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01/12/2013

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RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO - 2012 AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/FARMÁCIA

E ODONTOLOGIA - 2013

CONHECIMENTOS GERAIS ÁREA: LÍNGUA PORTUGUESA
RELAÇÃO DE ASSUNTOS 1. Ortografia 2. Acentuação 3. Pontuação 4. Classe, estrutura e formação das palavras (morfossemântica) 5. A oração e seus termos (morfossintaxe) 6. Concordância verbal e nominal 7. Regência verbal, regência nominal e emprego de crase 8. O texto e a construção de sentidos 9. Coerência e coesão 10. Emprego dos tempos, modos verbais e vozes verbais 11. Fenômenos semânticos (metáfora, metonímia, sinonímia, antonímia, eufemismo, hiperonímia, ambiguidade, vaguidade, polissemia, homonímia).

BIBLIOGRAFIA ANTUNES, Irandé. Lutar com as palavras: coesão e coerência. São Paulo: Parábola, 2005. BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37. ed. rev. amp. atual. Rio de Janeiro: Lucerna. 2009. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, S.A. OLIVEIRA, Luciano A. Manual de semântica. Petrópolis: Vozes, 2008.

ÁREA: HISTÓRIA DO BRASIL
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Brasil Colônia: administração, economia, cultura e sociedade a. Capitanias Hereditárias e Governos Gerais. b. As atividades econômicas e a expansão colonial: açúcar, mineração, gado e comércio. c. Os povos indígenas e a ação jesuítica. d. As camadas senhoriais e os escravos. e. A conquista dos sertões: entradas e bandeiras. f. O monopólio comercial português. g. Os conflitos coloniais e os movimentos rebeldes dos finais do século XVIII e início do século XIX. h. A transferência da Corte portuguesa para o Brasil e seus efeitos. 2. O Período Monárquico a. As lutas pela independência. b. A independência do Brasil e o Primeiro Reinado. c. A Constituição de 1824. d. A Guarda Nacional. e. O Ato Adicional de 1834. f. As revoltas regenciais. g. A consolidação da ordem interna: o fim das rebeliões, os partidos, a legislação, o fortalecimento do Estado, a economia cafeeira, a tributação. h. Centralização x descentralização. i. Modernização: economia e cultura na sociedade imperial. j. A escravidão, movimento abolicionista e a abolição. k. Transição para o trabalho livre. l. Política externa: as questões platinas e a Guerra do Paraguai. m. O movimento republicano. 3.O Período Republicano a. A Constituição de 1891, os militares e a consolidação da República. b. A política dos governadores. c. O coronelismo e o sistema eleitoral. d. O Tenentismo. e. A Revolução de 1930. f. O Governo Provisório (1930-1934) e a Revolução Constitucionalista. g. O Governo Constitucional (1934-1937). h. O Estado Novo (1937-1945): populismo e intervenção do Estado na economia. i. A crise do governo Vargas. j. O governo Juscelino Kubitschek e o desenvolvimentismo. k. A crise institucional nos Governos Quadros e Goulart. l. As reformas de base e a intervenção militar. m. O milagre econômico. n. A redemocratização. o. Os movimentos sociais. p. A campanha pelas eleições diretas. q. A Constituição de 1988. r. O período democrático, Collor e o Impeachment; Fernando Henrique Cardoso e a política neoliberal.

BIBLIOGRAFIA: ALGRANTI, Leila Mezan. D. João VI: os bastidores da independência. São Paulo: Ática, 1987. CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem: a elite política imperial. Teatro de sombras: a política imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

______. Cidadania no Brasil, o longo caminho. 11. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. CAPELATTO, Maria Helena. O movimento de 1932: a causa paulista. São Paulo: Brasiliense, 1981. CASTRO, Therezinha de. História da Civilização Brasileira. Rio de Janeiro: Capemi, 1982. COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999. FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 2000. ______. História Geral da Civilização Brasileira. O Brasil Republicano. Sociedade e Instituições (1889-1930). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990. (Tomo III, v. 2). FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. GRINBERG, Keila & SALLES, Ricardo (Org). O Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009. (v. 1, cap. IX; v. 2, cap. II e IX). HABERT, Nadine. A década de 70: Apogeu e crise da ditadura militar brasileira. São Paulo: Ática, 2006. HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. JANOTTI, Maria de Lourdes Mônaco. O coronelismo: uma política de compromisso. São Paulo: Brasiliense, 1992. LINHARES, Maria Yedda (Org.). História Geral do Brasil. 9. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. LOPEZ, Luiz Roberto. História do Brasil Contemporâneo. 2. ed. Porto Alegre: Mercado Aberto: 1983. MONTEIRO, Hamilton. Brasil República. São Paulo: Ática, 1986. MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: Índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. MOTA, Carlos Guilherme (Org.). Brasil em Perspectiva. 17. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1988. PRADO Jr., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 23. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. 390 p. RODRIGUES, Marly. A década de 80. Brasil: quando a multidão voltou às praças. São Paulo: Ática, 1992. SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos: engenhos e escravos na sociedade colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. TAVARES, Luís Henrique Dias. O primeiro século do Brasil: da expansão da Europa Ocidental aos governos gerais das terras do Brasil. Salvador: EDUFBA, 1999. TOLEDO, Caio Navarro de. O Governo Goulart e o golpe de 64. 8. ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.

ÁREA: GEOGRAFIA DO BRASIL
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Espaço Geográfico Brasileiro a. A formação do território nacional. b. A inserção da economia brasileira no processo de globalização da economia 1) O Brasil e o Mercosul. 2) O desenvolvimento econômico e os indicadores sociais no Brasil. c. O espaço industrial brasileiro. 1) O papel do Estado na industrialização brasileira. 2) O período desenvolvimentista e os PNDs. 3) O tripé da industrialização: empresas multinacionais, nacionais e estatais. 4) Concentração e desconcentração industrial no Brasil. 5) Características atuais da industrialização brasileira. 6) Diversificação industrial brasileira. d. A urbanização. 1) A urbanização brasileira no século XX. 2) O processo de metropolização no Brasil. 3) A urbanização e as etapas da industrialização. 4) Os problemas urbanos. e. A rede de transportes e comunicação brasileira, sua estrutura e evolução. f. O espaço rural brasileiro. 1) Características do mundo rural brasileiro. 2) Concentração fundiária no brasil. 3) A expansão das fronteiras agrícolas. 4) O uso da terra. 5) A modernização da agricultura no brasil. 6) A reforma agrária e as lutas sociais no campo. 7) A produção de matérias-primas no campo. 8) A produção de alimentos. 9) A produção de biocombustíveis. g. A população brasileira: 1) A formação, estrutura e dinâmica da população brasileira. 2) Evolução do índice de desenvolvimento humano. 3) O imigrante na formação do Brasil contemporâneo. 4) Os fluxos migratórios internos. 5) As novas fronteiras populacionais. 6) Os movimentos emigratórios no brasil. 2. A questão regional no Brasil a. A regionalização do país. b. O planejamento regional no Brasil. c. As desigualdades regionais. d. A geopolítica amazônica. 3. Estrutura e dinâmica do planeta e o espaço natural brasileiro: A questão ambiental e o território. a. Estrutura e dinâmica da Terra. b. Aspectos morfoclimáticos do território brasileiro, as bases geológicas do Brasil, as feições e as classificações do relevo brasileiro. c. Aspectos biogeográficos do território brasileiro. d. A dinâmica climática no Brasil. e. Os recursos minerais. f. As fontes de energia e as políticas energéticas. g. A biosfera e os ecossistemas no Brasil. h. Questão ambiental no território brasileiro

São Paulo: Moderna. L. Milton. 2. Roberto Lobato. SANTOS. S. SENE. São Paulo: Ateliê Editorial. 2003. ed. SANTOS. 2005. 1995. . Os domínios de Natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas. 2. 2010. 5. Eustáquio de. Rio de Janeiro: Record. Aziz. Graça M. ed.BIBLIOGRAFIA: AB´SABER. Fernando dos Santos. SILVEIRA. Ivone Silveira. O espaço urbano. MENDONÇA. FERREIRA. São Paulo: Ática. A urbanização brasileira. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. Maria L. 2002. São Paulo: EDUSP. São Paulo: Oficina de textos. Geografia do Brasil. e atual. SUCENA. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo. O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI. 1995. TERRA. São Paulo: Moderna. Lygia. L.). SAMPAIO. ed. DANNI-OLIVEIRA. 5. Atlas Geográfico: Espaço Mundial. J. São Paulo: Scipione. Marcos de A. F. 2007. atual. reform. Geografia: ensino médio. ROSS. Didática 3. Geografia do Brasil. 2001. CORRÊA. 2002. I. ed. 2003.. M. São Paulo: Edições SM. (Org. Milton. Climatologia: noções básicas e climas do Brasil. COELHO.

Sentences: affirmative. present perfect. Verb tenses: simple present. Cambridge: Cambridge University Press. WALTER. 7. C. will.l. interrogative. 2006. place and location. SWAN. 2001. 10. present continuous. negative and interrogative. Quantifiers: many. 9. manner and frequency. (a) few. M. could. position of adverbs. Modals: can.ÁREA: LÍNGUA INGLESA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Adverbs: time. Reading comprehension 12. 2000. 8. The good grammar book. 6. Cobuild. MURPHY. 4. Relative clauses BIBLIOGRAFIA: COLLINS. simple past (regular and irregular verbs).]: Macmillan. much. VINCE. object. English Grammar. past perfect. (a) little. Essential Language Practice. Coordination and subordination 11.. Adjectives: comparative and superlative forms. . demonstrative. Michael. 3. indefinite. should and must. 2. Glasgow: Harper Collins Publisher. past continuous and future (will and going to). a lot and some. Pronouns: subject. Oxford: Oxford University Press. [S. Articles: definite and indefinite. 5. would. Essential grammar in use. 2002. R. possessive. Prepositions: time. any.

h. e. 2007. Oraciones simples y compuestas y sus elementos sintácticos. MORENO. Voseo. Gramática comunicativa del Español. Preposiciones. Adjetivos: género. 2007. R. número. Pronombres: personales sujetos 1) Los pronombres personales complementos del Objeto Directo y del Objeto Indirecto 2) El tratamiento: situaciones de uso. grado f. 2000. FERNÁNDEZ Díaz. i. . Fanjul. Madrid: Ed. c. 1) Empleo de Muy y Mucho. p.l.]. q. M.n. g. k. Los relativos e interrogativos. [S. Gramática Didáctica del Español. número. Verbos regulares e irregulares: tiempos simples y compuestos.ÁREA: LÍNGUA ESPANHOLA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. A. TOMO I y II. Michaelis Larousse. 22. Mariano. n. 1995. Conjunciones. Edelsa. Sinonímia y antonímia. Fonética básica. 1) Empleo de y / e. o. Madrid. edición. Eres Fernández. SEÑAS. Santillana. C. Diccionario práctico bilingüe: español/portugués. posesivos e indefinidos. grado. SGEL. São Paulo: Ed.. Sustantivos: género. SM. E. 1998. Francisco Mate. l. González Hermoso. El artículo Neutro-Lo y su uso. Prácticas de fonética española para hablantes de portugués: nivel inicial-intermedio. Artículos determinados (contracciones AL y DEL) e indeterminados. 2006. Diccionario para la Enseñanza de la Lengua Española para Brasileños. Acentuación / Ortografia. Madrid: Arco/Libros. m. 2. Adrián. Vocabulario básico. Gramática de espanhol para brasileiros. DICCIONARIO DELA REAL ACADEMIA – 22. Madrid: Ed. 2000. 2000. Reglas de eufonía del artículo definido. Adverbios. Gramática Contrastiva del Español para Brasileños. São Paulo: Saraiva. 3) Los determinativos: demostrativos. d. MILANI. BIBLIOGRAFIA: BON. Numerales: cardinales y ordinales. Diccionario de Sinónimos y Antónimos de la Lengua Española. o / u. b.]: Verón Editores. Gramática y práctica de español para brasileños. L. Semántica: divergencias léxicas entre el portugués y el español. edición. r. Lectura comprensión e interpretación textual. Madrid: Ed. Gramática de español lengua extranjera. Martins Fontes. a. São Paulo: Ed. 2005. Estudo Gramatical 3. Madrid: [s. Edelsa.. GÓMEZ TORREGO. j. ZAPATEROCIRERA. LAROUSSE. GRETEL. Lectura e interpretación de imágenes.

d. c. Fundamentos e Princípios constitucionais da gestão pública.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ADMINISTRAÇÃO RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. conflitos e mediação no setor público. 5. Organização e estrutura da gestão pública f. Patrimônio na administração pública: conceitos. Estruturas e processos organizacionais. Mudanças. Planejamento financeiro no setor público (PPA. Organização da Administração Federal. 3. do desenvolvimento organizacional e contingencial. comunicação e interpessoalidade. e. Ferramentas de gestão no setor público. e. d. b. princípios e controles. c. b. Receita pública: tipos e etapas e. Teoria Geral da Administração a. i. Noções de Estado. c. j. comportamentalista. b. contratação. Modelos de sistemas de informação. h. LDO. Trabalho em equipe. estruturalista. burocrática. Governo e Sociedade. Abordagens da administração: clássica. Organização. Sistemas integrados de informação e gestão. humanística. 2.Administração financeira governamental a. c. Avaliação de desempenho. controle. c. transitivas. d. Novas abordagens da administração. f. neoclássica. Planejamento estratégico no setor público. Instrumentos de levantamento de informações. Dívida e endividamento público. d. . Racionalidade e controle do trabalho. Arquitetura organizacional. Gestão pública a. b. LOA). Liderança e motivação nas organizações. Estratégias de gestão e de análise organizacionais. f. sistemas e métodos e tecnologia da informação a. Despesa pública: tipos e etapas. Histórico da administração. e. sistêmica. Processos e atividades no setor público. g. Controle interno e Controle externo. Elaboração e uso de manuais e formulários. Modelos e ferramentas de gestão. 4. Gestão de pessoas a. pagamento. Sistemas de gestão de pessoas: seleção. b.

d.Institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. Aprendizagem organizacional. Compras no serviço público e o processo licitatório. 4) Infraestrutura de transporte e movimentação na cadeia de abastecimento. MRP. Cultura e clima organizacional.112 – Regime jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. Lei no 11. métodos e estruturas da gestão da qualidade. Tecnologia da informação aplicada à logística e à Administração de materiais. . 3) Organizações da cadeia de abastecimento. b. do Distrito Federal e dos Municípios. Orçamento público. TQM. d. 5S. e. Contabilidade governamental: aplicação. importância. Processos. 2) Alinhamento estratégico da cadeia de abastecimento e as estratégias de negócios. g. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. k. Indicadores de desempenho e indicadores de gestão. 8. TOC. das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. e. Compras no serviço público e o processo licitatório. definições. j. Dívida e endividamento público. d. das Autarquias e das Fundações Públicas Federais. e. c. Conceitos. agentes e ambientes da gestão da qualidade. c. classificações. estrutura. b. c. Administração Pública a.666 – Normas Gerais sobre compras.f. 6. Logística Empresarial a. Regime jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. tecnologias e filosofias: ECR. Processos de melhoria contínua. Interação entre pessoas e organizações. Escrituração na administração pública. Fundamentos e sistemas de gerenciamento de estoques. de 30 de dezembro de 2004 . b. 5) Estoques na cadeia de abastecimento. elementos e processos da cadeia de abastecimento. c. transportes. S&OP. ISO 9000. JIT. armazenagem. b. e. Orçamento e contabilidade pública a. i. dos Estados. Sistema tributário brasileiro 9. Lei nº 8.079. 7. h. Análise e mudança organizacional. TPM. Operadores Logísticos g. d. Instrumentos de análise e ferramentas da qualidade. Balanços e levantamentos de contas. Lei nº 8. Planejamento da Logística Empresarial: suprimento. 6) Técnicas. O poder e a ideologia nas organizações. normas e sistemas. Gestão da Cadeia de Abastecimento: 1) Conceitos. distribuição e custos. f. recebimento e armazenagem e distribuição de materiais. Gestão da qualidade a. Almoxarifado: inventário físico e os conceitos de organização.

das autarquias e das fundações federais. Lei nº 8. e. Segmentação e posicionamento. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Gerenciamento das filas de espera. Fabiano G. de 21 de junho de 1993 e suas atualizações. b. DF. métodos.. Lei nº 8. de 11 de dezembro de 1980 e suas atualizações. ______. Donald J. Curso de Administração Financeira. Leis 11. b. Análise e mensuração de processos: produtividade. d. São Paulo: Atlas. Planejamento agregado e as decisões estratégicas em manufatura e serviços. Administração financeira a. Marketing estratégico. Luis C. Dispõe sobre a organização da administração federal. Logística Empresarial. Visão geral da administração financeira. impostos e fluxos de caixa. produção e operações a. Estratégia empresarial e fundamentos de marketing a. competitividade e a estratégia de produção. 1990. d. Financiamento em longo prazo. g. tático e operacional. f. c. sistemas e métodos e as modernas ferramentas de gestão organizacional. 5) Fatores críticos em projetos. f. Demonstrações financeiras. Brasília. BIBLIOGRAFIA: ARAÚJO. c. 2) O que são Projetos. 11. serviços (inclusive de . Decreto-Lei nº 200. O Mapa estratégico e o Balanced Scorecard como instrumentos de gestão estratégica das organizações. Orçamento de capital. ASSAF NETO. G. Gerenciamento estratégico. Administração de materiais. 12. g. Planejamento e gerenciamento de projetos: 1) Projetos como sistemas de coordenação de recursos. Brasília. conceituação e escopo do planejamento estratégico. 2001. 4) Vantagens e desvantagens da administração por projetos.112. Orientação para o mercado. e. Organização. LIMA. 3) Objetivos da administração de projetos. Administração financeira em curto prazo. David J. b.638/07 e 11. técnicas e ferramentas. f. 2007. estabelece diretrizes para a reforma administrativa e dá outras providências. BRASIL. São Paulo: Atlas. 2009. c. de 25 de fevereiro de 1967 e suas atualizações. 1967.941/2009 – sobre as Demonstrações Financeiras. DF. indicadores e medidas de desempenho. risco e retorno. h. e.666. Alexandre. d. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União. Estratégia empresarial. São Paulo: Atlas. Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras.10. ______. Utilização de demonstrações financeiras. CLOSS. Custos empresariais. Natureza. de. Sistemas de planejamento e programação da produção e planejamento das necessidades de recursos. BOWERSOX. Comportamento do consumidor.

sistemas de informação e pessoas. FLEURY. 2004. R. JUSTEN FILHO. CURY. et. 1999. D. ed. 1996. Sérgio. Belo Horizonte: Editora DG. 2009. Gestão Pública: planejamento. Teoria e Projetos. Rio de Janeiro: Elsevier. . Rio de Janeiro: Elsevier. Rio de Janeiro: Campus. KANAANE. São Paulo: Atlas. Armand V. KOUVELIS. PETER. Panos. Projetos Empresariais e Públicos. Michel. N. do Distrito Federal e dos Municípios.. Marçal. GAITHER. São Paulo: Editora Atlas. GONÇALVES. ______. ______. 2004. São Paulo: Atlas. Decreto nº 1. 2000. processos.171 de 22 de junho de 1994. ed. São Paulo: Atlas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. compras. 8. REIS. Maria T. HORNGREN. A.. Fábio. Controle da Qualidade Total: gestão e sistemas. ALEM. DORNIER. Teoria Geral da Administração.. JUNG. Henrique L. 2. T. ERNEST.Processo administrativo: normas básicas no âmbito da Administração Federal. 2006. CORREA. K. P. São Paulo: Atlas. CARVALHO. FISCHER. Organizações. ed. Richard L. dos Estados. 2010. ed. M. F. NORTON. Finanças Públicas: Teoria e Prática no Brasil. ed. 2 . 2. São Paulo: Makron Books. Rio de Janeiro: Elsevier. São Paulo: Pioneira. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. alienações e locações no âmbito dos poderes da União. _____________________. CLEMENTE. 8. Gestão de Pessoas. GONÇALVES. ______. 2. Rio de Janeiro: Elsevier. 2002. ed. Administração Estratégica: planejamento e implantação da estratégia. 2002. C. 2005 CHIAVENATO. São Paulo: Atlas. 2001. C. P. FIGUEIREDO. P. Estratégia Empresarial: o desafio das organizações. São Paulo: Saraiva. Cultura e Poder nas Organizações. FEIGENBAUM. WANKE. São Paulo: Atlas. Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal e suas atualizações. São Paulo: Prentice Hall. DAFT. Philippe-Pierre. Brasília. FLEURY. EQUIPE DE PROFESSORES DA USP – Contabilidade Introdutória. São Paulo: Saraiva. ______. Contabilidade de Custos. Logística e Operações Globais. DF. 1993. Rio de Janeiro: Elsevier. Lei nº 11. Curso de Direito Administrativo. Charles T. Idalberto.Institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública. Organização e Métodos uma Visão Holística. São Paulo: Atlas. Robert S.. Mauro. 2006. Logística Empresarial. 4 v. Administração da Produção e Operações.784 de 29 de janeiro de 1999 . Antônio. Ana Cláudia. Lei nº 9. GIAMBIAGI.publicidade). S. FENDER. ali. Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Vicente. CAON. 2006. 2010. et al. 2006. CERTO. KAPLAN. AFO Administração Financeira e Orçamentária. 3.. Mapas Estratégicos: convertendo ativos intangíveis em resultados tangíveis. F. São Paulo: Parsons Education do Brasil.079 de 30 de dezembro de 2004 . 2004. F. TQC Controle de Qualidade Total: no estilo Japonês. ed. Gestão de Serviços: lucratividade por meio de operações e de satisfação dos Clientes. 1994.ed. ed. 7. FALCONI. Rosa M. 2008. 2010. 2 v. Ricardo. Ademir. 2002. J. C. 2.. Norman. 2004. Orçamento e Contabilidade Pública. David P.

