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TESTES

LÓGICA
TA.1 (F E I-6 7 ) Dadas as premissas: "Todos os corintianos são fanáticos" — "E xiste m fa ­ náticos inteligentes", pode-se tira r a conclusão seguinte: a) "existem corintianos inteligentes" c) "nenhum corintiano é in te lig e n te " e) não se pode tira r conclusão. T A .2 (F E I— 66) Dadas as proposições: (1) (2) (3) (4) (5) toda mulher é boa m otorista nenhum homem é bom m otorista todos os homens são maus m otoristas peio menos um homem é mau m otorista todos os homens são bons m otoristas b) "to d o corintiano é in teligente" d) "to d o inteligente é c o rin tia n o "

a negação de (5) é a) (1) T A .3 b) (2) c) (3) d) (4) e) nenhuma das anteriores.

(EPUSP-66) Depois de n dias de férias, um estudante observa que (1) (2) (3) (4) choveu 7 vêzes, de manhã ou à tarde quando chove de manhã não chove á tarde houve 5 tardes sem chuva houve 6 manhãs sem chuva

Então n é igual a: a) 7 T A .4 b) 9 c) 10 d) 11 e) nenhuma das respostas anteriores.

{EPUSP-66) Em um baile há r rapazes e m moças. Um rapaz dança com 5 moças, um segundo rapaz dança com 6 moças, e assim sucessivamente. O ú ltim o rapaz dança com todas as moças. Tem-se então: b) r = m - 5 c) r = m - 4 d )r = m

e) nenhuma das respostas anteriores T A .5 (F E I-6 8 ) Um teste de Literatura, com 5 alternativas em que uma única é verdadeira, referindo-se à data do nascimento de um famoso escritor, apresenta as seguintes alternativas: (a) século X IX (c) antes de 1860 (e) nenhuma das anteriores <b) século X X (d) depois de 1830

Pode-se garantir que a resposta correta é: a) (a) b) (b) c) (c) d) (d) e) nenhuma das anteriores

269-A

T A .6

(M A C K -7 3) Duas grandezas x e Pode-se concluir que

y são tais que: "se x = 3 então y = 7 ".

a) se x ^ 3 então y ^ 7 b) se y = 7 então x = 3 c) se y ^ 7 então x ^ d) se x = 5 então y = 5 e) nenhuma das conclusões acima é válida T A .7 (CESCEM-71) Indique a afirmação correta: a) uma condição necessária para que um número seja m aior do que 2 é que eie sej positivo b) uma condição suficiente para que um número seja m aior do que 2 é que ele sej; positivo c) uma condição necessária e suficiente para que um número seja m aior do que 2 que ele seja positivo d) toda condição suficiente para que um número seja positivo é tam bém suficienti para que ele seja m aior do que 2 e) nenhuma das afirmações anteriores é correta T A .8 (S A N TA C A S A -77) Dispõe-se de alguns livros de Física do autor A , outros do autor I e outros do a utor C. Da mesma form a, temos alguns livros de Q uím ica do mesmc a utor A, outros de B e outros de C. Todos os livros devem ser colocados em dua caixas com o seguinte crité rio : na prim eira caixa, deve-se colocar todos os livros qu satisfaçam a condição "se fo r do a utor A , então não pode ser de F ísica". Na segund caixa, somente os livros que não satisfazem a essa proposição. A prim eira caixa deve conter exatamente: a) todos os B e C b) todos os Química c) todos os d) todos os e) todos os livros de Química do a utor A mais todos os livros de Física dos autore livros de do autor livros de livros de livros de Física ou de Quím ica dos autores B e C mais todos os livros dt A Física dos autores B e C Física do autor A Q uím ica dos autores A , B e C

CONJUNTOS
T A .9 (M A C K -7 3) Seja o co n ju n to A = {3 , { 3 } } e as proposições: 1) 3 6 A então: a) b) c) d) e) apenas as proposições 1) e 2) são verdadeiras apenas as proposições 2) e 3) são verdadeiras apenas as proposições 1) e 3) são verdadeiras todas as proposições são verdadeiras nenhuma proposição é verdadeira { b } # a ^ b Í=JÕ, então: c) {0 ,{a })C A 2) {3 } C A 3) {3 }G A

T A .10 (CESCEM-77) Sendo A = { 0 ; a; { b } } , com a) d) {0 , {b }}C A {a, b } C A b) e)

{0, b} C A
{{a }, { b } } C A

270-A

T A .11 Sendo dado um co n ju n to A com n elementos indiquemos por a o número de sub­ conjuntos de A. Seja B o co n ju n to que se obtém acrescentando um novo elemento a A e indiquemos por b o núm ero de subconjuntos de B. Quai a relação que liga a e b? a) 2a = b b) a = 2b c) b = a + 1 d) a = b e) n * a = (n + 1)b

