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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

CAMPUS DE BOTUCATU

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE AGRONOMIA

BOTUCATU
ABRIL 2007

2

SUMÁRIO
Página

1. Identificação Institucional................................................................... 2. Objetivos do Curso.............................................................................. 3. Perfil do Engenheiro Agrônomo formado pela FCA........................... 4. Ingresso no Curso................................................................................ 4.1 Vagas e Período............................................................................ 4.2 Regime de Matrícula.................................................................... 4.3 Concurso Vestibular..................................................................... 5. Estágios................................................................................................ 5.1 Estágio Curricular......................................................................... 5.2 Estágios Extracurriculares............................................................ 6. Matriz Curricular do Curso.................................................................. 6.1 Carga Horária Total do Curso...................................................... 6.2 Integralização Curricular, Carga Mensal e Diária........................ 6.3 Elenco das Disciplinas Obrigatórias............................................. 6.4 Elenco das Disciplinas Optativas................................................. 7. Objetivos, Ementa e Bibliografias das disciplinas.............................. 7.1 Disciplinas Obrigatórias............................................................... 7.2 Disciplinas Optativas....................................................................

03 05 06 08 08 08 08 10 10 11 12 12 13 13 16 20 21 68

3

1. IDENTIFICAÇÃO INSTITUCIONAL
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO" UNESP FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS – FCA CAMPUS DE BOTUCATU FAZENDA EXPERIMENTAL LAGEADO Rua José Barbosa de Barros, 1780 CEP.: 18.610-307 Caixa Postal 237 Botucatu - SP Fone: (14) 3811-7100 Fax: (14) 3815-3438 Home page: http://www.fca.unesp.br e-mail: diretor@fca.unesp.br REITORIA DA UNESP Reitor: Prof. Dr. Marcos Macari Vice-Reitor: Prof. Dr. Herman Jacobus Cornelis Voorwald DIRETORIA DA FCA: Diretor: Prof. Dr. Leonardo Theodoro Bull Vice-Diretor: Prof. Dr. Sílvio José Bicudo FAZENDAS EXPERIMENTAIS Supervisor: Prof. Dr. Marcelo Agenor Pavan Vice-Supervisor: Prof. Dr. Lincoln Gehring Cardoso DIRETORIA TÉCNICA ACADÊMICA Diretora: Sueli Aparecida Zanardo Honório SEÇÃO DE GRADUAÇÃO Liliam Aparecida Paes Alves Andréa Spernega Dejair Martiniano Ribeiro Fátima Regina Arruda SEÇÃO TÉCNICA ACADÊMICA Maria Isabel Gomes Denise Aparecida Pacharoni Argentin DIRETORIA ADMINISTRATIVA Diretora: Maria Elisa Bertolla Pires

(T) Prof. Waldemar G. Dr. Luiz Roberto Hernandez Bicudo (S) REPRESENTANTES DISCENTES/FCA Acadêmica Vivian Ferreira Franco (T) Acadêmico João Maurício Garcez de Castro (S) . Dr. Biaggioni (T) Prof. Marco Antonio M. Dr. Dr. Dagoberto Martins (S) FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA/FMVZ Prof. Dr. Drª. Denise Laschi (T) Profª. Dr. Puolli Filho (T) Prof. Venturini Filho (T) Prof. Dr.4 CONSELHO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA (CCGA) MEMBROS Coordenador: Profª. Drª. Wilson Badiali Crócomo (T) Prof. Célia Regina Lopes Zimback (T) Prof. Fernando Broetto (T) Prof. Hélio Grassi Filho (S) Representantes Eleitos Prof. Izabel de Carvalho . Dr. José Nicolau P. Drª. Célia Regina Lopes Zimback FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRONÔMICAS/FCA Departamento de Engenharia Rural Prof. Antonio Carlos Silveira (S) INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS Prof. Drª. Dr. Dr. Dr. Sérgio Lázaro de Lima (S) Prof. Rumy Goto (S) Departamento de Recursos Naturais Profª. Drª. Drª. Izabel de Carvalho Subcoordenador: Profª. Raimundo Leite Cruz (S) Departamento de Gestão e Tecnologia Agroindustrial Profª. Alberto Médici (S) Departamento de Produção Vegetal Profª. Dr.

sócio-culturais. em suma. a prática e a sociedade. mas afetas a grupos sociais. gerenciais e organizativos. Os objetivos específicos são estebelecer diretrizes para uma sólida formação generalista do Engenheiro Agrônomo formado pela FCA nas áreas de Recursos Naturais. estabelecendo o perfil do profissional egresso da FCA. Trata-se.5 2. com visão humanística. constante relacionamento entre a instituição de ensino/faculdade e a comunidade. a estrutura curricular do curso. Extensão e Gestão Agrícola. Zootecnia. atividades de extensão que possibilitem a interação entre a teoria. e instalações. os objetivos específicos do curso e de cada área de atuação. concebido coletivamente pela instituição. proporcione gestão democrática da instituição na área acadêmica e que estabeleça qualidade de ensino para o curso. e utilizando para o equacionamento destas metas os recursos disponíveis de maneira racional. O Projeto Pedagógico tem por objetivos gerais a sistematização da política e pedagogia da instituição. a comunidades. . para propiciar formação de Engenheiros Agrônomos que respondam às necessidades das realidades locais. formas de estágios destinados ao corpo discente. regionais e nacionais. OBJETIVOS DO CURSO No Projeto Pedagógico do Curso de Agronomia da FCA está impressa a instrumentação para o desenvolvimento do Curso de Agronomia. Espera-se que o Projeto Político-Pedagógico propicie autonomia didática. propõe-se que o Projeto Pedagógico proporcione ligação harmônica entre a ciência e a técnica e que seja constantemente atualizado. econômicos. Fitotecnia. equipamentos e corpo técnico-administrativo existentes para o desenvolvimento do curso. e prioritariamente tendo como objetivo a conservação do equilíbrio ambiental. Tecnologia de Alimentos e Engenharia Rural. a segmentos da sociedade – percebendo-as na sua relação com problemas tecnológicos. Ciências Florestais. Fitossanidade. Centrado no ensino da Ciência Agronômica. de definir conscientemente metas de formação de profissionais que saibam compreender e traduzir as necessidades – não apenas de indivíduos. estratégias de ação para o aprimoramento do corpo docente.

PERFIL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO FORMADO PELA FCA Pretende-se que o profissional formado pela FCA apresente um perfil eclético e amplo. Em face do desenvolvimento da atividade agrícola e da intensificação de suas interrelações com a atividade industrial. Com base nestes pressupostos. tecnológicos e sócioculturais e consciência cidadã que o comprometa com o seu tempo. o Curso de Agronomia da FCA delineia como perfil profissional desejável que os egressos da instituição de ensino desempenhem funções compatíveis com a expectativa de um profissional de nível superior atento às exigências de seu tempo. com as necessidades do país e da humanidade. O perfil profissional esperado dos egressos do Curso de Agronomia deverá assegurar competências e habilidades para: . com base em sólida formação científica e técnica. comunidade e da atividade agropecuária.compreender as variáveis envolvidas nos sistemas de produção agrícola. provenientes de indivíduos. . e comercial. grupos sociais.6 3. de processamento. e que abarca diferentes finalidades quanto à produção que se quer obter e como ela vai ser utilizada. O profissional Engenheiro Agrônomo formado pela FCA deverá receber sólida formação básica que contemple visão global dos sistemas de produção agrícola e a aquisição de habilidades para modificá-los em moldes científicos. no âmbito do agronegócio. o profissional Engenheiro Agrônomo formado na FCA deve considerar como espaço de sua atuação não apenas as atividades localizadas internamente à propriedade agrícola.prover o manejo. no Brasil. . sendo capaz de atender às múltiplas e diversas demandas da sociedade brasileira. abrangendo o arco que vai da produção familiar à produção não familiar. a maximização e a sustentabilidade aos sistemas de produção agrícola. devendo atuar profissionalmente de maneira mais abrangente. no planejamento e encaminhamento da produção agrícola para as fases de transformação e circulação nos mercados interno e externo.

supervisionar.atuar como gerador e difusor de informações e novas tecnologias. solucionando dúvidas e problemas do exercício profissional. criticar. considerando igualmente processos de adequação destas. considerando a realidade sócio-econômica e ambiental dos produtores e do espaço analisado. .conhecer. . .analisar.acessar e interpretar informações técnicas e expressar-se de maneira adequada. compreender. .respeitar o meio ambiente.tomar iniciativa técnica e administrativa nas diferentes formas de organização. . assistir. com auxílio da pesquisa científica. .posicionar-se em relação aos grandes temas agrícolas e ambientais da realidade brasileira e afetos à profissão de Engenheiro Agrônomo. de caráter agrícola e não-agrícola ou ambientais. periciar e instalar qualquer projeto rural.diagnosticar problemas e propor soluções. fazer propostas e atuar. de modo que beneficiem o conjunto da sociedade. . valorizar a atuação multidisciplinar. capacitando-se para exercer liderança e colaboração com outros profissionais e equipes. elaborar e executar projetos agrícolas e ambientais. coordenar. orientar. ensejando a superação de conflitos. .manter-se atualizado e em processo contínuo de formação.participar de trabalho em equipe.demonstrar espírito crítico e empreendedor.7 . . posicionando-se em relação às políticas públicas no campo do espaço agrícola e ambiental. . assessorar.agir com ética profissional. . . . dirigir.

9 10. 4. em período integral com oferecimento de 80 vagas.11 10. DE VAGAS 40 40 40 40 40 40 50 50 50 80 80 80 80 80 80 CANDIDATOS INSCRITOS 428 656 286 1454 1632 1345 1141 1090 978 1042 806 715 809 856 708 RELAÇÃO CAND/VAGAS 10.03 10.56 13. INGRESSO NO CURSO 4. 4.7 8.35 40. Período: 1978-2007.5 22.8 4.4 7.8 33.7 16.84 .07 8.88 21.3 Concurso Vestibular – Relação Candidato/Vaga – Curso de Agronomia.80 19. ÓRGÃO REALIZADOR FUVEST FUVEST FUVEST VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992 Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia ANO CURSO Nº.15 36.2 Regime de Matrícula O regime de matrícula é anual com inscrição semestral nas disciplinas.1 Vagas e Período O Curso de Agronomia está em pleno funcionamento.

0 9.9 8.9 VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP VUNESP 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia Agronomia 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 80 700 725 809 620 719 695 645 879 514 779 727 731 1117 799 755 8.01 14.4 FONTE: Dados pesquisados pelos autores.0 6.7 8.7 8. .1 11.0 10.09 9.76 9.74 9.4 9.1 7.56 10.

instituições ou empresas vinculadas às Ciências Agrárias. Este estágio é realizado em tempo integral. fora da FCA. É por meio desta comissão que os graduandos do Curso de Agronomia da FCA vinculam-se sistematicamente ao Estágio Curricular Supervisionado. deste modo. o que institucionaliza comprovação de realização destas atividades. A CEBOP atua também no registro de Estágios Extracurriculares realizados pelos alunos internamente à FCA. organizações não-governamentais. unidades de produção agropecuárias. Os estágios dos alunos subdividem-se. em instituições credenciadas pela CEBOP. ESTÁGIOS CURRICULARES E EXTRACURRICULARES A FCA incentiva e auxilia a viabilização da inserção do aluno em estágios desde o começo do curso. De modo semelhante aos estágios extracurriculares internos. profissionais integrados a empresas. extensão de serviços à comunidade. podem estar envolvidas áreas pertencentes a um ou mais Departamentos da FCA. pesquisa.1 Estágio Curricular Supervisionado O Estágio Curricular Supervisionado representa atividade de aprimoramento do processo de aprendizagem cuja duração é estabelecida no currículo do Curso de Graduação em Agronomia. requisito para a integralização da graduação no curso. A área de apoio a estágios na FCA é coordenada por comissão de professores que compõe a CEBOP (Coordenadoria de Estágios. potencializadora dos processos de aprendizagem e de ampliação da autonomia do acadêmico em termos técnicos e de relacionamento diferenciado com outros colegas. Bolsas e Orientação Profissional). escolhidas pelo aluno. . No seu desdobramento. Busca-se mostrar ao aluno que a atividade de estágio é parte expressivamente importante do processo de sua formação profissional. docentes da FCA e de outras instituições de ensino. em dois tipos: 5.10 5. entre outras. É realizado quando o aluno tenha concluído todos os créditos em Disciplinas (obrigatórias e optativas) do Curso. e que a mesma implica em articulação entre teoria e prática. o Estágio Curricular Supervisionado pode abranger atividades programadas de uso de técnicas e/ou metodologia de trabalho.

A avaliação desta atividade. Já o Estágio Extracurricular Interno é realizado nas dependências da FCA ou das demais Unidades que integram a UNESP em Botucatu (IB. e de docente da Faculdade de Ciências Agronômicas. por seu turno. por membro da CEBOP.2 Estágios Extracurriculares Ao longo do curso de Agronomia. de Pesquisa.11 A orientação do Estágio Curricular Supervisionado se desdobra em duas vertentes: de profissional especializado. ela debruça-se sobre Relatório Final elaborado pelo estagiário. O Estágio Extracurricular Externo pode ser realizado em instituições públicas e privadas. 5. de Prestação de Serviços à Comunidade. fora do horário de aulas. que podem ser externos e internos à FCA. visando complementar a formação profissional do estagiário. Para registro na CEBOP. o aluno pode – e é estimulado a fazê-lo – desenvolver Estágios Extracurriculares. o Estágio Extracurricular Externo pode ser de: Aprendizado de Técnicas e/ou Metodologias de Trabalho. Trata-se de atividade que se inscreve no processo de aprimoramento da aprendizagem. sendo desenvolvida sob a supervisão de docente(s) orientador(es). reconhecido pela CEBOP. examinando igualmente a apresentação pública do seminário relativo ao Estágio. subordinando-se o estagiário às regras internas destas instituições. FMVZ). Esta atividade é desvinculada dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação. é composta pelo docente orientador. e por membro do Conselho de Curso de Graduação. .

