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Relatorio Gestao 2011 ANEEL V1

Relatorio Gestao 2011 ANEEL V1

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MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME

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AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

BRASÍLIA, MARÇO/2012

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA (MME)
AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA (ANEEL)

PRESTAÇÃO DE CONTAS ORDINÁRIA ANUAL RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2011

Relatório de Gestão do exercício de 2011 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art. 70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da Instrução Normativa TCU nº 63/2010, da Decisão Normativa TCU nº 108/2010, da Portaria TCU nº 123/2011 e da Portaria CGU nº 2.546/2010.

BRASÍLIA, MARÇO/2012

INTRODUÇÃO A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), autarquia especial vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), no cumprimento de sua missão de Órgão Regulador do setor elétrico, procura assegurar um ambiente favorável aos investimentos no setor, criando condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade. Nesse sentido define regras técnicas e econômicas para a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, fiscaliza o seu cumprimento, tanto sob a ótica técnica e comercial quanto econômicofinanceira, promove a mediação de conflitos e operacionaliza as decisões da União relativas a concessões para os serviços de energia elétrica. No exercício de 2011, a atuação da ANEEL pautou-se pelas prioridades definidas na Agenda de Desafios Estratégicos para o período de 2009 a 2012, enfatizando como principais compromissos: a coerência dos regulamentos do setor, a preservação da modicidade tarifária, a otimização metodológica para a regulação do setor, a transparência decisória e o fortalecimento dos instrumentos de diálogo com a sociedade. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados, destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição, concretizada com a publicação da Resolução Normativa nº 457, de 08/11/2011, após amplo debate com agentes do setor e representantes da sociedade, em audiências públicas realizadas para discussão do tema. Conforme dispõe essa Resolução, também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa, o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica. No campo da regulamentação destacam-se, também, os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas, dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia. Cabe destacar, ainda, os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica, em cumprimento dos respectivos contratos, efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1.171, de 28/06/2011, e nº 1.173, de 28/06/2011. Quanto à outorga de concessões, autorizações e permissões, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, o desafio foi o de promover a realização dos leilões com vistas ao suprimento energético programado pelo Plano Decenal de Energia Elétrica, tendo ainda como foco as metas priorizadas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os resultados foram a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km de extensão ao final do ano. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e

11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Destaca-se, ainda neste campo, a aprovação de 54 estudos de inventário hidrelétrico, visando ao aproveitamento ótimo dos cursos d’água, que totalizam 15.793,86 MW de potencial de energia hidráulica, que poderá ser futuramente aproveitado. No âmbito da fiscalização dos serviços de energia elétrica, foram realizadas pela ANEEL, diretamente ou com o apoio de credenciados ou das Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, 1.868 fiscalizações de obras, instalações e serviços de geração, transmissão e distribuição, e dos aspectos econômicos e financeiros das concessões. No tocante à fiscalização da geração, destaca-se a realização de 806 fiscalizações, dentre as quais 521 de usinas em operação e 256 de empreendimentos de geração em fase de obras. Em 2011, ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional vários desligamentos não programados e de longa duração, tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste em 04/02/2011, que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região, e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo. Em decorrência, a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o Sistema Interligado Nacional. A fiscalização dos serviços de transmissão realizou 109 fiscalizações, em lugar das 50 programadas, e a fiscalização dos serviços de distribuição realizou 256 fiscalizações, em lugar das 180 programadas. Se, por um lado, as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica, por outro, o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão. Quanto à fiscalização econômica e financeira, foram realizadas 697 fiscalizações, sendo 104 voltadas para os aspectos econômicos, financeiros, de gestão e de cumprimento das normas e regulamentos pertinentes, 129 de validação de elementos econômicos e financeiros e 464 análises de pedidos de anuência prévia a operações comerciais, que dependem de aprovação da ANEEL. Por meio da Ouvidoria, a Agência atendeu ao Setor de Energia Elétrica, buscando o equilíbrio entre os interesses dos consumidores, agentes regulados e Governo, sempre em prol da causa pública. Foram mantidos os serviços da Central de Teleatendimento, operando na ANEEL e nas Agências Reguladoras Estaduais conveniadas, que proporcionaram o atendimento de cerca de 1,64 milhões de solicitações no ano. Os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade foram evidenciados pela realização de 83 audiências públicas e 8 consultas públicas, que permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência. De modo a ressaltar cada vez mais seu compromisso com a transparência de seus atos, procedimentos e processos decisórios, a Agência deu sequência às reuniões públicas de diretoria transmitidas simultaneamente e ao vivo para todo o País, pela Internet, possibilitando, inclusive, a participação direta dos agentes interessados nas discussões e decisões do órgão regulador. Ao elaborar a sua Prestação de Contas Ordinária Anual do exercício de 2011, a ANEEL procurou organizar este Relatório de Gestão em uma sequência lógica de apresentação das informações, em conformidade com a forma e o conteúdo definidos na Decisão Normativa nº 108/2010 e na Portaria nº 123/2011, ambas do TCU. Os principais itens do Relatório de Gestão estão indicados no sumário a seguir. Cumpre ressaltar que, dentre os itens a que se refere o Anexo II da DN TCU nº 108/2010, os abaixo relacionados não se aplicam à realidade da ANEEL:

Parte A – Conteúdo Geral Item 11 - Informações sobre a gestão do patrimônio imobiliário de responsabilidade da UJ, classificado como “Bens de Uso Especial”, de propriedade da União ou locado de terceiros. Item 14 - Informações sobre Renúncia Tributária. Parte B – Informações Contábeis da Gestão Item 2 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 4.320/64, incluindo as notas explicativas, conforme disposto na Resolução CFC nº 1.133/2008 (NBC T 16.6). Item 3 - Demonstrações contábeis previstas na Lei nº 6.404/76, incluindo as notas explicativas. Item 4 - Informações sobre a composição acionária do capital social. Item 5 - Parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis. No tocante à Parte C – Conteúdos Específicos, são aplicáveis à ANEEL apenas os itens abaixo: Item 4 - Demonstrativo analítico das despesas com ações de publicidade e propaganda, detalhado por publicidade institucional, legal, mercadológica, de utilidade pública e patrocínios, relacionando dotações orçamentárias dos Programas de Trabalho utilizados, valores e vigências dos contratos firmados com agências prestadoras de serviços de publicidade e propaganda, e os valores e respectivos beneficiários de patrocínios culturais e esportivos. Item 16 - Informações sobre as contratações de consultores na modalidade “produto” no âmbito dos projetos de cooperação técnica com organismos internacionais. Com a convicção do esforço empenhado para o alcance dos melhores resultados, submetemos à apreciação do Tribunal de Contas da União a Prestação de Contas Ordinária Anual da ANEEL relativa ao exercício de 2011. Diretoria da ANEEL

SUMÁRIO A. 1.
1.1

CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 ................................................ 25 INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ................................................................................. 25
Relatório de Gestão Individual ...................................................................................................................................................... 25

2.
2.1

PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA............................................................ 27

Responsabilidades Institucionais da Unidade............................................................................................................................. 27 Estrutura Institucional do Setor Elétrico ............................................................................................................................................ 28 Posição da Agência frente ao Público-Alvo ...................................................................................................................................... 28 Organograma / Estrutura Organizacional ......................................................................................................................................... 29 2.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais .......................................................................................... 30 Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual ................................................................ 30 Orientação Estratégica de Governo ................................................................................................................................................. 30 Objetivo de Governo ......................................................................................................................................................................... 30 Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica ................................................................................................................................... 30 Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................................................................. 30 Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico ....................................................................... 31 Gerenciamento do Programa, Ações e Metas da ANEEL ................................................................................................................ 33 2.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL .......................................................................................................... 34 2.3.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ............................................................................... 34 Identificação do Programa de Governo ............................................................................................................................................ 34 Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa ................................................................................................................. 34 Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa .............................................................. 35 Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC ........................................................................... 35 Indicador de Outorga de Geração ............................................................................................................................................... 39 Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica ............................................................................................. 40 Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) ............................................................................................................................... 41 Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências ......................................................................................... 42 a) Restrições Encontradas ............................................................................................................................................................... 43 Restrições Orçamentárias e Financeiras .................................................................................................................................... 43 Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais ...................................................................................................................... 45 Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ................................................................................................................................................................................ 45 b) Providências Adotadas ................................................................................................................................................................. 47 Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras ......................................................................................... 47 Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais ..................................................................................................................... 47 Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão ....................................................................................................................................... 47 2.3.2 Execução Física das Ações do Programa 0272 - Qualidade do Serviço de Energia Elétrica ................................................. 48 Análise Crítica da Execução Física das Ações ................................................................................................................................ 48 2.3.2.1 - Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 ................................................................................................ 49 2.3.2.2 - Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 ......................................................................................... 65 2.3.2.3 - Outorga de Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699.......................................................... 81 2.3.2.4 - Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 ...................................................................................... 101 2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 ................................................................... 106 2.3.2.6 - Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 ............................................................................................................ 116 2.3.2.7 - Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 ..................................................................................................................... 133 2.3.2.8 - Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação - Ação 4572 ............... 135 2.3.2.9 - Assistência Médica e Odontológica aos Servidores, Empregados e seus Dependentes - Ação 2004........................... 140 2.3.2.10 - Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados - Ação 2010 ................................................. 142 2.3.2.11 - Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados - Ação 2011 ......................................................................................... 144

2.3.2.12 - Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados - Ação 2012 ...................................................................................... 146 2.3.2.13 - Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW ................................................ 148 2.3.2.14 - Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 .............................................................................................................. 150 2.3.2.15 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB ......................................................................................................................... 152 2.3.3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União ........................................................................ 154 2.3.3.1 - Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 ..................................................................... 154 2.3.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais .................................................. 156 2.3.4.1 - Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União, Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 .......................................................................................................................................... 156 2.3.4.2 - Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 ................................................................................................................................................................................ 157 2.4 Desempenho Orçamentário/Financeiro ...................................................................................................................................... 158 2.4.1 Programação Orçamentária da Despesa .................................................................................................................................... 158 2.4.2 Programação de Despesas Correntes ........................................................................................................................................ 158 2.4.3 Programação de Despesas de Capital ........................................................................................................................................ 159 2.4.3.1 - Quadro Resumo da Programação de Despesas .................................................................................................................... 159 Análise Crítica da Programação Orçamentária .............................................................................................................................. 160 2.4.3.2 - Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa ........................................................................................................... 162 Análise Crítica da Movimentação Orçamentária ............................................................................................................................ 163 2.4.4 - Execução Orçamentária da Despesa ....................................................................................................................................... 164 2.4.4.1 - Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ ...................................................................................................... 164 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 164 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 166 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 167 2.4.4.2 - Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação................................................................... 168 a. Despesas por Modalidade de Contratação ................................................................................................................................ 168 b. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 c. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ......................................................................................................... 169 2.4.4.3 - Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global .......................................................................................... 169 2.4.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação .............................. 172 2.4.6 Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação .............................. 172 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária .................................................................................................................. 172 2.4.7 - Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia ..................................................................................................................... 175 Eficácia das Ações (EFA) ............................................................................................................................................................... 175 Eficiência Global (EFG) .................................................................................................................................................................. 176 Aplicação da Metodologia à ANEEL ............................................................................................................................................... 177 Índices de Eficácia das Ações (EFA) ........................................................................................................................................ 177 Índice de Eficiência Global (EFG) ............................................................................................................................................. 179

3. 4.
4.1 4.2

INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A, ITEM 3, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ............................. 180 MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A, ITEM 4, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108............................................................................... 181
Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores .......................................................................... 181 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar ................................................................................................................. 181

5.
5.1

INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A, ITEM 5, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 182
Composição do Quadro de Servidores Ativos .......................................................................................................................... 182

5.1.1 5.1.2 5.1.3 5.1.4 5.1.5 5.2 5.3 5.4 5.5 5.5.1 5.5.2 5.5.3 5.5.4 5.6

Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada.................................................................... 182 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada ..................................................................... 183 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada......................................... 184 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade.................................................................. 185 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade ..................................................... 186 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas ............................................................................................. 186 Composição do Quadro de Estagiários ..................................................................................................................................... 187 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada .......................................................................................... 188 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada ................................................................................. 189 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão ....................................................... 189 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados ................. 189 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza, higiene e vigilância ostensiva pela unidade............................ 189 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão ................. 190 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos ..................................................................................................................... 191

6.
6.1 6.1.1 6.1.2 6.1.3 6.2 6.2.1 6.3

INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A, ITEM 6, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 194
Instrumentos de transferências vigentes no exercício ............................................................................................................. 194 Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 .......................................................................... 194 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios ............... 198 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes .......... 198 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios, termos de cooperação e contratos de repasse ....... 199 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse ..................................... 200 Análise Crítica da Gestão das Transferências ........................................................................................................................... 201

7.

DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A, ITEM 7, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ..................................................................................................................................... 201 INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS - PARTE A, ITEM 8, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................ 203 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A, ITEM 9, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .............................................................................................................................................................. 204
Estrutura de controles internos da UJ ...................................................................................................................................... 204

8. 9.
9.1

10

INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS - PARTE A, ITEM 10, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .................................................................................................................... 206

11. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A, ITEM 11, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108............... 207 12. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A, ITEM 12, DO ANEXO II DA DN TCU Nº108.............................................................................. 208 13. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A, ITEM 13, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........................................................ 209 14. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A, ITEM 14, DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ................................................................................................................................................. 211 15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE

..................... 314 17.................. ITEM 16..................AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A.................... 386 17.................................. 414 B..................................................1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício ...................................................... ITEM 16.................................................................................... 414 C...........................................1 Declaração com Ressalvas ........................ 414 B.................................................................................................... ITEM 1................... OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A............................................................... 233 Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício .............1....... 242 16.............................. 223 Recomendações da CGU atendidas no exercício ..........................4 Deliberações do TCU atendidas no exercício ........................ 314 17....................... 401 17.................................................................................2 Outorgas de Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica .........................................................................................2................................... 386 17................................................................................................................................................. 441 Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) – Projeto BRA/98/019 ........................................................................................................2 Consultas Públicas ................. ITEM 4....................1 Outorgas de Geração de Energia Elétrica ....................... 408 17.....1 15...............................................3 Eventos Diversos .................... 212 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício........................................................................................................................................ DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108............................................................................................ 242 16............................................... DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA – PARTE C...................................................................1 Audiências Públicas ...................................2................................2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento ......................................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ........PARTE A.........1 Atos Regulatórios Publicados ............. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ......1........................... 395 17............................................... 442 .............................. 439 C............................................ 439 C............... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ....................... 237 16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ ....3 15................................ CONTEÚDO ESPECÍFICO – PARTE C DO ANEXO II DA DN Nº 108/2010 ...................1.......................................... ITEM 17...............................................2....2 15.........................3 Eventos de Participação Pública Realizados ............. INFORMAÇÕES SOBRE AS CONTRATAÇÕES DE CONSULTORES NA MODALIDADE “PRODUTO” NO ÂMBITO DOS PROJETOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM ORGANISMOS INTERNACIONAIS – PARTE C....... 291 17................................................... 212 15..................................... 409 B......... ITEM 15........................................... DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ......... DECLARAÇÃO DO CONTADOR RESPONSÁVEL PELA UNIDADE – PARTE B................ 401 17......................................................................................... 441 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS...................................................2................................................................................................................. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 ..3...........................................................................................2 Outorgas Concedidas ............................... INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DA GESTÃO – PARTE B DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 .....3..................................

...1 ........2.........................1 ............................................................1 ..................................................14 ....................5.........4 ..... 182 QUADRO A............19 ..................................6 .................2................................................INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO . 25 QUADRO A..................................PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL ....17 .2.2...................................... 180 QUADRO A.....................DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ ..................................................................... 164 QUADRO A.............12 ............ 39 QUADRO A.. 195 QUADRO A................DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO ....................................QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ..............1 ...................2..............5.....INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA ...........1.......... 34 QUADRO A............................SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO ......................................................3 ...EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ........... 183 QUADRO A.........DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ ........1......2......................2 .........2...INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA .......... 169 QUADRO A.............IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO ...................................................................ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA ...5........................................................... 158 QUADRO A.... 34 QUADRO A............2........................................20 ..........EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ ....3 ....................5...... 181 QUADRO A............4 .........SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES .....1 ....13 .....1....RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES...............2...................5.........................8 .....................................11 ................................................................. 158 QUADRO A.............................................................................5..............................9 .............. 173 QUADRO A.. 41 QUADRO A.................................... 174 QUADRO A.15 ...6 ........................................... 36 QUADRO A................PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES............... 166 QUADRO A....................4 ......8 .....................................................3 ........................................................................... 190 QUADRO A.......2 .DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO...2.............................1............... 185 QUADRO A....................5 ..............INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC .............................................FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 ...............2..2..7 ...............INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) .........................................RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS ..................5 ... 187 QUADRO A.....................................2...........................LISTA DE QUADROS QUADRO A.......................1.....................5.........IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA ..................2....... 198 ..............................................MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA ..COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO ......................5.....1................ 167 QUADRO A...................2...QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 .....................DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .. 35 QUADRO A........................................ 188 QUADRO A.......... 40 QUADRO A.......................................................................................................................QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES ......................... 159 QUADRO A...................................DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) ......6...............7 ........................QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA ...9 ...........................................2..................3 .........DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO .......12 ..................1........................................................................................................DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ .DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) ............................................................................................ 187 QUADRO A.......................................10 ..............................CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA ........ 189 QUADRO A.......................... 184 QUADRO A.........4......... 186 QUADRO A........2...................2 ..........2...............CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA .....................2............... 178 QUADRO A...............2..2 ..................6 ...............5...............2...SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 ..............INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC ........................... 179 QUADRO A....................................... 159 QUADRO A..............5 ....... 198 QUADRO A..................2.............IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL ..............18 ....................................................................... 178 QUADRO A............2................5...................... 168 QUADRO A.....2.......................COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS ......CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA ....1................6......... 48 QUADRO A.................................................6...16 ..........................AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) ................. 163 QUADRO A............................................ 170 QUADRO A................2.........................................................................................AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) .

.... 204 QUADRO A............................ 242 QUADRO A.............................12..........4 ...... 206 QUADRO A.. 209 QUADRO A.............15.......................2 . 233 QUADRO A.............................. 199 QUADRO A...13......................................3 ..............................................CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ..................... 203 QUADRO A..............1 ............................................................DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO .....GESTÃO DE TI DA UJ ........DECLARAÇÃO DE QUE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO EXERCÍCIO NÃO REFLETEM CORRETAMENTE A SITUAÇÃO ORÇAMENTÁRIA.................5 .............1 ........................................................DEMONSTRATIVO ANALÍTICO DAS DESPESAS COM AÇÕES DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA ........ 291 QUADRO B.1 ..................................................15.............RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.............15.........................................................................................DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO........................1 .SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO.............................. .. DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR.. 223 QUADRO A..................................................................................QUADRO A............................................4........................... 212 QUADRO A.................. FINANCEIRA E PATRIMONIAL DA UNIDADE JURISDICIONADA.......................ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ ....................... 211 QUADRO A........SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO .................. 237 QUADRO A..........15...................16......................... 208 QUADRO A.........16....... POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ....GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS .............DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR ..............................................1 .....8.................... 200 QUADRO A...... TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE ......4 ......1 ..................2 .......................................................................10...................1 ........RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI..............6...............................2 ....................................9....................................INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO.............. 440 ........................2 .................6......................................(SÉRIE HISTÓRICA) ..............INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO ...............................................13..................................1 .......1............VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE .... 415 QUADRO C....................

.....DEC NACIONAIS ............................................................ 147 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA – EXAMES PERIÓDICOS ............................................................................................................................................................................................................... 144 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE . 145 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO ............ 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES FEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA.......................... 140 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA ......... 69 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUTORGA .......................................... 43 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO ............................................. 155 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA GLOBAL ......................... 136 AÇÕES DE CAPACITAÇÃO REALIZADAS...................................................................................................................................................AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA ............ 138 CARGA HORÁRIA POR SERVIDOR X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ...... 42 COMPARATIVO ENTRE RECEITA E DESPESA REALIZADAS ............................................ 149 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REFORMA ................... 90 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO OUVIDORIA ...................................................................................................FEC NACIONAIS ................................................................................................................................................................................... 138 SERVIDORES CAPACITADOS POR MÊS ................. 154 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ....................................................................................................................................................................... 192 GRÁFICO 45 --.......................... 37 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES DEC POR REGIÃO GEOGRÁFICA ................................................................... 36 EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ................................................................................................................... 130 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PUBLICIDADE ............................... 185 AVALIAÇÃO INDIVIDUAL DOS SERVIDORES PARA FINS DE CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO ...................................................... 68 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO ......... 136 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO CAPACITAÇÃO ...................................................................DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS .......................................................................................................................................................................................................... 139 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA MÉDICA E ODONTOLÓGICA .................... 146 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO .............................................................................................. 53 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO REGULAMENTAÇÃO ...................................................................................................................................................................................... 153 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PAGAMENTO DE APOSENTADORIAS E PENSÕES ...... 89 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUTORGA ............................................ 148 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO EXAMES PERIÓDICOS ...................GRÁFICO 15 --GRÁFICO 16 --GRÁFICO 17 --GRÁFICO 18 --GRÁFICO 19 --GRÁFICO 20 --GRÁFICO 21 --GRÁFICO 22 --GRÁFICO 23 --GRÁFICO 24 --GRÁFICO 25 --GRÁFICO 26 --GRÁFICO 27 --GRÁFICO 28 --GRÁFICO 29 --GRÁFICO 30 --GRÁFICO 31 --GRÁFICO 32 --GRÁFICO 33 --GRÁFICO 34 --GRÁFICO 35 --GRÁFICO 36 --GRÁFICO 37 -...................................................................................LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 ---GRÁFICO 2 ---GRÁFICO 3 ---GRÁFICO 4 ---GRÁFICO 5 ---GRÁFICO 6 ---GRÁFICO 7 ---GRÁFICO 8 ---GRÁFICO 9 ---GRÁFICO 10 --GRÁFICO 11 --GRÁFICO 12 --GRÁFICO 13 --GRÁFICO 14 -................................................................................................................................................ 109 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA ......................................................................................... 137 TIPOS DE CURSOS REALIZADOS X PARTICIPAÇÕES PERCENTUAIS ............................................. 38 EVOLUÇÃO DO INDICADOR IASC: PERÍODO 2000 A 2010 ................................................. 151 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CONTRIBUIÇÃO PARA O PSSS ...................................................................................................................................................... 103 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO OUVIDORIA .......................................... 141 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR ............. 151 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO REFORMA ..................................... 104 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO PARTICIPAÇÃO PÚBLICA . 110 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO GAP ............ 193 ...................................................................................................................................................... 129 MÉDIA DE GASTOS POR PUBLICAÇÃO ........................................................................................................ 53 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO FISCALIZAÇÃO ..................... 173 PERCENTUAL DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA ........................................................................................ 121 ATOS PUBLICADOS X VALOR DA PUBLICAÇÃO....................................................................................... 134 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO CAPACITAÇÃO ................................................................... 142 EXECUÇÃO DA META FÍSICA: AÇÃO ASSISTÊNCIA PRÉ-ESCOLAR ...........................................................GRÁFICO 38 --GRÁFICO 39 --GRÁFICO 40 --GRÁFICO 41 --GRÁFICO 42 --GRÁFICO 43 --GRÁFICO 44 --EVOLUÇÃO DOS INDICADORES ..................DISTRIBUIÇÃO DAS NOTAS ..................... 143 EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA: AÇÃO AUXÍLIO-TRANSPORTE .............................................................................

427 Lei nº 10.335.br Endereço Postal: SGAN 603. de 27 de maio de 1998. de 2004 Lei nº 11. de 15 de março de 2004. de 26 de dezembro de 1996.028 Situação: Ativa Natureza Jurídica: Autarquia Principal Atividade: Regular e fiscalizar a geração. que dá nova redação à Lei nº 9. de 20 de maio de 2004. Módulos I e J – CEP 70. de 13 de fevereiro de 1995.427. que altera a Lei nº 9. que dispõe sobre a reestruturação da composição remuneratória das Carreiras e Planos Especiais de Cargos das Agências Reguladoras Lei nº 11. de 6 de outubro de 1997. CONTEÚDO GERAL – PARTE A DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108/2010 1.IDENTIFICAÇÃO DA UJ – RELATÓRIO DE GESTÃO INDIVIDUAL Poder e Órgão de Vinculação Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério de Minas e Energia (MME) Código SIORG: 2852 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Denominação abreviada: ANEEL Código SIORG: 21089 Código LOA: 32.427 Lei nº 9.762. que aprova o regimento interno da ANEEL Norma de Organização ANEEL nº 001. que dispõe sobre a criação das carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras Lei nº 10. de 15 de junho de 2007.292.427 Lei nº 11. que altera a Lei nº 9. que dispõe sobre a Gestão de Recursos Humanos das Agências Lei nº 10. que dispõe sobre o Regime de Concessão e Permissão Lei nº 9. e 10. são apresentados no Quadro A.266 Código SIAFI: 323.987.1.848.gov. na forma estabelecida no item 1.871.427 Lei nº 12.gov. que regulamenta a Lei nº 9.943.074.986.1 Relatório de Gestão Individual As informações de identificação da Unidade Jurisdicionada (UJ).648. QUADRO A. que estabelece normas para outorga e prorrogações Lei nº 9. INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE 1.aneel. que altera a Lei nº 9. transmissão e distribuição de Código CNAE: Classe 8413-2 – energia elétrica (regular e fiscalizar o Grupo 351 – CNAE/IBGE) Regulação das Atividades Econômicas Telefones/Fax de contato: (61) 2192-8600 (61) 2192-8456 Fax: (61) 2192-8221 E-mail: Master.427 Portaria MME nº 349. de 28 de maio de 2009.438.907. de 28 de novembro de 1997. que institui a Agência Nacional de Energia Elétrica Lei nº 9. que altera a Lei nº 9. de 7 de julho de 1995. que dispõe sobre os procedimentos para o funcionamento.A.111. de 2000.br Página na Internet: www. que altera as Leis nos 9. de 11 de novembro de 2003. a ordem dos trabalhos e os processos decisórios da Agência Norma de Organização ANEEL nº 11.AIN@aneel.488. de 2 de fevereiro de 2009. que estabelece diretrizes e procedimentos para disciplinar a gestão de processos Pág.1 abaixo.25 . de 26 de abril de 2002.427 Lei nº 11. que altera dispositivos da Lei nº 9.427 Lei nº 10.1 da Portaria TCU nº 123/2011.830-030 – Brasília/DF Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Lei nº 8.986.427 Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Decreto nº 2.1. de 9 de dezembro de 2009.871.1 . de 26 de abril de 2006. de 18 de julho de 2000. que altera a Lei nº 9. que trata dos procedimentos gerais referentes à gestão de processos e correspondências a serem observados na Agência Norma de Organização ANEEL nº 29.

3ª Edição. Pautas e Memórias das Reuniões Públicas da Diretoria Colegiada. disponível no link http://www.aneel.organizacionais no âmbito da Agência Decreto nº 6. que acresce inciso ao art. de 18 de março de 2009.br/531. disponível na página da ANEEL na Internet Informações Gerenciais do Setor Elétrico. e demais informações de interesse para o agente e para o consumidor.802.608 Manuais e publicações relacionadas às atividades da Unidade Jurisdicionada Atlas de Energia Elétrica do Brasil . 1º do Decreto nº 6.htm e Publicação Impressa Boletim Energia.aneel.26 . divulgada na página da ANEEL na Internet Informações sobre Audiências Públicas. divulgadas na página da ANEEL na Internet: www. que determina à Agencia Nacional de Energia Elétrica a promoção e o acompanhamento dos processos de licitação de concessões Decreto nº 6.gov.br Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI 323028 320051 320052 323029 323032 323033 323034 323035 323036 323038 323039 323040 323041 323042 323043 323045 323046 323048 323049 323050 323051 323052 323053 323054 323095 323096 323097 323098 Código SIAFI 32210 Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica ACI – Assessoria de Comunicação e Imprensa SPE – Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética Auditoria Interna Gabinete Secretaria Geral Procuradoria Federal Superintendência de Administração e Finanças Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição Superintendência de Estudos do Mercado Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração Superintendência de Gestão Técnica da Informação Superintendência de Mediação Administrativa Setorial Superintendência de Planejamento da Gestão Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição Superintendência de Regulação Econômica Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração Superintendência de Recursos Humanos Superintendência de Relações Institucionais Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios Coordenação de Contabilidade Coordenação de Orçamento e Finanças Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Nome Agência Nacional de Energia Elétrica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão 323028 32210 Pág. de 22 de outubro de 2008.608. divulgado por e-mail e disponível na página da ANEEL na Internet Cartilha “Por Dentro da Conta de Luz”.gov.

III . Os processos básicos concebidos no seu modelo de gestão estão definidos no Decreto nº 2.prevenção de potenciais conflitos. no atendimento às necessidades dos consumidores e no pleno acesso aos serviços de energia elétrica.adoção de medidas efetivas que assegurem a oferta de energia elétrica a áreas de renda e densidade de carga baixas. VI .27 . de forma a promover o desenvolvimento econômico e social e a redução das desigualdades regionais. de 1997.criação de ambiente para o setor de energia elétrica que incentive o investimento. V . por meio de ações e canais que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais agentes da sociedade. de forma que os concessionários. de atividades para as quais os setores públicos estaduais estejam devidamente capacitados. nos termos do respectivo contrato. IV . sem prejuízo da oferta e com ênfase na qualidade do serviço de energia elétrica. VII .1 Responsabilidades Institucionais da Unidade A competência institucional da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL. mediante convênio. A missão da ANEEL é “Proporcionar condições favoráveis para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio entre os agentes e em benefício da sociedade”. transmissão.promoção da execução indireta.criação de condições para a modicidade das tarifas.educação e informação dos agentes e demais envolvidos sobre as políticas. PLANEJAMENTO E GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA São apresentadas neste item as informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira da unidade.427. considerando o atingimento dos objetivos e metas físicas e financeiras. quais sejam: I . 2. dispondo ainda sobre as diretrizes que orientam a execução de suas atividades. bem como as ações administrativas consubstanciadas em projetos e atividades. é regular e fiscalizar a produção. de 1996. permissionários e autorizados tenham asseguradas as viabilidades econômica e financeira.regulação e fiscalização realizadas com o caráter de simplicidade e pautadas na livre concorrência entre os agentes. O papel da Agência na estrutura institucional do setor elétrico é ilustrado na figura a seguir: Pág.2. II . VIII . de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. diretrizes e regulamentos do setor de energia elétrica. distribuição e comercialização de energia elétrica. que regulamenta a referida lei. IX .335.adoção de critérios que evitem práticas anticompetitivas e de impedimento ao livre acesso aos sistemas elétricos. conforme dispõe a Lei nº 9.transparência e efetividade nas relações com a sociedade. urbanas e rurais.

atua de forma isenta e neutra. no exercício de seu papel regulador.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG).Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG). de modo a compatibilizar os interesses do seu público-alvo. que ilustra o posicionamento da Agência em relação ao governo. de acordo com o conceito apresentado na figura a seguir.Estrutura Institucional do Setor Elétrico Estrutura Institucional do Setor Elétrico Presidência Presidência da República da República CNPE // MME CNPE MME Empresa de Pesquisa Empresa de Pesquisa Energética -. Pág. A ANEEL.28 . consumidores e agentes do setor elétrico: Posição da Agência frente ao Público-Alvo Fonte: ANEEL .EPE Energética EPE Políticas e Planejamento Congresso Nacional Congresso Nacional Regulação e Fiscalização ANEEL ANEEL Apoio Agentes Geradoras Implementação ONS ONS Transmissoras Distribuidoras Comercializadoras BNDES BNDES CCEE CCEE Eletrobrás Eletrobrás Consumidores Consumidores Fonte: ANEEL .

Organograma / Estrutura Organizacional A estrutura administrativa da ANEEL é composta de uma Diretoria Colegiada. a realização de audiências públicas. à regulação. à mediação e ouvidoria. voltada para dirimir divergências entre concessionárias.Na estratégia que caracteriza o relacionamento da ANEEL com o público-alvo. O organograma da ANEEL está representado a seguir: Estrutura Organizacional da UJ Fonte: ANEEL . autorizadas. com o objetivo de prestar serviço mais ágil e mais próximo do consumidor e dos agentes setoriais. constituída de um diretorgeral e quatro diretores. cuja incumbência é receber. uma Secretaria-Geral. e  A descentralização. para agências reguladoras estaduais. Pág.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG). uma Auditoria Interna. bem como entre esses agentes e seus consumidores. apurar e solucionar as reclamações dos usuários. produtores independentes e autoprodutores. um conjunto de assessores da Diretoria. de atividades de apoio à fiscalização. uma Procuradoria Geral. cabe destacar:  A função de ouvidor. sempre que o processo decisório afetar direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores. um Gabinete do diretor-geral. uma Assessoria de Comunicação e Imprensa e 20 superintendências de processos organizacionais.29 .  A mediação. permissionárias.

além da articulação entre os entes federativos Os investimentos em energia precisam garantir o suprimento da demanda prevista no planejamento setorial. com equilíbrio entre seus agentes. sob a orientação dos quais foi concebido o programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica. sem desperdiçar as vantagens competitivas que o país tem na geração hidrelétrica e priorizando a modicidade tarifária e a universalização do serviço. com qualidade. qualidade e continuidade dos serviços. dando maior confiabilidade ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e conectando-lhe os principais sistemas isolados. A correlação entre a orientação estratégica de governo.2. os objetivos de governo. com a eliminação dos gargalos para o crescimento da economia. aumento de produtividade e superação dos desequilíbrios regionais e das desigualdades sociais. A expansão do parque gerador de energia elétrica tem que ser garantida. com foco na modicidade tarifária e universalização. nortearam a elaboração do Plano Plurianual (PPA). Objetivo Setorial – Setor de Energia Elétrica Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.2 Estratégia de Atuação frente às Responsabilidades Institucionais Visão Geral de Planejamento – Orientação Estratégica de Governo e Plano Plurianual A orientação estratégica do governo federal. para o período 2008 a 2011. melhorar os mecanismos e marcos normativos de regulação. confiabilidade e modicidade tarifária. o objetivo para o setor de energia elétrica e o objetivo do programa do Plano Plurianual afeto à missão da ANEEL. Objetivo de Governo Implantar uma infraestrutura eficiente e integradora do Território Nacional: A ampliação dos investimentos público e privado em infraestrutura é uma âncora para promover o desenvolvimento sustentável. O investimento em linhas de transmissão deve ser ampliado. Estas. Pág. Com essa finalidade. por sua vez. promover a diversificação da matriz energética e estimular o desenvolvimento de energias alternativas e renováveis. pois é condição necessária para a expansão da economia brasileira. Objetivo do Programa – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva. estabeleceu os objetivos de governo que direcionaram a definição das políticas setoriais. ampliar os instrumentos financeiros adequados ao investimento de longo prazo e fomentar as parcerias entre o setor público e o investidor privado.30 . gerido pela ANEEL. foi introduzido no PPA um conjunto de iniciativas com objetivo de fortalecer o planejamento público federal estratégico de médio e longo prazo. pode ser resumida na seguinte sequência: Orientação Estratégica de Governo Desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade. contemplando os desafios para o setor energético.

com nove desafios estratégicos definidos. no horizonte de dois anos.a definição de metas anuais no âmbito do Contrato de Gestão firmado entre a União – representada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) – e a ANEEL.perspectiva de relacionamento . apresentado na página a seguir. consolidado no Plano Gerencial da Agência. com reflexos na gratificação dos servidores. e . O referido Plano de Metas Estratégicas foi formulado com a participação de lideranças da instituição e seus resultados encontram-se disponíveis na Intranet da Agência para acesso de todos os servidores. . que estabeleceu uma relação explícita entre o desempenho institucional e o individual.Fortalecimento e Transparência dos Instrumentos de Diálogo com a Sociedade 6. Pág.Informação com Qualidade 8. que explicita os Resultados Esperados. associados a cada Desafio. A primeira Agenda compreendeu o ciclo de 2006 a 2008 e a segunda – atual – contempla o ciclo de 2009 a 2012.Coerência Regulatória 2. com base na Agenda de Desafios Estratégicos e como desdobramento da mesma.Desenvolvimento Organizacional 9.informação e tecnologia – e recursos e logística. e identifica o inter-relacionamento entre perspectiva do negócio .Aprimoramento do Processo de Descentralização Os Desafios Estratégicos estão organizados em um Mapa Estratégico. para o período 2010-2012. integrando-se ao planejamento governamental.Planejamento Estratégico – Desafios e Resultados Esperados – Mapa Estratégico No âmbito da Agência. Tema: Governança Regulatória do Setor Elétrico Desafios Estratégicos: 1. Com vistas a contribuir para a consolidação do Planejamento e Gestão Estratégica da ANEEL. sob um tema agregador. houve um expressivo crescimento do interesse de participação dos servidores. em nível estratégico e macroestrutural. integrados para o cumprimento da Missão da Agência.o detalhamento do planejamento tático e operacional.133/2010. cada qual com os seus resultados esperados estabelecidos em termos qualitativos. o qual estabeleceu as prioridades e resultados necessários ao cumprimento da Missão e das atribuições institucionais da ANEEL. Com a publicação do Decreto nº 7. a ANEEL utiliza como prática de gestão estratégica a definição de uma Agenda de Desafios Estratégicos com o objetivo de contribuir para a visão integrada e para o direcionamento. a partir da orientação estratégica e dos objetivos de governo. com vistas ao cumprimento das metas institucionais.Equilíbrio entre Oferta e Demanda de Energia 5.a definição de metas para fins de avaliação de desempenho institucional. foi elaborado o Plano de Metas Estratégicas 2011/2012. dos principais desafios que a instituição enfrenta no cumprimento de sua missão regulatória. Desde 2006.31 . aos quais se vinculam os objetivos setoriais para o setor de energia elétrica. conforme a seguir descrito.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 4. foram definidos os parâmetros para a construção do Planejamento Estratégico da ANEEL. As metas estratégicas são adotadas como referência para: .Fortalecimento da Identidade e Autonomia Institucional 7.Alocação Eficiente dos Custos de Energia Elétrica 3.pessoas e inovação .

Pág.32 .

Tal gerenciamento situacional tem como prática periódica. de 2009.3. foi desenvolvido o Plano Gerencial. compartilhado por todas as unidades da Agência e que subsidia a elaboração e o acompanhamento do Plano Gerencial. a ANEEL adota como sistemática a realização de reuniões trimestrais de acompanhamento e avaliação do desenvolvimento do Plano Gerencial e do progresso dos itens associados à execução de cada ação. Para aprimorar a gestão por resultados. que apresenta o detalhamento e desdobramento das ações do PPA. Para monitorar a execução e assegurar o alcance das metas fixadas. as Reuniões de Gestão. Nas reuniões participam a gerência executiva do programa.1 a seguir são elencados exemplos dessa atuação da Agência no decorrer do ano de 2011. de 10/10/2008. em todas as suas fases. Essa versão continuou sendo utilizada durante o exercício de 2011. as coordenações das ações e as superintendências parceiras no desenvolvimento da ação.Gerenciamento do Programa. envolvendo processos cíclicos e projetos de aprimoramento. que disciplinou os procedimentos de gestão de processos organizacionais e previu a elaboração do Manual de Gestão de Processos Organizacionais da ANEEL. foi publicado em janeiro de 2008 e revisado em novembro de 2010. possam interferir no cumprimento de sua Missão no serviço ao público. fruto de alterações no cenário nacional que tenham potencial impacto na atuação da ANEEL e que.233. além das reuniões trimestrais já citadas. e sempre que necessário reuniões específicas para a superação de situações indesejáveis. orienta e dá suporte à metodologia de gestão de processos da Agência. a ANEEL implantou a metodologia de Gestão de Processos Organizacionais. quando se iniciou um novo ciclo. e em consonância com o disposto nos Decretos nº 5. a primeira versão de sua Carta de Serviços ao Cidadão. com a inclusão de complementos que orientam no sentido da simplificação de processos e aprimoramento da gestão de desempenho. realizadas mensalmente com participação de superintendentes. é apoiado por um sistema informatizado. O Plano Gerencial norteia-se pela programação constante no Plano de Metas Estratégicas.601. Pág. acessível por meio da Intranet da ANEEL. de 06/10/2004. Também com o suporte metodológico do GesPública. constituído de autoavaliação e implementação de Plano de Melhoria de Gestão. e capacitou servidores para a realização do processo de autoavaliação da gestão com base no Modelo de Excelência em Gestão Pública. focando a execução no exercício específico do desdobramento da Agenda de Desafios Estratégicos.33 . e a alimentação das informações nos sistemas SIGPlan e SIOP. Este manual. em 2010. com divulgação no sítio da ANEEL na internet e em versão impressa dos serviços prestados pela Agência diretamente à Sociedade. portanto. a ANEEL compôs.932. que contém instruções complementares à Norma. conforme Norma de Organização ANEEL nº 029/2007. No item 2. em 2010 a ANEEL consolidou sua adesão ao Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GesPública. Também com o propósito de buscar o aprimoramento sistêmico de sua gestão. Neste tópico cabe ainda destacar o permanente gerenciamento de variação de demandas em relação ao planejado. Ações e Metas da ANEEL No âmbito do gerenciamento dos programas e ações relacionados à Agência. em conformidade com o Decreto nº 6. assessores e diretores. e nº 6. O gerenciamento dos programas e ações. de modo a proporcionar maior visibilidade quanto ao conjunto de processos associados ao desenvolvimento da ação. O trabalho de autoavaliação da gestão da Agência foi iniciado em 2010 e concluiu o ciclo inicial em 2011. denominado Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL).

3. com equilíbrio entre seus agentes.408.3.708. OBS: Os valores incluem a despesa de pessoal ativo e excluem as despesas que não pertencem ao Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.1 Execução do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica A ANEEL tem sob sua responsabilidade um único Programa de Governo.IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA DE GOVERNO Identificação do Programa de Governo Código no PPA: 0272 Denominação: Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Tipo do Programa: Finalístico Objetivo Geral: Garantir o equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.1.367. por meio da evolução dos seus indicadores.2. 2.00 Valores Pagos 170. enquanto o subitem 2. a saber: (1) Identificação do Programa de Governo.835 Restos a Pagar não processados 14. as informações a que se refere o Quadro A.1 da Portaria TCU nº 123/2011. Nesse sentido. estão sendo desdobradas conforme os Quadros A. Pág.1.1 apresenta informações sobre os resultados alcançados na gestão do programa. o subitem 2. o Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.7 apresentados a seguir. pagamento de sentenças judiciais e Reserva de Contingência.34 .1 Demonstrativo da Execução por Programa de Governo.2. ou seja.094 Fonte: ANEEL. Em razão da necessidade de demonstrar separadamente a evolução de cada grupo de indicadores do programa.3. quais sejam: Execução do Programa de Governo sob a responsabilidade da UJ (Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica) e Execução Física das ações do Programa. (2) Informações orçamentárias e financeiras do Programa e (3) Informações sobre os resultados alcançados.INFORMAÇÕES ORÇAMENTÁRIAS E FINANCEIRAS DO PROGRAMA Informações orçamentárias e financeiras do Programa Dotação Inicial 197. com qualidade.2.1 a A. qualidade e continuidade dos serviços Gerente: Nelson José Hübner Moreira Fonte: ANEEL Responsável: Público Alvo: Consumidores e agentes setoriais públicos e privados Informações Orçamentárias e Financeiras do Programa QUADRO A.3. cujo demonstrativo da execução é composto por três conjuntos de informação. Identificação do Programa de Governo QUADRO A.2. com foco na modicidade tarifária e universalização. despesas de pessoal inativo.358 Despesa Liquidada 174. confiabilidade e modicidade tarifária Objetivos Específicos: Propiciar condições para que o mercado de energia elétrica se desenvolva.776.1.945.359 Final 222.523 Em R$ 1. especificadas no item 2.2.586 Despesa Empenhada 188.2 .2.2 apresenta os resultados físicos e orçamentários das ações do Programa. todas elas de responsabilidade da própria Agência.1.3 Programa de Governo sob Responsabilidade da ANEEL A análise do programa de governo sob a responsabilidade da ANEEL é apresentada mediante dois demonstrativos.1 .263.

070 19. A Resolução Normativa nº 424/2010 introduziu alterações na fórmula de cálculo dos indicadores DEF e FEC. interrompidas em um evento (i).2. no período de apuração. a serem observadas pelas concessionárias e permissionárias. por grupo de indicadores. t(i) = Duração de cada evento (i).180 38.PRODIST. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas.2. Fonte: ANEEL Pág.DEC e FEC. Indicadores de Continuidade dos Serviços de Energia Elétrica – DEC e FEC A Resolução Normativa nº 424. de 17/12/2010. A continuidade dos serviços públicos de energia elétrica é supervisionada.940 26.250 22. Cumpre esclarecer que os índices atingidos no ano de 2011 ainda estão em fase de apuração.940 26. Os índices anuais das regiões geográficas são obtidos pela média ponderada dos valores de cada concessionária de distribuição da região (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas).35 . aplicáveis ao exercício de 2011. k = Número máximo de eventos no período considerado. QUADRO A. avaliada e controlada por meio de indicadores coletivos .3 e A. no período de apuração.240 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice: k O DEC é calculado pela expressão: DEC = Σ {[Ca(i) x t (i)]/Cc} i=1 DEC = Duração equivalente de interrupção por unidade consumidora. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores. no período de apuração. Ca(i) = número de unidades consumidoras.350 11.Informações sobre os Resultados Alcançados – Evolução dos Indicadores do Programa Os resultados alcançados pelo Programa 0272 são demonstrados por meio da análise da evolução dos seus indicadores. estabelece as disposições relativas à continuidade da distribuição de energia elétrica às unidades consumidoras.740 24.400 17.1.250 22.400 17.3 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR DURAÇÃO EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – DEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 1 2 3 4 5 6 Indicador (horas) DEC Nacional DEC Região Centro-Oeste DEC Região Nordeste DEC Região Norte DEC Região Sudeste DEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 18. apresentada a seguir. Os índices anuais do Brasil são obtidos pela média ponderada dos valores de cada região geográfica do país (levando em conta a quantidade de unidades consumidoras existentes em cada uma delas).210 37.510 19. atendidas em BT ou MT.2.350 11.4 a seguir. nos aspectos relativos à duração e frequência das interrupções no fornecimento de energia elétrica.1. expressa em horas e centésimos de hora. atendidas em BT ou MT.1.330 12.690 Índice final 18.180 38.240 Índice previsto no exercício 18. do conjunto considerado. Os indicadores DEC e FEC nacionais e regionais são mostrados nos Quadros A. conforme Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional .

no período de apuração.39 18.440 17.4 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR FREQUÊNCIA EQUIVALENTE DE INTERRUPÇÃO POR UNIDADE CONSUMIDORA – FEC Informações sobre os resultados alcançados Ordem 7 8 9 10 11 12 Indicador (unidade) FEC Nacional FEC Região Centro-Oeste FEC Região Nordeste FEC Região Norte FEC Região Sudeste FEC Região Sul Referência Data 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 31/12/2002 Índice inicial 14.65 DEC (horas) 15 10 5 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).180 14.Evolução dos Indicadores .36 . atendidas em BT ou MT.180 14. expressa em número de interrupções e centésimo de número de interrupções.710 8. Pág.40 15.DEC Nacionais Evolução DEC Brasil 25 20 16.710 Índice final 15. Os indicadores referentes ao ano de 2011 estão em processo de apuração.130 22.81 16.830 9.180 19.75 16. no período de apuração.Indicadores de Continuidade Os gráficos a seguir mostram a evolução dos indicadores DEC e FEC nacionais de 2001 a 2010.1.QUADRO A.14 16.910 Índice previsto no exercício 15.09 16.690 41. Ca(i) = número de unidades consumidoras.840 22. Gráfico 1 .830 9. atendidas em BT ou MT. i = Índice de eventos ocorridos no sistema que provocam interrupções em uma ou mais unidades consumidores. que deverá ser concluída no primeiro semestre de 2012. Análise dos Resultados Alcançados .940 37.820 17.910 Índice atingido no exercício - Fórmula de Cálculo do Índice k O FEC é calculado pela expressão: FEC = Σ {Ca(i)} / Cc i=1 FEC = Frequência equivalente de interrupção por unidade consumidora.940 37.44 18.180 19. do conjunto considerado.2.130 22. interrompidas em um evento (i).77 18. Cc = número total de unidades consumidoras faturadas. k = Número máximo de eventos no período considerado.04 16.

91 12.37 11.53 11.81 FEC (nº de interrupções) 14 12 10 8 6 11. Pág.00 DEC (horas) 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 50.53 11.00 CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).00 80.00 10.00 20.FEC Nacionais Evolução FEC Brasil 20 18 16 14.Gráfico 2 .00 30.12 12.Evolução dos Indicadores .00 40.49 14.85 12.37 .00 60.72 11.Evolução dos Indicadores DEC por Região Geográfica Evolução DEC por Região 90.35 4 2 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE) .00 70. Gráfico 3 .

Gráfico 4 - Evolução dos Indicadores FEC por Região Geográfica
Evolução FEC por Região
60,00

50,00 2001
FEC (nº de interrupções)

40,00

2002 2003 2004 2005 2006 2007

30,00

20,00

2008 2009 2010

10,00

CENTRO-OESTE NORDESTE NORTE SUDESTE SUL

Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização de Serviços de Eletricidade (SFE).

Em 2005, observa-se uma elevação dos índices nacionais em 5,9% para o DEC e 3,4% para o FEC em relação ao realizados em 2004. Em ambos os indicadores a elevação das interrupções incidiu preponderantemente na Região Norte, e decorreram principalmente da seca de grandes proporções no estado do Amazonas e da falta de investimentos no sistema de distribuição da região. No ano de 2006, verifica-se uma pequena reversão do quadro apresentado em 2005, com a redução dos índices nacionais em 4,2% para o DEC e 7,9% para o FEC. Já para o ano de 2007, constata-se uma pequena elevação, da ordem de 0,6% no DEC e 2,4% no FEC em relação ao verificado no ano de 2006. Quanto ao ano de 2008, comparado com o realizado em 2007, observa-se uma ligeira elevação no indicador DEC, da ordem de 3,2%, indicando aumento da duração média das interrupções. No entanto, para o FEC observa-se uma redução de 3,7%, indicando uma redução da frequência das interrupções. Constatase que o aumento da duração média das interrupções, representada pelo DEC, foi mais significativo na Região Norte, registrando-se pequena elevação nas Regiões Nordeste e Sudeste. Nas Regiões Centro-Oeste e Sul houve redução do DEC. No tocante ao ano de 2009, comparado com o realizado em 2008, observa-se novamente elevação no indicador DEC do Brasil, da ordem de 12,7%, indicando aumento da duração média das interrupções, indicador esse que está relacionado à estrutura operacional para restabelecimento do sistema elétrico. Para o indicador FEC, também se constata uma elevação neste indicador da ordem de 3,1%, que reflete as condições gerais da rede das distribuidoras. Cabe informar que a ocorrência do blecaute no dia 10/11/2009 afetou os indicadores de continuidade DEC e FEC de 2009, principalmente nas regiões sudeste e sul. Por fim, para o ano de 2010, observa-se uma pequena redução dos indicadores em relação ao ano de 2009, da ordem de 2% no DEC e 3,2% no FEC. A tabela a seguir apresenta os valores de DEC e FEC previstos para 2010 e apurados.

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DEC e FEC Previstos x Apurados (Exercício 2010)
REGIÃO Norte Nordeste Sudeste Centro-Oeste Sul ÍNDICE PREVISTO 2010 DEC 38,26 23,08 11,05 20,41 15,87 FEC 37,57 18,16 9,27 19,33 14,06 ÍNDICE APURADO 2010 DEC 76,80 20,70 11,43 19,36 14,49 FEC 49,07 11,25 6,60 15,64 10,50 11,35

Nacional 17,02 14,55 18,40 Fonte: ANEEL – Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição (SRD).

Indicador de Outorga de Geração Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões e autorizações para empreendimentos de geração de energia elétrica está sendo realizada em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional, por meio de usinas hidrelétricas, termelétricas, eólicas e outras fontes alternativas, de modo a assegurar o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. O indicador de outorga de geração é mostrado no Quadro A.2.1.5 a seguir.
QUADRO A.2.1.5 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE GERAÇÃO Informações sobre os resultados alcançados Referência Índice previsto no exercício Data Índice inicial Índice final 6.596,240 Índice atingido no exercício 6.209,888

Ordem

Indicador (MW)

13 Outorga de Geração 31/12/2007 Fórmula de Cálculo do Índice Potência total outorgada em MW, no ano Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado Constata-se bom desempenho deste indicador em 2011, com outorga de 6.209,888 MW de geração, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. A tabela a seguir apresenta, resumidamente, as outorgas de geração por modalidade: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812

TOTAL 2011 212 6.209,888 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Além disso, como resultado de outorgas concedidas em anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de geração de 4.735,10 MW. Com isso, o país alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
Capacidade Instalada Capacidade Inicial Acréscimo Anual 2007 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Total 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização de Serviços de Geração (SFG).

Indicador de Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Este indicador tem por finalidade aferir se a outorga de concessões para empreendimentos de transmissão de energia elétrica da Rede Básica está sendo realizada em consonância com o programa de Expansão da Transmissão (PET), no âmbito do planejamento da expansão do setor elétrico, com vistas à ampliação da capacidade de transmissão de energia elétrica da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. Esta ampliação da capacidade de transmissão tem por finalidade assegurar a robustez e o dimensionamento necessários ao Sistema Interligado Nacional, para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País. O indicador outorga de linhas de transmissão da Rede Básica é mostrado no Quadro A.2.1.6 a seguir.
QUADRO A.2.1.6 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR OUTORGA DE LINHAS DE TRANSMISSÃO DA REDE BÁSICA Informações sobre os resultados alcançados Ordem 14 Indicador (km) Outorga de Linhas de Transmissão da Rede Básica Referência Data 31/12/2003 Índice inicial 2.216,000 Índice final Índice previsto Índice atingido no exercício no exercício 3.208,95

Fórmula de Cálculo do Índice Linhas de transmissão da Rede Básica outorgadas no ano, em km Fonte: ANEEL

Análise do Resultado Alcançado O bom desempenho deste indicador em 2011 possibilitou a outorga concessões para 51 empreendimentos, que correspondem a 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica a serem construídas com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Esses empreendimentos significam também mais 11.597,00 MVA de potência de transformação, a serem agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. Essas concessões são referentes ao Leilão nº 008/2010, homologado em 18/01/2011, ao Leilão nº 001/2011, homologado em 06/07/2011, e ao Leilão nº 004/2011, homologado em 04/10/2011. Além desses, em 16/12/2011, foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011, que licitou 1.364 km de linhas de transmissão, com 3.905 MVA de potência de transformação. As concessões deste certame serão contratadas em 2012, razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012. A Rede Básica de transmissão foi expandida com a energização de 2.672,0 km de linhas, relativas a instalações autorizadas e contratadas em anos anteriores, representando um acréscimo de 2,79% na extensão da rede, em relação a 2010, conforme mostrado a seguir:
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Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km)
LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual 2006 82.991,0 3.198,0 2007 86.189,0 995,4 2008 87.184,4 3.098,4 2009 90.282,8 3.012,5 2010 93.295,3 2.524,0 95.819,3 2011 95.819,3 2.672,0 98.491,3

Extensão Final 86.189,0 87.184,4 90.282,8 93.295,3 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE)

Índice de Satisfação do Consumidor (IASC) O Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivando-as na busca constante da melhoria de seus serviços. Os resultados desse indicador são utilizados pelas áreas de regulação e fiscalização da ANEEL, para subsidiar o aprimoramento dos instrumentos regulatórios e a priorização das ações de fiscalização. Essa atividade insere-se no espírito da missão da ANEEL de buscar o equilíbrio entre os agentes, estreitando o relacionamento entre a distribuidora e o consumidor. O indicador IASC é mostrado no Quadro A.2.1.7 a seguir.
QUADRO A.2.1.7 – INFORMAÇÕES SOBRE OS RESULTADOS ALCANÇADOS – INDICADOR ÍNDICE ANEEL DE SATISFAÇÃO DO CONSUMIDOR (IASC) Informações sobre os resultados alcançados Ordem Data Índice inicial Índice final Índice ANEEL de Satisfação do 15 31/1/2005 58,880 Em apuração Consumidor (IASC) Fórmula de Cálculo do Índice O modelo é composto por cinco variáveis: Qualidade Percebida, Valor Percebido, Satisfação Global, Confiança no Fornecedor e Fidelidade. Para solucionar o modelo é utilizado o método PLS (Partial Least Squares - Mínimos Quadrados Parciais). Para geração dos índices de satisfação (IASC) por concessionária, utilizam-se as médias obtidas para cada uma das empresas nos indicadores de Satisfação Global, Desconformidade Global e Distância para uma Empresa Ideal, ponderadas pelos pesos das mesmas, calculados no modelo PLS. Deve-se considerar ainda a amplitude da escala. Para o cálculo do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor (IASC) para cada empresa, considera-se a posição relativa com referência à pontuação máxima possível de ser alcançada pela mesma. Fonte: ANEEL Indicador (Unidade) Referência Índice previsto no exercício Índice atingido no exercício

Análise do Resultado Alcançado A evolução do IASC para o período 2000-2010 pode ser observada no gráfico a seguir:

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Gráfico 5 - Evolução do Indicador IASC: Período 2000 a 2010
IASC - PERÍODO 2000-2010 70 65 60 55 50

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010

Série1 62,81 63,23 64,51 63,63 58,88 61,38 60,49 65,39 62,62 66,74 64,41

Fonte: ANEEL - Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade (SRC)

Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 3 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. Análise Crítica da Execução do Programa – Restrições e Providências As restrições apontadas nesse tópico referem-se às principais causas que têm limitado a atuação da ANEEL, restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico. Observa-se que tais restrições afetam a atuação da Agência notadamente quanto à qualidade de seus resultados e estruturação dos sistemas de controles internos da UJ, com reflexos mais amplos na atuação institucional, e nem sempre se refletem no desempenho avaliado quanto às dimensões de Eficácia e de Eficiência, que adota variáveis apenas quantitativas. Assim, o resultado da avaliação quantitativa entre o programado e o executado costuma não refletir essas restrições, que afetam a qualidade dos resultados obtidos, mas nem sempre impactam as quantidades físicas realizadas. A programação físico-financeira governamental, expressa no PPA e no Orçamento, parte da definição do que é possível ser executado a partir de um limite de orçamento prefixado e, desta forma, não considera a necessidade de atendimento aos desafios impostos à ANEEL. A solução das restrições aqui apresentadas deverá propiciar a adequação do potencial operacional da Agência aos desafios de sua missão. A capacidade de implementação da programação vem sendo afetada por algumas restrições que têm impactado negativamente a execução, tais como: (1) Restrições Orçamentárias e Financeiras (2) Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais; e (3) Descasamento dos cronogramas de implantação das Centrais Geradoras e dos respectivos Sistemas de Transmissão. A seguir são expostas essas restrições e, em seguida, as providências adotadas para minimizar seus efeitos.
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a) Restrições Encontradas Restrições Orçamentárias e Financeiras Ao longo dos últimos anos, as restrições orçamentárias e financeiras têm impactado a efetividade da atuação da ANEEL, sobretudo pela sua reincidência, que acaba por comprometer a necessária liberdade para se conciliar a dinâmica de planejamento e as realizações da Agência, a cada ano, em suas várias frentes. Essas restrições têm-se feito presentes em três momentos. O primeiro deles ocorre na fase de elaboração do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), quando Agência é obrigada a reduzir seu programa de ações, para se adequar ao limite orçamentário fixado pelos Órgãos Central e Setorial de Orçamento – a Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MP) e o Ministério de Minas e Energia (MME). O segundo momento acontece na aprovação do PLOA pelo Congresso Nacional, em que são possíveis emendas de redução ou ampliação das dotações propostas. Finalmente, o terceiro deles se estabelece após a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA), mediante a limitação de movimentação e empenho dos recursos aprovados na LOA, os sistemáticos contingenciamentos decorrentes de decreto presidencial. Nessas situações, a Agência sempre procura o MME, demonstrando-lhe o impacto dos baixos limites de empenho, conseguindo alguma ampliação costumeira desse limite, mas quase sempre de forma tardia. Assim, boa parte dos recursos só é liberada nos últimos meses do ano, o que inviabiliza a execução de várias programações no exercício, tendo em vista os prazos envolvidos nos ritos licitatórios. Desse modo, as realizações da Instituição tendem a ser cada vez mais impactadas. Frente a tais fatos, é importante lembrar que o Decreto nº 2.335, de 06/10/1997, constituiu a ANEEL como uma autarquia sob regime especial, com personalidade jurídica de direito público e autonomia patrimonial, administrativa e financeira. No entanto, o que se percebe é que, com o passar dos anos, essa virtual autonomia tem sido afetada significativa e invariavelmente pelas citadas restrições orçamentárias. Ao mesmo tempo, deve-se ressaltar que as ações da Agência são sustentadas pelos recursos arrecadados da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – TFSEE, uma receita vinculada que somou um montante da ordem de R$ 2,95 bilhões entre 2001 e 2011. Nesse mesmo período, a ANEEL realizou despesas da ordem de R$ 1,32 bilhões. Constata-se, portanto, que a Receita Vinculada às atividades da Agência não alcançou a finalidade de sua criação, com utilização restrita a apenas 45% dos recursos arrecadados. O gráfico a seguir demonstra essa evolução da receita e da despesa empenhada da ANEEL, de 2007 a 2011, indicando, também, a dotação autorizada na LOA (excluída a reserva) e o limite de empenho anual. Gráfico 6 - Comparativo entre Receita e Despesa Realizadas
Comparativo entre Receita Arrecadada, Lei Orçamentária, Limite de Empenho e Total Empenhado

500,0 450,0 400,0 350,0 300,0 250,0 200,0 150,0 100,0 50,0 0,0
Receita Arrecadada
LOA

R$ 1.000.000,00

2007 330,7 159,3
129,8

2008 360,2 160,3
145,5

2009 377,1 185,9
178,7

2010 389,0 208,6
170,9

2011 468,3 222,5
193,9

Limites Empenhado

125,6

143,6

162,5

167,3

189,4

Fonte: ANEEL - Superintendência de Administração e Finanças (SAF). O valor Empenhado inclui destaques. Pág.43

Em 2011, essa situação se repetiu de forma ainda mais marcante, quando, para uma receita da TFSEE de R$ 464.761.739,00, foram despendidos R$ 189.412.322,00, correspondendo a cerca de 40,7% do valor arrecadado. A exemplo dos anos anteriores, a realização da programação prevista no planejamento interno da ANEEL para o exercício 2011 foi prejudicada pelo forte contingenciamento ocorrido, com impacto negativo nos processos licitatórios, que não puderam ser iniciados ou foram iniciados com atraso, e com inevitáveis reflexos nas ações programadas, notadamente na qualidade dos resultados e na estruturação dos sistemas de controles internos da UJ. Com a publicação do Decreto nº 7.445/2011, de 01/03/2011, que dispôs sobre a programação orçamentária e financeira e estabeleceu o cronograma mensal de desembolso para o exercício financeiro, e da Portaria MP nº 23, da mesma data, o MME estabeleceu como limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios da ANEEL o valor de R$ 77.493.568,00. Posteriormente, esse limite sofreu pequena ampliação e alcançou o montante de R$ 81.964.223,00, ao final do exercício. No tocante ao limite financeiro, o contingenciamento resultou em atraso no pagamento de fornecedores e em elevada inscrição de empenhos em “restos a pagar” processados. Cumpre lembrar, ainda, que o MME não estabeleceu um limite financeiro prévio para a ANEEL. Os repasses foram realizados de acordo com as necessidades da Agência e com as disponibilidades daquele Ministério e da Secretaria do Tesouro Nacional (STN/MF). Além dessas restrições ao empenho, o Decreto nº 7.446/2011 e a Portaria MP n° 54/2011 também estabeleceram limites para execução das despesas de diárias e passagens. Com base nesses instrumentos, o MME fixou para a Agência o total de R$ 2.386.387,00 para gastos em tais rubricas, do qual R$ 1.096.238,00 foi autorizado para a Fiscalização e Regulamentação e R$ 1.290.149,00 para as demais ações que compõem o orçamento da UJ. Além disso, o Decreto subordinou ao MME as aprovações de viagens dos servidores da ANEEL, delegadas depois ao Diretor-Geral da Agência, mas mantendo na alçada do próprio Ministro de Minas e Energia os afastamentos do País. O mesmo Decreto estabeleceu, ainda, restrições a reformas de bens imóveis e a locações de máquinas e equipamentos, também com reflexos sobre necessidades da Agência no exercício. Todas essas restrições e contingenciamentos, que alcançaram mais de 59% da receita vinculada, em 2011, prejudicam o bom andamento das atividades finalísticas da UJ, especialmente as ações de Fiscalização e Ouvidoria, que dependem mais fortemente de recursos financeiros. Limitam, também, a contratação de estudos e serviços de apoio às demais ações regulatórias. Além disso, obstruem a execução orçamentária e põem em risco contratos de fornecimento de bens e serviços essenciais ao funcionamento da Agência, dentre os quais importa destacar os sistemas informatizados. Mesmo as subordinações de ordem administrativa ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e ao Ministério de Minas e Energia, como na recomposição do quadro de servidores, em movimentações internas do orçamento, nas questões associadas à gestão de recursos humanos e em outras situações similares, também comprometem a gestão da Agência. Estas circunstâncias reduzem, inegavelmente, a autonomia da ANEEL, em sua condição de Autarquia Especial, desqualificando essa importante regra, inerente ao próprio conceito das Agências Reguladoras, princípio estruturante de sua criação. De fato, as restrições de ordem orçamentária, financeira e mesmo administrativa acabam por prejudicar o cumprimento da própria missão da Agência. Vale frisar que tais dificuldades não aparecem diretamente refletidas na avaliação de desempenho da Agência sob os aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição (item 2.4.7 deste Relatório). Tal fato ocorre porque a metodologia estabelecida para essa avaliação considera apenas as “quantidades” de metas físicas realizadas frente àquelas programadas. Ao mesmo tempo, a execução orçamentária só é comparada com o limite de empenho estabelecido. Assim, essa avaliação não percebe os efeitos das
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limitações que atingem a Agência na fase da programação. Finalmente, em diversas ações orçamentárias não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. Agrava todo esse processo a reincidência dessas restrições, ano após ano, que termina por contaminar as referências e a própria cultura de planejamento na Agência, introjetando nela, de modo cada vez mais fundo e mais abrangente, limitações para o diagnóstico da realidade vigente e a identificação das reais necessidades e possibilidades de sua superação. Responsabilidades e Interfaces Interinstitucionais O processo para a implantação de um aproveitamento hidrelétrico é multidisciplinar, muito complexo e envolve a participação de diversas instituições diferentes para se concretizar. Buscar a convergência entre os diversos interesses dissonantes e muitas vezes reativos é um grande desafio, que demanda melhoria continua dos meios e procedimentos de inter-relação. Essa situação afeta, em particular, as atividades voltadas à análise e aprovação de estudos e projetos de geração e aos subsequentes processos de licitação e outorga de concessões, nas interfaces técnicoinstitucionais das atribuições da ANEEL, MME e Empresa de Pesquisa Energética (EPE), onde persistem vácuos, conflitos de competência e áreas de sombreamento. Sobre os sombreamentos, por exemplo, há questões relevantes que precisam ser equacionadas, evitando-se que a mesma atividade seja desenvolvida por mais de uma dessas instituições. Estende-se, também, às decisões e diplomas legais de responsabilidade complementar entre ANEEL, Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), além de outras instituições públicas, como FUNAI, IPHAN, Fundação Palmares, etc., no contexto do licenciamento ambiental dos empreendimentos, que tem mobilizado ainda ações frequentes e recorrentes do Ministério Público (Federal e Estaduais) e de organizações não-governamentais. Conforme legislação vigente, a licitação de concessões para instalação e exploração de Usinas Hidrelétricas exige também a emissão de Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH), pela ANA ou pelas secretarias estaduais de recursos hídricos, e a correspondente LP, emitida pelo IBAMA ou pelos órgãos ambientais estaduais. Nesse tema, também merecem destaque questões relacionadas aos conflitos de interesses e, sobretudo, indefinições ainda presentes nos planos e políticas de outros setores correlacionados à implantação de novos aproveitamentos de geração e transmissão de energia elétrica. Em 2011, os resultados do segmento de geração foram impactados pelas dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Não é demais reforçar que, não obstante a importância do papel de cada entidade e de seus procedimentos institucionais para garantir o melhor resultado global, deve-se buscar aprimorar a sistemática atual para evitar atrasos na efetividade dos resultados almejados. Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das
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geralmente estabelecendo prazos exíguos tanto para os leilões quanto para a construção dos empreendimentos. comprometendo assim o cronograma de implantação dos empreendimentos.46 . Esses impactos decorrem da necessidade de maior integração do planejamento de Governo em nível de Setor Elétrico. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. especialmente aqueles que envolvam Instalações de Conexão de Gerador (ICG). Não sendo bem articulado. com consequente aumento de custos e prejuízos à sociedade. situação que poderá levar a uma redução da competição nos leilões de energia e de transmissão. a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação.demandas. Pág. o planejamento da geração e transmissão reflete-se nos documentos para a elaboração dos editais e realização dos certames. Embora sem prejuízo ao suprimento. Esses fatos contribuem para o descasamento entre os prazos da operação comercial das centrais geradoras e do respectivo sistema de transmissão. levando à necessidade de repactuações contratuais. Outro impacto do descasamento é a percepção pelos investidores dos riscos de negócio. com destaque para o prazo requerido pelos órgãos de licenciamento ambiental. e desconsiderando eventuais riscos que podem vir a ocorrer na fase de execução do projeto.

47 .000. a EPE. no valor de R$ 1. Em setembro/2011. quanto à análise e aprovação de estudos e projetos.  Foi solicitada ao MME ampliação do limite de empenho para despesas discricionárias e benefícios no valor de R$ 8. último dia para emissão de Nota de Empenho.b) Providências Adotadas Medidas para amenizar as Restrições Orçamentárias e Financeiras Para amenizar as restrições impostas à Agência no decorrer do exercício de 2011 foram tomadas as seguintes providências:  Evitou-se a distribuição prévia de limites entre as UGRs da Agência. respectivamente. para que não haja lapso temporal entre a conclusão das usinas e dos respectivos sistemas de transmissão para conexão no SIN.000. com vistas reduzir a inscrição de restos a pagar.379.845.301.00. Nesse contexto.200. buscando compatibilizar.00) para atendimento de demandas até o final do exercício.00. Nos dias 21 e 24/11/2011 foram realizadas liberações de limite de empenho no valor de R$ 1. Fortalecimento das Articulações Interinstitucionais A ANEEL deu continuidade aos esforços voltados à sinergia de ações dos diversos atores envolvidos nos processos de regulação do setor elétrico. a ANEEL reiterou solicitação de ampliação do limite de empenho que ainda não tinha sido liberado (R$ 4. bem como às outorgas de concessão. o que causava impacto na execução da Agência. conforme publicado no Diário Oficial de 21/10/2011.00. continuou-se buscando maior aproximação e integração técnica com a ANA e com as secretarias estaduais de recursos hídricos.170.00 o limite de custeio.00. a ANA. os órgãos licenciadores (IBAMA e órgãos estaduais).220. O valor obtido foi de R$ 370.468. e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Medidas para Sanear o Descasamento dos Cronogramas de Implantação das Centrais Geradoras e dos Respectivos Sistemas de Transmissão A ANEEL tem feito interações com o MME e com a EPE sobre a questão do desencontro das datas de conclusão dos empreendimentos planejados. No tocante aos recursos hídricos.000. resultando em ajustes nos procedimentos de envio de dados técnicos.000.823. a Agência havia executado 100% do limite de custeio e investimento.00.196. Pág. quando da solicitação de Disponibilidade Orçamentária e da respectiva emissão de empenho. a ANEEL priorizou os esforços para uma maior aproximação técnica e institucional com seus parceiros. totalizando R$ 74. Com essa mudança.00 e R$ 617. evitou-se a retenção de limite em uma determinada UGR. autorização e permissão de serviços de energia elétrica.  Tendo em vista a dificuldade do MME em conseguir ampliação de limite para atendimento da demanda citada no item anterior. esse limite foi ampliado em R$ 2.  Em 24/10/2011. os cronogramas das obras de geração e dos sistemas de transmissão.000. dentre os quais o MME. que foi atendida.00. na etapa de planejamento.850. e  Em 16/12/2011.000. em particular no desempenho das competências delegadas à ANEEL pelo MME. o sistema foi reaberto e foram realizados novos ajustes nos empenhos emitidos. a Agência solicitou ao MME uma troca de limite de empenho de investimento para custeio no valor de R$ 2.  Foi solicitada ampliação do limite para Diárias e Passagens das ações de Fiscalização e Regulamentação. passando o limite a ser controlado pela Superintendência de Administração e Finanças (SAF). Posteriormente.

Ação não prioritária. Análise Crítica da Execução Física das Ações Os subitens 2.921 700 288 642 1.3. Fonte: ANEEL .3.Contribuição da União. Além dessas.3. pertencente ao Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União. separadamente.1 a 2.022. ambas pertencentes ao Programa 0901 – Operações Especiais – Cumprimento de Sentenças Judiciais.2 a seguir.868 0. Essas ações estão resumidas no Quadro A.15 deste Relatório apresentam análises completas da execução física de cada uma das ações do Programa 0272.3 e 2. Cumpre informar que a LOA 2011 não prevê meta física para a ação 0181.4 contemplam as ações dos programas 0089 e 0901. Os subitens 2. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.2.117 89 47 693 1.01 3 Meta a ser realizada em 2012 85 590 1.227 95 59 731 2. em 2011 foram incluídas as ações 0005 . no entanto foi informada no quadro acima a quantidade de beneficiários programada no Plano Gerencial da ANEEL. e 00G5 .2 Execução Física das Ações do Programa 0272 . O subitem 2.2. 2 . Cabe informar que o programa 0272 não foi considerado prioridade na LDO 2011.835 37 2 Meta realizada 122 223 1.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Todas as ações orçamentárias do Programa 0272 – Qualidade do Serviço de Energia Elétrica estão sob responsabilidade da ANEEL e constaram do Orçamento da Agência. QUADRO A.000 702 110 548 1.Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Vale notar que o quadro inclui também a ação padronizada 0181 – Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis. 3 . bem como a Reserva de Contigência própria da Agência – Ação 0998.2. 4 . podendo ser: 1 .3. Pág.130 768 110 539 1.2.4.Demais ações prioritárias.Ação do PPI (Projeto Piloto de Investimento).7 apresenta uma análise global dos aspectos de eficácia das ações e eficiência global da instituição.2 .48 .644.182.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União.3. do exercício de 2011.2. Autarquias e Fundações Públicas.674 11 3 - A coluna Prioridade mostra a Classificação da ação quanto a sua prioridade.EXECUÇÃO FÍSICA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ Função 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 25 09 28 28 99 Sub Programa função 752 301 301 365 331 306 122 752 128 131 130 665 125 122 122 272 846 846 999 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0272 0089 0901 0901 0999 Ação 2C42 20CW 2004 2010 2011 2012 2272 2993 4572 4641 4699 4703 4880 09HB 1H03 0181 00G5 0005 0998 Tipo da Prioridade Ação A A A A A A A A A A A A A OP P OP OP OP OP 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 Unidade de Medida unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade unidade % de execução física unidade Meta prevista 99 593 847 62 15 840 2.Ação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) exceto PPI.

degradação na qualidade dos serviços de energia elétrica ou risco na segurança das pessoas.Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4880 Finalidade A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica tem por objetivo verificar o cumprimento das obrigações constituídas aos agentes nos atos de outorgas e em dispositivos normativos e regulamentares. (3) fiscalização técnica das instalações em operação (O&M). Descrição dos Processos A ação contempla a atuação técnica junto aos agentes dos serviços de geração. de acordo com sua motivação. quanto aos procedimentos de operação. de 14/05/2004. a atuação técnica e comercial junto aos agentes dos serviços de eletricidade – que abrangem os serviços de transmissão e distribuição – e a atuação sob os aspectos econômicos e financeiros junto a todos os agentes do setor. em padrões de qualidade.1 . localizadas no Sistema Isolado e no Sistema Interligado Nacional (SIN). A fiscalização in loco das usinas pode ser de caráter periódico. O monitoramento a distância é contínuo e pode dar origem a ações de escritório ou in loco.49 . conservação. da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Também pode ser decorrente de denúncias.2. dos projetos desenvolvidos no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). custo. em atendimento ao Decreto nº 5.081. instalações e meio ambiente.3. e. (4) fiscalização da aplicação da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica. prazo e segurança. compatíveis com os requisitos adequados à finalidade dos serviços. e das usinas em fase de implantação. das obrigações constituídas ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).2. gerida pela Eletrobras. eventual ou emergencial. segurança operacional e adequação à legislação e às normas vigentes. atendimento de demandas imprevistas e ainda para ocorrências graves que tenham causado acidente. (5) fiscalização do ONS. conforme Resolução Normativa nº 270/2007. A ação compreende os seguintes processos: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Geração é efetuada por meio do monitoramento a distância e da fiscalização in loco das usinas em operação. manutenção. e (6) outras ações de fiscalização. Pág. quanto ao cumprimento do cronograma de implantação e das obrigações constituídas nos contratos ou atos autorizativos. visando à avaliação dos aspectos técnicos mediante: (1) fiscalização de ocorrências e perturbações. visando garantir o atendimento aos consumidores. b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO  A Fiscalização dos Serviços de Transmissão consiste na avaliação dos concessionários públicos de transmissão por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento nas instalações e registros das empresas. (2) fiscalização da expansão do sistema de transmissão (obras de linhas de transmissão e subestações). como a fiscalização: da administração da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC).

bem como dos fundos setoriais Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). (10) dos indicadores de qualidade da Central de Teleatendimento. (5) do cumprimento dos programas de Universalização e Luz para Todos (6) da Subvenção Econômica da Subclasse Residencial Baixa Renda. tais como o Balancete Mensal Padronizado (BMP). no caso da Conta de Energia de Reserva (CONER). dos procedimentos e do cumprimento das normas das concessionárias.  Fiscalização de Conformidade Regulatória A fiscalização de Conformidade Regulatória tem como objetivo zelar pela conformidade do comportamento dos agentes setoriais no que tange aos aspectos econômicos e financeiros. Em função disto. Além dos concessionários e permissionários. inclusive auditores internos e/ou externos. as informações contábeis e regulatórias. como a Eletrobrás. d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA A fiscalização econômica e financeira visa a preservar o equilíbrio econômico-financeiro das concessões de serviço público de energia elétrica. Essas fiscalizações são realizadas basicamente por meio de: (a) vistoria das instalações. (c) entrevista com funcionários envolvidos. (3) Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório. (g) análise de documentação. também estão sujeitos à fiscalização econômica e financeira os responsáveis pela gestão de encargos e respectivos fundos setoriais. e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). e (11) das demais obrigações regulamentares e da legislação setorial que necessitem de verificação de seu cumprimento de forma eventual. é uma importante atividade da fiscalização de conformidade. bem como da acuidade das mesmas. (d) análise do desempenho dos sistemas e dos equipamentos da concessionária. Pág. As ações contemplam a avaliação dos aspectos: (1) da qualidade da prestação dos serviços na área técnica. Neste contexto. (7) do cumprimento das obrigações pactuadas em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). periodicamente encaminhadas à ANEEL constituem insumo imprescindível para o efetivo monitoramento da situação dos agentes. (2) Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira. bem como das autorizadas a comercializar energia. no caso das contas de comercialização da energia de Itaipu e do Proinfa. por meio de ações periódicas e eventuais de inspeção e monitoramento das empresas prestadoras desses serviços. (9) da apuração dos indicadores globais e individuais de continuidade do fornecimento de energia elétrica.50 . (e) fiscalização do cumprimento dos contratos de concessão. (8) da conformidade dos níveis de tensão. o Relatório de Informações Trimestrais (RIT) e a Prestação Anual de Contas (PAC). (f) fiscalização do cumprimento da legislação aplicável. Reserva Global de Reversão (RGR) e Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). (b) verificação das rotinas. a fiscalização da adimplência dos agentes no envio de tais informações. (h) análise de indicadores de continuidade. (2) da qualidade da prestação dos serviços na área comercial. (4) da execução dos programas de Eficiência Energética (PEE) e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO  A Fiscalização dos Serviços de Distribuição consiste na avaliação das concessionárias e permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. e (i) validação dos ativos da concessão. (3) da validação dos ativos imobilizados em serviço a serem considerados na base de remuneração das concessionárias. por meio de: (1) Fiscalização de Conformidade Regulatória. e (4) Fiscalização por Anuência Prévia a operações tuteladas regulatoriamente.

os valores relativos aos custos incorridos pela elaboração de estudos de viabilidade ou inventários de rios para projetos de geração e de sistemas de transmissão de energia elétrica. (e) transferência de controle societário. os agentes devem submeter determinadas operações à análise prévia da ANEEL. Inclui o diagnóstico do desempenho da gestão de cada concessionária e a análise das informações que os agentes são obrigados a encaminhar periodicamente ao Regulador. (f) transferência de delegação. por meio de pleitos encaminhados. investimentos e evolução dos gastos operacionais. Pág. Se forem identificados desvios que coloquem em risco o equilíbrio econômico-financeiro. Os agentes sujeitos à fiscalização por Anuência Prévia são: (a) os concessionários. (i) orçamento do ONS. para os processos de competência da Superintendência ou (b) Resolução. tanto para a empresa em questão quanto para outras empresas com áreas de concessão de características semelhantes. (b) Análise de Remuneração ou de Gastos Operacionais: tipo de estudo que tem o objetivo específico de comparar os valores realizados pela concessionária com os valores regulatórios definidos na última revisão e nos reajustes tarifários subsequentes. Para o Processo Tarifário. São exemplos de operações que precisam de anuência prévia: (a) alteração de atos constitutivos. (c) os autorizados de comercialização de energia elétrica. os principais itens fiscalizados para validação são as variações nos custos não gerenciáveis e não contemplados na tarifa (Conta de Compensação da Variação de Itens da “Parcela A” – CVA) e o valor da Base de Remuneração a ser considerado nas revisões tarifárias periódicas. ser classificados em: (a) Análise Situacional: corresponde a um diagnóstico completo da situação econômico-financeira com base nos valores realizados. são cobradas ações preventivas e corretivas da alta-gerência ou mesmo dos controladores da concessionária. (d) desverticalização/ segregação de atividades.51 . Os diferentes estudos específicos realizados podem. para efeito de ressarcimento pelo vencedor da licitação. As Fiscalizações para o Processo Licitatório têm o objetivo de fiscalizar e validar. via importação ou exportação. que utiliza elementos econômicos e financeiros no cálculo do valor de tarifa a ser praticada pelo agente. em função do objetivo principal.  Anuência Prévia a Operações Comerciais: Para atender a exigências legais. Fiscalização da Gestão Econômico-Financeira A fiscalização da Gestão Econômico-Financeira tem como foco assegurar que o desempenho da gestão não coloque em risco o equilíbrio econômico-financeiro. e (k) exploração econômica de atividades atípicas.  Fiscalização para os Processos Tarifário e Licitatório Este processo consiste na fiscalização de elementos econômicos e financeiros com o objetivo específico de validar aqueles que serão utilizados em outros processos da Agência. permissionários e autorizados da prestação de serviço público de geração. Após a instrução e análise processual ocorre a deliberação do pleito (anuência ou não). (g) prorrogação de delegação. regulamentares e contratuais. para os processos deliberados pela Diretoria. e (d) o ONS. (c) constituição de garantias. a qual será feita por meio de (a) Despacho. dentre outros. (b) contratos entre partes relacionadas. (h) desvinculação e transferência de bens. e que vise ao melhor interesse da concessão. (b) os concessionários e autorizados de uso de bem público para geração de energia elétrica na modalidade de produção independente ou autoprodução. e (c) Análise Prospectiva: consiste na construção ou na análise crítica de um modelo para avaliar as perspectivas para o futuro da concessão sob diferentes cenários de crescimento de mercado. após aprovação da Diretoria da ANEEL. (j) operações de exportação e importação de energia elétrica. transmissão e distribuição de energia elétrica.

62 16. (3) orientação aos agentes setoriais nos casos concretos.92% % C/B 76.500.976. este processo se desdobra em: (1) monitoramento de determinadas operações dispensadas de prévia anuência (baixo risco regulatório) as quais. (2) fiscalização da tempestividade de submissão dos pleitos de anuência prévia.186. transmissão e distribuição.77 25.894.400.10 25. constantes dos contratos de concessão.829.53 11.646. custo.379.00 16.17 20.886. Agentes de geração. transmissão e distribuição.00 28.00 Orçamento Realizado Pago D 13. e União. Usuários da rede.o agente estará passível de processo punitivo. e (4) colaboração com outras ações de fiscalização da ANEEL e de outros órgãos governamentais (MDIC. além da análise a posteriori da operação – com o fito de homologação . Exemplos: determinadas alterações de atos constitutivos e transferências de controle societário de determinadas autorizadas.53% 99. visando à avaliação da conformidade do procedimento. continuidade. no sentido de promover a regularidade das obrigações contratuais.087. houve destaque de R$ 76.486.130. mediante convênios com agências reguladoras estaduais. atualidade e qualidade do serviço de energia elétrica.321. bem como de forma descentralizada. Congresso Nacional e CVM).979. Ministérios Públicos.27% 98. por meio da equipe própria da ANEEL e de contratação de serviços especializados para apoio à fiscalização. são comunicadas pelos agentes à ANEEL.70% Fonte: ANEEL .833.Valores em reais.52 .41% 86.406.082.00 Limite Autorizado B 22.Além da deliberação de pleitos sujeitos à anuência prévia da ANEEL. segurança. se for constatada prática indevida.17% 58.00 Empenhado C 17.066. MF.00 % C/A 72. Forma de Implementação: A ação é implementada de forma direta. pelo princípio de regularidade.976. pelo princípio de garantir a prestação de serviço dentro de padrões de qualidade.954. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução na UJ). pela verificação do cumprimento das obrigações constituídas para as concessionárias de geração. Pág. CADE. Tribunal de Contas. prazo e segurança. onde ocorre implementação de operação sem prévia autorização.000. Receita Federal do Brasil. Nesses casos.563. depois de implementadas. eficiência.00 29. pelo caráter educativo.414. Público-Alvo: A Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica promove benefícios aos seguintes atores:     Consumidores. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado X Orçamento Realizado: Ação Fiscalização Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 24.956.750. (1) Na ação Fiscalização.00 concedido ao IPEA.

9 Fonte: ANEEL .000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 25.868 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 112.000 500 LOA EXECUTADO 1.500 1.000 20.835 Executada (Unidades) C 1.53 .80% % Execução em relação à meta ajustada C/B 112. Pág.663 1.835 Meta Física Ajustada – Plano Gerencial (Unidades) B 1.995 1.0 Valores em R$ mil 30.21% 88.000 10.Execução da Meta Física: Ação Fiscalização Execução da Meta Física .868 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG). Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Fiscalização Produto: Fiscalização Realizada Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 1.995 1.72% 101.72% 101.866 1.Fiscalização 29.770 1.21% 88.0 20.000 1.80% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.186.Execução Orçamentária: Ação Fiscalização Execução Orçamentária . Gráfico 8 .663 1.Fiscalização 1.Valores em milhares de reais.563.322.835 Fiscalização realizada Unidade 2.4 25.Gráfico 7 .487.

00% Execução da Meta Física Fiscalizações Previstas 925 50 180 680 1.976.00 (LOA + Créditos). foi realizado um destaque em favor do IPEA no valor de R$ 76.822.835 fiscalizações.77% 10.600. tendo em conta o contingenciamento orçamentário imposto em 2011.01% 31.868 fiscalizações. Pág. que corresponde a 101. a ação Fiscalização foi prioridade absoluta da Agência.70% do limite e 86.00% do limite e 87.00 8. foram empenhados R$ 25. cujos custos unitários variam em função dos procedimentos e da forma de atuação – por exemplo: se os procedimentos exigem vistoria in loco ou se são implementados por monitoramento a distância. perfazendo o total de R$ 29.321. por processo: Realização Física e Financeira por Processo Realização Física e Financeira por Processo Empenhado Processo Geração Transmissão Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Outros* Total Valor R$ 4.80% da meta programada.942.868 fiscalizações no ano.80% Fonte: ANEEL. pois essas atividades demandam tempo e esforço do pessoal próprio. somado ao valor empenhado. A alternativa adotada depende da conveniência técnica e da disponibilidade das equipes.868 % Realizado / Previsto 87.563.00.18% da dotação aprovada. correspondendo à execução de 99.000.54 . *Obs.379. passagens e desenvolvimento de sistemas destinados a apoiar as ações de fiscalização. Observa-se que a análise da relação entre “meta física prevista e executada” e “orçamento programado e executado” deve ser abordada com certa reserva. Desse limite. tendo sido realizadas 1.563.92% da dotação aprovada.00% 142.00 25.490.00 por meio de crédito suplementar aberto em 06/10/2011. O limite de R$ 25.00 % sobre o Total 16.: Foram contabilizados em “Outros” os valores de diárias.94% 41. pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo.721. houve execução física de 101. e recursos orçamentários para contratação de serviços.979. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Fiscalização a dotação de R$ 26.316.00.976. representa um ótimo resultado.50% 101.00 10. Na distribuição interna do limite. A meta física programada consistia em 1.486.096. A partir de 2008.00 autorizado para empenho representou 87. a qual foi posteriormente acrescida de R$ 2. que corresponde a 100.00 que. Cumpre esclarecer que a análise deve considerar a complexidade e a diversidade dos processos de fiscalização.379.979.00 aprovada para a ação.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.14% 218. dentre outros fatores.486.22% 102. A execução física de 1. totaliza uma despesa de R$ 25. Além disso.400.725. passaram a ser consideradas na meta física as análises de Anuência Prévia e alguns tipos de fiscalizações realizadas por meio de monitoramento a distância.976.00 2. A tabela a seguir demonstra o desempenho físico e financeiro da ação de Fiscalização.28% 100.80% da meta prevista na LOA.835 Fiscalizações Realizadas 806 109 256 697 1.321.453.619.18% da dotação de R$ 29. A contabilização das análises de Anuência Prévia na meta é necessária.

Foram realizadas 697 fiscalizações em lugar das 680 programadas. Destas.868 Distribuição Fiscalização Econômica e Financeira Total dos Processos de Fiscalização . particularmente no que se refere às fiscalizações de usinas em fase de implantação. Financ. e ocorrências envolvendo a cidade do Rio de Janeiro e a região metropolitana de São Paulo. ocorreram no Sistema Elétrico Interligado Nacional (SIN) vários desligamentos não programados e de longa duração. Se.A fiscalização da geração teve realização um pouco inferior ao programado.22%. impossibilitando a fiscalização. tais como o blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011.029 239 600 1. relacionando as metas previstas e as metas realizadas. Em 2011. que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região. por outro. A fiscalização econômica e financeira ultrapassou a meta programada em 2. realizando 256 fiscalizações em lugar das 180 programadas.55 Fiscalizações Previstas 271 135 519 925 30 20 50 25 25 130 180 628** 40** 12 680 954 220 661 1. A fiscalização dos serviços de distribuição também ultrapassou a meta programada em 42. A tabela a seguir demonstra a execução física das fiscalizações. o que representa um bom resultado. Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Fiscalizações Realizadas – por Forma de Implementação Processo Pessoal Utilizado Próprio Geração Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Geração Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Subtotal Transmissão Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Distribuição Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Subtotal Econ. as mencionadas ocorrências no Sistema Elétrico revelam problemas relacionados à qualidade do serviço de energia elétrica. destacam-se as 104 fiscalizações da qualidade do fornecimento e da comercialização (aspectos técnicos e comerciais) para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica. Em decorrência. Próprio Próprio c/ apoio credenciado Conveniado (agências) Total Geral Fonte: ANEEL.835 Fiscalizações Realizadas 291 73 442 806 78 31 109 109 21 126 256 551 114 32 697 1. no exercício. o expressivo resultado da Ação Fiscalização no ano de 2011 reflete o esforço da Agência no cumprimento de sua missão. por processo e forma de execução. A fiscalização dos serviços de transmissão ultrapassou a meta programada em 118%. Pág. visto que alguns empreendimentos com o início de obras programado para 2011 tiveram seus cronogramas prorrogados e não iniciaram obras. a ANEEL priorizou as fiscalizações de transmissão e distribuição consideradas estratégicas para o SIN. por um lado. realizando 109 fiscalizações em lugar das 50 programadas.5%.

que são realizados sob a supervisão de servidor da ANEEL. Obs. Com vistas a fazer cumprir os prazos pactuados. Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Total Forma de Implementação Direta * 102 233 159 74 72 2 1 1 27 364 Descentralizada 154 288 236 52 52 0 0 0 442 Total 256 521 395 126 124 2 1 1 27 806 Fonte: ANEEL . Pág. Foram contabilizadas na meta física em 2011 as fiscalizações por monitoramento a distância que geraram Termo de Notificação de escritório.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG). tendo sido realizadas 806.2: Na meta física foram contabilizadas as análises de Anuência Prévia. todas as 160 usinas com obras em andamento foram fiscalizadas. que correspondem a 87. Fiscalização das usinas em operação Si st ema In ter lig ado N ac io nal Si st ema Is ol ado Usinas não interligadas Sistema Elétrico de Manaus 3.14% da meta programada.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Fase de Implantação ou Ampliação Dentre as 806 fiscalizações realizadas no ano.1: As fiscalizações implementadas de forma direta são realizadas pelas equipes da ANEEL. sendo 102 realizadas de forma direta (79 in loco e 23 a distância) e 154 de forma descentralizada (in loco). Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) 5. Obs. Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) 4. e respectivo Relatório de Fiscalização. As mais relevantes foram fiscalizadas mais de uma vez ao longo do exercício. por processo: a) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE GERAÇÃO Foi programada a realização de 925 fiscalizações de serviços de geração no exercício de 2011. as fiscalizações previstas para serem implementadas de forma direta. podendo contar com o apoio de serviços contratados por credenciamento. análise e avaliação da CCC. e as ações de acompanhamento. Fiscalização das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação 2.56 . podendo contar com o apoio de empresas credenciadas. pois o planejamento não especificou. e 442 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. * A forma direta de implementação abrange as metas realizadas por pessoal próprio.** Números estimados. 256 corresponderam a fiscalizações das obras e instalações de usinas em fase de implantação ou ampliação. A seguir. A tabela a seguir apresenta o resumo das quantidades de fiscalizações de geração realizadas: Fiscalização dos Serviços de Geração Fiscalizações dos Serviços de Geração 1. 364 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas. estão relatados os resultados da ação Fiscalização. Destas. por forma de implementação.

complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado. Dentre as fiscalizações das usinas em operação. Tais Pág. as informações referentes ao acompanhamento da expansão da oferta de energia elétrica. por ser uma atividade contínua.37 MW. reativação e desativação. 521 contemplaram usinas em operação.735. sendo que aqueles que já iniciaram obras foram objeto de fiscalizações em campo.00 9.00 TOTAL 4.32 UTE 2.71 9.00 EOL 498. (MW) 1. foi realizado o acompanhamento a distância.199. em função dos processos de regularização.33 0. Mensalmente. Tem por base principal a análise dos relatórios produzidos pelo ONS.414. podem decorrer dessa fiscalização diferentes ações. (MW) Acréscimo da Capacidade Instalada Pot.00 497. e nas informações recolhidas nas ações de fiscalização. que podem ensejar solicitações aos agentes de informações.02 100.125. De acordo com a fase e o andamento do empreendimento.25 PCH 432.142.77 206. Dentre os empreendimentos monitorados pela fiscalização estão os constantes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. inclusive dos 398 empreendimentos outorgados que ainda não tiveram obras iniciadas ou que estão paralisadas.10 % 2011 28. foi executado rotineiramente pelos técnicos da ANEEL em 100% das usinas.45 SOL 0 1. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Motorizadas Pot. Reativação e Desativação Pot. na internet.37 535. Repotenciação.33 UTN 0 0. que é feita a partir da outorga e se estende a todas as fases da implantação.00 4. enviados mensalmente pelos agentes. cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir. mediante análise dos relatórios de progresso das obras.64 0. ou ofícios. complementação ou adoção de providências em razão de determinado fato verificado.10 MW de potência. em 2011. 395 referem-se a usinas localizadas no Sistema Interligado Nacional (SIN) e 126 no Sistema Isolado. o País teve.99 30. também são disponibilizadas na página da ANEEL.28 CGH 0 30. Contudo.49 51.73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação.09 2.00 UHE 1. (MW) Regularização.735.  Fiscalização das Usinas Geradoras em Operação Dentre as 806 fiscalizações de geração realizadas em 2011.35 -0. O monitoramento a distância das usinas geradoras em operação.33 0. documentos. A fiscalização por meio de monitoramento a distância.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG). houve um acréscimo de 535.57 . um acréscimo real de 4.Além disso.00 10. a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4. foi realizada continuamente em 100% das usinas em obras. enviados pelos agentes.52 0. Dessa forma. Tais ações são formalizadas por meio de termos de notificação e relatórios de fiscalização de escritório. sendo 233 realizadas de forma direta (209 in loco e 24 a distância) e 288 de forma descentralizada in loco.349. baseadas na análise dos relatórios mensais de progresso das obras. repotenciação. como a solicitação ao empreendedor de informações. documentos.90 1.199.73 Fonte: ANEEL . Em 2011.54 289.79 441.

