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Avaliação de Desempenho Docente - Directivas do Conselho Executivo

Avaliação de Desempenho Docente - Directivas do Conselho Executivo

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O Conselho Executivo, no cumprimento do estipulado no ponto 1 do Artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro, propõe as directivas que se enunciam em seguida.
O Conselho Executivo, no cumprimento do estipulado no ponto 1 do Artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro, propõe as directivas que se enunciam em seguida.

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Published by: Pedro Nunes on Jan 16, 2009
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06/20/2013

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE DIRECTIVAS DO CONSELHO EXECUTIVO 2008/2009

O Conselho Executivo, no cumprimento do estipulado no ponto 1 do Artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro, propõe as directivas que se enunciam em seguida.

1. A avaliação de desempenho pressupõe a existência de um quadro de referência: • •
Externo, isto é, um conjunto de normas, objectivos e perfis de desempenho que enformam o modelo; Interno, que tem em conta o contexto socioeducativo em que o docente desenvolve a sua actividade. No quadro abaixo identificam-se os referentes externos e internos, que enformam a avaliação de desempenho nesta escola:

• • • •
Nível externo

Decreto-Lei 15/2007 (novo Estatuto da Carreira Docente); Decreto-Lei 240/2001 (perfil geral do desempenho docente); Decreto Regulamentar n.º 2/2008 (regras de aplicação do novo sistema de avaliação de desempenho do pessoal docente); Despacho n.º 16872/2008 (modelos de impressos das fichas de auto– avaliação, ponderações dos parâmetros classificativos das fichas de avaliação e regras para aplicação das ponderações e dos parâmetros classificativos);

• • • • •

Despacho n.º 7465/2008 (delegação de competências); Despacho n.º 20 131/2008 (fixação das percentagens máximas para a atribuição das classificações de Excelente e de Muito Bom), com as alterações do Despacho n.º 31996/08, de 16 de Dezembro; Programas curriculares; Recomendações do Conselho Científico para a Avaliação de Professores (CCAP). Decreto Regulamentar n.º 1-A/2009, de 5 de Janeiro.

- Objectivos e metas fixados em:

Nível interno

• •

Projecto Educativo de Escola; Plano Anual de Actividades para o ano lectivo 2008/2009;

- Instrumentos de registo criados pela escola. - Descritores (níveis de desempenho) formulados pela escola para os parâmetros e indicadores das fichas de avaliação.

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1.1. Quadro de referência externo

1.1.1. Os objectivos da avaliação de desempenho decorrem do prescrito no DL 15/2007,
artigo 40.º, n.º 3, a saber: a. b. c. d. e. f. g. h. Contribuir para a melhoria da prática pedagógica do docente; Contribuir para a valorização e aperfeiçoamento individual do docente; Permitir a inventariação das necessidades de formação do pessoal docente; Detectar os factores que influenciam o rendimento profissional do pessoal docente; Diferenciar e premiar os melhores profissionais; Facultar indicadores de gestão em matéria de pessoal docente; Promover o trabalho de cooperação entre os docentes, tendo em vista a melhoria dos resultados escolares; Promover a excelência e a qualidade dos serviços prestados à comunidade.

1.1.2. As dimensões da avaliação de desempenho são as seguintes: a. Vertente social, profissional e ética (Dimensão Transversal às outras três);
b. c. d. Desenvolvimento do ensino e da aprendizagem; Participação na escola e relação com a comunidade escolar; Desenvolvimento e formação profissional ao longo da vida.

1.1.3. Intervêm na avaliação de desempenho: a. b. c. d.
O Presidente do Conselho Executivo/Director; Os Avaliados; A Comissão de Coordenação da Avaliação de Desempenho (CCAD).

O Coordenador de Departamento e/ou o avaliador delegado respectivo (apenas quando, a pedido dos interessados, houver lugar a observação de aulas). Nota: Todos os professores avaliadores da componente científico-pedagógica são exclusivamente avaliados pelo presidente do conselho executivo ou director, no seu desempenho profissional e enquanto avaliadores.

1.1.4. As fases do processo de avaliação são as seguintes:

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FASES

INTERVENIENTES

ACÇÃO

DATA / periodicidade Contratados

DATA / periodicidade P. QE + P.QZP

OBJECTIVO

Formular objectivos em consonância com as metas Definição de Objectivos Individuais Avaliado e Presidente do Conselho Executivo Definição dos objectivos individuais do docente Até 30 de Janeiro Até 30 de Janeiro definidas no Projecto Educativo, Plano Anual de Actividades.

Observação de aulas (a requerimento do avaliado)

Avaliado e Coordenador de Departamento ou avaliador delegado

Observação de aulas e preenchimento de grelhas de registo Preenchimento de ficha de autoavaliação 2ª semana de Junho de 2009 2ª semana de Junho de 2009 Entre os meses de Fevereiro e Maio de 2009. Entre os meses de Fevereiro e Maio de 2009.

Reflectir sobre a planificação, realização e avaliação do processo ensinoapendizagem.

Envolver o avaliado no processo de avaliação, proporcionando-lhe oportunidades de desenvolvimento profissional e de melhoria do grau de cumprimento dos objectivos fixados.

