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Manual de Exames de Laboratorio Hermes Pardini (2002)

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MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes. O MAIS IMPORTANTE Aqueles que confiam em nosso trabalho têm como retorno nossa qualidade científica, formando conosco uma corrente de colaboraç o mútua. GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Sempre a disposiç o, Prof. Hermes Pardini

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http://www.hermespardini.com.br Consulte a nossa home page e mantenha-se atualizado.

O LABORATÓRIO HERMES PARDINI coloca a disposição de seus conveniados os seguintes serviços ON LINE:
HELP DE EXAMES Informações atualizadas relativas a todos os exames realizados pelo Laboratório Hermes Pardini, com valores de referência, marcação, condição, impressos, etc. ERRATA ON LINE Atualização de todas as informações do Manual de Exames. COMUNICADOS & NOVIDADES Toda nova informação chegando on line para você. TABELAS Tabelas de laboratório e códigos da AMB. IMPRESSOS Todos impressos necessários para execução de nossos exames. ARQUIVO DE RESULTADOS (LABORATÓRIOS) Consulta de pacientes, de um determinado laboratório, indexado por datas. CONSULTA ON LINE AO NOSSO BANCO DE DADOS (LABORATÓRIOS) Pesquisa de resultados, motivos da não realização de exames, datas de resultados, etc.

IMPORTANTE

Informamos que este livro contém novas informações e modificações de exames que não constam em edições anteriores. Favor NÃO UTILIZAR EDIÇÕES ANTERIORES para avaliação e envio dos exames.

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Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas Vacinas

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VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS, QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”, MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR. CONSULTE-NOS ! Página
1,25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2,5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero, anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina, anticorpo anti-receptor Acetona, dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria, teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico, dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico, dosagem Ácido Úrico, pesquisa (urina) vide Cristais, pesquisa Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315, 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109, 110 178 279 178 57 179 179 58 58, 59 283 9

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97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia, estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis, contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus - pesquisa direta 182, 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina, anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina, Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina, dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90, 91 Albumina, pesquisa vide Proteínas, pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio, Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina, Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112, 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317, 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria, anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase, Clearence 304 Ami cidos, Cromatografia Qualitativa 304, 305, 306 Ami cidos, Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide, 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. 97, Carbamazepina pág. 98, Difenilhidantoína pág. 100, Fenobarbital pág. 101, Gabapentina pág. 102, Lamotrigina pág. 102, Oxcarbazepina pág. 105, Primidona pág. 105, Vigabatrina pág. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA - tTG vide tTG

Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. 158, Cardiolipina IgG e IgM pág. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B - HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27, pesquisa Antígeno HLA-B-27, PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La, anticorpos vide SSB, anti Anti-Microssomal, anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal, anti Anti-Nucleares, anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais, Glutation Peroxidase, Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos, anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO, anticorpos vide SSA, anti Anti-TPO, anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E, estudo ge tico ARA vide Reticulina, anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso, anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp, anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich, Diagnóstico vide Ataxias, Painel Ataxia de Machado Joseph, Diagnóstico vide Ataxias, Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1, Diagnóstico vide Ataxias, Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10, Diagnóstico vide Ataxias, Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2, Diagnóstico vide Ataxias, Painel Ataxias, Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal - Teste Integrado Baar - Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia, pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado, Identificaç Bact rias Anaeróbias, cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne, Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones

203 106 255 190 259 216 191 191 41 134, 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296

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Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. 97, Clobazam p g. 99, Clonazepam p g. 99, Diazepam p g.100, Nitrazepam p g. 104, N-Desmetildiazepam p g. 103, Oxazepam p g. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG, Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas, dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas, pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar, An lise Físico e Química 280 C lculo Renal, An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter, cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los, anticorpos anti 267 Cancro Mole, pesquisa vide H. Ducreyi 389 Candidina, intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos, Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM, auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182, 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos
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228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal, Anti 159 C lulas de Downey, pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas, pesquisa 261 C lulas Her ticas, pesquisa 159 C lulas LE, pesquisa 65 C lulas Orangiófilas, pesquisa 197 Centrômero, Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia, pesquisa 281 Ceton ria, pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais, 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248, 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa - Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379, 380, 381, 382, 383, 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina, pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362, 363, 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina, anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66, 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements, Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio, Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria, Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66, 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g.170, Tempo Atividade de Protrombina p g.175, Tempo de Coagulaç p g.175, Tempo de Sangria p g.175, Tempo de Tromboplastina Parcial p g.176

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Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri , cultura vide Vibrio Cholerae, cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol, Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas, dosagem Coproporfirinas, pesquisa Corpos de Heinz, pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos, Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum, pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina, Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas, pesquisa Criofibrinog nio, pesquisa Crioglobulinas, pesquisa Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia, Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il, pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner, pesquisa Cromossomo Y, Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans, microscopia Cryptococcus Neoformans, aglutinaç direta Cryptosporidium, pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina
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320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332

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117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona, Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue, PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD, anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco, pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio, pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne, Diagnóstico 206 DNA, anticorpos anti 154 DNA, Determinaç o de Paternidade 210 Dnase, anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g.209, Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g.213, tTG-anticorpos anti p g.249, Reticulina-anticorpos anti p g.235 151 Doença de Gaucher, diagnóstico 151 Doença de Huntington, diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis, PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos, pesquisa vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade 246, 247 Drogas de Abuso, Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose, Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia

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370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas, pesquisa 370 Eletrocardiograma 67, 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL, LDL, VLDL, Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina, neonatal vide Hemoglobinopatias, Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207, 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g. 66, 67 Pot ssio p g. 89, Sódio p g. 92 209 EMA vide Endomísio, anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g.235, SSA/RO-anti p g.240, SSB/LA-anti p g.241, SM-anti p g.240 209 Endomísio, anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182, 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos - Cromatografia Qualitativa (cart ) p g.304, Ami cidos - Cromatografia Quantitativa (soro) p g.305, Ami cidos - Cromatografia Quantitativa (urina) p g.304, Carbohidratos - Cromatografia p g.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas, pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41, 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose, intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C - Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona, Composto S, Cortisol, DHEA, Progesterona, 17 OH 333 Pregnenolona, 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina - simultâneo 342, 343, 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol, 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase, intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g.119, Estriol p g.120, Estrona p g.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose 16

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155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g.152 equivale Fator V Leiden p g.152, Gene da Protrombina p g.153, Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco, pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco, anti vide C lula Parietal, anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina - PKU, quantitativa (cart ) 304, 305, 306 Fenilalanina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina, pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291, 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.66, Tripsina neonatal p g.312 e Fibroce Cística , estudo gen tico p g.152 163 Fil ria, pesquisa 212 Filaria, Imunocromatografia 163, 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109, 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77, 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis - Treponema IgG 285 Funcional de Fezes

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Fungos, cultura Fungos, pesquisa Fungos, identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD, Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD, anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total - Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella, cultura Gasometria Gastrina Gastrina, estímulo alimentar Gastrina, estímulo após glucagon Gene CCR-5, pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert, Síndrome Gliadina IgA e IgG, anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase, Mutaç 2 (G A) Glicose, dosagem Glicose, pesquisa Glicose, pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG, Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. Ducreyi Ham, teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV, anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc, anti vide Hepatite B HBe, anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B
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266 266 265 213 153 102 122 286 308 207, 208 78 78 266 78, 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81, 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42, 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217

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217 HBs, anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV, PCR Qualitativo 44 HBV, PCR Quantitativo 45 HBV, Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG, Beta 295 HCG, Beta - pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46, 47, 218 HCV, anti vide Hepatite C 45 HCV, Genotipagem 46 HCV, PCR Qualitativo 47 HCV, PCR Quantitativo 67 HDL, Colesterol 218 HDV, anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori, Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori, Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios, pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose, PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias, cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H, pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g.161, Isopropanol, teste p g.167, Teste Desnaturaç ao calor p g.176 308 Hemoglobina S, neonatal vide Hemoglobinopatias, Triagem neonatal 165 Hemoglobina S, Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias, triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g.216, HBc IgG/IgM p g.216, HbeAg p g.217, Hbe-anti p g.217, HBs-anti p g.217, HBV PCR p g.44, HBV - Teste de Resist cia aos Antivirais p g.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g.218, HCV, PCR p g.46, 47 , HCV Genotipagem p g.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples, PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus, cultura 261 Herpesvírus, pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV, anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos, Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides, 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos, 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico

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129 Hidroxi Pregnenolona, 17 130 Hidroxi Progesterona, 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina, Ami cido quantitativo 219 Histona, anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum, anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum, anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g.220, HIV Wester Blot p g.221, HIV, PCR p g.48,49 , HIV-PCR Ultrasensível p g.48, HIV, Resist ncia Genotípica aos antivirais p g.50, HIV NASBA p g.49, HIV 1 neonatal p g.309 220 HIV 1 e 2, pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA - Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR - Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV, Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1, neonatal 50 HIV-1, Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27, PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27, pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais, Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV, Biópsia 51 HPV, Captura Híbrida 363 HPV, Citologia 52 HPV, PCR – Tipagem 47, 219, 261, 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48, 49, 50, 220, 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II, pesquisa 53 HTLV-I, PCR 151 Huntington, Doença 125 IA2, anti 128 IAA vide Insulina, anticorpos anti 125 ICA vide IA2, anti 125 ICA512 vide IA2, anti 304, 305, 306 Identificaç o de Ami cidos, quantitativo vide Amin cidos, Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 20

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127 IGFBP-3 125 Ilhota, anti vide IA2, anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular, testes equivale Candidina, intradermoreaç es p g.389, Estreptoquinase/Estreptodornase, intradermoreaç s p g.389 , PPD intradermoreaç s p g.390 , Tricofitina, intradermoreaç s p g.390, Tipagem de Linfócitos T e B p g.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355, 356 Imunohistoquímica 288 Indican, pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina, anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g.66,67 , Pot ssio p g.89, Sódio p g.92 Íons equivale Cloreto p g.66,67 , Pot ssio p g.89, Sódio p g.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304, 305, 306 Isoleucina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol, Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1, anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS, 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS, 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB, anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose, pesquisa 349 Lactose, teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada, Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL, Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose, intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM, Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose, pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose, Cultura 228 Leptospirose, Elisa

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269 Leptospirose, Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose, Soro Aglutinaç o Microscópica 304, 305, 306 Leucina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293, 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335, 336 Liddle I, II - Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos, Subtipagem 243 Linfócitos, Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g.68, Eletroforese de Lipoproteínas p g.207, Fosfolípides p g.77, Lípides totais p g.84, Triglic rides p g.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. 67, LDL p g. 67, VLDL p g. 68, Total p g. 68, Triglic rides p g. 94 Lipóides Birrefringentes, pesquisa vide Cristais, pesquisa (líquido sinovial) p g.72 e (urina) p g.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal, An lise Físico e Química p g.280 veja também Teste de PAK p g.348 e Nefrolitíase p g.347 103 Lítio 229 LKM, anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g.238, Treponema (Hemoaglutinaç ) p g.239, VDRL p g.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA, anti p g.206, Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g.210, RNP, anti p g.235, SM, anti p g.240, SSA/Ro, anti p g.240, SSB/La, anti p g.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose, teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g.112,113 , CEA p g.191, CA 15/3 p g.194, CA 19/9 p g.195,CA 125 p g.194, HCG p g.123, PSA p g.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona 22

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304, 305, 306 Metionina, Cromatografia quantitativa vide Ami cidos, Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias, Cultura Automatizada 53 Micobact rias, identificaç o em cultura, PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos, pesquisa 143 Microssomal, anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF, Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina, pesquisa 230 Mitocôndria, anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g.209, Monoteste p g.230, Paul Bunnel Davidsohn p g.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro, intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses, pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal, anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.66, Tripsina neonatal p g.312 e Fibroce Cística , estudo gen tico p g.152 231 M sculo Liso, anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis, anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis, PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae, Cultura 270 Mycoplasma, cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g.347 veja também Teste de PAK p g.348 e C lculo Renal, A lise Físico/Química p g.280 271 Neisseria gonorrhoeae, cultura 232 Neutrófilos, anticorpos anti - ANCA 169 Neutrófilos, pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182, 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182, 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo

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232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona, 17 303 OH Progesterona neonatal, 17 130 OH Progesterona, 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77, 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g.142, Testosterona Total p g.141, . Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g.112, Androstenediona p g.114, Dehidroepiandrosterona p g.117, Dehidroepiandrosterona,Sulfato p g.117, 11Desoxicortisol p g.118, Dihidrotestosterona p g.118, 17 OH Pregnenolona p g.129, 17 OH Progesterona p g,130. SHBG p g.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos, anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1, 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291, 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM, anticorpos anti 154 Paternidade, Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA, anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa, Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA, anti p g.206, Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.210, Histona, anti p g.219, JO1, anti p g.226, RNP, anti p g.235, SCL 70, anti p g.240, SM, anti p g.240, SSA, anti p g.240, SSB, anti p g.241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.207,208, Imunoglobulinas p g.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g.62, Fosfatase Alcalina p g.76, Gama GT p g.78, TGO p g.93, TGP p g.93, Colinesterase p g.68, Dehidrogenas ctica p g.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g.202, C4 p g.202, Eletroforese de Proteínas p g.207,208, Hemograma p g.166, Estreptoquinase p g.389, Imunoglobulinas p g.225, PPD p g.390, Tipagem Linfócitos p g.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter, cultura p g.186, Cultura + Antibiograma p g.264, Fungos p g.266, Parasitológico de Fezes p g.291,292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g.198, Citomegalovírus p g.200, Helicobacter pylori p g.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g.183, Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g.152, Gene Protrombina p g.153, Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152 24

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Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g.216, HAV IgM p g.215, HBc IgM p g.216, HCV, anti p g.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g.187, Vitamina C p g.187, Vitamina E p g.188 143 Peroxidase, anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Ducreyi, pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g.161, Isopropanol p g.167, Teste de desnaturaç calor p g.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293, 294 Piócitos, pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina - pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina - PKU, quantitativa (cart ) 170 Plaquetas, contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium, pesquisa 271 Pneumocystis Carinii, pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g.282, Porfirinas p g.294, Porfobili io p g.294, Protoporfirinas p g.296, Uroporfirinas p g.299. Urina-quantitativo: ALA-U p g.316, Coproporfirinas p g.321. Sangue: Zinco Protoporfirina p g.330 294 Porfirinas, pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona, 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal, 17 OH 130 Progesterona, 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina, Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada, Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90, 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas, dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas, pesquisa 296 Protoporfirinas, pesquisa 296 Protoz rios, pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos

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Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g.190, Antiestreptolisina O p g.190, C3 p g.202, C4 p g.203, Fator Reumatóide p g.211, Hemossedimentaç o p g.167, Imunocomplexos Circulantes p g.224, Mucoproteínas p g.231, Proteína C Reativa (quantitativa) p g.234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342, 343, 344, 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332, 333, 334, 335, 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas, pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia), 248, 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico), Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375, 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina, anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP, anticorpos Anti 240 RO vide SSA, anti 271 Rotavírus, pesquisa 235, 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose, teste 350 Sacarose, teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose, intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70, anticorpos anti
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SDHEA vide Dehidroepiandrosterona, Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g.246, Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g.64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert, diagnóstic tico Síndrome de Turner, pesquisa vide Cromossomo Y, pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians, diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM, anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY, Estudo por PCR SSA (Ro), anticorpos Anti SSB (La), anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose, teste de tolerância vide Sacarose, teste de tolerância Sucrose, teste vide Sacarose, teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona, Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita, diagnóstico molecula r Sustacal, Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238, 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335, 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248, 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27

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TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria, Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK - Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio - PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S, Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose, teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose, teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose, teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori, Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es , PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina, anticorpos anti Tireograma Tiroidianos, anticorpos anti equivale TPO p g.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g.142 Tirosina, Cromatografia quantitativa vide Amino cidos, Cromatografia quantitativa Tirosina, pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina - KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g.244,245, Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.235,236, Citomegalovírus IgG/IgM p g.200, Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g.219, VDRL p g.239 Toxocara, anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO
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175 141 175 175 386 175, 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389, 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304, 305, 306 298 188 337 341 82 339 373, 374

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243 244, 245 312 143

144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA, anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238, 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema, pesquisa (Campo Escuro) 246, 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas - Cocaína - Maconha - Opi ceos) 272 Trichomonas, cultura 272 Trichomonas, pesquisa 106 Tricíclicos, Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina, intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano, Ami cido quantitativo 152 Trombofilias, Estudo Ge tico 247 Troponina I 248, 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG - Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82, 337, 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371, 372 Ultra Sonografia 58, 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma, Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia, Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58, 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas, pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g.190, Hemograma p g.166, Parasitológico de Fezes p g.291,292 , PPD p g.390, Proteína C Reativa (quantitativa) p g.234, Toxoplasmose p g.244, 245, VDRL p g.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304, 305, 306 Valina, Cromatografia quantitativa vide Amino cidos, Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM, anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae, cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta

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Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL, Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians, Síndrome Yersinia Enterocolítica, cultura Zinco Zinco Protoporfirina

187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329, 330 330

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VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos, oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica, Anatomia Patológica, Genética Humana, e Imagem, garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos, tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente, com: qualidade no atendimento, confiabilidade dos laudos, capacitação dos profissionais, promoção de um ambiente de bem estar, harmonia e valorização dos nossos colaboradores.” VALORES
ALTOS PADRÕES ÉTICOS

CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. Utilização, por profissionais qualificados, de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica, treinamentos internos, participação em congressos e cursos. Atendimento rápido, eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. Manter a privacidade da identidade do cliente; difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador, tecnologia de ponta no processo, remuneração sem atraso, aprendizado e aperfeiçoamento contínuos, investimentos em benefícios. Dr. Carlos Olney Soares R.D. ISO 9001/2000 Diretor

EDUCAÇÃO CONTINUADA

QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE

MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES

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CONFORME ORIENTA

NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO.

JEJUM DESEJ VEL.

N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA. PCR PARA HIV veja HIV, PCR.

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CALL CENTER

A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini, foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos. Essa conta com mais de 100 linhas, bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas. Contamos, tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o. O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: MATRIZ (0xx31) 3228.6200 UNIDADES (0xx31) 3228.6464 LABORATÓRIOS - ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228.1800 0300.7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados. DOMIC LIO 0800.998686 - Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o). HOME PAGE www.hermespardini.com.br

RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax, correio, internet ou motoboy de acordo com o seu caso. CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores.

facilitando a

ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi .

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MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s, 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo, 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis, 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós, 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av. Cristiano Machado, 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. Prudente de Morais, 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. Luíz Paulo Franco, 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. Bandeirantes, 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. Vilarinho, 901 Rua Maçon Ribeiro, 45 Belo Horizonte – MG

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REGI O MÉDICA Av. Bernardo Monteiro, 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas, 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av. Gal. David Sarnoff, 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer, 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. Antônio Carlos, 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. Amazonas, 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. Sinfrônio Brochado, 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. Contorno, 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II

MATRIZ: (0xx31) 228.6200

UNIDADES: (0xx31) 3228.6464

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O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. Descremos sumariamente algumas vari veis:

Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea, devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. Da mesma forma, na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato, amônia, creatinoquinase, aldolase, ALT, AST, fósforo, fosfatas cida, creatinina, c id rico, haptoglobina, transferrina, catecolaminas e contagem de leucócitos. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina, ferro e sódio. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado, pode haver interfer cia em muitos analitos, especialmente com a bilirrubina, proteína total, ci rico, ur ia, pot ssio, triglic rides, fosfatase alcalina e fósforo. A cafeína pode promover glicólise. A curto prazo, duas a quatro horas após o consumo, o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. O uso contínuo de etanol eleva HDL, triglicerídeos, GGT, ALT, AST. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina, leucócitos e hem cias no sangue perif rico, VCM, epinefrina, aldosterona, cortisol e CEA. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). Postura: quando o s retirado na posiç reta, ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total, albumina, c lcio, hemoglobina e hematócrito, renina, catecolaminas , fosfatase alcalina, colesterol, ALT e ferro. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto, mas mesmo dentro deste pequeno tempo, a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais, ferro e colesterol aumentam em torno de 5%, havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio, fosfato, lactato, amônia e c lcio ionizado. Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito, de acordo com o especificado em cada exame. V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o, tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro, para que se evite contaminaç . Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase, TGO, fosfatase alcalina, dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio, m sio e fosfato. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. Se o sor ser analisado no momento, ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . Nas amostras uri rias, deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç , principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas, a part ir do momento da coleta at sua execuç , pode variar de minutos at dias, desde que estas estejam bem conservadas, devendo-se consultar cada exame.

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dos resultados de exames

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Antígeno HLA-B-27, pesquisa PCR
Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade, e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças. A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter, uveíte anterior, artrite reativa e artrite psori tica. Este antíg m marcador da doença, uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7, HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). Método: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA). Laboratórios: Colher em tubo est ril. N colher em heparina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C. N congelar.

Chlamydia trachomatis, pesquisa PCR
Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias, desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. A C.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites), podendo evoluir, quand tratadas, para infecç s profundas (epididimite, salpingite, peri-hepatite, esterilidade t ria), respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido. Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina, ao inv s do raspado uretral. Método: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher), Raspado Uretral (homem/mulher), Endocervical (mulher). - Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. - Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta. - Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte. Para amostra de Urina, colher em frasco est ril. Conservaç o para envio: - Swab, at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. - Urina, at dias da coleta entre 2o e 8o C. Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva, reto ou esperma.

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Citomegalovírus (pesquisa do DNA) - PCR qualitativa
Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA, pertence à família dos herpesvírus. Em adultos s veis, o CMV em geral ssintim tico, e às vezes, pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. É encontrado na saliva, urina e outros fluidos corpóreos como o s men, secreç es vaginais. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto, dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante, AIDS). A PCR til nas seguintes situaç s: - Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. - Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. - Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. A sensibilidade e especificidade s % e 100%, respectivamente. - Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) - S realizadas duas PCRs, sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira, aumentando a sensibilidade desse procedimento. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina, sangue total, plasma, líquor, líquido amniótico, material de biópsia, outros fluidos orgânicos. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo, ai isponível em nosso laboratório. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra.

Doenças sexualmente transmissíveis , PCR

C. TRACHOMATIS – N. GONORRHOAE - U. UREALYTICUM – M. GENITALIUM – M. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar, em um ica reaç , a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. trachomatis, N. gonorrhoea, M. hominis, M. genitalium e U. urealyticum. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve, infertilidade e gravidez ectópica. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato, sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. É uma t cnica mais simples, r ida e sensível que os m todos convencionais. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. Laboratórios: Colher em frasco est ril. Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C.
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Dengue – PCR qualitativa e tipagem
Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

Coment rios: A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Gene CCR-5, pesquisa da del

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml).

Hepatite C 

HCV, GENOTIPAGEM

Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Elisa anti-HCV POSITIVO

Realizar o PCR qualitativo

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NEGATIVO

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HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem
Coment rios: Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.

HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua... Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8%

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.

ra AIDS). Sabe -se que quanto

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade.

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HPV, Captura Híbrida
Coment rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV, equivalente a 0,1 cópia de vírus por c lula. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6, 11, 42, 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais, tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. Para isso, necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. Para os casos de coleta c rvico-vaginal, solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta, esta deve ser realizada em primeiro lugar. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo, no exame colposcópico. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia pr via; evitar contaminar a escova; a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado; efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino, vagina, vulva, regi rineal e perianal, is, cavidade oral), preferentemente nas reas consideradas suspeitas. Na coleta de material da pele, essa deve ser umedecida com soro fisiológico, raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova; inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material; quebrar a haste, fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. Nota: - A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. - Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. - Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar, a crit rio clínico, pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). - Em virtude da biologia viral, a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica, só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. - Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50, indicam peque mero de cópias virais por c lula, podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. Nesses casos, a crit rio clínico, sugere-se, antes de qualquer tratamento, confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. - Para aferir a efic cia do tratamento, indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite, após entre - 5 a - 25o C.

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HPV, PCR - Tipagem
Coment rios: O HPV m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa, das neoplasias intraepiteliais vulvares, dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical, existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). Existem mais de 70 genótipos do HPV, e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco, conforme seu potencial onc ico (ver tabela). Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente). Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 55, 56, 58, 59, 62, 66, 67, 68, 70, Alto Risco 16, 18 MM4, MM7, MM9, CP6108, CP8061, CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6, 11 26, 34, 40, 42, 43, 44, 53, 54, 57; 73, e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. Para aferir a efic cia do tratamento, indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino, vagina, vulva, regi o perianal, perianal, anal, p nis, glande, pr cio, bolsa escrotal, cavidade oral, biópsia de colo, uterino. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque), colposcopia ou assepsia pr via. - É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta, esta deve ser realizada em primeiro lugar. - Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo, no exame colposcópico. - Evitar contaminar a escova de coleta. - N realizar a coleta durante o período menstrual. Coleta - Solicitar kit especial para coleta do material. - Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar, preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. Na coleta de material da pele, essa deve ser umedecida com soro fisiológico, raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. - Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material, quebrar a haste, fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. - O material dever ser enviado o mais r pido possível. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas, em temperatura ambiente. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite, após entre - 5o a - 25o C.

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HTLV-I, PCR
Coment rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA), com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue, contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas). A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. A presença de anticorpos anti-HTLV-I, detectados atrav s do Elisa, ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR. O PCR est indicado tam m, para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). As amostras devem ser processadas em at , no m ximo 72 horas após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. N congelar.

Coment rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura, de qualquer material clínico (M. tuberculosis, M. avium, M. intracellulare, M. fortuitum, M. kansasii, M. gordonae, etc.). Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos, ajudando a guiar decis s ter ticas. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9). Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. N congelar.

Mycobacterium Tuberculosis, PCR pesquisa
Coment rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. Trata-se de t cnica específica, sensível e r ida, permitindo o diagnóstico e tratamento precoce, auxiliando no controle de disseminaç o da doença. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5,0 mL de Escarro - Lavado brônquico alveolar - 1a urina da m (após assepsia) - Líquido Pleural Secreç o orofaringe. - Refrigerar e enviar o mais r ido possível. Obs.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo), ou inibiç replicaç o, (falso negativo), uma característica do m todo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Coment rios: S o derivados dos andrógenos, sendo os catabólitos urin rios do DHEA, SDHEA, androstenediona, androstenediol, androsterona, mas o da testosterona. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal, tendo o restante origem testicular no homem. Em mulheres, se originam principalmente na adrenal. Pode ser realizado após supress o com dexametasona, à crit rio m ico. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita, síndrome dos ov rios policísticos, tumores de testículo, tumores da suprarenal, doença de Cushing, tumores hipofis rios, administraç ACTH e corticóides. M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças - ambos os sexos (< 1 ano): 1,0 mg/m2 superfície corporal - feminino (1 a 10 anos): 0,3 a 1,0 mg/24h por ano de idade - masculino (1 a 13 anos): 0,3 a 1,0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h. - Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. - Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. VOLUME URIN RIO, deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: - At 4 anos: questionar volume > 500 mL - 05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL - 10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL - 15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona, clordiazepóxido, fenobarbital e fenitoína. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Pode ser realizado após supress com dexametasona, à crit rio m ico. Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo. Hipotireoidismo, jejum prolongado, insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças - ambos os sexos (< 1 ano): 1,0 mg/m2 superfície corporal - feminino (1 a 10 anos): 0,5 a 2,0 mg/24 horas por ano de idade - masculino (1 a 13 anos): 0,5 a 2,0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. - Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. - Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. - Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS. VOLUME URIN RIO, deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: - At 4 anos: questionar volume > 500 mL - 05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL - 10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL - 15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL, Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

5-Nucleotidase
Coment rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar, colestase intra -hep tica e cirrose biliar. Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas. Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1,9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico, das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria, hiperuricos ria, hiperoxal ria ou dist rbios intestinais. O citrato administrado via oral, leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio, promovendo hipocalci ria. A elevaç o pH uri rio, que acompanha a administraç citrato, aumenta a solubilizaç ci rico. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0,96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1,53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina, informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p . 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. Refrigerar (facultativo).

cido L tico

Coment rios: O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos, sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose. Valores elevados s encontrados no pós -prandial, após exercícios físicos, no choque, insufici cia renal, h tica, intoxicaç o por etanol, uso de medicamentos (biguanidas, salicilatos, barbit ricos), glicogenoses cong nitas, anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana, ao contr rio da meningite viral, onde níveis normais s sualmente encontrados. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia - Plasma: 5,7 a 22,0 mg/dL Valor de Refer ncia - Líquor: 10,8 a 18,9 mg/dL Condi o: 0,8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto, 2 gotas para cada 2,0 mL de Sangue). Líquor. Instruç es: Cliente deve estar em repouso. Caso tenha feito algum exercício físico, repouso de 30 minutos. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. Garroteamento r ido. Dessorar rapidamente. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C.

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cido Cítrico, dosagem

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Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal, doenças infla matórias intestinais, pós -operatório de bypass intestinal, intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. N Refrigerar. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total. Dieta (sugerida ou C.O.M.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C, durante 48:00 horas. Evitar: lim , abacaxi, morango, gelatina, acerola, laranja, c lcio, espinafre, tomate. N o colher durante o período de cólica renal. Após dieta, colher urina de 24h conforme instruç s . 353. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C.

cido Úrico, dosagem

Coment rios: Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas, estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal, etilismo, cetoacidose di tica, psoríase, pr eclâmpsia, dieta rica em purinas, neoplasias, pós -quimioterapia e radioterapia, uso de paracetamol, ampicilina, aspirina (doses baixas), didanosina, diur ticos, beta-bloqueadores, dentre outras drogas. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas, defeitos dos t los renais, porfiria, uso de tetraciclina, alopurinol, aspirina, corticóides, indometacina, metotrexato, metildopa, verapamil, intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada. lcool causa diminuiç ra to uri rio. Anti-inflamatórios, vitamina C, diur ticos e warfarim podem interferir no resultado. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. M todo: Colorim trico Enzim tico

SANGUE

Valor de Refer ncia: Mulheres 2,4 a 6,0 mg/dL Homens 3,4 a 7,0 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Continua...

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Valor de Refer ncia - 12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia - 24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . *Urina 12h. *Urina 24h. - Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. - *Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. N Refrigerar, manter em local fresco. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina, informar o volume total, hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p . 353

LÍQUIDO SINOVIAL - DOSAGEM
M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2,0 mL Líquido Sinovial. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Coment rios: ADA ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina, participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea, peric rdica e peritoneal. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose; no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%; no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%; no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas, criptocóccicas e neoplasias. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at ,0 U/L Líquor/Líq. peric rdico: at ,0 U/L Líq. Ascítico: at ,0 U/L Líq. Pleural: at ,0 U/L Condi o: 0,5 mL de Soro. Líquor - Líq. Pleural - Líq. Ascítico - Liq. peric rdico. Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. Soro: at ias entre 2o e 8o C.

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Aldolase
Coment rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas, pancreatite, infarto do mioc rdio e neoplasias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R. Nascido at ,6 U/L 10 a 24 meses 3,4 a 11,8 U/L > 2 a 16 anos 1,2 a 8,8 U/L Adulto 1,7 a 4,9 U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Amilase
Coment rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas, sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares, caxumba, lcer tica perfurada, obstruç infarto intest inal, colecistopatias sem pancreatite, cirrose hep tica, aneurisma de aorta, apendicite, traumas, queimaduras, uso de colin rgicos, meperidina e morfina. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior, determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais, sem significado patológico. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0,8 mL de Soro. Urina 24h - Urina 2h. Líq. Ascítico - Líq. Pleural. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. Urina 2h: at U/2 h Líq. Ascítico/Líq. Pleural: Igual ao soro. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Amilase, Clearence

Amônia
Coment rios: A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. Excluindo as vari veis pr -analíticas, as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye, tabagismo, terapia de hiperalimentaç , nutriç renteral total , infecç rin ria, neonatos normais (transitória), uso de valproato, sangramento gastro -intestinal, choque, hipovolemia, miopatias mitocondriais, asfixia perinatal, insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1,0 mL de Plasma heparizado. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta, transporte, tabagismo, hemólise). Conservaç o de envio: Enviar congelado.

Apolipoproteína A1 e B
Coment rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL, IDL, LDL e lipoproteína (a). Apo Bfator de risco para doença coronariana. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia - APO A1: 91,0 a 175,0 mg/dL Valor de Refer ncia - APO B: 63,0 a 133,0 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 12h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia, n macroamilasemia encontra-se clearence baixo. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0,8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h. Valor de Refer ncia: 1,2 a 3,8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C.

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Bilirrubinas, dosagem
Coment rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial, conjugada no fígado para, a seguir, ser excretada na bile. Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2,5 mg/dl. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson, Rotor), les atócitos (viral, tóxica, medicamentos, lcool) e obstruç o biliar (litíase, neoplasias). Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas, hemólise autoimune, transfus o de sangue, reabsorç o de hematomas, eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert, Crigler-Najar). Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at ,4 mg/dL Indireta at ,8 mg/dL Total at ,2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2,9 mg/dL 2,5 mg/dL < 24 horas 8,0 mg/dL 6,0 mg/dL < 48 horas 12,0 mg/dL 10,0 mg/dL 3 a 5 dias 15,0 mg/dL 12,0 mg/dL 7 dias 15,0 mg/dL 10,0 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. - Proteger da luz. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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C lcio
Coment rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo, algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas, mieloma, desidrataç o, hipervitaminose D, síndrome de imobilidade, hipertireoidismo, hepatopatias, insufici ncia renal, sarcoidose, linfoma, uso de diur ticos e estrógenos. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia, pancreatite, hipomagnesemia, hipervolemia, m sorç , defici ncia vitamina D, diminuiç s da albumina, e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal, hipoparatireoidismo). Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. Hemólise pode elevar seus resultados. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. Sua determinaç referida na urina de 24h; urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias, hiperabsorç o intestinal de c lcio, dist rbios da reabsorç tubular de c lcio, corticoterapia, osteoporose, acromegalia, hipertireoidismo, feocromocitoma, Cushing. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia, insufici ncia renal, osteomal cia, raquitismo, alcalose, uso de diur ticos e estrógenos.