MENDES. Antônio G. Rio de Janeiro: Elsevier. VILAS BOAS. Manual de gestão pública contemporânea. 2012. Edson P.. Roselaine da C. 2. José Hernandez.. Rio de Janeiro: Elsevier. QUINTANA. Poder. O. Roselaine da C. 2006. Luis Martins de. Alexandre C.. MOTTA. MENDES. Daiane P. . Criando Organizações Eficazes: estrutura em cinco configurações. Henrique. ed. R. 2. MARTINS. MORAES JUNIOR. R. Governança no setor público. São Paulo: Atlas. Carlos André S. ed. Administração da Produção. SILVA. São Paulo: Thomson Learning. São Paulo: Atlas. OLIVEIRA. São Paulo: Atlas. Fernando Cláudio P Teoria das Organizações: evolução e crítica. MATIAS-PEREIRA. MORGAN. 2008. São Paulo: Braspost. 3. WESTERFIELD. 2003. 2003. POZO. ed. 2009. ed. Rio de Janeiro: FGV. 2011. 2012. Henry. Gareth. MACHADO. 2003. B. 2005. Teoria Geral da Administração. 9. Ricardo. São Paulo: Prentice Hall. ed. 6. São Paulo: McGraw-Hill. 2002. A. São Paulo: Atlas. Contabilidade Pública. Mudança Organizacional: teoria e gestão. Administração de Marketing. Jozi Cristiane da C. São Paulo: Atlas. ed. 2009. 2003. H. ed. 2000. 2005.. Lino M. São Paulo: Atlas. Gestão da qualidade: Teoria e prática. Gerenciamento de Projetos. São Paulo: Thomson Learning. ___________________. et al. 8. MOTTA. São Paulo: Atlas. Contabilidade Governamental: Um enfoque administrativo. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais: uma abordagem logística. LIMA. Eliseu. ___________________. A. A Estratégia em Ação: Balanced Scorecard. Curso de gestão estratégica na administração pública. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. Finanças Públicas. Izabela. ed. Fernando Cláudio P. Stephen. Suzana M. Philip. J. Edição Executiva. 10. VARGAS. 2002. 2. ed.. ANDRADE. MINTZBERG. V. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. José Jayme. Contabilidade de Custos. Imagens da Organização. JORDAN. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas.. Administração Financeira. 2007. São Paulo: Atlas.. VASCONCELOS.______. Contabilidade Pública. SROUR. 2007. SLACK. Randolph W. B. Bradford D. PEREZ JR. São Paulo: Atlas. KOTLER. Cultura e Ética nas Organizações. 2011. PALADINI. Contabilidade de Custos para não Contadores. 2006. NOVAES. 1997. 2002. QUARESMA. 2010. Rio de Janeiro: Elsevier. 2001. Rio de Janeiro: Elsiever. TAMEZ. ROSS. Rio de Janeiro: Elsiever. 2. Gestão Estratégica de Pessoas.. 4. ed.

Organização c. 3. 8. 11. Referência e disseminação da informação a. Políticas. Processos. 13. processos e técnicas de qualidade. Missão. Políticas. c. teorias. Políticas. Gestão de serviços d. Técnicas.normas técnicas e patentes. processos e recursos. . c. Conservação e preservação de documentos. Gestão da informação científica e documental. d. b. Letramento e competência informacional 6. Administração e planejamento de bibliotecas e princípios. a. Teorias. Recursos. Teorias. b. d. Classificação. Técnicas. Processos. a. Controle bibliográfico dos registros do conhecimento. Missão b. documentação e ciência da informação: conceituação. processos e interdisciplinaridade. 2. 10. e. Marketing em unidades de informação. Fontes de informação impressas. 7. Indexação . Depósito legal. Organização e representação da informação.políticas. Bibliotecas escolares. Princípios. d. b. Gestão de serviços. Catalogação. 9. a. c. Instrumentos. 5. Desenvolvimento de coleções a. técnicas. b. Estudos de uso e usuários da informação. eletrônicas e disponíveis na web . c. b. Bibliotecas a. Organização. c. princípios. 4. Biblioteconomia. 12.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: BIBLIOTECONOMIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.

Vera Lúcia Doyle. Sueli Angélica do. et al. 2007. CINTRA. 16. L. a.. São Paulo: FEBAB. Marguerite (Org. 2. CHIAVENATO. SENAC. Web 2. NAVES. Murilo Bastos. J. ed. Análise de assunto: teoria e prática.. FERREIRA. [S. Planejamento de bibliotecas e serviços de informação.). Ontologias. Jeannete.M. Web semântica. e. 2008. 7. KREMER. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. arquivos abertos e repositórios institucionais. CENDON. Nova Friburgo: Êxito. 2001. rev. Introdução ao controle bibliográfico. CAMPOS. 15. Niterói: Intertexto. Beatriz V.l. Maria das Graças (Org. Brasília. 6027. Brasília. Maria Christina Barbosa de. c. 2000.). a. Soluções de tecnologias da informação voltadas à representação e disseminação da informação e do conhecimento. (NBR 6022. 2002. 2007. 2002. 2006. Bernadete S. 2004. A biblioteca escolar: temas para prática pedagógica. 2010. Fontes de informação para pesquisadores e profissionais. São Paulo: Ed. ALMEIDA. Rio de Janeiro. TALAMO. 10520. Maria de Fátima G. Sueli Mara Soares Pinto. Direitos autorais. Niterói: EDUFF. atual. a. Manual de fontes de informação. Madalena M. DF: Briquet de Lemos/ Livros. 6023.]: Pólis. TARGINO. ed. f. Eduardo W. CUNHA. Introdução à teoria geral da administração. 2. (Org.14. (Org. para segurança e proteção do acervo. DODEBEI. Bernadete. . Marketing na Ciência da Informação. M. DF: Thesaurus. DF: Thesaurus. Tecnologias da Informação aplicadas à gestão de acervos bibliográfico e documental. 14724). Ailton. UFMG. 2003. Acessibilidade e visibilidade de revistas científicas eletrônicas. Anna Maria Marques. 2002. ed.0 ou web social. Belo Horizonte: Ed. 2005. rev. CÓDIGO de Catalogação Anglo Americano. 6028.). ed.Dewey Decimal Classification: 21. Aplicativos para gerenciamento de bancos de dados bibliográficos para empréstimo bibliográfico. DF: Editora UNB. ed. J. Campus. Organização da informação na web: das tags à web semântica. CDD . 2. Rio de Janeiro: Elsevier. . 6029. Metadados. Normas Documentais. CAMPELLO. Mapas conceituais. Para entender as linguagens documentárias. DF: Briquet de Lemos Livros. ed. DF: Briquet de Lemos/Livros. Brasília. Brasília. em Espanhol. Linguagem documentária: teorias que fundamentam sua elaboração. 2010. Normas documentais da ABNT. Tesauro: linguagem de representação da memória documentária. Lopes. b. AMARAL. 2. DIAS. Brasília. 2006. Brasília. CAMPELLO. Idalberto.). Taxonomias. d. Coletânea sobre preservação & conservação de acervos em bibliotecas brasileiras. 2. 2005. CAMPELLO. BIBLIOGRAFIA: ABRUNHOSA. ed. FEITOSA. A. Bernadete. 17. Belo Horizonte: Autêntica.

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DF: IBICT. Revisão de Fátima Ganim. 3. Administração em Unidades de Informação. Seleção de materiais de informação: princípios e técnicas. 2010. 2 v. Classificação decimal universal: tabelas sistemáticas: 2ª edição-padrão internacional em língua portuguesa.UDC CONSORTIUM. VERGUEIRO. 2007. da FURG. Brasília.). P053). DF: Briquet de Lemos/Livros. VERGUEIRO. 2007. Waldomiro. MIRANDA. Tradução de Odilon Pereira da Silva. Waldomiro (Org. Brasília. Rio Grande: Ed. (Publicação UDC. ed.). Ângela (Org. .

princípios de um sistema de controle. 4) das compras. o controle de desempenho. créditos orçamentários e adicionais. Controle: o sistema de controle. endividamento e operações de crédito. a dinâmica do planejamento na estrutura organizacional. transposições e transferências. 3. dispensa. Classificação do orçamento: orçamento tradicional. b. Tipos de orçamento. a comunicação e liderança e direção consultiva. a coordenação e administração. Licitações públicas (Lei nº 8. d. Decreto-Lei nº 200: estrutura administrativa atual. limites. a motivação. Coordenação: a essência da coordenação. . objetivos. autoridades de linha e assessoria. b. Administração Pública Federal a. o modelo de controle. c. Lei complementar nº 123/06 e alterações posteriores): 1) dos princípios. Direção de pessoal: a essência da direção. Conteúdo e forma dos instrumentos orçamentários. as comissões e os departamentos de serviços. votação. Princípios orçamentários.ciclo orçamentário: elaboração. remanejamento. b. e.666 / 93. habilitação. Lei 11079/04. discussão. 5) da alienação. 2. 3) profissionais especializados. 2) das definições dos serviços técnicos. princípios orçamentários e aspectos do orçamento. reserva de contingência e passivos contingentes. o planejamento estratégico e operacional. administração direta e indireta. Administração a. a estrutura do plano. departamentalização. i. Visão geral do processo de alocação de recursos no Brasil. Organização: a natureza da organização. execução e prestação de contas. procedimentos e julgamento. O processo de elaboração da proposta orçamentária. e. aprovação. Evolução histórica do orçamento e sua correlação com o planejamento e os modelos de administração pública. A Administração e a Contabilidade. h. tipos de autoridade. o planejamento eficaz e os planos derivativos. 6) da licitação: modalidades. Orçamento público a. descentralização de autoridade. orçamento programa e orçamento base zero. Recursos para execução dos programas: exercício financeiro. g. Orçamento tradicional versus orçamento-programa. c.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. d. f. f. Planejamento: a natureza do planejamento.

Lei de Responsabilidade Fiscal e suas atualizações: princípios. e. constituição. competências e prazos constitucionais. Lei de Responsabilidade Fiscal e suas atualizações: princípios. Despesas não submetidas ao processo normal de realização: conceitos. Conceito. Regimes contábeis. ajustamento. p. m. modelo do plano de contas e codificação do plano de contas. Escrituração contábil no setor público. tipos. a Lei de Diretrizes Orçamentária e a Lei Orçamentária Anual. h. q. Execução do orçamento-programa: programação financeira de desembolso e ciclo orçamentário. incorporação e baixa de bens. divisão. descentralização de créditos. Receitas públicas: definição. Consolidação das contas públicas. liberação financeira. princípios fundamentais. dos Restos a Pagar e contas com função precípua de controle (contratos. prazos e tomada de contas especial. n. n. prestação de contas e fiscalização da gestão fiscal. cancelamento. geração de despesas. superveniências e insubsistências. Divida Ativa: inscrição. legislação básica (lei 4. Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI): conceito. natureza das contas de resultado. diversos responsáveis. o. Sistemas de Contas: orçamentário.j. Tomada e prestação de contas: responsáveis. O Plano Plurianual. geração de despesas e sua continuidade. Despesas públicas: definição. limites para despesas de pessoal. 4. programação de desembolsos e mecanismos retificadores do orçamento.320/64 Lei complementar nº 101/2000 e Decreto federal 93. f. Restos a pagar: inscrição. Demonstrações contábeis: Balanço Orçamentário. avaliação dos bens patrimoniais. financeiro. classificação. a estrutura do plano de contas. c. cobrança.872/86). convênios e instrumentos similares. objetivos. pagamento. Balanço Patrimonial. o. Dívida pública passiva: Divida Flutuante e Divida Fundada. processos.Estrutura da contabilidade pública: plano de contas e tabela de eventos. efeitos no planejamento e no processo orçamentário. fixação da Despesa. l. Balanço Financeiro. m. Demonstração das Variações Patrimoniais e análise de balanços públicos. k. d. composição. registro das principais operações típicas. destinação de recursos para o setor privado.Proposta de Programação Financeira (PPF) e Programação Financeira Aprovada (PFA): cota. transferências voluntárias. planejamento. . transparência da gestão fiscal. Contabilidade pública a. mutações. j. classificação legal e estágios da receita. adiantamentos e suprimento de fundos. g. classificação. conceitos. realização da Receita e Despesa. campo de aplicação. repasse e sub-repasse.A execução financeira através da fixação de limites de saque com vinculação de pagamento. patrimonial e de compensação.180/2001). resgate. b. Variações patrimoniais: interferências. Despesas de Exercícios Anteriores versus Restos a Pagar. k. Contabilização dos principais fatos contábeis: previsão da Receita. renuncia de receitas. cancelamento e baixas. objetivos. cancelamento. limites para a divida pública e mecanismos de transparência fiscal. Gestão organizacional da Contabilidade Pública no Brasil: papeis de Secretaria do Tesouro Nacional-STN e dos Órgãos Setoriais de Contabilidade (Lei nº 10. condições gerais e relação dos restos a pagar com a dívida pública. natureza das contas patrimoniais. cauções. classificação legal e estágios da despesa. i. Relatório resumido da execução orçamentária e relatório de gestão fiscal. inventário. Patrimônio na administração pública: bens públicos. l.

variável direto. Descargas unidirecionais e recíprocas i. achados e evidencia de auditoria. 5. normas fundamentais de auditoria. h. Custo por ordem. papéis de trabalho. Margem de contribuição. de estoques. Orçamento base zero. d. c. h. órgãos de controle externo e interno e vinculação do controle externo e interno. b. e. Taxas departamentais.r. Orçamentos flexíveis e contínuos. Produzir ou comprar. Sistemas de apuração de custos. Custo da mão-de-obra. d. Pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. tipos de auditoria. Alterações introduzidas com a Lei 11. g. Orçamento por atividades. Determinação do CMV e CPV j. 7. g. de produção. Equação patrimonial. Custos das matérias-primas e. j. b. h. f. Medidas preliminares à elaboração de balanços. Consolidação de demonstrações contábeis. Produtos conjuntos e subprodutos. Elaboração das demonstrações contábeis. Centros de lucro e preços de transferência. abrangência. Avaliação dos ativos e passivos. Apuração do resultado. de custos e de despesas. objetivos. Princípios contábeis. Abordagens contemporâneas de custeio. Classificação dos custos. Lançamentos e os métodos das partidas dobradas. m.638/07 e Lei 11941/09. processo de auditoria. Os custos indiretos de fabricação. c. b. Mão de obra improdutiva. . o. Sistemas de incentivos. 6. Relações custo-volume-lucro. Noções preliminares. Gestão estratégica. f. Ponto de equilíbrio contábil e financeiro. Contabilidade de custos a. controle na administração pública (externo e interno). Beyond Budgeting. Introdução – registro e solução dos problemas. c. baseado em atividades e padrão. Balanced Scorecard g. Registro de operações típicas. Inventários. Fixação do preço de venda. técnicas de auditoria. O orçamento geral e orçamentos específicos: de vendas. parecer e relatório de auditoria. Apropriação e contabilização dos custos. Custos nas decisões empresariais. Relatórios financeiros da empresa. das demonstrações contábeis. Classificação e conceitos dos fatos contábeis. Contabilidade gerencial a. programa de auditoria. estudo de casos de auditoria. f. k. i. d. Auditoria governamental: finalidades. Fatores limitativos. As contas de resultado e patrimoniais. formas de execução. Contabilidade geral a. Custo padrão e custo meta. Controle orçamentário. Fator de aplainamento da mão de obra. fundamentação legal. l. Conceitos. por processo e por atividades. Custos nas entidades públicas: custeio por absorção. e. n. do lote econômico de compras. Os elementos de custos.

l. Disponível em: <http://www. São Paulo: Atlas. Índice de estrutura patrimonial. Dispõe sobre a organização da Administração Federal. Encerramento do exercício. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. k. Seção 1. R. ed. 1993. de 21 de junho de 1993 e suas atualizações. Índices combinados. Disponível em: <http://www. Índices de liquidez. Análise da situação econômica. Inaldo da Paixão Santos et al. 2005. Contabilidade Pública: da teoria à prática. serviços (inclusive de publicidade). São Paulo: Atlas. d. Brasília.stn. 2010. etc.638/2007. h. C. c.Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público. Lei 11. EVA. g. Lei Complementar nº 123/06. estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.079/04.(Publicada no D. Índices de endividamento. São Paulo: Atlas. MVA. ______. ______. 5. São Paulo: Atlas. Marcelo Cavalcanti. BIBLIOGRAFIA: ALMEIDA. Estrutura e Análise de Balanços: Um enfoque econômicofinanceiro.666. e.stn. Lei nº 8. Alexandre. páginas 15 a 20). 5. Curso Básico de Contabilidade. Saraiva 2009. 8. Análise do fluxo de caixa. Decreto-Lei nº 200. de 25 de fevereiro de 1967 e suas atualizações. Auditoria: um curso moderno e prático. Distrito Federal e Municípios. ARAÚJO. Brasília. ______. compras. 2000. Brasília. ______. Analise Du Pont. ______. DF.i. Rentabilidade. Demonstração do fluxo de caixa. do Distrito Federal e dos Municípios. ed. Análise da situação financeira. São Paulo: Ed. 2006. dos Estados. Lei nº 11. Demonstrações financeiras. DF. BRASIL.gov. e dá outras providências e suas alterações.gov. Análise de balanço a. DF. j. Portaria nº 406 de 20/06/2011 – Parte III. Índices de rotatividade. ROI. f. j. Mudanças Contábeis na Lei Societária.br> ______. e ALMEIDA. Diário Oficial da República Federativa do Brasil. Relatórios. nº 87-E.br> .U. m. Investimentos. Dispõe sobre normas gerais de consolidação das Contas Públicas no âmbito da União. 2008. Constituição da República Federativa do Brasil. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. Estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras.Procedimentos Contábeis Específicos. de 04 de maio de 2000 e suas atualizações. de 07 de maio de 2001. Portaria nº 406 de 20/06/2011-Parte V. H. ______. alienações e locações no âmbito dos Poderes da União. Diário Oficial da República Federativa do Brasil.O. Alavancagem financeira e operacional. Portaria Interministerial nº 163. Lei Complementar nº 101. Promulgada em 05 de outubro de 1988. de 4 de maio de 2001 atualizada até 23/12/2011. M. BRAGA. 1967. ASSAF NETO. Estados. b. i. Índices de lucratividade.

