P. 1
Geofisica- Estrut Interna

Geofisica- Estrut Interna

|Views: 67|Likes:

More info:

Published by: Isaac Yanqui Morales on Aug 01, 2012
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

08/19/2013

pdf

text

original

Universidade Estadual de Campinas Instituto de Geociências

Geotectônica
•Prof. Ticiano J. Saraiva dos Santos •ticiano@ige.unicamp.br

Métodos Geofísicos
• Gravimetria
• Magnetometria • Sísmica

Gravimetria
Medida da aceleração da gravidade.

Mede pertubações locais geradas no campo terrestre em função da presença de rochas de diferentes densidades. Maior densidade , maior contribuição para o campo gravitacional.

.

ou seja.A variação da gravidade causada pela topografia do terreno necessita de correções denominadas: Correção ar-livre e Bouguer.03086 x altura (mgal) (somada ao valor medido) Bouguer –0. da atração da lua e do sol. Ar-livre 0. . é denominada de efeito tidal. Correção por tabelas.0419 x p (magal)/metro A variação causada pelos efeitos da maré.

Fonte: Decifrando a Terra .Variação da densidade de algumas rochas e suas médias.

.

.

O perfil A-B. menos denso que as rochas encaixantes. mostra uma acentuada queda no valor de gravidade que coincide com o setor de maior profundidade do granito.Anomalia de gravidade causada pelo granito Tourão (situado no Estado do RN). . R. Fonte: DT.F.I. A extensão horizontal do corpo intrusivo (~ 50 km) é cerca de dez vezes maior que a sua profundidade máxima (~ 5 km). Trindade.

.

Fonte: Sá et al. O intervalo das linhas de contorno é de 20 mGal. . 1993.Mapa de anomalias Bouguer do Brasil e áreas adjacentes.

baseado no seguinte princípio: • . . Existe um nível abaixo da litosfera terrestre (na astenosfera) onde nenhum gradiente de pressão pode ser mantido no tempo geológico. Tal nível é chamado de “nível de compensação”..Isostasia • Isostasia é um conceito fundamental de geofísicos..

A crosta é menos densa que o manto.Isostasia Isostasia é o balanço gravitacional de massas na superfície terrestre. . O balanço (equilíbrio) é baseado no contraste de densidade dos materiais envolvidos.

há um estiramento lateral da litosfera (flexura). Isostasia regional.Tipos de isostasia: Isostasia local (Airy ou Pratt): não há estiramento lateral da litosfera. .

o modelo mais apropriado é o de isostasia local. que diz: Como o principal contribuinte para pressão na terra é o peso da carga (soterramento). não pode existir qualquer diferença de peso entre duas colunas verticais quando medido da superfície da Terra para o nível de compensação. .Isostasia Local Em grande escala (>1000km).

A camada superior rígida possui densidade constante mas inferior àquela do substrato plástico.Modelo de compensação isostática de Airy. de modo que as montanhas têm raízes profundas (fonte:Decifrando a Terra) . O equilíbrio isostático é atingido pela variação da espessura da camada superior.

(fonte:Decifrando a Terra) . mas com diferentes p. A camada superior rígida é composta por blocos de igual profundidade.Modelo de compensação isostática de Pratt. O equilíbrio isostático é atingido pela variação da densidade. de modo que as rochas sob as cadeias montanhosas são menos densas. enquanto as das bacias oceânicas são mais densas.

.

“a” esp da anti-raiz. pw de H2O Mecanismo de compensação isostática tipo Pratt. Tp espessura da crosta. r esp da raiz. ph densidade da crosta. Dp prof. TA espessura da crosta de densidade pc.Mecanismo de compensação isostática tipo Aire. pm densidade do manto. r = hpc/(pm-pc) . De compensação abaixo Tp.

a litosfera é capaz de “flexurar” sobre um peso e “abrigar" a astenosfera abaixo do gradiente de pressão que pode originar-se na litosfera.Isostasia Regional Numa escala mais local (< 1000km). Em outras palavras. a litosfera é capaz de sustentar o gradiente de pressão horizontal que ascende entre duas colunas litosféricas de diferentes pesos. .

b) ou subducção (c). . por excesso de topografia (a .Flexura da litosfera em resposta peso da carga.