T A .12 (M A C K -7 6) Dado o co n ju n to de C é: a) 6 b) 12

C = {o, 1, 2, 3 } , o número de subconjuntos próprios
d) 16 e) 18

cJ 14

T A .1 3 (CESCEM-77) Um subconjunto X de números naturais contém 12 m últiplos de 4, 7 m últiplos de 6, 5 m últiplos de 12 e 8 números ímpares. O número de elementos de X é: a) 32 b) 27 c} 24 d) 22 pode-se afirm ar que c) { l} 0 { 2 } ^ A e) 20

T A .1 4 (M A C ^-6 9 ) Sendo A = { { l } , { 2 }, { 1 , 2 } } a) { l} j£ A b) e) {1} C A { 1} U { 2 } G A

d) 2 6 A

T A .1 5 (G V -7 2 ) Sejam A , B e C trés conjuntos não vazios e consideremos os diagramas:

0 A C B, C <t B, A n c ^ 0 II) A C B, C C B, A P lC = 0 então as associações corretas são: a) (1, IV ), (2, III) d) (4, III), (1, II)

III) A C (B f lC ) , B C C, C ^ B , A j=C IV) A O C = , A=ÉC, B O C =

0

0

b) (1,11,(4,111) e) (3, IV ), (1, I)

c) (2, II), (3, IV)

T A .1 6 (PUC-74) A e B são subconjuntos de um mesmo universo. Existem elementos de A que pertencem ao conjunto B. Então, pode-se afirm ar: a) A é subconjunto de B d) A f l B ^ 0 b) B é subconjunto de A e) nenhuma das anteriores. c) A e B são disjuntos

T A .17 (PUC-76) Sendo A e B dois conjuntos quaisquer, então é verdade que: a )A ^ B = > A C B d) (A O B) U (B - A) = B b lA ^ B ^ A ^ B c) (A O B) C (B - A) e) A = B « > A f l B ^ A U B

271-A

T A .1 8 (M A C K -74) Sabe-se que A

A U B U C = {n & N | 1 < n < 1 0 },

A n B

= {2 ,3 ,8 Í

nc

= {2 , 7 } , B

nc

= { 2 , 5, 6 } e A U B = {n G N | 1 < n < 8 } .

Ò co n ju n io C é: a) d) {9 ,1 0 } {2 , 5, 6, 7 } b) {5 ,6 ,9 ,1 0 } c) {2 ,5 ,6 ,7 ,9 ,1 0 }

e) A U B

T A .1 9 (M A C K -74) Dentre as seguintes afirmações: I) II) III) AU B = AU C AU B = AU C AÜ B = AU C = > B = C = > B C c = > Q C )C ^= 0

a) todas sâo verdadeiras b) todas são falsas c) só I e 11 são verdadeiras d) só II 6 verdadeira e) só I é falsa T A .2 0 (G V -7 0 ) A parte hachuradas no gráfico, representa: a) b) c) d) e) A O (B U C ) (A O B )U C ( A U B ) flC A U (B O C ) nenhuma das respostas anteriores. A = ( - « , 2 ] e B = [o , + 00) intervalos de números reais

TA.21 (C ESC R AN R IO -76) Sejam Então A B é: a) { 1} b) ( - 00, 0]

c) vazio A

{o , 1 , 2 }

e) [o , 2 ] . B com 3 elementos, C con

T A .2 2 (PUC-76) Sejam os conjuntos 4 elementos; então: a) b) c) d) e)

com 2 elementos,

A í l B tem no m áxim o 1 elemento A U C tem no m áxim o 5 elementos (A n B) H C tem no m áxim o 2 elementos (A U B) D C tem no m áximo 2 elementos A C ) 0 tem 2 elementos pelo menos

T A .2 3 (C E S G R A N R IO -7 6 ) Em uma universidade são lidos dois jornais A e B; exatament 80% dos alunos lêem o jornal A e 60% o jornal B. Sabendo-se que to d o aluno é leito de pelo menos um dos jornais, o percentual de alunos que lêem ambos é: a) 48% b) 140% c) 60% d) 80% ei 40%

T A .2 4 (CESCEA-68) Foi realizada uma pesquisa numa indústria X tendo sido feitas a seu operários apenas duas perguntas, Dos operários, 92 responderam sim à primeira 80 responderam sim è segunda, 35 responderam sim a ambas e 33 não responderam a perguntas feitas. Pode-se concluir então que o número de operários da indústria é a) 170 b) 172 cí 2 0 5 d) 174 e) 240

272-A

T A .2 5 (G V -76) De todos os empregados de uma firm a , 30% optaram por um plano de assistência médica. A firm a tem a m atriz na Capital e somente duas filiais, uma em Santos e outra em Campinas. 45% dos empregados trabalham na m atriz e 20% dos empregados trabalham na filia l de Santos. Sabendo-se que 20% dos empregados da Capital optaram pelo plano de assistência médica e que 35% dos empregados da filia l de Santos o fizeram, qual a porcentagem dos empregados da filia i de Campinas que optaram pelo plano? a} 47% b) 32% c) 38% d) 40% e) 29%