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO 6. 4ª opção: preencher 420 horas em disciplinas. devem ser revistas em futuro próximo.125 horas de Atividades Obrigatórias (235 créditos/carga horária de 3525 horas) e Atividades Optativas (40 créditos/carga horária de 600 horas). e 90 horas com a disciplina “Vivência em Ciências Agrárias”. correspondendo a uma carga horária de 4.12 6. quando do Processo de Readequação do Currículo do Curso de Agronomia às Diretrizes Curriculares. e as 270 restantes com a disciplina “Vivência em Ciências Agrárias" e “Trabalho de Graduação”. não havendo restrições a que este total de horas seja excedido. que estavam em fase de regulamentação e implementação.045 horas). e o Estágio Curricular Supervisionado (com 32 créditos correspondentes a 480 horas) Atividades Optativas. As Atividades Obrigatórias abrangem as Disciplinas Obrigatórias (totalizando 203 créditos correspondentes a 3. Portanto. esta última faculta ao aluno. especialmente no que concerne ao perfil da proposta destas Diretrizes para o Trabalho de Conclusão do Curso. a substituição a 90 horas de carga horária mínima optativa.1 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO O total de créditos que compõe o Curso de Agronomia é de 275. com exceção da disciplina “Vivência em Ciências Agrárias” e “Trabalho de Graduação”. desenvolvendo em 180 horas o “Trabalho de Graduação”. . Nestas o aluno deve cumprir um mínimo de 40 créditos/600 horas. Atividades Obrigatórias. após avaliação e aprovação na mesma. 3ª opção: preencher 510 horas em disciplinas optativas. 2ª opção: preencher 330 horas em disciplinas optativas. A Disciplina de Vivência em Ciências Agrárias e o Trabalho de Graduação. A carga mínima de 600 horas poderá ser cumprida no Curso de Agronomia mediante quatro opções previstas: 1ª opção: preencher 600 horas em disciplinas optativas.

de Sociol. Anal. 6. sendo o prazo máximo desta integralização 8 anos.3 ELENCO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS O currículo do Curso de Agronomia possui um elenco de disciplinas com conteúdos imprescindíveis à formação do Engenheiro Agrônomo que devem.2o SEMESTRE Estatística e Experimentação 60 Física 60 Fundamentos de Sociologia 30 Geologia Geral 45 Matemática II 60 Química Analítica Quantitativa 60 Sistemática Vegetal 60 Topografia e Sensoriamento Remoto I 45 o 2 ANO . Técnico Fund.1o SEMESTRE Bioquímica Agrícola 60 Climatologia Agrícola 60 Construções Rurais 60 Fundamentos de Economia 30 Matemática I Química Ger.13 6. ser cursadas com a distribuição semestral aconselhada abaixo: Disciplina Carga Horária Total Pré-Requisitos 1o ANO . obrigatoriamente.2 INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR E CARGA HORÁRIA SEMANAL E DIÁRIA O prazo mínimo para integralização curricular é de 5 anos. Veg. e o limite máximo de carga horária diária é de 8 horas. Quant. Desenho Técnico Quim. e Anat. Morfol. . O limite máximo de carga horária semanal é de 40 horas.1o SEMESTRE Biologia Celular 30 Desenho Técnico 30 Ecologia Agrícola 30 Filosofia da Ciência 30 Iniciação à Agronomia 30 Matemática I 30 Morfologia e Anatomia Vegetal 60 Química Geral e Orgânica 60 Zoologia Agrícola 60 o 1 ANO . Física Des. e Org.

Agrícola Fert. Agrícola Fert. Microb.1o SEMESTRE 60 o Defensivos Agrícolas Eletrificação Rural 30 30 . Agrícola Bioq. e Corretivos.1 SEMESTRE Ciência e Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal 60 Fitopatologia Geral 60 Irrigação e Drenagem 60 Melhoramento Vegetal 60 Nutrição Mineral de Plantas 30 Plantas Daninhas e Métodos de Controle 45 Pragas das Plantas Cultivadas 60 3o ANO .I 45 2 ANO . Entom.Solo Entom. Celular e Quím.Veg./Fert. Mecanização Agrícola Nematologia Agrícola Produção de Ruminantes Silvicultura Tecnologia de Produtos de Origem Animal Agricultura I 45 30 60 60 60 4 ANO . Rurais. Vegetal Nutr. e Sens. Agrícola Constr. Ecol. Anim.Plantas Máq. Agrícola Física Mecân. Geral Fisiologia Vegetal Fisio. Rem. Entom. Biol. Melhor.Dom.Quant.2 SEMESTRE Anatomia e Exterior dos Animais Domésticos 30 Bases de Fisiologia Animal 30 Entomologia Agrícola 60 Fertilidade do Solo 45 Fisiologia Vegetal Hidráulica Máquinas Agrícolas Microbiologia Geral 60 45 45 60 o o 3 ANO . Celular Biol.Min. Agrícola.Solo/Nutr. Agrícolas Zoologia Agrícola Anat.Pl. Aplic. Agrícolas Bioq. Fitop.e Ext. Fitop. Celular Zoologia Agrícola Solos/Quim. Geral.Geral Orgânica Bioquím.2o SEMESTRE Fertilizantes e Corretivos 45 Horticultura Geral 60 Biol. Bases de Fis. Geral Hidráulica Gen.14 Genética Geral Mecânica Aplicada Solos Topografia e Sensoriamento Remoto II 60 45 60 o o Biologia Celular Física Geologia Geral Topo.M. Geral. Agrícola. Máq. An.Anal.

Mét. Fitopat.Técnico Anat. Silvicultura.à Gest.Man. Uso. Agricultura II Fisiol.Agr. Economia Des. Geral Fund. Máquinas Agrícolas Mét.Apl. Agrícola.An.à Gest. Geral.e Experim.Apl.1o SEMESTRE 30 60 30 60 Forragicultura e Pastagem Gestão Agrícola Informática Aplicada à Agricultura Produção e Tecnologia de Sementes 5o ANO .Apl.Dom.Agr.15 Irrig.e Con. * Cada 15 horas totais representam 1 hora semanal .2o SEMESTRE Estágio Curricular Supervisionado desde que o aluno tenha concluído todos os créditos em disciplinas (obrigatórias e optativas) do Curso.2o SEMESTRE 60 o Desenvolvimento e Extensão Rural Políticas Públicas e Mercados Agrícolas Preservação de Recursos Naturais Tecnologia das Fermentações 30 30 30 30 5o ANO . Especial Agricultura I e II Horticultura Especial Métodos Aplicados à Gestão Agrícola Paisagismo Produção de Não Ruminantes Uso. Geral Mét. Vegetal. Geral Entom. Agrícola. Agrícola. Manejo e Conservação do Solo Agricultura II 60 60 30 60 45 4 ANO .e Ext. Fitopatol. Hortic..e Corretivos. Entom.Agr Estat. Solos Fert. Solo Bioq.e Drenagem Hortic. Micr.àGest.

16 6. necessários à formação profissional.4 ELENCO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS As atividades optativas visam contribuir ao aprofundamento de aspectos específicos do conhecimento. 1º ANO 2O SEMESTRE Carga Horária Pré-Requisitos Total* 45 2o ANO 1O SEMESTRE e 30 Fundamentos de Sociologia 30 Fundamentos de Sociologia 30 Filosofia da Ciência 30 Solos (Co-requisito) 30 Zoologia Agrícola/Ecologia Agrícola 2o ANO 2O SEMESTRE 60 Química Geral e Orgânica Química Analítica Quantitativa 60 Bioquímica Agrícola 30 30 30 60 60 60 30 Fundamentos de Economia Estatística e Experimentação Fundamentos de Sociologia Fundamentos de Sociologia Construções Rurais Climatologia Agrícola Disciplinas Introdução à Informática Comunicação. Ciência Sociedade Fundamentos em Etnobotânica Metodologia de Pesquisa Minerais de Argila Piscicultura Análise Química Instrumental Cultura de Células e Tecidos de Plantas Econometria Aplicada à Agricultura Estatística Experimental Fundamentos em Etnobotânica Introdução à Educação Ambiental Movimentos Sociais e Cooperativismo Tópicos Complementares de Construções Rurais Tópicos de Radiação Solar: Medidas. Modelos e Aplicações em Processos de Conversão Química Tópicos Especiais de Economia Apicultura Associativismo Agronegócios Ciências Sociais Agropecuária e e 30 Fundamentos de Economia 3o ANO 1O SEMESTRE 60 30 Fundamentos de Sociologia 30 Fundamentos de Sociologia .

Remoto I O 3 ANO 2 SEMESTRE 30 Zoologia Agrícola 30 Fundamentos de Sociologia 30 60 30 60 30 60 60 60 60 60 Fundamentos de Sociologia Fitopatologia Geral Microbiologia Geral Topografia e Sens.Remoto II Genética Geral Melhoramento Vegetal – pré-requisito Horticultura Geral – co-requisito Microbiologia Geral Bioquímica Agrícola Irrigação e Drenagem Hidráulica / Solos Solos 30 Zoologia Agrícola 4o ANO 1O SEMESTRE 30 Fertilizantes e Corretivos 60 30 30 60 30 30 30 30 30 Produção de Ruminantes Produção de Ruminantes Nutrição Mineral de Plantas Fundamentos de Economia Nutrição Mineral de Plantas Fertilizantes e Corretivos Fisiologia Vegetal / Horticultura Geral Solos/Química Geral e Orgânica Mecanização Agrícola . Remoto II 60 Topografia e Sensoriam.17 Climatologia Aplicada Elementos de Geoestatística Introdução à Biologia Molecular de Microorganismos e Plantas Recursos Naturais Renováveis Sistemas de Bombeamento Sistemas de Informação Geográfica Topografia Especial Acarologia Agrícola Associativismo e Agronegócios Ciências Sociais e Agropecuária Doenças das Principais Culturas Geoprocessamento Melhoramento Animal Melhoramento de Hortaliças Microbiologia Agrícola Nutrição Animal Projetos de Irrigação e Drenagem Recuperação de Áreas Degradadas Sensoriamento Remoto Aplicado a Levantamento de Solos Sericicultura Análises Químicas de Solos. Plantas e Fertilizantes Bovinocultura de Leite Bubalinocultura Cultivo Hidropônico Economia Brasileira Ergonomia Heveicultura Horticultura Orgânica Manejo de Resíduos Sólidos Máquinas e Mecanização para Agricultura de Precisão 30 30 45 30 30 60 o Climatologia Agrícola Genética Geral Química Analítica Quantitativa / Solos Matemática II / Física Topografia e Sensoriam.

dos An. Domésticos Bases de Fisiologia Animal Genética Geral Bovinocultura de Corte 60 Produção de Ruminantes Cultivo em Ambiente 30 Horticultura Especial Protegido de Plantas Hortícolas Cunicultura 30 Anatomia Ext. Domésticos Bases de Fisiologia Animal Eqüinocultura 60 Produção de Não Ruminantes Fisiologia e Manejo Pós60 Fisiologia Vegetal colheita de Frutas e Horticultura Especial Hortaliças Fruticultura 30 Horticultura Especial Gestão e Qualidade em 60 Ciência e Tecnologia de Alimentos de Indústria de Alimentos Origem Vegetal Plantas Medicinais e 30 Horticultura Especial Aromáticas Programa de Controle de 30 Plantas Daninhas e Métodos de Plantas Daninhas Controle Secagem da Madeira 45 Sistemas Agroflorestais 30 Silvicultura Suinocultura 60 Produção de Não Ruminantes Tecnologia de Aplicação de 30 Fitopatologia Geral.Ambiente e 60 Fundamentos de Economia Desenvolvimento Floricultura 30 Horticultura Especial Horticultura Geral Gestão na Agroindústria 60 Métodos Aplicados à Gestão Agrícola Planejamento do Uso da 60 Uso. dos An. Manejo e Conservação do Solo Terra . Defensivos Agrícolas Entomologia Agrícola Tópicos de Comercialização 30 Fundamentos de Economia 5o ANO 1O SEMESTRE Arborização Urbana 30 Paisagismo Agricultura III 60 Agricultura I e II Armazenamento de Grãos 60 Produção e Tecnologia de Sementes (Co-requisito) Economia.18 Mecanização Conservacionista Olericultura Planejamento Ambiental Tópicos em Economia Agroindustrial Tópicos de Política e Legislação Florestal 30 60 30 30 45 Máquinas Agrícolas Mecanização Agrícola / Solos Horticultura Geral Ecologia Agrícola nihil Fundamentos de Sociologia Fundamentos de Economia 4o ANO 2O SEMESTRE Avicultura 60 Anatomia Ext.

19 Planejamento Regional Política Agrícola Preservação da Madeira Produção de Sementes de Hortaliças Sistemas de Produção Agrícola Tecnologia de Bebidas Tecnologia de Queijos Tecnologia do Açúcar e do Álcool 60 30 30 60 60 60 60 60 Fundamentos de Economia Fundamentos de Economia Secagem da Madeira Horticultura Geral Produção e Tecnologia de Sementes (Co-requisito) Agricultura I e II Tecnologia das Fermentações Tecnologia de Alimentos de Origem Animal Tecnologia das Fermentações Ciência e Tecnologia de Alimentos de Origem Vegetal Topografia e Sensoriamento Remoto II Uso Manejo e Conservação do Solo Tópicos de Perícias e Avaliações Aplicadas a 45 Imóveis Rurais * Cada 15 horas totais representam 1 hora semanal .