.

mas uma pilha sobre a crosta terá um impacto isostático.Outras formas de “soterramento” Crustal Gelo é menos denso que rocha. .

.Degelo Grande parte da Escandinávia está experimentando um rápido soerguimento. em resposta a remoção das geleiras que existiam há dezenas de milênios.

A linha tracejada indica como a gravidade varia com a adição ou remoção da carga.Movimentos verticais da litosfera causados pela adição (a) e remoção (c) de uma carga na sua superfície. . A linha pontilhada refere-se à situação de equilíbrio isostático.

O equilíbrio entre tectônica de soerguimento e erosão p.370 .

Estabilidade de falhas sobre cargas de gelo. .

.Derretimento do gelo provoca instabilidade.

INTERVALO !!!!! .OK.

5° com o eixo de rotação da Terra e está um pouco afastado de seu centro. . O campo magnético terrestre é equivalente ao campo de um dipolo. cujo eixo faz um ângulo de 11.Magnetometria Medida do campo magnético terrestre.

.. Fonte: Langel et al.Mapa de declinação magnética indicando a posição dos pólos e a linha de declinação zero. 1980.

001 .0.200 0-3 0 .5 .05 .15 0.200 .01 -0.01 -0.1 .25 0 .01 .20 0.4 0.175 90 .3 . paramagnéticos e diamagnéticos Material Susceptibility x 10^3 (SI)* Air Quartz Rock Salt Calcite Sphalerite Pyrite Hematite Illmenite Magnetite Limestones Sandstones Shales Schist Gneiss Slate Granite Gabbro Basalt Peridotite ~0 -0.35 0 .35 300 .Minerais ferromagnéticos.50 1 .2 .90 0.3500 1200 .5 0.19.3 0.01 0.

Magnetização de esfera enterrada no polo Magnetização de esfera enterrada no equador .

.

abaixo de 580 oC. • Se a rocha se move ou se o campo magnético muda. . a rocha retém a assinatura magnética original.Assinatura Magnética • Minerais ricos em ferro (ferromagnesianos) são levemente magnetizados na direção paralela ao campo magnético existente na época do resfriamento.

• A assinatura magnética registrada nas rochas também guarda a polaridade. • Nas cadeias meso-oceânicas nova croista oceânica é gerada e registra a assinatura e polaridade magnética. .Magnetismo reverso e dados do assoalho oceânico • O campo magnético terrestre muda.

Padrão do magnetismo nas cadeias mesooceânicas .

.

Formação de anomalias Magnéticas .

Distribuição do fundo oceânico mundial .

Magnetismo Reverso .

Registro magnético em sedimentos oceânicos

Sismologia

Estudo da propagação das ondas sísmicas ( P e S) geradas naturalmente (terremotos) ou artificialmente (explosões) possibilitando o entendimento da estrutura interna da Terra. Grande movimento num curto intervalo de tempo.

Liberação da energia como onda sísmica. . mas mais rápida do que a superfície de onda. 2. Ondas superficiais -. Fraturamento da rocha. provocano o terremoto. Tipos de ondas sísmicxas 1. Causa compressão e expansão na direção de propagação Secundária ou "S" : Ondas de cisalhamento Mais lentas do que a onda P. ondas internas – viajam no interior da terra.viajam na superfície da terra Tipos de ondas intaernas Primária ou "P" : maior vewlocidade. Causa cisalhamento de rocha perpendicular a direção de propagação da onda> Não se propaga através do líquido Ondas superficiais "Love" (“L”) e Rayleight Causa choque vertical e horizontal Viaja exclusivamente na superfície da Terra. Rocha sob tensão acumula energia de deformação com o tempo.Terremoto • • • • Movimentom de rocha ao longo de uma falha.

Tensão vs Deformação (pressure) .

Foco e Epicentro de Terremoto .

.

.

.

.

