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Manual Final

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  • Lavagem Cirúrgica das Mãos
  • Verifcação da Pressão Arterial
  • Verifcação da Temperatura Axilar
  • Verifcação do Pulso
  • Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos em Adulto
  • Administração Vaginal de Medicamentos
  • Sondagem Vesical de Demora Feminina
  • Sondagem de Alívio Feminina
  • Coleta de Amostra Sanguínea
  • Avaliação da Dinâmica Uterina
  • Montagem da Mesa para Parto Normal
  • Complementação do procedimento de Episiorrafa
  • Clampeamento do Cordão Umbilical
  • Revisão Placentária
  • Coleta de Sangue Placentário
  • Assistência no Puerpério Imediato (1ª a 4ªh)
  • Curativo de Incisão Abdominal
  • Cuidados Pós-cesárea
  • Preparo do corpo adulto pós-morte
  • Aspiração do Recém-Nascido
  • Verifcação do Peso do Recém-Nascido
  • Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido (Continuação)
  • Administração Ocular de Medicamentos no Recém-Nascido
  • Banho do Recém-Nascido

Escola de Artes, Ciências e Humanidades

Universidade de São Paulo

Graduação em Obstetrícia

2010

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

FICHA CATALOGRÁFICA
Brasil. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal. USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. São Paulo: USP/EACH, 2010. 71 p. color. I.Assistência à saúde materna. II.Assistência à saúde do recém-nascido. III.Prestação de cuidados de saúde. IV.Título.

ELABORAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E INFORMAÇÕES: USP. EACH. Graduação em Obstetrícia. Rua Arlindo Béttio, nº 1000 - Ermelino Matarazzo – SP – CEP: 03828-000 Home page: http://www.each.usp.br Tel.: (11) 3091-8905 DIRETOR DA EACH (2009) Dr.º Dante De Rose Junior DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Jorge Boueri Filho VICE-DIRETOR DA EACH (2009)

VICE-DIRETOR DA EACH (2010) Dr.º Edson Leite COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2009) Dr.ª Lucia Cristina Florentino Pereira da Silva COORDENADORA DA GRADUAÇÃO EM OBSTETRÍCIA (2010) Drª. Nádia Zanon Narchi COORDENADORA – MANUAL DE PROCEDIMENTOS (2009-2010) Dr.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki

Rodrigues da Silva Priscila Ribeiro Raspantini Priscilla da Costa Gonçalves Rafael Augusto Silva de Paiva Raíssa de Castro Angarten Raquel Emile da Silva Raquel Fernandes Giorgete Salete Alves Cordeiro Tatiana de Sousa Mendes Gomes . Ciências e Humanidades . Fulquim Nayara Girardi Baraldi Nelice Canhoto Gonçalves Priscila M. Fabrizio de Carvalho Bruna Vazamim Cumpri Christiane Borges do Nascimento Cláudia de Azevedo Aguiar Cristiane Pereira Barros Danyelle Ferreira Farias Diana Tiemi Yamamoto Elaine Cristina Pimentel Fabiana Alves Kamiya Flávia Nagahama Sakata Flávia Rodrigues França Juan Carlo Paula Cesar Lopes Juliana Cristina Peres Juliana Moreno Guerra Karina Simão Barbosa Luana de Andrade Pina Cabral Maíra Fernandes Bittencourt Malu Yumi Costa Iizuka Mariana Alves dos Santos Mariana Blum R. Rodelo Andressa Akemi Abe Beatriz F. V.2009 Adriana Gomes do Nascimento Adriana Sassaron Fornaziero Albertina Samira Cerda Balcazar Aline Araujo Fazenda Amanda Aparecida T. Trindade Mariana de Moura Pedrosa Mariana Lourenzem Viginotti Milena Mitiko Fujishita Munick Cristinni da S.Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes.

Ciências e Humanidades . Bonvechio Macca Amanda Moreira da Silva Reis Andréa Verônica Gonzalez Perez Andreia Luiza Alves Oliveira Anna Carolina Coutinho Bruna Alves Camila Kiraly Franzel Carolina Andrade de Barros Cláudia Regina Neves Cledionice Felizardo Fonseca Cristina Yayoi Zukeran Kanda Edna Evelin da Costa Silveira Fernanda Paula Alves Soares Flávia da Silva Chiamba Gabriela de Moura Pedrosa Giuliana Lima Franco dos Santos Glauce Cristine Ferreira Soares Isadora Marques Crochik Jéssica Gallante Reis Juliana Ferreira dos Santos Laís Akemi Morimoto Laís Guimarães do Couto Rocha Lidiane Mello de Castro Lorena de Souza Santos Marcela Faggiani P. Alves Mariana Biancheze de Alencar Mariana Sallun Raya Marina Lorencini Pedó Monique Huk Alvarenga Paula Coyado Rodrigues Garcia Rita Leandro de Moraes Silva Rosane Pacheco Pereira Sheylla Alves Claudino Pestana Thaís Peloggia Cursino Vanessa de Castro Nunes Pombo . de Oliveira Maria dos Remedios da S.2010 Aline Apa.Autores Alunos graduandos do Curso de Obstetrícia da Escola de Artes.

Universidade de São Paulo.ª Maria Aparecida de Jesus Belli Dr.REVISÃO TÉCNICA Dr. Todos os direitos reservados.2009 Priscila Maria Vieira Rodrigues da Silva DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL . Escola de Artes.2010 Maria dos Remedios da Silva Alves 2010.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Dr. Graduação em Obstetrícia.ª Roselane Gonçalves Dr. desde que citada a fonte e que não seja para a venda ou qualquer outro fim comercial.ª Natalúcia Matos Araújo DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL . Ciências e Humanidades. . É permitida a reprodução parcial ou total.ª Rosemeire Sartori de Albuquerque Dr.

Esperamos contar com a contribuição de todos para que possamos ampliar nosso saber/ fazer/ sentir e assim caminhar na direção de um cuidar mais amplo e sensível. avaliar a propriedade de cada ação indicada. buscamos fornecer material de apoio e consulta para os alunos.ª Maristela Belletti Mutt Urasaki Docente do curso de Graduação em Obstetrícia da USP e Organizadora deste Manual de Procedimentos . Encorajamos cada leitor a rever. Vale lembrar que as especificidades encontradas nas diferentes instituições de saúde devem ser consideradas ao se instituir os passos aqui sugeridos. Salientamos que a descrição dos mesmos segue diretrizes básicas e está fundamentada em diversos autores conceituados da literatura. discutir e. acreditando na possibilidade de contribuir com o processo de organização do cuidado ministrado à mulher durante o processo de nascimento e parto.Apresentação Os diversos cenários da saúde exigem profissionais que assistam as pessoas de forma eficiente. saber fazer e sensibilidade. O processo de construção de um modelo de assistência obstétrica qualificada exige que seja incorporado no cotidiano do trabalho o tripé: conhecimento prudente. refletir. sobretudo. professores e profissio-nais de saúde que atuam em Centro Obstétrico (CO) e Centro de Parto Normal (CPN). Assistir às mulheres no momento do parto e nascimento com segurança e dignidade é compromisso fundamental de todo profissional que optou por esta prática. construímos este manual. sendo que nesta primeira apresentação elencamos quarenta e cinco procedimentos comumente realizados nestes locais. Neste sentido. autêntica e com qualidade. Considerando que os manuais são instrumentos fundamentais para a veiculação de informações sistematizadas nas organizações de saúde. competente. Dr.

Sumário Nº 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Limpeza Concorrente Lavagem das mãos Lavagem cirúrgica das mãos Verificação da pressão arterial Verificação da temperatura axilar Verificação do pulso Administração intramuscular (IM) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto Administração endovenosa (EV) de medicamentos em adulto: em clientes com acesso venoso periférico prévio Administração vaginal de medicamentos Bomba de Infusão Tricotomia Sondagem vesical de demora feminina Sondagem de alívio feminina Coleta de amostra sanguínea Avaliação da dinâmica uterina Exame físico obstétrico: inspeção Exame físico obstétrico: palpação e altura uterina Exame físico obstétrico: ausculta uterina Exame físico obstétrico: toque vaginal Amnioscopia Cardiotocografia Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente em condições de mobilidade Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 1 Transferência da cliente da maca para a mesa: cliente sem condições de mobilidade – técnica 2 Paramentação Massagem Lombossacral Exercícios com a Bola Cavalinho Banho de Aspersão Banho de Imersão Amniotomia PROCEDIMENTO PÁG. 10 15 16 17 19 20 21 22 23 24 25 27 28 30 32 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 51 .

Sumário Nº 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 PROCEDIMENTO Montagem da Mesa para Parto Normal Assistência no trabalho de parto: fase Latente Assistência no trabalho de parto: fase Ativa Assistência no trabalho de parto: fase Expulsiva Anestesia local Episiotomia: técnica mediana Episiotomia: técnica mediolateral Episiorrafia Reparo do períneo Complementação do procedimento de Episiorrafia Clampeamento do cordão umbilical Manejo na dequitação placentária: conduta expectante Manejo na dequitação placentária: conduta ativa Revisão placentária Coleta de sangue placentário Assistência no puerpério imediato (1ª à 4ª h) Curativo de Incisão Abdominal Cuidados pós-cesárea Preparo do corpo do Adulto pós-morte Aspiração do recém-nascido Reanimação cardiopulmonar do recém-nascido Exame físico e neurológico do recém-nascido Verificação do peso do recém-nascido Administração intramuscular (IM) de medicamentos no recém-nascido Administração ocular de medicamentos no recém-nascido Banho do recém-nascido Preparo do corpo do Recém-nascido pós-morte Amamentação Limpeza Terminal Referências Bibliográficas PÁG. 53 55 56 57 59 60 61 62 63 64 65 66 67 69 70 72 73 75 76 78 79 82 85 87 88 89 91 93 95 98 .

Técnica 1 Limpeza concorrente (limpeza com pano úmido utilizando dois baldes) Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos. panos limpos. Observação • • • • • Materiais: Baldes (de cores diferentes). Mops. Do fundo da sala para a porta para manter a funcionalidade. interruptores. 2) Vestir os equipamentos de proteção pessoal 3) Calçar as luvas. rodos ou mops. dois baldes (azul e vermelho). telefones. Pá de lixo (cabo longo e curto). Não usar vassouras. torneiras. 4) Recolher das mesas e bancadas todo o material a ser desprezado. Palha de aço.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. Movimento em um só sentido – nunca fazer a limpeza em movimentos circulares ou de vaivém. etc. Suporte (para pendurar vassouras. Usar as luvas somente durante os procedimentos de limpeza – nunca utilizá-las para tocar em locais de uso comum (maçanetas de portas. Sempre utilizar EPIs para a realização da limpeza. Saco de plástico (cor branco leitoso resistente. para o lixo administrativo). 35 e 100 litros e saco preto. Panos para limpeza (de mesa. Rodos de borracha (diversos tamanhos). Agentes De Limpeza: água. Desentupidor de pia e ralos. etc). Agente de Limpeza 10 . 35 e 100 litros). Latões de lixo (15.).)./ 10 Procedimento: • • Limpeza Concorrente De cima para baixo – em um único sentido e firme. detergentes e desinfetantes. Carro: para transporte e guarda do material de limpeza. para acondicionar lixo biológico (infectante). etc. Usar somente produtos químicos aprovados pelo Ministério da Saúde. Escadas: diversos tamanhos. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. rodos. pia. de 15. sabões. em locais semi-críticos.

no chão duas vezes ou mais se necessário para retirar o sabão./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 5) Preparar os baldes o azul contendo água limpa e o vermelho com sabão detergente e água. Desdobrar o pano para utilizar todas as dobras limpas. 11) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão para se necessário. 14) Colocar as luvas destinadas a limpeza do chão. 15) Encher os baldes com água limpa (azul) e água e sabão (vermelho). 13) Tirar as luvas e lavar as mãos. após utilizar todas as dobras. com movimentos ritmados longos e retos. 8) Limpar as superfícies. embebido em água pura. 12) Desprezar a água suja em local apropriado e limpar os baldes ou trocar de baldes. 20) Passar o pano úmido. Técnica 2 Limpeza com pano úmido e dois baldes seguida da desinfecção concorrente Realizada antes de procedimentos e plantões e ao final das atividades diárias e procedimentos em locais críticos e semi-criticos. 21) Fazer a limpeza do material utilizado desprezando a água suja. 10) Passar pano úmido embebido em água pura duas vezes ou mais nas superfícies para retirar todo o sabão. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos. dobrando-o em 4 ou 8.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. 16) Mergulhar o pano limpo no balde vermelho torcendo-o para retirar o excesso de água. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água. 9) Lavar o pano no balde que contem a água. bancadas. 17) Abrir o pano e dobrar em 2. A desinfecção é realizada após a limpeza com panos úmidos utilizando dois baldes. Agente de Limpeza Observação Não misturar os panos de limpeza de superfícies com os de chão. 18) Utilizar movimentos retos e paralelos seguindo no sentido do interior para a porta de saída. Limpar em faixas paralelas. 6) Mergulhar o pano no balde com água e detergente. reiniciar o procedimento de limpeza. 11 . mesas. 19) Lavar o pano no balde que contem água limpa ate sair o sabão. 7) Abrir o pano umedecido.

presença de matéria orgânica. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. bancadas. rodos ou mops.) 5) Deixar a superfície secar espontaneamente 6) 6Aplicar a solução de hipoclorito de sódio a 1% (deve ser usado em paredes. tetos. 9) Retirar as luvas e lavar as mãos. (Usar álcool para desinfecção de mesas. fazendo três fricções por 30 segundos./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. data de abertura e assinatura. rodos ou mops. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). 3) Calçar as luvas. carrinhos e etc. Agente de Limpeza Observação • Técnica 3 Desinfecção concorrente seguida de limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. soluções desinfetantes (álcool etílico a 70% e hipoclorito de sódio a 1%). Agente de Limpeza 12 . 3) Trocar de luvas 4) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. Agente Ação 1) Separar os materiais necessários: equipamento de proteção pessoal. pisos. panos limpos. 7) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura. papel absorvente ou pano velho. panos limpos. portas e janelas). saco plástico branco. Utilizado após procedimentos em caso de sujidade no qual ocorre. validade. Ela é realizada em locais críticos e semi-críticos. dois baldes (azul e vermelho).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias. validade. Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. 2) Vestir o equipamento de proteção pessoal. 8) Lavar o material usado. data de abertura e assinatura. O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. dois baldes (azul e vermelho). 2) Seguir os passos acima de 2 a 21.

O hipoclorito não deve ser utilizada em artigos metálicos. portas e etc) com papel absorvente ou panos velhos.) 7) Deixar a superfície secar espontaneamente 8) Descartar o pano. ou desinfetar o pano no caso de reutilizar. 9) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica do chão. Utilizar a técnica com água abundante. 14) Retirar as luvas e lavar as mãos. • Manter o frasco rotulado com nome da solução. validade. portas e janelas).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. bancadas. 5) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico) ou desinfetar o pano no caso de reutilizar. O prazo máximo para o uso da solução de álcool após aberta é 7 dias. 12) Remover o desinfetante com pano úmido embebido em água pura. portais. 10) Descartar o pano ou papel no saco de lixo branco (lixo orgânico). Manter o frasco de solução rotulado com nome da solução. pisos. (usar álcool para desinfecção de mesas. quando em presença de saída de água (ralos) 13 . 6) Pegar um pano seco e embeber no álcool etílico a 70%. vidraças e visores. Seguir repetindo os passos da limpeza com pano úmido utilizando dois baldes. tetos. Agente de Limpeza Observação • Técnica 4 Recomendações especiais de limpeza e desinfecção Banheiro Usar técnicas do pano úmido com dois baldes em: portas. data de abertura e assinatura. carrinhos e etc) com pano velho ou papel absorvente. parede. data de abertura e assinatura. carrinhos e etc. fazendo três fricções por 30 segundos. bancadas. 11) Aplicar a solução de hipoclorito de de sódio a 1% (Deve ser usado em paredes. 13) Lavar o material usado./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Concorrente (Continuação) Ação 4) Retirar o excesso da carga contaminante (matéria orgânica das mesas. validade.

/ 10 Procedimento: Limpeza Concorrente (Continuação) Sala de Exame Efetuar limpeza terminal e desinfecção ao término da jornada de trabalho usando a técnica do pano molhado seguindo técnicas de limpeza e desinfecção diária. 14 . Efetuar a desinfecção diária entre uso e semanalmente. do mobiliário e dos equipamentos com pano úmido embebido em álcool 70%. A limpeza diária das salas cirúrgicas deve acontecer ao término de todo o mapa cirúrgico.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 01 Data de Emissão: set. Técnica 5 Sala de Parto Antecedendo o inicio dos plantões realizar uma revisão da limpeza das salas. Após cada procedimento realizar a desinfecção concorrente e limpeza concorrente. limpando as superfícies horizontais. Técnica 6 Técnica 7 Macas e suporte Usar técnica de limpeza com pano úmido usando água e sabão. Uma vez por semana executar a limpeza semanal utilizando máquinas (enceradeiras/aspiradores de água).

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 02 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:
Materiais:
Sabonete Líquido; Toalha de papel.