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São Paulo: Atlas. Franco & Fortes. Contabilidade Governamental: um Enfoque Administrativo. ed. Contabilidade Pública. 2009. São Paulo: Atlas. 2. SANVICENTE. DF: Ed. Osni Moura. São Paulo: Pearson. A. São Paulo. PIRES. Manual de Auditoria Governamental. São Paulo: Atlas. 2002. POUBEL. ed. PETER. 4. ed.2009. 11. João Batista Fortes de Souza. ed. Finanças Corporativas. 2007. Ed.ATLAS. A. ______. 2007. José Antonio. Contabilidade Pública: Uma Abordagem da Administração Financeira Federal. 7. Administração Financeira. F. São Paulo: Atlas. Z. 2001. ed. Contabilidade Pública no Governo Federal. Lino Martins. Brasília. São Paulo: Saraiva. Contabilidade de Custos. Orçamento Empresarial. REZENDE. Maria da Gloria Arrais et al. G. WELSCH. Atlas. Contabilidade Básica 2. São Paulo: Atlas. 7. SILVA. Roberto Bocaccio et al. 2010. 2004. Domingos de Castro et al. ed. 2002. RIBEIRO. STARK. Finanças Públicas. São Paulo. 1996. . PISCITELLI. 2005. São Paulo: Pearson.

b. São Paulo: Loyola. Legislação e ética do jornalismo. Eventos. Comunicação de massa e indústria cultural. 2. 3. História. (Org. Pesquisa. São Paulo: Paulinas. de 09 de março de 1972. Gêneros radiofônicos: os formatos e os programas em áudio. e. BIBLIOGRAFIA: ANDRADE. e. d. BRASIL. Cultura organizacional e ouvidoria. c. c. Novas tecnologias da informação e da comunicação. 1989. 4.274. São Paulo: Paulus. 2007. eletrônico e digital. normas do cerimonial público e ordem de precedência. Estudos de recepção e mídia. teorias e conceitos de relações públicas. e.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: COMUNICAÇÃO SOCIAL RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. História da imprensa e do jornalismo no brasil. André. d. Tópicos especiais em comunicação a. planejamento. Teorias e história da comunicação. Assessoria de comunicação. b. Metodologia e pesquisa em comunicação. Imagem. técnicas e ferramentas de relações públicas. Ética e deontologia da comunicação. Fundamentos de relações públicas a. Tipologia de públicos em relações públicas. Aprova as Normas de Cerimonial Público e a ordem geral de precedência. C. cidadania e responsabilidade social. d. Cândido Teobaldo. c. Fundamentos e modalidades do jornalismo a. 2003. de. Gerenciamento de crises e de questões públicas. .). identidade e ética empresarial. d. Teorias do jornalismo e da prática noticiosa b. Globalização. Legislação e ética das relações públicas. Fundamentos do campo da comunicação a. Jornalismo impresso. BARBOSA FILHO. Decreto nº 70. BARROS FILHO. b. Ética e comunicação organizacional. c. Psicossociologia das Relações Públicas. e.

RJ: Vozes. 2008. 1987. NEVES.). Comunicação e democracia: problemas e perspectivas. Técnicas. São Paulo: Saraiva. Fundamentos teóricos da comunicação humana. 2003. Legislação da comunicação social. (Org. 2009. . (Org. Cleuza Gertrude Gimenes. Campos do Jordão. Wilson. Rio de Janeiro: CONJAI. São Paulo: Atlas. SP: Editora Mantiqueira. v. Manual nacional de assessoria de imprensa. Paulo-Edgar A. Resolução Normativa nº 43. São Paulo: Difusão Editora. FENAJ. Dênis de. Relações Públicas: teoria. Relações Públicas: história. 2009. São Paulo: Summus. Margarida Maria Krohling. KUNSCH. Como gerenciar: imagem. Margarida Maria Krohling. Fundamentos e processos.). Margarida Maria Krohling. 2000. São Paulo: Paz e Terra.). KUNSCH. 2003. crises empresariais. Comunicação e indústria cultural: leituras de análise dos meios de comunicação na sociedade contemporânea e das manifestações da opinião pública. KUNSCH. SILVA. Rio de Janeiro: Mauad. Fim de milênio. O poder da identidade. conceitos e instrumentos. comunicação simbólica. 2005. Manuel. KUNSCH. Relações públicas estratégicas. DOWBOR. IANNI. MORAES. FARIAS. gestão e perspectivas. 1973. Comunicação Organizacional. COSTELLA. CONFERP – Conselho Federal de Relações Públicas. BARROS. São Paulo: Summus. MAIA. teorias e estratégias nas organizações contemporâneas.. de 24 de agosto de 2002. São Paulo: T. RESENDE. MATTELART. Octávio. Rio de Janeiro: Mauad. Queiroz. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e prática. São Paulo: Summus. ampliada e atualizada. Nilson. Armand. 1994.). V . sociedade e cultura. (Orgs. São Paulo: Cultrix. James E. Teoria e técnica do texto jornalístico. 2009.II: A era da informação: economia. 2. Fábio. ed. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. DUARTE. (Org. História. LITTLEJOHN. 2006. CESCA. sociedade e cultura. 1988. Linguagem. Maria Aparecida. Jorge (Org.I: A era da informação: economia. Frank E. FERRARI. KUNSCH. Jorge. Rio de Janeiro: Elsevier. São Paulo: Saraiva. São Paulo: Paulus. São Paulo: Summus. Gabriel. Waldemar Luiz. M. Rio de Janeiro: Guanabara. 2007.). (Orgs. São Paulo: Atlas. KUNSCH. (Org. ed. Organização de eventos: manual para planejamento e execução. SP: Edusc. Comunicação Organizacional. A. DUARTE. Margarida Maria Krohling. (Org. 2002. Roberto de Castro. GRUNIG. FRANÇA. Desafios da comunicação. A globalização da comunicação. Antonio. sociedade e cultura. 2005. Petrópolis. 2011. V. 2. 1.) Sociedade midiatizada. Edição revista. 1997. Luiz Alberto de. Antônio F.) Teoria da comunicação humana. Comunicação empresarial integrada. Bauru. v. LAGE. DANCE. 2009. GOMES. V .III: A era da informação: economia. Stephen W. Rousiley C. (Orgs. Hélio.). X.). 5. São Paulo: Saraiva. (Org. questões públicas. Ladislau. 2000.CASTELLS. COHN. A sociedade em rede. 1999. Campus.). Margarida Maria Krohling. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. Relações públicas comunitárias: a comunicação em uma perspectiva dialógica e transformadora. 2000. propaganda e cultura de massa nessa sociedade. contextos e relacionamentos.

São Paulo: Summus. Vera Ísis. Nelson Werneck. Lisboa: Vega. Rio de Janeiro: Mauad. 2003. São Paulo: Paulinas. John B. Jorge Pedro. (Org. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Tradução de Karina Jannini. Recepção mediática e espaço público: Novos olhares. São Paulo: Martins Fontes. 2006. Celso. Roberto Porto. DF: Senado Federal. THOMPSON. Roberto Porto. . O texto na TV: manual de telejornalismo. SAAD. ed. Mário Wilton de. STEFFENN. 1995. SOUSA. 1993. Relações públicas: função política. SIMÕES. Jornalismo: questões. teorias e estórias. Teorias da notícia e do jornalismo. O conceito de público em Relações Públicas. A história da imprensa no Brasil. Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman.). Chapecó: Argos. Porto Alegre: Cidadela. São Paulo: Senac. (Org. Relações públicas e micropolítica. SOUSA. Internet. informação e comunicação. Brasília. TRAQUINA. 2002. Tradução do Grupo de Estudos sobre Ideologia. (Org. 2001. Petrópolis. WOLF.). 2008. Edson. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa.). Mauro. ed. 2005. 1995. Beth. VISMONA. Manual de jornalismo da Radiobrás. São Paulo: Summus. A ouvidoria brasileira: dez anos da Associação Brasileira de Ouvidores/Ombudsman. SODRÉ. Teorias da comunicação de massa.NUCCI. comunicação e representações sociais da pós-graduação do Instituto de Psicologia da PURCS. 2006. Estratégias para a mídia digital. (Org. 1999. SIMÕES.). RJ: Vozes. São Paulo: Brasiliense. 3. 2. 2003. 1999. Nelson. Ana Maria. PATERNOSTRO.

b. g. Atos Administrativos: conceituação e classificação. k. organizações religiosas e partidos políticos. o. Sujeitos de direitos e deveres: pessoa física e pessoa jurídica. Direito Civil a. m. suas modalidades e efeitos. Tipologia: associações. Domínio público. q.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: DIREITO RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Administração Pública Direta e Indireta e Organizações Sociais. Concessão de serviços públicos. Responsabilidade civil da administração pública. c. Direito Administrativo a. Infrações ambientais. Princípios da Administração Pública. g. 2. Responsabilidade fiscal dos entes federados. e. Função pública e regime jurídico dos servidores públicos da União civis e militares. n. b. Organização Administrativa Federal. j. Pessoa jurídica. l. s. relatório de impacto ambiental e Audiências Públicas. Política nacional do meio ambiente. e. f. e. g. Direito Ambiental a. c. Direito das obrigações. Poder de polícia. Bens públicos: classificação e caracteres. Agências reguladoras. i. Regulamento Disciplinar do Exército. Repartição de competências em matéria ambiental. Fatos. Prescrição e decadência. t. 3. permissão e autorização. Sistema Nacional do Meio Ambiente. c. d. b. Intervenção na propriedade e atuação no domínio público. Licitações e Contratos Administrativos. Controle da administração. Princípios fundamentais do Direito Ambiental. Improbidade administrativa. d. Responsabilidade civil. Sanções administrativas. Processo Administrativo. d. . f. p. r. f. estudo de impacto ambiental. fundações. Normas constitucionais relativas à proteção ambiental. Consórcios públicos e parcerias público-privadas. Sistema administrativo brasileiro. sociedades. Emendas Constitucionais 19 a 24 à CF/88 e o Direito Administrativo. atos e negócios jurídicos. h. Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. Contratos e suas espécies. Licenciamento ambiental.

ADC e ADPF) 3) Controle das omissões inconstitucionais: ADIn por omissão e mandado de injunção e. Constituição: conceito. j. b. Tipicidade (tipo legal do crime). Direito Penal a. conteúdo e caracteres. i. n. m. Posse: conceito e classificação. d. Ordem econômica e financeira. Estado-membro: autonomia. k. Princípio da isonomia. Culpabilidade: 1) erro de tipo 2) erro de proibição 3) dolo . Direitos individuais e coletivos. Poder Executivo: atribuições. 5. Tribunal Superior do Trabalho. atribuições. Poder Constituinte Originário e Poder Constituinte Derivado.h. Estado de defesa. Propriedade móvel e imóvel: aquisição e perda. Supremo Tribunal Federal. Direito de família: generalidades. h. Aplicação da lei: 1) princípios da legalidade e da anterioridade 2) interpretação 3) analogia 4) a lei penal no tempo e a lei penal no espaço b. Direito de empresa: empresário e espécies de sociedade. Direito Constitucional a. e. m. objeto e elementos. Princípio do contraditório. competências e poder constituinte estadual. k. Presidente da República e Ministros de Estado. União Federal: competências. Superior Tribunal Militar: organização e competência. Poder Legislativo: organização. Sucessão e suas modalidades. Princípio da legalidade e da reserva legal. Ação (relação de causalidade). o. f. c. f. Direitos e interesses das populações indígenas. Tribunais e juízes militares. definição. l. Normas constitucionais: classificação. Crime: 1) conceito 2) divisão ou espécie 3) elementos. Direito à nacionalidade. Tribunal Superior Eleitoral. Tribunais superiores: organização e competência. Supremacia da Constituição. Direitos políticos. g. Espécies legislativas. Hermenêutica constitucional. Federação e sistema constitucional de repartição de competências. Poder Judiciário: organização. O controle de constitucionalidade no Brasil: modalidades. da ampla defesa e do devido processo legal. Intervenção federal. Processo legislativo. Regime constitucional da propriedade. Conselho de Defesa Nacional. i. Conselho da República. 4. Direitos reais sobre coisas alheias: conceituação e classificação. limitações expressas e implícitas ao poder de reforma constitucional. p. Intervenção do Estado no domínio econômico. l. Superior Tribunal de Justiça. j. Conselho Nacional de Justiça. c. 1) Controle difuso: características 2) Controle concentrado: características e principais ações (ADIn. Sistema de freios e contrapesos. Licitude (causas legais de exclusão). Estado de sítio. d. Direitos sociais.

incompetência e conflito de competência. teoria. Suspensão condicional da pena. modificações do pedido e indeferimento da inicial. j. causa de pedir. n. g. o. requisitos. Resposta do réu: contestação. r. . Petição Inicial: pedido. y. formas. l. A Prova: espécies. multa e aplicação da pena. Atos processuais: forma. princípios. u. classificação e defeitos da sentença. Concurso de crimes e concurso de leis. Direito Processual Civil a. z. j. classificação. pressupostos processuais. v. k. condições. Providências preliminares e julgamento conforme o estado do processo. Jurisdição: conceito. lugar. perpetuação. Imputabilidade Penal. Crimes políticos. Crimes de abuso de autoridade. comunicação e nulidades. Livramento condicional. partes. l. x. h. Crime impossível. Crimes contra a Administração Pública. Sentença e coisa julgada: estrutura. c. Crimes contra o patrimônio. exceções. suspensão e extinção do processo. bb. k. Exaurimento. Consumação. 6. modificações. Crimes contra a pessoa: 1) crimes contra a vida 2) lesões corporais 3) rixa 4) crimes contra a honra e crimes contra a liberdade individual t. b. ônus e valoração. Concurso de pessoas. procedimentos sumário e ordinário. i. restritiva de direito. elementos e cumulação de ações. prazo. Circunstâncias agravantes. formação. espécies. representação. litisconsórcio e suas espécies. i. f. assistência e intervenção de terceiros. w. Crimes de lavagem de dinheiro. substituição processual. órgãos auxiliares. Medidas de segurança. h. Crimes hediondos. aa. objeto. Crimes contra a fé pública. Crime organizado. Sujeitos da relação processual: o juiz. princípios. Desistência voluntária e arrependimento eficaz. Arrependimento posterior. Extinção da punibilidade: 1) renúncia 2) perdão 3) perempção 4) decadência e prescrição (ação e pretensão executória) s. q. Pena: privativa de liberdade. espécies e limites. Atos preparatórios e de execução. Efeitos da condenação. Crimes de tráfico de entorpecentes. reconvenção e revelia. d. tempo. m.4) culpa e causas legais de exclusão g. Ação: conceito. e. Competência: espécies. p. l. capacidade.Princípios gerais do Direito Processual: fontes e eficácia da Lei Processual. Tentativa. Processo e procedimento: conceito.

apelação. Mandado de segurança. Competência Tributária. recurso adesivo. interpretação e integração. f. execução e recurso. d. Persecução penal. Obrigação tributária: fato gerador. b. d. Execução das penas: 1) evolução e regressão 2) regimes de cumprimento da pena 3) incidentes: suspensão condicional da pena. suspensão. ação de anulação e substituição de títulos ao portador. r. Conceito e Classificação dos Tributos. h. Limitações Constitucionais do Poder de Tributar. embargos de declaração. . duplo grau. mandado de injunção. 7. Inquérito. n. p. q. Direito Tributário a. Direito Processual Penal: conceito. caracteres e princípios gerais. Ação Penal Pública e Privada. Prisão: 1) o ato prisional 2) prisão em flagrante 3) prisão preventiva 4) prisão temporária 5) prisão cautelar 6) prisão administrativa 7) novas prisões preventivas obrigatórias 8) liberdade provisória 9) fiança g. Garantias e privilégios do crédito tributário. pressupostos. Juizado Especial Federal. ICMS. 8. sujeito ativo e passivo. representação e correição. o. Processo Cautelar: estrutura. ação de depósito. e. Prova: 1) disposições gerais 2) ônus da prova 3) procedimento probatório 4) provas em espécie h.m. desapropriação e usucapião especial. Eficácia da lei penal no tempo e no espaço. graça. liminar. ação popular. s. livramento condicional. Legislação tributária. reabilitação. Princípios Constitucionais Tributários. indulto. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa: ação de consignação em pagamento. espécies. embargos infringentes. vigência. ação civil pública. ações possessórias. c. Crédito tributário: constituição. Direito Processual Penal a. Tributos em espécie: IR. ITR e ISS. restauração de autos e ação monitória. f. Recursos: generalidades. b. e. Responsabilidade tributária. Processo de execução. Imunidades. habeas data. habilitação. IPI. Execuções Especiais: execução fiscal e execução de crédito hipotecário vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação. ação de prestação de contas. c. g. finalidade. agravo. anistia. extinção e exclusão. embargos de terceiro. peculiaridades.

g. Crimes em tempo de Paz. Execução. Ação Penal Militar. Processo: conceito. f. termos e prazos processuais. comutação da pena. Indulto. 10. Crime consumado e crime tentado. Da lei de processo penal militar e sua aplicação. Crimes em tempo de Guerra. Exceção. Atos probatórios. natureza e pressupostos processuais.75: das disposições gerais (TítuloI) e do Ministério Público União (Título II). Habeas Corpus. e. Lei de organização Judiciária Militar: Parte I: Da Estrutura da Justiça Militar da União. A Administração Pública e o Direito do Trabalho. Incidentes de execução. Erro. Juiz. Livramento condicional. Providências que recaem sobre coisas ou pessoas. Aplicação da pena. Parte geral e especial. k. Parte III: Da Organização da Justiça Militar em Tempo de Guerra. Concurso de agentes. g. Competência da Justiça Militar da União. Dissídios individuais e coletivos. Justificantes legais. Processo no caso de Guerra. Processos de Competência Originária do STM. culposo e preterdoloso. f. b. Ministério Público da União na Lei Complementar n. Parte Geral e especial. Relação causal. partes e auxiliares. o. Parte IV:Das Disposições Gerais. b. Penas principais e acessórias previstas no CPM. Atos probatórios e disposições a serem observadas no Inquérito. natureza e condição. Suspensão condicional da pena. c. c. A liberdade provisória. m. O comparecimento espontâneo. c. Processos Especiais: Insubmissão e Deserção. e. Jurisdição e competência.9. i. Crime impossível. h. Direito Processual Penal Militar a. Aplicação provisória de medidas de segurança. Polícia Judiciária Militar . A menagem. e. d. c. Recursos. d. d. Organização judiciária militar. Aplicação da Lei Penal Militar. Transitórias e Finais 11. Contrato individual do trabalho: o emprego e o empregador. Execução das medidas de segurança. Atos. Exculpantes legais. l. Duração do trabalho. Contestação. Ação: conceito. 12. anistia e reabilitação. g. Exercício. b. Direito Processual Trabalhista a. Controle externo da atividade policial. Desistência voluntária e arrependimento eficaz. Nulidades. Extinção de punibilidade. Denúncia. h. j. Medidas de segurança. Direito Penal Militar a. Imputabilidade. n. f. Crimes doloso. d. j. Execução da sentença. . Processo ordinário. Salário-mínimo. b. Efeitos da condenação. Inquérito Policial Militar. Elementos constitutivos do crime. Ação penal. Penalidades. i. Direito do Trabalho e Previdência a. Controle externo da atividade policial judiciária militar. Medidas preventivas e assecuratórias.

Rio de Janeiro: Lumen Júris. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 24 set. ed. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1973. extinção e suspensão do contrato de trabalho e interrupção da prestação de serviço. São Paulo: Saraiva. remuneração. Controle de constitucionalidade no direito brasileiro. BRASIL. ______. Código de Processo Penal Militar Anotado. 27 out.l. 2009. ______. BITENCOURT. Luís Roberto. AMARO. benefícios. de 11 de janeiro de 1973. 15. higiene. Brasília.e. Conceituação. Lei nº 5.830. Paulo de Bessa. do clube de futebol profissional. segurança. 3.172. Direito Tributário Esquematizado. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Alice Monteiro de. Receitas das contribuições sociais: dos segurados. j. com suas últimas Emendas. Direito Ambiental. períodos de carência. beneficiários. 2) Financiamento da seguridade social. 3. Jorge César de. 2010. espécies de prestações. Trabalho da mulher e do menor. São Paulo: Malheiros. Luciano. Comentário ao Código Penal Militar. Comentários ao Código Penal Militar. Curitiba. v. Jorge César de. organização e princípios constitucionais. Lei 5. Do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. receitas de outras fontes. Tratado de Direito Penal. 6. Dispõe sobre o Sistema Tributário Nacional e institui normas gerais de direito tributário aplicáveis à União. BARROS. Constituição Federativa do Brasil – 1998. e dá outras providências.l. 6. Limites. sobre a receita de concursos de prognósticos. DF. alteração. Parcelas integrantes e parcelas nãointegrantes. ANTUNES. ed. Cezar Roberto.l. Celso Antonio. 2010. Brasília. ______. ed. g. Lei nº 5. Institui o Código Processo Civil. ASSIS. ed.]: Editora Saraiva. 2ª tiragem. 6) Regimes de Previdência Existentes no Brasil. BANDEIRA DE MELO. 2005. . ed. multa. Prazos de recolhimento. Curso de Direito do Trabalho. 2010. ______. São Paulo: LTr. 1 e 2. 1980. Lei do Serviço Militar. Lei nº. ed. Organiza a Justiça Federal de primeira instância. 2010. parte geral. i. DF. ed. f. Convenções e acordos coletivos de trabalho. Estados e Municípios. Brasília. v. ed.010. Dispõe sobre a cobrança judicial da dívida Ativa da Fazenda Pública e dá outras providências. 2010. de 30 de maio de 1966. 16. BARROSO. Recolhimento fora do prazo: juros. Curso de Direito Administrativo. Editora Juruá. ______. 27. Obrigações acessórias. 2009. DF. [S. Férias. ______. São Paulo: Método. do empregador doméstico. 5 ed. h. ed. 1. [S. São Paulo: Saraiva. Conceito. 7) Regime de Previdência Social dos Militares. 5) Benefícios da Previdência Social: noções básicas. 3) Salário de contribuição. das empresas. 17 jan. 12. Lei n° 4375 de 17 de agosto de 1964. Modalidade de contrato de trabalho. [S. Receitas da União. 4. acidentes e racionalização do trabalho. 1966. de 22 de setembro de 1980. 4) Arrecadação e recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social.]: Editora Juruá.869. Previdência Social: 1) Seguridade social. BIBLIOGRAFIA: ALEXANDRE. 6. de 25 de outubro de 1966. do produtor rural. Direito Tributário Brasileiro. Ricardo.]: Editora Juruá. 2010. ASSIS.

