou ambos os objetos envolvidos. Como alternativo. O coeficiente é calculado somente com base nas comparações válidas entre os objetos. de comparações validas = 0 . quando você seleciona a opção para imprimir a matriz de coeficientes. se possível.geralmente ocorre quando se usa um coeficiente de correlação. e não é possível ler uma matriz com mais que 400 linhas nesta versão. Um outro problema que pode surgir é a falta de comparações válidas. Portanto. ocorre 5 . o programa precisa remover a matriz de dados da memória RAM. pode criar uma matriz já modificada utilizando CRIAMAT ou MATRIZ. e se você quiser calcular outos coeficientes utilizando a mesma matriz modificada. Não pode ter dados faltando ! Mensagens de erro O programa produz uma mensagem de erro quando encontra uma situação que produzirá uma matriz com valores que não são válidos. graus + (minutos + segundos/60)/60) com latitude na primeira coluna da matriz e longitude na segunda.se não for usada a distância média. Latitudes ao Sul devem ser negativos e longitudes Oeste também.08 de longitude. Assim. qualquer modificações que foram feitas na matriz de dados são perdidas. No caso de distâncias eclidianas e manhattan. calcule todas as matrizes de coeficientes primeiro. e a matriz não pode ser usada.em uma ou mais variáveis. Com dados binários. no. devido a limitações de espaço. pois o programa ignora comparações individuais onde faltam dados. o limite é 1000 colunas. Neste caso. e um ou ambos os objetos tem exatamente o mesmo valor para todas suas variáveis.e. Veja o comentário em “Dados faltando”. Como não é possível armazenar os coeficientes calculados junto com a matriz de dados originais na memória RAM do micro. o limite é 250 colunas. porém. Esta situação geralmente ocorrerá em matrizes com muitos valores faltando. uma variável é rejeitada se um ou outro ou ambos os objetos tem dados faltando para esta variável. em casos onde você pretende modificar a matriz de dados e calcular diversos coeficientes. Valor do coeficiente não definido .

Notas técnicas Os coeficientes não são armazenados em RAM. Distância euclidiana simples d ij = d 2 ij d ij = (b + c) para dados binários. para todas as variáveis de 1 a N. 6 . Nas definições. as formulas utilizam a seguinte tabela :- UTO i + - U T O j + a b - c d onde a é o número total de variaveis onde amostras i e j ambos tinham o valor “1”. etc. Pode ser corrigido removendo um ou ambos os objetos.versão 1 quando d e (b ou c) tem valores de 0. coeficientes que utilizem dados quantitativos - Distância euclidiana quadrada 2 d ij=∑ ( xik − x jk ) 2 k =1 N d 2 ij = (b + c) para dados binários.FITOPAC . devido ao problema de armazenar a matriz de dados e a matriz de coeficientes ao mesmo tempo. para variáveis contínuas. com N variáveis e M amostras :é o valor observado para variável k na amostra i. mas são gravados imediatamente no arquivo “FPC”. b onde amostra i tinha o valor “0” e amostra j o valor “1”. a cópia da matriz de dados que está na memória RAM é destruida e os coeficientes recuperados do arquivo “FPC” para impressão. ou alterando a codificação das variáveis. Quando se opta pela impressão da matriz de coeficientes. Para dados binários. N é o número total de variáveis. As formulas utilizadas para calcular os coeficientes são descritas abaixo. os seguintes símbolos são usados :Para uma matriz de dados X. M é o número total de amostras (UTOs). ik x x ik é a média das observações para amostra i.

mas excluindo comparações onde ambos as amostras tem o valor 0. para dados binários. excluindo zero duplo (a + b + c ) 7 . Distância Manhattan média {"Mean Character Difference"} d Mij= 1 N ∑ − N k =1 x ik x jk d Mij = (b + c ) para dados binários N Bray .Curtis d BC = ∑ x −x ∑ (x + x k =1 ik k =1 N ik N jk d jk BC = ) (b + c ) para dados binários [ 2 a +(b + c)] "Canberra metric” incluindo zero duplo d CANij = 1 N x −x ∑( + x x N ik ik k =1 jk jk ) d CANij = (b + c ) para dados binários N "Canberra metric” excluindo 0 duplo igual ao anterior. N Distância Manhattan total {"city block metric"} d Mij=∑ xik − x jk k =1 N d Mij =(b + c) para dados binários. (veja Clifford & Stephenson. N Distância euclidiana média d ij = d N 2 ij d ij = (b + c ) para dados binários.programa COEF (manual versão 30/04/98) Distância euclidiana quadrada média d 2 ij = d N 2 ij d 2 ij = (b + c ) para dados binários. Esta é a forma original e mais comum deste coeficiente. d CANij = (b + c ) . 1975).