Lavagem Simples das Mãos

Agente

Ação 1) Abrir a torneira e molhar as mãos, sem encostar na pia; 2) Aplicar na palma da mão quantidade suficiente do sabonete para cobrir todas as superfícies das mãos (seguir a quantidade recomendada pelo fabricante); 3) Friccionar as palmas das mãos entre si; 4) Friccionar a palma da mão direita contra o dorso da mão esquerda entrelaçandoos dedos e vice-versa; 5) Friccionar a palma das mãos entre si com os dedos entrelaçados; 6) Friccionar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta, segurando os dedos e vice-versa; 7) Friccionar o polegar esquerdo, com o auxílio da palma da mão direita, utilizando-se movimento circular e vice-versa; 8) Friccionar as polpas digitais e unhas da mão direita contra a palma da mão esquerda, fazendo um movimento circular e vice-versa; 9) Friccionar os punhos com movimentos circulares; 10) Enxaguar; 11) Secar as mãos com toalhas de papel, iniciando pelas mãos e seguindo pelos punhos; 12) Fechar a torneira utilizando toalha de papel. O importante é que após o procedimento a mão (limpa) não seja usada para fechar a torneira (suja). As torneiras com sensores ou sistemas de pedais facilitam a execução do procedimento.

Todos os profissionais da equipe do CO e CPN

Observação

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Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 03 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Lavagem Cirúrgica das Mãos
Sabões e detergentes com poder antisséptico e desinfectante (ex.: sabões aniônicos; sabões catiônicos; álcool etílico; álcool isopropílico; iodo; clorexidine; hexaclorofeno); Escova estéril (algumas escovas já vêm com antisséptico); Toalhas ou compressas estéreis.

Materiais:

Agente

Ação 1) Abrir a torneira, molhar as mãos, antebraços e cotovelos, mantendo a água corrente em temperatura agradável; 2) Recolher com as mãos em concha um pequeno volume de anti-séptico e espalhar nas mãos, antebraço e cotovelo. No caso de escova impregnada com anti-séptico, pressione a parte da esponja contra a pele e espalhe por todas as partes; 3) Escovar ou friccionar as mãos, observando espaços interdigitais e antebraços por no mínimo 3 a 5 minutos, mantendo as mãos acima dos cotovelos; 4) Iniciar a escovação pelas extremidades dos dedos e seqüencialmente pela face lateral, palmar e dorsal dos dedos espaços interdigitais, palma da mão, dorso da mão, face anterior e posterior do antebraço, seguindo até o cotovelo; 5) Limpar sob as unhas com as cerdas da escova ou com limpador de unhas (espátula); 6) Enxaguar as mãos em água corrente, no sentido das mãos para os cotovelos, retirando todo resíduo do produto; 7) Permanecer no lavabo com as mãos suspensas até que a água escorra por completo; 8) Fechar a torneira com o cotovelo se a torneira não possuir fotossensor; 9) Oferecer ao profissional que fez a lavagem das mãos o pacote de compressa para iniciar a secagem das mãos; 10) Enxugar as mãos em toalhas ou compressas estéreis, com movimentos compressivos, iniciando pelas mãos e seguindo pelo antebraço e cotovelo, atentando para utilizar as diferentes dobras da toalha/compressa para regiões distintas.

Médico(a), Obstetriz ou Enfermeiro(a)

Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a), Obstetriz/ Obstetra, Enfermeiro(a)

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Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal

Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação da Pressão Arterial
Esfignomanômetro; Estetoscópio; Algodão embebido em álcool 70%; Papel; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento; 2) Observar o tamanho apropriado do manguito (largura 20% superior ao diâmetro do antebraço ou 40% da circunferência e 2/3 do comprimento do braço); 3) Certificar-se de que a cliente: não está com a bexiga cheia; não praticou exercícios físicos; ou não ingeriu bebida alcoólica, café, alimentos ou fumou até 30 minutos antes da medida; 4) Lavar as mãos; 5) Realizar assepsia do diafragma e das olivas do estetoscópio com algodão e álcool; 6) Deixar a cliente confortavelmente deitada ou sentada com o braço comodamente exposto (livre de roupas) e apoiado, mantendo a altura do coração, com a palma da mão voltada para cima; 7) Colocar o manguito totalmente vazio 2,5 cm acima do espaço antecubital, ajustando-o ao braço sem apertar; 8) Não deixar as borrachas se cruzarem, devido aos ruídos que produzem; 9) Palpar a artéria distal ao manguito com os dedos da mão não dominante enquanto infla o manguito rapidamente até a pressão de 30mmHg acima do ponto em que o pulso desaparece (estimar a pressão sistólica); 10) Esvaziar o manguito e palpar o ponto de retorno da pulsação; 11) Esvaziar o manguito por completo e esperar 30 segundos; 12) Palpar a artéria braquial no espaço antecubital, colocar o diafragma do estetoscópio sobre a mesma e as extremidades das olivas nos ouvidos (certificar que os sons estão claros e não abafados); 13) Fechar a válvula da pera e inflar rapidamente o manguito até 30mmHg acima da pressão sistólica palpada estimada; 14) Abrir a válvula da pera lentamente; 15) Identificar o primeiro som claro ouvido (1º som de Korotkoff corresponde a pressão máxima ou sistólica); 16) Observar sua correspondência no manômetro; 17) Continuar a descompressão gradualmente observando o ponto em que o som desaparece em adultos (5º som de Korotkoff correspondente a pressão diastólica em adultos);

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

17

Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 04 Data de Emissão: dez. 22) Lavar as mãos. 21) Deixar a cliente em posição confortável. Obstetriz. 20) Retirar o manguito. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se esta é a primeira avaliação da pressão arterial da cliente repetir a avaliação no outro membro. 19) Continuar o esvaziamento do manguito até que o ar seja liberado. Médico(a). 23) Anotar na papeleta e notificar qualquer anormalidade encontrada. 18 ./ 09 Procedimento: Agente Verificação da Pressão Arterial (Continuação) Ação 18) Observar sua correspondência no manômetro.

3) Explicar a cliente o que vai ser feito. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 19 . Obstetriz. colocando o braço sobre o peito com a mão direcionada para o ombro oposto. 9) Remover o termômetro e verificar a leitura. Caneta. Algodão embebido em álcool 70%. 7) Pedir a cliente para comprimir o braço de encontro ao corpo. 12) Lavar as mãos. 4) Separe o braço da cliente do seu tronco./ 09 Procedimento: Verificação da Temperatura Axilar Bandeja. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. 10) Desinfetar o termômetro com algodão e álcool e guardá-lo. 8) Manter o termômetro até que o sinal audível sinalize a leitura.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 05 Data de Emissão: dez. 5) Inspecione presença de lesão na pele ou transpiração excessiva. Médico(a). 6) Colocar o termômetro no centro da axila. Termômetro eletrônico. Os termômetros de mercúrio não são mais recomendados nos estabelecimentos de saúde em decorrência do risco para o trabalhador. Papel. 11) Deixar a cliente confortável. 13) Fazer o registro em prontuário. 2) Desinfetar o termômetro com o algodão embebido em álcool a 70%. mude de braço se encontrar lesões e providencie a secagem da axila com transpiração excessiva.

porém sempre com o braço apoiado. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 06 Data de Emissão: dez. Verificação do Pulso Agente Ação 1) Lavar as mãos. sentada ou deitada. 8) Anotar no prontuário. 4) Localizar a artéria radial que se encontra entre a apófise estilóide do rádio e o tendão dos flexores. 6) Avaliar o ritmo e amplitude. sendo que para palpá-los emprega-se os dedos indicador e médio. com o polegar fixado no dorso do punho da cliente. 5) Contar a frequência durante 1 minuto inteiro. 2) Explicar o procedimento a cliente. Obstetriz./ 09 Procedimento: Materiais: Caneta. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 20 . 3) Colocar a cliente em posição confortável. O agente usa a mão direita para examinar o pulso esquerdo e vice versa. 7) Lavar as mãos.

certificando-se tratar da pessoa a ser medicada. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 21 . Agulha 40 x 10 para aspiração e 30 x 7 mm para a aplicação ou de outro calibre/comprimento de acordo com o local e musculatura da cliente. 2) Lavar as mãos. 2º dorsogluteo. 6) Identificar a cliente pelo nome. 17) Lavar as mãos./ 09 Procedimento: Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos em Adulto Seringa de 5ml ou 3 ml com o medicamento prescrito. comprimir a pele com o algodão seco e retirar a agulha/ seringa. Reiniciar o processo incluindo o preparo de outra droga e a selecão de outra região para a readministração. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. obedecendo o ângulo para cada região (ângulo de 90º para ventroglúteo. injetando a droga.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 07 Data de Emissão: dez. Duas bolas de algodão. sendo uma embebida em álcool a 70% ou iodado a 1% e outra não. 10) Segurar a seringa com a mão dominante (como se segura um lápis para escrever). 14) Empurrar lentamente o êmbolo com a mão não dominante. Luvas de procedimento. 9) Fazer anti-sepsia do local com o algodão embebido em álcool a 70%. 16) Descartar a agulha e a seringa em local próprio. via de administração e horário). 15) Ao terminar a aplicação. 12) Soltar o músculo e puxar o êmbolo com a mão não dominante (aspirar). Se houver o retorno. 18) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. verificando a data de validade. 8) Escolher o local para aplicação do medicamento (manter ordem de prioridade para região selecionada: 1º ventroglúteo. Materiais: Agente Ação 1) Conferir os cinco certos (cliente. dorsoglúteo e deltóide e ângulo de 45º para vastolateral). 3º vastolateral e 4º deltóide). 13) Injetar a droga se não houver retorno de sangue. retirar a agulha e comprimir o local. droga. Obstetriz. Médico(a). Bandeja. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e a administração. 11) Fixar o músculo com a mão não dominante e introduzir a agulha com firmeza. dosagem. 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita. 5) Levar a seringa preparada e o algodão em uma bandeja.

Luvas de procedimento. 18) Injetar o medicamento lentamente até o término da medicação. 3) Ler o rótulo. Obstetriz. 16) Puxar o êmbolo da seringa até que venha o sangue. 14) Fixar a veia com o polegar abaixo do local a ser puncionado. 10) Garrotear o membro. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. certificando-se tratar da pessoa a ser medicada. Duas bolas de algodão. 23) Checar o horário na prescrição e fazer anotação. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 22 . verificando as condições das veias. 30x8mm ou dispositivo para punção venosa (scalp). 4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. Garrote. até a veia ficar saliente. 12) Solicitar a cliente que mantenha a mão fechada e o braço imóvel. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. Médico(a). Agulha 25x8mm./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes sem acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. 8) Expor a área de aplicação. 6) Identificar a cliente pelo nome. 9) Calçar as luvas. mantendo-a em repouso. observando a via de administração e dosagem. 22) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. solicitar que a cliente abra e feche a mão do membro que vai ser puncionado. Bandeja. 21) Recolher o material utilizado e deixar o quarto em ordem. desprezando a seringa e a agulha em local apropriado. 2) Lavar as mãos. 11) Se necessário. 17) Soltar o garrote e pedir a cliente que abra a mão. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade. 20) Observar a cliente por alguns minutos. 15) Introduzir com a outra mão a agulha paralelamente à pele com bisel voltado para cima.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 08 Data de Emissão: dez. 13) Fazer a anti-sepsia do local com o algodão com álcool a 70%. 19) Retirar a agulha com um movimento único e ágil comprimindo o local com o algodão seco. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente.

4) Preparar o medicamento de acordo com a dosagem prescrita e colocá-lo em uma bandeja. 10) Conectar a seringa ao dispositivo se as condições estiverem normais. 12) Manter o acesso com soro fisiológico 0. 13) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio. 8) Checar a permeabilidade do acesso venoso e condições do local e sistemapolifix ou similar. Bandeja. a dosagem do medicamento e verificar a data de validade./ 09 Procedimento: Administração Endovenosa (EV) de Medicamentos em Adulto Em clientes com acesso venoso periférico Materiais: Seringa com medicamento prescrito. obstrução da luz da agulha. 15) Checar o medicamento no prontuário e anotar qualquer intercorrência. 14) Lavar as mãos. 5) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. 7) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. Luvas de procedimento. Em todos estes casos remover o dispositivo e reinstalar um novo em outro local. Agulha 40x10mm para aspiração. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. infiltração cutânea e hematoma. doloroso). Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição médica. 3) Ler o rótulo.9%. Sistema polifix ou similar. observando a via de administração e dosagem. 6) Identificar a cliente pelo nome. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 23 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 09 Data de Emissão: dez. Obstetriz. Médico(a). 2) Lavar as mãos. 11) Administrar lentamente o medicamento. 9) Observar anormalidades: flebite (local hiperemiado.

empurrando até o fim. usar o aplicador. 3) Ler o rótulo e a dosagem do medicamento. isolar a cliente com um biombo. 17) Colocar a cliente em posição confortável e solicitar a ela que permaneça deitada. Obstetriz. 2) Lavar as mãos. 4) Preparar o medicamento e colocar em uma bandeja. 7) Levar a bandeja para o quarto/ leito da cliente. verificando a data de validade.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 10 Data de Emissão: dez. 15) Se for óvulo: introduzi-lo com a ponta dos dedos. Agente Ação 1) Certificar-se da prescrição. 5) Se for pomada ou creme. observando a via de administração e a dosagem. 13) Introduzir o medicamento. 8) Identificar a cliente pelo nome. colocar em uma gaze. Se a cliente tiver condições e preferir ela mesma introduzir o aplicador com creme ou o óvulo. certificando-se tratar da pessoa que deve ser medicada. 9) Orientar a cliente quanto ao medicamento e o procedimento. Caso seja em óvulo. em seguida retirar o aplicador delicadamente. usar uma gaze. Médico(a). Luvas de procedimento. Caso a medicação seja em pomada ou creme vaginal. 18) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio e lavar as mãos. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 24 . 11) Colocar a cliente em posição ginecológica./ 09 Procedimento: Materiais: Administração Vaginal de Medicamentos Bandeja. colocar o medicamento no aplicador. 14) Se for pomada ou creme: introduzir o aplicador delicadamente no canal vaginal e empurrar o êmbolo até o fim. 10) Se necessário. 12) Calçar as luvas de procedimento. 6) Se for óvulo. 16) Retirar as luvas. orientá-la como executar a administração. 19) Checar o horário na prescrição e fazer anotações no prontuário.

14) Monitorar a presença de complicações na velocidade da infusão do local IV após o início do gotejamento. 13) Apertar o botão “confirmar” após a leitura do tempo de infusão. Após colocar o número desejado apertar novamente “confirmar” para seguir para o próximo passo da programação. tais como: oclusão do cateter por coágulo. 18) Monitorar o sistema pelo menos a cada 30 minutos. inflamação. cateter danificado e dobras ou nós no equipo de infusão. 5) Fixar a bomba de infusão no suporte de soro 6) Instalar na roldana da bomba de infusão a parte apropriada do equipo 7) Instalar o sensor no conta-gotas 8) Conectar o equipo no acesso venoso da cliente 9) Ligar a bomba (botão atrás do equipamento) 10) Ler a primeira informação. 19) Avaliar a permeabilidade e a integridade do sistema quando o alarme soar./ 10 Procedimento: Bomba de Infusão Bomba de infusão (para a descrição deste procedimento foi usado a marca: Medtec como exemplo. 11) Programar o volume da infusão. 3) Lavar as mãos. deslocamento do cateter e queixa de dor no local 17) Verificar problemas no sistema. que será calculado automaticamente pela bomba de infusão. Obstetriz. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 25 . apertar o botão “confirmar”. 20) Observar na cliente sinais clínicos de hipervolemia: cefaléia. 16) Avaliar o local da infusão quanto a sinais de infiltração. Médico(a). Suporte para soro. 12) Programar o fluxo de infusão (X ml/h) apertando o botão “avançar” para colocar o número correto e “confirmar” para o próximo passo. apertando o botão “avançar” para colocar o número desejado e em seguida “confirmar” para seguir para a próxima casa decimal. São no total quatro casas decimais. caso seja: “Programar para adulto”. Materiais: Agente Ação 1) Verificar no prontuário da cliente a prescrição. 4) Verificar a permeabilidade da linha IV e da agulha ou cateter. 15) Atentar para a progressão da quantidade ml/hora para cada medicação. é importante ressaltar que cada marca tem suas especificidades). Se presentes interromper a infusão e solicitar avaliação médica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set. Equipo para bomba de infusão (conectada a solução a ser infundida e sem ar no sistema). dispnéia e aumento da pressão arterial. 2) Orientar a cliente sobre o procedimento e a não restrição de locomoção.

/ 10 Procedimento: Agente Bomba de Infusão (Continuação) Ação 21) Monitorar a resposta à terapia. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação Se a solução de infusão conter ocitocina avaliar os efeitos do fármaco sobre a dinâmica uterina em relação à freqüência e intensidade (exceto auxiliar/ técnico de enfermagem) 26 . 22) Lavar as mãos 23) Registrar em prontuário/checar prescrição Médico(a). Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 11 Data de Emissão: set.

Pinça. 11) Com uma mão. Obstetriz. e de preferência com aparadores elétricos. 9) Passar o aparelho sob a pele. não remover pelos a menos que eles estejam na região da incisão ou ao seu redor interferindo na cirurgia. Médico(a). 14) Retirar o material utilizado. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 27 . levando a perda da integridade epitelial. esticar a pele. 10) Ensaboar a região. 6) Expor a região.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 12 Data de Emissão: dez. ou. Com o aparelho de barbear com lâmina nova: 7) Colocar sabão líquido na cuba rim. Com o aparador elétrico: 7) Ativar o aparador elétrico. Aparelho de barbear com lâmina nova. Caso seja necessária. até sangramento e exsudação. micro lesões. 9) Umedecer as bolas de algodão com o sabão líquido. 3) Lavar as mãos. 8) Pegar as bolas de algodão com a ajuda da pinça. Observação Materiais: Luvas de procedimento. favorecendo o crescimento bacteriano com risco de contaminação./ 09 Procedimento: Tricotomia De acordo com alguns estudos. 4) Calçar as luvas. 8) Esticar a pele com a mão não dominante. 13) Lavar a área com água e sabão para remover os pelos cortados. Portanto. a tricotomia pode causar danos para as camadas profundas da pele. Três bolas de algodão embebidos em sabão líquido. Aparador elétrico higienizado/limpo. manter ambiente em ordem. Dois pacotes com gazes. 5) Cercar a cama com biombos. Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. 15) Registrar em prontuário da cliente. a retirada dos pelos deve ser realizada imediatamente antes da cirurgia. Cuba rim. 2) Reunir o material. 12) Fazer a raspagem dos pêlos de cima para baixo.