SOUZA. 450p.M. 1982. KONDO..A. 44p. M. Ementa: Importância da cultura no contexto agrícola.E.C. 1996. beneficiamento e comercialização dos mesmos. Londrina:EMBRAPA/CNPSo. Manual do produtor de algodão. nutrição e adubação da cultura.M. E. A cultura da soja nos cerrados. VARGAS. CAVALERI.A. (Documentos. EMBRAPA. CARVALHO. 2000.. Londrina:EMBRAPA Soja. EMENTA E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS 7.M. Campinas.. Algodão – tecnologia de produção. Café: normas e coeficientes técnicos.. Belo Horizonte. A inoculação da soja. Campinas:Fundação Cargill....S. Brasília: EMBRAPA.14. Preparo e conservação do solo. E. 1992. 2004. COSTA. Manejo de pragas da soja: uma abordagem histórica. Londrina: EMBRAPA/CNPSo.H. D. A. 1994. 158p. 1000. CARVALHO. . café e algodão. CARVALHO.M. conduzir programas de pesquisas científicas e assessorar tecnicamente a produção.E. conduzir tecnicamente a produção e aproveitamento dos produtos principais das culturas já citadas. P.J.I.G. N. BELTRÃO. EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE. 29p. CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DA SOJA. 286p. Dourados:EMBRAPA/CPAO. V. MARCHEZAN. A soja no Brasil Central. Doenças do cafeeiro: diagnose e controle.A. Piracicaba:Potafós. café e algodão). S.. 1994. N. J.20 7. L. 1989. J. S. Tecnologias de produção de soja – Região central do Brasil 2005.. (Sistema de produção.A. FUNDAÇÃO CARGILL. E.M. FERRAZ. Calagem. GRIDI-PAPP. 1982. 6). M. CHAULFOUN. P.I. CAMARA. Morfologia e fisiologia. 30p. 34). CAMARGO. CAMPOS. Cultura do algodoeiro. Fundação Meridional. (Circular técnica. colheita. 239p. 162. v. CIA. 78). G. 444p.P. Belo Horizonte: EPAMIG. OBJETIVOS.. 296p. 535p. 1999. FUZATTO. GAZZONI. E. N. J. COSTA. EMBRAPA Cerrados. 72p. Colheita e processamento das culturas (soja.T. PASSOS.1 Disciplinas Obrigatórias (As disciplinas estão dispostas em ordem alfabética): AGRICULTURA I Objetivos: Ao término da disciplina os alunos deverão ser capazes de conduzir estudos de viabilidade técnica e econômica das principais culturas: soja.. C. (Circular técnica. Bibliografia básica ARANTES. O agronegócio do algodão no Brasil. P.. 2 ed...L.. N.J. 58). 1993.. N. CHIAVEGATO. 233p. 1023p.L.. INFORME AGROPECUÁRIO.J. SABINO. SILVA. R. São Paulo:Bolsa de Mercados e futuros. FREIRE. Características dos estádios de desenvolvimento da soja. SANTOS.M. Cultura da soja. W.. Porto Alegre:EVANGRAF. 2001. HUNGRIA. 7) EMBRAPA. (Boletim técnico. 1999. Soja: tecnologia da produção II. n. Piracicaba:Potafós. Semeadura e tratos culturais. J. Controle de Pragas e doenças.M.L.

A. PEZZOPANE. 567p.. GARCIA...M. MENDES. v. Preparo do produto e armazenamento.... Belo Horizonte.F. 2000.I. RENA.. GALERANI... 1977. Piracicaba?IPF/IIP. Pragas e doenças e seus controles. M. CORREA.R. reconhecimento. Cultura do café no Brasil: novo manual de recomendações. R. Broca-do-café: histórico. Bibliografia básica AIDAR.G. 19.R.. YORINORI. SILVEIRA. L. Soja: principais doenças causadas por fungos. Cafeicultura: tecnologia para produção. 447p.N. SANTINATO. 238) THOMAZIELO.C. Rio de Janeiro/Varginha.. 605p. E.R. D. MAPA/PROCAFÉ. RIGHI. R. NEVES. .. P.R. OLIVEIRA. J. Ementa: Introdução. MALAVOLTA.R.. Café arábica: cultura e técnicas de produção. REIS... EPAMIG. N. YAMADA. FUZATO. 1984. arroz. O estado da arte de tecnologias na produção de café..B.A. STONE.. 2000. J.A. 2002. M. ALMEIDA. conduzir programas de pesquisas científicas e assessorar tecnicamente a produção. GARCIA. feijão..B.S.A. 61).B. J. 568p.187. E. SOUZA. F. J. MATIELLO. (Boletim técnico.A. Campinas:CATI. S.. A. C. J. A. E. L.. Cotton.. Preparo e conservação do solo. 40p. N. F. Campinas:Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. 1997.. T. Belo Horizonte.. Poda e condução do cafeeiro. S... 26p. Viçosa:UFV.. KLUTHCOUSKI.C. (Boletim técnico. RIBEIRO. biologia. 1981.W. Tratos culturais. D.21 _____________ . O manejo da cultura para controle de nematóide do cisto da soja. ITO. A soja no Brasil. BERZAGHI.. 1988.F. L. 1993..M. M. 187) ZAMBOLIM....T.J. Clima e Solo. Cultura do cafeeiro: fatores que afetam a produtividade. 424p. COSTA..A. bactérias e nematóides. H. GUIDOLIN. A. E. MALAVOLTA. Belo Horizonte. 82p. Londrina: EMBRAPA/CNPSo. prejuízos. YAMADA. 50) TOLEDO FILHO. Qualidade do café.18. EMBRAPA Arroz e Feijão. Algodão. GRIDI-PAPP. 24p.A. cana-deaçúcar.. J. VERDADE. _____________ . 1998. Cultivares.E. I.. CALCAGNOLO. CAVALERI.. CARVALHO. Campinas:1981.M. Manejo de plantas daninhas no cafezal. FERRAZ. Cultura e adubação do algodoeiro. COSTA.. botânica e melhoramento. THOMAZIELLO.. n. ROCHA. LEWIS. colheita. v. TANAKA. P. A. Piracicaba:Potafós. 2002. T. R. P.F. Campinas:Fundação Cargill. A. I.S.L. beneficiamento e comercialização dos mesmos. Produção do feijoeiro comum em várzeas tropicais. T.C.P. São Paulo:Instituto Brasileiro de Potassa. J. Semeadura e/ou plantio. Colheita. PASSOS.C. O. S. A. FERNÁNDES.B. 1995. n. 2000. 35p. Santo Antonio de Goiás. FAZUOLI.C. 48p.. J.N. (Boletim técnico...R. C.. M. A.M. R. KOHEL..R. ORTOLANI. M. 1997.C. monitoramento e controle. H.M.A.A.M. M. AGRICULTURA II Objetivos: Ao término da disciplina os alunos deverão ser capazes de conduzir estudos de viabilidade técnica e econômica das principais culturas: milho. 224p. 387p. JUNQUEIRA. 193. 305p. Madison: ASA/CSSA/SSSA. G. conduzir tecnicamente a produção e aproveitamento dos produtos principais das culturas já citadas.C. J. 2002.G. (Boletim técnico. SILVA.. 1062p.F. EPAMIG. CARELLI. FAHL. M. ALCÂNTARA. SANTOS.S. Nutrição e adubação do cafeeiro. CORREA. Belo Horizonte. Campinas:Instituto Agronômico. 1965. MEDINA.L.G. MIYASAKA.

EMBRAPA.J. L.O. L. Brasília:EMBRAPA-SPI. Cultura do arroz de sequeiro – fatores que afetam a produtividade. 1999. Cana-de-açúcar. 1994. Caracas: Fondo Nacional de Investigaciones Agropecuarias. Belo Horizonte.J.H.178. Principais doenças do feijoeiro comum e seu controle. E. ZIMMERMANN. H. MS). a Embrapa responde.M. 47p. 270p.. FORNASIERI FILHO. Piracicaba:Potafós. 1983. A. M.17.F. 1987. T. 2004. Santo Antonio de Goiás:EMBRAPA Arroz e Feijão. SANT’ANA. A. 50) VIEIRA. R. C. RAVA. ANATOMIA E EXTERIOR DE ANIMAIS DOMÉSTICOS Objetivos: Identificar a organização morfofuncional dos órgãos e estruturas anatômicas dos animais domésticos. Piracicaba:Potafós. Campinas:Instituto Biológico.A. 786p. 59p.. YAMADA.L..22 ALVAREZ.C. Santo Antonio de Goiás:EMBRAPA Arroz e Feijão. SARTORATO.. 1996. A. 2000. Vol. n. 422p. FERREIRA.A.G.F. DEL PELOSO.A. C. Feijão no inverno. M. E. Santo Antonio de Goiás:Embrapa Arroz e Feijão. Nutrição e adubação do feijoeiro.A. C. PARANHOS. Circular técnica. M. M.. T. Tecnologia para o arroz de terras altas. A. I e II.. 1987. Cultura do feijoeiro comum no Brasil. 221p. C. E... Doenças do feijoeiro: guia de identificação. FORNASIERI FILHO. A cultura do milho.. 1987. 59).S.. VIEGAS. MAGALHÃES JUNIOR.A.N. Melhoramento e produção do milho. 1993. v. GOMES. 596p.B. CANTARELLA. Cultivo e utilização.M. N.H. STONE. 5) FERREIRA. (Documentos. Cultura do milho – fatores que afetam a produtividade. C. Piracicaba:Potafós. OLIVEIRA. Arroz irrigado no sul do Brasil.T. 273p.E. 899p. CENTRO DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO OSTE (Dourados. 1998. 300P.F. STONE. Campinas:Fundação Cargill. 1997.P. o produtor pergunta. (Documentos IAC. VIEIRA. MALAVOLTA. A. ARAUJO. BULL. Cana de azucar. 669p. RAVA.. (EMBRAPA-CPAO. SANTOS. Manual da cultura do arroz..R..A. Jaboticabal:FUNEP. PATERNIANI. L. J.A.. D.S.. Campinas:Fundação Cargill. BORÉM. Manejo de plantas daninhas na cultura do feijoeiro. E. STONE. Feijão: aspectos gerais e cultura no Estado de Minas. 161p. PAULA JR. FARIA. Milho: informações técnicas. R. MOREIRA. Jaboticabal:FUNEP. Brasília:Embrapa Informação Tecnológica. Piracicaba:Potafós. G.. ROSOLEM. Sementes de feijão: produção e tecnologia. Campinas:Fundação Cargill. BULISANI. 1992. 326p.J. S. Vol I e II.. L. Feijão na economia nacional.. 633p. S. F.B. 1975.. WUTKE. Campinas:Instituto Agronômico. 1994.F. 1998. L. BAIVA. E.P. (Documentos. F. 1987. 203p. VIEIRA. Feijão. (Coleção 500 perguntas. RAVA. fenologia e controle. J. DEUBER. BRESEGHELLO. 222p. FORNASIERI FILHO. 500 respostas). C. 38p. Dourados.. 93p. Santo Antonio de Goiás:Embrapa Arroz e Feijão. INFORME AGROPECUÁRIO. Feijão: fatores de produção e qualidade.B.A. 135). 1999. A cultura do arroz no Brasil. 2002. 1993. Brasília:Embrapa Informações Tecnológicas. E... 301p. 1998. . D. Viçosa:UFV.

quanto aos espaços evolutivos. .. Mecanismos de regulação da atividade celular. Especificamente: 1. ALBERTS e cols.R. Ingestão. S. Bibliografia Básica CUNNINGHAM. HAVEN. reprodução e cuidado da prole. Metabolismo intermediário. BIOLOGIA CELULAR Objetivos: Conceituar informações básicas sobre Biologia Celular. Formação e armazenamento de energia.M. Artes Médicas. Biologia molecular da célula. Trocas entre a célula e o meio.. 1979.. W. Ed. Ed. Ementa: Mecanismos de regulação e controle. B) A origem. Rio de Janeiro:Ed. Ed. Guanabara Koogan. Fundamentos de biologia celular. 2. Sistema Circulatório. Interamericana. 1990.23 Ementa: Anatomia geral. R. BASES DE FISIOLOGIA ANIMAL Objetivos: Compreender os princípios da homeostasia e os mecanismos fisiológicos do aproveitamento dos alimentos e da reprodução. 1981. GETTY. 5 ed. Rio de Janeiro:Ed. K. SACK. Artes Médicas. Sistema Tegumentar. Biologia vegetal. J. morfológicas e moleculares da constituição celular. FRANDSON. Processo de síntese e secreção celular. Ed. Biologia molecular da célula.O. #. Desenvolvimento. que forneçam subsídios para as disciplinas correlatas. 2000. Tratado de anatomia veterinária. Bibliografia básica DYCE. Guanabara Koogan. No esquema teórico os alunos deverão conhecer: a) As estruturas e as propriedades dos compostos que participam dos processos metabólicos. Aparelho Locomotor. Armazenamento e transmissão da informação genética. composição química e morfológica. C. Biologia celular e molecular. Anatomia dos animais domésticos. o armazenamento e o intercâmbio da energia necessária à . ALBERTS e cols. Correlacionando a morfofisiologia da célula normal em seus diferentes estados funcionais. Divisão celular. Rio de Janeiro:Ed. EICHLHRON. WENSING.S. Sistema Respiratório.E. digestão intracelular. Identificando os componentes estruturais das células eucarióticas (animais e vegetais) e procarióticas. digestão e aproveitamento dos alimentos.D. o papel e a importância da Bioquímica dentro do Curso de Agronomia. P. Ed.E. 1 ed. R. Sistema endócrino. Bibliografia Básica JUNQUEIRA E CARNEIRO. BIOQUÍMICA AGRÍCOLA Objetivos: Identificar.J. Tratado de fisiologia veterinária. 1999.G. EVERT. 2003. Sistema Nervoso e embriologia. 3 ed. Guanabara Koogan. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. 1996. 3 ed. Guanabara Koogan. 1997. Artes Médicas. 2 ed. Sistema Digestivo. 1997. através de um esquema teórico/prático. CARVALHO & RECCO-PIMENTEL. Ementa: Bases evolutivas. Sistema Urogenital. R. Caracterizando os fenômenos envolvidos na dinâmica da reprodução celular e expressão da gênica. Guanabara Koogan. Processos de movimentação celular. 3 ed.