8 set. Brasília. DF. 25 jul. nos termos do § 1o do art.112. ______. de 12 de fevereiro de 1998. ______. de 11 de dezembro de 1990. Lei nº 8. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. institui normas para licitações e contratos da administração pública e dá outras providências. DF. 1992. Lei nº 8. ______. e dá outras providências. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1985.212. DF. 1991 e Republicado no Diário Oficial da Republica Federativa do Brasil. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. em 14 de agosto de 1998. DF. 6 dez. Brasília.213.605. Dispõe sobre a organização da Seguridade Social. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. Brasília.880. institui Plano de Custeio. e dá outras providências. republicado e retificado em 6 jul. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______. 13 fev.938.882. 1999. Dispõe sobre o fundo de garantia do tempo de serviço. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______.406. DF. 1994. Lei nº 9. e dá outras providências. Brasília. estético. Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União.______. 1991. Brasília. Institui a Lei de Execução Penal. de 11 de julho de 1984. inciso XXI. Brasília. ______. 1998. ______. 1981. ______.347. Lei nº 8.036. Brasília. 1999. Lei nº 9. de 24 de julho de 1991. ______. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. de 3 de dezembro de 1999. de 21 de junho de 1993. Dispõe sobre o processo e julgamento da argüição de descumprimento de preceito fundamental. ______. DF. 14 maio 1990. Regulamenta o art.868. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 2002. de 4 de setembro de 1992. 11 mar. de 10 de janeiro de 2002. Brasília. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 1991. 25 jul. 11 jan. Brasília. DF. de 24 de julho de 1991. de 9 de dezembro de 1980. DF. Dispõe sobre os Estatutos dos Militares. de 29 de janeiro de 1999. Dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências. ______. 1988. 37. Brasília. turístico e paisagístico (VETADO) e dá outras providências. ao consumidor. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Brasília. Brasília. de 10 de novembro de 1999. 11 dez. seus fins e mecanismos de formulação e aplicação. 1984. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Disciplina a ação civil pública de responsabilidade por danos causados ao meio-ambiente. 13 jul. Lei nº 8. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. e dá outras providências. ______. histórico. 102 da Constituição Federal. Lei nº 9. Lei nº 8. 25 jul. 1999. de 31 de agosto de 1981. Lei nº 7. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Lei nº 8. da Constituição Federal. Institui o Código Civil. ______. 2 set. DF. Lei nº 9. DF.666. Organiza a Justiça Militar da União e regula o funcionamento de seus Serviços Auxiliares. DF. a bens e direitos de valor artístico. Dispõe sobre o processo e julgamento da ação direta de inconstitucionalidade e da ação declaratória de constitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal.457. de 24 de julho de 1985. 1993. Brasília. DF. Lei nº 6. Lei nº 6. DF. de 11 de maio de 1990. 22 jun. ______. Brasília. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. Lei nº 7.784. . Lei nº 10.210. DF. 19 abr. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 11 nov. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. das autarquias e das fundações públicas federais.

Dispõe sobre a organização. o Código Penal e a Lei de Execução Penal. 1969. Dispõe sobre o processo e julgamento da argüição de descumprimento de preceito fundamental. de 4 de maio de 2000. e dá outras providências. 2006. Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.307. de 31 de agosto de 2001. de 18 de julho de 2002. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______. ______. altera o Código de Processo Penal. ______. 13 out. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______. de 21 de outubro de 1969. Brasília. Brasília. Brasília. 1969. de 21 de outubro de 1969.880. DF. Decreto-lei nº 2. Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. ______. 117 e 136) ______. DF. DF. 31 dez. ______. da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir. ______. dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. 1998 e Retificado no Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. DF. de 3 de dezembro de 1999. e dá outras providências. 24 ago. DF. Aprova o Regulamento Disciplinar do Exército (R-4) e dá outras providências. Brasília. de 7 de agosto de 2009.______.215-10. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. nos termos do § 1o do art. 1940.002. de 7 de agosto de 2006.826/2003. 2006. Decreto-lei nº 1. Brasília. Brasília. DF. 2002. de 20 de maio de 1993. Brasília. 21 out. Lei Complementar Nº 97. DF. de 3 de outubro de 1941.346. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. posse e comercialização de armas de fogo e munição. 21 out.016. define crimes e dá outras provodências. Código de Processo Penal. Decreto-lei nº 4. de 23 de agosto de 2006. Lei 10. e dá outras providências. Decreto-lei nº 3. ______. ______. Lei Complementar 75. Lei nº 12.Sisnad. 7 maio 1999 e Republicado no Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Decreto nº 1. 1999.001. nos termos do § 8o do art. 6 dez. Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher. estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas. Brasília. DF. Código Penal Militar. Aprova o Regulamento da Previdência Social. ______. de 9 de dezembro de 1980. . Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. ______. ______. 18 jun. Brasília. 7 ago. e 6. de 6 de maio de 1999. DF. de 7 de dezembro de 1940. 14 ago. 5 maio 2000. define crimes e dá outras providências. Disciplina o mandato de segurança individual e coletivo e dá outras providências. DF. 226 da Constituição Federal. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.417.765.048. Lei nº 11. Dispõe sobre registro. Brasília.343. 19 jul. de 4 de maio de 1960. DF. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas. DF. Código de Processo Penal Militar. 1941. de 9 de junho de 1999 (atualizada pelas Leis Complementares n.689. prescreve medidas para prevenção do uso indevido. que dispõe sobre a reestruturação da remuneração dos militares das Forças Armadas. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. Decreto nº 3. Lei nº 11. Lei nº 11.848. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil.340. 1999. Brasília. Regulamenta a Medida Provisória no 2. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União. Brasília. Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas .DF. 102 da Constituição Federal. de 26 de agosto de 2002. Código Penal. altera as Leis nos 3. ______. 2009. 8 ago. sobre o Sistema Nacional de Armas – SINARM. 1999 e 21 jun. Decreto nº 4. Lei complementar nº 101. Brasília.

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Ética e Bioética. d. cardiovascular. traumatismos em geral. ginecológico. Biossegurança. requisição. endócrino e hematológico. parada cárdio-respiratória. c. b. c. crise hipertensiva. e. f. queimaduras. Atuação do Enfermeiro no atendimento pré-hospitalar. liderança. c. respiratório. Administração em saúde e administração aplicada à enfermagem a. Deontologia.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ENFERMAGEM RELAÇÃO DE ASSUNTOS 1. instrumentos e meios de trabalho. controle e avaliação. e. acidente vascular encefálico. d. b. Processos alterados de saúde comuns aos portadores de afecções dos sistemas orgânicos: neurológico. 2. Enfermagem na atenção médico cirúrgica a. Processamento de artigos médico-hospitaleres. g. e. urologico. b. comunicação. Fundamentos teóricos e práticos de enfermagem a. Segurança do paciente. Assistência de enfermagem em situações de urgência e emergência: suporte de vida em situações de urgência e emergência. b. f. Atendimento de urgência e emergência em desastres naturais e catástrofes. digestório. Organização e gerenciamento de serviços de enfermagem no hospital. 5. d. renal. Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) para pacientes com alterações clínicas e cirúrgicas. c. Enfermagem na saúde do idoso a. trabalho em equipe. O processo de envelhecimento. d. Condutas de enfermagem para o paciente grave e em fase terminal. Ações de enfermagem na prevenção. dores toracoabdominais. capacitação e supervisão como processo de desenvolvimento permanente da equipe. utilização. controle e combate à infecção hospitalar. Enfermagem em emergência e cuidados intensivos a. 4. Auditoria em enfermagem. . Qualidade dos serviços de saúde e indicadores de qualidade em saúde. Assistência de Enfermagem perioperatória. Teoria e prática do cuidado de feridas e ostomias. estados de choque. intoxicações exógenas. edema agudo de pulmão. Sistematização da Assistência de Enfermagem. e. relações de trabalho. acidente ofídico. Assistência de Enfermagem em Unidades de Terapia Intensiva. 3. Semiologia e Semiotécnica aplicadas em Enfermagem. Gestão do processo de trabalho: gestão de pessoas. Assistência de enfermagem em centro cirúrgico e centro de material esterilizado. Seleção de pessoal. infarto agudo do miocardio. Administração de recursos materiais: planejamento.

b. O cuidado de enfermagem ao idoso no contexto da família e ao idoso institucionalizado. c. Sistematização da assistência de enfermagem ao idoso com alterações da saúde em situações clínicas e cirúrgicas. 6. Enfermagem em saúde mental a. Processos patológicos e contexto psicossocial da doença mental. b. Assistência de enfermagem ao paciente com doença mental. c. Emergências psiquiátricas. 7. Enfermagem em saúde coletiva e políticas públicas a. Evolução histórica da saúde pública e das políticas de saúde no Brasil. b. Perfil epidemiológico da população brasileira. c. A vigilância sanitária, epidemiológica e vigilância à saúde. d. Doenças infecto-contagiosas e parasitárias mais prevalentes no Brasil. e. Programas de Saúde: Saúde da Família, Hipertensão e Diabetes, DST/AIDS, Programa Nacional de Imunização, Controle da tuberculose; Programa Nacional de Combate à Dengue; Saúde do Trabalhador; Doação de Sangue e Órgãos, Política Nacional de Atenção às Urgências, Saúde Ambiental, Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.

BIBLIOGRAFIA: BRASIL, Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil. Doenças relacionadas ao trabalho: manual de procedimentos para os serviços de saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde do Brasil, 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Brasília, DF: Ministério da Saúde, Série A. Normas e Manuais Técnicos, Cadernos de Atenção Básica, n. 19, 2006. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 6. ed. Brasília, DF: [S.l.] 2005. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgibin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde, Manual de procedimentos para vacinação. 4. ed. Fundação Nacional de Saúde, 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de Normas de Vacinação. 3. ed. Brasília, DF: [S.l.], 2001. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Plano de reorganização da atenção à hipertensão arterial e ao diabetes mellitus: hipertensão arterial e diabetes mellitus. Manual de Hipertensão Arterial e Diabetes mellitus, 2002. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/ ______. Ministério da Integração Nacional. Secretaria Nacional de Defesa Civil. Manual de Medicina de Desastres. 3. ed. / Ministério da Integração Nacional. Secretaria Nacional de Defesa Civil. Brasília, DF: MI, 2007. v. 1. http://www.defesacivil.gov.br/publicacoes/publicacoes/medicina.asp# ______. Ministério da Saúde. Protocolos da unidade de emergência. Hospital São Rafael Monte Tabor. 10. ed. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2002. http://bvsmsbases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção a Saude. Departamento de Atenção Especializada. Guia para o uso de hemocomponentes / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção a Saúde, Departamento de Atenção Especializada. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2010. http://bvsms-bases.saude.bvs.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/ms/, ______. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Vigilância ambiental em saúde: textos de epidemiologia / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.

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RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

ÁREA: INFORMÁTICA
RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Microinformática a. Linux: instalação e administração, comandos básicos, interface gráfica, administração de arquivos e diretórios, segurança, administração de usuários e grupos, rede e comunicação, impressão, periféricos e processos, instalação e configuração. b. Pacote de aplicativos BrOffice: Operações básicas com o Processador de Textos Write; com a Planilha Eletrônica Calc; o banco de dados Base. c. Microcomputadores compatíveis com arquitetura IBM-PC (microprocessadores Intel): Conceitos básicos sobre os principais periféricos (monitor de vídeo, teclados, dispositivos apontadores, impressoras, scanners, câmeras de vídeo, áudio). Conceitos básicos sobre memória eletrônica (RAM, ROM, FLASH) e magnética (discos e fitas). Conceitos básicos sobre firmware (BIOS). Conceitos básicos sobre interfases seriais e paralelas. 2. Técnicas de programação a. Lógica aplicada: algoritmos, técnicas de construção de algoritmos, resolução de problemas. b. Estrutura de dados: vetores, matrizes, cadeia de caracteres, listas lineares, pilhas, filas, árvores, grafos, pesquisa de dados, classificação de dados, estruturas e tipos abstratos de dados, recursividade, eficiência e complexidade. c. Programação estruturada: refinamentos sucessivos, estruturas em blocos, estruturas de controle de fluxo, programação modular, rotinas, subrotinas, procedimentos e funções (Linguagem C). d. Programação orientada a objetos: classes e objetos, polimorfismo, herança, interface, linguagens orientadas a objetos (Linguagens C++ e Java). e. Linguagens de programação para a internet: JAVA, PHP e JSP. 3. Sistemas de computação a. Sistemas de numeração aritmética em diversas bases numéricas, conversão entre bases, representação de dados, símbolos e caracteres. Representação e aritmética binária de números inteiros (ponto fixo) e reais (ponto fixo e ponto flutuante), decimal zonado e decimal compactado. b. Estrutura e Arquitetura de Computadores: lógica binária e portas lógicas, álgebra booleana, registradores, sistema de memória (organização, tipos e hierarquia), projeto da lógica de controle, instruções e microprogramação, modos de endereçamento, barramentos, sistema de entrada/saída, linguagem de montagem (assembly arquitetura Intel x86) e arquiteturas avançadas de computadores. Arquiteturas de alto desempenho (clusters, grids, multi-cores e GPUs). c. Sistemas operacionais locais e distribuídos: gerenciamento de processos, escalonamento, sincronização e intercomunicação de processos, gerenciamento de memória, gerenciamento de arquivos, gerenciamento de entrada/saída, deadlocks, comunicação em sistemas distribuídos, estudos de casos em ambientes Linux.

4. Teleprocessamento e redes de computadores a. Redes de transmissão de dados (definição e objetivos, componentes e topologia), Modulação (conceitos, modulação em frequência, amplitude e fase), Modos de transmissão de dados (simples, duplex e half-duplex, serial/paralelo, síncrono e assíncrono). b. Redes de computadores: conceitos, topologias e principais componentes.Elementos de interconexão, LAN-Local Área Network e WAN-Wide Área Network (conceitos básicos, aplicações, principais componentes e níveis de serviços QoS e SLA); Protocolos de comunicação (conceitos e serviços), Principais protocolos de comunicação (TCP/IP, ATM, Ethernet); Padrões de Protocolo (OSI/ISO, TCP/IP e ITU-T). c. Segurança de redes: Mecanismos de proteção de rede (Firewall, criptografia com chaves públicas e privadas, Virtual Private Network, certificados digitais, assinaturas digitais e scanner), políticas de segurança, processos de intrusão, mecanismos de detecção e proteção contra invasores. 5. Análise, projeto de sistemas e serviços de TI a. Sistemas de informação: conceitos e definições básicas, componentes de sistemas de informação, sistemas de informação operacional e gerencial, sistema de apoio a decisão, ciclo de vida de sistemas de informação. b. Levantamento de sistemas: técnicas de levantamento - observação pessoal, questionário, entrevista e JAD; c. Análise essencial de sistemas: conceitos e definições básicas, estratégias e ferramentas da modelagem essencial, atividades essenciais, Diagrama de Fluxo de Dados (DFD), construção e utilização de dicionário de dados, tabelas e árvores de decisão; d. Projeto estruturado de sistemas: conceitos e definições básicas, ferramentas do projeto estruturado, especificação estruturada, métodos para especificação de módulos, acoplamento, coesão, análise de transformação, análise de transação, packaging, implementação, otimização e administração do projeto estruturado; e. Análise e projeto orientados a objeto: Linguagem UML (UnifiedModelingLanguage) e diagramas relacionados; e f. Qualidade de Software: Processo de Software (CMM, CMMI e desenvolvimento ágil), qualidade (ISO), metodologias e padrões, gerência de projetos (PMI), teste de software, estimativas e métricas (Análise de Pontos de Função). g. Gerenciamento de Serviços de TI: Conceitos da Biblioteca ITIL . 6. Arquivos e banco de dados a. Organização de arquivos: conceito e definições, estruturas de armazenamento de dados; modelo relacional, modelo hierárquico, modelo de rede, comparação entre os três modelos, modelo orientado a objetos, arquivos com organização seqüencial, seqüencial indexado, relativo, direto, invertido, árvore B e compressão de dados; b. Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD): princípios, conceitos e objetivos dos sistemas de banco de dados, usuários de bancos de dados; c. Modelo de dados: modelagem de dados: modelagem semântica, mapeamento de projetos de banco de dados ER em um projeto relacional, normalização (formas normais), linguagem de definição e manipulação de dados – SQL; d. Administração de sistemas de banco de dados: componentes do SGBD, segurança de dados, gerenciamento de transações e controle de concorrência, indexação, recuperação à falhas, otimização de consultas; e e. Bancos de Dados Multidimensionais: BD Relacionais x BD Multidimensionais; Conceitos de OLTP, OLAP, MOLAP, ROLAP; Definições: Fatos, Dimensões; Modelagem Multidimensional e Conceitos de Datawarehouse; Descoberta de Conhecimento e Mineração de Dados (Data Mining).

Infra-estrutura. São Paulo: Editora. JACOBSON. [S.. DATE.l. W. KIMBALL. 2006. M. São Paulo: MAKRON BOOKS. 2001.]: Novatec Editora.]: Editora Pearson Prentice-Hall. Ângelo de Moura. [S.0: guia Prático de Aplicação. Interligação em Rede com TCP/IP. 2008. 3. ed. Data warehouse toolkit: o guia completo para modelagem multidimensional. São Paulo: Pearson Addison Wesley. 2004. 2006.. F. 2004. Data Mining: Técnicas e Aplicações para o Marketing Direto. DALTRINI. 3. J.l. Algoritmos Estruturados de Dados. . Abraham. ed. CARVALHO..]: Editora LTC. H. 2003. 5. Acessíveis via comando man na tela do terminal.l. [S. PATTERSON.. São Paulo: PIONEIRA THOMSOM LEARNING. [S. Kim.E. JAVA Como Programar. Introdução a Sistemas de Computação Digital. 2003.UML: Guia do Usuário. CHOFFNES. 2006. D. Sistemas Operacionais.]: Editora Bookman. 1999. ed.1]: Editora Campus.F. Introdução à Ciência da Computação. Medicina. 2006. M. 2006. CHRISSIS. LAMAS. M.l. MANZANO. RUMBAUCH. 2..F. Grady. Protocolos e Sistemas de LANS.BIBLIOGRAFIA: ALCADE. COSTA. J. ed.]: Bookman. HELDMAN. JINO. ed. MAGALHÃES. [S. James... CMMI®: Guidelines for Process Integration and Product Improvement.G. Rubeme. DEITEL. [S. DEITEL. M. Rio de Janeiro: Elsevier. HENNESSY.]:Bookman.org ao seu alcance. SILBERSCHATZ. Ralph.l.]: Editora NOVATEC.org: guia de Aplicação. SEI Series.org. L.. CAMPUS. 2005. ______. BOOCH. [S. Anteu Fabiano L. DEITEL. [S. Manual pages. John L. AMARAL. ed. v. 2003. EUA: Addison-Wesley. ed. 2006. Utilizando UML e Padrões: uma introdução à análise e projetoorientados aobjetos. Datamining: a mineração de dados no Marketing. Ivar.]:Editora Campus. COMER. Versão Brasileira do Openoffice.Broffice. 1999. 2005... James F. B. 1991. E. [S. Engenharia e Administração. 1. POLLONI. Economia.l. Ciência Moderna. 2003. CRAIG. ed. [S. KONRAD. Padrões de Projeto:Soluções Reutilizáveis de Software Orientado aObjetos.A. 1994. Introdução ao Sistema de Banco de Dados. Douglas E. 3.N. José Augusto N. Informática Básica. M.D.]: Editora Érica.C.l. GAMMA. LINUX. 3.P. Redes de Computadores e Internet: uma abordagem top-down. GARCIA.]: Editora Érica. JAVA em Rede: Recursos Avançados. Larman. Rio de Janeiro: Brasport. 2007. ed. R.São Paulo: Makron Books. e PERES. Rio de Janeiro: Campus. Gerência de Projetos: Guia para o Exame Oficial do PMI. S. 2005. M. [S. [S. 2007. e MAGALHÃES.l. KUROSE. L. G. H. FEDELI. David A. R.l. PINHEIRO. Arquitetura de Computadores: uma Abordagem Quantitativa. Sistema de Banco de Dados. OpenOffice. OpenOffice. C. S.]: Editora Beto Brito.l. 8. 2004.]: Editora Érica.l. L. GASPARINI. 2003. Rio de Janeiro: Ed. 2002.]: Editora Campus. FERREIRA. Guia do Administrador Linux. 3.org 2. [S.[S. Berkeley. P. Henry F. 3. Daniel G. SHRUM. [S. PENUELAS. I.l. Erich et al.l. Newton de Castilho. D.l. LAGES.. KORTH. E.V. 6. M. ed. Gerenciamento de Serviços de TI na Prática: uma abordagem com base na ITIL. Murillo. GUIMARÃES.]: Editora Makron Books.