T A .2 6 (CESCEA-69) Dados os conjuntos A = {a, b, c } , co n ju n to (A - C) U (C - B> U (A O B O Cl & a) {a, b, c, e } b) {a, c, e } c) A dí

B = {b , c, d } e C = {a, c, d, e } o

{b , d, e }

e}

{b , c, d, e }

TA.27 (CESCEA-72) Dados os conjuntos A - { l , 2, - 1 , 0, 4, 3, 5 } e B = { - 1 , 4, 2, 0, 5, 7 } assinale a afirmação verdadeira: a) A U B = {2 , 4, 0, - 1 } c) A n B = { - 1 , 4, 2, 0, 5, 7, 3 } e) nenhuma das respostas anteriores bí A O (B - A ) = 0 d) (A U B) H A = { - 1 , o }

T A .28 (CESCEA-73) Sejam R o co n ju n to dos números reais, e A = { x G |R | -1 < x < 2 } , B = { x G jR | - 2 < x < 4 } , C = { x e IR | - 5 < x < o } . Assinale dentre as afirmações abaixo a correta: a) (A O B> U C = {x G |R l - 2 < x < 2 > b) C - B = { x G IR | - 5 < x < - 2 } cí A - (B

nc ) = { x G

IR | - 1

<X

< o }

d) A U B U C = { x G IR | - 5 < x < 2 } e) nenhuma das respostas anteriores T A .2 9 (PUC-75) Sendo A = { x G |R | -1 < x < 3 } e B = { x G jR | 2 < x < 5 } , então: al A O B = { x G | R | 2 < x < 3 } bí A U B = { x G |R | -1 < x < 5 } c) A - B = { x G l R | - 1 < x < 2 } d) B - A = { x G |R | 3 < x < 5 } e) P B = { x G |R | -1 < x < 2 } ^A

T A .3 0 (C V -7 4 ) Considere os conjuntos dados no gráfico. Apenas uma das afirmações é verdadeira. Qual? aí Ã u ¥ = S c) Ã n B = 0 e) Ã H B = B b) Ã n ¥ = B dí A C B

273-A

T A .31 (G V -75) Considere a parte hachurada nos diagramas, onde A e B são subconjuntos de S

As associações corretas estão na alternativa: a) (1, d), (4, b), (5, e) d) (1, c), (4, b), (2, e) b) (3, a), (2, e), (5, c) e) (3, d), (4, b), (2, a) c) (3, a), (2, c), (5, d)

T A .32 (G V -76) Denotando-se por x' o complem entar de um conjunto qualquer x, então qualquer que sejam P e Q, o conjunto [p ' U (P f lQ ) J é igual a: a) P' O Q b) P U Q ' c) P O Q' d! P' U Q e) J0"(conjunto vazio) A ie , f, g, h, i }

T A .33 (PUC-77) Sabendo-se que: A e B são subconjuntos de U, A H B - íc, d } , A U B = {a, b, c, d, e, f }, então: Observação: A : complem entar de A em relação a U. a) b) c) d) e) A A A A A tem tem tem tem tem 2 4 3 4 1 elementos e B tem 4 elementos elementos e B tem 2 elementos elementos e B tem 3 elementos elementos e B tem 4 elementos elemento e B tem 5 elementos

T A .34 (M A C K -7 5) Dados M, N e P, subconjuntos não vazios de E, e as afirmações: I) M U N - M <=> N C. M; II) M H N - M <=> M C. N; III) (P C M e P C N) <=> P ^ {M D N); _ IV ) M C V) M
n

« M

O

^ N ,0 ; M = E;

c

N <=> N

u

então o número de afirmações corretas é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

CONJUNTOS NUMÉRICOS
T A.35 (C ESG R A N R IO -77) A intersecção dos très conjuntos
ir

n c,

n u n iiU E

e

n u

tz n o

é: a) W b) 0 c) < Q d) IR e) Z

274-A

TA36

(FU V E S T -77) Em um teste de cinco alter nativas, com uma única corretn, as alternativas eram: A) Racional B) Irracional C) Inteiro D) Real E) Complexo

A alternativa correta era: a) A TA.37 b) B c) C d) D e) E n í ; m ^ S(n), onde S(n) é o

(CESCEA-68) Se n e m são números naturais e se sucessor de n, então, é sempre verdade que: a) m - n ou d) n < m m - S(n)

b) m < n c) m > n t 1 e ) m ^ n e m - S ( n )

TA.38

(CESCEA-68) Quaisquer que sejam m, n e p de 2" têm-se: a) n => — G Z n , , „ ___, p m + m n c) p ^ 0 > - — E P b) p ^ 0 = > p ^ -+ p - E Z p m + n d) ----------- E 2" se e somente se p p ^ 0 e p = m + n n m ú ltip lo de 2,

e) (m + n)P - m p + np TA39

(CESGR AN R IO -76) Seja H o conjunto {n E W I 2 ^ n ^ 40, n não-m últiplo de 3}. O número de elementos de H è a) 12 b) 14 c) 7 d) 13 e) 6 p