x jk ) (∑ xik + ∑ x jk ) k =1 k =1 k =1 M M M ou = SSOR para dados binários Distância geográfica .FITOPAC .versão 1 Morisita C = Lij (λi + λ j) N i N j 2 ∑ nik n jk onde λ = i ∑ n (n − 1) N ( N − 1) ik ik i i nik = no. espécie k. e Ni = no. Morisita modificado por Horn i ∑n igual ao anterior. mas λ = N i 2 ik 2 Distância corda d ij = 2(1 − cos θ ) onde cos θij = ∑x x k =1 ik M 2 M k =1 ik k =1 M jk 2 jk ∑x ∑x Diferença de tamanho d ij = d ij = ou N N 1 (∑ xik − ∑ x jk ) 2 N 2 k =1 k =1 ou d ij = (b − c ) 2 para dados binários N2 Diferença de forma N N 2 1 N 1 ( xik − x jk ) − N 2 (∑ xik − ∑ x jk )2 ∑ N k =1 k =1 k =1 d ij = N (b + c)−(b − c) 2 para dados binários N2 Correlação r ij = ∑ (x − x )(x − x ) ∑ ( x − x ) ∑ (x − x ) ik i jk j 2 ik i jk j 2 r ij = ( ad − bc) (dados binários) ( a + b )( c + d )( a + c)(b + d ) Marczewski-Steinhaus S St = 2∑ min( xik . total de indivíduos em amostra i. É fornecida para permitir comparações entre matrizes de 8 . de indivíduos em amostra i.Esta opção calcula a distância em kilómetros entre dois pontos na superficie da terra quando são fornecidas as latitudes e longitudes dos pontos.

sin LATj + cos LATi.. como o raio médio da terra. mas pode haver problemas no caso de localidades que são muito próximos (menos que 10 minutos de ângulo de separação) devido ao acúmulo de erro no cálculo. e a distância em kilómetros entre os pontos é dado por dist ij = 2π . é fácil converter os arquivos produzidos aqui ao formato NTSYS e utilizar este programa para realizar o teste. utilizando o teste de Mantel.cos LATj.programa COEF (manual versão 30/04/98) semelhança e distância geográfica entre os locais representados na matriz de semelhança.cos( LONGi − LONGj ) onde θij é o angulo entre os dois pontos.6371. Embora a atual versão de FITOPAC não inclui o teste de Mantel. é cosθ ij = sin LATi. (Butler & Bell. coeficientes que utilizem dados binários - Concordância simples {"Simple matching"} S SM = (a + d) N Jaccard S JAC = a (a + b + c ) Dice/Sorenson/Czekanowski S S KUL SOR = 2a (2 a + b + c ) Kulczynski 1 a a = [ + ] 2 ( a + b) ( a + c ) Ochiai S OCH = a [(a + b)(a + c)] Baroni . θ 360 ij o utilizando 6371 km. A formula usada para calcular a distância entre dois pontos. 1988) Em geral. os resultados são bastante satisfatórios.Urbani & Buser S S S BUB = ad + a ( ad + a + b + c) Rogers-Tanimoto RT = = (a + d) (a + d)+ 2(b + c) (a + d) − (b + c) (a + b + c + d) Hamann H Yule S Y = ad − bc ad + bc 9 . i e j.

Interpretation of Geological Maps. London.0 min k para variáveis multiestado para variáveis binárias Sk = 1. Elsevier.versão 1 Chi . R. para variáveis quantitativas : Sk = ( X ik − max k X X −X jk ) w k = 1. B. Cambridge University Press.0. Legendre. J. Numerical Ecology.M. E. k. & Legendre.D. 1981. Wiley. & Everitt. P.quadrado χ 2 ij = N (ad − bc) 2 (a + b)(c + d)(a + c)(b + d) N ( ad − bc − N ) 2 χij = (a + b)(c + d)(a + c2)(b + d) 2 Chi .T. 10 .R. 1973. Pielou. Numerical Taxonomy. Chapman & Hall. Para cada variável.0 wk = 1.A. & Bell. Academic Press. San Francisco.0 se Xik = Xjk = 1 wk = 1. Clifford. The Interpretation of Ecological Data.0 se Xik = Xjk Sk = 1.FITOPAC . & Sokal. 1982. Gordon. London. Freeman.C.quadrado com correção de Yates Coeficients para misturas de varíaveis Coeficiente de Gower W é o peso para cada comparação. Dunn. Longman. Classification.D. 1983.0 SG = ∑ wk S k =1 N k ∑w k =1 N k Bibliografia Butler. B. An introduction to numerical classification. se Xik ou Xjk está faltando. G. L. P.H. An Introduction to Mathematical Taxonomy. Sneath. Harlow. então wk = 0.C. 1984. A. & Stephenson 1975. 1988. England. H.S.