conservação ou transformação. enumerar os problemas relativos a controle de qualidade nesses produtos. BEZZANT. 90p. (Série Biotecnologia). Madison:Master Brewers Association of Americas. STRYER. Deverá também estar apto a identificar. Official methods of analysis of the Association of Official Analytical Chemists: Fruits and fruits products. Metabolismo mineral e ciclo do nitrogênio. Bioenergética celular. cap.. T.V. Guanabara Koogan. . Fisiologia pós-colheita de frutos. Fotossíntese. 475p.E. 400p. enzimas. trabalhos individuais e de grupo. Alimentaria. princípios gerais de conservação de alimentos. J. 1978. 1975.R. p. 1129p. AWAD.3 e 4. São Paulo:Nobel. zimologia.27. p.. ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. 1987. New York:Academic Press. proteínas. Brasília:Horizonte. Plant biochemistry. v. 1993. Ementa: Estrutura molecular dos principais compostos biológicos: aminoácidos. et al. 925p.2. ácidos orgânicos. Processos de fermentação alcohólica: seu controle e monitoramento. AMORIM. Los Altos Lange Med.Matéria prima vegetal: padronização. 3 ed. lipídeos. Biochemistry. D. 207-215. 1995. H. Bioquímica. H. 1989. 1977. E. N.24 realização do anabolismo e regulação dos processos celulares. Rio de Janeiro:Ed.V. 1. 3 ed. M. 2 ed. 231p. controle de qualidade.W. BRODERICK. 881p. 1980. et al. New York. H. 1990. HARPER. 752p. scarotecnia. Introduction to plant biochemistry. 23-28. 114p.L.M. 22. 1976. AQUARONE. NY:Ed. classificação. BARMORE. L. v. ácidos nucléicos. BRANDÃO. LEHNINGER. MERCER. Tópicos de microbiologia industrial. II – Processamento de alimentos: conservação de alimentos. 1992. 1994. 269p. Food Quality. Review of a Physiological Chemistry. 2 ed.L. Aplicaciones de la irradiación de los alimentos: diversos aspectos relacionados. p.L. 1989. 359-373. Madrid. GODWIN. METZLER. Parking technology for fresh and minimally processed fruits and vegetables. beneficiamento. A. lipídeos. armazenamento. CIÊNCIA E TENOLOGIA DOS ALIMENTOS DE ORIGEM VEGETAL Objetivos: Formar profissional que esteja apto a indicar e aplicar as técnicas de beneficiamento. 1985. The book of wine. carboidratos. III – Indústrias extrativas e de transformação: amidonaria e fecularia.10. Pergamon Press. J. Vols. Ementa: I . proteínas. Piracicaba:Fermentec/ESALq. 2 ed. The practical brewer: a manual for the brewing industry.. E. BANDE. C. 570p. higiene na indústria de alimentos. objetivando a aproveitar ao máximo a produção agrícola na produção de alimentos. processamento de frutas e hortaliças. Secaucus:Chartwell Books. A. A.I. VARNER. A. Bioquímica. Washington:AOAC. Cana de açúcar> álcool e açúcar ma história e no desenvolvimento social do Brasil. Síntese de proteínas. 1 ed. São Paulo Ed. 7 ed. elaiotecnia. Magalhães. Bibliografia básica AMORIM. Introdução à bioquímica da fermentação alcoólica. Bibliografia básica BONNER. Publ. São Paulo:Edgard Blücher. 145p. Metabolismo> carboidratos. Vitaminas e coenzimas. 1995. Araras:IAA. Edgard Blücher/José R. 1985. Estes conhecimentos deverão ser adquiridos através de preleções.E.

v. Sci. v.P. GARCIA. 1985. FERREIRA. SERANTOPOULOS.F.. 1985. 1990. Fermentações industriais e transformações microbianas no solo. ZAKHIA. v. CRUEGER.E. E. A. 44p. 1990. Starch: properties and potencial. Embalagens plásticas:propriedades de barreira.22. 1987. Resíduos da industrialização da mandioca no Brasil.5) ________ . 9 ed.I. 254p. Importance socio-économique du manioc au Brésil: transformation alimentaire du manioc. Roma. E. J. 1987. 1984.P. Biotecnologia: manual de microbiologia industrial. Cambridge:Press Syndicate of the University of Cambridge. 1988. Piracicaba. Principios de tecnologia azucarera. T. HUGOT. CHUZEL. O. 1991. 149p. 413p. 571-580. M. 3 v. D.L. Campinas:CETES/ITAL. COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CANA. 1993. et al. La sucrerie de cannes. HOUGH. INFIM. Paris:Orstrom. 1980. M.P.. M. Zaragoza:Acribia. Production yearbook. __________ . p. 1969. 174p. p.P. . PADULA.B. CRUEGER.25 CAMARGO. Piracicaba:1985. W. 307p. UK:UNIFEM. 298p. CEREDA. E. 256p. Botucatu:FEPAF. Paris:Dunod..47. Ed. Destilação. 1995. Botucatu:UNESP. n. Processamento de raízes alimentícias. P. E. CHUZEL.. (Série Manuel da Tecnologia do Ciclo Alimentar. 643p. 1984.O. Hort. Anais. CEREDA. AÇÚCAR E ÁLCOOL DO ESTADO DE São Paulo.. Tabela de composição química dos alimentos. The new world guide to beer..P. G. 1970. M. J. CEREDA. 1987. Paris:Orstrom. UK:UNIFEM. 1993. M.I. Lavras:UFLA/FAEPE.. Oxford:Oxford University Press. Fermentação. ARORA. VILPOUX. CEREDA. 550p. L. CEREDA. DA SILVA. John Wiley & Sons. 194p. 12 ed. Microbial technology in the developing world. The biotechnology of malting and brewing.S.. G.5. Tecnologia de mandioca para alimentação animal.13 (Article Repports on Applical Chemestry). CARIOCA. CHITARRA. J. Potencialités dês noveaux produites devirées du manioc au Brésil: transformation alimentaire du manioc. 1985. 78p. Tecnologia dos produtos agropecuários:Alimentos. Senescence in fruits. São Paulo:COPERSUCAR. M. M. Fortaleza:Universidade Federal do Ceará. FRANCO. n. 1989. Biomassa: fundamentos e aplicações tecnológicas. 1987.. Pós-colheita de frutos e hortaliças: fisiologia e manuseio. 1990. GALLIARD.T. N. 859p. São Paulo:Nobel. 151p. Rio de Janeiro:Atheneu. G. JACSON. CHITARRA. n. A.B. 444p. 1983. 434p. 63-74. Philadelphia:Running Press.. 1994.. 320p.J. HONIG.. FAO. 168p.3) IV SEMANA DE FERMENTAÇÃO AOCOÓLICA “JAIME ROCHA DE ALMEIDA”. 13p. M. Manual de armazenamento e embalagem: produtos agropecuários.L. processamento de cereais.. Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres. 1995. São Paulo:Paulicéia. FURTADO. México:Continental. SANCHES. 78p. São Paulo:Sociedade Brasileira de Microbiologia. 185p. (Série Manual de Tecnologia do Ciclo Alimentar. D.L. São Paulo>COPERSUCAR. 507p.C. H. GRIERSON.S.G. C..

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MORETIN.O. B. 1969. BERTI FILHO. Bibliografia Básica MELLO. São Paulo:Atlas.. VIEIRA. São Paulo:HUCITEC. São Paulo:Atual Editora. Estatística experimental.M.. FLECHTMANN. Piracicaba:FEALQ. D. 1979 SILVEIRA NETO. Atual editora. 1986. diagnosticar e levantar hipóteses para resolução dos problemas em solos com baixa produção. BUSSAB. R.R. FERTILIDADE DO SOLO Objetivos: Capacitar o aluno. W. BARBIN. Guia de identificação de pragas agrícolas. 1989. DeLONG. e outros. Dinâmica de íons no solo. W.O. 294p.J.A. Australia: Melbourne University Press. Análise de variância e de regressão. 419p. D. C. 2002. L. ALVES. 1973.B. Reconhecer conceitos metodológicos de planejamento científico. VIEIRA.C. CROCOMO. PIMENTEL GOMES. e a manutenção da fertilidade em solos mais férteis. 1996..A. Inferência estatística. PINHO. CARVALHO.. J.W. R. Introdução à bioestatística. a entender. São Paulo:Nobel. 179p. S. Entomologia agrícola.P.. S. VENDRAMINI. Manejo integrado de pragas. FLECHTMANN.. Experimentação agrícola. São Paulo:CERES.. MARCHINI. Estatística básica. KRONKA. MISCHAN. 1989. Disponibilidade de macro e micronutrientes. Interpretação dos resultados analíticos.. HOFFMANN. Modelos probabilísticos. . E.S. J. Piracicaba:FEALQ.J.L.H. Manual de ecologia dos insetos. M.. 4 ed. S. 651p. N. C.A. 2 ed.B.P. BUZZI.R.Z. 1979. Avaliação da fertilidade do solo. 920p. Rio de Janeiro:Campus. 1980.I. São Paulo:Edgar Blücher. S.C. R.D. 379p. SILVEIRA NETO. P. F.S. Curso de estatística experimental. HOFFMANN. GALLO. através da dinâmica e disponibilidade de macro e micronutrientes do solo. São Paulo:UNESP.A. BAPTISTA..N. F. ZUCCHI. NAKANO. The insects of Australia. LOPES. análise e interpretação de dados experimentais e observacionais.O. G. 1975.A.. 11 ed. Ed. 1981. ZUCCHI.R. R. 1991. Princípios de resistência de plantas a insetos. LARA. O.F. Entomologia didática... S. Elementos de acarologia. O. Fertilidade do solo e adubação. Bibliografia básica BANZATTO. NAKANO. S. Botucatu:FUNDBIO.34 BORROR.M. Curitiba/Editora UFPR 2002. VIEIRA. Análise de regressão: uma introdução à econometria. F. C. _________ . Ácaros de importância agrícola. 456p. Ementa: Estudo do solo como fornecedor de nutrientes às plantas.H.. Introdução ao estudo dos insetos. Instituto de Potassa e Fosfato. VILANOVA.W. D. Z.. Experimentação agronômica – dados não-balanceados. 1976. D. 347p. São Paulo:Nobel. S.. Jaboticabal:FUNESP. Fertilidade do solo.. Agronômica Ceres. Livraria Nobel S. S... OMOTO. J. 1985. C. São Paulo:Ceres. PARRA. BUSSAB.. 1983.A. 1993 ESTATÍSTICA E EXPERIMENTAÇÃO Objetivos: Reconhecer e mensurar a variabilidade. RAIJ. Ementa: Estatística descritiva.. R.A. São Paulo:Nobel. D. 247P. W. Planejamento e análise de experimentos.M.

CASTELLANE. Boletim Técnico. Bibliografia básica ALCARDE.P. São Paulo:CERES. Vol.A. 189p. ________ . 60p. . Enxofre e micronutrientes na agricultura brasileira. ________ .M. ________ . 669p. J. 3 ed. Uso eficiente de fertilizantes – aspectos agronômicos. Manual de adubação foliar. J. 1989. M. II Seminário sobre o uso do gesso na Agricultura. São Paulo:Ceres.J.P. Campinas:Fundação Cargill.C. 1990. BORKERT. LANARV – Laboratório Nacional de Referência Vegetal. SILVA. químicas e ação dos fertilizantes e corretivos no solo.G. GOMES. (coord. GUIDOLIN. J. fertilizantes e inoculantes.D.E.35 FERTILIZANTES E CORRETIVOS Objetivos: Os alunos deverão estar aptos a conhecer as características dos fertilizantes e corretivos com objetivo de recomendá-los e utilizá-los de forma mais eficiente. 1975. São Paulo:1990. características físicas. Manual de controle de qualidade de fertilizantes minerais sólidos. São Paulo:ANDA. 1988.M. S. 467p. A...C. KAMINSKI. OLIVEIRA.H. (Publicações IPT n. Anais … II Seminário sobre Corretivos da Acidez do Solo. 1992. O.J. FERREIRA.S. 1991. Anais do Simpósio sobre Fertilizantes na Agricultura Brasileira. 734p. LOPES. XVI Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo. Escolha dos fertilizantes. (Boletim Técnico. CRUZ. ANDA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS E CORRETIVOS AGRÍCOLAS. BOARETTO. LUZ. 317p.). BECHER. São Paulo:Ceres. 100p. Análise de corretivos agrícolas. A. INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS. CAMARGO. Micronutrientes na Agricultura (Simpósio).C. ROSOLEM. 549p.. ________ . A. KIEHL. A. Os adubos e a eficiência das adubações. Obtenção.. I e II.. 1987. LOPES. A. C. E. 1816). 12 ed. CRUA. 487p. organominerais. 30p. São Paulo:1988. Ementa: Fertilizantes: terminologia. E. Formas de aplicação.. E. Adubo líquido: produção e uso no Brasil. Piracicaba:Potafós..). Ministério da Agricultura – Secretaria Nacional. legislação. Adubação foliar. P. Brasília:EMBRAPA. MALAVOLTA. 1981. 58p. São Paulo – La Libreria – Divulgação de Obras Culturais Ltda. A. Análise de corretivos. Nutrição e adubação de hortaliças.A. 5 ed. Piracicaba:1993.S.. 1989. 237p.. 1984. BOARETTO. 224p.E.C. 1994.R.). 1985. Santa Maria:UFSM. 1989.. 492p. P. em misturas com outros fertilizantes e na planta.. Métodos oficiais. CRUZ. Curso de estatística experimental. São Paulo:Produquímica. Piracicaba:Potafós/CNPq. São Paulo:ANDA. Campinas:Fundação Cargill. (coord. W.J. Adubos orgânicos. Manual de química agrícola: adubos e adubação. Fertilizantes organominerais. F. GUILHERME. A.N. 1993. Uberaba. 4).C. IBRAFÓS – Instituto Brasileiro do Fosfato. FERREIRA.E. M. Tecnologia de produção de fertilizantes. 1984. 642p.F. (coord. 258p. 292p. Piracicaba.. Londrina:EMBRAPA/IAPAR/SBCS. Fertilizantes e seu impacto ambiental.P. Dosagens. C. Fertilizantes orgânicos.. produção e consumo no Brasil.. M.. P. composto.P. LANTMANN. ESPINOZA. 1989. L. 1991. ABC da adubação. 143p. VOLKWEISS. F. 153p. 35p.