A equipe própria da ANEEL foi responsável pela realização dessas 72 fiscalizações.58 . 72 foram realizadas em usinas não interligadas. Fiscalização das usinas em operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) Das 395 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Interligado Nacional. ou Ofícios.  Fiscalização dos Projetos do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Em razão da mudança na metodologia de fiscalização de projetos e programas de P&D. as ações de fiscalização propriamente ditas serão realizadas apenas quando a superintendência responsável pela avaliação final do projeto solicitar a averiguação de informações apresentadas no Relatório Final preparado por auditoria independente.  Fiscalização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) Foi realizada 1 fiscalização in loco no escritório central do ONS. a fiscalização da geração passou a atuar subsidiariamente na avaliação dos projetos apresentados pelas empresas de energia elétrica. e também reuniões no Centro Nacional de Operação do Sistema (CNOS). podendo compor a banca responsável pela avaliação inicial dos projetos. 159 foram realizadas de forma direta e 236 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. 17 foram para acompanhamento dos ensaios de autorrestabelecimento (blackstart) e 51 para diagnóstico dos procedimentos de operação e manutenção das usinas. dentre as quais 20 foram realizadas a distância e 52 in loco. relacionadas à coordenação da operação do Sistema. Módulo 16 (Acompanhamento da Manutenção). sendo 1 delas com foco no blecaute ocorrido em 11 de novembro de 2011. não houve demandas à fiscalização da geração para inspeções em campo. Contudo. tendo sido prestado apoio somente no tocante à avaliação de novos projetos de P&D.337. de 21/09/2009. Dentre as 159 fiscalizações realizadas de forma direta. Em 2011. Além de questões relativas à Resolução Normativa nº 455/2011. Pág. Fiscalização das usinas em operação do Sistema Isolado Das 126 fiscalizações de usinas em operação no Sistema Isolado. Também foram in loco todas as 52 fiscalizações realizadas por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. que trata da obrigatoriedade de contratação por parte do ONS de empresa de auditoria independente. Usinas não interligadas Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta. 74 foram realizadas de forma direta e 52 por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. conforme o Manual do Programa Regular de Fiscalização do ONS. Das 395 fiscalizações de usinas em operação no SIN. 2 foram realizadas in loco no Sistema Elétrico de Manaus.ações são formalizadas por meio de Termos de Notificação e Relatórios de Fiscalização de escritório. sua relevância frente aos desafios tecnológicos do setor e a razoabilidade dos investimentos previstos diante dos resultados e benefícios esperados.7 (Requisitos de Telessupervisão). Sistema Elétrico de Manaus Das 74 fiscalizações implementadas de forma direta. auxiliando na verificação do seu enquadramento como atividade de P&D. especificamente do Submódulo 2. esta fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Rede. Módulo 24 (Processo de Integração de Instalações) e Módulo 26 (Modalidade de Operação das Usinas). 391 foram executadas in loco e 4 a distância.

por parte da ANEEL. Ainda. CO. foram notificados agentes beneficiados pela CCC. Nesse sentido. capazes de transmitir dados à CCEE de forma confiável.111. Tratamento e Apuração de Indisponibilidades de Usinas Hidráulicas não Despachadas Centralizadamente e Participantes do MRE).111/2009 e dos regulamentos afins.59 . especificamente do PdC. quanto à equalização dos estoques físicos de combustíveis e quanto ao consumo de combustível acima do limite estabelecido. Os Programas Mensais de Operação (PMO) sob responsabilidade do GTON/Eletrobrás também foram acompanhados. por meio dos sistemas em implantação ou em adequação às novas regras oriundas da Lei nº 12.  Fiscalização da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC) Foram realizadas 27 fiscalizações da CCC de forma direta e a distância. e as respectivas áreas responsáveis pela coordenação. CO. Alguns desses casos evoluíram para processo administrativo punitivo. aproveitou-se para acompanhar os procedimentos adotados pela Eletrobrás. bem como a otimização destes. além de certificar o correto desempenho daqueles empreendimentos. essa fiscalização teve como escopo a verificação da correta aplicação dos Procedimentos de Comercialização (PdC). em decorrência da fiscalização a distância. Na oportunidade da participação nas reuniões. e PdC. totalizando 27 Termos de Notificação de escritório emitidos. como resultado. premissas. referentes ao período de 1999 a 2005. Em função da publicação da Lei nº 12. também foram abordadas nessa fiscalização questões relacionadas ao Sistema de Medição de Faturamento (SMF) em agentes de geração. de 09/12/2009.  Fiscalização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) Foi realizada 1 fiscalização in loco da CCEE.356. realizadas mensalmente no escritório central do ONS.13 (Registro. bem como os pontos passíveis de fiscalização e monitoramento pela Agência. ressalvas. com o objetivo de acompanhar suas atividades relacionadas ao despacho de usinas. Foi concluída a instrução processual de empresas notificadas por pendências. de 21/09/2009. bem como acompanhou testes de auto-restabelecimento de diversas usinas. A fiscalização dos processos para o período de 2006 a 2011 foi realizada e. no qual constam as diretrizes. baseada no Manual do Programa Regular de Fiscalização da CCEE. No sentido de tornar mais eficiente o controle de combustíveis e em face de novos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa nº 427. observou-se a necessidade de se estruturar um monitoramento e uma fiscalização regular. buscando identificar a retidão dos trabalhos desenvolvidos pelo ONS. aprovado por meio da Portaria ANEEL nº 1. PdC. Realizada na sede da CCEE. Pág. que dispõe sobre os serviços de energia elétrica nos Sistemas Isolados.02 (Sazonalização de Contrato Equivalente e Garantia Física). da CCC. AM.07 (Revisão da Sazonalização de Garantia Física). tendo em vista a importância de os agentes do setor elétrico possuírem em suas usinas medidores de alto padrão de qualidade. e das regulamentações editadas pelo MME. foi concluída e submetida para audiência pública a primeira versão do Manual de Fiscalização e Monitoramento da CCC. na CCC. vem sendo mantido o acompanhamento da implantação do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD). de 22/02/2011.A fiscalização da geração participou ainda de reuniões referentes ao Programa Mensal de Operação (PMO). com a presença nas reuniões e por meio da análise dos relatórios.

com repercussão entre regiões.aneel. com o apoio de consultorias credenciadas. o detalhamento por subprocesso das fiscalizações da transmissão realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Fiscalizações dos Serviços de Transmissão Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de linhas de transmissão e subestações) Instalações em Operação (Operação & Manutenção) Ocorrências e Perturbações no Sistema Elétrico Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica Outras Total Fonte: ANEEL . não havendo descentralização dessa atividade para as Agências Estaduais. em razão do impedimento legal.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE). todas implementadas de forma direta. estavam em obras 505 instalações. Em 2011.br/area.  Fiscalização de Ocorrências e Perturbações na Rede Básica As perturbações mais importantes são selecionadas pelo ONS. A Fiscalização dos Serviços de Transmissão é realizada apenas pelo quadro de servidores da ANEEL. 20 da Lei nº 9. nos termos do § 1º do art. a partir da análise minuciosa dos relatórios e de acordo com a gravidade da perturbação. estados. Em 2011. tendo sido realizadas 109.60 . visando à elaboração dos Relatórios de Análise de Perturbações (RAPs). Quantidade 37 31 9 20 12 109  Fiscalização de Novos Empreendimentos de Transmissão (Obras de Linhas de Transmissão e Subestações) A fiscalização de obras de transmissão verifica o cumprimento dos cronogramas e conformidade técnica de implantação.672. os procedimentos de operação e manutenção das instalações. e corredores de recomposição.758 MVA de expansão da capacidade de transformação. essa fiscalização tem por objetivo realizar inspeções periódicas nas principais instalações de transmissão do SIN (subestações e linhas de transmissão). foi priorizada a fiscalização das instalações de transmissão consideradas estratégicas para o SIN. A fiscalização da transmissão acompanhou por monitoramento a execução das obras e a entrada em operação comercial dos empreendimentos. capitais. ou Operação & Manutenção. verificando o estado geral de conservação. Apresenta-se abaixo. sendo realizadas 31 fiscalizações de instalações em operação assim priorizadas.0 km de linhas de transmissão e 10. dentre as quais aquelas pertencentes ao Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). que consistiram em ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2. ANEEL e pelas concessionárias envolvidas. na Internet pelo endereço: http://www. As informações resultantes desse monitoramento são divulgadas mensalmente no sítio da ANEEL. são abertos processos de Pág.cfm?idArea=38&idPerfil=2.427/1996.00% da meta programada. de forma que.b) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Foi programada para o ano a realização de 50 fiscalizações de serviços de transmissão. definidas a partir do monitoramento de 100% das obras em andamento. que correspondem a 218. assim como os procedimentos relacionados à inspeção nos centros de operação. Foram realizadas 37 fiscalizações de obras de linhas de transmissão e de subestações da rede básica.gov.  Fiscalização das Instalações em Operação Também conhecida como Fiscalização de O&M.

com o objetivo de verificar o seu desempenho durante as ocorrências fiscalizadas e seu envolvimento direto nos eventos. em torno de 8600 MW. de conformidade com a metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica. Pág. deixando 8 estados sem energia. no que se refere à forma. Ocorrências importantes na região metropolitana de São Paulo também foram objeto de fiscalização. resultantes de demandas surgidas no transcorrer do ano. envolvendo a cidade do Rio de Janeiro. a solicitações das áreas da ANEEL. Destas. referentes ao período 2009/2010. aos prazos e ao não cumprimento de obrigações contratuais.  Aplicação da Metodologia da Parcela Variável por indisponibilidade de equipamentos da Rede Básica (Parcela Variável) Consiste em fiscalizar a apuração da parcela a ser deduzida do pagamento base às concessionárias de transmissão.61 . foram consideradas neste item 12 fiscalizações diversas. o não atendimento. que causou a interrupção de praticamente toda a carga da região. Foram executadas 9 fiscalizações de ocorrências importantes no sistema elétrico. com inspeções nas instalações das empresas e reuniões com as equipes de operação e manutenção. Destaca-se ainda a fiscalização da ocorrência do dia 11/12/2010. Foram realizadas 20 fiscalizações referentes à aplicação dessa metodologia. Em 2011. às 00h21. de que trata a Resolução Normativa nº 270/2007. dificuldades de acessos ao sistema de transmissão e problemas em contratos. Os recursos apresentados pelas empresas encontram-se em análise. às 15h10 e 16h33. por parte dos agentes. na subestação Milton Fornasaro. como. em razão de desligamentos programados ou decorrentes de eventos envolvendo o equipamento principal e/ou complementares de responsabilidade da concessionária de transmissão. os desligamentos do dia 08/02/2011. Destaca-se. relacionadas a problemas de demora nas empresas em enviar dados solicitados pela ANEEL. quase sempre oriundas das áreas técnicas da Agência. e do dia 27/07/2011 às 19h06. na subestação Bandeirantes. por exemplo. A ANEEL lavrou autos de infração para a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e ONS.  Outras Fiscalizações Compreende as fiscalizações não-programadas. destacam-se 3 fiscalizações do ONS. e 2 fiscalizações realizadas em decorrência do blecaute ocorrido na Região Nordeste no dia 04/02/2011. às 11h13. neste item.fiscalização.

sendo 45 de forma direta e 60 por meio de convênios com agências estaduais. Índice de Abandono (IAb) e Índice de Chamadas Ocupadas (ICO) –. que correspondem a 142. incluindo a qualidade do atendimento aos consumidores.  Fiscalização da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização (Aspectos Técnicos e Comerciais) Essa fiscalização verifica tanto aspectos técnicos quanto comerciais do fornecimento de energia.  Fiscalização das atividades dos Programas de P&D e Eficiência Energética Em 2011. é verificada a qualidade do produto energia elétrica fornecido pelos agentes. e 126 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. Pág. Apresenta-se abaixo. Destas. Na fiscalização técnica.  Fiscalização dos Indicadores de Teleatendimento Essa fiscalização é realizada por monitoramento e tem como objetivo verificar a conformidade dos índices de qualidade dos serviços de distribuição de energia elétrica referentes ao Teleatendimento – Índice de Nível de Serviço (INS). Em 2011. Foram realizadas 74 fiscalizações de Teleatendimento. o detalhamento das fiscalizações de distribuição realizadas: Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Fiscalizações dos Serviços de Distribuição Forma de Implementação Direta Descentralizada Total 105 74 3 18 52 2 2 256 Qualidade do Fornecimento e da Comercialização 45 60 (Aspectos Técnicos e Comerciais) Indicadores de Teleatendimento 47 27 Pesquisa & Desenvolvimento e Eficiência Energética 0 3 Programa de Universalização 10 8 Níveis de Tensão 28 24 Ativos 0 2 Outras 0 2 Total 130 126 Fonte: ANEEL . em relação aos limites estabelecidos na Resolução Normativa nº 414/2010. foram realizadas 3 fiscalizações de P&D por meio de convênio com agências estaduais. Foram realizadas 105 fiscalizações para examinar as condições de prestação dos serviços de energia elétrica.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade (SFE). 130 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas.62 . principalmente nos aspectos relacionados à continuidade e à conformidade. Na parte comercial. as fiscalizações dessa natureza são demandadas pela área competente.22% da meta programada. Com a regulamentação vigente. após a avaliação dos relatórios finais de cada projeto executado. tendo sido realizadas 256. sendo 47 de forma direta e 27 por meio de convênio com as agências estaduais. verifica-se a qualidade do serviço prestado pelos agentes na sua relação com os consumidores.c) FISCALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Foi programada a realização de 180 fiscalizações de serviços de distribuição no exercício de 2011. a ANEEL priorizou as fiscalizações periódicas da Qualidade do Fornecimento e da Comercialização.

d) FISCALIZAÇÃO ECONÔMICA E FINANCEIRA Foi programada a realização de 680 fiscalizações econômicas e financeiras no exercício. foram realizadas 2 fiscalizações de ativos. a conformidade na implementação Pág.5% da meta programada. que correspondem a 102. sendo 92 realizadas de forma direta (16 in loco e 76 a distância). Foram realizadas 18 fiscalizações no âmbito do Programa “Luz para Todos”.  Outras Fiscalizações Essas fiscalizações são realizadas por diversas razões.  Fiscalizações de Ativos Em 2011. financeiros. e 32 por meio de convênios de cooperação com agências reguladoras estaduais. nas quais verificou-se por amostragem os indicadores individuais de níveis de tensão DRC (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Crítica) e DRP (Duração Relativa da Transgressão de Tensão Precária). sendo 28 com pessoal próprio e 24 por meio de convênios com agências estaduais. A tabela abaixo resume das quantidades de fiscalizações econômicas e financeiras realizadas: Fiscalizações Econômicas e Financeiras Fiscalizações Econômicas e Financeiras Aspectos econômicos. e outras demandas da ANEEL. Destas. pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (ARSESP). de forma descentralizada. Dentre estas. e 12 de forma descentralizada (10 in loco e 2 a distância) por meio de convênios com agências estaduais. sendo 10 fiscalizações de forma direta e 8 de forma descentralizada. Fiscalização do Programa de Universalização Nessa fiscalização. destacam-se as fiscalizações de cumprimento de Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmados com distribuidoras. Foram realizadas 2 fiscalizações de TAC. 104 foram fiscalizações dos aspectos econômicos. avalia-se como a concessionária vem atuando na busca de soluções para a universalização dos serviços. Financeiros.  Fiscalização de Aspectos Econômicos. tendo sido realizadas 697. de gestão e de cumprimento de normas. que as concessionárias devem enviar à ANEEL. 665 foram efetuadas diretamente pela equipe da ANEEL ou com apoio de empresas credenciadas.63 .  Fiscalização de Níveis de Tensão Foram realizadas 52 ações de fiscalização. de Gestão e de Cumprimento de Normas Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. tais como as relacionados à segurança das pessoas e das instalações. de gestão e de cumprimento de normas Validação de Elementos Econômicos e Financeiros Anuência prévia a operações comerciais Forma de Implementação Direta Descentralizada 92 109 464 12 20 32 Total 104 129 464 697 Total 665 Fonte: ANEEL – Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF). pela verificação do cumprimento das metas dos Programas de Universalização e “Luz para Todos” e dos procedimentos de atendimento aos pedidos de fornecimento de energia elétrica. A maior parte das fiscalizações por monitoramento a distância teve como objetivo verificar a conformidade na aplicação dos recursos para P&D e Eficiência Energética. todas por meio de convênios de descentralização. financeiros.

Desvinculação e Transferência de Ativos Constituição de Garantias Contratos entre Partes Relacionadas Exploração de Atividades Atípicas Juízo de Reconsideração Orçamento do ONS Transferência de Controle Societário e Correlatos Outros Despacho SISCOMEX Importação e Exportação de Energia Total de Análises Fonte: ANEEL .64 .  Anuência Prévia a Operações Comerciais Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. sendo 18 de forma direta e 5 pelas agências estaduais. 77 fiscalizações referentes à Conta de Compensação da Variação de Itens da Parcela “A” (CVA). por meio de convênios com agências estaduais. tendo como objetivo a verificação do cumprimento das obrigações do contrato de concessão e do atendimento à legislação setorial. sendo 14 de forma direta e 7 com apoio das agências estaduais. A tabela abaixo demonstra os 464 pleitos que resultaram em Despacho/Resolução ou Despacho SISCOMEX. As fiscalizações por inspeção in loco foram realizadas por meio de visitas de fiscalização em concessionárias e permissionárias. e 23 fiscalizações referentes ao Ativo Imobilizado em Serviço (AIS). sendo 70 de forma direta e 7 descentralizada. Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Pleitos de Anuência Prévia que resultaram em Despacho ou Resolução Tipo de Solicitação Despacho / Resolução ANEEL Alteração de Atos Constitutivos Bens . sendo 109 realizadas de forma direta in loco e 20 de forma descentralizada in loco. 464 corresponderam a análise de pleitos de anuência prévia a operações comerciais. I – Fiscalizações para o Processo Tarifário Foram realizadas 21 fiscalizações referentes à Base de Remuneração Regulatória (BRR). II – Fiscalizações para o Processo Licitatório Para o processo licitatório. sendo 7 de forma direta e 1 por meio de convênio com as agências estaduais.Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF).de operações sujeitas a anuência prévia da ANEEL e a adimplência do envio de informações pelas concessionárias.  Validação de Elementos Econômicos e Financeiros para os Processos Tarifário e Licitatório Dentre as 697 fiscalizações econômicas e financeiras realizadas no ano. previstas em legislação específica. Total 409 15 65 151 87 0 10 1 54 26 55 55 464 Pág. foram realizadas 8 fiscalizações de Custos Incorridos para estudos de inventário e viabilidade/outros. 129 foram fiscalizações para validação de elementos econômicos e financeiros. totalizando 121 fiscalizações para o processo tarifário. todas realizadas de forma direta e a distância. com vistas a subsidiar os processos tarifário e licitatório.

3. como: a) Resoluções normativas . Os atos homologatórios são utilizados na Agência para validar novos contratos. a partir da Resolução nº 001/2004. que são utilizados para detalhamentos técnicos dos demais atos. das quais decorrem os atos regulatórios publicados.Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica – Ação 4703 Finalidade A finalidade da ação é regulamentar as políticas e diretrizes do Governo Federal para a exploração de energia elétrica e os aproveitamentos energéticos. decorrentes dos contratos de concessão existentes. avaliação e acompanhamento do planejamento da operação dos sistemas isolados.2 . por meio dos quais a Administração Pública reconhece a legalidade de ato jurídico. complementação e consolidação técnica dos serviços e instalações de geração. Os atos regulatórios expedidos pela Agência passaram a ser classificados.têm por objetivo a explicitação ou especificação de um conteúdo normativo pré-existente.2. distribuição e comercialização de energia elétrica: O detalhamento dos seus processos está destacado a seguir:  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração consiste na regulamentação. permitindo. para aprovação de projetos e programas de pesquisa e registro/homologação de contratos de compra e venda de energia. e Regulamentação dos Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética (PEE). que novas empresas venham a atuar no mercado ou que sejam realizadas melhorias em instalações. definição das cotas-parte de Itaipu. durante a qual são colhidas contribuições dos interessados acerca do tema regulado. d) Acrescentam-se a esta classificação os despachos. Os atos autorizativos aprovam ações e documentos.são os atos unilaterais e vinculados. Pág. e por meio dele a Administração Pública faculta ao particular o desempenho de atividade material ou a prática de ato. b) Resoluções autorizativas . a produção e a comercialização de energia elétrica. por exemplo. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS A Regulação Técnica de Padrões de Serviços compreende a atuação regulatória na geração. análise. bem como leilões de energia. Regulação Econômica e de Mercado. aprovação e acompanhamento do Plano Anual de Combustíveis. por exemplo. condução do processo da sub-rogação da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis (CCC). avaliação e acompanhamento da interação entre o planejamento. determinação dos indicadores de desempenho dos sistemas de geração de energia elétrica. avaliação e acompanhamento do planejamento energético de curto e médio prazo. definição e atualização de tarifas relacionadas aos serviços de geração.65 . Descrição dos Processos As atividades de regulação.2. A realização de audiências públicas faz parte da ação Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico. A publicação de ato regulatório que implique afetação de direitos dos agentes econômicos do setor elétrico ou dos consumidores é precedida de audiência pública. Os atos normativos aprovam regras e procedimentos técnicos e comerciais.o ato autorizativo é unilateral e discricionário. transmissão. são agrupadas nos processos de: Regulação Técnica de Padrões de Serviços. c) Resoluções homologatórias .

avaliação do desempenho das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) integrantes do SIN. definir indicadores de continuidade e estabelecer limites de DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) das concessionárias com revisão tarifária periódica para o exercício. no âmbito da tarifa social. reajuste das receitas anuais permitidas das concessionárias de transmissão. participar do processo de revisão tarifária.   b) REGULAÇÃO ECONÔMICA  A Regulação Econômica de Tarifas tem como finalidade regulamentar. avaliação da prestação dos serviços ancilares. complementar e consolidar a regulação técnica dos serviços de distribuição. na forma da lei e dos contratos de concessão. supervisão e solução de divergências relacionadas: (i) ao acesso de usuários à Rede Básica (RB) e (ii) à conexão às instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização visa a elaborar regulamentos para disciplinar as condições gerais de fornecimento e o relacionamento das concessionárias de energia elétrica com seus consumidores. os processos de reajuste e revisão tarifária das concessionárias de serviço público. da compensação financeira e outros tributos e encargos setoriais definidos em lei. acompanhamento do Custo Variável Unitário de centrais termelétricas. e acompanhamento da implantação da regulamentação. À Regulação de Mercado cabe executar as atividades relacionadas aos processos de monitoramento do mercado junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). definir metodologia para avaliar perdas técnicas dos sistemas de distribuição.66  . avaliação do desempenho das empresas geradoras participantes da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).acompanhamento da implementação de fontes de geração relativas ao PROINFA no Sistema Interligado Nacional (SIN). regulamentar os critérios de apuração e arrecadação da taxa de fiscalização. homologação dos programas computacionais utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na programação eletroenergética. calcular e elaborar relatórios de análise da pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor. com vistas à competição e ao equilíbrio entre oferta e demanda de energia elétrica.  A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão compreende as atividades relacionadas ao processo de regulamentação. autorização de reforços nas instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão. fixar as tarifas iniciais. acompanhar a execução dos planos de universalização de energia elétrica. normatização e padronização dos serviços de transmissão. regulamentar a qualidade do produto e do serviço. disciplinar a aplicação da Tarifa Social de Energia Elétrica. acompanhamento da indisponibilidade das centrais geradoras. estabelecendo e aprovando as regras e os procedimentos de comercialização de energia elétrica. estabelecer e aperfeiçoar a regulamentação dos processos pertinentes à regulação econômica. determinando o montante de perdas técnicas e calculando a estrutura vertical para estabelecimento da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição (TUSD). e manter e evoluir o sistema de DMR (Diferença Mensal de Receita). acompanhamento dos custos decorrentes de Encargos de Serviços de Sistema (ESS) no SIN. definir metodologia e coletar dados para cálculo da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição para unidades geradoras (TUSDg). por meio de resoluções normativas e Procedimentos de Rede. A Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição tem como finalidade definir os procedimentos de distribuição. proporcionando Pág. e estabelecimento dos encargos de conexão e das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão.

com a finalidade de alocar os recursos disponíveis de forma que sejam maximizados os benefícios obtidos pelos projetos. inclusive o intercâmbio internacional de energia elétrica. determinados pela Lei nº 9. e desses com seus consumidores. produtores independentes e autoprodutores de energia elétrica. após comprovação e auditoria. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas concessionárias e permissionárias de distribuição de energia elétrica.condições para a realização de leilões de energia. comercializadores. c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA  A Regulamentação dos Programas de P&D tem como finalidade regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes do setor elétrico em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. determinados pela Lei nº 9. Público-Alvo A ação de regulamentação possui como público-alvo os geradores. permissionários e autorizados de serviços e instalações de energia elétrica. e divulgação dos resultados mais relevantes por meio da publicação em revista técnica (Revista de P&D ANEEL) e apresentação de artigos em congresso bianual de inovação tecnológica (Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica – CITENEL). utilizando-se pessoal próprio da Agência e consultorias contratadas para realização de estudos ou. e para a contabilização e liquidação das transações de compra e venda de energia. Trata também das relações de compra e venda de energia por concessionárias de distribuição nos Sistemas Isolados. transmissores.67 . eventualmente. de forma descentralizada. avaliar os resultados obtidos e reconhecer os valores investidos pelas empresas. inseridos no Sistema Interligado Nacional (SIN) ou nos Sistemas Isolados. consumidores cativos.  A Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética visa a regulamentar os investimentos obrigatórios dos agentes de distribuição de energia elétrica em eficiência energética. no Sistema Interligado Nacional (SIN). O processo envolve avaliação de propostas e resultados dos projetos de P&D. distribuidores. o reconhecimento dos valores gastos.991/2000. mediante contratação regulada ou livre. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. consumidores livres. para execução de atividades de apoio à regulamentação. Este processo viabiliza a comercialização de energia elétrica e envolve relações entre concessionários.991/2000. Pág. além de estimular o desenvolvimento e a sustentabilidade do mercado de eficiência energética do país. nos termos da lei e dos seus regulamentos.

967.Regulamentação 6.9 2.Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação.61% 94.195.622.00 concedido ao IPEA.00 7.00% 117.311.31% 106. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Regulamentação Orçamento Programado Ano LOA + Créditos A 2009 2010 2011 4.930.004. houve destaque de R$ 300.00% 117.988.28% 42.68 .121.663.15% Ano 2009 2010 2011 548 548 642 Fonte: ANEEL .37% 61.060.803.00 % C/A 40. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Regulamentação Produto: Ato Regulatório Publicado Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física Meta Física Ajustada % Execução em Executada % Execução em LOA – Plano Gerencial relação à meta (Unidade) relação à LOA (Unidade) (Unidade) ajustada A B C C/A C/B 471 567 471 567 529 601 112.670. (1) Na ação Regulamentação.999.00 4.421. Valores em reais.687.421.000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 4.239.03% 87.31% 106.97 2. valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ).08 2.286. Gráfico 9 .15% 112.00 Orçamento Realizado Pago D 1.7 453.28 2.61 4.866.3 Fonte: ANEEL.Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Pág.999.000 2.414.13 453.4 2.00 Empenhado C 2.121. Valores em milhares de reais.949.966.00 Limite Autorizado B 4.777.Execução Orçamentária: Ação Regulamentação Execução Orçamentária .041.000 Valores em R$ mil 4.44% % C/B 49.121.60% Fonte: ANEEL.00 4.

que foi superada em 17.15%. dada a necessidade de consolidação prévia da nova metodologia.Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão (SRT) Avaliação dos Resultados da Ação Na apuração da meta física realizada foram considerados os atos regulatórios oriundos das unidades organizacionais responsáveis pela regulamentação e os atos oriundos da Diretoria instruídos por essas unidades organizacionais. e nº 1. A Ação Regulamentação é implementada utilizando-se principalmente pessoal próprio da Agência. os Reajustes Tarifários de 100% das transmissoras de energia elétrica. de 28/06/2011. destacando-se a aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição.173. foi de 642 atos regulatórios publicados.69 .15% da meta prevista na LOA. o que motivará novos investimentos na melhoria dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia. 98 resoluções autorizativas. As Revisões Tarifárias de 7 distribuidoras previstas para 2011 foram postergadas. efetuados por meio das Resoluções Homologatórias nº 1. os Reajustes Tarifários de 94 distribuidoras (56 concessionárias e 38 permissionárias) realizados no ano. O resultado. conforme especificado no subitem 17. em cumprimento dos respectivos contratos. também.Regulamentação 642 Ato Regulatório Publicado Unidade 750 500 250 LOA EXECUTADO 548 Fonte: ANEEL . de 28/06/2011. 132 resoluções homologatórias e 370 despachos. Importantes temas para o setor elétrico foram regulados em 2011. cancelamentos. ainda. tais como: os que fixam ou prorrogam prazos impostos aos agentes. excluídos os atos de mero expediente.1 deste relatório e resumido na tabela “Atos Regulatórios Publicados por Processo”.171. prorrogações. também o quesito qualidade dos serviços prestados passa a ter reflexo na tarifa. Destacam-se. concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457. ao final do ano. Conforme dispõe essa Resolução.Gráfico 10 . mudanças de prazo e os referentes a assuntos administrativos. Cabe destacar. motivo pelo qual o contingenciamento orçamentário não teve impacto sobre a execução da meta física programada. os que tornam público o início do processo de revisão tarifária. de 08/11/2011. apresentada adiante. Pág. sendo 42 resoluções normativas. A meta programada para 2011 foi de 548 atos regulatórios publicados. o que corresponde a 117.Execução da Meta Física: Ação Regulamentação Execução da Meta Física .

640. As metas decorrem da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial.421.949. Entre as obrigações dos agentes previstas nesses manuais.999. totaliza uma despesa de R$ 2. foi realizado um destaque em favor do o IPEA no valor de R$ 300. A tabela a seguir demonstra as quantidades de atos regulatórios publicados.00.121.44% da dotação de R$ 4. foram publicados novos manuais para os Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrico (P&D) e Eficiência Energética (PEE). correspondendo à execução de 87. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011. realizados pela equipe de servidores da ANEEL. O limite de R$ 2. somado ao valor empenhado.00 autorizado para empenho representou 48. A indisponibilidade desses sistemas ocasiona uma fragilidade na estruturação da base de dados dos Programas P&D e PEE e também gera atrasos no cumprimento das obrigações tanto dos agentes quanto da Agência. ou seja.00 que.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos). Desde então. Assim sendo. análises e pesquisas que são necessários para o aprimoramento da elaboração dos atos.44% da dotação aprovada. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados para o custeio de estudos.00.242. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 1.44% da dotação aprovada. as restrições à execução orçamentária podem impactar mais na qualidade dos resultados do que propriamente na quantidade da meta realizada.414.663.60% do limite e 42. Quanto à execução orçamentária. devido às dificuldades encontradas durante o desenvolvimento.414. foram empenhados R$ 2.999. Além disso.70 . Desse limite.00% do limite e 48. a ANEEL tem buscado desenvolver sistemas informatizados para os programas P&D e PEE.Em que pese a boa execução da meta física. que levam à necessidade de elaboração de regulamentos e outros atos normativos.00.421.949. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Regulamentação a dotação de R$ 6. que corresponde a 100. No ano de 2008. por processo: Pág.00. os sistemas ainda não estão em operação. a quantidade de atos regulatórios publicados.286. Cabe ressaltar que não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. estão o carregamento de arquivos de movimentação financeira e relatórios finais de execução dos projetos em um sistema informatizado.054. No entanto.00 (LOA + Créditos).242. a qualidade da ação Regulamentação tem sofrido as consequências das dificuldades de implementação do Sistema de Gestão de Eficiência Energética e P&D. restando para a Regulamentação o total de R$ 4.

111. além do combustível usado na geração termelétrica. de 22/02/11. são relatados nos itens seguintes. A regulamentação decorre do disposto no inciso I do § 1º do art. 20 da Lei nº 9. com redação dada pela Lei nº 12. A energia deverá ser contratada pelas distribuidoras por meio de licitação e a vigência da CCC passa a não depender da interligação dos sistemas isolados e. a CCC passará a reembolsar o gasto total com produção de energia para os sistemas isolados. e o Decreto nº 7. que estabelece as regras para o planejamento. os custos de compra de energia adicional. Com a nova resolução. Mercado e Competição) Regulamentação dos Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética Totais por tipo de ato Fonte: ANEEL 0 42 0 98 0 132 0 370 0 642 Os principais resultados da ação Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica.CCC.71 . de 01/02/2011.111.427.246. de 28/07/2010. de 1996. de 09/12/2009. dos prazos dos contratos de compra de energia. no âmbito de cada processo. a) REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS a1) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Geração Os principais temas regulados foram:  Critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica A Resolução Normativa nº 425. de geração própria e de encargos e impostos não recuperados pelas distribuidoras. o que inclui. aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização.  Nova regulamentação dos Sistemas Isolados Publicação da Resolução Normativa nº 427. processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis . Monitoramento e Certificação / homologação) Regulação Econômica (Normas Monitoramento e Fixação de tarifas e preços. publicada em 11/02/2011. de 09/12/2009. em conformidade com a Lei nº 12. sim.Atos Regulatórios Publicados por Processo Processo Subprocesso Regulação Serviços Geração Regulação Serviços Transmissão Regulação Serviços Distribuição Regulação Serviços Comercialização Regulação Econômica de Tarifas Regulação de Mercado Regulamentação dos Projetos de P&D Regulamentação dos Projetos de Eficiência Energética Normativas Autorizativas Homologatórias 9 7 5 6 7 8 0 10 64 20 4 0 0 0 3 4 2 0 117 6 0 Despachos 63 37 11 30 59 150 20 Total Processo 85 112 38 40 183 164 20 Regulação Técnica (Normas. Pág. formação.

 Interligação dos Sistemas Isolados Regulamentado o cronograma da interligação de Sistemas Isolados por meio da Resolução Normativa nº 447. que altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . publicada em 30/03/2011.72 . que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) contratar empresa de auditoria independente para auditar dados de entrada do Pág. de diversas semanas operativas relativas aos meses de janeiro.SCD.PMO e suas revisões. conforme descrito em tabela constante do Despacho.CGEEs. que determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a norma estabelece ainda que os custos de adequação das instalações dos agentes de geração e distribuição serão custeados por eles. Publicação do Despacho nº 4093. de 31/08/2011. encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.  Regras para o suprimento de energia elétrica à Argentina e ao Uruguai A Resolução Normativa nº 430.CMO e Preço de Liquidação das Diferenças – PLD Publicação do Despacho nº 2654 em 27/06/2011. não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças . de 02/09/2011.  Custo Marginal da Operação . altera a redação dos arts. estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas.PLD. que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . publicada em 13/07/2011. 1º.PROINFA.  Auditoria para dados da operação do setor elétrico Publicação da Resolução Normativa nº 455. Publicação do Despacho nº 4094.  Alteração do montante de energia de referência das CGEEs destinado à contratação com a ELETROBRÁS Publicação do Despacho nº 3544. pertencentes ao Sistema Interligado Nacional. conforme descrito em tabela constante do Despacho.111/2009.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética . que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia. de 17/10/2011. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. 10º. A Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011.  Indisponibilidade de centrais geradoras Publicação do Despacho nº 3584. que homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais . de 18/10/2011.ELETROBRÁS.A ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20/06/2011. 5º e o Anexo I da Resolução Normativa nº 406. de 13/09/2011. de 13/07/2010.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Além de prever as datas limites para integração dos empreendimentos de transmissão ao Sistema Interligado Nacional (SIN).A. de 28/06/2011.CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia MRE a partir de 01/01/2012.Publicação do Despacho nº 2690. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai. de 17/10/2011. Os agentes de transmissão devem submeter à realização das obras à apreciação da Agência.PLD. 12.A .ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . que aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S. A regulamentação obedece à Lei nº. fevereiro e março de 2011. e revoga o art. de 29/03/2011. que determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico . e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças . 3º. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S.

em caráter permanente. da Resolução Normativa nº 399. de 29/12/2011. publicada em 17/06/2011. em 05/08/2011. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica. O novo regulamento substitui a Resolução nº 366/2009.73 . publicada em 23/03/2011. A alteração proposta surgiu da necessidade de expandir o período de transição existente para aplicação das tarifas de uso do sistema de transmissão (TUST) aplicáveis ao período fora de ponta.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas. que trata das disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. de 07/06/2011. abrangendo Receita Anual Permitida – RAP. contratação do uso das instalações e equiparação das instalações de transmissão necessárias aos intercâmbios internacionais aos concessionários de serviço público de transmissão de energia elétrica. de 16/09/2008. a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP). 21-A. estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de RGR. A Resolução Homologatória nº 1150. a auditoria será mensal e os dados deverão ficar disponíveis no sítio do ONS até o último dia útil do mês subsequente ao mês operativo.  Cálculo das cotas partes de Itaipu A Resolução Homologatória nº 1240. de 06/12/2011. Anualmente. Pág. 13 e 22. a auditoria consolidará um relatório a ser encaminhado pela diretoria do Operador ao seu Conselho Administrativo para ser deliberado pela Assembléia Geral. que dispõe que as cotas-parte sejam calculadas anualmente com prazo de cinco anos de antecedência da sua entrada em vigência. as formas de cálculo dos encargos correspondentes.A .  Carta Compromisso entre ANEEL e Petrobrás Publicação do Despacho nº 4988. de 15/03/2011. de forma a permitir a adequada contratação dos usuários da rede básica.Petrobrás. publicada em 27/04/2011. definiu os valores das cotas-parte de Itaipu para 2017 e aprovou os montantes de potência contratada e energia vinculada da usina a serem comercializadas pelas concessionárias de distribuição em 2012.  Prorrogação da Reserva Global de Reversão (RGR) e impacto nas receitas das transmissoras A Resolução Normativa nº 434. de 19/04/2011. decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica. CUST. As decisões da Agência cumprem o que prevê a Resolução Normativa n° 331. altera a redação dos arts. revoga a Resolução 798 de 26/12/2002. e inclui o art. que regulamenta a contratação do uso do sistema de transmissão. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional . De acordo com a nova norma. de 13/04/2010.  Instalações de transmissão destinadas a interligações internacionais Publicada a Resolução Normativa nº 442. a2) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Transmissão Os principais temas regulados foram:  Contratação de uso do sistema de transmissão A Resolução Normativa nº 429. flexível e temporário. com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). que aprova a Carta Compromisso.Programa Mensal de Operação (PMO) e suas revisões e dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico (CNOS).

 Implantação de reforços em instalações sob responsabilidade de concessionárias de transmissão Em 2011 as concessionárias de serviço público de transmissão foram autorizadas a implantar reforços em instalações de transmissão integrantes da Rede Básica. estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN. Para o período 2010 (ano em que o plano foi elaborado) a 2013.TUST de energia elétrica. os arts.2004. 69 de distribuição e 490 de transmissão. 18 da REN 399 de 13/04/2010. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. como a substituição de equipamentos de transformação e de controle de potência reativa em subestações. de 23/05/2005.  Critérios e condições para entrada em operação de instalações de transmissoras A Resolução Normativa nº 454. e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1. dá nova redação ao inciso II do art.0 dos Módulos 2.  Revisão dos Procedimentos de Rede A Resolução Normativa nº 461.4º-B. Para isso. Foram estabelecidas as receitas de 120 transmissoras para o ciclo 2011-2012. publicada em 26/10/2011. aprovou a revisão 2. 12. estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica. Pág. 3º-A.74 . além de revitalizações em distribuição e em geração.Inclui o art. 2º e 4º do art. publicada em 11/11/2011. de 28/06/2011. bem como a recapacitação e a reconstrução de trechos de linhas de transmissão existentes. Quanto ao tipo de intervenção. 2º. 4º e ao parág 1º do art. a Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011. 13.  Estabelecimento de TUST Ciclo 2011-2012 para todos os usuários A Resolução Homologatória nº 1173. totalizando cerca de R$ 13. As novas tarifas de uso são resultantes da atualização do valor da Receita Anual Permitida aplicada ao conjunto dos empreendimentos de transmissão integrantes da Rede Básica.  Distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissoras Publicada em 05/08/2011. definiu-se um conjunto de 564 obras.5 bilhão. componentes do Sistema Interligado Nacional. 332 são melhorias e 158 são reforços.3 bilhões. 3º da REN ANEEL 068 de 08/06/2004. 1º e 8º. 5º da REN 067 de 08.06. bem como revoga a REN ANEEL 158. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13/01/2009. de 18/10/2011. necessários à prestação adequada do serviço. Inclui no art. a construção de novos trechos de linha e a implantação de conexões nas subestações que interligam as mesmas.022 de 29/06/2010. altera os parág. Foram emitidas 38 Resoluções autorizando reforços em instalações de transmissoras. Altera a ementa. publicada em 01/07/2011. das quais 5 são de geração. O PMIS contém um conjunto de melhorias e reforços nas instalações de transmissão. e das demais instalações de transmissão. parág. estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão . Interligações Internacionais. 9. de 09/11/2011. 6. que estabelece a distinção entre melhorias e reforços em instalações sob responsabilidade de concessionária de transmissão.  Receitas Anuais Permitidas das concessionárias de transmissão A Resolução Homologatória nº 1171. com investimento de R$ 1. 3º e 4º. de 28/06/2011. estão previstos investimentos da ordem de R$ 257 milhões. da REN ANEEL 265 de 10/06/2003. o parág. publicada em 30/06/2011.3 bilhões. integrantes da rede básica. A receita total que deve ser arrecadada pela TUST no próximo ciclo 2011/2012 representa R$ 12. Em 29/03/2011 foi aprovado o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico (PMIS) referente ao período 2010-2013. por meio da Resolução Autorizativa nº 2837. pela disponibilização das instalações de transmissão.

CERILUZ. CERTEL. as Resoluções Autorizativas de nº 3035 a nº 3046. COOPERCOCAL. foram publicadas. PIRATININGA. Em 04/07/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 439. aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV. o que ocorrerá quando do processo de revisão.  Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST Foram publicadas 4 resoluções que revisaram o PRODIST. destacando-se em cada uma os seguintes pontos: Resolução Normativa nº 432. CELPA. CERTREL. Em 01/07/2011 foi publicada a Resolução Homologatória nº 1. COPREL. Outras 5 distribuidoras (ELETROPAULO. CELG e CEEE e LIGHT). de 30/08/2011 e publicada em 12/09/2011. relativas ao ciclo tarifário 2011/2012. de 28/06/2011.Rede Básica de Fronteira e Demais Instalações de Transmissão (DIT) compartilhadas. em 25/08/2011. que autorizam a criação de conjunto de unidades consumidoras para as seguintes permissionárias: CRERAL. visando subsidiar seus processos de revisão/reajuste tarifário. ESCELSA. CEB. COOPERLUZ. BANDEIRANTE e ELEKTRO). de 05/04/2011 e publicada em 12/04/2011: normatização da contratação do uso da rede de distribuição por parte de autoprodutores ou produtores independentes que utilizem um único ponto de conexão para importar ou injetar energia. conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV.Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos.172. CERMOFUL. que trata do aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg. que homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg. autorizou a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . de 30/08/2011 e publicada em 06/09/2011: modificação dos critérios para definição dos limites de DEC e FEC e instituição de um indicador de desempenho global para avaliar o nível da continuidade da distribuidora em relação aos limites estabelecidos e compará-lo com o desempenho das demais distribuidoras do país. Pág.  Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSDg Em 2011 foram calculados os valores das TUSDg de referência das centrais geradoras conectadas em nível de tensão de 88 kV a 138 kV. que estão ou entrarão em operação comercial nos próximos 12 meses. CERGAPA.75 . mas sem abertura das tarifas. de 16/08/2011.  Criação de conjuntos de unidades consumidoras de permissionárias Em função da assinatura de contrato de permissão por 12 (doze) cooperativas de eletrificação rural. CRELUZ. CERMISSÔES e CEPRAG. no Estado da Bahia. a3) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Distribuição Os principais temas regulados foram:  Geração distribuída em baixa tensão A Resolução Autorizativa nº 3079. de 7 distribuidoras de energia elétrica (CELESC. COSERN. cujas Revisões Tarifárias Periódicas foram adiadas por Resolução. de 28/06/2011. Resolução Normativa nº 444. tiveram suas TUSDg atualizadas.

76 . todas relacionadas com a implantação de projetos-piloto de pré-pagamento nas áreas de concessão da Amazonas Distribuição S/A e das Centrais Elétricas do Pará S/A. de 2010. 56 concessionárias e 38 permissionárias de distribuição – cooperativas de eletrificação rural regularizadas – tiveram sua tarifa reajustada em 2011.  Condições gerais de fornecimento de energia elétrica ao consumidor Durante o ano de 2011 foram publicadas as Resoluções Normativas 426. referentes aos descontos concedidos aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda Foram emitidos 28 despachos no exercício de 2011. que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica. de 13/12/2011 e publicada em 26/12/2011: aprimoramento dos aspectos relacionados ao dia crítico. Resolução Normativa nº 469. referentes à liberação de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para compensação dos valores de subvenção concedidos pelas distribuidoras aos consumidores integrantes da subclasse Residencial Baixa Renda. 448 e 449. b) REGULAÇÃO ECONÔMICA b1) Regulação Econômica de Tarifas Os principais temas regulados foram:  Aprovação da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão do Proinfa para 2011 Por meio da Resolução Homologatória nº 1113. conforme estabelecido na Seção 8. 436.  Revisão Tarifária Periódica e definição da metodologia para o 3º ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição Publicação da Resolução Normativa nº 433 em 15/04/2011. A alteração da tarifa foi necessária em função da Medida Provisória nº 517/2010. 3014 e 3226. referentes à universalização de energia elétrica.Resolução Normativa nº 465. que modificou a Lei nº 9. de 22/11/2011 e publicada em 01/12/2011: alteração da metodologia de cálculo das perdas na distribuição para aplicação no Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas – 3CRTP das concessionárias de distribuição de energia elétrica.648/98 e prorrogou a vigência do encargo Reserva Global de Reversão (RGR) até o final de 2035. a Pág.  Homologação dos valores de diferença mensal de receita. de 15/03/2011. que estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica. publicada em 24/03/2011. que realizaram importantes ajustes nos prazos e definições de classe de consumidor da Resolução Normativa nº 414.  Reajuste tarifário anual das concessionárias e permissionárias de distribuição Em atendimento ao estabelecido nos contratos de concessão ou permissão.2 do Módulo 8 do PRODIST. foi aprovado o novo valor da Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão (TUST) do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) para 2011. 431. a4) Regulação Técnica de Padrões de Serviços de Comercialização Os principais temas regulados foram:  Universalização de Energia Elétrica Foram publicadas em 2011 as Resoluções Autorizativas 3013.

para definição da estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária . Como resultado.Procedimentos Gerais.PRORET. portanto.2 – Tarifas de Referência. de adequação dessas regras ao novo sistema Pág. concretizada com a publicação da Resolução Normativa ANEEL nº 457.3 – Tarifas de Aplicação. de 15/03/2011 e 18/10/2011. O PLD é o preço pelo qual é valorada a energia comercializada no Mercado de Curto Prazo. das modalidades e postos tarifários. apesar das alterações significativas no setor elétrico.  Definição da estrutura do PRORET Em 30/05/2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 435. firmados por distribuidores de energia elétrica. pois no período entre a publicação das primeiras tarifas horo-sazonais em 1982 e a publicação das primeiras TUSD. foi publicada a Resolução Normativa nº 464. identificou-se a pertinência de promover revisão nos documentos que integram as Regras de Comercialização. a criação da Tarifa Branca. que também estabeleceu a Curva de Custo do Déficit de Energia. foram aprovadas as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação. Diante do desenvolvimento desse sistema. em 28/11/2011.  Aperfeiçoamento da Estrutura Tarifária a ser aplicada no 3º Ciclo de Revisão Tarifária das Distribuidoras: Percebeu-se a necessidade de atualização da estrutura tarifária. de 13/12/2011.título provisório. e do sinal econômico da tarifa de energia. b2) Regulação de Mercado Os principais temas regulados foram:  Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) Os limites máximo e mínimo do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) para 2012 para todos os submercados foram determinados na Resolução Homologatória nº 1247. Os trabalhos trataram da redefinição da estrutura vertical. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários. respectivamente. como por exemplo. poucas mudanças foram feitas na estrutura tarifária. que aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária – PRORET e Submódulos: 7. As Revisões Tarifárias de 2011 foram postergadas para o ano de 2012. orientadas pela versão 2010 das regras aprovadas por meio da Resolução Normativa nº 385/2009. conforme artigo 2º da referida Resolução.  Regras de comercialização aplicáveis ao novo Sistema de Contabilização e Liquidação .CCEE.SCL Em razão da crescente complexidade das Regras de Comercialização. Aprovação da metodologia e dos procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição. até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis. e 7. em 1999.77 . de 08/11/2011. com a criação das bandeiras tarifárias. 7. de modo a permitir uma interação mais fácil e objetiva entre a CCEE e os agentes de mercado e a possibilidade de crescimento.1 . tratando-se. do sinal econômico para a Baixa Tensão. facilitando o atendimento de demandas futuras. Por meio das Resoluções Normativas nº 428 e nº 456.  Homologação/registro de contratos de compra e venda de energia no ambiente regulado Foram publicados 59 despachos de registro/homologação de contratos de compra e venda de energia elétrica no ambiente regulado. decorrente da assunção de novas atribuições por parte da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . está sendo desenvolvida nova plataforma tecnológica para o Sistema de Contabilização e Liquidação – SCL.

que altera a Resolução Normativa nº 421. a partir de 2009. A cessão prevista será objeto de aplicação mensal.CCEE.317. de 28/10/2008. que estabelece os critérios a serem observados para fins de apuração do valor da garantia financeira a ser aportada por cada agente de mercado. de 18/10/2011.computacional. estabelece os critérios para o cálculo dos valores de exposições e sobrecontratações involuntárias dos agentes da categoria de distribuição que devem garantir o atendimento a 100% de seus mercados de energia e potência por intermédio de contratos registrados na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Além disso. Pág. estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas a biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva. Fontes Alternativas. que. em razão da atividade constante de monitoramento do mercado. foi publicada a Resolução Normativa nº 450. decorrentes de iniciativa da ANEEL e da CCEE. dentre as 5 Resoluções.  Cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva A Resolução Normativa nº 452.  Obrigação da suspensão de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs de agentes inadimplentes no mercado Foi publicada a Resolução Normativa nº 437. de 2011. 1230 e 1233 aprovaram editais de leilões para contratação de energia nova.78 . para se adequar à nova legislação. a partir da contabilização das operações de compra e venda de energia no Mercado de Curto Prazo . alterou o art.163/2004. de 11/11/2011. 2º da Resolução Normativa nº 336. Energia Existente. Essa Resolução regulamenta ainda a penalidade por insuficiência de lastro para venda no âmbito da contratação de energia de reserva. que estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEARs. cada agente de distribuição pode contratar energia elétrica correspondente ao seu montante de reposição. existente e de reserva. de 30/10/2010. A referida alteração permite que os agentes de geração considerem como recursos. sendo. 1180. com a introdução de alguns aprimoramentos. a Resolução Normativa 446 e as Resoluções Homologatórias 1179. a Resolução determina a suspensão desse registro caso o agente vendedor se enquadre nos casos nela previstos. 4 ligadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). de Energia de Reserva e Sistemas Isolados Com relação aos leilões de energia elétrica. Energia Nova. conforme referido no Decreto no 5. ao tratar da contratação de energia elétrica nos Leilões “A-1” estabeleceu que.  Detalhamento da sistemática e contratos de Leilões de Ajuste.SIN A Resolução Normativa nº 453.  Critérios para cálculo do montante de reposição e contratações adicionais das distribuidoras do SIN nos leilões "A-1” Para atender ao disposto no Decreto nº 7. realizada pela CCEE. desde que atestado pela ANEEL.MCP de fevereiro de 2013. de 24/05/2011. de 10/10/2011. podendo ocorrer na modalidade energia e lastro equivalente ou na modalidade energia. Essa informação é utilizada no processamento do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits – MCSD “ex-post”. de 14/09/2011.  Obrigatoriedade do aporte de garantia financeira por agente de geração antes da entrada em operação comercial A Resolução Normativa nº 445.  Critérios para cálculo dos montantes de exposição ou sobrecontratação involuntária das distribuidoras do Sistema Interligado Nacional . as garantias físicas das usinas que ainda não entraram em operação. sendo também um dado essencial para a apuração de penalidades por falta de lastro. no cálculo de garantias financeiras.

Projetos de Gestão: foram cadastrados na ANEEL.  Publicação dos seguintes livros. “A Estrutura Tarifária de Energia Elétrica – Teoria e Aplicação”.“Alternativas NãoConvencionais para Transmissão de Energia Elétrica em Longas Distâncias”. proposto pela Elektro Eletricidade e Serviços S/A – ELEKTRO.  Publicação do Livro “Alternativas não convencionais para transmissão de energia elétrica – Estado da arte”. resultante do Projeto de P&D Estratégico da Chamada nº 005/2008 . com um custo estimado de cerca de 31. Durante o evento foram premiados os três melhores artigos de P&D e foi lançada a Revista P&D ANEEL nº 04. e “A Estrutura Tarifária em Monopólios Naturais – Novas Reflexões no Setor Elétrico”. referentes aos projetos de P&D iniciados no âmbito da Resolução nº 219/2006.5 milhões de reais.  Realização do II Seminário: “Alternativas não Convencionais para Transmissão de Energia Elétrica – Estudos Técnicos e Econômicos”. em 2011. Também foram submetidos à ANEEL 21 projetos de P&D Estratégicos.79 . o qual contou com um público de 724 participantes. de 17 a 19 de agosto de 2011.“Alternativas não Convencionais para a Transmissão de Energia Elétrica a Longas Distâncias”. Este evento faz parte do Projeto de P&D Estratégico 005/2008 . foi realizado por 6 entidades executoras em parceria com 32 concessionárias de distribuição de energia elétrica. O livro é um produto do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a ANEEL e o IPEA para realização da “Avaliação dos resultados e impactos dos projetos de P&D desenvolvidos no âmbito da Resolução Normativa nº 219/2006 e anteriores”.  Lançamento do livro "Inovação tecnológica no setor elétrico brasileiro: uma avaliação do programa de P&D regulado pela ANEEL". com um custo estimado de desenvolvimento de cerca de 840 milhões de reais. 69 projetos de gestão. em Brasília – DF. cuja estimativa do valor total de investimentos é de aproximadamente 436 milhões de reais.  Demais atividades de P&D:  Publicação da Chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 013/2011 . frutos da chamada de Projeto de P&D Estratégico nº 008/2008: "Desafios da Inovação Tecnológica em Serviços Públicos Regulados". organizado pela Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – Pág. O projeto.  Resultados dos Programas de P&D Foram submetidos à ANEEL 462 novos projetos de P&D.“Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”. Foram aprovados 176 projetos de P&D que perfazem um total de investimentos programados de cerca de 480 milhões de reais.c) REGULAMENTAÇÃO DOS PROJETOS DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO (P&D) E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA c1) Pesquisa & Desenvolvimento Os principais temas regulados e ações de P&D desenvolvidas foram:  Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico das empresas de energia elétrica Foram emitidos 20 despachos.  Realização do III Workshop do Projeto de P&D Estratégico 011/2010: “Programa Brasileiro de Rede Elétrica Inteligente”.  Realização do VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica (VI Citenel). nos dias 23 e 24 de novembro de 2011.

um estudo com o objetivo de avaliar os resultados e impactos do Programa de Eficiência Energética – PEE e propor recomendações para o aprimoramento dos critérios para a aplicação dos recursos deste Programa. Pág.7 milhões de reais. O encontro teve por finalidade colher contribuições para o referido estudo. Foram iniciados pelas concessionárias de distribuição de energia elétrica 188 projetos de eficiência energética. por meio de convênio assinado entre a ANEEL e a Agência de Cooperação Alemã para o Desenvolvimento – GIZ.ABRADEE. em Fortaleza/CE. coordenadora do projeto. de 17 a 19 de agosto. nos dias 14 e 15 de dezembro de 2011.80 . Demais atividades de Eficiência Energética:  Realização do II Seminário de Eficiência Energética no Setor Elétrico (II SEENEL). c2) Eficiência Energética Não houve publicação de atos regulatórios sobre Eficiência Energética em 2011.  No dia 22 de novembro de 2011 foi realizado “workshop” sobre Medição e Verificação (M&V) em projetos de eficiência energética na sede da ANEEL. totalizando investimentos estimados de cerca de 684.694 KW.516 MWh e uma redução de demanda na ponta de 169. Está em andamento. Estima-se que estes projetos resultem em uma economia de energia da ordem de 483.  Realização de um “workshop” sobre o Programa de Eficiência Energética – PEE no dia 5 de outubro de 2011. Durante o evento. onde foi apresentado o relatório final do projeto cooperado entre distribuidoras que definiu os requisitos mínimos para M&V no Programa de Eficiência Energética – PEE por uso final. nas dependências da ANEEL. O evento contou com a participação de 10 distribuidoras. foram premiados os três melhores informes técnicos de eficiência energética. do Ministério de Minas e Energia – MME e da Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica – ABRADEE.

Outorga de Geração. a União. usinas termelétricas. contribuindo para o aumento de oferta futura de energia para a sociedade brasileira. Compreende.  Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão. de 23/12/2003. faz-se necessária a contínua melhoria de procedimentos. por meio de autorização de estudos.2. de 13/02/1995. previstas nos incisos VIII e IX do art. Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica – Ação 4699 Finalidade Realizar licitações para concessão e autorizações de empreendimentos de geração elétrica e de concessão de instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica. eólicas e outras fontes alternativas. acompanhamento. no exercício da competência estabelecida pelo art.970. visando à ampliação da capacidade de geração de energia elétrica do sistema elétrico nacional.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração. transmissão e comercialização de energia elétrica. por meio do Decreto no 4. As competências delegadas por meio do Decreto no 4. de 30/01/2004. desde que delegados. análise e aprovação de estudos de inventário. na condição de Poder Concedente. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais. avaliação e aprovação técnica dos empreendimentos.  Declaração de Utilidade Pública. viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. autorizar atividades de geração.2. alterado pelo Decreto no 4. também. por meio de centrais hidrelétricas. atividades de hidrologia relativas à gestão e à operação dos aproveitamentos hidrelétricos. alínea “b” da Constituição Federal. visando o desenvolvimento das principais atividades abaixo destacadas: Pág. inciso XII. de acordo com as políticas e diretrizes do Governo Federal. de 2003.  Registro de Empreendimento.81 .932.987. em conformidade com o planejamento da expansão do setor elétrico.  Outorga de Autorização de Geração.3 . 21. Descrição dos Processos a) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A finalidade deste processo é promover as outorgas de concessão e autorização de geração. 29 da Lei nº 8. Dando cumprimento ao artigo 175 da Constituição Federal de 1988. delegou à ANEEL a competência de promover as licitações destinadas à contratação de concessionários de serviço público para transmissão e distribuição de energia elétrica e licitações para a outorga de concessão e autorização para empreendimentos de geração de energia elétrica. Essa gestão subsidia os processos de autorização e concessão para implantação e operação de usinas hidrelétricas. visando ao aproveitamento ótimo do potencial hidroenergético no País. que determina que os serviços públicos podem ser prestados indiretamente. compreendem as outorgas de autorização de empreendimentos de geração de energia elétrica e as declarações de utilidade pública para implantação de empreendimentos do setor elétrico.932. bem como a validação de parâmetros para definição de energia assegurada dessas usinas. Este processo contempla:  Gestão e Estudos Hidroenergéticos.  Gestão e Estudos Hidroenergéticos O processo compreende a gestão. Na busca desses objetivos. regularizar a atuação das cooperativas de eletrificação rural.3. sempre através de licitação.

82 . adjudicação e homologação dos resultados e elaboração da documentação necessária à assinatura do contrato de concessão. atualmente. de reserva e de energia existente. da mesma forma. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. estudos de viabilidade e projetos básicos de aproveitamentos hidrelétricos. São concedidos. analisar e aprovar projetos básicos de usinas hidrelétricas (UHEs) e de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). usinas termelétricas.943.     Outorga de Concessão de Geração e de Autorização por meio de Leilão A outorga de concessão se dá. ou em leilões de fontes alternativas. sendo esta modalidade de venda de energia realizada por meio de procedimento licitatório. no qual o montante comercializado passa a integrar o Ambiente de Contratação Regulada – ACR. por sua vez. e em articulação com MME. propor aprimoramentos na regulamentação. analisar e aprovar estudos de viabilidade de usinas hidrelétricas (UHEs). elaboração do edital. os encaminha à Presidência da República. Todos os demais empreendimentos. realização do leilão. realizar serviços de geoprocessamento. Pág. são geridas pela ANEEL. IBAMA. DNIT/MT. promover a obtenção da Reserva de Disponibilidade Hídrica (RDH) para os aproveitamentos hidrelétricos. realizar estudos hidrológicos relativos à identificação e à avaliação de interferências e impactos do uso múltiplo dos recursos hídricos na geração de energia. junto aos órgãos competentes. As atividades relacionadas ao leilão de novas usinas hidrelétricas subdividem-se em quatro etapas: registro dos novos empreendimentos. com a edição no novo modelo do setor elétrico.           registrar a execução de estudos de inventários. apoiar a fiscalização dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações determinado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). 1 Lei nº 11. todos os empreendimentos hidrelétricos com potência superior a 50 MW 1. e tornar pública a relação dos estudos e projetos de aproveitamentos hidrelétricos com registro ativo nas suas diversas fases de elaboração e em tramitação na ANEEL. realizar atividades de hidrologia relativas aos aproveitamentos hidrelétricos. qualquer que seja a fonte. A outorga de concessão é emitida por decreto presidencial. são autorizados ou registrados. envolvendo agentes do setor elétrico. gestores de recursos hídricos. No entanto. eólicas e outras fontes nos leilões de energia nova. analisar e aprovar estudos de inventário hidrelétrico de bacias hidrográficas com vistas a determinar o aproveitamento ótimo do potencial de energia hidráulica. realizar atividades relacionadas à gestão de conflitos pelo uso múltiplo da água. validar os parâmetros para o cálculo da garantia física de energia assegurada de aproveitamentos hidrelétricos. A outorga de autorização de geração não requer procedimento licitatório e. sendo que a ANEEL instrui os processos para posterior encaminhamento ao MME que. por meio de licitação. em apoio aos processos de autorização e concessão. de 28/05/2009. a modalidade Leilão. necessariamente. EPE. Para licitar esses empreendimentos adota-se. no Brasil. criou-se a possibilidade de comercialização da energia proveniente de pequenas centrais hidrelétricas. A ANEEL também é responsável pela gestão das concessões assim outorgadas. DNPM e outros órgãos. autorizar a realização de levantamentos de campo em áreas de interesse de estudos de inventários. no âmbito das atividades de sua competência. ANA.

83 . de 2004. são executadas. dentre as quais se destacam: transferência de titularidade. empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada igual ou menor que 1 MW. (c) autorização de instalação e exploração de usinas termelétricas. O resultado de tal atividade é a elaboração de termos aditivos ao contrato de concessão e a publicação de despachos e resoluções. de acordo com o disposto na Lei nº 10.  Declaração de Utilidade Pública No caso de outorga de concessão para empreendimentos de geração de energia elétrica advindos de fonte hidráulica. fotovoltaicas e outras fontes com potência instalada igual ou menor que 5 MW. sendo passíveis de autorização os empreendimentos cuja potência a ser produzida seja maior que 5 MW. sem procedimento licitatório. de 2004.943. A declaração de utilidade pública é de competência do Poder Concedente. eólicas.. destinados à produção independente ou autoprodução. usinas termelétricas. (b) registro de centrais geradoras termelétricas.  Gestão das Concessões e Autorizações de Geração A Gestão das Concessões e Autorizações de Geração compreende:  Análise e instrução de demandas provenientes dos agentes O processo inclui a análise e instrução das diversas demandas provenientes dos concessionários e autorizados. A Agência vem executando essa atividade por delegação de competência dada pelos Decretos nos 4.932. prorrogações. de 28/05/2009). Pág. ajustes no sistema de transmissão de interesse restrito. e 4.848. independentemente de ter ou não características de pequena central hidrelétrica (nos termos da Lei nº 11. Outorga de Autorização de Geração Tem como finalidade promover outorgas de autorização de pequenas centrais hidrelétricas. ainda. e (c) organização dos registros dos empreendimentos cadastrados no banco de dados da ANEEL. termelétricas ou de outras fontes. eólicas. (b) autorização para aproveitamentos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW.970. eólicas. Os procedimentos para emissão da declaração são estabelecidos pela Resolução Normativa nº 279. as atividades relacionadas às declarações de utilidade pública para as áreas de terra necessárias à construção do empreendimento. As atividades executadas no registro de empreendimento são: (a) registro de centrais geradoras hidrelétricas (CGH). de 11/09/2007. etc. de aproveitamentos hidrelétricos com potência superior a 1 MW e inferior a 50 MW. fotovoltaicas e outras fontes.  Registro de Empreendimento Tem como finalidade organizar os registros de centrais geradoras hidrelétricas. destinados à produção independente ou autoprodução. de 2003. São atividades executadas na outorga de autorização de geração: (a) autorização de construção de pequenas centrais hidrelétricas (empreendimentos provenientes de fonte hidráulica com potência instalada maior que 1 MW e menor ou igual a 30 MW com reservatório de área igual ou inferior a 3 km 2 e que atendam ao enquadramento constante da Resolução nº 652/2003). de biomassa. entre outros. ajustes de cronograma.

de 31/01/2001. (f) elaborar as autorizações de implantação dos empreendimentos. Este processo contempla:  Concessão de Transmissão. (b) elaborar e propor as autorizações de implantação dos empreendimentos. (b) analisar os estudos de viabilidade e elaborar as especificações técnicas dos empreendimentos a serem licitados. e de Expansão da Transmissão (PET). para o escoamento pleno da energia proveniente das centrais geradoras até os principais centros de carga do País. atos de outorga e celebrar os contratos de concessão para exploração de serviço público de transmissão de energia elétrica.84 . utilizado para rateio dos recursos financeiros arrecadados.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão. Pág. (b) avaliar com concessionárias e com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) os estudos e os projetos prioritários dos reforços das instalações do Sistema Interligado Nacional (SIN). (c) elaborar editais de leilão dos empreendimentos.  Concessão de Transmissão Consiste em: (a) proceder à licitação das instalações de transmissão de energia elétrica da Rede Básica.  Declaração de Utilidade Pública. A importância da licitação destes empreendimentos de transmissão está na robustez e dimensionamento necessários ao SIN. (c) analisar técnica e economicamente os estudos e os projetos recebidos. indicadas no Plano Determinativo de outorgas do Ministério de Minas e Energia (MME). de responsabilidade da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). São licitadas e contratadas pela ANEEL as obras de caráter sistêmico destinadas à expansão da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) e para o atendimento do crescimento do mercado. Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu Tal processo inclui a realização de estudos hidroenergéticos necessários ao cálculo dos Coeficientes de Repasse do Ganho de Energia por Regularização a Montante.  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres.739. em atendimento ao Decreto nº 3. b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Autorização e Concessão de Transmissão de Energia Elétrica contemplam as providências de concessão de empreendimentos voltados à expansão do sistema de transmissão de energia elétrica. em consonância com as determinações governamentais e consolidadas no Plano de Outorgas aprovado pelo Ministério de Minas e Energia fundamentado nos programas de Ampliações e Reforços (PAR).  Autorização de Transmissão Consiste em: (a) analisar tecnicamente o programa de obras. desenvolvido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).  Autorização de Transmissão. (d) analisar os custos dos empreendimentos.  Autorização de Instalações de Conexão de Consumidores Livres Consiste em: (a) analisar tecnicamente o projeto de conexão e sua conformidade com o parecer de acesso. (e) analisar e homologar as receitas dos empreendimentos.

Na ANEEL. A autorização de transmissão outorgada contempla os acessos de consumidores livres à Rede Básica do SIN. acompanhando operações. mediante outorga de permissão ou autorização para atividades de distribuição de energia elétrica em áreas rurais. o processo é encaminhado para apreciação da diretoria. entre outras cláusulas enumeradas na Lei nº 8. Caso seja de interesse público.  Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão A gestão das concessões de transmissão compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. As declarações de utilidade pública são atos requeridos por agentes titulares de concessão.85 . permissionários e autorizados. Declaração de Utilidade Pública As declarações de utilidade pública (DUPs).987 de 13/02/1995. Constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários. tendo em vista ser um ato específico. constituem-se em atos rotineiramente editados. A gestão das autorizações se dá por meio da fiscalização da ANEEL. nos controladores do concessionário de serviço público de transmissão. Tal declaração existe. transferência de concessões nos termos da Lei nº 8. Pág. tais como: autorizações para realização de estudos topográficos. uma vez que as mesmas deverão ser disponibilizadas sempre que houver solicitação por parte da sociedade. de 1995. Este processo contempla:  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica. tais como: alterações de controle societário e/ou da razão social. Uma vez declarada de utilidade pública. c) CONCESSÃO.  Regularização de Redes Particulares. A regulamentação dos procedimentos para declaração de utilidade pública constitui-se no instrumento básico para instrução do processo e o suporte necessário para respaldar a conclusão quanto ao deferimento ou não do requerimento. atendendo aos requisitos da Resolução Normativa nº 279/2007 – ANEEL é instaurado processo administrativo. permissão ou autorização que não conseguiram negociar com os proprietários das terras a instituição de servidão ou desapropriação. para um adequado fornecimento de energia elétrica). incorporações. para que um empreendimento seja reconhecido pelo Poder Concedente de suma importância para o bem estar social. o requerente entra com pedido devidamente motivado e. sendo a memória das informações de fundamental importância para a ANEEL.Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural). PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA A concessão de distribuição de energia elétrica tem por finalidade a outorga de concessão de serviços públicos de distribuição de energia elétrica e a regularização da atuação das cooperativas de eletrificação rural.987.  Permissão e Autorização de Distribuição .  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica. alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de transmissão de energia elétrica. então. é publicada a resolução autorizativa declarando de utilidade pública a área necessária para a implantação do empreendimento.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica. tanto para fins de desapropriação quanto para instituição de servidão administrativa de áreas de terra para linhas de transmissão e subestações. A DUP é um instrumento útil para o atendimento do princípio do direito administrativo da superação do direito individual. de 2007. e outras. uma propriedade deixa de atender aos interesses de um indivíduo para atender aos interesses da sociedade (no caso específico. dando lugar ao bem estar da sociedade como um todo. fusões e cisões. posto que são imprescindíveis à execução dos serviços de energia elétrica por parte dos agentes setoriais: concessionários. Aprovado o pedido. em conformidade com a Resolução Normativa nº 279.

nas áreas de distribuição de energia elétrica das concessionárias. por meio de permissão. 8 estaduais e 6 federais. e a elaboração do relatório de análise técnica. Em caso de inviabilidade de regularização da cooperativa como permissionária. com a República Oriental do Uruguai. a implementação das etapas de análise da documentação. hoje existem 63 concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. pela República Federativa do Brasil. existiam no país 64 distribuidoras. Pág. A concessão para exploração de serviços públicos de distribuição de energia elétrica é outorgada mediante licitação. sendo 4 municipais. preservando o interesse de milhares de cooperados no País e o devido equilíbrio da permissão. 61 já celebraram contrato de concessão de serviços públicos de energia elétrica.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição. ela poderá ser enquadrada como autorizada. Destas. duas se fundiram (CEAM e Manaus Energia. formando a ADESA).074/95.919. Assim. 23 da Lei nº 9. entre a República Federativa do Brasil e a República do Paraguai. Como consequência dessa política. de forma que a cooperativa permissionária cumpra as condições contratuais e a legislação relativa ao setor. Com relação à exportação.86 .074/1995. possibilitando um melhor padrão de qualidade dos serviços prestados. e Gestão das Concessões. No início de 2009. 23 dispõe sobre o reconhecimento como permissionária de distribuição de energia elétrica das cooperativas que atuam de fato como prestadoras de serviço de energia elétrica a público indistinto. localizado em sua área de atuação. empresas supridoras das regiões Norte. com a República da Argentina. A regularização objetiva trazer as cooperativas para o ambiente regulado do setor elétrico.Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em cumprimento ao art. A regularização compreende. em 13/08/1997. que em seu art. de 30/12/1957. Os Memorandos de Entendimento celebrados. promulgou o Convênio de Cooperação para o Estudo do Aproveitamento da Energia Hidráulica. com proposta de enquadramento da cooperativa como permissionária ou autorizada. diligenciamento a campo voltado à identificação das instalações dos cooperados e delimitação das áreas de atuação das cooperativas. a política de intercâmbio comercial decorrente de negociações levadas a efeito no Mercosul deu origem a novos agentes no setor elétrico nacional: o importador e o exportador de energia elétrica. relativo à prorrogação das concessões então vigentes para distribuição de energia elétrica. Sul e Sudeste vislumbraram a possibilidade de importar energia elétrica de países vizinhos. Esse conjunto de concessionárias é constituído por 45 empresas privadas e 18 públicas.  Permissão e Autorização de Distribuição . firmado em 20/01/1956. excepcionado o caso previsto na Lei n o 9. Permissões e Autorizações de Distribuição. é facultado ao poder concedente promover. tarifas mais justas e presença constante do Poder Concedente. visto ser o mercado nacional caracterizado como um mercado comprador.  Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Tem como finalidade promover as outorgas de concessão para distribuição de energia elétrica. culminando com a deliberação ou celebração dos acordos de reconhecimento de instalações ou de área. o Decreto nº 42. a permissão também ocorre mediante licitação quando o objeto é a prestação de serviço público de distribuição de energia elétrica. No ano de 2009.  Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica No que tange à importação. entre outras atividades. a regularização das cooperativas de eletrificação rural que exerçam atividade de comercialização de energia elétrica a público indistinto.

A atuação como Agente Comercializador de energia é objeto de autorização da ANEEL.  Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica O novo modelo do setor elétrico. criou a figura dos agentes comercializadores. de forma não discriminatória e a preços e condições justos e razoáveis”.  Gestão das Concessões e Permissões de Distribuição A gestão das concessões e permissões de distribuição compreende a manutenção das relações contratuais firmadas entre o Poder Concedente e o concessionário/permissionário de serviço público de distribuição. de 08/08/2006. O parágrafo único do dispositivo legal disciplina que “caberá ao órgão regulador do cessionário dos meios a serem utilizados. nos Pág. dispõe que as concessionárias de serviços públicos de distribuição deverão incorporar a seus patrimônios as redes particulares de energia elétrica. fusões e cisões. que estabeleceu a separação dos serviços públicos de geração. condutos e servidões pertencentes ou controlados por prestadora de serviços de telecomunicações ou de outros serviços de interesse público. de 13/08/1998.163. essas redes particulares. fundamentalmente. estabelecer regulamentos sobre o preço e as condições de disponibilização de infraestrutura das concessionárias de energia elétrica para os agentes do setor de telecomunicações. a Resolução Normativa n° 229. empresas que não possuem sistemas elétricos e que atuam exclusivamente no mercado de compra e venda de energia elétrica. conforme disciplina a ser emitida pela ANEEL. incorporações. Nesse sentido. autorizados ou consumidores que tenham livre opção de escolha do fornecedor. Após manifestação favorável do Ministério e nos casos em que a competência está delegada à ANEEL. mediante autorização. em 30/03/1998.  Regularização de Redes Particulares O art.LGT).87 . que dispõe: “as prestadoras de serviços de telecomunicações de interesse coletivo terão direito à utilização de postes.em 06/05/1997 e 14/12/1998. Este processo tem por finalidade regularizar. conectadas aos sistemas elétricos de distribuição. Dessa maneira.  Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição O direito ao compartilhamento de Infraestrutura é garantido pelo art. cabe à ANEEL. de 30/07/2004. ao Ativo Imobilizado em Serviço das concessionárias ou permissionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. abrangendo: controle e/ou alterações da razão social. 73 da Lei nº 9. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). o processo autorizativo é deliberado por esta Agência. dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre o Brasil e esses países. distribuição e comercialização. a gestão das concessões/permissões de distribuição compreende manter atualizadas as cláusulas essenciais dos contratos. O processo para importação e exportação de energia elétrica inicia-se com o encaminhamento de pedido de autorização do interessado para o MME. Assim. que compreende a compra e a venda de energia elétrica para concessionários.472/1997 (Lei Geral de Telecomunicações . dutos. transmissão. de forma que seja atendido o interesse público. e com a República da Bolívia. e suas alterações. estabeleceu as condições gerais para a incorporação de redes particulares. definir as condições para adequado atendimento do disposto no caput”. 71 do Decreto n° 5. Agente Comercializador é a pessoa jurídica especialmente constituída para exercer a atividade de comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE. regulamentado pela Resolução nº 265.

987. cooperativas de eletrificação rural. A ANEEL só pode dar início aos procedimentos licitatórios após demanda formal do MME. Agentes de distribuição de energia. Formas de Implementação As atividades dessa ação são executadas:  de forma direta. em observância à modelagem das licitações adotada pelo Ministério de Minas e Energia. com recursos materiais. alteração de controle das permissionárias que demandem atualização do contrato de concessão/permissão mediante termo aditivo. de forma descentralizada. controle das áreas de concessão/permissão de distribuição .controladores do concessionário/permissionário de distribuição. e alterações nas formas e condições de prestação dos serviços de distribuição de energia elétrica. A gestão das concessões/permissões constitui também a análise de diversas demandas dos concessionários/permissionários. entre outras cláusulas enumeradas nas Leis n os 8. os prazos necessários à sua efetivação. de 13/02/1995. acompanhamento das alterações de controle societário das concessionárias. eventualmente. Agentes de transmissão e comercialização de energia. considerando. Ministério de Minas e Energia. Público-Alvo A ação de Outorga possui como público-alvo:    Agentes do setor de geração de energia. Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e sociedade. contratação de estudos. além dos procedimentos. usuários do Sistema Interligado Nacional e consumidores. de 1995. e 9. contratação de serviços relacionados com a promoção dos leilões e de outros serviços de apoio. tais como: autorizações para realização de estudos topográficos.   Pág.074.que podem sofrer alterações decorrentes de constituição de novos municípios por fusão ou desmembramento. bem como transferir concessões/permissões nos termos da Lei nº 8. por meio de convênios com agências reguladoras estaduais. tecnológicos e de pessoal da própria Agência.88 . consumidores e agentes do setor de telecomunicações. envolvendo. de 07/07/1995. para execução de atividades de apoio.987.

Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Outorga
Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 4.481.905,00 3.886.308,00 3.730.509,00 Limite Autorizado B 3.610.887,29 781.217,78 1.646.692,00 Empenhado C 762.870,06 767.035,61 1.646.692,00 Orçamento Realizado Pago D 451.403,40 442.913,06 1.462.702,00 % C/A 17,02 19,74 44,14 % C/B 21,13 98,18 100,00

Fonte: ANEEL. Valores em reais.

Gráfico 11 – Execução Orçamentária: Ação Outorga Execução Orçamentária - Outorga
3.730,5 4.000

Valores em R$ mil

1.646,7 2.000 0

1.646,7

1.462,7

LOA + CRÉDITOS

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL. Valores em milhares de reais.

Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Outorga
Produto: Outorga Concedida Meta Física Programada Ano Meta Física LOA (Unidades) A 74 110 110 Meta Física Ajustada Plano Gerencial (Unidades) B 74 110 110 Executada (Unidades) C 190 242 288 Meta Física Executada % Execução em relação à LOA C/A 256,76 220,00 261,82 % Execução em relação à meta ajustada C/B 256,76 220,00 261,82

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

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Gráfico 12 – Execução da Meta Física: Ação Outorga Execução da Meta Física - Outorga
288 Outorga concedida Unidade 300 150 0 LOA
EXECUTADO

110

Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG) e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT)

Avaliação dos Resultados da Ação Para o ano de 2011, estabeleceu-se como meta para esta ação 110 outorgas concedidas, para geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A meta alcançada foi de 288 outorgas, que corresponde a 261,81% da inicialmente prevista. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação das 288 outorgas concedidas em 2011. A tabela a seguir resume o total de outorgas, por processo: Total de Outorgas, por Processo
Segmento Geração Processo Autorização e Concessão de Geração Número de Empreendimentos 212 59 0 271 Outorgas Concedidas 212 30 2 0 44 0 288 Quantidade Outorgada 6.209,888 MW 3.537,59 km -

Transmissão Autorização e Concessão de Transmissão Autorização e Permissão de Distribuição – Regularização de Cooperativas Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica Distribuição Autorização para Comercialização de Energia Elétrica Autorização para Instalação de Redes Particulares – Regularização Total Fonte: ANEEL.
3.206,95

Avalia-se como bom o desempenho desta Ação em 2011, dado que possibilitou a outorga de 6.209,888 MW de geração e de 3.208,95 km de linhas de transmissão da Rede Básica, com vistas ao suprimento energético programado no Plano Decenal de Energia Elétrica. Além disso, foram outorgados mais 328,64 km de linhas de acesso à Rede Básica, totalizando 3.537,59 km de linhas de transmissão outorgadas. Em decorrência de outorgas de anos anteriores, o País teve, em 2011, um acréscimo real de capacidade instalada de 4.735,10 MW de geração, alcançando 117.134,72 MW, e de 2.672,0 km de linhas da Rede Básica, que alcançou 98.491,3 km ao final do ano. Estes números indicam que estão sendo atendidas as necessidades de geração e transmissão de energia elétrica do País. No segmento de Geração, foram realizados 4 leilões, que possibilitaram a contratação de energia proveniente de novos empreendimentos e respectivas outorgas de autorização ou concessão, bem como
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para contratação apenas de energia, proveniente de fontes incentivadas de empreendimentos de geração novos ou existentes. Os resultados desse segmento teriam sido ainda melhores, se não fossem as dificuldades para o licenciamento ambiental dos aproveitamentos hidrelétricos das UHEs Sinop e São Manoel, no rio Teles Pires, UHE Cachoeira Caldeirão, no rio Araguari, e UHE Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba, indicados para o Leilão (A-5) nº 007/2011, realizado em 20/12/2011, visto que tais aproveitamentos não lograram êxito na obtenção das correspondentes licenças prévias, resultando na impossibilidade de negociação no certame. Questões ambientais igualmente impactaram os projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), impedindo, em alguns casos, a emissão de atos autorizativos pela ANEEL. Os leilões de geração de energia nova e de sistemas de transmissão devem ser planejados e programados para que o conjunto de instalações formado pela usina e pelo sistema de transmissão que a conectará ao Sistema Interligado Nacional (SIN) estejam concluídos sem prejuízo ao atendimento das demandas. Embora sem prejuízo ao suprimento, a experiência recente mostrou que há necessidade de aperfeiçoamento dessa interação. Cite-se o caso das alterações promovidas nos Contratos de Energia de Reserva provenientes do Leilão nº 005/2010 (LER) e nos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica do Leilão nº 007/2010 (FA) para compatibilização com as Instalações de Transmissão de Interesse Restrito para Conexão Compartilhada de Centrais de Geração – ICG. No segmento de Transmissão, foram homologados 3 leilões, que licitaram 51 empreendimentos de transmissão em 17 estados da Federação, perfazendo um total de 3.208,95 km de linhas da Rede Básica e 11.597,00 MVA de potência de transformação, que serão agregados ao Sistema Interligado Nacional ao longo dos próximos anos. As estimativas de criação de empregos diretos são da ordem de 20.000 postos de trabalho. Quanto à execução orçamentária, cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Outorga a dotação de R$ 4.663.136,00, da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 932.627,00, por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011, restando para a Outorga o total de R$ 3.730.509,00 (LOA + Créditos). O limite de R$ 1.646.692,00 autorizado para empenho representou 44,14% da dotação de R$ 3.730.509,00 aprovada (LOA + Créditos). Esse limite foi integralmente empenhado, o que equivale à execução de 100% do limite e 44,14% da dotação aprovada. Observa-se que a análise da relação entre meta prevista e executada e orçamento programado e executado deve ser abordada com certa reserva, pois as metas não representam uma relação direta entre quantitativo e custo. Cumpre esclarecer que a previsibilidade das metas de outorga é dificultada pelo fato de que representa uma atividade exercida por delegação do Poder Concedente. Embora a previsão das metas esteja baseada na programação vigente no momento da formulação da LOA, durante o exercício podem ser alteradas em decorrência de determinação do Poder Concedente, cabendo à ANEEL cumprir o compromisso delegado. Ademais, no caso das autorizações, a meta física realizada depende da demanda dos empreendedores. Quanto à previsão orçamentária, observa-se que, por se tratarem as outorgas de atos administrativos elaborados por pessoal próprio da Agência, os recursos programados destinam-se, via de regra, a contratações de estudos e serviços que visam subsidiar e aprimorar os processos implementados. Dessa forma, a redução dos recursos impacta mais na possibilidade de aprimoramento dos processos e da qualidade dos trabalhos do que propriamente na meta realizada. A seguir são apresentados os resultados da Ação Outorga, por processo.

Pág.91

a)

AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

No ano de 2011 foram outorgadas e homologadas aproximadamente 6.209,888 MW de potência, conforme apresentado nas duas tabelas a seguir, resumidamente, por modalidade de outorga, e detalhadamente, por tipo de fonte geradora: Potência Outorgada, por Modalidade de Outorga
Modalidade de Outorga Concessão Autorização (Leilão) Autorização Número de usinas 1 76 135 Potência (MW) 1.819,800 2.338,276 2.051,812 6.209,888

Total 2011 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

Potência Outorgada, por Tipo de Fonte Geradora
Autorização e Concessão de Geração de Energia Elétrica - Ano 2011 Fonte Geradora Usinas Hidrelétricas UHE Nova UHE Ampliação Total UHEs PCH Nova PCH Ampliação PCH Nova PCH Ampliação Total PCHs UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova UTE Ampliação UTE Nova Total UTEs Modalidade de Outorga Concessão (Leilão) Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Autorização (Leilão) Autorização (Leilão) Autorização Autorização Concessão N° Atos de outorga 1 1 2 3 0 19 10 32 4 3 26 24 0 57 Potência (MW) Outorgada / Envolvida 1.819,800 7,342 1.827,142 49,500 0,000 244,761 28,919 323,180 376,000 135,000 734,227 469,473 0,000 1.714,700 1.777,776 0,000 521,400 45,690 2.344,866 6.209,888

Pequenas Centrais Hidrelétricas

Centrais Termelétricas

EOL Nova Autorização (Leilão) 66 EOL Ampliação Autorização (Leilão) 0 Centrais Eólicas EOL Nova Autorização 24 EOL Ampliação Autorização 31 Total Eólicas 121 Total Geral 212 Fonte: ANEEL - Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração (SCG).

A outorga de concessão é decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010, realizado em 17/12/2010, que resultou na contratação, em 2011, de 968 MW médios de energia provenientes de 2 UHEs. A maior delas é a UHE Teles Pires (UHE nova), com potência de 1.819,800 MW; a outra é a UHE Santo Antonio do Jari, com potência instalada de 300 MW, que tinha concessão desde 2002. A ampliação é referente à UHE Salto Curucaca, autorizada por meio da Resolução Autorizativa nº 2.803/2011. As autorizações (Leilão) para centrais eólicas, termelétricas e PCH são decorrentes do Leilão de Reserva nº 005/2010 (LER), realizado nos dias 25/08/2010 e 26/08/2010 e Leilão de Fontes Alternativas nº 007/2010 (FA), realizado no dia 26/08/2010. No Leilão nº 005/2010 (LER), foi negociada a energia proveniente de 2 PCHs, 11 UTEs (biomassa) e 20 eólicas, e resultou na contratação de 56,1 MW médios de
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energia, provenientes de biomassa a partir de 2011 e outros 99 MW médios a partir de 2012, e na contratação de mais 567,6 MW médios provenientes, além da própria biomassa, de empreendimentos eólicos e pequenas centrais hidrelétricas (PCH). No Leilão nº 007/2010 (FA) foi negociada a energia proveniente de 5 PCHs, 50 eólicas e 1 UTE (biomassa), e resultou na contratação de 666,2 MW médios provenientes de eólicas e biomassa e 48,1 MW médios provenientes de PCH para o sistema elétrico brasileiro a partir de 2013. Esses resultados foram contabilizados no ano de 2011, uma vez que as respectivas outorgas foram emitidas ao longo desse ano. Além desses, em 20/12/2011 foi realizado o Leilão de Energia (A-5) nº 007/2011, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos. Dentre estes, a UHE São Roque, com 135 MW de potencia instalada, localizada no rio Canoas, Estado de Santa Catarina. As concessões e autorizações para os empreendimentos que negociaram energia neste Leilão serão outorgadas no ano de 2012. Ainda, em decorrência de outorgas de anos anteriores, em 2011 a fiscalização da geração registrou a entrada em operação de unidades geradoras com capacidade instalada total de 4.199,37 MW. Contudo, em função dos processos de regularização, repotenciação, reativação e desativação, houve um acréscimo de 535,73 MW na potência instalada das usinas que já estavam em operação. Dessa forma, o País teve, em 2011, um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, cujo detalhamento por tipo de fonte está demonstrado na tabela a seguir. Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011
Acréscimo da Capacidade Instalada em 2011 Tipo Usinas com Unidades Regularização, Repotenciação, Motorizadas Reativação e Desativação Acréscimo da Capacidade Instalada Pot. (MW) 1.349,09 2.414,79 441,99 30,33 0,00 497,90 1,00 4.735,10 % 2011 28,49 51,00 9,33 0,64 0,00 10,52 0,02 100,00

Pot. (MW) Pot. (MW) UHE 1.142,77 206,32 UTE 2.125,54 289,25 PCH 432,71 9,28 CGH 0 30,33 UTN 0 0,00 EOL 498,35 -0,45 SOL 0 1,00 TOTAL 4.199,37 535,73 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Dessa forma, em 2011, houve um acréscimo real de 4.735,10 MW de potência, ou seja, 4,20% em relação à capacidade instalada de 2010 (112.399,62 MW), conforme apresentado a seguir:

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Expansão Anual da Capacidade Instalada Nacional (MW)
2007 Capacidade Inicial Acréscimo Anual 96.294,47 4.057,97 2008 100.352,44 2.257,32 2009 102.609,76 3.691,28 2010 106.301,04 6.098,58 112.399,62 2011 112.399,62 4.735,10 117.134,72

Capacidade Instalada Anual 100.352,44 102.609,76 106.301,04 Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG)

Com isso, o País alcançou em 2011 a capacidade instalada de 117.134,72 MW, conforme demonstra a tabela a seguir: Empreendimentos de Geração de Energia Elétrica (em operação) em 2011
Tipo Central geradora hidrelétrica – CGH Central geradora eólica – EOL Pequena central hidrelétrica – PCH Central geradora fotovoltaica – SOL Usina hidrelétrica – UHE* Usina termelétrica – UTE Usina termonuclear – UTN Total * Número de Empreendimentos 377 70 433 6 181 1.539 2 2.608 Potência (kW) 216.446 1.424.792 3.870.302 1.087 78.371.279 31.243.818 2.007.000 117.134,724 (%) 0,185 1,216 3,304 0,001 66,907 26,673 1,713 100,00

Fonte: ANEEL - Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração (SFG) * Consideradas as máquinas do lado brasileiro da Itaipu Binacional (7.000 MW)

A seguir são apresentados os resultados da Ação outorga, por processo: a1)
 

Gestão e Estudos Hidroenergéticos Os principais resultados desse processo foram: Auditoria dos custos dos estudos e projetos das usinas incluídas no programa de licitações: - Foi realizada a análise dos custos das UHEs São Roque e Teles Pires; Análise dos Estudos de Viabilidade de aproveitamentos hidrelétricos: - Foram aprovados os estudos de viabilidade da UHE São Roque e UHE Castelhano, totalizando 199,00 MW; Análise de projetos básicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs: - Foram analisados e aprovados 44 projetos básicos de PCHs, totalizando 577,10 MW; Análise dos parâmetros para a definição da garantia física da energia de aproveitamentos hidroelétricos: - Foram validados os parâmetros de 118 usinas; Análise dos estudos de inventários hidrelétricos: - Foram aprovados 54 estudos de inventário hidrelétrico, totalizando 15.793,86 MW; Análise de projetos básicos de Usinas Hidrelétricas: - Foram aprovados 3 projetos básicos de usinas hidrelétricas, totalizando 5.943,40 MW; Apreciação de projetos básicos de PCH e de estudos de inventário e viabilidade, com fins de aceite: - Foram publicados 273 Despachos de aceite, sendo: 78 de Estudos de Inventário; 52 de Revisões de Estudos de Inventário; 122 de Projeto Básico de PCH; 10 de Projeto Básico de UHE; e 11 de Viabilidade de UHE;
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 

  

- Foram publicados 27 Despachos de devoluções, sendo: 14 de Estudos de Inventário; 9 de Projeto Básico de PCH; 2 de Projeto Básico de UHE; e 2 Viabilidade de UHE; Serviços de geoprocessamento com enfoque em cartografia aplicada: - Foram realizadas 368 análises técnicas de estudos topográficos. Outorga de Concessão e de Autorizações de Geração por meio de Leilão

a2)

Foi outorgada a concessão de geração da UHE Teles Pires, com 1.819,800 MW de potência instalada e 915,4 MW médios de Garantia Física, disponível para o sistema a partir de 2015, decorrente do Leilão de Energia (A-5) nº 004/2010. Também foram outorgadas 76 autorizações de geração decorrentes de leilões, no total 2.338,276 MW de potência. O subitem 17.2 deste relatório mostra, nomeadamente, a relação dessas 77 outorgas. Para contratação de energia para os próximos anos foram realizados quatro leilões, descritos abaixo: Leilão nº 002/2011 (A-3), de 17/08/2011, para fontes biomassa, eólica, gás natural e hídrica, para entrega de energia após três anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 51 empreendimentos, sendo 1 ampliação de UHE, 44 eólicas, 4 UTE à biomassa e 2 UTE à gás, e resultou na contratação de 1.365,90 MW médios, ao preço médio de 102,07 R$/MWh. Leilão nº 003/2011 (LER), de 18/08/2011, para contratação de energia de reserva, específico para fontes eólicas e biomassa, no qual foi negociada a energia proveniente de 41 empreendimentos, sendo 34 EOL e 7 UTE (biomassa), das quais 4 usinas são novas e 3 são existentes, e resultou na contratação de 460,4 MW médios de energia, ao preço médio de 99,61 R$/MWh. Leilão nº 007/2011 (A–5), de 20/12/2011, para fontes hidrelétrica, eólica, e termelétrica a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado, para entrega de energia após 5 anos, no qual foi negociada a energia proveniente de 42 empreendimentos, sendo 1 nova UHE, 39 eólicas e 2 UTE à biomassa, e resultou na contração de 555,2 MW médios, ao preço de 102,18 R$/MWh. A nova UHE negociada nesse leilão é a UHE São Roque, com 135 MW de potencia, cuja outorga será concedida no ano de 2012. Leilão nº 008/2011 (A–1), de 30/11/2011, para empreendimentos de geração existentes, para entrega da energia a partir de 2012, no qual foi negociada a energia proveniente de 4 UHEs, e resultou na contração de 195 MW médios, ao preço de 79,99 R$/MWh. O Leilão para contratação de energia para o Sistema Isolado de Fernando de Noronha, estabelecido pela a Portaria nº 320, de 20 de maio de 2011, foi cancelado pela Portaria MME nº 690, de 27/12/2011. a3) Outorga de Autorização de Geração

Foram outorgadas 135 autorizações de geração para empreendimentos que não participaram dos leilões de energia (novas UHE, PCH, UTE, EOL, e ampliações de usinas já autorizadas), totalizando 2.051,812 MW de potência, conforme especificado no subitem 17.2 deste relatório, que mostra, nomeadamente, a relação dessas 135 outorgas. a4) Registro de Empreendimento

Foram realizados 159 registros de centrais geradoras dispensadas de outorga, entre hidrelétricas, termelétricas ou de outras fontes, totalizando 192,733 MW de potência instalada. Os registros não foram considerados como meta física da ação.