SANGUE

M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8,5 a 10,4 mg/dL Condi o: 0,8 mL de Soro. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C.

URINA

M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h - Urina recente. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. N Refrigerar. Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C.O.M.): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga, queijo, requeij o, creme de leite, etc.). Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta, colher urina de 24 horas, permanecendo sob dieta. Colocar no frasco, rigorosamente antes de começar a coleta, 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. Deixar em temperatura ambiente, colocar em geladeira. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o, trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos, neste caso, esp erar 10 dias (C.O.M.). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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C lcio Iônico
Coment rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total, re presentando 43% desse. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . A dosagem do c lcio iônico independe da albumina, entretanto varia com o ph (aumenta na acidose; diminui na alcalose). Vide alteraç s patológicas no c lcio total. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1,17 a 1,32 mmoL/L ou 4,70 a 5,28 mg/dL at s 1,20 a 1,35 mmoL/L ou 4,80 a 5,40 mg/dL R.Nascido: 0,7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0,8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0,25. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente, em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf, tubos de soroteca ou vidro, de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). N enviar a amostra em pipetas de pl stico. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes, pois, quanto maior a manipulaç , ma ior o aumento do pH, que bloqueia a leitura do aparelho. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. Encontra -se elevado na anemia ferropriva, uso de anticoncepcionais e gravidez. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas, siderobl sticas, hemolíticas, hemocromatose, desnutriç o e estados inflamatórios. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro. Veja tam m ITL, ferritina e ferro s rico. Condi o: 1,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

LIVRE

M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL

TOTAL

M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL

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C lulas Orangiófilas, pesquisa
Coment rios: No teste do azul do Nilo, realizado no líquido amniótico, o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja) tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal. Veja tam m Fosfatidil Glicerol, Fosfolípides, Teste de clements, Relaç E. M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1,0 mL de Líquido Amniótico. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Cetonemia, pesquisa
Coment rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado, etilismo, estresse, vômitos, diarr ias e doenças metabólicas. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer, al m da interfer ncia de drogas, como a levodopa. M todo: Colorim trico - Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Clements, Teste de
Coment rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes, o que permite avaliaç o da maturidade fetal. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos ,5%, subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos. Se os 3 tubos forem negativos, ou apenas o primeiro for positivo, o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%, respectivamente. Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatidil Glicerol, Fosfolípides, Rela ç E. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina, ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo. Condi o: 6,0 mL Líq. Amniótico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Cloreto de Sódio no Suor
Coment rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais, acarretando dist rbio da secreç o exócrina. Sudores induzida no antebraço por iontoforese, sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. Resultados falso negativos podem ocorrer no edema, hipoproteinemia e na sudorese excessiva. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa, dermatite atópica, disautonomia, colestase, defici ncia de G6PD, hipogamaglobulinemia, Klinefelter, mucopolissacaridose tipo 1, diabetes insipidus nefrog ico, síndrome nefrótica, desnutriç , insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística. - É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. Unidades que realizam este exame: Aimor s, Eldorado I, S Paulo e Pampulha.

Coment rios: Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido- sicos. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides, acidose metabólica, infus salina excessiva, perdas gastro -intestinais, acidose tubular renal, fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o, insufici cia cardíaca, secreç inapropriada de ADH, vômitos, acidose respirat ória crônica, Doença de Addison, alcalose metabólica, cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido- sicos, em especial, no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

SANGUE / LÍQUOR

Valor de Refer ncia - Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia - Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. 1,0 mL de Líquor.

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Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h. Condi o: *Urina de 24h - Urina recente C.O.M. -N e usar conservante - Refrigerar. Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353

Colesterol
Coment rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica. Tam m utilizado na produç hormônios esteróides, cidos biliares e na constituiç s membranas celulares. Seu metabolismo se d no fígado, sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL, 25% por HDL e 5% por VLDL). A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es, triglic rides, subfraç es das lipoproteínas, apolipoproteínas A1 e B100, lipoproteína (a), proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0,32 sugerem transudatos. Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 12h ou C.O.M. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.

HDL

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LDL

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M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.

Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159

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M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

TOTAL

M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia - Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia - Líq. Ascítico - Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1,0 mL de Soro. Líq. Ascítico - Líq. Pleural. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Colinesterase
Coment rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias, pulm o e c rebro, e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos, contraceptivos orais, hepatopatas, desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5.000 a 14.000 U/L (37o) Condi o: 0,8 mL Soro. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.

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Creatina
Coment rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas, gravidez, indivíduos com massa muscular elevada, necrose muscular, miopatias, corticoterapia e no hipotireoidismo. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3,0 mL de Soro. Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m - Urina 24h. - Refrigerar. Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 353

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Coment rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular, sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios, na gravidez e no diabete melito. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%. Armazenamento da urina por muito tempo, em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina, acarretando aumentos es rios. Veja tam m: Cistatina C. M todo: Colorim trico (Jaff mod.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs.: O result corrigido para a superfície corpórea. Condi o: 1,0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h. - Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina, cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina, informar volume total, hor rio inicial, final da coleta, peso e altura do cliente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353

Coment rios: Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada, c rebro e coraç . É um marcador sensível, mas inespecífico de les mioc rdica. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio, miocardite, hipertermia maligna, distrofia muscular, exercício físico, dermatopolimiosite, rabdomilóise, em traumas e injeç s musculares. Veja tam m troponina I. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0,8 mL Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro, sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica, ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica, podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total, sem significado patológico. Veja tam m troponina I. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Cristais com Luz Polarizada, pesquisa (Líquido Sinovial)
Coment rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL Líq. Sinovial. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Sangue: ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato, sendo liberada na ocorr ncia de dano celular. LDH elevada ocorre em neoplasias, hipóxia, cardiopatias, anemia hemolítica, anemia megalobl stica, mononucleose, inflamaç s, hipotireoidismo, pneumopatias, hepatites, etilismo, pancreatite, colagenoses, trauma e obstruç intestinal. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. Relaç o LDH pleural/s rica > 0,6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. Níveis de LDH acima de 1.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias), tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Raz DH pleural/s rica maior que 0,6 indica exudato. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral, tumores do sistema nervoso central e meningites. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180,0 a 450,0 U/L (37o ) Condi o: 0,8 mL de Soro. Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líquor. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Coment rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular, atrav s da relaç o entre os componentes osmoticamente ativos da uri livre, correlacionados ao fluxo urin rio. Trata-se de uma das ltimas funç s renais a serem perdidas. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica, til na diferenciaç tre a uremia pr -renal, renal e pós -renal. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: - 20 a - 100 mL/hora. NTA: de - 10 a valores positivos. Condi o: 0,5 mL de Soro + 1,0 mL de Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353 Laboratórios: Informar volume total. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.

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Coment rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico, radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher, diabete melito, hanseníase, amiloidose, doença he tica alcoólica, cirrose biliar prim ria, mieloma, hipertireoidismo, asbestose, silicose e psoríase. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Espectrofotometria 450 NM
Coment rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal, valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico, permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5,0 mL de Líq. Amniótico. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Ferro 

Coment rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias, hemocromatose e hemossiderose. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva, glomerulopatias, menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose, hemocromatose, talassemias, anemias hemolíticas, les p tica aguda, uso de estrógeno s, anticoncepcionais lcool. Veja tam m ITL, Ferritina e Capacidade de combinaç o. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1,5 mL de Soro. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.
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Enzima Conversora da Angiotensina

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Fosfatase cida
Coment rios: As fosfatases cidas est o presentes na próstata, óssos, hem cias, leucócitos, plaquetas, pulm s, rins, baço, fígado, pâncreas e vesícula seminal. Aumentos ocorrem nas leucemias, trombocitoses, infarto agudo do mioc rdio, embolia pulmonar, anemias hemolíticas, Doença de Gaucher, tumores ósseos, hiperparatireoidismo, mieloma, adenomas e câncer da próstata. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At ,0 U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Fosfatase cida Prost tica
Coment rios: A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica, interfer cias de outras fosfatases no ensaio, prostatite e outras neoplasi as. M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At ,0 U/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Ultra-Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Ma ssagem na próstata, aguardar 4 semanas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Fosfatase Alcalina
Coment rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso, fígado, intestino, placenta, rins e leucócitos. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. Em crianças a fraç óssea predomina. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase, hepatites virais (mais discretamente), Doença de Paget, tumores ósseos, hiperparatireoidismo, osteomal cia e raquitismo. Medicamentos como anticoncepcionais orais, hipolipemiantes, anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:
Idade Masculino Ambos os sexos Feminino R m nascidos 6 meses a 9 anos 250 a 950 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos

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125 a 720 50 a 250

Condi o: 2,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras, entre 2o e 8o C.

Fosfatidil Glicerol
Coment rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfolípid es, Teste de clements, Relaç E. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4,0 mL de Líquido Amniótico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.

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Fosfolípedes
Coment rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson, hepatites colest ticas, hipotireoidismo e síndrome nefrótica. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatidil Glicerol, Teste de clements, Relaç E. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia - sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Líq. Amniótico. - JO 12h. - Interromper 48 horas antes da coleta ou C.O.M.: Anti cidos, Vitamina D, Heparina, Tetraciclina, Meticilina, Insulina e Éter anest sico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Fósf oro
Coment rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. Causas de fósforo elevado: exercícios, hipovolemia, acromegalia, hipoparatireoidismo, met stases ósseas, hipervitaminose D, sarcoidose, hepatopatias, embolismo pulmonar, insufici ncia renal e trombocitose. Amostras refrigeradas, n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos, diur ticos, corticóides, glicose endovenosa, hiperalimentaç o, di lise, s epse, defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida, salbutamol, alendronato, azatioprina, isoniazida, lítio, prometazina e anticoncepcionais. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo, defici ncia de vitamina D, uso de diur tico, acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç , hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida, aspirina, diltiazen, sais de alumínio, bicarbonato, calcitonina, corticóides e diur ticos. M todo: Ci tico U.V. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Adulto 2,5 a 4,8 mg/dL Criança 4,0 a 7,0 mg/dL Condi o: 0,8 mL de Soro. Laboratórios: Dessorar rapidamente.

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Valor de Refer ncia - Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h - Urina recente C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 353

Coment rios: É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína, fenobarbital, carbamazepina, cido valpróico e contraceptivos. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina, clofibrato, estrógenos e metronidazol. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Gasometria

Coment rios: Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta, demora na an lise e o refrigeraç as amostras. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa), conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas

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Alcalose metabólica Vômitos; Fístulas digestivas

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1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2.

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Coment rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico. A glicohemoglobi formada em duas etapas. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). Durante a circulaç ritrócito, essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c). A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias). Dessa forma, reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC, Hb SS). A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC, Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. M todo: HPLC - Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association. “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”. Diabetes Care 2002;25(Suppl):S33-S49. Controle de tratamento 2,8 a 5,2% (de acordo com DCCT). Condi o: 4,0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl. 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em . Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. Leucocitose, hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea, bacteriana secund ria, tuberculosa e carcinomatose peritoneal. Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico, empiema, colagenoses, tuberculose pleural e derrames malignos. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica, meningites e hemorragia subaracnóidea. Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0,4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas. Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. N serve para monitorizaç tratamento. Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias, leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata, par ja consumo deste analito. Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto.

M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia - Sangue: 60 a 109 mg/dL - Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL - Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia - Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). Líquor - Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líq. Sinovial - Secreç nasal. - JO 8h ou C.O.M. Laboratório s: Secreç o nasal, colher de forma espontânea. Refrigerar ou coletar em fluoreto. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta).

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URINA – DOSAGEM

M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m - *Urina 12h - *Urina 24h. - Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. - N precisa conservante - Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Glicose pós -prandial
Preparo: Conforme orientaç o m ica. Caso o contr rio, orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente, mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta).

Globulina (Líquor)
Coment rios: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Hidroxiprolina Total
Coment rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno, sendo abundante na matriz óssea. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo, estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. Níveis elev ados s o encontradas em crianças, na Doença de Paget, após fraturas e no hiperparatireoidismo. Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos, esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. Veja tam m Deoxipiridinolinas, Piridinolinas e N-telopeptídeo. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. Refrigerar (facultativo). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Dieta (sugerida ou C.O.M.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes, gelatina, salsichas, sorvete e doces. - Após dieta, colher Urina 24 horas .353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C.

Coment rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. Em condiç s normais, 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados. Valores elevados ocorrem na hemocromatose, talassemia, hepatites, gravidez, ingest o de ferro e uso de progesterona. Na reposiç o de ferro, valores superiores a 100% podem ser encontrados. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva, desnutriç o e na anemia das doenças crônicas. Veja tam m Ferritina, Capacidade de combinaç e Ferro s rico. M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 12h.

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LDL Oxidada, Anti
Coment rios: LDL oxida ma forma de LDL combinada com o oxi io que estimula a ater nese na parede vascular. Estimula a formaç uto -anticorpos, que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito, tabagismo, hipertens o, hiperlipidemia, septicemia, l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At m s entre - 14 o e - 20o C.

Lipase
Coment rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite, cirrose biliar prim ria, hemodi lise, colecistite, no uso de meperidina, morfina e na hemorragia intracraniana. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. A lipase permanece elevada por v rios dias. Veja tam m Amilase. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Lípides Totais
Coment rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica, e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias, hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal, a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Líquido Ascítico, Rotina
Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa, turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias, traumas e punç vasos. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite. Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias), tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Raz DH pleural/s rica maior que 0,6 indica exudato. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea, bacteriana sec ria, tuberculosa e carcinomatose peritoneal. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se, em geral, bact rias gram-negativas (E.coli, Klebisiella) ou gram positivas (S. pneumoniae, Streptococcus viridans). A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. Proteínas: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose, insufici cia cardíaca). Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose, ascite quilosa, pantreatite). Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1,1 g/dl sugere hipertens o porta. Veja tam m ADA, Colesterol, Triglic rides, BAAR.

Líquido Pleural, Rotina 

Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7,2 podem ocorrer no empiema, artrite reumató ide, derrame parapneumônico complicado, tuberculose, malignidade, fístula esofago pleural e acidose sist mica. Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite, ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Citometria e citologia: hem cias acima de 100.000 ocorrem no hemotórax, neoplasias e tromboembolismo. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose, neoplasias e sarcoidose. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. PMN s encontrados nos processos infecciosos, inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax, pneumotórax, infarto pulmonar, infecç s parasit rias e f icas. Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0,32 sugerem transudatos. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico, empiema, colagenoses, tuberculose pleural e derrames malignos. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos. Proteínas: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose, insufici cia cardíaca, síndrome nefrótica). Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias, infecç s, pancreatite, colagenoses, embolia, quilotórax). A raz o líquido pleural/soro acima de 0,5 indica exudato. Veja tam m ADA, Triglic rides, BAAR.

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Líquido Sinovial, Rotina
Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais, estando aumentados na artrite gotosa. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. Valores entre 50.000 e 100.000 s contrados nas artrites s ticas, reumatóide e induzidas por cristais. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares.

Líquor, Rotina
Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor, nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias, infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos, neurotoxoplasmose, neurocisticercose, neoplasias, sarcoidose e esclerose m ltipla. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea, meningites, uremia e Síndrome de Cushing. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral, hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1.000 hem cias). VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis, com especificidade em torno de 99%. Após tratamento, títulos caem entre 3 e 6 meses, podendo demorar anos para se negativarem. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. Veja tam m cido l tico.

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Coment rios: Sangue: m dos principais c tions, sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1,2 mg/dl ou maiores que 4,9 mg/dl. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal, uso de medicamentos com m sio, Doença de Addison, desidrataç cetoacidose diab tica. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante. Níveis baixos s contrados na m sorç o, suprimetaç insuficiente, hipervolemia, hiperaldosteronismo, hipertireoidismo, hipoparatireoidismo, uso de digit licos, diur ticos e cisplatina. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: 1,9 a 2,5 mg/dL Condi o: 0,8 mL de Soro. Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total - Frasco pl stico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353

Microalbuminúria
Coment rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4, 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente, Urina 24h ou C.O.M. - Refrigerar. - N fazer esforço físico durante a coleta. Evitar excesso de ingest líquidos. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353

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Osmolaridade
Coment rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico, cido- sicos, hepatopatias, avaliaç ADH e no coma hiperosmolar. Encontra-se elevada na hipernatremia, desidrataç , hipovolemia, hiperglicemia, uremia, no uso de tiazídicos, corticóides, cimetidina, etanol e metanol. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia, hiponatremia e SIADH. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal, dist rbios hidroeletrolíticos, SIADH, diabetes insipidus e amiloidose. Veja tam m Teste de restriç ídrica. M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0,5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0,5 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.

pH urin rio
Coment rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases, na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas, xânticas e cistínicas, e na acidose metabóli ca. Aumento ocorre na alcalose respiratória, infecç r bact rias ure ticas (proteus), acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6,5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m - Urina 24 horas C.O.M. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta.

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SANGUE

Coment rios: É o principal c tion intracelular, com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona, na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3,7 a 5,6 mEq/L Condi o: 1,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

URINA

Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison, doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio. Aumento: síndrome de Cushing, aldosteronismo, doença tubular renal. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h - Urina recente C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . 353

Proteína Glicosilada
Coment rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas. Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas. Níveis baixos s contrados na desnutriç . N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito, s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1,9 a 2,8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3,3 mmoL/L Controle Moderado 3,3 a 3,8 mmoL/L Controle Inadequado > 3,8 mmoL/L Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Proteínas Totais
Coment rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. Aumentos s o encontrados na desidrataç , doença hep tica, neoplasias, mieloma, macroglobulinemia Waldenströn, hanseníase, leishmaniose, doenças granulomatosas, colagenoses, uso de corticóides, digitais, furosemida e contraceptivos orais. Valores baixos na gravidez, cirrose, imobilizaç rolongada, insufici ncia cardíaca, síndrome nefrótica, neoplasias, enteropatias perdedoras de proteínas, desnutriç o, hiperteroidismo, queimaduras, doenças crônicas, e no uso de carvedil ol e laxativos. Hemólise pode causar aumentos es rios. Líquido ascítico: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (cirrose, insufici cia cardíaca). Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose, ascite quilosa, pancreatite). Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1,1 g/dl sugere hipertens o porta. Líquido pleural: valores abaixo de 2,5 g/dl s considerados transudatos (cirrose, insufici cia cardíaca, síndrome nefrótica). Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias, infecç s, pancreatite, colagenoses, embolia e quilotórax). A raz o líquido pleural/soro acima de 0,5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares.

Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea, meningites, uremia e Síndrome de Cushing. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral, hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1.000 hem cias).

SANGUE / LÍQ. ASCÍTICO / LÍQ. PLEURAL / LÍQ. SINOVIAL
M todo: Biureto Valor de Refer ncia - Sangue: 6,4 a 8,3 g/dL Valor de Refer ncia - Líq. Sinovial: 2,5 a 3,0 g/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. Líq. Ascítico - Líq. Pleural - Líq. Sinovial. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

LIQUOR

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0,8 mL de Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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URINA - DOSAGEM

M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia - Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.

Proteínas Totais e Fracionadas
Coment rios: Albumina proteína mais abundante no plasma. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico, tem meia vida de 15 a 19 dias. Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1. Resultados baixos ocorrem na cirrose, glomerulopatias, mieloma, sarcoidose, doenças granulomatosas, colagenoses, infecç s agudas, caquexia, queimaduras e doenças inflamatórias intestinais. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3,5 a 5,5 g/dL Globulina 1,4 a 3,2 g/dL Totais 6,4 a 8,3 g/dL Condi o: 1,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez, enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar, mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%. Veja tam m C lulas Orangiófilas, Fosfatid il Glicerol, Fosfolípides, Teste de clements. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5,0 mL de Líq. Amniótico. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos, identificar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Reserva Alcalina
Coment rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido - sico. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente, em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro, de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro, repetidas vezes, pois quanto maior a manipulaç o, maior a alteraç do pH da amostra, afetando diretamente o resultado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Sódio 

SANGUE

Coment rios: É o principal c tion extra celular. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio, tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1,0 mL de Soro. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

URINA

Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos, dieta rica em sal, secreç inadequada de ADH e doença de Addison. Diminuiç : síndrome nefrótica, necrose tubular, dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante.

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Subfracionamento das Fraç es do Colesterol
Coment rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2, maiores e menos densas que t m maior efeito protetor; e partículas HDL3, menores e mais densas que t m efeito ater nico. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular, enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria), sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 12h ou C.O.M. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico, rins, c rebro, pulm es, pâncreas, baço e leucócitos. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica, cirrose, defici cia de piridoxina, hepatites virais, hemocromatoses, colescistite, colestase, anemias hemolíticas, hipotireoidismo, infarto agudo do mioc rdio, insufici cia cardíaca, doenças m sculoesquel ticas, nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s , em geral, inferiores a 250U/L, sendo, entretanto, superiores às elevaç s da TGP. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. Valores elevados s ncontrados no etilismo, hepatites virais, hepatites lcoólicas, cirrose, colestase, hemocromatose, anemias hemolíticas, hipotireoidismo, infarto agudo do mioc rdio, insufici cia cardíaca, doenças m sculoesquel ticas, Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1,0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Coment rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. S transportados no sangue por VLDL e LDL. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica, na ingest elevada lcool, induzido por drogas (estr ios, contraceptivos orais, prednisona, etc) no hipotireoidismo, diabetes e gravidez. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç , mal nutriç ipertireoidismo. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia - Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia - Líq. Ascítico/Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1,0 mL de Soro. Líq. Ascítico - Líq. Pleural. - JO 12h. Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Ur ia 
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Coment rios: É a principal fonte de excreç o nitr io. Produto do metabolismo hep tico das proteínas, excretada nos rins. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal. Sua concentraç pode variar com a dieta, hidrataç funç o renal. M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). - JO 8h.

Valor de Refer ncia - Urina 12h: 5 a 17,5 g/12h Valor de Refer ncia - Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m - *Urina 12h - *Urina de 24h. - Urina 24h, Adultos: questionar volume inferior a 500 mL. -N recisa conservante. Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353
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Ur ia, clearence
Coment rios: Este teste, devido as variaç s de dieta, filtraç , reabsorç renal e síntese hep tica, uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular, sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. Condi o: 1,0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. - Adultos, Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. - JO 4h. -N recisa conservante. Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta, peso e altura do cliente. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. Cerca de 90% da droga se liga à albumina, com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . Seu metabolism hep tico (95%), sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. O metabolismo da dro tico, dependente da idade, apresentando grandes variaç s individuais. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. M todo: FPIA - Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C.

Bromazepam
Coment rios: O bromazepam (Lexotan®, Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç , estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico, sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 0,08 a 0,2 µg/mL Condi o: 2,0 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Carbamazepina
Coment rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. O pico plasm tico ocorre em 6 horas, estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico, podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas, bem como dela própria. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. Drogas como fenitoína, fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico, cimetidina, eritromicina, isoniazida, fluoxetina, propoxifeno, verapamil. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina. M todo: FPIA - Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Ciclosporina
Coment rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. É um polipeptídeo cíclico, derivado de um fungo, o Tolycapocladium inflatum. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral, com meia vida de 8 a 24h, sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal, que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica, e cai 2 a 14 dias após sua reduç . Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides, cimetidina, ranitidina, danazol, diltiazem, testosterona, anfotericina B, eritromicina, nicarpidina, cetoconazol, anti-concepcionais, furosemida, amiodarona, warfarin, metoclopramida, etanol. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital, carbamazepina, cido valpróico, fenitoína, primidona, rifampicina, isoniazida, sulfametoxazol, trimetoprim. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (EDTA). - Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Clobazam
Coment rios: O clobazam (Frisium®, Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Sua meia vi de 10 a 30h. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina, fenitoína, fenobarbital cido valpróico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). - JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose; quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a - 10o C.

Clonazepam
Coment rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Tam m utilizado como anticonvulsivante. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o, com meia vida de 20 a 40h. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas, sendo seu metabolism tico. Essa dr o tem efeito indutor enzim tico. Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose; quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Diazepam
Coment rios: O diazepam (Diempax®, Valium®, Diazepam®) m benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral, com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas. Entretanto, a meia vida no sistema nervoso central mais curta. Seu metabolism tico, n o tendo efeito indutor enzim tico. O tabagismo, fenitoína, fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. Anticoncepcionais orais, cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 100 a 1.000 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose, quanto tempo usa a medicaç peso. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

Coment rios: A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®, Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). O metabolism hep tico, sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido, o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. Gravidez, doenças virais, dieta por sonda ent rica, etilismo e algumas drogas (carbamazepina, cido fólico, oxacilina, nitrofurantoína, cimetidina, warfarin, cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina, etanol, fenilbutazona, ibuprofen, amiodarona, imipramina, miconazol, metronidazol, nifedipina, isoniazida e trimetoprim. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico, carbamazepina, primidona, corticóides, clorafenicol, doxiciclina, lamo trigina, warfarin e ciclosporina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Digoxina
Coment rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento, sendo til para se prevenir toxicidade. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h, se funç renal normal. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia, hipomagnesemia, alcalose, hipercalcemia, hipóxia, e infarto agudo do mioc rdio. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina, determinando níveis falsamente elevados. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal, insufici ci tica, gravidez e em crianças. Quinidina, verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida, colestiramina, anti cidos, laxativos e fenitoína. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina, diltiazem, eritromicina, itraconazol, espironolactona. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0,8 a 2,0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2,5 ng/mL (3,2 nmol/L) Crianças acima 3,0 ng/mL (3,8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3,0 ng/mL Obs.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. Em períodos mais curtos, valores superiores a 2,5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso, dosagem, dia e hor ltima dose. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Fenobarbital
Coment rios: O fenobarbital (Edhanol®, Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos, sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. Possui metabolism tico, sendo um indutor enzim tico potente. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos, clorafenicol, acetazolamida, fenitoína, piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico, fenitoína furosemida, nas hepatopatias, na insufici ncia renal. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína, teofilina, ciclosporina, cimetidina, warfarin, anticoncepcional oral, cimetidina, vitamina D, cido valpróico, carbamazepina e oxcarbazepina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Interferentes: cido valpróico, Salicilatos. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Fluoxetina
Coment rios: A fluoxetina (Daforin®, Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. Possui meia vida de 2 a 3 dias, estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

Gabapentina
Coment rios: A gabapentina (Neurotin®, Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. Sua absorç influenciada pela alimentaç , estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina, apresentando meia vida de 5 a 7 horas. Anti cidos podem diminuir sua absorç . Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. Pode considerar de forma orientativa, níveis de 3,0 a 4,0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300,0 a 400,0 mg. Condi o: 1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

Lamotrigina
Coment rios: A Lamotrigina (Lamictal®, Neurium®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o, com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças). Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina, fenobarbital). Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.
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Lítio
Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®, Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta), com meia vida de 18 a 24 horas . Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. Depuraç droga aumenta na gravidez, reposiç o de sódio, e no uso de acetazolamida, teofilina e cafeína. Níveis aumentam na insufici cia renal, desidrataç o, hiponatremia, uso de diur ticos, inibidores da ECA, haloperidol, clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. Níveis acima de 1,5 mEq/l s o considerados tóxicos. Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0,6 a 1,2 mEq/L Condi o: 1,0 mL de Soro. JO 12h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Estabilidade 2 dias.

N-Desmetildiazepam
Coment rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®, Valium®, Diazepam®), benzodiazepínico usado como hipnótico, ansiolítico e miorelaxante. Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada. Veja tam m Diazepam. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 120 a 1.000 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Nitrazepam
Coment rios: O Nitrazepam (Nitrapan®, Nitrazepol®, Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia, de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a - 10o C.

Oxazepam
Coment rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos, ansiolíticos e anticonvulsivantes. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç . Possui meia vida de 4 a 12 horas, estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 200 a 1.400 ng/mL Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose; quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a - 10o C.

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Oxcarbazepina
Coment rios: A Oxcarbazepina (Auran®, Trileptal®), um derivado da carbamazepina, m anticonvulsivante. Apresenta meia vida de 2h, sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso, estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta eliminaç rincipalmente renal. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital, fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina,. A carbamazepina, fenobarbital, fenitoína, cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1,0 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dia e hor ltima dose. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante, antes da administraç o de oxcarbazepina, os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C.O.M. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

Primidona
Coment rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. Seu metabolismo p tico, sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital, que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona. Após absorç , seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. Apresenta meia vida de 4 a 12h, estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas. A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 .5, podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 5,0 a 15,0 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Interferentes: Isoniazidas, cido Valpróico e Fenitoinas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a - 10o C.

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Teofilina
Coment rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína, sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais; 2 a 9 horas em crianças; 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca; 29 horas na cirros tica. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta), ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas), ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia. Cimetidina, alopurinol, eritromicina, propranolol, vacina anti-gripal, ciprofloxacin, amiodarona, anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo, fenobarbital, Cannabis sativa, rifampicina, carbamazepina e fenitoína. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. JO 8h, de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Obs.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. Interferentes: Eritromicina, Fenobarbital, Fumo e Cimetidina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a - 10o C.

Tricíclicos, Anti-Depressivos
Coment rios: A amitriptilina (Tryptanol®, Limbitrol®), clomipramina (Anafranil®), imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade, uma vez que apresentam janela terap tica estreita. Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior, 20 a 90 horas. A nortriptilina, principal metabólito da amitriptilina, possui meia vida de 20 a 60 horas. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona, neurol pticos, cimetidina e anticoncepcional oral. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento. M todo: FPIA - Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0,3 mL de Soro. JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso, dia e hor ltima dose. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C.
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Vigabatrina
Coment rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA). Apresenta meia vida de 5 a 8 horas, sendo excretada principalmente pela urina. A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 8h, de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Acetilcolina, anticorpo anti-receptor
Coment rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular, das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0,2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0,5 nmoL/L Condi o: 0,2 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. At meses entre - 5 o a - 25o C.

cido Fólico

Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos cidos nucleicos. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0,9 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HEM CIAS

Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas, componentes dos cidos nucleicos. A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas, na maioria dos alcoólatras crônicos, nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias, indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico, ou uma defici cia de vitamina B12, que necess ria para a penetraç o tissular do Folato. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato, pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5,0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). - Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

ACTH 

Coment rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria), Doença de Addison, em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0,7 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. A centrífuga deve ser refrigerada. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Coment rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio, dieta pobre em sódio, gravidez, Síndrome de Bartter. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita, defici ncia de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico.

SANGUE

M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5,0 a 30,0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13,0 a 50,0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4,0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30,0 a 130,0 ng/dL Dieta Normossódica 4,0 a 19,0 ng/dL Deitado (Repouso) 3,0 a 10,0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6.5 a 90,0 ng/dL Condi o: 1,0 mL Soro. JD 4h. Informaç es nece rias: - Informar tipo de dieta: normossódica, hipo ssódica ou hiperssódica. - Dieta C.O.M. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

URINA

M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4,0 a 20,0 µg/24h Dieta Hipossódica 10,0 a 40,0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0,5 a 4,0 µg/24h Condi o: Urina 24h. - Dieta C.O.M. - Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M - Refrigerar. Informaç es nece rias: - Informar tipo de dieta: normossódica, hipossódica ou hiperssódica. - Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de coleta: Urina 24h veja . 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses.

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3 Alfa Androstanediol Glicuronide
Coment rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso). É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0,5 a 5,0 ng/mL Menopausa 0,1 a 6,0 ng/mL Homem 3,4 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,4 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Alfa Fetoproteína
Coment rios: A alfa feto proteína ma importante proteína do plasma fetal. Níveis muito baixos s normais em adultos ( o gr vidas). Est mentado no carcinoma hepatocelular, carcinoma embri rio, teratocarcinoma, coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. Alfa feto proteína elevada no soro materno, colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida). M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida, informar tempo de gestaç . Valor de Refer ncia: at ,1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo:

Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30

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ng/mL 42,35 a 145,20 47,19 a 163,35 53,24 a 185,13 58,08 a 205,10 71,39 a 232,32 78,65 a 257,73 84,70 a 284,35 96,80 a 313,39

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Valor de Refer ncia - Líquor - Líq. Ascítico - Líq. Pleural: < que 1,81 ng/mL Condi o: 0,5 mL Líquor - Líq. Amniótico - Líq. Ascítico - Líq. Pleural. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

AMP Cíclico
Coment rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH. Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio. Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH. Nos pseudo-hipoparatireoidismo, aver incremento dos níveis de AMPc, a despeito de níveis elevados de PTH. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1,5 a 6,0 nmoL/mg creatinina Obs.: No sangue o tem valor clínico. Condi o: Urina 24h ou C.O.M. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instru o de coleta .353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses.

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Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30

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ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815

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Coment rios: A androstenedi m hormônio esteróide andr nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, Hiperplasia Adrenal Co ita, Síndrome dos Ov rios Policísticos, Hirsutismo Idiop tico. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0,2 a 0,5 ng/mL Homem 0,4 a 2,0 ng/mL Mulher 0,4 a 3,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Beta 2 Microglobulina
Coment rios: A Beta-2-Microglobuli ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as c lulas nucleadas. Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas.

SANGUE

M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2,6 µg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

URINA – FLUIDOS CORPORAIS

M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia - Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia - Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia - Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h - Urina C.O.M. Fluidos corporais. -N recisa conservante. Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Ajustar pH 7 com NaOH1m. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at meses.
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Big Prolactina
Coment rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica, que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular. Monômero de prolactina: 23 -kDa. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1,0 mL de Soro. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar somente se controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Calcitonina
Coment rios: A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. Sua secreç estimulada pelo c lcio. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide, em alguns pacientes com câncer de pulm o, mama ou pâncreas, nas pancreatites, tireoidites, fal cia renal, Síndrome de Zollinger -Ellison, anemia perniciosa, gestaç rec m -natos. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL - Resultados > 50 pg/mL, o concordantes com a clínica, dever ser colhida nova amostra. - Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina. CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. - Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. Condi o: 0,8 mL de Soro. - JD 4h. - Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Cortisol
Coment rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH). Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia, hora d ltima dose e hor rio da coleta. Se mulher, informar uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Cortisol Livre
Coment rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5,0 mL de Urina 24h. Informaç es nece rias: - Informar medicamentos em uso. - Ingest o normal de líquidos, sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). - Sendo di tico, controlar rigorosamente a dieta e medicamentos, para diminuir a ingest de líquidos. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar.