Madison. RAIJ. 290p. Recomendação de adubação e calagem para o Estado de São Paulo.B.A. o planejamento de experimentos e a redação de relatórios e artigos para publicações. Adubação fosfatada no Brasil. 1973.). MELLO. 754p. 2 ed. 295p. KILMER. 1982. (coord. 1988.A. Potássio na agricultura brasileira.L. M. 40p (Boletim Técnico. J.C.F. A. MELLO. S. Entender como deve ser feito o projeto de pesquisa. FILOSOFIA DA CIÊNCIA Objetivos: Entender o que é e como é feita a ciência. MG e Micronutrientes – Situação atual e perspectivas na agricultura. SILVEIRA. RAIJ. YAMADA. Metodologia de pesquisa. Petrópolis:Vozes. L..). G.F. Manual de adubação.. Nutrição mineral e adubação de plantas cultivadas. São Paulo:SN – Centro de Pesquisa e produção do Sulfato de Amônio. no caso.O. XVI Reunião de Fertilidade do Solo. MELLO.. 1996. R. 1994. ARZOLLA. 1982. Campinas:Fundação Cargill... Piracicaba:IPF/IPP.J. 44p. 326p. BUNGE. 1983.L. Fertilizer technology & use. MALAVOLTA.M.L.. 343p. São Paulo:Pedagógica Universitária.. N. Ementa: Conhecimento científico. 727p.M. V. Campinas:Fundação Cargill.. van. van. 1972.. São Paulo:Pioneira. Uréia fertilizante. Barcelona:Ariel. Brasília:EMBRAPA. 343p.I. 88P. A. Teoria geral dos sistemas. Campinas:Instituto Agronômico & Fundação IAC. ________ . A.C. F.A. 2 ed..O. W. ARMY. Luiz de Queiroz Ltda. M. J.C. F. La investigación científica. CANTARELA.. MONTVEDT. Fertilizantes fluidos. 2 ed. 1987.A. E.. A.M.P. Fertilidade.... NEPTUNE. Bibliografia básica BERTALLANFY. H. Ilhéus:Sociedade Brasileira de Ciência do Solo..J. o sistema agronômico. P. 1985. BEATON. Entender os princípios básicos dos estudos de sistemas como.D. 192p. B... ..E. T. Piracicaba:Potafós. J. Micronutrients in agriculture. M. 1985. 346p. LINDSAY. vol. BRASIL SOBRINHO. Seminário sobre Corretivos Agrícolas. L. (coord. OLSON. Adubação nitrogenada no Brasil.A. 611p. GOEDERT. T.M. GIORDANO. Vol III – Fertilizantes e fertilização das culturas brasileiras. LOURENÇO.J. H. OLIVEIRA. 1984. S. Ca. Características e eficiência dos adubos nitrogenados. SANTANA. 1 e 2. 2). (coord. 1971. BOARETTO. J..A.). E. New York:Macmillan Publishing Company/London:Colher Macmillan Publishers. QUAGGIO.). fertilizantes e fertilização do solo. ROMERO. W. M. Soil fertility and fertilizers. Etapas da investigação científica (2 vols. Fertilidade do solo e adubação. USHERWOOD. São Paulo:Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato/Piracicaba:Ceres. Seminário P. TISDALE. Piracicaba:Ed./ANDA. B. E. MALAVOLTA.S. MUZILLI. 1985. M. MALAVOLTA. Wisconsin:Soil Science Society of America Inc. F. São Paulo:Ed.36 MALAVOLTA. São Paulo:Manah. S.L. VITTI. W. 2 ed. BRASIL SOBRINHO. 1986. Madison. K. 1976.. NELSON. HEGEMBERG. FURLANI.. HANWAY. 1975. São Paulo:ANDA. Ave Maria Ltda. R.J. HAAG... IGUE. O. SILVA. 4 ed.F.C.P.. Gesso agrícola na melhoria do ambiente radicular no subsolo. E. J.C.R.

Energia nuclear aplicada em ciências agrárias. GARCIDUEÑAS.. Metabolismo energético e produtividade vegetal. correlacionando-os com a produtividade agrícola. FISIOLOGIA VEGETAL Objetivos: Identificar e compreender os processos metabólicos e do desenvolvimento das plantas cultivadas. 68p.W. Bibliografia básica RESNICK. 1975. C. 1995. Photosynthesis. TALON.3 e . 1992. . TAMÉS. Uma introdução aos fenômenos complexos e não lineares da natureza. D. LIEBOVITCH.. FÍSICA Objetivos: Dar condições aos alunos de adquirir conhecimentos básicos de alguns tópicos da Física mais aplicados ao campo agronômico. HALL. RODRIGO. SALMON. Cambridge:University Press. K.37 _________ .. Fractals and chaos simplified for the life sciences.S.B. Lógica..L. HALLIDAY. 62p. PSSC. 211p. I. São Paulo:Brasiliense. São Paulo:Perspectiva. REZENDE.. Reprodução. Leis de Newton e suas aplicações a movimentos convencionais e não convencionais de interesse agronômico. J. Botucatu:UNESP.A. Pirâmide. Física.S. 1994. 3. GUERRINI. J. R. Madrid:McGraw-Hill Interamericana. EDART. Física. I. Apostila didática.A. 1969.. São Paulo:Cultrix. Fisiologia vegetal. RAO. A.II. KUHN. R. Energética. K. P. 2 ed. M. T. Fisiologia vegetal aplicada. Rio de Janeiro:Zahar. 581p.O. 1966. O que é ciência. B. 422p. Vols. 1990. Reguladores vegetais. Bibliografia Básica AZCON-BIETO. L. 1993. F. TIPLER.A. de Física e Biofísica/IBB/UNESP. Física.A. I.K. Sistemas dinâmicos e fenômenos não-lineares em Agronomia. preparando-os para as disciplinas aplicadas posteriores. 2 ed. Plant physiology. . La théorie du système géneral. Ementa: Relações hídricas. geochemistry and biophysics: as introduction. Madrid:McGraw-Hill Interamericana. 1996.. W. G. 1004p... D. 4. São Paulo:Herder. Apostila. M.B. New York:Oxford University Press. ROSS. 1992. LE MOIGNE. Vols. 275p. 1993. Madrid:Ed. GUERRINI. COOL. Vol. 1997. A lógica da pesquisa científica. BIRDI. New York:Marcel Dekker Inc. Fisiologia y bioquímica vegetal. 5. 1993. A estrutura das revoluções científicas. PEREIRA JR.III e IV. R. 1998. 2 ed.S.N. Tópicos de energia nuclear aplicada à Agronomia. Ed. 1984. Translocação de solutos. Absorção iônica. Caos e fractais em física aplicada. Ementa: Mecânica. Botucatu:Depto. Belmont:Wadsworth Publishing Co. 4ª. K.E.S. Ed. J. 662p. C. 2. 1969. Paris:Presses Universitaires de France. 1.. Fractals in chemistry. Guanabara dois. 75p. Lógica simbólica. (apostila) POPPER. 163p. Handbook of plant and crop physiology. PESSARAKLI. LUNGARZO. 1.2. GARCIA. Filosofia da ciência para a área biológica. M. 1990. New York:Plenus Press. SALISBURY. 1989. 1973.

38 TAIZ, L.; ZEIGER, E. Plant physiology. Red Wood City:The Benjamin Commungs Publishing Company Inc., 1991. 559p. VOET, D.; VOET, J.G. Biochemistry. New York:John Wiley & Sons. Inc., 1995. 1360p. FITOPATOLOGIA GERAL Objetivos Diagnosticar doenças de plantas. Caracterizar fitopatógenos. Indicar medidas racionais de controle de doenças. Ementa Conceitos e classificação de doenças das plantas. Agentes fitopatogênicos e suas relações com ambiente e hospedeiro. Diagnose e medidas gerais de controle de doenças. Bibliografia básica Livros BERGAMIM FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. (eds.). Manual de fitopatologia – Vol. 1:Princípios e conceitos. 3 ed. São Paulo:Ed. Agronômica Ceres, 1995. 919p. KIMATI, H.; AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIN FILHO, A.; CAMARGO, L.E.A. (eds.). Manual de fiopatologia – Vol.2: Doenças das plantas cultivadas. 4 ed. São Paulo:Ed. Agronômica Ceres, 2005. 663p. Periódicos: Fitopatologia Brasileira. Summa Phytopathologica. Pesquisa Agropecuária Brasileira. FORRAGICULTURA E PASTAGENS Objetivos: Apresentar aos acadêmicos de Agronomia os múltiplos aspectos referentes a formação, conservação e exploração de uma pastagem. Aliar-se-á aos aludidos aspectos o reflexo econômico intercorrente da conduta adotada pelo pecuarista ao manejar os pastos. Ementa: Serão abordadas as perspectivas da exploração pastoril considerando-se os fatores climáticos, edáficos e zootécnicos vigentes em determinadas regiões. Igualmente analisarse-ão os fatores bióticos e abióticos de pasto que interferem na produção forrageira, além das diferentes técnicas de manejo dos pastos e utilização dos corretivos e fertilizantes, para incrementar a produção vegetal. Focalizar-se-ão as principais gramíneas e leguminosas forrageiras de importância para a pecuária nacional e as várias opções de manejo para suprir os efeitos da sazonalidade em ambientes tropicais úmidos. Bibliografia básica FUNDAMENTOS DE MANEJO DE PASTAGENS. Instituto Interamericano de Ciências Agrícolas. São Paulo:Zona Sul,Instituto de Zootecnia, Secretaria da Agricultura, 1970. 266p. HAVARD-DUCLOS, B. Las plantas forrageras tropicales. 1 ed. Barcelona:Ed. Blume, 1968. 380p. MAC ILROY, R.J. Na introduction to tropical grassland husbandry. 2 ed. Oxford:Oxford University Press, 1972. 160p. MOORE, R.M. Australian grassland. 1 ed. Camberra:Australian National Univesity Press. 1970. 455p. SAEMPLE, A.T. Grassland improvement. 2 ed. London:Leonard Hill Books, 1972. 400p. HUGHES, H.A.; HEAT, M.E.; LETCALF, D.S. Forrages. 3 ed. México:Compania Ed. Continental S.A., 1972. 738p. WHITE, R.D.; LEISSNER, G.N.; TRUMBLE, H.C. Las leguminosas en la agricultura. 1 ed. FAO. Estúdios Agropecuários, 1968. 405p.

39 Periódicos nacionais e estrangeiros referentes a Forragicultura. FUNDAMENTOS DE ECONOMIA Objetivos: Compreender os conceitos econômicos, utilizar estes conceitos na discussão e elaboração de trabalhos, e resolução de problemas econômicos gerais e específicos da agricultura brasileira. Ementa: Microeconomia: preços, teoria da oferta e procura, mercados, teoria da produção. Macroeconomia: moeda e sistema financeiro, contabilidade nacional, determinação da renda, balanço de pagamentos, finanças públicas, modelo keynesiano, políticas econômicas. Bibliografia Básica EATON, B.C.; EATON, D.F. Micro economia. São Paulo:Saraiva, 1999. 606p. GORDON, R.J.; WILCOX, J.A. Macroeconomia. Porto Alegre:Bookman, 2000. 422p. LOPES, L.M.; VASCONCELLOS, M.A.S. Manual de macroeconomia: nível básico e nível intermediário. São Paulo:Atlas, 2000. 388p. MONTORO FILHO, A.F. et al. Manual de economia. São Paulo:Saraiva, 2000. 443p. PINDYCK, R.S.; RUBINFELD, D.L. Micro economia. São Paulo:Prentice Hall, 2002. 711p. ROSSETTI, J.P. Introdução à economia. São Paulo:Atlas, 2002. 922p. TROSTER, R.L.; MORCILLO, F.M. Introdução à economia. São Paulo:Makron Books do Brasil, 2002. 401p. VICECONTI, P.E.V.; NEVES, S. Introdução à economia. São Paulo:Frase, 2002. 552p. FUNDAMENTOS DE SOCIOLOGIA Objetivos: Compreender melhor a sociedade e a realidade social em que exercerá sua futura profissão. Conhecer e utilizar corretamente alguns conceitos básicos de ciências sociais. Participar com conhecimento das iniciativas de mudanças e reformas sociais. Conhecer o que a sociedade espera do profissional Engenheiro Agrônomo. Ementa: Ciências sociais. Cultura. Instituição social. Estrutura social. Mercado. Estado. Associação. Políticas públicas. Bibliografia Básica BERGER, P.L. Perspectivas sociológicas. Petrópolis:Vozes, 1978. ________ ; BERGER, B. O que é uma instituição social. In: FORACCHI, M.M.; MARTINS, J.S. (compilação de textos) Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia. Rio de Janeiro:Livros Técnicos e Científicos, 1978. p.183-5. COULSON, M.A.; RIDDELL, D.S. Introdução crítica à sociologia. Rio de Janeiro:Zahar, 1975. GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro:Zahar, 1978. GIDDENS, A. Sociologia: uma breve porém crítica introdução. Rio de Janeiro:Zahar, 1984. LEBRUN, G. O que é poder. São Paulo:Abril Cultural/Brasiliense, 1984. MIESES, L. O mercado. Rio de Janeiro:José Olympio/Instituto Liberal, 1987. POLANYI, K. A grande transformação: as origens de nossa época. Rio de Janeiro:Campus, 1980. PRZEWORSKY, A. Nota sobre o Estado e o mercado. Revista de Economia Política, vol. 16, número 3, 1996.