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a5)

Declaração de Utilidade Pública

Foram emitidas 19 declarações de utilidade pública, perfazendo um total de 290.822,91 ha (hectares) de áreas de terra necessárias à construção de empreendimentos de geração. a6) Gestão das Concessões e Autorizações de Geração  Análise e Instrução de Demandas Provenientes dos Agentes: Foram realizadas 83 alterações nos atos de outorga de PCH, 87 alterações nos atos de outorga de UTE e 148 alterações nos atos de outorga de EOL, que não afetam a meta física da ação, por não se referirem a aumento de potência, mas a outros aspectos dos empreendimentos decorrentes de alterações no objeto da autorização.  Coordenação do Processo da Compensação Financeira e Royalties de Itaipu: Foram realizados estudos hidroenergéticos para cálculo dos coeficientes de ganho de energia por regularização a montante, bem como das áreas inundadas dos municípios, com vistas à distribuição dos recursos da Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos para fins de Geração de Energia Elétrica (CFURH), referentes aos reservatórios das seguintes UHEs: Dourados, Agro Trafo, Alto Fêmeas, Baruíto, Foz do Chapecó, Chavantes, Itumbiara, Estreito, São José, Rondon II, Paulo Afonso IV e Apolônio Sales (Moxotó). O montante total distribuído no ano de 2011, em conformidade com os cálculos efetuados pela ANEEL, foi de R$ 1.635.626.389,21, referentes à Compensação Financeira, e R$ 370.170.615,67, referentes aos Royalties de Itaipu, totalizando R$ 2.005.797.004,88, o que representa um acréscimo de aproximadamente 6,13% em relação à distribuição do mesmo período de 2010, em valores nominais.

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3 2. homologado em 18/01/2011.2 deste relatório mostra.991.0 995.3 2010 93. homologado em 04/10/2011.0 2007 86. sendo 3.0 3. em 2011 a Fiscalização da Transmissão registrou a entrada em operação comercial de empreendimentos que consistiram na ampliação da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2.624 do Leilão nº 004/2011.758 MVA de expansão da capacidade de transformação.500 do Leilão nº 001/2011 e 11.97 .3 km ao final do ano de 2011.537.0 98.189. e ao Leilão 004/2011.4 2008 87.0 95.920 oriundos do Leilão nº 008/2010.208.819. a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN) teve um acréscimo de 2.95 km de linhas de transmissão e 11.282. 4.819.8 2009 90. As estimativas de criação de empregos diretos são de 20.282.184.597.012.672.00 - Total 30 59 3.Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Em relação ao ano anterior.189.59 11.0 86. A tabela a seguir mostra a expansão da Rede Básica.00 8 0 8 0 328. que estão resumidas na tabela a seguir: Empreendimentos de Transmissão Outorgados em 2011 Sistema Sistema Interligado Sistema Isolado Tipo de Outorga Concessão Autorizações de acesso à Rede Básica Autorizações Transmissão Atos de Linha Outorgada Potência Outorgada Empreendimentos Outorga (km) (MVA) 22 51 3.00 Fonte: ANEEL . Pág.295.8 3.3 2011 95.198.597. Expansão da Rede Básica de Transmissão Em decorrência de outorgas de anos anteriores.184.295.597.491.79% na sua extensão. O subitem 17. nomeadamente.4 90.4 3. Além disso. homologado em 06/07/2011.672.5 93.3 2. Essas concessões são referentes ao Leilão no 008/2010.098.491. ao Leilão no 001/2011. foram também outorgadas 8 autorizações de acesso à Rede Básica do SIN.0 km de linhas de transmissão e 10.524. correspondendo a 22 atos de outorga e 51 empreendimentos.208.64 0.3 Fonte: ANEEL . no período de 2006 a 2011: Expansão Anual da Rede Básica de Transmissão (km) LT – km Extensão Inicial Acréscimo Anual Extensão Final 2006 82.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT). a relação dessas 30 outorgas de transmissão.95 11.4 87.b) AUTORIZAÇÃO E CONCESSÃO DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Foram outorgadas concessões de transmissão que totalizaram 3.00 MVA de potência de transformação. alcançando 98.044 postos de trabalho.

0 143.00 522.00 D Deserto 008/2010 E Deserto F 1 MT 230/138 75.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) Leilão Lotes Extensão (km) 117.00 108. correspondendo a 22 atos de outorga.375.00 H 1 MG 345/138 375. nomeadamente. com 3.050.00 H 1 PE 500 I 2 BA 230 e 500 J 2 SP/RJ 500 e 500/345/138 1.30 3.905 MVA de potência de transformação.00 I 1 PA 230 Subtotal 1 16 1.900.227.50 715.00 C 1 GO 345/138 150.0 252.34 bilhões de reais.597.2 2.15 295.00 D 1 GO 230 E 2 PR 230/138 e 230 300. que licitou 1.0 136.0 50.95 km de linhas de transmissão e 11.00 A 1 AM/RR 230/69 800. Pág.00 001/2011 B 2 BA 230 150.00 C 1 MT 230/138 200.00 Subtotal 2 12 3.00 MVA de potência de transformação.100. em 16/12/2011.b1) Concessão de Transmissão – Licitações Foram outorgados.00 459.0 26. As concessões deste certame serão contratadas em 2012.208. foi realizado o Leilão de Transmissão nº 006/2011.00 L 6 PB/PE 500. 230 e 500/230 2.00 2.00 B 1 RS 230/138 100.2 deste relatório mostra.800.0 44. por meio de concessão.400. por Leilão de Transmissão: Leilões de Transmissão – Concessões Número de UF Tensão (kV) Potência (MVA) Empreendimentos A 9 RS 230/69 747. A tabela a seguir resume esses resultados.00 TOTAL 51 11.00 F 2 MG 230 004/2011 G 2 PI 230 e 230/69 400.597.00 A 7 RN/PB 500 / 230 2. 3. O subitem 17.00 C 3 CE/RN 230 500.98 .15 318.00 Subtotal 3 23 6. razão pela qual serão consideradas nas realizações de 2012.00 K 1 SP 345/88 800.00 B 2 PA 230/69 e 138 500.208.00 Fonte: ANEEL . a relação dessas 22 outorgas de transmissão.0 25. 51 empreendimentos e investimentos previstos da ordem de 4.1 836.95 Além disso.50 65.70 km de linhas de transmissão.00 G 2 MS 230/138 200.00 76.647.

090. a relação dessas 46 autorizações de distribuição. nomeadamente. c1) Concessão de Distribuição de Energia Elétrica Foram celebrados no ano de 2011 três termos aditivos aos contratos de concessão de distribuição existentes. nomeadamente.b2) Autorização de Transmissão Foram outorgadas 8 autorizações para consumidores livres acessarem a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN). 31 aditivos foram relativos à formalização de reestruturações societárias e 6 foram referentes a retificações do contrato de concessão.2 deste relatório mostra.2 deste relatório mostra.  23 declarações de utilidade pública para fins de desapropriação de áreas de terra para a implantação de subestações. PERMISSÃO E AUTORIZAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Em 2011. O subitem 17.41 km. Os contratos de concessão de distribuição aditivados e as respectivas operações formalizadas nos aditivos contratuais constam do quadro a seguir: Pág.99 . b3) Declaração de Utilidade Pública Por meio de Resoluções Autorizativas. sendo 2 autorizações de regularizações de cooperativas como autorizadas e 44 autorizações para comercialização de energia elétrica no âmbito da CCEE.175.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) O subitem 17.69 m². foram expedidos 46 atos de outorga referentes ao segmento de distribuição de energia elétrica. cuja extensão perfaz 8. a relação dessas 22 autorizações de transmissão. b. conforme resumido a seguir: Atos de Outorga 2011 – Distribuição Processos Regularização de Cooperativas Comercialização de Energia Elétrica Número de atos de outorga 2 44 Total 46 Fonte: ANEEL .030. As declarações de utilidade pública não são contabilizadas na meta física da Ação. Desse total. a ANEEL expediu em 2011:  98 declarações de utilidade pública para fins de instituição de servidão administrativa para construção de linhas de transmissão. totalizando 1. Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Transmissão Foram celebrados 37 termos aditivos aos contratos de concessão de transmissão. c) CONCESSÃO. totalizando 328.64 km de extensão.4) Gestão das Concessões e Autorizações de Transmissão.

. de 28/07/2010.100 . foram obtidos os seguintes resultados:  2 regularizações de cooperativas de eletrificação rural. Pág. a ANEEL emitiu 44 autorizações para empresas atuarem como agente comercializador de energia elétrica no âmbito da CCEE.246.Termos Aditivos aos Contratos de Concessão de Distribuição 2011 Objeto Transferência de Controle 1 São Paulo 187/1998-ANEEL Quinto Societário Alteração de data da 2 DME DISTRIBUIÇÃO S. Reajuste Tarifário Anual Fonte: ANEEL . No ano de 2011. a relação dessas 44 autorizações. c6) Compartilhamento de Infraestrutura de Distribuição Foram homologados 29 contratos de compartilhamento de infraestrutura de distribuição nos termos do art. .A. O subitem 17.ELEKTRO UF Contrato Aditivo c2) Regularização de Cooperativas de Eletrificação Rural Em 2011. de 24/11/1999. c4) Autorização para Atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica Em 2011.Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição (SCT) N° de ordem Empresa Elektro Eletricidade e Serviços S. como autorizadas. não foram emitidas autorizações da ANEEL para importação/exportação de energia elétrica. c5) Regularização de Redes Particulares Não foram regularizadas redes particulares em 2011.2 deste relatório mostra. conforme detalhado no subitem 17.A. autorizar a importação e exportação de energia elétrica. Telecomunicações e Petróleo” – Resolução ANEEL/ANATEL/ANP nº 001. compete a MME. para exploração das instalações de energia elétrica de uso privativo de seus associados. 16 do “Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infra-Estrutura entre os Setores de Energia Elétrica. c3) Autorização para Importação e Exportação de Energia Elétrica A partir da publicação do Decreto 7.DMED Minas Gerais 049/1999-ANEEL Quarto Revisão Tarifária Periódica Empresa Força e Luz de Alteração de data do 3 Santa Catarina 025/1999-ANEEL Terceiro Urussanga LTDA. em regra. nomeadamente. por meio de autorização.2 deste relatório.

carta e atendimento presencial. bem como entre esses agentes e os consumidores. As solicitações que não permitem solução imediata são registradas no Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO). autorizadas. pelo corpo técnico da ANEEL. realizando Audiências Públicas. agora num segundo nível. e f) atender às necessidades de informação. produtores b) mediar conflitos decorrentes da ação reguladora e fiscalizadora no âmbito dos serviços de energia elétrica. permissionárias. produtores independentes e autoprodutores. quando necessário. e) uniformizar. permissionárias. c) identificar falhas ou lacunas regulatórias. aprimorar e assegurar parâmetros de qualidade no processo de atendimento e tratamento de solicitações dos consumidores entre a ANEEL. a ANEEL realiza também a mediação de conflitos. Pág. permitindo assim uma maior transparência nas ações da Agência. nos termos da legislação em vigor. contribuindo para o aprimoramento do processo regulatório e reduzindo os pontos de conflitos entre os agentes. contribuindo também com informações para os processos de regulação e de fiscalização. A Central de Teleatendimento (CTA) da ANEEL é responsável não só por disponibilizar informações. d) atender a reclamações e a outras solicitações de consumidores quanto à prestação dos serviços de energia elétrica. e incentivando o funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. as Agências Estaduais conveniadas e as Concessionárias de Energia Elétrica. bem como entre esses agentes e seus consumidores.4 . esclarecimentos e orientações aos consumidores. fax. ou ainda em razão de matérias nãoreguladas. e são analisadas. Além de receber. Destacam-se as principais atividades: a) dirimir as divergências entre concessionárias. apurar e solucionar as solicitações dos consumidores. a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Os Canais de Comunicação disponibilizados para o tratamento de solicitações de consumidores são a Central de Teleatendimento (CTA) (telefone 167). independentes e autoprodutores.2. Descrição dos Processos A Ação Ouvidoria da ANEEL envolve dois processos básicos: Tratamento de Solicitações de Consumidores e Mediação Administrativa. autorizadas.3. de modo a proporcionar transparência e efetividade nas relações com a sociedade.Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica – Ação 2993 Finalidade A finalidade desta ação é prevenir e solucionar potenciais conflitos por meio de ações que estabeleçam adequado relacionamento entre agentes do setor de energia elétrica e demais atores sociais. a página eletrônica da ANEEL (formulário e chat). suscitadas em decorrência de ambiguidades ou lacunas da legislação. com vistas a dirimir divergências entre concessionárias.101 . promovendo a adequada disseminação de temas de interesse dos diferentes segmentos representativos da sociedade. mas também por registrar as reclamações destes quanto à prestação dos serviços de energia elétrica pelas concessionárias.2.

autorizadas. de 1996. um grande número de questões e solicitações que chegam à ANEEL são assuntos não-regulados. concessionárias. organizado dentro das técnicas de Resolução de Disputas. 3º. utilizando o Procedimento de Mediação. contratação direta de empresa operadora de telefonia de abrangência nacional.102 . os quais são responsáveis pelo atendimento de mais de 60 milhões de consumidores.427. por meio da qual o mediador ajuda as partes a resolver suas divergências de um modo que satisfaça a ambas. produtores independentes e autoprodutores. agentes do setor elétrico e sociedade em geral. informal e extrajudicial de solução de conflitos.Uma vez recebida a solicitação do consumidor o corpo técnico da Agência encarrega-se de dar adequado tratamento à questão. as divergências entre concessionárias. o universo de agentes do setor elétrico compreende alguns milhares de empreendimentos de geração em operação. Este procedimento permite a uniformização do atendimento e do procedimento de registro das solicitações dos consumidores. dificuldades na interpretação de dispositivos e/ou dificuldades na obtenção de dados comprobatórios sobre as posições de qualquer dos envolvidos. Trata-se. no âmbito administrativo. A Lei nº 9. Pág. dezenas de distribuidoras e comercializadoras de energia elétrica. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta e descentralizada. A Central de Teleatendimento da ANEEL também é responsável pelo atendimento das ligações recebidas pelos serviços de atendimento ao consumidor (0800) das Agências Estaduais conveniadas. estabelece em seu art. Essas questões dão origem a processos administrativos nos quais a Agência atua no sentido de conduzir o conflito para a busca do entendimento. estabelecimento de um ambiente adequado à busca do entendimento e encerramento da divergência. seguindo-se de forma ordenada as etapas de completo esclarecimento da questão. em um ambiente de alta produtividade. e celebração de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. permissionárias. que compete à ANEEL “dirimir. de uma forma voluntária. capacitando-a a atuar dentro das especificidades do setor elétrico. para execução descentralizada dos serviços de tratamento de solicitações de consumidores de energia elétrica. Público-Alvo Consumidores. capacitada tecnicamente para operar a Central de Teleatendimento – CTA. lacunas na legislação. Complexo por natureza. seja buscando o esclarecimento junto às concessionárias acerca da prestação de seus serviços. Diante dessa magnitude. seja prestando informações sobre os temas atinentes à Regulação. que instituiu a Agência Nacional de Energia Elétrica e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. além de centenas de transmissoras. b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA A mediação é um processo no qual um terceiro imparcial facilita a negociação entre pessoas em conflito e as habilita a encontrar soluções que correspondam aos seus interesses e necessidades. pois. pendências contratuais. bem como entre esses agentes e seus consumidores”. por meio de:    contratação direta de empresa de teleatendimento. inciso V.

242.060.347.00 Fonte: ANEEL.39% % Execução em relação à meta ajustada C/B 70.93% 76.892.209.39% 76.39% Ano 2009 2010 2.08 11.319.Execução Orçamentária: Ação Ouvidoria Execução Orçamentária .225.630 2011 2.040.00 Limite Autorizado B 9.Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).4 10.351.401.18% 100.00 Orçamento Realizado Pago D 7.324.000 1.862 % Execução em relação à LOA C/A 70.2 11.347.000 2.Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Ouvidoria Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 11.000 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1. Valores em reais.060.4 12.44% 75.136.927.00 10.Ouvidoria 16.760.435.445.00 13.400.58% 98.39% 76.74% 91.04 11.51% % C/B 88.000 2. Gráfico 13 .182.557. Pág.000 1.921 Fonte: ANEEL .347.103 .040.000 Valores em R$ mil 12.62 8.158.000 2.187.00 % C/A 72.347.21 10.644.35 10.00 Empenhado C 8.324.812.574.000 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Ouvidoria Produto : Solicitação Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2.44% 75.351.445.00% 2011 12.400.182.510.581.423.000 8.4 11.

Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).104 . o que foi viabilizado por meio de crédito suplementar.116.260. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos. Observa-se que. Quanto à execução orçamentária.182. com cancelamento de recursos de outras ações e suplementação em favor da Ouvidoria.967 aos atendimentos de ligações realizadas para os 0800 de dez Agências Estaduais conveniadas. resultando na dotação final de R$ 12. Em vista disso. o que representa 75. a Ouvidoria cumpriu sua função de receber.000.898.00 para esta ação.51% da dotação de R$ 12.Gráfico 14 – Execução da Meta Física: Ação Ouvidoria Execução da Meta Física .000. Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram os quadros anteriores. para assegurar a continuidade dos serviços de teleatendimento. que estimou o atendimento a 2.39% da meta física prevista na LOA.644.Ouvidoria 2. Desta forma. O fato de o número de solicitações atendidas em 2011 ter sido inferior ao programado não decorre de redução do serviço prestado. no valor de R$ 3. Na fase de aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA).445. apurar e buscar solução para as solicitações dos consumidores. que esteve à disposição do consumidor durante todo o exercício. As principais realizações de cada processo foram: Pág.158.51% da dotação aprovada.644. o produto previsto – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa.921 solicitações atendidas.921 ligações telefônicas.246.000.324. houve execução de 1.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos). correspondendo à execução de 91.400.00.000 2.000 LOA 1.000 Solicitação atendida Unidade 3. a ação contava com uma dotação de R$ 13. cumpre informar que no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA).954 referem-se aos atendimentos de ligações realizadas para o número 167 da ANEEL e 397. 1.00.00 autorizado para empenho representou 91.921 EXECUTADO Fonte: ANEEL .400.000 1. Das 1. tornou-se necessário recompor minimamente a dotação reduzida.00.158. no caso da Ação Ouvidoria.209. O limite de R$ 11.000 ligações telefônicas pela Central de Teleatendimento da ANEEL (CTA). Esse valor limite foi integralmente empenhado.283. o Congresso Nacional reduziu essa dotação para R$ 9. em 2011.644.347.182.

a) TRATAMENTO DE SOLICITAÇÕES DE CONSUMIDORES Das 1.246.954 ligações atendidas pelo telefone 167 da ANEEL, foram registradas 522.185 solicitações, das quais 482.119 solicitações foram finalizadas no próprio atendimento pela Central de Teleatendimento (finalizadas no primeiro nível) e 40.066 solicitações foram encaminhadas para tratamento técnico no segundo nível. O quadro a seguir demonstra os atendimentos realizados. Solicitações de Ouvidoria Atendidas
Atendimentos Registrados Tipo de ligação 1 1.1 1.2 1.3 2 Ligações para o número 167 ANEEL Solicitações de atendimento finalizadas no 1º nível Contatos complementares, trotes, enganos e diversos Solicitações encaminhadas para tratamento técnico (2º nível) Ligações para as Agências Estaduais Conveniadas Quantidades 1.246.954 482.119 724.769 40.066 397.967 1.644.921

3 Total de ligações atendidas (1+2) Fonte: ANEEL - Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA).

Dentre os principais avanços relacionados ao tratamento de solicitações de consumidores, merecem destaque:  Monitoramento do sistema de coleta de informações das concessionárias sobre as solicitações dos consumidores junto aos seus respectivos sistemas de atendimento, conforme estabelecido na Resolução ANEEL nº 414/2010; Apuração de resultados do Programa de Qualidade junto às Agências Estaduais Conveniadas, com indicadores quantitativos e qualitativos, visando ao monitoramento e à aplicação de melhorias dos atendimentos aos consumidores e agentes do setor. Atualização e elaboração de novos textos, em consonância com a Resolução nº 414/2010, ordenando e aprimorando os textos-padrão de respostas, dentro do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO. Atuação ativa para o fortalecimento das Ouvidorias do Setor Elétrico, com destaque para a regulamentação das Ouvidorias das distribuidoras de energia elétrica.

b) MEDIAÇÃO ADMINISTRATIVA Durante o exercício, a ANEEL atuou em 19 processos de mediação de conflitos, encerrando 9 deles em 2011. Destes, 8 foram finalizados mediante acordo entre as partes e 1 por impasse. Os processos de mediação foram originados de solicitações dos diversos agentes envolvidos com o setor de energia, com destaque para agentes de transmissão, distribuição e consumidores.

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2.3.2.5 - Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico – Ação 2C42 Finalidade Promover a transparência das ações regulatórias do Setor Elétrico junto à sociedade, fortalecendo o diálogo no cumprimento da missão reguladora e fomentando a participação do cidadão no processo decisório. Descrição dos Processos A ação Participação Pública na Agenda Regulatória envolve 8 processos básicos: (a) Audiências e Consultas Públicas, (b) Gestão do Processo de Descentralização de Atividades, (c) Pesquisas de Opinião, (d) Estímulo aos Conselhos de Consumidores, (e) Gestão de Relacionamento, (f) Assessoria Parlamentar , (g) Gestão de Eventos e (h) Ações de Comunicação. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS A Audiência Pública é um instrumento de apoio ao processo decisório da Agência, de ampla consulta à sociedade, que precede a expedição dos atos administrativos. O principal objetivo das Audiências Públicas é colher subsídios e informações junto à sociedade sobre matérias que se encontram em análise, bem como oferecer aos interessados a oportunidade de apresentar seus pleitos, opiniões e sugestões relativas ao assunto em questão. O processo de Audiências Públicas, ao longo de sua condução, pode contar com a realização de sessões públicas para a manifestação de viva voz, chamada de sessão ao vivo (presencial), ou serem feitas por meio de intercâmbio documental. A ANEEL também realiza Consultas Públicas para apoiar a formulação ou o aperfeiçoamento de regulamentos, a fiscalização ou a implementação de outras atribuições da Agência. O objetivo é recolher informações dos agentes econômicos do Setor Elétrico, consumidores e demais interessados da sociedade, para identificar e aprimorar os aspectos relevantes da matéria em questão. Porém, se do processo de Consulta Pública resultar proposta de emissão ou aperfeiçoamento de regulamentos, a Consulta deverá ser seguida de Audiência Pública. Todo cidadão pode participar e enviar contribuições por escrito – via e-mail, fax ou pelos Correios – para a sede da Agência, ou pessoalmente nas sessões presenciais. O processo de realização de Audiências e Consultas Públicas segue rito específico: tem início com a instauração formal da Audiência Pública ou Consulta Pública; passa, em seguida, pela fase de recebimento de contribuições, que pode incluir ou não uma sessão presencial; e, por fim, é concluído quando termina o período estabelecido para o recebimento de contribuições. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES Considerando a dimensão e a extensão do território nacional e do sistema elétrico brasileiro, a ANEEL, valendo-se de prerrogativa que lhe foi conferida por lei, descentraliza às Unidades da Federação, por meio de Convênios de Cooperação com as Agências Estaduais de Regulação de Serviços Públicos, as atividades complementares de regulação e fiscalização dos serviços e instalações de energia elétrica. A gestão desse processo abrange a interação com os Estados, o aprimoramento do processo de descentralização (que a partir de 2011 começou a ser implementado, em caráter experimental, sob o regime de gestão associada de serviços públicos), a coordenação dos procedimentos de celebração dos Convênios de Cooperação, a análise da compatibilidade entre os planos e contratos de metas das diversas atividades descentralizadas, a orientação e o apoio às articulações entre a ANEEL e os representantes das Agências Estaduais no âmbito do desenvolvimento das ações descentralizadas.

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c) REALIZAÇÃO DE PESQUISAS DE OPINIÃO Envolve a realização de pesquisas de opinião pública para avaliar a percepção de públicos específicos quanto à qualidade do serviço de Energia Elétrica, as expectativas dos agentes setoriais e dos consumidores, a satisfação quanto aos produtos e serviços oferecidos pela ANEEL, dentre outras. Dentre essas, destaca-se a pesquisa do Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor – IASC, que é um indicador por meio do qual é obtido o grau de satisfação do consumidor em relação aos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica, funcionando como um termômetro que indica quais os pontos fortes e fracos relativos aos serviços por elas fornecidos, sob a ótica do consumidor. A pesquisa é realizada anualmente desde o ano 2000 e, a partir de 2002, a ANEEL instituiu o Prêmio IASC, tendo por objetivo destacar as empresas que obtiveram as melhores avaliações pelos respectivos consumidores, incentivandoas na busca constante da melhoria de seus serviços. Outro objetivo da Pesquisa IASC é o de subsidiar as áreas de regulação e fiscalização, visando à melhoria dos instrumentos regulatórios e das prioridades de fiscalização. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Tem por finalidade estimular a organização dos Conselhos de Consumidores, criados pela Lei nº 8.631, de 1993, e das Comissões de Fiscalização Periódica, de que tratam as Leis n os 8.631, de 1993, e 8.987, de 1995, observadas as condições gerais para a formação, funcionamento e operacionalização desses Conselhos, estabelecidas pela Resolução Normativa ANEEL nº 451, de 2011. Desde a sua criação, a ANEEL busca estimular o funcionamento desses conselhos e o estreitamento das relações com eles, participando de suas reuniões, encontros regionais e nacionais; prestando informações pertinentes à regulamentação e à fiscalização do Setor Elétrico; organizando eleições para escolha de representantes junto à CCEE e ao ONS; e acompanhando seu funcionamento, em cumprimento ao estabelecido na supracitada Resolução. A ANEEL acompanha e registra o andamento de algumas atividades realizadas pelos Conselhos de Consumidores no sítio http://conselhodeconsumidores.aneel.gov.br/. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO INSTITUCIONAL O processo de Gestão de Relacionamento Institucional da ANEEL tem como atividade principal o acompanhamento e a sistematização do relacionamento institucional da Agência, no âmbito nacional e internacional. Compreende a execução de atividades relacionadas diretamente à interação da Agência com os diversos públicos institucionais, as quais são sistematizadas e monitoradas de modo a acompanhar a evolução do processo regulatório do Setor Elétrico. O processo de Gestão de Relacionamento Institucional desdobra-se nos seguintes subprocessos: e.1) estabelecimento e gestão de parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais; e e.2) interação com os públicos institucionais. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR A interação com o Processo Legislativo objetiva aprimorar e sistematizar o relacionamento da ANEEL com os órgãos do Poder Legislativo, com ênfase no Congresso Nacional, tendo como base o intercâmbio de informações afetas ao setor elétrico, que se desenvolvem na arena política. Nesse sentido, a ANEEL acompanha as reivindicações e proposições legislativas apresentadas pelos representantes da sociedade, mantendo permanente interlocução com esses agentes públicos. Os temas de interesse são transmitidos semanalmente ao público interno da Agência, por meio do informativo eletrônico “Acontece no Congresso”.
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g) GESTÃO DE EVENTOS Consiste na promoção, pela ANEEL, de eventos técnicos, ou na sua participação em eventos promovidos por terceiros, como por exemplo: Audiências/Consultas Públicas, solenidades de assinaturas de contratos de concessão e de acordos interinstitucionais nacionais e internacionais, workshops, fóruns, seminários, congressos, palestras, dentre outros eventos do setor elétrico. Tem como objetivo realizar a comunicação dirigida, com a finalidade de divulgar e consolidar a imagem da ANEEL, seus produtos, serviços, ideias e pessoas. No sentido de aprimorar o relacionamento, a interatividade e o diálogo, e de atender às necessidades dos diversos públicos com os quais atua, a ANEEL promove e participa de Audiências Públicas, leilões, debates, painéis, workshops, seminários, encontros e congressos, dentre outros eventos. Esse esforço visa divulgar os trabalhos da Agência, o papel da Instituição, a sua missão e o fato de que ela existe para aprimorar os serviços de energia elétrica, garantir os direitos básicos do consumidor e contribuir para o desenvolvimento nacional. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO Esse processo desenvolve ações de divulgação de temas afetos à ANEEL, atende a solicitações de informação de profissionais de imprensa e apoia os diretores e técnicos no relacionamento com os diversos veículos de comunicação. Divulga as ações e decisões, além de programas e projetos instituídos pela Agência; produz e divulga relatórios de prestação de contas à sociedade com o objetivo de disseminar a cultura regulatória e dar transparência aos atos da instituição. Também produz textos técnicos, cadernos temáticos e outras publicações de interesse do setor e de toda a sociedade, para disseminar e ampliar o conhecimento dos assuntos de responsabilidade da Agência. Público-Alvo O publico alvo das atividades desenvolvidas são: a sociedade, os consumidores, os agentes do setor elétrico e a mídia. Formas de Implementação A Ação Participação Pública é implementada de forma direta, utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços, podendo também ser implementada de forma descentralizada, por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. As estratégias de implementação utilizadas são:   Contratação de empresa de eventos, para dar suporte de infraestrutura na realização das Audiências Públicas da ANEEL e eventos direcionados ao Setor Elétrico, nos quais a ANEEL tem participação. Celebração de Convênios de Cooperação com Agências Reguladoras Estaduais, para execução descentralizada das atividades.

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Metas Orçamentárias e Físicas O quadro e o gráfico abaixo mostram o orçamento programado e o realizado. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Participação Pública
Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 6.132.522,00 7.341.594,00 5.792.400,00 5.932.080,00 3.678.254,04 3.223.255,00 Orçamento Realizado Empenhado C 4.932.080,50 3.611.479,28 3.223.255,00 Pago D 3.619.334,81 2.328.662,67 2.814.719,00 % C/A 80,42% 49,19% 55,65% % C/B 83,14% 98,18% 100,00%

2009 2010 2011

Fonte: ANEEL - Valores em reais.

Gráfico 15 – Execução Orçamentária: Ação Participação Pública Execução Orçamentária - Participação Pública
5.792,4

Valores em R$ mil

6.000 4.000 2.000 0 LOA + CRÉDITOS

3.223,3

3.223,3

2.814,7

LIMITE AUTORIZADO

EMPENHADO

PAGO

Fonte: ANEEL.

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Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Participação Pública
Produto: Evento realizado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada – LOA Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 116 168 116 168 99 Meta Física Executada % Execução em Executada % Execução em relação à meta (Unidades) relação à LOA ajustada C C/A C/B 155 180 122 133,62% 107,14% 123,23% 133,62% 107,14% 123,23%

Ano

2009 2010

2011 99 Fonte: ANEEL.

Gráfico 16 – Execução da Meta Física: Ação Participação Pública Execução da Meta Física - Participação Pública
122

Evento realizado

150 100 50 0
LOA

99

EXECUTADO

Fonte: ANEEL.

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Avaliação dos Resultados da Ação O planejamento da ANEEL programou para 2011 a realização de 99 eventos, que constituíram a meta física da Lei Orçamentária Anual (LOA), que consignou à Ação a dotação de R$ 5.792.400,00. Foram realizados 122 eventos, o que corresponde a 123,23% da meta física prevista na LOA, conforme resumido no quadro abaixo: Eventos Realizados – por Tipo
Eventos Realizados – por tipo Audiência Pública com sessão ao vivo – presencial Audiência Pública por intercâmbio documental Consulta Pública com sessão ao vivo - presencial Consulta Pública por intercâmbio documental Eventos Diversos em 2011 Total Fonte: Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) Quantidade 24 59 1 7 31 122

O subitem 17.3 deste relatório apresenta, nomeadamente, a relação desses 122 eventos e especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles. Os bons resultados desta Ação, evidenciados pela realização de 83 Audiências Públicas e 8 Consultas Públicas, permitiram ampliar o debate sobre os temas em regulamentação pela Agência, demonstrando os esforços para ampliar a interação entre a ANEEL, os agentes e a sociedade. Vale notar a predominância das Audiências e Consultas Públicas por intercâmbio documental, em relação às sessões presenciais, tendência esta decorrente da crescente facilidade e economicidade proporcionada pelos meios eletrônicos de comunicação. O limite de R$ 3.223.255,00 autorizado para empenho representou 55,65% da dotação de R$ 5.792.400,00 aprovada na LOA para a ação (não houve créditos para esta ação). Esse limite foi empenhado integralmente, correspondendo à execução de 55,65% da dotação aprovada. Em função da abrangência e da diversidade dos processos contemplados nesta ação, o custo unitário da meta é variável, visto que parte dos processos, embora contribuam para o alcance do objetivo da ação, não se refletem na meta física, ou seja, em eventos realizados. Dessa forma, não cabe avaliar a ação sob a ótica da proporcionalidade entre a meta física e a execução orçamentária. As principais realizações, no âmbito dos processos básicos desta Ação, são descritas a seguir. a) AUDIÊNCIAS E CONSULTAS PÚBLICAS Contam na meta física da Ação as Audiências e Consultas Públicas finalizadas2 no exercício. Em 2011, foram finalizadas 83 Audiências Públicas, dentre as quais 24 com sessão ao vivo-presencial, 59 por intercâmbio documental, além de oito Consultas Públicas, dentre as quais uma com sessão ao vivopresencial e sete por intercâmbio documental. O subitem 17.3 deste Relatório apresenta a relação das Audiências Públicas e Consultas Públicas finalizadas em 2011, e especifica o objetivo de cada um desses eventos. No tocante ao aprimoramento do processo, prosseguiram os estudos iniciados em 2010 com vistas à unificação dos procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Foi realizada Audiência Pública
2 O termo “finalizadas” refere-se à finalização do período de contribuições das Audiências e Consultas Públicas. Pág.111

para ouvir a sociedade sobre esta proposta, com o objetivo de aperfeiçoar os Capítulos II e III, do Título II, da Norma de Organização ANEEL nº 001, aprovada pela Resolução Normativa nº 273/2007, que dispõem sobre os procedimentos para Audiências Públicas e Consultas Públicas. Até o encerramento do ano, as 61 contribuições recebidas de nove instituições (públicas, privadas e órgão de defesa dos consumidores) estavam em fase de análise, sendo prevista para 2012 a publicação da Resolução Normativa que estabelecerá os novos procedimentos. b) GESTÃO DO PROCESSO DE DESCENTRALIZAÇÃO DE ATIVIDADES A ANEEL manteve convênio com doze Agências Reguladoras Estaduais nos estados de Paraíba (ARPB), Mato Grosso do Sul (AGEPAN), Mato Grosso (AGER), Goiás (AGR), Ceará (ARCE), Pará (ARCON), Alagoas (ARSAL), Rio Grande do Norte (ARSEP), São Paulo (ARSESP), Rio Grande do Sul (AGERGS), Santa Catarina (AGESC) e Pernambuco (ARPE). Em decorrência da Resolução Normativa nº 417, de 23/11/2010, que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal, para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, foram desenvolvidas em 2011 as seguintes atividades:  Instituição de Grupo de Trabalho, por meio da Portaria ANEEL nº 1.968, de 01/11/2011, com o objetivo de estabelecer a Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos, bem como a estrutura de custos das atividades a serem descentralizadas para as Agências Estaduais;  Aprovação dos Convênios de Cooperação regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Aprovação dos Acordos de Interesse com os Estados de Tocantins e Espírito Santo, regidos pela Resolução Normativa nº 417/2010;  Execução do Projeto Piloto firmado com as Agências Reguladoras Estaduais do Ceará (ARCE) e do Rio Grande do Sul (AGERGS), conforme estabelecido na Resolução Normativa nº 417/2010;  Acompanhamento trimestral de todas as fases da prestação de contas elaborada pelas Agências estaduais, conforme previsão nos TADs de 2011;  Gerenciamento da revisão dos Termos Anuais de Descentralização – TADs – celebrados entre as Superintendências e as Agências Reguladoras Estaduais para o exercício de 2011;  Realização de visitas técnicas às Agências Reguladoras Estaduais com o objetivo de aproximar o relacionamento entre as instituições e discutir os procedimentos para a mudança de modelo e instrumentos de descentralização de atividades da ANEEL. c) PESQUISAS DE OPINIÃO Em 21/06/2011 foi realizada licitação com a finalidade de contratar instituto de pesquisa para realização da 12ª Pesquisa de Satisfação do Consumidor Residencial, por meio da qual será obtido o IASC 2011, com a assinatura do respectivo contrato em 16/08/2011. No período de 03 a 27/10/2011 foram aplicados 19.470 questionários em 475 municípios sorteados pela ANEEL, localizados nas atuais 63 áreas de concessão de distribuição de energia elétrica. A Pesquisa IASC encontra-se em fase de apuração. O produto entregue pelo contratado apresentou problemas e não foi aceito, podendo ser necessária a reaplicação da pesquisa. d) ESTÍMULO AOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES Em 2011, destacam-se as seguintes atividades desenvolvidas:
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na Costa Rica. XIII Encontro Nacional dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em São Luís/MA. Pág. estabelecidas pela Resolução ANEEL nº 138. no Rio de Janeiro. em Joinville-SC.Abrangência e Implementação”.  Organização de Seminário sobre a Resolução Normativa nº 451. do Equador. com recebimento de planos anuais de atividades e metas e atas das reuniões periódicas. da Alemanha. IV Seminário dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica da Região Sudeste.  Revisão das condições gerais para criação. de 10/05/2000.113 . de Portugal.  Aprovação do Acordo de Cooperação a ser celebrado com o Conselho Nacional de Eletricidade – CONELEC.  Operacionalização da cooperação da ANEEL com o Instituto Costarriquenho de Eletricidade – ICE. no Rio de Janeiro. atualização da página eletrônica HTTP://CONSELHODECONSUMIDORES. 1º Congresso do Conselho de Consumidores da Celesc. mediante a participação de técnicos da ANEEL em seminário-workshop intitulado “Análise da Institucionalidade do Sistema Elétrico Brasileiro e sua Aplicabilidade em um Novo Modelo de Mercado para o Setor Elétrico da Costa Rica .GOV. em Porto Alegre. no Rio de Janeiro.BR. reunião com representantes dos conselhos de consumidores das regiões Sul/Sudeste/Centro-Oeste e Norte/Nordeste e o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores. e. para técnicos do ICE.1) Estabelecimento e Gestão das parcerias institucionais com organismos nacionais e internacionais. Quanto a este subprocesso. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica em Brasília. em continuidade ao processo iniciado em 2010 e não concluído por falta de candidatos dessas regiões na época. no âmbito dos subprocessos. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica. e) GESTÃO DE RELACIONAMENTO As principais realizações. Acompanhamento do funcionamento dos Conselhos de Consumidores. que estabelece as novas condições gerais para a criação. monitoramento dos mandatos dos representantes. realizado na cidade de São José. Todos os Conselhos foram convidados. destacam-se:  Assinatura de Acordo de Cooperação no 009/2011 com a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos – ERSE. esclarecer dúvidas e nivelar conhecimentos. reunião do Conselho de Consumidores da Light.  Assinatura do Termo de Acordo com a Embaixada Britânica em Brasília para execução do Projeto “Promovendo Eficiência Energética no Brasil”. são relatadas a seguir. com o objetivo de proporcionar maior efetividade nas ações dos Conselhos e suas ações junto ao consumidor e à ANEEL  Realização de eleição on-line para representantes dos Conselhos de Consumidores das regiões Norte e Nordeste junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. reunião com o Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE e representantes dos Conselhos de Consumidores junto à CCEE.  Assinatura de Acordo de Cooperação no 010/2011 com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH – GIZ. em São Paulo.  Apresentação de palestras e participação nas seguintes reuniões e eventos: Fórum Estadual de Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul.ANEEL. com vistas à apresentação da norma.

Assembleias Legislativas e parlamentares federais. No âmbito deste subprocesso. qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras. tais como: o Fabricantes. Pág. Destacam-se. Eólica e smart grids). eficiência energética. valores das tarifas de energia. Pernambuco e Santa Catarina. Tarifa Social de Energia Elétrica. a participação no China Wind Power 2011. e a diversas demandas encaminhadas pelas assessorias de parlamentares. tais como a ABRAGE – Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica. como a Comissão Nacional de Energia Elétrica da Guatemala – CNEE (Comisión Nacional de Energía Eléctrica). ainda:  A recepção de missões estrangeiras interessadas em conhecer o processo regulatório do setor elétrico brasileiro. senadores. a Companhia de Transmissão de Eletricidade do Quênia – KETRACO (Kenya Electricity Transmission Co. via e-mail. que possuem prazo constitucional de no máximo 30 dias para resposta. Cisco. oriundas de públicos institucionais. prefeitos e vereadores.). ao Reino Unido (smart grid e eficiência energética).e. resultou em intensa atividade da Assessoria Parlamentar da ANEEL. e China Machinery Engineering Corporation – CMEC. e Banco da China. fontes alternativas de energia. deputados. respondidos 80 convites e 49 pleitos. f) ASSESSORIA PARLAMENTAR O ano de 2011. o Associações de Classe. benefícios a classes de consumidores. Pará.  Recepção a representantes de várias entidades representativas dos segmentos de interesse do setor elétrico. destacando-se as seguintes:  Foram expedidos 287 ofícios em resposta a pleitos de Câmaras Municipais. foram atendidas 139 solicitações de audiência com o Diretor-Geral da ANEEL. SHARP Corporation.114 . o Governo. além do atendimento a 17 requerimentos de informação. Banco Mundial. IDEC. a exemplo da IBM do Brasil. energia solar e eólica. PROTESTE. a exemplo do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor/MJ e do Procon-SP. Ltd. o Consumidores. geradoras térmicas a carvão e biomassa. leilões de Transmissão. o Organismo Coordenador do Sistema Elétrico Nacional Interconectado da República Dominicana (Organismo Coordinador del Sistema Eléctrico Nacional Interconectado de la República Dominicana Inc. Programa Luz Para Todos. primeiro ano da ampla maioria dos mandatos do Executivo e Legislativo das esferas federal e estadual. compensação financeira.). o Investidores. a Agência de Regulação Econômica de Cabo Verde – ARE. Foram 137 reuniões realizadas na ANEEL com a participação de governadores. tais como os Governadores do estado do Mato Grosso. empreendimentos das diversas fontes energéticas em implementação nos Estados brasileiros. o Apoio à Diretoria e às UOs na viabilização de Representações Institucionais a eventos nacionais e internacionais.  A interação presencial também foi grande. entre outros. discutindo temas como redes inteligentes. a exemplo do Banco Morgan Stanley. e o Instituto Japonês para Investimentos no Exterior – JOI (Japan Institute for Overseas Investment). tais como as visitas técnicas à Alemanha e Espanha (intercâmbio de experiências em Energia Solar Heliotérmica. e a ABDIB – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base.2) Interação com os públicos institucionais.

entidades do setor elétrico. De forma semelhante. de Audiências Públicas e dos diversos eventos promovidos pela Agência. bibliotecas e órgãos de defesa do consumidor. em Audiência Pública na Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados para discutir a Resolução Normativa nº 414/2010.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. Nelson Hübner. conforme detalhado no subitem 17.Foram realizados os seguintes assessoramentos:  ao Diretor-Geral da ANEEL. foram distribuídos 800 exemplares da Revista de P&D. prefeituras e municípios do Brasil. folders e informativos para a divulgação de leilões. Os exemplares da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão foram distribuídos para os líderes das unidades organizacionais da ANEEL. foram realizados outros 31 eventos. Durante o VI Congresso de Inovação Tecnológica em Energia Elétrica e II Seminário de Eficiência Energética. Dr. para debater a qualidade do serviço da Eletropaulo. na Câmara dos Deputados. em Caxias do Sul/RS. realizado em Fortaleza/CE. foram elaboradas 38 edições do informativo “Acontece no Congresso”. concessões e qualidade do fornecimento.  ao Diretor-Geral da ANEEL. destacaram-se a elaboração. e no Seminário Agenda Parlamentar para Energia Elétrica: modicidade tarifária. Também foram confeccionados cartazes. em Audiência Pública conjunta das comissões de Minas e Energia e de Defesa do Consumidor.115 . da Cartilha por dentro da Conta de Luz. do Relatório ANEEL 2010. Pág. do Folder referente à Resolução Normativa nº 414/2010. a diagramação e a produção da Carta de Serviços da ANEEL ao Cidadão. e ao superintendente de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade. destinado a informar o público interno da ANEEL sobre os acontecimentos mais relevantes com relação ao setor elétrico e à atividade da Agência no Congresso Nacional. g) GESTÃO DE EVENTOS Além das Audiências e Consultas Públicas. Nelson Hübner. do Folder ANEEL and the Brazilian Eletricity Setor. que especifica o objetivo e a data de realização de cada um deles.3 deste relatório. foram distribuídos os exemplares da publicação denominada “Ouvidoria Setorial em Números” durante o X Encontro Nacional de Ouvidores do Setor Elétrico. e do livreto contendo o texto na íntegra da mencionada Resolução. em Belém-PA.  ao Diretor André Pepitone.  ao Diretor Romeu Donizete Rufino. Além disso. José Augusto da Silva. universidades. contendo os principais direitos e deveres do consumidor. em Audiência Pública sobre a CELPA. em sua participação na Audiência Pública na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal para tratar da Tarifa Social de Energia Elétrica. quando compareceu à Comissão de Minas e Energia para participar de Audiência Pública sobre a Light. servidores e colaboradores terceirizados da Agência. no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica e Combustíveis. público parlamentar. Dr. h) AÇÕES DE COMUNICAÇÃO No ano de 2011. organizada pela Comissão de Minas e Energia da Câmara. órgãos federais. da Revista de P&D. que trata das condições gerais de fornecimento de energia elétrica.

conferir documentos e regularidade fiscal de prestadores de serviço à ANEEL. e realizar execução financeira (apropriação. . Brigada de Incêndio. na Lei Orçamentária Anual (LOA) e com base no Plano Gerencial da Agência. agregando as despesas que não são passíveis de apropriação em ações finalísticas do próprio programa. que abrange: a1) Gestão Administrativa e Financeira. controlar e avaliar a execução orçamentária e financeira da ANEEL. na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). bem como suprir bens permanentes e de consumo. bem como realizar execução orçamentária (pré-empenho e empenho). a2) Gestão da Informação e Documentação. Descrição dos Processos Esta ação pode ser compreendida em dois grandes grupos: a) Gestão e Administração.2. a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira O processo Gerir Administração e Finanças abrange o gerenciamento dos serviços de apoio administrativo relacionados às atividades de manutenção dos serviços básicos da instituição e compõe-se dos seguintes subprocessos: I. da SFC e do TCU. Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira – tem por objetivo acompanhar. analisar os atos de execução Pág. Concessão de Diárias e Passagens e Apoio Administrativo de toda Agência.116 II. Gerir Recursos Logísticos – tem por finalidade administrar Serviços de Transporte. As atividades desta ação dão suporte para que as ações finalísticas da ANEEL alcancem suas metas. O objetivo desta ação é garantir o pleno funcionamento das instalações da ANEEL e oferecer adequadas condições de trabalho a todos os colaboradores da Agência. Segurança. b) Atividades Transversais de Apoio à Gestão.6 . Engenharia e Telecomunicações da Agência. analisar o atendimento das diligências da Auditoria Interna. e liquidar a maioria das despesas. de acordo com os preceitos estabelecidos no Plano Plurianual (PPA). controlando sua situação física e contábil. Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações – tem por objetivo gerir os processos de Manutenção Predial.Gestão e Administração do Programa – Ação 2272 Finalidade Constituir um centro de custos administrativos dos programas. IV. Gerir Contabilidade – tem por objetivo realizar conformidade contábil da ANEEL. com vistas a prover a infraestrutura predial necessária para o bom funcionamento do complexo ANEEL/ANP/CPRM. que contempla: b1) Comunicação e Imprensa. e a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários. e b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial.3. Limpeza e Conservação. b2) Auditoria Interna. retenção e pagamentos). III.2.

localização. manutenção da intranet/internet e segurança da informação. periódicos. garantindo ao usuário rapidez de acesso. A Central de Atendimento ao Usuário tem como objetivo prover um ponto único de contato entre o usuário final da ANEEL e a área responsável. dentro dos padrões previstos pela legislação que regula a prática arquivística. fitas cassetes e vídeos) e documentos eletrônicos. Gerir Documentação: Compreende as atividades de gestão arquivística de documentação e de biblioteca. O CEDOC é uma biblioteca especializada e sua missão é coletar.117 . acompanhar e realizar análise financeira das prestações de contas dos convênios. tratar. recuperação imediata. organização. manutenção dos serviços de reprografia. manutenção e aquisição de equipamentos de informática. administração e operação de redes de microcomputadores. II. audiovisuais (CDs. administração e operação de banco de dados. administração e aquisição de software e hardware. visando à orientação e à rápida restauração à normalidade dos serviços disponibilizados pela TI. e aquisição de publicações. e cadastrar usuários da Rede SERPRO e do Sistema SIAFI. suporte técnico aos usuários da rede corporativa da ANEEL. técnicos (estudos de inventários hidrelétricos).orçamentária. a2) Gestão da Informação e Documentação O processo Gerir Informação e Documentação abrange o gerenciamento dos Serviços de Tecnologia da Informação e a Gestão de Documentos. VI. serviços de segurança da informação. Tem um papel de fornecer e melhorar o serviço de maneira geral. preservação e guarda permanente. por meio da utilização de novas tecnologias da informação. administrar. administração de software e hardware. processar. teses. avaliação. utilizando técnicas e práticas arquivísticas associadas à tecnologia da informação e à logística de armazenamento. bibliográficos (livros. compondo-se dos seguintes subprocessos: I. guardar e manter o arquivo contábil. acompanhar os contratos. Contratos e Convênios – realizar os processos licitatórios. Gerir Serviços de Tecnologia da Informação: Na área de serviços técnicos especializados aplicados à tecnologia e à gestão da informação são executados projetos de desenvolvimento e manutenção de sistemas de informação. oferecer suporte às Unidades Organizacionais nos assuntos referentes à arrecadação. Gerir Controle da Arrecadação – gerenciar a arrecadação da ANEEL. armazenar e disseminar as informações do acervo técnico da Agência. o qual compreende documentos legislativos de interesse do setor elétrico e emanados da ANEEL. cartográficos (atlas e mapas). financeira e patrimonial. Pág. para a racionalização e eficiência dos arquivos. normas técnicas e relatórios). A Gestão de Documentos de Arquivos tem como missão a administração da produção. A Rede Corporativa tem como objetivo prover acesso centralizado a todos os serviços do ambiente corporativo de forma segura. realizar os procedimentos de formalização de convênios. uso. e controlar a inadimplência das receitas de responsabilidade da ANEEL. folhetos. mediante a execução de atividades relacionadas à infraestrutura de rede. guarda e eliminação de documentos. Tem por finalidade realizar serviços técnicos especializados aplicados à Tecnologia e Gestão da Informação. propiciando a promoção do conhecimento aos servidores da Agência e ao público externo. administração e operação de banco de dados. tramitação. V. DVDs. Gerir Licitações.

b2) Auditoria Interna O processo de Auditoria Interna consiste em apoiar e assessorar a gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos. com a divulgação de decisões da ANEEL . Compreende o exame dos atos praticados pelos gestores das unidades organizacionais que compõem a Agência. e aos leilões. como notas à imprensa e avisos de pauta. para a constante melhoria dos processos organizacionais.118 . Diariamente são produzidas duas edições das matérias de interesse da ANEEL e do setor elétrico publicadas nos veículos de comunicação de todo o País e a repercussão das decisões da Agência na imprensa e na sociedade. elabora textos.a comunicação é instrumento de apoio ao Programa. às audiências e às consultas públicas. Também acompanha e analisa as matérias de interesse da ANEEL veiculadas na mídia impressa. jornais. Imprensa . emissoras de televisão. além de propiciar o envolvimento do público-alvo no desenvolvimento e na multiplicação dos processos. Dentre as principais linhas de atuação da comunicação. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. e realizar ações para ampliar o nível de informação e a comunicação interna. revistas. O processo de Auditoria Interna compreende os seguintes subprocessos: I. Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais – consiste em operacionalizar a elaboração e o controle da Folha de Pagamento da ANEEL. com vistas a contribuir com o processo de formação acadêmica de estudantes matriculados em instituições de ensino com cursos de níveis médio e superior. destacam-se:   veicular publicações legais nos jornais de maior circulação no país. com o objetivo de trabalhar comportamentos e atitudes dos servidores da ANEEL. além de coordenar as ações de articulação com órgãos de imprensa e apoiar os diretores e técnicos nos relacionamentos com veículos de comunicação. Planejar as Atividades de Auditoria: Pág. online. promove entrevistas coletivas. agências e assessores de imprensa dos setores público e privado). proporcionando oportunidades que combinem a teoria e a prática profissional. Proporcionar Estágio para Estudantes de 2º e 3° Graus. Comunicação .principalmente nos dias de reunião da Diretoria Colegiada. II. destacando-se os avisos referentes às licitações. e redige material informativo. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. como o Boletim Energia eletrônico.a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários Compõe-se dos seguintes subprocessos: I. II. bem como os decorrentes de delegação de competências às entidades estaduais de regulação de serviços públicos.a assessoria realiza o atendimento aos jornalistas de todo o País (rádios. bem como das alterações decorrentes de admissão e exoneração de servidores e pagamento de gratificações. visando difundir e divulgar suas ações e resultados. de rádio e televisão.

objetivando a certificação da regularidade dos atos administrativos praticados pelos gestores dos processos organizacionais da Agência. IV.335. verificação da regularidade dos atos praticados no desenvolvimento das ações relacionadas à atuação da ANEEL. II. e d. consoante o disposto no § 3º do art. de 28/11/1997: I – assessorar juridicamente a Diretoria. nos termos do art. de 6 de outubro de 1997. para a execução de exames específicos de auditoria. II – examinar e opinar sobre os assuntos de natureza jurídica e sobre os atos normativos da ANEEL. análise da conformidade dos resultados consignados nos balanços e acompanhamento do processo de Prestação de Contas Anual (execução e cumprimento das metas estabelecidas no PPA). respectivamente. órgão de execução da Procuradoria-Geral Federal (PGF). de 28/11/1997) o exercício da interface com tais Órgãos de Controle. As competências da Procuradoria foram definidas pelo artigo 20 do Regimento Interno da ANEEL. vinculada à Advocacia-Geral da União (AGU).119 . para a realização de atividades específicas vinculadas às suas respectivas competências. por força do Regimento Interno da ANEEL (Portaria MME nº 349. com vistas ao atendimento das disposições regulamentares vigentes e das necessidades de controle da Administração.480. Atender às Demandas da Administração e dos Órgãos de Controle Externo e Interno: Consiste em: a) atender às solicitações da Diretoria. compreendendo: a. e que compõe a estrutura organizacional da ANEEL. b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial A Assessoria Jurídica e Representação Judicial da ANEEL são exercidas pela Procuradoria Geral. A atividade compreende. de 2 de julho de 2002. c.Consiste na gestão do processo de planejamento das atividades anuais de Auditoria Interna. bem como a conformidade dos atos praticados pelas agências com as normas federais aplicáveis. também. III. e b) acompanhar o atendimento às recomendações e às determinações constantes de Acórdãos e Relatórios de Auditoria dos Órgãos de Controle Externo (TCU) e Interno (CGU/SFC). 5º do Anexo I do Decreto nº 2. aprovado pela Portaria MME nº 349. em observância às disposições estabelecidas nos instrumentos de convênio e nas normas complementares. análise das prestações de contas das agências conveniadas e certificação da adequada execução física e financeira dos convênios de descentralização. Pág. 10 da Lei nº 10. com vistas à melhoria da qualidade dos processos organizacionais da Agência. no acompanhamento da regularidade da gestão quanto ao controle da legalidade e conformidade dos atos administrativos. atuando no sentido de provê-los com informações e apoio às auditorias realizadas. Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Consiste no acompanhamento das orientações emitidas em reuniões da Diretoria e dirigidas às Unidades Organizacionais. avaliação dos resultados alcançados e da efetividade relativa aos processos licitatórios. b. Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: Consiste em apoiar e assessorar a Diretoria.

bem como quanto ao adequado cumprimento das decisões judiciais relacionadas com a Autarquia. ofícios. IV – pronunciar-se em processos de natureza disciplinar e sobre todas as questões jurídicas referentes a licitações e contratos. Pág. parlamentares e de controle externo. Essa atividade consiste ainda em opinar sobre quaisquer assuntos de natureza jurídica. e pronunciar-se nos processos de natureza punitiva ou disciplinar. Finalmente. Essas consultas. nos termos do disposto na Lei Complementar nº 73. A atividade consultiva tem a função de subsidiar o processo decisório e é exercida mediante a emissão de pareceres jurídicos. Forma de implementação A ação é implementada de forma direta. de 10 de fevereiro de 1993. bem como dos respectivos contratos. A atividade contenciosa exerce a representação judicial da ANEEL. homologatórias ou autorizativas. inclusive perante órgãos policiais. via de regra.120 . bem como examinar e aprovar todas as resoluções normativas. O consultivo ainda exerce a representação extrajudicial da Agência. audiências públicas. Essa atuação é essencial para a manutenção e efetivação das decisões proferidas pelo órgão regulador. bem como o assessoramento direto que consiste na participação em reuniões públicas. no assessoramento às atividades relacionadas à cobrança e à recuperação de créditos da ANEEL. têm prazos exíguos e visam instruir inquéritos civis. por meio de trabalhos executados por pessoal próprio e mediante contratação de bens e serviços necessários ao funcionamento da Instituição. Consiste. VII – exercer a representação judicial da Autarquia. apreciar todas as questões jurídicas relativas a licitações e contratos. VI – interpretar as leis e orientar a Diretoria na sua aplicação. a Procuradoria Geral é ainda responsável por consolidar e responder a todas as consultas feitas à ANEEL pelos órgãos do Ministério Público Federal e Estadual acerca dos mais diversos temas atinentes ao setor elétrico. leilões e reuniões internas. o que permite conferir maior estabilidade jurídica ao marco regulatório. V – propor à Diretoria a declaração de nulidade de ato administrativo praticado no âmbito da ANEEL. ainda.III – examinar e aprovar as minutas de editais para licitações e concursos públicos. Tais atribuições são exercidas por meio das atividades consultiva e contenciosa.

00 (LOA + Créditos).335.763.00 23.7 Valores em R$ mil 60.00 46.21 22. a dotação de R$ 47.332.722.000 40. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário da ação.43% 73. Desse limite.91% da dotação de R$ 46.000 20.718. correspondendo à execução de 97. nos grupos de natureza de despesa “3-Outras Despesas Correntes” e “4-Investimentos”.951. Gráfico 17 – Execução Orçamentária: Ação GAP Execução Orçamentária . Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação GAP Ano Orçamento Programado Limite LOA + Créditos Autorizado A B 23. por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Fiscalização em 06/10/2011.39 31.00 Orçamento Realizado Empenhado C 21.869.00 45.733.00. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Gestão e Administração do Programa (GAP).04% 98.00 Pago D 17.48 33.809.439. Valores em reais.406.056.227.278.212.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).000 0 LOA + CRÉDITOS 32.00 32.5 22. Pág.00.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.742.00 % C/A 90.475.742.475.19% % C/B 94.976.575.087.50% 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.00 autorizado para empenho representou 68.GAP 46. excluídas as despesas de pessoal e encargos sociais.24 33.575.544.18% 97.682.121 .212. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 424.167.115.8 31. restando para a Ação GAP o total de R$ 46.742.5 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Quanto à execução orçamentária.059.50% do limite e 67.722.804.722.455. O limite de R$ 32. foram empenhados R$ 31.763.00.212. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido.53% 67.406.12 25.406.742.19% da dotação aprovada.

fez-se necessário a contratação de profissional especializado nessa área. oferecendo. assim. A seguir são apresentadas as principais realizações por processo. Gestão de Almoxarifado e Patrimônio Os procedimentos para individualização da responsabilidade sobre os bens da Agência continuaram no ano de 2011.Avaliação dos Resultados da Ação Em que pese o contingencimento de recursos.122 . Pág. a) GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO a1) Gestão Administrativa e Financeira I – Gerir Recursos Logísticos Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem A Gestão de Serviços de Transporte e Hospedagem alcançou seu objetivo em 2011. provendo os servidores dos materiais necessários à realização de suas atividades. vigilância. Os serviços de recepção. melhorando o desempenho da área. com monitoração eletrônica. apoio administrativo. apoiando desta forma a execução das ações finalísticas. foi possível assegurar o funcionamento das instalações da ANEEL. Os serviços de Almoxarifado atenderam às necessidades da Agência em 2011. Não foi possível firmar contrato para o atendimento da região Sul. segundo as necessidades da Agência. foram mantidos de forma a manter a segurança necessária ao funcionamento da Agência. Gestão de Serviços de Apoio Administrativo Serviços terceirizados de copeiragem. atenderam às necessidades da ANEEL no suporte à infraestrutura básica de trabalho da Agência. Em 2011. proporcionando condições de trabalho satisfatórias à maioria dos colaboradores da Agência. maior comodidade aos servidores e prestadores de serviços terceirizados. a ANEEL contou com três contratos de fornecimento de hospedagem para os servidores e colaboradores eventuais da Agência. do Governo Federal. lavagem de toalhas de mesas e bandeiras. limpeza e conservação jardinagem. carimbos. foram aprimorados com o aumento de um posto de vigilância no horário diurno. oriundos do plano de segurança para o complexo ANEEL/ANP/CPRM. brigada de incêndio. mapas. Gestão de Serviços de Segurança Os serviços de vigilância armada e desarmada. sendo um para fornecimento de hospedagem em hotéis localizados nas capitais dos Estados das regiões Centro-Oeste. A equipe foi reforçada pela entrada de novos servidores. Essas despesas são executadas por meio do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP). provendo transporte e hospedagem. outro para as capitais dos Estados da região Nordeste e o terceiro para as capitais dos Estados da região Sudeste. recepção. Para a adequada fiscalização da execução do referido Termo. Foi firmado Termo de Cessão para exploração de serviços de restaurante/lanchonete no Edifício Sede. cópia de chaves.

distribuição e divulgação dos valores da Compensação Financeira pela Utilização de Recursos Hídricos (CMPFRH). destinada aos Estados. notas de empenho e notas de dotação. sendo grande parte das regularizações solicitadas identificadas na execução contratual (80%). rede de dados e telefonia. MMA. termos aditivos. V – Gerir Licitações. Também constitui rotina a execução administrativa dos inadimplentes para com as receitas citadas. MME. sanitárias. VI – Gerir Controle da Arrecadação As atividades de rotina deste subprocesso referem-se ao controle da arrecadação e divulgação na intranet dos valores devidos e pagos a título de Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica (TFSEE). e facilita aos agentes conhecer e efetuar o pagamento sem a Pág.4. hidráulicas. As intervenções contemplam serviços de pintura. realocação de divisórias e mobiliários. água e esgoto. adesões a atas de registros de preços e credenciamentos. resultando em 25 notificações para regularização. IV – Gerir Contabilidade Foram efetuadas 942 análises contábeis de processos de pagamento.123 . Essa ação se fez necessária para que os novos convênios de cooperação – na modalidade gestão associada de serviços públicos – celebrados com as Agências Estaduais entrassem em vigor a partir de 01/01/2012.II – Gerir Manutenção Predial e Telecomunicações As atividades desempenhadas envolveram a manutenção corretiva e preventiva das instalações elétricas. Além disso. alterando o layout e reorganizando o espaço físico. plataformas elevatórias para portadores de necessidades especiais e central telefônica. Foram realizadas ainda diversas intervenções nas unidades organizacionais da ANEEL. de modo a possibilitar o cadastro e a geração de boleto de cobrança já na emissão do auto de infração. com o aprimoramento dos mecanismos de programação foram realizados 880 processos de contratação no exercício.4. III – Gerir Programação e Execução Orçamentária e Financeira O Sistema de Informações Gerenciais da ANEEL (SIGANEEL) é utilizado como ferramenta de elaboração e acompanhamento do planejamento e de monitoramento da execução orçamentária e financeira. rede de combate a incêndios. o controle da arrecadação. Foi dado prosseguimento da integração dos sistemas SIGEFIS e SIGEC. as informações requeridas sobre a Programação e a Execução Orçamentária da Despesa. ar-condicionado. a distribuição e divulgação dos valores dos royalties de Itaipu Binacional destinada aos Estados e Municípios. iluminação. foram rescindidos 12 convênios pactuados com as Agências Estaduais de Regulação. bem como contratações diretas (dispensas e inexigibilidades).1 e 2. respectivamente. que vigeram até 31/12/2011. Quanto aos instrumentos de parceria. o que inclui a análise e decisão quanto a pedidos de parcelamentos de multas. foram gerenciados os contratos de fornecimento de energia elétrica. Esses processos contemplam licitações nas modalidades pregão eletrônico e concorrência. e controle e execução financeira das multas imputadas pela ANEEL e pelas agências estaduais conveniadas. As informações sobre o planejamento e a gestão orçamentária e financeira constituem o item 2 deste Relatório e seus subitens. bem como. o que permite visão mais imediata da constituição de créditos de multas. onde os subitens 2. Municípios e entidades públicas beneficiárias – ANA. provendo um ambiente adequado para o desempenho de suas atividades. elevadores. O Desempenho Orçamentário/Financeiro consta do subitem 2. persianas. FNDCT –. com a devida publicação dos despachos informativos no Diário Oficial da União. telefonia fixa e móvel. entre outros. realocação e instalação de pontos elétricos/rede lógica/telefonia. Contratos e Convênios Em relação às contratações.4.2 apresentam.

para que sejam cadastradas no Sistema de Gestão de Crédito – módulo multas –. com vistas ao encaminhamento dos mesmos à Procuradoria Regional Federal da 1ª Região.0). visto que todas as informações estão disponíveis na internet.  Construção: construção e avaliação dos componentes. que disciplina a centralização da cobrança da dívida ativa das autarquias e fundações. planejamento das iterações e análise dos elementos de risco. do escopo do projeto e do produto final. as fases indicadas no quadro são definidas como segue:  Iniciação: especificação da visão do modelo de negócio. Tal situação decorre no disposto no artigo 1º da Portaria PGF nº 267. A ANEEL procedeu à atualização de valores de processos de cobrança de inadimplentes e os reenviou à Procuradoria Geral.  Produção: sistema em operação pelos usuários. usuários e a fase em que se encontram. Além disso. responsável pelo suporte às diversas superintendências.  Contratação e customização do novo software de Gestão Documental (SICNet 2. logo após a sua emissão.  Transição: implantação do software. o encaminhamento das informações das multas por elas lavradas. solicitou-se às agências reguladoras estaduais conveniadas. a2) Gestão da Informação e Documentação I – Gerir Serviços de Tecnologia da Informação Este subprocesso alcançou seus objetivos. Consolidação do modelo de Sustentação de Sistemas. Conforme Manual de Desenvolvimento de Sistemas. No quadro a seguir. permitindo melhor controle.124 .  Elaboração: análise do problema. de 16/03/2009. Criação do Grupo de Qualidade e Métrica dentro do Escritório de Gerência de Projetos (EGP). por meio dos seguintes desdobramentos: Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas de Informação:     Consolidação do modelo de desenvolvimento de sistemas baseado em Fábrica de Software. Consolidação da utilização da ferramenta de Inteligência Analítica (SAS). seus objetivos.  Criação do Grupo de Analista de Negócios dentro do EGP. definição da arquitetura da solução. responsável pela recepção dos artefatos produzidos pela Fábrica de Software. Pág. são informados os sistemas desenvolvidos.necessidade de contato com a ANEEL.

Auxiliar os processos de acompanhamento. não conformidades. recomendações. SFF e SFG Em transição Pág. termo de notificação.934. permissões de acessos. auto de infração e termo de encerramento. em cumprimento à Lei nº 11. Acesso e Auditoria . Reservatórios e Usinas Elevatórias.LEILÃO CEL Em iniciação Sistema de Acompanhamento da Geração (Módulo 1) .SIGEFIS SFE. no que se refere aos limites à exposição humana a campos elétricos e magnéticos originários de instalações de geração. possibilitando configurar previamente toda a sistemática do leilão. projetos e estudos de viabilidade.CTR Sistema de Cálculo do Coeficiente de Repasse de Ganho de Energia .S3A SGI Em transição Sistema de Acompanhamento do Relacionamento Institucional SARI SRI Em transição Sistema de Leilão Online de Energia Elétrica . gerando tarifas de referência que auxiliarão no processo de Reajuste Tarifário. versão 2 . elaborados pelos agentes do setor elétrico. Auxiliar o relacionamento com os públicos institucionais (público e privado). Acompanhamento e eventual fiscalização dos agentes de geração. Dar suporte ao planejamento e ao registro das fiscalizações realizadas pela ANEEL. Automatizar o cálculo do coeficiente de repasse de ganho de energia das usinas. de 2010. que regulamenta a citada Lei. com o objetivo de aumentar a percepção das atribuições da ANEEL e das Agências Estaduais de forma a atender proativamente o interesse público.SCRGE OBJETIVO Permitir a análise das possíveis projeções de mercado. e à Resolução Normativa nº 398.SIGEPH SGH Em produção Sistema de Autenticação. a fim de fornecer os coeficientes de energia para o sistema Compensação Financeira realizar a distribuição dos recursos financeiros para os municípios atingidos pelas Usinas Hidrelétricas. Nele são anotados e controlados documentos referentes ao procedimento de fiscalização. auditar acessos a sistemas e manipulações de dados sensíveis. acompanhar e conduzir seu andamento. ÁREA USUÁRIA SRD FASE EM QUE SE ENCONTRA Em produção SGH Em produção Sistema de Gestão de Potenciais Hidráulicos . no qual permita realizar e controlar autenticações de usuários. Possibilitar um controle de acesso mais efetivo aos sistemas de informação da ANEEL. na frequência de 60 Hz. assim como registrar em histórico dados de leilões já realizados anteriormente. análise e aprovação dos inventários. Gestão das concessões e autorizações de geração e monitoramento de obras de geração de energia elétrica de usinas em fase de implantação e emissão de relatórios gerenciais que tomam como base os dados sobre geração de energia elétrica. Realizar leilões de energia elétrica pela internet. processar e divulgar os resultados ao seu término. determinações.125 . facilitando o acesso na internet às empresas interessadas e ao público em geral. transmissão e distribuição de energia elétrica. atuais e potenciais. termo de arquivamento. transmissão e distribuição de energia elétrica.Sistemas de Informação Desenvolvidos SISTEMA Sistema de Cálculo da Tarifa de Referência . através de um portal web. de 2009. tais como: constatações.SAG SFG Em elaboração Gestão de Informações sobre Campos Elétricos e Magnéticos GCEM SRD Em produção Sistema de Gestão da Fiscalização.

processamento e cálculo de dados sobre arrecadação do ICMS dos estados da região Norte para fins de ressarcimento.SCS SFE e SRC Em construção Programa de Eficiência Energética . o acompanhamento de obras de novas instalações e o cálculo do reajuste da Receita Anual Permitida.CVA Sistema de Ressarcimento do ICMS Sistema de Acompanhamento do Mercado de Regulação Econômica . Além de manter o histórico das revisões desses projetos.126 . o sistema SCS foi alterado. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Pesquisa e Desenvolvimento. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. Incorpora o Sistema de Controle de Consumidores de Baixa Renda. O sistema foi atualizado para estar de acordo com a REN nº 399.SGP&D Sistema de Acompanhamento de Processos da Diretoria . Além de manter o histórico das revisões desses projetos.PEE Sistema de Controle de Reuniões da Diretoria . Diferença Mensal de Receita (DMR) e Luz para Todos. Acompanhar o mercado de regulação econômica ÁREA USUÁRIA FASE EM QUE SE ENCONTRA Sistema Integrado de Controle de Subvenções e Programas Sociais .SICOR 2 SPE Em construção SGE Em elaboração Sistema de Gestão da Transmissão .SIGET 1. Conforme REN n° 414. registra as alterações ocorridas. Permitir uma gestão do andamento dos processos que estão sendo apreciados pelos Diretores Cadastrar e enviar cópias do CUSD digitalizadas entre distribuidoras e geradores Controlar a Parcela A da tarifa de Energia Elétrica Realizar o recebimento.1 SCT. de 13/04/2010. e os projetos de Avaliação de Consumidores de Baixa Renda (SABRE). registra as alterações ocorridas. bem como gestão financeira correlata. Realizar a montagem da pauta das reuniões da diretoria. SRT e SFE Em produção Sistema de Gestão de Pesquisa e Desenvolvimento .CUSD Sistema de Cálculo do Valor da Parcela A . (BXR) já implantado. e a emissão automática das memórias e das atas. apresentados à ANEEL a partir de janeiro de 2008. o registro das suas decisões e deliberações. de 09/09/2010. retornando assim para a fase de construção. com base nas informações do consumo individual. Dar suporte ao processo de outorga e autorização para ampliação. reforço ou melhoria do sistema de transmissão de energia elétrica.SAMP SPE Em construção Diretoria SRD SFF/SRE Em construção Em iniciação Em elaboração SAF Em elaboração SRE Em iniciação Fonte: ANEEL – Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI) Pág. Permitir a coleta e o armazenamento de informações referentes aos projetos de Eficiência Energética.APDir Sistema de Cálculo do Custo de Utilização do Sistema de Distribuição .SISTEMA OBJETIVO Calcular o montante das subvenções aos consumidores inscritos em programas sociais do Governo Federal.

destacam-se as seguintes realizações: 55 treinamentos internos sobre normas e procedimentos de Gestão de Documentos e Operacionalização do Sistema SICNet (201 servidores e colaboradores treinados). e 701. a Central de Atendimento ao Usuário (Service Desk) atendeu a cerca de 17. houve a necessidade de aquisição novos equipamentos: 370 micros com monitores. organização de 712 arquivos digitais de vídeos oriundos das Reuniões Públicas Ordinárias e Extraordinárias de Diretoria e Sessão de Sorteio Público. A atividade de Gerenciamento de Softwares foi realizada de acordo com os recursos disponíveis para gestão dos ativos de TI (softwares de controles.611 internos.200 chamados internos.200 arquivamentos de processos/anexos técnicos e documentos no Arquivo Geral. manutenção da atividade de intercâmbio. Na Gestão de Documentos de Arquivos.0. foram aproximadamente: 91. planilhas e SICNet). com doação de 3. 5 impressoras e 36 scanners. 10.000 documentos cadastrados na ANEEL. revisão da lista de termos técnicos incluídos no Vocabulário Controlado. de forma a suportar a crescente demanda por capacidade de armazenamento de dados e facilidade de uso. Foi concluído o fornecimento de licenças de uso do sistema. backup e maior capacidade. Central de Atendimento ao Usuário Em 2011. e 6. 10 notebooks. indexados e disponibilizados nas bases de dados. renovação e disponibilização da base de dados de normas técnicas nacionais e internacionais GEDWEB. foi implementado o software DPGA Manager. provendo mais segurança da informação. O servidor de arquivos anteriormente utilizado foi substituído por outro com balanceamento de carga. Pág.000 tramitações de processos/anexos técnicos e documentos do Arquivo Geral para consulta das Unidades Organizacionais. Foi desenvolvido projeto de implementação de novo software de gestão de documentos.127 . e tratamento de arquivos em PDF para Internet (Biblioteca Virtual) com 15. que realiza o controle de impressões por usuário (bilhetagem). Manutenção e Aquisição de Software e Hardware Com o ingresso de novos colaboradores. foi implementada uma solução de virtualização em que cada servidor pode prover diversos serviços sem interferência das configurações de um em outro.000 documentos recebidos pela ANEEL. denominado SICNet 2. 10.658 documentos bibliográficos e audiovisuais. As transmissões das Reuniões de Diretoria receberam um tratamento especial. intranet. relacionados a atendimento remoto e presencial a usuários de TI e comunicação. com inclusão de 770 novos termos. foi atualizada e expandida a infraestrutura de TI. Para garantir a máxima utilização dos recursos de hardware.147 publicações.000 processos/anexos técnicos e documentos transferidos do Arquivo Geral para guarda externa.100 digitalizações de imagens no Processamento Técnico/SGI.100 processos abertos. II – Gerir Documentação: No CEDOC. Assinatura e disponibilização na Intranet do Diário Oficial da União em suporte digital. 18. catalogação de 1. e aproximadamente: 67. adquirido em dezembro de 2010. que disponibiliza na íntegra os atos que são publicados resumidamente no Diário Oficial da União.145 livros para o acervo técnico.Suporte técnico aos usuários da Rede Corporativa Em 2011. Disponibilização da página Atos do Dia.042 atendimentos externos e 3. Quanto aos indicadores do Sistema SICNet. 150.765 itens. destacam-se as seguintes realizações: aquisição de 2. ganhando servidores com balanceamento automático que garante a continuidade da transmissão mesmo que um deles falhe fisicamente. Com relação à manutenção do serviço de reprografia e impressão.

128 . sendo 4 Especialistas em Regulação. a3) Gestão do Quadro de Servidores e Estagiários I – Remunerar Pessoal Ativo da União e pagar Encargos Sociais A Folha de Pagamento da ANEEL foi processada regularmente durante o exercício. na maioria. sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”. de acordo com a frequência mensal dos estudantes. com o pagamento das bolsas de estágio. no ano de 2011 foram realizadas convocações por rádio – 74 inserções . Tais matérias são publicadas nas três seções do DOU. a ser implantado na ANEEL. concentradas. II – Proporcionar Estágio para Estudantes de 2° e 3° Graus Em 2011.129 publicações no formato de Publicidade Legal. na Seção 2 – Portarias. Direito. nos cursos superiores de Administração de Empresas. o projeto está na fase de customização. sendo 69 Especialistas em Regulação. b) ATIVIDADES TRANSVERSAIS DE APOIO À GESTÃO b1) Comunicação e Imprensa I – Comunicação Veicular Publicações Legais Para estimular a participação da sociedade em licitações e nas Consultas Públicas e Audiências Públicas instauradas. creditadas por meio do SIAPE. totalizando o ingresso de 138 novos servidores. A ANEEL possui 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos. Foi concluído o levantamento das funcionalidades do Módulo Jurídico e desenvolvido software para migração dos documentos sigilosos. diversas matérias no Diário Oficial da União. com uma média de 56 contratos vigentes. Registrou-se ainda. a ANEEL proporcionou oportunidades de estágio para estudantes. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”. e na Seção 3 – Extratos de Contrato. de 18/07/2000. publicidade e do interesse público. Também foi concluído o levantamento de requisitos. Avisos de Audiência Pública. Foram oferecidas oportunidades de estágio supervisionado com jornada de vinte ou trinta horas semanais. Houve a nomeação dos aprovados no concurso realizado em 2010. Engenharia Elétrica e Engenharia Mecânica. 63 Analistas Administrativos e 6 técnicos administrativos. não havendo quaisquer valores pendentes de acerto. atendendo aos princípios da legalidade. Atualmente. distribuídas no horário de funcionamento da Agência. que aqui foram considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs). Essa quantidade é inferior aos 226 cargos comissionados autorizados para a Agência pela Lei nº 9. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas. que representam os diretores da Agência. em 2011. Extratos de Inexigibilidade de Pág.e em jornais impressos .transferência de cópias dos códigos-fonte do Sistema Nativo e entrega da documentação da solução. Foram publicadas. ainda. para viabilização da meta de processo 100% eletrônico. Todos os ressarcimentos de servidores requisitados e cedidos foram efetuados. sendo: na Seção 1 – Resoluções e Despachos. iniciados os testes de homologação e extraídos 80% das imagens do repositório do sistema atual.986.

Como resultado.639 Atos Administrativos.Licitação.Secretaria Geral (SGE) Pág. Gráfico 18 – Atos Publicados x Valor da Publicação Fonte: ANEEL . Seção 2 – 175 Atos. consolidar em Resoluções Normativas as regras repetidamente publicadas em Atos Autorizativos e Homologatórios. foram publicados 6. uma análise mais jurídica possibilitou implementar a publicação dos atos em forma resumida.Secretaria Geral (SGE). dentre outras medidas. que resultou em maior economia.: o valor da despesa anual nem sempre corresponde à execução orçamentária. Não obstante o aumento de cerca de 230% da produção de atos pela Agência entre 2004 e 2011. divididos da seguinte forma: Seção 1 – 5. em razão de atrasos na emissão das faturas pela Imprensa Nacional. Obs. consequentemente. apesar do aumento de 20% no número de atos publicados. Vale notar que em 2011. O gráfico abaixo demonstra que. Primeiramente. evitar a publicação de “anexos” – geralmente extensos –.129 . em 2011. No ano de 2011. o gasto médio caiu 24% em relação ao ano de 2010. houve uma significativa redução no gasto médio da publicação dos atos a partir de 2004.771 Atos. Avisos de Adjudicação e outros. A diminuição dos gastos com a publicação dos atos administrativos tem sido uma preocupação constante da ANEEL. foram tomadas medidas para diminuir o tamanho dos atos e. o gasto individual da publicação de cada um. foi feito um esforço no sentido de retirar os “considerandos”. Seção 3 – 693 Atos. conforme se pode observar na tabela abaixo: Gastos com Publicação dos Atos Administrativos da ANEEL no Diário Oficial da União Fonte: ANEEL .

A diminuição dos gastos foi mais expressiva a partir de outubro de 2011. e para ampliar a divulgação de temas de interesse. Gráfico 19 – Média de Gastos por Publicação Fonte: ANEEL . destacaram-se as 187 publicações eletrônicas do “Compartilhando”. órgãos do Governo.130 . a criação. totalizando 306 edições.Secretaria Geral (SGE) Realizar Ações para Ampliar o Nível de Informação e a Comunicação Interna Dentre as atividades realizadas em 2011. teve apenas 4 edições. Pág. Entre os cadastrados estão empresas e agentes do setor elétrico. de avisos e convocações de interesse do corpo funcional da Agência. além dos acessos diretos por meio da página eletrônica da Agência.5%. alcançando servidores e visitantes que ali transitam. quando a publicação resumida passou a ser praticada. além de cartas e respostas a matérias publicadas de forma incorreta ou nas quais a Agência não teve oportunidade de expor a sua posição. a queda foi de 45. bem como no envio de notas de esclarecimentos. de 139 releases/avisos de pauta para a mídia em geral.02).11) comparada à despesa de dezembro/2011 (R$ 182. Em fevereiro. em substituição ao Boletim Energia foi lançada a Agência de Notícias CLIC ENERGIA. que utiliza a área de circulação entre os blocos I e J da sede da Agência como um espaço de divulgação de informações e cultura. o Boletim Energia. produção gráfica e digital. de uma média de 1. que em 2011 produziu 566 matérias. e afixação de 2 edições do “Corredor Cultural” – canal de comunicação. quando a prática passou a ser plenamente adotada. Em relação à média do gasto até setembro/2011 (R$ 334. O monitoramento de notícias resultou também em edições diárias do clipping. elaboração. O gráfico abaixo indica a trajetória de redução dessa despesa.300 atendimentos a jornalistas. divulgado semanalmente. II – Imprensa No ano de 2011. instituições educacionais e consumidores de energia elétrica. além de jornalistas de diversas mídias em todo o País. com público de 40 mil assinantes por edição. enviadas a todos os servidores da ANEEL.

II – Avaliar o Desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais: A avaliação do desempenho dos Processos / Unidades Organizacionais está demonstrada nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”. Controle Externo – Tribunal de Contas da União (TCU) No período. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA .CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”.Leilão 001/2009 – TC 009/2011 003. III – Atender demandas da Administração e dos órgãos de controle interno e externo: Controle Interno – Controladoria-Geral da União (CGU) As diligências e recomendações emanadas da Controladoria-Geral da União (CGU) e Secretaria Federal de Controle Interno (SFC) foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da ELEKTRO – 008/2011 Exercício 2007 – TC 014. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. REGIMENTAL OU ESTATUTÁRIA. Notas Técnicas Elaboradas .601/2007-0. via internet. onde consta do item 7 – “RELATÓRIO SOBRE AS AUDITORIAS PLANEJADAS E REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA .096/2009-9. com o objetivo de avaliar o andamento dos processos em que a ANEEL é parte interessada ou mencionada. Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 27/1998 .Processos do TCU Nota Técnica AIN nº 003/2011 Assunto Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CEMIG – Exercício 2008 – TC 030.b2) Auditoria Interna I – Planejar as Atividades de Auditoria: O Planejamento Anual das Atividades de Auditoria Interna está demonstrado nos “RELATÓRIOS E PARECERES DE INSTÂNCIAS QUE. a Auditoria Interna emitiu as Notas Técnicas indicadas na tabela abaixo. As providências e ações internas com vistas à adequação dos apontamentos foram registradas em documentos próprios (Planos de Providências) e encaminhadas periodicamente aos mencionados Órgãos de Controle. DEVAM SE PRONUNCIAR SOBRE AS CONTAS OU SOBRE A GESTÃO”. objetivando o consequente desencadeamento de Pág. SEGUNDO PREVISÃO LEGAL. SEGUNDO PREVISÃO LEGAL. Como resultado da análise preliminar do estágio da instrução processual. especialmente no tocante à regulação e à fiscalização dos agentes do setor elétrico.131 .421/2009-7. realiza pesquisas semanais no endereço eletrônico daquele Tribunal. formula-se pedido de vistas.181/2007-7 Acompanhamento do atendimento da IN-TCU nº 43/2002 – Revisão Tarifária da CELG D – 006/2011 Exercício 2009 – TC 009.CONFORME ANEXO II DA DN TCU Nº 117/2011”. em função de suas competências legais. Fonte: ANEEL – Auditoria Interna (AIN) A Auditoria Interna. para conhecimento das avaliações das unidades técnicas e eventuais decisões monocráticas. buscando antecipar-se às decisões do TCU. envolvendo processos do TCU sobre o Acompanhamento de Revisão Tarifária Periódica dos Contratos de Concessão dos Serviços de Distribuição de Energia Elétrica (IN nº 043/2002) e Acompanhamento de Outorgas de Concessões (IN nº 27/1998).

ordinárias e extraordinárias.PARTE A. determinações e recomendações emanadas do TCU foram acompanhadas ao longo do exercício de 2011. a Procuradoria Geral acompanhou cerca de 5.132 . como item 15 deste Relatório – “INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO . Com relação à atividade contenciosa. a PGE exarou 851 pareceres consultivos. IV – Acompanhar as Determinações / Recomendações da Diretoria: Ao longo do exercício. e ainda analisou 881 minutas de resolução. Esta atividade de assessoramento ocorreu também diretamente. Registrase que em 2011 foram apresentadas. b3) Assessoria Jurídica e Representação Judicial No ano de 2011. No exercício de 2011 foram realizados 50 pedidos de vistas a processos do TCU. seja representando a Agência diretamente. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108” – na forma dos Planos de Providências indicando o andamento das ações realizadas para o atendimento das respectivas recomendações e determinações. As ações de encaminhamento e providências adotadas foram devidamente comunicadas ao mencionado Órgão de Controle. emitiu 851 ofícios e 1. a Auditoria Interna acompanhou o atendimento das determinações e recomendações da Diretoria às Unidades Organizacionais.447 memorandos. seja fornecendo subsídios para os demais órgãos de representação da Procuradoria Geral Federal. entre petições. nas 56 Reuniões Públicas de Deliberação da Diretoria Colegiada e participação nas audiências públicas realizadas ao longo do ano. mais de 190 peças judiciais às diversas instâncias do Poder Judiciário. para subsidiar as decisões da Diretoria e das Superintendências. ITEM 15. desde a 1ª instância até o Supremo Tribunal Federal.500 processos em todo o Brasil. contestações e recursos. mediante a manifestação quanto à legalidade de atos e procedimentos administrativos em reuniões internas. decorrentes da análise dos processos submetidos às Reuniões Públicas e Administrativas. Pág. As informações sobre as providências adotadas para atender às deliberações exaradas em acórdãos do TCU ou em relatórios de auditoria do Órgão de Controle Interno (CGU) integram a Prestação de Contas Anual. As diligências.ações internas à ANEEL aplicáveis a cada caso.

00 % C/A 19. Público-Alvo A sociedade brasileira.63 19.00 27. Pág. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta.Publicidade de Utilidade Pública – Ação 4641 Finalidade Informar. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário.00 200. orientar.3.133 .419.00% Fonte: ANEEL .2.70 14. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Publicidade Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 300.065. prevenir ou alertar a população ou segmento da população para adotar comportamentos que lhe tragam benefícios sociais reais.00 Limite Autorizado B 231.903.05 28.00 27. visando melhorar a sua qualidade de vida.60% % C/B 25. podendo também ser implementada de forma descentralizada.70 19.29% 9.000. supervisão e classificação das informações de interesse do governo a serem veiculadas.200. por meio de convênios com Agências Reguladoras Estaduais. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.903.18% 100.399. a ANEEL procura realizar campanhas de rádio e peças publicitárias e distribuir publicações que levem informações à sociedade. Descrição dos Processos Coordenação. avisar.7 .00 Orçamento Realizado Pago D 57.00 210.000. voltadas para a publicidade de utilidade pública.09% 98.400. utilizando-se pessoal próprio e contratação de serviços.2.Valores em reais.000.00 Empenhado C 58.200. bem como a realização de pesquisas de opinião.36% 13. de forma a expandir seus conhecimentos sobre o setor elétrico e levá-la a conhecer os meios de atuação para assegurar seus direitos e deveres.105. No âmbito desta ação. quando necessário. campanhas e ações publicitárias das ações governamentais.

que compõem o Kit de vídeos produzidos pela ANEEL. foi contratada a produção de 60 spots de áudio do Programa “Energia do Dia-a-Dia”.PUP 200. Foram revisados os conteúdos e produzidas ilustrações para as cartilhas que compõem o Kit do Programa “Energia do Dia-a-Dia”.00 aprovada para a ação.Gráfico 20 . A Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Publicidade de Utilidade Pública a dotação de R$ 200.Execução Orçamentária: Ação Publicidade Execução Orçamentária . Pág.0 200 Valores em R$ mil 100 0 LOA + CRÉDITOS 19.00 autorizado para empenho representou 9.60% da dotação aprovada.200 cópias da matriz contendo os spots de áudio para distribuir às rádios comunitárias do país.2 19. Esse limite foi integralmente empenhado.60% da dotação de R$ 200. a partir de roteiro confeccionado pela Agência. O limite de R$ 19. Foi realizada. foram revisados para a posterior distribuição às escolas públicas de ensino fundamental do país. Os vídeos “Caminhos da Energia” e “Turminha Eletro em Uso Eficiente de Energia Elétrica”. correspondendo à execução de 100% do limite e 9.000. Foram reproduzidas 1. Não foram abertos créditos para esta ação.200.00. ainda. pesquisa de conteúdo e criação de textos para a produção do Almanaque Elétrico e produzido o conteúdo para a cartilha sobre a Tarifa Social. Diversas despesas foram contidas em decorrência do limite global para movimentação e empenho estabelecido.2 14.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Em 2011.134 .000.

Tem entre seus objetivos: estimular a busca pelo autodesenvolvimento entre os servidores.995.703.504.266. a partir da oferta de ações de treinamento. dos índices de satisfação pelos serviços prestados à sociedade e do crescimento profissional do servidor. por meio da contratação de serviços de capacitação.000. Público-Alvo Servidores da Agência. por meio do mapeamento das competências essenciais necessárias para o desempenho das atribuições dos servidores da ANEEL.460.161.135 . Descrição dos Processos A ação Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação envolve despesas relacionadas à contratação de instrutores (pessoas físicas e jurídicas) para realização de eventos internos. contribuindo para o incremento dos níveis de qualidade e produtividade organizacionais.56 1. A Política de Capacitação da ANEEL busca oferecer ao servidor oportunidades de desenvolver e aprimorar competências e conhecimentos essenciais para o desempenho das suas atribuições.373. construídos a partir do levantamento de necessidades realizado.81% % C/B 95. atendendo às necessidades institucionais da ANEEL. e (4) Desenvolvimento Gerencial.000.8 .591.52% 96.00 2. conscientizar e estimular o reconhecimento do papel do servidor como agente público a serviço da sociedade.12 1.000. incluindo gastos com passagens.40 2.00 3.Ação 4572 Finalidade Promover a qualificação e a requalificação de pessoal com vistas à melhoria continuada dos processos de trabalho.496.243.304. inscrição de servidores para participação em eventos externos.3.500.35% 100. Formas de Implementação A ação é implementada de forma direta. As ações são executadas em consonância com o Plano Anual de Capacitação. (3) Pós-Graduação. em consonância com os objetivos da ANEEL.941.34 2.Valores em reais. diárias.00 Empenhado C 2. desenvolvimento e educação.00 Limite Autorizado B 2.907.266. incluindo às necessidades gerenciais daqueles que ocupam cargos de liderança.995.046.51% 83.00 2.93 1. Pág.752.00 % C/A 90. (2) Capacitação no Exterior.304. que contempla os programas específicos de (1) Formação e Aperfeiçoamento.23% 79. hospedagens e outras despesas relacionadas à capacitação de pessoal.2.2.986. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Capacitação Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 2.Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação . específicas de cada Unidade Organizacional e individuais do servidor.819.00 Orçamento Realizado Pago D 1.00% Fonte: ANEEL .

995.000 2.907.3 1.Execução Orçamentária: Ação Capacitação Execução Orçamentária .995.3 1.Valores em milhares de reais.Execução da Meta Física: Ação Capacitação Execução da Meta Física .00% 99.136 .000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 1.Capacitação 2.00% 99.8 Fonte: ANEEL .0 Valores em R$ mil 3.Gráfico 21 .72% % Execução em relação à meta ajustada C/B 78.72% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL.Capacitação Servidor Capacitado Unidade 1000 500 0 702 700 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág. Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Capacitação Produto: Servidor Capacitado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 686 633 702 686 633 702 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 538 595 700 % Execução em relação à LOA C/A 78.000 1.43% 94.43% 94.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Gráfico 22 .500.

bem como à divulgação de novo edital de Incentivo Educacional. ao início de turmas de formação e aperfeiçoamento na competência comunicação. pode-se considerar o resultado bom. demonstradas gráfico a seguir. totaliza 416 ações.9% no Incentivo Educacional – Graduação.1% em Outras categorias.5% em Cursos Abertos.137 . que corresponde ao percentual de 99.8% em Pós-Graduação e de 0. Assim. O aumento do número de ações realizadas entre os meses de agosto e novembro se deve ao ingresso de novos servidores. Gráfico 23 – Ações de Capacitação Realizadas Fonte: ANEEL. a meta física prevista na LOA era de 702 servidores capacitados e a meta alcançada foi de 700.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Dos cursos realizados.0% em Cursos Fechados ou Internos. O número total de ações de Capacitação realizadas. pois a meta foi praticamente alcançada. de 2. de 1. de 29. conforme demonstra o gráfico a seguir: Pág.7% no Incentivo Educacional – Idiomas. a participação dos servidores foi de 61. de 4.72%.

700 servidores participaram de pelo menos uma ação de capacitação em 2011. indicando que nesse período a maioria dos servidores já havia participado de pelo menos uma capacitação. considerada apenas a primeira participação do servidor em ação de capacitação.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Em um total de 2. A média de participações chegou a 3.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Pág.Gráfico 24 – Tipos de Cursos Realizados x Participações Percentuais % Participações por Tipos de Cursos Oferecidos Abertos 29% Incentivo Graduação Incentivo Idiomas 2% 5% Pós -Graduação 3% Outros 0. Essas quantidades decrescem ao final do ano.138 . O gráfico a seguir demonstra a quantidade de servidores capacitados mensalmente.644 participações.1% Fechados 61% Fonte: ANEEL. Gráfico 25 – Servidores Capacitados por Mês 1ª Participação do Servidor em Curso 140 120 100 80 49 136 134 105 88 102 60 40 20 0 36 17 15 10 3 5 12 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Fonte: ANEEL.78 participações por servidor capacitado.

por meio de crédito suplementar aberto em favor da Ação Ouvidoria em 17/06/2011. Quanto à meta de carga horária mínima. Quanto à execução orçamentária.000.69 horas de capacitação por servidor.00.500. Durante o ano de 2011.81% da dotação aprovada e representando um investimento médio por servidor capacitado de R$ 2. verifica-se que as metas físicas foram alcançadas e a participação dos servidores foi elevada.00. correspondendo à execução de 79.000.304. dividido pelo número de servidores capacitados (700). restando para a Capacitação o total de 2.985. Pág.81% da dotação de R$ 2. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 500. que foi acima da esperada. 75. Este número. pretendeu-se que 70% do quadro de servidores alcançassem pelo menos 30 horas de capacitação acumuladas no exercício.850. inclusive no que se refere à meta de carga horária por servidor.139 .00 (LOA + Créditos). cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Capacitação a dotação de R$ 3.000.000.14 horas.Superintendência de Recursos Humanos (SRH) Por fim. resulta em uma carga horária média de 95.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).A carga horária anual total das capacitações realizadas foi de 66. conforme demonstra o gráfico abaixo: Gráfico 26 – Carga Horária por Servidor x Participações Percentuais Carga horária por servidor < 10 horas 6% < 10 e < 20 horas 9% < 20 e < 30 horas 9% > 30 horas 76% Fonte: ANEEL.00 autorizado para empenho representou 79. Esse valor limite foi integralmente empenhado. O limite de R$ 1.000.9% do quadro chegaram a esse número horas.995.500.43.