automaticamente. . 1 . mais ou menos objetivamente. e o program vai pedir o nome de um arquivo tipo ‘. O termo ‘Análise de agrupamentos’. é fornecido um conjunto de oito métodos de agrupamento. incluindo a maioria dos métodos comuns como média de grupo e vizinho mais próximo.aglomerativo.FPC’.se você utilizar um outro tipo de arquivo. Esta técnica. Everitt (1980). O programa já supoe que o arquivo de entrada tenha a extensão ‘. successivamente. não é necessário bater a extensão. Caso você queira utilizar um arquivo com outra extensão. Dunn & Everitt (1982). um diagrama que mostra o nível de semelhança entre os grupos.FPC’. São extremamente diversas as aplicações da análise de agrupamentos. um mensagem de erro aparecerá.por ex.LST’ como arquivo de saida. é necessário bater o nome completo deste. baseando-se em algum conjunto de características destes objetos. como coeficiente de correlação cofenética e análises das propriedades dos grupos obtidos. Gordon (1981). você pode especificar os arquivos de entrada e saida na linha de comando. até que permanece somente um grupo. assim. considerando-se cada objeto (parcela ou amostra de vegetação) como um grupo inicialmente. será usada o arquivo ‘POCOS.FPC’ como arquivo de entrada e ‘POCOS. Esta técnica é utilizada em situações onde não temos uma ideia pré-formada da delimitação dos grupos. o arquivo ‘NOME. mas o programa pode ser usado para análises de qualquer tipo de dados onde são válidas estas técnicas. Não se pode usar um outro tipo de arquivo como entrada . e manda toda a saida para este arquivo. É uma maneira de se investigar. Quando você chama o programa. Manly (1986). E no critério utilizado para decidir qual é o par de grupos mais próximos em cada passo da análise que os métodos diferem. Arquivo de entrada : O programa utiliza um arquivo de coeficientes de similaridade. com propriedades e filosofias diferentes. Os exemplos utilizados neste manual serão quase inteiramente ecológicos. representa a hierarquia de grupos.PROGRAMA CLUSTER Função Este programa produz uma análise de agrupamentos (cluster analysis) a partir de uma matriz de coeficientes de similaridade ou distâncias. será preciso um arquivo contendo a matriz de dados. e juntando o par de grupos mais próximos. No atual programa. chamando o programa com a linha ‘CLUSTER POCOS’’. Arquivo de saida : Quando não se especifica um arquivo de saida. Permite utilizar diversos tipos de agrupamento hierarquico . Devem ser consultados os livros de Clifford & Stevenson (1975). inclui uma vasta diversidade de métodos. o programa cria. e. Se você quer analisar os grupos formados. na realidade. correlação ou distâncias produzido pelo programa ‘COEF’. Introdução Análise de agrupamentos é uma técnica que é utilizada para formar grupos de objetos ou UTOs (Unidades Taxonômicos Operacionais). matriz esta usada para calcular os coeficientes. todos do tipo ‘hierârquico .aglomerativo’. Pielou (1984) e Sneath & Sokal (1973) para uma discussão mais ampla da teoria e aplicações de análise de agrupamentos. (contendo uma matriz de coeficientes) e um arquivo de saida (onde os resultados serão gravados). as relações entre amostras e até que ponto nos podemos reconhecer subconjuntos que mostram mais semelhança entre si e que podem ser considerados como classes ou grupos distintos. embora utilizada inicialmente em estudos taxonômicos. Um dendrograma. nem quantos grupos realmente existem na coleção de objetos.LST’. Utilização Arquivos necessários São necessários: um arquivo de entrada. tem sido amplamente usada em ecologia e atualmente é empregada extensamente em campos de estudo variando de literatura até geologia. Produz dendrogramas dos agrupamentos obtidos e fornece várias análises suplementares. em muitos casos. Estes partem de uma matriz de semelhança ou distância. com extensão e tudo. Portanto. CLUSTER ENTRADA SAIDA”.

‘CLUSTER POCOS POCOS.versão 1 Caso você queira especificar o nome do arquivo de saida. será também preciso o arquivo ‘. batendo ‘IMP’ para o arquivo de saida.selecione o metodo de agrupamento que deseja utilizar. Tela principal Arquivos Rotas Metodo Dendro dEsen Imprimir Cofen Grupos Sair Escolher o metodo de agrupamento a ser usado ———————————————————————————————————————— —— arquivos Arquivo entrada : A.FPC Arquivo saida : A. Dados O programa aceita qualquer um dos coeficientes produzidos por ‘COEF’. Os comandos marcados com um asterísco estão disponíveis somente depois de produzir um dendrograma utilizando o comando “Dendr”. No caso de se utilizar a opção de saida de “Analisar os Agrupamentos” (veja “Opções de Saida” . correlação e diversos tipos de distância (veja a descrição do programa COEF para detalhes destas opções). Segue uma descrição de cada comando :METODO .abaixo). também. Note. Pode-se. que certas combinações de coeficiente e método de agrupamento podem criar problemas (veja limitações e problemas. *dEsen. Dendro. 2 . porém. embaixo).RES’ vai utilizar ‘POCOS. *Cofen e *Grupos.RES’.LST Rotas Rota entrada : C:\FITOPAC\ Rota saida : C:\FITOPAC\ Metodo atual : Media de grupo (UPGMA) Os principais comandos disponíveis são : Metodo. lembrando de deixar um espaço entre os dois . bate este nome após o nome do arquivo de entrada.FPM’ que contém os dados originais utilizados para calcular a matriz de coeficientes de distância ou semelhança.FPC’ como entrada e os resultados serão colocados no arquivo ‘POCOS. mandar a saida diretamente para a impressora. As opções de tipo de agrupamento são apresentados no menu ‘Tipo de agrupamento desejado’ e a opção desejada pode ser escolhida. batendo a letra apropriada ou utilizando as setas e <ENTER>.FITOPAC . incluindo diversas medidas de semelhança.por ex. *Imprimir.