40 _________ . Democracia e mercado: no Leste Europeu e na América Latina. Rio de Janeiro:Relume Dumará, 1994. SEARLE, J.R. Mente, linguagem e sociedade: filosofia no mundo real. Rio de Janeiro:Rocco, 2000. Bibliografia complementar ABRAMOVAY, R. O futuro das regiões rurais. Porto Alegre:Ed. UFRGS, 2003. DINIZ, M.R. Crise, reforma do Estado e governabilidade. Rio de Janeiro:FGV, 1997. FARINA, E.M.M.Q.; AZEVEDO, P.F.; SAES, M.S.M. Competitividade, mercado, Estado e organizações. São Paulo: Ed. Singular, 1997. LOPES, M.R. Agricultura política: história dos grupos de interesse na agricultura. Brasília:EMBRAPA/SPI, 1996. PRZEWORRSKI, A. Capitalismo e social democracia. São Paulo:Cia. das Letras, 1989. VEIGA, J.E. A face rural do desenvolvimento. Porto Alegre:Ed. Da Universidade, 2000. GENÉTICA GERAL Objetivos: 1. Entender os avanços ocorridos nas áreas de Genética Molecular, Engenharia Genética, Biotecnologia, e suas aplicações na preservação dos recursos genéticos, mapeamento cromossômico, obtenção de espécies melhoradas e desenvolvimento de novas espécies. 2. Usar métodos da Genética mendeliana e compreender a importância e universalidade das leis de Mendel. 3. Dar subsídios para a avaliação da estrutura de populações vegetais e para uso de características quantitativas. Ementa: O conteúdo programático inicia-se com a aprendizagem das bases da Genética Molecular necessária ao entendimento das novas técnicas de Engenharia Genética e Biotecnologia, suas aplicações e avanços, assim como serão discutidos os componentes das populações biológicas e os mecanismos que mantém a estrutura dessas populações, os métodos para uso de características quantitativas das leis mendelianas, a importância e a universalidade das mesmas, e a atuação destas leis ate mesmo no controle de marcadores moleculares. A seguir, serão vistos os métodos de avaliação da variabilidade genética de populações naturais, visando a preservação do germoplasma existente. A disciplina finaliza com o estudo dos mecanismos que envolvem a herança citoplasmática e sua relação com os diversos tipos de reprodução em plantas. De modo geral, o conteúdo procura reforçar os conhecimentos básicos de Genética como um todo, permitindo a escolha de áreas específicas para o início de atuação, ou para uso de metodologias básicas em outras áreas de aplicação. Bibliografia Básica RAMALHO, M.; SANTOS, J.B.; PINTO, C.B. Genética na agropecuária. 7 ed. Ed. Globo, 2000. GRIFFITHS, A.J.S.; MILLER, J.F.; SUZUKI, D.T.; LEWONTIN, R.C.; GERBAERT, W.M. Introdução à genética. 7 ed. Ed. Guanabara Koogan, 2001. BROWN, T.A. Genética: um enfoque molecular. 3 ed. Ed. Guanabara Koogan, 1999. SNUSTAD, D.P.; SIMMONS, M.J. Fundamentos de genética. 2 ed. Ed. Guanabara Koogan, 2001. GUERRA, M. Introdução à citogenética geral. Ed. Guanabara, 1988. GEOLOGIA GERAL Objetivos: A disciplina de Geologia Aplicada possibilita a aquisição de conhecimentos e habilitação de técnicas fundamentais em geologia (gênese, estrutura e fatores de sua

Princípios gerais do movimento dos fluídos. Sociologia aplicada à administração – O comportamento organizacional. vol. São Paulo:Ed.R. Mecânica dos solos.. S. aplicações tecnológicas.. 592p. 1 e 2. 1 e 2. Planejamento estratégico na prática. Marketing (edição completa). Captação e instalação de recalque. São Paulo:EDUSP.M. Sistema de distribuição de água. São Paulo:Atlas. B. 2 ed. LEONARDO. Processos de intemperismo. 216p ANSOFF. Avaliação.I. Manual de mineralogia. 1978. KLOTER. Preservação dos Recursos Naturais e Ciências do Ambiente. orçamento e viabilidade econômica. O. 1997. Barragens de terra. metamórficas. Aerofotogrametria e Fotointerpretação. Bibliografia básica AZEVEDO NETTO. ALMEIDA. São Paulo:EDUSP. P. Planejamento no Brasil. Ementa: A Terra como um sistema.E. Climatologia. Edgard Bl&ucher Ltda. J. Ementa: Hidráulica agrícola: importância e caracterização. Minerais de argila. DAKER. GESTÃO AGRÍCOLA Objetivos: Elaborar projetos para o empreendimento agrícola e ter conhecimento dos mecanismos técnicos para sua implantação. São Paulo:Perspectivas. Curso de hidráulica agrícola. 7 ed. 1990. B.P.. Projetos agropecuários: administração financeira. A. geomorfologia e da geoquímica de superfície (intemperismo). São Paulo:Atlas. BERNARDES. I. Dinâmica interna e externa. J. FULFARO. Topografia. 4. 596p. sedimentares e sua constituição e composição. Fenômenos e eventos geológicos. Vol. Bibliografia básica ANSOFF. Edgard Blücher Ltda. E. Princípios de geoquímica. 2 ed. São Paulo:EDUSP.M. M.41 dinâmica interna e externa). I. São Paulo:Atlas. Rio de Janeiro:Entrelivros Cultural. com base nos princípios da Hidráulica. São Paulo:Atlas. AMARAL. São Paulo:Atlas S. McDONNEL. Manual de hidráulica.I. 1994. HIDRÁULICA Objetivos: Realizar o manejo da água para fins agrícolas.H.. Geologia do Brasil. A.J. 1994. mineralogia. 1993.V. sua constituição. 382p. Gestão do empreendimento agrícola. NORONHA. A. A.H. Bibliografia básica DANNA & HULRBUT. Ao Livro Técnico S/A. Mineralogia e cristalografia. Implantando e administrando estratégica. 5. 1969.A. 2 ed. 1993. C. 4 ed. gestão e avaliação. 1992. 1988. J. Geologia do Brasil e do Estado de São Paulo. Administração estratégica. MASON. FISCHMANN. Manual de hidráulica geral. 2. Petrologia: rochas magmáticas. . 193p.. OLIVEIRA. São Paulo:EDUSP. H. Ementa: Elaboração de projetos.A. São Paulo:Ed. São Paulo:Atlas. Hidrometria. visando dar suporte às disciplinas de Solos. LEINZ. LAFER. 296p. V. Geologia geral. Rio de Janeiro:Freitas Bastos CAPUTO.F. Princípios fundamentais da hidrostática. LENCASTRE. 3. Geologia do Brasil. J.1 e 2. MELNICK. 6. Vols. 7. Vols. Manual de projetos de desenvolvimento econômico. PETRIS. ciclo geoquímico.. 2 Ed.

CORREIA. et al. 285p. C. CEREDA.42 GARCEZ.1/338p. (apostila).B. e os principais tratos culturais para o devido manejo das espécies hortícolas.C.N. 1991.2/298p. CARDOSO. De I a XIV. fatores mesológicos. 151p. Califórnia. HORTICULTURA ESPECIAL Objetivos: Ao final do curso os alunos deverão estar aptos a planejar. 1989.. Madrid:Heroes S. implantar. propagação. et al.N.. 1969. G. 356p. Citricultura Brasileira.R.3/ 528p. Todos os números HORTICULTURA GERAL Objetivos: Formação básica dos alunos em relação à horticultura. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. L. Manual de fruticultura.A. Universidade Federal de Viçosa. MING.4. 1980. condimentares e aromáticas. La pina tropical. 247p. PITTA. 1967. ensinar e conduzir as principais espécies hortícolas cultivadas no Estado de São Paulo e no Brasil. 607p. 278p. Frutas tropicais. O.. Coletânea de Seminários. 1968. Jaboticabal:FUNEP.G. v. 1987. frutícolas. A.J. Ementa: Serão abordados os principais fatores que influenciam no comportamento das principais espécies olerícolas. CHAMPION.. 1993. Manual de olericultura: cultura e comercialização de hortaliças. São Paulo:Ed. Academic Press. C. RODRIGUES. Sci. manejo e pós-colheita das espécies hortícolas. Blume. v.. S. Plantas medicinais. Agr. São Paulo:Instituto Brasileiro do Livro Científico. (todos os números) INFORME AGROPECUÁRIO.C. 1971.C.. R. Blume. J. Barcelona:Ed. Edgard Blücher 1976. Manual de viticultura.A. v. 941p. PY. Fundação Cargill. M. Bibliografia básica FILGUEIRA. 362p. E.v.P. Rivers Univ. no que se refere a importância. LARSON. Flora Cultura Internacional. Campinas:ITAL. J. administrar. L. 1994. Vols. Doenças de plantas ornamentais.1/611p. medicinais e ornamentais. et al. A cultura da bananeira. 2 vols. E.A. São Paulo:1982 HORTICULTURA BRASILEIRA. Curso de Mestrado em Fitotecnia. Bibliografia básica . MEDINA. M. El plátano.M.2/354p. 1978. São Paulo>Ceres. SHEFFER. Barcelona:Ed. F. Revista da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (números com hortaliças) SEMINÁRIOS DE OLERICULTURA. Introduction to floriculture. The citrus industry. Div. 2 ed. assim como os fatores mesológicos que influenciam no desenvolvimento das mesmas. HORTSCIENCE. Disciplina de Olericultura. v. 43p. M. 2 ed. SIMÃO. Todos os números. REUTHER. 174p. CHAUVET.B. 247p. R. V. Ementa: Ao final do curso os alunos deverão estar aptos a classificar as espécies hortícolas. Revista da Sociedade de Olericultura do Brasil (Todos os números) EMBRAPA/CNPH. REYNIER. Instruções técnicas. 2 – Abacaxi. todas as formas de propagação tanto sexuada como vegetativa. CARDOSO.

INFORMÁTICA APLICADA À AGRICULTURA Objetivos: Ao término da disciplina o aluno deverá ser capaz de utilizar os programas computacionais abordados e emprega-los para solução dos problemas apresentados nos diferentes campos da Agronomia. 1992. Caracterização do mercado de trabalho e do meio agrícola. 1973. N. Não se aplica. Outras aplicações da Informática em Agronomia. DIEGO. com as características dos sistemas de produção agrícola e com o mercado de trabalho do Engenheiro Agrônomo.O. JANICK. AutoCad 2004 – Fundamentos 2D e 3D.M. F. 1989.43 BOLSSFELD. 1977. São Paulo:Ceres.L.R.S.B. Estar familiarizado com a estrutura da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP. Cravos e cravinas. 279p. Estudo de planilha eletrônica. INICIAÇÃO À AGRONOMIA Objetivos: Ao término da disciplina o aluno deverá estar apto a entender a estrutura do Curso de Agronomia.T.N. Manual de olericultura.. CARDOSO.P. Agron.E. 108. 151p. C. CORREA. MINAMI. ASTRO et al. 34p. Hojas divulg. Plant propagation – principles and practices. G. . FILGUEIRA.J.. Doenças das plantas ornamentais. 1992. 64p. MING. R. Ementa: Histórico da Informática. Ministerio da Agricultura (20):20.P.C. KESTER. 3 ed. 20p. 240p.G. hardware e software. PITTA.A. (Série Técnica). A. Manual de fruticultura. Bol. Inst. 187p. Nutrição mineral de algumas espécies ornamentais. S. LIMA. a cultura da roseira. LOPES.E. H. Chácaras e Quintais. J. A. C. São Paulo:Instituto Brasileiro do Livro Científico. CARDOSO. CEREDA. Estudo de desenho assistido por computador. Instruções para a cultura de gladíolos. Editora Érica. 1983. Manual de floricultura.C. Editora Nobel. 1981. 432p. H. Jaboticabal:FUNEP. Campinas:Fundação Cargill. Aplicações da informática na sociedade. A ciência da horticultura. Bibliografia básica ANDRADE. condimentares e aromáticas. Avaliar a importância dos vários instrumentos de ensino. Estrutura da Faculdade de Ciências Agronômicas/UNESP. 483p. MATSUMOTO. K. (Floricultura Brasileira. SIMÃO. 13p.C. 1994. Ementa: Estudo da estrutura do Curso de Agronomia.. avaliando a importância dos vários instrumentos de ensino. HARTMANN. 6_ 1964. HAAG. 1-26. Y. LIMA.....C. J. SOUZA. 2 vols. Viçosa:UFV. São Paulo>Ed.P. Cultivo do crisântemo. 1973. ________ . New Jersey:Prentice-Hall.M. 1977. M.. p. L. Maringá:UEM e Prefeitura Municipal de Maringá. Los gladíolos. SANCHES. (Boletim de extensão).M.. 1968. M. SHEFFER. Rio de Janeiro:Freitas Bastos. H. H. D. 702p. 1971. Viçosa:UFV. L. 194p. 1990. Botucatu:FEPAF. Manual de armazenagem e embalagens. 288p. E. São Paulo:Ceres. Editora Érica. L.P. Excel para todos – aprenda rápido informática passo a passo. Plantas medicinais. estudo dirigido de AutoCad 2004 – Avançado.