TA.40

(FU V E S T -77) Sejam a e b a) b) c) d) e) se se se se se

números naturais e

um número primo.

p divide a2 + b “ e p divide a, entáo p divide b p divide ab, então p divide a e p divide b p divide a + b, então p divide a e p divide b a divide p, então a é prim o a divide b e p divide b, então p divide a 2940x = M 3 onde M é um in ­

TA.41

(PUC-69) O menor número in te iro positivo x para que teiro é: a) 2040 b) 1960 c) 3150 d) 2060

e) nada disso

TA.42

(EPUSP-66) Se a-i e x forem números reais tais que x < a <C 0, então a) x < ax < 0 d) x 2 > ax mas b) x2 > a x > a 2 ax < 0 c) x2 < a2 < 0 e) nenhuma das respostas anteriores

TA.43

(CESCEA-75) Assinalar dentre as afirmações seguintes a correta, quaisquer que sejam os números reais A, B e C com A =£0, B ^ D , C a) — > C B c) AB > C = > A > BC b) A > B d) -£- < B 0. > 1 = > < - 1 se B < 0

B

==> ABC > C2
= > AB T^T < - 1 se

e) A B > C

C <0

275-A

TA.44

(G V -73) Sejam a, b e c números reais quaisquer. Assinale a afirm ação verdadeira. a} a > b <=> a2 > b2 c) V a 2 + b2 ^ a d) — ^—r - —■+ - r ■ a + d a b e) a2 = b2 <=> a = b b) a > b <=> ac > bc

TA.45

(PUC-70) Sendo a e b números reais quaisquer e m um real diferente de zero, então: a) b) c) d) e) a > b e am > bm então m = 1 a ^ b e am ^ bm então m < 0 a ^ b e am ^ bm então m > 1 a < b e am < bm então m < 0 nenhuma das respostas anteriores é correta. + — x > 2 se verifica b) para x 9^0 d) para quaisquer x e y de sinais contrários

TA.46

(F E I-6 8 ) A desigualdade — Y

a) quaisquer que sejam os reais x e y c) para quaisquer x e y de mesmo sinal e) nenhuma das anteriores. TA.47 (CESCEM-66) A desigualdade a} b) c) d) e) é sempre verdadeira só é verdadeira se x só é verdadeira se x só é verdadeira se x só é verdadeira se x

(x + y ) 2 > x 2 + y 2 ,

sendo x e y diferentes de zer

e e e e

y y y y

forem positivos forem negativos tiverem o mesmo sinal tiverem sinais contrários

T A .48 (EPUSP-66) O número x não pertence ao intervalo aberto de extrem os - 1 e 2. Sabe-s que x <0 ou ou x > 3 . Pode-se então co n clu ir que: x > 3 b) x > 2 | ou x < 0 c} x > 2 ou e) nenhuma das respostas anteriores. e p €
b

a) x < - 1 d) x > 3 TA.49 (PUC-76) Se a) b) c) d) e) T A .50 n n n n n é é é é é um um um um um

x < -1

A = { n ln = 2p - 1 natural natural natural natural natural ímpar ímpar ímpar ímpar ímpar

},

então

núm ero número número número número

se B = JR Vp ^ B se e somente se B = Z se e somente se B = N se e somente se B = N *

(F U V E S T -77 ) Assinale a correta: a) 0 ,5 9 9 9 ... < -y J — +1 < ~ 3 b) 0-5999... < 2 . vã + 1 d> - 2 < - | - < 0 ,5 9 9 9 ... V5 + 1

2
V5 + 1 e) 3

< 0 ,5 9 9 9 ... < 4 3

<

„ 2— < 0,5999... 'v i + 1

276-A

TA-51

(C ESG R A N R IO -77) Considere a expressão

0 ,9 9 9 .. . +

_3_ J_ 5 " 15

Efetuando as operações indicadas e sim plificando, obtemos:

al
TA. 52

b) 2

cl i f

dl f

el 1

(CESCEA-67) Dados abaixo grupos de dois números reais, expressos decimalmente, qual dentre eles é co n stituíd o somente de números racionais? a) b) c) d) e) 1,000...0... 0,010010001... 68,01002000300004... 447,50047047...047... nada disso e e e e 790,0721721. ..721... 3,590888...8... 1,30892...892... 37,101112131415161718...