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Coment rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona. Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais, doen ça de Cushing, hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0,5 a 6,0 ng/mL Criança 0,5 a 3,5 ng/mL Gravidez 0,5 a 13,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios. É um marcador da funç adrenal cortical. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita, carcinoma adrenal, tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol. Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase, por defici ncia c nita, pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8,0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase), principalmente nas formas tardias do adulto, nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH. Condi o: 0,2 mL Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo, Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. Nascido < que 0,60 < que 0,15 ng/mL at 3 anos < que 0,35 < que 0,20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0,65 < que 0,20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0,70 < que 0,20 ng/mL Adulto 0,25 a 0,80 0,05 a 0,35 ng/mL Condi o: 1,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Eritropoietina
Coment rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular, anemias crônicas (insufici ncia renal, pós -quimioterapia, AIDS). Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria.. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica, shunts veno/arteriais, algumas doenças pulmonares hipox micas, em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing, estenose de art ria renal, cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo, feocromocitoma, hepatoma, nefroblastoma, leiomiomas e adenocarcinoma renal). Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias, uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2,6 a 34,0 mU/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais, testículos e pela convers perif rica da testosterona. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos, tumores femininizantes adrenais, puberdade precoce feminina, doenç tica e ginecomastia masculina. Em mulheres menopausadas a estrona, mais do que o estradiol, strog nio circulante predominante. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios, sugere-se seu controle em um ico laboratório. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
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Coment rios: É o estrógeno mais importante da gravidez , representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. É sintetizado na placenta. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez, nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional, gestaç molar, anormalidades fetais cromossômicas, perda fetal, defici cia de sulfatase placent ria, aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. Valores isolados s ifícil interpretaç , sendo mais importante as medidas seriadas. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes, em penicilinoterapia, uso de corticoesteróides, diur ticos, estrógenos entre outros. Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina. M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida, informar tempo de gestaç . Valor de Refer ncia: ,0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at ,0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez:

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Condi o: 1a Urina da m . Urina 24h*. - N precisa conservante. - Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 353

o gr vida: at ,0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50

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Coment rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. É o principal estr io circulante após a menopausa. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato. A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o, avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial), diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C.

Ferritina
Coment rios: O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. Na presença de doença h tica, em estados inflamatórios como artrite reumatóide, doenças malignas ou terapia com ferro, a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica. Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias. A ferritin um reagente de fase aguda. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher - pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher - pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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GAD, anticorpos anti
Coment rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1, incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1,0 U/mL Condi o: 0,2 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Gastrina
Coment rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G, distribuídas em todo o tubo digestivo. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma), onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1.000 pg/ml. Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica, anemia perniciosa, na dispepsia, na lcera strica e duodenal, no carcinom strico, na insufici ncia renal crônica e após vagotomia. Por m, nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia, em pacientes com lcer tica, m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JO 10h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol, Lansoprazol, Gastrium, Lozec, Peprazol, Victrix, dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C.O.M. para realizaç xame. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HCG, Beta
Coment rios: O HCG ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . Deve -se ter em mente, no entanto, que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara, mas possível dos anticorpos heterofílicos. Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez, tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas. Est mentado na gravidez, coriocarcinoma, mola hidatiforme, e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando?

QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE

QUIMIOLUMINESC NCIA – L QUOR
Valor de Refer ncia: ≤ 1,5 mUI/mL Condi o: 0,5 mL Líquor. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNO ENZIM TICO – URINA

Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas. Est mentado na gravidez, coriocarcinoma, mola hidatiforme, e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. M todo: Imunoensaio - Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. N o havendo correlaç o clínica, sugere-se HCG no sangue (soro). Condi o: 1a Urina da m - Urina após 4 horas sem urinar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez:

de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL, atenç o especial para sua evoluç . Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: A secreç HGH ls til, ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens. Nos adultos, estes picos s raros. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress, exercício físico e sono. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura, bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. É secretado de maneira puls til, menos evidente que o LH. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida, decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares, nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH, na qual os valores de LH se eleva. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3,0 U/L Pr -Puberal < que 5,0 U/L Adultos - Mulher - Fase Folicular 2,4 a 9,3 U/L - Fase Ovulatória 3,9 a 13,3 U/L - Fase Luteínica 0,3 a 8,0 U/L - Menopausa > do que 20,0 U/L Adultos - Homem 0,2 a 10,5 U/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nec rias: - Informar medicamentos em uso ou recente. Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais, nos ov rios e nos testículos. No sexo feminino, seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . Se for dosado de maneira seriada, pode determinar a data da ovulaç o. É secretado de maneira puls til, o que parece ser fundamental para a sua aç . Eleva -se nas patologias primariamente gonadais, mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal, valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0,20 U/L Pr -Puberal 0,02 a 3,0 U/L Adultos - Mulher - Fase Folicular 1,6 a 9,3 U/L - Fase Ovulatória 13,8 a 71,8 U/L - Fase Luteínica 0,2 a 12,8 U/L - Menopausa > do que 15,0 U/L Adultos - Homem 0,2 a 10,0 U/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos - feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

IA2, anti
Coment rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0,2 mL de Soro. - JD 4h. Valor de Refer ncia: < 0,50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O IGFm peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade), hipopituitarismo, desnutriç o, diabetes mell itus, hipotireoidismo, síndrome de privaç materna, atraso puberal, cirrose, hepatoma, nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes, no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. Valores altos ocorrem na adolesc cia, puberdade precoce verdadeira, gestaç , obesidade, gigantismo e acromegalia, retinopatia di tica. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23,9 a 392,0 20,0 a 484,0 8a9 81,4 a 290,0 22,1 a 383,0 9 a 10 72,0 a 526,0 30,0 a 428,0 10 a 11 30,0 a 289,0 108,0 a 648,0 11 a 12 29,0 a 466,0 97,0 a 699,0 12 a 13 55,0 a 570,0 163,0 a 991,0 13 a 14 71,0 a 972,0 203,0 a 831,0 14 a 15 153,0 a 995,0 288,0 a 756,0 15 a 16 358,0 a 870,0 261,0 a 752,0 16 a 18 239,0 a 630,0 236,0 a 624,0 18 a 20 197,0 a 956,0 193,0 a 575,0 20 a 23 215,0 a 628,0 110,0 a 521,0 23 a 25 169,0 a 591,0 129,0 a 480,0 25 a 30 119,0 a 476,0 96,0 a 502,0 30 a 40 100,0 a 494,0 130,0 a 354,0 Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3,7 a 100,0 1a2 6,1 a 131,0 2a3 24,3 a 152,0 3a4 44,0 a 117,0 4a5 30,0 a 150,0 5a6 33,0 a 276,0 6a7 43,0 a 373,0 30 a 40 100,0 a 494,0 40 a 50 101,0 a 303,0 50 a 70 78,0 a 258,0 Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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IGFBP-3
Coment rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina, com potentes aç s anabólicas e mit nicas. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs), uma categoria composta agora por 10 membros. De todas as IGFBPs, a IGFBPmais estudada, sendo a mais abundante na circulaç , e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue. Originalmente, acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs, modulando sua biodisponibilidade para seus receptores. Recentemente, entretanto, atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico, inibindo a proliferaç celular). Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1,3 a 6,4 2,1 a 6,5 8a9 2,3 a 5,1 2,6 a 5,5 9 a 10 2,2 a 5,2 2,9 a 7,7 10 a 11 1,8 a 7,1 2,7 a 7,2 11 a 12 2,0 a 5,5 2,3 a 7,7 12 a 13 1,8 a 7,0 1,8 a 8,4 13 a 14 2,4 a 7,3 2,0 a 7,1 14 a 15 1,7 a 6,9 2,6 a 7,3 15 a 16 2,1 a 7,2 2,4 a 6,0 16 a 18 2,6 a 7,3 2,0 a 6,5 18 a 20 2,7 a 7,3 2,3 a 7,5 20 a 23 2,9 a 7,4 2,8 a 7,4 23 a 25 2,3 a 5,5 2,9 a 7,0 25 a 30 2,3 a 6,7 2,1 a 7,6 30 a 40 1,7 a 5,6 2,3 a 7,3 Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1,0 a 3,1 1a2 1,1 a 3,6 2a3 1,2 a 4,0 3a4 1,4 a 4,3 4a5 1,6 a 3,2 5a6 2,0 a 4,2 6a7 2,0 a 4,2 30 a 40 1,7 a 7,3 40 a 50 2,1 a 4,3 50 a 70 2,0 a 4,0 Condi o: 0,3 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Insulina
Coment rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma, a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia. Diversas formas de resist ncia à insulina, por diferentes mecanismos, v m sendo descritas. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade, que apresenta níveis de insulina elevados, com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Nesses casos, ocorre elevaç insulinemia, frente a níveis normais ou elevados da glicemia. Veja tam m Resist ncia à Insulina. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2,5 a 20,0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0,30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Insulina, anticorpos anti
Coment rios: Essencialmente, todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. Entretanto, resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0,01%) nos pacientes tratados. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG, mas poucos s IgE. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total; proporcional ao T4 livre. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada. Recentemente, os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído. T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1,40 a 3,80 Veja: p g.138 e T4 Total p g.140 T3 Retenç

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Indice de Tiroxina Livre

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Leptina
Coment rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994. Em humanos produzida no tecido adiposo. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos. Mutaç s no gene da leptina, produzindo defici cia de leptina, conduz a quadros raros de obesidade extrema. Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2,0 a 17,0 ng/mL Obesa: 7,0 a 59,0 ng/mL Homem N so: 1,0 a 11,0 ng/mL Obeso: 4,0 a 35,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

17 OH Pregnenolona
Coment rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3β-OH esteróide desidrogenase. É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente. M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher - Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL - Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL - Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL - Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Condi o: 2,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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17 OH Progesterona
Coment rios: A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

Osteocalcina
Coment rios: A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

Peptídeo C
Coment rios: O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona
Coment rios: A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Pro-Insulina
Coment rios: Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina
Coment rios: Prolacti m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O antígeno prost tico específic ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

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Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Renina
Coment rios: A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Risco Fetal
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua... Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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T3 Livre
Coment rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas; somente 0,3% existe na forma livre, ligada. A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3, o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. Encontra -se aumentado na Doença de Graves, na tireotoxicose por T3, na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano, adenoma produtor de T3. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0,30 a 0,51 ng/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para e magrecer e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). Recentemente, os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: 3,3´5´-Triiodotironina (T3 reverso, rT3) , juntamente com o 3,5,3´-Triiodotironina (T3), um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). Ao contr rio do T3, ent retanto, o rT metabolicamente inerte. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente, no rec mnato, na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0,09 a 0,35 ng/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

T3 Total
Coment rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas. Apresenta-se elevado na Doença de Graves, T3 toxicose, nos casos de hipertireoidismo TSH dependente , aumento de TBG, gravidez. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana, hipotireoidismo e reduç s da TBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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T4 Livre
Coment rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. Estas incluem a TBG, globulina, pr -albumina e albumina. Somente 0,03% de T4 est livre. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina, fator reumatóide ou tratamento com heparina. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç , doenças tireoidianas, anticonvulsivantes e algumas outras drogas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0,75 a 1,80 ng/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

T4 Total
Coment rios: Tiroxina (T4, tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG, transtiretina e albumina. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0,03%). A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo, disalbuminemia familiar, aumento da TBG, aumento da transtiretina (TBPA). Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo, no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11,8 a 23,2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8,0 a 16,0 µg/dL 1 a 5 anos 7,3 a 15,0 µg/dL 6 a 10 anos 6,4 a 13,3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5,0 a 12,0 µg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. Al m disso, a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos), na gravidez e tamb m por causas heredit rias, o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4, com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio, às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13,6 a 27,2 mg/L Condi o: 0,5 mL Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Testosterona
Coment rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase, enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que, por sua vez, depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina), resist cia andr ica, testotoxicose, hiperplasia adrenal co ita, Síndrome dos Ov rios Policísticos, tumores ovarianos, tumores adrenais. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino), defici cia de gonadotropina, defeitos testiculares e doenças sist micas. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia e hor ltima dose. Se mulher, informar uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Testosterona Livre
Coment rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase, enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que, por sua vez, depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina), resist cia andr ica, testotoxicose, hiperplasia adrenal cong ita, Síndrome dos Ov rios Policísticos, tumores ovarianos, tumores adrenais. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino), defici cia de gonadotropina, defeitos testiculares e doenças sist micas. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0,2 a 5,5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0,4 a 3,6 pg/mL Fase luteínica: 0,5 a 3,8 pg/mL 11 a 14 anos: 0,3 a 25,0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0,3 a 2,9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0,3 a 2,5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes), dia e hor ltima dose. Se mulher, informar uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Tireoglobulina, Anticorpos Anti
Coment rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens , doença de Graves. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. Eles finem o status da funç o tireoidiana. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. Conseq üentemente, o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide, estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites), carcinomas da tireóide (papilífero, folicular e misto), hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide, como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç , que j ra executado, por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves, Dist rbio de síntese e Tireoidite, podem elevar os níveis de TG. Condi o: 1,0 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: A peroxidase tireoidiana (TPO), uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano, ra conhecida como o principal antígeno microssomal. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias, podem apresentar anti -TPO positivo, por m em níveis limiares. Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Se mulher, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves, uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. Assim, aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m, em alguns casos de tireoidite de Hashimoto, tireoidite subaguda, tireoidite silenciosa, e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves, devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente, inclusive fórmulas para emagrecer e, se mulhe r, informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

TSH ultra sensível
Coment rios: A medida s rica do TSH m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. A secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes. Assim, em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto, ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio, hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0,3 a 5,0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal, aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). Condi o: 0,9 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: at ias vide TSH neonatal p g. 311. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Anticorpo Inibidor da Lig

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Vitamina B12
Coment rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese, na funç ural, no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. Apresenta -se diminuído, na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica, resultando em anemia perniciosa), nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado, doença celíaca e espru tropical), no alcoolismo, na defici cia de ferro e folato, no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 200 a 950 pg/mL Faixa de D vida (Cinza) 120 a 200 pg/mL Condi o: 0,8 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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O Dr. V ICTOR C. PARDINI o respon vel pelo Departamento de Gen tica, com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S o Paulo/Escola Paulista de Medicina, uma das mais renomadas universidades do país. O Dr. Victor C. Pardini, endocrinologista com form o em gen tica, possui cursos no “Hôpital Saint-Louis”, “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am rica, como o Laboratório de Identificaç o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas, em Fort Worth, EUA, coordenado pelo Dr. Arthur Eisenberg.

Acondroplasia, Estudo Gen tico
Coment rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

An lise de Alimentos Transg nicos
Coment rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s, farelos e produtos prim rios de soja e milho. M todo: PCR Condi o: Gr os, farelos e produtos prim rios. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica.

Apolipoproteína E, Estudo Gen tico
Coment rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. Este exam indicado para casos em q suspeita clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

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Ataxias, Painel
Coment rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas, caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria. Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1, SCA2, SCA3, SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

Cariótipo com Banda G
Coment rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como, por exemplo, Síndrome de Down, Síndrome de Turner, Síndrome de Klinefelter, dentre outras. Est m exame constitucional, l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. - Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0,1 mL de Liquemine (enviar a seringa). Adulto: 3 a 7 mL. Criança: 2 a 4 mL. - O tubo deve ser est ril. O material n ser ceito em tubo tampa amarela. - Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico, perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. - Informar dia, hora da coleta e idade do paciente. - Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem).

FETAL

Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. - Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento.

Coment rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como, por exemplo, Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi, Síndrome de Digeorge, Síndrome de Beckwith-Wiedemann. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. - Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0,1 mL de Liquemine (enviar a seringa). Adulto: 3 a 7 mL. Criança: 2 a 4 mL . - O tubo deve ser est ril. O material ser ceito em tubo tampa amarela. - Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico, perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. - Informar dia, hora da coleta e idade do paciente. - Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. Conservaç o para envio: Após colher, enviar em at 4 horas refrigerado. N congelar.
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M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório), colhida pelo m ico, entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório, caso contr rio poder ver perda do material. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura.

Cariótipo de Medula
Coment rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias, bem como em outras desordens hematológicas malignas. M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2,0 a 5,0 mL de aspirado de medula colhido com 0,1 a 3,0 mL de heparina sódica. - O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. - Informar hipótese diagnóstica. - Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente. N resfriar. N congelar.

Cariótipo p/ pesquisa de X -Fr gil
Coment rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il, tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell, uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. - Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0,1 mL de Liquemine (enviar a seringa). Adulto 3 a 7 mL, criança 2 a 4 mL. - O tubo deve ser est ril. O material ser ceito em tubo de tampa amarela. - Informar medicamentos em uso. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas, se estiver em uso. Laboratórios: Informar dia, hora da coleta e idade do paciente. Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.

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Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas
Coment rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea, nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. N congelar.

Cromossomo Y, estudo gen tico das microdeleç es
Coment rios: Estas microdeleç s, localizadas no braço longo do cromossomo Y, detectadas neste estudo, est o associadas aos casos de infertilidade masculina. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). 1,0 mL de Esperma . Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. N o congelar.

Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner, pesquisa
Coment rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma, o que justifica a importância deste diagnóstico. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Condi o: 2,0 mL de Sangue Total (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Distrofia de Becker e Duchenne, Diagnóstico
Coment rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina, sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) - Realizado somente em pacientes do sexo masculino. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente.
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Doença de Gaucher, diagnóstico
Coment rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose), causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S, L444P, R463C) que causam a doença de Gaucher. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. N o congelar.

Doença de Huntington, diagnóstico molecular
Coment rios: A doença de Huntingt m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. Este estudo detecta a expans de trinucleotídeos na regi ica. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. N o congelar.

Estudo Gen tico Fetal
Coment rios: Este est realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto , permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21, 18, 16, 13, X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. - Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica, principalmente em estudos de alteraç es estruturais. - Al m do cromossomo 21, X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13, 16 e 18. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. Material enviado em formol pode destruir o DNA, n ser ceito.

Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1
Coment rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4, o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado.

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Estudo Gen tico das Trombofilias
Coment rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa, j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA

Fator V de Leiden
M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2,0 mL de Sangue (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Veja Estudo G tico das Trombofilias.

Fibrose Cística
Coment rios: Estudo indicado para: - Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. - Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC. - Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. - Diagnóstico pr -natal. - Doadores de esperma e óv ulos. M todo: PCR Alelo - Específico Fluorescente - Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. As mutaç s estudadas s : Delta F508 - R553X - G542X - N1303K - Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística. Condi o: 2,0 mL de Sangue (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç conservante fornecida pelo laboratório.

Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase
M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2,0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Veja Estudo G tico das Trombofilias.
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Gene da Protrombina
M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2,0 mL de Sangue (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Estudo G

Haplotipagem de HLA DR e DQ
Coment rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes, artrite reumatóide, etc. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado.

Hemocromatose, PCR
Coment rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose, suspeita após avaliaç clínica, pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina, avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal. M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. Condi o: 2,0 mL de Sangue Total (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Coment rios: Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç , dentre os indivíduos com a variante A, que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

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Coment rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina, um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente.

Coment rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

TRIO: Suposto Pai, M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo. Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante forn ecida pelo laboratório.

Quebras Cromossômicas, pesquisa
Coment rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi, discriminando -a da anemia apl stica idi tica. A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico, como tamb m para a detecç heterozigotos. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. - Informar medicamentos em uso. - O tubo deve ser est ril. - Informar dia, hora da coleta e idade do paciente. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.

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Sexo Gen tico
Coment rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2,0 mL de Sangue (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

Síndrome de Gilbert, diagnóstico gen tico
Coment rios: Este est indicado para afastar hipótese de doenças ticas, visto ser a Síndrome de Gilbert caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. N congelar.

Síndrome de Willians, diagnóstico molecular
Coment rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina, o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais, retardo mental, estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. - Exame realizado em m , pai e filho. - Enviar informaç es clínicas. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

SRY, Estudo por PCR
Coment rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Condi o: 2,0 mL de Sangue Total (EDTA). 2,0 mL de Saliva (swab bucal). Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal, soluç o conservante fornecida pelo laboratório.

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Surdez Cong nita, diagnóstico molecular
Coment rios: O gene da conexi rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. Este e studo detecta a mutaç l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

Coment rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia), caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3,0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. N o congelar.

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Coment rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria, principalmente nas desordens c itas. Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica, atrav s do agregômetro de plaquetas. Valor de Refer ncia: Adrenalina 40 a 80% ADP 60 a 80% Ristocetina 70 a 90% Col 60 a 80% Agregaç spontânea ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA). - JO 8h. Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) - material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta. Informaç es nece rias: - Informar medicamentos em uso. - Fazer levantamento histórico de sangramento, aparecimento de manchas roxas, pet ias, medica mentos em uso, doenças de coagulaç família. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.

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Anticoagulante Lúpico
Coment rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune, sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico. Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente, acidente vascular cerebral, abortos de repetiç . M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia: < 1,15 negativo 1,15 a 1,20 duvidoso > 1,20 positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel - Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2,0 mL de Plasma em citrato. - JD 4h. Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente. Laboratórios (outras regi es): Neste caso, ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel. - Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. - O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç tro exame, colher tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. - Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). - Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. - Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. - Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3 repetir o processo. - Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. - Enviar material congelado, em gelo seco de prefer ncia. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C. Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada.

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C lulas de Downey, pesquisa
Coment rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa, em infecç s viróticas e outras. Variam bastante em tamanho e apa r cia, sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar). Veja tamb m: Leucogram .169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados).

C lulas LE, pesquisa
Coment rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo, monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. Por m, a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo, sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias, uso de corticóides, etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas, artrite reumatóide, glomerulonefrites, etc. Veja tam m FAN. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7,0 mL de Sangue Total sem anticoagulante. 3,0 mL Liquor - Liq. Sinovial - Liq. Pleural - Líq. Ascítico - Lavado bronco alveolar. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. N congelar. Refrigerar. Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente. At 4 horas a 37o C.

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Citometria e Citologia (Líquidos corporais)
Coment rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico, monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos, infla matórios, hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades. É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos, locais ou sist micos, bacterianos, viróticos ou f icos. O aumento de celularidade e suas particularidades, com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias, aliadas às determinaç s bioquímicas, exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites, pneumonias, artrites e peritonites. M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia - Coloraç - May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor Cor incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Aspecto límpido, cristalino, transparente, rocha Leucometria at c lulas/mm3 Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas: Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. Sinovial Cor amarelo palha Aspecto transparente, límpido Viscosidade elevada Co lo de mucina grumo firme em líquido claro Leucometria 0 a 200/mm 3 Neutrófilos 0 a 25% Líq. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica, xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica. Líq. Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico. Lavado broncoalveolar Cor incolor Aspecto claro, límpido Celularidade 200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia Macrófagos alve olares: 80 a 89 % Linfócitos: 8 a 18% Neutrófilos: < 3% Eosinófilos: < 1% Outras c lulas: 0 % Condi o: 1,0 mL Líq.Ascítico - Líq.Pleural - Líquor (EDTA) - Líq.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). 5,0 mL Lavado broncoalveolar. Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta. N o congelar. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.

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Corpos de Heinz, pesquisa
Coment rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias, na defici ncia de G6PD, nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis, na talassemia maior, nas intoxicaç s por drogas, esplenectomizados e outros. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 O e 8O C.

Eletroforese de Hemoglobina
AN LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC
Coment rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S, C, D, E, O, I , J, Lepore e H. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal, β-Talassemia, α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas. A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. M todo: Agar Citrato pH 6,2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA).

pH ALCALINO (HPLC)

M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Hemoglobina A1 94,3 a 96,5% Hemoglobina A2 2,5 a 3,7% Hemoglobina Fetal at ,0 % Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA).

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Eosinófilos
Coment rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias. O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. Nas fezes, s ndantes na disenteria amebiana, na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. No líquor, embor patognomônico, constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose, equinococose). M todo: Coloraç May -Grunwald - Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes - Urina - Escarro - Secreç Nasal - Lavado Brônquico - Líquor - Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente, sem corar, mantidas secas, longe de calor e umidade. Após corar, at 15 dias em temperatura ambiente. Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. Urina - Fezes - Escarro: at horas após colhida.

Eritrograma
HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM - CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . 166 Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). - JD 4H. Laboratórios: Enviar, al m do Sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At 6 horas, entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo, sem corar e junto com o sangue).

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Fibrinog nio
Coment rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria, coagulaç o intravascular disseminada, fibrinólise e doenç tica. Est levados em estados inflamatórios agudos, gravidez, uso de contraceptivos orais, estrógenos e andrógenos. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: Adultos 200 a 450 mg/dL Crianças 150 a 300 mg/dL Condi o: 1,0 mL de Plasma (Citrato). - JD 4h. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At dias congelado (m ximo - 4 o C)

Fil ria, pesquisa
Coment rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti. Veja tam m Filariose. M todo: Esfregaço em Lâmina - Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos. - Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas. Laboratórios: N o Refrigerar. Enviar o mais r ido possível. Conservaç o de envio: Lâminas, at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). Sangue, at ras em temperatura ambiente.

Coment rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre na esferocitose heredit ria. A diminuiç fragilidade osmótica ocorre nas hipocromias, qua m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas), nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0,50% de NaCL 0,70% de NaCL 50% 0,40 a 0,45% de NaCL 0,45% a 0,59% de NaCL Final 0,30% de NaCL 0,20% de NaCL Condi o: 5,0 mL de Sangue Total Heparinizado. - JO 8h. - N realizamos aos s s e v spera de feriados. Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Fragilidade Osmótica das Hem 
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Hemoglobinas
HEMOGLOBINA
Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma .166 Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). - JD 4H. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

HEMOGLOBINA A2

Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. A Beta Talassemi ça heredit ria, freqüente com apresentaç s clínicas variadas, que mostram níveis elevados da HbA2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 2,5 a 3,7% Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At dias entre 2o e 8o C.

HEMOGLOBINA FETAL

Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor, intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF. Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria, anemia falciforme, leucemias agudas e crônicas, etc. M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Singer at ,0% Betke at ,0% HPLC at ,0 % Obs.: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s. Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

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HEMOGLOBINA H - PESQUISA

Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H. Condi o: 1,0 mL de Sangue Total em EDTA. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

HEMOGLOBINA S, TESTE DE SOLUBILIDADE

Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,5 mL de Sangue Total (EDTA, Heparina ou Citrato). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

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Hemograma
Coment rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias, neoplasias hematológicas, reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas, acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma, tamanho, cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas, parasitoses, inflamaç s, intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo, laser, absorç spectrofom trica, dispers óptica/fluoresc ncia e impedância. Valor de Refer ncia:
Faixa Et ria RN (cord ) 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1m s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos - mulher homem Adulto - mulher homem Faixa Et ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3,9 a 5,5 4,0 a 6,6 3,9 a 6,3 3,6 a 6,2 3,0 a 5,4 2,7 a 4,9 3,1 a 4,5 3,7 a 5,3 3,9 a 5,3 4,0 a 5,2 4,1 a 5,1 4,5 a 5,3 4,0 a 5,2 4,5 a 5,9 HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13,5 a 19,5 42,0 a 60,0 98,0 a 118,0 31,0 a 37,0 14,5 a 22,5 45,0 a 67,0 95,0 a 121,0 31,0 a 37,0 13,5 a 21,5 42,0 a 66,0 88,0 a 126,0 28,0 a 40,0 12,5 a 20,5 39,0 a 62,0 86,0 a 124,0 28,0 a 40,0 10,0 a 18,0 31.0 a 55,0 85,0 a 123,0 28,0 a 40,0 9,0 a 14,0 28,0 a 42,0 77,0 a 115,0 26,0 a 34,0 9,5 a 13,5 29,0 a 41,0 74,0 a 108,0 25,0 a 35,0 10,5 a 13,5 33,0 a 39,0 70,0 a 86,0 23,0 a 31,0 11,5 a 13,5 34,0 a 40,0 75,0 a 87,0 24,0 a 30,0 11,5 a 15,5 35,0 a 45,0 77,0 a 95,0 25,0 a 33,0 12,0 a 16,0 36,0 a 46,0 78,0 a 102,0 25,0 a 35,0 13,0 a 16,0 37,0 a 49,0 78,0 a 98,0 25,0 a 35,0 12,0 a 16,0 35,0 a 46,0 80,0 a 100,0 26,0 a 34,0 13,5 a 17,5 41,0 a 53,0 80,0 a 100,0 26,0 a 34,0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9,0 a 34,0 6,0 a 26,0 at ,23 20 a 850 at 0 9,4 a 34,0 1,5 a 10,0 at ,01 20 a 850 at 0 5,0 a 21,0 1,0 a 9,5 at ,20 20 a 850 at 0 5,0 a 20,0 1,0 a 9,0 at ,90 20 a 850 at 0 5,0 a 15,0 1,0 a 8,5 at 1,34 20 a 850 at 0 6,0 a 11,0 1,5 a 8,5 at ,91 50 a 700 at 0 6,0 a 11,0 1,5 a 8,5 at ,89 at 0 at 0 4,0 a 12,0 1,5 a 8,5 at ,96 at 0 at 0 3,5 a 10,0 1,5 a 8,5 at ,86 at 0 at 0 3,5 a 10,0 1,8 a 8,0 at ,73 at 0 at 0 3,5 a 10,0 1,7 a 8,0 at ,84 50 a 500 at 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0 400 a 1800 150 a 450 11,5 a 15,0 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0 50 a 1100 150 a 450 11,5 a 15,0 at 0 150 a 450 11,5 a 15,0 at 0 150 a 450 11,5 a 15,0 at 0 150 a 450 11,5 a 15,0 at 0 150 a 450 11,5 a 15,0 300 a 900 150 a 450 11,5 a 15,0 CHCM % 30,0 a 36,0 29,0 a 36,0 28,0 a 36,0 28,0 a 36,0 29,0 a 36,0 29,0 a 36,0 30,0 a 36,0 30,0 a 36,0 31,0 a 36,0 31,0 a 36,0 31,0 a 36,0 31,0 a 36,0 31,0 a 36,0 31,0 a 36,0 Linfócitos x103/mm3 2,0 a 11,0 2,0 a 17,0 2,0 a 17,0 2,5 a 16,5 4,0 a 13,5 4,0 a 10,5 1,5 a 7,0 1,5 a7,0 1,5 a 6,5 1,2 a 5,2 0,9 a 2,9

Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). JD 4H. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo, sem corar, junto com o sangue).
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Coment rios: A VHS m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima). É tam m til como teste de screening em exames de rotina. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença, pois tamb m influenciada pela idade, ciclo menstrual e drogas. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: Homem 0 a 15 mm na 1a hora Mulher 0 a 20 mm na 1a hora Criança 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1,0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). - JD 8h. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

Hemossiderina
Coment rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos, variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: 1+/4+: ferro medular diminuído 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria, anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas, alcoolismo, leucemia mielóide aguda e outros. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. - Para coleta, agendar antecipadamente no laboratório. Veja tamb m: Mielograma p .169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas, longe de calor e umidade).

Isopropanol, Teste
Coment rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

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Kleihauer
Coment rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: Adultos e > 2 anos de idade < 0,05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. Sangue de cor próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. Condi o: 2,0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

Leishmaniose, pesquisa
Coment rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. De modo geral, as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença, tornando -se rara em les s antigas (resultados falso- negativos). M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras. Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que, normalmente, recobrem lcera. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando, delicadamente, alcançar a regi o do f lcera, logo abaixo da borda. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes, usando lâminas limpas e desengorduradas. Deixar os esfregaços secarem ao ar. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les , após remover crostas ou escarificar as les s lceradas, forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente, sem corar.

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Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es, inflamaç es, acompanhamento de terapias medicamentosas, neoplasias hematológicas, entre outras. Veja tam m Hemograma. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). - JD 4H. Laboratórios: Enviar al m do sangue total, 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue).
BASÓFILOS - BLASTOS - EOSINÓFILOS - LINFÓCITOS - METAMIELÓCITOS - MIELÓCITOS - MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES - NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS - PROMIELÓCITOS

Mielograma
Coment rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses, trombocitoses, desordens imunoglobulínicas, neoplasias e patologias hematológicas, met stases infiltrativas de M.O e outras doenças menos comuns. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares. Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar, cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. - Para coletar, agendar antecipadamente no laboratório. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente, protegidos de luz, calor e umidade.

Neutrófilos, pesquisa
Coment rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias, pulmonares, intestinais, oculares e outros de acordo com o material examinado. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes, Urina, Escarro, Secreç Nasal, Lavado Brônquico, Secreç o conjuntival. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar, at 72 horas em temperatura ambiente, mantidas secas, longe de calor e umidade. Após corar, at 15 dias em temperatura ambien te. Material biológico : At horas após colhido.

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Coment rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos, corticóides, salicilatos. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es, produzindo numerosos resultados falso- positivos e falso– negativos. M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2,5 mL de Sangue total heparinizado. Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.

Plaquetas (contagem)
Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose, plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. Veja tam m Hemograma. M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150.000 a 450.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase. Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). - JD 4h. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total, 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais, sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

Plasmodium, pesquisa
Coment rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante, j tratament diferente para cada es cie. Es cies encontradas: P.vivax, P.falciparum, P.malariae. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1,0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. Conservaç o de envio: Sangue - At 2 horas em temperatura ambiente. - At 2 horas entre 2o e 8o C. Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa - sem corar, 7 dias em temperatura ambiente. - corado, em temperatura ambiente por tempo indeterminado.
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Coment rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas, terapia com anticoagulante oral, coagulaç intravascular disseminada. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K, uso de anticoagulantes, doenç tica, nefropatia di tica, insufici cia renal crônica, fibrinólise, presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos. Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia. Condi o: 3,0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante). - Atenç o, confundir com Proteína C Reativa. Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. Laboratórios - Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame). - Colher em tubo siliconizado, sem garrotear ou com garroteamento mínimo. - O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç tro exame, colher tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. - Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). - Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. - Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. - Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3, repetir o processo. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. - Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. - Enviar material congelado, em gelo seco de prefer cia. Conservaç o de envio: - At 4 dias congelado em temperatura inferior a - 4 o C. - Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.