Auto - avaliação

Avaliado

Preenchimento das fichas de Avaliação prévia Avaliador Avaliação do Desempenho 2ª quinzena de Junho de 2009 2ª quinzena de Junho de 2009

Proceder à avaliação prévia do docente, pelo avaliador, ponderando o seu envolvimento e a sua qualidade científico -pedagógica

Comissão de Conferência e validação das propostas de avaliação (CCAD) Coordenação da Avaliação de Desempenho

Reuniões para proceder à análise das propostas de avaliação.

5 dias úteis após 30 /06/2009

5 dias úteis após 30 /06/2009

Harmonizar as avaliações e validar as propostas de avaliação final de Excelente, Muito Bom e Insuficiente.

Entrevista com o Entrevista Avaliadores / Avaliados avaliado, quando solicitada por este. 10 /07/2009 a 20/07/2009 Mês de Setembro

1.Analisar a auto-avaliação; 2.Dar conhecimento ao avaliado da avaliação feita pelo avaliador; Decidir sobre a avaliação final

Comunicação por Avaliação Final Avaliadores escrito da proposta de classificação final 21/07 a 31/07 Outubro de cada ano Dar conhecimento ao avaliado da menção qualitativa e quantitativa atribuídas na avaliação final de desempenho Eventual Avaliado Reclamação Pede parecer ( eventual ) Avaliador Decisão sobre a reclamação Tomar decisão Final prévio à CCAD Apreciar a reclamação. apresentação de reclamação Contestar a classificação atribuída

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1.1.5. O cronograma previsto para cada uma destas fases é o seguinte:
ETAPA Definição dos objectivos individuais Observação de aulas Preenchimento da ficha de auto-avaliação Preenchimento das fichas de avaliação Reunião da CCAD Entrevista com o avaliador Reunião conjunta dos avaliadores: decisão final Reclamação Recurso JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ

ATÉ DIA 10 DE ACORDO COM PRAZOS LEGAIS

1.2.

Quadro de referência interno

Tendo em conta o enquadramento legal, cabe à escola definir os seus objectivos e metas, nos diversos instrumentos de gestão pedagógica. São objectivos da escola: 1- Promover o sucesso escolar;

2- Contribuir para a redução da taxa de abandono escolar;
3- Contribuir para a melhoria das aprendizagens; 4- Dinamizar/participar nas actividades da escola;

5- Desenvolver formação adequada à melhoria do desempenho profissional.
Tendo em conta estes objectivos, as metas a atingir no ano lectivo 2008/2009 são: 1. Aumento da taxa de conclusão do Ensino Secundário em 5 %; 2. Diminuição em 10 % da taxa de retenção, por ano de escolaridade em relação aos dados apurados para o ano lectivo 2007/08; 3. Diminuição em 10 % da taxa de abandono escolar em relação aos dados apurados para o ano lectivo 2007/08 para os ensinos básico, secundário e nocturno; 4. concretização do Plano Anual de Actividades;

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5.

Concretização do Plano de Formação da Escola.

1.3. Objectivos individuais
A proposta de objectivos individuais é exclusivamente dirigida ao Presidente do Conselho Executivo (sugere-se a utilização de modelo próprio). Esta proposta visa aferir a contribuição do docente para a concretização dos:

Objectivos e metas fixados no projecto educativo e no plano anual de actividades da escola.

Estes objectivos são formulados tendo por referência os seguintes itens: a) A prestação de apoio à aprendizagem dos alunos incluindo aqueles com dificuldades de aprendizagem: o docente deve considerar os casos especiais existentes na(s) sua(s) turma(s), tendo em conta as decisões tomadas em reuniões de Conselho de Turma ou de Conselho de Docentes.

b) A participação nas estruturas de orientação educativa e dos órgãos de gestão do
agrupamento ou escola não agrupada: Para efeitos de participação nas estruturas de Orientação Educativa e dos Órgãos de Gestão consideram-se os seguintes:
– Assembleia de Escola / Conselho Geral Transitório; – Conselho Executivo / Comissão Executiva Instaladora; – Conselho Pedagógico; – Conselho de Departamento – Conselho de Área Disciplinar; – Conselho de Directores de Turma; – Conselho de Turma.

c) A formação contínua adequada ao cumprimento de um plano individual de
desenvolvimento profissional do docente: a formação contínua deve, não só permitir a consecução dos objectivos definidos no Plano Individual de Desenvolvimento Profissional do docente, mas também as áreas de formação definidas no Plano de Formação da Escola, de forma a dar resposta aos Projectos Educativos e Planos de Actividades. As áreas de formação são as constantes no Plano de Formação da Escola 2008/2009.

1.4. Instrumentos de registo A Recolha de informação pelos diversos intervenientes no processo será efectuada nos instrumentos de registo aprovados em Conselho Pedagógico e nas fichas de avaliação da responsabilidade do Ministério da Educação. Instrumentos de Avaliação (ME)

Parâmetros e indicadores de avaliação Preparação e organização das actividades lectivas Realização das actividades lectivas Relação pedagógica com os alunos Processo de avaliação das aprendizagens dos alunos

Avaliadores

Coordenador de Departamento

A publicar pelo ME

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Nível de assiduidade Serviço distribuído Progresso dos resultados escolares Participação dos docentes no agrupamento ou escola não agrupada Acções de formação contínua Exercício de outros cargos ou funções de natureza pedagógica

Conselho Executivo

A publicar pelo ME

Carvalhos, 13 de Janeiro de 2008 A Presidente do Conselho Executivo ____________________________

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