TA. 53

(CESCEA-6 8 ) Designemos por A o co n ju n to de todos os números reais da form a -7- , b com a e b inteiros não negativos e b ^ 0. Se —• e são dois elementos quaisquer de A b d tem-se que: a) ~ b i a C| _ — ^ -E A d c . _ 6 A b )-b a . d > - T ^ : E A A see somente se a = c

d c -

e)

b

= ~ d

se e somente se b = d •

TA. 54

(PUC-74) Um número racional qualquer: a) b) c) d) e) tem sempre um número fin ito de ordens (casas) decimais tem sempre um núm ero in fin ito de ordens (casas) decimais não pode expressar-se na form a decimal exata nunca se expressa na form a de uma decimal inexata nenhuma das anteriores

TA. 55

(CESCEM-70) Assinalar a afirmação falsa: a) b) c) d) e) a soma de dois números irracionais pode ser racional a soma de um racional com um irracional é sempre irracional o inverso de um irracional é sempre irracional o pro d u to de dois irracionais é sempre irracional a raiz quadrada positiva de um número irracional positivo é sempre irracional

TA. 56

(G V -74 ) Quaisquer que sejam o racional x e o irracional y, pode-se dizer que: a) x • y é irracional b) y • y d) x - y + \ Í 2 é irracional é irracional c) x + y é racional e) x + 2y é irracional

277-A

TA.57

(CESCEM-71) Dada uma seqüência de números positivos a j, a2 , ...» an um algoritr utiliza d o em computadores eletrônicos para saber se algum dos elementos da seqüêni é um quadrado perfeito é o seguinte: 1. C onstruir uma nova seqüência b j , b2 , b n, obtida da prim eira pela extração da r; quadrada de cada um de seus elementos. 2. C onstruir uma nova seqüência c j , c2 , cn, a p a rtir da anterior, onde cada Cj è menor in te iro c o n tid o em bj. 3. C onstruir a seqüência d j, d 2 , ..., d n , obtida da anterior elevando-se os elementos C j quadrado. 4. Comparar os elementos da seqüência dj com os respectivos da seqüência aj. Os c forem iguais são quadrados perfeitos. Nestas condições, dadas as seqüências abaixo ‘1 : 2,71 : 2 : 4 a2 4 c2 d2 a3 b3 531 271961

os dados são suficientes para afirm ar que: a) b) c) d) e) T A.58 a2 é quadrado perfeito 83 é quadrado perfeito somente a2 é quadrado perfeito somente 33 é quadrado perfeito nem a j nem a3 são quadrados perfeitos x > 1 > y. Sejam S = x +

(M A C K -7 4) Os números reais x e y são tais que e P = x y. Nessas condições:

a) S > P b) c) d) e) T A .59 P >S S pode ser maior, igual ou m enor que P S pode ser m aior ou menor, mas nunca igual a P nenhuma das anteriores.

(FCESP-74) O número real r que não pode ser escrito sob a form a r = -^ -í_ L x real « x ' ' a) -1 b} 0 c) 1 d) 2 e) 3

TA.60

<PUC-76>Se aí X = IR e) X = IR*

X = {x £ IR I (x + 1) • (x - 1} = x 2 - 1 }, então b) X = IR+ c) X = 0 d) 31 x G r I x 6 X

TA61

(F E I-6 8 ) Sendo x um número real positivo qualquer, tem-se a| V x + « fx = 1 + x b) -sTx + V x < 1 + x c) 'sfx + V x > 1 + x para algum x > 0 x > 0 x >0

para qualquer para qualquer

d) V x + V"x = V x + f a , para qualquer x > 0 e) nenhuma das anteriores.

278-A

RELAÇAO BINÁRIA

TA.62Se a é um número negativo e b é um número positivo então assinale a correta: a) (a, b) está no 1? quadrante c) (b, -a ) está no 1? quadrante e) (-a , - b ) está no 3? quadrante TA.63Se as coordenadas de A e B são respectivamente (-2 , 2) e (-3 , - 1 ) então as coorde­ nadas de C são: a) b) c) d} e) (2, -4 ) (-4 , -2 ) (4, -2 ) (-4 , 2) (-2 ,4 } A = { l ,3 } e B = \2 ,4 } , o pro d u to cartesiano b) (b, a) está no 2? quadrante d) (a, - b ) está no 4? quadrante

TA.64 (CESC RANRIO 73) Sendo A X B é dado por: a)

{ ( 1 , 2), (1, 3}, (1, 4), (2, 3), (2, 4), (3, 4 ) }

b) { ( 1 , 2). (3, 2), (1, 4 ), (3, 4 ) } c) { ( 1 , 3), (1, 2), (1, 4}, (3, 4 ) } d) { ( 1 , 2), (3, 4 ) } e) nenhuma das respostas anteriores TA.65 (CESG R A N R IO -74) Sejam a) F X G tem 12 elementos c) F U G tem 7 elementos e) ( F U G ) O F = F = { 1 , 2, 3, 4 } e G = { 3 , 4 , 7 } . Então:

0

b) G X F tem 9 elementos d) F í l G tem 3 elementos

TA.66 (U F F -7 1 ) Sabendo que A e B são dois conjuntos tais que: 1?) (1, 7), (5, 3) são elementos de A X B 2?) A D B = { 1, 3 } podemos afirm ar com toda segurança que: a) A x B tem 8 elementos c) A x B tem menos de 8 elementos b) A x B tem mais de 8 elementos d l A x B não pode ter 9 elementos A x B

e) nada se pode afirm ar sobre o número de elementos de

TA.67 (CESCEA-73) Sejam os conjuntos

A = { 1 , 2, 3 } ,

B = {a , { a } }

e o pro d u to car­ Entre as relações

tesiano A x B = { ( 1 , a), (1, { a } ) , (2, a), 12, { a } ) , -(3, a), (3, { a } ) } . abaixo, uma e apenas uma, é falsa. As$inale-a: a) {a } GB e {a } C B

b) { ( 1 , a), (1, { a } ) , (2, a )} C A X B d) {(a , { a } ) , (1, { a } ) } C A X B

c) 0 'w A X B e) nenhuma das anteriores

279-A

T A .68 (C ESG R A N R IO -73)

Dados os conjuntos e B = { x G lR |l< x < 2 } ,

A = {1 , y } U { x € l R | 2 < x < 3 }

o gráfico de A X B é m elhor representado por:

T A .6 9 C om base na representação cartesiana de A X B a) A « B = { l , 2, 3 } b) A = { l , 2 , 3 } e B = {
x

abaixo podemos concluir:

E |R |1 < x <

3}

c} A = { x G | R l l < x < 3 }

e B = { 1 , 2, 3 }

d| A = B = { x e i R H < x < 3 } e) nenhuma das respostas anteriores. 1 2 3

TA.70 (C ESG R A N R IO -73) Seja Z o conjunto dos inteiros. Sejam ainda os conjuntos A = { x e z l- 1 Então, se < X < 2} e B = { 3 , 4, 5 } . tem-se que

D « { (x, y) £ A X BI y > x + 4 } ,

a) D = A x B b) D tem dois elementos c) D tem um elemento d) D tem três elementos e) as quatro afirm ativas anteriores são falsas T A .71 (PUC-77) Sendo F = {y G E I y E = { 1 , 2, 3, 4, 5, 6, 7 , 8 } , satisfaz p (y )}, tem-se: p(y) : y + 1 < 6 e

Observação: F: complem entar de F em relação a E a) E = F e) F H b) E - F = = F P = { ( x , y) G N x W) | y = x - 5 } c) IR d) é: > 6 }

0

c) F = (5, 6 , 7, 8) d) (E H F) U F = E

0

TA.72 (PUC-77) O d o m ín io da relação a) N e) {
x

b) M* £
n

{ x ^ M lx

|

x

^ 5 }

280-A

TA.73 (PUC-76) O dom ínio da relação f = { ( x , y> G lR X i R | y a) IR+ b) IR* e) { x £ IR e x = £ ± 2 } c) IR } é: d) { x G l R e x * 2 }

FUNÇÃO
T A.74 (CESCEM-75) Dizemos que uma relação entre dois conjuntos A e B é uma função ou aplicação de A em B quando to d o o elemento de: a) b) c) d) e) B B A A A é imagem de algum elemento em é imagem de um único elemento possui somente uma imagem em possui, no m ínim o , uma imagem possui somente uma imagem em A de A B em B B e vice-versa de

T A.75 (C ESG R A N R IO -77) Seja f : IR — HR uma função. O co n ju n to dos pontos interseção do gráfico de f com uma reta vertical. a) b) c) d) e) possui exatamente dois elementos. é vazio. é não enumerável possui, pelo menos, dois elementos. possui um só elemento.

TA.76 (PUC-75) Qual dos gráficos não representa uma função?

TA.77 (PUC-76) Qual dos gráficos seguintes representa uma função f de IR* em IR? bí

IR

T A.78 (PUC-77) Se x e y são elementos do co n ju n to R, qual das relações é função de x? a) d) { ( x , y) I x = y 2 - 1 } {(x , y )i x < y } b) { ( x , y) | x = i y I} c) { ( x , y) I y = V x - 2 }

> { ( x , y) I y = x 2 + 1 } )

7

281-A

T A .7 9 (G V -7 2 )

Os diagramas abaixo definem as funções f, g e h de A em A , sendí

A = { l , 2f 3, 4 } .