Roger S.R. Peter B. PHP & MYSQL Guia Completo. [S. AUGENSTEIN. 2005. Rio de Janeiro: Ed. 5. . [S. Ricardo.l. 6. 2 ed. 2004. Certificação Linux LPI: rápido e prático. VEIGA. JAVA 2 para Programadores Profissionais. Rio de Janeiro: Alta Books. Rio de Janeiro: Campus. ed. GAGME. São Paulo: Pearson Prentice Hall. PINHEIRO. [S.]: Editora Mc Graw-Hill. Rio de Janeiro: Braspor. William.]: Editora Ciência Moderna. ed. VARGAS. Ciência Moderna. ed. HENNESSY. 10.l. Inteligência analítica: Mineração de Dados e Descoberta de Conhecimento. C. A. SILBERSCHATZ. Trend R.A. 1995. TENENBAUM. STEVENS. 2002.MENAMIN. [S. Edward. Rio de Janeiro: Campus. Organização e Projeto de Computadores: interface hardware/software. Porto Alegre: Bookman.l. Porto Alegre: Sagra Luzatto. Michael.. VELOSO. ed. POMPILHO. 2003. [S. 5. Análise Essencial de Sistemas. Sthephen M. ______. PATTERSON. Introdução à Organização de Computadores. Manual Completo do Linux : Guia do Administrador. Sistemas Operacionais Modernos.]: Editora Ciência Moderna. Andrew.. Richard. RUDOLF. Romulo S. Algorítmos e Estruturados de Dados. Análise Essencial: guia prático de análise de sistemas.]: Editora Pearson Education. Ronald J. VELLOSO. Rio de Janeiro: Campus. Rio de Janeiro: Elsevier. 5. Joel. ed. 2007..]: Brasport. 2001.]: Editora Campus. Mario A. Bill. Estrutura de Dados. São Paulo: Editora Novatec. Yedidyah. 2010. Lan. 3. SAAD. e SNYDER. FEMMER. TOCCI. Greg. STALLINGS. TOSCANI.. PRITCHAND. Informática: conceitos básicos. C++: guia de consulta rápida. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall. Steven et al. Fernando de C.l. 1989. 2004.l. ed. São Paulo: Editora Novatec. 2.. [S. ed. 4.A. John L. Sistemas Operacionais.1. 2007. ______. YOURDON. [S. Simão S. James A.]: Editora Campus. David A. Rio de Janeiro: Campus. Christopher. 2007. Sistema de Informação e as decisões Gerenciais na Era da Internet. [S. São Paulo: Alta Books. 2004. NEMETH. ed. Redes de Computadores. 6. 2. Claudio Adonai. 3. ed. São Paulo : Pearson Education. 2007. Paulo et al. S. 2008.]: Editora PHB. ed. 2004. 2006. Andrew S. Sistemas Digitais: princípios e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall. ed. 2006. Engenharia de Software. Gerenciamento de Projetos:estabelecendo diferenciais competitivos. MUTO. Roberto G. MONTEIRO. Engenharia de Software. PRESSMAN. Alexandre S. CONSTANTINE. 1990. 1994.l. WIRTH. 3.[S. 7. PALMER. SOMMERVILLE. 1983. ed. 2004. GALVIN. Rio de Janeiro: LTC. ed. Larry L. Aaron M. 2008. Comandos do Linux: guia de consulta rápida. 2005. MORGAN.]: Makron Books. Evi. Projeto Estruturado de Sistemas. Moshe J. 8. John F.l. 2007. Rio de Janeiro: LTC. 2005..]: Editora Makron Books. Programação de Rede Unix: API para sockets de rede. [S. CARSSIMI. Niklaus. OBREIN. Garth. Linux: a bíblia. HEIN. Estruturas de Dados Usando C. Organização Estruturada de Computadores.l. ed. 2005. 2003. 2004. OLIVEIRA. 6.. TANENBAUM.l. Sistemas Operacionais: conceitos e Aplicações. NEGUS. LANGSAM. Redes e Sistemas de Comunicação de Dados: teoria e aplicações corporativas.

d. O plano celular da vida a. Os experimentos clássicos e suas repercussões. Expressão gênica: transcrição. O desenvolvimento da Teoria Celular. b. 7. Significado evolutivo da reprodução sexuada. b. c. A herança biológica. d. Fotossíntese: aspectos bioquímicos.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO BIOLOGIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. circulação. A diversidade potencial das células-tronco embrionárias e adultas. Diferenciação celular. b. alteração cromossômica e recombinação genética. e O desenvolvimento do pensamento evolutivo. O estabelecimento da vida no contexto da Terra primitiva. prática científica e temas emergentes. Desenvolvimento embrionário nos vertebrados. b. O desenvolvimento embrionário humano. Reprodução e biologia do desenvolvimento a. celulares e repercussões ecológicas e evolutivas. excreção. Genética e evolução a. Estratégias reprodutivas e ciclos de vida. Mutação. processamento e tradução. d. Especiação. A variabilidade genética e a diversidade nas populações. A natureza epigenética do desenvolvimento. Erros genéticos e defeitos metabólicos. Formação de gametas. Genes e metabolismo. O papel da seleção natural e da deriva genética nos processos evolutivos. b.Os animais – evolução e relação com a história geológica. A revolução darwiniana. A emergência da célula eucariótica e suas potencialidades evolutivas. Replicação do DNA e divisão celular. reprodução. A interpretação contemporânea do pensamento mendeliano. 5. Biologia. As principais inovações morfofisiológicas características de cada grupo. Fisiologia animal comparada: respiração. 4. 2. Organização celular procariótica e eucariótica. Biologia animal a. contribuições da Biologia Moderna. c. Biologia vegetal a. f. Adaptações anatomo-morfológicas no curso da evolução. 6. Repercussões da vida na evolução da atmosfera terrestre. a ciência da vida a. c. O estabelecimento da célula procariótica e sua ampla distribuição na Biosfera. Ativação e silenciamento dos genes. As plantas – evolução e colonização da terra. Compartimentalização e funções celulares. As biomoléculas e a vida como propriedade emergente. Objetivos. . digestão. Hipóteses sobre a origem da vida. c. A investigação científica associada ao conhecimento do DNA como molécula da hereditariedade. c. b. O pensamento mendeliano como base para o entendimento da transmissão da informação genética. Origem da vida a. 3.

9. São Paulo: Atica. BIBLIOGRAFIA: ALBERTS. Rio e Janeiro: Ciência Atual. D. Introdução à Genética. Evolução: o sentido da biologia. MILLER. Charbel Niño. 2005.. LOVELOCK. Jane B. São Paulo: Companhia das Letras. Contaminação e medidas preventivas. b. Lopes. Martho. Ed. GELBART. Os vírus e suas relações com os seres vivos. São Paulo: Ática. Ciclos biogeoquímicos. WESSLER. P. PETER. Bactérias patogênicas. SUSAN E. Susan R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Biologia. Jeffrey H. 6. organismo e ambiente. MEYER. 8. DARWIN. K.. ed. Relações ecológicas – comunidades e dinâmica das populações. David T. Sônia. Biologia Vegetal. William M. São Paulo: Cultrix. 2005. LEWONTIN. LINHARES. 2006. Anthony J. fungos. 2001. LEWIS J. ed. Diogo: EL-HANI. revisor técnico Charbel Niño El-Hani. Sérgio. REECE. Biologia. Ecologia a. GRIFFITHS. 2011. WALTER. Charles.1ª. Porto Alegre: Artmed. 11. a. Newton Roberval Eichemberg. São Paulo: Editora Saraiva. Belo Horizonte: Itatiaia. Origem das espécies. São Paulo: Editora Moderna. Integração orgânica: sistemas nervoso e endócrino. Tradução José Viegas Filho. Rio de Janeiro: Guanabara –Koogan. EVERT. EICHHORN. Gilberto Rodrigues. Richard. 1985. Fernando. 2002. BRAY. São Paulo: Editora . O planeta simbiótico: uma nova perspectiva da evolução. CAMPBELL. Sérgio. d. c. SUZUKI. 2004. RAFF. MARGULIS. Heterotrofismo e autotrofismo. Neil. Porto Alegre: Artmed.. 2 e 3. l. 3.1. 8. A.d. 2009. James. Vírus e doenças emergentes. Novas bases da Biologia: ensino médio. José Mariano.. Relação parasita/hospedeiro: protozoários. F. A diversidade da biosfera a. Ernst. A saúde e a doença: interações de componentes biológicos e ambientais. Tradução de Aleph Teruya Eichemberg. HAVEN. MAYR. e. Biologia. A dinâmica das populações humanas e seu impacto nos ecossistemas. b. Principais endemias. ed. Biologia. Uma perspectiva integrada de sua anatomia e fisiologia. RAY.. AMABIS. A tripla hélice: gene. A diversidade em três Domínios: Archaeabacteria. b. 2011. Fundamentos da Biologia Celular: Uma Introdução à Biologia Molecular da Célula. Nélio.2 e 3. BIZZO. Lynn. Gaia: cura para um planeta doente. ciência única: reflexões sobre a autonomia de uma disciplina científica.. GEWANDSZNAJDER. 2006. Eubactéria e Eukarya. São Paulo: Companhia das Letras. A classificação biológica – a hierarquia das categorias sistemáticas fundamentais e a nomenclatura binomial.2005. 2010. O ser humano a. B. b. JOHNSON. 10.. v.Grandes biomas brasileiros. c. A classificação dos seres vivos numa perspectiva histórica. LEWONTIN. prevenção e tratamento de infecções – o uso de antibióticos e suas repercussões. 1. Conect Bio 2 .. Vol. Origem e estabelecimento das redes tróficas. Volume único. O ser humano como agente de transformação da natureza. vermes e a espécie humana. c. Richard C. ed. Rosso.

. Bio. Tradução Carla Denise Bonan. São Paulo: Saraiva. 3 v. il. HILLIS.. PURVES. David. 2008. ed. 2005. William K. ODUM. 2 e 3. Santos Livraria Editora. PortoAlegre: Artmed. S.UNESP. Fundamentos de ecologia. 2009. ORIANS. Gordon H. 2. ed. Michael J.. 1. 8. ROSSO. H. SCHMIDT-NIELSEN. HELLER. 2002. SADAVA. Craig. 3. Eugene. SIMMONS. Peter. SNUSTAD. David M. 2008. Vida: a ciência da biologia. Fundamentos de Genética. São Paulo. Rio de Janeiro: Guanabara–Koogan. S. 2010v. . Fisiologia Animal: Adaptação e Meio Ambiente. São Paulo: Cengage Learning. reimpr. K. LOPES.

4. O mundo greco-romano a. c. características e transformações. Roma: da República ao Estado imperial. b. nazismo e socialismo no período entre-guerras. b. 3. comércio e cidades na Baixa Idade Média. A sociedade feudal: política. O renascimento cultural. espanhola e portuguesa. c. Invasões e reinos germânicos. Fascismo. América hispânica. Legado do mundo greco-romano para a história ocidental. e. As revoluções liberais. O absolutismo. A civilização do ocidente medieval a. Urbanização. b. c. A Revolução Industrial e a formação da classe operária: a ordem burguesa. A crise do capitalismo dos anos 1930. A América se rebela: os processos de independência nas Américas inglesa. d. A expansão norte-americana e a vocação imperialista. b. c. 8. d. A Europa no período moderno a. 6. Atenas e Esparta: a formação e a estrutura das cidades-Estado.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIA INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO HISTÓRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. A América pré-colonial e colonial a. e. Revolução e contrarrevolução no contexto europeu e americano a. e. Sociedades e culturas na América antes e depois da conquista europeia. A formação dos Estados monárquicos modernos. O século XIX: a formação dos novos impérios a. O século XX a. cultura e relações de poder. b. O movimento operário e o ideário socialista. A Segunda Guerra Mundial. b. d. a formação das nações e o nacionalismo. c. A crise e o declínio da ordem feudal. economia e cultura. . O trabalho do historiador a. 5. 2. O poder da Igreja e as Cruzadas. A Primeira Guerra Mundial. b. A expansão colonial na Ásia e na África. O mercantilismo. c. A historiografia e suas perspectivas. d. economia. 7. A Revolução Russa. b. A pesquisa histórica e os novos objetos. a reforma protestante e a contrarreforma católica. América portuguesa: sociedade. A França revolucionária: do Iluminismo ao Império Napoleônico. c. Fontes e abordagens históricas.

Economia do Brasil no século XIX e suas transformações. 1985. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. 4. Georges. O mercantilismo. Túlio Halperin. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda. 12. Linhagens do Estado absolutista. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora Ltda. ed. 1983. Guerreiros e camponeses. São Paulo: Fundação Editora da UNESP. b. As transformações sociais. História econômica da América Latina: sistemas agrários e história colonial. b. A cidade-Estado Antiga. Senhores e camponeses. A Primeira República brasileira. ARRUDA. suas características e transformações no tempo (18891930) a. economias de exportação e desenvolvimento capitalista. 4. Federalismo. José Jobson de Andrade. c. c.). g. História da América Latina. movimentos sociais e instituições. Héctor P. São Paulo: Brasiliense. _______. Ciro Flamarion S. Movimentos sociais no campo e na cidade. Domínios da História: ensaios de teoria e metodologia. BURKE. ANDERSON. 1992. d. d. 1990. d.). São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista. unitarismo. Rio de Janeiro: Graal. A Europa na Idade Média. 11. 2004. Os primórdios do crescimento econômico europeu. A questão nacional no mundo contemporâneo. São paulo: Ática. VAINFAS. DONGHI. 9. ______. partidos. Uma sociedade em transformação: dos movimentos republicano e abolicionista à queda do Império. São Paulo: Perspectiva. COSTA. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo. 1993. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Emília Viotti da. ed. Luiz Felipe de. . Ronaldo. São Paulo/Brasília: Edusp/Fundação Alexandre Gusmão. Peter (Org. Do declínio socialista ao tempo presente a. 1997.Economia: a questão do desenvolvimento brasileiro. Rio de Janeiro: Campus. A economia. Perry. A revolução industrial. e. Conflitos no Oriente Médio. A escrita da História: novas perspectivas. O fim do socialismo real. _______. Pierre. ______. c. ________________. b.Política e cidadania: governos. São Paulo: Ática. Leslie (Org. 1 e 2 e 3. 2000. As bases da monarquia brasileira: tendência e debates políticos a. CARDOSO. América Latina Colonial.As bases socioeconômicas do populismo. 1988. As questões platinas e a Guerra do Paraguai.f. 2005. v. BIBLIOGRAFIA: ALENCASTRO. 1994. Condições políticas. BETHELL. 1999. O Brasil e suas transformações após 1930 a. Da monarquia à república: momentos decisivos. A independência do Brasil e suas circunstâncias. DEYON. O mundo bipolar: capitalismo x socialismo. São Paulo: Companhia das Letras. BRIGNOLI. 1997. c. liberalismo e conservadorismo no Brasil. 10. O processo de descolonização da Ásia e da África. b. DUBY. 1988. Os militares e suas intervenções na vida política. São Paulo: Brasiliense. sec.

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3. 16. estrutura e formação das palavras (morfossemântica). Machado de. . modos e vozes verbais. 7.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR/ 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: MAGISTÉRIO LÍNGUA PORTUGUESA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. 8. Elementos de textualidade (coerência. coesão. Linguística da norma. (versão atualizada). [S. ambiguidade. com rodapés do autor).Lutar com as palavras: coesão e coerência. Irandé. implicitação. (qualquer edição completa e integral). Alfredo. S. 2002. 10. situacionalidade. BIBLIOGRAFIA: ALENCAR. 13. A oração e seus termos (morfossintaxe). AVILA. Concordância verbal e nominal. campos associativos. intencionalidade. BECHARA. Classe. Pontuação. escrita e leitura. metonímia. 5. FERREIRA. regência nominal e emprego de crase. 19. informatividade. 4. ed. 14. Editora Perspectiva. hiperonímia. língua e discurso. Ângela. O guarani (qualquer edição completa e integral. Maria Auxiliadora (Org. Fenômenos semântico-lexicais (metáfora. obras e características. 17. BEZERRA. Aurélio Buarque de Holanda. 2007. Ensino de língua portuguesa (teorias de ensino e de aprendizagem). polissemia. 37. antonímia. significado literal). Affonso. 12. Evanildo. Linguagem. Gêneros textuais e ensino. História concisa da literatura brasileira.). sinonímia. São Paulo: Loyola. 6. 9. São Paulo: Parábola. ed. Períodos literários da literatura brasileira: principais autores. ANTUNES. Regência verbal. Novo Dicionário da Língua Portuguesa Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira. 2007. O texto e a construção de sentidos. BAGNO. 2.). 2009. DIONÍSIO. Moderna Gramática Portuguesa. Ortografia. estrangeirismo. Fala. vaguidade. atos de fala. 2005. 15. mudanças semânticas.]: Editora Cultrix. homonímia. 11. campos lexicais. O modernismo. intertextualidade). Marcos (Org. Diversidade linguística (variação e mudança). Gêneros e tipos textuais. eufemismo. 4. 18. Acentuação. BOSI. Análise de romances da literatura brasileira. ASSIS. aceitabilidade. Anna Rachel. Rio de Janeiro: Lucerna. Emprego dos tempos.A. Dom Casmurro. 2005. Fonética e fonologia. José de. MACHADO. Rio de Janeiro: Lucerna.l.

Petrópolis:Vozes. . ed. TELES. Manual de semântica. Petrópolis: Vozes. Luiz Antônio. Gilberto Mendonça.16 ed. RAMOS. 2010.MARCUSCHI. ______. 4. São Paulo: Cortez. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 1992. 2003. (qualquer edição completa e integral). Graciliano. São Bernardo. OLIVEIRA. Luciano A. Coisas que todo professor de português precisa saber: a teoria na prática. Vanguarda Europeia e Modernismo Brasileiro. São Paulo: Parábola. 2008.

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b.limitações e vantagens. d. Processos cognitivos. 5. Exclusão social e subjetividade. Contribuições recíprocas da psicologia social e outras áreas da psicologia. As grandes síndromes psiquiátricas. c. validade e fidedignidade das medidas. Psicologia da personalidade a. c. 7. linguagem e identidade. Ciclos de vida na família. normas e padronização. Aplicações do estudo da aprendizagem: escola. representações sociais. c. b. 6. métodos de estudo e determinantes da personalidade . d. b. Objeto. afetivos e psicomotores e aprendizagem: pesquisas e teorias.aplicações clínicas e de ensino. Resoluções do conselho federal de psicologia. c. Desenvolvimento psicossocial ao longo das etapas desenvolvimentais. Legislação a. 4. Psicologia do desenvolvimento a. Psicopatologia a. Problemas.fatores biológicos e sociais.o ensino. delineamentos e etapas de pesquisa. Código de ética profissional do psicólogo. Aspectos gerais da psicopatologia. Objetos.a psicometria. d. Psicologia social a. Tipos de pesquisa: os objetivos e métodos . Problemas e avaliação da personalidade. Ideologia. Psicologia da aprendizagem e da educação a. 2. Processos de mensuração . c. 8. Técnicas e instrumentos de medida psicológica. b. Pesquisas e teorias . 3. métodos e finalidades da psicologia social. . Definições. b. Grupos e equipes de trabalho nas organizações. b. Comportamento organizacional. trabalho e clínica . As relações entre Psicologia e Educação.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PSICOLOGIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Desenvolvimento físico e cognitivo nas diversas fases do desenvolvimento humano. Análise de itens. Avaliação do paciente e as funções psíquicas alteradas. e. Psicologia organizacional e do trabalho a. e. Metodologia da investigação psicológica a. b. b. c. c. métodos e objetivos do estudo da aprendizagem. Os objetos de estudo e os conteúdos da Psicologia da Aprendizagem e da Psicologia da Educação. Saúde Mental e Trabalho.