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 28 . que contém as bolas de algodão ou gaze. Coletor de urina sistema fechado. Ampola de AD 10 ml ou SF0. Luva estéril. 7) Dispor o material próximo ao leito. 8) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra. 14 e 16 (Foley). Seringa de 20 ml.9%. 11) Abrir o coletor de urina sistema fechado e colocar a ponta da conexão que irá adaptar a sonda sobre o campo fixando-a com o clipe e a outra extremidade (bolsa coletora) fixar na cama. 9) Lavar as mãos. Micropore. Gaze estéril. sem contaminar o campo. Xilocaína gel lacrada. Agulha de 40x10.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira). 6) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados. 4) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada. 2) Identificar-se a cliente. 13) Abrir a sonda no campo estéril mantendo a embalagem interna e abrir os demais materiais sobre o campo (gaze. cuba redonda. 10) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito. pinça Pean ou outra). 16) Calçar as luvas estéreis. colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível./ 09 Procedimento: Sondagem Vesical de Demora Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim. Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar. protegendo-a com o lençol. 15) Abrir a ampola de água e mantê-la sobre a mesa auxiliar. Materiais: Agente Médico(a). agulha. seringa). Biombo. Sonda vesical de demora 02 vias números: 12. Obstetriz. se julgar necessário. PVPI degermante. 5) Aproximar biombo e foco de luz s/n. abrir em mesa auxiliar). no sentido diagonal. 14) Colocar a xilocaína na gaze. 3) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante. Algodão ou gazes. Foco de luz. 12) Colocar PVPI na cuba redonda.

22) Lubrificar a sonda vesical com a geléia anestésica que está na gaze. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 29 . Não insistir se encontrar resistência.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 13 Data de Emissão: dez. 26) Soltar os grandes lábios. a seguir dos pequenos lábios e por último o meato urinário./ 09 Procedimento: Agente Sondagem Vesical de Demora Feminina (Continuação) Ação 17) Retirar a sonda da embalagem interna e conectar a sonda ao coletor. 18) Testar o balão (cuff) da sonda introduzindo 10ml de ar na via indicada da sonda (fazer o balão inflar). 32) Identificar a bolsa com o número da sonda. 25) Avançar cerca 2. 35) Manter a ordem do local. Sempre no sentido clitóris/ ânus. data. Médico(a). Se houver desconexão acidental do sistema. hora e nome do agente que realizou o procedimento. 27) Conectar a agulha na seringa e aspirar a água destilada da ampola. 24) Observar o retorno de diurese. 19) Afastar os pequenos lábios com o dedo indicador e polegar da mão não dominante permanecendo nesta posição até o final da técnica. em geral 10 ml (atenção para evitar contato com a ampola). 33) Fixar a sonda na parte interna da coxa da cliente. 29) Tracionar delicadamente a sonda até encontrar resistência. todo o sistema deverá ser desprezado. 20) Realizar a anti-sepsia usando a pinça e as bolas de algodão já umedecidas. Não deixar a bolsa tocar no chão. 23) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm. 30) Retirar as luvas. de forma que não fique tracionada. 28) Insuflar o cuff com a água destilada no volume indicado na sonda. Obstetriz. A bolsa coletora deverá permanecer a abaixo do nível da bexiga. ou desconfortável. 34) Fixar o coletor na cama (não deve ser fixada na grade da cama). Use uma bola para cada área direita e esquerda e meato.5 a 5 cm com a sonda. 36) Realizar anotação do procedimento em prontuário. 21) Fazer a desinfecção da área do períneo iniciando pela dobra dos grandes lábios. 31) Lavar as mãos.

usar cada bola de algodão uma vez e desprezá-la. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 30 . Luva estéril. usando a pinça Pean. Sonda uretral (reta) numeração: 10 ao 14. Não insistir se encontrar resistência. 7) Posicionar a cliente com as pernas flexionadas e afastadas uma da outra. meato. na seqüência: grandes lábios. 3) Encaminhar a cliente para que realize higiene íntima rigorosa ou realizar na cliente se a mesma não estiver capacitada. 17) Observar o retorno de diurese. colocando uma das pontas sob a região glútea (se não for possível. 8) Lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. 12) Colocar a luva com técnica asséptica. 5) Investigar lesões da vulva e alergia aos produtos a serem utilizados 6) Dispor o material próximo ao leito. abrir em mesa auxiliar). Médico(a). 14) Colocar o campo fenestrado no períneo e aproximar a cuba rim. cuba redonda. 2) Explicar o procedimento a cliente e familiar ou acompanhante. Algodão ou gaze. 11) Abrir o invólucro da sonda vesical. Micropore. A anti-sepsia deverá ser no sentido púbis-ânus. 18) Avançar cerca 2. Materiais: Agente Ação 1) Identificar-se a cliente. colocando-a na cuba rim. 15) Afastar os pequenos lábios com o polegar e o indicador da mão esquerda e com a mão direita fazer anti-sepsia no períneo com as bolas de algodão ou gaze embebida na soluça anti-séptica./ 09 Procedimento: Sondagem de Alívio Feminina Pacote ou Kit de cateterismo vesical (cuba rim.5 a 5 cm com a sonda. PVPI degermante. divã ou maca (mesa auxiliar ou de cabeceira). Campo fenestrado. Biombo. protegendo-a com o lençol. pequenos lábios. 9) Abrir o pacote de sondagem (cateterismo vesical) sobre o leito. 13) Lubrificar a sonda. 10) Colocar na cuba redonda o anti-séptico para umedecer as gazes e o lubrificante na gaze. no sentido diagonal. 4) Aproximar biombo e foco de luz. Obstetriz. Foco de luz. pinça Pean ou similar). 16) Introduzir vagarosamente a sonda já lubrificada no meato cerca de 5-7 cm.

21) Medir o volume urinário drenado. Obstetriz./ 09 Procedimento: Agente Sondagem de Alívio Feminina (Continuação) Ação 19) Colocar a outra extremidade na cuba-rim para receber a urina drenada. 22) Deixar a unidade e o material em ordem. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 31 . 23) Retirar as luvas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 14 Data de Emissão: dez. Médico(a). 25) Realizar anotação do procedimento em prontuário. 20) Retirar a sonda (quando terminar a drenagem urinária) e o campo fenestrado. 24) Lavar as mãos.

Obstetriz. Frascos ou tubos de ensaio. 12) Retirar a capa da agulha. no antebraço ou na mão. 17) Orientar a cliente a pressionar com algodão a parte puncionada. este procedimento evita a hemólise da amostra. Luva de procedimento. deixar que o sangue flua e pare e ir trocando os tubos para os diferentes exames. 16) Colocar o algodão seco sobre o local da punção e retirar a agulha com um movimento firme e contínuo. 7) Coloque a agulha na seringa sem retirar a capa protetora sem tocar na parte inferior da agulha. sem dobrá-lo. 14) Soltar o garrote assim que o sangue começar a fluir na seringa. sem tocar mais no local desinfetado. 3) Colocar o material de modo a facilitar seu acesso. para misturar bem o conteúdo. 13) Introduzir a agulha com o bisel e a graduação da seringa voltados para cima. 18) Transfira o sangue para os tubos de amostra. Agulha e seringa descartável ou sistema vácuo. Duas bolas de algodão. 6) Lavar as mãos e calçar as luvas. 11) Deixar o algodão na bandeja ou segurá-lo com o dedo mínimo. no sentido do retorno venoso. 9) Ajuste o garrote e escolha a vê-la.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez. 4) Posicionar a cliente sentada ou deitada em decúbito dorsal. Se estiver usando o sistema fechado a vácuo conectar a agulha ao canhão de apoio. 19) Conectar o tudo dentro do canhão. se estiver usando o sistema a Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 32 . 15) Coletar o volume de sangue desejado. sendo uma embebida em álcool à 70% ou iodado à 1% e outra não. Se o frasco tiver anticoagulante./ 09 Procedimento: Coleta de Amostra Sanguínea Cadeira reta com braçadeira regulável ou maca. Materiais: Agente Ação 1) Instruir a cliente sobre o exame. Escorra delicadamente o sangue pela parede do tubo. 2) Preparar o ambiente. providenciando boa iluminação. 10) Faça a anti-sepsia do local da coleta com algodão umedecido em álcool a 70% ou álcool iodado a 1 %. agitá-lo levemente. 8) Movimente o êmbulo e pressione-o para retirar o ar. Garrote. de modo a mantê-lo confortável e facilitar a visualização das veias. mantendo o braço estendido. 5) Palpar e selecionar a veia a ser puncionada. com graduação equivalente ao volume desejado. apoiando o braço.

Médico(a). 19) Descartar os resíduos e as luvas em local próprio. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 33 . 21) Providenciar a limpeza e a ordem do material.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 15 Data de Emissão: dez./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Amostra Sanguínea (Continuação) Ação vácuo. Obstetriz. 22) Tirar as luvas e lavar as mãos. 20) Deixar o ambiente em ordem e a cliente confortável.

do início de cada contração percepitível aumento do tônus uterino até seu término. 7) Permanecer com a mão nessa posição por 10 minutos. Papel para anotações. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. 8) Registrar o tempo em segundos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 16 Data de Emissão: dez. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 34 . 10) Lavar as mãos. 6) Posicionar a palma da mão três dedos abaixo do fundo uterino. 2) Lavar as mãos. 9) Marcar a duração das contrações nesse intervalo de tempo no papel./ 09 Procedimento: Avaliação da Dinâmica Uterina Caneta. Relógio de pulso com ponteiro de segundos. a duração e a intensidade das contrações nesses 10 minutos. 4) Solicitar para que a mesma descubra o ventre. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente lateral ou dorsal). 11) Registrar no prontuário a freqüência. 5) Realizar o 1º tempo da palpação obstétrica (determinação do fundo uterino). Médico(a).

5) Nos genitais externos: Verificar a presença de lesões. Iluminação artificial/ natural suficiente. 3) Posicionar a cliente confortavelmente (preferencialmente em decúbito dorsal em semi-fowler). 4) Avaliar aparência: Face: cor da pele. Obstetriz. prurido. ansiedade./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Inspeção Materiais: Mesa ou maca para exames. secreções/fluídos. presença de edemas e varizes. MMSS: verificar perfusão e presença de edema. Enfermeiro(a) Obstetra 35 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 17 Data de Emissão: dez. palidez. expressão (fáceis de dor. 2) Lavar as mãos. edema. MMII: verificar perfusão. apreensão/ medo). Médico(a). Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. 6) Anotar os achados no prontuário e dar início a palpação obstétrica. sudorese. varizes vulvares.

5) Fixar a extremidade inicial (0 cm) da fita métrica. com o abdômen descoberto. as laterais do abdome. 7) Prosseguir com a ausculta fetal. Fita métrica. começar a Palpação e a medição da Altura Uterina através dos itens a seguir: 1) Delimitar o fundo uterino e o contorno da superfície uterina. procurando identificar os pólos cefálico e pélvico e o dorso fetal através dos quatro tempos (manobra de Leopold). 3) Seguir com a aferição da altura obstétrica. A altura uterina se dá por completo quando a borda cubital da mão atingir o fundo uterino. na borda superior da sínfise púbica./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Palpação e Altura Uterina Materiais: Mesa ou maca para exames. 2) Identificar a situação e o pólo da apresentação fetal. flexível e não extensível. 4) Delimitar a borda superior da sínfise púbica e o fundo uterino. Agente Ação Após realizar os itens referentes à Inspeção. passando-a entre os dedos indicador e médio.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 18 Data de Emissão: dez. Palpa-se o fundo uterino. em centímetros. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Observação 36 . a escava e executa-se moviementos de lateralidade da apresentação fetal. e os achados no prontuário. 6) Anotar a medida. posicionando a cliente em decúbito dorsal. Médico(a).

10) Deixar a cliente confortável e lavar as mãos. observando sua freqüência e ritmo. ou em conjunto com o exame obstétrico inicial ou na admissão. quando se pode excluir os itens 1 ao 3 deste procedimento. encostando o pavilhão da orelha na campânula do estetoscópio. observando a freqüência e o ritmo do BCF de forma intermitente com os intervalos das contrações. 8) Contar os batimentos cardíacos fetais por um minuto. Enfermeiro(a) Obstetra Com Estetoscópio de Pinard: 5) Segurar o estetoscópio de Pinard pelo condutor (corpo do estetoscópio) e colocar a campânula na região previamente definida como dorsal. ou. 3) Posicionar a mesma em decúbito dorsal. Com Sonar Doppler: 5) Colocar o gel condutor no sensor e posicionar o mesmo na região previamente definida como dorsal. Estetoscópio de Pinard. com o abdômen descoberto.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 19 Data de Emissão: dez. fazer leve pressão do lado oposto. Médico(a). 6) Apoiar a cabeça sobre o estetoscópio e retirar a mão que segura o tubo. se necessário. 6) Procurar o ponto de melhor ausculta dos batimentos cardíacos fetais (BCF) e. 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento. para verificar a vitalidade fetal. 7) Palpar o pulso da cliente identificando a diferença entre o ritmo cardíaco materno e fetal. 4) Identificar o dorso fetal./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Ausculta Fetal Materiais: Mesa ou maca para exames. de modo a melhorar o posicionamento fetal e facilitar a captação do BCF. Obstetriz. 2) Lavar as mãos. 11) Registrar os BCF no prontuário e avaliar resultados da ausculta. 9) Manter a ausculta durante a contração uterina. Agente Ação A Ausculta Uterina pode ser realizada separadamente ao longo do trabalho de parto. Sonar Doppler e gel condutor. 37 .

sendo que não se definiu se seu uso é ou não aconselhável em casos de membranas amnióticas rotas. * apresentação fetal. quantidade. o arco sub-púbico. * características de fluidos eliminados (cor. cabendo a escolha pela utilização ou não de lubrificante nestes casos. Lubrificante. 8) Retirar as luvas de procedimento e lavar as mãos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 20 Data de Emissão: dez. é relevante ressaltar que a repetição excessiva deste procedimento deve ser evitada. Portanto. 4) Colocar pequena quantidade de lubrificante. esvaecimento e posicionamento). até que maiores pesquisas sejam efetuadas./ 09 Procedimento: Exame Físico Obstétrico Exame de Toque Vaginal Segundo o Ministério da Saúde. principalmente quando as membranas amnióticas não estiverem íntegras. * condições das membranas amnióticas. 7) Deixar a cliente confortável. Agente Ação O Exame de Toque Vaginal pode ser realizado individualmente ao longo do trabalho de parto. * posição e variedade de posição da apresentação fetal. Observação Materiais: Luva de procedimentos. 3) Calçar as luvas. 2) Lavar as mãos. 1) Informar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. quando o mesmo pode se tornar fonte facilitadora de contaminação. odor). para verificar a evolução do mesmo. dependendo da rotina local. quando se pode excluir o item 2 deste procedimento. Médico(a). confrome a rotina do local. ou em conjunto com o restante do exame obstétrico. Também é importante ressaltar que o uso de lubrificante ainda é discutido em meios científicos. as espinhas ciáticas e o promontório). 9) Proceder com as anotações sobre os achados. sendo repetido mais vezes do que o necessário. 5) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos médio e indicador no canal vaginal. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Descartar ou não o item 4. * características da bacia (conjugado diagonal e conjugado verdadeiro. 38 . 6) Avaliar: * características do colo (dilatação. o exame de toque vaginal é uma prática frequentemente utilizada de modo inadequado.

Par de luvas de procedimento (há contrvérsias). delicadamente no canal vaginal da cliente – caso haja dilatação no colo uterino. 20) Auxiliar a cliente a se levantar. 4) Colocar a cliente em posição na mesa ginecológica. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 6) Realizar a lavagem simples das mãos. Médico(a). 7) Calçar o par de luvas de procedimento. 2) Reunir todo o material necessário. Obstetriz. 19) Lavar as mãos. Amnioscópio devidamente esterilizado. guiado pelos seus dedos. 3) Oferecer à cliente a camisola descartável. e tocá-la levemente com o amnioscópio. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. Foco de luz. 10) Entreabrir a vulva e introduzir os dedos lubrificados no canal vaginal. Vaselina. 21) Desprezar o amnioscópio utilizado no expurgo. 16) Retirar o amnioscópio cuidadosamente e descartar em local adequado. 22) Proceder as anotações necessárias. 39 . 12) Introduzir o amnioscópio. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). 11) Realizar o toque bidigital para avaliar as características do colo uterino.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 21 Data de Emissão: set. 5) Dispor todo o material próximo à cliente. presença de grumos. 9) Lubrificar o amnioscópio e os dedos indicador e médio da mão dominante. 8) Direcionar o foco de luz para a região perineal da cliente. 18) Retirar o par de luvas./ 10 Procedimento: Amnioscopia Camisola Descartável. 14) Avaliar o líquido quanto à sua coloração. 15) Afastar o foco de luz. sangramento e/ou mecônio. 17) Reposicionar a cliente e solicitar que ela continue em decúbito dorsal. 13) Localizar a bolsa amniótica. com auxílio do foco de luz.