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Proteína C Ativada, Resist ncia
Coment rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que, aparentemente, desempenha um papel importante na trombofilia. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C, Proteína S e Antitrombina III combinadas. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden, que quando presente, caracteriza a alteraç redit ria da RPCa, embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0,86 - Teste extremamente sensível em temperatura, presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. - Este teste ve ser interpretado isoladamente, pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C, Proteína S, Antitrombina III, Fibrinólise, Fatores de coagulaç , uso de anticoagulantes, Anticoagulante ico, Anticorpos anti fosfolipídeos, devem ser consideradas, para sua correta avaliaç o. - O teste positivo, desde que afastadas as causas acima, pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden, que quando presente, caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada, embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas. Condi o: 3,0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante). - JD 4h. - É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç outro exame, colher um tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3 repetir o processo. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a - 20 o C.

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Proteína S
Coment rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas, inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% - Proteína extremamente termo sensível. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K, P rpura Trombocit ica Idi tica, uso de anticoagulantes orais, doença hep tica, crises inflamatórias agudas, gravidez, reposiç stro ica, Síndrome Nefrótica, Nefropatia Di tica, Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise. - Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). - Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. Condi o: 3,0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3,8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. - JO 8h. - É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. Colher em tubo siliconizado, sem garrotear ou com garroteamento mínimo. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. S ver solicitaç outro exame, colher um tubo sem anticoagulante, desprezar e depois colher o tubo com citrato. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/mm3, repetir o processo. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Enviar o material congelado, em gelo seco de prefer ncia. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a - 4 o C.

Prova do Laço
Coment rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias, reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias, disfunç s plaquet rias. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento.

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Reticulócitos
Coment rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: - valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose). E xemplo: anemias hemolíticas. - valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). Exemplo: Aplasia medular. É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento. M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Percentual 0,5 a 1,5 % Quantitativo de 25.000 a 75.000/mm3 Condi o: 1,0 mL de Sangue Total em EDTA. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

Coment rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula. M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1,0 mL de Sangue Total (EDTA). - Coleta at s 18:00 horas. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.

Sudan Black B
Coment rios: Útil na classificaç s leucemias agudas, auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. Condi o: 2 esfregaços. Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante, mantidos secos, longe d e calor e umidade. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis. - Para coletar, agendar antecipadamente no laboratório.

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Coment rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral, doenças h ticas, defici cia de vitamina K, coagulaç intravascular disseminada, defici cia de fatores VII, V, X ou protrombina, situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1,0 mL de Plasma (citrato). - JD 4h. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane, Heparina, Hirudoid, Liquemine, Marcoumar, Marevan e etc.) e qual a dosagem. Informar história de sangramentos importantes anteriores, doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente. Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente.

Coment rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. Teste de pouca sensibilidade. Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII), nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2,0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. - Cliente deve comparecer em uma das unidades. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.

Tempo de Sangria
Coment rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares, plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.000/mm3, defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria.

DUKE

M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. - Cliente deve comparecer em uma das unidades.

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M todo: IVY Valor de Refer ncia: Crianças 2 a 7 minutos Adultos 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: - Informar medicamentos em uso. - Cliente deve comparecer em uma das unidades.

Tempo de Tromboplastina Parcial
Coment rios: O PTT indicado nos casos on te cia à hemorragia, antes de intervenç es cir rgicas e no controle de ter tica anticoagulante pela heparina. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: coagulaç intravascular disseminada, doenç tica, anticoagulantes circulantes, terapia heparínica, hemofilias A e B, uso de anticoagulantes orais, defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. Condi o: 1,0 mL de Plasma em citrato. - JD 4h. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane, Heparina, Hirudoid, Liquemine, Marcoumar, Marevan e etc.) e qual a dosagem. Informar história de sangramentos importantes anteriores, doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.

Coment rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3,0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

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Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos, borrachas e resinas, sendo neurotóxico e hepatotóxico. Seu metabolismo e he tico, tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%). O lcool inibe o metabolismo do estireno. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno, sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP para Estireno 240 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24 h. - N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, cido dihidrofenilac tico, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, cido ac tico, salicilatos, formaldeído, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: < 10 mg/24h Limiares de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. - Após dieta, colher Urina 24h p g. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Informaç es nece rias: Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados, pois estes interferem no resultado: abacate, ameixa, banana, beringela, picles, nozes e tomate. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos, borrachas e t intas). cido hip ric um metabólito normal do organismo humano, podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa, ssegos), gr s verdes de caf , alimentos conservados com benzoatos, ketchup, mostarda, refrigerantes e alguns tipos d s. Antidepressivos IMAO, femprobamato, dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. Acetominofen (paracetamol), etanol, tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno, acarretando em concentraç s urin rias baixas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: at ,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 2,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho - *Urina 24h. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C.

cido Homovanílico

Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma, ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Excreç o do HVA pode ser intermitente. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos, tabaco, lcool etílico e drogas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 03 a 06 anos 1,4 a 4,3 mg/24h 06 a 10 anos 2,1 a 4,7 mg/24h 10 a 16 anos 2,4 a 8,7 mg/24h Adultos 1,4 a 8,8 mg/24h Condi o: Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso, dose e tempo de uso. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais, broncodilatadores), metildopa, tetraciclina, cloropromazina, quinidina, aspirina, disulfiran, reserpina, pridoxina e Levodopa. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C.

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cido Hipúrico

Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos, borrachas e resinas, sendo neurotóxico e hepatotóxico. Tem metabolism tico, tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno, sendo maior em concentraç es mais elevadas deste. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP para Estireno 0,8 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP para Etil-Benzeno 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h. - N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

cido Metil Hipúrico

Coment rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Os xilenos s tilizados como thinner para tintas e lacas, agentes de limpeza al m de outros usos industriais. A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç . Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno, diminuindo a excreç seu metabólito na urina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP 1,5 g/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Por presentar valor basal, cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho - *Urina 24h. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL e informar volume total. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma, ganglioneuroblastoma, neuroblastoma e ganglioneuroma. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Adulto 10 a 35 µmoL/24 horas 02 a 18 anos < 25 µmoL/24 horas < 02 anos < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) - 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. Laboratórios: Antes de enviar, verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Informaç es nece rias: Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, ch , chocolate, caf , qualquer frutas (especialmente banana), conservas. Medicamentos - O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais, broncodilatadores), metildopa, tetraciclina, cloropromazina, quinidina, levodopa, cardidopa, piridoxina, aspirina, amoxicilina, antidepressivo IMAO, propanolol. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Beta Caroteno
Coment rios: Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura, espinafre), no hipotireoidismo, hiperlipidemia, gravidez e diabetes melito. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento, m absorç , tabagismo, etilismo, cirrose e gastrectomia. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2,0 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Interferentes: Diminuindo - contraceptivos orais, metiformim, óleos minerais, neomicina e kanamicina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C.
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Deoxipiridinolina
Coment rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina, sendo influenciada pela dieta. Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite, e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia, deve -se preferir a coleta de 24 horas. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). Níveis elevados s encontrados na osteoporose, Doença de Paget, met stases ósseas, hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. Veja tam m Piridinolina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 02 a 10 anos 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. 11 a 14 anos 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. 15 a 17 anos ≤ 59 nmoL/mmoL de creat. Adulto - Homem 4 a 19 nmoL/mmoL de creat. Adulto - Mulher 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. Condi o: Urina 2h - *Urina 12h - *Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). Refrigerar. - Proteger da luz (frasco âmbar). Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C.

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Coment rios: A epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal, c rebro e sistema nervoso sim tico. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma, que se origina em 90% dos casos na supra-renal. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle, sendo em 10% deles malignos. Catecolaminas s compostos l beis, sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma, pós -operatórios, frio, ansiedade, retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin, fentolamina, amitriptilina, desipramina, imipramina, nortriptilina, difenilhidramina, clorfeniramina, prometazina, clorpromazina, clozapina, atenolol, labetamol, metoprolol, nadolol, propranolol, timolol, felodipina, nicardipina, verapamil, metildopa, dopamina, hidroclorotiazida, furosemida, cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina, salbutamol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, pseudoefedrina, terbutalina, hidralazina, minoxidil, nitrogliceirna, nitratos, cocaína, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona e TRH. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril, clonidina, reserpipna, haloperidol, bromoergocriptina, disulfiram e octeotrídeo. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso, dosagem, dia, hora d ltima dose. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, caf , c , chocolate, fruta (especialmente banana). Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C.O.M..

Dopamina Condi o: 2,5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida. - JO 8h, sem fumar. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado), acalmar o cliente. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos, em ambiente calmo. Após isto, descartar os primeiros 0,5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue, homogeniza-se cuidadosamente e, imediatamente, transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. Obs.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos, com o auxílio das m s, para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente, mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. Centrifugar rapidamente. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

Continua...
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Norepinefrina (Noradrenalina)

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Valor de Refer ncia: Epinefrina (Adrenalina)

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Continu Valor de Refer ncia - µg/24h: Idades Epinefrina
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Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos, por m em valores limiares, na maioria dos casos. Obs.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal. Condi o: Urina de 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar. Após dieta, colher Urina 24h conforme instruç s g. 353 Laboratórios: Antes de enviar, verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ). Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total, hor rio inicial e final da coleta. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Homocisteína
Coment rios: A homocisteí m ami cido formado no metabolismo da metionina. Sua remetilaç metioni dependente da cobalamina, cido fólico e da riboflavina. Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana, carotídea, vascular perif rica) e trombose. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6, B12 (cobalamina), cido fólico e riboflavina. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina, corticóides, fenitoína, metotrexato, trimetoprim, na insufici cia renal crônica, hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: Homens: 4 a 14 µmoL/L Mulheres: 4 a12 µmoL/L Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1,5 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: - Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. - N colher amostra com o paciente deitado. -N sar o garote por muito tempo. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a - 10o C.

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Metanefrinas - Fraç es
Coment rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma, paragangliomas e neuroblastomas, sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas, devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1,30 < que 0,53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0,73 < que 0,41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0,43 < que 0,31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0,41 < que 0,30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). Refrigerar. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Informaç es nece rias: Informar peso, medicamentos em uso, dosagem, dia e hora da ltima dose. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool, fumo, refrigerantes com coca, caf , c , chocolate, fruta (especialmente banana). Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.O.M.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais, broncodilatadores), metildopa, anti-depressivos tricíclicos, benzodiapínicos, levodopa, tetraciclina, cloropromazina), quinidina, buspiroma, labetamol, sotalol, acetominofen, oxitetraciclina, bromoergocriptina, fenotiazidas e propranolol. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.

Paraminofenol
Coment rios: O paraminofenol m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas, medicamentos, borrachas e pl sticos). A excreç rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: tect vel IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

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Piridinolina
Coment rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina, sendo influenciada pela dieta. Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia, deve -se preferir a coleta de 24 horas. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas). Níveis elevados s contrados na osteoporose, Doença de Paget, met stases ósseas, hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. Veja tam m Deoxipiridinolina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 02 a 10 anos 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. 11 a 14 anos 105 a 400 nmoL/mmoL de creat. 15 a 17 anos 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. Adulto - Homem 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. Adulto - Mulher 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. Condi o: Urina 2h - *Urina 12h - *Urina 24h. - Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). Refrigerar. - Proteger da luz (frasco âmbar). Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C.

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Coment rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 50 a 200 ng/mL Intermedi rio 200 a 400 ng/mL Tumor Carcinóide > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA), dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório). Homogeinizar imediatamente “ o esperar”, por invers o num total de 6 invers s, “sem agitar”, porque pode haver hemólise. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r.p.m. por 20 minutos. Separar o plasma, congelar. - JO 8h. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico. O laboratório fornecer tubos p/coleta. Informaç es nece rias: Informar peso, medicamentos em uso, dose e tempo de uso. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados, pois estes alimentos interferem no resultado: abacate, banana, beringela, nozes, pickles, tomate. Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo, evitar 7 dias, C.O.M: acetominofen, guafenesin, imipramina, antidepressivos IMAO, lítio, metildopa, morfina, naproxeno e reserpina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Serotonina

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Vitamina A
Coment rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina, insufici ncia pancre tica exócrina, m sorç intestinal, parasitoses, síndrome nefrótica, infecç es e etilismo. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A, etilismo, uso de estr ios e anticoncepcionais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 1 a 6 anos 20 a 43 µg/dL 7 a 12 anos 26 a 49 µg/dL 13 a 19 anos 26 a 72 µg/dL Adulto 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1,5 mL de Soro. - JO 8h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Refrigerar. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.

Vitamina C
Coment rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. A determinaç r HPLC m todo de escolha. Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses, pós -operatórios, SIDA , na síndrome do desconforto respiratório, tabagismo, Doença de Adison, cirrose, grandes queimados, pancreatite, uso de contraceptivos orais, aspirina, barbit ricos, estrógenos, contato com metais pesados, nitrosaminas e paraldeído. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 0,4 a 1,5 mg/dL Condi o: 1,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Enviar congelado. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso.

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Coment rios: O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). O metabólito 1,25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas. Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia). Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito, o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais. Valores baixos de 1,25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. Valores elevados de 1,25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez, sarcoidose e na intoxicaç vitamínica. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1,8 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado.

Vitamina E 

Coment rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo, anemia hemolítica e alteraç visual). Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite, fibrose cística, atresia de vias biliares, ressecç es intestinais), prematuridade, etilismo, cirrose, uso de anticonvulsivante, colestiramina, óleos minerais e contraceptivos orais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Prematuro 0,25 a 0,37 mg/dL 1 a 12 anos 0,3 a 0,9 mg/dL 13 a 19 anos 0,6 a 1,0 mg/dL Adulto 0,5 a 1,8 mg/dL Condi o: 1,5 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.

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Adenovírus – Pesquisa direta
Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia, tonsilite, gastroenterite, cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral. Resultados falso-negativos podem ocorrer, ma característica do m todo. M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. Lavado de nasofaringe. Swab de nasofaringe. Laboratórios: Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas, colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material de ser aspirado, incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente.

Alfa 1 Anti-Tripsina
Coment rios: AAT ma proteína de fase aguda, sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. AAT principal componente da alfa-1-globulina, aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. Elevada em infecç es, artrites, vasculites, gravidez, terapia com estrógeno ou corticóide, neoplasias e pós -operatórios. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar, doença he tica crônica, cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 0a1m s 124 a 348 mg/dL 2 a 6 meses 111 a 297 mg/dL 7 meses a 2 anos 95 a 251 mg/dL 3 a 19 anos 110 a 279 mg/dL Adulto 78 a 220 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C.

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Alfa 1 Glicoproteína cida
Coment rios: AAGP ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. É uma proteína de fase aguda, specífica, aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios, gravidez, neoplasias e terapia com corticóides. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica, terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41,0 a 121,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Amebíase
Coment rios: A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica, causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%), sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos, entretanto, a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C.

Coment rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos, mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. Nas infecç s estreptocócicas, AEO tectado em 85% das faringites, 30% das piodermites e 50% das GNDA. Na Febre Reum tica, 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro, 75% em 2 meses, 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose, hepatites, esquistossomose. Veja tam m Estreptozima. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.
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Coment rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores, mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç , sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal, ao diagnóstico. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama, pulm , ov rio, estômago, pâncreas, tero, tireóide e tumores de cabeça e pescoço. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes, inflamaç s, infecç s, lceras pticas, pancreatite , doença inflamatória intestinal, cirrose hep tica, enfisema pulmonar, polipose retal e doença mam ria benigna. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Cirurgia, quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: N o fumante < 4,0 nanog/mL Fumantes < 5,0 nanog/mL Suspeito 5 a 10 nanog/mL Maior probabilidade > 10 nanog/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Antígeno HLA B27, pesquisa
Coment rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter, Artrite Psori tica, Artrite Reumatóide Juvenil, Artrites Infeciosas, Hiperplasia Adrenal, Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10,0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas). Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. N o enviar em banho de gelo.

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Antitrombina III
Coment rios: A Antitrombina III ma proteína anticoagulante natural, estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade, com o aumento do risco de trombose venosa. A defici cia de antitrobina III est presente em 1,7% da populaç . As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. No tipo II, apesar da concentraç normal da antitrobina III, a sua atividade funcional ixa. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose, etilismo, hepatite), de aumento do consumo (tromboses, coagulaç intravascular disseminada, infarto agudo do mioc rdio), perda (síndrome nefrótica, enteropatias, traumas) e de outras causas (uso de heparina, uso de estrógenos, gravidez). Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios, uso de anabolizantes e penicilina. Ao nascimento, níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto, aumentando a estes níveis com seis meses de idade. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios, podem apresentar níveis diminuídos, que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. Condi o: 0,5 mL de Plasma (EDTA). - JO 8h. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C.

Aspergillus sp, anti
Coment rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar, meníngea). Teste negativ o exclui aspergilose. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. Pacientes imunocomprometidos, em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. Reaç s cruzadas com histoplasmose, blastomicose, e paracocidioidomicose podem ocorrer. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Blastomicose Sul Americana
Coment rios: A Blastomicose Sul-Americana, paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es, mucosas, pele e linfonodos. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos, entretanto, 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. Títulos de 1:4 mantidos, por período superior a 6 meses, devem ser considerados cicatriz sorológica. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. brasiliensis no exame microscópico, complementado pela cultura. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Brucelose
Coment rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas, na fase aguda e convalescença (após 14 dias), num mesmo laboratório, indicativo de infecç o recente. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente, sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus, Yersinia enterocolitica, F. tularensis, Vibrio colerae. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas, o que possível em apenas 20% dos casos. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG, na brucelose, podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. IgG persiste por anos após a infecç . Aumento dos títulos de IgG, em amostras pareadas, em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO
IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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CA 125
Coment rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio, sendo usado como marcador tumoral. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica; (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico; (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose, gestaç o, pacientes saud veis, câncer de endom trio, menstruaç , teratomas beni ngos, doença inflamatória lvica, abscesso tubo-ovariano, peritonites, câncer de mama, linfoma n o -Hodgkin, cirrose hep tica, neoplasias de fígado, pâncreas, cólon, pulm , uroepiteliais, endoc rvix e trompas. Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < que 35 U/mL Negativo 35 a 65 U/mL Elevado > que 65 U/mL Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico, pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias, doenças benignas e pacientes normais. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

CA 15/3
Coment rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva, met st ases e monitorizaç e tratamento. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo, vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. Cerca de 1,3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas, pulm o, fígado, ov rio, colo uterino, doenças benignas de mama e hepatopatias. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < que 30 U/mL negativo 30 a 50 U/mL elevado > 50 U/mL positivo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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CA 19/9
Coment rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. É sintetizado nas c lulas epiteliais, havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). N recomendado para triagem de forma isolada. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. S consideradas alteraç es significativas, para fins de comparaç o, aquelas superiores a 50% do valor anterior. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica, endometriose, Síndrome de Sjögren, fibrose pulmonar, cistos espl ico, cistadenoma ducto h tico, pancreatite crônica, hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < que 37 U/mL Negativo 37 a 120 U/mL Elevado > que 120 U/mL Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico, pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias, doenças benignas e pacientes normais. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

C1S Esterase Inibidor
Coment rios: É uma proteína de fase aguda, inibidor de protease, presente no soro e plasma de indivíduos normais. Tem papel regulador nas enzimas do complemento, coagulaç fibrinólise. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. A forma co ita, o angioedema heredit rio, caracterizada por episódios recorre ntes de edemas, havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. Nas formas adquiridas, muitas vezes associadas a v rias doenças, inclusive linfomas, comum ocorrer a defici ncia funcional, podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Homens 29 a 42 mg/dL Mulheres 26 a 39 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.

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Cardiolipina IgG/IgM, auto anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou, mais raramente, IgA. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7,7 a 33% dos pacientes), doenças infecciosas (síf ilis, tuberculose, hanseníase, endocardite infecciosa, infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Nesses casos encontra-se, em geral títulos baixos e do isotipo IgM, se observando fenômenos trombóticos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ≤ a 10 GPL IgM ≤ a 10 MPL Condi o: 0,2 mL de Soro, cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.

Caxumba IgG/IgM
Coment rios: IgG - Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura. Os s de m s imunizadas, naturalmente ou por vacinaç o, apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade. IgM - Test til no diagnóstico da Caxumba. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente, podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. Em quadros crônicos, pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune), estes anticorpos est sentes. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: negativo ≤ 0,90 0,91 a 1,09 indeterminado positivo ≥ 1,10 Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: Entre 0 o e - 10o C.

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Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide; independente do fator reumatóide, se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo; nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce; prediz evoluç o mais agressiva da AR. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR, sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0,5 mL de Soro. Conservaç o de envio: Refrigerar.

C lula Parietal, Anti
Coment rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas, câncer g strico e Síndrome de Sjögren. Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose, Raynaud, disfunç o esofagiana, esclerodactilia e telangiectasia). M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Ceruloplasmina
Coment rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina), produzida no fígado, que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios, um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson, sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21,0 a 53,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Chlamydia pneumoniae IgG
Coment rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite, bronquite, sinusite e pneumonia. Cerca de 50% da populaç lta apresenta resultados positivos. Entretanto, t m sido observada a associaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2,76 vezes, enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias, entre 2 o e 8o C.

Chlamydia tracomatis
Coment rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica, podendo levar à doença inflamatóri lvica, infertilidade e gravidez ectópica. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG Homem < que 1:16 Mulher < que 1:64 IgM < que 1:8 Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Cistatina C
Coment rios: Útil como ma rcador da funç renal. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal, sendo, a seguir, reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal. Assim, sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular. Sua concentraç independe da massa muscular, do sexo ou da alimentaç . V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica, sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. É importante citar que elevaç s da cistatina C, sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular, foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo, tumores malignos, cirros tica, e alguns hipertensos com protei ria. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos 0,63 a 1,33 mg/L > 50 anos 0,74 a 1,55 mg/L Condi o: 0,7 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: Refrigerar.

Cisticercose
Coment rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. Sorologia pode complementar o diagnóstico, entretanto, reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa, sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. 0,5 mL de Líquor. - JO 8h - O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a - 4o C.

IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA

M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. 0,5 mL de Líquor. - JO 8h - O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a - 4o C.

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Citomegalovírus
Coment rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita, podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. Assim, caso colhido precocemente, deve-se repetí-lo após 15 dias, para afastarmos infecç o pelo CMV. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses, entretanto, por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses, vendo, pois, ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas, sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. Assim, essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses, de infecç es passadas e reinfecç es, sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados, quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç . Informaç es nece rias: Informar, se est r vida e se fez este exame anteriormente.

ELISA IgG e IgM

IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia - IgG: Negativo Condi o IgG: 0,5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia - IgM: ndice < 0,80 negativo ndice 0,80 a 0,99 indeterminado ndice > 0,99 positivo Condiç o IgM: 0,5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). - JO 8h. Líquor. - O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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ELFA - ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY - IgG e IgM
M todo: ELFA Valor de Refer ncia - IgG : Negativo < 4,00 UA/mL Indeterminado ≥ 4,00 e < 6,00 UA/mL Positivo ≥ 6,00 UA/mL Valor de Refer ncia - IgM: Negativo < que 0,70 Indeterminado ≥ 0,70 a < 0,90 Positivo ≥ que 0,90 Condi o: 0,5 mL Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

TESTE DE AVIDEZ IgG

sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses

Complemento
CH 100
Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica). As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo, defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites, lupus eritematoso sist mico, artrite reumatóide). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0,3 mL de Soro. Laboratórios: Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.

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M todo: ELFA Valor de Refer ncia: Baixa avidez: inferior a 30% Inconclusivo: entre 30 e 60% Alta avidez: superior a 60% Condiç o: 0,5 mL Soro. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos, lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0,3 mL de Soro. Laboratórios: Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.

C2

Coment rios: O C o segundo componente do complemento. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es, lupus eritematoso sist mico (LES), artralgia e nefrite. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.

C3

Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos, onde consumo de complemento: LES, glomerulonefrites e outras. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70,0 a 176,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL Soro. - JO 8h. Laboratórios: Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Continua...
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C4

Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico, doença do soro, glomerulonefrite, etc. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12,0 a 36,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL Soro. - JO 8h. Laboratórios: Após a coleta de sangue, deixar em temperatura ambiente por 30 minutos, para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Imediatamente, separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.

Coombs
DIRETO

Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes, por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas, cefalosporinas, sulfonamidas, tetraciclina, alfa metildopa e insulina. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL Sangue Total em EDTA. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta.

INDIRETO

Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias, o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo, triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida, m s de gestaç o e n o filhos (1o, 2o, etc). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar - 4o C.

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Crioaglutininas, pesquisa
Coment rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa). Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0,5 mL Soro* + 1,0 mL de Sangue Total em EDTA. - JO 8h. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostr ve, em hipótese nenhuma, ser colocada na geladeira. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo.

Criofibrinog nio, pesquisa

Coment rios: Criofibrino io ma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas, estando associada com desordens na coagulaç , doenças malignas, processos inflamatórios, incluindo infecç natal, uso de contraceptivos orais e esclerodermia. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3,0 mL de Plasma (Citrato de sódio). - JO 8h. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r.p.m. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostra o deve, em hipótese nenhuma, ser colocada na geladeira.

Crioglobulinas, pesquisa

Coment rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas, estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas, doenças infecciosas agudas ou crônicas, doenças auto -imunes como l pus, mieloma m ltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3,0 mL de Soro. JO 8h. Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç . Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.m. Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostr ve, em hipótese nenhuma, ser colocada na geladeira.
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Cryptococcus Neoformans
Coment rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e, da mesma maneira, diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. Reaç s falso -positivas podem ocorrer, relacionadas com fatores reumatóides, doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. M todo: Aglutinaç o - Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 ml de Soro - Líquor - Lavado Brônquico Alveolar - Urina. - JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C.

Dengue, pesquisa
Coment rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1, Den 2, Den 3 e Den 4. O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies, entre elas o vírus da febre amarela. Esse dad importância diagnóstica, pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico, o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença; 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel. Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias, mas na maiori indetect vel após 60 dias. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos. IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses, o que acarreta em altas taxas de falso-positivos. Anticorpos s detect veis por 60 dias. Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças, e da aplicaç o de vacina para febre amarela.

IgG e IgM

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/cada. - JO 8h. - Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e - 10 o C.

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Dímero D
Coment rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD, que tectado uma hora após formaç trombo, e permanece elevado em m ia 7 dias. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP, confirmada à cintilografia ou angiografia . Entretanto, devemos ressaltar sua baixa especificidade. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio, sepses, neoplasias, pós -operatório (at semana), coagulaç intravascular disseminada, anemia falciforme, insufici cia cardíaca e pneumonias. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0,5 mL de Plasma citratado. - J 4h. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta, em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç - 20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a - 20o C.

DNA, anticorpos Anti
Coment rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas, auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade, por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados, mesmo com a remiss clínica da doença. M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Eletroforese de Lipoproteínas
Coment rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese, recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas; LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas; VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta. Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç . M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem. Masc. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0,5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta). - JO 12h. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Eletroforese de Proteínas
SORO
Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas. Em um soro normal, usualmente, 5 bandas (albumina, alfa1, alfa2, beta e gama) s visíveis. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais. Bandas m ltiplas, aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise, bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose, infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes, doença inflamatória cr ônica, doenç tica e neoplasias. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante, infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune, con ita ou adquirida. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52,0 a 65,0% 3,2 a 5,6 g/dL Alfa 1 2,0 a 5,0% 0,1 a 0,4 g/dL Alfa 2 7,5 a 13,0% 0,5 a 1,2 g/dL Beta 8,0 a 14,0% 0,5 a 1,1 g/dL Gama 12,0 a 22,0% 0,5 a 1,6 g/dL Relaç o A/G 1,4 a 2,6 Proteínas Totais 6,4 a 8,3 g/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C. Continua... Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
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Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central. Particularmente na esclerose m ltipla, na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5,0 mL de Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina, como paraproteínas. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7,4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. -N sar conservante. - Refrigerar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas . 353

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Endomísio, anticorpos anti
Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Endomísio ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. Na DC, a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti- gliadina, sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. Após início de terapia de restriç l ten, títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,6 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico, mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM, como só IgM, que caracterizam infecç recente. Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes, no início da doença, na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria. Se repetido após alguns dias, a reaç o se torn a positiva. Outra possibilidade doenç seja mononucleose, e sim, toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados.

Esquistossomose IgG

Coment rios: Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. Entretanto, podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma, ascaris). Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia. M todo: Imunofluoresc cia Indireta - Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0,2 mL de Soro - Líquor. - JO 8h. - A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
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Estreptozima
Coment rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos, n o apenas contra a estreptolisina O. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O, Estreptoquinase, Hialuronidase, DNase e NADase. Condi o: 0,3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas - Hep 2. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro, anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide, esc lerodermia, síndrome de Sjögren, hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos.
Anticorpo Padr o Características DNA nativo Perif rico e Hom LES associado a nefrite Histona Hom LES , lupus induzido por drogas Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES, Altos títulos est presentes na DMTC. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES, lupus neonatal, lupus subcutâneo, S. de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren, LES Jo-1 Citoplasm tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasm tico LES, Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist mico, ESP-esclerose sist mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo

M todo: Imunofluoresc cia Indireta - Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Condi o: 0,2 mL de Soro Líquor - Líq. Sinovial - Líq. Pleural - Líq. Ascítico - Líq. Pericardico. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Fator Reumatóide
Coment rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo, da classe IgM, dirigido contra IgG. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR, apresentando maior especificidade e sensiblidade. É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR), entretanto, algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel , e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos; doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES, S. Sjögren; artrite reativa; gota, pseudogota, esclerodermia, polimiosite e polimialgia reum tica); presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis, lepra, brucelose, tuberculose, mal ria, esquistossomose, tripanossomíase, hepatite viral, doenç tica crônica e endocardite). FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença.

NEFELOMETRIA - SORO
M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Líquido Sinovial. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Febre Amarela
Coment rios: O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue).

IgG e IgM

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. - JO 4h - Colher 7 dias após iníc io dos sintomas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C, após congelar.

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Filariose
Coment rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti, tendo como vetor o mosquito Culex. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele, elefantíase de membros, mamas e or s genitais. A detecç o antígeno da W. bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%, especificidade de 96,4%, com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias, a amostra para pesquisa do antígeno da W. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. A pesquisa do antígeno da W. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta, pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.

Coment rios: Útil como marcador da formaç o óssea. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso, fígado, rins, intestino e placenta. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos, estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos. Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget, tumores ósseos prim rios ou metast ticos, hiperparatireoidismo, Doença de Recklinghausen, osteomal cia, raquitismo por car cia de vitamina D, fraturas, gravidez, crescimento ósseo fisiológico da criança, desnutriç , síndrome de m -absorç , Doença de Gaucher, Doença de Niemann -Pick, hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos 11,6 a 30,6 U/L > 56 anos 14,8 a 43,4 U/L Homens: 15,0 a 41,3 U/L ≥ 25 anos Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e - 10 o C. As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento.

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Gliadina, anticorpos anti
Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Na DC, a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. Resultado negativ fasta completamente DC. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio. A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Negativo < 20 unidades Indeterminado 20 a 30 unidades Positivo > 30 unidades Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada.

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum, g tica, ligada ao cromossomo X. Incide em at 10% da populaç . Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise, induzida por drogas (sulfas, anti-mal ricos, paracetamol, anti-histamínicos), infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico. Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4,6 a 13,5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas), sem significado patológico. Condi o: 1,0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). - JD 4h. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue, ingest spirina, derivados Vitamina K. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. At ras se enviado em EDTA.

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Coment rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. Os anticorpos do sistema ABO s turais, enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS). A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o, transplantes, pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta, entre 2o e 8o C.

Ham, Teste

Coment rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune. M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2,0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1,0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). - JO 8h. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r.p.m., por 5 minutos. Separar o Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Haptoglobina
Coment rios: A Haptoglobi ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína), produzida no fígado, que se liga irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise, formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias, anemias megalobl sticas, anemias hemolíticas induzidas por drogas). Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio, processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Rec m Nascido 5,0 a 48,0 mg/dL Adulto 26,0 a 185,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: H. pylori tem forte associaç o com lcer strica, duodenal e gastrite crônica. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. Mesmo após tratamento, a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E. coli. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo índice < 0,90 Indeterminado índice ≥ 0,90 e ≤ 1,10 Positivo > 1,10 Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ias. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença, t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses. Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. - JO 8h. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina. Para prevenir este fenômeno, deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

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Hepatite B
Coment rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. Sua transmiss pode ser parenteral, sexual e raramente, atrav s de exposiç o a secreç es. Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico, hepatite crônica ativa ou persistente. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Para prevenir este fenômeno, deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas, quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs.: Este exame pode, embora raramente, apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos, que ma característica do m todo. Em caso de incompatibilidade clínica, à crit rio de seu m ico, dever o ser feitos testes confirmatórios. Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h.

HBc IgG e IgM, ANTI

Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida. A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou), infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h.

Continua...
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Continuacao...HEPATITE B

HBeAg

Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda, logo após o HBsAg. É uma proteína do HBV, produzida durante a replicaç o viral ativa. Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas, período em que lto risco de transmiss . É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h.

HBe, ANTI

Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos, após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno. É o primeiro sinal de recuperaç . Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos, mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h.

HBs, ANTI

Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg. Persiste por muitos anos, podendo cair at íveis indetect veis. A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos, por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas - MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h.