Sejam M, N, P as imagens das funções f, g e h respectivamente. Então onde X ' = complem entar de X, em relação a A , é o co n ju n to : a) A b) { 2 , 3 , 4 } c) { 1} dí 0 e)

M ' U N ' U P'

{1 ,2 ,3 }

T A .8 0 (CESCEM-76) Se f : A -► B é u m a fu ção e se D C A , chamamos de imagem de D pela função f ao co n ju n to ano­ tado e d e fin id o por: f < D > = { y £ B | existe x G D tal que f (x Se g é a função de R em R cujo grá­ fic o está representado ao lado, então a imagem g < [5 ; 9 ] > d o intervalo fechado [5 ; 9 ] é: ai (2; 6) b) [2 ; 6 ] c) [3 ; (

(CESCEM-68) O enunciado abaixo refere-se aos testes 81 e 82 que o seguem: Seja f{> uma função cujo d o m ín io é o co n ju n to dos números inteiros e que associa a tod inteiro par o valor zero e a to d o in te iro ímpar o dobro do valor. TA.81 f {- 2) vale: a) zero b) não está definida c) - f ( 2 ) d) - 2 e) +2

T A .8 2 f (+ V 4 S 2 }, S in te iro , vale: a) 2S b) 4S e) nenhum dos valores acima. c) 2 V 4S d) zero

T A .8 3 (M A C K -7 7 ) A função f de IR em IR é tal Se f (9) = 45, então: a) f (1) = 5 b) f(1 ) = 6 d) f( 1 ) não pode ser calculado

que, para to d o x £ |R ,

f (3 x) = 3 f( x ) .

c) f(1 ) = 9 e) não sei f(n ) uma

(CESCEM-69) O enunciado abaixo refere-se aos testes 84 e 85. Seja função definida, para to d o n in te iro pelas relações. í f (2) = 2 \ f( p + q) = f íp) • f (ql T A .8 4 0 valor de f(01 é: d) V l

a) 0 b> 1 c) 2 e) nenhuma das respostas anteriores

282-A

T A .8 5 0 valor de a) - |

f(-2 )

é: c) 0 d) - 2

b) ~

e) nenhuma das respostas anteriores T A .86ÍC E S C E M -71)
é

dada uma função real tal que: 2. f (1) = 2 3. fC s/ 2 ) = 4

1. f( x ) • f( y ) = f ( x + y) O valor de f (3 + \J~2 ) é:

a) (3 + \ Í 2 )2 b) 16 cí 24 e) impossível de ser determ inado pois faltam dados.

d) 32

T A .8 7 1 F E I-6 5 ) Uma função f ix ) , definida no co n ju n to dos números reais, sendo a um número real determ inado, verifica as propriedades: f ix ) = - f ( - x ) Então: a) f ( a + x) = f í - x ) d) f(2 a ) = f(a ) b) f( x ) = f(a) c) f( 2 a - x) = - f ( - x ) e) nenhuma das anteriores é correta. e f i x + a) = f(x>

T A .8 8 ÍC E S G R A N R IO -7 6 ) Sejam Z o conjunto dos números e bl = { n £ Z | n ^ l } . Con­ sidere a função f : N — ►/£ definida por f (n) = x i + . . . + x n onde x | < * ( - 1 ) k , para cada k = 1 , . . . , n. A imagem da função f é 0 conjunto. a) {0 , 1 } bí { O } cí Z d) { - 1 , 0, 1 } e) {-1 , 0 }

FUNÇÕES DO 19 GRAU
T A .8 9 (M A C K -7 5) A função f é definida por f(1 ) = 1. O valor de f (3) é: a) 0 bí 2 cí - 5 f(x ) = ax + b. dí -3 f( x í = ax + b: que a reta que a reta da reta que a reta que a reta corta o eixo das abscissas corta o eixo das ordenadas corta o eixo das abscissas corta o eixo das ordenadas Sabe-se que f( - 1 ) = 3 -1 e

T A .9 0 (P U C -7 5 ) Na função f definida por aí b) c) d) s'e l o o o o o coeficiente coeficiente coeficiente coeficiente coeficiente b a b a b determ ina determ ina determ ina determ ina determ ina o 0 a o o

p o n to em p onto em inclinação p onto em p onto em

TA.91 (PUC-76) A função *^ = x + 1 a) b) c) d)

representa em IR X IR uma reta

paralela à reta de equação y = x + 3 concorrente à reta de equação y = 2x + 5 igual à reta de equação y = x + 2 que intercepta o eixo das ordenadas no ponto (0, 1) que intercepta o eixo das abscissas no p o n to (-1 , 0)

283-A

T A .9 2 (M A C K -6 9 ) O gráfico da aplicação definida por F = { ( x , y) G [2 , 5 ] • [2 , 5 ] | y = x } C IR X |R, onde [ 2, 5 ] = { x G |R | 2 < x < 5} é

a) um c o n ju n to fin ito de pontos b) uma reta c) uma semi-reta j i ) um segmento de reta e) nenhuma das respostas acima é correta. T A .9 3 (M A C K -7 6) Exam inando o gráfico da função f ao lado, que é uma reta, po­ demos c o n clu ir: ^ b) c) d) e) se se se se se f( x ) x > x < f(x ) x > < 0, então x 2, então f(x ) 0, então f (x) < 0, então x 0, então f(x ) > > < < > 3 f(2 ) 0 0 0