.

e ondas Love (d). longitudinal e a onda S (b). . transversal (vibração perpendicular à direção de propagação). propagam-se também as ondas superficiais: onda Rayleigh (c). Junto à superfície da Terra.Os dois modos principais de propagação das vibrações sísmicas são a onda P (a).

as componentes verticais atenuam-se e ao chegar a um solo brando. a componente vertical do movimiento é maior que a horizontal e diz-se que o movimento é trepidatório. Por outro lado. provocando o movimento do solo tanto horizontal. como verticalmente. Nos lugares próximos ao epicentro. as componentes horizontais amplificam-se e diz-se que o movimento é oscilatório. ao propagarem-se as ondas sísmicas. .Ao gerar-se um tremor as ondas sísmicas propagam-se em todas as direcções.

Movimento Trepidatório .

Movimento Oscilatório .

Movimentos Trepitatório e Oscilatório .

Ondas P Ondas S .

• Medida das ondas de “som” do terremoto Superfície de onda Onda P . Onda S .rápida Tempos de chegada determina a distância do terremoto.

. p é a densidade.Velocidade de propagação das ondas P e S Onde k é a propriedade de incompressibilidade da rocha. u é a rigidez da rocha (ou a resistência ao cisalhamento) e.

Zona de sombra de ondas P .

Zona de sombra de ondas S .

De maneira geral. maior a velocidade de propagação das ondas P e S. quanto maior a densidade do material. .

Sísmógrafos – registra a intensidade do terremoto .

Curva de velocidade de propagação das ondas P e S .

Triangulação de 3 estações para localizar o epicentro do terremoto. .

Há diferentes caminhos para se medir a magnitude. • 1 unidade na escala Richter representa aproximadamente um aumento de 30 vezes na energia liberada. • Leva em conta a distância entre o sismógrafo e o epicentro. Intensidade • Intensidade refere-se a quantidade de danos causados • Escala Mercalli é usada para expressar os danos. Escala Richter • Escala logaritimica (NÃO física) • O aumento de uma unidade representa a magnetude 10 vezes maior.Determinando a magnitude de terremotos Magnitude – medida da energia liberada durante o terremoto. . Magnitude Richter • Mede a amplitude da maior onda S no registro sismográfico.

Movimento do Tsunami .

Tsunami : ~600 mph em água profunda ~250 mph média profundidade ~35 mph em água rasa .Mov.

Previsão de Terremoto (?) Parkfield. Califórnia “Capital mundial do terremoto” (ô vantagem) .

Mecanismo Focal de Terremotos .

Geometria de Falha .

.

.

.

.

Teste de Mecanismo Focal Hipótese de Falhas Transformantes .

Mecanismos Focais Atuais .

Mecanismo Focal de El Salvador

Fonte: Bezerra et al., 2001

ESTRUTURA INTERNA DA TERRA
• Diferenciação da Terra • Velocidade de propagação de ondas e Descontinuidades internas da terra • Composição da terra - crosta # continental  superior e inferior # oceânica  1 , 2 e 3 - ofiolitos - metamorfismo #diferenças entre crosta cont. e oceânica

- manto # estrutura sísmica # composição # zona de baixa velocidade (LVZ) # zonas de transição

Deformação na crosta e manto

- Núcleo
• Litosfera e Astenosfera • Fluxo de calor na Terra

.

Calor Radiogênico adicionado devido a fissão.Extremamanete violento. . . fusão do ferro. -Rochas do interior da Terra fortemente comprimidas e quentes. . .a Terra é diferenciada em camadas.Muito quente.O início da Terra .

Muitos são ferro e Níquel Alguns contém condritos. Entretanto Meteoritos tem 35 % de Ferro e a Terra apenas 6% . pequenos corpos rochosos nos meteoritos que podem representar material condesado da nebula solar original A composição da terra seria similar a desses meteoritos.Qual a composição da Terra primitiva? Estudo de meteoritos.

DIFERENCIADA . o ferro foi para o centro da proto-Terra devido a gravidade. tornando-se assim. o material foi se separando formando zonas concêntricas de diferentes densidades. mas devido ao calor e fusão. a temperatura passou do ponto de fusão e houve uma liquefação. Por causa de sua maior densidade. Os elementos mais leves foram para superfície.Como a Terra continuou acrescionando. Originalmente a Terra era homogênea.