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Coment rios: O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica, entretanto, 70% dos infectados evoluem para forma crônica, sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses, entretanto, ensaios de quarta geraç , podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas, vacinaç para influenza, hipergamaglobulinemia, fator reumatóide e doenças reum ticas. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo, s falso-positivos. A confirmaç soropositividade requer, à crit rio m ico, complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos), a realizaç PCR est indicada. M todo: Imunoensaio Enzim tico - ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). - JO 8h. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Para prevenir este fenômeno, deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante. A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C. Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. Tem período de incubaç maior, de 21 a 45 dias, maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.
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Hepatite C 


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Coment rios: IgG - Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos, e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda. Em caso de quadro clínico sugestivo, recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos. IgM - A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita, pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer. Em outras fases da vida, a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro - Líquor. - JO 8h. Informaç es nece rias: Informar, Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Histona, anticorpos Anti
Coment rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes, juntamente com anticorpos para o ssDNA. No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR, em 20% dos casos. A procainamida, a hidralazina, quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo ≤ 0,9 Indeterminado 1,0 a 1,4 Positivo ≥ 1,5 Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Histoplasma Capsulatum, anti
Coment rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum. A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura, formar das. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç . M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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HIV
Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida - SIDA. Testes de triagem como ELISA, ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4, outras viroses, vacinados para influenza, hepatites alcoólicas, portadores de dist rbios imunológicos, neoplasias, multíparas e politransfundios. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos, n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. Indivíduos de alto risco, com um teste enzim tico positivo, t m valor preditivo positivo de 99%. Western blot utilizado como teste confirmatório. Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade. Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. A portaria 488 de 1998, padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA, MEIA ou ELFA, simultaneamente, sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos, em seguida, à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes, devem ser retestadas pelos mesmos testes, sendo que: se resultados negativos, liberadas como amostra negativa para HIV; se reagentes, indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. . Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120; gp 41; p24. . Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica.

HIV 1 e 2, PESQUISA
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ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ENV GP160, GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ENV GP36 Condi o: 0,2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). - JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ENV GP36 Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). - JO 8h. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Para prevenir este fenômeno, deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Continua... Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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ELFA DUO M todo: ELFA - VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0,5 mL de Soro (pode ser inativado - 56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato). - JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

ser incluído após manipulaç o

HTLV I e II, pesquisa
Coment rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical). Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral. Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç . M todos do tipo ELISA, ELFA, MEIA s tilizados para testes de triagem. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV. M todo - Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0,3 mL de Soro ou Plasma (Heparina, Citrato ou EDTA). - JO 8h. M todo - Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor. Valor de Refer ncia: Negativo Obs.: A pesquisa de anticorpos no líquor, deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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M todo: Western Blot - Elisa Condi o: 0,6 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV WESTERN BLOT

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IgE
Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos). Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos, tendo valor diagnóstico. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich, Síndrome de DiGeorge s, Síndrome de Nezelof), Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias, cutâneas, a alimentos, picada de insetos, caros, pólen, pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. N h interfer cia de anti histamínicos. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica, utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de, o que lhe confere maior reprodutibilidade. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a - 4o C.

IgE ESPEC FICO para

Valor de Refer ncia: Classe 0: < que 0,35 kU/L Classe 1: 0,35 a 0,70 kU/L Classe 2: 0,70 a 3,50 kU/L Classe 3: 3,50 a 17,50 kU/L Classe 4: 17,50 a 50,00 kU/L Classe 5: 50,00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0,5 mL de Soro para IgE isolado e 0,2 mL para cada IgE adicional.

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Abelha, Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5)

Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2)

Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo, Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) P lo de C (E5) P lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa, Veneno (I3)

Continua...

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IgE MÚLTIPLO para

Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios, Partículas e P los (Gato, Cavalo, Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango, Ganso, Pato, Peru Ex72 Penas: Periquito, Ca rio, Papagaio, Tentilh o Fx1: Amendoim, Avel , Noz Brasileira, Am doa, Côco Fx2: Peixe, Camar , Mexilh , Atum, Salm Fx3: Cereais (Trigo, Aveia, Milho, Gergelim) Fx5: Clara de Ovo, Leite, Trigo, Amendoim, Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda, Grama de Centeio, Capim Ra bo-de-Rato, Grama de Campina, Grama de Johnson, Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira, Dermatophagoides pteronyssinus, Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum, Cladosporium herbarum (Hormodendrum), Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: Classe 0: < que 0,35 kU/L N tect vel Classe 1: 0,36 a 0,70 kU/L Valor baixo Classe 2: 0,71 a 3,50 kU/L Valor moderado Classe 3: 3,51 a 17,50 kU/L Valor alto Classe 4: > que 17,51 kU/L Valor muito alto Condi o: 0,5 mL de Soro para IgE isolado e 0,2 mL para cada IgE adicional.

IgE TOTAL

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M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: R.Nascido 1 a 11 meses 1 a 3 anos 4 a 6 anos 7 a 10 anos > de 10 anos Condi o: 0,5 mL de Soro.

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Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG
Coment rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis, mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C, após congelar.

Coment rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias, como as observadas no mieloma m ltiplo, macroglobulinemia de Waldenstrom, doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas. Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias. M todo: Imunofixaç Condi o: 0,5 mL de Soro. 5,0 mL de Líquor. *Urina 24h. - Soro: JO 8h. - Urina: N sar conservante. Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. Conservaç o de envio: Soro - At semana entre 2o e 8o C. Urina e Liquor - At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353

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Imunoglobulinas
SANGUE IgG, IgA, IgM
Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares, quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios, como as proteínas embrion rias. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença, n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente, mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R. Nascido 700 a 1480 0 a 2,2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

L QUOR IgG

Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es, neoplasia, ou doença neurológica prim ria (em particular, escle rose m ltipla). Entretanto, níveis normais de IgG xcluem doença. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0,50 a 6,10 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Líquor. Obs.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

SALIVA IgA

Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3,5 a 36,8 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Saliva. Laboratórios: Enviar em pote est ril. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Influenza vírus A e B – pesquisa direta
Coment rios: Doença respiratória aguda, de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica, caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç , muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe - Lavado de nasofaringe - Swab de nasofaringe. Laboratórios - coleta: Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas, colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material de ser aspirado, incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.

Isoaglutininas
Coment rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs.: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica. Condi o: 0,5 mL de Soro + 0,5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Jo 1, anticorpos Anti
Coment rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos), principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l, com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Kappa (cadeia leve)
Coment rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas, produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda, tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas, tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566,0 a 1300,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Lambda (cadeia leve)
Coment rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas, tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas, tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304,0 a 735,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Leishmaniose IgG e IgM
Coment rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar). Títulos iguais ou maiores que 1:1.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. Na forma cutânea, títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. Reatividade cruzada com tripanossomíase, mal ria, filariose, esquistossomose e hanseníase s descritas. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos. A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Leptospirose, Elisa - pesquisa de anticorpos IgM
Coment rios: Leptospiros ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans . As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6 ao 10 dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas. Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente, mas podem permanecer detect veis durante anos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C.

Coment rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T, os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes, no monitoramento de imunodefici ncia, doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 - 4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 - 3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 - 3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 - 3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 - 3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 - 3890 mm3 Condi o: 5,0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Transportar em temperatura ambiente. N enviar no gelo. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. N viar pipetex. - Informar data e hora da coleta. Enviar de 2a a 5a feira.

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Lipoproteína (a)
Coment rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural, o que pode interferir na sua determinaç o, e por vezes, impossibilit -la. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente, podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. N recomendado para triagem indiscriminada, mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana, acidente vascular cerebral e dislipidemia. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia, perda fetal recorrente, insufici ncia renal e tromboembolismo. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Listeriose
Coment rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela, pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L.monocytogenes e bact rias gram positivas. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo, devendo-se sempre proceder a duas coletas, com 30 dias de intervalo. Uma ascens títul sugestiva de infecç recente. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Antígenos O e H < do que 1:160 Faixa de D vida 1:160 a 1:320 Sugestivo acima de 1:320 Obs.: Fazer curva com diferença de 30 dias, havendo ascens o significa infecç recente. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

LKM, anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite, diabetes e vitiligo). M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Lyme, anticorpos totais
Coment rios: Doença multissist mica, podendo cronificar -se. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%, sendo na forma crônica de quase 100%. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença, pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa, repetir a sorologia após 4 a 6 semanas. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) - VIDAS Valor de Refer ncia: Negativo < 0,75 Indeterminado ≥ 0,75 a < 1,0 Positivo ≥ que 1,0 Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: A cirrose biliar prim ri ma doença colest tica intra -hep tica crônica, mais freqüente em mulheres entre 30 e 60 anos. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos, em altos títulos. N specífico para cirrose biliar prim ria, podendo estar presente na hepatite crônica ativa, hepatites virais, cirrose h tica e doenças auto -imunes. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Monoteste
Coment rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar, o Monotest indicado como teste inicial. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente, testes para anticorpos específicos s cess rios. Se o monoteste for negativo, ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos, pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Mitocôndria, anticorpos anti

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Mucoproteínas
Coment rios: É uma glicoproteína, típica das secreç s mucosas. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica, pois ma das ltimas provas a se normalizar. Entretanto, tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo. É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1,7 a 5,1 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune. Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais, cirrose biliar prim ria, outras cirroses e doenças malígnas. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Mycobacterium Tuberculosis, anticorpos IgA
Coment rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa. Apresenta elevada especificidade. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo inferior a 200 U Indeterminado de 200 a 350 U Positivo superior a 350 U Condi o: 0,5 mL de Soro. Líquor - Líq. Pleural - Líq. Peric rdico. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e - 10 0 C.

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Músculo Liso, anticorpos anti

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Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM
Coment rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença. Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ≤ 200 U/mL IgM Negativo < 770 U/mL Indeterminado 770 a 950 U/mL Positivo > 950 U/mL Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e - 10 o C.

Coment rios: Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. H is padr s possíveis: - C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite. Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença. - P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites, doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa, colangite esclerosante e Doença de Crohn). M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: P - Anca Negativo C - Anca Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: O NTx m marcador específico da reabsorç ssea. A remodelaç ssea m processo contínuo, sendo o NTx liberado e excretado na urina. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. Após 3 meses de terapia adequada, os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal. Níveis elevados s encontrados em crianças, amostras de urinas noturnas, osteoporose, Doença de Paget, hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas, insufici cia renal, tabagismo, etilismo, fraturas recentes e uso de medicamentos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem 3 a 63 nMBCE/mM creatinina Mulher 5 a 65 nMBCE/mM creatinina Condi o: 2o jato da 1a urina da ma - Urina 24 horas. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C, após congelar .
232 BCE = Bone Collagen Equivalents

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Neutrófilos, anticorpos anti

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Parainfluenza vírus 1, 2 e 3 - pesquisa direta
Coment rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores, causador da maioria das síndromes cruposas. Caracterizam por otite m dia, resfriado comum com ou sem febre, traqueobronquite e pneumonia. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe - Lavado de nasofaringe - Swab de nasofaringe. Laboratórios - coleta: Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas, colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material de ser aspirado, incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.

Parvovírus B19 IgG / IgM, anticorpos anti
Coment rios: Infecç lo parvovírus comum, sendo 50% dos adultos soropositivos. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso, artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica, com títulos baixos ou ausentes de anticorpos. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. No eritema infeccioso e na artropatia, o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos, entretanto, a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.

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Paul Bunnel Davidsohn
Coment rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa, na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM, determinados pela reaç Paul -Bunnel; se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn, por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico, em criança. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi. Condi o: 0,7 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

PCNA, anticorpos anti
Coment rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES, apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível
Coment rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas, pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína; doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa); artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa). O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0,80 mg/dL para doenças inflama tórias. Risco coronariano: Níveis (mg/dL) 0,01 a 0,11 0,12 a 0,19 0,20 a 0,37 0,38 a 1,50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado

Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.
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Reticulina, anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos, 60% das crianças e at % dos pacientes di ticos. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn, síndrome de Sjögren e miastenia gravis. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,2 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

RNP, anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico, lupus discóide, artrite reumatóide, síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. Altos títulos de RNP, na aus cia de anti-Sm, s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico, miosite e sinovite tipo reumatóide). H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Doença viral de comportamento benigno, exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa, infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente, com queda dos títulos. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. IgG de baixa avidez presente at meses. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. IgG de alta avidez presente. Resposta linfoproliferativa presente. N representa risco para gestantes. Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo. No primeiro m s de vida, cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita. Imunes e vacinados: IgG positivo. IgM negativo após 3 meses. IgG de alta avidez present e. ndice de soroconvers com a vaci 95%. Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente?

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Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS - MEIA
Valor de Refer ncia - IgG: < 5,0 UI/mL Negativo 5,0 a 9,9 UI/mL Indeterminado Positivo ≥ 10,0 UI/mL Valor de Refer ncia - IgM: < 0,600 Negativo 0,600 a 0,799 Indeterminado Positivo ≥ 0,800 Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia - IgG: < 10 UI/mL negativo indeterminado ≥ 10 a < 15 UI/mL positivo ≥ 15 UI/mL Valor de Refer ncia - IgM: < 0,80 negativo indeterminado ≥ 0,80 a < 1,20 > 1,20 positivo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM
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TESTE DE AVIDEZ IgG

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Baixa avidez: inferior a 36% sugere-se infecç corrida lo menos 3 meses Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o Alta avidez: superior a 60% sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola. Condiç o: 0,6 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. O teste da sucros m teste de triagem, sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA, enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Sangue Total citratado. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Sarampo IgG e IgM
Coment rios: IgG - Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia, história clínica e outros dados laboratoriais. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas. Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. IgM - Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç sintomatologia, história clínica e outros dados laboratoriais. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç , quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. Líquor. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e - 10 o C.

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Coment rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. Na sífilis terci ria, VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. VDRL: test trepon mico, utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. O VDR ma reaç de floculaç o, apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos, portadores de doenças auto -imunes, mal ria, mononucleose, brucelose, hanseníase, hepatites, portadores HIV, leptospirose, viciados em drogas, outras infecç s bacterianas, vacinaç s e gravidez. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4, mas títulos maiores podem ser encontrados. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria, os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses, e 8 vezes em 6 meses, negativando-se em 1 a 2 anos. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos, após um ano de tratamento, pod e indicar novo tratamento. VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis, com especificidade em torno de 99%. Após tratamento, títulos caem entre 3 e 6 meses, podendo demorar anos para se negativarem. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. S sitivos em outras infecç es tr micas. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo, por m, falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes, gravidez, hanseníase, mal ria, mononucleose, leptospirose e infecç s por outros treponemas. Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. Após tratam ento, o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda, sen til para indicar infecç c ita. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS, apresentando como vantagem maior reprodutibilidade.

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. Líquor. - JO 8h. Obs.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM
Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO IgG - pesquisa

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

VDRL QUANTITATIVO

M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0,3 mL de Soro. Líquor. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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SCL 70, anticorpos Anti
Coment rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST, sendo marcador de gravidade. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud, antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

SM, anticorpos Anti
Coment rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES, por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. Raramente aparece em outras desordens. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno, outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

SSA (Ro), anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos antinucleares). Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria, 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal, risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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SSB(La), anticorpos anti
Coment rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren, ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES, em 15%. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal . M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Subclasses de IgG
Coment rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1, IgG2, IgG3 e IgG4. Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3. Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides, incluindo c sulas de bact rias, os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas, mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias. Baixas concentraç s, ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3, est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias, causadas principalmente por pneumococos e H. influenzae. No sangue de adultos, 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1;20% IgG2;6% IgG3;4% e IgG4. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L
at anos 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos - Homem Adultos - Mulher 1700 a 9500 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 215 a 4400 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 134 a 694 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 4 a 1200 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888

Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas, como pneumocistose, citomegalovirose e toxoplasmose. Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos, eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas. T m importante papel no controle de infecç es, lisando c lulas infectadas por vírus, protozo rios e alguns fungos. A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA. A contagem de CD4, juntamente com a avaliaç clínica, e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los, idealmente, em duas ocasi s. Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes. Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas, sazonais, diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h), doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune. Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose, hepatite B, citomegalovirose, toxoplasmose, criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia:
Faixa Et ria CD4 CD8 0- 6m 50-57% 2780 - 3908 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 6 - 12 m 49-55% 2630 - 3499 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 12 - 18 m 46-51% 2307 - 2864 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 18 - 24 m 42-48% 1919 - 2472 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 24 - 30 m 38-46% 1538 - 2213 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 30 m - 3 a 33-44% 1219 - 2009 mm3 8 - 31% 351 - 2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 - 2692 mm3 14 - 34% 331 - 1445 mm3 Adultos 33-51% 508 - 2480 mm3 17 - 43% 255 - 1720 mm3 Hospital Pedi trico de Riley - Centro M ico da Univ. Indiana 1992 CD4/CD8 1,2 - 6,2 1,2 - 6,2 1,2 - 6,2 1,2 - 6,2 1,2 - 6,2 1,2 - 6,2 0,98 - 3,24 1,5 - 3,5

Condi o: 8,0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD). Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Transportar em temperatura ambiente. N enviar no gelo. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. -N viar em Pipetex. - Informar data e hora da coleta. Enviar de 2a a 5a feira.

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Coment rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular). Aplicaç tam m na a lise, diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 %
0- 6 meses 55 - 88% 3929 - 5775 mm3 11 - 45% 6-12 meses 55 - 88% 3806 - 4881 mm3 11 - 45% 12-18 meses 55 - 88% 3516 - 3868 mm3 11 - 45% 18-24 meses 55 - 88% 3101 - 3868 mm3 11 - 45% 24-30 meses 55 - 88% 2649 - 3639 mm3 11 - 45% 30-36 meses 55 - 88% 2236 -3463 mm3 11 - 45% > 3 anos 65 - 84% 1230 - 4074 mm3 9 - 29% Adultos 61 - 89% 1035 - 3560 mm3 6 - 17% Hospital Pedi trico de Riley - Centro M ico da Univ. Indiana 1992 432 - 3345 mm3 432 - 3345 mm3 432 - 3345 mm3 432 - 3345 mm3 432 - 3345 mm3 432 - 3345 mm3 200 - 1259 mm3 90 - 680 mm3

Condi o: 8,0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina). Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Transportar em temperatura ambiente. N viar em gelo. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Toxocara, anticorpos anti
Coment rios: No diagnóstico da toxocaríase, doença causada pelo Toxocara canis (verme canino), s consideradas duas formas clínicas: - A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia, at severa e potencialmente inevit vel enfermidade. - A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Toxoplasmose
Anticorpos IgG Evolu o Surgem em 1-2 semanas; pico em 1-2 meses; caem variavelmente, podendo persistir por toda vida. Valores altos significam maior probabilidade de infecç recente. Surgem em 5 dias, diminuindo em poucas semanas ou meses. Podem persistir por 1 ano, significando necessariamente infecç o recente. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç . N ltrapassa a placenta, s til no diagnóstico da infecç c ita. Detectados em infecç s agudas e na doença c nita. Podem persistir por meses e at mais de 1 ano. Maior sensibilidade que IgM na infecç c ita.

Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas, desaparecendo em meses. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM, com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s. Títulos baixos podem persistir por anos. Falso positivo para FAN pode ocorrer. Falso negativo para títulos baixos de IgG. Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. Alto índice de positividade na populaç rasileira. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente, permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno, tendo, pois, utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita. Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez). Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez. É indicado para mulheres gr vidas, principalmente no primeiro trimestre, que apresentam IgG e IgM positivos. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. ELFA IgM - captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia. Sensibilidade de 88,8%. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. Alto índice de positividade na populaç brasileira. Informaç es nece rias: Informar, Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato, papagaio)? Fez este exame anteriormente?

ELFA - ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY - IgG e IgM
Valor de Refer ncia - IgG: < que 4 UI/mL Negativo Indeterminado ≥ 4 a < 8 UI/mL Positivo ≥ 8 UI/mL Valor de Refer ncia - IgM: < que 0,55 Negativo Indeterminado ≥ 0,55 e < 0,65 Positivo ≥ que 0,65 Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.
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Coment rios: N o existe nenhum teste, que de form ica, suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia. Assim, lise do resultado deve ser cautelosa:

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IMUNOENSAIO ENZIM TICO IgG e IgM

Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor de Refer ncia IgM: ndice < 0,80 negativo ndice de 0,80 a 0,99 indeterminado ndice > 0,99 positivo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. Líquor. - JO 8h. Obs.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro, devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO IgA
Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

TESTE DE AVIDEZ IgG

sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses

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M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Baixa avidez: inferior a 30% Inconclusivo: entre 30 e 40% Alta Avidez: superior a 40% Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Transferrina
Coment rios: É a principal proteína de transporte do ferro, sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. Útil para diagnóstico e manejo de anemias. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas, hemorragias agudas, no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda, neoplasias, desnutriç o prot ico -calórica, síndrome nefrótica, hemocromatose, insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 3 meses a 10 anos 203,0 a 360,0 mg/dL Adulto 200,0 a 400,0 mg/dL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Triagem de Drogas de Abuso
ANFETAMINAS
Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina, feita a detecç substância D -anfetamina. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS, HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1.000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Condi o: Urina recente (mínimo 0,5 mL). Coleta assistida. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

COCA NA

Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina, feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS, HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Condi o: Urina recente (mínimo 0,5 mL). Coleta assistida. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...
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MACONHA

Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina, feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses, após uso crônico. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS, HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Condi o: Urina recente (mínimo 0,5 mL). Coleta assistida. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina, feita a detecç substância morfina. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS, HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Condi o: Urina recente (mínimo 0,5 mL). Coleta assistida. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Troponina I
Coment rios: A cTnI m marcador de les o da musculatura cardíaca, se til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica, com pico em 12 a 18h, permanecendo elevada por 6 a 10 dias. Após 7h, a sensibilidade 100%. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I. Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Trypanosoma cruzi
Coment rios: Os testes sorológicos s tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. Entretanto, alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç . O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado, mas por apresentar baixa sensibilidade (69%), baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. Os m todos Hemaglutinaç , imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania, mal ria, sífilis, toxoplasmose, hanseníase, doenças do col geno, hepatites) recomendado que o soro seja testado, em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito, pelo clínico assistente, a positividade da sorologia. Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade, entretanto, tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas. IgM caracterizar fase aguda. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA.

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Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%), maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96,8% e especificidade de 94,6%.

IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG - QUANTITATIVO
Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM
Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

IMUNOENSAIO ENZIM TICO

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). - JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.

Continua...
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Continua...TRYPANOSSOMA CRUZZI

Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

PESQUISA DE ANTICORPOS

M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio, mas especificidade menor (94 a 100%). O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 unidades negativo entre 20 e 29 unidades fracamente positivo > 30 e 39 unidades moderamente positivo fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1,0 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Varicella zoster IgG / IgM, anticorpos anti
Coment rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus. Na forma prim ria, representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. É mais comum acima dos 50 anos, sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias, uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas, após o aparecimento do rash. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente, enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. Na catapora, a IgM tectada na 1 semana após o rash, atingindo o pico em 14 dias. Quanto ao Herpes zoster, a IgM aumenta em torno do 8 e 10 dia após a erupç , com pico geralmente no 18 e 19 dia. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G, embora a grande proteç seja do tipo celular. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0,5 mL de Soro p/ cada. Liquor. - JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

Vírus Respiratórios – Pesquisa direta
ADENOV RUS – INFLUENZA V RUS A e B - PARAINFLUENZA V RUS 1,2,3 – V RUS SINCICIAL Coment rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe - Lavado de nasofaringe - Swab de nasofaringe. Laboratórios - coleta: Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas, colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material de ser aspirado, incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.

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Vírus Sincicial – pesquisa direta
Coment rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites, bronquites e pneumonites). Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo, a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa, j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe - Lavado de nasofaringe - Swab de nasofaringe. Laboratórios - coleta: Swab de nasofaringe, insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas, colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Lavado de nasofaringe, nos casos em que o material de ser aspirado, incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s, instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril, reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C.

Waaler Rose
Coment rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR, podendo estar presentes em outras colagenoses, doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia, na mal ria, hepatite, endocardite, toxoplasmose, sífilis, mononucleose e outras doenças, em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. Em geral, altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. Veja tam m Fator Reumatóide. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente, em geral, após a 1 semana de infecç ; títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias, com títulos superiores ao anti O. Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: S. Paratyphi A at :80 S. Paratyphi B at .1:80 S. Typhi O at :80 S. Typhi H at :80 Condi o: 0,3 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. Na vi ncia de quadro clínico, títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino, pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0,4 mL de Soro. - JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. Usado tamb m para controle de vasectomia. Nesse m todo, as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o, totalmente controlado por computador. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho, que permitem caracterizar os espermatozóides, garantindo a interfer cia de outr os elementos, tais como, hem cias, leucócitos, debris, etc. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al). É o elemento de c lculo para a linearidade. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags). Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta, menor ser sua linearidade. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide, cujo valor cerca de 0,6. Quanto maior a elongaç , mais larg cabeça. Quanto menor a elongaç , mais estreita a cabeça, p or exemplo, forma afilada ou tapering. É uma refer cia para a morfologia. Condi o: Volume ejaculado, enviar at h após a coleta. - Abstenç de 2 a 5 dias, no m ximo 7 dias ou C.O.M. - N colher em preservativos, sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. - Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte. Continua...
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Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata. Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1,0 mL de esperma. -N recisa absti cia. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. Conservaç o para envio: Enviar congelado.

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cido Cítrico – Teste Bioquímico

Valores normais: Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro Fr cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Linearidade: acima de 60% Elongaç : entre 54 e 68% Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24,9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5,9 micro m/seg Est ticos: imóveis - normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

Coment rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides. M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado, enviar at h após a coleta. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

Frutose - Teste Bioquímico
Coment rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0,5 mL de esperma. -N recisa absti cia. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. Conservaç o para envio: Enviar congelado.

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Coment rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. Condi o: Todo volume ejaculado, enviar at h após a coleta. - Absti ncia 2 a 5 dias. - N colher em preservativos, o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente.

Immunobeads - Imunologia do Esperma
TEST DIRETO IgG e IgA
Coment rios: Quando positivo, indica causa imunológica como fator de infertilidade. Este teste, se positivo, determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda, peça intermedi ria ou cabeça. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. Condi o: Todo volume ejaculado, enviar at h após a coleta. - Absti ncia de 2 a 5 dias. - N colher em preservativos, sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

TESTE INDIRETO IgG e IgA

Coment rios: Quando positivo, indica causa imunológica como fator de infertilidade. Este teste, se positivo, determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda, peça intermedi ria ou cabeça. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. Condi o: 0,5 mL de Soro da mulher ou homem – C.O.M. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C.

Leucócitos
Coment rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At .000.000/mL Condi o: 0,3 mL de Esperma. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C.

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Hipoosmolaridade - Teste de Capacit 
  

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Mar Test - Imunologia do Esperma
DIRETO IgG E IgA
Coment rios: Quando positivo, indica causa imunológica como fator de infertilidade. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. Condi o: Volume ejaculado, enviar at h após a coleta. - Abstenç a 5 dias. - N colher em preservativos, o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

INDIRETO IgG E IgA

Coment rios: Quando positivo, indica causa imunológica como fator de infertilidade. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. Condi o: 0,5 mL de Soro da mulher ou homem - C.O.M. Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C.

Coment rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides. M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade. Condi o: Todo volume ejaculado, enviar at h após a c oleta. - Absti ncia 2 a 5 dias. - N colher em preservativos, o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

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Teste Penetr o "In Vitro" Teste complementar do espermograma

Coment rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2,0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado, enviar at h após a coleta. - Absti ncia 2 a 5 dias. - N colher em preservativos, o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

Teste Simms Hühner Teste Pós coital Teste complementar do espermograma
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Coment rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical. M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: Negativo: aus ncia de espermatozóides. Pobre: qu resença de espermatozóides no canal ce rvical, mas todos imóveis. Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares. Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. 1. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. 2. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso. 3. Dia adequado: metade do ciclo, ou seja, período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). 4. Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. 5. Use papel higi ico ou absorvente sanit rio. 6. Dirigir ao laboratório para o teste, 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. - Exame realizado somente na unidade aimor s. Cliente tem que comparecer na unidade.

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Antifungigrama
Coment rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp. e Cryptococcus spp.). S testados: Econazol, Miconazol, Fluconazol, Cetoconaz ol, Clotrimazol, Anfotericina B e Nistatina. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B, Nistatina, Clotrimazol, Econazol, Cetoconazol). O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. Condi o: Leveduras (Cândid a spp, Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. N tilizar meios suplementados com antibiótic os.

Baar, Bacterioscopia
PESQUISA

Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose, Hanseníase e outras formas de infecç s), al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro, Urina (enviar volume total colhido), Lavado G strico (JO 8h), Lavado Brônquico, Líq. Ascítico, Líq. Pleural, líquor, Secreç s de Feridas, etc (Swabs evem ser utilizdos. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias, o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha, dobra de Cotovelo, Les s ativas de pele ou reas dormentes. Obs.: Mucosa nasal local menos sensível e específico, n sendo recomendado. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Manter entre 2 o a 8o C. Nunca refrigerar sangue. Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando.

CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea , baço , rins , sistema nervoso central . M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç Abscessos, Punç o de Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue, fezes, secreç s de feridas, etc (swabs vem ser utilizados. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias, o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). * Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia), desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Bacilo Dift rico
PESQUISA
Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. M todo: Microscopia - Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe, Nasofaringe, Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Obs.: Para pesquisa de portadores assintom ticos, nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto, recomendado Swab de Nasofaringe. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro.

CULTURA

Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. M todo: Semeadura em meios específicos, seguida de identificaç o. Condi o: Secreç o de Orofaringe, Nasofaringe e Les s Cutâneas - Raramente outras amostras. Obs.: Para pesquisa de portadores assintom ticos, nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto, a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart.

Bact rias Anaeróbias, cultura
Coment rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados, Celulite, Sangue, Punç Seios Paranasais, Líq.Pleural, Aspirado Transtraqueal, Lav. Brônquico, Líquor, Líq. Ascítico, Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica, etc. Obs.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta, Nasofaringe, Secreç s, etc.) inadequado, assim como Fezes, Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . - Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. - Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas, recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa, a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar.

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Campylobacter, cultura
Coment rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair), fornecido pelo laboratório. -N star em uso de antimicrobiano. Conservaç o de envio: In Natura, at horas. Cary-Blair, entre 2 o e 8o C.

Coment rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro.

Coment rios: Quando presentes, estas inclus s, tem grande valor diagnóstico. Contudo, a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso, devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C.

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Chlamydia trachomatis
Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites , doença inflamatóri lvica, uretrites n o gonocócica, linfogranuloma v reo, tracoma, conjuntivites de inclus o, pneumonia do RN. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral, endocervical, conjuntival, retal, pus de bub inguinal, esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). Obs.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas, portant feito em Urina. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical, a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C, em gelo recicl vel. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.

IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA

M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral, endocervical, conjuntival, pus de b inguinal, esperma, retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). Obs.: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas, portant feito em Urina. - Para material uretral, o paciente deve vir pela manh tes de urinar, ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona, aguardar. Secar o esfregaço em temperatura ambiente. Enviar at dias, em temperatura ambiente.

PESQUISA - GIEMSA

Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro.

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CULTURA

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Coprocultura
Coment rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp, Shigella spp, E. coli enteropato icas, Campylobacter spp, entre outros eventuais patógenos. M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos, seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair), fornecido pelo laboratório. - Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C.

Corynebacterium minutissimum, pesquisa
Coment rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele - Preferencialmente, star em uso de medicamentos tópicos. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos.

Cryptococcus Neoformans, pesquisa
Coment rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro, lavado brônquico, lavado bronco -alveolar, etc.). M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor - Escarro - Lavado Brônquico e outros. Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç .

Cryptosporidium, pesquisa

Coment rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais, principalmente em pacientes Imunocomprometidos. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes, mas nestes a infecç auto -limitada. M todo: Ziehl - Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%.

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Cultura + Antibiograma Automatizado
Coment rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras; Cocos Gram-positivos; Anaeróbios; leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp. etc. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96)

AERÓBIOS

Condi o: Diversas - Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada). Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado.

ANAERÓBIOS

N o se processa antibiograma para anaeróbios. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. - Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. - Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas, recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. - Qualquer material colhido por Swab (garganta, nasofaringe, secreç s, etc.) o ideal, assim como fezes, escarro, expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa, a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar.

Direto a Fresco, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase, Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal, uretral e urina 1 o jato). M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato (1a micç ia), Secreç s de Feridas, Escarro, Punç o de Linfonodos e Abcessos. - Preferencialmente, star em uso de medicamentos tópicos. Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta.

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FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZO

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Donovanose
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Ectoparasitas, pesquisa
Coment rios: O exam tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose, pediculose, entre outras). M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los. - Preferencialmente, star em uso de medicamentos tópicos. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente.

Fungos, identificaç o
Coment rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais, subcutâneas ou profundas dermatofitoses, cromomicose, esporotricose, histoplasmose, etc.). Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura.

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Coment rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal, atrav s da visualizaç C. granulomatis. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o, biópsia de borda da les o. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobiano. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro.

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Fungos
PESQUISA
Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç o t er tica; tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarr o, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

CULTURA

Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada, o r ido transporte das amostras ao laboratório, seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele, Unhas, P los, Secreç s Uretrais e Vaginais, Secreç s de Feridas, Escarro, Lavado Brônquico, Sangue, Líquor, Urina, Fezes, Punç linfonodos, Biópsia de Les s. -N star em uso de antifungicos. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido, escarro, urina e sangue, entre 2 o a 8o C. Líquor n deve ser refrigerado. P los, raspado cutâneo descamativo, unha, em temperatura ambiente.

Gardnerella, cultura
Coment rios: O exam tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. Os microrganismos podem ser tam m isolado em infecç es uri rias, prost ticas, uretrais e no sangue. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal - Secreç Uretral - Urina 1o Jato. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado.

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Gram Bacterioscopia
Coment rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos, leucócitos, outros tipos celulares, etc). Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos. Exemplos: Uretrites gonocócicas, Meningites bacterianas, Vaginose, Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). M todo: Microscopia - Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella, Neisseria, Gonococos, Mobiluncus, Fungos, H. Ducreyi, associaç Fuso -Espiralar, etc., podem ser solicitadas atrav s do Gram. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas, devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura.

Coment rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole), pelo achado das formas bacterianas características do H. ducreyi, distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . - Preferencialmente, n star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor.