14% 99.36 823.050.4 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.00 Empenhado C 771.140 .3 930.74% Gráfico 27 . Público-Alvo Servidores ativos e inativos da Agência e seus dependentes e pensionistas. Empregados e seus Dependentes Ação 2004 Finalidade Proporcionar aos servidores ativos.14% 99.274.74% % C/B 75. A concessão desse benefício é realizada por meio da contratação de empresas prestadoras de serviços de assistência médico-hospitalar e odontológica com fundamento na Portaria SRH/MP n° 05 de 11/10/2010 e na Portaria Conjunta SRH/SOF/MP n° 1. Formas de Implementação Implementação direta. seus dependentes e pensionistas da ANEEL.Assistência Médica e Odontológica aos Servidores.802.00 Limite Autorizado B 1. seus dependentes e pensionistas as condições necessárias para manutenção da saúde física e mental.336.2.567.21 886.3 927.Assistência Médica e Odontológica 1200 Valores em R$ mil 800 400 0 LOA + CRÉDITOS 930.2.336.88 927. Descrição dos Processos Esta ação consiste na concessão do benefício de assistência à saúde suplementar (médico-hospitalar e odontológica) aos servidores ativos e inativos. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica e Odontológica Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 1.00 930.00 1.00% 81.Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução Orçamentária .802.028.00% 81. inativos.9 .357.465.014.00 1.3.032.20 808.9 886.00 Orçamento Realizado Pago D 731.274.892.00 930.014. de 29/12/2009.028.00 % C/A 75.

174 847 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 1.000.74% do limite orçamentário.98% 79. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 52. e de R$ 30.88% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 28 .Execução da Meta Física: Ação Assistência Médica e Odontológica Execução da Meta Física .274.367 935 1. definida em 2010. R$ 50.117 % Execução em relação à LOA C/A 66. tendo sido beneficiadas 1. a execução física foi superior à planejada. publicado em 21/10/2011. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 930. Durante o exercício de 2011. juntamente com seus dependentes. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.88% da meta prevista na LOA.117 EXECUTADO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.274. A meta física programada consistia em 847 pessoas beneficiadas. que corresponde a 131. Por se tratar de despesa obrigatória.141 . correspondendo à execução de 99.88% % Execução em relação à meta ajustada C/B 66. Pág.00.13. Quanto à execução orçamentária.00.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Médica e Odontológica Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2. ampliaram a quantidade de beneficiários da ação.00. houve execução física de 131.64% 131. Os créditos suplementares totalizaram R$ 132. que aderiram aos planos de saúde e odontológico contratados pela Agência e.174 847 2. publicado em 27/06/2011.Assistência Médica e Odontológica Pessoa Beneficiada Unidade 2000 1000 0 LOA 847 1. ingressaram na ANEEL 132 novos servidores de nível superior. foram empenhados R$ 927.891. Deste limite. por meio do Decreto de 20/10/2011. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 798. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).000.041 1.98% 79.041 1.000.64% 131.000. por meio do Decreto de 15/12/2011.00.00.88% da meta programada. Visto que essas novas adesões não haviam sido consideradas no cálculo da meta física.117 no ano.

00 78.66 75.Assistência Pré-escolar 92.041.892.331. a partir de requerimento do servidor.00 78. com lançamento do respectivo valor em folha de pagamento.Ação 2010 Finalidade Oferecer aos servidores. 3º do Decreto nº 977/1993. condições adequadas de atendimento aos seus dependentes.783.00 92. durante a jornada de trabalho.353. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Pré-Escolar Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL LOA + Créditos A 71.353.66 75. com idade de zero a cinco anos.00 Empenhado C 66.14% % C/B 93.00 % C/A 93.0 100 80 60 40 20 0 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Valores em R$ mil 92.3 90.00 92.Execução Orçamentária: Ação Assistência Pré-Escolar Execução Orçamentária .07% 95.758.97 90.14% Gráfico 29 .3 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL Pág.041.892.2. Público-Alvo Dependentes dos servidores da Agência. O benefício é pago no contracheque dos servidores.00 Limite Autorizado B 71.3.783.07% 95.00 Orçamento Realizado Pago D 66.52% 98.52% 98.10 .97 90. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de assistência pré-escolar aos servidores da ANEEL que possuem filhos de 0 a 5 anos de idade. Formas de Implementação Implementação direta. conforme art.142 .Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados .331. Este benefício é pago mensalmente.758.0 90.2.

bem como em razão do nascimento de novos dependentes no período pós-elaboração da proposta orçamentária de 2011.73% 118. A meta física programada consistia em 62 crianças atendidas.00.961.00. A execução da meta física foi superior à programada em decorrência do ingresso de 132 novos servidores de nível superior nos quadros da Agência.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.55% % Execução em relação à meta ajustada C/B 136.33% 143. Quanto à execução orçamentária. Deste limite.00. publicado em 27/06/2011.080. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 15. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 92.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Assistência Pré-Escolar Produto: Criança Atendida Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 49 60 62 49 60 62 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 67 71 89 % Execução em relação à LOA C/A 136. R$ 4.00. foram empenhados R$ 90.73% 118.14% do limite orçamentário.Execução da Meta Física: Ação Assistência Pré-Escolar Execução da Meta Física . publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).080.00.55% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 30 . tendo sido beneficiadas 89 no ano. correspondendo à execução de 98. houve execução física de 143.143 .55% da meta prevista na LOA.55% da meta programada. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 70. publicado em 21/10/2011.00.000. Os créditos suplementares totalizaram R$ 21.33% 143. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. por meio do Decreto de 15/12/2011. Pág. Por se tratar de despesa obrigatória.041.Assistência pré-escolar 89 100 Criança Atendida Unidade 62 50 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores.331. e R$ 2. que corresponde a 143. por meio do Decreto de 20/10/2011.000.

00 122.165-36.2 LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Pág.11 .152.34 40.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Transporte Execução Orçamentária .Auxílio-transporte 50 Valores em R$ mil 48 46 44 42 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL 48.Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados . pela União.418/1985 e suas alterações.00 62. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Transporte Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 122. de 23/08/2001 (vigente). e a Medida Provisória nº 2. em pecúnia. destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo municipal.11 45.743.229. Descrição dos Processos Esta ação consiste no pagamento de auxílio-transporte aos servidores da ANEEL. de acordo com com a Lei n° 7.85% Gráfico 31 .144 . nos deslocamentos de suas residências para o local de trabalho.192.098. Formas de Implementação Implementação direta. intermunicipal ou interestadual.00 29.3. nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice-versa.2. Público-Alvo Servidores ativos da Agência.00 48.2.00 Empenhado C 36.152.2 45.725.743.92% 64.2 48.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 36. é pago mensalmente.85% % C/B 29. Este direito. no contracheque do servidor ativo.52% 93.00 48.00 62.34 40. o Decreto nº 2.098. de natureza jurídica indenizatória.52% 93. de natureza jurídica indenizatória.11 45.880/1998.Ação 2011 Finalidade Efetivar o pagamento de auxílio-transporte em pecúnia. Pagamento. sob a forma de pecúnia.2 45. sendo destinado ao custeio parcial das despesas realizadas com transporte coletivo pelos servidores.229.92% 64.725.192.

33% Ano 2009 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 32 . observa-se que. Por se tratar de despesa obrigatória.33% da meta prevista na LOA. os créditos totalizaram um acréscimo líquido de R$ 16. A meta física programada consistia em 15 servidores beneficiados. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos: suplementação de R$ 21.00.85% do limite orçamentário.00. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação.33% % Execução em relação à meta ajustada C/B 50.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Transporte Execução da Meta Física . Ainda assim. o que tornaria o benefício desvantajoso para muitos.33% da meta programada.145 . Quanto à execução orçamentária. foram empenhados R$ 45. publicado em 27/06/2011.50% 75.000. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 32. por meio do Decreto de 24/06/2011.192.50% 75.000.192. tendo sido beneficiados 47 no ano.00. houve uma redução na execução física desta ação em relação ao ano anterior. o que não se concretizou plenamente.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Transporte Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 101 101 78 15 78 15 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 51 59 47 % Execução em relação à LOA C/A 50.64% 313. por meio do Decreto de 15/12/2011.000. Pág. O aumento da remuneração implicaria o aumento da cota-parte do servidor. a partir de novembro/2010.00. mesmo com o crescimento do quadro de pessoal.00. A meta física executada foi superior à programada por ter sido estimada uma significativa redução no número de beneficiários.229. Deste limite. houve execução física de 313. e cancelamento de R$ 5.00. que corresponde a 313.64% 313. em virtude de progressão e promoção na carreira. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).Auxílio-transporte 47 Servidor Beneficiado Unidade 60 40 20 0 LOA EXECUTADO 15 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. Considerados a suplementação e o cancelamento. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 48. correspondendo à execução de 93.

184.148.Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados .400 1.000 2.527.12 .361.06% 78.421.361.114.361.879. ticket-alimentação / refeição ou manutenção de refeitório. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Auxílio-Alimentação Orçamento Programado Ano 2009 2010 LOA + Créditos A 1.18 2.879.9 2.12% 97. de 1997.2.Ação 2012 Finalidade Conceder o auxílio-alimentação.00 2.114. sob forma de pecúnia.492.00 Orçamento Realizado Pago D 1.88 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Pág.715.Execução Orçamentária: Ação Auxílio-Alimentação Execução Orçamentária .00 Limite Autorizado B 1.114.00 Fonte: ANEEL Gráfico 33 .A relação entre a meta física e a execução orçamentária desta ação sofre interferência da variação do valor das passagens.33 2.1 2.159.421.146 . Formas de Implementação Implementação direta.12% 97.715.1 2.148.121.121. O benefício é pago diretamente nos contracheques.276.Auxílio-alimentação Valores em R$ mil 3.276.421.159.55% % C/B 94.184.361. Público-Alvo Servidores da Agência.55% 2011 2.421.06% 78. de acordo com a Lei nº 9.114. do auxílio-alimentação. ou servidores ou empregados em exercício na Agência.33 2. em caráter indenizatório e sob forma de pecúnia. pago mensalmente aos servidores ativos na proporção dos dias trabalhados.18 2. conforme os deslocamentos e a distância entre o trabalho e a residência do servidor.00 2.00 % C/A 94.492.00 2. pago na proporção dos dias trabalhados e custeado com recursos do órgão ou entidade de lotação ou exercício do servidor ou empregado. aquisição de vale. 2.800 2.3.00 Empenhado C 1. Descrição dos Processos Consiste na concessão.

tendo sido beneficiados 693 no ano.00 por meio do Decreto de 24/06/2011.00. R$ 54. houve execução física de 82. publicado em 27/06/2011.30% 82. sofreu os seguintes cancelamentos: R$ 88.50% % Execução em relação à meta ajustada C/B 90.Auxílio-alimentação Servidor Beneficiado Unidade 840 1000 500 0 LOA Fonte: ANEEL EXECUTADO 693 Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstram as tabelas anteriores. a qual. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 2. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). Deste limite. e R$ 500. que corresponde a 82.361.97% 91.147 .00. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. Por se tratar de despesa obrigatória.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Auxílio-Alimentação Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 609 609 2010 609 609 2011 840 840 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 554 556 693 % Execução em relação à LOA C/A 90. Foi projetado o quantitativo de 840 servidores beneficiados. em razão das re-estimativas de execução da despesa.50% da meta programada.50% da meta prevista na LOA.00.00. por meio do Decreto de 15/12/2011.55% do limite orçamentário.148.421.50% Gráfico 34 . A meta física programada consistia em 840 servidores beneficiados.97% 91. por meio do Decreto de 20/10/2011. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 3. publicado em 21/10/2011.000.000. Pág. foram empenhados R$ 2. para a hipótese de autorização de nomeação de excedentes. além de uma previsão de ocupação de 13 cargos comissionados. Como não houve autorização para excedentes. considerando o número de beneficiários em março de 2010 (548) acrescido do número de vagas aprovadas para o concurso público (186) e de um quantitativo de 50% a mais (93).00.879.000.Execução da Meta Física: Ação Auxílio-Alimentação Execução da Meta Física . a meta física realizada ficou em 693 beneficiários. Os créditos cancelados totalizaram R$ 642.30% 82.00.000.063. correspondendo à execução de 97.148. Quanto à execução orçamentária.

9 Pág.887.Assistência Médica Exames Periódicos 34. Descrição dos Processos Realização dos exames médicos periódicos dos servidores e empregados da administração pública federal direta.00% % C/B 100. Público-Alvo Servidores da Agência.9 40 Valores em R$ mil 20 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 34.9 34.00% 2010 2011 Fonte: ANEEL Gráfico 35 .00 34.A execução orçamentária inferior à programada na LOA explica-se.140.3. autárquica e fundacional. não apenas pelo número de beneficiários ter sido inferior ao previsto.00 Orçamento Realizado Pago D 11.9 11.Execução Orçamentária: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Execução Orçamentária .00 76. Metas Orçamentárias e Físicas Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Assistência Médica – Exames Periódicos Orçamento Programado Ano 2009 LOA + Créditos A 9.773. Formas de Implementação Implementação direta.00 Empenhado C 34.926.00 Limite Autorizado B 76.Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos – Ação 20CW Finalidade Proporcionar aos servidores e empregados condições pra manutenção da saúde física e mental.13 .773. mas também pelo fato de o ingresso dos novos servidores ter ocorrido somente a partir de junho de 2011.887.887. 2.2.00 % C/A 100.00 34.148 .

61% da meta programada. tendo sido beneficiados 223 no ano.740.37%). cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 106.61% Gráfico 36 . 45 (16.00.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Exames Periódicos Produto: Servidor Beneficiado Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada Ano LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2009 2010 427 427 2011 593 593 Fonte: ANEEL Meta Física Executada Executada (Unidades) C 223 % Execução em relação à LOA C/A 37.55%) foram recusadas.Exames Periódicos 593 Servidor beneficiado Unidade 600 400 200 0 LOA EXECUTADO 223 Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados Conforme demonstram as tabelas anteriores.Assistência médica .00. A meta física programada consistia em 593 servidores beneficiados.853. correspondendo à execução de 100. bem como da dotação final (LOA + Créditos).00 por meio do Decreto de 15/12/2011.09%) foram concluídas. sendo que.Execução da Meta Física: Ação Exames Periódicos Execução da Meta Física .61% % Execução em relação à meta ajustada C/B 37.36%) tiveram os seus prazos de conclusão prorrogados para o ano seguinte. Por se tratar de despesa obrigatória. foi possível realizar apenas 275 (46. devido a impedimentos previstos na legislação. que foi integralmente empenhada. sofreu cancelamento de R$ 71. do total de 593 convocações para realização dos exames previstas para o ano.149 . Assim.00% do limite orçamentário. destas: 223 (81. A realização de exames médicos periódicos em de 223 servidores foi inferior à programada em razão de atraso no processo licitatório para contratação dos serviços de realização dos Exames Médicos Periódicos. e 7 (2. contratação esta que somente foi concretizada em Julho de 2011. em razão das re-estimativas de execução da despesa. Quanto à execução orçamentária. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 34.61% da meta prevista na LOA. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU). que corresponde a 37. Pág. que posteriormente.887. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. houve execução física de 37.

10 % C/A 75. persianas e filmes de proteção solar. dentre outros. Descrição dos Processos Foram previstos os seguintes serviços/obras nos módulos “H”.694.347. reforma dos banheiros e dos elevadores.150 .85 7.801.58 1. “I” e “J” do edifício-sede: adequação do layout. Valores em reais.386.102. troca de revestimentos e pisos.55% % C/B 90.Reforma do Edifício Sede da ANEEL – Ação 1H03 Finalidade O objetivo desta ação é reformar as instalações físicas da sede da agência para oferecer condições de infraestrutura adequada aos servidores e usuários da ANEEL.3. além da execução física inferior à programada.66% 46. conforme previsto na Portaria Normativa SRH/MP n° 4/2009. 2. tais como: substituição/instalação de vidros. implantação de equipamentos de segurança e de prevenção de incêndio.951.428. impermeabilização da cobertura. hidráulicas e de refrigeração.694.694.302.18% 100% Fonte: ANEEL.98 7.55% 0. Pág. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram o desempenho orçamentário e físico da ação.549.284. adaptação de espaço para refeitório.581.10 Orçamento Realizado Pago D 315. também dos 223 servidores que concluíram o exame.68%).14 .00 1.00 3. 17 (7.000.46 523. Formas de Implementação As atividades da ação são implementadas de forma direta.92 7.048. remanejamento de divisórias.611.62%) não utilizaram os recursos disponíveis no orçamento. A Ação engloba a elaboração dos projetos e a sua execução.10 Empenhado C 2.00 Limite Autorizado B 3. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Reforma Orçamento Programado Ano 2009 2010 2011 LOA + Créditos A 3. reforma das instalações elétricas.79% 98.2. Dessa forma. visto que. pintura de partes da edificação. Isso ocorreu devido à utilização de exames feitos anteriormente que ainda estavam no período de validade. Público-Alvo Usuários da infraestrutura predial da ANEEL.77 1.998.O valor da despesa realizada foi inferior à programada na LOA (32. a execução da despesa corresponde à utilização dos recursos orçamentários por 206 servidores.962. por meio da contratação de empresas especializadas para cada item da reforma.398.

7 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL .65 27. Meta Física Programada X Meta Física Executada: Ação Reforma Produto: Área reformada (% de execução física) Meta Física Programada Meta Física Executada Meta Física LOA Meta Física Ajustada – % Execução em Executada (% de % Execução em Ano (% de execução Plano Gerencial relação à meta execução física) relação à LOA física ) (% de execução física ) ajustada A B C C/A C/B 2009 31 31 8.7 0 7.03% 0.Execução Orçamentária: Ação Reforma Execução Orçamentária .90% 27.1 7.Valores em milhares de reais.45 58.000 1.Reforma Valores em R$ mil 2.151 .000 1386.Gráfico 37 .01 0.7 7.Reforma 37 Percentual de execução física 40 20 0 LOA EXECUTADO 0.90% 2010 33 33 19.94% 2011 37 37 0.03% Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Gráfico 38 .01 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág.Execução da Meta Física: Ação Reforma Execução da Meta Física .94% 58.

via SIAFI.730.00 por meio de crédito suplementar aberto em favor da ação Ouvidoria em 17/06/2011. A pequena execução no valor de R$ 7.887. Assim. ocorreu nos itens “Substituir Persianas”. já que não existia qualquer espaço ocioso no edifício que pudesse abrigar os servidores eventualmente desalojados do bloco J. de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do artigo 8º da Lei nº 10. O limite de R$ 7. cancelou-se o valor de R$ 903. foi também prejudicada tendo em vista que seria necessário desocupar parte do bloco J e alocar servidores em um espaço alugado.000. de 2004. de 01/03/2011. não foi possível executar a reforma da infraestrutura elétrica. por meio de transferência intraorçamentária. Desse limite.694.00 (LOA + Créditos). 2.694. utilizando sempre a Modalidade de Aplicação 91.102. de suas Autarquias e Fundações para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais na forma do art. o percentual de execução física da reforma realizado no ano de 2011 foi irrisório em relação ao percentual programado.386.102.15 . tornou-se necessária a ampliação da execução do projeto da Ação Reforma por mais dois anos. da qual foi posteriormente cancelado o valor de R$ 2. Pág. Como o Decreto supracitado também vedou a locação de imóveis.386. “Substituir Vidros” e “Adequar layout das unidades organizacionais da ANEEL”.2. contratada no final do exercício de 2010.Contribuição da União. foram empenhados R$ 7. 8º da Lei nº 10.00 aprovada para a ação (LOA + Créditos).00. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais – Ação 09HB Finalidade Assegurar o pagamento da contribuição da União.31 que havia sido inscrito em Restos a Pagar em 2010 para execução da reforma elétrica. Descrição Pagamento da contribuição da União. que em seu art. foi incluída a ação de Reforma no PPA 20122015. cumpre informar que a Lei Orçamentária Anual aprovou para a Ação Reforma a dotação de R$ 4.887. ocorrida antes da edição do decreto. Em razão do decreto e da baixa execução em 2011. 5º vedou a realização de reformas em bens imóveis no decorrer do exercício. de modo a evitar dupla contagem de receitas no âmbito dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União.898.152 . Essa baixa execução decorre do Decreto n° 7.003.10 correspondendo à execução de 100% do limite e 0.55% da dotação aprovada. Público-Alvo Servidores públicos federais titulares de cargo efetivo.17.10 autorizado para empenho representou 0.55% da dotação de R$ 1. de 2004. Desta forma. Forma de Implementação A ação é implementada de forma direta. A execução da reforma da infraestrutura elétrica.616.694. Quanto à execução orçamentária. restando para a Reforma a dotação final de R$ 1.Avaliação dos Resultados da Ação Conforme demonstra o quadro anterior.446/2011.3. abrangendo os anos de 2012 e 2013.

por meio do Decreto de 15/12/2011.85% 17.Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.277. publicado em 25/08/2011.427. por meio do Decreto de 24/08/2011.00.000.277.969. A execução orçamentária foi superior ao valor programado na LOA.578.00.00. por meio do Decreto de 20/10/2011.578.00 97.9 Valores em R$ mil 20000 10000 0 LOA + CRÉDITOS LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO Fonte: ANEEL Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ R$ 13. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 17.765. publicado em 21/10/2011.010.456.Execução Orçamentária: Ação Contribuição para o PSSS Execução Orçamentária .00 2010 14.578.969.00.00 17.887.9 17.578.456. de 2004.57% 97.523.195.456.969.700.00 2011 17.00 14.57% 14.6 17.000.591.00 Fonte: ANEEL . O custeio (parte patronal) do regime de previdência dos servidores efetivos da ANEEL foi processado regularmente durante o exercício.00. e R$ 600.15% % C/B 94. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 1. Os créditos suplementares totalizaram R$ 4.195.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 13. 8º da Lei nº 10.6 17.Valores em reais. publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).591. Ano Empenhado C 13.15% Gráfico 39 .85% 97.700.249.32 17.000.04 94.890.32 97.04 14.Contibuição para o PSSS 17.249.427. em conformidade com art.153 .969. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição para o PSSS Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 2009 14. R$ 1.969.890.456. O quadro e o gráfico a seguir demonstram o desempenho orçamentário. devido ao ingresso de novos servidores oriundos do Concurso Público realizado em 2010. Pág.000.969.010.765.00 14.523.000.00.

725.388.00 Fonte: ANEEL .725.7 217.51% 199.0 217.965.93% % C/B 92. Cabe.737.73% 95. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Ano 2009 Orçamento Programado LOA + Créditos Limite Autorizado A B 187.737. Público-Alvo Servidores públicos federais inativos e pensionistas.69 217.388.00 200.69 217. Gráfico 40 .Previdência de Inativos e Pensionistas da União não é de gestão da ANEEL.00 187.1 .3.00 Orçamento Realizado Pago % D C/A 173.284.3 Ação do Programa 0089 – Previdência de Inativos e Pensionistas da União O Programa 0089 .Execução Orçamentária: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução Orçamentária .84 199.00 226. a ação padronizada abaixo.51% 99.3. Metas Orçamentárias e Físicas Os quadros e os gráficos a seguir demonstram os desempenhos orçamentário e físico da ação.344.0 227.284.965.93% 2010 200.344. Formas de Implementação Implementação direta.Pagamento de Inativos 300 Valores em R$ mil 200 100 0 LOA + CRÉDITOS Fonte: ANEEL LIMITE AUTORIZADO EMPENHADO PAGO 227.73% 95. porém.2.00 2011 226.84 92.154 .Valores em reais. à Agência.00 Empenhado C 173.00 99. no âmbito de sua atuação.3. Descrição Consiste no pagamento de aposentadorias a servidores inativos da Agência.Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis – Ação 0181 Finalidade Assegurar os benefícios previdenciários legalmente estabelecidos aos servidores inativos da União e pensionistas.7 Pág. 2.

00.Pagamento de Inativos 3 Pessoa Beneficiada 2 3 2 1 0 LOA EXECUTADO Fonte: ANEEL . Pág.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). o quadro e o gráfico acima mantêm as demonstrações na forma dos anos anteriores.Meta Física Programada x Meta Física Executada: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Produto: Pessoa Beneficiada Meta Física Programada Meta Física Meta Física Ajustada LOA – Plano Gerencial (Unidades) (Unidades) A B 2 2 2 2 Meta Física Executada Executada (Unidades) C 2 2 % Execução em relação à LOA C/A 100% 100% 150% % Execução em relação à meta ajustada C/B 100% 100% 100% Ano 2009 2010 2011 2 3 3 Fonte: ANEEL . Isto implicou aumento da folha de pagamento das aposentadorias e necessidade de crédito suplementar. A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 197. as LOAs estabeleciam para esta ação o produto “Pessoa beneficiada” e fixavam a meta física anual. considerando como metas físicas as quantidades de beneficiários programadas no Plano Gerencial da ANEEL. o primeiro servidor do quadro efetivo da ANEEL a se aposentar.000.00 por meio do Decreto publicado em 25/08/2011.00.00. que foi posteriormente acrescida dos seguintes créditos suplementares: R$ 19. Por se tratar de despesa obrigatória. resultando na dotação final (LOA + Créditos) de R$ 226. a composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrangia apenas 2 (dois) servidores aposentados. Em setembro 2011.965. Deste limite. No início do ano. OBS. A LOA 2011 não estabeleceu produto nem fixou meta física para esta ação. o limite autorizado corresponde à totalidade da dotação. Os créditos suplementares totalizaram R$ 29.000. e que por isso pertenciam ao quadro específico da ANEEL.155 . e R$ 10. Apesar disso.Execução da Meta Física: Ação Pagamento de Aposentadorias e Pensões Execução da Meta Física .000.: Até 2010. houve a aposentadoria de 1 (um) Especialista em Regulação. foram empenhados R$ 217. correspondendo à execução de 95. anteriormente redistribuídos para a Agência.93% do limite orçamentário e da dotação final (LOA + Créditos).725. Gráfico 41 . Avaliação dos Resultados A folha de pagamento dos servidores inativos foi processada regularmente durante todo o exercício.00.00.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). por meio do Decreto publicado em 15/12/2011 (Edição Extra do DOU).965.

708.4.00 destinaram-se ao pagamento do precatório propriamente dito.00.708.4 Ações do Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais O Programa 0901 – Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais não é de gestão da ANEEL. Deste valor.00% Fonte: ANEEL . O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário. Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 36. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Cumprimento de Sentença Judicial (Precatórios) Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 36.00 Limite Autorizado B 36. porém.00 Empenhado C 0.00% % C/B 0.00. no exercício de 2011.1 .156 . Pág.00 Orçamento Realizado Pago D 0. Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência.2. 2. Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032). autarquias e fundações públicas.3. onde foi integralmente empenhado. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao tribunal responsável pelo pagamento. e R$ 4. autarquias e fundações públicas em razão de sentença judicial transitada em julgado. objeto desta ação orçamentária. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais. no âmbito de sua atuação. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física.00 em favor do TRT 10ª Região. os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao tribunal responsável pelo pagamento. as ações padronizadas apresentadas a seguir. Autarquias e Fundações Públicas – Ação 0005 Finalidade Proporcionar o pagamento de precatórios devidos pela União. Coube. à Agência.Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União.3. tratada no subitem seguinte. Foi realizado destaque no valor total de R$ 41.845.708. incluídas no Orçamento da Agência.00 % C/A 0. R$ 36. por não ter sido empenhado nesta UJ.708. que teve por finalidade possibilitar o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório). Descrição do Processo Pagamento de sentenças judiciais transitadas em julgado (precatórios) devidas pela União. Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL.553. referente a despesa de pessoal. Embora constem do orçamento da UJ.Valores em reais.

Este valor foi integral e automaticamente concedido (descentralizado) ao TRT 10ª Região (UG 090032).157 . Descrição do Processo Pagamento da contribuição patronal para o regime de previdência dos servidores públicos federais. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.Contribuição da União. Pág.2 . Este valor não está incluído nos valores empenhados e pagos pela ANEEL. Formas de Implementação Descentralização de créditos ao Tribunal responsável pelo pagamento. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais decorrente do Pagamento de Precatórios e Requisições de Pequeno Valor – Ação 00G5 Finalidade Alocar recursos orçamentários para fazer face ao pagamento da contribuição patronal relativa ao recolhimento da Contribuição da União. Limite Autorizado B 4.00 Fonte: ANEEL . Público-Alvo Servidores e ex-servidores da Agência. Metas Orçamentárias e Físicas A ação não possui meta física. onde foi integralmente empenhado. O quadro a seguir demonstra o desempenho orçamentário. por não ter sido empenhado nesta UJ.00 Empenhado C 0.845. os recursos desta ação são automaticamente descentralizados ao Tribunal responsável pelo pagamento.00 Orçamento Realizado Pago D 0.Valores em reais.00 % C/A 0.845. incidente sobre Precatórios e Requisições de Pequeno Valor.845.00.2. Embora constem do orçamento da UJ.4.00% % C/B 0.00% Avaliação dos Resultados A Lei Orçamentária Anual aprovou para a ação a dotação de R$ 4.3. Orçamento Programado x Orçamento Realizado: Ação Contribuição decorrente de Precatórios Orçamento Programado Ano 2011 LOA + Créditos A 4.

158 .386.660 LOA 84.596 Suplementares 8.385 103.2.978 Abertos Especiais Reabertos Abertos Extraordinários Reabertos Créditos Cancelados 260.767 101.875 4.202.083.105.2.236.890.4.932.281 .767 107.805 86.281 .299.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES Valores em R$ 1.301.106.728 .000 25.4 2. A UJ (ANEEL) corresponde a uma única Unidade Orçamentária (ANEEL).00 Grupos de Despesas Correntes 2 – Juros e 1 – Pessoal e Encargos 3.Outras Despesas Encargos da Sociais Correntes Origem dos Créditos Orçamentários Dívida Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 84.937.4. a seguir.292. conforme Portaria TCU nº 123.129.2 Programação de Despesas Correntes O Quadro A.2.4.677.767 103.122.394 86. O Quadro A. demonstra a programação de despesas correntes nos exercícios 2010 e 2011.751 Outras Operações Total 92.803.000 0 3.4 .000 3. de 12/05/2011: QUADRO A.911.435.392. a seguir.299.106.805 111. identifica esta única Unidade Orçamentária (UO).281 .386.IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ORÇAMENTÁRIA Denominação da Unidade Orçamentária Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Código da UO 3226 6 Código SIAFI da UGO 3230 9 8 2.363.2.2.3.803.805 86.345 PLOA 84.1 Desempenho Orçamentário/Financeiro Programação Orçamentária da Despesa A UJ não possui unidades orçamentárias ou administrativas a ela vinculadas.823 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) CRÉDITOS LOA Pág.104. QUADRO A.3 .493 5. que detém toda a programação orçamentária utilizada pela UJ.761.

535.159 .974.941 LOA 190. contemplando ainda a reserva de contingência: QUADRO A.536 217.Amortização da 4 – Investimentos Origem dos Créditos Financeiras Dívida Orçamentários Exercícios Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 2010 2011 Dotação proposta pela UO 17.000.153 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) Pág.166.218.389 9.000 PLOA 15.207.073 PLOA 190.104 10.000 Suplementares 2. a seguir.686.389 9.493 3.875 31.740.2.2.190 215. apresenta um resumo dos dois demonstrativos anteriores (Quadros A.207.3.089 8.389 7.350.2.000.325.5.978 4.2.368.536 223.350.518.518.QUADRO RESUMO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS E DA RESERVA DE CONTINGÊNCIA Origem dos Créditos Orçamentários Despesas Correntes Despesas de Capital Valores em R$ 1.389 9.368. conforme Portaria TCU nº 123.389 7.054.5 .6 .974.PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL Valores em R$ 1.000 LOA 8.207.207.4.000 15.924.4.389 9.00 9 – Reserva de Contingência Exercícios Exercícios 2010 2011 2010 2011 17.572 194. a seguir.2.218.974.000 2.751 CRÉDITOS LOA Créditos Cancelados Outras Operações Total 198.000 233.4 e A.5).034.2.536 223. apresenta a programação de despesas de capital nos exercícios 2010 e 2011.00 Grupos de Despesa de Capital 5 – Inversões 6.285.161 190.572 188.Quadro Resumo da Programação de Despesas O Quadro A.153 2.000 - CRÉDITOS LOA Exercícios 2010 2011 Dotação proposta pela UO 188.000 233.017.1 .937.389 9.019.207.2.000 Especiais Extraordinários Créditos Cancelados 2.207.686.000 Fonte: ANEEL: Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e Superintendência de Planejamento da Gestão (SPG) 2.207.6.3 Programação de Despesas de Capital O Quadro A.538.389 9. de 12/05/2011: QUADRO A.877 Suplementares Especiais Extraordiná rios Abertos Reabertos Abertos Reabertos 11.535.017.000 Outras Operações Total 10.435.000 233.207.

064.00 LOA B 9.00 5. a dotação programada havia sido determinada. bem como de benefícios. bem como de alguns benefícios. dos quais R$ 86.00. bem como as dotações consignadas no PLOA 2011.Análise Crítica da Programação Orçamentária I – Dotações Propostas e Obtidas O limite orçamentário estabelecido para a UO. houve o provimento de 132 cargos de nível superior em junho e julho de 2011.209.373. Porém. e R$ 4.803.345. foi de R$ 203.00 para outras despesas correntes e de capital.426.260. nos valores indicados abaixo: Dotações Reduzidas por Emenda Parlamentar ao PLOA 2011 Ações Ouvidoria Participação Pública Total da Redução PLOA A 13.345.000. O Projeto de Lei Orçamentária de 2011 (PLOA 2011) fixou as despesas da UO em R$ 203.499. foram compatíveis com as necessidades de crédito da UO para cumprimento da sua programação de trabalho e para pagamento de despesas de pessoal e encargos sociais. implicando a necessidade de créditos suplementares para reforço de dotações de pessoal e encargos sociais. na fase de aprovação da LOA.00 para despesas com benefícios. R$ 112. R$ 112.400. dos quais R$ 86.071. que poderia resultar no não-atendimento de aproximadamente 6. No caso da Ação Participação Pública.728. Tais despesas são proporcionais ao número de ligações recebidas.315.792. No tocante às despesas discricionárias (outras despesas correntes e de capital). Assim.292.324. Já no caso da Ação Ouvidoria.160 . empregados e seus dependentes. adequando-as ao orçamento autorizado.00 7. conforme detalhado adiante. para evitar consequências mais graves. demanda esta que não é gerenciável pela ANEEL.00 para despesas de pessoal e encargos sociais.283.388. em função das despesas dos contratos referentes aos serviços disponibilizados aos consumidores (teleatendimento e telefonia). a ANEEL solicitou e Pág. Em razão da existência de uma série histórica crescente de quantidade de ligações anuais. e que representaram um acréscimo de R$ 41. considerado o quadro de pessoal existente no início do exercício.000 ligações/dia – média atual da demanda. e R$ 4. ficando assim indisponíveis.00 5.281. para fins de elaboração da proposta orçamentária de 2011.00 1.00 para despesas de pessoal e encargos sociais. a única maneira de reduzir essas despesas seria mediante a interrupção do atendimento ou a redução do horário de funcionamento do teleatendimento. acrescentados no PLOA após definição inicial dos limites.00 no grupo de despesas de pessoal e encargos sociais.400.553.941.00 Os valores reduzidos nessas duas ações foram remanejados para a Reserva de Contingência própria da UO.00 DIFERENÇA A-B 3.332. Os limites orçamentários estabelecidos pelos órgãos envolvidos na gestão do sistema orçamentário. em decorrência do concurso público realizado em 2010.064.926.500.761. foi possível reduzir sem maiores consequências as atividades programadas.00 para despesas com benefícios aos servidores.00. A diferença entre os limites orçamentários inicialmente estabelecidos e o PLOA 2011 corresponde a um precatório de despesa de pessoal e sua correspondente contribuição para o Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. os quais foram abertos.499.071. o Congresso Nacional reduziu as dotações das Ações 2993 – Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica e 2C42 – Participação Pública na Agenda Regulatória do Setor Elétrico.315.00 para outras despesas correntes e de capital. principalmente.

 Pagamento de Aposentadorias e Pensões. Objetivo: pagamento de auxílio-transporte. Aprovado pelo Decreto s/n. Aprovado pelo Decreto s/n. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Reforma do Edifício da ANEEL (R$ 2.  Assistência Pré-Escolar. Valor: 19. para as seguintes ações:  Ouvidoria da ANEEL.000.00. Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: reforço de dotações para ampliação das fiscalizações programadas. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias. Aprovado pelo Decreto s/n.00. publicado na edição do DOU de 25/08/201.  Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados.000.00.000. Valor R$ 54. Valor: R$ 3. Valor: R$ 50. publicado no DOU de 17/06/2011.00) e Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação (R$ 500. ainda que parcialmente. publicado na edição do DOU de 21//10/2011.116. Valor: R$ 2. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. publicado na edição do DOU de 06/10/2011.00.627.000.000. publicado na edição do DOU de 25/08/2011. Valor R$ 4.161 .640.898. Valor: R$ 21.000.000.898. conforme relacionado abaixo. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. Pág.000.733.obteve crédito suplementar.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. os recursos necessários para prestar os serviços de Ouvidoria.116. publicado na edição do DOU de 25/08/2011.000. Aprovado pelo Decreto s/n.00. Valor: R$ 1. publicado na edição do DOU de 21/10/2011.000.00.000. com recursos oriundos do cancelamento de dotações de outras Ações da própria Agência. Valor: R$ 2.600. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.00.00). Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica. com vistas a recompor.00.898. Aprovado pelo Decreto s/n.00. publicado na edição do DOU de 24/06/2011. Outorga (R$ 932.00. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação: Auxílio-alimentação aos Servidores e Empregados.00). Empregados e seus Dependentes. Empregados e seus Dependentes.00). Aprovado por meio do Decreto s/n. II – Créditos Adicionais Foram solicitados e aprovados Créditos Suplementares em 2011.  Contribuição da União.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Objetivo: pagamento de assistência médica.00. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados da ação AuxílioAlimentação aos Servidores e Empregados.  Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados.000.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. Aprovado pelo Decreto s/n. no valor de R$ 3. Objetivo: reforço de dotações da Assistência Pré-Escolar.00) e Regulamentação (R$ 1. Valor: R$ 52. Objetivo: recomposição parcial da dotação dessa Ação programada no PLOA. Objetivo: cancelamento de dotação. Aprovado pelo Decreto s/n.  Gestão e Administração do Programa.616.242. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo. Os recursos que deram suporte a esse crédito foram remanejados das ações: Gestão e Administração do Programa (R$ 424.  Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica. Valor: R$ 15. Objetivo: pagamento de assistência pré-escolar.700.00. Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição do DOU de 24/06/2011.

4. no valor de R$ 142. Aprovado pelo Decreto s/n. Objetivo: reforço de dotações para pagamento de pessoal ativo.00.Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa No ano de 2011.000. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.100.000. pela CPRM (UG 495110). Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição. 2. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Objetivo: reforço de dotações para pagamento da contribuição.7 a seguir demonstra as Movimentações Orçamentárias realizadas. Valor R$ 600. publicado na edição do DOU de 21/10/2011. no total de R$ 41.00. Aprovado pelo Decreto s/n.00.  Ação Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados.47.2. no total de R$ 1.00.00.00. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011. Empregados e seus Dependentes – Exames Periódicos.700. Aprovado pelo Decreto s/n. Aprovado pelo Decreto s/n.00 (fonte 374).577.000.000.000.00. Valor: R$ 1. publicado na edição do DOU de 21/10/2011.00. Objetivo: cancelamento de dotação. a ANEEL recebeu créditos internos descentralizados: pela ANP (UG 323030). Pág. Valor: R$ 5. Objetivo: cancelamento de dotação.2 . Objetivo: reforço de dotações para pagamento de aposentadorias.00. Valor R$ 500.  Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados.00.  Contribuição da União. Aprovado pelo Decreto s/n.Valor: R$ 19.853.  Pagamento de Aposentadorias e Pensões. Objetivo: cancelamento de dotação. e pelo MME (UG 320002). Objetivo: reforço de dotações da Assistência Médica e Odontológica. A Agência concedeu créditos externos descentralizados: ao IPEA (UG 113601).401. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Valor R$ 1.000. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais.00.553.33. Valor: R$ 10. Aprovado pelo Decreto s/n.  Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio de Previdência dos Servidores Públicos Federais. publicado na edição extra do DOU de 15/12/2011. no valor de R$ 116.  Assistência Pré-Escolar. Gestão e Administração do Programa . publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011.911. Empregados e seus Dependentes. no total de R$ 376.000. O Quadro A.  Contribuição da União.3. Valor R$ 71. Valor: R$ 1. Aprovado pelo Decreto s/n.096.000.080. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. e ao TRT 10ª Região (UG 080016).162 . Aprovado pelo Decreto s/n. publicado na edição extra do DOU de 15/06/2011. Objetivo: reforço de dotação da Assistência Pré-Escolar. Aprovado pelo Decreto s/n. Valor: R$ 30.  Assistência Pré-Escolar.478.00.686. Aprovado pelo Decreto s/n.

0005.122.00.2000.096.400.0001 21. R$ 76.1115.665. Pág.784.33 recebido da CPRM refere-se à parcela de responsabilidade dessa empresa no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM.0001 4.00 foram na ação 4880 – Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica e R$ 300. Deste valor. conforme dispõe a Lei nº 12. que viabilizaram a execução de programações de interesse da Agência e não representaram impacto significativo no conjunto de recursos geridos pela UJ durante o exercício.00 destinaram-se ao pagamento do precatório.47 recebido da ANP.379.4703.0001 142.911 25. e R$ 1.4880.400 25.7 .911.577.00 foram destinados ao custeio de serviços de assistência médica ambulatorial para realização de exames médicos periódicos.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Análise Crítica da Movimentação Orçamentária Do crédito de R$ 1.726.708 Despesas de Capital Classificação da ação 4– Investimentos 5 – Inversões Financeiras 6– Amortização da Dívida - Natureza da Movimentação de Crédito Movimentação Concedidos Interna Recebidos Movimentação Concedidos Externa Recebidos Fonte: ANEEL.0001 36. Por fim. O crédito de R$ 142. e R$ 4.370 22. O crédito de R$ 116. R$ 36.401.00 Despesas Correntes 1 – Pessoal e 2 – Juros e 3 – Outras Classificação da ação Encargos Encargos da Despesas Sociais Dívida Correntes 25.708.370.0001 300.2.846.0271. em virtude da interligação dos Sistemas Isolados ao Sistema Interligado Nacional – SIN.478.0901.00 em favor do TRT 10ª Região teve por finalidade o cumprimento de sentença judicial transitada em julgado (precatório).0272.122.0271.846.163 .5490.845 28.379.286.845.553.QUADRO A.301.125. Com relação aos créditos concedidos ao IPEA.0272.MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA Natureza da Movimentação de Crédito Concedidos Movimentação Interna Recebidos 323030 323030 495110 320002 113601 113601 080016 080016 UG concedente ou recebedora UG concedente ou recebedora Movimentação Concedidos Externa Recebidos Valores em R$ 1.00 na ação 4703 – Regulamentação dos Serviços de Energia Elétrica.111/2009 e seus regulamentos.2272. o destaque de R$ 41. R$ 21. à correspondente contribuição para o custeio do regime de previdência dos servidores públicos federais.00G5.286 28.0001 1.726 25.478 26.0023 116.1459. referente a despesa de pessoal. implementados em parceria com a UG concedente.0001 76.00 correspondem à parcela de responsabilidade da ANP no rateio das despesas administrativas do Complexo ANEEL/ANP/CPRM.20CW.00 recebido do MME teve por finalidade possibilitar o ressarcimento a Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica.577.0901.

108 19.872 28.474.576.494 107.202 38.193.4.172 15.230.659.284.304.856.4.074.085 19.108 19. Total 153.795 3.594.820 52.751 29.526 5.332.670 3.289.620 92.4. discriminadas conforme indicado no Quadro: QUADRO A. decorrentes de processos de contratação e de outras formas de execução. e no subitem 2.235 0 0 0 0 13.497 90.626 15.2.005 90.585.2. a Credenciamento.428.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Modalidade de Contratação Despesa Liquidada 2010 2011 28. conforme dispõe a Portaria TCU nº 123.802 27.538 5.279. ** Incluídas diárias pagas a colaborador eventual.187.81 ref.1 são fornecidas as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos Originários da UJ.620 92.158 1. que constituiu a ANEEL. caput. a Credenciamento.487. de 1993.693 0 0 597.657.179 Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial * Na despesa liquidada de Inexigibilidade foi deduzido o valor de R$ 6.259.093 15.360.081. as informações sobre a Execução Orçamentária de Créditos recebidos por movimentação.143.60 ref.533.254 6.560 148. Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A. de 2011.759.781 174.081.819 A modalidade de contratação “Credenciamento” constitui especificidade da UJ prevista no Decreto nº 2.578 6.254.991. 25.339 15.172 Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade * Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias ** Outros *** Convênios.882. 19.202 38.666.4 .283 0 3.804. da Lei nº 8.507.269 2.4.524 1.202 38.00 Despesa paga 2010 2011 27.928 108.627 109.1 .340.335.209.497 27.948 0 0 597. em razão da possibilidade da contratação de todos os interessados em prestar o referido serviço a preços previamente definidos e economicamente vantajosos para a Administração.699 1.699 1.288.620 52.620 52.099 52.666 1.162. Pág.390.734.489 4. 2.8 .356 19.454.4.890. e consiste em inexigibilidade com base no art.193 109.992. *** Na despesa liquidada de Outros foi deduzido o valor de R$ 7.8 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Originários da UJ.955.288.022 33.865 23.299.454.2.304.289. de 06/10/1997.Execução Orçamentária da Despesa No subitem 2.4.2.232.339 19.296.596 1.305 6.169 6.283 0 3.085 171.202 38.458 23.533.4.356 ressarcimentos etc.724.137. reconhecimento de dívidas.304. Valores R$ 1.083 0 0 0 0 13.757.161 6.Execução Orçamentária de Créditos originários da UJ a.164 .489.209.

Pág. a ANEEL realizou 52 sorteios de demandas referentes ao Credenciamento e assinou 466 contratos decorrentes destes sorteios. de acordo com a modalidade de contratação que originou o contrato. A ANEEL zelou pelo pleno cumprimento do Regulamento de Credenciamento nº 01/2009 e pela total aplicação dele nos processos de contratação vigentes. ainda. Além disso. a ANEEL elabora anualmente o Plano de Contratações. informando a situação do processo licitatório. Houve a pré-qualificação de diversas empresas. Vale destacar. O Plano de Contratações reflete todas as atividades a serem desenvolvidas que dependem de procedimentos para aquisição de bens e contratação de serviços.165 . Cumpre informar que todas as atas de registro de preços de outros órgãos às quais a ANEEL aderiu em 2011 decorrem de pregões eletrônicos realizados por tais órgãos. indispensáveis para garantir a ampla competitividade e a isonomia necessárias a esse mecanismo de contratação. os valores empenhados. Cabe informar. foram iniciados trabalhos de reformulação do Regulamento e dos editais vigentes. constitui instrumento para o acompanhamento da execução. que os valores liquidados em 2011 relativos aos termos aditivos celebrados estão incluídos na tabela. visando a atender de forma mais eficiente às necessidades da Agência. que para subsidiar o planejamento e o acompanhamento dos procedimentos de licitação e contratações diretas. Além disso. o valor liquidado no exercício para essa modalidade de contratação foi enquadrado na modalidade Pregão. Assim. os contratados e os saldos em relação à dotação prevista.Em 2011. também. detalhada no Plano Gerencial. com base na programação orçamentária do exercício.

281.b.230. com 2.096 37.612 2.928 108.2.735 333.143 5.686 do Grupo Total 160.119.911 150. Houve redução da execução do elemento de despesa 33 – Passagens e Despesas com Locomoção.628 10.115 10.2.753.331 8. nos exercícios 2010 e 2011. correspondendo respectivamente a 93.816.225 Mão-de-Obra 33 Passagens e Desp.327.91% do valor empenhado. restringindo o seu potencial de atuação frente às crescentes demandas do setor elétrico.735 do Grupo 2 .736 0 0 15.195 Vantagens Fixas 13 Obrigações 15.125 144.044.378 42.734.064 11.712.045 7.279. são expostas no item 2.687 0 0 74.896 18.161 184.459.465.349 485. representando 9.419.427.327.666 de Pessoal 11 Vencim.349 485.866.282 7.584 61. 49.053 2. sendo liquidado o valor de 173.078 169.286 385.461.601.00.470.378 Correntes 39 Outros Serv.9 .928 108.615.697.121 514.687.349 485. superior ao exercício anterior em R$ 17.162.881 de Terceiros .896 18.45% do valor empenhado em 2010.063. conforme Portaria TCU nº 123.976 475.459.736 15.517.00.446/2011.586 Locomoção Demais Element.465.00 e pago R$ 169.035.323.044 Fonte: ANEEL.00.202.809. e 75.166 .025.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Grupos de Despesa Despesa Empenhada 2010 2011 Despesa Liquidada 2010 2011 RP não processados 2010 2011 Valores em R$ 1.249 89.873.1 deste Relatório.465.955.68% e 91.687 75. O elemento de despesa com maior valor empenhado neste grupo foi o 39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica.940.015.992.359.9 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Originários da UJ.662. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 11 – Vencimentos e Vantagens Fixas -.736 Patronais Demais Element. O crescimento em relação ao ano anterior foi de R$ 6.279.164 60.520.735 0 0 333. no valor de R$ 89.683 89.170 5. 0 0 0 0 0 0 0 0.659.950 48.474.035.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) O valor total de despesas empenhadas em 2011 do grupo de despesas de pessoal foi de R$ 108.786 10.448 9.041.474.PJ 37 Locação de 5. Pág.829.809.911. devido à limitação de empenho imposta pelo Decreto nº 7.279.097 173.954. 12.294. Com relação ao grupo 3 – Outras Despesas Correntes –.125 54. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A. As principais causas estruturantes que têm limitado a atuação da ANEEL.753.728.945 5.00.091.753.00 e correspondendo a um crescimento de 19.233 76.3.753 59.047.685 5.00 da Dívida 3 – Outras Desp 69.542 425.064 11.683 89.494 107.359. 333.00.00 Valores Pagos 2010 2011 1 – Despesas 90. O motivo de tal crescimento foi o ingresso de 69 (sessenta e nove) Especialistas em Regulação de Serviços Públicos de Energia e 63 (sessenta e três) Analistas Administrativos no quadro de pessoal da Agência em 2011.474.662.169 64.Juros e Enc.336.158 90.459. de 2011: QUADRO A.158 0 0 90.049 50.162.955.265 1.812.896 18.130.763.05% em relação ao ano anterior.514.455.807.143 5.327.932 1.025.786. O valor total de despesas correntes empenhado em 2011 foi de R$ 184.158.593 9. o valor empenhado em 2011 foi de R$ 76.145 2.226 6.636 2.539.00.225 394.091.

101 1.302 4.904 320.903 51 .10 abaixo demonstra as Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Originários da UJ.982.2.185.398 3.10 . correspondendo respectivamente a 35. ermanente 1.233.101 1. e Mat.461.23% e 31.383 0 445.746.684 1.371.386. Esta foi a principal causa do baixo percentual de liquidação das despesas de capital (35. visto que as contratações concentraram-se no segundo semestre e apenas parte dos bens contratados puderam ser recebidos no exercício.774 52 . Já no elemento de despesa – (51) Obras e Instalações –.302 4. não houve execução orçamentária em virtude das restrições impostas pelo Decreto nº 7.493.167 .181 1.774.00.684 1.DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ Despesa Despesa Liquidada Empenhada Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 4 – Investimentos 6. representou 70.268 2. O elemento de despesa com maior valor empenhado – (52) Equipamentos e Material Permanente –.00. nos exercícios 2010 e 2011.712.00.Obras e Instalações 766.446/2011.871 1.074.240. sendo liquidado o valor de R$ 1.172 3.389.23%).775 O valor total empenhado de despesas de capital em 2011 foi de R$ 4. Neste elemento.775 1. foi possível liquidar apenas a parcela de 20.398 3.Out.618 2.240.983.364.386.493.025 880.172.00 e pago o valor de R$ 1.618 2.074.774 Fonte: ANEEL.353.00 RP não Valores Pagos processados 2010 2011 2010 2011 3.586 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3. conforme Portaria TCU nº 123.353.493. de 2011: QUADRO A.5% do valor empenhado.461. Pág.93% do valor empenhado.233.904 618.323.746.983. no valor R$ 2.2.Equip.256.073 612.033 601.879 740.365 2.904.775.586 0 5 – Inversões Financeiras 0 0 0 0 6 – Amortização da Dívida 0 0 0 0 Total 6.37% do valor total empenhado.353.636 612.172 3.665 2.738 2. Serv.871 39 .240.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Valores em R$ 1.797 0 445. Terceiros – PJ 3. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.c.156 375.

287.789.11 .4.DESPESAS POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO Modalidade de Contratação Modalidade de Licitação Convite Tomada de Preços Concorrência Pregão Concurso Consulta Contratações Diretas Dispensa Inexigibilidade Credenciamento Regime de Execução Especial Suprimento de Fundos Pagamento de Pessoal Pagamento em Folha Diárias Outros Transferências a Estados Total Fonte: ANEEL – SIAFI e SIAFI Gerencial Despesa Liquidada 2010 2011 0 1.2.601 Valores R$ 1.287.277 0 31.Execução Orçamentária de Créditos Recebidos pela UJ por movimentação a.277 0 32. Despesas por Modalidade de Contratação O Quadro A.112 0 191.624 0 53.212 0 0 0 0 0 245.277 0 32.257.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.287.277 0 31.287.257.11 a seguir demonstra as Despesas por Modalidade de Contratação dos Créditos Recebidos por movimentação: QUADRO A.212 0 0 0 0 0 0 0 1.488 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 31.168 .2.2.212 0 0 0 0 0 0 0 1.601 Pág.257.257.789.00 Despesa paga 2010 2011 0 1.4.112 0 191.212 0 0 0 0 0 245.2 .624 0 53.

c.Juros e Enc.338 0 885.830.851. visto que não houve Despesas de Capital com créditos recebidos por movimentação. não se aplica à realidade da ANEEL.830. por solicitação do MME. Pág. A ANEEL operacionaliza essas transferências do orçamento do Órgão 73104.12 .601.30% do valor total empenhado.287. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A. nos exercícios de 2010 e 2011.14 a seguir demonstra a Execução Orçamentária e Financeira Global da ANEEL no exercício de 2011.851 0 32.DESPESAS CORRENTES POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA DOS CRÉDITOS RECEBIDOS POR MOVIMENTAÇÃO O valor total empenhado dos destaques recebidos foi de R$ 32.789.12 a seguir apresenta as despesas correntes classificadas por grupo e elemento de despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação.Outras Despesas Correntes 0 32. que representou 95.2. 2.287.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) QUADRO A.663 0 614. que tratam do ressarcimento aos Estados da perda de arrecadação de ICMS incidente sobre combustíveis fósseis utilizados pelos agentes regulados na geração de energia elétrica.789. Esse valor foi repassado para atender ao disposto na Resolução Normativa ANEEL nº 410/2010 e Lei nº 12.00 Despesa Empenhada Despesa Liquidada RP não processados Valores Pagos Grupos de Despesa 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 1 .Demonstrativo da Execução Orçamentária e Financeira Global O Quadro A.277 0 0 0 31.277.601 Fonte: ANEEL.Despesas de Pessoal 0 0 0 0 0 0 0 0 11 Vencim.00.573 Total 0 32.287.789. no valor de R$ 31.4.789.601 81 Distribuição de Receitas 0 31.2.277 37 Locação de Mão-de-Obra 0 885.287.413 Demais Elementos do Grupo 0 2.601 0 41. de 2011. de Terceiros PJ 0 655.111/2009. a que se refere a Portaria TCU nº 123. de 2011: Valores em R$ 1.413 0 41.b.250 0 32.3 . quando da interligação ao Sistema Interligado Nacional.573 0 0 0 2.338 39 Outros Serv. representando 99.169 .87% do valor empenhado.4.830. da Dívida 0 0 0 0 0 0 0 0 3 .00. sendo que foi liquidado e pago o valor de R$ 32.13.338 0 0 0 885.573 0 2. conforme Portaria TCU nº 123.250 0 32.851 0 32.2.789. nos exercícios 2010 e 2011.2.250 0 614.00.601 0 41. O elemento de despesa com maior valor empenhado foi o 81 – Distribuição de Receitas –. Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa O Quadro A.277 0 31. e Vantagens Fixas 0 0 0 0 0 0 0 0 13 Obrigações Patronais 0 0 0 0 0 0 0 0 Demais Elementos do Grupo 0 0 0 0 0 0 0 0 2 .

102 5.Contribuição para o PSSS .475 1.646.Cumprimento de Sentença Judicial .Pessoal Ativo 1.542 110.Outorga de G.492 0 286.774.941 170.Programa 0272 .051 17.182 Pág.Pagamento de Aposentadorias e Pensões Subtotal (2) Total do Programa Previdência 3.304 7.311 20. T e D Subtotal (1a) .896.456.763 1.462.553 193.714.318.212.185 17.Capacitação 1.686 0 376.965 32.185 17.925 90.061.642 512.200 2.255 19.492 17.719 14.890 108.AÇÃO 1 .707 3.663.286 76.288 66.321.1 .395.421.964.460.445 1.945.EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA GLOBAL DA UJ LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Valores em R$ 1.00 Saldo Limite não Restos a empenhado pagar 8.406.823 93.379 11.708 41.532.263.742.2 .218 80.089.663 25.9 .QUADRO A.509 107.Participação Pública na Agenda Regulatória 1.542 3.445 1.300.814.692 77.Total do Programa Operações Especiais Subtotal (1 + 2 + 3) Despesa Global 2011 46.599.526.400.663.5 .553 418.GAP .763 193.578 111.725 217.722 3.281 3.542 81.886 10.324 66.254.351.4 .423 1.612 3.694 3.686 31.352 5.Contribuição para o PSSS Subtotal (1c) .000 1.239 0 188.995.218 3.276 64.264 0 0 806.542 3.10 .324 872.153 90. Programa 0901 Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais Despesas de Pessoal do Programa 0901 (Obrigatórias) 3.553 222.544 1.776.000 4.400 453.480.688 3.170.646.11 .694.708 41.347.578 111.544.456.602.162.073.7 .158 3.543 17.431 3.965 300.288 0 0 0 0 0 0 806.575.627.504 4.999.2 .774.PUP .692 78.969.500.496 64.730.931 87.386.979 11.474.358 217.486.223.Publicidade 1.093 996.Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Despesas Discricionárias (Ações do Programa) 1.484.Ouvidoria 1.702 59.240 PROGRAMA .1 .2.Despesas Discricionárias Despesas Obrigatórias (Benefícios) 1.264 0 0 0 4.830.433 188.414 29.12 .845 36.995.Precatórios (3) Subtotal (3) .681 3.094 217.Benefícios Subtotal (1b) Benefícios Outras Despesas Correntes e Investimentos (1a + 1b) Despesas de Pessoal do Programa 0272 (Obrigatórias) 1.819 0 17.536 4.725 0 376.907.694 2.942 9.845 36.3 .6 .022 183.990 17.722 63.240 9.563.686 0 4.668.890 107.121. Programa 0089 Previdência de Inativos e Pensionistas da União Despesas de Pessoal do Programa 0089 (Obrigatórias) 2.104 4.Precatórios (3) 3.800 1.395.304 7.694 3.200 2.170 .976 12.Fiscalização (2) 1.Reforma do Edifício Sede da ANEEL 1.725 22.526.708 41.772 286.552 0 408.8 .Regulamentação (1) 1.330 4.845 36.Pessoal (Programa Qualidade) Subtotal 1 (1a + 1b + 1c) Total do Programa Qualidade 2.831.604.694.994.792.725 217.986 226.949 25.1 .526.347.586 226.496 17.526.437.965 226.GAP (sem pessoal) 1.400 200.831.14 .460.186.969.223 93.752 7.083 0 171.255 19.400 376.722 2.223.965 226.763 222.

162.553.250 85.153 0 0 0 0 0 Subtotal (1 + 2 + 3 + 4) Orçamento 2011 445.484.Pagamentos Efetuados em 30 e 31/12/2010 0 0 0 2.257 193.Despesas pagas de exercícios anteriores 0 0 0 0 14.484.478 0 0 6.882.485 0 32.Despesas Pagas de exercícios anteriores 5.3 .504 418.359.730 0 0 5.406 17.401.277 31.00 pelo TRT não estão incluídos na execução na UJ.896.2008.Destaque Recebido (CPRM) 0 142. Os valores empenhado de R$ 41.Destaque Recebido (ANP) 0 1.350.3 . Saldo Limite não empenhado 0 0 4. houve destaque de R$ 76.290.478 142.Créditos Recebidos por Movimentação 6.896.994.423 0 0 5.00 e pago de R$ 34.287.286.083 171.237.250 0 6.882.330.264 4.2 .1 .257 193.831.290.401. houve destaque de R$ 300.577.AÇÃO LOA + Créditos Limite Autorizado Destaque concedido Execução na UJ Empenhado Pago Restos a pagar 4 .074.239 188.00 concedido ao IPEA.2 .819 17.478 142.Destaque Recebido (MME) 0 116.831.182 Pág.Restos a Pagar . 2009 e 2010 (Exceto Pessoal) 0 0 0 11.634 Subtotal (6) Destaques Recebidos 0 118.182 6 .789.851 32.400.Reserva de Contingência 0 0 0 0 Subtotal (4) .171 .911 31.846 41. (3) As dotações do Programa 0901 foram integralmente destacadas ao TRT. (2) Na ação Fiscalização.587 0 0 Total (1 + 2 + 3 + 4 + 5) 445.277 0 85.083 185.1 .Reserva de Contingência 223.096 1.634 Fonte: ANEEL (1) Na ação Regulamentação.830.656.434 0 0 Subtotal (5) .PROGRAMA .994.121. valor este 100% empenhado pelo IPEA e inscrito em Restos a Pagar do IPEA (não incluído na execução da UJ).287.504 0 188.Pagamento de Restos a Pagar . valor este 100% empenhado e pago pelo IPEA (não incluído na execução na UJ).00 concedido ao IPEA.601 41.096 1.2010 (Pessoal) 0 0 0 296.264 5 .447.

consequentemente. a execução empenhada na UJ foi de R$ 77. a despesa global da ANEEL foi de R$ 189. Porém. Da mesma forma. devido às seguintes restrições:  Contingenciamento no exercício: O planejamento interno da ANEEL foi prejudicado pelo forte contingenciamento orçamentário imposto em 2011. Pág. prejudicando a programação para o exercício.4.4. a ótima execução orçamentária de 2011 em relação ao limite de despesas autorizado para a ANEEL. bem como das disponibilidades orçamentárias e dos limites de empenho.686. que corresponde a 97.00.239.00. houve elevada inscrição de empenhos em restos a pagar processados.00. que consumiram parte do limite autorizado para a Agência e foram totalmente empenhados nas citadas unidades. o que impactou o limite financeiro de 2012.083.  Eventos negativos ou positivos que prejudicaram ou facilitaram a execução orçamentária: a intempestividade na liberação de limites financeiros acarretou um excesso de pagamentos nos dois últimos dias do ano.437.681.00.c.254.5 Despesas Correntes por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2. que corresponde a 98. Assim.4. limitação de despesas com diárias e locomoção. no total de R$ 376. em condições adversas. correspondente a 97.631.994.97% do limite. no total de R$ 418.00. Assim.00. O contínuo monitoramento dos processos em licitação.b. Reflexos do Contingenciamento na Gestão da Execução Orçamentária O contingenciamento imposto à Agência prejudicou a plenitude da execução do Plano de Trabalho que foi elaborado para o exercício de 2011. que equivale a 98.68% do limite autorizado total.4.00. devem ser consideradas também as movimentações de créditos concedidos ao IPEA e ao TRT 10ª Região.172 . que utilizaram parte do limite. e vedação de despesas com reformas.2. pode-se considerar ótima a execução orçamentária na UJ. Quanto ao aspecto financeiro. devido à Agência não dispor da totalidade dos créditos necessários à implementação de suas ações. para conhecer a despesa global da UJ.393.49% do limite para movimentação e empenho autorizado de R$ 78.2.2. que foi de R$ 188. No tocante às despesas discricionárias – excluídas as despesas obrigatórias de pessoal e benefícios –. devem ser considerados também os créditos concedidos ao IPEA.504.896. Isso trouxe um impacto negativo nos processos licitatórios que não puderam ser iniciados ou iniciaram-se com atraso.47% do limite autorizado total de R$ 193.4.412.4. as despesas discricionárias da ANEEL totalizaram de R$ 77. caracterizadas pelo contingenciamento de recursos. 2.707.00.6 Análise Crítica da Gestão da Execução Orçamentária Diante das restrições à execução impostas à Agência no exercício de 2011. foram as estratégias de gestão que possibilitaram alcançar. para conhecer o total das despesas discricionárias da UJ. o contingenciamento resultou em atraso de pagamento de fornecedores e.322. Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa dos Créditos Recebidos Por Movimentação Essas despesas são demonstradas no item 2.

Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.279.00.: No gráfico.281 193.992. Do valor empenhado.091. o limite autorizado.257 Limite Autorizado B 81.823 111. Obs.083 188.083 Despesa C=D+E 81.932.2. o valor LOA + Créditos não inclui a Reserva de Contingência.994. permitindo uma comparação entre a dotação orçamentária (LOA + Créditos).281 222.882. que incluem despesas Discricionárias e Benefícios (obrigatórias).223 111. foram inscritos em Restos a Pagar o valor de R$ 17.532.714.710 189.504 193.964.162.932.173 . totalizando as despesas do grupo Pessoal e Encargos Sociais (obrigatórias) e despesas dos grupos Outras Despesas Correntes e Investimentos.162.819 Fonte: ANEEL.279. foram despendidos (empenhados) R$ 188.994.158 188.Execução Orçamentária Global 222 250 200 150 100 50 193 188 171 0 LOA + Créditos Limite Autorizado Empenhado Pago Fonte: ANEEL .412.Análise da Execução Orçamentária e Financeira Global Este item resume os valores globais da execução da Agência.896.599.896.412. Pág.714.158.994.104 223.239 80. o valor da despesa global (empenhado e destaques).611 108.831.15 – DESPESAS GLOBAIS DA UJ NO EXERCÍCIO Programação de Despesas Discricionárias e Benefícios Pessoal e Encargos Sociais Subtotal – Despesa Autorizada Reserva de Contingência Total Geral LOA + Créditos A 110. No total.170.504 Valores em R$ 1.153 107.686 41.925 108.153 445. Valores em milhões de reais. e o total pago referente ao exercício de 2011: QUADRO A.083.00 de Pessoal e Encargos Sociais.666 171. sendo R$ 80.321 Pago F 63.819 171.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011.320.553 418.00. Gráfico 42 .321 189.239 418.264. A tabela e o gráfico a seguir apresentam a execução orçamentária global.00 Execução Destaque Empenhado Concedido D E 376.350.925 de Outras Despesas Correntes e Investimentos e R$ 108.

447. O total dos créditos originários da UJ pago em 2011 foi de R$ 185.Quanto à execução financeira dos créditos originários da UJ.407.627.74 182.729.789. O quadro a seguir detalha a distribuição dos valores pagos com o limite de pagamento global liberado: QUADRO A.26 107.613.330.73 (Incluindo pagamento de Restos a Pagar inscritos em 2010 e de anos anteriores).983.32 171.170.77% do valor autorizado. Pág.09.09 376. representando 92.237.74 referentes a exercícios anteriores.153.21% do valor global disponibilizado. representando 99. os pagamentos realizados nos dias 30 e 31/12/2010 impactam o limite de pagamento do exercício de 2011.58 referentes ao exercício de 2011.434.32 2.780.373.174 . Além disso.00 Valor Pago 63.423.16 – ANÁLISE DA EXECUÇÃO FINANCEIRA DESPESAS PAGAS NO EXERCÍCIO – NA UJ Item Despesas do exercício de 2011 (outros custeios e investimentos) Despesas do exercício de 2011 (pessoal) Subtotal do exercício de 2011 Restos a Pagar pagos em 2011 (custeios e investimento. foram pagos R$ 171.77 são referentes a despesas realizadas nos dias 30 e 31 de dezembro de 2010. o limite de pagamento global disponibilizado foi de R$ 185.27 11.627.819.73 Fonte: ANEEL.447.47 296.780.58 11. a 2008. 2009 e 2010) Restos a Pagar pagos em 2011 (pessoal.819. referente a 2010) Subtotal referente a exercícios anteriores Total Pago em 2011 (I) Despesas do exercício de 2010 pagas nos dias 30 e 31/12/2010* (II) Total Pago do Limite de 2011 (I) + (II) Saldo da conta de Limite de Pagamento em 31/12/2011 (III) Valores em R$ 1.407.237. * Conforme determinação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). foram pagos também R$ 11.162.2.992.64 Limite de Pagamento Global Disponibilizado (I)+(II)+(III) 185.163.423.666. Valores em reais.77 185.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) e SIAFI GERENCIAL 2011. dos quais R$ 2.163.162. ref. Desse total.613.

em particular o método de avaliação dos programas governamentais constante do “Relatório e Parecer Prévio sobre as Contas do Governo da República de 2004”. para a grande maioria das ações. as restrições na execução orçamentária podem impactar. considera-se: – Período de tempo: o exercício fiscal – Atividades: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica – Produtos: Produto de cada Ação. muitas vezes com o esforço da própria equipe da Agência. conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. análises e pesquisas. Constatou-se. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação. da evolução do mercado e de diretrizes da política setorial. deixando-se o aspecto da eficiência para ser avaliado de forma global. que levam à necessidade de implementar ações. As metas decorrem. nesta metodologia. na grande maioria das ações da ANEEL. a adoção de um índice de eficiência na avaliação individual das ações não levaria a resultados consistentes.4. Desse esforço resultou a metodologia de avaliação de desempenho institucional adotada nesta prestação de contas. para o custeio de estudos. Eficácia das Ações (EFA) Cumpre ressaltar que. dada a pouca aderência entre os recursos despendidos e a quantidade de meta física realizada. do que propriamente na quantidade da meta realizada.Dimensões de Análise. Assim sendo. O conceito de eficácia. Portanto. No sentido de aprimorá-lo e melhor compatibilizá-lo com as orientações dispostas nas normas da CGU e do TCU. expresso na Meta Física. necessários ao aprimoramento da qualidade das ações.7 -Indicadores Institucionais – Eficiência e Eficácia Para concepção da metodologia de avaliação de desempenho da Agência. foram analisados métodos já testados.2. que possibilita a análise de desempenho por meio das dimensões Eficiência e Eficácia. o índice de eficácia para a avaliação individual das ações. quase sempre. limitações pontuais e distorções provocadas pelo citado método. adotou-se. Os recursos orçamentários previstos para a ação são programados. é: “Grau de alcance das Metas programadas em um determinado período de tempo independentemente dos custos aplicados”. elaborado pelo Tribunal de Contas da União. frequentemente. Para fins desta avaliação. Por conseguinte. a metodologia concebida considera os dois parâmetros de forma conjugada. por meio dos seguintes procedimentos:   Avaliação do Grau de Eficácia de cada Ação do Programa. não existe uma vinculação direta entre os recursos despendidos e a meta física realizada. elaborado e divulgado pelo TCU. Avaliação da Eficiência Global da Instituição. contudo. na qualidade da gestão e dos produtos. procurou-se adequar os parâmetros de avaliação conforme os conceitos adotados no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”.175 . Visto que a avaliação individualizada de cada uma dessas dimensões poderia resultar em conclusões limitadas a respeito do desempenho da Instituição. Pág. de forma mais direta. relativas à avaliação de desempenho no âmbito da Prestação de Contas. Figura 2 .

Eficácia das Ações (EFA): Índice de Desempenho das Metas Físicas (%) EFA = Onde: MR MP MR = Meta física realizada de cada ação do programa MP = Meta física prevista de cada ação do programa Eficácia Média das Ações (EFA Média): Média aritmética dos Índices de desempenho das Metas Físicas das Ações (ou Média do índice de eficácia das Ações). conforme disposto no documento “Técnicas de Auditoria – Indicadores de Desempenho e Mapa de Produtos”. Índice de Desempenho Orçamentário (IDO): relação percentual entre a Despesa Realizada e a Despesa Programada (%). expresso na Meta Física. Figura 2 . foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de eficácia: Referência da Análise EFICÁCIA Fonte: ANEEL Índice EFA ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficaz Satisfatória Insatisfatória Eficiência Global (EFG) O conceito de eficiência. mensurado pela Unidade de Medida registrada no Cadastro da Ação.” Para fins desta avaliação. é: “Relação entre os produtos (bens e serviços) gerados por uma atividade e os custos dos insumos empregados para tal em um determinado período de tempo.176 . Na aferição dos índices EFA. considera-se: Período de tempo: exercício fiscal Atividade: Ações do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Produtos: Produto de cada Ação.Dimensões de Análise. Onde: IDO = DR DP DR = Despesa Realizada das ações do programa e totalizada DP = Despesa Programada autorizada (ajustada ao contingenciamento) por ação Pág.

Reforma do Edifício Sede da ANEEL. Contribuição da União. foram adotados os seguintes parâmetros para classificação do grau de Eficiência Global da Instituição: Referência da Análise EFICIÊNCIA GLOBAL Fonte: ANEEL INDICE EFG ≥ 100% entre 75% e 100% < 75% Classificação Muito Eficiente Satisfatória Insatisfatória Aplicação da Metodologia à ANEEL Índices de Eficácia das Ações (EFA) Nesta metodologia. – a exclusão das ações-meio da análise de eficácia evita distorções na avaliação. Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatórios) devida pela União. já que a eficácia da instituição é representada pelos resultados de suas ações finalísticas. Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados. Onde: EFG = EFA média IDO EFA Média: Eficácia Média das Ações (definida no tópico anterior) IDO: Índice de Desempenho Orçamentário (definido acima) global da Instituição Na avaliação do índice EFG. de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais.177 . Assistência Médica aos Servidores e Empregados – Exames Periódicos. Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficácia das Ações (EFA) são mostrados nos quadros a seguir: Pág. e a correspondente Contribuição para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Públicos Federais incidente sobre os Precatórios.Eficiência Global (EFG): relação percentual entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO) da Instituição. Publicidade de Utilidade Pública. a avaliação de eficácia concentra-se no conjunto das ações finalísticas. – a meta física programada para a ação Ouvidoria – número de ligações efetuadas pelo consumidor – decorre de estimativa. sendo consideradas as seguintes premissas: – não são consideradas ações que não possuem meta física e ações de caráter administrativo (açõesmeio). Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados. Empregados e seus Dependentes. Autarquias e Fundações Públicas. Pagamento de Aposentadorias e Pensões – Servidores Civis. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação. ou seja: Gestão e Administração do Programa. Assistência Médica e Odontológica aos Servidores. apresentando grande possibilidade de oscilar em função de fatores externos.

88% Itens Excluídos da Avaliação de Eficácia Área Reformada % de Execução Física 37 Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Servidor Capacitado Unidade 702 Não se aplica Unidade Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Produto Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média Fiscalização Realizada Ato Regulatório Publicado Solicitação Atendida Outorga Concedida Evento Realizado Reforma GAP Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Fonte: ANEEL 0.03% Não se aplica Não se aplica 99.88% Classificação Muito eficaz Muito eficaz Satisfatória Muito eficaz Muito eficaz Muito eficaz O índice de Eficácia do Programa Qualidade do Serviço de Energia Elétrica.178 . a Agência obteve um desempenho muito eficaz em 2011.QUADRO A. foi de 135.88%.921 288 122 EFA (Realizado %) C=B/A 101.868 642 1.39% 261.18 . aferido pela Eficácia Média das Ações (EFA Média).15% 75.000 110 99 Meta Física Realizada B 1.2.644.82% 123.72% Não se aplica Não se aplica QUADRO A.15% 75.23% 135.80% 117.01 Não se aplica Não se aplica 700 Não se aplica Não se aplica 0.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Programação Execução Física Meta Física Prevista Unidade de Medida A Qualidade do Serviço de Energia Elétrica Unidade Unidade Unidade Unidade Unidade 1.835 548 2.23% 135. Sendo este o único programa finalístico sob responsabilidade da ANEEL.39% 261. Pág.2.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICÁCIA DAS AÇÕES (EFA) Ações Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Pública EFA Média Fonte: ANEEL EFA 101.17 .82% 123.80% 117.182.

leva a computar índices de ações de menor significado para o Programa com o mesmo peso daqueles alcançados por ações de maior relevância. incluindo os recursos destacados ao IPEA e ao TRT.00 25.80% 117. alguns aspectos relevantes da metodologia adotada: – Para o cálculo do índice de Eficácia Média das Ações (numerador) são consideradas somente as ações finalísticas.00% 100.00 100.202.00 111.460.00 11.00 44. sem considerar fatores de ponderação.00 3.00.00 149.200.00 108.23% 135.00% 97.255.00 97.693.932.00 44.00 46.445.281.500.000.563.379.00 Fiscalização Regulamentação Ouvidoria Outorga Participação Média / Subtotal 1 Reforma GAP (sem pessoal) Publicidade Capacitação Benefícios Pessoal Subtotal 2 0.475.694.212.218.00 19.347.532. dado que nem todas as despesas estão apropriadas.412.720.711.12% 96.692.72% Não se aplica Não se aplica 7.00% Ações Excluídas da Avaliação de Eficácia 1.00 100.421.77% 97. Desta forma. A despesa programada é a autorizada (ajustada ao contingenciamento).00 3.347. Os cálculos e a avaliação do Índice de Eficiência Global (EFG) são mostrados nos quadros a seguir: QUADRO A. incluindo as despesas de pessoal.223.00 193.647.39% 261.400. que foram empenhados nessas unidades.00 145.304.763.179 .102.00 200. é considerado o custo global dos insumos empregados para obtenção dos resultados.00 100.379. todas as ações são avaliadas como se contribuíssem igualmente para o alcance dos resultados da Agência.720.995.00 31. a relevância de cada uma. convém assinalar.00 166.202. nas ações finalísticas.00 1.563.792.82% 123.209.646. pois não seria possível ponderar.00 2.722.421.00% Total (1+2) 222.400.00 1.00 25.00 32.995.00 3.00 2.932.15% 75.692.00 100.509.00% 3.244.730.646.00% 4.223.542.200. preliminarmente.00 3.504.287.255.457.239.01% Não se aplica Não se aplica 99.88% Execução Orçamentária Global * Despesa Despesa Realizada IDO LOA + Créditos Programada (DP) (DR) (Realizado %) F G H I=H/G Qualidade do Serviço de Energia Elétrica 29. – No cálculo da Eficácia Média das Ações.00 3.602.281.DEMONSTRATIVO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Programação Eficácia EFA (Realizado %) E 101.414.896.Índice de Eficiência Global (EFG) Para aferição da Eficiência Global do conjunto de ações. totalizando R$ 418.320.00 189. Para o cálculo do Índice de Desempenho Orçamentário (denominador) a metodologia considera a totalidade das ações.304. de forma individualizada.386.00 1.69% Fonte: ANEEL * OBS: a despesa refere-se ao orçamento da UJ.00 7.321.2.976.00 100.542. Pág.00 111.158. a adoção da média aritmética simples dos índices de desenvolvimento das Metas Físicas.00 1.784.00 2.526.00% 12. Esta lógica está baseada na constatação de que o alcance das metas das ações finalísticas resulta também do emprego dos recursos oriundos das ações-meio. objetivamente e com precisão.00% 56.526.50% 100.00% 98. Em outras palavras.00 100.999.00% 5.00 19.19 .00 11.104.00 100.742.949.322.000.694.445.406.949.

88% Fonte: ANEEL Índice de Desempenho Orçamentário (IDO) B 97.180 .2 Análise Crítica da gestão do reconhecimento de passivos Não se aplica.1 Reconhecimento de Passivos por Insuficiência de Créditos ou Recursos Não houve reconhecimento de passivos por insuficiência de créditos ou recursos no ano de 2011. 3. ITEM 3. Portanto. Pág.QUADRO A. foi de 97. foi de 139.1.69%. INFORMAÇÕES SOBRE O RECONHECIMENTO DE PASSIVOS POR INSUFICIÊNCIA DE CRÉDITOS OU RECURSOS – PARTE A.20 . obtido pelo cálculo da relação percentual entre o total da Despesa Realizada e o total da Despesa Programada. Por sua vez.09%.09% Muito eficiente Classificação A Eficácia Média das Ações (EFA Média). acima. em razão do exposto no subitem 3.AVALIAÇÃO DO ÍNDICE DE EFICIÊNCIA GLOBAL (EFG) Índice de Eficácia Média das Ações (EFA Média) A 135. conforme exposto anteriormente. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 3. calculado pela relação entre a Eficácia Média das Ações (EFA Média) e o Índice de Desempenho orçamentário (IDO). conforme demonstram os quadros acima.2.69% Eficiência Global (EFG = EFA Média / IDO) C=A/B 139. O Índice de Desempenho Orçamentário (IDO). foi de 135.88%. segundo os parâmetros para classificação da Eficiência Global da Instituição estabelecidos. o desempenho da ANEEL no ano de 2011 é classificado como muito eficiente. o Índice de Eficiência Global (EFG) alcançado. 3.

00 0. ITEM 4.11 0.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 0.433.362. 4.4.07 0. e Decreto nº 7.00 5. O seu cancelamento poderia ocasionar futuramente a necessidade de reconhecimento de dívida.73.819.00 20.64 11.1 .1 Pagamentos e cancelamentos de Restos a Pagar de exercícios anteriores O Quadro A.518. A permanência de Restos a Pagar por mais de um exercício financeiro deve-se à existência de pendências de pagamento de serviços contratados.4.025.83 19.669.422. de 31/12/2010.49 3.00 303.418.102.191.671.96 5.904.613. O pagamento de Restos a Pagar em 2011 trouxe impactos negativos na gestão financeira da Agência.468/2011. o Decreto nº 7.00 0.407. ou seja. 1º.238.181 . Pág. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 4.380.468/2011 prorrogou mais uma vez a validade desses restos a pagar.00 2010 2009 2008 Observações: Os pagamentos de Restos a Pagar inscritos em 2008 e 2009 foram autorizados pelo Decreto nº 7.00 0.922. bem como o saldo a pagar apurado no dia 31/12/2011. até 30/06/2012.471.00 Restos a Pagar não Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 13. em seu art.64 8. pois o limite financeiro recebido.978. Fonte: SIAFI. Em relação aos restos a pagar de 2010.582.82 6.SITUAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES Ano de Inscrição 2010 2009 2008 Ano de Inscrição Restos a Pagar Processados Cancelamentos Pagamentos Montante Inscrito acumulados acumulados 5.601.681. de 31/12/2010.669.1 abaixo demonstra o montante de restos a pagar de exercícios anteriores inscritos e os respectivos valores cancelados e pagos. que foi de R$ 185.780.06 5.11 3.666/1993. foi inferior às necessidades de pagamento das despesas de 2011 somadas aos Restos a Pagar de anos anteriores. 5º.49 0. O Decreto nº 7.506.268.418/2010. MOVIMENTAÇÃO E SALDOS DE RESTOS A PAGAR DE EXERCÍCIOS ANTERIORES – PARTE A.872.99 0. prorrogou a validade dos restos a pagar inscritos nos exercícios de 2008 e 2009 até o dia 30/04/2011. acumulados até o final do exercício de referência do relatório de gestão. o Decreto nº 7.471.40 13.018.4.42 Valores em R$ 1. que é a estrita ordem cronológica das datas de suas exigibilidades.601.99 303.654/2011 prorrogou seu prazo de validade até 30 de junho do segundo ano subsequente ao de sua inscrição. estando divido em duas partes: Restos a Pagar Processados e Restos a Pagar não Processados: QUADRO A.407. Em 13/04/2011. de 13/04/2011.00 Saldo a Pagar em 31/12/2011 1. desde que atendidas as condições previstas em seu art.2 Análise Crítica sobre a Gestão dos Restos a Pagar A estratégia de pagamento de Restos a Pagar adotada pela ANEEL é a determinada pela Lei nº 8.

2.1. composição do quadro de servidores inativos e pensionistas.5 e 1. de 20/05/2004. Membros de poder e agentes políticos 1. bem como os ingressos e egressos no exercício de 2011: QUADRO A. Servidores em cargos efetivos 1.2. Servidores de Carreira 1.2. Servidores requisitados de outros órgãos e esferas 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).3. locação de mão de obra mediante contratos de prestação de serviços.5.2.41%. ou 623 servidores.2. Servidores de carreira vinculada ao órgão 1. Servidores sem vínculo* 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Servidores com Contratos Temporários 3. 86. são “servidores de carreira vinculada ao órgão”.6.2.871.2. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas as seguintes informações: a) b) c) d) e) f) composição do quadro de servidores ativos.1. conforme tabela abaixo: Discriminação dos “servidores de carreira vinculada ao órgão” Discriminação Quantidade Especialista em Regulação 297 Analista Administrativo 151 Técnico Administrativo 156 Quadro Específico 19 Total de “servidores de carreira vinculada ao órgão” 623 Fonte: ANEEL . ITEM 5. Pág.1 abaixo demonstra a composição da força de trabalho da UJ. Total de Servidores Fonte: ANEEL .1 5. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS – PARTE A. 5.5.2.2.4.5. composição do quadro de estagiários. *os itens 1. indicadores gerenciais sobre recursos humanos.1 – FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias dos Cargos Lotação Autorizada Efetiva 807 721 Não há 0 807 721 765 623 35 24 7 7 Não há 16 Não há 46 5 5 Não há 0 721 Ingressos Egressos no no exercício exercício 142 0 142 138 1 0 2 1 0 0 142 28 0 28 16 0 0 1 11 0 0 28 1. sendo aqui considerados os cargos criados pela Lei nº 10. Servidores de carreira em exercício provisório 1.1 Composição do Quadro de Servidores Ativos Demonstração da Força de Trabalho à Disposição da Unidade Jurisdicionada O Quadro A.2. e o Quadro Específico da Agência. custos associados à manutenção dos recursos humanos.1.5. Servidores de carreira em exercício descentralizado 1.182 .6 foram inseridos para atender as especificidades da Agência De acordo com o quadro acima. Cargos de Natureza Especial* (Diretores) 2.

independentemente do interesse da Administração por Motivo de saúde 3. Para Exercício de Mandato Eletivo 2. Para Participação em Programa de Pós-Gradução Stricto Sensu no País 3.2. Para Estudo ou Missão no Exterior 2. Afastamento do cônjuge ou companheiro 5. sem dúvida. No que tange aos 7 “servidores de carreira em exercício provisório”.2 – SITUAÇÕES QUE REDUZEM A FORÇA DE TRABALHO DA UJ – SITUAÇÃO EM 31/12/2011 Tipologias dos afastamentos 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). de 11/05/1994. Por se tratar de uma Agência relativamente nova e ter um quadro de pessoal enxuto.5. contribui positivamente para o alcance das suas missões institucionais. Doença em pessoa da família 4. Mandato classista 6. Além desses.1. Afastamentos 2.4.1. 6 Técnicos Administrativos ingressaram na Agência em 2011 para ocupar cargos vagos. Licença remunerada 4. Exercício de Cargo em Comissão 1. Registraram-se também.183 . sendo 4 Especialistas em Regulação.3. QUADRO A. Ao final do exercício de 2011. havia 25 afastamentos.Em 2010 a ANEEL realizou concurso público.5. ainda.2 a seguir demonstra as situações que reduzem a força de trabalho da UJ.4. dos quais 15 (60%) correspondem a servidores cedidos a outros órgão e entidades.878. estas são especificadas a seguir: Pág. independentemente do interesse da Administração para acompanhar cônjuge/companheiro 3. Removidos 3. independentemente do interesse da Administração por Processo seletivo 4.2 Situações que reduzem a força de trabalho efetiva da unidade jurisdicionada O Quadro A.2. A pedido. no interesse da Administração 3.3.1.1.5. Capacitação 5. o que. Exercício de Função de Confiança 1. em 2011. O quadro de pessoal inclui. Total de servidores afastados em 31 de dezembro Fonte: ANEEL .3.1. 2 Analistas Administrativos e 10 Técnicos Administrativos. Cedidos 1. Outras situações previstas em leis específicas* 2. A pedido. anistiados com base na Lei nº 8. Atividade política 5. antes preenchidos por aprovados no concurso de 2010. sendo 63 Analistas Administrativos e 69 Especialistas em Regulação.1.4. Quantidade de pessoas na situação em 31 de dezembro 15 6 1 8 6 0 2 0 4 2 0 0 2 0 0 0 0 0 2 1 0 0 1 0 0 25 * Quanto às cessões previstas em leis específicas. a ANEEL possui poucos servidores afastados. De oficio. Interesses particulares 5. 16 servidores requisitados de outros órgãos ou entidades. esses são ex-empregados da extinta Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras (CAEEB). 16 egressos de “servidores de carreira vinculada ao órgão”. Para Serviço em Organismo Internacional 2. Outras situações 7. mas apenas em 2011 houve a nomeação dos aprovados com nível superior. Serviço militar 5.2. A pedido. Licença não remunerada 5. A pedido.2. totalizando assim 138 ingressos no exercício 2011.2.5.3. a critério da Administração 3. 5.

1.3. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 30 1.184 .4.5.2. Servidores de outros órgãos e esferas Não há 13 1.1. que representam os diretores da Agência.007.3 Quantificação dos cargos em comissão e das funções gratificadas da unidade jurisdicionada O Quadro A. a ANEEL possuia 214 cargos comissionados e funções gratificadas preenchidos.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Cargos em comissão 96 96 1.2. de 17/03/1995 Lei nº 6.1.007. de 17/03/1995 Lei nº 9.007.999. Servidores de carreira vinculada ao órgão Não há 95 2.1. de 17/03/1995 Lei nº 9. Pág. Funções gratificadas 130 118 2.3. aqui considerados os cargos comissionados técnicos (CCTs).3 – DETALHAMENTO DA ESTRUTURA DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DA UJ SITUAÇÃO EM 31 DE DEZEMBRO Lotação Tipologias dos cargos em comissão e das funções gratificadas Autorizada Efetiva 1.5.3 abaixo identifica a estrutura de cargos em comissão e de funções gratificadas da UJ: QUADRO A. Total de servidores em cargo e em função 214 Fonte: ANEEL .020. Aposentados Não há 0 2. Sem vínculo Não há 46 1.021. Fundamento Legal Lei nº 9.2. de 30/03/1995 5. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 2 1.2.2. Servidores de outros órgãos e esferas Não há 3 3. de 17/03/1995 Lei nº 9. de 10/02/1993 Lei nº 9.2. 91 do “Grupo Direção e Assessoramento superior” e 118 funções gratificadas.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). de 07/06/1982 Lei Complementar nº 73. Grupo Direção e Assessoramento superior 91 91 1.2.2. Servidores de carreira em exercício descentralizado Não há 20 2. de 30/03/1995 Lei nº 9.5.007. Ingressos Egressos no no exercício exercício 28 11 0 0 28 11 19 0 0 0 1 0 1 11 0 0 2 0 7 0 1 0 1 0 30 11 Em 31/12/2011. Cargos Natureza Especial 5 5 1.Cessões com fundamentação em leis específicas Matrícula Item Órgão/Empresa SIAPE 1 1559806 Presidência da República 2 1441087 Presidência da República 3 1585193 Presidência da República 4 1310618 Conselho Administrativo de Defesa Econômica 5 2345460 Presidência da República 6 450909 Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal 7 1534942 Advocacia-Geral da União 8 1441047 Defensoria Pública Geral da União Fonte: ANEEL . sendo 5 “Cargos de Natureza Especial”.

1.00% 42.2.5.3. Totais (1+2) 244 Fonte: ANEEL .22% Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos Acima de 60 anos Fonte: ANEEL .4 a seguir demonstra o perfil etário do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A.84% 10.00% 35. Cargos de Natureza Especial 0 2.Percentual de Servidores da UJ por Faixa Etária Servidores da ANEEL por Faixa Etária (%) 50.4 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR FAIXA ETÁRIA – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Até 30 anos 1.00% 25.5. Servidores de Carreira 234 1.00% 5.3. Pág. Funções gratificadas 0 3.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).96% 9. Observa-se que cerca de 77% do quadro de servidores possui até 40 anos.00% 15.00% 45. Provimento de cargo em comissão 10 2. Grupo Direção e Assessoramento Superior 10 2. Provimento de cargo efetivo 234 1.1.00% 0. Membros de poder e agentes políticos 0 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).00% 10.4 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a idade O Quadro A.00% 30.5.1.00% 40.00% 20. Servidores com Contratos Temporários 0 2.185 .99% 33.2. Tipologias do Cargo Quantidade de Servidores por Faixa Etária De 31 a 40 De 41 a 50 De 51 a 60 Acima de 60 anos anos anos anos 275 61 47 6 0 0 0 0 275 61 47 6 0 0 0 0 35 18 25 10 2 0 3 0 33 18 22 10 0 0 0 0 310 79 72 16 O gráfico abaixo representa o percentual de servidores divididos entre as diversas faixas etárias: Gráfico 43 .99% 2.

Membros de poder e agentes políticos 1. visto que a UJ não possui instituidores de pensão.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).Analfabeto. Provimento de cargo em comissão Quantidade de pessoas por nível de escolaridade 1 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 0 5 81 0 81 0 18 6 289 0 289 0 51 7 149 0 149 0 22 8 89 0 89 0 4 9 15 0 15 0 3 2. 8 – Mestrado. 9 – Doutorado/Pós Doutorado/PhD/Livre Docência.Alfabetizado sem cursos regulares. Totais 0 0 0 0 99 340 171 93 18 Legenda Nível de Escolaridade: 1 .Segundo grau ou técnico. Fonte: ANEEL . invalidez permanente e outras).186 . 7 .2 Composição do Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas As informações sobre o Quadro de Servidores Inativos e Pensionistas são prestadas no item 5. 3 . Muitos servidores ocupantes do cargo de Técnico Administrativo possuem curso superior.2.2. 5 .6 a seguir demonstra a composição do quadro de servidores inativos da UJ.5. principalmente. 5. Grupo Direção e Assessoramento 0 0 0 0 18 50 19 4 2 Superior 2. compulsória. informando o quantitativo dos servidores inativos na UJ em 31/12/2011 e o número de aposentadorias ocorridas em 2011: Pág. o que influencia diretamente no alcance dos objetivos institucionais.3. razão pela qual a quantidade de servidores apenas com nível médio é reduzida.5.2. 4 .1. Servidores de Carreira 1.Aperfeiçoamento / Especialização / Pós-Graduação.Primeiro grau incompleto. Servidores com Contratos Temporários 2.1. 5. Cargos de Natureza Especial 0 0 0 0 0 1 3 0 1 2.3. compreendendo. 6 .2.1. de acordo com os regimes de proventos (integral e proporcional) e de aposentadoria (voluntária.5 – QUANTIDADE DE SERVIDORES DA UJ POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE – SITUAÇÃO APURADA EM 31/12/2011 Tipologias do Cargo 1. Constata-se que o quadro de pessoal da Agência é bem qualificado. servidores com curso de nível superior e mestrado. que compreende a composição do quadro de servidores inativos. 2 .1 a seguir.5.Primeiro grau.5 a seguir retrata o perfil de escolaridade do quadro de pessoal ativo da UJ: QUADRO A.5 Qualificação do quadro de pessoal da unidade jurisdicionada segundo a escolaridade O Quadro A.5.Superior. Funções gratificadas 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3. Provimento de cargo efetivo 1.1 Classificação do quadro de servidores inativos da unidade jurisdicionada segundo o regime de proventos e de aposentadoria O Quadro A.

8 abaixo contempla os quantitativos trimestrais de contratos de estágio vigentes. A despesa com estágios no exercício totalizou R$ 298.5.00 2. 5.473.425.1 Voluntária 2 0 1.1 Voluntária 0 0 2.5.2 Compulsória 0 0 1. Nível Médio 13 21 17 13 65. Nível superior 57 63 44 43 233. Integral 2 0 1.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).00 1.00 1.858.187 .00 3.7 – “Composição do Quadro de Instituidores de Pensão .3 Invalidez Permanente 0 0 1.4 Outras 0 0 3. a Agência mantinha 56 contratos de estágios vigentes.1 Área Fim 37 42 32 30 157.6 – COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE SERVIDORES INATIVOS – SITUAÇÃO APURADA EM 31 DE DEZEMBRO Quantidade De Servidores Aposentados até De Aposentadorias Iniciadas no 31/12 Exercício de Referência 1. portanto não se aplica à realidade da Agência a demonstração a que se refere o Quadro A.QUADRO A. discriminados de acordo com o nível de escolaridade exigido e com a alocação dos estagiários na estrutura da UJ (na área fim ou na área meio): QUADRO A. Pág.00 2. definido no item 5.00.425. Nível de escolaridade Ao final do ano.2 Área Meio 1 5 4 4 16.2 Área Meio 20 21 12 13 75.00 2.Situação apurada em 31/12”.374. Total 70 84 61 56 298.4 Outras 0 0 2.3 Composição do Quadro de Estagiários O Quadro A.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).193.00 Fonte: ANEEL .2 Compulsória 1 1 2.5.00) 1º Trimestre 2º Trimestre 3º Trimestre 4º Trimestre 1. Regime de Proventos / Regime de Aposentadoria A composição do quadro de servidores inativos e pensionistas da ANEEL abrange apenas 3 (três) servidores aposentados.COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ESTAGIÁRIOS Quantitativo de contratos de estágio vigentes Despesa no exercício (em R$ 1.232.720.1 Área Fim 12 16 13 9 48. Proporcional 1 1 2.2 Demonstração das origens das pensões pagas pela unidade jurisdicionada Cumpre informar que a UJ não possui Instituidores de Pensão. sendo que o mais recente aposentou-se no exercício de 2011. 5.2 da Portaria TCU nº 123/2011. Totais 3 1 Fonte: ANEEL .8 .2.3 Invalidez Permanente 0 0 2.5.