.Propagação de ondas sísmicas e o interior da Terra.

. • Quando as ondas se movem de um material para outro elas mudam de velocidade e direção.• A velocidade de propagação de ondas sísmicas depende da composição do material e da pressão. • Pode-se usar o comportamento de propagação de ondas sísmicas para desvendar o interior da Terra.

Propagação da ondas sísmicas P e S .

Caminho da ondas P e S na Terra .

sendo esta última direta e precisa.Tempo de propagação das ondas sísmicas P e S com a profundidade da Terra. rigidez e densidade são inferidas a partir da velocidade. Propriedades como incompressibilidade. .

Mudanças de Vp e Vs fornecem dados para revelar a disposição das camadas no interior da Terra .

Principais Descontinuidades: • • • • • • • • Conrad Moho (mo-ho-RHO-vi-chich) LVZ 400 km 670 km D Gutenberg Lehman profundidade .

.

profundidade de 5 a 30 km .aumento da velocidade p/ 6.3 km/s .normalmente ausente .• Conrad: .crosta máfica a félsica -crosta superior e crosta inferior .

profundidade de 4 a 55 km .mudança composicional .manto .tectonicamente ativa?? .• Moho (mo-ho-RHO-vicic): .velocidade aumenta p/ 8km/s .marca o limite crosta .

P ausente em algumas regiões .possibilidades: Tº anomalamente alta. mudança de fase.presente entre 80 e 300 km profundidade .zona de baixa velocidade das ondas sísmicas . fusão parcial .ondas S sempre presente. presença de fendas ou fissuras. . ocorrendo o movimento relativo entre a litosfera e a astenosfera.• LVZ (low velocity zone): . P sobre embasamento antigo .importância: representa uma camada de baixa viscosidade. mudança composicional.regionalmente variável.

acima de 400 km o principal constituinte é olivina .distribuição mundial . limite manto superior – manto inferior . mudança de fase mineral para uma estrutura de maior densidade.em 400 km. mudança da estrutura do espinélio para perovskita.•400 km e 670 km: .em 670 km. no caso para espinélio .

Estrutura da Crosta e manto superior .

Zona de baixa velocidade (astenosfera) olivina Manto superior Zona de transição olivina -espinélio Estrutura do espinélio Z. transição espinélio-perovskita Manto Inferior Estrutura da perovskita e óxido de magnésio .

possível zona de origem das plumas do manto .mistura de material do manto e núcleo? Fe líquido do núcleo com silicatos do manto . na porção inferior do manto . 200 a 300 km.produção de ligas metálicas e silicatos não metálicos a partir da perovskita .D: .ocorre na profundidade de 2870 km .camada fina.

Fe sólido vs. FeO FeS fluído . Fe) .profundidade de 5144 km .FeO fluido. FeS vs silicato(Mg.gera forte reflexão sísmica e provavelmente representa uma mudança de interface • Lehman .• Gutenberg .limite núcleo externo – interno .limite entre núcleo e manto .profundidade de 2885 km .

7 g/cm3 – Granodiorítica Aumento densidade: 30Mpa/km Aumento temperatura: 25ºC/km. diminuindo à metade no Moho .Crosta • • • • 5 a 75 km espessura Sólida Silício (Si) e oxigênio (O) Continental – – – – 5 a 75 km espessura antiga (bilhões de anos) Deformado Densidade 2.

6 km/s – Composição basáltica? (associações minerais incompatíveis) – Composição variável (granodiorítica a granítica. gabroica anortosítica) . ácidas.• Crosta continental superior – composição granítica • Crosta continental inferior – Velocidade de 6.5 a 7.

A crosta continental contém 0.Crosta Continental: 0. composta essencialmente de rochas cristalinas. e esta porção rígida é denominada de .374% massa. sendo a parte mais fria do planeta. Dessa forma. A crosta (oceânica e continental) é a superfície da Terra. principalmente quartzo (SiO2) e feldspato. profundidade de 0-50 km. com minerais de baixa densidade.554% da massa manto-crosta. É a parte externa da Terra. as rochas se deformam suavemente.