Hemocultura Automatizada
Coment rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Criança 1,0 a 5,0 mL de Sangue Total Adulto 10,0 mL de Sangue Total - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato, heparina, SPS). Em ambos casos, as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento.

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Herpesvírus, cultura
Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas , oral e genital . M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les . Obs.: A sensibilidade do exam muito baixa, quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. - Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa), at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas, em gelo recicl vel. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.

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Leptospirose
Coment rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores , c s, animais de corte, etc.). M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100, dependendo da clínica, podem ser considerados negativos. Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos. O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç , nos casos suspeitos. - Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). Antígenos utilizados: L.Andamana, Australis, Autumnalis, Ballum, Bataviae, Bratislava, Butembo, Canicola, Castellonis, Celledoni, Copenhageni, Cynopteri, Djasiman, Gryppotyphosa, Hardjo, Hebdomadis, Javanica, Panama, Icterohemorrhagiae, Patoc, Pomona, Pyrogenes, Shermani, Tarassov e Wolffii. Condi o: 1,0 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.

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SORO AGLUTI

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PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

Micobact rias, Cultura Automatizada
Coment rios: Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto
Coment rios: O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

Mycoplasma, cultura
Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

Mycoplasma pneumoniae, Cultura
Coment rios: Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura
Coment rios: O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

Pneumocystis Carinii, pesquisa
Coment rios: Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

Rotavírus pesquisa
Coment rios: Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste R pido)
Coment rios: A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Tuberculost ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos
Coment rios: Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

Ureaplasma, Cultura
Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena
Coment rios: As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

Vibrio cholerae, cultura
Coment rios: Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

Yersinia Enterocolítica, cultura
Coment rios: Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma
Coment rios: Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS Quando o cabelo for muito curto o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
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Coment rios: Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0,5 nm/mg apoproteína Condi o: 3,0 mL de Soro. - JO 12h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Coment rios: Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç . M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia - PLASMA: At ,8 nmoL/mL Valor de Refer ncia - URI IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1,5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente - Urina 24h. Laboratórios: Enviar 5,0 mL de Urina. Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas . 353

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Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue, levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue, urina e tecidos. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância, sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite, dist rbios hep ticos e cardíacos. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Evitar o contato com o ar. - O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina, L-dopa cido ascórbico. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Addis, contagem
Coment rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is, particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais, especialmente na glomerulonefrite. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Piócitos at 1.000.000 por 12hs Hem cias at .000 por 12 hs Cilindros hialinos at .000 por 12 hs Condi o: Urina 12h. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina. - Manter dieta hídrica habitual. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Alfa 1 Antitripsina nas fezes
Coment rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal, sendo relativamente resistente as proteólises intestinais. Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at ,72 mg/g de fezes secas Adultos: at ,98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C.O.M. Conservaç o de envio: Refrigerar. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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cido Homogentísico

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Bilirrubinas, pesquisa

C lculo Renal, An lise Físico e Química
Coment rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano), s os chamados “c lculo de infecç ”, associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus, Pseudomonas e Klebsiella). Os c lculos de cistina s raros, e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva, a cistin ria. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. Veja tamb m: Teste de PAK . 348 e Nefrolitías . 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente.

C lculo Biliar, An lise Físico e Química
Coment rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia, biliverdina, colesterol, c lcio, ferro e fosfato. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente.

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Coment rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). - Proteger da luz, frasco âmbar. Evitar o contato com o ar. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar.

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Carbohidratos, Cromatografia
FRUTOSÚRIA - GALACTOSÚRIA - GLICOSÚRIA - LACTOSÚRIA - MALTOSÚRIA - XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose, frutose, glicose, galactose, maltose e lactose. A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato. M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). - Armazenar em frasco limpo, próprio para a coleta de urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Cetonúria, pesquisa
Coment rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico, desidrataç , se n for corrigido, a cetose e coma. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Laboratórios: Enviar amostra refrigerada, bem tampada, sar conservantes. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Cistina, pesquisa
Coment rios: Cisti ria m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina, lisina, arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. A principal consideraç clínica na cisti ria, t cia a formaç c lculos. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) - Urina 12h* ou 24h*. - *Usar cido Ac tico 8M, 20 mL/L de Urina. Manter em local fresco durante a coleta. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coproporfirinas, pesquisa
FEZES
Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas, causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Proteger da luz. Manter sob refrigeraç . Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. - At dias entre 2o e 8o C.

URINA

Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas, causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) - Urina 24h*. - Proteger a Urina da luz, manter sob refrigeraç . Enviar rapidamente ao laboratório. - *Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Corpos Redutores Fecal

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Coment rios: Os aç cares s substâncias redutoras, que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Cristais com Luz Polarizada, pesquisa
Coment rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante, pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado, erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) - *Urina 24 h. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. - Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Dismorfismo Eritrocit rio, pesquisa
Coment rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos) lomerular, indicando tam m a direç conduta m ica. Indivíduos apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra, at e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias, devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos. Condi o: Urina recente (2 a micç matinal - jato m dio). - Recomenda-se colher no laboratório. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.

Coment rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). -N star usar laxante ou supositório. - N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. - Cuidado par contaminar as fezes, no ato da coleta, com a urina. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Fenilalanina, pesquisa
Coment rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase, levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central, causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) - *Urina 24h. - Para crianças, recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Frutose, urin ria
Coment rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma. A fru tose, por ser um composto de alto peso molecular, se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) - *Urina 12h ou 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Funcional de Fezes
Coment rios: O estudo coprológico, visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas, exames químicos e outras, cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica, pancr ti ca e biliar, hipersecreç iliar, desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o), síndromes ileal e cecal, colites e outras alteraç s do trânsito intestinal. M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: - Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C.O.M. - Fazer a dieta durante 3 dias. - Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas. - É importante informar a idade. - Crianças at s cessitam de dieta. Às 08:00 horas da manh , tomar 1 copo de leite com um pouco de caf . 2 torradas com muita manteiga. Almoço 1 bife m io mal passado. 1 ovo frito mal passado. arroz caldo de feij batata cozida (ou pur tata) à vontade. À tarde 1 copo de leite com pouco caf . 2 torradas com muita manteiga. Jantar Igual ao almoço, acrescentando macarr cenoura. Sobremesa 1 a 2 bananas cruas, tipo maça, com uma fatia de queijo fresco, tipo minas ou prato. À noite 1 copo de leite com pouco caf . 2 torradas com muita manteiga. Coleta No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m trazer ao laboratório imediatamente. Usar recipientes limpos e secos. Evitar contaminaç r urina, gua, gordura ou outro elemento. N sar laxantes para obtenç fezes. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Galactose
Coment rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo, por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase, torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo, o permitindo o desenvolvimento da criança, provocando outras complicaç s inclusive a morte. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) - Colher após 2 horas de ingest copo de leite. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Gi rdia
Coment rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). -N star usar laxante ou supositório. - N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. - Cuidado par contaminar as fezes, no ato da coleta, com a urina. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada.

Glicose urin ria, pesquisa
Coment rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus, síndrome de Fanconi, doença renal avançada, casos de hiperglicemi ia tica e outras. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) - *Urina 12h ou 24h. - Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Gordura Fecal
COLORIMÉTRICO – DOSAGEM
Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina. Pode s er usado no monitorizaç tratamento. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,8 a 6,0 g/24h Condi o: Fezes de 24h, 48h ou 72h - C.O.M. Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. N o usar: Supositório Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta. Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria, distribuindo durante o dia: 03 colheres (sopa) de azeite 02 colheres (sopa) de creme de leite 01 colher (sopa) de manteiga 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal, acrescentando creme de leite e queijo prato. - Usar recipientes limpos e secos. - Colher todo volume de 24 horas, após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico. - Refrigerar durante a coleta. - Evitar contaminaç r urina, , gordura ou outro elemento. - Trazer ao laboratório o mais r ido possível. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota, informar peso total e tempo de coleta. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

PESQUISA

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Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas. M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C.O.M. - N fazer uso de laxantes e/ou supositórios. Evitar a contaminaç s fezes com a urina. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Homocistina
Coment rios: O aparecimento de Homocistina na urina, deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento, catarata, retardo mental, doença tromboembólica e morte. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) - *Urina 12h ou 24h. - Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Indican, pesquisa
Coment rios: O Indic resultado da decomposiç Triptofano intes tinal. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal, em enterites, insufici cia pancr tica, obstruç comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra tico. O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç bacterian a da proteína corpórea, como septicemia com formaç o de abcessos. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30,0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Coment rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). M todo: Macroscopia - Microscopia Ótica direta e H.P.J. Condi o: Vermes adultos, larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. Recente: At dias entre 2o e 8o C. Enviar rapidamente ao laboratório. MIF: at semana em temperatura ambiente.

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Isospora Belli
Coment rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. M todo: H.P.J. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Lactose, pesquisa
Coment rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç . Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Microsporídeos, pesquisa
Coment rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses, que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Mioglobina, pesquisa
Coment rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado, doenças musculares atróficas, trauma muscular, esforço físico intenso, convuls es, infarto do mioc rdio e intoxicaç s. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). - O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Mucopolissacaridoses, pesquisa
Coment rios: As mucopolissacaridoses s m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo, podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) - *Urina 12h ou 24h. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Oograma

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Coment rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma, atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina.

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Coment rios: É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus), pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada. N o usar nenhum medicamento no local. - Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada, evitando dobras e bolhas de ar. At dias em temperatura ambiente. Swab: at ias conservado em salina.

Parasitológico de Fezes
PARASITOLÓGICO
Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes, pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. M todo: Concentrado - HPJ (Hoffman - Pons e Janer) - M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). - N colher as fezes após ingerir contraste radiológico. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

BAERMANN E MORAES

Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). -N ve-se colher material muito liquefeito. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar. At ia em temperatura ambiente.

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Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes, pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo . M todo: Concentrado - HPJ (Hoffman - Pons e Janer) - M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M.I.F. de 3 a 5 dias - C.O.M. As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi , que devem ser previamente bem lavados. Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material. Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças), somente por solicitaç m ica. Após a coleta, retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início, meio e fim da amostra de fezes. Evitar contaminaç o com urina. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido. Colhe-se uma amostra por dia, podendo ser em dias consecutivos ou alternados, at obter mero de amostras desejado. N precisa colocar em geladeira, pois o líqui conservante. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias. Após o t rmino das coletas, fechar bem o frasco para n entornar. Fornecemos todos os tipos de frascos, soluç s conservantes e fixadoras, sem qualquer ônus. MIF = Merc rio, Iodo e Formol. Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente.

KATO KATZ

Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides , Ancylostomideos, Schistosoma mansoni, Trichuris trichura, Taenia sp, Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes, sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pentose
Coment rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) - *Urina 24h. - Enviar rapidamente ao laboratóri o. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina, ter o cuidado de homogeneizar bem a urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

pH Fecal
Coment rios: O pH indica se a reaç s fezes ci sica, o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. Predominando a fermentaç , a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç , a reaç ser lcalina. M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6,8 a 7,2 Condi o: Fezes recente. - Evitar o uso de talco, laxantes e supositórios, proteger contra a contaminaç com Urina. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Piócito s, pesquisa e contagem
URINA
Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina, indica processo inflamatório das vias uri rias, podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. Para confirmar a presença de processo infeccioso, h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas, nefrites t lo-intersticiais, rejeiç xerto renal, quadros febris na infância, pós -operatórios de prostatectomia, calculose das vias urin rias, infecç r clamídia, tuberculose de vias uri rias, etc. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Enviar rapidamente ao laboratório. - Manter dieta hídrica habitual. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.

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FEZES

Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes, indica um processo inflamatório da luz intestinal. Para se confirmar a presença do processo infeccioso, h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco). - Enviar rapidamente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Porfirinas, pesquisa
Coment rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias, s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas, causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. - Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. Enviar rapidamente ao lab oratório. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Porfobilinog nio
Coment rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pregnosticon
Coment rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez. O resultado negativo, indica aus ncia de gravidez, exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina. M todo: tex - Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs.: O H.C.G. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. N vendo correlaç o clínica, sugere-se H.C.G. no sangue (soro). A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico, s foram preenchidos os dados necess rios solicitados, e especialmente se a coleta o foi assistida. Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ). - Colher após 2 dias de atraso menstrual. - Colher de prefer ncia a 1a urina da ma . - Enviar rapidamente ao laboratório. Informaç es ne rias: - Informar se suspeita de gravidez, ciclo de quantos dias, data da ltima menstruaç o, se controle de mola, se suspeita de aborto. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Proteínas, pesquisa
Coment rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal. Contudo, sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular, dist rbios por imunocomplexo, agentes tóxicos, reabsorç tubular deficiente, doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. M todo: Colorim trico - Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - O client ve colher a urina após esforço físico. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Proteína de Bence-Jones
Coment rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina, pode estar relacionado com: Les membrana glomerular, linfoma, leucemia, macroglobulinemia, sarcoma ost ico, amiloidoses e mieloma m ltiplo. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. Enviar rapidamente ao laboratório. N o usar conservante. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Protoporfirinas, pesquisa
Coment rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas, que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas, causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Protozo rios, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue, se houver. - Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. - N refrigerar.

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Sangue Oculto
Coment rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo, permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: - sangramento gastrointestinal superior: lcer tica, varizes esofagianas, gastrite e câncer strico. - sangramento intestinal baixo: colite, carcinoma de cólon e diverticulite. O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: N cessidade de dieta especial N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana - Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0,50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. - Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. - Nas suspeitas de sangramento, devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes. - Enviar rapidamente ao laboratório. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas. Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C.O.M.): Aspirina Fenilbutazona Indometacina Corticosteróides Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Sedimentoscopia
Coment rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos), eritrócitos, cilindros, cristais, bact rias, parasitas e fungos. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). - Manter dieta hídrica habitual. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.

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Tirosina, pesquisa
Coment rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico, renal e com aminoaci ria generalizada. As anomalias metabólicas adquiridas, podem evoluir de forma transitória como nos prematuros, sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Tripsina Fecal
Coment rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica, j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase, cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica. M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica - Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: crianças (at 1 ano) - Atividade Triptica > 1:80 crianças (1 a 5 anos) - Atividade Triptica > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos, este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal. Condi o: Fezes recente. -N sar laxantes ou supositórios, star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Urina Rotina
Coment rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia, monitorar o progresso desta patologia, acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura. O exame compreende tr s etapas: - caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina. - pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. - sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina. M todo: É realizada uma an lise física da urina, a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. - Ideal colher no laboratório. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. - Manter dieta hídrica habitual. - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.
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Urobilinog nio
Coment rios: O urobili io assim como a Bilirrubina, m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias, nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar, que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). - Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Uroporfirinas, pesquisa
Coment rios: A detecç roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist rbios das porfirias. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria, neste caso de uroporfirina, s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) - Urina 24h*. - *Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. - Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

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O rastreamento de um grande número de doenças congênitas, relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções, pode ser realizado pela an lise de gotas de sangue do neonato, em papel filtro: O Teste do Pezinho. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: b ico, ampliado e plus. Cada uma das determinações tamb m podem ser solicitadas isoladamente, compondo um perfil individualizado. HIV, Rub ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis.
Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami

cidopatias.

Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia

Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru

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Nessa seç o outros exames n o realizados no Teste do Pezinho, mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo o descritos.
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Orientaç es para coleta do Teste do pezinho:
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Deixar secar em temperatura ambiente. N secar em estufas ou no sol. N o colocar em geladeira ou banho de gelo. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos, para evitar que se molhe. Círculos necess rios: consulte os exames solicitados

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Encostar o papel de filtro no local da picada, deixando o sangue saturar todos as círculos do cart , at vazar no verso. No caso de n o estarem nestas condiç s, de ver ser colhidos novos círculos, que atendam às especificaç s acima, evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso.

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No ato da coleta, deixar o sangue sair naturalmente. N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo, uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local, pode-se colocar, cuidadosamente, compress ua quente por 3 minutos antes da punç .

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Coment rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH), o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros, rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC, sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. A Academia o dia de vida da criança. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo, a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. - Colher após 4 o dia de nascimento. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç .

Coment rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia, citrulinemia, Doença de Cushing, gota, hiperornitinemia, histi dinemia, Kwashiokor, septicemia, defeitos do ciclo da ur ia, defici cia de piruvato carboxilase, defici cia de piruvato desidrogenase, defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica, hipoglicemia e na Cor ia de Huntington. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Prematuros 2,89 a 3,79 mg/dL 7 meses a 2 anos 0,88 a 2,79 mg/dL Rec m Nascido 2,10 a 3,65 mg/dL 3 a 10 anos 1,22 a 2,72 mg/dL 1 a 3 meses 1,82 a 3,08 mg/dL 11 a 18 anos 1,72 a 4,86 mg/dL 4 a 6 meses 1,58 a 3,68 mg/dL Adultos 1,87 a 5,89 mg/dL Condi o: 0,2 mL Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Coment rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia, doença do Xarope de Bordo, fenil cet ria, histidinemia, hidroxiprolinemia, hiperargininemia, PKU, hiperglicinemia, hiperlisinemia, hipermetionemia, hiperornitinemia, hiperprolinemia, hipervalinemia, homocisti ria, hipertirosinemia. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina. Para evitar falsonegativos, este exame deve ser realizado após 48h de vida, tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos, em casos suspeitos, sugere-se repetir a prova. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. Laboratórios: Após secar a gota de sangue, envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. At ias entre 2o a 8o C.

Coment rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal, chegando a níveis at z vezes maiores, no sangue e urina. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes; d efici cias neurológicas; acidose metabólica; hiperamonemia; e no controle de tratamento de anim cidopatias. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia, cisti ria-lisin ria); interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados; variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). Podem interferir no ensaio: cido ascórbico, aspartame, aspirina, sulfametoxazol + trimetoprim, anticonceptivos orais, glicose, indometacina, insulina, progesterona, testosterona, valproato, gravidez, infecç s agudas, diabetes descompensado e traumatismos. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais

Hiperglicinemia n -cetótica Anormalidades do ciclo da ur ia Glici ria Doença de Hartnup Síndrome de Fanconi

AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA
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Retardo mental Retardo mental, vômitos, letargia, convuls es Assintom tico Ataxia, retardo mental Acidose e raquitismo

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Cetose, neutropenia, retardo mental

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Alcapto ria Histidinemia Aminoacidemia de cadeia ramificada Homocisti ria

Aumento cido homogentísico uri rio Aumento da histidina urin ria e plasm tica Aumento amin cidos ramificados plasm ticos e uri rios Aumento da homocistina e metionina plasm tica e uri rias Aumento cistationina uri ria Aumento da cistina e ami cidos dib sicos uri rios Aumento da glicina e cido propiônico plasm ticos e uri rios Aumento da glicina na urina e plasma Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. Aumento da amônia plasm tica. Aumento da glicina, prolina e hidroxiprolina Aumento de ami cidos neutros na urina Aminoacid ria, glicinemia, fosfat ria.

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Fenilceton ria Cl ssica Fenilalaninemia benigna Fenilalaninemia maligna Tirosinemia heredit ria

Retardo mental, dist rbio psiqui trico Assintom tico Retardo mental, dist rbio psiqui trico Cirrose he tica Disfunç o renal tubular Ocronose e Artrite Defeito de fala e audiç Convuls , cetose, retardo mental

Fenilalanina plasm tica > 15 mg/dl Aumento fenilalanina plasm tica Aumento de fenilalanina plasm tica Aumento tirosina plasm tica

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Condi o: 0,2 mL Soro. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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0,45 a 0,59 mg/dL 0,18 a 0,44 mg/dL 0,24 a 0,73 mg/dL 0,04 a 0,43 mg/dL 0,16 a 0,24 mg/dL 0,24 a 0,55 mg/dL 0,09 a 0,60 mg/dL

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Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos

Leucina: Prematuros R.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos Isoleucina: Prematuros R.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos

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7,0 a 24,0 mg/dL 1,6 a 3,7 mg/dL 0,8 a 4,9 mg/dL

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Valina: Prematuros R.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos

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Valores de Refer ncia: Fenilalanina: Prematuros 2,0 a 7,5 mg/dL R.Nascido (1 dia) 1,2 a 3,4 mg/dL Adultos 0,8 a 2,0 mg/dL

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Valina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas 1,4 a 3,2 3 a 12 anos 1,8 a 6,0 Adulto 2,5 a 11,9 Leucina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas 0,9 a 2,0 3 a 12 anos 3,0 a 11,0 Adulto 2,6 a 8,1 Isoleucina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas < 0,4 3 a 12 anos 2,0 a 7,0 Adulto 5,0 a 24,0

Valores de Refer ncia - Urina recente (amostra isolada): Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) 920 a 2280 0a1m s 220 a 1650 0a1m s 91 a 457 2 a 24 meses 333 a 1550 2 a 24 meses 175 a 1340 3 a 18 anos 122 a 517 3 a 18 anos 61 a 314 Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) 500 a 1230 Prematuros(at semanas) 250 a 640 0a1m s 342 a 880 0a1m s 125 a 390 2 a 24 meses 174 a 1090 2 a 24 meses 38 a 342 3 a 18 anos 16 a 114 3 a 18 anos 10 a 126 Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) 190 a 790 0a1m s 113 a 369 0a1m s 78 a 195 2 a 24 meses 99 a 316 2 a 24 meses 70 a 570 3 a 18 anos 58 a 143 3 a 18 anos 30 a 500 Adultos 27 a 260 Adultos 30 a 150 Condi o: Crianças: Urina recente. Adultos: *Urina 24h. - *Usar 20 mL de Tolueno. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e - 10o C.

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Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: Fenilalanina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas 1,2 a 1,7 3 a 12 anos 4,0 a 17,5 Adulto < 16,5 Tirosina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas 4,0 a 7,2 3 a 12 anos 7,2 a 30,4 Adultos 12,0 a 55,1 Metionina - mg/24hs 10 dias a 7 semanas 0,1 a 1,9 3 a 12 anos 3,0 a 14,2 Adulto < 9,3

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Biotinidase
Coment rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. A defici ncia da biotinidas m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina, co -fator para atividade de v rias enzimas. Inci cia no Brasil: 1:125.000 nascidos. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia, convuls s, retard o neuropsicomotor, hipoacusia), cegueira, alteraç s de pele e anexos. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina, o que pode reverter o quadro clínico. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

Coment rios: Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. Inci cia no Brasil: 1:15.000. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12, sendo herança autossômica recessiva. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC, acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . Para evitar falso -negativos, este exame deve ser realizado após 48h de vida, tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. - Colher após 4 o dia do nascimento. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç .

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Galactose Total – triagem neonatal
Coment rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva, causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica), uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos. Incid ncia: 1:60.000 a 1:80.000 nascidos. Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais, icterícia, catarata, retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. coli. Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido - at ,0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: - At 2 horas em temperatura ambiente. - At 0 dias entre 2o e 8o C.

Hemoglobinopatias, triagem neonatal
Coment rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina. Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial. O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. A HbF predomina ao nascimento, com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. S o conhecidas, aproximadamente, 400 hemoglobinas variantes. As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose); 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia); 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV-1, neonatal
Coment rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss . Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses, tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo. A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. - Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

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Rub ola IgM neonatal
Coment rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. A infecç materna pelo vírus da r la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r ola co ita, pois esse n o atravessa a barreira placent ria. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

Sífilis IgM neonatal
Coment rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda, sen til no diagnóstico da sífilis cong nita. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. Entretanto, na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. - Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

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T4 neonatal
Coment rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide, dist rbios da horm nese, cretinism mico e hipopituitarismo. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG, freqüente no sexo masculino (1 em 5.000 a 10.000 nascimentos). Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. Valores baixos podem decorrer da prematuridade, baixo peso e infecç es intercorrentes. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Desej vel 6,0 a 17,0 µg/dL Aceit vel limite superior at ,0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. - Colher após o 4 o dia do nascimento. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: Após a dosagem, conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .

TSH neonatal
Coment rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal, icterícia, pr -termo, síndrome do desconforto respiratório, doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias. Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < que 10 µUI/mL Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. - Colher após 4 o dia do nascimento. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: Após a dosagem, conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .

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Toxoplasmose IgM neonatal
Coment rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente. Em m s com infecç a -tratada, infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1 trimestre 10-25%; 2 trimestre 30-54%; 3 trimestre 6065%. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave. Inci cia de 1:3.000 nascidos. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva, deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais, sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. - Rec m nascidos com 3 a 5 dias. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

Coment rios: Triagem neonatal no Teste do Pezinho. A Fibrose Cística ou mucoviscidose, ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas, localizadas no cromossomo 7, que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais, acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso). Inci cia: 1:2.000 a 1:9.000 nascidos -vivos. A mutaç mais comum em crianças brancas F508, havendo mais de 150 mutaç s descritas. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0 a 30 dias at /mL alerta > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel. - Colher após 4 o dia do nascimento. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: Após a dosagem, conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .

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Coment rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas. Encontra-se elevado na hipertriptofanemia, sepse e encefalopatia he tica. Diminui na síndrome carcinóide, Doença de Hartnup, hipotermia, pós -operatório, enterite regional, pelagra e desnutriç o prot ico -calórica. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance - HPLC Valor de Refer ncia: Prematuros 0,30 a 0,92 mg/dL Rec m Nascido < 1,37 mg/dL Adultos 0,51 a 1,49 mg/dL Condi o: 0,2 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a - 10o C.

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2,5 Hexanodiona Urin ria
Coment rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano, visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2,5 hexanodiona. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via, por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza, perda de peso, anorexia, câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: 5,0 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. - Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina, uma de início e outra do final da jornada de trabalho. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2,5 hexanodiona. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Acetona, dosagem
Coment rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo, bradicardia e hipotermia. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico. Valor de Refer ncia: 0,3 a 2,0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado). Cetoacidoses 10,0 a 70,0 mg/dL Exposiç Ocupacional < que 10,0 mg/dL Níveis Tóxicos > que 20,0 mg/dL Condi o: 5,0 mL de Plasma Fluoretado. Conservaç o de envio: Congelar.

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Coment rios: É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme. O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S, levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: at 4,5 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 10,0 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Urina 24h: Adulto at ,5 mg/24h Criança at ,9 mg/24h Condi o: 50 mL de Urina recente - Urina início ou final jornada de trabalho - Urina 24h. - N coletar amostras às segundas -feiras. - Colher ao final da jornada de trabalho, a partir do 15o dia de exposiç . - Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4,0 e 4,5). Interferentes: Barbit ricos, clordiazepóxido, cloroquina, clorpropamida, diazepam, ergotamina, estrógenos, etanol, hidantoinatos, sulfamídicos. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). Enviar 50 mL e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. O congelamento da amostra deve ser evitado. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. O chumbo inibe a aç da enzima, levando a uma diminuiç na síntese do heme. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30,0 21,1 a 43,4 31,0 a 44,0 16,7 a 34,9 45,0 a 49,0 12,5 a 23,5 60,0 8,8 a 15,8 Condiç o: 3,0 mL de Sangue Total (Heparina). Interferentes: lcool, tabaco, ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. Conservaç o de envio: Refrigerar.

Alumínio
Coment rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico, por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados, porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos), se possui história de falha renal crônica, se fa z tratamento de hemodi lise. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório). Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível). Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro, preso com el stico). Sempre mantenha protegido contra poeiras. - Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra. N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Valor de Refer ncia: < 10,0 µg/L para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82, de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: . Valores < 30 µg/L exames anuais . Valores > 30 µg/L realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5,0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise). Aumentos de 50,0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo. Condi o: 3,0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado). Valor de Refer ncia: Urina recente: 3,0 a 10,0 µg/L Urina 24 horas: < 10,0 µg/24 horas Condi o: 3,0 mL de Urina recente - Urina 24 horas. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353

Ar nico
Coment rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho, normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua, devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As, com a exposiç cupacional. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: at ,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 50,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. - Durante 3 dias que antecedem o exame, comer frutos do mar. - Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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C dmio
Coment rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. Acumula-se nos pulm es, fígado e rins, sendo muito lentamente excretado pela urina. O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo. Podem ocorrer danos pulmonares. Possui aç carcinog ica. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: at 2,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 5,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Informaç es nece rias: Informar se fumante. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar.

Carboxi Hemoglobina
Coment rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno). Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç , que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina, pigmento anormal do sangue, incapaz de transportar o oxi nio. A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente, diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico. M todo: Co-Oxímetro - Espectrofotometria Valor de Refer ncia: N o Fumante xposto ocupacionalmente at ,0% (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP para diclomometano e monóxido de carbono - N fumante at ,5% (NR-7, 1994, MT/Br) Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4,0 a 5,0% Fumantes (mais 2 maços/dia) 8,0 a 9,0% Sintomas de intoxicaç > 10,0% Nível tóxico > 20,0% Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). - Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. Informaç es nece rios: Informar se fumante. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Cobre
Coment rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo, visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç , sistema cardíaco, vascular e no esqueleto. Desempenha importante funç metabolismo do ferro. Pode estar diminuído na doença de Wilson, q ueimaduras, etc. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre), ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal. Caracteriza-se por seas, vômitos, queimaç i strica e diarr ia. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise, necros tica, hemorragia intestinal, oli ria, azotemia, hemoglobi ria, hemat ria, protei ria, hipotens , taquicardia, convuls es, coma e morte.

SANGUE

M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: at meses 20,0 a 70,0 µg/dL 6 meses a 6 anos 90,0 a 190,0 µg/dL 6 anos a 12 anos 80,0 a 160,0 µg/dL Homem 70,0 a 140,0 µg/dL Homem > 60 anos 85,0 a 170,0 µg/dL Mulher 80,0 a 155,0 µg/dL Mulher > 60 anos 85,0 a 190,0 µg/dL Gr vidas 118,0 a 302,0 µg/dL Condi o: 2,0 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar sexo, idade, se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional. Conservaç o de envio: Refrigerar.

URIN RIO

M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia - Urina recente: 15,0 a 50,0 µg/L Valor de Refer ncia - Urina 24h: 2,0 a 80,0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente - Urina 24h. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Coproporfirinas, dosagem
Coment rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase, levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. É uma alteraç tardia e inespec ífica, fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70,0 mcg/dl. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris, anemia hemolítica e perniciosa, febre reum tica, poliemielite, cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg, Ag, Sb, Bi e Zn. Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normais at µg/g de creatinina Exposiç at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente - Urina 24h. - Coletar ao final da jornada de trabalho, a partir do 15o dia após o início da exposiç . - Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Refrigerar. - Usar frasco âmbar. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Cromo
Coment rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada, principalmente, ao câncer do trato respiratório. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato, eczema, ulceraç s, rinite e asma brônquica. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: at ,0 µg/g creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 30,0 µg/g creatinina (NR-7,1994,MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. - Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. Obs.: N colher em local de trabalho. Retirar o uniforme, lavar as m s e genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Chumbo
SANGUE
Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial. É absorvido pelas vias respiratórias, digestiva e cutânea. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme, no sistema nervoso, no sistema renal e no fígado. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: at 40,0 µg/dL (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 60,0 µg/dL (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (Heparina). Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas, sem afastamento maior que 4 dias. Conservaç o de envio: Refrigerar.

URINA

Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. Tam m muito til após a administraç tes quelantes. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: at 50,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 100,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. - Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m os e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL, informar volume total, hor rio inicial e final da coleta. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Etanol
Coment rios: Avalia o nível de etanol no organismo. A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa, a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas, ticas, cardiovasculares, sangüíneas, endócrinas e psíquicas. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia: Intoxicaç Moderada 50,0 a 100,0 mg/dL Intoxicaç Acentuada 101,0 a 400,0 mg/dL Intoxicaç Grave > que 400,0 mg/dL Condi o: 5,0 mL de Plasma Fluoretado. 50 mL de Urina recente - Urina início ou final jornada de trabalho. - Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise.

Fenol

Coment rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa, pele e excretado pela urina, principalmente, na forma conjugada. É corrosivo, levando a severa ulceraç o, queimaduras e intoxicaç es crônicas, tais como, trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm. O limite anterior era de 8 ppm. O fenol urin rio deixou de ser o indicador, pois nas condiç es propostas, a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20,0 a 30,0 mg/L). Fatores que alteram a excreç fenol: Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol, aumentam a excreç Fenol. Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos,Barbit rico s,Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol. Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol, pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno. Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos), aumenta excreç Fenol. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at ,0 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 250,0 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at ,0 mg/L (NR-7, 1978, MT/Br) IBMP 50,0 mg/L (NR-7, 1978, MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente - Urina final jornada de trabalho - Urina 24h. - Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho. Laborató rios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Fluoreto
Coment rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica), na tireóide, aorta e rins. Pode produzir irritaç mucosas, do trato respiratório e gastrointestinal, al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea, em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: at 0,5 mg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP: 3,0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7, 1994, MT/Br) 10,0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h. - Obrigatório colher em frasco de polietilen o. - Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho, após o 4 a dia de trabalho da semana. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório, conserv -la em freezer.