293.347.00 0.842.90 548.461.079.91 Exercícios 2010 11.848.94 414.29 0.119.00 Tipologias/ Exercícios Vencimentos e vantagens fixas Retribuições Gratificações Adicionais Indenizações 0.97 Pág.00 0.72 4.64 0.425.91 0.139.00 0.75 809.726.00 0.00 13.289.00 0.698.22 551.00 0.00 1.271.00 0.58 1.66 2009 42.458.598.00 0.925.00 0.623.00 2.00 0.00 0.5.80 .9 .798.750.210.74 92.00 0.58 28.50 2009 7.00 182.00 0.29 0.14 317.583.680.057.00 0.00 7.64 0.253.QUADRO DE CUSTOS DE PESSOAL NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA E NOS DOIS ANOS ANTERIORES Despesas Variáveis Despesas de Exercícios Anteriores 0.00 0.00 0.00 0.937.00 0.58 Fonte: ANEEL .24 16.38 2.615.677.36 Servidores ocupantes de Funções gratificadas 2011 5.00 0.99 Demais despesas variáveis 0.859.5.00 Servidores de Carreira que não ocupam cargo de provimento em comissão 2011 52.00 Exercícios 2010 0.53 11.529.00 0.047.00 0.00 20.286.08 457.00 4.485.40 0.661.50 18.063.00 0.783.00 5.00 0.9 a seguir demonstra a composição do quadro de custos de pessoal da UJ nos exercícios de 2009 a 2011: QUADRO A.50 623.00 0.349.905.531.52 47.572.11 0.00 0.00 0.432.00 0.037.26 1.00 538.00 52.110.149.00 0.50 1.51 67.00 0.977.760.549.00 0.667.00 0.75 411.00 0.048.00 8.00 0.4 Demonstração dos custos de pessoal da unidade jurisdicionada O Quadro A.104.00 0.804.466.09 1.775.00 0.08 47.76 222.22 143.634.534.24 14.00 0.00 0.00 0.19 Servidores com Contratos Temporários 2011 0.49 1.924.00 0.00 0.00 0.79 7.00 0.00 0.833.82 2.00 0.03 705.00 0.371.715.00 34.144.00 0.57 860.00 614.00 0.08 61.00 3.159.00 0.98 Exercícios 2010 2.00 Exercícios 2010 0.00 3.Superintendência de Recursos Humanos (SRH).77 14.939.584.399.800.530.258.44 235.376.00 0. 0.228.5.751.00 0.268.90 Exercícios 2010 1.01 22.00 12.087.998.00 0.00 0.814.78 1.328.980.00 0.00 69.00 0.476.08 Exercícios 2010 41.00 Decisões Judiciais Total Membros de poder e agentes políticos 2011 0.10 37.284.542.171.385.964.00 0.05 190.00 0.870.75 956.52 796.404.692.00 0.08 44.42 6.27 1.00 131.00 0.00 0.00 0.00 0.31 0.22 Servidores ocupantes de Cargos de Natureza Especial 2011 72.887.869.54 0.08 5.43 1.00 0.358.828.791.596.591.77 279.00 59.88 38.00 0.95 6.00 0.10 2009 3.00 0.08 192.45 1.00 2009 0.00 2.832.00 0.872.662.499.466.86 0.225.226.401.54 0.97 2009 0.05 2009 711.208.95 0.546.84 49.363.544.709.00 2009 0.744.922.334.44 705.00 0.334.633.188 Benefícios Assistenciais e previdenciários 0.83 45.00 2.00 0.00 28.00 194.66 1.914.312.106.602.00 0.668.719.218.32 651.481.00 0.909.00 0.353.482.00 0.00 0.00 0.00 0.63 0.00 0.815.50 505.00 64.030.25 10.287.23 Exercícios 2010 52.82 694.75 15.00 0.83 11.647.141.427.799.00 Servidores Cedidos com ônus ou em Licença 2011 2.002.00 0.574.19 1.281.00 0.00 0.61 0.38 6.59 265.294.266.00 0.332.403.22 796.00 0.439.63 Servidores ocupantes de cargos do Grupo Direção e Assessoramento Superior 2011 1.00 235.

5. (V) Vigilância Ostensiva.5.270. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato. mesmo que não efetivados no exercício.2 da Portaria TCU nº 123/2011 deve ser preenchido somente pela Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento.5. Orçamento e Gestão (MP). Portanto não se aplicam à realidade da Agência as demonstrações a que se referem o Quadro A.271/1997. esse demonstrativo não se aplica à realidade da ANEEL. Por isso. (C) Efetivamente contratada. 5.5.5.9. higiene e vigilância ostensiva pela unidade O Quadro A.5.5.5.5.11 a que se refere o item 5.3 Informações sobre a contratação de serviços de limpeza.12 a seguir compreende os contratos de prestação de serviços de limpeza e higiene e vigilância ostensiva que estiveram em vigência no exercício de 2011. Fonte: ANEEL .5.1 da Portaria TCU nº 123/2011.5. já usada no quadro anterior. P P Pág.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Sit.9 – “Cargos e atividades inerentes a categorias funcionais do plano de cargos da unidade jurisdicionada” e o Quadro A. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal. definidos no item 5.5.10 – “Relação dos empregados terceirizados substituídos em decorrência da realização de concurso público ou de provimento adicional autorizados”.5.12 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE LIMPEZA E HIGIENE E VIGILÂNCIA OSTENSIVA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02. Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental. LEGENDA Área: (L) Limpeza e Higiene.189 . (M) Ensino Médio. e também pelo exposto no item 5. (P) Ativo Prorrogado.2 Autorizações expedidas pelo MP para realização de concursos públicos para substituição de terceirizados O Quadro A. Notar que a Portaria repete a identificação A. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 L O 025/2009 05058935/0001-42 02/03/09 01/03/12 50 50 2008 V O 051/2008 04559666/0001-35 21/05/08 20/05/12 35 35 Observação: As contratações atuais são regulares. (S) Ensino Superior.669/0001-29 Informações sobre os contratos Nível de Escolaridade Período contratual Empresa exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Contratada contratados atividades Área Nat. Natureza: (O) Ordinária. (E) Encerrado.5 Terceirização da mão de obra empregada pela unidade jurisdicionada A terceirização da mão-de-obra empregada pela UJ é demonstrada por meio dos quadros apresentados a seguir: 5.1 Informações sobre terceirização de cargos e atividades do plano de cargos do órgão Cumpre informar que a ANEEL não terceiriza cargos ou atividades típicos de categorias funcionais do seu plano de cargos.5. QUADRO A. mesmo que já encerrados. amparadas no Decreto nº 2. (E) Emergencial.1 acima.

Outras Natureza: (O) Ordinária. LEGENDA Área: 1. mesmo que não efetivados no exercício. (E) Encerrado. Transportes. Vigilância.190 .5. 10. Apoio Administrativo – Menores Aprendizes 14. 9.270. amparadas no Decreto nº 2.5.4 Informações sobre locação de mão de obra para atividades não abrangidas pelo plano de cargos do órgão O Quadro A. P P P P P P A A Observação: Área 14 (Outras): Contrato 38/2011 – Contínuo. Contrato 73/2011 – Nutricionista.5. 8. Telecomunicações.13 – CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM LOCAÇÃO DE MÃO DE OBRA Unidade Contratante Nome: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA – ANEEL UG/Gestão: 323028/32210 CNPJ: 02. Conservação e Limpeza.12 anterior. Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato. Telefonista. (M) Ensino Médio.5.13 abaixo compreende os contratos de prestação de serviços com locação de mão de obra que estiveram em vigência no exercício de 2011. Auxiliar Operacional.Superintendência de Administração e Finanças (SAF) Pág. As contratações atuais são regulares. 3.271/1997. mesmo que já encerrados. Manutenção de bens móveis 11. Copeiragem. QUADRO A. 7. 2. (P) Ativo Prorrogado. 4. 6.5. (S) Ensino Superior. Situação do Contrato: (A) Ativo Normal. Reprografia. tratados no Quadro A. assim como os novos contratos celebrados no exercício de 2011. Informática. Fonte: ANEEL . Nível de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental.669/0001-29 Informações sobre os contratos Período contratual Nível de Escolaridade exigido dos trabalhadores de execução das Ano do Identificação Empresa Contratada contratados atividades Área Nat. Brigadistas 13. contrato do Contrato (CNPJ) contratadas F M S Início Fim P C P C P C 2009 7 O 118/2009 20525093/0001-85 31/07/09 30/01/12 70 64 2009 11 O 119/2009 00681882/0001-06 22/08/09 21/08/12 2 2 2 2 1 1 2010 12 O 49/2010 03073654/0001-33 28/06/10 27/06/12 8 8 2010 4 O 44/2010 08362490/0001-88 15/07/10 14/07/12 12 12 1 1 2010 11 O 176/2010 08220952/0001-22 25/11/10 24/11/12 4 4 13 13 3 3 2010 6 O 179/2010 73834483/0001-01 27/12/10 26/12/12 22 22 2011 14 O 38/2011 05496394/0001-34 10/01/11 09/01/12 31 29 8 8 2011 14 O 73/2011 26413146/0001-52 10/03/11 09/03/12 2 2 Sit. Excetuam-se deste Quadro os contratos relativos a Limpeza e Higiene e Vigilância Ostensiva. Recepção. (C) Efetivamente contratada. Segurança. 5. (E) Emergencial. Manutenção de bens imóveis 12.

Essas quantidades estão demonstradas no Quadro A.  Rotatividade (turnover) A taxa de rotatividade percentual da força de trabalho é dada pela soma do número de admissões e vacâncias/exonerações.78 95.79%.43 3.191 . Pág. o fator disciplina teve apuração média de 7. a ANEEL concedeu apenas uma aposentadoria de um servidor efetivo da Agência. Portanto.69 2.5.5 pontos. na avaliação para fins de pagamento da gratificação de desempenho.  Educação Continuada O quadro a seguir apresenta os principais indicadores resultantes das ações de capacitação realizadas em 2011: Indicador Investimento médio por servidor capacitado (R$) Número médio de participação por servidor Média de horas de capacitação por servidor (h) Número de participações Número de ações realizadas Realizado em 2011 2. em um total de 7. com o público de 465 servidores.5 pontos.1. a taxa de rotatividade no ano foi de (142 entradas+28 saídas) / 2 / 721 x 100 = 11. e dividida pelo numero total de servidores.6 Indicadores gerenciais sobre recursos humanos Os indicadores gerenciais sobre recursos humanos da ANEEL são apresentados nos itens a seguir:  Absenteísmo O Absenteísmo é definido da seguinte forma: Absenteísmo = número de dias de faltas justificadas e injustificadas / (quantidade de servidores X total de dias trabalhados). Portanto. Essa avaliação é resultado de três fontes: avaliação da chefia.644 416  Disciplina O fator disciplina do processo de gestão do desempenho teve apuração média de 7.10%. autoavaliação e avaliação da equipe.  Acidentes de Trabalho e Doenças Ocupacionais Não houve acidentes de trabalho nem servidores acometidos de doenças ocupacionais.5. com o público de 449 servidores. em um total de 7. não há problemas de reposição do quadro.39. Essa avaliação é resultado apenas da percepção da chefia.850.38. Assim. dividida por dois. a taxa de absenteísmo no exercício foi de 4. Na avaliação para fins de desenvolvimento na carreira.  Aposentadoria versus reposição do quadro. Até o momento. multiplicada por 100.

 Desempenho funcional Nas avaliações para fins de concessão de gratificação a nota institucional foi de 96. As médias da avaliação para concessão de gratificação e para desenvolvimento na carreira são bem próximas devido ao fato de três fatores avaliativos serem comuns aos ciclos: (1) disciplina e cumprimento de normas. Para fins de desenvolvimento na carreira (progressão e promoção) a média das avaliações foi de 96. e (3) responsabilidade e comprometimento com o trabalho.Gratificação de desempenho 140 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 85≤ N =100 N N N N N N N N N N N N N N <85 <100 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <86 99 124 81 29 16 18 12 8 4 5 1 2 2 3 3 Série1 39 Fonte: ANEEL .Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual . 7 servidores não tiveram desenvolvimento na carreira. Pág. Considera-se como resultado satisfatório para concessão da gratificação individual integral e para progressão e promoção o desempenho superior ou igual a 85 (oitenta e cinco pontos). eles apresentam mais de 60% do período avaliado coincidentes e a conclusão de cada um é temporalmente próxima à do seguinte: o de gratificação termina em 30 de junho. Gráfico 44 . Já na avaliação para progressão e promoção.Avaliação individual dos servidores para fins de concessão de gratificação de desempenho .35 e a individual 97.78. obtidas nas avaliações para fins de concessão de gratificação de desempenho e para fins de progressão e promoção na carreira. respectivamente.192 . e o de progressão e promoção. 20 pontos – parcela individual). sendo que 3 em virtude de não atendimento ao requisito mínimo de desempenho e os demais por não atenderem aos requisitos mínimos de capacitação. em 31 de outubro. 3 servidores não obtiveram desempenho suficiente para obtenção do valor máximo da parcela individual (80 pontos – parcela institucional.52 (resultado médio consolidado). Embora os ciclos sejam distintos.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). Os dois gráficos a seguir demonstram as notas de avaliação individual dos servidores. em uma escala de 0 a 100. Na avaliação individual para concessão de gratificação. (2) produtividade.

contabilizando 142 ingressos. Além desses. o que elevou a força de trabalho para 721 profissionais. hipertensão e outras. Orçamento e Gestão (MP) autorizou a nomeação de 139 cargos (63 Analistas Administrativos e 76 Especialistas em Regulação). com cerca de 77% dos servidores compreendidos na faixa abaixo dos 40 anos. Um ponto que merece destaque é o alto nível de escolaridade dos servidores da ANEEL: dos 721 servidores que compõem o quadro da Agência.27% do total. ao final do ano. Análise Crítica da Gestão de Recursos Humanos Após quase três anos sem provimento de vagas do quadro efetivo de nível superior.73% registrados com formação equivalente a segundo grau ou técnico. Assim. como diabetes. O baixo número de aposentados – apenas três – também é reflexo da faixa etária do quadro. a entrada dos aprovados no Concurso de 2010 também reforçou outra característica do quadro: a idade. responsáveis por afastamentos mais longos. pois 28% dos cargos exigem apenas o segundo grau.Gráfico 45 . com 13. o equivalente a 86. Essa característica está relacionada aos afastamentos por motivos de saúde.193 . Pág. dos quais 132 foram providos (63 Analistas e 69 Especialistas). a ANEEL teve a autorização para nomeação dos candidatos aprovados no Concurso de 2010 publicada em junho de 2011. problemas de coração. 622 possuem nível superior. houve acréscimo de 1 cargo de livre provimento. concedidas independentemente do interesse da Administração. O Ministério do Planejamento.Avaliação individual dos servidores para fins de progressão e promoção na carreira Distribuição das notas Distribuição das Notas da Avaliação Individual . pois nessa faixa são mais raras as doenças crônicas e suas complicações. têm sido geralmente curtas. A nomeação dos concursados representou um avanço para a Agência no cumprimento de suas metas institucionais.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). pois incrementou sua força de trabalho com a entrada de 138 novos servidores das carreiras vinculadas ao órgão. de modo que não havia registro de servidores afastados por esse motivo.Progressão e Promoção 120 100 80 60 40 20 0 Quantidade 99≤ 98≤ 97≤ 96≤ 95≤ 94≤ 93≤ 92≤ 91≤ 90≤ 89≤ 88≤ 87≤ 86≤ 85≤ =10 N N N N N N N N N N N N N N N N 0 <10 <85 <99 <98 <97 <96 <95 <94 <93 <92 <91 <90 <89 <88 <87 <86 0 64 57 41 41 37 20 8 8 8 2 3 2 1 5 3 Série1 104 61 Fonte: ANEEL . O fato evidencia ainda mais a qualificação do quadro. 2 requisitados e 1 servidor sem vínculo. as licenças por motivo de saúde. Além disso.

1 Instrumentos de transferências vigentes no exercício Relação dos instrumentos de transferência vigentes no exercício de 2011 O Quadro A.6. identifica o instrumento de transferência e o beneficiário. informa os valores pactuados das transferências e contrapartidas.1. as datas de início e fim de vigência dos instrumentos. considerados todos os termos aditivos. INFORMAÇÃO SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS REALIZADAS – PARTE A. ajustes ou instrumentos congêneres. a situação da transferência registrada no Sistema SIAFI. ITEM 6. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Neste item são apresentadas informações sobre as transferências mediante convênio. bem como os repasses efetuados no exercício e os acumulados até o final do exercício.1 a seguir apresenta o conjunto de instrumentos de transferências vigentes no exercício de 2011. termo de cooperação.1 6. Pág. vigentes no exercício de referência. e ainda. O quadro indica a modalidade de transferência. contrato de repasse.194 . 6.6. termo de compromisso ou outros acordos.

561.99 8.48 10.085.000.78 383.72 262.460.93 619.303.407/0001-70 03.916.045/0001-00 - Vigência Início 01/01/2007 17/04/2007 16/05/2007 07/06/2007 27/06/2007 14/02/2008 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2009 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 01/01/2011 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 30/03/2012 Fim 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2011 31/12/2010 Sit.24 413.57 45.251.150.486.028.486.321/0001-73 02.00 965.199.51 759.67 192.550.457.000.59 4.633.00 1.6.538.633.944.99 262.347.045/0001-00 02.945.76 696.397.195 .318.377.404.446.804.598.150.27 888.000.705.931.405.567.486.089.52 Valores em R$ 1.01 395.QUADRO A.00 1.00 1.045/0001-00 01.094.000.38 2.466.340.51 1.045/0001-00 01.930.60 2.000.00 4.000.67 624.47 2.43 5.CARACTERIZAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIAS VIGENTES NO EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.454.045/0001-00 01.192.397.405.00 3.72 953.295/0001-20 07.02 5.141/0001-10 03.636.838.27 383.057.47 1.803.940.631.321/0001-73 02.500.109.000.150.169.48 485.321/0001-73 01.600.743.800.191.803.012.34 16.608.962.083.98 2.06 1.60 2.24 619.804.486.163.635.202.150. 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 6 1 1 1 1 1 1 1 1 1 - Pág.906.962.635.962.40 696.962.91 125.123.23 395.131.045/0001-00 01.91 143.26 40.84 504.438/0001-53 02.350.027.049.249/0001-01 03.00 Modalidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 5 5 5 1 5 5 5 5 Total Convênios e Contratos de Metas Beneficiário 03.06 31.457.82 15.17 143.000.997.707.00 5.011.500.810.130/0001-90 04.982.962.654.188.113.15 624.896.909/0001-62 02.000.730.192.369.659.28 5.633.357.03 9.90 4.57 8.52 480.160.747.28 31.781.76 845.01 678.00 2.95 1.270.895.204.541.00 568.672.93 709.631.513.800.896.26 5.03 8.650/0001-69 04.47 1.537.59 18.300.962.74 3.751.669/0001-29 Nº do instrumento 001/2007 002/2007 003/2007 004/2007 005/2007 007/2008 010/2008 011/2008 012/2008 013/2008 014/2008 014/2010 005/2010 006/2010 007/2010 015/2010 001/2010 002/2010 003/2010 004/2010 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Informações sobre as transferências Valores Pactuados Valores Repassados Acumulado até o Global Contrapartida No exercício exercício 9.00 1.081.222.70 8.457.665.071.000.321/0001-73 02.082/0001-10 04.904.119/0001-33 01.1 .

32 524.892.400.400. LEGENDA Modalidade: 1 .00 76.00 38.000.000.00 3 004/2011 33.34 3 002/2010 33.32 3 010/2011 03.175/0001-00 533.286.32 TOTAL 125.400.705.020.188.Convênio 2 .338/0001-07 Total Termos 647. 1 1 1 1 Situação da Transferência: 1 .871.89 46.892.84 Vigência Início 13/09/2010 23/05/2011 01/11/2011 21/11/2011 Fim 12/03/2012 22/11/2011 30/04/2012 28/02/2013 Sit.Contrato de Repasse 3 .286.Rescindido 7 – Arquivado Pág.00 76.Excluído 6 .00 409.175/0001-00 38.286.Concluído 5 .91 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC).890.892.Termo de Cooperação 4 .686.152.Modalidade Nº do instrumento Valores Pactuados Beneficiário Global Contrapartida 18.00 3 007/2011 33.Inadimplência Suspensa 4 .32 376.32 38.733.091.132.334.Adimplente 2 .32 16.Inadimplente 3 .Termo de Compromisso 5 – Contrato de Metas Valores Repassados Acumulado até o No exercício exercício 262.175/0001-00 76.196 .686.358.

cumpre informar que estes foram rescindidos em 31/12/2011. da Constituição Federal. amparados na Resolução Normativa nº 417.  Desta forma.045/0001-00 ter sido rescindido em 31/12/2010. Isso se deveu ao fato de a Auditoria Interna da ANEEL.contraprestação baseada em custos de referência. da Lei nº 9. e regulamentados na Resolução Normativa nº 417/2010.111/2009.Projeto Programado PP . da Lei nº 9. Contrato de Metas: instrumento pactuado entre a ANEEL e a AGÊNCIA (estadual) por meio do qual são fixadas as atividades a serem executadas em regime de gestão associada de serviços públicos. CNPJ 01. que o convênio de cooperação não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas. instrumentos previstos nos arts. 9º da Lei nº 12. adstrita a um exercício financeiro.1.vinculação ao Convênio de Cooperação. nos novos instrumentos. O Contrato de Metas observa as seguintes diretrizes: I . competências da União relativas aos serviços de energia elétrica.197 . de 26/12/1996. acrescentada para atender à especificidade da UJ. estabelecidas no art. II . os quais executam. por delegação. por se tratarem de instrumentos celebrados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010. Os novos instrumentos firmados em conformidade com a legislação supracitada não têm previsão de contrapartida por parte dos conveniados. Pág. os novos convênios nos 14 e 15/2010 não possuem informações sobre valores pactuados.6.111. sendo identificados pela Modalidade 5. em 2011 foi repassado o valor de R$ 31. 21. com vistas à celebração de novos instrumentos. Apesar de o convênio nº 014/2008 celebrado com a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado do Rio Grande do Sul . 20 a 22. adstrita a um exercício financeiro. No entanto.427. todas as despesas relacionadas à execução descentralizada de atividades passam a ser custeadas pela ANEEL.AGERGS.No tocante à situação dos convênios (legenda “6”) discriminada no quadro A.controle de resultados voltado para a eficiência da gestão. e III . repassados e sobre a vigência. com a redação dada pela Lei nº 12. Foram firmados novos instrumentos de transferência com as Agências Reguladoras Estaduais ARCE e AGERGS. alínea “b”. a qual determina. logo abaixo do convênio a que se vinculam. Os Contratos de Metas possuem vigência de até doze meses.427/1996. relativo ao ressarcimento de pessoal não utilizado no ano de 2009.06. Portanto. que estabelece os procedimentos para a delegação de competências da ANEEL aos Estados e ao Distrito Federal. 20 a 22. em seu art.804.007/2010-AIN/ANEEL concluído ao final de 2010 e referente ao exercício de 2009. bem como tem vigência por prazo indeterminado. no âmbito de cada um desses Convênios de Cooperação (nos 14 e 15/2010) foram firmados Contratos de Metas. que autoriza a gestão associada de serviços públicos. para a execução de atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços públicos. de 09/12/2009. bem como estabelece vigência por prazo indeterminado. com base nos arts. com a redação dada pela Lei nº 12. de 23/11/2010.111/2009. e estabelecem os valores a serem transferidos. 37.6. em atendimento ao disposto no art.1. os quais possuem vigência de até doze meses. inciso XII. Esses Contratos de Metas estão relacionados no Quadro A. O Convênio não envolve transferência de recursos financeiros e não gera qualquer encargo ou direito à indenização entre as partes envolvidas.962. após emissão do Relatório de Auditoria . Esses novos instrumentos firmados são definidos como segue:  Convênio de Cooperação: instrumento pactuado entre a União e o Estado-membro. ter informado que a ANEEL deveria reembolsar à Agência esse valor.

58 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 1 1 376.270. 6.100.697.3 .RESUMO DOS INSTRUMENTOS DE TRANSFERÊNCIA QUE VIGERÃO EM 2012 E EXERCÍCIOS SEGUINTES Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.6.721.01 15.35 Termo de Compromisso Totais 57 26.1.126.6.388.00 78.90 23.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Quantidade de Valores (R$ 1.99 14.686.890.00) 2011 2010 2009 2011 2010 2009 Convênio 2 1 7 13. QUADRO A.2 Quantidade de instrumentos de transferências celebrados e valores repassados nos três últimos exercícios O Quadro A.35 3.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Montantes repassados em cada exercício.89 14. 6.00 429.125.2 .517.135.67 3. QUADRO A.3 Informações sobre o conjunto de instrumentos de transferências que vigerão no exercício de 2012 e seguintes O Quadro A.58 22.527.RESUMO DOS INSTRUMENTOS CELEBRADOS PELA UJ NOS TRÊS ÚLTIMOS EXERCÍCIOS Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02. sendo que os valores referem-se à totalidade e não somente aos instrumentos celebrados em cada exercício.88 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF).3 abaixo contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência e os valores já repassados e a serem transferidos.620.38 Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio-SLC e Superintendência de Administração e Finanças-SAF Pág.198 .01 15.354. e os respectivos valores repassados nesses exercícios.875. assinado entre a ANEEL e Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ).115.976.572.32 447.31 11.370.No que diz respeito ao Termo de Cooperação nº 010/2011.2 a seguir contempla a quantidade de instrumentos por modalidade de transferência celebrados nos exercícios de 2011.32 147.449.334.82 Contrato de Metas 7 3.666.6.125.813.96 Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação 3 571.270.31 13.846.755.6. Quantidade de instrumentos independentemente do ano de celebração do celebrados em cada exercício Modalidade instrumento (em R$ 1. 2010 e 2009.020.135.1.286.006.32 123.436.358. este instrumento visa à cooperação técnica sobre energia e não contempla transferência de recursos entre as partes.536.06 Termo de Compromisso 1 Totais 12 2 9 16. relativos aos instrumentos que permanecerão vigentes no exercício de 2012 e seguintes.00) % do Valor global instrumentos Modalidade Repassados Previstos para repassado até o final com vigência em Contratados do exercício de 2011 até 2011 2012 2012 e seguintes Convênio 12 Contrato de Metas 42 26.

No que se refere aos antigos convênios.688. os quais foram pactuados nos respectivos Contratos de Metas.370. Vinculados a esses convênios foram firmados 7 Contratos de Metas. amparados na Resolução Normativa nº 417/2010.00 Quantidade 48 Contas prestadas Montante Repassado 14. outros 35 Contratos de Metas foram firmados com vigência e previsão de transferências de recursos no exercício de 2012.01 2010 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade 54 Contas prestadas Montante Repassado 14. Pág. assim como os respectivos montantes repassados.579. de termos de cooperação e de contrato de repasse.199 .4 . razão pela qual não envolvem transferência de recursos financeiros. Além desses.735. segmentados por ano em que deveriam ser prestadas as contas. existem 4 prestações de contas por convênio no ano. QUADRO A. foram prorrogados por 90 dias. Na coluna “Convênios” estão informadas as quantidades de contas prestadas e não prestadas.75 2011 Quantidade 12 Contas NÃO prestadas Montante Repassado 4. termos de cooperação e contratos de repasse O Quadro A. Isto se deve aos seguintes motivos: a) Em virtude da liberação atrasada dos recursos financeiros para as Agências estaduais. quando foram previstas 48 prestações. a partir de 01/01/2012 para conclusão das atividades programadas e não realizadas no exercício de 2011. 6.RESUMO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SOBRE TRANSFERÊNCIAS CONCEDIDAS PELA UJ NA MODALIDADE DE CONVÊNIO.246.063. que tiveram repasses em 2011. diferentemente de 2010. TERMO DE COOPERAÇÃO E DE CONTRATOS DE REPASSE Unidade Concedente Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL CNPJ: 02.4 abaixo demonstra a quantidade de instrumentos de convênio.020. Exercício da Prestação de Contas Valores em R$ 1.36 2009 Quantidade Contas NÃO prestadas Montante Repassado Quantidade Anteriores a Contas NÃO 2009 prestadas Montante Repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças (SAF).6. o que representou uma redução de 10 prestações de contas.6.Os doze convênios que vigerão em 2012 foram firmados em conformidade com a Resolução Normativa nº 417/2010.270.2 Informações sobre a prestação de contas relativas aos convênios. Já a prestação de contas financeira é responsabilidade da unidade recebedora dos recursos junto aos órgãos de controle. Portanto. a ANEEL autorizou que a prestação de contas do 1º trimestre de 2011 fosse apresentada em conjunto com a prestação de contas do 2º trimestre. somente a prestação de contas da execução física do objeto é exigida para atesto da unidade concedente.950.00 Para os Termos de Cooperação celebrados entre a ANEEL e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado) Quantitativos e Montante Repassados Termos de Contratos de Convênios Cooperação Repasse Quantidade 18 Contas prestadas Montante Repassado 9. para o ano de 2011 foram previstas 30 prestações de contas. OBS: Cada convênio presta contas trimestralmente. Os 7 Contratos de Metas firmados em 2010. b) A ANEEL celebrou dois novos convênios com as Agências estaduais ARCE e AGERGS.

não há prestação de contas.669/0001-29 UG/GESTÃO: 323028 / 32210 Instrumentos Exercício da prestação das Quantitativos e montantes repassados Contratos de Convênios contas Repasse Quantidade de contas prestadas 18 Contas analisadas Com prazo de análise Quantidade Contas Não analisadas 3 ainda não vencido Montante repassado (R$) 2. As 12 prestações de contas não recebidas em 2011 podem ser apresentadas em até 60 dias do encerramento dos convênios.cujos pagamentos são efetuados como contraprestação pelos produtos elaborados de acordo com os padrões pactuados. ou seja. até 29/02/2012. 6.2.6.ANEEL CNPJ: 02. na condição de concedente.00 Unidade Concedente ou Contratante Nome: Agência Nacional de Energia Elétrica . Assim.77 2011 Quantidade Aprovada 15 Contas Quantidade Reprovada Com prazo de análise analisadas Quantidade de TCE vencido Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 48 Quantidade Aprovada 48 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2010 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado (R$) Quantidade de contas prestadas 54 Quantidade Aprovada 54 Contas analisadas Quantidade Reprovada 2009 Quantidade de TCE Quantidade Contas NÃO analisadas Montante repassado Quantidade Exercícios Contas NÃO anteriores a 2009 analisadas Montante repassado Fonte: Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênio (SLC) e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Pág.927.5 .VISÃO GERAL DA ANÁLISE DAS PRESTAÇÕES DE CONTAS DE CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE Valores em R$ 1.375. efetivamente recebidos e aprovados pela ANEEL.200 . QUADRO A.5 abaixo contempla informações sobre a análise das prestações de contas a cargo da ANEEL. nesses casos.270.1 Informações sobre a análise das prestações de contas de convênios e de contratos de repasse O Quadro A.6. o que representou uma redução de mais 8 prestações de contas trimestrais (2 x 4 = 8).

Para tanto.3 Análise Crítica da Gestão das Transferências Têm-se mostrado efetivas as ações de controle e acompanhamento efetuadas pela ANEEL sobre as transferências financeiras feitas por meio dos Convênios com Agências Reguladoras estaduais. nenhuma transferência na situação de inadimplente. ITEM 7. Em 2012. DECLARAÇÃO DE QUE AS INFORMAÇÕES REFERENTES A CONTRATOS E CONVÊNIOS ESTÃO DISPONÍVEIS NOS SISTEMAS SIASG E SICONV – PARTE A. na presente data. e mediante Termos de Cooperação firmados com o IPEA. 7. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Pág. de 2010. de 2010.201 . disciplinado na Resolução Normativa nº 417. Para as transferências expiradas em 2011. foram rescindidos todos os antigos convênios de cooperação e firmados novos instrumentos de delegação de competência em conformidade com a Resolução Normativa nº 417. Não existe. terá início a implementação definitiva do modelo de descentralização de atividades às Agências Reguladoras estaduais. em 2010 e 2011. há vários anos.6. o prazo para apresentação de Prestação de Contas Final e devolução do saldo expira em 29/02/2012.

202 .Pág.

8. data e assina. Entrega de cópias das Declarações de Bens e Rendas e retificações em envelopes lacrados com formulário em que o servidor assinala o que está entregando. 1º da Lei nº 8.203 . QUADRO A. esta obrigação está no check list de documentos a serem entregues para posse e desligamento. a rotina de controle de entrega das cópias das Declarações de Bens e Rendas ou Autorizações de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física funciona da seguinte maneira: 1. as quantidades de titulares de cargos e de funções obrigados ao cumprimento da exigência do art. 4. Pág.PARTE A. 5. Na ANEEL.Superintendência de Recursos Humanos (SRH). A Superintendência de Recursos Humanos (SRH) lança em planilha de controle os servidores que entregaram e a opção que fizeram.1 abaixo compreende o conjunto de servidores obrigados pela Lei nº 8.8.2 Análise Crítica Conforme demonstra o Quadro A. Arquivamento dos formulários e envelopes. 3. ou entrega do Formulário de autorização de acesso à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física e retificações.730/93) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Cargos Eletivos Entregaram a DBR 0 0 0 Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Obrigados a entregar a DBR 30 11 214 Funções Comissionadas (Cargo. informação sobre as opções de entrega dos servidores. 1º da referida Lei e. caso necessário. INFORMAÇÕES RELACIONADAS À ENTREGA E AO TRATAMENTO DAS DECLARAÇÕES DE BENS E RENDAS .730/93 8. seja no começo do exercício da função ou quando foram exonerados.1 – DEMONSTRATIVO DO CUMPRIMENTO. DA OBRIGAÇÃO DE ENTREGAR A DBR Momento da Ocorrência da Obrigação de Entregar a DBR Posse ou Início do Final do exercício Final do exercício exercício de da Função ou financeiro Função ou Cargo Cargo Obrigados a entregar a DBR 0 0 0 Autoridades (Incisos I a VI do Entregaram a DBR 0 0 0 art. são emitidos memorandos e ofícios. Emprego.8. quantos entregaram a DBR e quantos não cumpriram a obrigação. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 8. sem necessidade de renovação.1 Situação do Cumprimento das obrigações impostas pela Lei nº 8. Nos casos de posse e desligamento. Encaminhamento anual de comunicação a todos os servidores com aviso sobre a obrigação. para cada momento em que a obrigação se concretiza. A partir do fim do prazo da Receita Federal. é feita cobrança por telefone e e-mail dos servidores que não entregaram e. ITEM 8. destes.1. 2. 6. discriminando.730/1993 O Quadro A. POR AUTORIDADES E SERVIDORES DA UJ. Detentores de Cargos e Funções obrigados a entregar a DBR Situação em relação às exigências da Lei nº 8.8. todos os servidores que ocupam cargos comissionados ou funções gratificadas entregaram a Declaração de Bens e Rendas. links para acesso aos normativos que dispõem sobre a obrigação e prazo. Função de Entregaram a DBR 30 11 214 Confiança ou em comissão) Não cumpriram a obrigação 0 0 0 Fonte: ANEEL .730/1993 a entregar a Declaração de Bens e Rendas (DBR).

É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. de natureza preventiva ou de detecção. 7. 8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. 24. 20. 15. bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. QUADRO A.1 Estrutura de controles internos da UJ O Quadro A. 14. Existem políticas e ações. ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. ITEM 9. 21. 6.9. 13.1 . armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. Na ocorrência de fraudes e desvios. A informação disponível à UJ é apropriada. precisa e acessível. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle. 4. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos. de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 17. Procedimentos de Controle 19. 11. 9. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. SISTEMA DE CONTROLE INTERNO DA UJ – PARTE A. 2. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 9. 12. 22.9. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente.9. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 25. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ. Informação e Comunicação 23. atual. claramente estabelecidas. 3. estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. A avaliação de riscos é feita de forma contínua. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda. de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ. Existe código formalizado de ética ou de conduta. Pág. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ.204 1 Avaliação 2 3 4 X X X X X X X X X 4 X X X X X X X X 1 2 3 4 X X X X 1 2 3 4 5 X X X 5 5 1 2 3 5 X . Avaliação de Risco 10. 5. 16. A informação relevante para UJ é devidamente identificada.ESTRUTURA DE CONTROLES INTERNOS DA UJ Aspectos do sistema de controle interno Ambiente de Controle 1. 18. documentada. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos. tempestiva.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à sua estrutura de controles internos.

porém. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ. 29. contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu desempenho. O primeiro deles composto de 5 pessoas. que foi respondido por aquele primeiro grupo.205 . Aspectos do sistema de controle interno Avaliação 2 3 4 Pág. em todas as X direções. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. 30. 2 da Auditoria Interna. com boa visão geral da Instituição. Monitoramento 1 2 3 4 5 28. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliações X sofridas. (5) Totalmente válido. e 1 do Gabinete da Diretoria. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua validade e X qualidade ao longo do tempo. Foram computadas as respostas de cada um desses 5 grupos e estabelecido como critério de pontuação a respectiva mediana. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ.1 5 26. Nos outros 4 grupos foram obtidas respostas de representantes de processos finalísticos da Agência: Regulamentação. por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura. 27. mesmo que com baixa frequência de ocorrências. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. Mediação e Outorga. X Considerações gerais: Para analisar as afirmativas constantes do quadro foram consultados inicialmente 5 grupos. dentre as quais os Gerentes dessas Unidades Organizacionais. Fiscalização. em sua maioria. sendo 2 da Superintendência de Planejamento da Gestão. dada a existência de histórico. as quais haviam participado de resposta preliminar ao questionário no ano anterior. exceto para o item 16. em sua minoria. porém. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da X UJ.

· Se houver concordância com a afirmação acima. a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Os projetos básicos ou executivos. comunicações oficiais. folders. 12. No último exercício. 11. como referido no Decreto nº 5. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados. 10. tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO). este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? Os veículos utilizados pela ANEEL são alugados. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora X bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. como se procedeu a essa campanha (palestras. ITEM 10. QUADRO A. Foi exigida na licitação veículos novos ou semi-novos (menos poluentes). · Se houver concordância com a afirmação acima.10. folders. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos. a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas.)? A UJ promoveu distribuição de pendrives aos servidores. qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? Reduziu o consumo de água e energia 6. à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). X · Se houver concordância com a afirmação acima.10 INFORMAÇÕES QUANTO À ADOÇÃO DE CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NA AQUISIÇÃO DE BENS E NA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS . no intuito de diminuir o número de impressões. a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). Nos últimos exercícios. como se procedeu a essa campanha (palestras. utilização e descarte dos produtos e matérias primas. produtos de limpeza biodegradáveis). possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação.206 X X X X X X . No último exercício. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Gestão Ambiental e Licitações Sustentáveis 10. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação. a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. X · Se houver concordância com a afirmação acima. 3. lâmpadas econômicas). qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. etc. No último exercício. comunicações oficiais. bem como sua destinação.PARTE A. na contratação de obras e serviços de engenharia. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade. como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços.1 . Pág. X · Se houver concordância com a afirmação acima. como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. · Se houver concordância com a afirmação acima. X · Se houver concordância com a afirmação acima. Nos últimos exercícios. · Se houver concordância com a afirmação acima.940/2006.1 abaixo apresenta a avaliação da Agência quanto à gestão ambiental e licitações sustentáveis. 4. a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. quais foram os produtos adquiridos? 7. quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? Critérios e normas estabelecidas na IN n º 01/2010 2.1 O Quadro A.GESTÃO AMBIENTAL E LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação 3 4 5 X X Licitações Sustentáveis 1 2 1.)? 13. etc.10. 8.

11. 11.1. em sua minoria.2 Discriminação dos Bens Imóveis de Propriedade da União sob responsabilidade da UJ Não se aplica.2 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial Locados de Terceiros Não se aplica. Pág. DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 Não há bens imóveis sob a responsabilidade da UJ classificados como “Bens de Uso Especial” de propriedade da União ou locado de terceiros. ITEM 11. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ.1. porém. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ.1. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DO PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO DA UJ CLASSIFICADO COMO “BENS DE USO ESPECIAL” – PARTE A. Superintendência de Licitação e de Controle de Contratos e Convênios (SLC) e Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ. 11.1 Gestão de Bens Imóveis de Uso Especial 11. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. em sua maioria.1 Distribuição Espacial de Bens Imóveis de Uso Especial de Propriedade da União Não se aplica.207 . 11. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ. porém.Aspectos sobre a Gestão Ambiental Avaliação Licitações Sustentáveis 1 2 3 4 5 Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos e titulares da: Superintendência de Administração e Finanças (SAF).

14. 11. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. Bens X Serviços (>90%) X 13. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. onde o pagamento é realizado por meio da unidade de cópia/impressão. ao quantitativo de servidores.871/2004. (5) Totalmente válida: Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. porém. ITEM 12. porém. em sua minoria. para lidar estrategicamente com segurança da X informação. Existe uma área específica. X Segurança da Informação 6. 7. Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8. A Agência não possui um plano de cargos e carreira específico para a área de TI. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. X 3. A ANEEL terceiriza somente a locação de impressoras corporativas (bens). Essa categoria exigiu conhecimentos em TI apesar de poder ser executado por profissionais com formação em qualquer área. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em X termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI. X Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos X de bens e serviços de TI. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento X específico. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) DA UJ – PARTE A. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ. X 2. (2) Parcialmente inválida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ. conforme consta na Lei nº 10. DO ANEXO II DA DN TCU Nº108 12. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. a entrada de 8 (oito) técnicos administrativos. 69 5. X 10. Pág. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade oferecidas aos X seus clientes.12.1 Gestão de Tecnologia da Informação (TI) QUADRO A. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e serviços de TI X terceirizados? Considerações Gerais: O questionário foi preenchido por técnicos da Superintendência de Gestão Técnica da Informação (SGI). O último concurso realizado (2010) previu 10 vagas para o cargo de Analista Administrativo . ainda. X 9. (4) Parcialmente válida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ.208 . 15. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ.Área 3.12. em sua maioria.1 – GESTÃO DE TI DA UJ Quesitos a serem avaliados Avaliação 1 2 3 4 5 Planejamento 1. com responsabilidades definidas. X Perfil dos Recursos Humanos envolvidos 4. Soma-se. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades da UJ.

materiais elétricos e de manutenção.29 709.1 Despesas com Cartão de Crédito Corporativo O Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF) foi instituído pelo Decreto nº 5.000 3. INFORMAÇÕES SOBRE A UTILIZAÇÃO DE CARTÕES DE PAGAMENTO DO GOVERNO FEDERAL – PARTE A.13. conforme demonstra o Quadro A.01 0 .52 0 0 640.530. para 55 servidores. a Norma Interna que dispõe sobre a utilização do CPGF no âmbito da Agência.488. A ANEEL começou a utilizar os cartões em agosto de 2005 e publicou.833.67 1. de 25/01/2005.42 1.58 536. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 13.03 7.415.076.27 0 1.06 0 0 2.874.528. e regulamentado pela Portaria MP nº 41. ITEM 13.000 4.123.000 2.577.400.538-03 041.434.414. os saques somente foram efetuados em circunstâncias nas quais não foi possível a utilização do Cartão na modalidade Fatura.934.000 28.96 623.96 623.000 4.29 709.658-86 262. O cartão tem sido utilizado para pagamento de despesas de pequeno vulto ou emergenciais.494.42 1.67 1.1 .434.000 3.138-07 031.903.000 3.13.650-34 308.565.000 2.378-64 360.94 849.000 3.317-49 256.410.644-92 013.000 1.000 5.241-00 003.93 0 0 1.946-68 223.129-61 110.396-46 008.1 abaixo: QUADRO A.781-68 158.57 84.179.000.604.415.588-96 295.305.000 4.000 2.000 1.355.1.03 0 737.01 0 Valores em R$ 1.24 1.00 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Fatura 782.318.616-94 018.076.03 10.326-95 014. em 2006.000 4.481.376-00 194.434.24 1.825-20 153.07 0 333.621-11 000.000 2.537.716-88 036.000 4.70 373.966-86 006.179.000 3.197.146-44 011.842.58 536.70 373. sendo devidamente justificados nos processos de Prestação de Contas dos suprimentos de fundos.52 0 0 640.56 366.938. cópias de documentos e pequenos serviços. O Cartão apresenta como benefícios a transparência nos gastos efetuados e agilidade nas aquisições emergenciais.07 0 333.746-04 Pág.000 3.790.03 0 800 849.DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO POR UG E POR PORTADOR Código da UG Portador CARLOS EDUARDO CARVALHO LIMA MARCIO MENDONCA NOGUEIRA DA GAMA VINICIUS LOPES CAMPOS FREDERICO DE ARAUJO TELES FABRICIO EDUARDO JACOB JAQUELINE CESARIO DA SILVA LEONARDO MORAIS DA ROCHA FORMIGA RODRIGO CESAR NEVES MENDONCA RENATA CAMPELLO SCOTTI NILTON ROBERTO MAGOSSO GONCALVES LUIZ ROGERIO GOMES NELSON SIMAO DE CARVALHO JUNIOR ASSIS FRANCISCO CARLOS ISSAO HIRATA ORLANDO CAVALCANTI GOMES FILHO EDUARDO JOSE FAGUNDES BARRETO JOAO DE DEUS DA SILVA MAURO CESAR NORONHA JULIO LOUZADA RIBEIRO MENDES WELLINGTON SANTOS DE ANDRADE WELLINGTON LEMOS SANTOS JOSE LUIZ ULIANA JUNIOR HERMANN FRIEDENBERG DE LEMOS AILSON DE SOUZA BARBOSA EDUARDO ROSSI FERNANDES CELSO EDUARDO HERMISDORFF ADEMILTON BRAZ BARNABE 323028 CPF 000. tais como: combustível em viagem a serviço.000 5.716-87 396.197.000 5.681-03 006.33 689.000 Valor Saque 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 62.000 3.00 Total 782.21 751.21 751.00 500.33 689. foram concedidos 123 suprimentos de fundos mediante Cartão Coorporativo.000 1.000 3.047-31 033.209 Limite de Utilização da UG Valor do Limite Individual 1.414-53 147.517.1 Relação dos portadores de cartão de crédito corporativo na unidade e utilização no exercício Durante o exercício de 2011.000 5. de 04/03/2005.93 0 0 1.909.27 0 1.935. 13. Em todos os casos.197.159.13.400.003.000 1.57 84.674-53 315.56 366.

121-72 0 BRENO DE SOUZA FRANCA 475.06 Total utilizado pela UJ 3.412.316-15 0 SANDOVAL DE ARAUJO FEITOSA NETO 553.077.000 3.761-04 0 MARCELO PEREIRA MENDES 893.000 Valor Saque Fatura 0 292.84 35.000 JAQUELINE GODOY 903.76 289.758.425.000 1.515.000 2.000 3.801-78 0 ROGERIO DE ASSIS LIMA 896.000 2.077-91 0 MARCIO HISSASHI KOMENO 857.88 145.000 3.000 3.142.84 Total 0 292.000 4.841-04 0 JESUS ROBERTO FERRER DE FRANCESCO 701.857.741-49 0 ENDRIZZO GALILEI CARMO BRAGA 984. Valor do Limite Individual 3.521-53 1.46 337.136.313-15 0 THELMA MARIA MELO PINHEIRO 575.891-72 0 CELIA INES FUCHS 532.281-91 0 THOMPSON SOBREIRA ROLIM JUNIOR 725.059.000 5.88 145.556-72 0 IURI CONRADO POSSE RIBEIRO 798.077.72 599.32 88.94 0 414.43 782.000 3.27 507.000 3.000 3.368.000 3.46 337.843-20 0 PAULO LUCIANO DE CARVALHO 847.80 199.90 Pág.276.199-53 0 RENATO ABDALLA AFONSO 923.Portador CPF ESILVAN CARDOSO DOS SANTOS 424.000 1.39 35.431-87 0 ZIUMAR NAZARENO RODRIGUES 774.000 2.005-78 0 SANDERSON EMANUEL UCHOA DE LIMA 803.565.99 0 0 0 147.33 0 0 0 1.537.210 .80 199.33 0 0 0 1.218.023-34 0 SERGIO RIBEIRO LEITE 653.041-00 0 CAMILLA DE ANDRADE GONCALVES 955.43 0 0 140.000 2.620.000 3.198.291-04 0 ROGERIO DOS SANTOS COSTA 530.42 0 0 200.000 3.195.540.142.000 1.72 599.906-10 0 MIGUEL GUSTAVO SILVA GIFFONI 848.611-04 0 ALEXANDRE CASTRO CALDAS 872.39 38.236.619.290.425.42 0 0 200.703.000 1.631-20 0 EDUARDO MARTINS DA SILVA 793.32 88.533-15 0 TITO RICARDO VAZ DA COSTA 619.000 3.373-72 0 RAFAEL ERVILHA CAETANO 784.94 183.567.99 0 0 0 147.477.000 3.06 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional.76 289.929.145.27 507.619.43 8.016-20 0 Total utilizado pela UG 3.401.43 0 0 140.321.94 0 414.000 22.065.43 9.748.477.43 782.065.451-00 0 IVO SILVEIRA DOS SANTOS FILHO 726.000 3.402-20 0 WILSON KIYOKASU OZAWA 497.000 3.140.90 38.000 3.055-00 0 LINCOLN BRAGA E SOUZA 693.000 1.94 183.554.

202.79 52.13.211 .68 625.454.477.2 Utilização dos cartões de crédito corporativo da unidade O Quadro A.83 Fonte: ANEEL – Superintendência de Administração e Finanças (SAF) / SIAFI Operacional 14.06 2.47 53.142.97 Valores em R$ 1. Pág. QUADRO A.713.13.84 49. INFORMAÇÕES SOBRE RENÚNCIA TRIBUTÁRIA – PARTE A.1.619.13. ITEM 14.2 a seguir demonstra.(SÉRIE HISTÓRICA) Exercícios 2011 2010 2009 Saque Quantidade 12 21 11 (a) Valor 3. de maneira consolidada.2 – DESPESA COM CARTÃO DE CRÉDITO CORPORATIVO . DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 Este item não se aplica à realidade da ANEEL. a série histórica da despesa com Cartão de Crédito Corporativo nos três últimos exercícios.86 Quantidade 116 236 350 Fatura (b) Valor 35.080.488.90 52.00 Total (a+b) 38.

Pág.2 do Acórdão nº 1. respectivamente.2 Tipo DE Comunicação Expedida Ofício nº 357/2009TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou Código SIORG recomendação ANEEL 21089 Descrição da Deliberação: 9. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. e 35/2011-AIN/ANEEL.688/2009-Plenário Item 9.CERON e empresas geradoras de energia (Pequenas Centrais Hidrelétricas. rural e Luz para Todos -. ITEM 15. Quando da conclusão da homologação de todos os contratos de compra e venda de energia elétrica firmados entre as Centrais Elétricas de Rondônia .15. além do valor a ser levado em conta no cálculo do redutor tarifário.3.1 .212 .2. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 15.CUMPRIMENTO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU ATENDIDAS NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 014. calculado a título de penalização por eventual descumprimento das metas. apresentado dados relacionados à meta e à execução. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU. encaminhe o respectivo resultado a este Tribunal.3. de 27/08/2009. Determinar à ANEEL que: 9.15 INFORMAÇÕES SOBRE AS PROVIDÊNCIAS ADOTADAS PARA ATENDER ÀS DELIBERAÇÕES EXARADAS EM ACÓRDÃOS DO TCU OU EM RELATÓRIOS DE AUDITORIA DO ÓRGÃO DE CONTROLE INTERNO – PARTE A.1 e 9. Usinas Hidrelétricas e Usinas Termelétricas). em nível de item do Acórdão. de 14/04/2011. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG SEM e SFE 27372 e 27388 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 177/2009-AIN/ANEEL.3. destacando os respectivos valores passíveis de serem repassados à tarifa de energia elétrica dos consumidores finais atendidos pela CERON.3.3. contendo posicionamento sobre os itens 9.3.15. e 9. Quando da conclusão da fiscalização do cumprimento das metas de universalização por parte da CERON.1 abaixo contempla as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às deliberações do TCU. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU.1.3.362/2008-7 Acórdão 1.1 e 9. por ano e por Plano de Universalização – urbano. que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento ao Acórdão QUADRO A.688/2009–TCU/Plenário. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU. encaminhe os respectivos resultados ao TCU.1 Deliberações do TCU atendidas no exercício O Quadro A. e Providências Adotadas. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.

referente ao período posterior à publicação da Medida Provisória n.º 12.1. 11. o uso da revogação da autorização. o impacto financeiro sobre o encargo tarifário CCC e a regulação adotada para o art. tendo em vista que as multas aplicadas não foram suficientes. incluindo. da Resolução Normativa ANEEL n. 4º-A da Lei n. Adote medidas mais eficazes para que se faça cumprir a Resolução Normativa ANEEL n. a extensão e forma de repasse de eventual passivo de custos.213 . respectivamente. Pág.2. SFG. Determinar à ANEEL que: 9.1. a valoração dos custos de geração própria. que demonstrem o impacto sobre o encargo CCC da referida lei. especificando: a forma de valoração do custo médio de geração no Ambiente de Contratação Regulado (ACR). se necessário.1 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 406/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. conforme o art.111/2009. 60 dias após a regulamentação da Lei n. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. 9. contendo posicionamento sobre os itens 9.2 do Acórdão nº 1. 27387. a repercussão dos investimentos realizados pelas concessionárias.º 163/2005. 27321 Síntese da providência adotada: Expedidos os Ofícios nº 39/2011-AIN/ANEEL.984/2009-7 Acórdão 1.1.º 9.1 e 9.906/2010-Plenário Item 9. de 28/04/2011.906/2011 – TCU/Plenário.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 003.º 63/2004. e 48/2011-AIN/ANEEL. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.991/2000. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRG.1.1. de 03/05/2011.º 466/2009 até a data de sua regulamentação. SRE Código SIORG 27390. Apresente estudos.1.

ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 010. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. nos próximos leilões. através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”. Recomendar à Aneel que. considere as especificidades dos empreendimentos a serem instalados em distintas regiões do território brasileiro na definição do percentual relativo aos custos ambientais incidentes sobre o custo total. compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros. de 02/12/2012. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos.2.939/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.542/2011-6 Acórdão Item 9. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL.214 . quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 135/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 1. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: Conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT. Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e. Pág.

2. bem como as correspondentes composições de custos unitários. Orçamento detalhado do custo global da obra.2. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. exija: 9.4. Avaliação circunstanciada da adequação dos valores de todos os custos previstos na forma de verba ou como percentual de outros custos. e o Ministério de Minas e Energia – MME.Plenário Itens 9.1. SCG e CEL Código SIORG 27381. de 10/12/2010.2. Pág.036/2010 .EPE. [. fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.091/2010-0 Acórdão 3.1. e conforme posicionamento da Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH. 9. a revisão dos preços dos equipamentos principais (turbinas. tomando por base as distâncias de transporte e os valores referenciais informados no relatório que fundamenta esta deliberação.1. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 026. equipamentos elétricos e equipamentos diversos). 9. de 02/02/2011.347/EPE/2010.. contendo as especificações técnicas dos serviços de obras civis e dos equipamentos eletromecânicos.1. 9. de forma a adequá-los à relação preço/potência instalada média praticada nos empreendimentos de concepção e localização similares. era de competência da Empresa de Pesquisa Energética – EPE..2 e 9. Para as UHEs Teles Pires e Sinop. Alertar à ANEEL. visto que tal recomendação.3. no entendimento da Agência. Recomendar à EPE e à ANEEL a reavaliação dos Orçamentos Padrão Eletrobrás. que quaisquer alterações nos valores constantes dos estudos de viabilidade entregues ao TCU importarão na necessidade de devida readequação dos cálculos dos Preços de Referência e envio imediato a esta Corte de Contas dos novos parâmetros que fundamentam referidos cálculos. 9. 27385. foi expedido o Ofício nº 1. geradores. a revisão do preço dos serviços de Aterro Compactado. conforme demonstrado e calculado no referido relatório.] 9. ajustando os Preços de Referência dos empreendimentos de Teles Pires e Sinop.215 . Para a UHE Sinop. por meio do Memorando nº 72/2011-SGH/ANEEL.1. Quanto à recomendação 9.2. a ANEEL passará a exigir do desenvolvedor de estudos de viabilidade de empreendimentos hidrelétricos as informações indicadas na respectiva recomendação. a exclusão ou redução do percentual de 8% previsto a título de "Eventuais".4 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 559/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. juntamente com a Empresa de Pesquisa Energética .2. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SGH. 9.1. 27301 Síntese da providência adotada: Para atendimento do item 9. Para a UHE Teles Pires. considerando: 9. Recomendar à ANEEL que nas futuras licitações de concessão de aproveitamentos hidrelétricos. aplicado sobre o valor total das contas.1.2.1.

666/93. alínea "b". 7º. 9. da Instrução Normativa TCU nº 27/1998. c/c o art. em que conste.3 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 588/2010TCU/SEFID Código SIORG 21089 Acórdão 3.3. com vistas a garantir a exequibilidade das propostas ofertadas em leilões de linhas de transmissão e o aperfeiçoamento do conhecimento da agência sobre os valores de mercado dos correspondentes objetos.4.1.216 . que as exigências de detalhamento de projetos são mais condizentes com o regime da Lei 8. acompanhada dos correspondentes anexos.3. Discriminação e cronograma econômico-financeiro dos investimentos e dos custos operacionais.Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. em 14/03/2011. caso seja formalizado o contrato de concessão referente ao Lote B do Leilão nº 1/2009. Pág. Fluxo de caixa da concessão com demonstração da Taxa Interna de Retorno ou de qualquer outro parâmetro previsto no edital de licitação que se destine a aferir o equilíbrio econômico-financeiro do contrato de concessão. inclusive em meio magnético. por entender. 9. Recomendar à Aneel.3.2.3.096/2009-9 Acórdão Itens 9.3.2 e 9. em síntese. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT Código SIORG 27386 Síntese da providência adotada: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame. cinco dias após a assinatura.2. junto ao Tribunal de Contas da União – TCU. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. Alertar a Aneel que. Premissas adotadas para a formulação da proposta econômico-financeira. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. no mínimo: 9. 9. 9. que requisite às licitantes vencedoras cópia das respectivas propostas econômico-financeiras cujos valores sejam inferiores a 70% do valor orçado pela administração.3. encaminhe cópia a este Tribunal. 8º. inciso IV. Discriminação de todas as receitas esperadas. não se aplicando à licitação dos serviços públicos de transmissão. de acordo com o art. inciso IV.157/2010 .ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 003.

contendo posicionamento sobre o item 9. foram encaminhados os Ofícios 263/2011-SEE-MME de 15/08/2011 e 265/2011-SEE/MME de 18/08/2011. o total do público-alvo do Programa Luz para Todos que resta ser atendido.4. em conjunto. Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.2 e 9. Pág. levando-se em conta a obrigatoriedade de universalização e a modicidade tarifária. Com referência ao item 9. abordando a quantidade e a localização desse remanescente. no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias.3. de 12/04/2011. para atendimentos em energia elétrica em regiões isoladas por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI.1. Plano de Ação para o desenvolvimento de estudo detalhado sobre: 9.3. com vistas a possibilitar.3. com vistas a analisar a oportunidade e a viabilidade de criação e/ou adequação de processos de trabalho relacionados à fiscalização sistemática de informações utilizadas nos cálculos de reajustes tarifários anuais recebidas dos agentes executores do Programa Luz para Todos. 27393 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 32/2011-AIN/ANEEL. 9.2. e 9. o atendimento de parcela do público-alvo remanescente do Programa Luz para Todos por meio de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente – SIGFI. necessidade de alteração da Resolução Normativa Aneel nº 83.111. Determinar à Aneel que elabore e encaminhe a este Tribunal.3. no prazo de 60 (sessenta) dias.492/2007-5 Acórdão Item 9. a oportunidade e a legalidade de utilização de recursos da Conta de Consumo de Combustíveis Fosseis – CCC. com o Plano de Ação referente ao Programa Luz para Todos. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor. de forma efetiva. nos moldes do previsto na Lei nº 12. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE e SRC Código SIORG 27321.3. de atendimento do público-alvo remanescente. e 9.217 .ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 028. com ênfase no público localizado em regiões isoladas. de 2004.2.3 Determinar à Aneel e ao Ministério de Minas e Energia – MME que elaborem.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 33/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 371/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. elaborado por técnicos da ANEEL do Ministério de Minas e Energia – MME. viabilidade. Plano de Ação.3 do referido Acórdão. e encaminhem a este Tribunal.2 do Acórdão nº 371/2011 – TCU/Plenário. de 2009. 9. a forma de seu atendimento (convencional ou alternativo) e a estimativa de recursos necessários.

encaminhe ao TCU o cronograma das atividades relativas às revisões tarifárias de 2011 e as informações previstas na IN/TCU 43/2002.3.1 e 9.430/2011-2 Acórdão Item 9. Pág.2. no prazo de cinco dias após sua emissão.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 61/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Acórdão 956/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 2º. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. parágrafo 1º.3. ao se iniciarem os processos formais de revisão tarifária do 3º ciclo. tão logo haja deliberação acerca das audiências públicas 005/2011 e 040/2010. os documentos referidos no art. 9.2 do Acórdão nº 956/2011 – TCU/Plenário. art. encaminhe.3.3. contendo posicionamento sobre os itens 9. 3º da referida norma.3.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 006. Determinar à Aneel que: 9.218 .1. prevista no art.3.3. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 51/2011-AIN/ANEEL de 04/05/2011. 4º da IN/TCU 43/2002 relativos aos processos de revisão tarifária das distribuidoras constantes da amostra a ser acompanhada integralmente pelo TCU.1 e 9.

4 do Acórdão 1.382/2011-TCU/Plenário. 7º. Determinar à Aneel que: 9. de modo a promover regulamentação específica no que tange aos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). expurgando-se do cálculo fatores sazonais e outros que não reflitam as condições normais de operação das usinas. contendo posicionamento sobre os itens 9.apresente.2 . Providências adotadas Setor responsável pela implementação SRG Código SIORG 27390 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 104/2011-AIN/ANEEL. Recomendar à Aneel a realização de um estudo no qual sejam revistos os valores de geração de referência das usinas térmicas.219 . 9. inciso V. visando à otimização do uso desse subsídio para geração de energia elétrica a partir de usinas térmicas a carvão mineral. alínea “b”.382/2011-Plenário Item 9.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 028.exija da Eletrobras o estabelecimento de um procedimento contínuo de avaliação da razoabilidade dos preços do carvão mineral.2 e 9.1 .438/2002 e os princípios da eficiência e da modicidade tarifária. da Lei nº 10.2 e 9. de 29/06/2011.2. 12 da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004. 9. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas. uma vez que a ausência de controle fere o art. conforme previsto no art.2. inciso I. 13. um plano de ação que detalhe como se dará o cumprimento do art. da Resolução Normativa Aneel nº 129/2004. Pág. com o estabelecimento de critérios de eficiência.4.4 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 94/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. encaminhando os resultados a este Tribunal. no prazo de sessenta dias.2.424/2010-7 Acórdão 1.

adote medidas para: 9. em atendimento às determinações e recomendações expedidas nos relatórios de fiscalização dessa agência relativos ao mencionado incidente.427/96.maio/2011 e “ONS . tendo em vista as divergências de posicionamento entre Aneel. 9. 9. contendo posicionamento sobre os itens 9.2. ONS e Chesf.3 do Acórdão nº 2.563/2011TCU/SECEX-PE Código SIORG 21089 Acórdão 2.868/2011-7 Acórdão Item 9.Luiz Gonzaga C1 para energização.4 exame das manifestações e contestações da Chesf e do ONS.1 providências adotadas pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco – Chesf – e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS –.5 outras providências pertinentes à questão. na Região Nordeste. 9.744/2011 – Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.2. 27387 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 186/2011-AIN/ANEEL de 26/12/2011. com fundamento na Lei 9.3 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 1. 9. 9.744/2011 – TCU/Plenário. quanto à devolução da linha de transmissão (LT) 500 kV Sobradinho . encaminhe a este Tribunal informações atualizadas sobre o estágio e/ou resultado das medidas adotadas em função do blecaute ocorrido no dia 4/2/2011. voltadas à melhoria da segurança do sistema de geração e distribuição de energia elétrica na Região Nordeste.2 medidas voluntariamente adotadas pela Chesf e pelo ONS para aperfeiçoar a segurança do sistema.3.2 e 9. no prazo de 30 (trinta) dias.2 e 9.2 avaliar a solução proposta pela Chesf para evitar o desligamento da usina hidroelétrica (UHE) de Xingó em circunstâncias similares àquelas do blecaute de 4/2/2011. especialmente quanto às seguintes ações: 9.Transmissão .ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 9 Processo 003. Síntese dos resultados obtidos Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.2. respectivamente.2.3. por ocasião do blecaute de 4/2/2011. nos relatórios de fiscalização “Chesf Transmissão . Determinar à Aneel que.2.maio/2011”. a contar da ciência.1 definir as verificações a serem realizadas antes de reintegrar linhas de transmissão ao sistema.011/2011-SFG. Recomendar à Aneel que. em decorrência do mesmo episódio.3 análise do recurso administrativo interposto pela Chesf contra o auto de infração AI 1. 9.220 .2.3. Pág. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SFE e SFG Código SIORG 27388.

1 e 9. Síntese dos resultados obtidos: Concluído. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9. 9. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SCT e CEL Código SIORG 27386. de 02/12/2012.. 27301 Síntese da providência adotada: Expedido o Ofício nº 780/2011-CEL-SCT/ANEEL. de 14/11/2011.006/2011 . compete ao Poder Concedente identificar as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros.2 retro. através de estudos específicos elaborados por equipes multidisciplinares e relatados nos R3 – “Relatório de Caracterização e Análise Socioambiental”.2.3.2 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 283/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.3. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.3. Com referência ao item 9.066/2011-5 Acórdão 3. Os relatórios R3 são parte integrante dos Editais de transmissão e.2.1.006/2011 – TCU/Plenário. Pág. por meio do Memorando nº 918/2011-SCT/ANEEL. Nos próximos leilões.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 10 Processo 030. considere as particularidades das distintas regiões e biomas brasileiros na definição dos percentuais de custos ambientais incidentes nos custos totais dos empreendimentos de transmissão de energia. Promova a revisão dos atos justificatórios e das estimativas de custos dos empreendimentos do Leilão nº 6/2011-Aneel a fim de compatibilizar o escopo previsto nesses documentos. conforme ressalva constante do item 9. elas são consideradas na estimativa dos investimentos necessários para implantação dos empreendimentos. e conforme posicionamento da Superintendência de Concessões e Autorizações de Distribuição e Transmissão – SCT.3.Plenário Itens 9.3.3.1 do Acórdão nº 3.3. quando apontam dificuldades para implementação do empreendimento.221 . Recomendar à Aneel que: 9.

de 29/07/2011.7. Síntese dos resultados obtidos: Concluído. Pág.402/2011 – 1ª Câmara Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação SLC Código SIORG 27384 Síntese da providência adotada: Expedido o Memorando nº 217/2011-AIN/ANEEL.7.7.1 e 1. as exigências qualitativas e quantitativas requeridas para a qualificação técnica das licitantes.222 . solicitando o posicionamento da Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC a respeito da determinação 1. referente ao Acórdão 5402/2011 – 1ª Câmara.2. evitando que se repita a prática inadequada observada no Pregão nº 41/2009.476/2009-3 Acórdão Itens 1. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.1.7. sempre que necessário. de forma a evitar a dubiedade na sua interpretação. 1. de forma clara. abstendo-se de incluir exigências que sejam irrelevantes para a execução do objeto contratado. submetendo-as à área técnica. Tal Unidade Técnica informou que já passara a observar os aspectos desta determinação na oportunidade da primeira fase processual na SECEX-1.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 11 Processo 027.7.1. especifique.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 534/2011TCU/SECEX-1 Código SIORG 21089 5. Determinar à Aneel que: 1. Uniformize os procedimentos atinentes à análise das propostas apresentadas pelos licitantes. Quando da elaboração dos seus editais.

e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento. que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da deliberação no exercício.SITUAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES DO TCU QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 1 Processo 017. ao TCU. dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Deliberações expedidas pelo TCU.7. à Superintendência de Recursos Humanos – SRH.305/2009 . de 16/10/2009. para cada grupo (Grupo 1 .1. a despesa pertinente à remuneração dos cargos comissionados.15. contados da ciência desta deliberação. para conhecimento e providências. tomando como referência para sua fixação os quantitativos de cargos estabelecidos no Anexo I da Lei nº 9.1.3 e 1. encaminhe ao TCU cronograma detalhado que especifique a forma de cumprimento das determinações exaradas neste acórdão. em nível de item do Acórdão. CA e CAS.986/2000 e a tabela remuneratória vigente. Pág. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH e PGE Código SIORG 27397 e 27310 Justificativa para o seu não cumprimento Cópia do Ofício nº 1.3. encaminhando Pedido de Reexame da decisão proferida nos termos do Acórdão nº 2.2. QUADRO A. no prazo de 30 (trinta) dias. Expedido o Ofício nº 215/2009-AIN/ANEEL. no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 1.551/2009TCU/SEFIP Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 1.7.2 Deliberações do TCU pendentes de atendimento ao final do exercício O Quadro A.CD. que identifica a determinação ou a recomendação lavrada pelo TCU.551/2009-TCU/SEFIP foi encaminhando.15. CGE. em 03/11/2009.15. limite.7.2 . através do Memorando nº 442/2009-AIN/ANEEL. contados da ciência desta deliberação.305/2009-TCU/Plenário. Determinar à ANEEL que.Plenário Item 1.2 abaixo demonstra a situação das deliberações expedidas pelo TCU que permanecem pendentes de atendimento.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 1.7. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame da decisão proferida no Acórdão citado. e Grupo 2 .223 .636/2007-9 Acórdão 2.CCT). Determinar à ANEEL que. estando estruturadas em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Deliberações do TCU.

junto ao Tribunal de Contas da União – TCU. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Aguardando manifestação do TCU sobre o Pedido de Reexame de decisão proferida no Acórdão citado.224 .386/2008-1 Acórdão Itens 9.. especialmente aos de acessibilidade do serviço e de acompanhamento e resolução de demandas.5 Tipo RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 520/2010TCU/SEFID. [. à Agência Nacional de Energia Elétrica . 5º.ANEEL que adote as medidas necessárias para que o serviço de relacionamento da Agência com os usuários dos serviços por ela regulados atenda aos requisitos do Decreto n.523/2008. Pág. inciso III. Código SIORG 21089 2. 250. na medida em que o Decreto n.523/2008 é inaplicável a esta Agência Reguladora. 6º e 17. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SMA Código SIORG 27373 Justificativa para o seu não cumprimento: A ANEEL protocolou Pedido de Reexame.º 6. 3º.. definidos nos arts.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 2 Processo 033. em 22/12/2010.799/2010 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: Recomendar à ANEEL que com fulcro no art.º 6. do Regimento Interno do TCU. ante o que dispõe o artigo 2º do referido diploma normativo.].

visando detalhar os custos envolvidos nestes serviços e deixando de atrelá-los a percentuais desses equipamentos/materiais a serem montados/instalados. 9.225 Código SIORG 27386 . por caracterizar duplicidade.2. “Administração”. utilização do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil – Sinapi como referência de custos para aqueles serviços dele constantes.309/2010 . Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCT Pág.2.7. Recomendar à ANEEL que: 9. os percentuais de perdas de materiais. respectivamente. 9. por meio de estudo técnico circunstanciado. fundamente. tendo em vista a existência de percentuais que incidem sobre o custo direto do empreendimento e que podem estar alocados também no BDI. 9.1 e 9.6. observando o disposto no Acórdão n° 325/2007 . estabeleça parâmetros fundamentados em estudos técnicos que ajustem os percentuais em cada edital para os itens de “Projetos”. 9.9. comprove a este Tribunal o atendimento dos seguintes itens: 9. tais como "Eventuais" e "Custos Indiretos".178/2007-4 Acórdão 1.4. Determinar à ANEEL que em 60 dias.Plenário. 9. 127 da Lei n° 12. 9. 9. promova melhorias no método de orçamentação dos itens relativos à montagem e instalações de equipamentos/materiais para subestações e linhas de transmissão. 9. reaterro e transporte.2.1. se abstenha de orçar o serviço de “movimento de terra” para os casos de composições de preços unitários que já possuam escavação.5.2. em conformidade com o art. principalmente daqueles que representam valor relevante do empreendimento.2. justificando os casos nos quais julgue inadequada a adoção desse sistema oficial de referência de preços.2.2.2.1. a contar da ciência desta deliberação.8. o percentual de BDI incidente sobre o Total Parcial das composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações e averigue eventuais cobranças em duplicidade.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 3 Processo 029.2 Tipo DE e RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 280/2011TCU/SECOB-3 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.2. demonstre a formação dos itens “Serviços Preliminares” e “Serviços Complementares/Eventuais” em composições do Orçamento de Construções Civis e Benfeitorias para os Módulos de Subestações. de forma a atribuir valores razoáveis e condizentes com o mercado para cada empreendimento. "Engenharia". Canteiro de Obras. "Administração Local" e "Canteiro de Obra”. observando os ganhos de escala obtidos com a construção de linhas maiores.LDO 2011. reavalie o aumento no valor dos investimentos para o Módulo de Linhas de Transmissão no novo Banco de Preços da ANEEL em comparação com o método de orçamentação anterior.140/2011-Plenário Item 9.2. detalhe a metodologia para estabelecimento dos preços dos serviços de “Construção de Acessos” nos orçamentos de Linhas de Transmissão. proponha faixas de preços nos itens de “Administração Local. inclusive drenagem.1. a exemplo dos cabos condutores. detalhe. explicite melhor a metodologia para regionalização de preços dos equipamentos. que se destinariam a cobrir. 9. principalmente os relativos à construção civil. imprevistos que pudessem ocorrer durante a execução do empreendimento e despesas com a administração central e/ou local.2. inclusive com a fundamentação das fórmulas que foram utilizadas para obtê-los. 9.1. Projeto Básico e Executivo e Custos Ambientais” de acordo com as características das linhas. ponderando-se a logística de construção de acordo com o traçado das Linhas nos estudos que vier a realizar.3.1.2.

2.1..1.226 . após o atendimento da determinação do TCU referente à aplicação do SINAPI no Banco de Preços da ANEEL.Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 156/2011-AIN/ANEEL de 19/09/2011. Quanto ao item 9. a ANEEL já havia apresentado esclarecimentos por meio do Ofício nº 288/2010-DR/ANEEL. será realizada nova análise das recomendações exaradas pelo TCU. solicitando concessão de prazo de um ano para atendimento da respectiva determinação.2 do Acórdão nº 1. em 06/06/2011. com posicionamento da ANEEL sobre o item 9.1.140/2011 – TCU/Plenário. Pedido de Reexame. de 27/09/2010. Com relação à recomendação 9. Pág. Entretanto. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento da Unidade Técnica pendente de resposta para avaliação das providências cabíveis / adotadas. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. foi protocolado junto ao TCU.

Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SGE. mormente aquelas de maior apelo e impacto social. 9. 9.3. 9. encaminhando a este Tribunal de Contas. 27373.5 do Acórdão 2.261/2011-Plenário Item 9. nos termos do art. em até 120 (cento e vinte) dias. constantes nos itens 9. SMA. com foco e linguagem adequados.3 e 9. Determinar à Aneel que.5. 10 da Lei nº 9. que apresenta as informações referentes às determinações/recomendações feitas a esta Agência.261/2011TCU/Plenário. 9. Recomendar à Aneel que vinculem hierarquicamente suas unidades de auditoria interna aos respectivos órgãos colegiados. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Posicionamento das Unidades Técnicas pendentes de implementação para avaliação das providências cabíveis / adotadas.2.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 4 Processo 012. o modelo proposto.1.2. encaminhando a este Tribunal de Contas. 9. Código SIORG 27302. disciplinem em seus regulamentos a forma de substituição dos conselheiros e dos diretores em seus impedimentos ou afastamentos regulamentares ou ainda no período de vacância que anteceder à nomeação de novo conselheiro ou diretor. 9. 9. Recomendar à Aneel que estruturem políticas voltadas à ampla divulgação de suas ações.1. em até 120 (cento e vinte) dias. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. Recomendar à Aneel que estabeleçam em norma prazos razoáveis para disponibilização dos relatórios de análise das contribuições recebidas em audiências/consultas públicas. de 23/12/2011. o modelo proposto. SPG e SRI.1.986/2000. 27396 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 184/2011-AIN/ANEEL.2. 27394.5 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício 163/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.227 . Pág.3 e 9.693/2009-9 Acórdão 2.

à ANATEL. e encaminhado para a Superintendência de Recursos Humanos para conhecimento. de 25/10/2011. acolhê-los com efeitos infringentes. 234. à entidade denunciante do TC-017. 1º. 9.636/2007-9 Acórdão 2.937-TCU/Sefip Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. 9.4 Tipo Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Controle nº 39. 32 e 34 da Lei n. inciso III. para. fazendo as determinações propostas. considerá-las parcialmente procedentes.. 277 e 287 do Regimento Interno/TCU. 7 e 8. parágrafo único e 250. inciso II. Alterar o teor do Acórdão nº 2.636/2007-9. visto que ainda se encontra em análise no TCU os Pedidos de Reexame de mérito do Acórdão nº 2. ajustada pela instrução de fls.. 38/42-Anexo 2. 143.1. e 43. de 16 de julho de 1992. c/c os arts. à ANS. à ANTT. § 2º. inciso I.2.305/2009 – TCU – Plenário. Gás Natural e Biocombustíveis (ASANP)”. de acordo com a instrução da Unidade Técnica de fls. inciso XXIV. à ANTAQ.443. 31.305/2009-TCU/Plenário. (. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Até o presente momento não cabe manifestação/esclarecimentos da ANEEL. à ANP. inciso II.745/2008-4 e o TC-026.1.510/2011-Plenário Item 9.443/1992. 332/339-vol.228 . acompanhada das referidas instruções. no mérito.) 9. 5. em conhecer da presente denúncia e das representações a que se referem o TC-004. Pág. Encaminhar os autos à Secretaria das Sessões. com fundamento nos arts. à ANCINE. 237.805/2007-2. com o cancelamento da chancela de sigiloso que recai sobre os autos.636/2007-9. inciso I. c/c os arts. 1º.2 e 9. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRH Código SIORG 27397 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 305/2011-AIN/ANEEL. à ANAC.4. no âmbito do TC 017. à ANA. à Associação Nacional dos Especialistas em Regulação (ANER) e à Associação dos Servidores da Agência Nacional do Petróleo. que passa a ter a seguinte redação: “Os Ministros do Tribunal de Contas da União ACORDAM. para.º 8. por unanimidade. 1. à ANEEL. para sorteio de relator dos pedidos de reexame acostados aos Anexos 4. alínea "p". 6. com fundamento nos arts. Conhecer dos presentes embargos. no mérito. 15. todos do Regimento Interno. da Lei 8. sem prejuízo do encaminhamento de cópia desta deliberação.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 5 Processo 017. à ANVISA.

solicitando alteração do prazo para 180 dias.229 . em 09/11/2011.3. Determinar ao Ministério de Minas e Energia (MME) e Aneel que. referente ao Acórdão supracitado. contábeis e financeiros sobre sua evolução. conclusiva e fundamentadamente. sobre a obrigatoriedade. a conveniência e a viabilidade de se descontar da previsão de montantes a arrecadar para o fundo de descomissionamento constante da Portaria 320/2004 o valor das quotas que porventura tenham sido arrecadadas pela Eletronuclear até dezembro de 2004 e incluídas na composição do saldo da conta de passivo para descomissionamento. promovam levantamento destinado a verificar a existência. com base em estudos técnicos. a oportunidade. manifestem-se. visto que o prazo (inicial) para resposta se dará em 22/02/2012 (120 dias a contar da ciência). nas tarifas de energia anteriores à Portaria MME 320/2004.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 6 Processo 005. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. solicitando o posicionamento da Superintendência de Regulação Econômica – SRE a respeito da recomendação do item 9. no prazo de 120 dias.215/2011-0 Acórdão Itens 9.707/2011 Plenário Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9.3.3 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 478/2011TCU/SECEX-9 Código SIORG 21089 2. de previsão de parcela de custo específica referente à composição do fundo de descomissionamento das usinas nucleares e. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SRE Código SIORG 27321 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Memorando nº 307/2011-AIN/ANEEL. de 26/10/2011. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL protocolou Pedido de Reexame no TCU. Pág. A Unidade Técnica responsável pelas providências ainda não se manifestou.

de 20/01/2012.Plenário Itens 9. fixar prazo de sessenta dias para que a Aneel elabore plano de ação que contenha datas.2 Tipo DE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 280/2011TCU/SEFID-2 Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A ANEEL somente poderá elaborar o Plano de Ação requerido após as definições sobre a política de reversão das concessões.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 7 Processo 028. banco de dados validados e ações de fiscalização previstas.012/2011 .862/2010-4 Acórdão 3.2 do Acórdão nº 3012/2011 – TCU/Plenário.2. entre outros. atribuições e responsáveis para a avaliação dos ativos das concessões cujos contratos vencem a partir de 2015. bem como.230 . com posicionamento da ANEEL sobre a determinação 9. Pág. metodologias. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SFF Código SIORG 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Expedido o Ofício nº 3/2012-DR/ANEEL. sob responsabilidade do Poder Concedente (União/MME).

de maneira clara e precisa. 9. 27391. no intuito de verificar a efetiva imobilização dos bens e serviços adquiridos em decorrência do referido regime. 9. a serem publicadas no Diário Oficial da União.8.3. O assunto encontra-se em fase de análise. materiais ou serviços que devem ser imobilizados junto aos projetos aprovados para o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi).137/2011 – TCU/Plenário. Determinar à Aneel que.137/2011 – Plenário Item 9. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação SCG. definam sistemática de compatibilização das informações relativas aos bens. maximizando o alcance da política de incentivo. definindo. com o intuito de subsidiar a RFB na efetiva fiscalização dos valores renunciados e imprimir maior celeridade ao exame dos pleitos. de modo a garantir amplo acesso aos interessados e isonomia no tratamento dos pleitos. 27388. visto que o prazo para resposta se dará em 12/03/2012 (90 dias a contar da ciência). SFE e SFF Código SIORG 27385. 9. 27386. de modo a intensificar a percepção de risco.315/2010-7 Acórdão Acórdão 3.8 e 9. ficou acertado que uma reunião a ser realizada com a Receitea Federal do Brasil é fator decisivo para definição das ações a serem empreendidas pela Agência.231 . SRT. Recomendar à Aneel que institua.10. no prazo de 90 (noventa) dias. Pág. juntamente com a Secretaria da Receita Federal do Brasil.10 Tipo DE/RE Código SIORG 21089 Comunicação Expedida Ofício nº 439/2011TCU/SEMAG Código SIORG 21089 Órgão/entidade objeto da determinação e/ou recomendação ANEEL Descrição da Deliberação: 9. SRD. 27389 Justificativa para o seu não cumprimento: Após reunião realizada com as Unidades Técnicas da ANEEL responsáveis para o atendimento das Determinações / Recomendações exaradas no Acórdão 3. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna. 27392. SCT.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Deliberações do TCU Deliberações expedidas pelo TCU Ordem 8 Processo 030.3. normas regulamentares específicas sobre o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). Recomendar à Aneel que estabeleça rotina de fiscalização concomitante e subsequente dos empreendimentos beneficiados pelo Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi). os critérios de análise e aprovação dos projetos pleiteantes. no âmbito de suas respectivas competências.

005705/2010-99 48500.001724/2011-27 48500.416/2005-0 009.275/2011-0 003.094/2009-4 029. Acórdão nº 31/2011 43/2011 49/2011 50/2011 188/2011 373/2011 964/2011 1.418/2011 2.006052/2010-65 48500.007933/2008-89 48500.421/2009-7 015.Acórdãos que não contém determinação e/ou recomendação para ANEEL A tabela abaixo contempla os Acórdãos do TCU que não contém determinação e ou recomendação para a ANEEL.075/2010-9 019.004491/2010-33 48500.731/2007-4 019.698/2011 2.006052/2010-65 48500.328/2010-1 021.007044/2009-01 48500.063/2011 2.007934/2008-23 48500.005/2011 Colegiado Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário Plenário TC nº 028.232 .752/2011 2.517/2010-9 004.742/2011 3.803/2011-3 005.000956/2010-87 48500.005107/2007-14 48500.062/2011 2.368/2010-0 021.005214/2011-29 Pág.289/2011 2.164/2011-8 026.679/2011-3 006.091/2010-0 028.004068/2011-14 48500.007515/2009-72 48500.023/2011 1.001929/2010-21 48500.368/2010-0 015.075/2010-9 017.913/2009-5 006.007044/2009-01 48500.142/2011 2.003779/2010-91 48500.150/2011-6 Processo AIN nº 48500.003779/2010-91 48500.

15.3

Recomendações da CGU atendidas no exercício

O Quadro A.15.3 abaixo contém as informações sobre as providências adotadas pela ANEEL para atender às recomendações expedidas pelo OCI que a fiscaliza – a CGU –, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares, quais sejam: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Providências Adotadas, que apresenta as informações do gestor sobre as providências adotadas para dar cumprimento à recomendação.
QUADRO A.15.3 - RELATÓRIO DE CUMPRIMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 190.255 Item do RA 5.2.3.1 e 5.2.3.2. Comunicação Expedida Ofício nº 8.163/2007/DIENE/DI/SFC/CGU-PR Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Que a ANEEL adote as seguintes providências:
       Efetuar os cálculos dos valores recebidos indevidamente a título de Auxílio-Transporte durante os exercícios de 2002, 2003 e 2004, a fim de promover o devido recolhimento. Proceder, em folha de pagamento, ao recolhimento dos valores recebidos indevidamente por seus servidores, em consonância com o art. 46, § 1º da Lei nº 8.112/90. Tentar localizar os ex-servidores que receberam o Auxílio- Transporte indevidamente, verificando, inclusive, se continuam exercendo cargos ou funções na Administração Pública, a fim de que os mesmos efetuem o recolhimento devido. Envide esforços junto ao Ministério do Planejamento a fim de promover, urgentemente, a correção da rotina de pagamento de Auxílio- Transporte, fazendo incluir para a base de cálculo da participação dos servidores as rubricas 82070, 82071, 82072, 82073, 82074. Considerando que o pagamento a maior de Auxílio-Transporte, quando do usufruto de férias, ocorreu no mês de Jul/2006, recomendamos à Entidade verificar a ocorrência de pagamentos semelhantes nos demais meses do exercício, procedendo, se for o caso, ao recolhimento devido. Estabelecer rotina na Superintendência de Recursos Humanos, de forma a verificar, mensalmente, se o pagamento do Auxílio-Transporte está sendo efetivado de forma proporcional aos dias trabalhados. Proceda à atualização cadastral no Siape quando da apresentação de documentos que comprovem a mudança de endereço de seus servidores. Providências Adotadas Código SIORG 27397 SRH

Setor responsável pela implementação:

Síntese da providência adotada: Em recente pesquisa ao sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal, verificou-se que permanece como único beneficiário localizado o ex-servidor FERNANDO BIZZOTO, ocupante de cargo efetivo no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Contudo, fato recente, congênere a esse item do Relatório nº 190.255, reanimou a discussão sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34, o que afastaria a necessidade de devolução de valores. Para pacificar na Agência essa discussão, foi Pág.233

solicitado um Parecer a PGE/ANEEL (Memorando nº 1494/2010-SRH; SIC 48546.005018/2010-00). Em 01/03/2011 a SRH recebeu o Parecer 119/2011-PGE/ANEEL, que trata de consulta sobre a possibilidade de aplicação da Súmula AGU nº 34 a um caso análogo ao constatado no Relatório de Auditoria nº 190.255. O Pareceu concluiu que o mero erro operacional não dispensa a necessidade de restituição dos valores recebidos indevidamente. De acordo com o documento, a Súmula AGU deveria ser aplicada quando cumulados os seguintes requisitos: (a) efetiva prestação de serviço, (b) boa-fé no recebimento da vantagem ou vencimento e (c) a errônea interpretação da lei e a mudança de orientação jurídica, a teor do disposto no Parecer GQ 161/1998. Em 03/05/2011 foram enviados Ofícios ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, solicitando providências para a reposição ao erário por parte do ex-servidor da Agência, FERNANDO BIZZOTO, único beneficiário localizado na consulta promovida pelo sistema SIAPE, em perfil de busca em todos os órgãos e entidades do Executivo Federal. Na mesma data também foi enviado Ofício aos demais ex-servidores, nos endereços disponíveis nos assentamentos funcionais da época, no sentido de tentar localiza-los para efetuar recolhimento devido. Obs.: A comprovação das providências adotadas pode ser verificada no processo administrativo nº 48500.002852/2008-92. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Os posicionamentos da Unidade Técnica guardam consistência com as providências cabíveis para o assunto em questão.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011 Item do RA 2.2.1, 5.2.2, 5.2.4, 5.2.6, 5.2.7 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: 2.2.1. Que os trabalhos realizados pelas comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas sejam submetidos, antes de seu julgamento, à apreciação e parecer jurídico da Procuradoria Geral da Autarquia, visando, com esse procedimento, conceder à autoridade competente maior segurança jurídica na análise do Relatório Final produzido pelas comissões. 5.2.2. Que seja orientado as comissões disciplinares no sentido de evitar a prática de atos processuais fora da vigência de portaria instauradora, visando evitar a ocorrência de nulidade processual, nos termos do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.4. Que se evite a indicação expressa, no texto da portaria de instauração, dos fatos que serão objeto de apuração, devendo a indicação do objeto do apuratório se restringir ao número do processo e demais fatos e atos conexos, conforme orientação constante do Manual de Processo Disciplinar desta CGU. 5.2.6. Que se indique, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão, visando a melhor organização processual. 5.2.7. Que todos os acusados no âmbito de processo disciplinar devem ser notificados, formalmente, sobre a prática de atos de instrução por parte da comissão por meio de documento específico e com antecedência mínima de 3 dias úteis, em observância ao § 2°, art. 26 da Lei n° 9.784, de 29 de janeiro de 1994. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089

Síntese da providência adotada: Em atendimento à recomendação 2.2.1, a Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos - CPPA informou que passou a adotar o procedimento recomendado em todas as comissões de processos disciplinares e sindicâncias punitivas. Quanto ao item 5.2.2, a CPPA orientou as Comissões conforme recomendado. Sobre o item 5.2.4, a CPPA passou a adotar o procedimento recomendado. Em atendimento ao item 5.2.6, a CPPA passou a indicar, expressamente, no texto das portarias de instauração, de qualquer tipo de apuratório, o membro do colegiado que exercerá a função de presidente da comissão. Finalmente, quanto ao item 5.2.7, a CPPA acatou a recomendação e orientou as comissões, no sentido de adotar o procedimento recomendado. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria 201108783 3.2 do Parecer Código SIORG 21089

Ordem 3

Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/C GU-PR. Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Atualizar e aprimorar as metodologias referente a base da remuneração apresentada pelas concessionárias para o cálculo da revisão tarifária.
Providências Adotadas Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Síntese da providência adotada: O processo de aprimoramento, com diversas contribuições, foi tratado no âmbito da Audiência Pública 040/2011. Em novembro de 2011 foi publicada a Resolução Normativa nº 457/2011 que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária PRORET, definindo a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica - 3CRTP. O Submodulo 2.3 deste documento estabelece a metodologia a ser utilizada para definição da Base de Remuneração regulatória no 3CRTP, tendo recebido diversas contribuições dos agentes através das Audiências Públicas e das Unidades Técnicas da ANEEL envolvidas no processo de definição da Base de Remuneração. Foram assim, aperfeiçoadas as Resoluções anteriores, a saber: a RN nº 234 de 31.10.2006, RN nº 338 de 25.11.2008 e RN nº 294 de 11.12.2007. Síntese dos resultados obtidos: Concluído Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: Não há comentários adicionais sobre as providências adotadas.

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15.4

Recomendações da CGU pendentes de atendimento ao final do exercício

O Quadro A.15.4 abaixo demonstra a situação das recomendações expedidas pelo OCI (CGU) que permanecem pendentes de atendimento, estando estruturado em 2 blocos de informação: Unidade Jurisdicionada (ANEEL) e Recomendações do OCI, dividido o segundo bloco em duas partes complementares: Recomendações expedidas pelo OCI, que identifica a recomendação expedida pelo OCI, e Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento, que compreende as justificativas do setor responsável pelo não cumprimento da recomendação no exercício.
QUADRO A.15.4 - SITUAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO OCI QUE PERMANECEM PENDENTES DE ATENDIMENTO NO EXERCÍCIO ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 1 Identificação do Relatório de Auditoria 227.344 ANEEL Item do RA 3.1.1.1 Comunicação Expedida Ofício nº 8.326/2009/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação

Descrição da Recomendação: Cumprir o § 2º do artigo 7º da Resolução ANEEL 146/2005 e realizar auditoria confrontando o orçamento apresentado com o realizado para os empreendimentos que entraram em operação e se sub-rogaram aos benefícios do rateio da Conta de CCC. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O Relatório da Fiscalização-Piloto da PCH Faxinal II foi concluído e o agente notificado em 22/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 142/2011-SFF/ANEEL. Quanto às demais fiscalizações mencionadas no item “1.1.d”, o Relatório de Fiscalização da PCH Saldanha também foi concluído e o agente notificado, em 24/11/2011, por meio do Termo de Notificação nº 143/2011SFF/ANEEL. Por fim, os trabalhos de campo na PCH Rio Branco já foram finalizados. Tal fiscalização encontra-se em fase de conclusão. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências adotadas pela Unidade Técnica vão ao encontro da recomendação proferida pela SFC/CGU. Após a conclusão do Relatório da CGU foram identificados outros empreendimentos que receberam sub-rogação, cujo trabalho de confrontação dos valores orçados com os efetivamente realizados estão sendo acompanhados pela Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 2 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.1 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL aprimore as normas relacionadas às atividades de análise para aprovação e prestação de contas dos recursos repassados para o ONS. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SFF Código SIORG 27389

Justificativa para o seu não cumprimento: O processo de aprimoramento está em curso. Por determinação da Diretoria Colegiada, foi montado um grupo de trabalho, liderado pela Superintendência de Regulação da Geração – SRG, com o objetivo de alterar a Resolução n° 373/1999, visando, entre outros pontos, adotar melhores práticas de gestão, bem como estabelecer regras à análise orçamentária do ONS. Nessa direção, já para o ciclo 2011/2012, a Diretoria Colegiada decidiu, por unanimidade, instaurar Audiência Pública, na modalidade de intercâmbio documental, no período de 11 a 20 de maio de 2011, com o objetivo de colher contribuições da sociedade, visando o aperfeiçoamento do processo de aprovação do orçamento do Operador. Tais contribuições, bem como a Resolução Autorizativa nº 3.033, de 16/08/2011, que altera a Resolução Autorizativa nº 2.984, de 28/06/2011, que aprova o orçamento econômico do ONS, para o ciclo de julho de 2011 a junho de 2012, estão disponíveis no sítio da ANEEL na Internet, no link “Audiência 027/2011”
HTTP://WWW.ANEEL.GOV.BR/APLICACOES/AUDIENCIA/DSPLISTAAUDIENCIA.CFM?ATTANOAUD=2011&ATTANOFASAUD=2011&ID_AREA=13

No período entre 31/10/2011 e 31/12/2011, o Grupo de Trabalho finalizou uma primeira proposta que foi apresentada ao Diretor Relator do processo. Por orientação do Diretor, foram implementadas algumas alterações na proposta formulada as quais serão apresentadas ao longo do primeiro trimestre de 2012. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima com o acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 3 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.3 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Descrição da Recomendação:

Providenciar a alteração no Regimento Interno, vinculando a Auditoria Interna à Diretoria Colegiada Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.3 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange a vinculação da Auditoria Interna à Diretoria Colegiada. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

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ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem 4 Identificação do Relatório de Auditoria 201108783 Item do RA 3.4 do Parecer Comunicação Expedida Ofício nº 22596/2011/DIENE/DI/SFC/CGU-PR. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089

Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL

Descrição da Recomendação: Que a ANEEL revise seu Regimento Interno para adequar as disposições sobre as atribuições das superintendências, que no texto atual estão descritas de maneira genérica. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: SPG Código SIORG 27394

Justificativa para o seu não cumprimento: A solução para a questão a que se refere o item 3.4 do Parecer de Auditoria está contemplada na proposta de revisão do Regimento Interno, constante do processo 48500.003174/2010-08, que se encontra atualmente com a Assessoria da Diretoria, em fase de análise e instrução, com vistas à deliberação da Diretoria. Essa proposta de revisão abrange as alterações das competências específicas das unidades organizacionais, de forma a especificar as atribuições das mesmas em conformidade com o mapeamento dos processos organizacionais. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: A efetivação da alteração do Regimento Interno depende de deliberação da Diretoria da Agência. Providências em andamento com acompanhamento da Auditoria Interna.