18) Fazer o registro do procedimento no caderno de cardiotocografia. constando: nome da cliente. Cardiotocografia Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente quanto ao procedimento e lavar as mãos. ou uma poltrona. Gel condutor. 16) Lavar as mãos. Papel toalha. se houver duas acelerações que preencham os requisitos. procedência. discretamente lateralizada para a esquerda para evitar a síndrome da hipotensão supina. desligar o aparelho. Manter traçado em velocidade zero até este momento. 17) Preencher os dados (nome da cliente. 8) Fornecer à cliente a chave do Marcador de Eventos e orientá-la a apertarquando sentir o movimento do feto. 2) Preparar a cama e deitar a cliente. 5) Colocar cintos com transdutores (toco e Doppler). 11) Liberar o traçado na velocidade de 1 cm por minuto por 10 minutos paraconstatar linha de base da FCF e atividade uterina. 9) Ajustar linha de base do toco a 20 mm Hg (quando esse ajuste não forautomático). data e horário da realização do exame) na lateral da “tira”. idade gestacional e assinatura do agente. 15) Remover o gel do abdome da cliente com papel toalha. 6) Palpar o abdome e colocar o toco-transdutor abaixo do fundo uterino. 7) Ligar o cardiotocógrafo e procurar o foco para a colocação do transdutor Doppler na pele previamente lubrificada com pouca quantidade de gelcondutor. lembrando-se de recliná-la. deixando a gestante semi-sentada.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 22 Data de Emissão: dez. data./ 09 Procedimento: Aparelho Cardiotocógrafo. 3) Expor o abdômen e cobrir a cliente com o lençol. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 40 . Médico(a). em uma região de consistência firme. 10) Observar o display e manter o transdutor na posição que corresponda ao sinal verde (o display mostra a qualidade do sinal dos batimentos cardíacos fetais. verificar o traçado e. 4) Acomodar a gestante em posição semi Fowler. através das cores verde e laranja). Lençol. 12) Após 20 minutos de teste. horário. 13) Retirar o papel termosensível com o registro realizado na área do picote. 14) Retirar os cintos dos transdutores.

9) Retirar as luvas. 6) Orientar a cliente a deslizar o corpo em direção a mesa. evitando que ela se machuque ou caia. Luvas de procedimento. 10) Lavar as mãos. Mesa cirúrgica./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente em condições de mobilidade Materiais: Maca. 7) Auxiliar a cliente nesse processo de transferência. caso esteja consciente e com condições físicas favoráveis. 4) Travar as rodas da maca. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 23 Data de Emissão: dez. 5) Abaixar as grades laterais da maca. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 41 . Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. Médico(a). 3) Colocar a maca paralelamente à mesa. 8) Posicionar corretamente a cliente na meio da mesa. Obstetriz. 2) Lavar as mãos e calçar as luvas.

5) Posicionar dois executantes ao lado da mesa e dois ao lado da maca. 4) Soltar o lençol do colchão. Obstetriz. Agente Ação 1) Orientar a cliente sobre o procedimento. abaixar a grade da maca e prender suas rodas. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 24 Data de Emissão: dez. que está ao lado. 10) Lavar as mãos. formando um X. Luvas de procedimento. 6) Segurar firmemente as bordas do lençol. 9) Retirar as luvas./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 1 Materiais: Mesa ou maca para exames. de modo que o braço de um executante cruze com o braço do outro executante. 11) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 42 . 2) Lavar as mãos e calçar as luvas. 8) Posicionar corretamente a cliente no meio da mesa. 7) Transportar a cliente para a mesa com movimento sincronizado. Mesa cirúrgica. 3) Colocar a maca paralelamente à mesa.

a cliente gira para a mesa na posição supina (na contagem 3)./ 09 Procedimento: Transferência da Cliente da Maca para a Mesa Cliente sem condições de mobilidade – Técnica 2 Materiais: Três agentes. Obstetriz. Agente Ação 1) Reunir três agentes. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 43 . Maca. com um pé para frente e outro para trás. a terceira pessoa deve colocar um braço sob o segmento superior das pernas e o outro sob o segmento inferior. Médico(a). 9) Abaixar os cotovelos levemente até a mesa flexionando os joelhos (na contagem 3). Mesa cirúrgica. Luvas de procedimento. formando um ângulo de 60° a 90° entre os dois. 2) Todos devem lavar as mãos e calçar as luvas. 4) Cruzar os braços da cliente sobre o tórax. 13) Lavar as mãos. 12) Retirar as luvas. outra pessoa deve colocar os braços sob a cintura e as coxas. 6) Mover a cliente para a beira da maca. 8) Transferir o peso para a perna traseira enquanto a cliente é elevada de seu leito. 7) Apoiar os cotovelos no leito e rolar a cliente sobre os braços até apoiá-la de encontro ao tórax (a cliente deve ser girada na contagem 3). 10) Relaxar lentamente enquanto. 3) Posicionar-se (todos) no mesmo lado do leito. 5) Adotar as seguintes posições: uma pessoa deve colocar um dos braços sob a cabeça e os ombros da cliente. 14) Anotar o procedimento realizado e intercorrências. posicionando a cliente no meio da mesa corretamente. 11) Retirar os braços.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 25 Data de Emissão: dez. A perna que deve ficar a frente é a que estiver mais próxima a maca para onde vai ser movida a cliente.

8) Com o máximo cuidado. 15) Calçar as luvas cirúrgicas estéreis seguindo a técnica adequada. 9) Com os dois dedos da outra mão. abrí-la e secar da mão para o antebraço usando apenas uma das faces da compressa. sem tocar em nada. permitindo que o agente se paramentando acomode melhor os braços e introduza as mãos sem nunca puxar as mangas. brincos. Luvas estéreis. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 44 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 26 Data de Emissão: dez./ 09 Procedimento: Avental esterelizado. 2) No vestiário. Compressa esterelizada. 3) Ao trocar de área (áreas comuns/salas cirúrgicas) colocar touca cirúrgica. Médico(a). 6) Pegar a compressa pela ponta. aguardar que a circulante de sala ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem o puxe pela gola. 11) Somente a gola deve ser considerada contaminada (foi apreendida pelos dedos e entrará em contato com o pescoço). o agente deverá vestir a roupa de uso privativo e guardar todo tipo de material de uso pessoal (pulseiras. 10) É mostrada a face anterior do avental. Paramentação Materiais: Agente Ação 1) Para entrar no centro obstétrico devemos passar pelo vestiário. a qual não deve ser tocada pelas mãos sem luvas em momento algum. facilitando que a ponta do cinto seja disponibilizada para a circulante de modo que não contamine a parte exposta do avental. 14) É permitido acomodar o cadarço do polegar usando ainda a mão sem luva pegando-o pela ponta ou movimentando apra a frente do corpo. chamada de face asséptica. 7) Então dobrá-la para secar o outro braço com a outra face da compressa. correntes. estenda-o. etc. máscara cirúrgica e propés. 12) Uma vez introduzidos os braços o mais profundamente possível nas mangas do avental. levantá-lo distante da mesa e de outros materiais sem bater em nada. ainda segurando pela gola. pegar o avental cirúrgico pela gola usando o indicador e o polegar. 5) Secar as mãos com compressa esterilizada contida no lap cirúrgico ou aberta em pacote separado que já deverá ter sido aberto pela circulante ou Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem. 4) Após a lavagem cirúrgica das mãos e antebraços (em CO) ou lavagem simples (em CPN) deixar os braços erguidos e evitar contaminação. 13) Apreender com as pontas dos dedos a ponta do cinto que é apresentado à circulante e amarrado na altura da cintura sem tocar nas mãos da circulante ou no avental.).

5) Aguardar o momento da contração. em pé apoiada em local firme como: parede. 6) Realizar pressão firme na região lombossacral. 9) Perguntar a parturiente se a massagem está ajudando. OBS. 2) Realizar a lavagem simples das mãos. adequado para a massagem e de sua escolha. acompanhante). Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante Observações 45 . A massagem deve ser lenta. em caso da parturiente preferir deambular 4) Posicionar-se com atenção em relação a sua postura. com suave movimento giratório. com uma mão ou reforçada com uma mão sobre a outra. massageadores. por um longo período de tempo. cavalinho. maca travada. A massagem pode ser realizada enquanto a parturiente referir que este método ajuda. Médico(a). bola. Enfermeiro(a). realizar as próximas etapas. 3) Posicionar a parturiente em local confortável. Obstetriz. pedindo que mostre a melhor região para massagear e a melhor pressão (mais forte ou mais fraco). Os profissionais podem ensinar os acompanhantes da escolha da parturiente a realizar a massagem. Apoio para a pessoa que fará a massagem (banco em altura adequada a posição da parturiente) OPCIONAIS: óleos/vaselina. 7) Permanecer com os cotovelos fletidos. 8) Manter as mãos relaxadas e moldadas à parte do corpo. usando o peso do corpo para aplicar a pressão. bola de tênis Materiais: Agente Ação 1) Informar à parturiente sobre os benefícios do procedimento e como ele será realizando. Uma variação é o uso de bolas de tênis quando as mãos são pequenas ou ficam cansadas.: Sugerir que durante a contração se apóie em local firme (parede. Se houver consentimento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 27 Data de Emissão: set. banco ou cadeira./ 10 Procedimento: Massagem Lombossacral em Parturientes Apoio confortável para a parturiente (maca. Oferecer o serviço. profunda. promovendo e estimulando sua participação. maca travada e acompanhante).

Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 46 . propulsão (abaixa e levanta). Lençol de tecido ou lençol descartável. sendo que. 5) Proceder a higienização do equipamento. rotatório com o quadril. 7) Propiciar ambiente calmo e privativo. 2) Explicar para a cliente a finalidade do exercício na bola de promover o relaxamento muscular pélvico. colocar outro lençol no chão. 9) Orientar a cliente a segurar nos apoios. 8) Auxiliar a parturiente a sentar-se na bola e realizar movimentos de balanço. posição ajoelhada e apoiada na bola e o “debruçar-se” sobre a bola. 14) Anotar o procedimento no prontuário. 11) Auxiliar a parturiente a levantar-se. progressão do trabalho de parto. condição física e a presença de alguma intercorrência obstétrica que contra indique o exercício. exercitar o assoalho pélvico e reduzir a necessidade de medicamentos analgésicos. 12) Recolher o lençol e realizar a assepsia da bola com álcool a 70%.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 28 Data de Emissão: set. 4) Perguntar se ela gostaria de fazer o exercício na bola. Materiais: Agente Ação 1) Checar estado geral da cliente. Obstetriz. 6) Forrar a bola com o lençol. alívio da dor e fadiga. o encaixe e a descida do feto pelo canal de parto. 13) Lavar as mãos. Médico(a). para evitar acidentes. se exercício realizado simultaneamente ao banho de aspersão. 3) Encorajar a cliente a realizar o exercício. Álcool a 70%. sob a bola./ 10 Procedimento: Exercício com a Bola Bola de Bobath com 65cm ou 75cm de diâmetro. Caneta. 10) Acompanhar o procedimento até o momento que a parturiente deseje finalizar o exercício. sendo o tempo mínimo recomendado de 20 minutos.

Médico(a). 14) Providenciar a limpeza do balanço. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). Obstetriz. 5) Investigar se há aceitação da atividade pela cliente 6) Colocar uma toalha./ 10 Procedimento: Materiais: Cadeira de balanço pélvico Toalha. deambulação. lençol ou forro limpo Cavalinho Agente Ação 1) Explicar para a cliente os benefícios que este instrumento proporciona na evolução do trabalho de parto. 3) Avaliar condições psicológicas e físicas da cliente. banho de chuveiro ou banheira.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 29 Data de Emissão: set. 8) Pedir ou auxiliar a cliente a apoiar corretamente os pés sobre a base ou chão. 12) Oferecer outro método não farmacológico para alívio da dor. Enfermeiro(a) ou Acompanhante Médico(a). 7) Auxiliar e orientá-la ao sentar sobre o aparelho. 2) Promover um ambiente que permita privacidade. se possível. agachamento na barra. Obstetriz. 4) Se houver condições favoráveis: apresentar a cadeira de balanço. caso não aceite o uso do balanço como: massagem. 11) Orientar para que fique no balanço até quando se sentir bem e confortável. 13) Proceder as anotações necessárias. lençol ou forro limpo no banco do balanço. 9) Acomodar a cliente para que fique confortável 10) Oferecer alternativa de posição como ficar debruçada sobre o apoio do balanço para que possa receber massagem na região lombossacral. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 47 .

pelo menos. Sabonete. 9) Deixar a cliente à vontade garantindo sua privacidade./ 10 Procedimento: Banho de Aspersão Roupa pessoal. 22) Registrar em prontuário. Banquinho ou cadeira se necessário. 13) Verificar se a cliente deseja a presença de um acompanhante durante o banho. 7) Acompanhar a cliente até o chuveiro. 3) Lavar as mãos. 20) Acompanhar a cliente onde ela desejar ir. 17) Oferecer toalha para que a cliente se enxugue. Roupa de cama limpa. 5) Verificar portas e janelas para que estejam fechadas. 15) Verificar a dinâmica uterina a cada 30 minutos. caso necessário ajude a se enxugar. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 48 . Materiais: Agente Ação 1) Investigar indicação ou contra-indicação clínica. 16) Verificar a freqüência cardíaca fetal a cada 30 minutos. 14) Manter-se atenta para qualquer chamado da cliente. caso necessário ajude a se vestir. pelo menos. 6) Ligar o chuveiro e ajustar a temperatura da água. Obstetriz. para que se sinta mais relaxada. Toalha limpa. caso esteja debilitada colocar uma cadeira debaixo do chuveiro para que ela possa se sentar. 18) Oferecer roupa limpa para cliente. 4) Separar todos os materiais que serão utilizados.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:30 Data de Emissão: set. 10) Ajudar a cliente a se despir. 2) Explicar para a cliente o que será feito. Médico(a). 12) Iniciar o banho e deixar a cliente no chuveiro o tempo que desejar (até cerca de uma hora). 11) Ajudar a cliente a entrar no banho. 8) Mostrar para a cliente como funciona o chuveiro. 19) Trocar a roupa de cama. 21) Deixar arrumado os locais utilizados. se necessário. caso necessário. ginecológica e obstétrica.

5) Reunir toalha/lençol./ 10 Procedimento: Banho de Imersão Banheira Água encanada Sistema de aquecimento hídrico Sabonete Toalha/ Lençol Camisola Materiais: Agente Ação 1) Verificar se não há contra-indicação: intercorrências clínicas ou obstétricas. 2) Avaliar dinâmica uterina e dilatação cervical (s/nec. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). bolsa rota há mais de 6 horas ou de acordo com o protocolo de cada instituição. massagem) 10) Monitorar a cliente em todo o processo 11) Auxiliar a mulher em suas necessidades 12) Orientar a mesma a remover o tampão do ralo 13) Ajudar a cliente a sair da banheira e se arrumar 49 . conscientizando sobre técnicas não farmacológicas de alivio de dor. Obstetriz. dinâmica uterina ineficaz (menos 2/10’). 4) Verificar se a banheira e banheiro estão limpos. Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set.) auscultar BCF. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). 8) Despir a cliente e ajudá-la a entrar na banheira 9) Estimular a realização dos exercícios de relaxamento (respiração. camisola e sabonete (se a gestante solicitar). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a). de escolha da gestante. Enfermeiro(a). Auxiliar/ Técnico de Enfermagem ou Acompanhante 7) Orientar a cliente a realizar exercícios de relaxamento e o tempo de permanência indicado em imersão de 40 a 60 min. alternar posições. 3) Informar a cliente e seu acompanhante sobre os benefícios do banho de imersão e a oportunidade de realização deste. Obstetriz. 6) Preparar a banheira com água em temperatura agradável.

Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Observações 50 . dilatação cervical (se necessário) e ausculta de BCF./ 10 Procedimento: Agente Banho de Imersão (Continuação) Ação 14) Anotar no partograma a conduta realizada 15) Realizar nova avaliação da dinâmica uterina.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 31 Data de Emissão: set. tais como: ausculta do BCF. após o banho • • Segundo evidência científica. dinâmica uterina. Não há necessidade de removê-la para a realização de certos procedimentos. o momento ideal para a cliente ser encaminhada ao banho de imersão é com a cervicodilatação de 6 a 7 centímetros.

se a cliente for levantar ou deambular. Material para antissepsia do períneo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 15) Virar o amniótomo com a ponta para cima e. 2) Reunir materiais necessários próximo ao leito no qual o procedimento será realizado. 12) Excluir a presença de vasos sanguíneos nas membranas (vasa praevia). Biombo (se o quarto não for individual). 5) Posicionar a comadre sob as nádegas da cliente. 19) Observar aspecto do líquido amniótico. Amniótomo. Materiais: Agente Ação 1) Comunicar a cliente sobre o procedimento a ser realizado. delimitando a bolsa das águas e mantendo os dedos no canal vaginal. de modo a romper a bolsa. 7) Realizar lavagem das mãos com antisséptico. 3) Posicionar o biombo de modo a preservar a privacidade da cliente. usando o dedo indicador como guia. Médico(a). se o quarto for compartilhado 4) Posicionar a cliente em posição ginecológica. Consulte a CCIH de sua instituição. Vaselina. 18) Escoar o líquido amniótico. de modo que o líquido amniótico escoe para ela após a amniotomia. quantidade. 9) Realizar antissepsia do períneo. realizar um movimento de rotação do lado para cima e tracioná-lo para fora./ 10 Procedimento: Amniotomia Luvas de procedimento estéreis. segurando a apresentação a fim de evitar prolapso de cordão umbilical. 17) Manter os dedos firmes. 11) Realizar toque vaginal. quanto à cor. Comadre. 16) Aumentar a ruptura feita com a ponta dos dedos. 8) Calçar as luvas. 14) Introduzir o amniótomo no canal vaginal com a extremidade a ser utilizada virada para o lado. Óculos de proteção. 13) Certificar-se que a apresentação não esteja acima do plano -2 de De Lee ou que esta esteja fixa. 10) Gotejar pequena quantidade de vaselina na ponta dos dedos que serão introduzidos no canal vaginal. Este item apresenta divergências na literatura. 6) Colocar o óculos de proteção. presença de grumos e odor. de preferência durante uma contração uterina. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 51 .

Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) 52 . o aspecto do líquido amniótico. 24) Manter cliente deitada por 30 minutos. se julgar necessário. 21) Descartar líquido amniótico e comadre no expurgo. 22) Realizar lavagem simples das mãos. a fim de observar se houve alteração na FCF. 25) Anotar no prontuário da cliente o procedimento realizado. os BCF e o horário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 32 Data de Emissão: set. 23) Realizar ausculta fetal./ 10 Procedimento: Agente Amniotomia (Continuação) Ação 20) Descartar amniótomo e luvas no lixo.

• 2 pinças Kelly 14 ou 16cm curva ou reta. Materiais: Agente Ação 1) Colocar o campo impermeável e estéril sobre a mesa e por sobre este o campo estéril de pano onde serão distribuídos os materias (estar paramentado com avental e com as luvas estéreis).retirar o indicador de esterilização. 3) Separar o indicador de esterilização para anexar no prontuário da cliente. • 2 pinças Kocher 14 ou 16cm reta. • 2 pinças Halstead (mosquito) 12cm • 1 porta agulhas. (se necessário para o bloqueio do nervo pudendo) Fios cirúrgicos (se necessário) – preferencialmente usar o fio de sutura Ácido Poliglicólico Caixa de parto normal que contém os seguintes instrumentais: • 1 tesoura Mayo reta 150mm • 1 cuba.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set. • 1 pinça dente de rato. Seringas de 3ml e de 20 ml. Campo esterilizado. Compressas estéreis. respeitando a dominância de seu braço dominante (canhoto ou destro).caso seja destro a mesa ficará posteriormente do seu lado direito e a mon Médico(a). Agulha de 30x7 e 30x8. Agulha 1mm x 8. . Pacotes de gazes estéreis. . estéril e descartável.verificar se o material está esterilizado. a mesa ficará posicionada do lado. .cliente em posição litotômica. 2) Abrir a caixa de parto normal e: . Lâmina de bisturi 23 ou bisturi descartável. posteriorizada da pessoa que estará realizando o procedimento. .solicitar reposição se necessário e repetir o processo acima./ 10 Procedimento: Montagem da Mesa para Parto Normal Campo impermeável. • 1 cabo para bisturi N° 3 ou 4. 4) Posicionar a mesa: . • 1 pinça anatômica.averiguar se o material está em bom estado de conservação. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 53 . Cúpula ou cuba rim (caso não tenha na caixa). • 1 pinça Cheron ou Pean.9cm.

se for canhoto ao contrário. 7) Colocar na parte superior a esquerda da mesa os materiais de síntese (pinça dente de rato. seguidos pelos materiais de hemostasia (mosquito. podendo ser colocadas respeitando a ordem de utilização. 8) Colocar os materiais diversos (gazes estéreis. pinça anatômica e posteriormente o porta agulhas). para facilitar a utilização. 9) Dispor o material de modo a facilitar a visualização e manipulação do material. síntese (fechamento) e diversos. 6) Colocar os materiais de diurese (bisturi e tesoura) na parte inferior esquerda da mesa.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 33 Data de Emissão: set. Obstetriz ou Enfermeiro(a) obstetra Observação Síntese Diérese Diversos Hemostasia 54 . 5) Montar a mesa considerando os tempos cirúrgicos: diérese (incisão). agulhas e fios) no canto superior direito. cúpula ou cuba rim. uma vez que não há participação de instrumentador cirúrgico. Kelly e Kocher) deixando um espaço entre as pinças. Disposição dos materiais na mesa cirúrgica: Médico(a). seringas. 10) Colocar os instrumentais com suas partes ativas (pontas dos materiais) viradas para cima. respeitando os espaços entre os tempos cirúrgicos. compressas estéreis./ 10 Procedimento: Agente Montagem da Mesa para Parto Normal (Continuação) Ação tagem iniciará do lado esquerdo para o lado direito. hemostasia (conter sangramento). deixando as duas pinças Kelly ou as duas pinças Kocher para o clampeamento do cordão umbilical e a pinça mosquito para a hemostasia de algum vaso sangrante.

Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 55 . 4) Incentivar dieta geral às clientes na fase latente. 9) Avaliar os fatores de risco. Agente Ação 1) Enfatizar e incentivar a importância da deambulação. avisando o médico quanto às medidas tomadas. se não houver contraindicações e conforme a aceitação. 3) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor. exercícios respiratórios e de períneo. 6) Verificar BCF a cada 30 minutos. 8) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. Medicamentos diversos. ou quando julgar necessário. Bola de Bobat. 13) Instalar ocitócito em bomba de infusão se necessário. e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. 7) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto. Cama de PPP ou maca. estimulandoa a participar ativamente do trabalho de parto. Comadre. cavalinho e/ou banquinho de parto. segundo prescrição. Gel condutor. inclusive nos pródromos e na fase de dilatação lenta. reavaliando a evolução do trabalho de parto e controlando os sinais vitais (PA. 11) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 34 Data de Emissão: dez. Luvas de procedimento./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Latente Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. a permanecer em posição dorsal. devendo ser desestimulada. esclarecendo suas vantagens. Chuveiro. após esclarecimentos oportunos. após avaliação da efetividade das contrações. Amniótomo. P. antes da instalação da ocitocina e a cada 1 hora até o nascimento. para que elas se intensifiquem e se tornem rítmicas. 12) Optar por condução do trabalho de parto se necessário. 10) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. 5) Orientar o banho de aspersão sobre a região ventral. Médico(a). Cardiotocógrafo. 2) Orientar e estimular deambulação durante todo o trabalho de parto. dose de ataque. T).

2) Abrir o partograma. cavalinho e/ ou banquinho de parto. 11) Prescrever antibioticoterapia (2mg de Ampicilina. 10) Prescrever o BGP (Buscopan. exercícios respiratórios e de períneo. 9) Realizar toque vaginal apenas quando observar sinais e sintomas de uma evolução considerável ou a cada duas horas. Cardiotocógrafo. leve (sucos. Luvas de procedimento. 1 ampola de cada) endovenoso. 5) Enfatizar a importância de uma dieta. segundo prescrição. chás e sopas). 12) Realizar intervenções como amniotomia quando indicadas. Gel condutor. Cama de PPP ou maca. e 1mg a cada 4 horas) após 6 horas de bolsa rota ou imediatamente quando detectado bolsa rota sem saber o momento que esta aconteceu. com restrição em caso de colo edemaciado. devendo ser desestimulada. além de estimulá-la a participar ativamente do trabalho de parto./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Ativa Materiais: Sonar Doppler ou estetoscópio de Pinard. a permanecer em posição dorsal. Glicose e Plasil. Amniótomo. se não houver contra-indicações. 8) Realizar cardiotocografia de rotina a cada quatro horas para verificar as reservas fetais e a progressão do trabalho de parto. Chuveiro e banheira. Comadre. 4) Deixar a cliente livre para adotar a posição que achar melhor. no mínimo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 35 Data de Emissão: dez. espástico ou resistente ou ainda se considerar indicado após avaliação clínica. Agente Ação 1) Observar que o colo deve dilatar cerca de 1 cm por hora. Médico(a). 14) Instalar ocitócito se necessário. 6) Orientar o banho de aspersão na região lombar e de imersão para alívio das dores da contração. Bola de Bobat. avisando o médico quanto às medidas tomadas. após orientação. dose de ataque. 13) Optar por condução do trabalho de parto se necessário. 3) Enfatizar a importância e incentivar a deambulação. esclarecendo suas vantagens. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 56 . evitando conforto e bem-estar materno e fetal. Medicamentos diversos. reavaliando a evolução do trabalho de parto e das condições materna. 7) Verificar BCF de hora em hora ou quando julgar necessário.

• 1 porta agulhas. a máscara e os óculos de proteção./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto Fase Expulsiva Materiais: Pacotes de gaze estéril. vulva. Agente Ação 1) Ao realizar o toque. Seringa de 20ml e de 3ml. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 57 . 8) Colocar um campo estéril sob os glúteos da cliente. Agulha de 30x07 e 30x8. pequenos lábios e ânus com gaze e povidine ou clorexidine. • Cúpula ou cuba rim. Luva estéril. da parte interna da coxa. • 1 tesoura curva. • 1 pinça anatômica. 5) Paramentar-se. Povidine tópico ou gesdermante / Clorexidine / Degermante ou solução disponível na Instituição e aprovada pela CCIH local. para que seja chamado um(a) Médico(a) Neonatologista. observa-se que a dilatação está completa e a apresentação em De Lee +2. • 1 cabo para bisturi. 4 a 5 campos estéreis. 4) Lavar as mãos na técnica cirúrgica (em CO) ou simples (em CPN).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº:36 Data de Emissão: dez. Hamper e cesto de lixo com saco branco. Lâmina de bisturi. • 1 pinça dente de rato. • 2 pinças Kelly (que pode ser curva ou reta). 6) Calçar as luvas estéreis. outro dobrado com a Médico(a). Cama PPP ou mesa de parto. tomando cuidado para não se contaminar. Bandeja com os seguintes instrumentais para o parto: • 1 tesoura reta. máscara e óculos de proteção. Compressas estéreis. Um avental para paramentação agente. 2) Avisar ao Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem sobre o momento do parto. 7) Realizar a anti-sepsia do monte supra-púbico. • 1 cuba. Agulha de raqui-anestesia. grandes lábios. 3) Colocar a touca. Touca. • 1 pinça Cheron.

28) Arrumar o ambiente. 10) Realizar toques e manobras. 27) Auxiliar na transferência da cliente da mesa de parto para a maca ou. a região da uretra e do clitóris com a ajuda de uma compressa quando o bebê estiver coroando. 23) Caso a cliente seja Rh negativo colher Coombs direto. 15) Retirar as circulares de cordão rapidamente. 17) Avaliar o estado geral do bebê. limpando-a com algumas compressas. no desprendimento dos ombros (primeiro o anterior e depois o posterior) e no desprendimento total. bem como cuidados gerais com o períneo nos casos de episiorrafia ou reparo de lacerações. tentar trocar os lençóis de modo a proporcionar maior conforto a mesma. 12) Proteger o períneo. 24) Realizar a revisão do trajeto com o intuito de procurar lacerações. 11) Avaliar estado geral da cliente. para poder avaliar a contração uterina sem se contaminar e um campo estéril em cada coxa. 16) Auxiliar na rotação externa. Caso realizada uma episiotomia. 13) Realizar bloqueio de pudendo. 14) Acompanhar o desprendimento do pólo da apresentação fetal. se necessário. fazer a ordenha para o lado materno e pinçá-lo novamente. Médico(a)./ 09 Procedimento: Assistência no Trabalho de Parto (Continuação) Fase Expulsiva Agente Ação abertura virada para si sobre o abdome da mesma. 26) Orientá-la a observar a cor e odor da loquiação. 19) Secar rapidamente o RN com uma compressa estéril e colocar um campo estéril pré-aquecido sobre ele. sempre tomando o cuidado para não se contaminar. se houver. 25) Arrumar a cliente. caso episiotomia seja necessária. deve ser feita a episiorrafia antes da dequitação. quando possível. 9) Avaliar BCF em situação de risco ou expulsivo prolongado. 18) Estimular contato pele-a-pele precoce. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 58 . 30) Registrar dados do parto no prontuário da cliente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 36 Data de Emissão: dez. 29) Descartar as luvas no lixo com saco branco e a roupa da paramentação no Hamper. 21) Seccionar o cordão umbilical entre as pinças. se o parto acontecer em cama PPP. 22) Colher sangue do cordão umbilical para tipagem sanguínea do bebê. 20) Pinçar o cordão umbilical.

4) Advertir a cliente do momento em que se vai efetuar a punção inicial e recomendar que ela se mantenha imóvel. Agulha calibre 30x7 cm ou agulha de raqui. 9) O líquido será distribuído de maneira uniforme devendo ser injetado continuamente enquanto a agulha se move. porque a cliente deverá sentir as movimentações e manipulações de instrumental. e que provavelmente está realizando ou realizou o parto. agulha e fios por parte do agente. 7) Informar à cliente que ela poderá sentir ardor. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 59 . Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. Médico(a). utilize 10 ml de anestésico com agulha 30x7mm. 3) Começar por uma punção inicial. mas que em questão de 10 a 20 segundos o local estará insensível. Bupivacaína ou Marcaína. introduzir a agulha verticalmente para que atravesse com mais facilidade a pele no local a ser anestesiado. 2) Na infiltração em leque da anestesia local do períneo. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). estáparamentado com roupa e luvas estéreis. ponto de entrada para a introdução subseqüente do anestésico. Luvas estéreis. 8) Injetar pequena quantidade de anestésico até formar um pequeno nódulo (botão) à medida que a agulha é lentamente retirada devem ser feitas punções subseqüentes lineares em leque ou radiadas. 10) Orientar a cliente passo-a-passo durante todo o procedimento e solicitar que esta avise no caso de dor. correspondente à entrada do líquido. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. explicando que a insensibilidade é somente quanto à dor. 11) Caso necessário repita o procedimento instilando maior quantidade de anestésico.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 37 Data de Emissão: dez. Seringa de 20 ml. Gazes estéreis./ 09 Procedimento: Anestesia Local Lidocaína ou Xilocaína. 6) Aspirar a seringa para confirmar que não foi puncionado nenhum vaso. 1) As seringas e agulhas utilizadas dependerão da quantidade de anestésico e técnica a serem utilizados. 5) Com um pequeno golpe rápido e seco. lembrando sempre de realizar aspirações e observar a presença de sangue o que obriga que se retire parcialmente a agulha e se estabeleça novo posicionamento de sua ponta.

está paramentado com roupa e luvas estéreis. 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus. Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). menor perda de sangue e dispareunia rara. 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml. 4) Reali zar o procedimento no período expulsivo do parto. resultados anatômicos excelentes. Lâmina / bisturi. Tesoura estéril. 6) Realizar a incisão. após a extração do medicamento. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local. evitando a contaminação.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 38 Data de Emissão: dez. Não há evidências claras sobre qual o melhor instrumento para realizar a incisão. 3) Trocar. Luvas estéreis. durante a espera pelo desprendimento fetal total. cicatrização deficiente rara. se tesoura ou bisturi. de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido). Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. e que provavelmente está realizando o parto. O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco. Médico(a). 8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. 7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir na linha média em direção ao ânus. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 60 ./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediana Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediolateral são: reparo cirúrgico fácil. dor pós-operatória mínima. Seringa de 20 ml. a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica.

1) Separar medicamento e instrumentos para o procedimento. Lâmina / bisturi. após a extração do medicamento. 2) Extrair cerca de 10-15 ml do anestésico local com agulha de maior calibre e seringa preferencialmente de 20 ml. com a ajuda do circulante de sala ou de um Auxiliar/Técnico(a) de Enfermagem para segurar o frasco. Luvas estéreis. Episiotomia Materiais: Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. 7) Começar a incisão na margem posterior da abertura vaginal e seguir por um ângulo de 45º graus em direção ao lado do períneo anestesiado (esquerdo ou direito). Seringa de 20 ml. 5) Realizar o procedimento de anestesia local na linha mediana entre a margem posterior da vagina e o ânus.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 39 Data de Emissão: dez. durante a espera pelo desprendimento fetal total. evitando a contaminação. 3) Trocar. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). 8) Comprimir as bordas da ferida para evitar perdas sanguíneas. Tesoura estéril. 6) Realizar a incisão. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. sendo assim fundamental a avaliação das condições do períneo antes da tomada de decisão. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 61 . a agulha de maior calibre por uma adequada para a infiltração hipodérmica. Médico(a). está paramentado com roupa e luvas estéreis. de preferência no ápice de uma contração (períneo distendido). 4) Realizar o procedimento no período expulsivo do parto. O momento ideal é quando a apresentação está visível durante uma contração com um diâmetro de 3 a 4 cm./ 09 Procedimento: Observação Técnica Mediolateral Os benefícios desta técnica em relação à técnica de episiotomia mediana é o menor risco para a extensão da incisão. e que provavelmente está realizando o parto. após certificar-se que o medicamento já está agindo no local.

4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. e que provavelmente realizou o parto. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 62 . 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura. 11) Após síntese adequada de toda a incisão realizar revisão do trajeto e certificarse que a hemostasia foi completa e que não há lacerações. Gazes estéreis. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). está paramentado com roupa e luvas estéreis. 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da episiotomia. Médico(a). 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular. Caso haja qualquer laceração efetuar a sutura da mesma. Seringa de 20 ml.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 40 Data de Emissão: dez. de acordo com a necessidade e aguardar seu efeito. descontínuos. 3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes). a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. 1) Na necessidade de realização de episiotomia esta deve ter sua incisão avaliada e suturada. mudar de estrutura e/ ou agulha. 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. mas preferencialmente intradérmico (plástico). de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura. Luvas estéreis. 6) Verificar a sensibilidade local e realizar anestesia local por infiltração. 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. 8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada. e na pele deve ser realizado chuleio simples./ 09 Procedimento: Episiorrafia Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. 7) Iniciar a episiorrafia anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento.