Inseticidas Organoclorados

Coment rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados, visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo. S o distribuídos uniformemente pelo organismo, concentrando-se nos tecidos gordurosos, especialmente, no tecido abdominal, no c rebro e fígado. Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia, anorexia, perda de peso, mal estar geral, transpiraç xcessiva, altera ç s reflexos profundos e superficiais, reflexos pupilares lentos, respiraç o deprimida, dis ia, salivaç o, tremores e hepatomegalia, especialmente, nos casos crônicos. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei, n sendo citados valores na atual NR-7. Em casos positivos, prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro, aldrin, OP-DDE, PP-DDE, OP-DDD, PP-DDD, OP-DDT, PP-DDT, miurex, alfa-BHC, betaBHC, delta-BCG, gama-BHC, heptacloroepoxi, dieldrin, endrin, endo I, endo II, endo sulfato, metoxicloro. Condi o: 10,0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 50 mL de Urina recente - Urina 24 h - Urina início ou final jornada de trabalho. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta - Urina: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Inseticidas Organofosforados
Coment rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç . Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano, sendo facilmente degradados e excretados. S o absorvidos pelas vias inalatória, oral e cutânea. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica, ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso, produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate, Diazinon, Malation, Paration metílico, Paration etílico, Ethion. Condi o: 10,0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 50 mL de Urina recente - Urina 24 h - Urina início ou final jornada de trabalho. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta - Urina: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Coment rios: Indicador biológico para exposiç manga s. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. O manga s concentra-se no c rebro, ossos, fígado, pâncreas e rins. Elimina -se lentamente pela urina, bile e fezes. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At ,0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Mercúrio
Coment rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. A inalaç representa a principal via de absorç , sendo que seu ac mulo ocorre no SNC, rins, fígado, pulm , coraç o , baço e intestino. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial, tremores e aumento da excitabilidade do SNC. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos, diarr ias, ansiedade, perda de peso, tremores e etc. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. Valor de Refer ncia: At ,0 µg/dL Condi o: 10,0 mL de Sangue Total (Heparina). Valor de Refer ncia: At ,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP: 35,0 µg/g de creatinina (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. - Se for possível coletar urina 24 horas, recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç . Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL e informar volume total. Adicionar 1,0 mL de HNO36N para cada 100,0 mL de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353

Meta Hemoglobina
Coment rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina, embora n seja específica, pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e, após absorv ida, deprime o SNC. O seu metabólito, a fenilhidroxilamina, o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes. M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor de Refer ncia: at ,0% (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP 5,0% (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Metanol
Coment rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. A exposiç cupacional , principalmente, aos vapores de metanol e, nessas condiç s, a introduç sorç s r via respiratória, embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído, sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol. Valor de Refer ncia: < que 0,15 mg/dL Concentraç s Tóxicas: > que 20,0 mg/dL Condi o: 5,0 mL de Plasma Fluoretado. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Valor de Refer ncia: at 5,0 mg/L (NR-7, 1994, MT/Br) IBMP: 15,0 mg/L (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada - Urina recente - Urina 24 horas. - Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. - Usar 100,0 mg de Fluoreto para cada 100,0 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado.

Metiletilcetona
Coment rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. É rapidamente absorvida pela via respiratória. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central, com produç de narcose, ela potencializa a toxicidade de outros solventes, especialmente, a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2,5 -hexanodiona ). M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos. IBMP: 2,0 mg/L (NR-7, 1994, MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24 horas. - Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Níquel
Coment rios: Indicador biológico de exposiç níquel, utilizado na monitorizaç e trabalhadores. A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. A cianos indício de gravidade. Outros sinais s hipertermia, tosse, tontura, mal-estar generalizado, vômitos, n seas, pulso r pido, colapso, zumbidos, asfixia, a ia, câncer pulmonar (casos crônicos), dermatite (casos crônicos), necrose cerebral, taquicardia, parada cardíaca, edema agudo e necrose pulmonar. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: at ,0 µg/L (NR-7, 1978, MT/Br) IBMP 60,0 µg/L (NR-7, 1978, MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - *Urina 24h. Obs.: N colher em local de trabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. - Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho, após 17 a 39 horas de exposiç o semanal. Laboratórios: Especificar tipo de urina, *enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Tiocianato
Coment rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-), que produz hipóxia, atuando a nível celular. No organismo, após absorç , o CN - poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase. Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes, devido à presença cido cianídrico no tabaco. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at ,0 mg/L (Fumante) at ,0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho - Urina recente. - Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . Preconiza -se a coleta de duas amostras, uma de início e outra de final de jornada de trabalho. Se houver opç r um ica amostra, esta dever ser a do final de jornada de trabalho. Informaç es nece rias: Informar se fumante. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Triclorocompostos Totais e Fraç es
Coment rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente, como triclorocompostos totais. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR - 7 atual (tetracloroetileno, tricloroetano, tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra, exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina, sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra. O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento, podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Exposiç Tetracloroetileno cido Tricloroac tico: 3,5 mg/L Exposiç Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40,0 mg/g creat Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300,0 mg/g creat Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz). Enviar 50 mL de urina. Conservaç o de envio: Refrigerar.

Zinco
Coment rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana. A absorç o s pelas vias percutânea, oral e inalatória. Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco.

SANGUE

M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia - Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10,0 mL de Sangue Total (Heparina). Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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URINA

M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho - Urina recente - Urina 24h. Obs.: N colher após ejaculaç , n colher em local de t rabalho, retirar o uniforme, lavar as m s e a genit lia antes de colher. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina, enviar 50 mL de e informar volume total. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório, adicionar cido ac tico (1,0 mL para cada 100,0 mL de urina). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

ESPERMA

Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156.000 µg/L Condi o: 1,0 mL esperma. Conservaç o de envio: Refrigerar.

Zinco Protoporfirina
Coment rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme, a hemessintetase, com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme, forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia, que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5,0 mL de Sangue Total (Heparina). Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar. Conservaç o de envio: Refrigerar.

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Provas Funcionais da Supra-renal

Provas Funcionais da Tireóide
13. Estímulo para TSH com TRH

Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino

Provas Funcionais para Hipófise Anterior

Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide
31. Estímulo para Calcitonina com infus 32. Estímulo para Calcitonina com infus 33. Estímulo para Calcitonina com infus

Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase
34. Nefrolitíase 35. Teste de Pak - Sobrecarga oral com C lcio 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. D-Xilose, teste Lactose, teste de tolerância Maltose, teste de tolerância Sacarose, teste de tolerância
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Provas de absorç o de carboidratos

Outros testes
Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria, teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina, estímulo alimentar e estímulo após glucagon

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Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo)

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Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus - Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina - KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C - Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa

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01. 02. 03. 04.

Estímulo para ACTH com Desmopressina - DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH - Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona, Composto S, Cortisol, DHEA, 17 OH Progesterona, 17 OH Pregnenolona, Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio, testes confirmatórios

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PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL
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01. Estímulo para ACTH com Desmopressina

DDAVP

Material: 2,0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0), 15, 30, 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. A centrífuga tem que ser refrigerada. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas. Crit rio de Interpreta o: Normais: só 10% responde acima de 50% do basal. D. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH.

02. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH
Material: 1,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0,1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0,05 U/kg). Amostras s o colhidas 30, 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. Cuidado com hipoglicemia durante o teste, ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Crit rio de interpreta o: CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL. ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais. Obs.: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos, cardiopatas, doença cerebrovascular, idosos e com sintomas de insufici cia adrenal.

Material: 1,0 mL de Soro. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m , em seguida, aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples); colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . N o apresenta efeitos colaterais. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado.

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03. Estímulo r pido para Cortisol com ACTH

Cortrosina

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04. Estímulo com ACTH para: Androstenediona, Composto S, Cortisol, DHEA, 17 OH Progesterona, 17 OH Pregnenolona, Progesterona
Material: 1,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma , em seguida, aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples); colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S), 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç . -N resenta efeitos colaterais. Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL; em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. Obs.: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. Resposta - 17 OH Progesterona 60’ após ACTH: Normais: < 200 ng/dL Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA.

05. Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8)
- Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida, seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido - Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1,5 ng/m/l/h - normal. Abaixo de 1,5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o. Só interromper beta bloqueadores. Certos adenomas se comportam com hiperplasia, quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. Interpreta o: Renina se eleva para 1,7 a 8,5 ng/mL/h Aldosterona se eleva para 13,0 a 50,0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio, na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona, o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo. A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40, em geral acima de 100.

06. Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona
Material: Cortisol 1,0 mL de Soro. Colher entre 08:00 e 09:00 horas. Preparo do Paciente: Supress o com DXM administrar ao paciente 1 comprimido de 0,5 mg de Dexametasona, de 6 em 6 horas durante 2 dias, iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). Estímulo com CRH JO 8h. Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ), colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH, nas seguintes dosagens: Adultos 100 mcg / Crianças 1 mcg/kg peso corporal. Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio), quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1,4 mcg/dL, os valores abaixo de 1,4 mcg/dL indicam Cushing ectópico.
Cuttler GB The Endocrinologist, supl 1:25 1997. Fingling JW. The Endocrinologist, supl 1:25 1997
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07. Estímulo para ACTH com CRH/CRF
CRH - Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: - Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL), 5 minutos antes da injeç CRH. - Injetar CRH (l microg/kg) EV - Colher Sangue para ACTH (10 mL), aos 15 e 30 minutos. Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal. Aumento > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos, apenas 7% s o irresponsivos. Cushing Ectópico, em geral no pulm timo e pâncreas, respond e ao CRH. Raros casos de ectópicos s o responsivos. Cushing Adrenal (ACTH independente) o responde ao CRH, por m pode haver discreta resposta do ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL. Pseudo Cushi responder ao CRH, mas responde à supress com DXM baixa dose.
Cutler.GB Jr, The Endocrinologist 1997; 7:10S-16S Nieman L, Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome. In Endocrinology, edited by DeGroot LJ,Philadelphia,PA, WB Saunders Company, 1995. Nieman LK, Oldfield EH, Wesley R, et al.: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome. J Clin Endocrinol Metab 1993; 77:1308-12.

08. Supress o do Captopril
Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro), logo após tomar 1 comprimido 25 mg de Captopril (Capoten). 2 horas depois, colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C.O.M. Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C.O.M. 1 hora de repouso. N cess rio dieta pr via. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após, verificar press rterial. Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica < 15 ng/dL Hipertens o arterial essencial - relaç Aldosterona/Renina < 50 Aldosteronismo prim rio - relaç Aldosterona/Renina > 50 Aldosteronismo idi tico = Hipertens o arterial essencial A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais (9 a 10 horas da m - senta no mínimo 10 minutos): Aldosterona/Renina > 12,6 → Aldosteronismo Prim rio Aldosterona > 8,9 → Aldosteronismo Prim rio

09. Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma
Preparo do Paciente: - Realizar somente em adultos. - JO 8h. - Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress . - Repouso antes de colher o basal. - A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. - Tomar 300 mcg (0,3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). - Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento, tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua, infundir soro fisiológico, deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia). Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress, frio, uso anti -hipertensivos.

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10. Supress o com Dexametasona
TESTE R PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA
- Colher sangue entre 7 e 9 h da m , p/ Cortisol e/ou ACHT basal. - Às 23:00 horas - Tomar 1 mg de Dexametasona VO. - Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man , p/Cortisol e/ou ACHT. O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS, 17 OH e/ou Cortisol Livre. Preparo do Paciente: BASAL - Colher sangue entre 7 e 9 h da manh , p/ Cortisol e/ou ACHT. - Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH, 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). SUPRESS O - 1o dia: Tomar 1 comprimido de 0,5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas, durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos), começando às 6:00, 12:00, 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00, 18:00, 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas, segundo LIDDLE). - 2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH, 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. - 3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh , para Cortisol e/ou ACTH. Trazer a Urina 24 h. O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS, 17 OH e/ou Cortisol Livre. Preparo do Paciente: BASAL - Colher sangue entre 7 e 9 h da m , para Cortisol e/ou ACHT. - Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH, 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). SUPRESS O - 1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0,5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas, durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos), começando às 6:00, 12:00, 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00, 18:00, 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas, segundo LIDDLE). - 2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH, 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. - 3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh , para Cortisol e/ou ACHT. Trazer a urina 24 horas. Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m , p/ Cortisol e/ou ACHT basal. Às 23:00 horas - Tomar 8 mg de Dexametasona VO, Dia seguinte - Colher sangue entre 7 e 9 h da m , p/ Cortisol e/ou ACHT. Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas 17 OH < 4,5 mg/24 horas CORTISOL LIVRE URIN RIO queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL

TESTE R PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA

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TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA

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11. Supress o com Dexametasona em Crianças
Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total, dividir em 4 tomadas, fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. Teste r pido - Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona. - 15 mcg/kg às 23:00 horas.
NEJM 1994;331:629-36
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12. Aldosteronismo Prim rio, testes confirmatórios
- Cuidado com problemas cardíacos - Acompanhamento m ico rigoroso - Controle rigoroso da press
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SUPRESS O COM SORO FISIOLÓGICO

Administraç venosa por 4 a 6 horas, de 500 mL de soro fisiológico por hora. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o, ou seja, após 2 a 3 litros de soro fisiológico. Interpreta o: Em pessoas normais, ou seja, hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH, que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem.

SUPRESS O ORAL COM SAL

O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias, ou seja, 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia, ou seja, 4 gramas por dia. No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio.

SUPRESS O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL

Ingest 0,1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. Normais, a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia, o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio.

AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA

Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor. Primeiro faz-se a laparoscopia, eventualmente, laparotomia. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica.
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PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE
13. Estímulo para TSH com TRH
Material: 0,9 mL de Soro. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura, sea, calor perineal, gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2,5 µUI/mL em relaç valor basal, sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. Obs.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico, embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes, mas em indivíduos diferentes h grande variaç . - Informar medicamentos em uso e, se mulher, informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos , consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. Caso o m dico insista, fazer o teste com 1/4 da ampola, ou seja, 50 µg; crianças de 6 a 13 anos, fazer o teste com 1/2 da ampola, ou seja, 100 µg; > 13 anos, igual adulto.

PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O
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14. Tolerância à Glicose

Curva Glic mica

Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s, com um mínimo de 150 gr de carboidratos, nos tr s dias que antecedem ao teste, sendo indicada atividade física normal nesse período. O teste deve ser realizado pela man , com 8 a 14 horas de jejum (ou C.O.M). Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados, agudamente doentes ou inativos. Dar 75 gr de glicose, em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos.
Categoria Jejum*
> 110 e <126 < 126 > 126

2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL)
< 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200

Casual**

*O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia, sem observar o intervalo d ltima refeiç . *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria, polidpsia e perda inexplicada de peso. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia, a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM.

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Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus

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A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico.

1- Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite, caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio. O us lcool, tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. 2- N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. 3- O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora, pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. 4- Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8). 5- Administrar 5 UI de pitressina ou 0,02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9). 6- Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois.
*Pode se optar por iniciar o jejum em outro hor rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame ser realizado. **Cas seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri ria, nesse instante do teste, o parâmetro a ser seguido poderia ser o peso, como sugerido. A densidade uri ria, embora menos precisa, apresenta boa correlaç com a osmolalidade uri ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç teste (notadamente a refratometria)(10,11). O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade, diretamente, atrav s do crioscópio.
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Interpreta o (5): Normais D.I. Central D.I. Parcial D.I. Nefr ico Polidpsia Prim ria

Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9%

ídrica s colocados em um . Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l . Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina.
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Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. Área 2: Diabetes Insipidus Central. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH. Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico.

Figura 2 - Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico.

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Nos pacientes com polidpsia prim ria o período de privaç final do test improv vel o diagnóstico de polidpsia prim ria.
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15. Diabetes Insipidus

Teste de Restriç o Hídrica
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Preparo do Paciente: JO 10h ou C.O.M. No tempo “0” aplicar 0,1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’, -5’, 0, +3’, + 6’, +9’, +12’, + 15’, 20’ e + 30’. + O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos. - N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Crit rio de Interpreta o: normal 5,01 a 6,40 %/min obesos 3,10 a 5,01%/min Resist ncia a insulina: < 3,30 %/min

17. Diagnóstico de Diabetes Gestacional
Diabetes Gestacional – ADA/NDDG
Rastreio: 50 gramas de glicose VO. N cess rio jejum. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum. 100 gramas de glicose. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores, como acima, iagnóstico de Diabetes Gestacional

Diabetes Gestacional – SBD/OMS

Rastreio: - Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. - O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose. * jejum de 8 a 14 horas. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose, valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional.

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16. Tolerância r pida à Insulina
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- Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. - Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL. - Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL). Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. - Após 90 minutos, colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose. Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal. • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç , tem Peptídeo C basal ± 0,33 ng/mL e se elevam para ± 0,77 ng/mL após Sustacal. IDDM tem basal ± 0,013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0,019 ng/mL, após a sobrecarga de Sustacal. • Em adolescentes com IDDM, a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0,15 ng/mL, tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1, em alguns casos, pode haver superposiç valores, aqui vai valer a avaliaç o clínica. Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2,20 respondem aos agentes orais.

19. Resist ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0, 30, 60, 120, 180 min at 300 )
Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g.245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL Normal < 20 µUI/mL Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE Normal < 150 µUI/mL RI moderada 150 a 300 µUI/mL RI severa > 300 µUI/mL
Ref. Bibl.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988; 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991, 73: 590-595
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18. Estímulo do Peptídeo C

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20. Tolerância à Glicose Endovenosa
Material: 1,0 mL de Soro. Jejum: JO 10h ou C.O.M. Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância, fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. - Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste. - O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0,5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal, 5’, 1’após fazer infus , +1’, + 3’, + 5’ e +10’. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado, lavar o escalpe com soro fisiológico. Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil. PERCENTIL DA SECRE O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551
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PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR
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21. Estímulo para HGH
Material: 1,0 mL Soro. JO 8h.
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GH

EXERC CIO

Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos, quando ent colhida uma amostra basal. Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício), 30, e 60 minutos após t rmino do exercício. Material: 1,0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0,1 U de insulina simples/kg de peso. Amostras s colhidas 30, 60 minutos após a hipoglicemia. CUIDADOS: Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. Pacientes convulsivos: o test contra indicado. Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia, usamos doses menores de insulina (0,05 U/Kg), risco de hipoglicemia grave. Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. Crianças agitadas, que n permitem manter o so ro na veia, temos que interromper o teste. Com hipoglicemia durante o teste, ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV, se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia, poder ser feito um reforço na dose de Insulina, dentro dos parâmetros iniciais. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg, entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. Nova coleta de sangue 60, 90 e 120 minutos. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos, nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0,15 mg/m2 de clonidina (Atensina®), colhendo ent amostras 60, 90 e 120 minutos após. Cuidados: Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. O repouso após o test fundamental. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento, 1 a 2 horas após o teste. Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. Pacientes convulsivos: o test contra indicado. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura Continua...

INSULINA

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Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") - Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma). Colher sangue para GH nos tempos 60, 90 e 120 minutos após o estímulo. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4

Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”, pode ser utilizado via oral - ETINIL ESTRADIOL, 2 dias antes do teste, 40 mcg/m2 por dia. Com essa medicaç o, desaparec em os falsonegativos. O laboratório fornece o Etinil Estradiol, favor enviar peso e altura da criança. N o realizamos testes de estímulo, aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3. Sendo necess rio teste de estímulo, sugerimos L-Dopa e exercício, porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais.

Crianças menores de 2 anos:

22. Estímulo para HGH com Dexametasona
A Dexametasona, apesar dos efeitos delet rios no crescimento, apresenta um potente estímulo à secreç GH, quando administrado agudamente. Administr o da Dexametasona: a. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal, 120, 150 e 180 minutos (basal, 2, 2:30 e 3 horas) b. 2 mg VO Colher o sangue basal, 180, 210 e 240 minutos (basal, 3, 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L

JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba- (P029) Pinto, ACAR e cols. EPM - SP

Material: 0,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: JO 8h ou C.O.M. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica, ou seja, após a coleta de uma amostra basal, o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. Crit rio de Interpreta o: Normais Queda para níveis < 2,00 ng/mL Sugere Acromegalia > 5,00 ng/mL Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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23. Supress o para HGH com Glicose
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24. Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais
Material: 0,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: JO 8h ou C.O.M. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura, sea, calor perineal, gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e, nesses casos, o valor de GH, em geral elevado, deve pelo menos duplicar ou, tendo como base um ritmo de secreç , deve ser significativamente maior que o valor basal. Obs.: 30% dos normais podem responder.
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25. Supress o do HGH e Prolactina após Bromocriptina
Material: 1,0 mL de Soro. Preparo do Paciente: JO 8h. Colher sangue "0" (basal). Após 1 comprimido de Bromocriptina (2,5 mg por via oral), colher sangue aos 30, 60, 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. Pode haver enjôo, vômitos e hipotens ós o Parlodel. Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais.
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26. Estímulo para Prolactina com TRH
Material: 0,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher amostra basal, 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura, sea, calor perineal, gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.
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27. Megateste

Avaliaç o Hipofis ria Total

Material: 1,4 mL de Soro e 0,7 mL de Plasma. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH, FSH, LH, HGH, Cortisol e ACTH. Administrar ao paciente, via endovenosa, mantendo a veia, 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH, mais 0,05 UI/Kg de peso de insulina simples. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH, FSH e LH aos 60 minutos para FSH, LH, Cortisol, ACTH, TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol, ACTH e HGH. Aplicar insulina, após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente.

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28. Supress o para Prolactina após L -Dopa
Material: 0,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal). Após L -DOPA, via oral, 10 mg/Kg de peso, dose m xima de 500 mg, colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham, com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.
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29. Geraç o de IGF -1
Procedimento: IGF 1 e IGFBP 3 basal às 09:00 horas dia “0” Injeç s GH (0,1 unidade/kg/ de GH) 1o - mesmo dia “0” às 18:00 horas 2o - dia “1” às 18:00 horas 3o - dia “2” às 18:00 horas 4o - dia “3” às 18:00 horas IGF 1 e IGFBP 3 após GH dia “4” às 09:00 horas GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal, pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 > 15 ng/mL e IGFBP-3 > 0,4 mcg/mL. Obs.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0,1 ng/mL, ou seja, variaç s de 0,1 ng/m t m valor.
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30. Estímulo para LH e FSH com LH-RH

Material: 1,0 mL de Soro. Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0'), 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola. N resenta efeitos colaterais. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr - eres: LH mentar FSH duplica Homens: LH aumenta 4 a 10 vezes FSH 0,5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: LH aumenta 3 a 4 vezes FSH 0,5 a 2 vezes Fase tea: LH aumenta de 4 a 10 vezes FSH 0,5 a 2 vezes. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE
31. Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio
Material: 1,0 mL de Soro. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%, 2 mg/Kg de peso, colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: Normais < 100 pg/mL Suspeito de CMT entre 100 e 200 pg/mL Sugestivo de CMT > 200 pg/mL
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32. Estímulo para Calcitonina com infus o de Pentagastrina
0,5 µg/Kg em 2,0 mL de 0,9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2,0 mL de soluç fisiológica. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. Após injeç r ida (10 segundos), colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. 1 ampola diluída em 2,0 mL de soro fisiológico. Crit rios sugeridos: Homem Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL Mulher Normais: < 100 pg/mL Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL

33. Estímulo da Calcitonina com infu o de C lcio e Pentagastrina (simultâneo)
Material: 0,8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto, seguido de 0,5 µg/kg (em 2,0 mL de 0,9% de NaCL) de pentagastrina, infundida em 10 segundos. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. - a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2,0 mL de 0,9% de NaCL. - a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal, sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos. Crit rios sugeridos: Homem Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL Mulher Normais: < 100 pg/mL Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL
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PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE
34. Nefrolitíase
Exames de Sangue: cido Úrico C lcio Iônico, se elevado, dosar PTH Creatinina Fósforo Pot ssio Exames de Urina 1. Urina isolada (Jejum Obrigatório). Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: pH pelo pHm tro - após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç A) Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio Urocultura com antibiograma 2. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas, de prefer ncia tr s rotinas. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. Rotinas Na primeira Urina 24h, colocar inicialmente no frasco, rigorosamente antes de começar a coleta, 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%, fornecido pelo laboratório. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. N o pode refrigerar. Manter em temperatura ambiente. Outros laboratórios, enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio, Citrato, Deoxipiridinolina/Piridinolina, M sio e Oxalato Na segunda urina 24h, dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina, fornecido pelo laboratório. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . N o refrigerar. Manter temperatura ambiente. Outros laboratórios, enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Nesse material ser feito o exame de cido Úrico A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa, Sódio e Creatinina. Obser oA Se o pH > 5,5, fazer gasometria arterial. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7,30, solicitar prova de Acidificaç urina. Nos casos de hipercalci ria, realizar teste de PAK.

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Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas. Permanecer em jejum durante 08:00 horas. Ingerir, no dia do teste, 300 mL d’ s 07:00 horas da m . Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e desprezar o restante. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at s 10:00 horas) e dosar: C lcio Creatinina Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . Nesse momento, poder fazer desjejum, ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua. Após 1/2 hora (30 minutos), da realizaç o desta dieta, desprezar toda a urina. Após 3:30 horas da sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: C lcio Creatinina Crit rios de Interpret o: - Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou Homens: > 300 mg/24h Mulheres: > 250 mg/24h - Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h - Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin./creat. urin. jejum ≥ 0,11. Obs.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. - Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin./creat. urin. jejum < 0,11 e após sobrecarga ≥ 0,20. Relaç c lcio urin./creat. urin. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin./creat. urin. jejum ≥ 3,5 - Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin./creat. urin. jejum < 0,11 e c lcio urin./creat. urin. pós -sobrecarga < 0,20, apesar do c lcio urin. > 4 mg/24h.

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35. Teste de Pak
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36. D-Xilose, teste
Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca, sprue tropical, doença de Crohn, entre outras). D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue. É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina. Após administraç o de dos e oral de xilose, est medida no sangue e urina. Medicamentos como aspirina, indometacina, neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. Falsopositivos podem ocorrer. Condi o: 0,5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). Procedimento: N o h coleta basal. Esvaziar a bexiga no início do teste, tomar dose de Xylose. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. Obs.: O test realizado pela m . Jejum: Adultos JO 8h Crianças JO 4h - Permanecer em jejum at t rmino do teste. C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança 0,5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. Adulto 25 gramas Valor de Refer ncia: Soro Adultos: > 25 mg/dL Criança: > 20 mg/dL Urina Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.

37. Lactose, teste de tolerância
Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral, acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. Essa defici cia pode ser idiop tica, ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas, doença inflamatória intestinal, fibrose cística, Doença de Whipple e giardíase. Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. Procedimento: 1,0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal, 30’e 60’ após lactose. Jejum: Adultos JO 8h / Crianças < 1 ano JO 6 a 8h. Dose Administrada: 2,0 g/Kg (at no m ximo 50 g). Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia, após administraç lactose. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

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38. Maltose, teste de tolerância
Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. A maltase age sobre a maltose, resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral, acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Procedimento: 1,0 mL de Soro ou Plasma fluoretado, basal, 30’e 60’ após maltose. Jejum: Adultos JO 8h Crianças < 1 ano JO 6 a 8h. Dose Administrada: 2,0 g/Kg (at no m ximo 50,0 g). Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia, após administraç maltose. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

39. Sacarose, teste de tolerância
Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. A Sucrase age sobre a sacarose, resultando em mol culas de glicose e frutose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral, acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Procedimento: 1,0 mL de Soro ou Plasma fluoretado, basal, 30’e 60’ após sacarose. Jejum: Adultos JO 8h Crianças < 1 ano JO 6 a 8h. Dose Administrada: 2,0 g/Kg (at no m ximo 50,0 g). Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia, após administraç sacarose. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

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OUTROS TESTES

40. Estímulo para Testosterona com HCG
Material: 0,5 mL de Soro. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas). Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o dia, após o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso, num m ximo de 4000 unidades. Colher Soro no 4 estímulo, para dosar Testosterona. Aplicaç do Profasi feita na farm cia. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal.

41. Acidificaç o Urin ria, Teste
Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. Jejum: Adultos JO 8h Crianças JO 4h Procedimento: Colher Urina basal, dosar pH, administrar 0,1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1, 2, 3 e 4 horas para medir pH. Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5,3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta, em frasco contendo vaselina líquida.

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JORN MÜLLER - HORMONE RESEARCH - 30:187-192,1988

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42. Homocisteína após estímulo de Metionina
Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria, avaliaç o das reservas de vitaminas B6, B12, folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular. Valores de Refer ncia: Basal Homens 4,0 a 14,0 µmoL/L Mulheres 4,0 a 12,0 µmoL/L Elevaç iscreta 15 a 25,0 µmoL/L Elevaç moderada 25 a 50,0 µmoL/L Elevaç centuada 50 a 500,0 µmoL/L Seis horas após Metionina - Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2,5

43. Gastrina
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. Colher Sangue basal dosagem de Gastrina . Ingest ife m dio (± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) . 30’ após alim entaç : colher sangue dosagem de Gastrina Obs.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. Interpreta o: Valores > 1000 pg/mL s sugestivos de Gastrinoma. Valores de 500 a 600 pg/mL sugestivo de hiperplasia de c lulas G.

EST MULO APÓS GLUCAGON

Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo, em duas ou mais vezes o nível basal, sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. Em pacientes rtadores da síndrome, baixa resposta, ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. - Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória, após a administraç Glucagon. - Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. - Aplicar EV 1 mg de Glucagon - Colher amostras após 5’, 10’, 15’, 30’e 60 minutos. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal, sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison. Em pacientes n o portadores da síndrome, ixa resposta, ou mesmo diminuiç ível de Gastrina.

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- Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio; - Em seguida, tomar 02 copos de gua, no mínimo; - Nas próximas 01 ou 02 horas (C.O.M.), colher todo o volume uri rio; - Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. - Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco.

- Desprezar a urina e marcar o hor rio. - Colher a partir daí, todas as urinas at completar 12 horas. - Colher toda a uri s parte, perder nenhuma urina, volume total das 12 horas. - Pacientes com problema renal que urinam pouco, tomar bastante líquido durante a coleta. - Manter dieta hídrica habitual. - A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente.

Urina de 24 horas
Ao acordar pela m svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina. A partir daí, colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç , interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. Colher toda micç tam m, integralmente, a primeira micç ia seguinte, no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior. IMPORTANTE 1. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas. Qu alquer erro nesta coleta, implicar m erro nos resultados. 2. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta, exercícios físicos, stress, etc). 3. Muitos exames exigem conservantes, dietas ou recomendaç s específicas. 4. Colher as amostras em recipiente limpo e seco, preferencialmente em garrafas de gua mineral, a fim de evitar contaminaç es.

Coletar urina após período de exposiç jornada de trabalho ou início).

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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CONSERVANTE

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REFRIGERAR
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FLUORETO
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TOLUENO

INSTRU ÕES
1. URINA 24 horas sem conservante, Refrigerar. 2. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente, sem nenhuma perda de material. 3. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. O uso do conservante, quando necess rio, rigatório. 4. Evitar colheitas nos finais de semana, par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana. 5. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o. 6. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N - N o desprezar, nem lavar - Produto tóxico - Manter fora do alcance de crianças”. 7. Quando indicado, especialmente para pacientes do sexo feminino, deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. Sempre que possível, deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior, com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. 8. Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso, tipo gua mineral. N sar recipientes de refrigerantes, medicamentos, etc., pois poder casionar contaminaç rina.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 

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COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C.O.M. COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL TICO DIETA FRASCO ÂMBAR

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Respons el: Dr. Eduardo Alves Bambirra
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Prof. Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina - UFMG)

Exames:
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Imunohistoquímica - pai is
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Câncer de Mama - Estudo imunohistoquímico câncer de mam a - receptores hormonais (estrógeno+progesterona) - Estudo imunohistoquímico câncer de mama - painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) - Estudo imunohistoquímico câncer de mama - painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiog neses) - Imunohistoquímica Hercep test Outros - Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos - Estudo imunohistoquímico de hipófise - Estudo imunohistoquímico de linfomas - Estudo imunohistoquímico de sarcomas - Pain is para tumores indiferenciados - Pain is para tumores indiferenciados

É sempre neces rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado.
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Biópsias positivas (sob demanda específica) )

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. ACTH . Actina de m sculo liso . Anti human C1q . Anti human C3 . Anti human IgA . Anti human IgG . Anti human IgM . Anti human Kappa L C . Anti human Lambda L C . CA 125 . Calcitonina . CD 15 . CD 20 . CD 30 . CD 34 . CD 43 . CD 45 . CD 45 RO
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. CD 74 . CD 79 . CDW 75 . CEA . C-erb-2 neu protein . Cromogranina . Cytokeratin . Desmina . Enolase neurônio específica . Epithelial membrane antigen . Fator de angiog nese tumoral . FSH . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) . Helicobacter pylori . HGH . HMB 45 . Human milk fat globulin . KI-67 (MIB 1)

. LH . Macrophages . Neurofilamento . NSE . P 53 protein . PAN B CELLS . PAN T CELLS . Prolactina . Proteínas S 100 . Receptor estrog nico . Receptor progesterônico . Sinaptofisina . Somatostatina . Tireoglobulina . TSH . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394

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Biópsia simples Biópsia c/Coloraç Especial Biópsia c/microscopia de polarizaç o Biópsia Renal com Imunofluoresc ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresc ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para:
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Biópsia de Pele com imunofluoresc cia direta e indireta Punç o Bió psia Revis âminas Necrópsia Peça Cir rgica Radical Simples

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IMUNOHISTOQU MICA
- Favor especificar o anticorpo. - Outros anticorpos, recentemente desenvolvidos, entrar em contato com o Laboratório, telefone (31) 3228.6394. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha, empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako, Novocastra, Biogenex, etc); em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. Resultados - tempo de demora: Em geral, as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido; exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. Resultados - tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas, chamando atenç ra a positivi reaç , sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas, de forma que, o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: - Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno, progesterona, hormônio da adenohipófise, etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama, de adenohipófise, etc; - Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam; - Detecç o de fatores de proliferaç celular, de angi ese tumoral, o ncogens e proteínas associadas. Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex.: esôfago de Barrett, câncer de mama, etc). Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química. Nestes casos, correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica, tais como, fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular.
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Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5 C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5 C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.
Pedido com informes m dicos = documento fundamental

A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir rgica (ex.: tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de um rea / ór . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluoresc ncia. . Biópsia de pele com imunofluoresc cia. seja rim/pele. . Imunofluoresc cia em tecidos . Imunofluoresc cia utilizando soro: Imunofluoresc cia indireta. líquidos: Punç ór s variados: tireóide, cistos de ov rio, etc. . Citologia de punç io/progesterona) pesquisado 5 tipos. . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç Imunofluoresc cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç Imunofluoresc cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de Fluoresc ncia.