Pág.240

241 . o juízo de admissibilidade das irregularidades será feita de forma alternada pelas câmaras. composta de 4 membros cada uma. Código SIORG 21089 Código SIORG 21089 Descrição da Recomendação: Que seja criado duas câmaras de deliberação.1. sempre que os integrantes de uma das câmaras entendessem pela deflagração de apuratório. Esse tipo de procedimento evitaria futuras alegações de nulidade processual. no sentido de atender às recomendações do Relatório de Inspeção Correcional CSMME Nº 01/2011. Pág. em seguida. Justificativa apresentada pelo seu não cumprimento Setor responsável pela implementação: CPPA (ANEEL) Código SIORG 21089 Justificativa para o seu não cumprimento: A Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos . será submetida à deliberação da Diretoria. os servidores que compõe a outra câmara. Após essa análise. para análise. Nesses moldes. Dessa maneira. a minuta será encaminhada à Procuradoria da Geral/ANEEL para apreciação dos aspectos legais e.CPPA elaborou proposta de alteração do seu Regimento Interno que cria Câmaras de Juízo de Admissibilidade – CJAs. os membros da futura comissão disciplinar deveriam ser. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor: As providências para o atendimento da recomendação 2.ANEEL Denominação completa: Agência Nacional de Energia Elétrica Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Relatório de Inspeção Correcional CSMME 5 Nº 01/2011 Órgão/entidade objeto da recomendação ANEEL Ordem Item do RA 2. Tal proposta está sendo encaminhada ao Núcleo de Qualidade e Revisão de Atos – NQR.540 (Regimento Interno da CPPA).1 estão em andamento conforme explicitado nas justificativas acima.1. necessariamente.1 Comunicação Expedida Ofício nº 26026/CGU-PR. de acordo com critérios estabelecidos na própria Portaria 1. no âmbito da CPPA.

a segunda contém as informações sobre o cumprimento da recomendação. interagindo com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF para a recuperação dos valores pagos indevidamente ao prestador de serviços. Síntese dos resultados obtidos Por meio da Nota Técnica nº 044/2011-AIN/ANEEL esta AIN confirmou o recebimento do valor R$ 286. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento da recomendação deveu-se à necessidade de levantamentos e negociações com o respectivo credenciado. Pág. 1466/2010-SFE/ANEEL.00 (duzentos e dezessete reais) será devolvida pela credenciada SESEN com o valor atualizado de R$ 286.07 e considerou a recomendação atendida.16. Que a SFE verifique a razão da divergência apurada conforme comentado no referido ponto de auditoria. QUADRO A.07 (duzentos e oitenta e seis reais e sete centavos).PARTE A. evitando assim qualquer prejuízo à Administração Pública.PP 001/2007 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 10/9/07 Memorando Circular nº 9/2007-AIN/ANEEL. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 16. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação.1 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÕES DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA ATENDIDAS NO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV.16.1 a seguir apresenta informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que tenham sido atendidas no exercício.1 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) atendidas no exercício O Quadro A. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando n°. a área informou que a diferença paga a maior no valor de R$ 217. independentemente da data de origem de tais recomendações. ITEM 16. Relatório de Auditoria .242 .16 INFORMAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES REALIZADAS PELA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DA UJ . de 20/9/2007.

Pág. tendo em vista a recomendação ser objeto de análise do Processo referente ao PP 11/2011. de 20/5/2008. 52 (SICNet n°. 48500.243 .PP 007/2007 2 Procuradoria-Geral (PGE) Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Despacho n°.000022/2011-26). o ponto de auditoria foi transferido para o Relatório PP011/2011. Relatório de Auditoria .000023/2012-00: Ponto baixado. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 19/5/08 Memorando Circular nº 5/2008-AIN/ANEEL.1. SICNet 48521.b) Que a PGE apresente as justificativas para a citada extrapolação de prazo. Síntese dos resultados obtidos Recomendação atendida após verificação pelos auditores da AIN.1. item 11.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II. pág. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido e da necessidade de análise complementar sobre a efetividade da manutenção da recomendação.

Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . devendo. Pág. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. de 21/03/2011. Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas A área responsável apresentou à Auditoria a documentação comprobatória que reflete a aplicação dos descontos nas aquisições de passagens aéreas e o detalhamento nas notas fiscais.PP 015/2007 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/10/2007 Memorando Circular nº 14/2007-AIN/ANEEL. faturados e liquidados com recursos repassados pela ANEEL. A análise dos resultados obtidos encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº 10/2011-AIN/ANEEL. sobre todos os bilhetes emitidos. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento deveu-se a dificuldades encontradas na relação entre a Agência Conveniada e sua contratada.b.244 .1. A recomendação descrita foi considerada atendida. visto que os levantamentos necessários foram posteriores ao encerramento do contrato. ser devolvido à conta-corrente do Convênio o valor correspondente ao percentual pactuado. Que a SLC requeira da AGEPAN a formalização junto ao órgão estadual competente e à Agência de Viagens Contratada da necessidade de comprovação da aplicação dos descontos nas aquisições de passagens realizadas na vigência do contrato. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. de 16/10/2007. caso não comprovada a concessão do desconto ofertado. visto que as providências adotadas pela agência foram suficientes para elidir a não conformidade verificada. conforme definido no procedimento licitatório.

de 11 de dezembro de 1990 . de 27/12/2007 e da Instrução Normativa SRH/MP nº.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . Síntese dos resultados obtidos As recomendações descritas foram consideradas atendidas. de 03/07/2008.Processo: 48500. LC 123/06. 206-A da Lei no 8. Data de Assinatura: 30/06/2011. Contratante: AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA . Objeto: Instalação e gestão de ambulatórios para a prestação de serviços de assistência médica ambulatorial de emergência/urgência em saúde. conforme acima relatado. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. que regulamentou o art. Vigência: 01/07/2011 a 30/06/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As providências foram encaminhadas após a publicação do Decreto nº 6. 1/2008.a. medicina do trabalho. Recomendação Atendida: Vide comentários registrado no item anterior. VII.PP 003/2008 7 Superintendência de Recursos Humanos . Contratado: BRASILMED AUDITORIA MÉDICA E SERVIÇOS S/S LTDA. 02/08 e 03/09. realização de exames periódicos.SRH Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Recomendação Atendida: vide Extrato de Contrato nº 237/2011 . Decretos 5450/05 e 6204/07. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.856.006346/2010-97. saúde ocupacional. Que a SRH promova urgentemente ações visando a que os exames retro mencionados sejam efetuados pelos servidores de acordo com a periodicidade determinada na mencionada Instrução Normativa.Regime Jurídico Único. Fundamento Legal: Leis 8666/93 e 10520/02. de 17/04/2009.ANEEL. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. 1.b. dispondo sobre os exames médicos periódicos de servidores. avaliação ergonômica do ambiente de trabalho e programas complementares e de qualidade de vida no trabalho. VII. Que a SRH apresente as justificativas pelo não atendimento às disposições da Portaria Normativa SRH/MP nº. INs SLTI/MPOG n.112. Pág.245 . de 25/05/2009.

11. prazo limite para aceitação dessas despesas. conforme item 2. Esta recomendação foi inicialmente direcionada à SLC. à exemplo do exposto recomendado à SRI que encaminhasse expediente à SLC. a SLC entendeu como razoável a aplicação. os esclarecimentos pertinentes III. SMA (R$ 113. energia elétrica e telecomunicações. além do valor de R$ 222. recomendou a realização de pesquisa em contratos semelhantes no Estado de AGR quanto às providências a serem adotadas no sentido de excluir da prestação de contas Goiás. entendemos que. IV.PP 013/2008 2.246 . ANEEL. e aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária. bem como efetue o ajuste (exclusão) dos montantes lançados como contrapartida. de 24/09/2009 (SICNet 4521. caso haja essa ocorrência. oriente a de 24/03/2010. II.b) solicite que a mencionada Agência restitua à conta do convênio os valores apurados. de 24/01/2012. 213/2009-SLC/ANEEL. a devolução dos respectivos valores. Não obstante tenha-se pela aprovação dos gastos a confirmação da pertinência dos mesmos. solicitando o levantamento de todos os valores pagos a esse título para confirmação do montante apurado durante os trabalhos de auditoria.00. tendo em vistas que os exames realizados não abrangeram a totalidade das operações realizadas no exercício de 2007. Depois de inúmeras tratativas com vistas ao equacionamento da pendência. relativa ao exercício de 2008. 055/2011-AIN/ANEEL.2. instruída no processo 48500.3 do Relatório. em eventos realizados pela 44/2010-AIN/ANEEL. se for o caso. entendeu-se que o ponto deveria ser baixado.103. de 31/05/2010. de 23/03/2009. servidores não relacionados como vinculados ao Convênio.60). Síntese das providências adotadas Requereu-se na Nota Técnica nº 66/2009 – AIN/ANEEL.91) e SRI (R$ 789.b.a) oriente à AGR sobre a inadequação da inclusão de despesas com encargos financeiros e multas na prestação de contas do Convênio. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais . aliado aos custos de manutenção do controle. Por mostrar-se inviável este procedimento.6) o reembolso à AGR no valor de R$ 2.1. as despesas referentes ao fornecimento dos serviços de água e por analogia. mas em atenção ao exposto no Memorando nº.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Que a SLC solicite à AGR que apresente justificativas quanto à participação de passaram a ser providenciados pela SRI. que a SLC providenciasse junto à SFE (R$ 1. de 12/01/2010.SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. O resultado da aplicação dessa metodologia está exposto na Nota Técnica nº até 31/12/2007. Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. solicitando providências necessária no item 3.02 (duzentos e vinte dois reais e dois centavos). As ações decorrentes do entendimento firmado foram submetidas à Diretoria Colegiada da ANEEL para deliberação. de 13/09/2011.002527/2009-00). tendo em vista a não formalização dos contratos finalidade. requerendo. de 18/03/2011. pela a imaterialidade do valor envolvido e os ajustes financeiros já realizados em exercícios seguintes. tendo em vista a inclusão indevida nas prestações de contas. à devolução do valor. a SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria-Geral da ANEEL.199. da metodologia usada nos contratos celebrados pela ANEEL.000277/2009-74. Pág.1. que no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/03/2009 Memorando Circular nº 004/2008-AIN/ANEEL. Nos comentários realizados na Nota Técnica nº. para a mesma esgoto. bem como obtenha da(s) respectiva(s) unidade(s) organizacional(is) responsável(is) correspondente a glosa de diária de um servidor da AGR/GO. A providência foi adotada pela área por intermédio do Memorando Circular nº 2/2010-SLC/ANEEL. apurou-se que houve pagamento indevido de R$ 100.

007040/2008-33. conforme despacho instruído à página 382 do processo 48500.Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e SRI estão consubstanciadas nos documentos acima informados. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL. sendo as recomendações consideradas atendidas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre as Unidades Técnicas.247 . Pág.

ocorrida em 28/07/2010. da Resolução 296/1998. 26/2012. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SRI estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 013/2012 – AIN/ANEEL. Relatório de Auditoria . Superintendência de Relações Institucionais . de 20/01/2012. o encaminhamento de informações sobre a solução encontrada no que se refere ao equacionamento do apontamento constante do item 4.248 . bem como não integrou o TAD/2011.a. informa que levou a questão sobre o risco à autonomia administrativa e financeira da ARSEP ao conhecimento da Diretoria da ANEEL por meio da Nota Técnica nº 94/2011. de 8/12/2011. para que a mesma se manifeste sobre a regularidade da manutenção do Convênio com a ARSEP. de 25/01/2012. no Memorando nº. art. no sentido de restabelecer a devida autonomia administrativa e financeira da Agência. igualmente. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. no Memorando nº. solicite. com objetivo de subsidiar a decisão do Colegiado acerca da celebração de Convênio de Cooperação com a ARSEP.2 do Relatório de Auditoria. 276/2007 promova interação com a ARSEP para que a mesma interceda junto à Governadora do Estado do Rio Grande do Norte . entre outras. § 3º. Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. 26/2012. decisória e patrimonial). informou que a servidora da ARSEP.RN. 39 da Resolução Normativa nº 417/2010 (autonomia administrativa. a respeito da alocação no TAD de servidor requisitado. financeira. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. vis-à-vis o não atendimento dos requisitos mínimos para a descentralização de atividades complementares da ANEEL.PP 010/2009 2e4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 03/11/2009 Memorando Circular nº 29/2009-AIN/ANEEL. de 20/01/2012. IV. em desconformidade com a legislação estadual. nos termos da Resolução nº 276/2007. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRI. nem o corpo técnico-administrativo relativo aos Contratos de Metas do exercício de 2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interação entre a Unidade Técnica e a Diretoria da ANEEL. embora constasse da proposta inicial do TAD/2010 da SRI/Coordenação. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II. Pág. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. 16.SRI. deixou de compor o referido instrumento a partir da primeira revisão.2. bem como submeta os fatos apontados e o resultado das ações adotadas à Diretoria da ANEEL. nos termos da Resolução nº. de 19/11/2009. estabelecidos no inciso III. a garantia de manutenção dos requisitos estabelecidos na alínea “b” do inciso I do art. A SRI. O Colegiado decidiu que o novo Convênio deve explicitar como obrigação da Agência Estadual.

juntamente com as respectivas cotações de preço e o expediente de autorização para emissão da passagem. sendo abordado no item 4 do respectivo relatório de auditoria. 11 e 15. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos contratos envolvidos e. conforme constatação objeto do item 1. tendo em vista o posicionamento do TCU sobre o assunto. Que a SLC oriente à AGR para que solicite o reembolso do montante de R$ 787. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto envolvido.000277/2009-74.03.1 e 2. 2. encaminhou as providências necessárias para o reembolso à AGR no valor de R$ 537. A AGR.a) Que a SLC oriente à AGR a restituir à conta do Convênio o valor líquido de R$ 250. de responsabilidade da SRI. em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria .249 . resultante da diferença entre os valores apontados nas recomendações I e II-a (R$ 787. de forma a evidenciar que o bilhete emitido corresponda ao menor valor cotado.87. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios .2 do Relatório. informou que as passagens aéreas que vierem a ser adquiridas visando atender a interesses do Convênio terão cópias juntadas nos processos que derem origem as tais despesas. apropriados a menor nas prestações de contas. devendo tais valores serem apropriados ao orçamento de 2010 das respectivas unidades responsáveis.PP 013/2009 1. de responsabilidade da SFG e R$ 83.PP 013/2009. III . conforme despacho instruído à folha 86 do processo ANEEL 48500. 31. Síntese das providências adotadas A SLC. Não obstante as providências adotadas pela SLC por meio dos Memorandos nºs 0563/2011. Pág. caso pertinente. conforme determina a Norma Organizacional ANEEL nº. por meio do Memorando nº 0926/2010-SLC/ANEEL.Que a SLC adote as seguintes providências: a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL . de 11/08/2011. o acompanhamento da recomendação foi transferido para o Projeto Programado 007/2011-Gestão de Convênios AGR/GO (processo ANEEL 48500. bem como realizar os respectivos ajustes com os servidores envolvidos. 3. de 11/02/2011.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .PGE. b) após a manifestação da PGE. solicitando manifestação sobre a elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram assinados após o termino das respectivas vigências. conforme apontamentos dos itens 2.00 (duzentos e cinquenta reais) correspondentes às diárias pagas indevidamente aos servidores alocados no TAD da SFG.000018/2011-68). II.90.c) Que a SLC oriente à AGR para instruir os processos referentes ao fornecimento de passagens aéreas com as cotações realizadas junto às companhias aéreas.2.00).90 – R$ 250. II. correspondente às diferenças de R$ 704. no Ofício nº 1870/2010-GAB.90 (Setecentos e oitenta e sete reais e noventa centavos). da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia. a devolução à conta do Convênio dos valores inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 11/02/2010 Memorando Circular nº 4/2010-AIN/ANEEL. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.SLC. de 20/05/2011 e 0942/2011.

duzentos e quarenta e três reais) em decorrência dos vícios identificados nos processos licitatórios enumerados acima. que. A SLC submeteu o assunto à análise da Procuradoria Geral da ANEEL.1. a necessidade de agilização do pronunciamento sobre a consulta formulada no Memorando nº 1.250 . a Agência ressaltou que a Comissão Especial de Sindicância constatou e a Diretoria Executiva da AGR decidiu que os serviços contratados com a empresa HOMEM DE MELO PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS LTDA.b. não tendo encontrado elementos para indicar os possíveis responsáveis pela elaboração das propostas apresentadas à AGR. como o fracionamento das despesas pela não observância nas contratações diretas dos limites das modalidades de licitações estabelecidos na Lei nº. o assunto será encaminhado ao órgão competente para instauração de inquérito policial.243.. foram efetivamente prestados e recebidos pela AGR. Neste documento. ao analisar o Processo 201000029001343. informou que a Comissão de Sindicância apenas constatou a inobservância de procedimentos regulares na formalização dos processos questionados pela ANEEL. no Parecer nº 225/2010-PGE/ANEEL. referentes aos processos 200800029001278. recomendou a realização de pesquisa em contratos XI. 8.a. que cuida da sindicância.182/SLC constante do item 15. a AGR respondeu que as despesas com evento. No Ofício nº 1870/2010-GAB. autuado com a finalidade de tratar da possível devolução do valor de R$ 23. mobiliário e coffee break). Por fim.00 (vinte e três mil. por meio do Ofício nº 374/2010-SLC/ANEEL. para determinado período. razão porque tais despesas seriam elegíveis ao Convênio. Outrossim. foi encaminhado pela Presidência da Agência à Diretoria Executiva com o intuito de dar conhecimento. objeto do questionamento. serão efetivadas por meio de processos licitatórios realizados na modalidade que dispõe na Lei nº 8. tomando por base as demais impropriedades. XV. Que a SLC emita orientação à AGR de maneira a propiciar melhorias dos procedimentos internos de gestão das contratações.666/93. No Ofício nº 1999/2010-GAB. analisar e deliberar sobre os fatos apurados. A SLC. 200800029007891 e 200800029009860.243. Que a SLC solicite à AGR que sejam restituídos à conta do convênio os valores pagos à empresa Homem de Melo. Informou ainda que a Comissão confirmou a inexistência de prejuízos financeiros para a ANEEL e para a AGR. não cabendo restituição. sob o escopo de ensejar enriquecimento ilícito por parte da ANEEL. visando apurar eventuais responsabilidades dos servidores envolvidos. Pág. informou à AGR/GO sobre a prorrogação do prazo necessário para a conclusão do Processo 201000029001343. Caso confirme a participação de terceiros envolvidos na elaboração das propostas. e da impossibilidade de validação dos valores elegíveis ao convênio. decidiu determinar a abertura de Processo Administrativo Disciplinar (PAD). oscilação significativa de valores de itens iguais identificados nas propostas de preço. por considerar que os serviços prestados ficaram abaixo da estimativa de custos feita pela AGR e aprovada pela ANEEL (conforme parágrafo 2º do Ofício nº 2030/2010-GAB).00 à conta do Convênio. para objeto semelhante em períodos próximos de realização dos trabalhos sem justificativas que fundamentem eventuais alterações de preços no mercado (ex. que vierem a ser objeto de realização. a AGR acrescentou que o Processo 201000029001343.a. de 24/03/2010. eliminando as inconformidades relacionadas ao caso abordado. Que a SLC reitere à PGE. 200800029003143. no valor de R$ 23.666/1993.XI.4 do Relatório. a Agência Estadual ressaltou que a Diretoria Executiva. referente à Sindicância instaurada pela Portaria nº 011/2010 para apurar irregularidades apontadas no Relatório de Auditoria PP 013/2009. e não mais por contratação direta.

As ações decorrentes deste entendimento foram submetidas para deliberação da Diretoria Colegiada da ANEEL. energia elétrica e telefonia dos exercícios de 2008 e 2009. Por mostrar-se inviável este procedimento. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. conforme Ofício nº 0429/2010SLC/ANEEL. imediatamente após o pronunciamento da PGE. de 24/01/2012. entendeu-se como razoável a aplicação. Pág. Que a SLC submeta.a.2. sendo esta metodologia aplicada para o tratamento das despesas com água/esgoto. dos contratos celebrados pela ANEEL. semelhantes no Estado de Goiás. Procuradoria-Geral e a Diretoria da ANEEL. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. sendo aprovadas na 2ª Reunião Administrativa Ordinária. para a mesma finalidade.251 .005832/2010-00). de 13/09/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessas recomendações deveu-se a necessidade de interações entre as Unidades Técnicas. Síntese dos resultados obtidos As providências informadas pela SLC estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. de 11/10/2010 (SICNet nº 48535. o assunto à apreciação da Diretoria Colegiada da ANEEL.XV. por analogia. com vistas à avaliação da possibilidade de se excepcionar a aceitação dos gastos realizados no exercício de 2008 e 2009.

visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. pelo Memorando nº. .1 a 23. onde estão detalhadas as diferenças verificadas e suas respectivas justificativas. estando consolidada na Nota Técnica nº 001/2011-CES/AGER. de 18/03/2011.A. 358/2011-SFG/ANEEL.PP 014/2009 23 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 01/02/2010 Memorando Circular nº 3/2010-AIN/ANEEL. informou que a Agência Estadual realizou análises sobre os valores obtidos das medições nos tanques de armazenamento de combustíveis nas usinas termelétricas que foram desativadas no Estado do Mato Grosso. de 22/09/2011. onde a recomendação acima descrita foi considerada atendida. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre as impropriedades verificadas nos produtos pactuados no TAD firmado com a AGER/MT. de 01/02/2010. Pág. de propriedade da Centrais Elétricas Matogrossenses S. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SFG e AGER/MT estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 061/2011 – AIN/ANEEL.252 .SFG. XXIII. a unidade interna. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . Que a SFG se manifeste sobre os apontamentos constantes dos itens 23. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no atendimento dessa recomendação deveu-se a necessidade de levantamentos adicionais por parte da SFG para o atendimento desta recomendação.CEMAT.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria .5 do Relatório. de 09/05/2011.

b) Que a SMA avalie a continuidade da descentralização das atividades de ouvidoria para ARCE. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. Superintendência de Administração e Finanças . Essa prática evita que ajustes aconteçam ao longo do ano distorcendo a remuneração do saldo financeiro do convênio. ações que promovam a composição do quadro da agência estadual por servidores efetivos. conforme Despacho da AIN (SIC nº 48521.000053/2012-00).427/1996. de 13/05/2011. na medida em que o corpo de servidores da agência estadual é insuficiente para a execução das atividades delegadas. visto que o assunto foi tratado no PP 005/2011 (item 4 do respectivo Relatório de Auditoria). orientando às agencias conveniadas sobre a prática recomendada. necessariamente. em 13/05/2011.SAF e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade’ – SFE. devendo as mesmas serem executadas por servidores da Agência. dando conhecimento do assunto à Diretoria da ANEEL. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. de 06/05/2011. o ponto foi considerado atendido. por se caracterizar atividade típica de Estado. informou que. 4. II) Que a SLC oriente as demais Agências Estaduais para que sejam apropriados nas prestações de contas os valores efetivamente incorridos nos meses do exercício. 20 da Lei nº 9. 5 e 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 05/05/2011 Memorando Circular nº 13/2011-AIN/ANEEL. 3. Relatório de Auditoria . condicionando estas à apresentação e aprovação da prestação de contas do trimestre anterior ao imediatamente encerrado. de 19/07/2011. Adicionalmente. entende não ser necessária a adequação na Norma mencionada.a) Que a SMA informe a ARCE quanto a impossibilidade de terceirização da atividade de análise e solução das demandas de ouvidoria. 2. não atendendo ao disposto no § 2º do art.253 . Pág. Na Nota Técnica 39/2011-AIN/ANEEL. O Ofício 297/2011-SMA/ANEEL indica que a manutenção da descentralização das atividades de ouvidoria no ano de 2012 depende da adoção de medidas que tornem o convênio firmado com a ARCE economicamente viável. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Esta recomendação foi atendida. dentre as quais devem ser incluídas. I.PE 001/2010 1. III) Que a SLC adote providências para que as liberações de recursos financeiros às agências conveniadas sejam efetuadas até o décimo dia do mês em que se inicia o respectivo trimestre. para que se mantenham aderentes à legislação vigente. Constatou-se que as versões finais dos pareceres assim como suas conclusões são feitas exclusivamente por servidores da ARCE. a SLC informou que adota procedimento que entende preservar a execução do convênio diante da incompatibilidade existente na Norma de Organização ANEEL nº 003.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. reduzindo o número de profissionais terceirizados e a utilização de contrato de apoio. visto que a SLC enviou Ofício Circular nº 5/2011. tendo em vista os trabalhos realizados na alteração das Resoluções vigentes. ou promova a adequação na Norma de Organização ANEEL nº 003 de forma a tornar o procedimento atualmente realizado aderente à regulamentação vigente.

3 a 6. de 13/05/2011. evitando futuras incorreções. de 22/06/2011. VI.254 . visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARCE foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas. de modo a adequar o quantitativo de H/h da Atividade 07 com o do respectivo produto.b) Que a SAF solicite da SLC o montante dos rendimentos de aplicação financeira relativos aos convênios ainda vigentes em 2011. a SLC informou que foi emitido o Ofício Circular nº 5/2011-SLC/ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. de 21/12/2010. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PE 001/2010. em reunião realizada com a ARCE. de modo a mitigar as significativas discrepâncias apontadas nos subitens 6. Síntese dos resultados obtidos Por meio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. de 13/05/2011. a SAF informou que efetuou o registro dos rendimentos de aplicação financeira. assinado em 30/12/2010.a) Que a SFE avalie criteriosamente o quantitativo de H/h definido para as atividades descentralizadas. indicada no subitem 13. após a regular liquidação. Pág. VI. Neste documento a Superintendência ressaltou que os rendimentos relativos ao convênio da ARCE. relativos aos convênios ainda vigentes em 2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Por intermédio do Memorando nº 606/2011-SFE/ANEEL. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidentes sobre a folha de pagamento. no SIAFI. Por meio do Memorando nº 696/2011. ficou acordado que o quantitativo para a atividade 07 seria de 440 H/h. possibilitou o atendimento.2. especialmente quando da utilização desses recursos pelas Agências Conveniadas. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.6.320/1964 concernentes ao regular pagamento de despesas. conforme subitem 6. mediante a transação EXECCONV. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria. bem como no Contrato de Metas.3 da Macrofunção SIAFI 020307 – CONVÊNIOS. a SFE informou que o quantitativo de H/h previsto no Termo de Referência foi estimado com base na experiência de fiscalizações semelhantes já realizadas pela ARCE. de 13/05/2011.b) Que a SFE proceda a revisão da Portaria nº 1. apurados até 31/12/2010.a) Que a SLC oriente as Agências Estaduais conveniadas para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. de 20/07/2011. Por meio do Memorando nº 619/2011-SAF/ANEEL. após a regular liquidação. V) Que a SLC oriente a ARCE para que observe as disposições da Lei nº 4.675. com vistas a avaliar a possibilidade de efetuar o registro. a SFE informou que. de maneira satisfatória.5. a SLC informou que foi emitido o Ofício nº 197/2011-SLC/ANEEL. quantitativo este que coincide com o informado na Nota Técnica nº 90/2010-SRI-SPG. de 12/05/2011. dos valores de rendimento pertinentes a cada Agência Estadual. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010. encerrado em 31/12/2010. foram integralmente devolvidos. Por intermédio do Memorando nº 533/2011-SLC/ANEEL. de 22/12/2010. tendo em vista que apenas parte do serviço deveria ter sido pago no mês de dezembro/2009 ou a sua totalidade no mês de janeiro/2010. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.IV. orientando a ARCE a observar as disposições da Lei nº 4. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal incidente sobre a folha de pagamento. Tal medida se faz necessária para que a execução financeira dos convênios esteja adequadamente evidenciada no sistema. IV. de 13/05/2011. os quais foram apresentados pela SLC no Memorando nº 0528/2011SLC/ANEEL. orientando às Agências conveniadas de que deverão observar o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas.

para nomear e exonerar os gestores dos contratos administrativos que atendam às necessidades de suas respectivas competências institucionais.679. a SLC expediu o Memorando Circular nº 4/2011.PP 002/2010 1 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/05/2010 Memorando Circular nº 21/2010-AIN/ANEEL. 8666/93. 2º do Regimento Interno da ANEEL. possibilitou o atendimento. Adicionalmente. Relatório de Auditoria . que delega poderes aos titulares das Unidades Organizacionais. em 28/01/2011. em conformidade com o artigo 67 da Lei n°. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. informando às Unidades Organizacionais da ANEEL sobre os procedimentos a serem adotados sobre o tema em questão. da recomendação “I.a”. visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Organizacional da ANEEL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.a) Que a SLC defina procedimento formal para a designação de fiscais de contratos. exarada no Relatório de Auditoria PP 002/2010.255 . de 27/05/2010. instruindo os atos praticados no respectivo processo de contratação e encaminhando a esta AIN informações sobre o procedimento definido e das orientações encaminhadas às unidades organizacionais da ANEEL.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Ponto baixado por despacho no correspondente processo. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios . previstas no art. de 18/01/2011.SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Foi publicada a Portaria n° 1. Pág. de maneira satisfatória. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna.

a SAF informou que a maioria das requisições foi feita por servidores da própria SAF. quanto a exigência de uso regular dos uniformes pelas(os) colaboradoras(es) que prestam serviços à ANEEL. a SLC mencionou que buscará incorporar a linha de raciocínio sugerida pela AIN nos casos semelhantes. inclusive. a SAF informou que no próximo pagamento à respectiva empresa será procedida a glosa pela falta de fornecimento dos uniformes. I. a regularização da requisição de veículo previamente ao pagamento. de 07/06/2011.PP 003/2010 1. até que seja eventualmente promovida a alteração contratual proposta. mesmo nas contratações de serviço por meio de pagamento por produto. I. Esta medida visa melhorar a elaboração dos instrumentos contratuais vis à vis a execução dos mesmos. na qualidade de gestora do contrato nº 118/2009. como forma de aferir a coerência da metodologia utilizada pela Administração para definição do valor dos produtos. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.a) Que a SLC em futuros processos licitatórios para serviços de consultoria. a área garantiu que foi realizado um levantamento nas requisições dos últimos meses para identificar situações semelhantes e corrigir eventuais equívocos. Adicionalmente.a.a) Que a SAF justifique o motivo da aceitação de requisições de veículos sem a devida aprovação do responsável das unidades organizacionais correspondentes. de 25/05/2011. providenciando. é recomendável requisitar o detalhamento da proposta apresentada. nesses casos.1 a 3. atente para a metodologia utilizada pela Administração na estimativa de tempo total de homem/hora assim como seu valor unitário.13). de 07/06/2011. evitando a necessidade de elaboração de termos aditivos ou descumprimentos contratuais por parte das empresas. Ademais. motivo pelo qual continham apenas a assinatura no campo Responsável pelo Controle de Veículos. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/5/11 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. Por meio do Memorando nº 604/2011.256 . passe a exigir o seu cumprimento integral. (itens 3.1.c) Que a SAF institua procedimentos de controle internos de forma a eliminar ocorrências similares. Pág. II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . III. Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº 780/2011.b) Que a SAF se abstenha de efetuar o pagamento da quilometragem que não esteja de acordo com os procedimentos pré-estabelecidos. em processos licitatórios com apenas um interessado. Por meio do Memorando nº 780/2011. de 13/5/2011. Que a SAF. possibilitando a construção de bases referenciais para futuros processos licitatórios similares.

sobre a aparente duplicidade de serviços já executados por empresa já contratada. prevista na legislação. As providências adotadas estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 033/2011-AIN/ANEEL.320. contida no documento da empresa. iii. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais responsáveis pelo tratamento das recomendações acima. se limitou a solicitar a prorrogação do prazo de execução e alterar um prazo no cronograma de pagamento original. Pág. a própria área gestora julgou insubsistentes os pedidos feitos pela empresa contratada. servidor da SRE. a impossibilidade de alteração de objeto. Lei 4. requeira a manifestação formal da SGI. Lei nº 8. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. a relação entre o saldo residual a pagar e o produto objeto da contratação (Banco de Preços). os riscos inerentes à aceitação da proposta de divisão do Produto Final. considere: i. em função da proposta de agregação de outros serviços / produtos.net e manutenção do software na ANEEL.b) Que a SLC. tendo em vista as disposições legais aplicáveis (Edital. de 17/06/2011. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas nos trabalhos de auditoria. de maneira satisfatória. no que tange aos aspectos do Duto. possibilitou o atendimento. Portanto. etc).III.257 . dentre outros. e os obstou. formulada pela Contratada. das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 003/2010. ii.666. na eventual elaboração de termo aditivo ao Contrato nº 008/2010. Síntese dos resultados obtidos A SLC informou que o gestor do contrato.

estabelecendo prazo para: b. encaminhou por meio do Ofício nº 036. a documentação comprobatória do pagamento da despesa em trânsito no valor de R$ 1.PP 004/2010. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria.258 . onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. proceder o pagamento ao fornecedor e encaminhar cópia do respectivo comprovante à ANEEL ou.PP 004/2010 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 09/06/2010 Memorando Circular nº 22/2010-AIN/ANEEL. de 04/01/2011. a SLC e a ATR/TO possibilitaram o atendimento da recomendação exarada no Relatório de Auditoria . proceder a devolução do recurso à ANEEL. para posterior solicitação de reembolso do valor correspondente.1.157. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As interações entre a Auditoria Interna. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pela SLC e ATR/TO estão consubstanciadas na Nota Técnica nº 012/2011-AIN/ANEEL. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Sobre a regularização do pagamento de fatura relativa a serviços prestados pela empresa Rental Frota Distribuição e Logística Ltda. de 12/01/2011. b. submeter o assunto à Assessoria Jurídica da Autarquia. a ATR/TO.1 do Relatório de Auditoria PP 004/2010.80. quando da regularização do pagamento.1. Relatório de Auditoria .Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III.2) em caso de discordância. em atenção ao Oficio n° 0002/2011SLC/ANEEL. tendo em vista a jurisprudência dominante que considera a retenção do pagamento como ilegalidade e enriquecimento ilícito da Administração.1) em razão do exposto no subitem 3. de 09/06/2010. oriente a ATR para a adoção das seguintes providências: b. conforme comentários constantes do subitem 3.2. solicitando orientação acerca de providências a serem adotadas em relação ao pagamento da fatura em aberto.b) Que a SLC.1. de 03/05/2011.1) em caso de concordância. Pág.2.

520/2002. ao previsto no mencionado normativo. de 06/07/2011informa que a Agência Estadual V) Que a SFE oriente a ARSAL para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na justificou o atraso na análise da manifestação ao Termo de Notificação resultante da Resolução Normativa nº 063/2004 e. a ARSAL encaminhou cópia da GRU contendo a Identificação do Relatório de Auditoria Pág. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. da competente autorização para os pagamentos realizados. passando a adotar procedimentos licitatórios convencionais. artigo 60 da Lei 4. 10. 5. apontadas neste ponto de auditoria. esclarece que está tomando despesas como elegíveis ao Convênio.320/64. devolução dos recursos utilizados. de 21/03/2011. A ARSAL. promova o registro de sua motivação no competente DMIC e os indicadores de conformidade DRP e DRC.076/2008.259 .4.320/64. conforme disposto nos parágrafos 2º e 3º do pela Portaria nº 779/2007. no caso de reincidência de ocorrências similares às todas as providências para que as despesas ocorram integralmente aderentes à Lei 4. 2.60 da Lei 4320/64. III) Que a SLC oriente a ARSAL para que. nas atividades vinculadas ao Convênio firmado com a ANEEL.520/2002 e disposições contidas no item 9. 3. 4. com base no art.b. IV) Que a SLC oriente a ARSAL para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11.a) Que a SLC oriente a ARSAL para estrita observância ao Decreto Estadual nº 4.2 do Acórdão nº. de acordo com a Lei 10.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria . preferencialmente por A ARSAL afirmou que as providencias relacionadas as falhas apontadas nas contratações de meio da modalidade pregão. VI. FIC. 6. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores fiscalização de qualidade envolvendo os indicadores de continuidade individuais DIC. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes. Nome da unidade interna da UJ Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – destinatária da recomendação SFE Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I) Que a SLC oriente a ARSAL para a impossibilidade de realização de despesa sem prévio empenho. revisada pela Portaria nº 779/2007. sempre que o objeto pretendido referir-se a bens e serviços bens e serviços estão sendo tomadas. alertando para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa documentos que comprovem a regularidade fiscal das empresas contratadas nos processos de natureza ensejarão a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente pagamento. sob pena de não aceitação das respectivas A ARSAL.PP 005/2010 Data do Relatório de Auditoria 25/11/2010 Memorando Circular nº 49/2010-AIN/ANEEL. bem como a juntada nos processos mencionados. VI.076/2008. de 21/03/2011 informou que está observando as que regulamenta a concessão de diárias aos servidores públicos civis do poder executivo. evite contratar serviços rotineiros mediante contratação direta (Dispensa de Licitação).b) Que a SLC oriente a ARSAL para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ Com relação à Recomendação VI. 1395/2005 – 2ª Câmara. por ter sido concedido prazo adicional de processo administrativo. por meio do Ofício nº 127/2011-GP. II) Que a SLC oriente a ARSAL quanto à necessidade de se instruir nos processos de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal dos fornecedores e prestadores A Agência Estadual esclareceu que está tomando as providências referentes à instrução dos de serviços. conforme Lei nº. 7. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 10/12/2010. 90. Tribunal de Contas da União – TCU. de determinações do Decreto Estadual nº 4. para envio de informações adicionais. O Memorando nº 654/2011-SFE/ANEEL. sobre a necessidade da adequada emissão de A ARSAL se comprometeu a observar o conteúdo na Norma Organizacional nº 11. comuns. revisada empenho de acordo com a modalidade requerida. solicitado pela CEAL. maneira a evitar as impropriedades apontadas neste ponto de auditoria. Item do Relatório de Auditoria 1.

restituição no valor de R$ 25. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.c) Que a SLC oriente a ARSAL para que proceda ao lançamento. promova junto com as Unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados.b) Que a SLC oriente a ARSAL para que. VII. na contrapartida do A ARSAL procedeu no lançamento do valor de R$ 51. nas condições do art. de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo dessa natureza de gasto incorrido recolhimento dos encargos sociais por parte do Governo do Estado de Alagoas. não existiu descumprimento dos deveres inerentes ao 2009. conforme as orientações da Auditoria Interna da ANEEL. VIII. incidentes sobre a folha de pagamento. apesar do não lançamento dos encargos de pessoal para suporte nas previsões constantes dos TADs. sobre originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam cobertura a liberação dos recursos referentes à Superintendência de Relações Institucionais – SRI. todos os dispêndios serão efetuados pela ANEEL após a entrega. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal A ARSAL informou que os lançamentos incidentes sobre a Folha de Pessoal foram corrigidos. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. Por meio do Memorando nº 805/2011-SLC/ANEEL.74 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado. VIII. procedendo ainda ao controle do veículo adequadamente. que seja apropriado nas prestações de contas apenas os custos com veículos em A ARSAL. caso se torne necessário. IX) Que a SLC oriente a ARSAL para a adequada utilização de veículos no âmbito do convênio. considerando que os valores A SLC informou à ARSAL por meio do Ofício nº 0150/2011-SLC/ANEEL. informou que estão sendo feitos os controles de uso missões/ações com aderência as atividades delegadas. a Agência Estadual informou que estão sendo providenciados junto às unidades envolvidas a repactuação dos valores acordados na contrapartida. com a transição para o modelo implementado pela Resolução Normativa nº 417.260 .13. de 23/11/10. específico para tais utilizações.332. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.a) Que a SLC implemente mecanismos de controle que garantam a análise da compatibilidade dos gastos declarados nas prestações de contas com os valores previamente pactuados. de 11/04/2011. VII.13 na contrapartida do exercício de exercício de 2010. Pág. Ademais. durante a execução dos TADs. A Agência informou ainda que. evitando futuras incorreções como as relatadas neste ponto de auditoria. não havendo mais a antiga contrapartida. referente ao excedente de custo de pessoal sem 2010.a) Que a SLC oriente a ARSAL para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. ou seja. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARSAL foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. não apropriado nas prestações de contas de fins de ressarcimento em 2009. submetendo o valor ao conhecimento e incorporação ao limite orçamentário valor de R$ 504.332.00. avaliação e aprovação dos produtos pactuados nos Contratos de Metas. no ao saldo apurado.74. na execução das atividades delegadas.25. a SLC informou que.b) Que a SLC oriente a ARSAL para solicitar o reembolso de R$ 504. VIII. referente ao erro no enquadramento do cargo de servidor nos processos de concessão de diárias 49070-1632/09 e 49070-1675/09. A ARSAL acatou a recomendação e vem envidando esforços para receber ainda este ano todos os valores devidos de contrapartida que não foram repassados pelo Governo de Alagoas. de 2010 da SRI. do valor de R$ 51. observe o percentual de despesas administrativas (contrapartida) pré-estabelecidos nas memórias de cálculos definidas ou.00. 71 da citada Resolução. por meio do Ofício supracitado.

Esta pendência foi incorporada nos trabalhos de auditoria de 2011. 2. 27. 291/2010-DG.a) Que a SLC oriente a AGERGS quanto à necessidade de se incluir nos processos de contratação e de pagamentos os documentos que atestem a regularidade fiscal da prestadora de serviços. de 08/11/2010.b) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a realização de despesas em valor anual superior à previsão contratual. por meio do Ofício nº. bem como sobre a necessidade da adequada formalização dos instrumentos contratuais firmados.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Por meio do Ofício nº. com vistas à avaliação dos descontos aplicados e dos custos reais desses serviços. A AGERGS. todos os servidores daquela Agência Estadual que atuam em processos relacionados à descentralização de atividades pela ANEEL serão cientificados a respeito da Norma Organizacional nº 11 da ANEEL. 6. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGERGS. previamente ao pagamento deste tipo de faturamento. de 08/11/10. procedendo a atualização dos documentos mencionados neste ponto de auditoria e encaminhando cópia a esta Auditoria Interna. Após orientação formal da SRI. bem como a apresentação de levantamento detalhado sobre os serviços prestados no exercício de 2009 com a correta aplicação das cláusulas contratuais. 7. 4. Superintendência de Relações Institucionais – SRI e Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA.261 . Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC.3900/09-9. IV. 291/2010-DG. preços unitários. IV. a demanda requerida não pode ser calculada. de 08/11/10. Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação II. III – Que a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. Pág. visto que a prestação dos serviços telefônicos de Discagem Direta Gratuita – DDG. tais como eventos climáticos e desastres naturais.45. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades constatadas. inclusive a restituição à ANEEL do valor de R$ 243. de 31/10/2007. informou que foram adotadas as devidas providências para sanar as não conformidades destacadas. quantitativo dos serviços etc. 8 e 9 Comunicação Expedida/Data de 13/10/2010. itens de controle e unidades de serviço discriminados na fatura com as disposições contratuais (ex. a AGERGS justificou que o valor constante na”Cláusula Terceira – Do Preço” do Contrato nº 03/2006 refere-se à estimativa anual. de aditivos contratuais que confiram o adequado suporte contratual aos pagamentos realizados. bem como foram atualizados os documentos de regularidade fiscal referente aos processos 27-3900/09-9 e 1763900/08-5. de 08/11/10. mas apenas estimada. Desta forma.). informou que durante o mês de novembro. depende diretamente de eventos não previstos. valor total. quantidades. na qualidade de coordenadora da descentralização de atividades complementares da ANEEL.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que.b) Que a SLC alerte a AGERGS para o fato de que eventuais reincidências nas constatações dessa natureza poderão ensejar a não elegibilidade da despesa para o Convênio com a consequente devolução dos recursos utilizados. em 28/10/10. 5. percentuais de desconto. oriente a AGERGS para observação das disposições da Norma Organizacional nº 11. a AGERGS. referente a impropriedade relatada e ratificada pela AGERGS no item 4. revisada pela Portaria nº 779.PP 007/2010 04/10/10 Memorando Circular nº 42/2010-AIN/ANEEL. IV. por meio do Ofício nº. 3. bem como sobre a inexistência no processo nº. 291/2010-DG. por meio do Ofício nº. IV. conforme descrito no item 7 do Relatório PP 004/2011.45. II.2 do presente relatório. 291/2010-DG.d) Que a SLC solicite a AGERGS a devolução imediata à ANEEL do valor de R$ 243.a) Que a SLC solicite à AGERGS a apresentação de justificativas para a aceitação do faturamento dos serviços realizados pela Embratel em desconformidade com o estabelecido no contrato. promova o devido atesto do serviço confrontando os valores.

maior sem a devida justificativa.262 . solicite a futuros TADs. referente aos gastos com pessoal. 291/2010-DG.a) Que a SMA estabeleça procedimentos que viabilizem o encerramento dos processos A SMA. a compensação do valor apropriado a maior (R$ 7.a) Que a SLC oriente a AGERGS para que sejam regularizadas as impropriedades constantes do quadro informado no item 5. referente ao excedente de pessoal.968. pendente da análise desta Auditoria Interna. orientou a AGERGS para percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos que deram suporte aos observação do percentual de despesas pré-estabelecidos nas memórias de cálculos para os referidos documentos. estabelecendo prazo compatível Metodologia dos Custos de Referência e dos Indicadores de Qualidade a ser empregada na com o cronograma de trabalho do Grupo instituído pela Portaria nº 1311/2009. de 2009. no caso de alteração das condições inicialmente previstas. referente ao excedente de contrapartida no valor de R$ 138. na prestação de contas do 4º trimestre de 2010. a AGERGS informou que foram adotadas incidentes sobre a folha de pagamento. considerando que os A SLC. lançado na contrapartida de 2010. sobre a manifestação requerida. no caso de alteração das condições inicialmente previstas. que a agência repactuação dos valores e percentuais acordados. de forma a evitar futuras incorreções como as relatadas as providências para que não voltem a ocorrer. assinado entre SMA e AGERGS. conforme recomendação mediante redução no montante de gastos com pessoal na contrapartida de 2010.07 referente ao ressarcimento de pessoal (parte ANEEL) não utilizado no ano de 2009. informou que foram V. VII . de 15/10/10.00 na aquisição de duas passagens aéreas a ANEEL. do valor de R$ 138. de maneira a pessoal.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que seja restituído a conta do convênio o valor de R$ regularizadas as impropriedades destacadas na recomendação V.804.ficando eventuais valores a devolver decorrentes das respostas às recomendações “a” e “b” acima.111/2009. conforme relatado no item 5. por meio do Ofício nº. caso Contrato de Metas nº 003/2010-ANEEL. de forma a contemplar todos os gastos inerentes ao custo de pessoal Por meio do Ofício nº. 291/2010-DG. 12.076.81). do presente relatório. de 08/11/2010. aos gastos necessários à execução das atividades delegadas.00.81. introduzidas pela Lei nº públicos. VIII. realizou o lançamento na exercício de 2010.076. a seguinte meta: “M3 Pág.a. será compensado na Prestação de Contas do 4º trimestre. caso Por meio do Ofício nº. se observe o A SLC. no futuro.b) Que a SLC oriente a AGERGS para que. de 08/11/2010. no qual a Diretoria da ANEEL aprova a produtos/atividades apresentados pelas agências estaduais. A AGERGS. promovendo. de forma a adequar as previsões aos gastos solicite a repactuação dos valores e percentuais acordados.07).1. VIII. 291/2010-DG.00. no TAD da SRI. por meio do Ofício nº. 439/2010-SLC/ANEEL. orçamentário de 2010 das respectivas Superintendências que descentralizaram atividades à AGERGS naquele exercício.c) Que a SLC oriente a AGERGS para que proceda lançamento na contrapartida do A AGERGS.07.2. neste ponto de auditoria.427/1996. ou. submetendo os valores ao conhecimento e incorporação ao limite exercício de 2009 (no valor de R$ 31.a) Que a SLC oriente a AGERGS para o correto lançamento dos valores apropriados nas prestações de contas. por meio do Memorando nº 139/2011-SMA/ANEEL. 140/2011-SLC/ANEEL. VIII-c abaixo. VI. de maneira a proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício proporcionar o registro do custo efetivo de pessoal incorrido no exercício de 2009. de 08/11/10. IX. apropriado a maior. por meio do Ofício nº. informou que foi incluída no mencionados neste ponto de auditoria. de 01/11/2011.a) Que a SLC solicite a AGERGS a apresentação de justificativas para as despesas postais apropriadas ao Convênio em percentual superior ao inicialmente previsto no TAD/SRI ou. a AGERGS informou que o valor de R$ inexistente.07. as não conformidades apontadas.910. V. de forma a adequar as previsões necessários à execução das atividades delegadas. em 28/10/10. oriente as superintendências envolvidas no processo de descentralização a estabelecerem indicadores de desempenho com vistas a avaliar a qualidade dos Foi publicada a Portaria nº 1. em andamento na AGERGS. em 30/03/11. o valor de R$ 480.910. valores originalmente previstos por cada Unidade nos TADs para o exercício de 2009 davam a liberação de recursos referente ao ressarcimento dos valores apropriados a menor no cobertura ao saldo apurado. VIII. durante a execução dos TADs. referente a diferença tarifária de R$ 240.804. informou que foi realizada. VI. no montante a ser 7. para adequação execução das atividades descentralizadas em regime de gestão associada de serviços dos normativos vigentes às novas disposições da Lei nº 9.b) Que a SLC oriente a AGERGS para solicitar o reembolso de R$ 31.Que a SRI/SPG. bem como foi restituído à 480. ou.

de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada.necessário. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela AGERGS foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.SGO. no âmbito da Agência Estadual. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.b) Que a SMA promova a avaliação criteriosa da estrutura disponível na AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria no Estado do Rio de Grande do Sul. IX. Seguindo a recomendação da AIN. os processos administrativos oriundos da Ouvidoria criados antes de 2011”. independente de sua natureza ou origem. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. às demandas de energia elétrica. A SMA informou que foi realizada criteriosa avaliação da estrutura disponível pela AGERGS para atendimento das demandas de ouvidoria. Pág. até 2011. culminando na assinatura do Contrato de Metas nº 003/2010. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011. a SMA está orientando todas as Agências Estaduais sobre os novos procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria no Sistema de Gestão de Ouvidoria . independente de sua natureza ou origem. Nesse contrato de metas. 12/2011. visando a eliminação das pendências existentes. de forma a adequar a capacidade de atendimento daquela Agência às demandas registradas. a transferência de tais demandas para tratamento por essa Superintendência. IX. de forma a proporcionar uma visão sistêmica do volume da atividade delegada àquela Agência.263 . consta do Relatório do Programa da Qualidade SMA – 2010. – encerrar. O resultado da avaliação da capacidade de atendimento da Ouvidoria da AGERGS.c) Que a SMA oriente a AGERGS sobre os procedimentos para o registro da integralidade das demandas de ouvidoria. há a previsão de finalizar 147 processos ao longo do ano de 2011. As novas orientações foram encaminhadas às Agências Estaduais conveniadas por meio do Ofício Circular nº.

de 10/6/2011.7. Diante dessas tratativas. como os canhotos de embarque aéreo e as certidões de regularidade fiscal. de 14/10/2010. quando aplicável. 3. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER.a) Que a SLC solicite à AGER a restituição. em conjunto com as superintendências afetadas. por meio do Ofício CAS n° 233/2010. conforme item 3. informou que passou a registrar as despesas dos custos com pessoal com base nos holerites. do valor de R$ 20. Pág. Conforme documentação comprobatória enviada pela AGER. do assunto com os Superintendentes das SFG. III. por meio do Ofício CAS n° 233/2010. via Guia de Recolhimento da União (GRU). integralmente. lançadas indevidamente à conta do Convênio.a) Que a SLC solicite restituição via Guia de Recolhimento da União (GRU) do valor de R$ 1. de 10/6/2011. Relatório de Auditoria .800.00. informou que estão sendo tomadas as devidas providências para atendimento desta recomendação.264 .b) Que a SLC oriente a AGER para que institua procedimentos de controle interno com vistas a eliminação das não conformidades formais apresentadas anteriormente. de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. bem como a Presidente da referida Agência estadual.05 (vinte reais e cinco centavos) relacionado ao valor das multas pagas à empresa Brasil Telecom.a) Que a SRI avalie a situação apresentada acima. e dos requisitos à correta instrução processual. foi verificado que as atividades descentralizadas não foram comprometidas. A Auditoria Interna. ressalvou que os canhotos de embarques aéreos devem constar nos processos de pagamentos de diárias e passagens ou incluir-se justificativa pertinente em caso de perda/extravio. aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 1.PP 008/2010 1. III. restando sanada a impropriedade apontada no respectivo Ponto de Auditoria. por não estarem previstos nos TADs de 2009. de acordo com o apontamento realizado pela Auditoria Interna. nos pagamentos de diárias e passagens aéreas realizadas com recursos do convênio as disposições legais aplicáveis quanto a correta quantificação dos montantes devidos. aquela Agência Estadual efetuou a restituição no valor de R$ 20. de 12/12/2010. SMA e SFE. IV.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I . considerou satisfatório os esclarecimentos prestados pela AGER no Ofício CAS nº. de 28/12/2010.00 (um mil e oitocentos reais) relacionado às despesas de diárias de servidores da AGER quando da participação no treinamento “Extensão de Ouvidoria Relacionada ao Setor Elétrico”.05. 2.800. por meio do Ofício CAS n° 121/2011.Que a SLC oriente a AGER para que as contabilizações das despesas oriundas de pagamentos de pessoal sejam processadas com base nos valores efetivamente realizados na execução do Convênio. A AGER. a SRI informou que tratou. assim. que possuíam TADs firmados com a AGER/MT. II. 233/2010. de 12/12/2010. II. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC e Superintendência de Relações Institucionais – SRI Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A AGER. pessoalmente.b) Que a SLC passe o observar. No entanto. por meio da Nota Técnica n° 21/2011-AIN/ANEEL. por meio do Ofício CAS n° 121/2011. eliminando. 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL. prestações de contas com valores irreais. Por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL. com vista ao impacto nas atividades delegadas e sua continuidade.

garantir a continuidade da delegação e a força de trabalho prevista nos TADs/2010.IV. a SRI envidará esforços. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.1. Pág. Entretanto. Tendo em vista não restarem documentos comprobatórios de superfaturamento. dos trabalhos realizados naquele Estado. A AGER aderiu a Ata de Registro de Preços n° 58/2010/SAD.1. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. 010/2010 realizado pela Secretaria de Administração – SAD. de 19/01/2010. V.b) Que a SLC solicite à AGER o encaminhamento de informações adicionais à ANEEL sobre a contratação da empresa BBL. assim. com a qualidade devida. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2010. caso a AGER ou as Superintendências envolvidas manifestem a necessidade desse apoio da ANEEL. em virtude da proximidade do encerramento do exercício. de 28/12/2010. referente ao Pregão n°. por meio do Ofício n° 14/2010-AIN/ANEEL. esta AIN encaminhou o assunto à CGU para manifestação. visando garantir a manutenção. Síntese dos resultados obtidos A SRI. informou que.1). onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. especialmente quanto à alegação da antieconomicidade e da subcontratação dos serviços pela vencedora do certame. apontadas pela Auditoria Geral do Estado (item 5. não há necessidade de interação com o governo do Estado do Mato Grosso no sentido de agilizar a nomeação dos novos concursados. As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 21 e 23/2011-AIN/ANEEL. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a AGER.2). ações tempestivas com vistas a dar suporte àquela Agência Estadual nas relações com o Poder Executivo Estadual (MT). V. por meio do Memorando nº 667/2010-SRI/ANEEL.265 .b) Que a SRI proponha à Diretoria da ANEEL.a) Que a SLC informe a Agência estadual no sentido de que as despesas com telefonia móvel somente serão elegíveis ao Convênio após a conclusão do certame licitatório em desenvolvimento (item 5. de forma a agilizar a nomeação dos novos concursados e.

encaminhando a AIN cronograma das atividades com tal finalidade. por meio do Ofício n° 051/2011-ARCON-PA/CAF.a) Que a SLC solicite justificativas para a aquisição da passagem aérea Brasília/Belém sem a observância das disposições contidas nos normativos mencionados. a ARCON encaminhou comprovante de GRU no valor de R$ 132. de 09/06/2011. acompanhamento e controle do fornecimento de diárias ao servidor. ainda pendentes de solução. A ARCON. informando esta AIN sobre o resultado obtido. Foi aprovado. Por meio do Ofício nº 205/2011-ARCON-PA/CAF.b) Que a SMA proceda levantamento nos registros do Sistema de Gestão de Ouvidoria – SGO para identificação do quantitativo de Solicitações registradas nos exercícios de 2008 e 2009. de 22/12/2010.00. por ocasião das prestações de contas da execução do convênio de descentralização. através da Instrução Normativa nº 001/2010.b) Que a SLC busque instituir controles internos de forma a garantir exatidão entre as informações constantes da relação de pagamentos e os valores declarados no demonstrativo financeiro e orçamentário apresentados pelas agências estaduais. Pág. de 04/11/ 2010. correspondente à diferença entre as cotações apresentadas na prestação de contas da viagem. informou que todas as solicitações registradas pelo Sistema de Gestão de Ouvidoria (SGO) nos exercícios de 2008 e 2009 sob responsabilidade da ARCON-PA foram encerradas num prazo médio de 45 dias. de 08/02/2011. de 19/05/2011. II. de Diárias. conforme análise proferida na Nota Técnica n°. 3. visto que os recursos foram reembolsados à ARCON. setecentos e noventa e três reais e noventa e seis centavos).00.793. Também foi apresentado o Cronograma de Execução conforme solicitado pela AIN A SMA. o qual prevê todos os trâmites necessários para aquisição. Superintendência de Mediação Administrativa e Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I.b) Que a SLC oriente a ARCON a instituir procedimentos de controle interno de forma a para apresentação de Relatório de viagem. II. Apresentou ainda os trâmites/procedimentos dos processos desde a análise para elaboração do relatório até o seu arquivamento. 22/2011-AIN/ANEEL. por meio do Memorando n° 343/2011-SMA/ANEEL.96 (quatorze mil. encaminhando o resultado a esta AIN para análise e providências complementares. por meio do Ofício nº 017/2011-ARCON-PA/CAF. As ações empreendidas pela SLC solucionaram a pendência.PP 009/2010 1. III. correspondentes à realização a maior das despesas com pessoal alocado ao convênio e segregadas por Superintendência conforme indicado no quadro acima. informou que atualmente existem cerca de 480 processos para serem analisados e concluídos. eliminando o passivo indicado na tabela acima. bem como a restituição do valor de R$ 132.a) Que a SMA busque junto à ARCON elaborar planejamento com indicação de ações tempestivas com vistas à conclusão destes processos.a) Que a SLC oriente a ARCON para que esta formalize pedido de reembolso junto à ANEEL do montante financeiro de R$ 14. também.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . 2. I. pelo Diretor-Geral o Manual eliminar atrasos na emissão do Relatório de Viagem.266 . 4 e 5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/12/2010 Memorando Circular nº 51/2010-AIN/ANEEL. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. A ARCON. informou que implementou provisoriamente controle na área financeira para evitar e impedir o descumprimento do prazo III. caso não acatadas tais justificativas.

por meio do Memorando n° 34/2011-SFG/ANEEL. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2010. Pág. A ARCON. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e pela ARCON foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas.IV – Que a SLC formule orientação à ARCON no sentido se observar as disposições legais exigidas quando da celebração dos ajustes contratuais e realização de pagamentos. informando esta AIN sobre as providências adotadas.267 . por meio do Ofício n° 017/2011. a qual intensificou a verificação da estrita observância da regularidade fiscal das empresas prestadoras de serviço e fornecedores. informou que foram tomadas as devidas precauções com a implementação de procedimento junto à área financeira. inclusive com divulgação interna sobre tais procedimentos a serem observados. de 14/01/2011. informou que foi encaminhado o Ofício nº 60/2011-SFG/ANEEL à ARCON. V – Que a SFG oriente a ARCON no sentido de instituir procedimentos de controle com vistas à eliminação das não conformidades acima elencadas em atendimento à legislação citada. conforme anteriormente comentado. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. orientando e informando da necessidade de instituir procedimentos com vistas à eliminação das não conformidades citadas no Ponto de Auditoria n° 5 do Relatório de Auditoria PP 009/2010. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.ARCON-PA/CAF. A SFG. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna.

referente à diferença ocorrida na aquisição de passagem aérea. A SRT. decorrente do valor acima da cotação realizada. uma vez que constitui documento indispensável para a comprovação do cumprimento dos prazos estabelecidos na Resolução Normativa n° 63/2004 e subsídio à eventual aplicação de sanções (item 1. informou que o acompanhamento realizado atualmente. nos casos encaminhados a outras superintendências.PP 010/2010 1. a SRT justificou todas as não conformidades apontadas pela AIN.084/2008 e da Portaria MP nº 505/2009. caso os argumentos apresentados não sejam suficientes. A SRT.b) Que a SRT implemente controles internos adequados para acompanhamento das manifestações dos agentes. definição dos responsáveis pela gestão e os usuários nos diversos níveis que venham a ser estabelecidos. 424/2011-SRT/ANEEL. A SRT.c) Que a SRT instrua em cada processo o Aviso de Recebimento/AR das correspondências encaminhadas aos agentes. mediante GRU. a SAF encaminhou o comprovante de recolhimento do servidor no valor de R$ 315. bem como solicitou à AIN esclarecimentos adicionais.084/2008 e na Portaria MP nº 505/2009. encaminhando a esta AIN cópia da GRU ou do ato formal da Diretoria sobre o assunto. assim como da planilha eletrônica gerada pelo programa. 647/2011-SAF/ANEEL. visando melhor gestão interna à SRT sobre as autorizações de reforços e ampliações das Linhas de Transmissão e Subestações.a) Que a SRT em conjunto com a Superintendência da Gestão Técnica da Informação – SGI desenvolvam mecanismos de segurança que possibilitem restrições de acesso e modificação da base de dados do Banco de Preços da ANEEL. Por meio do Memorando nº.00 à Conta Única do Tesouro.5. de 20/04/2011. 2 e 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL. de 20/04/2011.1. 138/2011-SRT/ANEEL. informou que não obstante o desenvolvimento do banco de preços ter-se dado por meio de contratação de consultoria externa. 138/2011-SRT/ANEEL. informando as medidas a serem adotadas com vistas ao saneamento das não-conformidades encontradas. já existem duas propostas de projeto junto à SGI que aguardam em lista de projetos para serem iniciados. sobre a forma de follow-up que possa aprimorar os procedimentos atuais.3.b) Que a SAF adote as providências necessárias à devolução do valor de R$ 315. I. por meio do Memorando n°. tendo em vista a não-conformidade relatada no item 2. de 21/12/2011.1). incluindo atualizações. informou que ratificou junto aos seus servidores a necessidade de observância da Portaria ANEEL nº 1.00. Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT e Superintendência de Administração e Finanças – SAF Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. conforme apontamentos do item 2.268 . as planilhas eletrônicas contendo a memória Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando nº. conforme recomendado pela Auditoria Interna. ou submeta o assunto à Diretoria para aprovação do gasto excedente. com follow-up periódico de acompanhamento. III. 138/2011-SRT/ANEEL.a) Que a SRT apresente justificativas aos apontamentos dos itens 1. registro das alterações.2. III.b) Que a SRT sempre instrua. otimização das análises. Por meio do Memorando n°.a) Que a SRT oriente os servidores responsáveis pelas solicitações de diárias e passagens para que observem os prazos estabelecidos na Portaria ANEEL nº 1. 138/2011-SRT/ANEEL. a SRT informou que seus técnicos passaram a instruir o Aviso de Recebimento – AR das correspondências encaminhadas aos agentes. a 1. II. por meio do Memorando n°.5. A SRT.1. por meio do Memorando nº. I.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . é feito por meio do SICNet ou por meio de contato telefônico com o servidor responsável pela instrução do processo. de 29/03/2011. 138/2011-SRT/ANEEL. II. por meio do Memorando n°. nos processos referentes às autorizações para reforços e ampliações em empreendimentos de transmissão. informou que as planilhas geradas somente são disponibilizadas aos agentes envolvidos por meio de cópia impressa anexada ao Pág. evitando assim atrasos no pagamento de diárias e aumento no valor das passagens.

possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2010. de forma a possibilitar maior rastreabilidade e transparência em relação ao valor de RAP definido para cada empreendimento.269 . assinada pelos responsáveis por sua emissão. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. assinada pelos responsáveis.de cálculo do valor do investimento. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. Síntese dos resultados obtidos processo específico que autorizou o reforço em questão. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL. Pág. Os valores resultantes das planilhas são utilizados pelos servidores que instruem o processo na análise do empreendimento que culmina em Nota Técnica específica. As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 40 e 56/2011-AIN/ANEEL.

b) Que a SEM apresente justificativas pela aquisição de passagens por valor acima do menor valor cotado.2. estava com maior índice de atrasos nos vôos. na qual a empresa que apresentava menor tarifa.1). Pág. visto que os esclarecimentos apresentados foram suficientes para elidir a não conformidade verificada nos trabalhos de auditoria. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação II. conforme constatações do subitem 2. conforme comprovado nos anexos 5 e 6 do citado Memorando. Síntese das providências adotadas A SAF.270 . de 20/07/2011. II. por meio do Memorando n°. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas estão consubstanciadas nas Notas Técnicas nºs 35 e 51/2011-AIN/ANEEL. As justificativas apresentadas pela SEM.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . de 22/12/2010. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 011/2010.PP 011/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/2010 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL. alterada pela Portaria nº 1587/2010 e Portaria MP nº 505. por meio do Memorando nº 220/2011-SEM/ANEEL. esclareceu que os documentos e as justificativas de remarcações foram devidamente incluídos no sistema SCDP. foram acatadas pela Auditoria Interna. contrariando as disposições da Portaria nº 1084/2008. dentre outras cinco que disponibilizavam o mesmo serviço. de 28/12/2010. de forma a evidenciar a regularidade do ato (2. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e as Unidades Organizacionais da ANEEL.a) Que a SAF oriente os responsáveis pela emissão de passagens aéreas para que incluam nos respectivos processos administrativos de concessões as justificativas pertinentes.. dadas às circunstâncias da época. onde as recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. 1884/2010-SAF/ANEEL. de 29/12/2009.

comunicado a esta AIN a decisão final e salvo as atualizações feitas antes de 03/12/2008 quando se aplicaria o IPCA como índice de correspondente motivação de fato e de direito. De toda sorte. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SFG. Ademais. apresentando a 04 e 05. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. ressalte-se que o atraso no atesto das notas fiscais mencionadas no Relatório de Auditoria. 5 e 6 Comunicação Expedida/Data de 27/12/2010. conforme item 1. com vistas a minimizar eventuais ambiguidades na interpretação. a SELIC diária.3 acima. 1.b) Que a SAF providencie. No que diz respeito à Nota Fiscal nº 8001. referente à Nota Fiscal 8001 e instrua no respectivo processo. com vistas a Pág. destaca-se que se trata de mero erro formal no II. em razão de lançamentos e arrecadações indevidas. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. a SAF LTDA. no caso do processo 48500. experimentada indicados e controles administrativos capazes de eliminar novas ocorrências de atesto no por toda a Agencia. conforme item 1. Superintendência de Regulação Econômica – SRE. inclusive Regularização e Início de Operação Comercial dos empreendimentos de geração de energia os referentes à liberação para operação comercial. de forma a com as disposições contratuais ou licitatórias possibilitar a observação de todos os prazos determinados. 2. certamente são as causas para este atraso. a SFG esclareceu agente. 4.c) Que a SAF. eliminado interpretações ambíguas e/ou incorreções no lançamento da TFSEE devida que já vem buscando na emissão de seus atos maior padronização da terminologia empregada.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . unidade UG 04 em 20/03/2008 e da unidade UG 05. Procuradoria Geral – PGE. bem como o atraso no pagamento constante do citado processo. cuja forma de cálculo é análoga à RN 63/2004 da ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG.271 . conforme recomendação dessa Auditoria Interna. Superintendência de Administração e Finanças – SAF.PP 012/2010 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. houve descumprimento do prazo para atesto e. com a entrada em operação da esta AIN o resultado dos trabalhos realizados. busque avaliar a aplicação lançamentos e arrecadações indevidas já estão sendo feitas com a devida atualização de procedimentos de correção monetária dos valores devolvidos aos agentes do setor elétrico monetária.004296/2010-11. informou à SRE I. se for o caso. não configurou nenhum prejuízo à Administração Pública. em 13/03/2008.d) Que a SCG e SFG busquem padronização da motivação de seus atos de Autorização. assim como atrasos de pagamentos em desacordo reincidência dos fatos apontados. em conjunto com a PGE. conforme Parecer 1358/2009-PF/ANEEL e 1018/2010-PGE/ANEEL. I. por meio dos Memorandos nº. A SAF informou que as devoluções de valores aos agentes do setor elétrico em razão de I.1 acima. e a escassez de recursos humanos. do prazo para pagamento convencionados nos editais dos Pregões eletrônicos 05/2010 e 38/2009. A SFG informou que todos os seus atos emitidos atendem ao princípio da motivação. de fato. O volume de trabalho. elevando a potência instalada da usina para 214 MW. A SAF reconhece que. que a ampliação da UTE Suzano Mucuri se deu com a entrada em operação das unidades UG estabelecendo procedimentos de controle para melhor adequação do assunto. 554/2011 e nº 579/2011-SFG/ANEEL. No entanto.a) Que a SAF busque instituir procedimentos para correção dos achados de auditoria acima de materiais recebidos pelo almoxarifado. No intuito de evitar a documento fiscal fora do prazo pactuado.b) Que a SRE e a SFG promovam as correções das não conformidades acima registradas. a luz da exposição acima. sendo todas as informações e documentos elétrica de forma a conferir maior precisão da composição do parque gerador existente no correlatos devidamente autuados aos respectivos processos. pelo agente. conforme item 1. entrará em contato com a empresa para solicitar o envio de carta de retificação.2 acima atualização. Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração – SCG. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira – SFF e Secretaria Geral – SGE. 3. a SAF realocou novos servidores nessa área. qual seja. em vista da grande quantidade II. carta de correção da empresa Comando Extintor preenchimento da nota.

005573/2010-03. É importante esclarecer. com a preocupação para que essa alteração de tempo não afete a qualidade técnica de suas análises. A SAF está providenciando o aprimoramento dos procedimentos de controle e organização. V. Pág. evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa. conforme tabela mencionada no item 6.a) Que a PGE informe a atual situação dos processos mencionados na tabela citada no item 6. em conjunto com a SAF. nos termos do Decreto 99. a PRF 1ª Região informou que já foi inscrito em dívida ativa e encaminhado ao órgão competente da PGF para o ajuizamento da ação de execução fiscal. Assim. atualizadas e de acordo com os respectivos processos. 10 e 12. de forma a evitar novas divergências. Simultaneamente.3 do presente relatório. VI. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico.658/90.c) Que a SFF.003401/2008-72 foi enviado para inscrição em dívida ativa por meio do Memorando 1531/2010-PGE/ANEEL. dos autos de infração emitidos pela AGERGS e ARCON. A SAF mencionou que as rotinas internas com vistas a garantir o controle dos estoques já existem. por meio do processo 48500.2. conforme se pode verificar no Almoxarifado. III. 9 e 11. nos referidos processos. Reguladoras Estaduais está em andamento. que não houve qualquer prejuízo à Administração Pública. destinação aos materiais considerados ociosos ou obsoletos. de 22/09/2010 e. AIN sobre o andamento destas medidas. III. A SAF informou que conforme mencionado no Relatório de Auditoria. O processo administrativo nº 48500.3. conforme informado pela PRF 1ª Região. 4. nos termos do Decreto 99. sendo este devolvido ao local que lhe havia sido reservado. de 01/10/2010.272 .4 do presente relatório. mas serão aprimoradas e intensificadas. Por fim.1. Que a SAF interaja com as áreas de fiscalização responsáveis para que estas procedam A SAF informou que o levantamento sobre a situação dos Autos de Infração das Agências a inclusão. 7. em conjunto com a SAF. Sobre este crédito. está sendo feito o mencionados no item 6.a) Que a SAF institua rotinas internas ao almoxarifado de forma a garantir que as movimentações no estoque estejam devidamente refletidas no sistema GESPRO.b) Que a SAF comunique a esta Auditoria Interna os resultados concretos obtidos nos procedimento de apuração das diferenças de estoques identificadas IV. A SAF entende que as normas de arrumação e estocagem do material já estão sendo aplicadas. conforme atualizados.a) Que a SAF melhore os procedimentos internos ao almoxarifado de maneira a cumprir integralmente as disposições normativas vigentes nas questões relacionadas à arrumação e estocagem IV.001228/2008-78 foi enviado para inscrição em dívida ativa.I.b) Que a SAF promova.8 do presente relatório. todavia. 6. informando esta cadastramento no Sistema Inadimplentes. VI.d.2. A SFF já está envidando esforços para reduzir o tempo decorrido entre a análise do recurso recebido e sua manifestação ao Juízo de Reconsideração. O processo nº 48500. 3. no Sistema Inadimplentes. providencie a devida atualização no Sistema A SFF esclareceu que todas as informações constantes do Sistema Inadimplentes estão Inadimplentes referentes aos Autos de Infração destacados nos itens 2.658/90. considera-se a questão do cartucho 51645 como um caso isolado.” VI.corrigir a mencionada Nota Fiscal. identificados no almoxarifado. referente aos Autos de Infração destacados nos itens 1. em observância às regras estabelecidas pela Portaria mencionada. 8. bem como a alienação dos materiais ociosos citados no relatório de auditoria mediante processo específico. bem como proceda a conciliação do SIGEC e encaminhamento dos autos de infração já levantados às áreas de fiscalização para Sistema Inadimplentes dos Autos de Infração das demais Agências Estaduais. onde se localizava a etiqueta com sua descrição. providencie a devida atualização no Sistema A SFE informou que o Autos de Infração destacados pela Auditoria Interna foram devidamente Inadimplentes. visto que não localizamos. registros acerca da inscrição na Dívida Ativa dos créditos correspondentes.b) Que a SFE. tabela mencionada no item 6. VI.3 do presente relatório. já houve manifestação sobre as diferenças dos toners por meio do Memorando nº 1348/2010-SAF/ANEEL. 5. a inscrição já foi efetivada e o órgão de execução da PGF responsável pelo ajuizamento da ação já foi cientificado. por meio do Memorando 1364/2010-PGE/ANEEL. uma vez que todos os materiais estão devidamente identificados por etiquetas nas prateleiras. acrescenta-se que o caso está sendo apurado por sindicância.

os processos administrativos relacionados a penalidades somente sejam aceitos para meio de entendimentos com a SAF. enviado para as Superintendências de juízo de reconsideração da Superintendência de Fiscalização respectiva. dos Serviços de Geração e dos Serviços de Eletricidade II. encaminhados. protocolizados. A partir desta data. informou que. após analisados e julgados pela Diretoria sejam foram observadas as recomendações da Auditoria Interna. de forma a garantir a uniformidade das informações relacionadas a este procedimento. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. deverão sem encaminhados á SAF para conhecimento e eventuais registros. consolidados no Memorando-Circular conjunto (SGE e inclusão em pauta de reunião da Diretoria.e) Que a SGE implemente tramitação obrigatória pela Superintendência de Administração e Finanças .VI. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. Pág.d. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. de 13/07/2009 já foi definido e está ciente sobre a deliberação do resultado do Grupo de Trabalho. para registro das eventuais mutações ocorridas quando da análise em instância final.273 . após o juízo de reconsideração. VI. de 02/09/2011. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 012/2010. de 13/07/2009. todos os respectivos processos. foi instituído novo procedimento com relação aos Autos de Infração. por meio do Memorando nº 77/2011-SGE/ANEEL. caso contenham a manifestação da SAF após o SAF) nº 4/2011-SGE/ANEEL. Fiscalização Econômica e Financeira. à SAF.d. os processos administrativos. Que a SAF interaja com a Diretoria da ANEEL no sentido de mobilizar uma decisão acerca das questões relacionadas à gestão da arrecadação e à manutenção de sistemas de controle e de informações gerenciais que foram alvo de estudo de Grupo de Trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1.II. VI.SAF de todos os processos relacionados a penalidades. de forma a conferir rastreabilidade dos atos praticados e garantir a uniformidade das informações pertinentes às penalidades impostas aos agentes setoriais A SAF informou que o relator diretor que decidirá sobre o grupo de trabalho instituído pela Portaria ANEEL nº 1. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.III. garantindo que: A SGE. Que a SAF implemente procedimento de análise e autenticação dos processos analisados.302. de 19/07/2011. de maneira a sanar as impropriedades constatadas no item 6 do presente relatório. Por meio do Memorando Circular nº 4/2011-SGE-SAF/ANEEL.302. por I. independente da decisão tomada. de 19/07/11.

170/2011-SRH: A SRH esclarece que essa conscientização é feita de forma frequente pela equipe do Processo. de 27/09/2011. pelos cargos que ocupam. Desempenho e Carreira da Unidade e deverá ser reforçada nas próximas avaliações. que a responsabilidade das Avaliações de Desempenho é exclusiva dos titulares de cada área. Superintendência de Recursos Humanos . Que a SRH busque desenvolver ações internas de forma a conscientizar as lideranças sobre a necessidade de se manter coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência com as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. Síntese dos resultados obtidos A recomendação acima descrita foi considerada atendida.PE 001/2011 4. Destaca. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. Haverá ação complementar da SRH neste sentido. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As ações propostas pela AIN tiveram por objetivo alcançar coerência entre os atos de homologação/aprovação dos registros de frequência e as avaliações de desempenho dos servidores da ANEEL. que. no entanto. com reflexos diretos no clima organizacional. Relatório de Auditoria . visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. devem ter plena consciência do item que estão avaliando e se a nota dada está coerente com a frequência do avaliado.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV.SRH. Pág.274 .

II.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. de 01/08/2011. II. interaja com a SLC com o objetivo de se promover a locação de espaço adicional destinado à guarda provisória desses bens. Relatório de Auditoria . minimizando a situação identificada e abordada no item 2. visando a sua adequada conservação. 1184.a. por meio do Memorando nº. Que a SAF proceda à regularização da conta 14212.b. informou que já iniciou a atualização do sistema GESPRO (utilizado para controle do patrimônio). a individualização dos bens pelos efetivos detentores da carga patrimonial. informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”. evitando com isso potencial dano ao patrimônio público.4 acima. Que a SAF. 2. observada as responsabilidades estabelecidas.38 (duzentos e onze reais e trinta e oito centavos). A SAF. A SAF. II. até a destinação final daqueles bens.00 . por meio do Memorando nº. de 01/08/2011. tendo em vista ser o documento adequado a tal finalidade. 1184. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF. informou que efetuou o estorno da depreciação no valor de R$ 211.SPG. estão em processo de desfazimento (doação) para que haja espaço destinado ao correto acondicionamento dos novos bens adquiridos. II. Que a SAF passe a exigir na movimentação de bens patrimoniais no âmbito da ANEEL a emissão prévia de Guia de Transferência (GT). promovendo. organização e controle. conforme estabelecem os artigos 40 e 41 da citada norma.e.38. de 15/07/2011.PP 001/2011 1.SAF e Superintendência de Planejamento e Gestão .275 . adequado acondicionamento dos bens móveis sob controle da SAF.d. II. ainda. de 01/08/2011. 1184.c. por meio do Memorando nº.Aparelhos e Utensílios Domésticos. 1184.12. de 01/08/2011. Superintendência de Administração e Finanças . os bens sem utilidade. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 15/07/2011 Memorando Circular nº 22/2011-AIN/ANEEL. com a devida transferência dos bens de acordo com as UORG’s a que estão distribuídos. com individualização dos bens. informou que as guias de transferência passaram a ser emitidas. Pág. localizados nos depósitos e garagem. Que a SAF proceda a imediata atualização do Sistema GESPRO. A SAF. Que a SAF mantenha. por meio do Memorando nº. Que a SAF informe à Auditoria Interna a solução administrativa e contábil adotadas a respeito das diferenças de bens apuradas pela Comissão responsável pelo inventário físico – exercício de 2010. informando esta AIN quando do estorno da depreciação no valor de R$ 211. até que se conclua o processo de distribuição dos bens novos e do inventário dos bens destinados à doação/alienação.

Que a SAF realize levantamento detalhado das despesas inscritas em Restos a Pagar para o exercício de 2011. Em relação à SPG. b) O saldo de recursos não utilizados no Projeto no valor de R$ 1. os empenhos não liquidados terão seus saldos cancelados.b.a. orientando sobre os dispositivos legais que cuidam do assunto e.7 do relatório de auditoria. informar que na ausência de pronunciamento ou de justificativas adequadas.b. e apresente a esta AIN. IV. especificamente para o acompanhamento dos RP em aberto. 1184.872/86. de 01/08/2011. informou que parte dos bens não localizados havia sido encontrada e o restante reclassificados no SIAFI como “bens em processo de localização”. 1184.f.003794/2011-10. de 01/08/2011. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. remetida pelo Representante Residente do PNUD no Brasil. de 06/12/2011. tendo sido aberto o processo 48500. manifestação formal quanto à necessidade de inscrição de despesas em Resto a Pagar. por meio da Carta nº P/1875/RD. de 03/11/2011. inclusive. previsão da data de ressarcimento à ANEEL do saldo de recursos não utilizados em poder do PNUD.60 foi recolhido à conta do Tesouro Nacional mediante GRU. Que a SPG envide esforços junto ao PNUD visando o encerramento do projeto.087. busque a resolução do pleito do consultor no sentido de impedir que aquela reclamação constitua óbice ao encerramento do Projeto BRA/98/019. Que a SAF solicite às Unidades gestoras de contratos. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. 35 do Decreto nº 93. Adicionalmente. As providências adotadas pela SAF encontram-se consubstanciadas na Nota Técnica nº 68/2011-AIN/ANEEL.a. em conjunto com a PGE. responsabilizando a ANEEL por valores a ele devidos. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 69/2011-AIN/ANEEL. III. objeto do item 2. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor As recomendações da Auditoria Interna propiciaram o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 001/2011. IV.II.276 . de 16/01/2012. com urgência. juntamente com as ações concretas a serem adotadas com vistas a evitar a inscrição irregular de despesas para o exercício subsequente. verificando junto às Áreas da ANEEL se a inscrição de tais despesas atende às condições estabelecidas no art. Que a SPG. com as seguintes providências: a) informação sobre consulta realizada à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE) sobre providências a serem tomadas com vistas ao encerramento do Projeto PNUD BRA 98/019. c) Revisão Final do Projeto recebida na ANEEL em 14/12/2011. visto que as providências adotadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. Pág.679. A SAF. por meio do Memorando nº. apresentando a esta AIN as providências adotadas. Que a SAF informe a esta AIN o resultado do levantamento dos bens não localizados. informou que foi realizado o levantamento das despesas inscritas em Restos a Pagar (RP). antes do encerramento de cada exercício financeiro. de 10/08/2011 e em mensagem eletrônica enviada em 26/12/2011. se necessário. não existindo pendências para o seu encerramento. SPG – resposta apresentada no Memorando nº. diferentemente do procedimento usualmente empregado. de 03/11/2011 e 6/2012-AIN/ANEEL. 227. por meio do Memorando nº. encaminhe a esta AIN as justificativas apresentadas pelas Unidades. III. Síntese dos resultados obtidos A SAF.

Porém. 7 combinado com o art. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 004/2012/SPG. de 02/06/2011. I. duplicidade de atividades e controles paralelos desnecessários que contribuem para a ineficiência do processo. de 09/01/2012. que já substituiu o sistema utilizado para elaboração do orçamento (SIDOR) e que deverá em breve substituir o SIGPlan A SPG entende que elaboração de um cronograma para atualização dos processos/subprocessos da Agência não parece ser a melhor proposta para a internalização da gestão de processos.a.PP 002/2011 1e2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Planejamento e Gestão .Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . b) 2011 – aguarda solução de problemas relacionados com a extração de dados do SIAFI. II. à integração dos sistemas da ANEEL e do governo federal. diariamente. Na Pág.277 . àquelas cadastradas no SIGPlan. eliminando. Que a SPG. apresente cronograma para implementação de mecanismo de avaliação anual dos processos organizacionais da Agencia (art. na condição de Coordenadora das ações de gestão de processos organizacionais da ANEEL. os ajustes efetuados no sistema SIGANEEL proporcionaram o retorno correto dos dados da Execução Orçamentária (empenhado e liquidado) provenientes dos arquivos extraídos do SIAFI. ficaram demonstradas as ações realizadas pela área para atendimento da recomendação: a) 2008 a 2010 – foram realizados batimentos entre os dados do SIGANEEL e os constantes no SIAFI gerencial para cada um desses exercícios (exceto os valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento). atualmente. c) 2012 – foram realizadas atualizações de nomes e códigos das tabelas orçamentárias do SIGANEEL para adequação aos novos programas do PPA 2012-2015. a menos dos valores que são “empenhados” na rotina da folha de pagamento do SIAFI. Através do Memorando nº 120/2011-SPG/ANEEL. Que a SPG interaja com as unidades organizacionais buscando adequar as informações sobre as ações do Programa Qualidade do Serviço de energia Elétrica – exercício de 2010 do sistema SIGANEEL. e constatou que o sistema está funcionando normalmente. no curto prazo. 22). A SAF vem monitorando.SPG. destacou as atividades realizadas em 2010 e 2011. no sentido I. desde o dia 04/01/2012. a rotina de atualização de dados dos Relatórios de Execução Orçamentária do SIGANEEL. o Ministério do Planejamento está implementando um novo sistema informatizado para integrar planejamento e orçamento. visando. Que a SPG busque desenvolver plano de ação com vistas à otimização das atividades internas à ANEEL relacionadas à confecção da PCA. assim. esclareceu-se que a migração automática das informações entre os sistemas deverá facilitar o trabalho. o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento – SIOP.b. contudo. que dependem da Secretaria do Tesouro Nacional.

O assunto está detalhado no Memorando nº 120/2011-SPG. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL. pela Nota Técnica nº 028/2011-AIN/ANEEL. esta AIN considerou os esforços envidados pela área suficientes para o encerramento da recomendação I.inviabilidade. Pág. Síntese dos resultados obtidos de verificar a situação atual dos processos organizacionais. Por meio da Nota Técnica nº 9/2012-AIN/ANEEL. de 13/06/2011. de 02/06/2011. submeta à Diretoria os ajustes necessários à adequação da Norma de Organização nº 29/2007.278 .a. de 16/01/2012.b e 2 foram atendidas. Adicionalmente. ficou demonstrado que as recomendações I. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 002/2011. apresentando a esta AIN os documentos pertinentes.

Superintendência de Administração e Finanças . concepção do novo modelo. III.a. IV. nova forma de delegação das atividades. Que a SFE promova a análise criteriosa da capacidade da AGERGS para o atendimento das necessidades da Unidade. de 23/11/2011: A área informa que foi realizada reunião técnica presencial com todas as Agências Estaduais em agosto de 2011. Que a SFE realize levantamento dos processos que contenham manifestações dos agentes ainda pendentes de análise. bem como eventuais necessidades de capacitação da equipe Pág. 20 da Resolução Normativa nº 063/2004. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011. incluindo a AGERGS. por e-mail. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Ofício nº 0493. de 25/11/2011: IV a. porém não serão aplicadas sanções pecuniárias”. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. de 16/11/2011. os formulários de avaliação dos produtos na nova metodologia do Contrato de Metas.279 . inerentes à renovação dos contratos. que conste nos processos de pagamentos vinculados a este contrato. e no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense.b. Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas). Relatório de Auditoria . Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL. foram encaminhados. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL. de 30/05/2011 e ainda a orientou a envidar esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função. Que a SLC recomende à AGERGS que atente para o cumprimento das formalidades estabelecidas no parecer citado. 4. a SLC solicitou à AGERGS que atentasse para o cumprimento das formalidades estabelecidas no Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. observadas as diretrizes emanadas da CGU.a. A área informa que mantém controle periódico sobre as pendências das fiscalizações das Agências Estaduais. sendo que no caso específico do contrato com a Auto Locadora Canoense. Que a SLC recomende à AGERGS que envide esforços no sentido de viabilizar que os controles internos sejam exercidos de forma eficaz.SAF. que está descrita em Nota Técnica aprovada pela Diretoria.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. a qual deliberou que “no ano de 2012 os produtos de todas as agências serão avaliados. 3. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA. adotando as providências necessárias a fim de garantir o atendimento do prazo determinado no art.PP 004/2011 2.5 do Relatório.SFE. haverá indicação dos produtos a serem confeccionados e relativos ao exercício anterior fortalecendo o acompanhamento dos processos de fiscalização já realizados e não finalizados. Contrato de Metas e critérios de avaliação. Além disso. de forma clara e precisa. a fim de se evitar fraude ou erro. II. IV. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . explicitadas nos itens 3.4 e 3. 5 e 6. o documento “Boletim Diário de Serviço” ou outro que exerça a mesma função.b. Entende que o Contrato de Metas. que faça voltar a constar nos processos de pagamentos vinculados a este contrato.

280 . IV b. tanto na área fiscal como administrativa. No caso específico. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de avaliar a participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica (ANEEL) em relação às demais demandas registradas na Ouvidoria da AGERGS. informando a esta Auditoria Interna os resultados obtidos e providências corretivas implementadas. bem como registrar. todas as demandas apresentadas à Agência. por não conferirem a segurança necessária aos registros. aplicáveis às atividades descentralizadas pela ANEEL às Agências Reguladoras Estaduais. o prazo de 45 dias estabelecido na Resolução Normativa nº 063/2004 é um prazo de referência. evitando-se controles paralelos por meio de planilhas eletrônicas. passando a ganhar status “Gerou Processo (Em Andamento)”. com o objetivo de melhor definir o limite de gastos reembolsáveis e os Custos de Referência ora adotados nos contratos de metas.técnica daquela Agência. no SGO.c. Pág.1 e notificará as Agências Estaduais para adequarem os próximos relatórios a serem elaborados.a SMA informou que alterará o modelo de Relatório de Ouvidoria. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de não proceder ao encerramento das SOs quando tranformadas em processos. de acordo com o corpo técnico disponível. a partir de um Custo de Referência pré-determinado. expurgando. Que a SMA oriente a AGERGS no sentido de adequar as informações dos relatórios e produtos de Ouvidoria apresentandos pela Agência estadual.b. V. de forma a dar maior precisão à produtividade alcançada pelas atividades descentralizadas de ouvidoria. – a SMA esclareceu que as SOs transformadas em processo administrativo não são mais encerradas no sistema SGO. Atualmente. V. do indicador. podendo ocorrer fatos que postergam o andamento do processo. IV. no modelo proposto pelo Contrato de Metas.b. em função das reincidências nos apontamentos dessa natureza.c.a SMA esclareceu que ss critérios de reembolso de gastos e participação proporcional das atividades afetas ao setor de energia elétrica em relação às demais demandas de Ouvidoria da AGERGS não obedecem mais aos mesmos critérios do Contrato de Metas 2010.a. Apesar da reposição os trabalhos foram prejudicados. independente de seu destinatário. . Não obstante. . necessitando rearranjá-los. IV c. devendo a SMA disponibilizar mecanismo de tratamento diferenciado dessas Solicitações (Código de Status). a SMA adota na AGERGS os critérios de contratação “por produto” definidos a partir das atividades desenvolvidas no âmbito do Grupo de Trabalho. Que a SFE oriente à AGERGS a fazer constar dos processos de fiscalização o protocolo das manifestações dos agentes. No entanto. Segundo esses critérios. é reembolsada de acordo com o número de Solicitações de Ouvidoria tratadas. corrigindo eventuais distorções. a fim de que seja possível certificar o devido atendimento dos prazos previstos na RN 63/2004.c. com vistas a definir a metodologia dos Custos de Referência e os Indicadores de Qualidade. retirando a TABELA/QUADRO do item 1. de 21/11/2011: V.a. a SFE esclarece que a AGERGS geralmente mantém seus processos organizados e completos. Memorando nº 845/2011-SMA/ANEEL. V. de 16 de fevereiro de 2011. a AGERGS. A SFE justifica que o fato registrado foi devido a exoneração de profissional da AGESRGS com grande experiência na área de fiscalização. V. V. a partir de 2011. há determinações no relatório de fiscalização com prazo a serem cumpridos pela concessionária antes do prosseguimento do processo. aquelas tratadas pela CTA/ANEEL.710. a agência estadual estabelece as atividades que ela realmente tem capacidade de realizar ao longo do ano. instituído pela Portaria ANEEL nº 1.

2. ressaltando que o referido documento já foi quitado pela empresa. de 04/01/2012. relatando que foi realizado o cadastramento. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011.2.1.2. dos Autos de Infração que foram indicados como pendentes no relatório. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL. informando a esta AIN as medidas adotadas. VI. Que a SFE. Memorando nº 1858/2011-SAF/ANEEL.2. no Sistema Inadimplentes. Que a SFG. 1/2012-AIN/ANEEL. informe esta AIN sobre a conclusão dos referidos procedimentos. As recomendações descritas foram consideradas atendidas. de 25/11/2011: A área informa que promoverá a atualização dos valores constantes nos AI’s 02/2010-GPE-D. proceda o cadastramento no Sistema Inadimplentes dos AI’s 01/2010-GPE-G e 02/2010-GPE-G. Que a SAF adote as providências necessárias para informação à AGERGS quanto à disponibilização do boleto para pagamento do AI 10/2010-GPE-D (subitem 6. assim como proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 6. bem como promova a atualização da página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração. assim como as imagens de tais documentos. de acordo com a Resolução Decisória / AGERGS n. 04/2010-GPE-D e 10/2010-GPE-D.1. bem como o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPE-D e 09/2010-GPE-D no Sistema Inadimplentes.1. de 04/01/2012 e 3/2012-AIN/ANEEL.281 . o cadastramento dos AI’s 07/2010-GPED e 09/2010-GPE-D. aquela Superintendência ressaltou que foi encaminhada.2.4. a SAF informou que foi regularizado o valor cadastrado e disponibilizado o boleto referente ao AI 010/2010-GPE-D. face ao exposto no subitem 6.GPE-D foram devidamente cadastrados no SIGEC. Quanto ao subitem 6. Sobre o assunto. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna.2. Entretanto.1 letra "d". Pág. VI.a. de 21/11/2011: Em relação ao subitem 6. informou ainda que o cadastro dessas informações na página da ANEEL na internet depende das informações que a AGERGS deve encaminhar à SFG. Memorando nº 1115/2011-SFE/ANEEL. providencie a atualização dos valores dos AI’s informados nas letras “a. esclareceu que os Autos de Infração 007/2010-GPE-D e 009/2010.2.2. Memorando nº 970/2011-SFG/ANEEL. por e-mail. ainda.c. letra “d”). b e d”.b.VI.2. Síntese dos resultados obtidos As análises acima contam das Notas Técnicas 075/2011-AIN/ANEEL. de 04/01/2012.. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. em relação aos subitens 6. Procederá. de 14/07/2011.° 11. planilha de controle dos AIs. letra “c” e 6. que será apresentada juntamente aos produtos da agência a partir de novembro/2011. de 23/11/2011. Adicionalmente. 2/2012-AIN/ANEEL. de 12/12/2011.

A análise encontra-se consubstancia na Nota Técnica nº 18/2012-AIN/ANEEL. I. contemplando todas as fases do procedimento administrativo. no exercício de 2011. Que a SFE oriente à ARCE para o tempestivo atendimento aos prazos contidos na Resolução ANEEL nº 063/2004 e. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 005/2011. avaliando a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários. I.282 . promova o registro de sua motivação no competente processo administrativo. os Contratos de Metas firmados com as agências estaduais que executam atividades descentralizadas de ouvidoria estipularão penalidades às agências estaduais que permitirem acessos indevidos ao sistema SGO. de 31/10/2011 Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . ainda. providenciando. de forma a demonstrar a observância das normas vigentes.SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração mencionados no quadro constante do item 3. 2 e 3. As recomendações descritas foram consideradas atendidas.c. de maneira a evitar a paralisação/não continuidade dos respectivos autos. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/10/2011 Memorando Circular nº 31/2011-AIN/ANEEL. informando esta AIN sobre os resultados obtidos.SFE. Ressaltou ainda que.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. II. de 09/02/2012.873/1999.1 do Relatório. A SMA informou que a ARCE foi orientada sobre a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. da Lei nº 9. informando a esta AIN as providências adotadas. apresentando cronograma de ações a serem empreendidas em cada processo visando evitar a incidência das disposições contidas no artigo 1º.a. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.b. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. nos casos em que a instrução requeira prazos superiores ao previsto no mencionado normativo. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. A SFE esclareceu que as pendências de cadastramento citadas em relação aos Autos de Infração 004/2010 e 006/2010 foram regularizadas. Que a Superintendência de Mediação Administrativa Setorial (SMA) oriente a ARCE para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. Que a SFE solicite à ARCE informações sobre a data da última manifestação dos agentes e/ou dos despachos proferidos nos demais processos não analisados por esta AIN e contemplados na tabela de passivos. Pág. Que a SFE passe a delegar o número de ações fiscalizatórias com base no histórico de cada Agência Conveniada. a sua devida atualização. e parágrafos. informando a esta AIN das providências. III. Síntese dos resultados obtidos Síntese das providências adotadas As providências foram contempladas no Contrato de Metas firmado com a ARCE.PP 005/2011 1. a partir do ano de 2012.