tende a dar pesos iguais aos grupos. é utilizada como critério para ligação de grupos. porém. Da mesma maneira que a média ponderada. mas este método não é tão extremo como o método de ligação completa. este método só faz sentido quando utilizado com distância euclidiana quadrada. o critério utilizado para ligação dos grupos é a média de distância ou semelhança de todos os pares de objetos com um em cada grupo. UPGMA. sem a formação de grupos nítidos. vários autores utilizam este método com outros tipos de coeficiente (Wishart. sem considerar o seu tamanho. maximum method. e você pode utilizar estes coeficientes se ignorar os avisos do programa. Compatível com qualquer coeficiente. Mediano. WPGMC. (Complete linkage.Ligaçao completa C . é o critério utilizado para decidir se dois grupos devem ser ligados. (Centroid. O método tende a produzir grupos compactos e esféricos. Os resultados devem. (Single linkage. 1987). Ligação completa. (Weighted average. É compatível com qualquer tipo de coeficiente. Apesar disso. furthest neighbour.Ligaçao minima B .Metodo de Ward (Variancia minima) H . Centróide.Mediano G . group average) Aqui.Centroide F . apesar de qualquer diferença em tamanho.Sneath & Sokal (1973). aparentamente com resultados bons. vizinho mais próximo) O critério utilizado para ligar dois grupos neste método é a distância mínima (ou semelhança máxima) entre qualquer par de objetos. vizinho mais distante) Neste método. Média ponderada. a se formar . então. como no método anterior. um de cada um dos dois grupos. a distância máxima (ou semelhança mínima) entre qualquer par de objetos. weighted centroid.sequencial. ser interpretados com bastante cautela. UPGMC) O critério usado neste método é a distância entre os centroides ou vetores de médias dos grupos sendo comparados.Media de grupo (UPGMA) D .Metodo flexivel Todos os métodos de agrupamento são do tipo SAHN . McQuitty’s similarity analysis) Este método é semelhante à média de grupo. frequentamente formando uma ‘cadeia’ ou ‘escada’. (Average linkage. minimum method. no total :Ligação mínima. deveria dar resultados melhores onde grupos de tamanhos muito diferentes estão sendo comparados. onde a distância de ligação entre dois grupos pode ser inferior ao nível de ligações anteriores. Teoricamente. (Ward’s method. portanto. Grupos relativamente compactos e esféricos tendem. nearest neighbour. Também está sujeito a inversões no dendrograma. São oito. sem sobreposição . a soma dos quadrados das distâncias entre os membros de um grupo e o centroide do grupo . 3 . Este método pode produzir ‘inversões’ no dendrograma. aglomerativo. utiliza um critério que é exatamente o contrário da ligação mínima. Este método é compatível com distância euclidiana e coeficientes de diferença de tamanho e de forma. Teoricamente. e tem a tendência de formar grupos extremamente compactos e esféricos.programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) Tipo de agrupamento desejado ? A . Este critério resulta em grupos extensas e ‘straggling’. O método é compatível com qualquer tipo de coeficiente. hierárquico. A próxima ligação será feita utilizando o par de grupos que produz o menor aumento neste soma. sendo um de cada grupo. Média de grupo. Esta escada é caracterizada pelos objetos ligando-se um a um. mas concede peso igual para os grupos. centroide ponderado) Este método é a variante ponderada do centroide. Método de Ward. A transformação utilizada no programa não é compatível com coeficientes de similaridade ou correlação. WPGMA. Ligação completa. Compatível somente com coeficientes de distância.Media ponderada (WPGMA) E . (Median. minimum variance) Neste caso.

7 . de preferência no mesmo disquete ou sub-diretório que a matriz de coeficientes. < 0. Portanto. Esta opção produz uma listagem do dendrograma no arquivo de saida. em micros mais lentos que não tem co-processador numérico. o dendrograma vai parecer muito ‘apertado’. plotando os valores da matriz de coeficientes original contra os valores cofenéticos do dendrograma (figura 3). o programa pede um valor para beta. Além disso. mas.Esta é a opção mais complexa pois fornece diversos tipos de análise dos agrupamentos presentes no dendrograma atual. mas. Beta.0 até (mas não incluindo) 1.Everitt. Qualquer outra tecla volta à tela principal. Com valores positivos de beta. COFEN[ÉTICO] . e onde estão ocorrendo estes problemas (Sneath & Sokal. sem o uso do modo gráfico. O valor deste coeficiente serve como indicador. (Lance_Williams’ flexible method) Este método foi proposto por Lance & Williams (1967) e permite variar um parâmetro. Esta opção calcula a correlação entre a matriz de coeficientes original e a matriz de valores cofenéticos que corresponde ao dendrograma produzido na atual análise. Se esta opção é escolhida. IMPRIMIR . deve-se utilizar diversos critérios para tomar uma decisão sobre a validade de uma classificação. Portanto. Este método é compatível somente com distância euclidiana e não com correlação. mas se o número de objetos é grande. Note que é essencial ter o arquivo “. Você pode imprimir a tela resultante apertando Ctrl-P (veja ‘Imprimindo gráficos’). entre os valores -1. e existem sugestões que valores baixos (por ex. Alternativamente. pode utilizar o comando “Grupos” .0 produzem agrupamentos muito compactos. Atualmente. oferece uma maneira de escolher entre classificações alternativas. pode-se usar a opção imprimir o dendrograma.O dendrogram é desenhado na tela (figura 1) quando se escolha esta opção. mas valores perto de -1. é possível simular o efeito de diversos métodos de agrupamento. 1980) indiquem uma má classificação ou que os agrupamentos não são satisfatórios. melhor é a representação dos dados originais fornecida pelo dendrograma. 1982). embora os principais divisões (geralmente os mais importantes e interessantes) ainda serão evidentes. quanto mais alto o valor desta correlação. é conhecido que o método de Média de Grupo (UPGMA) sempre otimiza a correlação cofenética (Gauch. o método produz resultados semelhantes a ligação mínima.versão 1 Método flexível.FITOPAC . dendrogramas que contém inversões não são corretamente impressos.calcula o valor do coeficiente de correlação cofenético (Sneath & Sokal. 4 . DENDRO . 1973). GRUPOS . Este tipo de critério deve ser usado com bastante cautela não existe um teste de significância satisfatório . utilizando o método de agrupamento especificado.e valores relativamente altos do coefiente de correlação cofenética são possíveis em situações onde ocorre distorção razoável na classificação produzida. Lance & Williams sugerem que um valor perto de -0. Em geral.0. Se quiser usar o valor sugerido pelo programa (-0. 1973). no formato mostrado na figura 2. No caso de análises com um número grande de objetos.Analizar os agrupamentos. DESEN[HAR] . O tempo de processamento necessário é proporcional ao quadrado do número de objetos sendo agrupados. e a listagem pode ser extensa no caso de análises com grande número de objetos. Este coeficiente. especialmente nos níveis inferiores.FPM” usado para produzir a matriz de coeficientes se você pretende realizar análises das variáveis originais. só precisa bater <ENTER>.imprime o dendrograma usando o conjunto normal de caracteres da impressora. O gráfico dá uma idéia melhor de possíveis distorções da matriz original.25 geralmente é satisfatório. a listagem será extensa .Este comando inicia o cálculo do dendrograma a partir da matriz de coeficientes fornecida no arquivo de entrada. Neste formato. assim permitindo determinar quais variávies são importantes na separação dos grupos. É especialmente importante aqui a possibilidade de se inspecionar as variáveis originalmente usadas para produzir a matriz de semelhança/distância. O programa também fornece um gráfico. semlhantes a ligação completa. o dendrograma ocupa uma página para cada 30 objetos. portanto. Caso você queira analisar os agrupamentos menores. variando o valor de beta. análises de grandes números de objetos levarão muito mais tempo que análises menores. na prática. nem sempre dá a classificação mais satisfatória.25). e. podem requerer várias horas de cálculos. opção que tem facilidades para selecionar e aumentar partes do dendrograma.