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.
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Exames m ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Respons el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
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Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames:
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urin ria Citologia Punç o de Líquidos Cromatina Sexual Revis Lâmina Urocitograma
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Citologias positivas (sob demanda especifica) s o fotodocumentadas..
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Citologia de Escarro
Condi o: Escarro fresco colhido pela man ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

Citologia Hormonal Seriada
Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

Citologia de Mama
Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

Citologia Oncótica Geral Urin ria
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Condi o: 1a Urina da m (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.
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Citologia Pun

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Cromatina Sexual
Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). Material: - Duas lâminas de vidro virgens, lavadas e secas. - Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos). - Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). Instruç es: - Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool. - Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes. Abaixo de um ano n h ecessidade. - Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. - A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo. - Colhido o material, rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas. Primeiro uma e depois a outra lâmina. - Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem. O esfregaço deve ser fino, hom , bem distribuído, disposto em um só sentido. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool, imediatamente após cada coleta. Esta etap de suma importância. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas. Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. Assim, o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço. Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. Para interpretaç , geralmente, considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino). Síndrome de Klinefelter - indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY - corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. Síndrome de Turner - indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO - cor sculos de Barr ausente nas c lulas.
Mulheres com 4, 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar n meros anormais de cor sculos de Barr. Exemplo:

(1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula. (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula. (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas. Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar, oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final. O I.P.C. Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas, como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G, no seu setor de G tica Humana.

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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex.: radioterapia, cauterizaç es).

Condi o: 1a Urina da m , volume total - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini rmônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”, que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças, por ser um m t cessita do exame ginecológico. Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal, mais especificamente da face dos grandes l ios. A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador. Utilizar lcool comercial à 96 o graus, a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame.

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Urocitograma

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Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . Baixa celularidade ou escassez celular. Ressecamento da amostra antes da fixaç . Amostras muito purulentas, muito densas, com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. Lâminas quebradas.

Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). . Duas lâminas para a confecç . Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. . Escovinha para coleta endocervical. . Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . . Caixa para remessa. . Formul rio de "Requisiç Exame". Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material, basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame.

No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual); . A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dias do ciclo); . A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual; . A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo; . As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior), vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta; s a leitur ltima lâmina. . O resultado seguir

No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE ÕES, L QUIDOS E PUN ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . Secreç s ricas em muco (escarro, material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório, caso contr rio, usar lcool a 50% como fixador. . Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor, urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório.
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No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). 2. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL), que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. 3. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL), que engloba displasia moderada / NIC II, displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. 4. Carcinoma de C lulas Escamosas. As anormalidades glandular o divididas em: 1. C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. 2. Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). 3. Adenocarcinoma Endocervical. 4. Adenocarcinoma Endometrial. 5. Adenocarcinoma Extrauterino. 6. Adenocarcinom specificado.

NORMAL Atipia reativa ou neopl sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo
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Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V

Normal Atipia HPV Atipia, atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo

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IMAGINOLOGIA
EQUIPE MÉDICA

CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA
RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA
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AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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CARDIOLOGIA
Os equipamentos disponíveis re nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç o de imagens Bidimensionais, Doppler e Mapeamento de fluxo a cores. Projetados para obten o de alta precis o nas imagens cardíacas e vasculares, conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica. As imagens obtidas s o armazenadas na memória do equipamento, podendo tamb m ser gravada em disco ótico, possibilitando acesso r pido e f cil ao exame.
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ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT)
Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade), v lvulas e peric rdio.

Ecodoppler pulsado e contínuo - Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores

Avalia e quantifica tamanho do coraç , aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD, bem como fraç o de ejeç

ELETROCARDIOGRAFIA

Detecç o de arritmias cardíacas, sinais de isquemia mioc rdica, sobrecarga de câmaras cardíacas.

DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT)
Avaliaç de refluxo. Avaliaç t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional, visan do detecç

s patologias obstrutivas do segmento arterial, quantificando o grau de obstruç strutivas, tais como os aneurismas.

Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos, bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento.

Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores

Afastar ateromatose, tortuosidades e trombos no segmento extra craniano.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Duplex Scan da Aorta, Ilíaca e Abdominal

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Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior)

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Eletrocardiograma

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Ecodoppler de Stress Farmacológico

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Ecocardiografia Bidimensional

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ULTRA SONOGRAFIA
Est o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna, pequenas partes, ginecologia, obstetrícia, punç es e biópsia dirigidas por ultra -som. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes, incluindo a tecnologia tridimensional, ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. Estamos oferencendo, portanto, a ultra-sonografia 3D, que permite reconstruç es de superfície e multiplanares com alta resoluç o.
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MEDICINA INTERNA
Avaliaç

(TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE)
Abdominal Superior (Fígado, Vias Biliares, Vesícula, Pâncreas, Baço)
Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). Avaliaç
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Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins, Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela

de ór os do abdômen superior (fígado, vias biliares, ve sícula biliar, pâncreas e baço).

s abdominais (fígado, vias biliares, vesícula biliar, pâncreas, baço, rins, bexiga

de ór os do aparelho uri rio (rins, ureteres e bexiga).

Avaliaç morfológica do enc falo, observar m formaç s cong nitas, identificar hidrocefalia, identificar hemorragias, isquemia e infarto intracraniano, observar m formaç es vasculares, cistos e neoplasias, observar processos inflamatórios do enc falo e meninges.

Próstata via Abdominal
Avaliaç Avaliaç

Próstata via Transretal

morfológica da bexiga, próstata e vesículas seminais.

da próstata (volume, forma, textura, presença de nódulos) e vesículas seminais.

ÓRG OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES
(ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE)
Avaliaç volume, morfologia e textura tir eoidiana, pesquisa de nódulos, avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. Avaliaç
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Avaliaç anatomia e morfologia muscular. Pesquisa de les s expans ivas, reas de distens o e/ou rupturas, etc. Avaliaç traum ticas. tomia e morfologia dos tend es, objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e

Cervical
Avaliaç Avaliaç

Glândulas Salivares Globo Ocular

morfológica de estruturas cervicais (tireóide, glândulas salivares , linfonodos, etc). morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares.

Avaliaç câmara anterior do olho, do humor vítreo, parede posterior do globo, gordura retrobulbar, nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. Avaliaç do volume, morfologia e textura dos testículos e epidídimo, pesquisa de coleç s, varicocele. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI
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Bolsa Escrotal

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M sculos

de tend es, ligamentos, m sculos, derrames articulares, etc.

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ULTRA SONOGRAFIA
GINECOLÓGICA
Avaliaç
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(TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE)
Obst trica
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Acompanhamento da gestaç

valiaç o do embri o ou feto, placenta, líquido amniótico, etc. e avaliaç malformaç es.

An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç

P lvico Feminino (supra-p bico)
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detalhada da morfologia

Acompanhamento seriado da ovulaç , espontânea ou induzida, para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana.

(TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE)
Tireóide – Mama – Massas - Órg os profundos - Coleç es
Obtenç material origi rio de ór citológicas, hist ológicas e/ou outros. s, estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos,
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Próstata
Avaliaç

da próstata e coleta de material para exame histológico.

MAMOGRAFIA (GE-DMR)
Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos, permitindo otimizar o contraste com a menor dose possível de radia o. Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos, produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA

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P lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç o
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P lvico Endovaginal

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Obst trica Morfológica

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Mama

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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA)
Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador, este aparelho permite alta velocidade na aquisiç o e formaç o de imagens. Reduzindo o tempo, tornamos o exame mais confort vel para o cliente, e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso.
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Tomografia Computadorizada do ABDOME

Tomografia Computadorizada das ARTICULA ÕES

Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular; ombros; cotovelos; punho, sacro-ilíaca; coxofemorais; joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL

Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais, d iscos, intervertebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA)

Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas, dis cos, intervertebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR

Avaliaç morfológica das v rtebras lombares, discos, intervert ebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo; meninges; espaços subaracneideanos; estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS

Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular, nervo óptico, musculo extra -oculares, estrutura óssea, etc.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas, inflamatóri as, neopl sicas e/ou degenerativas. alteraç es

Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA)

Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo, para diagnóstico de trombose e/ou estenoses, avaliaç tologia c itas, inflamatórias , neopl sicas e/ou degenerativas. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA

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Tomografia Computadorizada de CRÂNIO

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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA)
Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE

Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes, para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas, inflamatórias, neopl sicas e/ou degenerativas.

Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga; tero; ov rios; próstata; vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Tomografia Computadorizada de PESCO O
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Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares, Tireóide; Faringe; Laringe; Vasos cervicais; M sculos; Linfonodos; Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços; Antebraços; Coxas; Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar, vasos, coraç o, cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Tomografia Computadorizada do TÓRAX

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Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES

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Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA

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Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS

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Tomografia Computadorizada de ATM

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RESSON CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1,5 T)
A qualidade de imagem em Ressonância Magn tica est diretamente ligada à potência e ao campo magn tico do equipamento. O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi o de seus cliente equipamento com o mais alto campo magn tico (1,5 T) existente no mercado, com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. Este equipamento permite a realizaç o do exame em menor tempo, tornando -o mais agrad el para o paciente e mantendo sua qualidade.
Ressonância Magn ti ca do ABDOME
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Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado, pâncreas, vias biliares, baço, rins, alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar, vasos, coraç , cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga; tero; ov rios; próstata; vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo; meninges; espaços subaracneideanos; estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica da estrutura óssea, te s, bursas, l ios, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas , inflamatórias, neopl sicas degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica de COTOVELO (U nilateral)

Avaliaç morfológica da estrutura óssea, tend s, bursas, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas , inflamatórias, neopl sicas degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica de PUNHO (U nilateral)

Avaliaç morfológica da estrutura óssea, tend s, bursas, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas , inflamatórias, neopl sicas degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica de COLUNA C ERVICAL

Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais, discos, intervertebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica da COLUNA TOR CICA

Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas, discos, intervertebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica de COLUNA LOMBO -SACRA

Avaliaç morfológica das v rtebras lombares, discos, intervertebrais e canal medular, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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RESSON CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1,5 T)
Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Ressonância Magn tica de PESCO O

Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares, tireóide; faringe; laringe; vasos cervicais; m sculos; linfonodos; esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços; antebraços; coxas; pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea, tend s, bursas, l ios, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea, te s, bursas, l ios, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea, te s, bursas, l ios, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica da es trutura óssea, t s, bursas, l bios, ligamentos, cartilagem articular e etc., para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma.

Angiografia por RM (Por segmento)

Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo, para diagnóstico de trombose e/ou estenoses, avaliaç tologia c itas, inflamatórias, neopl sicas e/ou degenerativas.

Ressonância Magn tica das ÓRBITAS

Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular, nervo óptico, musculo extra -oculares, estrutura óssea, etc.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas, inflamatórias, neopl sicas, degenerativas e/ou trauma. Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes, para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas, inflamatórias, neopl sicas e/ou degenerativas.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Ressonância Magn tica de OUVIDOS

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

MEDICINA NUCLEAR uma especialidade m dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico.
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Cintilografia Cerebral
Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. Indi o: Doenças neopl sicas, met stases, doenças vasculares, doenças císticas, hiperostosis frontalis, displasia fibrosa e morte cerebral. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico, com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN).

Cintilografia para Divertículo de Meckel
Preparo: JO 6h. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). Indi o: Divertículo de Meckel. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal.

Cintilografia Espl nica
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Asplenia/ectópia, anormalidades de tamanho/posiç funç o, baços e acessórios, doença metast tica, doenças neopl sicas/linfoma/leucemia, dist rbios hematológicos, doenças parasit rias, doenças infiltra tivas. Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico.

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Cintilografia com G lio
Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®, Dulcolax). Indi o: Processos inflamatórios, Processos neopl sicos. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. É utilizado para detectar abcessos, focos infecciosos, miocardites, estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. Controle evolutivo de linfomas, melanomas.

Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais, pesquisa
Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas.

Cintilografia Hep tica
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Neoplasias, doenças infecciosas, cistos, traumas, doenças h ticas difusas, obstruç veia cava inferior, síndrome de Budd-Chiari. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. A presença de les s ocupantes de espaço (tumores, cistos, hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios.

Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . Indi o: Detecç o de hemangiom tico. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. Útil para detectar a presença de hemangiomas.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Cintilografia Hep tica com Hem

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Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. Preferencialmente, realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda; em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto, at oras após o episódio agudo.

Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina
Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). Indi o: Feocromocitoma, carcinoma medular da tireóide, neuroblastoma, síndrome carcinóide, tumores do sistema APUD. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. A presença em glându las salivares, fígado, rea cardíaca, cólon e bexi fisiológica e normal.

Preparo: JO 6h. Informar medicamentos em uso. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica, estratificaç risco pós infarto do mioc rdio, diagnóstico diferencial das miocardiopatias, pesquisa de viabilidade mioc rdica. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico, adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol.

Cintilografia Óssea
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos, tumores ósseos benignos, osteonecrose, doença metast tica, tumores de partes moles, infecç , traumas e fraturas, transtornos osteo -metabólicos, estudo de próteses articulares. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico, aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto.

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Cintilografia de Infarto Agudo do Mio

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Cintilografia das Paratireóides
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas, hiperplasia e carcinoma). Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. Interpreta o: Primeiramente, obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e, durante esse lapso, ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase).

Cintilografia Pulmonar Inalatória
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares.

Cintilografia Pulmonar Perfusional
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos, com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. Indi o: Tromboembolismo pulmonar, pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. A presença reas de hipoconcentraç s molas, podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória.

Cintilografia Refluxo Gastro-Esof gico, pesquisa
Preparo: Adulto: JO 12h. Criança: JO 6 a 8 horas. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago, defeito dos mecanismos de clearence esof ico, aumento de secreç strica, esvaziamento g strico retardado, rnia hiatal, doença de vias reas superiores recorrentes. Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar.

Cintilografia Renal Dinâmica

Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Indi o: Avaliaç perf us renal, diagnóstico de hipertens renovascular, diagnóstico/prognóstico das hidronefroses, acompanhamento de patologias renais parenquimatosas, avaliaç s uropatias obstrutivas, avaliaç sistemas coletores dilatados, avaliaç funç renal d iferencial. Interpreta o: Adequadas captaç , concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. Aus cia de processos obstrutivos.
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Cintilografia Renal Est tica
Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais, diagnóstico de pielonefrite aguda, diagnóstico de hidronefroses, cicatrizes, corticais, nefropatia do refluxo, ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. Interpreta o: Posiç , conformaç volume renais; presença de hipoconcent raç ; rins direito e esquerdo eutópicos, de morfologia e volume sim tricos, com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico.

Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional, determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço, avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas, diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso, avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica, avaliaç o das miocardiopatias, quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional; movimentaç r egional de paredes mioc rdias. Valores normais: Fraç jeç redes. ± 5%. Normocinesia na movimentaç

Cintilografia Testicular

Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Epididimite, tors testicular, abcesso, hidrocele, espermatocele, tumor. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas.

Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). Indi o: Disfunç s tiroidianas, nódulo tireoidiano pal vel, aumento do tamanho glandular, avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino, dificuldade para exame físico, história de irradiaç em cabeça e pescoço. Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional, localizaç , volume, homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos.

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Cintilografia da Tireóide e Capt

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Cintilografia das Vias Biliares
Preparo: Adulto: JO 4h. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. Indi o: Doença hepato -biliar, colestase neonatal, complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar, anormalidades cong nitas, estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica, atresia de vias biliares em neonatos.

Cisternografia Cerebral
Preparo: JO 6h. Indi o: Hidroc falo comunicante, hidroc fal comunicante, cistos, avaliaç pat cia de Shunts, diagnóstico de fístulas liquóricas. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia.

Cistografia radioisotópica direta

Clearence Pulmonar de DTPA
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais, pneumonites. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. Global: 60 ± 7 min. Obs.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais.

Dacriocintilografia
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Obstruç o dos canalículos, obstruç o do ducto naso -lacrimal. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais.

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Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o, volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo.

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Dose Terap utica com Iodo-131
Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. Indi o: Doença de Graves, Doença de Plummer, neoplasias tireoidianas.

Dose Terap utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam rio -153
Preparo: Bom estado de hidrataç consel vel. Indi o: Paliaç da dor óssea metast tica.

Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis.

Fluxo Sanguíneo das Extremidades
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. Interpreta o: Vasos profundos perm veis, aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos.

Helicobacter pylori, teste respiratório
Preparo: JO 6h. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. pylori e controle de tratamento. Interpreta o: 0,17 – 1,18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior).

Rastreamento de Corpo Inteiro
Preparo: Suspender medicaç s iodadas, hormônios tireoidiano, se possível determinar o TSH. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. Interpreta o: Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç mala no mapa de corpo inteiro.

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Rastreamento com Sestamibi
Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. Obs.: Captaç s glândulas salivares, cardíaca, tica, intestino e rins s chados normais no exame.

Preparo do Paciente: Administrar por via oral, 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias), num total de 20 comprimidos. Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal, isto , a captaç se eleva após a supress . Ele indica o grau de autonomia do nódulo. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas.

Teste do Perclorato
Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas).

Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h. Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral, dispepsia funcional, anorexia nervosa, gastroparesia di tica, lceras ticas gastroduodenais, doenças do col , avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado.

Tireograma com Sestamibi
Indi

o: Estudo de autonomia nodular, alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional.
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A Densitometria til para avaliaç o de densidade mineral óssea em mulheres na pr -menopausa, menopausa, pós -menopausa, em regime de reposi o estrogênia, e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos, corticosteróides, anticonvulsivantes, e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas.

Preparo: - N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). - N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias). - N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas. - Comparecer com roupa sem metais (zíper, bot s, broches, etc.). Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa, menopausa, pós -menopausa, em regime de reposiç strog ica, e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos, corticoesteróides, anticonvulsivantes, e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos), fornecendo o desvio relativo existente. Crit rios para Interpreta o (O.M.S.): at svio normal 1 a 2,5 desvios Osteopenia > 2,5 desvios Osteoporose > 2,5 desvios com presença de fratura osteoporotica Osteoporose avançada

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CANDIDINA
Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular. Antígeno: C. albicans Dose: 0,1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.

ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE
Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular. Antígeno: S. viridans Dose: 0,1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.

MONTENEGRO

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Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0,1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.

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contrada em cerca de 60% dos casos.

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PPD - TUBERCULINA PURIFICADA
Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0,1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.

SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA)
Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos, tendo va lor diagnóstico limitado. Antígeno: S. mansoni Dose: 0,05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0,9 cm 2 Duvidoso: Crianças: 0,9 a 1,0 cm 2 Adultos: 1,0 a 1,1 cm2 2 Positivo: Crianças: ≥ 1,0 cm Adultos: ≥ 1,2 cm 2 Cliente deve comparecer em uma das unidades.

TRICOFITINA
Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil, indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. Antígeno: M. canis, T. rubrum, E. floccosum Dose: 0,1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.

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O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp e de serviço de vacinaç o com salas próprias em todas as nossas unidades, pessoal em constante treinamento e prontu rio informatizado, visando a aplicaç o segura das vacinas.

Vacina contra:

Dupla Adulto (Difteria e T tato) Dupla Infantil (Difteria e T tato) Hemófilos influenza tipo B (conjugada) Hepatite A Hepatite B Hepatite A e B Hexavalente (Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilos, Pólio e Hepatite B) Influenza - Gripe Meningite A e C Meningite C Pentavalente (Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilos e Poliomielite) Pneumococo (conjugada) Pneumococo (23 Valente) - Polivalente Poliomielite (oral) Poliomielite (inativada) Rub ola Sarampo T tano Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria, T tano e Coqueluche) Tríplice viral: Rub ola, Caxumba e Sarampo Tuberculose - BCG Varicela (Catapora)

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Vacina contra Difteria e T tano Adulto – Dupla Adulto

N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses, basta complet -lo. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP; caso história desconhecida ou incerta, devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto, nos dois esquemas. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Doença febril. Gravidez n contra -indicaç o. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas.

Vacina contra Difteria e T tano Infantil – Dupla Infantil

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o: Proteç contra difteria e t tano. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. Efic cia de 90 a 95%. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Cont m ainda alumínio e timerosal. Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Via de administr o: Intramuscular. Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2 , 4 , 6 e 15 meses de vida. Reforço aos 5 anos. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina; pessoas maiores de 7 anos. Doença febril. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Efic cia de 95%. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Cont m ainda alumínio e timerosal. Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). Via de administr o: Intramuscular. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil.

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Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B

Vacina contra Hepatite A

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o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. Efic cia de 77 a 100%. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Cont m alumínio e neomicina. Via de administr o: Intramuscular. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . N deve se r aplicada nas n s. Esquema de aplica o: Avaxim® (0,5ml): - a partir de 12 meses. 1 Reforço após 6 meses. 2 Reforço após 10 anos. Vaqta®: - 1 a 17 anos: dose de 25U/0,5ml (infantil). Reforço com 6 meses. - 18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). Reforço após 6 meses. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre, mal-estar, vômitos, seas, e sinais flogísticos locais. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina, inclusive neomicina. Doenças febri s agudas. Gr vidas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite, pneumonia e epiglotite). Efic cia de 88 a 97%. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1 dose: 2 meses idade; 2 dose: 4 meses de idade; 3 dose: 6 meses de idade. Reforço aos 15 meses. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. Reforço 12 meses após 1 dose. Entre 1 e 5 anos: dos ica. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor, vermelhid o e inchaço locais; febre, irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico). Doença febril aguda. Gr vidas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina contra Hepatite B

Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0,5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). At s: 2,5 mcg (metade da dose infantil). 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. Efeitos adversos: Dor, vermelhid , formaç de nódulo e inchaço local. Podem ocorrer fadiga, mal estar, febre, seas, diarr ia e cefal ia. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos, timerosal ou alumínio. Gravidez. Menores de 2000g.

Vacina contra Hepatite A e B

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o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A, B e D. Efic cia de 75 a 100%. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído, somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Cont m alumínio, neomicina. Via de administr o: Intramuscular. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0,5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses; 2 dose 30 dias após 1 ; 3 dose 6 meses após 1 dose. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses; 2 dose 30 dias após 1 ; 3 dose 6 me ses após 1 dose. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre, mal-estar, vômitos, seas e sinais flogísticos locais. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio, fungos, neomicina). Doenças f ebris agudas. Gestantes. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Efic cia de 95%. T m prioridade para vacinaç : us rios de drogas ilícitas; homossexuais e bissexuais masculinos; heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses; pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível; pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos; receptores de sangue e derivados; trabalhadores de s xpostos à sangue; internos em presídios; todos os adolescentes; todos pacientes portadores de hepatite C; contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo; viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. Assim n tem componentes vivos, nem fragmentos de plasma humano. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. Via de administr o: Intramuscular. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. A segunda dos da 30 dias após primeira, e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida, quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina.

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Vacina Hexavalente contra Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilos, Pólio e Hepatite B

Vacina contra Influenza - Gripe

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. Efic cia de 70 a 90%. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos; pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos; pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas, pulmonares, diabetes, disfunç o renal, hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA); trabalhadores de s ; gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza; qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza; viajantes reas de alta inci ncia. Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha, inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. Cont m traços de neomicina e timerosal. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0,25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. Após primeiro ano, somente uma dose por ano. Apresentaç o adulto (0,5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. Febre, mal estar geral e dor muscular podem ocorrer. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina, inclusive neomicina e ovo. Doenças febris agudas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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o: Proteç contra Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilo s B, Poliomielite e Hepatite B. Efic cia de 83 a 99%. Via de administr o: Intramuscular. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular); toxóides tetânico e dift rico inativados; 3 tipos de vírus da polio inativados; polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico; HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). Cont m ainda alumínio e neomicina. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o, 4o, 6o m s de vida. Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa, irritabilidade; sonol cia, convuls s e sinais flogísticos locais. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa, DT, T tano, Polio inativada, Hemófilos, ou Hepatite B. Após transfus o (adiar 12 semanas). Anafilaxia à neomicina. Maior de 7 anos de idade. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina contra Meningite A e C

Vacina contra Meningite C

396

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Protege crianças acima de 2 meses, adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. N s so rotineiro. Indicado especialmente para pacientes com asplenia, defici cia do complemento, surtos, epidemias e viagens par reas micas. Efic cia de 83 a 88%. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses; intervalo de 1 m s entre as doses. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade; passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina, à vacina DTP, dupla adulto ou dupla infantil; febre; gravidez. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais, febre, diarr ia, vômitos, anorexia; irritabilidade.

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o: Proteç contra meningococo A e C. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia, defici ncias do complemento, em casos de surtos, epidemias e viagens par reas micas. Efic cia de 80 a 90%, N sendo duradoura. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. Dose ica. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . N s so rotineiro. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. Pode-se repetir at ses de reforço, apresentando -se muito reativa após quarta dose. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor, vermelhid o, inchaço local, febre e astenia. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. Gravidez. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina Pentavalente contra Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilos e Poliomielite

Vacina conjugada contra Pneumococo

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva, pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. Efic cia de 92 a 100%. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4, 9V, 14, 18C, 19F, 23F, 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: - 1 dose: 2 meses de idade; 2 dose: 4 meses de idade; 3 dose: 6 meses de idade; 4 dose: 12 a 15 meses de idade. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: - 3 doses; Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas; terceira dose após 12 meses de idade , pelo menos 2 meses após segunda dose. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: - Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: - Dos ica. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais, febre, diarr ia e vômitos. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina, incluindo o toxóide dift rico. Gr vidas. Adultos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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o: Vacina combinada que protege contra Difteria, T tano, Coqueluche, Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. Efic cia de 83 a 99%. Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular); toxóides tetânico e dift rico inativados; 3 tipos de vírus da polio inativados; polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. Esquema de apli o: A partir de 2 meses. N recomendado para maiores de 5 anos. Aplicada no 2 , 4 , 6 meses de vida. Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa, dor, calor e inchaço local, irritabilidade, sonol ncia e convuls s. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP, DT, T tano, Polio inativada ou Hemófilos. Choro persistente (> 3h), temperatura acima de 40 o C, choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. Maior de 7 anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente)
Indi o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada, meningi te, otite, pneumonia, sinusite). Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. Efic cia de 83%. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos; pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas, DPOC, hep atopatias, diab ticos), etilistas, portadores de fístulas liquóricas, esplenectomizados ou com asplenia funcional, portadores de hemoglobinopatias, pacientes HIV positivo com ou sem sintomas, pacientes com leucemia ou linfomas, portadores de síndrome nefró tica, portadores de outras neoplasias malignas, imunossupress , incluindo usu rios de corticóides. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. Cont m ainda fenol e timerosal. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). M ximo de um reforço, pois doses seguintes s muito reat nicas. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais, febre e mialgia. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). Doença febril. Gravidez. Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

Vacina oral contra Poliomielite

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Proteç contra poliomielite. Efic cia de 70 a 93%. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. Cepas tipo I, II, III. Cont m ainda traços de neomicina. Via de administr o: Via oral. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 , 4 e 6 meses de idade. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). Contra-indicaç es: Imunodeprimidos, crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Anafilaxia aos componentes da vacina, inclusive neomicina. Maiores de 18 anos de idade. Febre, diarr ia ou vômitos. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas.

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Vacina inativada contra Poliomielite

Vacina contra Rub ola

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Proteç contra r ola. Efic cia de 90%. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. Cepa Wistar RA 27/3M. Cont m ainda traços de neomicina. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas); quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . Raramente encefalite, neurit rpura. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Gravidez. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . Imunodepress . Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Doenças febris agudas. Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana, sangue total, quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina.

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o: Proteç contr a poliomielite. Ao contr rio da vacina oral, pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Composi o: Vacina de vírus inativados. Cepas I, II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. Cont m traços de neomicina. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o, 4o e 6o meses de idade. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Reforço a cada 10 anos. O intervalo mínimo entre as doses dias. Após vacinaç com SALK, deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. Anafilaxi rara. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina, inclusive neomicina; doença febril aguda. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina contra Sarampo

Vacina contra T tano

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Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais, febre, calafrios e irritabilidade. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Doença febril aguda. Pode ser usada na gravidez. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. Sim N o Tr s doses ou mais; ltima N o N o dos menos de 5 anos. Tr s doses ou mais; ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. Tr s doses ou mais; ltima Sim N o dos mais de dez anos. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica.

Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim

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o: Proteç contra o T tano. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. Efic cia de 95%. Composi o: Toxóide tetânico inativado. Cont m alumínio e timerosal. Via de administr o: Intramuscular. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto.

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o: Proteç contra sarampo. At s exposiç cientes com sarampo, a vacina pode prevenir a doença. Efic cia 95%. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta, exantema e artrite. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo, neomicina e gelatina. Gestaç , devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . Imunodepress . Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Doenças febris agudas. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana, sangue total, quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Após transplante de medula esperar 2 anos. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina.

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Vacina Acelular contra Difteria, T tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular

Vacina Tríplice viral: contra Rub ola, Caxumba e Sarampo

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Proteç contra r la, sarampo e caxumba. Efic cia 90%. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r la, sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + RIT 4385). Cont m traços de neomicina e gelatina. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C, vermelhid o, aumento de gânglios, parotidite e rinofaringite. Raramente ocorrem encefalite, pancreatite, orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo, neomicina e gelatina. Gravidez. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. Imunodepress . Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Doenças febris agudas. Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana, sangue total, quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. História sarampo, rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina.

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o: Proteç contra difteria, t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. Efic cia de 90 a 95%. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. Cont m ainda alumínio. Via de administra o: Intramuscular. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 , 4 , 6 e 15 meses de vida. Reforço aos 5 anos de idade. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Efeitos adversos: Podem ocorrer febre, dor, calor e inchaço locais, irritabi lidade, sonol cia e convuls s. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos; reaç es anafil ticas à doses anteriores; doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole); doenças febris agudas. Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas, sonol ncia, convuls s, choque); episódio hipotônico -hiporesponsivo; paralisia após aplicaç o de dose anterior. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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Vacina contra Tuberculose - BCG

Vacina contra Varicela (Catapora)

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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o: Protege contra varicela. At h após contato com doente, a vacina pode evitar a doença. Efic cia de 95%. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). Cepa OKA 27/3M. Cont m ainda traços de neomicina. Via de administr o: Subcutânea. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. At s 12 anos indicado uma dose. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas, febre baixa, dor de cabeça, dor local e fadiga. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Gravidez. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1.200/mm3. Doença s febris agudas. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo.

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o: Proteç contra formas graves da tuber culose. Efic cia de at 0%. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito, na inserç m sculo deltóide. Esquema de aplica o: A partir do nascimento, o mais breve possível. Reforço entre 6 e 10 anos de idade. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal, deve ser revacinada. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG, com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. Efeitos adversos: Ocorrem 0,04% dos vacinados. S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam; abscessos frios subcutâneos; abscessos quentes subcutâneos; linfonodos; quelóide; reaç o lupó ide. Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g. Presença de les local de aplicaç o. Paciente HIV positivo com sintomas. Imunodepress . Gravidez. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana, sangue total, quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). Doença febril aguda. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

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TABELAS
1 - Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG, R la, Sarampo, Caxumba, Varicela, Polio VACINAS oral, Febre amarela.

2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria, 2000. IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto

3 - Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral)

4 - Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2 dose: 4 semanas Entre 2-3 dose: 8 semanas Entre 1-3 dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida.

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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N O VIVA (INATIVADAS) DTP, Influenza (gripe), Hepatite B, Hepatite A, Meningocócicas. Pneumocócicas, Hemófilos, Pólio injet vel.

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Tríplice viral

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VACINA

Varicela
(Sarampo, Caxumba, Rub ola)

Dupla Adulto (Difteria, T tano) Hepatite A Hepatite B

Pneumocócica polissacarídea

Influenza

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Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica, deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa , contactantes de imunodeprimidos, militares, trabalhadores de internatos. Sorologia pode evidenciar os o imunes.

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Pacientes n vacinados, sem comprovaç o sorológica de imunidade. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa , estudantes entrando em escolas; viajantes internacionais. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade.

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Todos adolescentes e adultos. Após s rie prim ria completa (3 doses, considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas.

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5 - Sum rio de recomendaç es para imuniz

Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas, DPOC, hepatopatas, diab ticos, etilistas, portadores de fístulas liquóricas. Asplenia, hemoglobinopatias, HIV + com ou sem sintomas, portadores de leucemia, linfoma, síndrome nefrótica, outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide).

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Pacientes com doenças hep ticas crônicas, incluindo hepatite C, hepatite B; us rios de drogas; homossexuais e bissexuais masculinos. Pessoas que manipulam alimentos. Portadores de dist rbio da coagulaç o; militares; profissionais rea de sa ; pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais; profissionais que trabalham em esgotos. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada.

Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo; us rios de drogas ilícitas; homossexuais e bissexuais masculinos; heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses; paciente com diagnóstico recente de DST; pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos; receptores de derivados de sangue; trabalhadores de sa de expostos à sangue; internos em presídios; viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Todos adolescentes. Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem; anti-Hbs para níveis de proteç o.

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Adultos maiores de 50 anos. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas, pulmonares, diabetes, disfunç renal, hemoglobinopatias, imunossupress . Trabalhadores de s de. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. Viajantes reas de alta inci ncia.

Subcutânea ou intramuscular. 1 dose.

Intramuscular ou subcutâneo. Reforço com 5 anos.

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Intramuscular. Reforço a cada 10 anos. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal.

Intramuscular. Marcas podem ser intercambi veis. Duas doses. Intervalo mínimo de 6 meses. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses.

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Reaç fil tica pr via à vacina, ao timerosal, a fungos. Doença aguda febril com repercuss clínica. Gravidez ( soluta).

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Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. Doença aguda febril com repercuss .

Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. Doença aguda febril com repercuss clínica. Segurança na gravidez n o est finida.

Reaç fil tica pr via à vacina, ao timerosal (merthiolate). Doença aguda febril com repercuss clínica. Gravidez ( soluta).

Reaç fil tica pr via à vacina, neomicina, timerosal ou ovo de galinha. Doença aguda febril com repercuss clínica. Passado de Guillain-Barr .

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CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES

Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. Doença aguda febril com repercuss . Gravidez. Evitar por 30 dias. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1.200/mm3.

Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo, gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . Gravidez. Evitar por 30 dias. Imunossupress o. Doença aguda febril.

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Intramuscular. Marcas s o intercambi veis. 3 doses: 0,1 e 6 meses. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. Em caso de falha, repetir esquema. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses.

Intramuscular. Aplicada anualmente. Deve ser aplicada no outono. Pode ser usada durante a epidemia. Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente.

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Subcutânea. Duas doses. Intervalar 30 dias da tríplice viral.

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o de adultos.
CALE IO E VIA 

PARA QUEM É RECOMEND ADO

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