0 g/cm3 – Basáltica –Equilíbrio isostático com a crosta continental –Subdividido em 3 camadas (1.•Oceânica –5 a 8 km espessura –Relativamente jovem (menos de 200 Ma) –Indeformado –Densidade 3. 2 e 3) .

A maior parte da crosta terrestre foi feita através da atividade vulcânica. conjunto de 40.147% da massa mantocrosta. profundidade 0-10 km A crosta oceânica contém 0.Crosta Oceânica: 0.000 km de vulcões. O sistema de cadeias oceânicas. .099% de massa da Terra. gera nova crosta oceânica a uma taxa de 17 km3 por ano. cobrindo o fundo oceânico com basaltos.

2b e 2C.sedimentos terrígenos e depósitos pelágicos.2 km/s .espessura média de 0.4 a 6.basaltos fraturados.espessura média de 1 a 2.4 km •Camada 2: .subcamadas 2A.5 km . basaltos maciços com diques e diques com basaltos maciços .velocidade sísmica 3. aumento da velocidade e diminuição da porosidade .•Camada 1: . .

7 km/s respct .metagabros e gabros com bolsões de plagiogranitos e prointrusões de serpentinitos (3A).•Camada 3: .camadas 3A.8 e 7-7. 3B (velocidade de 6. Gabros e metagabros com protointrusões e bolsões de cumulatos ultramáficos .5-6.

Camada 2rochas vulcânicas porosas com proporção pequena d e sedimentos .sedimentos. Golfo Pérsico. (Fonte: Decifrando a Terra) .(a) Crosta oceânica sugerida pela velocidade das ondas P. C a m a d a 1 . (b) Crosta oceânica no ofiolito de Omã. Camada 3 – rochas máficas maciças. Camada 4 – rochas ultramáficas.

formando um grande amontoado de diques verticalmente orientados chamados de complexo de diques acamadados . -O magma basáltico dissolvido resfria como intrusões gabróicas abaixo de 2km de profundidade.-Toda crosta oceânica é produzida nos centros de expansão.Manto quente funde-se próximo a superfície devido a diminuição da pressão. Por isto ocorrer no centro de expansão. . cada dique está sempre fraturado por um novo dique. levando magmas para a superfície. -O topo da câmara magmática vai sendo intrudida continuamente por diques. enquanto grandes quantidades eruptem no mar formando pillow lavas.

SUITE OFIOLITICA .

Geralmente ocorre em cinturões colisionais. Originados de litosfera oceânica.OFIOLITOS Assembléia de rochas ígneas variando de basaltos a gabros e peridotitos e sedimentos. .

Estrutura da crosta oceânica e manto superior • Distinção de 4 camadas via velocidade sísmica • Programas de sondagens marinhas • Ofiolitos .

Estrutura da crosta oceânica e manto superior Ofiolitos típicos Litologias e espessura de uma sequência ofiolítica do Oman ( Boudier e Nicolas. 76. Sci. Lett. . 1985) Earth Planet. 84-92..

2 Ga versus 3. •5 km versus 35 km de espessura média. •globalmente acamadada versus grande heterogeneidade. . • vulcanismo de grande-escala versus vulcanismo suave. •ampla calmaria sísmica versus tectonica ativa.Diferenças entre crosta oceânica e continental: •0.5 Ga de idade máxima.

O MANTO .

a astenosfera. Parte do manto superior. pode ser parcialmente fundida.Fe)2SiO4 e piroxênio (Mg.Manto superior: 10. profundidade de 10-400 km O manto superior contém 15.Fe)SiO3 são os primeiros minerais formados.3% da massa.3 % da massa crosta-manto. Estes e outros minerais são refratários e cristalizados a altas temperaturas. . Olivina (Mg.

profundidade de 400-650 km. contém 11. Esta camada é densa quando fria. e Granada. por causa da granada. A zona de transição ou mesosfera (manto médio). Flutua quando quente por que existem minerais fundentes para formar basaltos que podem subir como magma.5% da massa da Terra. chamado também de camada fértil. Al.1% da massa crosta-manto e é a fonte dos magmas basálticos.Zona de Transição: 7. . Contém Ca.