já foram selecionados 4 grupos. MEMBROS . As teclas usadas para “navegação” são as seguintes :- ¤ mude para o ramo à direita ¥ mude para o ramo à esquerda £ mude para o nó anterior (¢ não tem função aqui) §+ ¤ mude para o objeto mais à direita deste grupo §+ ¥ mude para o objeto mais à esquerda deste grupo + ² Vai até a raiz do dendrograma amplia (“zoom”). « escolher o ramo atual para análise µ “desfazer” a escolha de um grupo ° terminar escolha de grupos e continuar análise.esta opção simplesmente imprime no arquivo de saida uma lista dos membros de cada grupo selecionado (fig. aperte a tecla <ESC> para continuar. utilizando as teclas de seta.desfazer o aumento. Quando terminar a escolha de grupos. no dendrograma de fig. 4). Se você pretende analisar grupos ‘encaixados’ desta maneira.programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) Definir Membros Var Grupo Box/whisk Acres. Por exemplo. e o ramo do dendrograma associado é desenhado com uma linha pontilhada. 5 . e depois aperta a tecla <ENTER>. voltando ao dendrograma original. 4). voltando a esta opção uma vez que o primeiro nível de análises foi feito. você posiciona o cursor no nó do dendrograma que é a raiz do grupo (ou ramo do dendrograma) que se pretende analisar. Permite examinar um ramo em mais detalhe. Pode-se voltar quantas vezes quiser a este opção. O primeiro passo é de selecionar os grupos que você pretende analisar. O cursor indica o nó ativo. 4. . Quando você escolhe um grupo. a escolha do nó acima de grupos 1 e 2 vai anular estes grupos e criar um novo grupo 5 que contém os membros dos dois grupos originais. com um cursor apontando para o nó que representa a raiz do dendrograma. precisa fazer mais que um ciclo de análise. 5). No dendrograma de fig.Imprimir listagem dos membros dos grupos . preenchendo a tela só com este ramo. examinando e escolhendo grupos para análises mais aprofundadas. o programa apresenta um gráfico do dendrograma (fig. Note que a escolha de um grupo anula qualquer escolha anterior envolvendo aquele grupo. 4. especialmente em dendrogramas mais “apertados". deixando claro qual é a parte do dendrograma que está sendo selecionada (fig. Para selecionar um grupo. 4). aparece um quadrado ao redor da raiz do grupo junto com o número dado para este grupo (fig.Depois da escolha desta opção. Sair Definir os grupos para analise ______________________________________________________________ Metodo atual : Media de grupo (UPGMA) Segue uma descrição da função de cada comando :DEFINIR . Você pode “navegar” ao redor do dendrograma.