3) Utilizar fios absorvíveis de origem sintética (poliglicólicos) ou animais (categutes). Médico(a). Seringa de 20 ml.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 41 Data de Emissão: dez. Luvas estéreis. Gazes estéreis. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 63 . 12) Orientar a cliente quanto aos cuidados pessoais. 5) Para músculo utilizar agulha cortante ou cuticular. descontínuos. de higiene e de abstinência sexual para melhor cicatrização da sutura. Anestésico local (de 10ml para a técnica de infiltração local e 20 ml para a técnica de bloqueio do nervo pudendo). Materiais: Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. mudar de estrutura e/ ou agulha. de acordo com a técnica preconizada e aguardar seu efeito. 6) Realizar anestesia local por infiltração e/ou bloqueio do pudendo./ 09 Procedimento: Reparo do Períneo Agulha calibre 22x10 cm ou 22x15. a mesma pode ser utilizada para a sutura da pele. 9) Realizar o nó de correntinha para finalizar a sutura. 7) Iniciar a sutura anteriormente ao ângulo da laceração fazendo o nó de ancoramento. Fios categute ou poliglicólicos e agulhas. mas preferencialmente intradérmico (plástico). 2) Orientar a cliente sobre a necessidade de sutura da laceração. 11) Após síntese adequada de toda a laceração realizar revisão do trajeto e certificar-se que a hemostasia foi completa. 10) No músculo a sutura deve se dar por pontos únicos. tranqüilizá-la e explicar passo a passo os procedimentos conforme forem realizados. e na pele deve ser realizado chuleio simples. 4) Para a mucosa utilizar agulha cilíndrica. está paramentado com roupa e luvas estéreis. e que provavelmente realizou o parto. 1) Na ocorrência de laceração perineal esta deve ser avaliada e suturada. 8) Seguir a sutura da mucosa de forma contínua e de preferência ancorada.

13) Anotar no prontuário os procedimentos realizados e o que foi observado./ 10 Procedimento: Complementação do procedimento de Episiorrafia Gazes. . luvas estéril (já calçadas durante o parto). providenciar compressa com gelo para diminuição deste.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 42 Data de Emissão: set.9%. Médico(a). para evitar episódio de hemorragia. Enfermeiro(a) Obstetra Observações • • 64 . SF 0. Para a manutenção da limpeza local a puérpera deve seguir as orientações: . sobre os cuidados locais.Realizar secagem com toalha limpa e seca. pinças estéreis (duas). 14) Examinar a incisão periodicamente • • No momento da limpeza não reutilizar a gaze. seguindo o sentido do mais limpo para mais sujo. . 12) Orientar a puérpera.Lavar o períneo da região da sínfise púbica para o ânus. 10) Retornar a cliente em posição de conforto. utilizando uma das pinças para garantir firmeza 4) Seguir o princípio de usar cada lado da gaze uma única vez 5) Iniciar a limpeza de cima para baixo 6) Secar a lesão considerando os princípios acima 7) Repetir o procedimento acima usando antisséptico (passos 1 a 5) 8) Manter o local seco 9) Retirar as luvas. Observar relação entre involução uterina e volume do sangramento vaginal.Lavar as mãos antes e depois do processo. em momento oportuno.Posicionar o absorvente da frente pra trás e segurando nas margens.Repetir a higiene após cada micção e evacuação. 11) Higienizar as mãos.9% sem encostar o frasco do soro na gaze 3) Limpar a incisão com a gaze embebida em soro fisiológico. antisséptico clorexidina . . Materiais: Agente Ação 1) Fazer a dobradura da gaze com o auxilio de uma das pinças 2) Umedecer a gaze com SF 0. deve-se usar apenas uma vez cada lado da gaze. Obstetriz. Em caso de ser observado edema. .

4) Prender o Clamp até ele travar. 2) Após o nascimento do RN. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). antes do parto. tesoura e gazes. 3) Posicionar o bebê lateralmente voltado para a mãe. Álcool 70%./ 09 Procedimento: Clampeamento do Cordão Umbilical Clamp. deve agora esperar o cordão umbilical parar de pulsar (sempre levando em conta o caso em que bebê precise de cuidados imediatos. Enfermeiro(a) Pode ser rea-lizado também pelo acompanhante da cliente 7) Cortar. Materiais: Agente Ação 1) Verificar se na caixa de parto existe um Clamp estéril. entre o clamp e a pinça. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 8) Limpar a ponta do cordão voltada para o clamp com uma gaze embebida em álcool 70% 65 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 43 Data de Emissão: dez. Pinças hemostáticas (Kelly ou Coker). Luvas estéreis. Obstetriz. com a tesoura estéril. e que provavelmente realizou o parto. 5) Empurrar o sangue do cordão (ordenhar) até um centímetro após o Clamp. o agente que já está paramentado com roupa e luvas estéreis. quando se deve clampear imediatamente). Gazes. a dois centímetros do anel umbilical. 6) Pinçar com uma pinça hemostática (Kelly ou Coker) o cordão e travar a mesma um centímetro após o clamp. durante a preparação da sala.

• Mecanismo de Baudelocque Duncan .20%. 4) Observar/Monitorar sangramento e modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze¹ ou B-Duncan¹).80%. Notas: 66 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 44 Data de Emissão: dez. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz . Luvas estéreis./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Expectante Materiais: Avental esterelizado. Assim. estáparamentado com roupa e luvas estéreis. que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa. ¹ O descolamento se deve à contratilidade uterina. e que provavelmente realizou o parto. ² Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso. membranas amnióticas e o cordão um bilical utilizando-se das gazes ou compressas. 3) Não pressionar o fundo uterino. de modo a facilitar a visualização. Gazes e/ ou compressas estéries. 6) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones). Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Aguardar e monitorar a dequitação sem uso de uterotônicos. 5) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin². Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos.borda lateral . facilitando deste modo seu desprendimento integral. 2) Não tracionar o cordão.centro da placenta .

Gazes e/ ou compressas estéries. está paramentado com roupa e luvas estéreis. revelando descida da placenta). Luvas estéreis. em algumas ocasiões se poderá optar pela infusão do ocitócito pelos vasos do funículo (cordão umbilical) ou pela solução endovenosa mantida. apenas apoiá-lo de forma a sentir seu tracionamento quando o cordão é puxado. após 90” do desprendimento cefálico. ¹ Sinal de Ahlfeld: pinçamento ou ligadura do cordão próximo à vulva.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez. Küstner². Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Administrar 10 UI de ocitocina IM. 2) Apoiar o fundo uterino com uma das mãos espalmada. Verificar orientação específica para cada caso. a outra determina movimentos no fundo uterino. logo acima da sínfise pubiana. de modo a facilitar a visualização. com o polegar apoiando o segmento inferior com o polegar. após o clampeamento e secção do cordão umbilical: Médico(a). 6) Quando desprendida a placenta do útero executar manobra de Jacob-Dublin6. e que provavelmente realizou o parto. Agente Ação Este procedimento deve ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. a outra colocada no hipogástrio (segmento inferior) desloca para cima o corpo uterino. 5) Não pressionar o fundo uterino. Strassman³. 3) Manter tração controlada do cordão umbilical. 7) Revisar anexos fetais: placenta (cotilédones) e membranas amnióticas usando-se das gazes. Notas: 67 . Fabre4. 4 Sinal de Fabre ou do pescador: Mesmo princípio do anterior: transmissão de ligeiros movimentos no cordão ao fundo uterino. Atentar para os sinais de Ahlfeld¹. ³ Sinal de Strassman: uma das mãos mantém o cordão umbilical. Pode ser negativo (a mão que mantém o cordão recebe a propagação) ou positivo (os movimentos do fundo uterino não se propagam ao cordão. ² Sinal de Küstner: uma das mãos mantém o cordão umbilical. Assim. 4) Observar/monitorar sangramento e a modalidade da expulsão da placenta (Baudelocque Schultze5 ou B-Duncan5)./ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária Conduta Ativa Materiais: Avental esterelizado. Pode ser negativo (o cordão sobe em conseqüência da manobra se a placenta ainda não desceu) ou positivo (o cordão permanece imóvel indicando que a placenta desceu). que dela irá se distanciando com progresso da migração placentária.

/ 09 Procedimento: Manejo na Dequitação Placentária (Continuação) Conduta Ativa Agente 5 Ação O descolamento se deve à contratilidade uterina.80%. Este mecanismo pode se realizar de duas maneiras: • Mecanismo de Baudelocque Schultz . facilitando deste modo seu desprendimento integral. que promove a redução da superfície de implantação e rompe a caduca ao nível da camada esponjosa.centro da placenta . 6 Manobra de Jacob Dublin: Consiste em torcer suavemente a placenta expulsa (torção axial) de modo que as membranas se disponham em fuso. Notas: 68 . • Mecanismo de Baudelocque Duncan .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 45 Data de Emissão: dez.20%.borda lateral .

3) Verificar o tipo de inserção do cordão umbilical. 69 . 2) Observar a face fetal (âmnio e córion). os cotilédones (parte materna) e o saco vitelino: Médico(a). calcificação ou outras anormalidades. após a eliminação da placenta. revisar os anexos embrionários como o córion viloso (parte fetal)./ 09 Procedimento: Materiais: Avental esterelizado. 9) Registrar inspeção em prontuário. Gazes. e que provavelmente realizou o parto. Revisão Placentária Agente Ação Este procedimento pode ser realizado pelo agente que já lavou as mãos. 7) Verificar a superfície materna (cotilédones) e descrever áreas de descolamento. 6) Verificar e descrever posição de nós no cordão. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 1) Colocar os anexos fetais em cuba rim ou bandeja (ou sobre a mesa auxiliar). Luvas estéreis. usando-se das gazes para facilitar a visualização. 5) Verificar e descrever presença dos vasos umbilicais (duas artérias e uma veia). 8) Pesar a placenta. Assim. está paramentado com roupa e luvas estéreis. 4) Verificar cumprimento do cordão.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 46 Data de Emissão: dez.

visto que a fragmentação da mesma acarreta em perdas significativas de sangue de cordão). onde a placenta deverá ser suspensa por um membro da equipe. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 70 .5ml devidamente identificados com o nome da mãe. Tubo de vidro roxo (lilás) contendo EDTA. que será retirada uma amostra de sangue do cordão ao final do procedimento para eventuais necessidades da maternidade (pH e base excess da artéria umbilical. 3) Utilizar 01 (um) par de luvas estéreis para a coleta propriamente dita. com auxílio de compressas de gaze. 7) A coleta em si poderá ser realizada: * Com a placenta ainda in útero imediatamente após o nascimento do bebê. Luvas estéreis. depois de seccionado o cordão umbilical. Obstetriz.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. de 4. 2) Lavar as mãos ou realizar a anti-sepsia das mãos com álcool 70 % e/ou clorohexidina alcoólica. 5) Comunicar o agente que realizou o parto. promovendo a limpeza das mesmas. nem realizar ordenha do mesmo para obter a amostra do sangue placentário. O preenchimento deste formulário deve ser feito antes do parto. Álcool 70% ou clorohexidina alcoólica./ 09 Procedimento: Coleta de Sangue Placentário Pinça hemostática (Kelly ou Coker). de 4. * Ou extra-útero. 4) Clampear o cordão o mais próximo possível ao recém-nascido por um clamper obstétrico e uma pinça hemostática (Kelly ou Coker). Caixa/maleta térmica. devendo-se utilizar de seringa e agulha para a coleta do sangue através dos vasos do cordão e despejar o sangue coletado imediatamente no vidro coletor (a retirada da placenta. 6) Não tracionar o cordão. quando manual. deverá ser cuidadosa. determinação da tipagem ABO/Rh e demais exames que se façam necessários para o recém-nascido). Médico(a). usando-se apenas do vidro coletor ou da seringa. favorecendo a drenagem do sangue por ação da gravidade. Seringa de 20 ml. Agulha de 20x7. sendo que o agente que realizou o parto deve abrir a pinça hemostática de modo a permitir a saída sanguínea pelo cordão.5 ml. Materiais: Agente Ação 1) Preencher o formulário (instrumento de coleta) com os dados da mãe. 8) Armazenar a amostra em tubos de coleta de sangue tampa roxa (lilás) contendo EDTA.

Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 71 . A unidade coletada deverá ser encaminhada ao laboratório para análises./ 09 Procedimento: Agente Coleta de Sangue Placentário (Continuação) Ação 9) Acondicionar a unidade coletada em caixa/maleta térmica. 10) Retirar luvas e descartá-las.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 47 Data de Emissão: dez. 11) Lavar as mãos. 12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre a coleta do sangue placentário. Obstetriz. Médico(a). devidamente identificada para material biológico.

a. varizes e tumorações. EV se prescritas. 8) Observar sangramento vaginal. 6) Avaliar contratilidade uterina. Para as de parto cirúrgico seguir prescrição médica.). Caso tenha recebido pontos na região do períneo instruir a limpeza com água e sabão sempre que for ao banheiro. SC. coloração e odor. hematoma. Médico(a). b. A limpeza deve ser feita sempre de frente para trás (vulva em direção ao ânus). avaliando quantidade. 7) Avaliar condições do curativo cirúrgico (para mulheres submetidas ao parto cesário). 15) Manter cliente confortável.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 48 Data de Emissão: dez. para cliente de parto normal. Estetoscópio. Frequência Respiratória e Pressão Arterial. 2) Observar padrão de sono e repouso. para manutenção do globo de segurança de Pinard. 11) Verificar eliminação vesical e intestinal. integridade e tipo de mamilo) e presença de colostro. Esfignomanômetro. 13) Instruir a cliente quanto à higiene da vulva. consistência. volume. 3) Verificar sinais vitais (Temperatura. 5) Avaliar características das mamas (aspecto. temperatura. 10) Avaliar membro inferiores – presença de varizes. 9) Avaliar condições do períneo. 14) Oferecer e incentivar alimentação: dieta geral. alterações tormboembólicas (realizar manobras de Homan e da bandeira). 16) Manter cuidados específicos para administração de drogas VO. observando presença de episiorrafia e se há alterações como: edema. Materiais: Agente Ação 1) Avaliar o estado geral da cliente. 12) Observar e orientar mamada (ver “Amamentação”). com ingestão de grande quantidade de líquidos. aquecida e limpa./ 09 Procedimento: Assistência no Puerpério Imediato (1ª a 4ªh) Termômetro. Luvas de procedimento. IM. 4) Avaliar coloração da pele e das mucosas. edema. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra 72 . Pulso. 17) Registrar a avalição e cuidados prestados no prontuário da cliente.

Obstetriz. 10) Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. Máscara e óculos de proteção (em caso de risco de respingo). 17) Trocar as gazes sempre que necessário. de cima para baixo. Gazes estéreis. 15) Montar a pinça kelly com gaze. cortinas. sem voltar ao início da incisão .9%. auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com SF 0. 8) Preparar o material. Micropore. Materiais: Agente Ação 1) Solicitar alguém da equipe para auxiliar./ 10 Procedimento: Curativo de Incisão Abdominal Pacote de curativo estéril (pinças: anatômica. Médico(a). 4) Fechar porta. 13) Descolar e remover o esparadrapo com o auxílio da pinça kocher na qual haverá gaze embebida em SF 0.9% . dente de rato. Kelly. realizando movimentos semi-circulares. utilizando-se das duas faces da gaze. 3) Explicar o procedimento à cliente. se julgar necessário. 7) Calçar as luvas de procedimento. 12) Segurar o esparadrapo/micropore do curativo anterior com a pinça dente de rato.9% 16) Fazer a limpeza da incisão utilizando pinça kelly e gaze umedecida em soro fisiológico. 2) Identificar-se a cliente. 6) Lavar as mãos. para diminuir corrente de ar e manter privacidade. usar a técnica de lavagem com sabão anti-séptico. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 73 . de dentro para fora. Kocher).250 ml. de forma a expor a área a ser tratada.família ou acompanhante. Luvas de procedimento. 5) Solicitar ou auxiliar o paciente a posicionar-se adequadamente. 9) Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. Soro fisiológico 0. evitando que as pinças toquem o mesmo.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set. Saco plástico para lixo. 11) Manter as pinças de modo que o primeiro par de pinças fiquem próximas do paciente (kocher e dente de rato). 14) Desprezar o curativo removido no saco plástico para lixo.

• O curativo só será trocado no CO se estiver saturado/sangrando. tipo e local da lesão. presença ou não de exsudato. manter a ferida ocluída com gazes. 25) Retirar as luvas. 26) Lavar as mãos.aspecto. 19) Ocluir a incisão com gaze e micropore ou filme transparente.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 49 Data de Emissão: set. material usado para limpeza e cobertura e referências do cliente durante o procedimento. Adequar a cobertura ao tamanho da ferida. Médico(a)./ 10 Procedimento: Agente Curativo de Incisão Abdominal (Continuação) Ação 18) Secar a incisão e as laterais de cima para baixo. 28) Orientar a cliente sobre: • Proteger a incisão durante o banho nas primeiras 24 a 48 horas.quantidade. tipo. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observações 74 . Obstetriz. 20) Colocar a data e horário sobre o curativo 21) Manter ocluido enquanto houver exsudação 22) Realizar a troca após 24hs (quando ocluir com gazes) ou sempre que estiver saturado 23) Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 24) Encaminhar o material ao expurgo. 27) Realizar anotação descrevendo horário. • Se a incisão estiver seca no período de 24 a 48 horas não há necessidade de oclusão e esta pode ser lavada com água corrente e espuma de sabão durante o banho • Se a incisão apresentar exsudato após as 24 a 48 horas.