H. LOPES. 652p. H. 2001. 1989. 6. P. PRONI.CA:Central Coast Printing. Sistemas de irrigação por superfície. LUTHIN. Sistematização de terras para irrigação e drenagem. Proceder a seleção de sistemas de irrigação por superfície. J.E. KLAR. 1986. P.A. vol. Sistemas de irrigação localizada. Bibliografia básica BERNARDO. Pesca y Alimentacion. São Paulo:Nobel. J. 1983. WALKER. MILLAR. 408p. Brasília:EMBRAPA-SPI. Identificar as partes constituintes. Design and operation of farm irrigation systems. Krieger Publ. Wageningen:ILRI. 1986. L. S. VIANA. Sistemas de irrigação por aspersão. J. CUENCA. 344p. JAMES. Drenagem de terras agrícolas: bases agronômicas. JENSEN. GOMES.A. Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA). M.E. 188p.. 1994. Ementa: Importância da irrigação e drenagem para a agricultura 2. 386p.44 IRRIGAÇÃO E DRENAGEM Objetivos: Avaliar a viabilidade técnica e econômica de projetos de irrigação e drenagem. Irrigação.N. São Paulo:Manole Ltda.P. R. BURT. 703p. J. ________ . as opções de regulagens e os critérios de operação e de manutenção das máquinas utilizadas .F. São Paulo:Editerra Editorial Ltda. Principles of farm irrigation system design.P.R. REICHARDT. localizada e subsuperficial. C. Dinâmica da água no solo. BLIESNER. 1. 306p. 4 ed. Drainage engineering. A água no sistema solo-planta-atmosfera. New York:Robert E. Surface irrigation: theory and practice.. Quimigação: aplicação de produtos químicos e biológicos via irrigação. Drenagem agrícola. Drainage principles and applications. Da UFV. A água em sistemas agrícolas. R. J. 281p. 1978. MÁQUINAS AGRÍCOLAS Objetivos: Identificar e conhecer as diversas máquinas e implementos agrícolas existentes que serão utilizadas durante o ciclo das diversas culturas. A. Sprinkle and trickle irrigation. W. H. 31p. 405p.L.H. New Jersey:Prentice Hall. 1984. 1988. K. Englewood Cliffs:Prentice-Hall. KELLER. Manual para elaboração de projetos de irrigação. R. 2000. 488p..G. Piracicaba:O autor. 7. 1125p. Irrigation system design: an engineering approach. Recomendar alternativas de manejo para manter elevados os níveis de eficiência e uniformidade de distribuição de água. VIEIRA. 2001.A. 497p. 1995. 1990. Engenharia da irrigação.F. 2 ed. MIRANDA. por aspersão. LIBARDI. 543p. Grover Beach.. vol. Manual de irrigação. Joseph:ASAE. Sociedade Brasileira de Engenharia Agrícola (SBEA). Drenaje agrícola. 409p. 5. Brasília:PRONI. 1994. MARTINEZ BELTRÁN. Parâmetros básicos relacionados com sistemas de irrigação e drenagem. 1986. 551p.D. Universitária/UFPB. 239p. St. Riego localizado. Viçosa:Ed. A. 4. 1990. E. 2. 543p. New York:John Wiley & Sons. Co. COSTA. Irrigação. 1994. New York:AVI Book. 1997. 1987. 1988. Madrid:IRYDA. Ministério de Agricultura. RITZEMA.M.R.. Proceder a seleção de sistemas de drenagem superficial e subterrânea. João Pessoa:Ed. 3. 328p. Riego por goteo y por microaspersión para vides y cultivos anuales.

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1984. Funções de produção (ajuste de funções). DATTA.M. Cálculo para ciências médicas e biológicas. Ementa: Números reais. 6. MECÂNICA APLICADA Objetivos: Resolver problemas e exercícios relativos à mecânica (torque. em diversos contextos. I e II. Botucatu. Entender o funcionamento dos órgãos constituintes das máquinas. Cálculo para ciências médicas e biológicas. Harbra. MISCHAN. implementos e tratores agrícolas. 4.Z. LEITHOLD. Applied numerical linear algebra. Limites. Sistemas de transmissão de potência. 344p. Co. Ed.Z.H. Matemática aplicada às ciências agrárias. LEITHOLD.46 MATEMÁTICA I Objetivos: Fornecer aos alunos uma formação básica em Cálculo Diferencial. . Motores e tratores agrícolas. 526p. Integração.S. Harbra. 382p. HOFFMANN. 1995. 704p. J.S. C.A. S. Coleção Schaum. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. 413p. + 90p. LIPSCHUTZ. R. PINHO. A.. 1988. Matemática aplicada às ciências agrárias. rotação. 1974. as opções de regulagens e os critérios de operação e de manutenção dos tratores utilizados nos processos de produção agrícola. Derivação.N. 2nd. 413p. 1.M. Funções.F.F.F. Vols. Resolver problemas práticos usando conceitos dados no curso. Vol. Curso de matemática para agronomia. Propiciar aos alunos uma visão mais ampla por meio de aplicações do conteúdo desenvolvido. 1984. Tópicos de Álgebra Linear. 2. principalmente em problemas relacionados à Agronomia. 344p. et al. S. Viçosa:UFV. Funções de várias variáveis. L. VAN LOAN. 382p. 1999. Ementa: Aplicações de derivadas. etc. Identificar as partes constituintes. O cálculo com geometria analítica. Energia na agricultura. SIAM. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. PINHO. Manutenção e segurança do trabalho na utilização de tratores. et al. Bibliografia Básica AGUIAR. LTC. 2. 1999. 1997. 5.A.D. Baltimore:John Hopkins University Press. L. G. R. et al. GOLUB. Bibliografia Básica AGUIAR. levando-se a um amadurecimento intelectual. potência. MISCHAN. Botucatu. Ed. S. M. 642p HOFFMANN.W. 1988. 1988. FERREIRA. 1974. Coleção Schaum. I e II. São Paulo:McGraw-Hill do Brasil Ltda. 1989. Fornecer aos alunos uma formação básica em Cálculo Diferencial. Ed.. Combustíveis e lubrificantes. DEMMEL.D. São Paulo:McGraw-Hill do Brasil Ltda. Brooks/Cole Pubs. Viçosa:UFV. L. L. A. Ementa: Conceitos fundamentais de mecânica. Matriz computation. B. 3. MATEMÁTICA II Objetivos: Resolver derivadas e integrais. levandoos a um amadurecimento intelectual.. M.). FERREIRA. Vols. São Paulo:Harbra-Haper & Row do Brasil. 2 ed. et al. Curso de matemática para agronomia. Álgebra linear. Numerical linear algebra and applications. 1988. LTC. Álgebra linear.

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70 determinações analíticas, interpretação dos resultados, conversão de unidades, controle de qualidade e legislação. Bibliografia básica CAMARGO, O.A.; MUNIZ, A.C.; JORGE, J.A.; VALADARES, J.M.A.S. Métodos de análise química, mineralogia e física de solos do Instituto Agronômico de Campinas. Campinas, IAC, 1986. 94p. (Boletim Técnico, 78) FERREIRA, M.E.; CRUZ, M.C.P.; FERREIRA JR, M.E. Avaliação da fertilidade empregando o sistema IAC de análise de solo. Jaboticabal>FCAV/UNESP, 1990. 94p. LOPES, A.S.; GUIDOLIN, J.A. Interpretação de análise de solo – conceitos e aplicações. São Paulo:Associação Nacional para Difusão de Adubos e Corretivos Agrícolas, 1987. 58p. (Boletim Técnico, 2) MALAVOLTA, E. ABC da análise de solos e folhas. São Paulo:Ceres, 1992. 124p. OLIVEIRA, A.J.; GARRIDO, W.E.; ARAÚJO, J.O.; LOURENÇO, S. (coord.). Métodos de pesquisa em fertilidade do solo. EMBRAPA-SEA, 1991. 392p. RAIJ, B. van; QUAGGIO, J.A. Métodos de análise de solo para fins de fertilidade. Campinas:IAC, 1983. 39p. (Boletim Técnico, 81) ________. Avaliação da fertilidade do solo. Piracicaba:Instituto da Potassa & Fosfato/Instituto Internacional da Potassa, 1981. 142p. RAIJ, B. van; QUAGGIO, J.A.; CANTARELLA, H.; FERREIRA, M.E.; LOPES, A.S.; BATAGLIA, D.C. Análise química do solo para fins de fertilidade. Campinas:Fundação Cargill, 1987. 170p. RAIJ, B. van; ANDRADE, J.C.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A. Análise química para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas:IAC, 2001. p. 173-250. BATAGLIA, O.C.; FURLANI, A.M.C.; TEIXEIRA, J.P.F.; FURLANI, P.R.; GALLO, J.R. Métodos de análise química de plantas. Campinas:IAC, 1983. 48p. (Boletim Técnico, 78) BÜLL, L.T.; ROSOLEM, C.A. Simpósio sobre interpretação de análise química de solo e planta para fins de adubação. Botucatu:FCA-UNESP, 1988. 360p. HAAG, H.P.; MINAMI, K.; LIMA, A.M.L.P. Nutrição mineral de plantas ornamentais. Campinas:Fundação Cargill, 1989. 289p. FERREIRA, M.E.; CASTELLANE. P.D.; CRUZ, M.C.P. Nutrição e adubação de hortaliças. Piracicaba:Potafós, 1993. 480p. FONTES, P.C.R. Diagnóstico do estado nutricional das plantas. Viçosa:UFV, 2001. 122p. MALAVOLTA, E.; HAAG, H.P.; MELLO, F.A.P.; BRASIL SOBRINHO, M.O.C. Nutrição mineral de plantas cultivadas. São Paulo:Ed. Pioneira, 1974. 727p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das plantas – princípios e aplicações. Piracicaba:Potafós, 1997. 314p. RAIJ, B. van; ANDRADE, J.C.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A. Análise química para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas>IAC, 2001. p. 173-250. ALCARDE, J.C.; GUIDOLIN, J.A.; LOPES, A.S. Os adubos e a eficiência das adubações. São Paulo:ANDA, 1989. 35p. ALCARDE, J.C. Métodos simplificados de análise de fertilizantes (N, P, K) minerais. Piracicaba:ESALQ/USO, 1982. 49p. ANDA – ASSOCIAÇÃO NACIONAL PARA DIFUSÃO DE ADUBOS E CORRETIVOS AGRÍCOLAS. Manual de controle de qualidade de fertilizantes minerais sólidos. São Paulo, 1988. 58p. _________ . Análise de corretivos agrícolas. 1989. 30p (Boletim técnico).

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São Paulo:Instituto de Zootecnia. Propor soluções viáveis para os problemas identificados com base no conhecimento da fisiologia. NORTH.. 555p. aumentar o peso à desmama. 530p. 150p.. M. Introdução à genética quantitativa. Producción de huevos. Campinas:FACTA. 155p. 377p. Barcelona:Real Escuela de Avicultura. Campinas:FACTA. Nutrition of the chicken. alimentação e manejo. San Francisco:W. Nutrient requirements of poultry. 1987.L. 100p. J. NESHEIM. Abate e processamento de frangos. New York:M. FRANGO GONZALES.. Iowa:Stromberg. 1972. Ementa: Esta disciplina será desenvolvida enfocando os fatores econômicos e técnicos que norteiam a produção de bovinos de corte. F.O. diminuir a mortalidade de bezerros. 1989. fábrica de ração e incubatório). 367p. A. postura comercial e reprodução. Fisiologia da reprodução de aves. Bibliografia básica Manejo de frangos. recria e terminação. Viçosa>Imprensa Universitária. Bibliografia básica MCDOWELL. Ementa: A disciplina deverá desenvolver tópico relacionado com a produção industrial de aves domésticas no aspecto econômico e técnico. Commercial chicken production manual. Planejar a utilização das diferentes instalações do setor (granja de frangos de corte. FURLAN.. 4 ed. CASTELO LLOBET.A. BLOOD. D. o melhoramento genético e a obtenção de pintinhos comerciais. Manual de controle da saúde e produção de animais. M.S. M. 1994. 1975. MACARI.Scott.M. 158p Manejo de incubação. BOVINOCULTURA DE CORTE Objetivos: Identificar os principais problemas técnicos e econômicos que atuam sobre a produtividade das operações de cria. FALCONER. M. 1994.A.A. 279p. Freeman and Co. reprodução. genótipo. Campinas:FACTA. M. D. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte.74 pintos de um dia. 1986. RADOSTITS. 913p. La galina ponedora: sistemas de explotación y tecnicas de producción. Conceituar os parâmetros de avaliação de cada setor.H. 1994. 296p. enfocando a situação atual e perspectivas de evolução da criação de frangos de corte. 1987.. 184p. 1990. STROMBERG. A guide to better hatching. Jaboticabal:FUNEP. 711p. São Paulo:Manole. 1976. 1994. GONZALES. Campinas:FACTA. J. diminuir a idade ao abate e melhorar a qualidade da carcaça. 142p. SCOTT. Manejo de matrizes. 9 ed. 1994. posturas comerciais e reprodutoras.C. Londres:Chapman & Hall.L. PONTES-PONTES. E. . propondo soluções viáveis que permitam elevar a natalidade.J. C. Os cruzamentos na pecuária bovina. 1994. R. SANTIAGO. Resolver problemas relativos à produção. 1975. industrialização e comercialização de ovos. R.. BUXADÉCARBÓ. 174p. 1994.E.C. Campinas:FACTA. R.. 552p. 2 ed. Washington:National Academy Press. YOUNG. Improvement of livestock production in warm climates. O. Castelo:Mundi Prensa. NRC.