Pode conter algum Fe. . Ca e Al. Essa dedução é feita assumindo que a Terra tem uma abundância similar e proporção de elementos cósmicos como encontrados no sol e meteoritos primitivos. profundidade de 650-2. Mg e oxigênio.2% da massa da terra.890 km O manto inferior contém 72.9% da massa crosta – manto e é provavelmente composta de Si.Manto Inferior: 49.

descontinuidades sísmicas sugerem que a camada D" diferencie-se quimicamente do manto inferior abaixo deste. profundidade de 2.D": 3% da massa da Terra. .700-2. mas não no núcleo por causa da sua densidade. Teoriza-se que o material dissolvia-se no núcleo ou afundava no manto.890 km Mesmo freqüentemente identificada como parte do manto inferior.

¾ de dunito (ou olivine pura) e ¼ basalto. partindo do final do dunito empobrecido. Composição do Manto: .eclogítico: <<olivina e >30% granada . falhas de cavalgamento em cinturões colisionais. . que deriva de magma basáltico enriquecido. Este último pode ser formado por fusão parcial do pirólito. . A rocha é geralmente peridotítica. ou em erupções de basaltos.Composição do Manto: Amostras do manto superior ocasionalmente aparece em zonas de falha oceânicas.peridotito: >>olivina e <15% granada.

o que indica a presença de elementos mais leves. profundidade de 2. eletricamente condutiva onde ocorrem os movimentos convectivos.. Suspeita-se que 10% seja composto de enxofre e/ou oxigênio. .150 km O núcleo externo é uma massa líquida quente.Núcleo externo : 30. Esta camada condutiva combina com a rotação da Terra e cria um efeito dínamo que mantém um sistema de correntes elétricas conhecido como campo magnético terrestre. Esta camada não é tão densa quanto ferro fundido.8% da massa da Terra.890-5. pois estes elementos são abundantes no cosmo e dissolve-se facilmente em ferro fundido.

7% da massa da Terra. Acredita-se que foi solidificado como resultado da pressão.150 a 6. o que ocorre com muitos líquidos quando a temperatura diminui e a pressão aumenta.370 km O núcleo interno é sólido . profundidade de 5. .Núcleo Interno: 1.

Litosfera e Astenosfera crosta Litosfera (rígida) Astenosfera (plástica) Mesosfera (rígida) Núcleo externo (líquido) Núcleo interno (sólido) .

.

limite termal inferior de 1300-1400ºC – dissipação Astenosfera .convecção termal .modelos variáveis . . O inverso verdadeiro. .Fluxo de Calor Litosfera: .atua como uma camada isolante e a transferência de calor na mesma ocorre por condução ( radiação de sua superfície).afinamento litosférico– aumento gradiente geotermal e fluxo térmico.

Calor interno da Terra • Calor original • Subseqüente decaimento radioativo • Condução • Convecção .

Tuzo Wilson: causadores de rifteamento e cadeia meso oceânicas. dimensão. com densidade e viscosidade menor que os materiais adjacentes. etc. profundidade. - . respostas sísmicas. viscosidade).várias interpretações quanto a natureza da pluma (agente causador e desencadeador). atividade vulcânica. tempo de desenvolvimento. forma.Fluxo de Calor Plumas do Manto . . hot spots .bolhas de material aquecido. temperatura. condições limites (pressão.

.

Convecção do manto superior: possível motor da tectônica global .

.

.Variação da temperatura com a profundidade sobre regiões continentais e oceânicas.

.

Valor de Condutividade para Várias rochas Sedimentares Tipo de rocha Arenito Folhelho Sal Condutividade (W/m/K) 3-5 1.5 95.8 52.4 67.5 .4 77.2 56.2 6 Valor médio do fluxo de calor na superfície terrestre Região Africa America do Sul America do Norte Australia Europa Media continental Pacífico norte Pacífico sul Atlântico norte Média oceânica Média fluxo de calor na superfície (mW/m2) 49.6 60.2 .4 78.4 63.7 54.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->