64. 3 e 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 25/07/2011 Memorando Circular nº 23/2011-AIN/ANEEL. no exercício de 2010 e no 1º semestre de 2011. e Superintendência de Administração e Finanças . a área informa que não há documentação comprobatória autorizando a ARSESP a remanejar recursos entre as rubricas.SFE. 671/2011-SFG/ANEEL.283 . no exercício corrente. que ratifica os valores apurados pela AIN.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. do valor de R$ 3. em que a SLC solicita à SFE providências para a efetivação do reembolso à ARSESP no valor apurado pela AIN. a SLC orientou a ARSESP sobre a necessidade de instrução. 551/2011-SMA/ANEEL. conforme inciso I. do Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL. das respectivas cotações de preços. 0366/2011-SLC/ANEEL. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . de 05/08/2011. de 19/08/2011. e do e-mail da SLC à SFE e respectiva resposta.i. e oriente a ARSESP para a correta utilização das senhas de acesso ao SGO. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . avaliando ainda a possibilidade de bloqueio do acesso dos usuários em períodos de férias e afastamentos temporários.b. em que aquela Agência Estadual não dá a referida confirmação em sua totalidade. artigo 1º da Portaria n° 505/2009 – MPOG. nas aquisições de passagens aéreas. Por meio do Memorando nº. IV.PP 006/2011 1. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Pelo Memorando nº 910/2011-SFE/ANEEL. e caso ratifique tal entendimento.SFG. Que a SFG/SFE disponibilizem à SAF todos os Autos de Infração .a.SMA.279. foram encaminhadas à SAF. de R$ 222.SAF. 2. ou caso contrário.AIs emitidos pela ARSESP no exercício de 2010 e até o segundo trimestre do corrente exercício. Resposta apresentada por meio do Ofício nº. nas aquisições de passagens aéreas. a SMA informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a ARSESP e a ANEEL.a. de 25/08/2011. em que a SFE confirma à SLC que adotou as providências requeridas. 0366/2011-SLC/ANEEL. A diferença entre os totais não contabilizados por erro de soma e o saldo do TAD. de modo a certificar que a passagem adquirida foi realmente a mais econômica. Pág. do Ofício OF/E/0716/2011 da ARSESP. Que a SLC em conjunto com a ARSESP. das respectivas cotações de preços. Por meio do Memorando nº. confirme as impropriedades apuradas em relação a não contabilização de valores declarados na prestação de contas do 4º trimestre de 2010. de 25/07/2011. do Memorando nº 1018/2011-SLC/ANEEL. bem como promova a requisição com antecedência de 10 dias. a partir de 2012. que seja instruída a respectiva justificativa de escolha de outro vôo.73 deve ser lançado à conta da contrapartida da Agência Estadual. II. Por intermédio do Ofício nº. Que a SMA avalie a situação relatada neste ponto de auditoria. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . Relatório de Auditoria . Que a SLC em conjunto com a SFE apresente justificativas para o não cumprimento das orientações emanadas pelo ofício circular citado. III. em que a SLC busca junto à ARSESP a confirmação contida na recomendação. a SFG informou que as imagens digitalizadas dos Autos de Infração emitidos pela ARSESP. para registro e acompanhamento. promova a restituição àquela agência estadual. de 22/09/2011. de 05/08/2011. Que a SLC oriente a ARSESP sobre a necessidade de instrução. de 22/09/2011. I. informando à esta AIN os resultados obtidos.

responsáveis pela respectiva delegação de competência. o envio de informações sobre AIs deve ser contínuo e ratificado quando do encaminhamento das prestações de contas periódicas. IV. Pág.c. tópico (parágrafo) contendo a relação dos AIs emitidos no respectivo trimestre.4 acima. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. IV. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A constante interação entre a Auditoria Interna.a. assim como todas as do corrente ano foram feitas já com o uso do sistema e encontram-se devidamente registradas. Tal procedimento contemplou as recomendações efetuadas pela AIN.i. 726/2011-SFE/ANEEL.284 .ii. por meio do Memorando nº. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 006/2011. concomitantemente ao encaminhamento à SLC. instituindo procedimentos internos de forma a garantir fidedignidade às informações cadastradas nos sistemas de controle. Que a SFE justifique os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS. a SAF informou que os repasses de recursos pertinentes a SFE e SFG já foram suspensos. encaminhando cópia desses pareceres à SAF. providenciando. de forma a possibilitar sua conferência e validação pelas Unidades da ANEEL. ainda. a sua devida atualização.c. conforme demonstrado no quadro acima. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios pela Auditoria Interna. IV. Em 09/12/11. Que a SAF avalie a deficiência registrada no item 4.b. Que a SAF suspenda os repasses de recursos até a regularização dos registros apontados nas recomendações ”a” e “b” acima e informe a esta AIN a respeito. A SFE informou. 1235/2011-SAF/ANEEL. que todas as fiscalizações realizadas pela ARSESP no ano de 2010 já foram registradas no sistema Sigefis.IV. foi emitido o Ofício-Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. pela ARSESP. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. A SAF informou que o dado constante do SAD encontra-se incorreto. bem como fá foram tomadas as providências para correção. Que a SFG e a SFE incluam nos pareceres de aprovação das respectivas prestações de contas trimestrais. informando a mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL. Por meio do Memorando nº. em virtude de um lançamento indevido feito no sistema.ii. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais e/ou Agência Estadual foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas. ou seja.

dirigido a todas as agências delegadas. por meio do Memorando nº. providencie o registro dos autos de infração faltantes nos sistemas citados nos itens 3. informou que a pendência em relação a não devolução do saldo financeiro do Convênio referente ao ano de 2010 foi solucionada conforme consta no Ofício da AGR nº 1108/2011-GAB.285 . Que a SMA. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas. Pág. que encaminha cópia da GRU no valor de R$ 113. A SMA. as análises encontram-se nas Notas Técnicas nos 67/2011-AIN/ANEEL.SMA. bem como a imediata regularização das pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010.715. sob pena de abertura de Tomada de Conta Especial. II.87. de 29/08/2011. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. Que a SAF. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 007/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. 1030/2011-SLC/ANEEL. por meio do Ofício Circular nº 0725/2011SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL. de 14/12/2011.1 a 3. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. por meio do Memorando nº 2014/2011-SAF/ANEEL. Relatório de Auditoria . com exceção dos autos de advertência e de um cancelado. Em complementação. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. informou que irá incluir uma previsão de penalidade no Contrato de Metas a ser assinado com a AGR e ANEEL.SLC. A SAF. de 22/09/2011 que ressalta que o modelo de acesso ao sistema SGO será um ponto de análise desta auditoria no Contrato de Metas a ser assinado com as agências. com vistas ao adequado acompanhamento desses créditos. de 22/09/2011. por meio do Memorando nº. visando a eliminação das ocorrências dessa natureza. 2 e 3. de 12/08/2011. 60/2011-AIN/ANEEL.5 e adote as providências necessárias junto à AGR e superintendências responsáveis pelos respectivos AI´s. a análise encontra-se na Nota Técnica nº. 1. As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.SAF. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . informouse da mudança no procedimento de envio de informações sobre Autos de Infração para a ANEEL. Superintendência de Administração e Finanças . de 09/12/2011. a SLC informou que as pendências existentes em relação à prestação de contas do último trimestre do ano de 2010 foram regularizadas. III. de 21/10/2011 e 80/2011-AIN/ANEEL. de 30/07/2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. informando a esta AIN as providências adotadas. 550/2011-SMA/ANEEL. adote medidas mais efetivas no controle. Que a SLC reitere à AGR a necessidade de devolução do saldo financeiro do exercício de 2010. Em relação à SMA. Ademais. visto que as providências adotadas pelas áreas demandadas foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. 59/2011-AIN/ANEEL. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. em conjunto com SGI.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. Data do Relatório de Auditoria Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. Em relação à SAF.PP 007/2011 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL. informou que os Autos de Infração informados estão cadastrados no SIGEC. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. a partir de 2012. de 23/12/2011. unidade responsável pela gestão dos créditos da ANEEL.

968. sendo os resultados obtidos entendidos como satisfatórios para a Auditoria Interna. junto às Agências Estaduais disposições contidas no art.286 . Parágrafo único. 1. de 23 de novembro de conveniadas. o pagamento às agências estaduais deve serviço de energia elétrica no Estado de Santa Catarina. Providências adotadas pela unidade interna responsável Data do Relatório de Auditoria Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas I. 1999. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9. direta e indireta. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Que a SFG. II.873. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . apropriados nas prestações do exercício de 2011 e fixou o prazo de evitar as inconsistências apontadas no item 1. Da mesma forma. de 1 de novembro de 2011. Índice de Qualidade do Produto – IQP será aplicado de forma imediata. Propôs reuniões periódicas para disseminar o se refere à análise de manifestação dos agentes fiscalizados. Solicitar. oriente a AGESC quanto à observância dos prazos estabelecidos pela Resolução Normativa ANEEL nº 63/2004.3. Pág. todas as solicitações.SFE. Que a SLC oriente à AGESC a proceder à revisão dos cálculos dos gastos com A SLC ressaltou a necessidade de a Agência proceder à revisão dos cálculos dos gastos com ressarcimento de pessoal. tendo em vista os prazos definidos na Resolução Normativa nº de nº 159/2011-GECEN/AGESC. Superintendência de Relações Institucionais – SRI. visto que os relatos das providências adotadas pela área demandada foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.1 deste Relatório.1 e 2. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. se for o caso. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Síntese dos resultados obtidos As recomendações acima descritas foram consideradas atendidas.3. 1º e parágrafos seguintes da Lei nº 9. que estabelece prazo de prescrição para o exercício de ação punitiva pela Administração Pública Federal.SLC.c.873/1999.a. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . Comunicação Expedida/Data de 20/07/2011. alerte sobre as conhecimento sobre a instrução dos processos administrativos. 63/2004 e no art.a. O art.3. particularmente em relação quantificação da qualidade e/ou desempenho da prestação do Durante o primeiro ano do convênio de cooperação. II. Que a SRI interaja com a AGESC e órgãos da ANEEL objetivando desenvolver indicadores Foi publicada a portaria nº 1. em relação aos subitens 2. apropriados nas prestações de contas do exercício 2011. Que a SFE priorize a análise dos processos de fiscalização relacionados no Ofício de nº A SFE informou que realizou a análise dos processos de fiscalizações relacionados no Ofício 159/2011-GECEN/AGESC. 4º assim determina: “O de desempenho que venham a atender à recomendação proferida pelo TCE/SC. 2 e 3. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . III. a até 10 (dez) do recebimento do Oficio para que a AGESC providenciasse o atendimento a revisão dos TAD’s para acobertar as despesas correspondentes.2 do Relatório.PP 008/2011 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL.SFG. ocorrer sem a aplicação do fator de pagamento”. no que A SFG reiterou as informações junto à AGESC. de forma a ressarcimento de pessoal.

informando esta AIN as providências adotadas. que altera o procedimento de envio de informações sobre Auto de Infração das Agências para a ANEEL. que irá incluir uma previsão de penalidade no contrato de metas a ser assinado com a ARPB a partir de 2012. A SFE. providenciando. manter os sistemas corporativos de crédito/cobrança e inadimplência devidamente atualizados. adote medidas mais efetivas no controle. Que a SFE apresente os motivos do não cadastramento dos autos de infração no SIGEFIS conforme demonstrado no quadro acima. informando esta AIN sobre os resultados obtidos. tais como a imposição de sanção à agência conveniada que não observar as orientações realizadas e a exclusão dos servidores envolvidos na execução das atividades delegadas.287 . Era necessário o cadastro da citada Diretora no SIGEFIS para que seu nome constasse na relação e pudesse ser utilizado para a emissão de auto de infração. O objetivo dessa ação é estabelecer uma forma de a ANEEL ter maior controle das informações geradas pelas Agências Estaduais quanto aos Autos de infração lavrados por delegação e. quando da emissão do auto.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . ainda. de 22/08/2011.b. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPB. possibilitou o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 009/2011. de 09/12/2011. II. II. consequentemente.003305/2011-00). em conjunto com SGI. bem como a todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas. Pág. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. por meio do Memorando nº 572/2011. Que a SMA. a sua devida atualização. Por fim. Foi enviado à ARPB. a ARPB informou que tais Ais foram inseridos no SIGEFIS. informou que os respectivos autos de infração não foram cadastrados pela ARPB devido ao SIGEFIS não apresentar. de 15/08/2011. em razão da ineficiência das medidas até então adotadas no sentido de se conscientizar as Agências estaduais da importância da reserva do uso de senhas de acesso ao SGO. Providências adotadas pela unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. informando a esta AIN as providências adotadas. Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das Agências estaduais no SIGEC.a. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Síntese das providências adotadas A SMA informou. possibilitando assim ações futuras para o efetivo recebimentos das multas. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas Unidades Organizacionais vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN. de 17/08/2011 (SICNet nº 48542. por meio do Memorando nº 810/2011. o nome da atual Diretora Executiva de Fiscalização e Controle. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial – SMA e Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. visando à eliminação das ocorrências dessa natureza. o Ofício Circular nº 0725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG/ANEEL.PP 009/2011 1 e 2.

dada a sua baixa relevância.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação II) Que a SFG explicite nos futuros instrumentos de delegação de competências (Contratos de Metas).3) Que a SFE proceda o cálculo do valor pago a maior em 2010. explicitadas nos itens 2.a.3 e 2. período em que eram observadas consuetudinárias incorreções no envio e/ou inconsistências na apuração dos referidos indicadores. referente às atividades não realizadas. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE. para demandar que o assunto reiterado na recomendação IV. informando a esta AIN os resultados obtidos. de 18/11/2011. a manutenção da atividade em comento nos termos de descentralização estabelecidos nos últimos anos perdeu seu propósito. com base nas diretrizes estabelecidas na reunião mencionada no item 4. com vistas a dar agilidade ao processo de desenvolvimento / aquisição de sistema próprio de gestão dos créditos da Agência.288 . IV. conforme explicitado no item 3. e providencie junto à ARPE o imediato ressarcimento à ANEEL.2) Que a SFE apresente justificativas para as divergências nos percentuais (trimestrais e acumulado ao final do ano) de execução física e financeira apontadas na Tabela II e pormenorizadas nos itens 3. bem como o motivo da descentralização desta atividade. conforme apontado no item 3. Superintendência de Administração e Finanças . interaja com a Diretoria.d. 4 e 5. Por meio do Memorando nº 1172/2011. Relatório de Auditoria . de 06/12/2011.7. os critérios de apuração e demais variáveis utilizadas para a aferição da qualidade e do percentual de execução das atividades. constante do Relatório de Auditoria PP-012/2010. subsequentes à publicação da epigrafada Resolução ANEEL nº 024/2000. A Atividade A1 foi inserida no elenco daquelas a serem delegadas por esta Superintendência às agências estaduais nos anos de 2001 e 2002. A SAF enviou ao Diretor Julião Coelho o Memorando nº 1.SAF. a SFE informou que as concessionárias de distribuição de energia elétrica têm como prazo-limite para envio dos indicadores de continuidade coletivos (DEC e FEC) o último dia útil do mês subsequente ao período de apuração. incluindo a ARPE. 3. observadas as diretrizes emanadas da CGU. a área esclareceu que foi realizada reunião presencial com todas as Agências Estaduais. constante do Relatório de Auditoria PP 010/2011. segundo Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional .2. III. de 09/12/2011. haja vista o total domínio adquirido pelas concessionárias ao longo dos anos para execução do procedimento supradescrito.PP 010/2011 2.4 do Relatório.a) Que a SAF institua controles no sentido de assegurar o cadastramento das multas oriundas das agências estaduais no SIGEC. haja vista tratar-se – à época – de regulamento novo e procedimento de relevante complexidade.a. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Por meio do Memorando 1014/2011. assim como foi aberto espaço para sugestões das agências à Aneel. contendo orientação do novo procedimento para envio das informações referente a Autos de Infração. seja tratado com a urgência que o caso requer. concepção do novo modelo. para apresentação da nova metodologia de delegação de competências às agências conveniadas. III. Pág.2 a 3. de forma clara e precisa. apresentando à esta Unidade o resultado obtido.8 do Relatório. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração – SFG. Todavia.a. de 09/12/2011 expedido para todas as Agências Reguladoras Estaduais Conveniadas. em reiteração à nossa recomendação VI.b.4 do Relatório.931/2011-SAF/ANEEL. III. A SAF encaminhou à AIN cópia do Ofício Circular nº 725/2011-SAF/SFE/SFF/SFG. de 06/12/2011.1) Que a SFE apresente manifestação sobre a não realização da atividade A1 para o 4º trimestre. praticamente eliminando incorreções e/ou inconsistências outrora habituais.. IV.PRODIST.b) Que a SAF.7 do Relatório. Na reunião foram expostos critérios de avaliação.

Ademais. especificamente àqueles responsáveis pela aprovação do citado Relatório. haja vista seu considerável volume. Síntese dos resultados obtidos As providências adotadas pelas áreas vão ao encontro das recomendações efetuadas pela AIN.V) Que a SFE apresente justificativas pela intempestividade na elaboração da Nota Técnica 097/2011. frente ao disposto no art. a SFE informou que a análise técnica requisitada exigiu o exame de todo o Relatório Final do ciclo 2005/2006 do PEE da CELPE. de 09/12/2011.289 . 49. possibilitou o atendimento tempestivo das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 010/2011. o qual se fazia indisponível em meio eletrônico. inciso VI da Resolução Normativa nº 273/2077. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna as Unidades Organizacionais da ANEEL. Por meio do Memorando nº 1172/2011.SPE. foram necessárias diversas consultas a colaboradores da Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética . Pág.

Pág. SFF e SFG o Memorando Circular nº 12/2011-SLC/ANEEL. por meio do Memorando nº. de 26/12/2011. 5/2012-AIN/ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC possibilitou o atendimento tempestivo da recomendação exarada no Relatório de Auditoria PP 011/2011.PP 011/2011 10 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL.Caracterização da Recomendação expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação X. informou que foi encaminhado aos Superintendentes da SFE. a análise encontra-se consubstanciada na Nota Técnica nº. encaminhando cópia da comunicação a esta AIN. de 22/12/2011. cientificando-os sobre a necessidade de abertura de processo administrativo ao serem verificados casos de descumprimentos contratuais ou desempenho insatisfatório na execução do contrato.SLC. bem como informando sobre a impossibilidade de aplicação de sanção administrativa verbal. 1759/2011-SLC/ANEEL. Providências adotadas pela unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SLC. de 16/12/2011. de 16/01/2012.290 . Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios . Síntese dos resultados obtidos Sobre a providência adotada pela SLC. Relatório de Auditoria .b) Que a SLC ratifique aos gestores de contrato a necessidade de solicitação de abertura de processo de sanção administrativa nos casos de eventuais descumprimentos contratuais verificados. SPE.

dando ciência à Diretoria da Agência. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas.c. III.2 Recomendações da Auditoria Interna (AIN) pendentes de atendimento O Quadro A.1.16. 8112/90 Relatório de Auditoria . e se prontificou a notificar os servidores para constatação do item 3.SRH Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Trata-se de ponto remanescente do Relatório PP-003/2007. incorporado neste Projeto de Auditoria. Último documento expedido: Nota Técnica nº 15/2012 – AIN/ANEEL. 1562223 para que providencie a Em tratativas com a SRH.2. Que a SRH submeta a questão à Procuradoria Geral da ANEEL. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/04/2009 Memorando nº 158/2009-AIN/ANEEL. quando da efetiva devolução Justificativas para o não atendimento As recomendações acima descritas não foram consideradas atendidas em sua totalidade. da efetiva devolução III. de 27/01/2012. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória providenciar o atendimento à recomendação.16.a. Apesar dos esforços da Superintendência de Recursos Humanos – SRH. 6172632 para que providencie a Em tratativas com a SRH.2 – INFORMAÇÕES SOBRE RECOMENDAÇÃO DE UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA PENDENTE DE ATENDIMENTO NO FINAL DO EXERCÍCIO Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. a segunda apresenta as justificativas para o não cumprimento da recomendação.16. para que seja dado o devido encaminhamento em relação aos servidores que ainda permanecem com a situação irregular frente às disposições contidas no artigo 117. identificados em 2006 pela CGU a partir de registros constantes no Cadastro Nacional de Empresas – CNE. Que a SRH notifique o servidor de matrícula nº.PP 003/2008 1e3 Superintendência de Recursos Humanos . independentemente da data de origem de tais recomendações.291 . 16/02/2012.2. 16/02/2012. Pág. de 17/04/2009. Que a SRH notifique a servidora de matrícula n°. e se prontificou a notificar os servidores para apontado no item 3. esta Auditoria busca estender a amostragem para 100% do atual quadro de servidores da ANEEL. sendo os resultados obtidos entendidos como parcialmente satisfatórios pela Auditoria Interna. da Lei nº.2 a seguir contém informações sobre as recomendações expedidas pela AIN que se encontravam pendentes de atendimento ao final do exercício. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente. O Quadro se divide em duas partes: a primeira destina-se à identificação da recomendação. a Unidade informou que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-natalidade. visto que os esclarecimentos prestados pelas Unidades Organizacionais não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. conforme ressarcimento do valor pago indevidamente. apresentando a esta AIN cópia da documentação comprobatória quando providenciar o atendimento à recomendação. QUADRO A. a Unidade esclareceu que não conseguiu comprovar o devolução do pagamento efetuado indevidamente referente ao auxílio-transporte. A recomendação versa sobre participação de servidores efetivos em empresas privadas como sócios-gerentes.

a. O desenvolvimento do assunto pode ser acompanhado pelo processo ANEEL 48500.2.3. de 07/05/2010. o Ministério do Planejamento respondeu ao questionamento do Fórum das Agências de que está ciente do pleito e que tem realizado diversas reuniões para tratar de assuntos relacionados a adicionais ocupacionais. e conceda o benefício apenas àqueles que permanecerem em situações insalubres ou perigosas por tempo superior à metade da jornada de trabalho semanal. de 01/12/2011. expediu o Ofício nº 01/2011 questionando o teor do documento e sugerindo soluções alternativas. Em 19 de setembro de 2011. informou que essa Orientação Normativa foi amplamente questionada por todas as Agências Reguladoras e outros órgãos públicos. de 19/02/2010. que não está vinculado ao tempo de exposição.255. citados acima e ainda pendentes de solução definitiva. . sensível à repercussão da Orientação Normativa. 5º § 3º da referida norma. e sim à letalidade. Sobre o item 5.650.PP 003/2009 5 e 6. embasadas em ampla jurisprudência sobre o caráter do auxílio periculosidade. Que a SRH reavalie os casos de concessão de adicional de periculosidade adequandoos à nova disposição contida na Orientação Normativa MPOG nº 2. Que a SRH envide esforços na implementação das recomendações dos pontos de auditoria constantes do Relatório SFC/CGU nº 190.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria .1/5. Superintendência de Recursos Humanos . Em 2011. por meio do Memorando nº 1326/2011.2. a ANEEL. por intermédio do Memorando nº 1326/2011. A esse respeito. foi encaminhada à diretoria e publicada em 09 de novembro de 2010. suspendeu os efeitos do inciso III do Anexo II do documento até que a SRH/MP conclua os estudos acerca do pagamento de adicionais a todos os servidores ocupantes de cargo em comissão ou função gratificada. em nome do Fórum de Recursos Humanos das Agências Reguladoras.2. V. com previsão de implantação até junho de 2012. citada no processo do relatório da CGU. restabelecendo a normalidade dos pagamentos de adicionais ocupacionais que até então vinham sendo executados.SRH. por meio da Portaria nº 1.004048/2002-45.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. que instituiu regras e procedimentos relativos às férias dos servidores na ANEEL. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRH. houve uma reestruturação interna da SRH e a implantação da ferramenta FeriasWeb passou a fazer parte de metas de uma parte da equipe. informou que a norma de férias. conforme art. sem o desconto Pág. a exemplo do que já havia sido feito pela ANP.3.292 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 31/03/2010 Memorando Circular nº 15/2010-AIN/ANEEL. VI. A SRH. de 01/12/2011. O Ministério em questão.

sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração).002852/2008-92. Sobre a recomendação V. recomendou-se à área a necessidade submissão do assunto à Procuradoria-Geral da ANEEL. Quanto à recomendação VI.2.3. Pág. sem o desconto de 6%. de 31/01/2012. 169/170 – Processo 48500. de forma a possibilitar que a ANEEL proceda o pagamento do adicional de periculosidade totalmente aderente ao arcabouço normativo vigente. bem como as providências para elucidar questões jurídicas sobre a possibilidade de parcelamento de débitos.2. recomendou-se à área formular a consulta ao Ministério de Planejamento. sobre as providências complementares a serem adotadas. A AIN já foi informada das medidas que estão sendo tomadas por meio do Memorando nº 432/2011-SRH/ANEEL (SICNet 48546.293 . onde as recomendações foram consideradas parcialmente atendidas. tendo em vista o entendimento expresso no Despacho nº 0493/2011/PGE-ANEEL/PGF/AGU. o acompanhamento da questão pode ser feito pelo processo 48500. sobre cargos em comissão sem vínculos com a administração).de 6%.3. até que a Auditoria Interna seja informada das providências adotadas com vistas a elidir as não conformidades apontadas.2 (pagamento de auxílio transporte em valor integral. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A demora no pleno atendimento das recomendações descritas justifica-se pelas dificuldades operacionais encontradas pela SRH no desenvolvimento das ações correlatas. de 29/09/2011 (fls.002852/2008-92). que evidencia o esforço da SRH em localizar ex-servidores para reposição ao erário.1/5.a.2.001459/2011-00) Justificativas para o não atendimento As análises dos esclarecimentos apresentados pela SRH estão consubstanciadas na Nota Técnica n° 16/2012 – AIN/ANEEL. em razão do exposto no o item 5. Orçamento e Gestão – MP.

ambas datadas de 24/01/2012. houve a necessidade de interações da SLC com a Procuradoria Geral da ANEEL. informando a esta AIN o resultado apurado. Pág.b” encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011. esta AIN só tomou conhecimento do fato em janeiro/2012. referente aos valores de uniformes não utilizados. em face da retirada de item valorado pelos demais concorrentes. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para a recomendação “II. por meio do Memorando nº 64/2012.952. de 11/01/2012. ressaltou que a cláusula de prorrogação “tampão” assim como a redução contratual ganhou aprovação jurídica. Assim. ao atender à solicitação de aditivo contratual proposta pela SAF (Nota Técnica nº 271/2001-SAF/ANEEL).294 . II. A SLC.09 no pagamento da empresa contratada. de 06/01/2012. foi assinado o 2º Termo Aditivo que consolidou tais alterações.2) Que a SAF apure. conforme análise realizada pela Auditoria Interna nas Notas Técnicas 10 e11/2012. Embora as recomendações “II. na vigência do Contrato nº118/2009.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .b”.b) Que a SLC. que procedeu a glosa de R$ 5. o valor gasto pela Administração Pública com o item uniforme e não utilizado pelos empregados da Universo.PP 003/2010 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/05/2011 Memorando Circular nº 14/2011-AIN/ANEEL. de 13/05/2011. com vistas a solicitar o ressarcimento do valor ao Erário.2”. embora a SAF tenha procedido a glosa dos valores devidos em julho/2011. Quanto ao atendimento da recomendação “II. avalie se a exclusão dos uniformes não interfere no resultado do certame. em razão da falta de fornecimento dos uniformes das recepcionistas. Superintendência de Administração e Finanças – SAF e Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação II.a.a.a. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas A SAF informou no Memorando nº 64/2012. tais recomendações foram devidamente atendidas no início de 2012.2” e “II. por meio do Memorando nº 10/2012.

b) Que a SRI solicite manifestação à PGE. formalmente. Resta pendente consulta a PGE/ANEEL sobre a situação de manutenção do convênio ANEEL/AGER. visando a regularização das contas desta Agência Estadual. não obstante as constatações desta AIN. Relatório de Auditoria .Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação VI.PP 008/2010 6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 13/10/2010 Memorando Circular nº 43/2010-AIN/ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em função do tempo decorrido sem a devida manifestação formal da AGER. bem como a ausência de consulta à PGE-ANEEL sobre a manutenção do convênio ANEEL/AGER. Justificativas para o não atendimento Conforme Nota Técnica n° 23/2011-AIN/ANEEL A falta a apresentação de manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT.a) Que a SRI requeira à AGER manifestação formal sobre os esclarecimentos apresentados ao TCE-MT. as quais não foram aprovadas por este Tribunal. a Superintendência de Relações Institucionais – SRI. Pág. reiterou tal posicionamento. com vistas à regularização das Contas relativas ao exercício de 2009. Assim. impossibilitou o atendimento das recomendações “VI. VI. a SRI irá consultar a Procuradoria-Geral da ANEEL sobre a conveniência da manutenção do Convênio.a” e “VI.b”. diante da manifestação da Agência Estadual. de 30/01/2012. visto que as contas desta não foram aprovadas.295 . em função da reprovação de suas Contas referentes ao exercício de 2009. Superintendência de Relações Institucionais – SRI Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resta pendente a manifestação formal da AGER sobre os esclarecimentos da prestação de contas do exercício de 2009 daquela Agência ao TCE-MT. de 14/10/2010. sobre a legalidade e conveniência da manutenção do Convênio firmado com a AGER. por meio do Ofício nº 50/2012-SRI/ANEEL.

Relatório de Auditoria . que se encontra na Diretoria da ANEEL para deliberação. proposta de alteração do Regimento Interno no que concerne às atribuições específicas desta SRT.296 . Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Para o atendimento completo do apontamento.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação IV) Que a SRT. Julião Silveira Coelho foi sorteado Diretor Relator. A recomendação acima descrita não foi considerada atendida em sua totalidade. Superintendência de Regulação dos Serviços de Transmissão – SRT Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SRT. o Dr. por meio do Memorando n°. de 29/03/2011. informou que consta nos autos do Processo nº 48500. Justificativas para o não atendimento Tal análise consta na Nota Técnica n° 56/2011-AIN/ANEEL. ou proponha à Diretoria Colegiada as alterações que se fizerem necessárias no Regimento Interno.003174/2010-08. de forma a compatibilizar as disposições regulamentares a prática adotada pelas Unidades. Este processo foi instruído pela SPG e na sessão de Sorteio Administrativo Ordinário n° 26/2010.PP 010/2010 4 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 29/03/2011 Memorando Circular nº 8/2011-AIN/ANEEL. realizada em 28/06/2010. promova a adequação de suas atividades às atribuições dispostas no Regimento Interno da ANEEL. torna-se necessário a aprovação da revisão do Regimento Interno. Pág. permanecendo tal recomendação como parcialmente atendida pela Auditoria Interna. visto que os esclarecimentos prestados pela Unidade Técnica responsável não foram suficientes para elidir as impropriedades verificadas. em conjunto com a SCT e SRE. 138/2011-SRT/ANEEL.

solicitou novo posicionamento da Unidade Técnica responsável. permanecendo integralmente o conteúdo da respectiva recomendação. de 05/01/2011. A Auditoria Interna. no momento. proveniente de geração distribuída. informou que não é possível. Relatório de Auditoria . tendo em vista que os mesmos continuarão a ser objeto de acompanhamento por esta Auditoria. com vistas a definir prazo mínimo e razoável entre a publicação dos editais de chamada pública e a apresentação dos Termos de Adesão e respectivos documentos de préqualificação pelos interessados. será tratado no âmbito da Resolução Normativa.297 . Não obstante. de 12/09/2011. de 10/08/2011. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/12/10 Memorando Circular nº 52/2010-AIN/ANEEL. por meio do Memorando nº 306/2011-AIN/ANEEL. por meio do Memorando n° 6/2011-SEM/ANEEL. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna e a Unidade Organizacional da ANEEL está viabilizando o atendimento das recomendações pendentes. por meio de Nota Técnica n° 51/2011-AIN/ANEEL. III – Que a SEM avalie a oportunidade e a conveniência de se submeter à apreciação da Diretoria da ANEEL proposta de revisão da Resolução Normativa ANEEL nº 167. a definição de prazo para finalização dos registros dos contratos de compra e venda de energia celebrados pela Eletrobrás no âmbito do PROINFA. a SEM informou que o assunto referente à definição de prazo mínimo em Chamada Pública para contratação de energia Elétrica. em fase de desenvolvimento na SEM. de 22/12/2010. Não obstante. por meio da Nota Técnica nº 36/2011-AIN/ANEEL.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I – Que a SEM informe o cronograma estabelecido para o desenvolvimento do sistema informatizado. a Auditoria Interna entendeu que para o completo atendimento da recomendação. Por meio do Memorando nº 245/2011-SEM/ANEEL. Justificativas para o não atendimento Embora a SEM tenha prestado os esclarecimentos solicitados no Relatório de Auditoria PP 011/2010. assim como prazo previsto para efetivação dos registros dos contratos de compra e venda de energia elétrica no âmbito do PROINFA. de 10/10/2005. a Auditoria Interna entendeu que o assunto não está equacionado.PP 011/2010 1e3 Superintendência de Estudos do Mercado – SEM Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SEM. Pág. tais recomendações permanecem pendentes de solução. que estabelece os critérios e procedimentos para controle de atos e negócios jurídicos realizados por agentes do setor elétrico. faz-se necessária a apresentação do cronograma de desenvolvimento da Resolução Normativa. de 05/06/2011. com vistas ao acompanhamento das ações previstas até sua publicação.

ou seja. evitando assim o excessivo tempo entre a emissão e a efetiva arrecadação da multa. Assim. já foram analisados 85 recursos impetrados pelos agentes de um total de 119 recursos. Assim. de 27/12/2010. permanece aguardando novo posicionamento das Unidades envolvidas.PP 012/2010 1e5 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 21/12/2010 Memorando Circular nº 53/2010-AIN/ANEEL. em conjunto com a SGI. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou que o sistema TFSEE sofreu alterações de acordo com as recomendações da AIN e o mesmo se encontra em processo de homologação pela SRE. a Auditoria Interna não os considerou satisfatórios. em 2009. soma-se a isso. a AIN propôs que o assunto fosse submetido à Diretoria. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. BIG. Pág. Não obstante. a) Que a SRE. Em relação ao ano de 2010. é necessário que a SRE solicite a readequação desse último sistema de acordo com as atualizações do SAMP. SIGEC. Justificativas para o não atendimento Embora os esforços despendidos pelas Unidades Organizacionais da ANEEL na correção das impropriedades apontadas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O pleno atendimento das recomendações depende de estruturação de sistema de informação em desenvolvimento na ANEEL. como forma de demonstrar o esforço desta SFE em cumprir os prazos da RN 63/2004. foram instruídos 70 processos punitivos. em 2008.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . Descrição da Recomendação I. os processos punitivos demandam uma análise criteriosa. A SFE informou que tem buscado cumprir rigorosamente os prazos estabelecidos na RN 63/2004.298 . o grande volume de trabalho da fiscalização. Superintendência de Regulação Econômica – SRE. no entanto. 108 processos e em 2010. que corresponde a 71% de processos já analisados. 130 processos. entre outros) com vistas a propiciar cálculo e lançamento do crédito tributário automatizados da TFSEE dos agentes citados. conforme item 1. promova o desenvolvimento de sistema de informação e sua integração aos demais existentes (INADINPLENTES. No entanto. as alterações no sistema SAMP acarretaram novos ajustes no sistema TFSEE.1 acima V. Que a SFE e SFF envidem esforços para observarem os prazos estabelecidos na Resolução Normativa nº 63/2004 para análise dos recursos impetrados pelos agentes do setor elétrico. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Superintendência de Administração e Finanças – SAF.

períodos com jornada de trabalho superior a 6 horas. de 27/09/2011. que são os profissionais mais próximos e aptos a realizar ajustes e abonos. . a partir de determinado período selecionado gerar relatórios com indicações de discrepâncias de horário núcleo. pelo exercício irregular de suas atribuições (art. mensais.112/90). Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Memorando nº 1. semanais. há algum tempo tem buscado junto a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI novas soluções e melhorias para o sistema. sob pena de responder.374/2011-SRH: A SRH esclarece que sobre as informações corporativas acerca das ocorrências diárias. as áreas com maiores problemas. entre outras periodicidades julgadas oportunas. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 27/09/2011 Memorando nº 280/2011-AIN/ANEEL. Acredita que com a implementação das novas trabalhadas e não compensadas até o término do mês subsequente.170/2011-SRH: A SRH informa que tem procurado instruir os gestores e lideranças sobre os procedimentos a serem adotados e a necessidade de se fazer cumprir as I. Em razão deste fato. 2 e 3 Superintendência de Recursos Humanos .2.170/2011-SRH: A SRH entende que a medida proposta não surtiria efeitos na quantidade de ajustes e que não deve ser encarado de forma negativa tal funcionalidade do sistema.a.1. apenas causaria concentração dos ajustes em menos pessoas podendo comprometer a agilidade do processo em áreas com muitos servidores e que já possuem cultura de ter o sistema operado por coordenadores de processos ocupantes de cargos comissionados. de almoço. No que tange as ocorrências registradas pela Auditoria Interna.a. além de propiciar à SRH rotinas de acompanhamento periódico e alertar as chefias em casos dissonantes. em um processo educativo. que poderá identificar. I. em tempo real. a atuação da SRH será facilitada e mais efetiva. interagindo com a liderança. 121. Entende que o desenvolvimento dessas novas ferramentas permitirá ao gestor acompanhar melhor a jornada de trabalho dos seus servidores. utiliza-se de que tange ao cumprimento da aplicação dos descontos em folha de pagamento das horas não memorandos. Que a SRH elimine a possibilidade de cadastramento de servidores que não exercem a função de gerência/assessoria na área restrita do sistema Ponto Net.SRH. e-mails e reuniões. por exemplo. informando ao titular da unidade os casos relevantes. Que a SRH busque instrumentalizar-se com informações corporativas sobre as ocorrências diárias.299 .. Relatório de Auditoria . Que a SRH reitere às gerências as disposições do regulamento anteriormente citado no disposições referentes à jornada de trabalho dos servidores da unidade.3. horas cumpridas e que deveriam ser cumpridas. semanais e mensais.PE 001/2011 1. Esta postura equacionaria os problemas evidenciados sobre a quantidade de ajustes processados e de alterações cruzadas. Para tal. já tem se articulado com a SGI para mudanças no sistema que permitirão. Memorando nº 1. sobre o descumprimentos das condições estabelecidas na Instrução Administrativa SRH nº 001/2009 (horário núcleo. uma vez liderança.) reportando as gerências envolvidas para solução dos desvios. a funcionalidades do sistema.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I. da Lei 8. pela SGI. entre outras. Memorando nº 1.170/2011-SRH: A SRH reconhece algumas fragilidades do sistema Ponto Net em gerar relatórios que facilitem a gestão das áreas e da própria SRH.. que deverá reforçar o papel das lideranças na boa gestão da jornada de trabalho.a. que dá poderes para ajustar seus dados. informa que houve o desconto Pág. Memorando nº 1.

por este documento a SRH encaminha cópia do Memorando nº 1. Memorando nº 1. foi pedido posicionamento da Superintendência de Administração e Finanças – SAF. Memorando nº 1. a SRH informa que já solicitou à SGI o bloqueio da contabilização de horas após às 21h e que a SAF deverá consultar a diretoria sobre a necessidade de mudança da norma de acesso. Item “c”: A SRH informa que os casos apontados pela AIN foram devidamente solucionados. Nova rotina de controle será implementada pela SRH. Memorando nº 1.b.170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas. com agendamento de reunião para discutir a Norma de Organização ANEEL..300 . Sobre a permanência dos servidores nas instalações da ANEEL em atividades não relacionadas às suas funções. Visto que estes não precisam registrar o ponto. Visto que estes não precisam registrar o ponto.395/2011-SRH: Em complemento as informações acima. e . II. com a adoção.. a SRH.205/2011-SFE onde são apresentados os procedimentos implementados com vistas ao equacionamento do problema registrado neste ponto. medidas para equacionamento das situação relacionada à permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho. Memorando nº 1. II. que permite acesso às instalações desses órgãos em qualquer dia e horário.374/2011-SRH: A SRH complementa as informações acima esclarecendo que I. pela SGI.112/90... Item “b”: A SRH informa que o item será atendido com o desenvolvimento das novas rotinas no sistema. independentemente de autorização prévia. busque dotar as gerências internas à ANEEL com informações que supram e eliminem controles paralelos de gestão das frequências e banco de horas.170/2011-SRH: A SRH acredita que o problema identificado será resolvido com o bloqueio do acumulo de horas no sistema Ponto Net após às 21h.I. principalmente após às 21h. das medidas administrativas e disciplinares cabíveis nos termos da Lei nº 8.a. não há como se beneficiarem. em conjunto com a SAF. para solução do problema. Memorando nº 1. em folha das horas não trabalhadas e não compensadas até o mês seguinte dos servidores matrícula SIAPE . ANP e CPRM nº 1/2006. situação em estudo na SGI. Que SRH. principalmente para aqueles casos que não envolvem atividades da Agência. apontados nos anexos I a III. propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência.. Que a Superintendência de Recursos Humanos em conjunto com a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade – SFE e Secretaria Geral – SGE busque avaliar os casos de alterações cruzadas entre os gestores do sistema. Que SRH. Que a SRH adote. busque desenvolver estudos com vistas à viabilidade técnica e econômica de se manter o atual sistema “Ponto Net” para controle de frequência dos servidores da ANEEL. no caso de favorecimentos. busque corrigir as imperfeições do cadastro de gestores evidenciados no quadro acima. II... Memorando nº 1.c... em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.a.170/2011-SRH: Item “a”: A SRH reconhece a necessidade de controles paralelos para se saber o saldo de horas exatas do servidor para períodos superiores a um mês e já solicitou à SGI o desenvolvimento de novas rotinas para controle dessas informações conforme as regras da IA SRH 001/2009..4. Que SRH. a SRH.b. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. propõe limitar a operação do sistema apenas aos servidores dispensados de registrar frequência. para solução do problema. com a exclusão da permissão de acesso restrito aos que mudaram de área ou saíram da Agência. vistos as distorções evidenciadas entre os dados de entrada e saída dos sistemas Ponto Net e Catraca. Pág. em conjunto com a Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI.170/2011-SRH: Quanto à questão das alterações cruzadas. deste relatório.374/2011-SRH: Sobre a questão da permanência de servidores nas instalações da ANEEL após o horário regular de trabalho. não há como se beneficiarem. (duas ocorrências) Memorando nº 1.

definidos na Norma de Organização ANEEL.395/2011-SRH: Em continuidade as tratativas da questão relacionada ao possível conflito entre normas de organização. datada de 10/02/2012. Há manifesta pressa da SRH e SGI na sua conclusão para disponibilidade aos usuários. a SRH. entende mais razoável proceder-se ajustes na Portaria nº 1. III. por envolver três instâncias.o controle paralelo de frequência deverá ser eliminado com as melhorias desenvolvidas pela SGI do sistema Ponto Net.374/2011.325/2009. Memorando nº 1. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor O trabalho da auditoria propiciou oportunidade de se processar acertos nos procedimentos e controles afetos ao registro de frequência dos servidores da ANEEL.170/2011-SRH: A SRH informa que solicitou posicionamento e reunião com a SAF para verificar pontos da Norma de Organização ANEEL. Memorando nº 1.301 . para posterior implementação na Agência. o entendimento de que não há conflito entre as normas. encaminha à AIN cópia do Memorando nº 2. Que a SRH em conjunto com a Superintendência de Administração e Finanças – SAF busque adequar a situação evidenciada através de alterações nos regulamentos. ANP e CPRM nº 01/2006 e o aparente conflito entre dispositivos normativos da Agência. ainda. requerem complementações com vistas a elidir as deficiências registradas. A SAF explicita. Justificativas para o não atendimento As ações da SRH apresentados acima. ANP e CPRM nº 01/2006. alinhando seus comandos. em complemento ao Memorando nº 1.020/2011-SAF. Mensagem de representante da SRH enviada à AIN. A rotina já se encontra em fase de testes. uma vez que a primeira trata de acesso e a segunda. que em razão das dificuldades de se alterar a Norma de Organização ANEEL. Pág. ANP e CPRM nº 001/2006. no que tange aos “horários especiais”. de expediente. segundo entendimento da Auditoria Interna. reafirma a evolução dos testes e correção das inconsistências identificadas.

Que a SGI informe a esta AIN sobre a atualização das informações identificadas nos anexos “II” a “XVII” deste relatório. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I.SRH.SRD. em especial a e-PWG (Padrões Web). Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. 4 e 5. Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Superintendência de Concessões e Autorizações de Geração . SRC. SRH e SRI atualizem as informações disponibilizadas nos referidos sítios. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 28/12/2011 Memorando Circular nº 39/2011-AIN/ANEEL. Que a Comissão de Ética. Superintendência de Gestão e Estudos Hidroenergéticos – SGH.a. SGE.SPE.SRI. Comissão Especial de Licitação .2. Superintendência de Recursos Humanos . SRE. SMA. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios .b.SRE.SLC. Superintendência de Regulação dos Serviços de Distribuição . Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.SCG. de 28/12/2011. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. I.SMA.a. SCG.SGE. Síntese das providências adotadas Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. Superintendência de Gestão Técnica da Informação – SGI. na eliminação das ocorrências identificadas nos Anexos “II” a “XVII” neste Relatório de Auditoria. Superintendência de Regulação Econômica . SCT. Secretaria-Geral . SPG. SGI. 3. Pág. contribuindo. Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão. instituindo procedimento de controle interno de forma garantir sua tempestividade e segurança ao acesso. CEL. Superintendência de Mediação Administrativa Setorial . SRD. assim. Superintendência de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética . Superintendência de Regulação da Comercialização da Eletricidade .b. Que a SGI busque dar maior efetividade à ferramenta de gestão de conteúdos de maneira a permitir maior gerência sobre as publicações. I.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Relatório de Auditoria .SRC. SPE.1. Comissão de Ética. SGH. II. Superintendência de Relações Institucionais . SLC.PE 002/2011 2. bem como sobre a implantação efetiva de rotinas apropriadas ao atendimento da recomendação constante do item “b” acima. Que a SGI verifique as ações necessárias para adequar o Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) da ANEEL com vistas a colocá-lo em conformidade com os padrões e diretrizes estabelecidos no e-GOV.302 .CEL.

b. Que a SGI execute ações com vistas a definir processos adequados a fim de garantir a manutenção tempestiva de conteúdo dos sítios Intranet e Internet e interaja com Superintendências para que estas implementem e mantenham rotina periódica de encaminhamento / inclusão de informações de suas competências nos respectivos ambientes informatizados. Justificativas para o não atendimento Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área. II.303 . Que a SGI verifique a conformidade do SGC com as diretrizes constantes no “Guia de Administração do e-GOV”: item 3. Que a SGI informe a esta AIN o resultado das providências acima recomendadas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.c.7 Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo. Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas. de 29 de julho de 2002. Pág. Não houve providências adotadas devido ao fato de estarem dentro do prazo previsto para manifestação da área.II.d. II. conforme Resolução nº 7 do Comitê Executivo do Governo Eletrônico.

304 . Justificativas para o não atendimento As providencias cabíveis à SLC foram tomadas. Que a Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC proceda à disponibilização dos contratos de credenciamentos firmados em 2010 e exercícios anteriores nos links referidos acima. que após analisa-los. restando ações alheias a sua gestão para a disponibilização dos contratos no sítio Transparência Pública. Relatório de Auditoria . instituindo procedimentos internos que garantam tempestiva divulgação destes atos nos termos da legislação vigente. apresenta os esclarecimentos complementares da área. de 27/01/2012. irá remetê-los para o SERPRO. Pág.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação III. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A atualização dos contratos da ANEEL no sítio da Transparência Pública depende de processamento do SERPRO.PP 002/2011 3 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/05/2011 Memorando Circular nº 15/2011-AIN/ANEEL de 17/05/2011 Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas O Memorando nº 0149/2012-SLC/ANEEL. afirmando que os arquivos foram enviados para CGU.

via e-mail. SMA e SRI – Coordenação.c. solicitando à AGERGS o cumprimento das recomendações VII.149. adotarem as providências necessárias ao reembolso dos valores devidos à AGERGS. as providências adotadas pela SLC. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.b. a AGERGS informou. VII.b.c. por meio do Ofício nº 0418/2011 – DG. correspondente às diferenças apuradas nas planilhas de ressarcimento dos gastos com pessoal no exercício de 2010.21 (onze mil.b e VII. via Ofício 419/2011 DG/AGERGS de 09/12/2011.PP 004/2011 1. está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 004/2011. Que a SLC busque junto à AGERGS realizar o levantamento das diferenças desde o início da vigência do contrato até o mês em que a cobrança passou a ser feita de acordo com as disposições contratuais. pelo mesmo expediente. até a presente data. Aquela Agência Estadual. Quanto à recomendação VII.5.149. que a garantia contratual já estava expirada. Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações referentes no item 1. Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL. o levantamento das faturas mensais do Contrato 03/2006 (jan/2006 a dez/2010). pelo que damos por não atendida as recomendações. A SLC. VII. juntamente com a AGERGS. para o reembolso do valor correspondente. as providências adotadas pela SLC. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Resposta apresentada por meio do Ofício nº 0493/2011-SLC/ANEEL. Pág. visto que o contrato já tinha sido encerrado. a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. no montante financeiro de R$ 11. Aquela Agência Estadual informou que foi providenciada a solicitação. a SLC reiterou a necessidade de atendimento das recomendações VII. apenas informou.c. cento e quarenta e nove reais e vinte um centavos). . em 29/12/2011. em caso positivo. de 23/01/2012. que foi remetido à ANEEL.21.SLC. Que a SLC busque junto à AGERGS informe sobre a existência da garantia contratual citada no item 7. juntamente com a documentação que o embasou. via mensagem eletrônica. Assim. encaminhando o resultado da apuração a esta AIN. por meio do Memorando Circular nº 0002/2012-SLC/ANEEL. de 16/11/2011. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. pelo que damos por não atendida a recomendação.a. informando que orientou a AGERGS a formalizar pedido de reembolso junto a ANEEL. a saber. no que tange às recomendações VII. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/11/2011 Memorando Circular nº 32/2011-AIN/ANEEL de 04/11/2011.305 Relatório de Auditoria . juntamente com as faturas requeridas nas SAs 003 e 004. Superintendência de Controle de Contratos e Convênios .a e VII. até a presente data. ainda não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas. encaminhando o resultado da análise a esta AIN.a e VII.b. Que a SLC busque junto à AGERGS proceder à analise comparativa entre as faturas dos exercícios de 2010 e 2011 a fim de verificar se existe equivalência entre as tarifas praticadas antes e após janeiro de 2011. solicitou às áreas envolvidas. de 16/11/2011. 2 e 7.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I.a e VII. VII. oriente aquela agência estadual a retê-la até que as pendências descritas neste ponto estejam definitivamente sanadas. e. de 13/12/2011. em 12/12/2011. Quantos as recomendações referentes no item 7. Que a SLC adote as providências necessárias ao reembolso à AGERGS no valor de R$ 11.

prorrogado. Esta consulta deveria buscar. que entende que na celebração de termo aditivo de prorrogação. de 11/08/2011. Com respaldo no supracitado Parecer a SLC remeteu à AGR o Ofício nº 0303/2011a) realize consulta à Procuradoria-Geral da ANEEL . não foram suficientes para o atendimento das recomendações exaradas no relatório de auditoria. caso pertinente. oriente à AGR para que promova a devida regularização dos continuou seguindo as orientações da Procuradoria-Geral do Estado no que tange aos termos contratos envolvidos e.Após a manifestação acima requerida. bem como apresentasse à Auditoria o resultado das providências acima recomendadas. Comunicação Expedida/Data de 27/07/2011. sobre o assunto. entendimento da PGE quanto à possibilidade de reconhecimento por parte da Diretoria da ANEEL das despesas já incorridas nestas condições. da necessidade de mais de uma consulta à PGE com vistas à obtenção o respaldo legal para a solução da controvérsia. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos e Convênios – SLC. Além disso. 3. realizou consulta à Procuradoria Geral da ANEEL (PGE). igualmente. a SLC informou que a AGR b) após a manifestação da PGE. a exemplo das justificativas apresentadas pela AGR (Parecer 001720/2008).PP 013/2009. Por intermédio do Memorando nº 0942/2011. não se exige que o mesmo se aperfeiçoe antes do término da vigência do instrumento a ser inelegíveis apropriados nas Prestações de Contas. Justificativas para o não atendimento As providências informadas acima e consubstanciadas na Nota Técnica nº 055/2011 – AIN/ANEEL. Pág. que seria considerado extinto em caso de inobservância desse prazo. e que.PP 013/2009 durante a vigência do respectivo contrato. solicitando manifestação sobre a SLC/ANEEL. de 30/05/2011.PP 007/2011 Data do Relatório de Auditoria 27/07/2011 Memorando Circular nº 24/2011-AIN/ANEEL. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação Síntese das providências adotadas A SLC.306 .PGE. de 13/09/2011. tendo em vista o posicionamento do TCU referente à pendência em comento.Que a SLC adote as seguintes providências: quanto à elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos em tela. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Em razão da complexidade do tema abordado no Relatório de Auditoria . por meio do Memorando nº 0563/2011. bem como de decisão da Diretoria da ANEEL sobre o assunto. nas prestações de contas. fosse encaminhado expediente a todas as Agências Conveniadas dando conhecimento do entendimento da PGE/ANEEL sobre o assunto. solicitando que fosse promovida a regularização dos contratos elegibilidade das despesas decorrentes dos contratos cujos aditivos de prorrogação foram envolvidos. de 24/06/2011. entendeu como imprescindível que todas as formalidades atinentes à prorrogação ocorressem Recomendação transferida do Relatório de Auditoria . bastando apenas que o procedimento se inicie antes de expirado o instrumento originário. seja finalizado antes do término do prazo de vigência da pretensa prorrogação. despesas realizadas com base em contratos aditados posteriormente aos respectivos vencimentos. bem como as medidas que seriam adotadas vis a vis o novo Parecer. a devolução à conta do Convênio dos valores do Parecer 001720/2008. a recomendação foi considerada não atendida. de 20/05/2011. mesmo que amparados por parecer jurídico na esfera estadual.Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Relatório de Auditoria . Ressalta-se que no aludido Parecer não houve manifestação III . que mediante o Parecer nº 0339/2011-PGE/ANEEL. solicitou-se o envio à ANEEL de toda a documentação comprobatória assinados após o termino das respectivas vigências. razão porque se recomendou à SLC realizar nova consulta à PGE/ANEEL com vistas à obtenção de pronunciamento conclusivo quanto à responsabilidade da ANEEL ao aceitar. também.

Essa demanda gerou chamado ao suporte técnico que está envolvendo a SGI.3.SAF.a. recomendou-se que.52 (dezoito mil. na contrapartida da Agência.a. proceda. informe a esta AIN as medidas internas adotadas. Que a SLC oriente à AGESC a solicitar o reembolso do montante de R$ 18. A SFG encaminhou à AGESC Ofício nº 993/2011-SFG/ANEEL. em relação aos subitens 2. cadastramento/atualização das informações contidas no relatório mensal encaminhado pela Agência. em relação aos subitens 2. A regularização de tal situação depende de implantação de sistema de informações que possibilite um acompanhamento tempestivo por parte da ANEEL em relação aos AI´s expedidos pelas agências reguladoras estaduais. Igualmente. Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . de 20/07/2011. sobre como proceder para a conclusão do posicionamento em cada recurso. A SAF solicitou à AGESC que enviasse formulário contendo os dados dos AI’s pendentes de cadastramento no SIGEC.SFG. As informações apresentadas à AIN não foram suficientes. de 30 de setembro de 2011. Que a SAF proceda à atualização do SIGEC com os dados referentes aos AI’s informados no subitem 2. Superintendência de Administração e Finanças . Nesse documento.a. informe esta AIN sobre as medidas adotadas com vista a solucionar as não conformidades apontadas. de forma a haver uniformidade de dados entre os sistemas da ANEEL. quinhentos e nove reais e cinquenta e dois centavos) e apropriar.b.SLC. em relação aos subitens 2.1 e 2. Pendente de confirmação.4. a AGESC solicite as orientações pertinentes à unidade organizacional. 2 e 3. na prestação de contas do 3º/4º trimestre de 2011 o valor de R$ 12. II. Que a SFG. Superintendência de Licitação e Controle de Contratos e Convênios . e interaja com as áreas envolvidas no processo de fiscalização. orientando. AGESC e SFG. solicite da AGESC que apresente as justificativas para o atraso na análise dos Autos. se for o caso. Que a SFG.1 e 2. consoante item 1.509.618. adicionalmente. objetivando o estabelecimento de rotinas que garantam a efetividade do controle sobre os AI’s emitidos. tempestivamente. II. Relatório de Auditoria . promova o cadastramento dessas informações na página da ANEEL referente às informações técnicas da fiscalização dos serviços de geração.1.3.2. Pág.3.2. Igualmente recomendado no item procedente. a ser efetuada até março de 2012. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 20/09/2011 Memorando Circular nº 29/2011-AIN/ANEEL. Que a SFG.3. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SAF efetuou o reembolso devido.3.618.3. no Sistema Inadimplentes. O valor de R$ 12.63.63 será incluído como contrapartida da AGESC na prestação de contas do último trimestre de 2011.PP 008/2011 1. no caso de dúvidas ou dificuldades para conclusão de posicionamento em recurso.2.3.307 .4.b.1 e 2.3. II. II.2. solicitando apresentação de justificativas quanto ao atraso na análise dos recursos interpostos aos Autos de Infração.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação I.

Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. pelo que damos por não atendidas as recomendações.Justificativas para o não atendimento Quantos as recomendações acima referidas as providências adotadas pelas áreas não foram suficientes para elidir as não conformidades verificadas.308 . Pág. está viabilizando o atendimento das recomendações exaradas no Relatório de Auditoria PP 008/2011. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a respectiva Agência Estadual.

portanto a atualização em um sistema se reflete automaticamente nos demais. Acrescentou. Que a SGI implemente procedimentos que garantam a atualização dos dados dos agentes e agências conveniadas automaticamente em todos os sistemas corporativos da ANEEL. o que traz um certo risco. está viabilizando o atendimento da recomendação explicitada. SAD.SAF.309 . SIGEC.SGI. Superintendência de Gestão Técnica da Informação . por meio do Memorando nº 977/2011. de 15/08/2011.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Descrição da Recomendação Relatório de Auditoria . que a integração entre os sistemas SIGEFIS e SIGEC é feita via rotina disponibilizada no sistema SIGEC que requer intervenção dos servidores da SAF. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. SAD e SARI. Justificativas para o não atendimento Por meio da Nota Técnica nº 8/2012. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas A SGI informou. sempre que ocorrerem atualizações ou inclusões de dados no Sistema SIGEFIS. II. que esse procedimento foi recentemente aprimorado de acordo com orientações da SAF/AIN e que a SGI está aguardando a homologação da SAF para colocar as alterações realizadas em ambiente de produção. em ambiente de produção. embora as justificativas apresentadas pela SGI vão ao encontro das recomendações efetuadas por esta AIN. faz-se necessário que a SGI comunique a efetiva implantação. Superintendência de Administração e Finanças . SARI. a Unidade Organizacional da ANEEL e a respectiva Agência Estadual. a SGI informou que os sistemas SAMP. informando a esta AIN as providências adotadas. a AIN entendeu que. Pág. ainda. Ademais. de 16/12/2011.PP 009/2011 2 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 04/08/2011 Memorando Circular nº 26/2011-AIN/ANEEL. Outorgas de Geração e SIGEC têm as suas bases de dados integradas. das melhorias recentemente promovidas no sistema SIGEFIS. de 16/01/2012 .c. TAXAFiscalização.

I. no tocante à prestação de contas da ARPE relativas ao exercício de 2009. conforme Nota Técnica 07/2012-AIN/ANEEL.SMA. totalizando R$ 300. de 16/01/2012.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria . o atendimento das recomendações explicitadas.b) Que a SLC analise as justificativas a serem apresentadas pela ARPE e. Embora as recomendações acima encontravam-se pendente ao final do exercício de 2011. a SLC informou que foi encaminhado expediente para Superintendência de Mediação Administrativa Setorial .00 por pessoa. Por meio do Memorando 004/2012. Superintendência de Relações Institucionais .PP 010/2011 1e6 Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 17/11/2011 Memorando Circular nº 34/2011-AIN/ANEEL. VI) Que a SRI solicite à ARPE o posicionamento do TCE/PE sobre as considerações feitas no Relatório de Auditoria daquele Tribunal referentes à prestação de contas do exercício de 2009 e envie a esta AIN. A SMA considerou razoável a escolha pelo voo menos econômico. sendo o horário de 15h36 do voo da WEBJET impróprio. o qual aquela Agência envia a publicação no Diário Eletrônico do TCE-PE. tais assuntos foram solucionados.3 do Relatório. de 18/11/2011. conforme mencionado nos itens 1. tendo em vista se tratar de evento de ouvidoria. Justificativas para o não atendimento Síntese das providências adotadas Por meio do Ofício ARPE-DEF nº 047/2011. assim como a SLC.a) Que a SLC solicite à ARPE a apresentação de justificativa para a aquisição de passagens menos econômicas. as recomendações Ia. no exercício de 2012. de 09/01/2012 a SRI encaminhou as informações solicitadas. a Agência Estadual informou que optou pela passagem mais tarde. que foram consideradas atendidas. de 06/10/2011. de 06/01/2012. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor A interação entre a Auditoria Interna. Superintendência de Licitações e Controle de Contratos de Convênios .  Por meio do Memorando nº 9/2012-SLC/ANEEL. Pág.310 . providencie a glosa dos respectivos valores com a consequente devolução dos recursos e o lançamento de tais despesas na contrapartida da ARPE na execução do TAD em 2011 (Valor previsto: R$ 100. Justificativas da unidade interna responsável Descrição da Recomendação I. I.2 e 1. Sendo assim. as Unidades Organizacionais da ANEEL e a ARPE. possibilitou.00). como forma de prevenir a possibilidade de precisar atender à necessidade da ANEEL estender os trabalhos além do previsto.c) Que a SLC informe a esta AIN o resultado obtido quanto às providências recomendadas nos itens “a” e “b” antecedentes. de 02/12/2011. Ib e Ic foram devidamente atendidas. caso não sejam satisfatórias.SRI. visto que:  A SRI encaminhou cópia do Ofício ARPE DP nº 357/2011. e menos econômica.SLC. solicitando apreciação das justificativas apresentadas pela ARPE. de 22/12/2011.

8. IV.7. sempre que possível.3 a 2. com vistas ao estabelecimento de procedimentos e rotinas junto às assessorias dos Diretores-Relatores. avançando uma casa no placar de sorteio para a empresa UHY Moreira Auditores. 4.8.Caracterização da Recomendação Expedida pela Unidade de Controle Interno ou Auditoria Interna Identificação do Relatório de Auditoria Item do Relatório de Auditoria Nome da unidade interna da UJ destinatária da recomendação Relatório de Auditoria .a. 27 do Regulamento de Credenciamento. II. promovendo. a fim de atender a solicitação da SAF de 08/11/2011.311 .4) Que a SFF informe a esta AIN sobre as providências adotadas. Aguardando manifestação da área. Aguardando manifestação da área.a. 49 da Resolução Normativa nº 273. em razão do exposto nos itens 2. Justificativas da unidade interna responsável Síntese das providências adotadas Descrição da Recomendação I) Que a SFF oriente seus colaboradores quanto ao preenchimento dos relatórios de viagem.PP 011/2011 1. o detalhamento das atividades realizadas. 6. 3. com vistas a atender o disposto no art. na busca do tempestivo cumprimento ao prazo estabelecido no inciso VI do art. II. de forma a dar transparência aos gastos realizados. 9 e 10. o registro do número do respectivo processo administrativo punitivo. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. proceda as alterações que se fizerem necessárias no SIGEC e SIGEFIS. Superintendência de Gestão Técnica da Informação . com vistas a evitar incompatibilidade com as regras de importação do SIGEC.a. no momento do cadastramento dos ARs no SIGEFIS. Pág. de 10/07/2007.b) Que a SFF realize a correção do placar no próximo sorteio a ser efetuado para o serviço 2. tendo em vista o item 2. 7. Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira . II. 5.SFF. a vinculação das informações com os respectivos documentos disponíveis no site da ANEEL (Relatórios de Fiscalização) ou a juntada de documentos auxiliares que retratem a missão realizada (atas de reunião de encerramento dos trabalhos). atue junto à SGI na implementação de regra no SIGEFIS para que o cadastramento dos ARs tenha como requisito a existência prévia do número do respectivo processo administrativo punitivo. informando a esta AIN sobre as providências adotadas. II.SGI.2) Que a SFF em conjunto com as demais superintendências de fiscalização.1) Que a SFF oriente os seus servidores para que procedam. IV. Secretaria-Geral SGE.b) Que a SGI.a) Que a SFF proceda à numeração das demandas de forma sequencial nos próximos sorteios. 2. tendo em Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012. III) Que SGE dê ciência à Diretoria da ANEEL sobre os apontamentos realizados. II.3) Que a SFF solicite da SGI o cancelamento do AI 007/2011-SFF. de 16/12/2011.a. Data do Relatório de Auditoria Comunicação Expedida/Data 16/12/2011 Memorando Circular nº 37/2011-AIN/ANEEL.

como critério de ajuste. V. V. informando a esta AIN as providências adotadas. aplicar penalidade conforme o art. formalização do processo de sanção administrativa à SLC. VIII) Que a SFF informe as empresas contratadas sobre a necessidade da indicação do preposto nos moldes do modelo especificado no Anexo XII do Edital de Credenciamento nº 03/2009. bem como a decisão pela aceitação ou não das justificativas apresentadas. tendo em vista o longo tempo decorrido do encerramento do prazo de vigência contratual. quando se constatarem empresas com SICAF irregular.d) Que a SFF proceda a digitalização da fl. 43 do Regulamento do Credenciamento. IX) Que a SFF encaminhe a esta AIN documentos que comprovem a execução tempestiva do mencionado Contrato. 7 do processo físico. VI.a.c) Que a SFF evite o recebimento de declarações de impedimento presenciais e orais durante a realização do sorteio. 87/2011-ANEEL. requerendo. V. o avanço de casa(s) no placar. VI.1) Que a SFF abstenha-se de aplicar advertência verbal nas empresas contratadas. com vistas a atender ao art. institua modelo de Termo de Homologação. encaminhe à Diretoria Colegiada da ANEEL proposta de alteração do Regulamento do Credenciamento ANEEL – 2008. encaminhando a esta AIN cópia do modelo instituído.441.2) Que a SFF solicite a SLC que proceda a abertura de processo administrativo para a apuração da responsabilidade administrativa da empresa HLB Audilink & Cia. encaminhando cópia a esta AIN.a) Que a SFF abstenha-se de utilizar o critério da linha média como forma de penalidade a empresas com SICAF irregular durante a realização do sorteio de demandas.a. proporcional ao número de demandas sorteadas para cada empresa concorrente. X. informando a esta AIN as providências adotadas. Pág. Prazo para manifestação da Unidade Técnica prorrogado pela Auditoria Interna para 09/01/2012.vista o ocorrido no 2º Sorteio de 2011.2 do Relatório. em conjunto com a SLC. com vistas a aprimorar a execução dos sorteios. V. 36 do Regulamento de Credenciamento.b) Que a SFF. VII) Que a SFF. de forma a prever. X. bem como a ausência de aplicação das penalidades previstas. vol.b) Que a SFF passe a instruir formalmente no processo a avaliação dos motivos e implicações dos impedimentos alegados pelas credenciadas. em consonância com o disposto no art. sempre que necessário. Auditores pela inexecução do Contrato nº. bem como a não participação por algum motivo de impedimento. específico para a homologação dos sorteios de demandas. 22 do Regulamento de Credenciamento.312 . 1 da Ata de Reunião do 2º Sorteio de 2011. constante da página 1. encaminhando cópia da comunicação à esta AIN. e em caso de necessidade. instruindo no respectivo processo e encaminhando a esta AIN cópia do placar devidamente corrigido. conforme comentários no item 4.a) Que a SFF oriente as credenciadas no sentido de apresentarem em conjunto com a declaração de impedimento os documentos que comprovem tal condição.

Pág.Justificativas para o não atendimento Não houve análise de resultados obtidos devido ao fato de as providências estarem dentro do prazo previsto para manifestação das áreas. Análise crítica dos fatores positivos e negativos que facilitaram ou prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Prejudicado.313 .

o Anexo I e revoga o art.ONS de empresa de auditoria independente para auditagem dos dados de entrada do Programa Mensal de Operação .05.CMO e para a formação do Preço de Liquidação das diferenças . 5º.07. Pág. DO ANEXO II DA DN TCU Nº 108 17. 3º. ITEM 17.CNOS com impacto no planejamento eletroenergético e na contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . processamento e gerenciamento da Conta de Consumo de Combustíveis . contratos comerciais e rotinas de operação. necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional .2009. não simuladas individualmente nos modelos computacionais utilizados para o cálculo do Custo Marginal de Operação .2010.2009. de 28. Resolução Normativa nº 447 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas. 7. 2. e o Decreto 7.246. contratos comerciais e rotinas de operação.SIN. 5. 4. sob coordenação da Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Geração . que estabelece os procedimentos para adequação das instalações físicas.111.SFG/ANEEL. de 09.2010. Resolução Normativa nº 440 de 05/07/2011 publicado em 13/07/2011 Estabelece diretrizes e critérios para representação das usinas. 3.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 7°A na Resolução Normativa ANEEL 447 de 13.07.1 Atos Regulatórios Publicados REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE GERAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 9 Resoluções Autorizativas 10 Resoluções Homologatórias 3 Despachos 63 Total 85 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1.09. Resolução Normativa nº 427 de 22/02/2011 publicada em 11/03/2011 Estabelece as regras para o planejamento.SIN.CCEE.12.314 .PMO e suas revisões. 10º da Resolução Normativa ANEEL 406 de 13. necessários à interligação de sistemas isolados ao Sistema Interligado Nacional .CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai. que estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .PLD. em conformidade com a Lei 12. 1º. Resolução Normativa nº 425 de 01/02/2011 publicada em 11/02/2011 Aprova os critérios para definição das instalações de geração de energia elétrica de interesse do sistema elétrico interligado e daquelas passíveis de descentralização das atividades de controle e fiscalização.2011. formação. e revoga as resoluções normativas listadas. pertecentes ao Sistema Interligado Nacional.17. Resolução Normativa nº 455 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Dispõe sobre a obrigatoriedade de contratação por parte do Operador Nacional do Sistema Elétrico .CCC. Resolução Normativa nº 460 de 09/11/2011 publicado em 23/11/2011 Inclui o art. OUTRAS INFORMAÇÕES CONSIDERADAS RELEVANTES PELA UNIDADE PARA DEMONSTRAR A CONFORMIDADE E O DESEMPENHO DA GESTÃO NO EXERCÍCIO – PARTE A. Resolução Normativa nº 430 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a redação dos arts. 6. bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 366 de 19. e dos dados apurados e sistemas utilizados pelo Centro Nacional de Operação do Sistema Elétrico .

Resolução Autorizativa nº 2773 de 15/02/2011 publicada em 24/02/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. Resolução Autorizativa nº 2862 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. no município de São João da Baliza. 3º.CCC. via Encargos de Serviços do Sistema .848 de 15. Jurumirim. Estado do Pará. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Taquaraçu. Resolução Autorizativa nº 3027 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . Caconde. à Queiroz Galvão Energética S. à AES Tietê S. via Encargos de Serviços do Sistema . 5. referente aos custos incorridos para implantação do Sistema Especial de Proteção na Usina Hidrelétrica de Jauru. 2. Resolução Autorizativa nº 3011 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Brasil Bio Fuels S.06.A.EMAE. Resolução Normativa nº 466 de 29/11/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece critérios e procedimentos para geração termelétrica fora da ordem de mérito de custo para compensar indisponibilidades passadas por falta de combustível. 4º e 5º.315 .ESS.EMAE. Resolução Autorizativa nº 3012 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Autoriza o enquadramento da Santana do Araguaia Energia S.rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . Resolução Autorizativa nº 3112 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Pág.2004. 9. 6.A na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .A. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Subestação Henry Borden.ESS. referente aos custos de implantação de reforço no pátio da Usina Reversível Pedreira.A.488 de 15.CCC. Salto grande. Resolução Autorizativa nº 2738 de 25/01/2011 publicada em 31/01/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. 4. com a redação dada pelas Leis 11.2007 e 12. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários a disponibilidade das usinas hidrelétricas Barra Bonita. art. Resolução Autorizativa nº 2972 de 21/06/2011 publicado em 30/06/2011 Autoriza ressarcimento financeiro. Estado de Roraima.12.8.2009.ESS. município de Santana do Araguaia. via Encargos de Serviços do Sistema . 7. à Duke Energy International. 20 da Lei 10. Resolução Normativa nº 467 de 06/12/2011 publicado em 09/12/2011 Estabelece os requisitos e critérios para modificação do regime de exploração das concessões de aproveitamentos hidrelétricos para geração de energia elétrica destinada a serviço público.03. referente à Usina Termelétrica Santana do Araguaia I. 3. Geração Paranapanema S. Euclides da Cunha e Limoeiro. via Encargos de Serviços do Sistema . nos termos dos parágs. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e sistema especial de proteção. à Empresa Metropolitana de Água e Energia .111 de 09. Bariri.A. Promissão. referente à UTE Brasil Bio Fuels. Chavantes.ESS. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência. na sub . 8. Capivara e Rosana.

não acatando a solicitação de alteração da energia de referência das Usinas Eólicas de Amparo.MRE. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . Resolução Autorizativa nº 3177 de 01/11/2011 publicado em 10/11/2011 Autoriza o ressarcimento. Despacho nº 176 de 25/01/2011 publicado em 26/01/2011 Pág. Cruz Alta.EMAE. 3.partes. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. referente aos custos de operação e manutenção dos equipamentos necessários. para 2012 e 2017.ESS. provido por unidade geradora. Despacho nº 127 de 18/01/2011 publicado em 25/01/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ENERGIMP S.CEEE-GT.2010. Despacho nº 131 de 18/01/2011 publicado em 19/01/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Eletronuclear.TEO.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. Campo Belo.CCEE. no processo de contabilização do mês de dezembro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . dos custos de implantação de reforço nas instalações do pátio da Usina Hidrelétrica Henry Borden. DESPACHOS 1. no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . com vigência à partir de janeiro de 2012. Despacho nº 088 de 12/01/2011 publicado em 13/01/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . Resolução Homologatória nº 1246 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Energia de Otimização . da Usina Termonuclear Angra II.ESS.TSA.316 . 3.ESS. operando na situação de compensador síncrono. para repasse às concessionárias de energia elétrica. referente à substituição de 03 compressores necessários à operação das unidades geradoras nos 01. Púlpito. Bom Jardim. Resolução Autorizativa nº 3162 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza o ressarcimento financeiro. Salto e Santo Antônio. para prestação dos serviços ancilares de autorestabelecimento e controle secundário de freqüência. outorgadas à empresa. à AES Tietê S. do Programa Mensal de Operação – PMO 4. e os valores correspondentes às cotas . para revisão do Custo Variável Unitário .04. 2. Rio de Ouro.CVU.A. Resolução Homologatória nº 1245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Estabelece o valor da Tarifa de Serviços Ancilares . à Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . via Encargos de Serviços do Sistema . à Empresa Metropolitana de Água e Energia . via Encargos de Serviços do Sistema . para pagamento do serviço de suporte de reativos.CCEE. a partir de janeiro de 2012. em face do Despacho SRG/ANEEL 896 de 08. 2. 02 e 03 da Usina Hidrelétrica de Itaúba como compensador síncrono. 9. 10.A.Autoriza o ressarcimento financeiro. disponibilizados pela Usina Hidrelétrica Itaipu. à disponibilidade de algumas usinas. para valorar a energia transferida entre as usinas participantes do Mecanismo de Realocação de Energia . a ser aplicado a partir da revisão 3. Resolução Homologatória nº 1240 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Estabelece os montantes de potência contratada e energia vinculada. Aquibatã. Cascata.

para fins de pagamento à CGEEs relacionadas.2010. Despacho nº 797 de 23/02/2011 publicado em 24/02/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . e mantém. Despacho nº 210 de 26/01/2011 publicado em 27/01/2011 Nega aprovar o uso das versões 16. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .A .CGEEs.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .CCEE. comprometida em Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado . referente ao ressarcimento dos custos incorridos na substituição dos disjuntores às unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Henry Borden. de forma a atribuir a inflexibilidade declarada das usinas termelétricas Tocantinópolis e Nova Olinda.CCEE. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . Despacho nº 642 de 16/02/2011 publicado em 17/02/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEAR. a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação . das Usinas Termelétricas relacionadas.PROINFA. em substituição à versão 16.A .ELETROBRÁS.ONS.ESS.CVU. a Resolução Autorizativa ANEEL 2.CCEE que proceda a recontabilização dos meses de fevereiro. Despacho nº 776 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda.6. 5. por não atender à condição estabelecida na Resolução Normativa 330 de 26. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . junho e outubro de 2010.1. Despacho nº 574 de 15/02/2011 publicado em 11/02/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . Despacho nº 719 de 21/02/2011 publicado em 22/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S. da Usina Termelétrica Norte Fluminense.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A.CCEE.4 do programa computacional DECOMP. 6.317 . no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . em favor do agente proprietário da usina.PMO de março de 2011.PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário .ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . em favor do agente proprietário da usina.CCEE proceda à recontabilização do mês de outubro de 2010.2008.EMAE. Despacho nº 663 de 17/02/2011 publicado em 18/02/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Usina Termelétrica Norte Fluminense S. 10. Pág. Despacho nº 247 de 01/02/2011 publicado em 02/02/2011 Nega conhecimento à solicitação da Empresa Metropolitana de Água e Energia S.CVU's das usinas relacionadas. em sua integralidade. 11.Aprova o uso da versão 16hq do programa computacional DECOMP.CVU.A .08. para revisão do Custo Variável Unitário . 9. 8. de forma a atribuir a inflexibilidade realizada pela Usina Termelétrica Viana.04. 12.366 de 27. 7. março. Despacho nº 778 de 23/02/2011publicado em 24/02/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . 13.3_bengnl do programa computacional NEWAVE e 16.

ONS.2011.A. 19. no âmbito do Proinfa.CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . Despacho nº 1916 de 05/05/2011 publicado em 06/05/2011 . para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .10. Pág. Despacho nº 1675 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e. com os valores a serem aplicados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .PMO. face ao Despacho SCG/ANEEL 3. Despacho nº 1824 de 28/04/2011 publicado em 29/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da COPEL .Companhia Paranaense de Energia. Despacho nº 1451 de 05/04/2011 publicado em 06/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Petróleo Brasileiro S. para revisão do Custo Variável Unitário . Despacho nº 1753 de 26/04/2011 publicado em 27/04/2011 Autoriza o pagamento. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II.CVU.CVU.ESS. no mérito. 15.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.319 de 29. das Usinas Termelétricas Jorge Lacerda I. 22.ANEEL Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Boa Sorte Energética S.ESS. mantendo a decisão da Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração . 17. para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . da Usina Termelétrica Figueira com os novos valores a serem aplicados a partir do Programa Mensal de Operação .ESS.CCEE. das Usinas Termelétricas relacionadas.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden. concede provimento parcial ao recurso interposto pela Eólica Formosa Geração e Comercialização de Energia S. Despacho nº 1601 de 14/04/2011 publicado em 15/04/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Tractebel Energia S. 21. no processo de contabilização do mês de fevereiro na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU. de abril de 2011. Jorge Lacerda III. Despacho nº 2032 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . de maio de 2011.PMO. Jorge Lacerda II.SRG.A.318 . mantendo a energia de referência da Pequena Central Hidrelétrica Boa Sorte. face ao Despacho SRG/ANEEL 778 de 23. do Programa Mensal de Operação .A . 18. para revisão do Custo Variável Unitário . da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . à partir da revisão 3.02.CCEE. que alterou o montante de energia de referência da Usina Eolioelétrica Praia Formosa.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II.14. destinada exclusivamente à contratação com a Eletrobrás. no processo de contabilização do mês de abril de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .A.CCEE.PETROBRAS para revisão do Custo Variável Unitário . no processo de contabilização do mês de março na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .2010. Despacho nº 1240 de 21/03/2011 publicado em 22/03/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . 16. Despacho nº 1590 de 13/04/2011 publicado em 14/04/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . 20. Jorge Lacerda IV e Charqueadas com os novos valores a serem aplicados.

para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema . Despacho nº 2653 de 22/06/2011 publicado em 24/06/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 2491 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Autoriza o uso pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . Despacho nº 3359 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Pág. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . em substituição à versão 16hq do mesmo programa autorizada pelo Despacho SRG/ANEEL 176 de 25.ONS. 28. 32.CCEE.CCEE os arquivos com as previsões de vazões corrigidas do Programa Mensal da Operação Energética .CVU.CCEE que proceda a recontabilização dos meses de janeiro.ESS. 29.CVU para a Usina Termelétrica Termo Norte II.ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .ESS. 25.CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. Despacho nº 2033 de 13/05/2011 publicado em 16/05/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 2654 de 24/06/2011 publicado em 27/06/2011 Determina ao Operador Nacional do Sistema Elétrico .23.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.SCD.2011. do Programa Mensal de Operação .319 .PMO e suas revisões. no processo de contabilização do mês de junho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .PMO. a ser aplicado a partir da revisão 2.A . que recebe a denominação de versão 17.CCEE.ELETROBRÁS através da Carta CTA-DG 5635/2011 de 20. 27. pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico . 31. 24. de forma a permitir a transferência de lastro entra as parcelas da Usina Termelétrica Governador Leonel Brizola. 30. de cada semana operativa correspondente à recontabilização.ONS que encaminhe à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2011. encaminhada pela Centrais Elétricas Brasileiras S. Despacho nº 2690 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa a especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais .01.2. fevereiro e março de 2011.1 do programa computacional Previvaz.CCEE. para revisão do Custo Variável Unitário .CCEE. Despacho nº 2903 de 13/07/2011 publicado em 14/07/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Central Geradora Termelétrica Fortaleza S. Despacho nº 2545 de 15/06/2011 publicado em 16/06/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . 26. Despacho nº 3045 de 22/07/2011 publicado em 25/07/2011 Aprova o uso da versão 16hq4 do programa computacional DECOMP. para pagamento dos custos incorridos com a geração da usina a ser ressarcido via Encargo de Serviço de Sistema . no processo de contabilização do mês de maio na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da versão 5. da Usina Termelétrica Fortaleza.06. Despacho nº 2921 de 14/07/2011 publicado em 15/07/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário . e à CCEE que recalcule o Preço de Liquidação das Diferenças PLD.A.

CVU para as Usinas Termelétricas Termo Norte I e Termo Norte II. Despacho nº 3362 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Aprova a aplicação do Custo Variável Unitário .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.2012. com o objetivo de obter contribuições para o aprimoramento dos critérios para consideração da referida resolução.A .EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.MRE a partir de 01. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .CCEE que exclua as usinas citadas neste despacho do Mecanismo de Realocação de Energia .PROINFA.05. Despacho nº 3631 de 06/09/2011 publicado em 15/09/2011 Conhece e nega provimento ao agravo interposto pela Hidroelétrica Chupinguaia Ltda em face do Despacho ANEEL 2. 36. Despacho nº 3363 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento. da primeira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .239 de 30.07.2011.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.2011. bem como abre Audiência Pública.ELETROBRÁS.ESS.Autoriza o pagamento. Despacho nº 3544 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . para pagamento dos custos incorridos com a geração das usinas a serem ressarcidos via Encargo de Serviço de Sistema .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.2011. Despacho nº 3703 de 13/09/2011 publicado em 14/09/2011 Autoriza o pagamento. da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . 33. Despacho nº 3361 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento. no período de 01. 41.10.CCEE. 40. 34. para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. 38.CGEEs.2011 a 03. mantendo a suspensão da Resolução ANEEL 440 de 05. 35.2011. Despacho nº 3526 de 01/09/2011 publicado em 02/09/2011 Convalida parcialmente a decisão do Despacho 3.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.CCEE.07.01. Pág. Despacho nº 3360 de 17/08/2011 publicado em 18/08/2011 Autoriza o pagamento.CCEE. 37. da terceira parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. 39. no processo de contabilização do mês de julho de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. Despacho nº 3584 de 02/09/2011 publicado em 05/09/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da segunda parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . no que diz respeito à sua aplicação para as usinas não simuladas individualmente que não iniciaram sua operação comercial. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .320 .09. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S.103 de 29.

pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .2011. a ser aplicado a partir da revisão 3. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 4094 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Distribuição Rondônia. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CVU's das usinas relacionadas.42. do Programa Mensal de Operação . Despacho nº 3912 de 28/09/2011 publicado em 29/09/2011 Autoriza o pagamento.CVU.A. Despacho nº 4114 de 19/10/2011 publicado em 20/10/2011 Autoriza o pagamento. conforme descrito na tabela. Despacho nº 4212 de 26/10/2011 publicado em 27/10/2011 Autoriza o pagamento.690 de 28. 48. 47.CCEE.CCEE.CCEE. 45. da sexta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. 52. da sétima parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo .CCEE. 46. Despacho nº 4406 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Pág.ESS.CCEE.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.PMO. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . da quarta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia . Despacho nº 3858 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Furnas Centrais Elétricas S.CCEE. 44. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .06. Despacho nº 4093 de 17/10/2011 publicado em 19/10/2011 Aprova os custos de geração própria da empresa Eletrobras Amazonas Energia S. conforme descrito na tabela. Despacho nº 4314 de 03/11/2011 publicado em 04/11/2011 Autoriza o pagamento.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira.CVU's das usinas relacionadas.321 . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 4233 de 28/10/2011 publicado em 31/10/2011 Revoga os itens "ii" e "iii" do Despacho SRG/ANEEL 2. 43. referente à especificação técnica do Sistema de Coleta de Dados Operacionais (SCD) dos sistemas isolados. da Usina Termelétrica Santa Cruz. Despacho nº 4092 de 17/10/2011 publicado em 18/10/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .ESS.A. da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . para revisão do Custo Variável Unitário . 49.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. 50. Despacho nº 3743 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . 51.

da Usina Termonuclear Angra I. no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .Companhia Paranaense de Energia para revisão do Custo Variável Unitário .A. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CGEEs. 58.CCEE. 60. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .ESS.ELETROBRÁS. bem como determina que a Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira . 57.A de sub-rogar-se no direito de usufruir da sistemática da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . para revisão do Custo Variável Unitário .SFF e a Superintendência de Regulação Econômica .A . a ser aplicado a partir da revisão 3 do Programa Mensal de Operação . para fins de pagamento à CGEEs relacionadas. da oitava parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Companhia Energética de São Paulo . 61. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. Despacho nº 4407 de 16/11/2011 publicado em 17/11/2011 Aprova o projeto básico da Pequena Central Hidrelétrica Oswaldo Vincintin.CCC relativo à implantação da Usina Hidrelétrica Rondon II.EMAE do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Henry Borden.CVU's das usinas relacionadas.CVU da Usina Termelétrica Figueira.CCEE.ESS. Estado de Minas Gerais.CESP do custo correspondente à execução de reforço na Usina Hidrelétrica Ilha Solteira. no processo de contabilização do mês de novembro de 2011 na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . conforme as características detalhadas. 59. de titularidade da Oswaldo Vincintin PCH Ltda. Despacho nº 4706 de 06/12/2011 publicado em 07/12/2011 Autoriza o pagamento. Despacho nº 4821 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Nega o pleito relativo da Eletro-Primavera Ltda. nos municípios de Augusto de Lima e Diamantina. Despacho nº 4910 de 20/12/2011 publicado em 23/12/2011 Indefere pleito formulado pela Eletrogóes S. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema .CVU.SRE adotem medidas para verificar o cumprimento do preço estabelecido no contrato.CCEE. de revisão do valor do investimento da Pequena Central Hidrelétrica Primavera. Despacho nº 4819 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da empresa COPEL . Despacho nº 4925 de 22/12/2011 publicado em 23/12/2011 Altera o montante de energia de referência das Centrais Geradoras de Energia Elétrica . Pág. destinado exclusivamente à contratação com a Centrais Elétricas Brasileiras S. para ressarcimento de custos via Encargo de Serviço do Sistema . a ser aplicado a partir do Programa Mensal de Operação PMO de 17 de dezembro de 2011.322 . 53. 56. celebrado entre a CERON e a Eletrogóes.Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários . da quinta parcela do montante relativo ao ressarcimento financeiro à Empresa Metropolitana de Água e Energia .PMO de dezembro de 2011. desde o início do suprimento. para fins de sub-rogação. Despacho nº 4517 de 24/11/2011 publicado em 25/11/2011 Conhece e concede provimento à solicitação da Eletrobrás Termonuclear S.CVU's das usinas relacionadas. 54. Despacho nº 4820 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza o pagamento. 55. no rio Pardo Grande.PROINFA. Despacho nº 4855 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Aprova a aplicação dos Custos Variáveis Unitários .

Inclui o art. de que trata o item I do Anexo da Resolução Normativa ANEEL 270 de 26. 2.A .SIN.2010. 5. Despacho nº 4916 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Nega o pleito da Hidroelétrica Ângelo Cassol Ltda de enquadramento na sub-rogação dos benefícios do rateio da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .0 dos Módulos 2. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE TRANSMISSÃO Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 64 Resoluções Homologatórias 4 Despachos 37 Total 112 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1.2010. Resolução Normativa nº 443 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Estabelece na forma desta resolução.04. 9. 3º da REN ANEEL 068 de 8. da Resolução Normativa ANEEL 399 de 13. Despacho nº 4988 de 29/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova a Carta Compromisso.62. que estabelece o adicional a ser aplicado sobre os valores das parcelas da receita anual permitida dos empreendimentos de energia elétrica integrantes da rede básica. o parág. 2º.SIN oferta de combustível compatível com a capacidade de geração simultânea das usinas termelétricas citadas. 1º e 8º. entre a ANEEL e a Petróleo Brasileiro S. 4º e ao parág 1º do art. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS Pág. altera os parág. Altera a ementa. 6.06. para o segundo ano da metodologia da Parcela Variável. 13 e 22. os arts.2004.2002. Resolução Normativa nº 461 de 09/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova a revisão 2. e inclui o art.2003. 6. 2005.4º-B. com o objetivo de proporcionar ao Sistema Interligado Nacional . 12. 4.2007. Resolução Normativa nº 441 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Prorroga o prazo.06. 13. 3º-A. Resolução Normativa nº 434 de 19/04/2011 publicado em 27/04/2011 Revoga a Resolução 798 de 26. 2º e 4º do art. conforme anexo.06. Resolução Normativa nº 442 de 26/07/2011 publicado em 05/08/2011 Regulamenta as disposições relativas às instalações de transmissão de energia elétrica destinadas a interligações internacionais que se conectam a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .323 .Petrobrás.2004.05. da REN ANEEL 265 de 10.CCC. para a utilização dos Fatores Multiplicadores para Desligamentos Programados (Kp) e para Outros Desligamentos (Ko). 18 da REN 399 de 13. 63. Resolução Normativa nº 454 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Estabelece os critérios e condições para entrada em operação comercial de reforços e ampliações de instalações de transmissão a serem integrados ao SIN. 3º e 4º. a distinção entre melhorias e reforços em instalações de transmissão sob responsabilidade de concessionária de transmissão. bem como revoga a REN ANEEL 158 de 23. 5º da REN 067 de 08. 3. parág.12.04.Inclui no art. 7. dá nova redação ao inciso II do art.06. 21-A. 23 e 26 dos Procedimentos de Rede. referente à Pequena Central Hidrelétrica Ângelo Cassol. Resolução Normativa nº 429 de 15/03/2011 publicado em 23/03/2011 Altera a redação dos arts.

08.069 de 01.2008. Resolução Autorizativa nº 2855 de 12/04/2011 publicado em 27/04/2011 Pág. 9. integrantes da Rede Básica e das demais instalações de transmissão. Resolução Autorizativa nº 2837 de 29/03/2011 publicado em 06/04/2011 Aprova o Plano de Modernização de Instalações de Interesse Sistêmico .270 de 08.2008. que autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.2013.ELETRONORTE. 1. de 02. 1.1. Resolução Autorizativa nº 2751 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. a implantar reforços na Subestação Foz do Iguaçú. 2. 5.06. Resolução Autorizativa nº 2717 de 18/01/2011 publicado em 04/02/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 959 de 19. 8.08. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2008. que autoriza à FURNAS Centrais Elétricas S.A .376 de 04. publicada em 31/01/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida.2010. Resolução Autorizativa nº 2835 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Altera a alínea "a". 7. 1.2007.322 de 15.CTEEP.02.A . 1. bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 11.CTEEP.938. 1º e o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 1. 2.523 de 26.814 de 17. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.04. que autoriza à Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.734 de 16. 6.PMIS 2010 . Resolução Autorizativa nº 2737.2009.GT. Resolução Autorizativa nº 2753 de 01/02/2011 publicada em 07/02/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . e autoriza as concessionárias de serviço público de transmissão de energia elétrica a implantarem reforços em instalações de transmissão. 4.A. Resolução Autorizativa nº 2823 de 22/03/2011 publicado em 30/03/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . 3.2009 e 2. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .2009. Resolução Autorizativa nº 2784 de 22/02/2011 publicado em 03/03/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. Resolução Autorizativa nº 2752 de 25/01/2011 publicada em 07/02/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. de 25/01/2011.CHESF. art.2009. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.COPEL . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2756 de 01/02/2011 publicado em 09/02/2011 Autoriza a Copel Geração de Transmissão S.A a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. inciso II.040 de 11.2010.09.06.02.12. 10.A.05.324 . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.

COPEL-GT. Resolução Autorizativa nº 2860 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. Resolução Autorizativa nº 2920 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica S. Resolução Autorizativa nº 2946 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Autoriza a TAESA Transmissora Aliança de Energia Elétrica S. propostos nos documentos Consolidação de Obras de Rede Básica e Consolidação de Obras das Demais Instalações de Transmissão.2010. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 15. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 19.626. bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 14. 12. Resolução Autorizativa nº 2955 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Pág. de 30. bem como estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida.325 .REIDI. Resolução Autorizativa nº 2919 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Autoriza a Companhia Transmissão de energia Elétrica Paulista .CTEEP. Resolução Autorizativa nº 2921 de 31/05/2011 publicado em 06/06/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL e respectivas Receitas Anuais Permitidas . a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2891 de 17/05/2011 publicado em 24/05/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .ELETRONORTE. que estabelece o valor das parcelas da Receita Anual Permitida referente à adequação dos controles do compensador estático da subestação Bom Jesus da Lapa II. 17. 20. 21.11. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.Altera o anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. Resolução Autorizativa nº 2910 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . conforme os Anexos I e II. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A .RAP.CHESF. Resolução Autorizativa nº 2911 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.AFLUENTE. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. apresentados no anexo I desta resolução. 16.A.A . 13. 18.CTEEP. de reforços autorizados às concessionárias de transmissão de energia elétrica. a implantar reforços na Rede Básica e nas demais instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2879 de 17/05/2011 publicado em 20/05/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S.

e o item II. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. passa a vigorar conforme descrito no artigo 1º desta Resolução. Resolução Autorizativa nº 2999 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2.Retifica o item I.911 de 24.6 do Anexo II.326 .08. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.05.Copel Geração e Transmissão S. Resolução Autorizativa nº 2849 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Pág. do art. 27. 22. da Resolução Autorizativa ANEEL 1.A. que autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A .523 de 26.639 de 07. Resolução Autorizativa nº 2968 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .971 de 21.376 de 04.CELG . e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. da Resolução Autorizativa ANEEL 2. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 2969 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.A a implantar reforços em instalação de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3034 de 09/08/20111 publicado em 25/08/2011 Autoriza a Companhia Energética de Goiás . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2011.2006. 1º e substitui o Anexo I. a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. a implantar reforços nas instalações de transmissão.04. Resolução Autorizativa nº 3029 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a ATE II Transmissora de Energia S. Resolução Autorizativa nº 3009 de 05/07/2011 publicado em 20/07/2011 Altera a redação do parágrafo único do artigo 2º da Resolução Autorizativa 535 de 20. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.06. de modo que acrescenta a alínea "e" no inciso III e a alínea "K" no inciso IV.2010. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 2971 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a Evrecy Participações Ltda a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A .Eletronorte. 23.4 do Anexo I. 24. da Resolução Autorizativa 2.A .2010. Resolução Autorizativa nº 3086 de 30/08/2011 publicado em 09/09/2011 Retifica a redação. e altera a Resolução Autorizativa ANEEL 2. 28.2008. 26.2011. que autoriza à Evrecy Participações Ltda. 32.05. 31.CEMIG GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 29. Resolução Autorizativa nº 3028 de 09/08/2011 publicado em 15/08/2011 Autoriza a Companhia Paranaense de Energia . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.12. Resolução Autorizativa nº 2970 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Autoriza a CEMIG Geração e Transmissão S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 30.RAP. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida . 25.CHESF a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.GT a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.