e. com uma linha central representando o mediano. Esta opção é útil quando você quer caracterizar um grupo específico. amostras intermediarias liguem os grupos precocemente e estas ligações escondem a estrutura que na realidade está presente. geralmente. por outro lado.no.esta opção imprime um resumo de cada grupo. e grupos que são formados somente com o uso deste método devem ser vistos com uma certa ‘desconfiança’. desde que não haja muitas amostras intermediárias. Quando tem menos que quatro objetos no grupo. este método frequentamente produz 6 . ACRES[CENTAR] .semelhante à opção anterior. Os números de grupo serão colocados numa variável chamado “Grupo” que é adicionada à matriz como o último variável. O método de Ward também tende a produzir grupos relativamente compactos e esféricos. 6). pode acrescentar os números de grupos à matriz original e utilizar esta matriz para uma análise de discriminantes. SAIR . ou lineares ou mais irregulares. dentro da caixa). não é possível acrescentar os números de grupo. Se não se definem bem os grupos existentes nos dados. No caso de objetos que não estão dentro de um dos grupos selecionados. Milligan & Cooper. de grupo a matriz .esta opção é um equivalente gráfico do “Resumir dados por variável". é que este método vai produzir ‘grupos’. o processo de ‘encadeiamento’ (chaining). Os vários levantamentos feitos mostram que não existe um método que é nitidamente superior aos outros em todas as circumstâncias. onde. que tendem a ser mais ou menos esféricos. torna-se fácil comparar os grupos e investigar o grau de sobreposição entre os grupos nas variáveis selecionadas. este método pode ser extremamente útil. Neste caso. onde grupos bem irregulares podem ocorrer com mais facilidade. produzindo um gráfico do tipoBox & Whisker” (Tukey. numa forma extrema. mínimo e desvio padrão do variável para cada grupo (fig. Fora da caixa. Figura 8 mostra um exemplo deste tipo de gráfico. a colocação dos objetos nos ‘grupos’ é um tanto arbitrária.Terminar analise de grupos . que ocupa um extremo do espectro de métodos e ligação completo no outro. máximo. na realidade. será dado o valor de “dados faltando” para esta variável. Milligan. Também pede uma lista das variáveis que devem ser usadas. 1981. onde as amostras se ligam com o dendrograma uma por uma. até todas as variáveis no arquivo. 1977) para cada variavel selecionada. Podemos fazer um contraste entre ligação mínima. BOX/WHISK . e tende a ser insatisfatória como classificação. você pode acresentar permanentamente os números de identificação dos grupos selecionados à matriz de dados originais.Resumir dados por grupo . permitindo o uso destes grupos em outros programas deste pacote. fornecendo média. e a escolha depende do tipo de dados que o usuário tem e do tipo de agrupamentos que ele procura (por ex. Portanto. Inevitavelmente. dois “whiskers” representam o máximo e mínimo do grupo para a variável. Apesar disso.FITOPAC . Por exemplo.voltar à tela principal. produzindo uma ‘escada’. Esta listagem permite investigar quais são as variáveis que distinguem melhor entre diferentes grupos. e os extremos da caixa representando os “quartiles". Com este gráfico. muito compactos. Na prática. Mostra. cada grupo é apresentado como uma caixa (“box”). que é pouco informativa.versão 1 VAR[IÁVEL] . GRUPO . ou com outros pacotes estatísticas via as facilidades paratradução” de formatos. A diversidade de métodos de se formar agrupamentos cria muitas dúvidas e questões sobre a sua aplicação. 1985).Resumir dados por variavel . mas produz um resumo grupo por grupo. Esta situação parece ser mais comum em estudos taxonômicos. 50 % dos membros do grupo tem valores menores que o mediano. produz grupos extremamente bem definidos. se você quer verificar até que ponto os grupos podem ser distinguidos e criar funções discriminantes para separá-los. temos uma distribuição contínua. pois consegue seguir as configurações mais complexas. algumas recomendações podem ser feitas. o programa pergunta quais variáveis você quer utilizar. Recomendações sobre escolha de métodos. imprimindo os dados para cada variável para um dado grupo. Scheibler & Scheibler. mas.Diagrama “Box & Whisker” . Ligação mínima produz dendrogramas que normalmente são de pouca utilidade na maioria de situações reais. variavel por variavel. permitindo qualquer combinação desde uma variável só. Quando uma matriz já contém o número máximo de variáveis. “Statgraphics” ou qualquer outro pacote estatística que tem facilidades para este tipo de análise. e 50 % dos membros caiem dentro da faixa entre os “quartiles” (i. os resultados são mais aceitáveis dos que os de ligação completa. 1987. A consequência disso. antes de proceder ao próximo grupo (figura 7). Antes de imprimir esta listagem. aparentamente bem distinctos.com esta opção. usando “Systat". Ligação completa. porém. Mas em casos onde os grupos tem formas estranhas. é apresentado somente uma linha representando o máximo e mínimo do grupo.