20) Checar prescrição nos horários indicados após cuidados como: adminis- 75 ./ 10 Procedimento: Agente Cuidados Pós-cesárea Ação 1) Atentar para os protocolos existentes em cada instituição. vômitos e débito de drenos e sondas se presentes. 3) Observar nível de consciência da cliente. globo de segurança de pinard. verificação de sinais vitais e outros. 14) Estimular e orientar quanto à amamentação a livre demanda do recémnascido. fezes. tórax. 11) Avaliar condição do acesso venoso e sistema quando presentes 12) Estimular aceitação da dieta assim que liberada 13) Estimular mudança de posição e deambulação precoce assim que liberadas. cabeça e pescoço. nível de consciência. distensão abdominal e outras. 17) Adotar medidas de conforto em relação as queixas 18) Avaliar a evolução do estado geral da cliente. 4) Atentar ao tipo de decúbito de acordo com o tipo de anestesia segundo o protocolo da instituição. 2) Receber a cliente e colocá-la em um leito do puerpério. 10) Monitorar perdas: urina. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem tração de medicamentos e infusões. 8) Realizar exame físico geral da cliente avaliando estado geral. 15) Orientar quanto aos cuidados com a ferida operatória.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 50 Data de Emissão: set. 21) Realizar anotação no prontuário. MMSS. 5) Manter o conforto e a cliente aquecida. dificuldade de micção. 16) Avaliar queixas e desconfortos relacionados à dor no local da incisão. Obstetriz. mucosa. MMII e genitais. 6) Seguir as prescrições quanto à medicação. abdome. cefaléia pós anestésica. náuseas. aspecto e quantidade do sangramento vaginal. 19) Registrar a evolução no prontuário. 7) Verificar e registrar sinais vitais de acordo com a rotina da instituição. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). realização de glicemia capilar. ferida operatória. cuidados gerais e alimentação. condições da pele. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetra Obstetriz. 9) Realizar exame físico específico da cliente: avaliar mamas. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Obstetriz.

até o limite fisiológico. levando em consideração as necessidades pessoais. religião e culturais. 2) Algum membro treinado da equipe deve oferecer a opção da doação de órgãos aos familiares. 8) Lavar as mãos. Compressa. Médico(a). cateteres e outros dispositivos hospitalares. 3) Caso tenha sido autorizada a doação. que deve ser pronunciada pelo médico a hora.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. 4) O corpo deve ser colocado em posição horizontal para começar os procedimentos antes que ocorra a rigidez./ 10 Procedimento: Preparo do corpo adulto pós-morte Bacia com água. Obstetriz. Algodão. 5) Verificar a identificação do corpo com o prontuário. Ataduras. Mortalha ou lençol. 12) Limpar o corpo com água e compressa. 14) Tamponar com algodão os orifícios nasais e auditivos com auxílio da pinça. Etiquetas de Identificação. 7) Providenciar a privacidade do corpo. 9) Colocar o avental de isolamento e calçar as luvas. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 76 . Fita Adesiva. Tesoura. 10) Retirar todos os objetos pessoais e identificá-los para ser devolvido a família. Materiais: Agente Ação 1) Após a constatação do óbito. não desligar os aparelhos e avisar a equipe responsável pelos transplantes. Biombo. Pinça anatômica. Avental de isolamento. 11) Retirar sondas. as terapias utilizadas e quais as ações que foram tomadas. Luvas. 6) Reunir o material. 13) Fechar os olhos com fita adesiva.

/ 10 Procedimento: Agente Preparo do corpo adulto pós-morte (Continuação) Ação 15) Hiperextender o pescoço e preencher a cavidade orofaríngea com algodão até o limite fisiológico. 16) Retornar o pescoço ao ponto inicial. 22) Identificar o corpo conforme as normas da instituição. 23) Conferir os documentos e formulários. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 77 . 24) Levar o corpo para o necrotério. 21) Envolver o corpo com lençol ou mortalha. sem apertar. 25) Lavar as mãos. Obstetriz. O cuidado com o corpo pode ser executado por todos os profissionais de saúde. 18) Tamponar a vagina e o ânus com algodão. 20) Restringir os MMII com ataduras na região do calcâneo para manter os pés em posição anatômica.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 51 Data de Emissão: set. 19) Restringir os MMSS com as ataduras posicionando sobre o abdômen. Médico(a). 26) Registrar em prontuário. 17) Restringir o maxilar com ataduras. mas somente deve ser realizado por aquele que se julgar emocionalmente capaz de fazê-lo.

5) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda de aspiração traqueal nº 8/10 conectada ao aspirador a vácuo. com apnéia e bradicardia. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. Luvas de procedimento.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 52 Data de Emissão: dez. 9) Descrever o procedimento no prontuário do RN. 4) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. 7) Retirar e descartar as luvas. Sonda de aspiração traqueal nº 8/10. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. 8) Lavar as mãos. Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada. 3) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. 6) Arrumar o RN e deixá-lo confortável./ 09 Procedimento: Aspiração do Recém-Nascido Coxim. Aspirador a vácuo. Médico(a). Obstetriz ou Enfermeiro(a) 78 . 2) Calçar as luvas.

Tubo endotraqueal. 7) Calçar as luvas. Respirador mecânico. Bolsa auto-inflável neonatal com reservatório de O2 (Ambu). Estetoscópio Neonatal.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. Pilhas e lâmpadas sobressalentes. 4) Colocar todos os materiais de reanimação em local de fácil acesso e visualização. 6) Lavar as mãos. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 79 . 8) Colocar o recém-nascido em berço aquecido em decúbito dorsal em semi Trendelenburg. Lâmina de laringoscópio 0 e 1.5 a 4. Sondas gástricas 8 e 10. lembrando de testar o Ambu. Sonda de Guedel. 5) Testar lâmpada do laringoscópio. Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Médico(a). 3) Deixar a pressão do fluxomêtro em 5 lpm. Agulhas. para garantir seu funcionamento correto. Materiais: Agente Ação 1) Organizar o equipamento de reanimação antes do nascimento. Máscara para RN termo e pré-termo. Seringas de 1 a 20 ml. Berço com fonte de calor radiante. Equipo de microgotas. Medicamentos diversos segundo prescrição. o aspirador e o fluxo de oxigênio. Cânulas traqueais número 2. 9) Colocar um coxim sob os ombros do RN para facilitar o posicionamento adequado da cabeça. Fio-guia.0. Sondas de aspiração traqueal número 8 e 10. 2) Deixar a pressão do aspirador em 100mmHg ou 130 cmH2O. Laringoscópio./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido Aspirador de parede. Fonte de O2 com fluxômetro. Luvas estéreis. Adaptador para aspiração de mecônio. incluindo todos os medicamentos necessários. Campos estéreis pré-aquecidos.

28) Manter as ventilações até que tenham início as respirações espontâneas e a cor se torne rosada. de modo a realizar a aspiração do líquido com mecônio. 19) Iniciar ventilação com pressão positiva em casos de apnéia ou dispnéia. 12) Inserir laringoscópio para visualizar a traquéia. caso o RN não tenha sido intubado. Lembre-se de evitar a introdução da sonda de maneira brusca ou na faringe posterior. 13) Intubar com tudo endotraqueal para remover o mecônio da via aérea inferior. 29) Inserir tubo endotraqueal durante ventilação prolongada ou quando hou Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. quando necessário. 18) Monitorar a respiração e a freqüência cardíaca. 15) Usar aspiração mecânica para remover o líquido meconial da via aérea inferior. sem aumento. reduzir a perda de calor e oferecer estimulação. a boca e o nariz. Evitar a hiperextensão ou a flexão exagerada. 26) Realizar compressão torácica para freqüência cardíaca menor que 60 ou até 80 bpm. com apnéia e bradicardia. massageando as solas dos pés ou as costas do bebê. 11) Aspirar primeiro a boca e depois as narinas com sonda traqueal nº 8 ou 10 conectada ao aspirador a vácuo. 25) Checar a freqüência cardíaca após 15 a 30 segundos de ventilação. 21) Ajustar a bolsa para que encha corretamente. de 5 a 8 litros. 27) Manter as compressões até que a freqüência cardíaca seja superior a 80 bpm. sob pressão máxima aproximada de 100 mmHg. que pode induzir a resposta vagal e o espasmo laríngeo. 16) Secar com o campo pré-aquecido para retirar o líquido amniótico. para encher a bolsa de ressuscitação. quando necessário. 24) Auscultar para garantir a ventilação adequada. 17) Proporcionar estimulação tátil. 20) Usar oxigênio a 100%. 14) Intubar e aspirar até que a via esteja livre do líquido meconial. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 80 ./ 09 Procedimento: Agente Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação 10) Posicionar a cabeça do RN com leve extensão do pescoço. 23) Ventilar a uma taxa de 40 a 60 respirações por minuto. 22) Obter adaptação firme com máscara que cubra o queixo.

34) Administrar medicamentos conforme prescrição. 32) Inserir sonda orogástrica se a ventilação permanecer por mais de 2 minutos. 30) Auscultar os sons respiratórios bilaterais em busca de confirmação da intubação endotraqueal. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 81 ./ 09 Procedimento: Reanimação Cardiopulmonar do Recém-Nascido (Continuação) Ação ver resposta insuficiente à ventilação com máscara. para verificar a colocação do tubo. 36) Oferecer explicações aos pais quando adequado. 33) Preparar medicamentos conforme necessário. a seqüência e as respostas do neonato a todas as etapas da ressuscitação. 35) Documentar o horário. 31) Observar a elevação do peito sem distensão gástrica. 39) Anotar detalhes do procedimento no prontuário.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 53 Data de Emissão: dez. 38) Descartar luvas e lavar as mãos. Agente Médico(a). 37) Auxiliar na transferência do neonato ou em seu transporte caso necessário.

7) Secar o RN com o próprio campo estéril. Fita métrica. bem como a presença ou não de bossa serossanguínea. Materiais: Agente Ação Pouco antes do parto: 1) Ligar a fonte de calor radiante do berço aquecido. Relógio de pulso com ponteiro de segundos. cianose. sempre que as condições de vitalidade do RN permitirem. Luvas de procedimento. 4) Calçar as luvas de procedimento. 6) Colocar o RN lateralizado no berço e em posição de céfalo-declive. afastamento de pálpebras e epicanto. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 82 . milium sebáceo. * OLHOS: observar sobrancelhas. Fazer uso Médico(a). Medir perímetro cefálico com a fita métrica previamente limpa. Lanterna de luz fraca. hematomas. transportá-lo em campo estéril previamente aquecido até o berço. 3) Lavar as mãos. movimentos palpebrais. edema.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. como a craniotabes. lembrando de trocar o campo estéril por outro também aquecido. Deve-se atentar para a forma e tamanho das fontanelas e suturas craninas. deixando-os aquecer sob a fonte de calor radiante do berço aquecido. Observar atentamente. cefalohematoma e alterações ósseas. caso ainda esteja molhado pelo líquido amniótico. edemas. direção da comissura palpebral. de modo a facilitar os cuidados. na direção do cuidador. as seguintes características: * PELE: observar se existe a presença de alterações como a palidez./ 09 Procedimento: Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido 2 Campos estéreis. equimoses. Álcool 70%. em direção céfalocaudal. * CABEÇA: observar a morfologia craniana. Berço aquecido. Logo após o parto: 5) Após o clampeamento do cordão e a identificação do RN. Régua neonatal. máscara cianótica ou bolhas generalizadas ou em regiões palmo-plantares. 8) Proceder com o início do EXAME FÍSICO. Estetoscópio Neonatal.icterícia. além de alterações como hemorragias conjuntivais ou secreções purulentas. petéquias. 2) Separar campos estéreis para a recepção do recém-nascido. hemangioma capilar. eritema tóxico. cílios. caso esse se torne muito úmido.

em caso de dúvida quanto à permeabilidade. Proceder com a PALPAÇÃO. cistos e restos de arcos branquiais. bem como simetria e número de mamilos. além de observar a presença de hidrocele ou fimose. tamanho. * PULMÕES: observar que a respiração normal deve ser predominantemente abdominal. procurando por massas abdominais. e a presença de secreção serossanguinolenta. hipoplasia. permeabilidade de coanas. hidrocolpos Médico(a). fístulas. * PESCOÇO: palpar a região buscando detectar a presença de bócio. * BOCA: verificar a presença ou não das pérolas de Epstein. mediante a oclusão da boca e de cada narina separadamente e/ou à passagem de uma sonda pelas narinas. fissura labial./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação de lanterna para observar microftalmia. Pesquisar imperfuração himenal. Feminina: observar tamanho e formato dos pequenos lábios e clitóris. * GENITÁLIA: Masculina: palpar a bolsa escrotal verificando a presença ou ausência dos testículos. catarata. * TÓRAX: verificar simetria da caixa torácica. Medir freqüência respiratória média e proceder com a ausculta pulmonar do RN. observando distensões abdominais. * ORELHAS: observar a forma. bem como analisar a intensidade dos batimentos e a presença de sopros.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. Medir perímetro torácico à altura dos mamilos. também com a ajuda da lanterna pequena. * ABDOMEN: proceder com a INSPEÇÃO. usar uma pequena sonda. simetria. desvio da comissura labial. tamanho da pupila igualdade e reação à luz. hematoma de esternocleidomastóideo. * NARIZ: atentar para a forma. aftas de Bednar. Observar a localização do meato urinário. posição da mandíbula. Medir o perímetro abdominal com a fita métrica à altura do coto umbilical. estrabismo. Visualizar o orifício anal e. explorando a mobilidade e o tônus. além de visualizar a úvula e avaliar tamanho da língua e freio lingual. pele redundante ou pterigium coli. observando a presença de engurgitamento das mamas e/ou presença de leite. conformação do palato. * CARDIOVASCULAR: Medir a freqüência cardíaca do RN. implantação e papilomas pré-auriculares. quando necessário. bem como a presença de secreção esbranquiçada ou hemorrágica. coloboma iridiano. Identificar no cordão umbilical duas artérias e uma veia e a presença de onfalocele. fenda palatina. abdômen escavado. Também se deve palpar ambas as clavículas para descartar a presença de fratura. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 83 . agenesia de musculatura abdominal extrofia de bexiga e hérnia inguinal e umbilical. Palpar pulsos femurais e radiais.

12) Realizar anotação no prontuário do RN sobre os achados do exame físico e neurológico. observando atentamente a presença dos seguintes reflexos do RN: * Reflexo de Busca: Estimular a bochecha. 9) Proceder com o início do EXAME NEUROLÓGICO. as pernas. * Reflexo de Moro: Em um reflexo de proteção. porque ela é pesada e os músculos ainda não estão fortes. a mão dele se fecha com firmeza ao redor da sua mão. ele tenta manter a cabeça em pé. principalmente na região sacrolombar. e volta a flexionar as pernas. * Reflexo Tônico do pescoço: Coloca-se o RN deitado de costas e ele vira a cabeça de lado. * COLUNA VERTEBRAL: examinar a coluna. * Reflexo de Babinski e Preensão: Colocar um dedo na palma da mão do RN. o bebê pode chupá-la por vários minutos. como em um abraço. ou seja. o bebê chora ao ouvir um barulho alto ou ao sentir um movimento brusco. o braço do lado do Occipício se estende. a bochecha ou a palma da mão do bebê. Obstetriz ou Enfermeiro(a) 84 . e em seguida. a boca se abre e a língua se projeta para fora. 11) Lavar as mãos. Abdominal e do Comprimento. Medir o comprimento do RN.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 54 Data de Emissão: dez. A cabeça cai para trás e para frente. boca ou lábios do RN com as mãos. * Reflexo de Endireitamento: Colocar o bebê sentado de costas. * Reflexo de Mão na Boca: Acariciar. Acariciar a lateral da sola faz com que os dedos se abram e o dedão se estenda para cima. A cabeça vira em direção ao estímulo. Médico(a). ele junta os braços. esticando os braços. lembrando de marcar as medidas exatas do Perímetro Cefálico. 10) Retirar luvas e descartá-las. * EXTREMIDADES: observar presença de malformações como polidactilia. A boca do bebê faz a busca e depois que encontra a mão que o acaricia. Torácico. procurando por alterações como espinha bífida ou mielomeningocele. enquanto o outro é flexionado em direção a boca. Verificar o bom estado das articulações coxo-femurais. Ele curva as pernas alternadamente como se estivesse andando. Pressionar levemente a sola do pé do bebê e os dedos dele se dobrarão para baixo. * Reflexo de Caminhar: Segurar o bebê em pé e pressionar a sola de um pé por vez em uma superfície firme./ 09 Procedimento: Agente Exame Físico e Neurológico do Recém-Nascido (Continuação) Ação ou aderência de pequenos lábios. com a mão. sindactilia ou malformações ungueais.

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Procedimento nº: 55 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Verificação do Peso do Recém-Nascido
Balança; Campos estéreis pré-aquecidos; Luvas de procedimento; Papel toalha; Hamper; Caneta.

Materiais:

Agente

Ação 1) Ligar a balança, tarar e cobrir a bandeja com as folhas de papel toalha; 2) Lavar as mãos; 3) Calçar luvas; 4) Levar o RN envolto no campo estéril e aquecido até a balança; 5) Colocar o RN sobre a bandeja da balança, ainda envolto nos campos estéreis, e aguardar que esta marque o peso do bebê; 6) Levar o recém-nascido até o berço aquecido; 7) Trocar o campo usado pelo RN e cobri-lo com um novo campo estéril; 8) Desligar a balança; 9) Ligar e tarar novamente a balança; 10) Pesar o campo no qual o RN estava envolvido no momento da pesagem; 11) Desprezar o campo no hamper; 12) Desligar a balança; 13) Descartar as luvas e lavar as mãos; 14) Anotar o peso do RN descontando o valor do peso do campo; Os materiais devem estar na Sala de Parto, próximo ao local de reanimação do recém-nascido (RN) e a pesagem do RN deve ser realizada na primeira hora após o nascimento.