75 HELMAN. como manejar os animais sob os diversos sistemas de criação. J. 525p. G.. 1990. 1987. Deverá ter conhecimentos na área de exterior e julgamento dos animais bem como das principais raças existentes no país e suas aptidões.F..T. Nobel?Edusp. 1989. G.. ROY. Deverá apresentar conhecimento suficiente na área de alimentos e alimentação de animais. das raças e cruzamentos adequados aos sistemas de produção e de formas de manejo para se obter índices zootécnicos adequados aos sistemas de produção de leite utilizados..F.. 335p. J. Nutrição..W..L. TUCKER. C. Conceitos básicos e aplicados. proporcionar o desenvolvimento de todo o processo produtivo. M.C.H. GUICHANDUT. Genética e melhoramento.. Fundamentos da exploração racional. SCHMIDT. Cornel Univ. Maryland:Univ. 407p. Deverá ainda ser capaz de orientar na formação de pastagens e reservas forrageiras para alimentação de rebanhos comerciais. C. 156p. DICKINSON. NATIONAL RESEARCH COUNCIL. 1968.B.A. do ponto de vista econômico. 708p. ESALQ-CAQS. 1993... diferenciar as raças.D.. Camp. 371p. BURGOS. Gado de leite. BHAT.A. Ementa: O curso tratará da viabilidade econômica da produção de leite. 1963. D. Bovinocultura leiteira. Washington:National Academy of Science. El terneio. Nutrient requirements of beef cattle. PEIXOTO. nutrición y patología. J. Ed. Exterior e julgamento de bovinos. J. R. Bovinos leiteiros jovens. M. leite. A. H.M. HOLMES. doenças.H.S.. 1974. Agric. Bibliografia básica DAVIS. 374p. TOMÉ. G. Inst. 1969. LUCCI.J. Acribia. GIANNONI.P. 344p. Manejo. APLLEMAN. BOVINOCULTURA DE LEITE Objetivos Proporcionar ao aluno conhecimentos para interferir na empresa produtora de leite.A. MOURA. _________ . de Ens. Produção de leite a pasto (Milk production from pasture).L.M. Manejo y alimentación..B. R. La vaca lecheras – su cuidado y exploración.. 326p. profits. PEIXOTO. 1986. A. 1984. J. L. Ganadería tropical (tomo primeiro). de Maryland. D. problems. de modo a permitir a atuação do profissional em exposições de animais e associação de criadores. Dairy cattle: principles. WILSON. orientar . 1978. BUBALINOCULTURA Objetivos: Expor ou relatar sobre as habilidades da espécie. Practices. Conhecimento suficiente na área de melhoramento genético a fim de praticar o aconselhamento genético de touros provados de acordo com catálogos comerciais. VAN VLECK. Deverá ser capaz de diagnosticar problemas em criações comerciais decorrentes de erros de manejo ou de alimentação e a sua adequação às condições de cada sistema de criação. 1981. Buenos Aires:Librería “El Ateneo” Ed.. M. 56p.J. de acordo com as principais categorias existentes numa criação e propor a elas o correto balanceamento de rações. 574p. FARIA.E. Principles of dairy science. V.D. viabilizando economicamente a produção de leite no Brasil. 558p. Nutrição de bovinos. GIANNONI. OSTROWSKI.

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M.B. 2003.A. SILVA. J. Produção de búfalos.. B. in research in domestical and international agribusiness management.). . Bibliografia básica BLAIR & FITE. 323p.).. V. VEIGA. M. JACOBI.A. ZAVA. Estado e agropecuária. Porto Alegre:Ed. também.M.77 VILLARES. CIÊNCIAS SOCIAIS E AGROPECUÁRIA Objetivos: Considerar a contribuição dos cientistas sociais (economistas. Campinas:Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. Lisboa:Instituto Piaget. habilitando o aluno no planejamento das culturas agrícolas e florestais e forrageiras no combate a geadas.S. Competitividade: Mercado. Bubalinos. E. O futuro das regiões rurais. A. J. Pequena história da agricultura no Brasil. MAZOYER. precipitação. evaporação e evapotranspiração. A face rural do desenvolvimento.A. 2003. umidade na biosfera.R. Ementa: Sociedade e agropecuária. estado e organizações. 1984. ABRAMOVAY. São Paulo:Annablume/FAPESP. A concept of agribusiness. 245-310.Q.A. governance structures and agribusiness coordination: a transaction cost economics based approach. Rio de Janeiro:Ed. AZEVEDO. R. G. São Paulo:FAPESP/Ed. São Paulo:Ed. LOMBORG. UFRGS. previsão de safra e quebra-ventos. produção de alimentos no século XXI: biotecnologia e meio ambiente. Boston:Harvard University. M. CONWAY. sociólogos. da Universidade. 1990. dentre outros) na explicação das transformações ocorridas na agropecuária.F.M. LAURENCE. Ciência ambiental: os desafios da interdisciplinaridade. Rio de Janeiro>Ed. et al. GOLDBERG. Associações e agropecuária. 1957. SZMRECSÁNYI. cientistas políticos.M. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. 2003. 2002.. antropólogos. Boston:Jai Press. Campus. radiação solar. Mercado e agropecuária. ZYLBERSZTAJN. Rio de Janeiro:Sextante. Estação Liberdade. R. SAES. o aluno no manejo de culturas desenvolvidas em ambientes controlados. (ed. Habilitará. Universidade Estadual de Campinas/Instituto de Economia.H. Meteorologia. P.G. 273p. A nova dinâmica da agricultura brasileira. et al. participar de equipes multidisciplinares que elaboram e implementam políticas públicas que envolvem a agropecuária. P.R. balanços hídricos. Bibliografia básica DAVIS. 1979. Porto Alegre:Ed. temperatura do ar e do solo. previsões das safras e adversidades climáticas. Goldberg. TRIGUEIRO. elementos e fatores climáticos. 1997. Ementa: A disciplina detalhará os seguintes tópicos: cosmografia. 2003. D.E. J. MAY. T. Meio ambiente no século XXI. CLIMATOLOGIA APLICADA Objetivos: Estudar os efeitos das condições climáticas sobre as atividades agropastoris e florestais. São Paulo:Contexto. FARINA. R. classificações climáticas. J. (org. 2001. Campus. balanço de radiação e energia solar. R. O ambientalista cético. São Paulo:ABCB-FMVZ-UNESP-CATI-SBZ. 2000.. 12. 1999. historiadores. P. Economia e meio ambiente.Singular.

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EDWARDS. 174p. Todos os números. Ementa: Estudo das técnicas de cultivo sem solo ou hidroponia na produção de hortaliças e outras culturas em escala comercial. P. C.C. Bibliografia básica ASHER. M. a ação dos nutrientes na produtividade e na qualidade de frutos. Springer-Verlag Berlin-Heidelberg. L. Berlin. v.3. Q. Academic Press. (ed. A. G.T. 1983. ROSOLEM. as relações entre a fisiologia vegetal. e ZIMMERMANN. 1992. PITTA. as soluções empregadas para cada cultivo.79 HORTICULTURA BRASILEIRA.L. CULTIVO HIDROPÔNICO Objetivos: Os alunos estarão capacitados para aplicar os conhecimentos nos estudos da nutrição mineral das principais culturas hortícolas.. 1995.94-119 (New Series). v. Coletânea de Seminários da Disciplina de Olericultura. 1980. 360p. Terão noções das técnicas a serem adotadas para a obtenção de frutos e folhas com boas quantidades para o consumo.15 (A) cap.. A..A. 43p. 1988. CARDOSO. (Cartilha tecnológica) BÜLL. Revista da Associação Brasileira de Sementes. 355368. programação de produção e exigências do mercado. ARAÚJO.. C. legumes e folhosas. Revista da Sociedade de Olericultura do Brasil (todos os números) HORTSCIENCE HORTICULTURAL ABSTRACTS INDIAN JOURNAL OF AGRICULTURE INFORME AGROPECUÁRIO. S. p. Revista da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. D. PROGRAMA DE PLASTICULTURA PARA O ESTADO DE SÃO PAULO (apostila) – Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo.N. . Estudo dos fatores do meio e o manejo das soluções nutritivas empregadas na produção de hortaliças e outras culturas.B.A. 20. CASTELLANE.. LARSON. Hidroponia. suas necessidades nutricionais totais e épocas de maior exigência.. Doenças das plantas ornamentais. E. 1.A. 51p. 607p.M. R. Curso de Mestrado em Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa. Encyclopedia of plant physiology: inorganic plant nutrition. HONÓRIO. Modern solution culture techniques. Anais. Jaboticabal:FUNEP.Campinas:Fundação Cargill. Simpósio sobre interpretação de análise química de solo e planta para fins de adubação. Campinas:Unicamp. nutrição mineral de plantas e a escolha de fertilizantes ideais para a adoção da técnica de cultivo hidropônico ou sem solo. J. p.. Introduction to floriculture. Botucatu:Fca-UNESP. R.P. 1989. CARDOSO.D..G. In: PIRSON.H. São Paulo:Instituto Brasileiro do Livro Cientifico.J. In: Reunido Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição Mineral de Plantas. SEMINÁRIOS DE OLERICULTURA. I a XIV. Revista da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (números com hortaliças) PESQUISA AGROPECUÁRIA BRASILEIRA. BLISKA JR.. 1992.A. Piracicaba. o comportamento dos nutrientes dentro da planta. Germany. 1995.A. Cultivo sem solo – hidroponia. Hidroponia.).G.B.J. CARMELLO. FLORA CULTURE INTERNATIONAL. REVISTA BRASILEIRA DE SEMENTES.

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Interdisciplinaridade: para além da filosofia do sujeito. Bibliografia básica ANTUNES. sociológicos e econômicos das relações entre educação. Utilização de técnicas moleculares como PCR (Polimerase Chain Reaction). INTRODUÇÃO À BIOLOGIA MOLECULAR DE MICRORGANISMOS E PLANTAS Objetivos: Conhecer a aplicação dos recursos de Biologia Molecular na pesquisa em diferentes áreas e suas ferramentas moleculares utilizadas na diagnose. Identificar a centralidade da categoria trabalho para a compreensão da questão ambiental na perspectiva educacional. históricos. Ementa: Fundamentos teóricos que articulam a educação. JANTSCH. participação e cidadania como dimensões indissociáveis da questão educacional. Analisar os conflitos que emergem da relação entre desenvolvimento sustentável e sociedades sustentáveis. FERREIRA. econômicos e sociológicos.. sociedade e meio ambiente. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. Interdisciplinaridade. RAPD. Clonagem molecular: utilização de enzimas de restrição. Biologia células e molecular. 1995. 1995. Compreender o contexto histórico-econômico internacional na perspectiva ambiental. IPORTO Alegre:Mercado Aberto. FCA. BIANCHETTI. vetores de clonagem. 2 ed. Ter conhecimento básico sobre biossegurança no laboratório. sociedade e meio ambiente: aspectos filosóficos. INTRODUÇÃO À EDUCAÇÃO AMBIENTAL Objetivos: Geral: Refletir sobre os fundamentos históricos.. A. Brasília: EMBRAPA-CENARGEM. Rio de Janeiro:Ed. Noções de segurança em laboratório de Biologia Molecular. 220p. 9 ed. Meio ambiente e cidadania. LODISH et al. A educação para o meio ambiente. Bd. orgânica e biodinâmica. 1996. Específicos: discutir aspectos gerais da educação para o meio ambiente. Ementa: Conceitos básicos sobre a estrutura do DNA e RNA. caracterização. issn 1516-134x AGROECOLOGIA HOJE. R. . identificação e estudo de variabilidade de microrganismos e plantas. Compreender a educação para o meio ambiente na perspectiva do desenvolvimento do processo histórico da sociedade moderna. filosóficos. São Paulo:Cortez. Rendimento. IBD. Educação ambiental e o desenvolvimento do processo histórico. A biologia molecular básica. Revinter. qualidade e conservação pós-colheita de cenoura sob adubações mineral. Relacionar conscientização. 1995. 4 ed. 1995 (Dissertação Mestrado) 85p. R. Petrópolis:Vozes. Caracterizar a educação ambiental como eixo temático da educação formal e não formal. 2000 PIAMONTE PEÑA. GRATTAPAGLIA. e suas variações como RTPCR.E.92 AGRICULTURA BIODINÂMICA. Descrição das metodologias de extração de ácidos nucléicos de microorganismos e espécies de plantas. M. transformação de células competentes e seleção de recombinantes. 336p. D. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise genética. A. L. Diretrizes para padrão de qualidade orgânica – Instituto Biodinâmico. Bibliografia básica ZAHA.

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