Jurema A. 18. abordagens e intervenções terapêuticas. A atuação clínico-psicoterápica: análises de casos. 1974. Rio de Janeiro: Zahar. Problemas clínico-psicoterápicos . DOBSON. pesquisas e teorias. 1974. B. Rio de Janeiro: Imago. Rio de Janeiro: Imago. b. A. Dimensões psicossociais dos desastres BIBLIOGRAFIA: ACHCAR. FREUD. Rosemary. ERTHAL. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais . e col. v. CFP 001/2002 Regulamenta a Avaliação Psicológica em Concurso Público e processos seletivos da mesma natureza. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas.. 1974. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Psicólogo Brasileiro: práticas emergentes e desafios para a formação. 1994. ed. Atuação do Psicólogo nas emergências e desastres b. Manual de Psicometria. Os Três ensaios sobre a Teoria da Sexualidade e outros trabalhos (1905) Sobre a Psicoterapia. Eficácia das psicoterapias. B. URBINA.TR. 9. Psicologia das emergências e desastres a. CFP 07/2003 Institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo. Gestão de riscos e desastres: contribuições da Psicologia CEPED/UFSC. Tendências em Psicologia Hospitalar. FREUD. Artmed. 2.ed. Artmed.d. Porto Alegre: Artmed. 2004. P. CARTER. Atuação profissional no contexto organizacional. A delimitação da psicoterapia. BEE. v. O papel da família no processo do adoecer. decorrentes da avaliação psicológica e revoga a Resolução CFP 17/2002.L. In: E. Manual de Terapias Cognitivo-Comportamentais . K.2.S. 1987. Código de Ética Profissional do Psicólogo CUNHA. c. A tarefa do psicólogo na Instituição Hospitalar. O mal estar na civilização. 2006.. 2000. Clínica psicoterápica a. 1997. S. ANASTASI. CFP 018/2002 Estabelece normas de atuação para psicólogos em relação a preconceito e discriminação racial. 7. Sigmund. Rio de Janeiro: Imago. J. Psicologia hospitalar a. São Paulo: Casa do Psicólogo. CFP 01/1999 Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. Porto Alegre: Artmed. FREUD. Helen. 2000. O Ciclo Vital. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION DSM-IV . 11. 1995. c. v. Porto Alegre: Artmed. ANGERAMI CAMON. Histórico da psicologia hospitalar no brasil. d. T. 2007. In: E. A. Porto Alegre: Artes Médicas. Psicodiagnóstico – V. Sigmund. Sigmund. 21. Testagem Psicológica. B. A cura e o significado da morte. M. b. Porto Alegre: Artes Médicas. Além do Princípio de Prazer. DALGALARRONDO. C. avaliações. S. S. ALVARO. 2002. Valdemar Augusto. CFP 016/2000 Dispõe sobre a realização de pesquisas em psicologia com seres humanos. d. As mudanças no ciclo de vida familiar. GARRIDO. MCGOLDRICK.definições. Psicologia Social.TR. 2010 .. 2000. 10. CFP 011/1997 Dispõe sobre a realização de pesquisas com métodos e técnicas não reconhecidas pela psicologia.

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Reações de hipersensibilidade. b. b. Maus tratos aos animais. epidemiologia. encefalites virais dos equinos. Bem-estar animal. Biossegurança a. diagnóstico. 2) Carnes (mamíferos. leptospirose. leishmaniose canina. d. Profilaxia e saneamento (medidas aplicáveis à prevenção de surtos). Inspeção industrial e sanitária de produtos e subprodutos de origem animal: boas práticas de fabricação (BPF). Ética e bioética. Conceitos fundamentais. patogenia. d. Controle de animais sinantrópicos. Fundamentos da Biossegurança na medicina veterinária. funcionamento dos Testes Antidoping). influenza equina. aves e pescado) e derivados. Testes imunológicos. Epidemiologia. Bioética e bem-estar animal a. profilaxia e controle de doenças parasitárias (ecto e endoparasitoses). morno e outras. d. 4. tratamento. traqueobronquite infecciosa do cão. patogenia. guia para Atletas referente a substâncias proibidas e controle antidoping para Equinos. Higiene. epidemiologia. Etiologia. b. Análise físico-química de produtos de origem animal: métodos de análise. Relação homem-animal. procedimentos padrão de higiene operacional e análise de perigos e pontos críticos de controle – APPCC. 6. b. c. Manejo em cativeiro e prevenção de acidentes com animais peçonhentos no Brasil. c. tratamento. cinomose canina. b. Epidemiologia e saúde pública a. b. Controle físico-químico de: 1) Leite e produtos lácteos. 5.FEI (Lista de substâncias proibidas para Equinos. c. Imunidade humoral e celular. 2. Segurança em laboratórios. inspeção e segurança de alimentos a. Inquérito epidemiológico e vigilância epidemiológica c. c. anemia infecciosa eqüina. e. Regras do controle antidoping e substâncias controladas para equinos participantes de eventos hípicos sob a égide da Federação Equestre Internacional . sintomatologia. regras controle antidoping e substâncias controladas para Equinos. . tétano. profilaxia e controle das principais doenças infecciosas: febre aftosa. raiva. Sanidade animal a. diagnóstico. amostragem e análise centesimal. profilaxia e controle das principais zoonoses emergentes e reemergentes.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DO QUADRO COMPLEMENTAR / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: VETERINÁRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. 3. Imunologia a. Células do sistema imune. Etiologia. sintomatologia. d.

ferrageamento e medicina de cavalos atletas. BIBLIOGRAFIA / REFERENCIAS: ALMOSNY. suínos. 7. 2002. Raspado de pele) 8. Forragens e pastagens para equinos. Características gerais e conservação da carne e pescado (produtos cárneos.. linguiça e salsicha. Patologia e técnicas cirúrgicas do sistema locomotor. hematopoiético. M. BEER.A. cardiovascular. Livros de Veterinária Ltda.3) Óleos e gorduras. Cicatrização de feridas e seu tratamento. Hepática. 7. Nutrição e alimentação animal (caninos e equinos) a. Agentes antibacterianos. Clínica e terapêutica das afecções dos sistemas: Digestivo. Tecnologia de carne. Diagnóstico clínico laboratorial a. G.. Manual de Procedimentos Veterinários e Tratamento Emergencial. Leucograma. d. d. b.. Hematologia (Eritrograma. bioquímica da carne. 7. 960p. . e. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. R. ovos e derivados. 1263 p. F. carboidratos e lipídeos: fontes e funções. c... 1991. Philadelphia: W B Saunders Company. ed. e. O. 380 p. BLOOD. Segurança de alimentos em estabelecimentos de produção de refeições coletivas. J. leite e derivados (leite UHT. Clínica médica veterinária (caninos. Normas gerais de inspeção de bovinos. Choque: fisiopatologia e tratamento. Cirurgia veterinária (caninos e equinos) a. FORD. RAFFE. Agentes antiparasitários. ed. aminoácidos. 4) Ovos e derivados. c. Podologia. 934 p. São Paulo: Rocca. b. urinário. Riscos na cadeia produtiva de alimentos e os patógenos de origem alimentar emergentes. J. Infecção cirúrgica: profilaxia e tratamento. Alimentação de equinos em diversas atividades e fases de vida. f. características gerais do pescado. São Paulo: Roca. b. Rio de Janeiro: L. São Paulo: Roca. Farmacologia e terapêutica veterinária a. leites concentrados. AUER.. g. Parasitologia (Exame coproparasitológico. R. neurológico. Farmacologia e terapêutica do sistema digestivo. STICK. aves. c. 2008. 10. Corticóides. B. G. S. e. R. S. b. Equine Surgery. 2002.. carnes MS (mecanicamente separada). I. Joaquim. Manual Saunders: clínica de pequenos animais. tegumentar e locomotor. N. d. Clínica Veterinária. Alimentação de cães em diversas atividades e fases de vida. Proteínas. equinos e selvagens) a. Terapia tópica de pele e mucosas. produtos derivados da pesca).. h. SHERDING. endócrino. Patologia e técnicas cirúrgicas do sistema digestivo. RADOSTITS. 135 p. i. BISTNER. e.M.. Alimentação de equinos estabulados e a prevenção de distúrbios digestivos. 3. leites fermentados. BIRCHARD. J. 9. b. manteiga. Bioquímica clínica (Função renal. R. mortadela. Ed. f. Doenças infecciosas em animais domésticos. 11.R. queijos. 2006. Plaquetas) e Urinoanálise. Agentes antinflamatórios não esteróides. respiratório. g. Hemoparasitoses em pequenos animais domésticos e como zoonoses. 1988. Farmacologia e terapêutica do sistema respiratório. Pancreática) c.

– Brasília : Ministério da Saúde. Ministério da Agricultura. 816 p. R. Pecuária e Abastecimento. Institui o Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC – a ser implantado. 14. ______. Brasília – DF. Brasília. Lei nº 1. Ministério da Saúde. S. 1997. 24. Ministério da Agricultura. Madrid: Harcourt Brace.. abrangendo os sistemas de produção e o transporte. ______. HADDAD JR. DF. nº 1812. de 25 de Junho de 1962. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. L. Secretaria de Defesa Agropecuária.. atual. Pecuária e Abastecimento. F. para Controle de Produtos Cárneos e seus Ingredientes – Sal e Salmoura. Ministério da Agricultura. Ministério da Agricultura. Aprova o Regulamento Técnico de Boas Práticas em Segurança Alimentar nas Organizações Militares. DF. 1999. p. Boletim do Exército. Pecuária Abastecimento. O. Seção I. Ministério da Saúde. J. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. Portaria nº 46. V. Pecuária e Abastecimento. ed. Serpentes Peçonhentas Brasileiras – Manual de identificação. ______. DF. HIRAKAWA. em conformidade ao anexo desta Instrução Normativa. Brasília. Portaria nº 368 de 04 de setembro de 1997. Brasília. FRANÇA. ed. ______. C.REBEM. determinando que sejam utilizados nos Laboratórios Nacionais Agropecuários. 1998. Brasília.691. 2003. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil. de 15 de julho de 2005. DF. S. Nutrição Canina e Felina. São Paulo: Atheneu. 2. 2009. São Paulo: Sarvier. Oficializa os Métodos Analíticos Oficiais para Análises Microbiológicas para Controle de Produtos de Origem Animal e Água. Ministério da Defesa..br/be_ostensivo/BE2005/be2005pdf/be28-05. Disponível em: www. ______. 2006. de 02 de Setembro de 1994.mil. Estabelece os procedimentos gerais de Recomendações de Boas Práticas de Bem-Estar para Animais de Produção e de Interesse Econômico . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil.pdf ______. D. D. 7. H.. Seção I. . Secretaria de Logística. de 18 de dezembro de 1950. 8.. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. rev. 8 set. de 29 de março de 1952 e alterada pelos Decretos nº 1255. P. Guia de vigilância epidemiológica. Brasília. F. Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia. de 12 de dezembro de 2006. nas indústrias de produtos de origem animal sob o regime do Serviço de Inspeção Federal – SIF. prevenção e procedimentos em caso de acidentes.. ______. Mobilização. de 04 de julho de 2005.. 7 de novembro de 2008. 27 jul. de 04 de Junho de 1997. 14 dez. 2009. Seção I. M. 148 p.sgex. Instrução Normativa nº 62. C. de 10 de fevereiro de 1998. p. 288 p. Instrução Normativa nº 68.. Oficializa os Métodos Analíticos Oficiais Físico-Químicos. ______. Ministério da Agricultura. Gabinete do Ministro. MALAQUE. CARDOSO. L. DF. Brasília. nº 28. CAREY. Animais Peçonhentos no Brasil: Biologia. Oficializa os Métodos Analíticos Físico-Químicos. . BRASIL. 10.. 540 p. DF. 3.283. 1998. Ministério da Agricultura. Pecuária e Abastecimento. C. Secretaria de Defesa Agropecuária. P. ______. gradativamente. p. Clínica e Terapêutica dos Acidentes. p. Brasília. 18 set. de 26 de agosto de 2003. Instrução Normativa n° 56 de 6 de novembro de 2008. para Controle de Leite e Produtos Lácteos. WEN. de 08 de Fevereiro de 1996 e nº 2244. regulamentada pelo Decreto nº 30. em conformidade com o anexo desta Instrução Normativa. Seção I.. p. eb. 2006. DF: FUNASA. 16 mar. CASE. Seção I. de 21 de julho de 1999. Instrução Normativa nº 20. Secretaria de Defesa Agropecuária. Diário Oficial [da] Republica Federativa do Brasil. 19697. Ed. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal. determinando que sejam utilizados no Sistema de Laboratório Animal do Departamento de Defesa Animal. 1999. Pecuária e Abastecimento. Aprova o Regulamento Técnico sobre as condições Higiênico-Sanitárias e de Boas Práticas de Fabricação para Estabelecimentos Elaboradores/Industrializadores de Alimentos. nº 1236. Ciência e Tecnologia. Portaria nº 854..BORGES.

938p STASHAK. W. GEOR. W. Regras de controle antidoping e substâncias controladas para Equinos (Clean Sport). Cirurgia de pequenos animais. 2002. A. Roca. GEOR. I. 2008... NOWAK. R. Protozoários e Helmintos. HINCHCLIFF. St. 464 p. Manole. CATÃO-DIAS.-M. Londrina: Nélio Roberto dos Reis. Equine Podiatry. Brasília: SBMV.CIMERMAN. ed. Elsevier..Mammals of the World. S. 986p. 159 p. São Paulo. 2007.br/infogeral/veterinaria-2. 1. 782 p. ed. 196 p. JAY. M. 1364 p.. Rio de Janeiro: Elsevier. C. Atlas de Patologia Veterinária. 2005. 616 p. 234 p. Elsevier. Medicina Interna Equina. Diagnóstico por imagem para a prática veterinária. J.. 3. Z. F. Saunders. 1093 p. R... E. PERACCHI. J. Rio de Janeiro: Elsevier. M. M. COUTO. E. T.. 2008.. HAN. 710 p. 1354 p. MOUVEN. Louis: Saunders. 1324 p. Microbiologia da segurança alimentar. NELSON.. Nutrição e alimentação de equinos. A. São Paulo: Manole. OIE. 1999. Federação Equestre Internacional. 711 p. M. MANSMANN.org. 2008. Diagnóstico Diferencial na Medicina Veterinária de Pequenos Animais.. L. Vol. 2156 p. Tratado de Animais Selvagens – Medicina Veterinária. W.M. R. 284 p. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados.. ed. 5. FRANCO. 2000. SANTOS. E.int/esp/normes/mcode/e_summry. T. éd. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J. Tratado de medicina interna veterinária: doenças do cão e do gato. GOUGH. MILLER. DINIZ. 3.. MELLO. H.. Elsevier. BAYLY.. M. G. <Disponível em http://www.. Anestesiologia Veterinária – Farmacologia e Técnicas. E.. FOSSUM. 463 p. Microbiologia de alimentos. 2008. C. 2006.. ed.. 2003. 2008. M. J. 1. L.cbh. R. B. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 105 p. M.. 2006. 2002. GROOT.Manejo e Problemas Veterinários – Enfoque para espécies Neotropicais.. K. B. . S. 2007... São Paulo: Roca. ed.. D. 2009.A.html> FLOYD. São Paulo: Roca. 447 p. Zoo and Wild Animal Medicine. São Paulo: Manole. Elsevier. Animais Silvestres e Meio Ambiente. 3. S. Baltimore and London: The Johns Hopkins University Press. 1987. FOWLER.. HURD. Manson Publishing/The Veterinary Press. São Paulo: Atheneu. 5. M. 2006. W. LEWIS. G. REIS. J. Paris: OIE. L. DENOIX. P. COELHO. 836 p. ed. 2009. Saunders. C. São Paulo: Ícone. ed.... J.. E. R. R. S. M. Atlas de Parasitologia – Artrópodes. 1606 p. ed. Higiene e Vigilância Sanitária de Alimentos.. T. Equine Exercise physiology – The Science of Exercise in the athletic horse.htm> REED. Porto Alegre: Artmed. 1998. CUBAS. 6. ed.oie. HINCHCLIFF. KANEPS. Código Sanitario para Los Animales Terrestres. R... E. S. C. S. Saunders. A. 2008. Porto Alegre: Artmed. W. 210 p. Primatas em Cativeiro . D. Organização Mundial de Saúde Animal. M. K. 3. v.. 390 p. M. 6. 18. Medicina interna de pequenos animais. The Equine Distal Limb – An Atlas of Clinical Anatomy and Comparative Imaging. A. 2006. C. 148 p. A.D. J. Ecologia de morcegos. 2008. SILVA. Disponível em: <http://www. FEI. S. GERMANO. L. Roca. 1997. A. N. A. GERMANO... Claudicação em equinos Segundo Adams. MASSONE. Patologia Veterinária. ETTINGER. 2005. M.. 3. C. KANEPS. FELDMAN. J. L. J. R. 2008. J. São Paulo. 424 p.. D. V. São Paulo: Roca. Philadelphia: W B Saunders Company. São Paulo: Roca. Walker’s .. M.. 571 p. Equine Sports Medicine and Surgery – Basics and Clinical Sciences of the Equine Athlete. S. FORSYTHE. J. FRAPE.. 2004..

São Paulo. 897 p. M. 2008.. S. B. 2007. bovinos. 2006. Farmacologia aplicada à medicina veterinária... 2005. S. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. TURNER.. S. 4.. 2. L. 200 p SLATTER. 1985... Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte. D. A. MELLO. 942 p. Livros. H. Tratado de medicina interna de grandes animais: moléstias de equinos. Manual de cirurgia de pequenos animais. 341 p. 1728 p SPINOSA. GORNIAK. C. 4. . São Paulo: Roca. SP: Manole. Primatas Brasileiros. Toxicologia aplicada à Medicina Veterinária. Londrina: Tecnichal Books. 3. PALERNO-NETO. SMITH. ovinos e caprinos. 260 p.. 2004.. SP: Manole. L. L. M. 573 p. 2008. ANDRADE.. N. ed..REIS. MCILWRAITH.. ed. R. THRUSFIELD. GÓRNIAK. M. Epidemiologia veterinária. H. ed. SPINOSA. R. N. W. ed. 2006. R. 2006. F.. 3. 2896 p. P. S. Enfermidades dos cavalos. 556 p.. BERNARDI. F.. S. THOMASSIAN. ed. Rio de Janeiro: L... Entomologia & Acarologia. PERACCHI. Barueri. A. Sao Paulo: Manole. M. J. A. São Paulo: Varela. São Paulo: Roca. P. SERRA-FREIRE.

rubéola. Sífilis f. Diagnóstico laboratorial e estudo das hemoglobinopatias. Avaliação laboratorial da função endócrina f. Avaliação laboratorial da função renal b. HAV. HBV.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-FÁRMÁCIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: FARMÁCIA BIOQUÍMICA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Órgãos hematopoiéticos. HTLV. cálculo de índices hematimétricos. Imunodiagnóstico: toxoplasmose. Uroanálise 2. hematócrito. Hanseníase. Diagnóstico laboratorial e estudo das anemias. Exames laboratoriais: Dosagem de hemoglobina. análise morfológica e hematimétrica geral. Imunopatologia e imunodiagnóstico: Chagas. Resposta imune inata e adaptativa b. Bioquímica Clínica a. d. Parasitologia Clínica a. Eritrograma: estudo morfológico dos eritrócitos. c. Proteínas plasmáticas m. . Reações de hipersensibilidade d. Marcadores tumorais k. Protozoários intestinais e. Antígenos e anticorpos c. Coleta e processamento de amostras para análise parasitológica b. Controle de qualidade em Bioquímica clínica n. Diagnóstico laboratorial das policitemias. Técnicas imunológicas: princípio e aplicações e. Hematogênese. Protozoários extra-intestinais f. Enzimologia Clínica l. HCV. citomegalovírus. Hematologia Clínica a. Diagnóstico das doenças auto-imunes 4. Dengue g. contagem de reticulócitos. Hematopoiese. Avaliação laboratorial da função hepática c. Avaliação laboratorial dos distúrbios no metabolismo dos carboidratos i. Helmintos extra-intestinais d. HIV. VHS. Hemograma: procedimentos pré-analíticos. Imunologia Clínica a. Avaliação laboratorial das dislipidemias e. Avaliação laboratorial da função pancreática d. contagem de células em câmara (manual e automatizado). b. Helmintos intestinais c. Avaliação laboratorial dos distúrbios hidroeletrolíticos e ácido-base h. Controle de Qualidade em Parasitologia 3. Marcadores de dano cardíaco j. Avaliação laboratorial dos distúrbios ósseos e musculares g.