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

Observação

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Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido
Medicação conforme prescrição; Diluente; Agulha descartável para o preparo da medicação; Agulha descartável de calibre e comprimento adequados ao tamanho do RN; Seringa descartável de 1 ml; Bolas de algodão; Almotolia com álcool a 70%; Fita adesiva; Luvas de procedimentos; Bandeja de inox esterilizada;

Materiais:

Agente

Ação 1) Verificar a prescrição médica; 2) Calcular a dosagem a ser administrada; 3) Organizar o material; 4) Lavar as mãos; 5) Abrir a seringa respeitando os princípios de assepsia, adaptar a agulha para aspirar o medicamento, colocar a seringa sobre a própria embalagem (usar bandeja); 6) Fazer a desinfecção da ampola e/ou frasco-ampola com algodão umedecido em álcool a 70% e abri-la; 7) Introduzir a agulha no interior da ampola sem tocar externamente e aspirar; em caso de frasco-ampola, injetar o diluente na parede interior do frasco. Homogeneizar a solução. (previamente); 8) Aspirar a quantidade desejada; 9) Trocar a agulha; 10) Identificar a seringa com a fita adesiva, com nome, número da pulseira e/ ou leito, nome da medicação, dose, via de administração, data e hora; 11) Colocar o material na bandeja; 12) Levar a medicação próximo do berço (ou leito); 13) Lavar as mãos; 14) Conferir identificação do RN; 15) Calçar as luvas; 16) Expor a área de aplicação; 17) Fazer a anti-sepsia do local de aplicação com bola de algodão umedecida em álcool a 70%, virando-a a cada movimento. (a bola é virada apenas uma vez); 18) Segurar delicadamente o membro inferior do RN, evitando traumatismo tecidual, apreendendo a massa muscular (do músculo vasto lateral)

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem

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Procedimento nº: 56 Data de Emissão: dez./ 09

Procedimento:

Administração Intramuscular (IM) de Medicamentos no Recém-Nascido (Continuação)
Ação 19) Estirando a pele, introduzir a agulha em ângulo de 90º com a coxa; 20) Aspirar para certificar-se que o vaso não foi atingido; 21) Injetar o líquido lentamente; 22) Retirar a agulha e fazer compressão no local de aplicação; 23) Fazer compressão do local de aplicação (não massagear o local); 24) Confortar o RN no colo, se possível, para acalmá-lo; 25) Colocá-lo em posição confortável; 26) Desprezar o material em lugar apropriado para pérfuro-cortantes; 27) Retirar as luvas e lavar as mãos; 28) Fazer anotação em prontuário do RN.

Agente

Médico(a), Obstetriz, Enfermeiro(a) ou Auxliar/ Técnico de Enfermagem

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Materiais: Agente Ação 1) Verificar prescrição médica. se necessário. 7) Manter a pálpebra aberta. 4) Conferir identificações. 13) Descartar as luvas e lavar as mãos. 12) Reorganizar a unidade. 10) Repetir no outro olho. 11) Posicionar o RN confortavelmente. 5) Posicionar o RN com um coxim sob a região escapular. 3) Lavar as mãos e calçar as luvas. Luvas de procedimento. Obstetriz. 2) Organizar o material na bandeja. abrir o olho do RN com o auxílio de uma gaze. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 88 . Bandeja de inox esterilizada. 6) Com cuidado. Médico(a). Gaze estéril. 14) Fazer anotação em prontuário do RN. 9) Secar o excesso de colírio no canto interno do olho./ 09 Procedimento: Administração Ocular de Medicamentos no Recém-Nascido Frasco com o medicamento prescrito.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 57 Data de Emissão: dez. 8) Instilar a quantidade prescrita de gotas no saco conjutival.

deixando a cabeça exposta. caso esteja sujo (trocar as luvas de procedimento após a higienização do períneo. 12) Enxaguar a cabeça e secá-la bem. apoiando o seu dorso firmemente no seu antebraço. Roupas limpas. Toalha aquecida. 11) Proteger os ouvidos com bolas de algodão ou com os dedos polegar e médio e ensaboar o restante da cabeça. Álcool a 70%.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez./ 09 Procedimento: Banho do Recém-Nascido Cotonetes. 3) Encher a banheira (cúpula ou saco plástico) com água morna verificando a temperatura com a face interna do antebraço. 4) Envolver o recém-nascido com a toalha. desprezando o algodão ao final da limpeza. Faça o mesmo procedimento com o outro olho. Bacia Inox esterilizada. Materiais: Agente Ação 1) Lavar as mãos e calçar as luvas. 7) Limpar as narinas e pavilhão auricular com os cotonetes umedecidos na água morna da banheira. usando um para cada narina e orelha. Sabão líquido neutro. Bolas de algodão. 5) Manter o recém-nascido. Fralda descartável. 13) Retirar a calça e a fralda do bebê realizando a higiene do períneo. se julgar necessário). 6) Iniciar o banho do recém-nascido pela face. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 89 . Obstetriz. 14) Segurar o recém-nascido firmemente passando o braço pelas costas do neonato e segurando embaixo do braço esquerdo. Luvas de procedimento. em cima da bancada observando se o neonato está em segurança para evitar queda. 8) Usar uma bola de algodão umedecida para a limpeza da pele do rosto. de modo que a cabeça do bebê fique apoiada no antebraço do agente. 9) Enxugar o rosto com movimentos compressivos. cúpula de acrílico do próprio berço ou plástico para revestir a cuba da pia do local. sem retorno. 2) Organizar os materiais sobre uma bancada. 10) Manter o RN enrolado na toalha. umedecendo uma bola de algodão na água da banheira e procedendo a limpeza dos olhos com um movimento da parte externa do olho para a interna. Médico(a).

é necessário usar a mão direita que está livre para girar o bebê de modo que o braço esquerdo passe a apoiar o peito e o rosto da criança. 16) Ensaboar o pescoço. Para isso. separar os grandes lábios da genitália no momento da limpeza). Em seguida. Médico(a). 17) Quando terminar de banhar a parte da frente./ 09 Procedimento: Agente Banho do Recém-Nascido (Continuação) Ação 15) Colocar o recém-nascido de forma que os pés entrem primeiramente na banheira (cúpula ou saco plástico). sentando o bebê na mesma. 19) Retirá-lo da banheira e colocá-lo sobre a toalha. genitálias. 23) Descartar as luvas e lavar as mãos. 21) Colocar o RN confortavelmente no berço. coloque o resto da roupa. 20) Colocar a fralda e a blusa do bebê. membros superiores. abdômen.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 58 Data de Emissão: dez. e depois o restante do corpo. 24) Anotar no prontuário do RN o procedimento e a técnica de curtaivo do coto. não se esquecendo de limpar as dobras cutâneas. membros inferiores. vire o RN para o decúbito ventral. Obstetriz. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Observação 90 . 18) Proceder com a limpeza do dorso. • • A altura da banheira e do trocador deve ser adequada à altura da pessoa que dá o banho para maior conforto e segurança. 22) Desprezar a água do banho. com o intuito de não deixar o tórax descoberto por muito tempo. axilas e atrás das orelhas (se o recém-nascido for uma menina. Nessa posição. a mão esquerda vai ficar presa embaixo do braço direito do bebê. Evite o banho após as mamadas para o bebê não regurgitar. tronco. enxugando-o com movimentos compressivos.

10) Realizar banho do corpo e verificar se os familiares desejam participar. 5) Verificar se a família deseja ficar um tempo com o RN antes de iniciar o preparo. Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a) Pediatra Médico(a). Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 6) Assinar o atestado de óbito. Médico(a) Obstetriz ou Enfermeiro(a) Médico(a).Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Preparação do corpo do Recém-nascido Atadura de crepe Bancada ou berço Banheira Biombo Campo ou lençol Caneta Clorexidina Fralda descartável Luva de procedimento Pulseira de identificação Vaselina Materiais: Agente Ação 1) Desconectar Tubos e/ou desligar equipamentos. 4) Comunicar aos familiares sobre o falecimento. 2) Enviar tubo para cultura se necessário. 13) Colocar a fralda descartável. 12) Passar vaselina nas mãos e face para evitar desidratação causada pelo resfriamento. 9) Calçar Luvas. 91 . 8) Colher digitais palmares e plantares. 11) Banhar o corpo com água morna e clorexidina. 3) Retirar cateteres se houver. Obstetriz. 7) Verificar com a família crenças e se há algum cuidado específico no preparo do corpo que deva ser considerado.

15) Amarrar os pulsos sobre o abdômen com atadura crepe. 21) Fazer a anotação de enfermagem. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Auxiliar/ Técnico de Enfermagem Obstetriz ou Enfermeiro(a) 92 . 18) Preencher o aviso ou relatório da instituição./ 10 Procedimento: Agente Preparação do corpo do Recém-nascido (Continuação) Ação 14) Colocar a pulseira de identificação com o nome completo da mãe. 20) Solicitar limpeza terminal do quarto. a data e hora do parto. 22) Fazer a evolução de enfermagem Médico(a). sexo do RN e se natimorto ou morte intra-utero. lençol ou mortalha. 16) Envolver o corpo com o campo. 17) Identificar o corpo de acordo com rotina da instituição (etiquetas). Obstetriz. 19) Encaminhar ao necrotério.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 59 Data de Emissão: set.

10) Esperar até que a boca da criança se abra e ela queira iniciar a mamada. nem a aréola. não somente o mamilo. de tal forma que facilmente toque e estimule o palato. o queixo está encostado na mama. sendo mais efetivo se estimulado pelo lábio superior. fazendo com que o mamilo fique acima do centro da boca da criança. ainda deitar o RN com ela ao seu lado. 6) Mostrar à cliente como segurar a criança que deve ficar de frente para a mama com a barriga em contato com a barriga da mãe. podendo também utilizar o travesseiro para apoiar o braço que segura o bebê. 8) A cliente deverá segurar e oferecer toda a mama. sendo que ela pode sentar e segurar a criança de frente ou manter a criança sobre o antebraço. 3) Solicitar que a cliente sente-se em um lugar confortável. de modo que. 2) Comunicar a cliente quanto à importância da amamentação para o binômio mãe-filho. Obstetriz. Agente Ação 1) Lavar as mãos. Isto ajuda a encostar seu queixo na mama. Não deve apertar o mamilo. Travesseiros para melhor apoio materno. 9) Pode-se tocar os lábios da criança com o mamilo para estimular o reflexo de rotação. sempre estimulando a amamentação. ou. de tal forma que fique relaxada. A cabeça do bebê deverá ficar livre durante a mamada. o rosto está perto da mama. sua língua fique por baixo dos seios lactíferos. não somente a cabeça fique de frente para a mama e que ela não precise se virar para mamar. 7) Se for necessário segurar a criança. 12) Verificar se a pega está correta. 11) Deve direcionar o lábio inferior da criança para a base do mamilo./ 09 Procedimento: Materiais: Amamentação Luvas de procedimento. não por trás da cabeça. 4) Auxiliar a cliente a encontrar a posição mais confortável para ela segurar o RN. 5) O agente deve sentar-se ao lado da cliente de maneira que possa ficar no mesmo nível que ela e sentir-se igualmente confortável e relaxado para observações e orientações durante a mamada. se a cliente julgar necessário. É importante que todo o corpo da criança. o lábio inferior está virado para fora e a maior parte da aréola está aparecendo acima do lábio superior da criança e menor parte aparecendo por baixo do lábio inferior. calçar luvas de procedimento. onde todo corpo da criança está encostado no da mãe e de frente para ela. a boca está bem aberta. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 93 .Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez. Médico(a). segure por trás dos ombros.

16) Após a mamada orientar a cliente a esperar o RN arrotar antes de deitá-lo e a sempre deitá-lo em decúbito lateral. Obstetriz. seguindo com as orientações e tirando dúvidas de modo a trazer maior segurança para a cliente. 14) Caso seja necessária a interrupção da mamada. de modo a prevenir o regurgitamento e a aspiração deste.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 60 Data de Emissão: dez. 17) Retirar as luvas e lavar as mãos. Médico(a). 15) Permanecer com a cliente durante toda a mamada./ 09 Procedimento: Agente Amamentação (Continuação) Ação 13) Orientar e corrigir a pega sempre que a pega estiver errada. a cliente deve colocar a ponta do dedo mindinho no canto da boca do bebê para que ele solte o peito sem machucar o mamilo. 18) Anotar intercorrências no prontuário da cliente. Enfermeiro(a) ou Auxiliar/ Técnico de Enfermagem 94 .

levar copos e garrafa d’água para a copa. Retirar a roupa de cama e colocar no hamper sem sacudi-las. Panos de limpeza. Carrinho de limpeza. Saco de lixo branco. comadre para o expurgo e resíduos para o lixo. Luvas de procedimentos. Hipoclorito de sódio (o tipo de desinfetante varia de acordo com cada instituição). Álcool a 70%. 1 balde com água pura (com identificação de seu conteúdo). Calçar luvas de procedimento. 13) Limpar o criado mudo com o pano umedecido com sabão. 11) Umedecer o pano com sabão e limpar suporte de soro fixo. Hamper. 95 . Removedor para piso se necessário (o tipo de removedor varia de acordo com cada instituição). gavetas e prateleiras. Providenciar o material necessário e levá-lo até a unidade. Suporte de hamper.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set./ 10 Procedimento: Limpeza Terminal 1 balde com água e sabão (com identificação de seu conteúdo). iniciando do fundo da sala para a saída. Abrir portas e janelas. repetir o procedimento seguindo a sequência quantas vezes necessárias. Da parte interna do tampo para os pés. 10) Enxaguar o pano no balde com água limpa e retirar o sabão da parede. 9) Umedecer o pano com sabão e limpar as paredes de cima para baixo. 8) Limpar o teto com pano umedecido em água limpa utilizando uma direção única. campainha e mesa de refeição (na mesa de refeição iniciar a limpeza do tampo para os pés. Desocupar a mesa de cabeceira e criado mudo. Enceradeira/aspiradores de água. Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Agente de Limpeza 7) Seguir os princípios científicos de limpeza distal para proximal. Materiais: Agente Ação 1) 2) 3) 4) 5) 6) Retirar objetos pessoais do paciente do leito. 12) Enxaguar com pano úmido e repetir se necessário. do mais limpo pro mais sujo. painel de ar e gases. Rodo de borracha.

após utilizar todas as dobras. 25) Limpar o suporte de soro móvel. 39) Trocar a água dos dois baldes sempre que visivelmente sujas quantas vezes forem necessárias. enxaguar e secar. 35) Limpar em faixas paralelas. 33) Abrir o pano umedecido. grades e pés da cama ao lado da cabeceira. assento. 31) Preparar dois baldes. 19) Abaixar novamente o estrado da cabeceira. parte superior sobre a inferior e limpar as partes expostas do mesmo. desdobrando o pano para utilizar todas as dobras limpas. retirando todo lixo. 29) Colocar as luvas destinadas à limpeza do chão. Encosto. lateral e pés. um com água e detergente e outro apenas com água e identificá-los. 38) Repetir a operação quantas vezes necessárias para promover a limpeza. 24) Colocar o colchão no lugar. 16) Limpar o colchão da extremidade inferior. e proceder a limpeza do outro lado. Agente de Limpeza 96 . dobrando-o em 2 ou 4. com movimentos ritmados./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 14) Limpar um lado do travesseiro. 28) Retirar as luvas de limpeza de bancadas e lavar as mãos. 26) Limpar a escadinha. molas. 37) Voltar a mergulhar o pano no balde com água e sabão. 41) Jogar o removedor. 40) Jogar a água suja no esgoto. para se necessário. 42) Enxaguar com água até ficar limpo. 15) Limpar a cadeira. estrado.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. 36) Lavar o pano no balde que contém apenas a água. reiniciar o procedimento de limpeza. 22) Elevar o estrado dos pés da cama e limpar as partes internas. 21) Limpar o estrado. e ao mesmo tempo promover a limpeza). 23) Abaixar novamente o estrado e limpar as manivelas e os pés. 32) Mergulhar o pano no balde com água e detergente. 27) Não misturar os panos de limpeza de bancadas com os de limpeza do chão. colocá-lo sobre o criado mudo. longos e retos. De cima para os pés. Limpar as laterais depois os degraus. Limpar a cabeceira. 18) Elevar completamente o estrado da cabeceira limpando-o. torcendo-o bem para retirar o máximo possível de água (substitui a operação de remover o pó seco. 34) Limpar as superfícies do piso. 30) Recolher todo o lixo com varredura úmida. parte inferior sobre superior e limpar a parte exposta do mesmo. ou o produto de rotina. 20) Virar o colchão. no piso e usar enceradeira para esfregar o piso. 17) Dobrar o colchão.

Data. 51) Identificar a cama com o rótulo: “limpeza terminal. suporte de soro. travesseiro. 52) Lavar as mãos após a tarefa. 47) Lavar as mãos após a tarefa. colchão./ 10 Procedimento: Agente Limpeza Terminal (Continuação) Ação 43) Aplicar a solução desinfetante de hipoclorito de sódio à 1%. 50) Arrumar o leito. 49) Embeber um pano limpo e seco com álcool à 70% e fazer 03 fricções locais com intervalo de 30 segundos cada fricção. deixando a superfície secar espontaneamente. Os princípios acima devem ser utilizados na limpeza terminal de todos os ambientes do CO/ CPN. 45) Proceder à limpeza com água e sabão em toda superfície. campainha e painel de gases e outros). assinatura”. 46) Secar. Agente de Limpeza Auxiliar de Enfermagem ou Agente de Limpeza (de acordo coma Instituição) Observação 97 . 44) Remover o desinfetante com pano úmido em água pura após 10 minutos.Manual de Procedimentos para Centro Obstétrico e Centro de Parto Normal Procedimento nº: 61 Data de Emissão: set. mesa de refeição. 48) Calçar luvas de procedimentos. (criado mudo.

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