2 a -0. Milligan & Cooper. onde os novos coeficientes dos grupos formados são calculados a partir dos anteriores. sem a necessidade de recalcular a matriz inteira. Em geral. 1981. Portanto. alguns coeficientes teoricamente não podem ser utilizados em combinação com alguns métodos de agrupamento. não é necessário usar os dados originais ou a matriz de coeficientes original para atualizar a matriz. fornece resultados comparáveis com média de grupo e método de Ward (Milligan & Cooper.4 a -0. se não o melhor. Os estudos com dados artificiais sugerem também que o método de Ward é quase sempre um dos melhores. Normalmente. 1985). melhor que o método de Ward (especialmente com coeficientes de correlação). Com alguns coeficientes. em alguns casos. dependendo do valor de β escolhido.25 geralmente funcionam bem.programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) resultados bons para dados de composição florística e em estudos taxonômicos. alguns métodos não são combinatoriais. valores de β na faixa de -0. [ No momento. porém. o método flexível é bastante interessante por que a intensidade de agrupamento pode ser controlada. Parece ser particularmente útil para estudos ecológicos onde em muitos casos queremos ‘dissecar’ o que é essencialmente contínuo. mais do que produzir realmente uma classificação de grupos distintos. produz resultados bons. 1985). 7 . e não é mais possível interpretar os resultados com confiança. Com este número. o que quer dizer que os coeficientes calculados nas etapas posteriores da análise são de exatamente o mesmo tipo e tem as mesmas propriedades que os coeficientes iniciais. o mais satisfatório. O método de média de grupo é. não há espaço suficiente para fazer análises de agrupamento com o número máximo de objetos e o programa dará uma mensagem dememória insuficiente” se tentar. ] Compatibilidade entre coeficientes e métodos. 1987. Scheibler & Schneider. embora em conjuntos de dados onde casos extremos (‘outliers’) são comuns. 1987. Lance e Williams distinguem duas situações: 1) a estratégia de agrupamento pode ser combinatorial. pois os coeficientes nas fases posteriores não são iguais aos originais. Enquanto esta técnica facilita a programação e permite a inclusão de uma diversidade de métodos dentro de um único programa. e neste caso o coeficiente de um grupo k com o novo grupo formado pela fusão dos grupos i e j pode ser expresso inteiramente em termos dos coeficientes dik. O algorítmo empregado neste programa utiliza a estratégia combinatorial (combinatorial strategy) de Lance & Williams (1967). djk. algumas destas propriedades são perdidas. utilizando diferentes valores do parâmetro β (beta).7 são necessários para obter resultados satisfatórios. Os outros métodos mencionados produzem resultados entre os extremos de ligação mínima e ligação completa. Já. análises vão ser bastante demoradas e os dendrogramas apresentados na tela serão muito “apertados". Limitações e problemas Limites O número máximo de objetos (UTOs) é 400. Em estudos com dados reais. Nos estudos citados anteriormente. isso é considerado indesejável. 2) a estratégia pode também ser compatível. em geral. e. dij e o número de objetos em i e j. dentre as técnicas aglomerativas/hierárquicas (Milligan. o dendrograma resultante pode mostrar inversões: nestas o nível de fusão entre dois grupos é inferior (distância menor) do que o último nível de fusão dentro de um ou ambos os grupos (o nível de fusão não aumenta monotónicamente). Esta propriedade de formação de inversões é considerada altamente indesejável por muitos autores que consideram estes métodos obsoletos. Scheibler & Schneider. No caso dos métodos de centroide e mediano. os agrupamentos produzidos são quase sempre mais fáceis para interpretar do que as classificações produzidas por outros métodos. geralmente foi comparável ou. em algumas situações. É sugerido por Milligan (1987) que valores de β em torno de -0. No caso de uma estratégia incompativel.

diminuindo consideravelmente o tempo necessário para processamento. Bibliografia Anderberg. e parecem produzir resultados úteis. Cluster Analysis for Applications. é necessário pesquisar somente estes valores mínimos.por ex.versão 1 As combinações consideradas combinatoriais e compatíveis são resumidas na tabela seguinte : tipo de coeficiente. 1985). simplificando a programação e oferecendo todos os métodos dentro do mesmo programa. M. New York. 8 . Schiebler & Schneider. completa média de grupo média ponderada centróide mediano Ward flexível distância simples +/+ +/+ +/+ +/+ -/+ +/+ -/? +/+ +/+ distância quadrada +/+ +/+ +/+ +/+ +/+ +/+ +/+ +/+ combinatorial/compatível distância Manhattan +/+ +/+ +/+ +/+ -/+ +/+ -/? +/+ correlação +/+ +/+ +/+ +/+ -/+ +/-/? +/- Em geral. H. Este tem a vantagem de permitir diversos métodos de agrupamento com essencialmente uma única transformação. somente com distâncias quadradas. W. e não a matriz inteira. Apesar dos possíveis problemas. também.T. e desde que se reconhece que não são implementações exatas do método original. recomenda-se evitar combinações incompatíveis. várias técnicas teoricamente incompatíveis são usadas com coeficientes como correlação (especialmente o método de Ward . Academic Press.R. você é inteiramente responsável pela interpretação da análise resultante! Se não conhece bem estes métodos.FITOPAC . onde o valor mínima de cada coluna da matriz de coeficientes é armazenado. a modificação sugerida por Anderberg (1973). desde que usados com cautela. 1975. nota-se que os primeiros 4 métodos são compatíveis e combinatoriais para qualquer coeficiente enquanto os últimos 4 devem ser usados somente com distâncias. mas permite continuar com a análise se você quiser. New York. combinações onde tem um ‘-’ na tabela devem ser evitadas : o programa dará uma mensagem indicando que uma combinação e incompatível. é possível utilizar combinações incompatíveis ou do tipo não combinatorial. Portanto. 1973. De modo geral. em alguns casos. Notas técnicas O programa utiliza o algorítmo de Wishart (1969) para realizar o agrupamento. método lig. mínima lig. Neste caso. Neste caso. & Stevenson. Academic Press. Para aumentar a velocidade de processamento. foi utilizada. An Introduction to Numerical Classification. e. Clifford.