7. Citopatologia dos líquidos: líquor e líquidos cavitários j. biossegurança.e. Legislação em Análises Clínicas a. Lesões inflamatórias do trato genital feminino e. Diagnóstico imunológico das infecções fúngicas 8. Esporotricose i. piedras g. Citologia Clínica a. objetivos e definições b. Toxicologia a. Coccidioidomicose e Blastomicose k. doenças mieloproliferativas e linfoproliferativas. Toxicologia Ocupacional c. Coagulograma: Hemostasia e coagulação. Tinea nigra. Infecções do trato gastrointestinal e genitourinário d. Carcinoma escamoso invasivo do colo uterino h. Testes de susceptibilidade a antimicrobianos c. Monitoramento das drogas terapêuticas 9. Leucograma: leucometria. Registros e laudos . isolamento primário e laudos laboratoriais b. Micologia Clínica a. estudo morfológico dos leucócitos. descarte de resíduos e rejeitos. Microflora normal e patogênica cervical f. Teste de susceptibilidade a antifúngicos e. determinação de grupos sanguíneos e teste de Coombs. Análise dos leucócitos: diagnóstico laboratorial dos processos infecciosos agudos e crônicos. Citologia hormonal do trato genital feminino d. transporte e armazenamento de espécimes b. Diagnóstico laboratorial e estudo das leucemias. fixação e coloração do esfregaço cervical. Doença de Jorge Lobo. Colheita de amostras para análise micológica. Histórico. produtos para diagnóstico deuso in vitro. Bases da Toxicologia b. Paracoccidioidomicose. Microbiologia Clínica a. Micetoma. Análise do sêmen (espermograma) 6. agranulocitose. Candidíase. bastonetes gram-negativos fermentadores e não fermentadores. fase analítica e fase pós-analítica d. Aspectos clínico-laboratoriais das dermatofitoses h. Colheita. Criptococose. Provas de coagulação. Toxicologia Social e Medicamentos d. Cronomicose e Feo-hifomicose j. micobactérias. f. Condições gerais: organização. Adenocarcinoma in situ e invasivo cervical i. Rinosporidiose. Pitiríase versicolor e doenças por Malassezia sp. Actinomicetotoses m. Processos operacionais: fase pré-analítica. Zigomicose e hialo-hifomicose. reação leucemóide. b. recursos humanos. Técnicas de coleta. Imunohematologia. Aspergilose e Fusariose l. Citologia do trato genital feminino normal c. Diagnóstico laboratorial e estudo dos distúrbios da hemostasia g. Pneumocistose. f. Histoplasmose. infraestrutura. Leveduras: clínica e identificação laboratorial d. Meningites bacterianas e virais e. corinebactérias. c. 5. Prototecose. equipamentos e instrumentos laboratoriais. Aspectos gerais de fungos filamentosos e dimórficos na apresentação filamentosa c. Diagnóstico microbiológico de infecções provocadas por: cocos gram-positivos. anaeróbios. limpeza. desinfecção e esterilização. Lesões escamosas pré-malignas cervicais g.

Marcos Fábio Gadelha. G. 8 ed. WATKINS. DF. Porto Alegre: Artmed. Resolução RDC n. Controle da qualidade: Controle Interno da Qualidade. BURTIS. 2004. Parasitologia. São Paulo: Manole. Seizi. 2006. Toxicologia: a ciência básica dos tóxicos de Casaret e Doull. DE CARLI. BRASIL. SINTO. 6 ed. ÁVILA. HENRY. 2008. Porto Alegre: Artmed. 5 ed. 2 v. HOFFBRAND. São Paulo: Atheneu. Márcia Maria. ROCHA. Parasitologia Humana. Therezinha F. 10 de dezembro de 2004. 2009. V. Antônio Walter. REY. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Laboratórios Clínicos.º 306. Imunologia Celular e Molecular. Abul K. GOMPEL. Belo Horizonte: Coopermed. LICHTMAN. BIBLIOGRAFIA: ABBAS. LORENZI.. Técnicas Médicas de Hematologia e Imuno-hematologia. Diário Oficial da União. 4 ed. John Bernard. Rio de Janeiro: Elsevier. David Pereira. São Paulo: Sarvier.Manual de Interpretação. PILLAI. A.. Imunologia Básica: Funções e Distúrbios do Sistema Imunológico.e. Wintrobe: Hematologia Clínica. Rio de Janeiro: Elsevier. . Rio de Janeiro: Atheneu. 2001. MOSS. Parasitologia Clínica: Seleção de métodos e Técnicas de laboratório para o diagnóstico das parasitoses humanas. Ministério da Saúde. Sumiro Ikura et al. E. 20 ed. Cássia Maria. São Paulo: Roca. Diário Oficial da União. 2003. 2008.. 2008. Diário Oficial da União. Portaria n. Curtis D. de 14 de outubro de 2009. 6 ed. Controle Externo da Qualidade. 2010. OGA. John. José Antônio de Oliveira. BRASIL. Rio de Janeiro: Revinter. de 13 de outubro de 2005. Carl A. ed. Manual de Hematologia – Propedêutica e Clínica. 4. Dispõe sobre diagnóstico sorológico da infecção pelo HIV. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2 ed. 2009. DOULL. ASHWOOD. Edward R. J. Micologia Médica à luz de autores contemporâneos. Leopold.º 302. Pedro Marcos et al. 1998. Fundamentos em Hematologia. Sandra do Lago Moraes de. .. Diagnósticos Clínicos e Tratamento por Métodos Laboratoriais. 2009. William de Freitas. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. BRASIL. KOSS. Citologia do Trato Genital Feminino. CARVALHO. Alan Lane de. Garantia da Qualidade no Laboratório Clínico f. Secretaria de Vigilância em Saúde. G. LICHTMAN. Geraldo Attilio. 3 ed. Abul K. 16 de outubro de 2009. 2001. PETTIT. Hemograma . BATISTUZZO. Lisboa: McGraw-Hill. SIDRIM. 2005. LINARDI. ZOCCOLI. de 07 de dezembro de 2004. Richard. DF. ABBAS. 2010. Brasília. Disposição de resíduos de serviços de saúde. H. 11 ed. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. FERREIRA. A. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Auto-Imunes. FAILACE. Grimaldo. 2001.º 151. 3 ed. São Paulo: Atheneu. Claude. 2 ed. ed. 14 de outubro de 2005. Tietz: fundamentos de química clínica. 2006. Luis. BRUNS. P. DF. MELO. NEVES. John Barr. OPLUSTIL. Introdução à Citopatologia Ginecológica com correlações histológicas e clínicas.. Carmen Paz. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007. Brasília. g. Andrew H. David.. Fundamentos de Toxicologia. São Paulo: Manole. Resolução RDC n. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 5. Procedimentos Básicos em Microbiologia Clínica. Dispõe sobre Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. CAMARGO. KLAASSEN. Rio de Janeiro: Elsevier. 2 ed. 3. Renato. LEE. Brasília. CARVALHO. Shiv. 2008. José Júlio Costa. Andrew H.

. Jacques. ALLEN. 8 ed. 2009. Interpretação de Exames de Laboratórios. WINN. . Diagnóstico microbiológico – Texto e atlas colorido – Koneman. 2009. Interpretação de Exames de Laboratórios. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Stephen. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. William et al. 2008. JANDA. 6 ed. São Paulo: LMP. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 8 ed. Jacques. King.STRASINGER. Susan. 2009. WALLACH. WALLACH. Washington C. Uroanálise e Fluídos Biológicos.

Razões para produção em larga escala. Mecânica dos fluidos 1) Conceito de viscosidade. Introdução ao processo Industrial b. Operação unitária d. Tamisação 1) Caracterização dos tamises e tamisado 2) Equipamentos industriais h. 6) Constantes de velocidade de reação em função da concentração do agente . Métodos gerais de esterilização 1) Mecanismos e cinética de destruição dos microrganismos 2) Agentes físicos e químicos esterilizantes e sanitizantes 3) Parâmetros físicos e biológicos aplicados em validação. Física Industrial a. 2) Reologia 3) Estática e dinâmica de fluidos e. Filtração 1) Teoria da filtração 2) Classificação dos filtros 3) Equipamentos industriais f. Transmissão de calor 1) Condução em estado estacionário 2) Trocadores de calor j. Mistura 1) Mistura de líquidos 2) Mistura de pós 3) Equipamentos industriais i. 4) Equipamentos k. c. Centrifugação 1) Cálculo da força centrífuga 2) Equipamentos industriais g. Parâmetros cinéticos de esterilização 1) Velocidade de inativação ou remoção microbiana ou protéica 2) Tempo de redução decimal (valor D) 3) Resistência relativa (valor z) 4) Nível de segurança do processo ou probabilidade de falha do sistema 5) Tempo equivalente ou valor F. Fatores interferentes l.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-FÁRMÁCIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: FARMÁCIA QUÍMICA INDUSTRIAL E FARMACÊUTICA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1.

2) Agentes químicos: 2. Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de soluções injetáveis. Transição de fases 3) Transferência de calor 4) Equipamentos industriais p. Métodos físico-químicos no controle de qualidade de medicamentos d.2Líquidos: glutaraldeído. Agentes esterilizantes 1) Agentes físicos: Calor úmido e seco. Excipientes. granulados e pastilhas. 2) Interações. ácido peracético. Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de pomadas. 4) Nanopartículas. xaropes e suspensões. 1) Sistemas vesiculares. Ensaios físicos empregados no controle de qualidade de comprimidos. 6) Vetores de medicamentos.1Gasosos: peróxido de hidrogênio. 2) Tipos de Produção. 3) Lipossomas. n. formaldeído. d. 3) Áreas e Serviços. . Pré-formulação e Formulação de produtos farmacêuticos. peróxido de hidrogênio 3) Associação de agentes físicos aos químicos: peróxido de hidrogênio e radiação. pós. cremes e emulsões. 2. 3. e. elixires. 1) Tipos de construção e instalações. 2) Formas de liberação modificada. formaldeído. cápsulas. filtração. drágeas.7) Valor Q10 8) Energia de Ativação m. Organização da produção farmacêutica.Controle físico e químico de qualidade de medicamentos e cosméticos a. Métodos químicos no controle de qualidade de medicamentos. f. radiação. Sistemas matriciais.Tecnologia farmacêutica e de cosméticos a. óxido de etileno. 5) Nanocápsulas. c. Secagem 1) Psicometria 2) Relações de equilíbrio 3) Mecanismo e velocidade de secagem 4) Equipamentos industriais o. Liofilização 1) Princípios físicos 2) Congelamento. Destilação e concentração 1) Equilíbrio líquido-vapor 2) Equipamentos industriais 2. e. b. Controle físico de medicamentos. b. 1) Importância na biodisponibilidade dos princípios ativos. Conceito de Tecnologia Farmacêutica e Cosmética e sua aplicação na Indústria. c.

2) Formas farmacêuticas plásticas: pomadas. Fármacos afetando o sistema imune. Fármacos utilizados na enxaqueca. comprimidos. e. Antibióticos beta-lactâmicos. e. Quimioterapia para Tuberculose e Hanseníase h. 3) Inibidores da enzima conversora de angiotensina. g. j. i. Tratamento de água para a indústria químico-farmacêutica e farmacêutica. g. 1) Diuréticos. gotas otológicas. cremes. Agentes anticolinesterásicos. Agentes para o tratamento de Amebíase. g. supositórios e óvulos. Propriedades fisico-químicas. Metabolismo dos fármacos. distribuição e eliminação dos fármacos.Química Farmacêutica a. Fármacos afetando o sistema cardio-vascular. Agonistas e antagonistas dos receptores de serotonina. . antiangina e antiarritimicos. injetáveis de pequeno e grande volume. f. Agentes quimioterápicos 1) Antiparasitários 2) Antifungicos 3) Antibióticos e antimicrobianos. Farmacocinética: dinâmica da absorção. antialérgicos e agentes anti úlcera. f. Fármacos afetando a transmissão colinérgica. b. j. errinos. formulação e equipamentos utilizados na produção de formas farmacêuticas tradicionais: 1) Formas farmacêuticas sólidas: pós.Farmacologia a. comprimidos revestidos e drágeas. 2) Glicosídeos cardiotônicos. Desenvolvimento. 5. c. m. Etanol e drogas de abuso. 5) Formas farmacêuticas estéreis: colírios. Descoberta e desenvolvimento de fármacos a partir de produtos naturais. k. h. Princípios de toxicologia e tratamento de envenenamento. Aspectos físicos e químicos da pré-formulação farmacêutica. 1) Antiinflamatórios não esteroidais. Planejamento. Analgésicos opióides e antagonistas. biofarmacêuticas e farmacocinéticas. i. Tripanossomiase e Leismaniose. Relações entre grupos funcionais e atividade farmacológica. Farmácos que afetam a motilidade uterina.f. Giardiase. b. i. Analgésicos opióides. cápsulas. l. d. Fármacos utilizados no tratamento da malária. Anestésicos gerais. 2) Antihistaminícos. gotas orais e xaropes. h. n. k. Farmacodinâmica: mecanismos de ação dos fármacos e relações entre concentração e efeito c. descoberta e desenvolvimento de fármacos. 3) Formas farmacêuticas dispersas: emulsões e suspensões. Tratamento de resíduos da indústria químico-farmacêutica e farmacêutica. Sedativos e hipnóticos. 4) Formas farmacêuticas líquidas não estéreis: antisépticos. 4. d.

N. L. h. D. f.. c.F.2 e 3. LACHMAN.. Aplicações farmacêuticas e principais reações de identificação. ANSEL. RDC n. M. conforme anexo I da presente Resolução. Plantas contendo saponinas. BRASIL.. L. VisaLegis. conforme Anexos I e II.. Flavonóides.. Porto: Associação Nacional das Farmácias. Fundação Calouste Gulbekian. H. Teoria e Prática na Indústria Farmacêutica. G. d. BAHIA..A. Métodos químicos no controle de qualidade de plantas medicinais e fitoterápicos.. L. cardioativas e esteróides. 2 ed. L. POPOVICH. 6 ed..G. H. Òleos essenciais: aplicações farmacêuticas e em cosméticos. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. 6 ed. Poder Executivo. Cosméticos e Perfumes.L.Diário Oficial da União. 514p. Plantas tóxicas e inseticidas naturais. p. 1995. H.A. Tecnologia Farmacêutica. de 14 de agosto de 2003.. i. KANING. LEIBERMAN.S.1 e v. Tetraciclinas e cloranfenicol q.U. .V. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC 211. PRISTA.C.Diário Oficial da União. Ficam estabelecidas a Definição e a Classificação de Produtos de Higiene Pessoal. ALVES. ANSEL. São Paulo: Editorial Premier. de 26 de setembro de 2005. Aspectos gerais da biossíntese de metabólitos secundários em plantas.. PRISTA. 2001. e. BIBLIOGRAFIA: BRASIL. Determina todos os estabelecimentos Distribuidores e Fracionadores de Insumos Farmacêuticos o cumprimento das diretrizes estabelecidas no Regulamento Técnico de Boas Práticas de Distribuição e Fracionamento de Insumos Farmacêuticos.o. Dermofarmácia e Cosmética. Lisboa. E. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. antocianidinas e cumarias.Farmacognósia a. . Dekker c1996-c1998. J. RDC n. 3 v. Pharmaceutical dosage forms and drug delivery systems.O. Óleos fixos: principais plantas produtoras e aplicações farmacêuticas e cosméticas. Aplicações farmacêuticas e reacões de identificação.O..U. New York: M. v. ALLEN. b. 1996. de 14 de julho de 2005. Determina a todos os estabelecimentos fabricantes de produtos intermediários e de insumos farmacêuticos ativos. . Farmacotécnica: formas farmacêuticas e sistemas de liberação de fármacos. o cumprimento das diretrizes estabelecidas no Regulamento Técnico das Boas Práticas para a Fabricação de Medicamentos. j. Antibióticos aminoglicosídeos.º 210. 1992. Poder Executivo. Pharmaceutical dosage forms-disperse systems. Sesquiterpenos e diterpenos de interesse farmacêutico. LEIBERMAN. Poder Executivo. POPOVICH.Legislação. N. ALLEN.º 35. VILLAR. D.º 249.Diário Oficial da União.2. g. Métodos de identificação de carotenóides e vitaminas. o cumprimento das diretrizes estabelecidas no "Regulamento Técnico das Boas Práticas de Fabricação de Produtos Intermediários e Insumos Farmacêuticos Ativos". Alcalóides.. D. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Determina a todos os estabelecimentos fabricantes de medicamentos. BRASIL. RIEGER.G.U. A. . RDC n. Agentes antivirais 6. L. 2000. de 07 de março de 2003.C. v.C. BANKER. M.V.1. conforme ao Anexo I da presente Resolução..M.G.N. Lisboa: Fundação Calouste Gulbekian. Baltimore: Williams & Wilkins. 568p. H.O.

Farmacopéia Brasileira 5ª. 15a ed. Interamericana . 5ª. (2003). David A. edição. 1. .. Farmacognosia. Porto Alegre (2001). (2005). 12ª Ed. H. Marcel Dekker. 1994. Lisboa. 2002. . EVANS. Farmacognosia.McGraw Hill. COSTA.Pharmaceuticaldosageforms. C.A.. Tablets. A. Foye W. As Bases Farmacológicas da Terapêutica. Artmed Editora. Willianse Wilkins Ed. C..3. e Fraga. (2010). A. V.LIEBERMAN. Baltimore. F. FundaçãoCalousteGulbenkian. 4a e 5a ed. O. W. México. As bases moleculares da ação dos fármacos. Goodman & Gilman (editores). et al. T. Principles of Medicinal Chemistry. C. Ed. Química Medicinal.2. J. New York. M. Lemke. Barreiro E..

Atendimento ao politraumatizado b. distração osteogênica. Infecções odontogênicas a. Traumatologia buco-maxilo-facial a. Reconstrução após cirurgia de cistos e tumores 5. Implantodontia a. Técnica cirúrgica – incisão. Diagnóstico c. Anestesiologia local a. sequelas 7. Cistos e tumores da região buco-maxilo-facial a. Exodontia a. Fundamentos básicos dos implantes osseointegráveis b. Técnicas anestésicas 4. biomateriais. Planejamento cirúrgico c. osteotomia. Farmacocinética d. Diagnóstico e tratamento das fraturas de mandíbula d. enxertos ósseos.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. PRP. Extração de dentes permanentes b. Exodontia de dentes inclusos a. Diagnóstico b. Drogas anestésicas b. Tratamento das infecções odontogênicas 6. Procedimentos cirúrgicos em implantodontia d. BMP . Extração de dentes decíduos 2. Cirurgias Avançadas: reconstruções. Diagnóstico e tratamento das fraturas dos ossos da face c. Osteotomias mandibulares 8. Osteotomias maxilares c. Cuidados pós-operatórios 3. Planejamento em implantodontia c. Diagnóstico b. Aspectos clínicos e radiográficos b. Mecanismo de ação c. Cirurgia ortognática a. Complicações. odontossecção d. Tratamento cirúrgico d. Diagnóstico e planejamento em cirurgia ortognática b. Espaços fasciais c.

BRANEMARK. 2001.H.J. Ed Revinter 2003 1ª Ed.J. W. A. 2005.. MALAMED. M.R.F.A. VALENTE. 4ª Ed São Paulo: Santos. M. R.R. W. S. Manual de Anestesia local.M. Rio de Janeiro. al: Patologia Oral e Maxilofacial.. J. 4ª. Infecções Orais e Maxilofaciais. 2005.BIBLIOGRAFIA: ARAÚJO. R.I. Diagnóstico e Tratamento. Volta Redonda. 2008.Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea. L.. J..F. 2005. B. Cirurgia Bucomaxilofacial. Guanabara Koogan 2ª Ed 2004. P. São Paulo: Santos. Aspectos Atuais da Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.R. Rio de Janeiro. E. Ed.P.G..R. 5ª Ed. MEDEIROS.. E. NEVILLE. 1ª Ed Rio de Janeiro.. . HUPP. TUCKER. M. SALIM. Elsevier S.Ed. ELLIS. Berlin. C. TOPAZIAN. 2007. 2ª Ed. R. C.. PROFFIT. Elsevier. PETERSON. et. MISCH. SARVER. PRADO. WHITE JR. . The Osseointegration Book: from calvarium to calcaneus. 2006. P..R. Técnicas Cirúrgicas Bucais e Maxilofaciais.. Ed Medsi 2004. Implantes Dentais Contemporâneos. HUPP. GOLDBERG. D.. M. GABRIELLI. São Paulo: Santos. Tratamento Contemporâneo de Deformidades Dentofaciais. Quintessence. Porto Alegre: Artmed.