A.911 de 24. na Subestação Sinop. Resolução Autorizativa nº 3181 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Pág. conforme os Anexos I e II. a implantar reforços nas instalações de transmissão. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A. Resolução Autorizativa nº 3170 de 25/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S.Eletrosul. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura .327 . a implantar reforços nas instalações de transmissão. Resolução Autorizativa nº 3102 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3103 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Autoriza a Autoriza a Manaus Transmissora de Energia S.4 do Anexo I da Resolução Autorizativa 2.CTEEP. 35. 1º da Resolução Autorizativa 2. conforme os Anexos I e II. que autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A .REIDI.05. 33. Resolução Autorizativa nº 3178 de 01/11/2011 publicado em 08/11/2011 Autoriza a FURNAS Centrais Elétricas S.CEEE .A . 34. 42. Resolução Autorizativa nº 3161 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S.2010. 39. Resolução Autorizativa nº 3160 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Autoriza a Companhia Hidroelétrica do São Francisco . referente à quota anual da Reserva Global de Reversão . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A .GT. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3159 de 18/10/2011 publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .Altera a redação do item 1.RGR.12. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Grajaú. 36. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das correspondentes parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.651 de 14. 40. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. e aplica sobre estes valores o percentual.CHESF.REIDI.ELETRONORTE. 41. Resolução Autorizativa nº 3150 de 11/10/2011 publicado em 21/10/2011 Retifica a alínea "a" no inciso I do art. a implantar reforços nas instalações de transmissão. 38.2011. bem como substitui o Anexo I da Resolução já citada pelo anexo I da presente Resolução. Resolução Autorizativa nº 3139 de 2709/2011 publicado em 05/10/2011 Estabelece os valores das parcelas da receita anual permitida.MTE a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 37. referentes aos custos de operação e manutenção de instalações de transmissão transferidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .

bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.173 de 17.328 .CHESF. a implantar reforços nas instalações de transmissão na Subestação Bandeirantes. 1º.2009.REIDI. Pág.CTEEP. bem como estabeleceu os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 44. e os Anexos I e II da REA ANEEL 2. a implantar reforços nas instalações de transmissão. 47.367 de 27. 1º e o altera o Anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. referente à quota anual da Reserva Global de Reversão . a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade.SLTE. 43. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.FURNAS a implantar reforços nas instalações de transmissão sob sua responsabilidade. 46.A . 50. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.12.Foz do Iguaçu Transmissora de Energia S. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . Resolução Autorizativa nº 3237 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . 45. 51.11. 49. e aplica sobre estes valores o percentual. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3179 de 01/11/2011 publicado em 17/11/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . bem como estabelecer os valores das parcelas da receita anual permitida.Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . que autoriza à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .CHESF. Resolução Autorizativa nº 3199 de 16/11/2011 publicado em 25/11/2011 Autoriza a Sete Lagoas Transmissora de Energia Ltda . Resolução Autorizativa nº 3208 de 22/11/2011 publicado em 06/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.A. Resolução Autorizativa nº 3238 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Autoriza a ATE VII .04. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2010. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2010. na Subestação Pau Ferro.RGR.651 de 14. nas Subestações Santa Cabeça e Chavantes. a implantar reforços nas instalações de transmissão.CTEEP. conforme os Anexos I e II. a alínea "e" no Inciso VII do art. Resolução Autorizativa nº 3209 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Acrescenta alínea "d" no Inciso II.CTEEP. Resolução Autorizativa nº 3180 de 01/11/2011 publicado em 18/11/2011 Altera o anexo I da Resolução Autorizativa 2. 48. que autoriza Furnas Centrais Elétricas S. Resolução Autorizativa nº 3214 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco . bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.CHESF. Resolução Autorizativa nº 3215 de 29/11/2011 publicado em 13/12/2011 Altera os incisos XII e XIV do art.

e estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. Resolução Autorizativa nº 3216 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. Resolução Autorizativa nº 3230 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a SE Narandiba S.2009. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. 62.Eletronorte. a implantar reforços nas instalações de transmissão da Subestação de Pirineus e Itapaci.376 de 04.A .543 de 2010. Resolução Autorizativa nº 3233 de 06/12/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica .A . a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A. no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura . Resolução Autorizativa nº 3232 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Eletrosul Centrais Elétricas S.A .329 . que autoriza a Empresa Brasileira de Transmissão de Energia S. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2008. Resolução Autorizativa nº 3231 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S.2011.837 de 29. Resolução Autorizativa nº 3253 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Autoriza a Copel Geração e Transmissão S.COPEL . conforme os Anexos I e II. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. Resolução Autorizativa nº 3229 de 06/12/2011 publicado em 19/12/2011 Retifica as Resoluções Autorizativas ANEEL 1. autoriza a Porto Primavera Transmissora de Energia S. Resolução Autorizativa nº 3218 de 29/11/2011 publicado em 19/12/2011 Autoriza a Furnas Centrais Elétricas S. 1º e o Anexo I da Resolução Autorizativa 2. 2. 58. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A .814 de 17.A.06.08. Resolução Autorizativa nº 3217 de 29/11/2011 publicado em 20/12/2011 Autoriza a CELG Geração e Transmissão S. 59. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.040 de 11.2009. 53. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida 61.A a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A. Resolução Autorizativa nº 3252 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Pág. II do art. 54. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida.2010 e 2.CEEE GT . 63. 56.GT.523.52.03. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.REIDI.2011.05. 1.02. 55. Resolução Autorizativa nº 3219 de 29/11/2011 publicado em 07/12/2011 Altera os incisos I.A. 2. Resolução Autorizativa nº 3250 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Retifica a Resolução Autorizativa ANEEL 2.EBTE a transferir ativo para a Porto Primavera Transmissora de Energia S.FURNAS. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade. de 26. 57. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.PPTE.A . integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional.970 de 21.08. 60.

Resolução Autorizativa nº 3251 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .2007.A. nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S. Despacho nº 1133 de 15/03/2011 publicado em 28/03/2011 Conhece e.022 de 29.COPEL-GT. Pág.06. Resolução Homologatória nº 1171 de 28/06/2011 publicado em 01/07/2011 Estabelece as receitas anuais permitidas para as concessionárias de transmissão de energia elétrica.06. Resolução Homologatória nº 1150 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Estabelece o adicional referente ao reflexo da prorrogação da cota anual de Reserva Global de Reversão RGR. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.A . 2. e das demais instalações de transmissão. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. pela disponibilização das instalações de transmissão.CTEEP.11. na data-base de 01.A . Despacho nº 766 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Indefere o pleito da Rima Industrial S. com receita anual adicional. negando os demais pleitos. fixa a tarifa de transporte da energia elétrica proveniente de Itaipu Binacional e estabelece o valor dos encargos de uso aplicáveis às concessionárias de distribuição de que trata a Resolução Normativa ANEEL 349 de 13.06.TUST-FR de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional estabelecidas no Anexo V da Resolução Homologatória ANEEL 1.173 de 28.069 de 01. bem como estabelece os valores das parcelas da Receita Anual Permitida. componentes do Sistema Interligado Nacional. a ser aplicado sobre os valores da parcela da receita anual permitida (RAP).330 .2009. para o ponto de conexão em 88 kV da subestação Jandira. DESPACHOS 1. Resolução Homologatória nº 1241 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Altera o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão de Fronteira .TUST de energia elétrica.107 de 13. decorrente das licitações das instalações de transmissão de energia elétrica. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . Despacho nº 1353 de 25/03/2011 publicado em 28/03/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . 3.TUST da Usina Termelétrica do Atlântico.022 de 29. de reclassificação do âmbito de acesso para a Rede Básica e regularização retroativa dos encargos de uso do sistema.01. integrantes da rede básica.09.2011.2009.A. Despacho nº 193 de 25/01/2011 publicado em 07/02/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Furnas Centrais Elétricas S. Resolução Homologatória nº 1173 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Estabelece o valor das Tarifas de Uso do Sistema de Transmissão .2010. 3.2010. e mantém a Resolução Autorizativa ANEEL 1.MUST contratado por meio do CUST 038/2010 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. no mérito. 4.01. 64. 2.Autoriza a Copel Geração e Transmissão S. a implantar reforços em instalações de transmissão sob sua responsabilidade.2009. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2. e revoga a Resolução Homologatória ANEEL 1.FURNAS. 4.

Despacho nº 1270 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto por Furnas Centrais Elétricas S.2008.A.12.01.938 de 15.2009. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão .022 de 29.2010.Ko de 150.650 de 14.06.5. da Usina Termelétrica Porto do Itaqui.06. Despacho nº 2222 de 27/05/2011 publicado em 30/05/2011 Pág. mantendo na íntegra o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2010 de 14. a qual autorizou a referida concessionária a implantar reforços na Subestação Tijuco Preto.A. a preços de julho de 2010.2010. referentes à implantação de reforços nas instalações de transmissão de energia elétrica.MUST contratado por meio do CUST 014/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.A . integrantes da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 14. 11. nos termos da Resolução Homologatória ANEEL 549 de 2007. 10. para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012.2010. objeto da Resolução Autorizativa ANEEL 2. passa a vigorar conforme descrito no Anexo deste Despacho.2010. Despacho nº 1935 de 06/05/2011 publicado em 09/05/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . para a Usina Hidrelétrica Estreito. 9. Despacho nº 1457 de 04/05/2011 publicado em 05/04/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . 6. Padrão de Duração de Desligamento Programado de 125 horas por ano.TUST da Usina Termelétrica Eldorado. Despacho nº 1676 de 19/04/2011 publicado em 26/04/2011 Conhece e nega provimento ao recurso interposto pela Furnas Centrais Elétricas S.12. Despacho nº 1837 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Altera o cronograma e o prazo final para execução dos empreendimentos. 12.651 de 14. e aprova o valor adicional de Receita Anual Permitida. 8. Despacho nº 1774 de 26/04/2011 publicado em 03/05/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão .COPEL-GT.SIN. bem como para as conversoras de Garabi equiparadas aplicar o fator multiplicador para Outros Desligamentos . Despacho nº 2108 de 18/05/2011 publicado em 19/05/2011 Altera o Anexo I da Resolução Homologatória ANEEL 758 de 06.MUST. referenciados ao Ano 2 da metodologia que consta da REN ANEEL 270 de 2007.07. mediante retificação do anexo I da Resolução Autorizativa ANEEL 2. contratados por meio do CUST 045/2010 e TUST estabelecida na base de dados. Padrão de Duração de Outros Desligamentos de 22 horas por ano e o Padrão de Frequência de Outros Desligamentos de 2 ocorrências por ano.331 . e aprova a retificação da referida Resolução para constar o novo valor da Receita Anual Permitida referente aos reforços nas subestações listadas.Kp de 10. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 1. 13. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . Despacho nº 1394 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e concede provimento ao recurso interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Despacho nº 1543 de 18/04/2011 publicado em 20/04/2011 Determina que para as linhas de transmissão equiparadas aplicar os parâmetros estabelecidos às linhas de transmissão de 500 kV. autorizados à COPEL Geração e Transmissão S.TUST. 7.06.2009. fator multiplicador para Desligamento Programado .022 de 29. aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.TUST.

firmado entre a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco .173 de 28. Despacho nº 2875 de 12/07/2011 publicado em 20/07/2011 Nega provimento ao requerimento da UTE Norte Fluminense S.06. conforme condições detalhadas.2011.837 de 29.A Geranorte. 20. Despacho nº 2442 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Nega pedido formulado pela Centrais Elétricas da Paraíba S.332 . para os ciclos 2010-2011 e 2011-2012. para as Centrais Geradoras Eólicas Cerro Chato II e Cerro Chato III. contratados por meio do CUST 027/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1.06. deve ser acordado entre as partes. Despacho nº 3013 de 21/07/2011 publicado em 22/07/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica .CUST .A. 131 de 2002. 15. e nega os pedidos realizados em 18.A . em face da Resolução Autorizativa ANEEL 2.2007.TUST. contratados por meio do CUST 013/2011 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 23. Despacho nº 2319 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . Pág.06.2011.03. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . 17.06.n. de postergação de prazo determinado. Despacho nº 2440 de 07/06/2011 publicado em 16/06/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Geradora de Energia do Norte S.2010. 19.2011. sem que haja redistribuição a outros consumidores. de forma que o cálculo da TUST da Usina Termelétrica Nova Olinda continue sendo efetuado a cada ano sem os benefícios da estabilização definida na Resolução Homologatória ANEEL 474 de 05. para postergação da data de início de execução do CUST 019. Despacho nº 2152 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração formulado pela Cemig Geração e Transmissão S. da data inicial de uso do sistema de transmissão estabelecida pelo Contrato de Uso do Sistema de Transmissão . para a partir da data efetiva da entrada em operação comercial das usinas Termonordeste e Termoparaíba. da Usina Hidrelétrica Quirinóplis (carga). determinando ao Operador Nacional do Sistema Elétrico que celebre o correspondente Termo Aditivo.A.CCT 004 de 2005.2011 e 03. Despacho nº 2320 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Estabelece que o valor do ressarcimento relativo ao encerramento do Contrato de Conexão às Instalações de Transmissão . da Salobo Metais S. 22.RAP da transmissora deve ser reduzida no valor do encargo referente às instalações desativadas. por prejuízos advindos da mudança de local de instalação da Subestação Seccionadora Macaé. 16. implantada pela Termomacaé Ltda. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .TUST.MUST.EPASA.02. 21.2010.Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica .TUST.A para alteração do CUST 019 de 05.05.022 de 29. Despacho nº 2444 de 07/06/2011 publicado em 20/06/2011 Acolhe requerimento formulado pela Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica. de ressarcimento.CHESF e a Novelis do Brasil Ltda.MUST. postergando a data de início de execução do contrato.A. conforme descrito nas tabelas. 18. Despacho nº 2441 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Acata o pedido realizado pela Porto do Pecém Geração de Energia S. e a Receita Anual Permitida . de postergação do início de pagamento dos encargos de transmissão gerados pelo Contrato de Uso dos Sistemas de Transmissão CUST 034 de 2010.

contra a REA ANEEL 2.08.08.919 de 31. Despacho nº 3515 de 29/08/2011 publicado em 30/08/2011 Altera o ANEXO II da Resolução Homologatória 758 de 06. 008 e 009 de 2011 para as usinas eólicas Cerro Chato III. Despacho nº 3833 de 23/09/2011 publicado em 27/09/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . 26.06. Despacho nº 3343 de 16/08/2011 publicado em 24/08/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . 29.2010.TUST do ciclo 2011-2012.24.2011.A . bem como determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . respectivamente.05.CTEEP e a UMOE Bioenergy S. 30.2011. no mérito.A. para postergação da data de inicio de execução dos CUST 007. Despacho nº 3809 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista .533 de 31.CTEEP .MUST.CTEEP.CCEE contabilize as perdas associadas ao acesso da Klabin S.06.CCT 080 de 12. contratados por meio do CUST 119 de 2002 e TUST estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. nega provimento ao recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S.05.2011. 27.A. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão .2009. 33. a qual deverá ser implementada mediante aditamento ao Contrato de Uso do Sistema de Transmissão-CUST n. Despacho nº 3503 de 26/08/2011 publicado em 29/08/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica e Rede Básica de Fronteira .A. celebrado entre a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista . II e I. que passa a vigorar conforme descrito no ANEXO deste despacho. 35/11 de modo a refletir a conexão na SE Figueira. 31.01.2011 25. em face da Resolução Autorizativa ANEEL 3.333 . Despacho nº 3636 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega provimento aos pleitos apresentados pela Usina Eólica Cerro Chato S. Despacho nº 3951 de 04/10/2011 publicado em 13/10/2011 Conhece e. da Berneck S.2011.910 de 24. com interveniência do Operador Nacional do Sistema Elétrico . da ELEKTRO. Despacho nº 3706 de 13/09/2011 publicado em 21/09/2011 Autoriza a alteração temporária do ponto de acesso à Rede Básica pelo consumidor livre Klabin S. conta a Resolução Autorizativa ANEEL 2. face à Resolução Autorizativa ANEEL 2. 32.TUST.MUST.028 de 03.173 de 28.A Painéis e Cerrados.A.ONS. Despacho nº 4482 de 21/11/2011 publicado em 22/11/2011 Declara nulo o Contrato de Conexão a Instalações de Transmissão . Pág.2011. Despacho nº 3952 de 04/10/2011 publicado em 10/10/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Norte do Brasil S. 28. contratados por meio do CUST 033/2011 estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. aprovando a retificação da referida resolução para alterar o valor da parcela de RAP que consta no anexo I.A.05.Eletronorte.173 de 28.

será devido o preço de acesso. Despacho nº 4582 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão . instalações de transmissão também em teste. com Montante de Uso do Sistema de Transmissão . Resolução Normativa nº 439 de 28/06/2011.MUST contratado por meio do CUST 049/2011 e TUST aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. Resolução Normativa nº 432 de 05/04/2011. para a realização de seus testes. Despacho nº 4824 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Resolve declarar as seguintes hipóteses: de a unidade geradora estar em operação em teste sem utilizar o sistema de transmissão. de a unidade geradora estar em operação em teste utilizando-se do sistema de transmissão. publicada em 04/07/2011 Aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional da Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição aplicável às centrais geradoras – TUSDg conectadas no nível de tensão de 138 kV ou 88 kV. com Montantes de Uso do Sistema de Transmissão . 2. publicada em 12/04/2011 Aprova a revisão 3 do Módulo 3.334 .06.TUST da Usina Termelétrica Costa Rica. da Nardini Agroindustrial Ltda. Resolução Normativa nº 465 de 22/11/2011 publicado em 01/12/2011 Pág. acesso ao sistema de distribuição. Despacho nº 4829 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela ATE II Transmissora de Energia S. 35. dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . 36.173 de 28.34.MUST. a circunstância de determinado agente fazer uso do sistema de transmissão por meio de conexão provisória não conduz a que ele esteja isento do dever de pagamento por esse uso.029 de 09.CUST 035 de 2009. independentemente de quais sejam as instalações de conexão utilizadas.2011. estabelecida na base de dados aprovada na Resolução Homologatória ANEEL 1. 4. de a unidade geradora utilizar.2011. Despacho nº 4762 de 08/12/2011 publicado em 12/12/2011 Informa a Tarifa de Uso do Sistema de Transmissão da Rede Básica . 3. contratados por meio do Contrato de Uso do Sistema de Transmissão . publicado em 06/09/2011 Aprova a revisão dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional PRODIST.06.2011. não será devido o preço de acesso ao sistema de transmissão. e o montante devido em razão do uso do sistema de transmissão durante os períodos de operação em teste ou operação comercial de unidades geradoras deve ser calculado em base mensal. não será devido preço de acesso ao sistema de transmissão. Resolução Normativa nº 444 de 30/08/2011.173 de 28.TUST.08.A em face da Resolução Autorizativa SRT/ANEEL 3. e não em base diária ou horária. REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE DISTRIBUIÇÃO Resoluções Normativas 5 Resoluções Autorizativas 20 Resoluções Homologatórias 2 Despachos 11 Total 38 Consolidado RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. 37. do ciclo 2011-2012.PRODIST.

Resolução Autorizativa nº 3037 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia . Resolução Normativa nº 469 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Aprova a Revisão 4 dos Módulos 1 e 8 e a Revisão 5 do Módulo 6 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional – PRODIST RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. 4.CRERAL. Resolução Autorizativa nº 3041 de 16/08/2011.Aprova a Revisão 3 do Módulo 2. 3.CERTEL. Resolução Autorizativa nº 3043 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai . 7.12. Resolução Autorizativa nº 3035 de 16/08/2011. 8.335 . 5.CERGAPA. Resolução Autorizativa nº 3036 de 16/08/2011.PRODIST.CRELUZ. 9. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste . publicada em 25/08/2011 Pág. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará . Resolução Autorizativa nº 3040 DE 16/08/2011 PUBLICADO EM 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Energia Treviso CERTREL. Resolução Autorizativa nº 3038 de 16/08/2011.COOPERLUZ. 5. 4º da Resolução Normativa ANEEL 395 de 15. 10. 2.CERILUZ. Resolução Autorizativa nº 3045 de 16/08/2011. Resolução Autorizativa nº 3042 de 16/08/2011. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Fumacense de Eletricidade – CERMOFUL. 6. Resolução Autorizativa nº 3044 de 16/08/2011.2009. a Revisão 4 do Módulo 6 e a Revisão 2 do Módulo 7 dos Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Coprel Cooperativa de Energia COPREL. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição de Energia Teutônia . publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Energética Cocal COOPERCOCAL. Resolução Autorizativa nº 3039 de 16/08/2011 publicado em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda . 11. bem como altera art.

da Companhia Energética do Ceará . publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. publicada em 25/08/2011 Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Eletricidade Praia Grande . 12. no Estado da Bahia. Resolução Autorizativa nº 3245 de 13/12/2011 publicado em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . Resolução Autorizativa nº 3244 de 13/12/2011. publicada em 23/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.A .FEC.ELEKTRO. 19. Resolução Autorizativa nº 3079 de 30/08/2011. publicada em 30/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. Resolução Autorizativa nº 3248 de 13/12/2011 publicada em 26/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica. da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . 20. para o ano de 2012. para o ano de 2012.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . 17. 13.A ELETROPAULO.FEC. 16. para os conjuntos de unidades consumidoras da área de concessão da Elektro Eletricidade e Serviços S/A . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Pág. 15. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . da Companhia de Eletricidade do Amapá .DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora . para o ano de 2012. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .CPFL Piratininga.336 . nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . Resolução Autorizativa nº 3046 de 16/08/2011.Coelba a implantar projeto piloto de geração solar fotovoltaica no Estádio de Futebol Governador Professor Roberto Santos. para o ano de 2012. Companhia Piratininga de Força e Luz .FEC. publicada em 29/12/2011 Estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.FEC. Resolução Autorizativa nº 3249 de 13/12/2011 publicada em 23/12/2011 Autoriza a criação dos conjuntos de unidades consumidoras e estabelece os limites de continuidade dos serviços de distribuição de energia elétrica.CEA. da Bandeirante Energia S.CEPRAG.FEC. para o ano de 2012.FEC. Resolução Autorizativa nº 3246 de 13/12/2011. Resolução Autorizativa nº 3247 de 13/12/2011.COELCE. nos seus aspectos de Duração Equivalente de Interrrupção por Unidade Consumidora .CERMISSÕES. para o período de 2012 a 2016. Resolução Autorizativa nº 3266 de 20/12/2011. 18. publicada em 12/09/2011 Autoriza a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia .Autoriza a criação do conjunto de unidades consumidoras denominado Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das MIssões . 14.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .

6. 5.2010.12. que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .FEC.12. sob sua inteira responsabilidade financeira.5 kV na SE da Pequena Central Hidrelétrica Faxinal II. que fixou novos parâmetros de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .EAPSA instale.2010. bem como fixa prazo para a entrega do novo Parecer ao acessante.ESBR. 4. A . face a Resolução Autorizativa ANEEL 2. de tal forma a considerar a conexão dessa central no alimentador API07 da SE Apiaí. publicada em 01/07/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . publicado em 05/08/2011 Pág. incorporando.12. Despacho nº 3159 de 04/08/2011. indefere o pedido de reconsideração interposto pela Centrais Elétricas do Pará CELPA. (RO). 8.2011. no mínimo.TUSDg. no mérito.672 de 17.2010. no município de Porto Velho. Despacho nº 2697 de 28/06/2011. Despacho nº 1131 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .A . Resolução Homologatória nº 1172 de 28/06/2011.Unidade Consumidora .TUSDg aplicáveis às centrais geradoras conectadas nos níveis de tensão 88kV ou 138kV.337 . contra a Resolução Autorizativa ANEEL 2.CERON assuma os serviços de distribuição de energia elétrica da localidade Nova Mutum Rondônia.A .LIGHT.06.FEC. Despacho nº 1132 de 15/03/2011 publicado em 22/03/2011 Conhece e. Resolução Homologatória nº 1197 de 23/08/2011 publicada em 31/08/2011 Homologa as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . Despacho nº 1404 de 30/03/2011. Despacho nº 1260 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e indefere o pedido de reconsideração impetrado pela Light Serviços e Eletricidade S. nega provimento ao recurso interposto pela Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins . 5 MVA. contra Resolução Autorizativa ANEEL 2.2010.DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora . para os períodos de referência 2009/2010 e 2010/2011 aplicáveis às centrais geradoras alcançadas pelo aprimoramento dos critérios para o cálculo locacional instituído pela Resolução Normativa 439 de 28. publicado em 31/03/2011 Determina que a Eletrobrás Distribuição Rondônia . DESPACHOS 1.DEC e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .DEC e Freqüência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora .CELTINS.8 kV e 34. 2.664 de 17. no mérito. os ativos necessários a essa função.12. face a Resolução Autorizativa ANEEL 2. providencie a reformulação do Parecer de Acesso para a Central Geradora Hidrelétrica Apiaí. transformador de. entre as barras de 13. pertencentes à Energia Sustentável do Brasil S. Despacho nº 779 de 23/02/2011. 7. publicado em 24/02/2011 Determina que a Energética Águas da Pedra S.694 de 17.CELPA.A . sem ônus. bem como fixa prazo para a referida instalação. Despacho nº 640 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e. Centrais Elétricas do Pará . para o ano de 2012.CEEE-D.FEC. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. 2.ELEKTRO.662 de 17. 3. relativas ao ciclo tarifário 2011/2012. publicado em 29/06/2011 Determina que a Elektro Eletricidade e Serviços S.

nos termos do art. excepcionalmente. publicado em 08/08/2011 Autoriza as concessionárias CELG Distribuição S. o pedido de flexilização do prazo para regularização dos níveis de tensão. 11. a fiscalizar e acompanhar as obras da Copa do Mundo de 2014. Pág. 9. Despacho nº 3168 de 05/08/2011. publicado em 26/10/2011 Autoriza a Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade . conforme previsto no módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição PRODIST. apontadas como prioritárias pelas distribuidoras. A .AES SUL. 34 do Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infraestrutura entre os Setores de Energia Elétrica.COELCE.CEMIG e Centrais Elétricas Matogrossenses S. desde que os referidos contratos sejam configurados para atendimento a situações de emergência e que o faturamento do encargo de uso desse sistema relativo aos mencionados contratos considere o maior valor de demanda medida a cada ciclo de faturamento e ocorra apenas nos ciclos em que se verificar efetiva utilização do sistema de distribuição. Contratos de Uso do Sistema de Distribuição referentes aos pontos de fronteira nas localidades de Formoso e Aragarças com Montante de Uso do Sistema de Distribuição contratado nulo. 10.CEMAT a celebrar.A . Despacho nº 4106 de 18/10/2011.Homologa a revisão do Plano de ocupação de infraestrutura. CEMIG Distribuição S. da Companhia Energética do Ceará .A . Despacho nº 3525 de 06/09/2011 publicado em 21/09/2011 Nega à AES-SUL Distribuidora Gaúcha de Energia .338 .SFE. Telecomunicações e Petróleo.CELG D.

III e IV do art.2010. no Estado de Minas Gerais.09.09. Resolução Autorizativa nº 3014 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art. 221 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. de 02. incisos I e II. 148. 110 da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. Resolução Normativa nº 431 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera os arts.SIN.2009. para fins de acesso de consumidor livre à Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .05. organização e funcionamento dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica. Resolução Normativa nº 436 de 24/05/2011 publicado em 01/06/2011 Prorroga os prazos estabelecidos no art.REGULAÇÃO TÉCNICA DE PADRÕES DE SERVIÇOS DE COMERCIALIZAÇÃO Resoluções Normativas Consolidado 6 Resoluções Autorizativas 4 Resoluções Homologatórias 0 Despachos 30 Total 40 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. por conter incorreções no original publicado. 221.339 . Resolução Normativa nº 448 de 06/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera a redação dos incisos II a V e insere o inciso VI no art. 4º-A e o inciso IV no art. 218. 224 da Resolução Normativa 414 de 09.06. 2º do art.822 de 03. bem como exclui os incisos II.2010.07.2010. 6º. parág.2010.09. e de um barramento de 230 kV na Subestação Conceição. da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. no município de Itabira. v. a implementação do seccionamento da Linha de Transmissão Itabira 2 . n. 2º da REN ANEEL 414 de 09. seção 1. 7º da Resolução Autorizativa ANEEL 2. no âmbito das concessionárias do serviço público de distribuição de energia elétrica.2010.2000.09. 2. p. Resolução Normativa nº 449 de 20/09/2011 publicado em 27/09/2011 Altera a redação do parág. 105. Resolução Normativa nº 451 de 27/09/2011 publicado em 03/10/2011 Estabelece as condições gerais para a criação. Resolução Autorizativa nº 3013 de 19/07/2011 publicado em 27/07/2011 Altera a redação do art. em 230 kV. 3º do art. Resolução Autorizativa nº 3021 de 26/07/2011 publicado em 08/08/2011 Autoriza.2011. Resolução Autorizativa nº 3226 de 06/12/2011 publicado em 15/12/2011 Pág. 4.O.2009 3. 155. 5º e inclui o art.2010.A.03. de um trecho de linha de transmissão em 230 kV.Taquaril. 2. 6. Republicação no D. 5º. 6º. da Resolução Autorizativa ANEEL 1.09. 6º. RESOLUÇÕES AUTORIZATIVAS 1. do inciso III e insere o inciso IV no art. e revoga a Resolução Normativa ANEEL 407 de 27. inciso II e no art.11. 4º do art.da Subestação Chaveadora Itabira 4.150 de 04. 5. e revoga a Resolução ANEEL 138 de 10. em favor da Vale S. 4. 9º e o parág. Resolução Normativa nº 426 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Prorroga os prazos estabelecidos nos incisos I e II do art. 146 e 223 e revoga o parág. 3.

maio. referentes às diferenças mensais de receita. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. junho. agosto. 3. referentes aos meses de março. outubro e novembro de 2010. 4. referentes aos meses de março. setembro. Despacho nº 107 de 17/01/2011 publicado em 18/01/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. Despacho nº 4104 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Publica. referentes aos meses de outubro. para o atendimento de comunidades isoladas na Reserva Extrativista Verde para Sempre. setembro. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. outubro e novembro de 2010. para fins de controle e acompanhamento. referentes às diferenças mensais de receita. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. relativos às perdas e ganhos. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. Despacho nº 1051 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. 2. relativos às perdas. 6.CELPA. DESPACHOS 1. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. novembro e dezembro de 2010. junho. outubro.Autoriza a Centrais Elétricas do Pará S. julho. relativos às perdas mensais de receita. julho. Despacho nº 1442 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Pág. novembro e dezembro de 2010 e janeiro de 2011. referentes às diferenças mensais de receita. referente aos meses de fevereiro. relativos às perdas e ganhos. referentes aos meses de março. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. relativos às perdas e ganhos. julho. 5. abril. abril. no Estado do Pará. setembro. Despacho nº 913 de 28/02/2011 publicado em 01/03/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. Despacho nº 245 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referente aos meses de março. para fins de controle e acompanhamento. setembro. 9. referentes às diferenças mensais de receita. referentes ao mês de dezembro de 2010. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.340 .A . em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes aos meses de outubro de 2010 e novembro de 2010. 8. setembro e outubro de 2010. a implantar projeto-piloto. relativos às perdas e ganhos. Despacho nº 244 de 31/01/2011 publicado em 01/02/2011 Publica. outubro. abril. agosto. no município de Porto Moz. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 7. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. março. referentes às diferenças mensais de receita. maio. Despacho nº 1441 de 31/03/2011 publicado em 01/04/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. Despacho nº 4103 de 30/12/2010 publicado em 03/01/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. agosto.

os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. referentes aos meses de abril e novembro de 2010 e março de 2011. março e dezembro de 2010 e de janeiro.341 . para fins de controle e acompanhamento. fevereiro e março de 2011. referentes às diferenças mensais de receita. Despacho nº 3101 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Pág. Despacho nº 2728 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. referentes aos meses de janeiro. referentes aos meses de março de 2009. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. relativos às perdas mensais de receita. referente ao período de 2009 . novembro e dezembro de 2010 e de fevereiro. relativos às perdas e ganhos. fevereiro. 13. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. setembro e outubro de 2010 e de maio de 2011. março e abril de 2011. referentes ao mês de abril de 2011. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 2301 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. Despacho nº 2300 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Publica. Despacho nº 2509 de 13/06/2011 publicado em 14/06/2011 Homologa o valor apresentado pela concessionária. para fins de controle e acompanhamento. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda.Publica. 10. relativos às perdas e ganhos. os valores apurados pelas concessionárias relacionadas. Despacho nº 2729 de 30/06/2011 publicado em 01/07/2011 Homologa. novembro e dezembro de 2010 e janeiro e fevereiro de 2011. julho. referentes aos meses de fevereiro. março e abril de 2011. setembro. de janeiro. março. Despacho nº 1844 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Publica. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. 16. 15. 14. maio. fevereiro. junho. 12. relativo à perda de receita. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. para fins de controle e acompanhamento. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. Despacho nº 2781 de 05/07/2011 publicado em 06/07/2011 Aprova a revisão do Plano de Universalização de Energia Elétrica da Eletrobrás Distribuição Rondônia. 18.2010. 17. referentes à diferença mensais de receita. abril. 11. fevereiro. os valores de apurados pelas concessionárias. referente aos meses de outubro. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. referentes aos meses de março. referentes aos meses de agosto. Despacho nº 1843 de 29/04/2011 publicado em 02/05/2011 Homologa. abril e maio de 2011. outubro. novembro e dezembro de 2010 e de janeiro.

maio e junho de 2011. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. junho. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. vedada. uma vez que o acesso e o uso dos sistemas de distribuição continuam sendo remunerados por tarifa. relativos às perdas e ganhos. fevereiro. Despacho nº 3102 de 29/07/2011 publicado em 01/08/2011 Publica para fins de controle e acompanhamento. 9. relativos às perdas e ganhos. abril. outubro. Despacho nº 3117 de 02/08/2011 publicado em 03/08/2011 Homologa o valor apurado pela concessionária Rio Grande de Energia S. 21. esgoto e saneamento que migraram ou vierem a migrar para o mercado livre. referentes aos meses de novembro e dezembro de 2010 e de janeiro.342 . maio.724 de 1968 se aplica sobre as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . referentes às diferenças mensais de receita. junho. Despacho nº 3517 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Publica. referentes ao mês de setembro de 2011. entretanto.A . novembro e dezembro de 2010 e de janeiro. a aplicação retroativa dessa interpretação em conformidade com a Lei n. 62. 26. referente às diferenças mensais de receita.Homologa os valores apresentados pelas concessionárias. relativo à perda.784 de 1999. os valores de diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. referentes aos meses de maio. junho e julho de 2011. fevereiro. relativos às perdas mensais de receita. 24. março. referente ao mês de junho de 2011. para fins de controle e acompanhamento. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes às diferenças mensais de receita. junho. junho e julho de 2011. julho e agosto de 2011. abril. Despacho nº 4242 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Pág. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. Despacho nº 4241 de 31/10/2011 publicado em 01/11/2011 Publica. 20. 20 do Decreto n. 23.RGE. Despacho nº 3518 de 31/08/2011 publicado em 01/09/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes aos meses de outubro de 2010 e de abril e junho de 2011. referentes aos meses de maio. 19. setembro. Despacho nº 3629 de 06/09/2011 publicado em 16/09/2011 Reconhece que o desconto previsto no art. Despacho nº 3922 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Publica. 27. Despacho nº 3921 de 30/09/2011 publicado em 03/10/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias. julho e agosto de 2011 25. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. para fins de controle e acompanhamento. março. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes aos meses de março. agosto. abril. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas. para fins de controle e acompanhamento.TUSD a que estão sujeitas às unidades consumidoras classificadas como serviço público de água. fevereiro. julho. referentes aos meses de dezembro de 2010 e de janeiro. 22. março. maio. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas.

2010.2011.04.06.921 de 30.01. referentes às diferenças mensais de receita. 1.2011.2011.2011. relativos às perdas e ganhos. 1. 28. 245 de 31.2011.101 29. referentes aos meses de agosto de 2010 e de janeiro.662 de 30.317 de 29.2010. referentes à diferença entre o faturamento que decorreria da aplicação dos critérios vigentes de classificação do consumidor baixa renda. 29.441 de 31. Pág.03. relativos às perdas e ganhos. junho.728 de 30. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. referentes às diferenças mensais de receita.08.02. referentes aos meses de agosto de 2010 a agosto de 2011.518 de 31. Despacho nº 4853 de 16/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores relativos às diferenças mensais das receitas já homologados pelos Despachos SRC/ANEEL 3. 2. 4.2011. para fins de controle e acompanhamento. apresentados no anexo I. Despacho nº 4605 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Homologa os valores apurados pelas concessionárias.103 de 30. 107 de 17. 2.03.2011.2011.05.2011.2011 e 3.11.10. julho. 1. setembro e outubro de 2011. Despacho nº 4604 de 30/11/2011 publicado em 01/12/2011 Publica.301 de 31. referentes aos meses de janeiro de 2010 e de julho.Homologa os valores apurados pelas concessionárias.07.343 .09.051 de 03. agosto. 913 de 28.2011. e os valores de diferença mensal de receita efetivamente solicitados pelas distribuidoras. 3. referentes aos meses de setembro e outubro de 2011.2011.509 de 13. 3. em virtude dos critérios de classificação de unidades consumidoras da subclasse residencial baixa renda. agosto e setembro de 2011. 3. os valores de apurados pelas concessionárias relacionadas.2010.12.843 de 29. 30.06.01. 2.

2008.08. 5. altera o Anexo I da Resolução Normativa ANEEL 435 de 24.PRORET.12. bem como revoga a Resolução Normativa ANEEL 342 de 02. Resolução Normativa nº 458 de 08/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprova o Submódulo 10. a título provisório. 6. bem como revoga a Resolução ANEEL 270 de 13. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes aos processos de revisão tarifária das concessionárias de distribuição de energia elétrica. os requisitos de informações e as obrigações periódicas concernentes ao processo de reajuste tarifário das distribuidoras e permissionárias de energia elétricas. Resolução Normativa nº 433 de 12/04/2011 publicado em 15/04/2011 Estabelece os procedimentos a serem adotados no terceiro ciclo de revisões tarifárias das concessionárias de distribuição de energia elétrica. Resolução Normativa nº 435 de 24/05/2011 publicado em 30/05/2011 Define a estrutura dos Procedimentos de Regulação Tarifária . bem como altera art.10. Alterar os artigos 1º. que aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 7º.2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 3º. 59 da Resolução Normativa 414 de 09. que consolida a regulamentação acerca dos processos tarifários.PRORET. 7.344 .2007.12. 2. que define a metodologia e os procedimentos gerais para realização do Terceiro Ciclo de Revisões Tarifárias Periódicas das Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica . 3.1 dos Procedimentos de Regulação Tarifária .PRORET.PRORET. que define a ordem. altera inciso II do art. Pág. Resolução Normativa nº 464 de 22/11/2011 publicado em 28/11//2011 Aprova o Módulo 7 dos Procedimentos de Regulação Tarifária . 8º e 10 da Resolução Normativa ANEEL 294 de 11. Resolução Normativa nº 463 de 22/11/2011 publicado em 01/12//2011 Altera o art.2006. as condições de realização. com redação dada pela Resolução Normativa ANEEL 338 de 25.2011.2011. que define a ordem. 1º da Resolução Normativa ANEEL 457 de 08.08. que trata da estrutura tarifária das concessionárias de distribuição.11. até a publicação das correspondentes metodologias aplicáveis.PRORET. 5º da Resolução Normativa ANEEL 077 de 18. as condições de realização. Resolução Normativa nº 457 de 08/11/2011 publicado em 11/11/2011 Aprova o Módulo 2 dos Procedimentos de Regulação Tarifária .2004.09.PRORET.2010.3CRTP.REGULAÇÃO ECONÔMICA DE TARIFAS Resoluções Normativas Consolidado 7 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 117 Despachos 59 Total 183 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. 4. Resolução Normativa nº 459 de 09/11/2011 publicado em 11/11//2011 Aprovar o Submódulo 10. bem como dá nova redação aos art.11.05. altera o parágrafo 21 do Anexo IV da Resolução Normativa 234 de 31. 1998.2008.

da Resolução Homologatória 1.CPFL Sul Paulista. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .105 de 01/02/2011 publicado em 07/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Distribuidora de Energia S.TFSEE.110 de 01/02/2011 publicado em 04/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.Paranapanema .CLFSC-GER 5. bem como homologa as tarifas de suprimento das distribuidoras Santa Cruz e Elektro para a CERIPA 10. Resolução Homologatória nº 1.108 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 1º. Resolução Homologatória nº 1.345 .TFSEE.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. .CERIPA.A.2010 9. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1.Avaré . 2. referentes à Companhia Luz e Força Santa Cruz .TFSEE. referentes à Empresa Luz e Força Santa Maria S. e fixa a receita anual das instalações de conexão.CPEE.107 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.12. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Itaí .106 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CPFL Jaguari 3. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. 7. .A .A. parágrafo único.TFSEE.101 de 17.TE entre a Espírito Santo Centrais Elétricas S. Resolução Homologatória nº 1. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CLFM 6.114 de 07/02/2011 publicado em 10/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .109 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.ESCELSA e a ELFSM. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Paulista de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.ELFSM. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .A.113 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Altera o art.TFSEE. referentes à Energisa Borborema .118 de 01/03/2011 publicado em 10/03/2011 Pág. 4. e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Santa Cruz Geração de Energia S. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CLFSC.TFSEE. referentes à Companhia Sul Paulista de Energia . – EBO. referentes à Companhia Luz e Força Mococa .111 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia Jaguari de Energia . 8.

04. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1119 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. a serem utilizados na definição da receita teto das licitações. e fixa os encargos setoriais. 14.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.121 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Homologa os valores dos serviços cobráveis previstos no art.2010. 13. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Resenda Ltda . referentes à CEMIG Distribuição S. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CEMIG-D.2010. estabelece a receita anual das instalações de conexão. 103. de 30 de março para 14 de agosto.2009. a serem realizadas no ano de 2011.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERES. Resolução Homologatória nº 1.2010. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . 18.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. da Resolução Normativa ANEEL 414 de 09. Resolução Homologatória nº 1.124 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.130 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Pág.125 de 29/03/2011 publicado em 30/03/2011 Altera a data de aniversário contratual da Empresa Força e Luz Urussunga . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S.EFLUL. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como a quota mensal da Reserva Global de Reversão .09.128 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. 12.127 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. para atender à condição de eficácia constante do art. 16.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . referentes à Cooperativa de Energia e Desenvolvimento Rurais de Fontoura Xavier Ltda – CERFOX.A. referentes à Empresa Força e Luz João Cesa Ltda – EFLJC.RGR. 102.TUSD. e prorroga a vigência das tarifas e da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE estabelecida pela Resolução Homologatória ANEEL 955 de 23. Resolução Homologatória nº 1122 de 22/03/2011 publicado em 01/04/2011 Revoga a Resolução Homologatória ANEEL 878 de 01.346 .AMPLA. de fornecimento de energia elétrica aos consumidores finais. 15. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. e homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Ampla para a CERES. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .120 de 15/03/2011 publicado em 17/03/2011 Homologa a estrutura ótima de capital e o custo de capital.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.ENF 11. para contratação das concessões para a prestação do serviço público de transmissão. conforme tabela anexa. ENERSUL.03. que homologa tarifas básicas de energia comprada. 19. fixada mediante o Despacho SFF/ANEEL 946 de 09. na modalidade de leilão público. e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . referentes à Ampla Energia e Serviços S.A .09. 17.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.TUSD da AMPLA para a Energisa Nova Friburgo .

as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à CEMAT . Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Pág.NOVA PALMA ENERGIA 25. Resolução Homologatória nº 1.347 .AES SUL. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. vinculadas aos montantes de energia e demanda de potência. 27.CERPRO. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de São José do Rio Preto . 26. Resolução Homologatória nº 1.139 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. e as concessionárias. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Paulista de Força e Luz . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A. estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica . 20.132 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .Distribuidora de Energia S. referentes à AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S.TFSEE.TFSEE referentes.TFSEE. 23. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista e CNEE para a CERRP. bem como as tarifas de suprimento para a distribuidora Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda . referentes à Usina Hidroelétrica Nova Palma Ltda .A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.135 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A e a Rio Grande Energia S. .RGE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.ESE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Centrais Elétricas Matogrossenses S. 22.CPFL Paulista.136 de 12/042011 publicado em 19/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Paulista para a CERPRO. 21. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CGTEE.A .137 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão.Nova Palma Energia.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição .131 de 05/042011 publicado em 08/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TUSD da Companhia Sul Sergipana de Eletricidade .TFSEE referentes à Energisa Sergipe .SULGIPE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CERRP.A. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S.TFSEE. 24. à Companhia Energética do Rio Grande do Norte COSERN. e homologa a Tarifa de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.134 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.133 de 12/042011 publicado em 15/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.

referentes à Cooperativa Regional de Energia Taquari Jacui .TFSEE.TE da Afluente Geração de Energia Elétrica S.04.143 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.COELBA.142 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão. 29. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Nacional de Energia Elétrica .28. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe Ltda . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. Pág.148 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Companhia Energética de Pernambuco. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e CEEE para a CERTAJA ENERGIA.348 . e homologa a Tarifa de Energia Elétrica .TFSEE.TFSEE. 35.CERTAJA ENERGIA. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TUSD.140 de 19/042011 publicado em 26/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .146 de 03/05/2011 publicado em 10/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A .TFSEE.TFSEE.CAIUÁ-D. 34. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 32. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Caiuá Distribuição de Energia S.145 de 03/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.AFLUENTE 31.TFSEE referentes à Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .144 de 26/042011 publicado em 29/04/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERCOS. referentes à Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema S. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . da Companhia Energética do Ceará . Resolução Homologatória nº 1.147 de 03/05/2011 publicado em 06/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . 33.A – EDEVP.141 de 19/042011 publicado em 20/04/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 968 de 18. .EEB. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.2010 30. Resolução Homologatória nº 1.CNEE.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Empresa Elétrica Bragantina S. referentes à CELPE . 36.A.COELCE.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Energisa Sergipe para a CERCOS.

TUSD. referentes à Copel Distribuição S. Resolução Homologatória nº 1. 40. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia Campolarguense de Energia – COCEL.CERNHE. 43.TFSEE.157 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.RBNI e Demais Instalações de Transmissão . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . . 44.Rio Grande Energia S.COPEL-DIS. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .159 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. 39. Resolução Homologatória nº 1.155 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.EMG.151 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Altera o reposicionamento tarifário a ser aplicado sobre a parcela de Rede Básica Novas Instalações . Resolução Homologatória nº 1.RCDM.ENF.TFSEE.160 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Pág.152 de 07/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa o resultado definitivo da segunda revisão periódica das receitas da Copel Geração e Transmissão S.149 de 10/05/2011 publicado em 09/05/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A. referentes à Energisa Nova Friburgo . referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte . das concessionárias de transmissão de energia elétrica listadas.349 . referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Teutônia . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.A.158 de 21/06/2011 publicado em 15/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . 46. 38. referentes à Energisa Minas Gerais S.A. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora AES Sul e RGE para a CERTEL ENERGIA. 42. Resolução Homologatória nº 1.COPEL GT. Resolução Homologatória nº 1.CERTEL ENERGIA.TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.154 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . referentes à RGE . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.A .TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE.37. 41. Resolução Homologatória nº 1. 45.TFSEE. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CNEE para a CERNHE. Resolução Homologatória nº 1.Distribuidora de Energia S. e atualiza a tarifa de energia relativa à geração distribuída da Zona da Mata Geração S.153 de 14/06/2011 publicado em 17/06/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .

as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.167 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.164 de 28/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. 48.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Departamento Municipal de Energia Ijuí .A.163 de 21/06/2011 publicado em 24/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Hidroelétrica Panambi S.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.COOPERLUZ. Marin & Cia. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. referentes à Coprel Cooperativa de Energia .RGE para a COOPERLUZ.TFSEE. 54.CRERAL.COPREL. 50. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.DEMEI. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Companhia Força e Luz do Oeste . referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia . e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CFLO. referentes à Cooperativa Regional de Eletrificação Rural do Alto Uruguai Ltda .TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .RGE para a COPREL. e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 47. referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Fronteira Noroeste Ltda .TFSEE.Eletrocar.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.A .166 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A . Resolução Homologatória nº 1.350 . 49.MUX-ENERGIA.TFSEE.RGE para a CRERAL.HIDROPAN. 55.165 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 53.RGE para a CRELUZ-D. . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.162 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.169 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Pág. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 51. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 52. referentes às Centrais Elétricas de Carazinho S. Ltda. e o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CRELUZ-D.168 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.161 de 21/06/2011 publicado em 29/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Muxfeldt.

58. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S.TFSEE.177 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda .170 de 28/06/2011 publicado em 30/06/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 57. Resolução Homologatória nº 1.A.A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. 63. 62.A .TUSD da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S. Resolução Homologatória nº 1. 60. referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região de Itapecerica da Serra .CERIS. 59. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Rio Grande Energia S. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .174 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TUSD.IENERGIA. referentes à CELESC-DIS . referentes à Cooperativa de Distribuição de Energia Elétrica de Arapoti .176 de 28/06/2011 publicado em 04/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.RGE e Demei para a CERILUZ.2010.178 de 05/07/2011 publicado em 11/07/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE.CERAL DIS. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.A . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Copel para a CERAL DIS.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 56.183 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Eletropaulo para a CERIS 61. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica . e homologa as tarifas de suprimento para a distribuidora Empresa Luz e Força Santa Maria S.A .Celesc Distribuição S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.351 . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .025 de 29. Resolução Homologatória nº 1.ELFSM.06. Pág. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocatins CELTINS. referentes à Cooperativa de Distribuição e Geração de Energia das Missões .184 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.ESCELSA. referentes à Espírito Santo Centrais Elétricas S.CERMISSÕES. referentes à Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica LTDA .RGE para a CERMISSÕES.185 de 02/08/2011 publicado em 05/08//2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERILUZ.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.Eletropaulo.A .

A. referentes à CEB Distribuição S. 69. referentes à Energisa Paraíba Distribuidora de Energia .190 de 16/08/2011 publicado em 23/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Companhia Energética do Piauí . 71. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 66. Resolução Homologatória nº 1.CEPISA.TFSEE. 70.TUSD. Resolução Homologatória nº 1. 72.186 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor da Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica .Força e Luz Coronel Vivida.TFSEE. da Centrais Elétricas do Pará S. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.194 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 73.035 de 03. Resolução Homologatória nº 1.A .TFSEE.TUSD. referentes à Cooperativa Aliança .189 de 09/08/2011 publicado em 12/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CEAL.CEB-DIS. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Companhia Energética de Alagoas . 68.TUSD. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.193 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.188 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . referentes à Companhia Energética do Maranhão .TFSEE.191 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . Pág. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .A .192 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de suprimento e de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .CEMAR. Resolução Homologatória nº 1.CELPA. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.Empresa Força e Luz Urussanga Ltda.352 . 67.08.TFSEE.187 de 02/08/2011 publicado em 05/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. referentes à EFLUL . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. referentes à FORCEL .195 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.2010. referentes à Jari Celulose S. Resolução Homologatória nº 1.64. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .COOPERALIANÇA. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.EPB.TFSEE. 65.TFSEE.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .

bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.353 . Resolução Homologatória nº 1.198 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 75. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .CEPRAG. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro e Bandeirante para a CEDRAP.TUSD.A . Resolução Homologatória nº 1.199 de 30/08/2011 publicado em 31/08/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.200 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CEJAMA.TFSEE referentes à Companhia Hidroelétrica São Patrício – CHESP. 81.CERAÇÁ.CEEE para a CEPRAG.204 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CELESC para a CERAÇÁ.08. Resolução Homologatória nº 1.A . 76.74. referentes à Cooperativa de Eletricidade Praia Grande . Resolução Homologatória nº 1. 77.A . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Jacinto Pinto .2010.TFSEE.ELEKTRO. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .196 de 23/08/2011 publicado em 26/08/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . bem como as tarifas de suprimento das Celesc Distribuição S. 80. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD. Resolução Homologatória nº 1. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.049 de 19.205 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Pág.TFSEE referentes à Cooperativa de Eletrificação da Região do Alto Paraíba – CEDRAP.A .202 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. da Elektro Eletricidade e Serviços S.203 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 82. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.CELESC para a CEJAMA. referentes à Cooperativa Distribuidora de Energia Vale do Araçá .A 78. Resolução Homologatória nº 1.201 de 06/09/2011 publicado em 12/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.CELESC e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .TFSEE referentes à Cooperativa de Energização e Desenvolvimento Rural do Vale do Itariri – CEDRI.TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE referentes à CELG Distribuição S. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Elektro para a CEDRI. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição – TUSD. 79.TFSEE.

A . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CERPALO. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Grão Pará . referentes à Cooperativa de Eletricidade de Gravatal . bem como as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.A . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 89. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 84.209 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.CERGRAL.CERGAPA.TFSEE.TFSEE.TFSEE.212 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.211 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S. 88.CELESC para a COOPERMILA. Resolução Homologatória nº 1.213 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.CELESC para a CERGAPA. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.CELESC para a COORSEL. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.206 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CEREJ.354 .TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa Fumacense de Eletricidade . referentes à Cooperativa Regional Sul de Eletrificação Rural . referentes à Cooperativa de Prestação de Serviços Públicos de Distribuição de Energia Eletrica Senador Esteves Júnior CEREJ. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.TFSEE.A .A .208 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.210 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1.CERMOFUL. e homologa as tarifas de suprimento da Celesc Distribuição S.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 90.CERGAL. 87. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A . referentes à Pág.A . 83. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 86.CELESC para a CERPALO.TFSEE.TFSEE. referentes à Cooperativa de Eletricidade de Paulo Lopes . Resolução Homologatória nº 1. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural Anita Garibaldi Ltda . bem como as tarifas de suprimento da CELESC para a CERGAL. 85.CELESC para a CERGRAL.207 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. referentes à Cooperativa de Eletrificação Lauro Muller .COORSEL.COOPERMILA.CELESC para a CERMOFUL.

98.COOPERA.217 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.11.2010. homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERSUL.215 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.065 de 14.355 . 95. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . referentes à Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte .220 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a COOPERA. 94.09. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A .TFSEE.CELESC para a CERTREL.TE e a Tarifa de Uso dos Sistemas de Distribuição . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .COOPERCOCAL.CGTEE e a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .216 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.A . 96. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1.D. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Cooperativa de Eletrificação de Braço do Norte . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. 91. referentes à Cooperativa Pioneira de Eletrificação . vinculada aos montantes de energia e demanda de potência.CELESC e Empresa Força e Luz Urussanga Ltda . 97.CERTREL.Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .TUSD da distribuidora CELESC para a CERSUL. bem como retifica a Tarifa de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.214 de 20/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. estabelecidos entre a Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S. Resolução Homologatória nº 1.080 de 04.218 de 27/09/2011 publicado em 28/09/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.CERBRANORTE para a CERAL ANITÁPOLIS.CERBRANORTE. referentes à Cooperativa de Eletrificação Rural de Anitápolis .CEEE . referentes à Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica CEEE-D.EFLUL para a COOPERCOCAL.CERAL ANITÁPOLIS.CERSUL.222 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Pág. que constam do Despacho SRE/ANEEL 4. Resolução Homologatória nº 1. bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora Celesc Distribuição S.TFSEE. 92. referentes à Cooperativa de Energia Treviso . bem como homologa as tarifas de suprimento da distribuidora CELESC para a CERBRANORTE.2008 e da Resolução Homologatória ANEEL 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. 93. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .221 de 18/10/2011 publicado em 21/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. referentes à Cooperativa de Eletrificação Sul Catarinense .

228 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .DMED. Resolução Homologatória nº 1. 107.072 de 05. Resolução Homologatória nº 1.BANDEIRANTE.CERR. referentes à Cooperativa de Eletrificação de Ibiúna e Região .227 de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . 100. 106.019 de 22. 101. Resolução Homologatória nº 1. referentes à Boa Vista Energia S. 102.356 .TUSD.TUSD.225 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.TFSEE. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Itu . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .224 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.075 de 19. Resolução Homologatória nº 1.CERMC. Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.BOA VISTA 103. bem como as tarifas de suprimento da Bandeirante para a CERMC.TFSEE.2010. da DME Distribuição S. 104.TFSEE. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga e Elektro para a CETRIL. referentes à Companhia Energética de Roraima . 105. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE. fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .10. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.2010.A . 99.20. bem como as tarifas de suprimento da CPFL Piratininga para a CERIM.CERIM. referentes à Amazonas Distribuidora de Energia S. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.A . da Bandeirante Energia S. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. da Companhia Piratininga de Força e Luz .AMAZONAS ENERGIA.A .223 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .10. referentes à Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento da Região de Mogi das Cruzes .06. Resolução Homologatória nº 1.229 de 25/10/2011 publicado em 27/10/2011 Prorroga a vigência das tarifas de fornecimento energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição .TFSEE.A .TUSD.231 de 25/10/2011 publicado em 28/10/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica.226de 25/10/2011 publicado em 01/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. constantes nos anexos da Resolução Homologatória ANEEL 1.TFSEE. Resolução Homologatória nº 1.Mairinque . fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.232 de 01/11/2011 publicado em 07/11/2011 Pág.TFSEE. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CETRIL.CPFL PIRATININGA. bem como fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TFSEE.

TFSEE.ELETROBRÁS. Resolução Homologatória nº 1239 de 06/12/2011 publicado em 14/12/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica e as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.CDE para o período de 2012 a 2015 e define previsão para os anos 2012. pela Centrais Elétricas Brasileiras S.PROINFA.A .ONS.Eletronuclear. referentes à Light Serviços de Eletricidade S. 2014 e 2015.2012. 114. 110. 109. oriunda de ITAIPU . que será aplicada aos faturamentos realizados no mês de janeiro de 2012. DESPACHOS Pág.238 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. Resolução Homologatória nº 1.TFSEE.ELETROACRE. 111.CEA. para o ano de 2012. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.234 de 22/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. para o cálculo da compensação financeira pela Utilização de Recursos Hídricos . referentes à Centrais Elétricas de Rondônia – CERON. II e III do Acordo Operacional celebrado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .LIGHT.TFSEE.235 de 22/11/2011 publicado em 05/12/2011 Homologa as tarifas de referência definitivas e as tarifas praticadas provisórias da Eletrobrás Termonuclear S. referentes à Companhia Sul Sergipana de Eletricidade . Resolução Homologatória nº 1243 de 13/12/2011 publicado em 23/12/2011 Homologa os valores vinculados à Conta de Desenvolvimento Energético .12.12.357 .CCEE e pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico .CFURH. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD.A .Binacional. 2013.Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 108. Resolução Homologatória nº 1244 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Estabelece as quotas de custeio e as de energia elétrica. com vigência à partir de janeiro de 2012. período de vigência de 05. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . referentes à Companhia de Eletricidade do Amapá . 116. as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. Resolução Homologatória nº 1242 de 13/12/2011 publicado em 22/12/2011 Fixa o valor da Tarifa Atualizada de Referência . estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. 117. referentes à Companhia de Eletricidade do Acre . 112.2011 à 04.TFSEE. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1. Resolução Homologatória nº 1. 113. conforme anexo. Resolução Homologatória nº 1249 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Homologa as alterações dos Anexos I. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .SULGIPE.A . Resolução Homologatória nº 1. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . as Tarifas de Uso dos Sistemas de Distribuição TUSD. estabelece a receita anual das instalações de conexão e fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .TAR.237 de 29/11/2011 publicado em 30/11/2011 Homologa as tarifas de fornecimento de energia elétrica. 115. Resolução Homologatória nº 1248 de 20/12/2011 publicado em 29/12/2011 Estabelece a tarifa de repasse de potência.

publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional.TFSEE. relativo à Usina Termelétrica Unidade Geração de Energia Área II. no reajuste de 2011 o componente financeiro.CDE do mês de dezembro de 2010.731 de 27. 7. Despacho nº 151 de 21/01/2011.358 . publicado em 22/02/2011 Torna sem efeito os valores publicados para a COPERSUCAR . que homologou o resultado do reajuste tarifário anual de 2010.CSPE.02. relativo ao exercício de 2011.ENERSUL. para março de 2011. a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . concede provimento ao pedido de reconsideração. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.12. 2. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . em face da Resolução Homologatória ANEEL 958 de 06. 8. 9.2010.A .1. Despacho nº 222 de 28/01/2011. relativo aos descontos especiais na tarifa de fornecimento para irrigação e aquicultura. publicado em 31/01/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica. do mês de janeiro de 2011. Despacho nº 374 de 07/02/2011.12. contra a Resolução Homologatória ANEEL 933 de 02.04. no mérito. interposto pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul S. Despacho nº 152 de 21/01/2011. 4. Despacho nº 746 de 22/02/2011. conforme tabela anexa. publicado em 23/02/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .774 de 22.ISOL.12. 4. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. bem como ao valor de MUST na CVA Rede Básica. Despacho nº 360 de 04/02/2011.Cooperativa dos Produtores de Cana. conforme lista em Anexo. conforme tabela anexa.2008 e 4. publicado em 07/02/2011 Fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .01. constante dos Despachos ANEEL SRE/ANEEL 141 de 24. 3.2010. 5. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. publicado em 08/02/2011 Fixa os valores das quotas a serem recolhidas à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados . referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . para os autoprodutores e produtores independentes de energia elétrica. Açúcar e Álcool.CDE do mês de novembro de 2010. publicado em 24/01/2011 Fixa os valores das quotas de custeio. Despacho nº 718 de 21/02/2011.2009.ISOL. que fixa o valor anual da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . e conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Federação de Cooperativas de Eletrificação Rural do Estado de Mato Grosso do Sul . que homologou sua tarifas de fornecimento de energia elétrica.CCC . relativo ao exercício de 2007.2007. 6. Despacho nº 256 de 01/02/2011 publicado em 03/02/2011 Conhece e.CCC . Pág. interposto pela Companhia Sul Paulista de Energia . relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. de janeiro de 2011. para reconhecer.FECOERMS.2007. Despacho nº 192 de 25/01/2011 publicado em 04/02/2011 Conhece e concede provimento ao pedido de reconsideração. 3.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .TFSEE.778 de 23.PROINFA.

04. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. 14. Despacho nº 841 de 25/02/2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 613 de 15/02/2011 publicado em 24/02/2011 Conhece e nega provimento ao recurso administrativo interposto por Centrais Elétricas Matogrossenses S. a serem recolhidos à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis dos Sistemas Isolados .A. não lhe é exigível a restituição dos valores correspondentes ao ICMS incidente na compra de combustíveis para geração de energia elétrica.COSIPA. nega provimento as recurso interposto pela Companhia Siderúrgica Paulista .084 de 11/03/2011. conforme tabela anexa.02. face a mesma resolução homologatória. Despacho nº 1269 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela AES SUL Distribuidora Gaúcha de Energia S. no mérito. face do Despacho AGER 001 de 2009.A CEMAT. e conhece e. Despacho nº 777 de 22/02/2011 publicado em 02/03/2011 Nega conhecimento do pedido de reconsideração interposto pela Companhia Piratininga de Força e Luz CPFL Piratininga. 15. conectadas às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional. 12. cujos valores foram reembolsados pelo CCC. do mês de fevereiro de 2011. reduzindo o alcance literal da Resolução Normativa ANEEL 303 de 26. em face da Resolução Homologatória ANEEL 800 de 07. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.056 de 04/03/2011.10.2009. Despacho nº 1. Despacho nº 1. publicado em 28/02/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .PROINFA. relativo ao período de fevereiro de 2011 a janeiro de 2012. face a Resolução Homologatória ANEEL 246 de 2004. por perda de seu objeto. Despacho nº 1267 de 22/03/2011 publicado em 31/03/2011 Conhece o pedido da Eletronorte.CDE do mês de janeiro de 2010. 18.2008. que aplicou a penalidade de redução dos níveis tarifários obtidos na próxima revisão tarifária periódica.ISOL.CCC .TFSEE para a Santa Cruz Geração de Energia S.PROINFA. caso a concessionára logre o êxito em aproveitar os créditos de ICMS. deverão ser devolvidos os correspondentes valores recebidos via CCC. 16. Despacho nº 944 de 1º/03/2011. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. para declarar que. publicado em 09/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 11. até que a concessionária consiga o aproveitamento dos créditos tributários de ICMS. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. publicado em 30/03/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .A. 13. 17. pelo não atendimento das metas do Plano de Universalização. e estabelecer. para maio de 2011. publicado em 14/03/2011 Fixa a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . para abril de 2011.359 .370 de 29/03/2011. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas. Pág. Despacho nº 1. publicado em 02/03/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos dispêndios com combustíveis para geração de energia elétrica. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN.

no mérito. Despacho nº 2. em 2010.A. publicado em 25/04/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .041 de 16/05/2011. publicado em 03/05/2011 Encerra os procedimentos para repasse do Bônus ITAIPU ao consumidor residencial e rural. para junho de 2011.360 .2010.A.04. Despacho nº 1. Juruena Energia S.931 de 05/05/2011.SIN. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas.864 de 02/05/2011. 27.A e Primavera Energia S. 21.A.19. 25.715. publicado em 17/05/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . de 25/04/2011.CPFL Paulista. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.CDE do mês de fevereiro de 2011. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cemig Distribuição S. para o ano de 2012. para o período de abril de 2011 a março de 2012. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . publicado em 17/05/2011 Pág. à Resolução Homologatória ANEEL 961 de 06.TFSEE. à Resolução Homologatória ANEEL 969 de 19. conforme Anexo. 28. à Resolução Homologatória ANEEL 960 de 06. 29. 22. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe Distribuidora de Energia S. Despacho nº 1. 20. Despacho nº 1478 de 07/04/2011 publicado em 08/04/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Companhia Paulista de Força e Luz . 23.04.04. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 1. 2010 e 2011. de 20/04/2011. publicado em 08/04/2011 Classifica as concessionárias ou permissionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 1658 de 19/04/2011 publicado em 20/04/2011 Conhece e. publicado em 06/05/2011 Fixa os valores do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada . Despacho nº 2. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.A.042 de 16/05/2011.SIN. Despacho nº 1. publicado em 26/04/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .SIN. para a Apiacás Energia S. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas.PROINFA.SIN. 26.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .930 de 05/05/2011. Despacho nº 1. devido à apuração de resultado negativo na Conta de Comercialização da Energia Elétrica de ITAIPU. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor.CDE do mês de março de 2011. publicado em 06/05/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica . Despacho nº 1389 de 29/03/2011 publicado em 07/04/2011 Conhece e.728.ACRméd .2010.para os ano de 2009. Despacho nº 1. no mérito. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .491 de 07/04/2011. com mercado próprio inferior a 500 GWh/ano. 24.2010.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .

relativos às concessionárias Pág. que homologou o resultado definitivo da 5ª Revisão Tarifária Periódica. altera o valor da receita requerida. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.PROINFA. complementou os resultados da sua primeira revisão tarifária periódica e homologou as suas tarifas de fornecimento de energia aplicáveis aos consumidores finais.595 de 21/06/2011. alterando o valor da parcela de ajuste. 37. 38. publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .2010. Despacho nº 2060 de 17/05/2011 publicado em 19/05/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Energisa Sergipe. Despacho nº 2.PROINFA. que homologou o resultado da sua segunda revisão tarifária. Despacho nº 2151 de 24/05/2011 publicado em 02/06/2011 Indefere o pedido da Energisa Nova Friburgo Distribuidora de Energia S.06. referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . respectivamente. em face da Resolução Homologatória ANEEL 1. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 2322 de 31/05/2011 publicado em 09/06/2011 Conhece o recurso administrativo interposto pela Copel Geração e Transmissão S.CEEE GT. 32.CDE para abril de 2011.594 de 21/06/2011. 33. Despacho nº 2447 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração.008 de 15. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.06. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .A. interposto pela Eletrosul Centrais Elétricas S. 31.SIN. e de ofício.2010.A. para agosto de 2011. face à Resolução Homologatória ANEEL 993 de 08. Despacho nº 2.08. em face das Resoluções Homologatórias ANEEL 103 e 111 de 2004 que.Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Despacho nº 2526 de 14/06/2011 publicado em 20/06/2011 Conhece e nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Espírito Santo Centrais Elétricas ESCELSA.FURNAS .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .A . publicado em 22/06/2011 Fixa os valores das quotas de custeio. Despacho nº 2445 de 07/06/2011 publicado em 17/06/2011 Nega conhecimento.06. conforme condições detalhadas. à Resolução Homologatória ANEEL 1. por intempestivo.039 de 03.SIN. 35. ao recurso administrativo interposto pela Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica . 34. e remete o cálculo dos ajustes para alteração do índice de reposicionamento tarifário.361 .A . para julho de 2011.COPEL GT.ENF.06.2010. Despacho nº 2446 de 07/06/2011 publicado em 21/06/2011 Conhece e concede provimento parcial ao pedido de reconsideração. 30. para a alteração da data de aniversário contratual.RAP/RBNI e o índice de reposicionamento da referida concessionária. .2010. 36. bem como altera o valor da Receita Anual Permitida . interposto por Furnas Centrais Elétricas S. face à Resolução Homolgatória ANEEL 989 de 08. face à Resolução Homologatória ANEEL 987 de 08.2010.

que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 3. publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . CEMAT e ENERSUL. 44. publicado em 28/07/2011 Fixa para as concessionárias relacionadas. Alvorada Energia S. 47. em Pág.774 de 22. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. relativo ao período de junho de 2011 a maio de 2012. concede parcial provimento.2008 e. Despacho nº 3.A e Socibe Energia S. Despacho nº 2. Despacho nº 2. publicado em 09/08/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .389 de 18/08/2011.2007 e 4.2009 e 4.957 de 19/07/2011.SIN.362 . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2010.A.SIN. a serem recolhidas na data fixada.relacionadas.056 de 08.SIN. para setembro de 2011.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .PROINFA.09.12.731 de 27.SIN. visando considerar os seguintes componentes financeiros no reajuste tarifário anual da Concessionária em 2011: o ajuste financeiro correspondente aos CUSDs mantidos pela CELG-D com as distribuidoras CEB-DIS.390 de 18/08/2011.080 de 27. publicado em 06/07/2011 Fixa o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica .213 de 08/08/2011.CDE para junho de 2011.12. Despacho nº 3. relativo ao período de julho de 2011 a junho de 2012. Energética Eldorado Ltda .214 de 08/08/2011. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. e no mérito.081 de 27/07/2011.A. para o período de julho 2011 a junho 2012. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .TFSEE para a Zona da Mata Geração S. face à Resolução Homologatória ANEEL 1. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2010. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.SIN. constante nos Despachos SRE/ANEEL 4. constante nos Despachos SRE/ANEEL 3. 43. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. Despacho nº 3. publicado em 09/08/2011 Torna sem efeito os valores publicados para os produtores independentes. relativos às concessionárias relacionadas.778 de 23. o valor da Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica TFSEE. Despacho nº 2. 40.A.UTE Eldorado.12.12. para setembro de 2011.PROINFA. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 3628 de 15/09/2011 publicado em 16/09/2011 Conhece o pedido de reconsideração interposto pela CELG Distribuição S. 45.CDE para maio de 2011.956 de 19/07/2011. a serem recolhidas na data fixada.TFSEE. publicado em 20/07/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativos às concessionárias relacionadas.A.755 de 05/07/2011. 41. para as Isamu Ikeda Energia S. publicado em 19/08/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .UTE Eldorado. 42. Despacho nº 3.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . a Usina Eldorado Ltda . a serem recolhidas na data fixada. 46. 39.

para novembro de 2011. publicado em 13/10/2011 Fixa o valor do custo médio da energia e potência comercializadas pelos agentes de distribuição no Ambiente de Contratação Regulada . 3º. Despacho nº 4.SIN. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . 50. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 53. 52.000 de 11/10/2011. 5º e 8º da Resolução Homologatória ANEEL 1. Despacho nº 3. 55.749 de 15/09/2011.087 de 17/10/2011. Despacho nº 4.PROINFA. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . Despacho nº 4. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.221 de 18. 49.ACRméd para o período de 2012. publicado em 19/09/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica .088 de 17/10/2011.PROINFA. Despacho nº 4. 3º e 5º da Resolução Homologatória ANEEL 1. para dezembro de 2011. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.2008.SIN. Pág. que homologou suas tarifas de fornecimento de energia elétrica. que deverá ser fiscalizado e informado pela Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .2011. para janeiro de 2012.10. a serem recolhidas na data fixada. publicado em 01/11/2011 Autoriza a Boa Vista Energia S.363 . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional – SIN. publicado em 18/10/2011 Fixa os valores das quotas referentes à Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . 56. relativo à competência de agosto de 2009. Despacho nº 4.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica. relativos às concessionárias relacionadas. 51. Despacho nº 4.BOA VISTA a praticar as tarifas constantes dos arts.CDE para julho de 2011. Despacho nº 3.226 de 25. conectada às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .SIN.A.10.750 de 15/09/2011.10.SIN. Despacho nº 4014 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Bandeirante Energia S.2011.CEEE-D praticar as tarifas constantes dos arts. 54.A à Resolução Homologatória 725 de 21. relativos às concessionárias de transmissão relacionadas.CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .203 de 25/10/2011.243 de 31/10/2011. correspondente aos descontos concedidos no mês de setembro de 2009. . 48.relação ao mês de agosto de 2010 e o subsídio aos consumidores rurais irrigantes.PROINFA. publicado em 26/10/2011 Autoriza a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica .CDE do mês de agosto de 2011.398 de 16/11/2011.

CDE para setembro de 2011. Despacho nº 4812 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas de custeio referentes ao Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor. relativos às concessionárias do serviço público de transmissão de energia elétrica.SIN. a serem recolhidas na data fixada. publicado em 17/11/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis . relativos às concessionárias relacionadas.SIN. que atendam consumidor livre e/ou autoprodutor da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . Despacho nº 4813 de 14/12/2011 publicado em 15/12/2011 Fixa os valores das quotas referentes aos encargos da Conta de Consumo de Combustíveis Fósseis .399 de 16/11/2011.364 . 59. Pág.57. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético .CCC e da Conta de Desenvolvimento Energético . Despacho nº 4.SIN.PROINFA. 58. relativos às concessionárias relacionadas. conectado às instalações da Rede Básica do Sistema Interligado Nacional . a serem recolhidas na data fixada. para fevereiro de 2011.CDE para outubro de 2011.

inciso III da Resolução Normativa ANEEL 337 de 11.Novo SCL. 3.2004.10. 3º do mesmo artigo. 3º e 18 do Decreto 5. Resolução Normativa nº 452 de 11/10/2011 publicado em 19/10/2011 Estabelece as diretrizes para a cessão de energia e lastro entre usinas à biomassa comprometidas com Contratos de Energia de Reserva. Resolução Normativa nº 453 de 18/10/2011 publicado em 24/10/2011 Estabelece os critérios para cálculo do montante de exposição ou sobrecontratação involuntária.07.7º. 6. Resolução Homologatória nº 1179 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 002/2011 e seus Anexos. revoga os parág. gás natural e hidroeletricidade destinada ao Sistema Interligado Nacional.Novo SCL.09. art. eólica.2008. 26 da Resolução Normativa ANEEL 109 de 26. 9º.2003.365 . bem como. e fixa os Pág. 6º.11. bem como inclui o parág.08.CCEARs.2008. 5º art.353 de 16. 5. a ser promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . que passam a vigorar com nova redação. do art. referente à compra de energia proveniente de novos empreendimentos de geração hidrelétrica. 5º da Resolução ANEEL 433 de 26.2010. que tenham como fontes biomassa. 8. que passa a vigorar conforme Anexo desta resolução.10. e altera a redação do art. 16.2010. RESOLUÇÕES HOMOLOGATÓRIAS 1. inciso II. 4. 7. Resolução Normativa nº 445 de 06/09/2011 publicado em 14/09/2011 Altera o artigo 2º da Resolução Normativa 336 de 28. Resolução Normativa nº 437 de 24/5/2011 publicado em 26/5/2011 Estabelece as disposições relativas ao registro de Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado .10.2008. Resolução Normativa nº 428 de 15/03/2011 publicado em 24/03/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação . no Ambiente de Contratação Regulada. 7º e 8º. Resolução Normativa nº 456 de 18/10/2011 publicado em 31/10/2011 Aprova as Regras de Comercialização de Energia Elétrica aplicáveis ao Novo Sistema de Contabilização e Liquidação .2004 e altera o parág. em atendimento aos artigos 2º.11. 3º e 4º da Resolução Normativa ANEEL 421 de 30. 2º da Resolução Normativa ANEEL 336 de 28. regulamenta a penalidade de que trata o Decreto 6. Resolução Normativa nº 446 de 13/09/2011 publicado em 20/09/2011 Altera os artigos 4º e 10 da Resolução Normativa 411 de 28.REGULAÇÃO DE MERCADO Resoluções Normativas Consolidado 8 Resoluções Autorizativas 0 Resoluções Homologatórias 6 Despachos 150 Total 164 RESOLUÇÕES NORMATIVAS 1. Resolução Normativa nº 450 de 27/09/2011 publicado em 10/10/2011 Altera os artigos 2º. de que trata a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica. referente ao aporte de garantia financeira por agente de geração.163 de 30.01.2008. 2. bem como altera o Anexo I da mesma. altera o art. art.CCEE.

2016. conforme o anexo. e na administração dos contratos associados à energia de reserva. a serem incorridos pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . para os anos de 2012 e 2013 conforme anexo. referente à contratação de energia de reserva proveniente de novos empreendimentos de geração a partir das fontes biomassa ou eólica. Despacho nº 094 de 13/1/2011 publicado em 14/1/2011 Autoriza à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . eólica e termelétrica . 2. bem como estabelece os conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras participantes do certame. DESPACHOS 1. e estabelece as tarifas TUST e a TUSDg para as centrais geradoras especificadas. destinada ao Sistema Interligado Nacional. para o ano de 2012. para início de suprimento a partir de 01. destinado à contratação de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração de fontes hidrelétrica.CCEE a realizar Leilão de Ajuste. Despacho nº 150 de 21/1/2011 publicado em 24/1/2011 Pág. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. financeiros e tributários. das Usinas Termelétricas relacionadas. Despacho nº 005 de 04/1/2011 publicado em 05/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 6. 4. referente aos Contratos de Energia de Reserva .PLD. 4. Resolução Homologatória nº 1230 de 25/10/2011 publicado em 26/10/2011 Aprova o Edital do 10º Leilão de Compra de Energia Elétrica Proveniente de Empreendimentos de Geração Existentes. Resolução Homologatória nº 1180 de 18/07/2011 publicado em 19/07/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 003/2011 e seus Anexos. Resolução Homologatória nº 1247 de 13/12/2011 publicado em 19/12/2011 Homologa os valores da Curva do Custo do Déficit de energia elétrica e os limites mínimo e máximo do Preço de Liquidação de Diferenças . referente à Contratação de Energia de Reserva. na Liquidação Financeira.01.conjuntos de TUST e as TUSDg de referência para as centrais geradoras que participarem do aludido certame. 2.CCEE que. para compra de energia elétrica para fins de complementação do atendimento do mercado cativo dos agentes de distribuição de que trata o art. Despacho nº 121 de 17/1/2011 publicado em 18/1/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Resolução Homologatória nº 1233 de 18/11/2011 publicado em 18/11/2011 Aprova o Edital do Leilão ANEEL 007/2011.a biomassa ou a gás natural em ciclo combinado -. na Liquidação Financeira. conforme as Portarias MME 498 de 2011.366 . o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). 26 do Decreto 5. 5. 3. 3.CER.163. no Ambiente de Contratação Regulada. utilize para o respectivo ano.CCEE que.2004. Resolução Homologatória nº 1250 de 20/12/2011 publicado em 30/12/2011 Aprova as estimativas mensais dos custos administrativos.07. e seus anexos.CCEE na gestão de Conta de Energia de Reserva CONER. de 30. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em novembro de 2010.

Despacho nº 346 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Cosan Centroeste S.12. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa.6 do Módulo de Penalidades das Regras de Comercialização de Energia Elétrica.2010 e 3. em face dos Despachos ANEEL 2.CCEE que. indefere pleito no que tange ao recebimento de receitas dos CCEAR na venda de energia da mencionada usina.12.2010.2009 e dá outras providências. Despacho nº 598 de 15/2/2011 publicado em 16/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE que.4 e LV 3.CESP. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta de Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER). conforme o anexo. 10.Conhece e. 6.COSAN CENTROESTE.CER a ser realizada em fevereiro de 2011. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade. 11.2010.331 de 03.11. 5.A. na Liquidação Financeira referente aos Contratos de Energia de Reserva . Despacho nº 276 de 2/2/2011 publicado em 3/2/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 13. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em dezembro de 2010.CCEE.680 de 01.952 de 06. afasta os efeitos da Resolução Normativa ANEEL 165 de 2005.A. 9.09. por se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação. celebrado entre a Empresa Companhia Sul Paulista de Energia e a Companhia Energética de São Paulo . versão 2010. 3.A Açucar e Álcool . no mérito. das Usinas Termelétricas relacionadas.10.367 . que foram aprovadas pela Resolução Normativa ANEEL 385 de 08. 12. Despacho nº 450 de 8/2/2011 publicado em 18/2/2011 Reconhece fato excludente de responsabilidade da Energética Águas da Pedra S. na Liquidação Financeira relativa à Contratação de Energia de Reserva . Pág. com o objetivo de cessar os efeitos comerciais e sanções administrativas oriundos dos CCEAR. por atraso na entrada da operação comercial da Usina Hidrelétrica Dardanelos. ensejador da suspensividade. ajuste a expressão algébrica LV 2.656 de 02. utilize para o respectivo ano de apuração. 8. Despacho nº 248 de 1/2/2011 publicado em 2/2/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . conforme as condições detalhadas. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação ensejador da suspensividade. 2. Despacho nº 348 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda. e isenta à concessionária das penalidades decorrentes do não aporte das garantias financeiras exigidas pelas Regras e Procedimentos de Comercialização.2010. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave de difícil reparação ensejador da suspensividade. Despacho nº 347 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Nega a concessão do efeito suspensivo requerido pela Agro Energia Santa Luzia S.CER. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S. Despacho nº 345 de 3/2/2011 publicado em 4/2/2011 Concede o efeito suspensivo requerido pela Electra Comercializadora de Energia Ltda.A. 7. Despacho nº 220 de 27/1/2011 publicado em 28/1/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica. concede à concessionária a manifestação na disposição de invocar a existência de fato excludente de responsabilidade.

Pág. celebrado entre ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A e ARATU Geração S.A. requerido pela Borborema Energética S.952 de 2010. de 17. que envolvem usinas com atrasos em suas respectivas datas de operação comercial. nas competências de junho. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Agroenergia Santa Luzia S. no mérito. indefere o pedido da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. diversos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado CCEARs. Despacho nº 907 de 24/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. 22.A.A.A. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S. referente aos Contratos de Energia de Reserva. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. conforme as condições detalhadas. competência de fevereiro de 2011. Despacho nº 668 de 17/2/2011 publicado em 18/2/2011 Conhece e. requerido pela Maracanaú Geradora de Energia S. 19. que determinaram a retenção da receita fixa da Usina Termelétrica Jataí.A. no mérito.CCEE que.01. Despacho nº 908 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo. Despacho nº 958 de 1/3/2011 publicado em 11/3/2011 Conhece e.048 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Homologa o Sexto Termo Aditivo ao contrato de suprimento de energia elétrica firmado entre a compradora Companhia de Eletricidade do Acre . 20. 21.656 e 2. liminarmente.CCEE de suspender.368 . 2.CESAM e a Rede Comercializadora de Energia S. Despacho nº 755 de 22/2/2011 publicado em 23/2/2011 Conhece e. Despacho nº 1. Despacho nº 829 de 24/2/2011 publicado em 25/2/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. nega provimento aos pleitos da Cocal Termoelétrica S. conforme as condições detalhadas. Despacho nº 1. celebrado entre a Cooperativa de Electrificacion San Matias Ltda . no mérito. apresentados por meio da CT-COCAL 061 de 2010. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa. ensejador de suspensividade.ELETROACRE. em face do Despacho SEM/ANEEL 121. e a Guascor do Brasil LTDA. 15.A. em face aos Despachos SEM/ANELL 1. Despacho nº 906 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Nega efeito suspensivo.874. Despacho nº 608 de 15/2/2011 publicado em 24/2/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Cosan Centroeste S. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. 18.2011. 16. Despacho nº 912 de 28/2/2011 publicado em 1/3/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.14.047 de 03/03/2011 publicado em 04/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . agosto e setembro de 2010.A Açúcar e Álcool. ensejador de suspensividade. 23. denominada atualmente de Eletrobrás Distribuição Acre. ensejador de suspensividade. das Usinas Termelétricas relacionadas.A. na Liquidação Financeira. visando o atendimento de localidades isoladas do estado do Acre conforme condições detalhadas 24. 17.

no âmbito das Regras de Comercialização.411 de 25.LER.05. competência de abril de 2011. ensejador de suspensividade 28.A Açúcar e Álcool Cosan. para determinar a penalidade expressa por meio do contador "j" seja excluída do cálculo descrito na cláusula 14 do Contrato de Energia de Reserva 22 de 2008. Despacho nº 1.2010. Despacho nº 1.405 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega efeito suspensivo. no mérito. das Usinas Termelétricas relacionadas.420 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Aprova os modelos de Termos Aditivos ao Contrato de Energia de Reserva .A.261 de 22/3/2011 publicado em 31/3/2011 Determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE que.CCEE proceda ao ajuste. para as usinas cuja janela de entrega encerrou-se em janeiro de 2011. Despacho nº 1. conforme o anexo. na Liquidação Financeira.460 de 4/4/2011 publicado em 5/4/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . resultantes do 8º Leilão de Energia proveniente de empreendimentos de geração existentes. o acrônimo ENF_ADT (Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER).11.097 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Nega efeito suspensivo.01.098 de 15/3/2011 publicado em 16/3/2011 Conhece e.388 de 29/3/2011 publicado em 7/4/2011 Pág. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Cosan Centroeste S. por não se encontrar presente o requisito de lesão de difícil reparação. conforme o disposto na Resolução Autorizativa ANEEL 2. conforme tabela detalhada. Despacho nº 1. Despacho nº 1.25. 30. no mérito.01.089 de 11/03/2011 publicado em 14/03/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CER. 31.CCEE que. 29. Despacho nº 1.2010.392 de 29/3/2011 publicado em 5/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso interposto pela Cosan Centroeste S. 27.CCEAR. Despacho nº 1.05.361 de 28/3/2011 publicado em 29/3/2011 Homologa os Contratos de Compra e Venda de Energia Elétrica no Ambiente Regulado . em face dos Despachos SEM/ANEEL 1. por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. 35.331 de 03. Despacho nº 1. requerido pela BRENCO . 36. 34.369 . decorrentes do 1º Leilão de Energia de Reserva . da classificação das usinas conectadas às Demais Instalações de Transmissão DIT como não participantes do rateio de perdas elétricas na Rede Básica. requerido pela COCAL TERMOELÉTRICA S.095 de 14/3/2011 publicado em 15/3/2011 Conhece e. ensejador de suspensividade. Despacho nº 1. na Liquidação Financeira. Despacho nº 1. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda.219 de 03. utilize para o respectivo ano. por não haver previsão regulamentar para reexame da suspensividade. referente à Contratação de Energia de Reserva. 33.2010. 32.2011. Despacho nº 1. Despacho nº 1.406 de 30/3/2011 publicado em 31/3/2011 Nega conhecimento do pedido de efeito suspensivo requerido pela Usina Porto das Águas Ltda.2011. a fim de reformar o Despacho SEM/ANEEL 121 de 17.Companhia Brasileira de Energia Renovável. 26. 3. referente aos Contratos de Energia de Reserva.A Açúcar e Álcool em face do Despacho ANEEL 121 de 17. promova a retenção da Parcela da Receita Fixa.

UTE MC2 Dias Dávila 1 S. referente à subcláusula 14. Despacho nº 1.01.A. interposto pela BRENCO .664 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Conhece e. Despacho nº 1. 38. UTE MC2 Camaçari I S. nega provimento ao Pedido de Reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S. no mérito. em face do Despacho ANEEL 121 de 17. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Usina Porto das Águas Ltda. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Santa Luzia I. Ampla Energia e Serviços S. conforme as condições detalhadas.A.749 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.655 de 19/4/2011 publicado em 20/4/2011 Aprova a Versão 3 do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC PE.750 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Pág.Companhia Energética do Rio Grande do Norte. no mérito. Despacho nº 1.2011. Despacho nº 1.CNEE.Estabelecer Preço de Liquidação de Diferenças (PLD). UTE MC2 Catu S.480 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Conhece e.A e UTE MC2 Senhor do Bonfim S.460 de 04. 46.CCEE a divulgação da alteração tratada. Despacho nº 1.560 de 12/4/2011 publicado em 13/4/2011 Conhece e. determina sua aplicação imediata e a divulgação pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . UTE MC2 Dias Dávila 2 S.1 do CER n. celebrado entre a COSERN . conforme as condições detalhadas.A.03. em face do Despacho ANEEL 1.CCEE.01 .370 . e a LDC Bioenergia S.2011.A de adiamento da data de início de suprimento.A. 43. Despacho nº 1.479 de 6/4/2011 publicado em 7/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica CCVE. 41.699 de 20/4/2011 publicado em 25/4/2011 Aprova as alterações do Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica ME. Despacho nº 1. Despacho nº 1.A. em face do Despacho SEM/ANEEL 121 de 17. conforme as condições detalhadas.01. e o Primeiro Termo Aditivo.04.CERNHE e Companhia Nacional de Energia Elétrica .Apuração de NãoConformidades e Penalidades de Medição.2011. celebrados entre Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Rural da Região de Novo Horizonte .A.CERES.A .A e Cooperativa de Eletrificação Rural de Resende Ltda . 44. 37. bem como determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . Despacho nº 1. prevista nos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado por elas assinado. em face do Despacho SEM/ANEEL 1.089 de 11. e determina à CCEE para que não incremente o contador "j". para aplicação imediata. 09/08. Despacho nº 1.2011.633 de 15/4/2011 publicado em 18/4/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. 45.Unidade Estivas.07 . 42. versão 3.685 de 19/04/2011 publicado em 25/04/2011 Conhece e concede provimento parcial ao recurso administrativo interposto pela Agro Energia Santa Luzia S. no mérito.Indefere o pleito apresentado pelas empresas UTE MC2 Feira de Santana S. nega provimento ao Pedido de Reconsideração. 39. 40.Companhia Brasileira de Energia Renovável. celebrados entre as empresas.

por não se encontrar presente o requisito de lesão grave e de difícil reparação. conforme as condições detalhadas. das Usinas Termelétricas relacionadas. para o primeiro ano de apuração. Pág.089 de 11. 51. face ao Despacho SEM/ANEEL 121 de 17.A e Companhia Força e Luz do Oeste .331 de 03. Despacho nº 1.RGE e Coprel Cooperativa de Energia.752 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Terceiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda de energia elétrica. celebrados entre as empresas. UTE MC2 Dias D'Ávila 2.CFLO. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da UTE Porto das Águas. conforme as condições detalhadas.219 de 03.859 de 02. Despacho nº 1.053 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e.990 de 10/5/2011 publicado em 11/5/2011 Conhece e.1 do CER 08 de 2008. na Liquidação Financeira.823 de 28/4/2011 publicado em 29/4/2011 Conhece e concede provimento parcial ao Pedido de Reconsideração. bem como determina à CCEE para que não incremente o contador "j".Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica.2011.CJE.022 de 11/5/2011 publicado em 12/5/2011 Nega efeito suspensivo.CCEE que. Despacho nº 1.822 de 27/4/2011 publicado em 28/4/2011 Nega efeito suspensivo. no mérito. celebrados entre as empresas. referente à subcláusula 14. Despacho nº 1. Rio Grande Energia S. 52. ensejador de suspensividade.1 do CER 28 de 2008. nega provimento ao pedido de reconsideração interposto pela Barra Bioenergia S. 3.ENERGIA CAIUÁ S. 48.2011. 50.01. concede provimento parcial ao recurso interposto pela BRENCO .Companhia Brasileira de Energia Renovável.05. requerido pela UTE MC2 Feira de Santana. determinar à CCEE que não incremente o contador "j".A.2011. 49. UTE MC2 Camaçari 1 e UTE MC2 Senhor do Bom Fim. competência de abril de 2011. Despacho nº 1.01. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. Companhia Energética de São Paulo . por não se encontrar presente o requisito de lesão grave.A. Despacho nº 1.859 de 2/5/2011 publicado em 3/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 47. referente aos Contratos de Energia de Reserva.05. Despacho nº 1. requerido pela ENERCASA . e de ofício. para o 1º período de apuração da entrega da energia (2010) da Usina Termelétrica Unidade de Bioenergia Morro Vermelho. referente aos processo citados.11.A.2010. referente à subcláusula 14.751 de 26/4/2011 publicado em 27/4/2011 Registra o Primeiro e Segundo Termos Aditivos ao contrato de compra e venda de energia elétrica. em face do Despacho SEM/ANEEL 1.2010 e 121 de 17. 53. celebrados entre as empresas. Despacho nº 2.2011. UTE MC2 Dias D'Ávila 1. aos Despachos SEM/ANEEL 1. Despacho nº 2. referente à Usina Termelétrica Caçu I. UTE MC2 Catu.CESP e Companhia Jaguari de Energia . 54. conforme as condições detalhadas.A .776 de 26/4/2011 publicado em 3/5/2011 Conhece e nega provimento aos recursos interpostos pela Usina Porto das Águas Ltda. COPEL Distribuição S. em face do Despacho SEM/ANELL 1. que estabelece o Montante Anual de Energia não Fornecida Isenta do Ressarcimento Previsto na Cláusula 14 do CER.03. no mérito.371 . 55. interposto pela Rio Claro Agroindustrial S.

2011. Despacho nº 2. 3º da Resolução Normativa ANEEL 165 de 19.2011. CCGs. Despacho Nº 2303 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica .CCEE. conforme as condições detalhadas. Despacho nº 2.CCE.CPFL e a Cooperativa de Eletrificação Rural da Região de Promissão CERPRO.066 de 22/2/2011 publicado em 19/5/2011 Determina à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . 61. Despacho nº 2.141 de 24/5/2011 publicado em 25/5/2011 Registra o Segundo Termo Aditivo ao Contrato de Compra e Venda de Energia .CER. Despacho nº 2. a oportunidade de se manifestar.09.A.10. 60. celebrado entre a Companhia Paulista de Força e Luz . participantes da Chamada Pública ANEEL 001 de 2010. 64. pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . conforme Anexo II ao Edital de Leilão 007 de 2010. 63. pela alteraração do cronograma de implantação da usina e a alteração da data de início de suprimento no CCEAR de modo a coincidir com a data de operação das ICGs a serem licitadas no âmbito do Edital de Leilão 001 de 2011.A. promova a retenção da parcela da Receita Fixa. celebrados entre CELESC Distribuição S. bem como determina a aplicação imediata e divulgação do mesmo. no prazo determinado.03. Despacho nº 2.CERAÇÁ. bem como aprova as alterações de datas na minuta de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado . referente ao período de 01. conforme as condições detalhadas 65. bem como declara perda de objeto do pedido. os incisos III e IV do art.392 de 29. referente aos Contratos de Energia de Reserva.120 de 19/5/2011 publicado em 20/5/2011 Aprova os Termos Aditivos Matriz/Filial para Procedimento de Comercialização de Energia Elétrica PdC AC. e convoque os interessados para assinatura dos termos aditivos correspondentes.059 de 17/5/2011 publicado em 18/5/2011 Conhece e nega provimento ao Pedido de esclarecimento interposto pela Cosan Centroeste S.Cosan.2010.CCEE que.2005.CCEAR por disponibilidade eólica. na Liquidação Financeira.CCEE que exclua a subcláusula 7. Despacho Nº 2304 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Registra o contrato de compra e venda de energia elétrica. Despacho Nº 2058 de 17/05/2011 publicado em 01/06/2011 Afasta.06: Alterações de Dados Contratuais de CCEARs. 58. celebrado entre a Muxfeldt. Açúcar e Álcool . Despacho Nº 2312 de 31/05/2011 publicado em 01/06/2011 Pág. por inaplicabilidade. 59.CCEE. e revoga o Despacho SEM/ANEEL 2.2 e renumere as demais subcláusulas da Cláusula 7ª do Contrato de Energia de Reserva .2008 a 30. Despacho nº 2.56.484 de 25.219 de 26/5/2011 publicado em 27/5/2011 Registra o Primeiro Termo Aditivo ao contrato de compra e venda