Computer J.W. G.. Heineman Educational Books. W. Multivariate Behavioural Research 16 : 397407. Wishart.R. R. Mass. 1984. Addison-Wesley. 9 : 373-380. Chapman & Hall. 1969.W.C. Multivariate Behavioural Research 20 : 283-304. B. Monte carlo tests of the accuracy of cluster analysis algorithms: a comparison of hierarchical and nonhierarchical methods.N.S. Exploratory Data Analysis. Milligan. & Sokal. A. Numerical Taxonomy. Sneath.A. 1987. 1985. Cluster Analysis (2nd ed. Everitt. & Wiliiams. E.programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) Dunn. Wiley. Cambridge University Press.). D. M. Biometrics 25 : 165-170. Multivariate Satistical Methods. A study of the beta-flexible clustering method (WPS 87-61). Chapman & Hall. & Schneider. 1980. Gordon. 1987. Lance. An algorithm for hierarchical classifications. San Francisco.D. Freeman & Co. 1977. G.T.G. Milligan. An Introduction to Mathematical Taxonomy. B. B. Milligan. A review of monte carlo tests of cluster analysis. Classification. Measurement 11 : 329-354. London. London. G. W.H. 1973. 1981. Reading. 1981. G. 1986. Applied Psychological 9 . A general theory of classificatory sorting strategies 1.S. D. & Cooper. Scheibler. New York. P. Tukey. G.H. W. J. Manly. 1967. & Everitt. London. Columbus OH: Ohio State University. The Interpretation of Ecological Data. Pielou.W.F. Hierarchical systems. Faculty of Management Sciences.W. 1982. Methodology review: Clustering methods.C.

FITOPAC .versão 1 Figura 1 Dendrograma desenhada na tela 10 .

44 9.99 15.04 4.94 UTO modern dog-+-------+ +---------+ prehistoric -+-------+ | +--------+ cuon-+-----------------+ | +------+ golden jacka-+--------------------------+ | +--------------------+ dingo-+---------------------------------+ | | chinese wolf-+---------------------+ | +--------------------------------+ indian wolf-+---------------------+ +------+-------+------+-------+------+------+-----+----+ 0 | 4 | 8 | 12 | 16 2 6 10 14 distancia euclidiana simples Figura 2.94 5.programa CLUSTER **** ** ** (manual versão 30/04/98) Dendrograma **** Tipo de coeficente : distancia euclidiana simples Tipo de agrupamento : Media de grupo (UPGMA) Nivel de fusao 2.25 15.99 7. Exemplo de listagem de dendrograma 11 .

12 .versão 1 Figura 3 Gráfico produzido para correlação cofenética.FITOPAC .

4 grupos já foram selecionados. 13 .programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) Figura 4 Fase de escolha de grupos .

17c. 1d. 19e. 20d. 8c. 10c. 14 . Figura 5. 12e. 10d. 6c. 1b. 12c. 4d. 13d. 11a. 2c. 5e. 16a. 20b. 15e. com 20 membros *** Membros do agrupamento sao : 11d. 5b. 13e. 16c. 17a. 7c. com 4 membros *** Membros do agrupamento sao : 1a. 11c.*** FITOPAC . Listagem dos membros dos grupos. 17b. 14a. com 16 membros *** Membros do agrupamento sao : 2b. 10b. *** Agrupamento : Grupo 3. 5d. 19b. 8d. 5c. 11e. 15a. *** Agrupamento : Grupo 2. 12a.versão 1 membros dos grupos selecionados *** *** Agrupamento : Grupo 1. 18d. 10a.

700 1. Resultados de análise de grupos por variável..100 4.900 N 16 4 20 Variavel no..000 4...800 4.856 1.2745 minimo 4.. 2 Grupo grupo grupo grupo 1.900 3.2094 0....380 pH CaCl-0 desvio padrao 0. 15 . 3.387 4.250 4..600 maximo 4.3464 0.O.700 4.. *** Media 3.5944 0.. 1 Grupo grupo grupo grupo 1...3410 minimo 2.105 M..200 4.400 4.. 2. -0 desvio padrao 0.. *** Media 4. 2.000 maximo 4.*** programa CLUSTER Resumo por variavel *** (manual versão 30/04/98) Variavel no.700 N 16 4 20 Figura 6.. 3.1915 0.....600 0.

. *** grupo 3 *** Media 4...1103 minimo 4..640 0. Resultados de análise de variáveis por grupo..230 maximo 4..300 N 20 20 20 20 Variavel pH CaCl-0..800 0.. M..900 2.900 4..O.600 0.270 desvio padrao 0..387 3...FITOPAC .700 5... P -0.0681 minimo 4...3464 1..800 4..214 desvio padrao 0.010 maximo 4..700 3. K -0. K -0. *** grupo 2 *** Media 4....5944 0...856 2. M.625 0.O..2745 0. P -0..O...000 0.290 N 4 4 4 4 Variavel pH CaCl-0...800 0.....2094 0.700 5..250 1.285 desvio padrao 0.806 0.. K -0.400 1.. Figura 7.105 1.6778 0. 16 ..600 1..100 maximo 4.800 0.100 2.versão 1 *** Resumo por grupo *** *** grupo 1 *** Media 4...200 3..3410 0... P -0.1915 0..0283 minimo 4.. M.400 0.9044 0...000 0..600 1..380 4....480 N 16 16 16 16 Variavel pH CaCl-0. -0. -0. -0.000 3...4569 0.....

17 .programa CLUSTER (manual versão 30/04/98) Figura 8 Exemplo de um gráfico “Box & Whiskers".

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->