Restaurações de amálgama dental a. Restaurações indiretas em dentes posteriores: preparos e técnicas c. Colagem de fragmento dental 11. Propriedades. Lesões cervicais não cariosas 14. Facetas diretas com resina composta 8. Nomenclatura e classificação das cavidades 3. Materiais restauradores indiretos b. Cimentos odontológicos 17. Restaurações indiretas a. Diagnóstico e tratamento de hipersensibilidade dentinária 13. Clareamento dental de dentes não-vitais 10. Uso do Flúor e controle da cárie 2. Proteção do complexo dentina-polpa 9. Diagnóstico da doença cárie b. Facetas indiretas 15. Patologia da doença cárie c. Amálgama dental b. Resinas compostas b. Clareamento dental a. Restaurações de dentes tratados endodonticamente 16. Cárie dentária a. Restaurações com material ionomérico 12. Restaurações de resina composta em dentes posteriores d. Aplicações clínicas do material ionomérico a. Restaurações de amálgama dental em dentes posteriores 6.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: DENTÍSTICA RESTAURADORA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Restaurações diretas de resina composta a. Restaurações de resina composta em dentes anteriores c. Princípios de oclusão em dentística . Tratamento e prevenção da cárie dentária e. características e classificação dos materiais ionoméricos b. Isolamento do campo operatório 5. Aspectos clínicos das lesões cariosas d. Adesão aos tecidos dentários 7. Princípios gerais do preparo cavitário 4. Clareamento dental de dentes vitais b.

1ªed.Fundamentos e Técnicas. Dentística Saúde e Estética. 1ª ed. Alessandro D. São Paulo: Santos. Cárie Dentária – A Doença e seu Tratamento Clínico. 2007. 2004. José. Ewerton Nocchi. Soluções Clínicas . BARATIERI. Florianópolis: Ponto. Loguercio.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ANUSAVICE. 1ª ed. K.J. 2007. São Paulo: Santos. MONDELLI. Materiais Dentários Restauradores Diretos – dos Fundamentos à Aplicação Clínica. 2005. 2ª ed. MIYASHITA.São Paulo: Artes Médicas. Rio de Janeiro: Elsevier. Odontologia Restauradora Fundamentos e Possibilidades. 3ª ed. 2005. Luiz Narciso. São Paulo: Santos. 1ª ed. 2008. Phillips: Materiais dentários. KIDD.. 1ª ed. 2001. Porto Alegre: Artmed. Dentística Procedimentos Pré-clínicos. O. Alessandra. . Odontologia Estética – O Estado da Arte. CONCEIÇÃO. 11ª ed. REIS. Eduardo. 2004. São Paulo: Santos. BARATIERI. FEJERSKOV. E. Luiz Narciso e cols.

Smear layer 5. Instrumentos rotatórios c. Princípios de limpeza e modelagem b. Materiais obturadores c. Reabsorções dentárias internas . Instrumentos Endodônticos a. Riscos e benefícios 8. Movimento dos instrumentos endodônticos d. Preparo Químico-Mecânico dos Canais Radiculares a. Propriedades mecânicas d. Reabsorção Dentária a. Aspectos radiográficos de interesse para endodontia. Mecanismo de fratura dos instrumentos 6. 2. Alterações patológicas de origem endodôntica e não endodôntica. Classificação das reabsorções dentárias c. Técnicas obturadoras 7.Propriedades c. d. Indicações para a utilização do isolamento absoluto b. Princípios b. Retratamento Endodôntico a. Retentores do dique 3. Obturação do Sistema de Canais Radiculares a. Instrumentos manuais b. Técnicas de instrumentação manual e rotatória c. Diagnóstico em Endodontia a. Indicações e contraindicações b. Características Físicas e. Isolamento de Campo Operatório em Endodontia a. Substâncias Químicas Auxiliares da Instrumentação a. Elementos de Diagnóstico b. Reabsorções dentárias externas d. Diagnóstico e Classificação clínica das alterações pulpares e periapicais c.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ENDODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Preparo do dente para colocação do isolamento absoluto c.Substâncias químicas auxiliares b. Limite apical de instrumentação 4. Procedimentos para o retratamento c. Mecanismo de Ação b.

Diagnóstico . Exame clínico e radiográfico do paciente e incidência.9. Anatomia do canal e do ápice radicular c. Tratamento endodôntico de dentes decíduos c. Medicações intracanal . Urgência e emergência e em endodontia a. Medicação sistêmica e cicatrização tecidual c. Origem da dor endodôntica b. Terapêutica em endodontia a. Microbiota encontrada em infecções endodônticas. Traumatismo dentário a. Cirurgia perirradicular a.indicações e associações. Tratamento de abscesso e celulite j. Tratamento 10. Objetivos e orientações para o acesso cavitário d. Infecções endodônticas persistentes g. Microbiologia na endodontia a. Tratamento das infecções endodônticas i. Diferenças morfológicas do dente decíduo e permanente 15. Métodos para a identificação microbiana e. Fase mecânica para o acesso cavitário e. Biofilme e patogênese microbiana b. b. Infecções extrarradiculares h. f. preparo operatório e procedimentos cirúrgicos 14. Endodontia na odontopediatria a. Tipos de infecções endodônticas f. Indicações e princípios biológicos b. Dor endodôntica pré e pós operatória b. Instrumentos. Antibióticos 13. Corticosteróides d. preparo do acesso cavitário e localização dos canais a. Tratamento endodôntico de permanentes jovens d. Flare-up 16. e. Vias de infecção do canal c. Dor de origem perirradicular – diagnóstico e tratamento e. Dor de origem pulpar – diagnóstico e tratamento d. Diagnóstico d. Patogênese c. Componentes do sistema de canais radiculares b. 12. Etiologia b. Controle da dor e. Preparo do paciente e. Diagnóstico pulpar em criança b. Diagnóstico e tratamento c. Analgésicos não narcóticos analgésicos opióides c. Tipos de lesões periapicais de origem endodôntica. Considerações anatômicas e exames por imagem d. Erros do preparo cavitário 11. Patologia pulpar e perirradicular a. Mecanismo de patogênese microbiana e fatores de virulência d. Anatomia interna do dente.

Sequelas do trauma dentário. Fundamentos da Endodontia. Leonardo. SIQUEIRA JR. TORABINEJAD. São Paulo: Santos. WALTON.P. Dentes com rizogênese incompleta BIBLIOGRAFIA: COHEN.. José Freitas. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Mário Roberto / Cols. Endodontia: Biologia e Técnica. c. Tipos de fraturas radiculares – diagnóstico. ed. e. Reabsorções Dentárias nas Especialidades Clínicas. Técnicas anestésicas e suas indicações em diferentes situações clínicas. ARTES MEDICAS 2002. Endodontia Princípios e Prática. 1ª ed. . Mecanismo de ação dos anestésicos locais b.c. Rui e outros. Maringá: Dental Press. 10. 3. Dentes vitais a. Caminhos da polpa. Rio de Janeiro: Elsevier. Tipos de anestésicos e suas indicações e. 1ª ed.Hélio Pereira.A. HIZATUGU. 2005. 2010. ORSTAVIK. Richard E. 2011. Mahmud.R. T. tratamento e prognóstico. Procedimentos em dentes de pacientes de diferentes idades (crianças. tratamento e prognóstico. Prevenção e Tratamento da Periodontite Apical. adultos e idosos). Kenneth. d. f. 2ª Ed. 17. 2007. D e FORD. tratamento e prognóstico. . Tratamento endodôntico g. Anestesia em endodontia a. Características dos agentes anestésicos d. jovens. CONSOLARO. Dentes necrosados b. Livraria Santos Editora. Endodontia em Sessão Única. Tipos de fraturas dentárias – diagnóstico. Anestesia suplementar f. c. Traumas das estruturas dentárias– diagnóstico. São Paulo. LOPES. 2004. 2010.ed. Fracasso da anestesia 18. Stephen e HARGREAVES. Sistemas Rotatórios em Endodontia.

Anatomia maxilar e mandibular. 8. 33. 27. 15. Anestesia aplicada a implantes zigomáticos. Aspectos biomecânicos envolvidos em reabilitações com implantes zigomáticos e tipos de abordagem protética. 6. 3. 31. Edentulismo unitário. Cistos dos maxilares e implantes endo-ósseos. Prótese aparafusada e cimentada. 26. 20. 12. 14. Moldagem ou Transferência? 21. 19. 10. 16. 23. Planos de tratamento com implantes na maxila parcial e completamente edêntula: próteses fixas e overdentures. 24. Legislação em Implantodontia. Pilares Protéticos. 32. Técnicas cirúrgicas avançadas. . Quando se utiliza ou não a filosofia de carga imediata. As moldagens em Prótese sobre Implante. 28. Princípios das próteses fixas sobre implantes cimentadas: dentes naturais e abutments como pilares. Edentulismo parcial. 30. 17. Fases laboratoriais e Clínica da Prótese definitiva. Tratamento das áreas posteriores e sua classificação. 2.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: IMPLANTODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Novos conceitos para colocação em função. Opções protéticas em Implantodontia. Integração e Fisiologia tecidual. 11. Opções de tratamento para overdentures sobre implantes na mandíbula: uma abordagem organizada. 13. Complicações e Fracassos em Implantodontia. 25. Manutenção em Implantodontia. Nova abordagem cirúrgica. Classificação e planos de tratamento para arcadas parcial e totalmente edêntulas. Edentulismo total. 9. Evolução das técnicas e materiais empregados em ancoragem zigomática. 29. Anestesiologia e Implantodontia. 5. Técnica convencional para a ancoragem em implantes zigomáticos. Osso disponível e Implantodontia. 22. Diagnóstico pré implantar e Decisão terapêutica. Novos diâmetros de implante. Falhas mecânicas nas próteses sobre implantes. 4. Biomecânica clínica na Implantodontia. 7. 18.

oclusão BIBLIOGRAFIA: CARDOSO. ARTMED Editora. Antônio Carlos e Colaboradores. DAVARPANAH. Myriam. Mithrindade. MISCH. Carl E. Editora Santos. 37. 2006. Da Segunda Etapa Cirúrgica à Reabilitação Final. Carga imediata: aplicações em implantodontia. 40. Nary.34. . 2005. 39. Editora Santos. Carregamento ósseo progressivo. 2008. TELUCIANU. 41. PADOVAN. Hugo. O Passo-a-passo da Prótese sobre Implante. Plano de tratamento para a região posterior da maxila edêntula. Princípios da prótese aparafusada. MARTINEZ. FILHO. 2003. Manutenção dos implantes dentários. Considerações oclusais para a prótese implantossuportada: implantoprotegida. Prótese Sobre Implantes. Reposição unitária na área anterior da maxila. Opções para prótese total fixa sobre implantes na mandíbula. 35. Henry.F. Editora Santos. 36. KEBIR. Manual de Implantodontia Clínica. 38. J. Fixação Zigomática: Uma Alternativa Para Reabilitação em Maxilas Atróficas.

3ª Ed. Odontopediatria na Primeira Infância. BONECKER. 2009. São Paulo. Artes Médicas. MC DONALD. Ed. Uso de fluoretos em odontopediatria 14. M. TOLEDO AO. Radiologia em odontopediatria BIBLIOGRAFIA: ASSED S. Odontopediatria para crianças e adolescentes. DAVID R. 2005. Odontopediatria – Fundamentos para a Prática Clínica. 9ª. Aspectos psicológicos na clínica odontopediátrica 4. São Paulo. RALPH E. Cariologia 13. Anatomia dos dentes decíduos e permanentes 5. Maloclusões em odontopediatria 22. Hábitos parafuncionais 23.Premier. 2005. Cirurgia oral em pacientes pediátricos 27. Crescimento e desenvolvimento crânio-facial 2.Elsevier. Doença periodontal na criança 12. Farmacologia em odontopediatria 17. Terapia endodôntica em dentes decíduos 19. Selantes de fossas e fissuras 18. cimentos de ionômero de vidro 24. Ed. São Paulo. Abordagem odontológica em bebês 6. DEAN JA. Ed. Santos. RODRIGUES CRMD. AVERY. GUEDES PINTO AC. Anestesia local em odontopediatria 11. Traumatismos em dentes decíduos e permanentes jovens 20. Tratamento atraumático em odontopediatria 25. . Ed Santos. São Paulo. Ed. 1ª Ed. 2011. Condições patológicas da cavidade bucal na infância 9. Ed. 2010. Erupção dentária 10. Fundamentos de Odontologia – Odontopediatria.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ODONTOPEDIATRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Odontopediatria: Bases Científicas para a Prática Clínica. Diagnóstico e plano de tratamento em odontopediatria 3. 3ª Ed. Anomalias dentárias 16. Erosão dental 15. 1ª Ed. Rio de Janeiro. Características do sistema estomatognático 7. Reabilitação protética em odontopediatria 26. Desenvolvimento da oclusão 21. Desenvolvimento anatomofuncional da boca 8. Dentística em odontopediatria -Resinas compostas. CORRÊA MSNP.

Fase do tratamento ortodôntico com arco reto i. Tratamento em criânças pré-adolescentes com e sem problemas esqueléticos c. 3ª ed. Ortodontia: Princípios e Técnicas Atuais. Desenvolvimento da dentição mista e permanente c. Oclusão e equilíbrio dos dentes d. Jorge..2009. Diagnóstico e Plano de Tratamento a. Crescimento e desenvolvimento craniofacial b.Luis H. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. VANARSDALL JR. Etiologia das más oclusões g. Colagem em Ortodontia h. Aparelhos ortodônticos auxiliares k. Ancoragem em ortodontia j. Thomas M. Robert L. TUBER. Bases biológicas da terapia ortodôntica b. O Tratamento Ortodôntico com Arco Reto. Fisiologia e metabolismo do osso c. Ortodontia em Adultos: Diagnóstico e Tratamento f. . Aspectos Ortodônticos da Cirurgia Ortognática g. Biomecânica na prática ortodôntica d. Tratamento de crianças na fase da dentadura mista b. Cefalometria clínica 2. ESCOBAR P. Radiografia de mão e punho f.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: ORTODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. 2º reimpressão . Elisa. GREGORET. Tratamento sem Extração d. Hábitos em Ortodontia h. 1ª ed. Biomecânicas e Mecânicas ortodônticas a.. 2005 . Contenção e Recidiva BIBLIOGRAFIA: GRABER. Inter-relação Ortodontia/Periodontia e. Biomateriais em ortodontia 3. 2002. Classificação das más oclusões e. São Paulo: Livraria e Editora Tota. Técnicas Ortodônticas a.

. reimpressão 2010. 4ª ed.PROFFIT. Flávio F. SARVER. William R. VELLINI. . 2008. São Paulo: Artes Médicas. 2008. Ortodontia: Diagnóstico e Planejamento Clínico. 7ª ed. Ortodontia Contemporânea. Rio de Janeiro: Elsevier. David M. Henry W. JR. FIELDS.

Anatomia microscópica 2. Fatores predisponentes e modificadores. Em tecidos periimplantares 6. Em tecidos periodontais b. Processos agudos periodontais e. Diagnóstico. Fatores de risco para periodontite c. Periimplantite h. locais e sistêmicos. das doenças periodontais e periimplantares 4. Exame radiográfico c. Anatomia macroscópica c. Racionalização do plano de tratamento periodontal e periimplantar g. Patogênese da doença periodontal e periimplantar 5. Medicina periodontal f. Os tecidos ao redor de dentes e implantes b. Microbiologia periodontal b. Etiologia das doenças periodontais e periimplantares a. Trauma de oclusão a. Associação entre as doenças periodontais e doenças e condições sistêmicas: d. Formas de periodontite d. Exames complementares d. prognóstico e plano de tratamento a.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PERIODONTIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. Anatomia do periodonto de proteção e de sustentação a. Avaliação de risco e. Biofilme dentário e periimplantar c. Tratamento das doenças agudas do periodonto . Trauma oclusal 7. Infecções periimplantares e. Recessões gengivais e deformidades mucogengivais f. Doenças e condições gengivais não induzidas por placa c. Prevalência das doenças periodontais b. Infecções periodontais d. Exame clínico b. Determinação do prognóstico f. Epidemiologia a. Doenças gengivais induzidas por placa b. Diabetes mellitus e síndrome metabólica 3. Doenças cardiovasculares e. Mucosite perimplantar g. Classificação das doenças periodontais e periimplantares a. Complicações da gravidez f.

5ª Ed. Cirurgias plásticas periodontais g. Jan. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Fermin et al. Henry H. NEWMAN. 2010. . Diagnóstico e tratamento da mucosite e da periimplantite 10. Michael G.. Tratamento de dentes com envolvimentos de furca radicular d. Carranza: Periodontia Clínica. Tratamento periodontal a. Aspectos gerais do planejamento em implantodontia d. Cicatrização da ferida periodontal 9. Osseointegração b.. Terapia periodontal inicial (associada à causa) 1) Instrumentação periodontal não cirúrgica. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. Cirurgias regenerativas 1) Conceitos regenerativos 2) Técnicas cirúrgicas regenerativas f. 2007. Terapia de suporte a. Implantodontia a. Terapia periodontal de suporte b. Os momentos da instalação de implantes e da reabilitação e. CARRANZA. Aspectos biológicos dos implantes dentários c. Instrumentação periodontal cirúrgica 1) Princípios gerais da cirurgia periodontal 2) Objetivos.10ª Ed Rio de Janeiro: Elsevier. indicações e contra-indicações da cirurgia periodontal 3) Acesso cirúrgico periodontal 4) Técnicas cirúrgicas de tratamento da bolsa periodontal e de deformidades mucogengivais c. raspagem e alisamento radicular 2) Instrumentação sônica e ultrassônica 3) Agentes antimicrobianos locais e sistêmicos 4) Procedimentos interdisciplinares para adequação do meio bucal b. controle mecânico do biofilme. TAKEI. Terapia periimplantar de suporte BIBLIOGRAFIA: LINDHE. Cirurgias ressectivas periodontais 1) Gengivectomia/gengivoplastia 2) Cirurgia óssea ressectiva 3) Ressecção radicular 4) Tunelização e.8.

Prótese sobre implantes. oclusão e ajuste oclusal em prótese dentária. 2. São Paulo: Quintessence. 9. F. 2007. 10. Uso de articuladores ajustáveis em prótese dentária. processamento convencional e microondas em prótese removível (total e parcial). TURANO. restauradores indiretos. São Paulo: Santos. BIBLIOGRAFIA: ANUSAVICE KJ. . ed. 12. classificações.RELAÇÃO DE ASSUNTOS E BIBLIOGRAFIAS INDICADOS PARA O CONCURSO DE ADMISSÃO / 2012 AO CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAIS DA ÁREA DE SAÚDE-ODONTOLOGIA / 2013 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS ÁREA: PRÓTESE DENTÁRIA RELAÇÃO DE ASSUNTOS: 1. 8. 4. Gerson A. Prótese parcial removível: do planejamento/delineamento à instalação. Relações maxilomandibulares em prótese total. H. Categorias e propriedades dos materiais dentários em prótese dentária.M.Passo a Passo : Santos. indicações. e cols.. 2009. prova e montagem dos dentes artificiais em prótese removível (total e parcial). Exame do paciente em prótese dentária e anatomia funcional do sistema mastigatório. e outros. Fundamentos de Prótese Fixa. 7. Grampos ou retentores extracoronários em PPR. Conceito. 11. Santos. CARDOSO.J. Daniel de Moraes. 13. enceramento. TURANO L.Paulo. 6. Prótese imediata. Seleção. 2007. São Paulo: Santos Livraria e Editora.]. 2005. : Editora Santos.C. 2001. resinas e reembasamento em prótese removível (total e parcial). 2005. C. contra indicações e fracassos em prótese parcial removível (PPR). L. PEGORARO. SHILLINGBURG. materiais. 8. . BERNARDES DA SILVA OD. 3. – – o da a 1 .ed. . CORREA. reimpr. 11 ed. et al. Fundamentos de Prótese Total. [1. 2006.T. Patologias oclusais. fundição odontológica e soldagem de ligas odontológicas. 2010. A. Inclusão. 5. cerâmicas odontológicas. 4. Editora: Elsevier. Phillips: Materiais Dentários. Prótese fixa: do preparo à cimentação definitiva. ligas metálicas. TODESCAN R. EGLAS E. 14. Moldagem e materiais de moldagem em prótese dentária. Protése Total: Convencional e Sobre Implantes. TELLES.

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