T A .9 4 (E A E S P -G V -77) Uma empresa produz e vende determ inado tip o de p ro d u to . A quar tidade que ela consegue vender varia conform e o preço, da seguinte fo rm a : a um preço ' ela consegue vender x unidades d o pro d u to , de acordo com a equação y = 50 - —

Sabendo-se que a receita (quantidade vendida vezes o preço de venda) ob tid a fo i d C r$ 1.250,00, pode-se d ize r que a quantidade vendida fo i de: a) 25 unidades c) 4 0 unidades e) 20 unidades T A .9 5 (CESCEA-74) A equação mente se: a) m < ~ ^ (m 2+ 1 ) x - 2 m b) 50 unidades d) 35 unidades

+ 5 = 0

admite raiz negativa se, e sc

b) m > —■ 2

c) m < 4* 4

2

d) m > ^

e) não sei

T A .96 (CESCEA-74) A solução da inequação meros reais x tais que: » ^ 41 a ) x < - — _ . 41 b) x > — . . c) x >

9 (x - 5) < - 4(1 - x)

6 o c o n ju n to dos nú

10

JV .4 1 d ) x < - jr

. . 41 e) x < ^

T A .9 7 (M A C K -6 9) A desigualdade

— > x + 1

0

é satisfeita se: 0 d) x > -1

a) x > 0 b) x > -1 c) x < e) nenhuma das respostas acima é correta. T A .9 8 (C E S G R A N R IO -73) Dada a inequação a solução é: a) {x | x < 2 /3 2 ou 2 < x < 5}

(3x - 2 )3 (x - 5)2 (2 - x )x > b) { x I 2 /3 < d) 2 /3 < x < x < 5

0,

tem-se que o}

2 ou x <

c) 2 /3 <

x <

e) d iferente das qu a tro anteriores

284-A

T A .9 9 (CESCEA-75) A solução do sistema 3x + 2 < 7 - 2x 4 8x < 3 x + 10 11 - 2 ( x - 3 ) > 1 - 3 (x - 5) é o c o n ju n to de todos os números reais x tais que: a) -1 < d) -1 < x < x < 0 — b) -1 < ei -1 < x < x < 1 | c) -1 < X < -|

T A .100(F C E S P -74) Seja a) y < -2

y « (x - I M x - 2 M x - 3); 0 c) y = 0

se

1 < d) y >

x < 2

2.

então: e) y > 0

b) y <

TA.101IP U C -76) O c o n ju n to verdade da inequação a) { x G IR e ( - 5 < x < 3 )} 3 )} 3 )]}

x - 3 -=— — > o + x

0

é dado por:

b) { x G lR e (x < c) { x £ IR e [( x <

- 5 ) e (x >

- 5 ) ou (x > -5 } 5) ou {x >

d í { x G IR e x ^ e) { x £ IR e [( x <

3 ) ]}

T A . 102 (CESCEA-70) O co n ju n to de todos os x para os quais a) c) e) {x G IR /-1 < x < 2 } { x € lR /x < -1 o u x > {x G R / x ^ 2}

6 um número real ê:

2}

b) {x G I R / - 1 < x < 2 } d) { x £ | R / x ^ - 1 ou x >

2}

T A .1 0 3 ÍP U C -7 0 ) O d o m ín io da função a) x < - 1 ou x ^ 1 c) x -1 e x < I

y = f( x í = y j \ +" b) -1 < d) -1 < x < x < 1 1

6:

T A .1 0 4 (G V -7 2 Í A solução da inequação a) x < -1 ou x > c) -1 < x < 0 ou e) x -1 ou x 1 x > 1

■ *

- -“ b) x < d) x <

y -1 0

> 0 ou

6: 0 < x < 1

1

T A .1 0 5 (M A C K -7 6 ) O co n ju n to solução de a) { x G IR I x > cí { x e IR I x > eí { x e IR | - 1 5 < 15 e 0} x < 15} x < -3 } b) { x € IR l x < d) { x e i R I - 3 < 15 e x ^ 15} -3 }

x <

285-A

X+ 1 T A .1 0 6 (G V -7 4 ) Seja D o co n ju n to dos números reais x para os quais —— ^ é o co n ju n to dos x reais tais que: a) x < ^ e x ^ 2 b) 2 < x < 3

4.

Então

c ) x > 2 e) - 1 < x <

d ) x < 2 o u x > 3 2

FUNÇÃO QUADRÃTICA

T A .107 (PUC-76) A função quadrática a) m ^ 4 c) m =£ - 2 e) m ±2

y = (m2 - 4 )x 2 - (m + 2 )x - 1 b) m 2 d) m « - 2 = ou +2

está definida quando:

T A 1 0 8 (P U C -7 7 ) O esboço do gráfico da função quadrática y * 2x2 - 8x + 6 é:

d)

T A .109 (CESCEM-76) Sabe-se que o gráfico ao iado representa um a função quadrática. Esta função é: a) b) x2 , 2 x2 ■ * + 42 3

2

X

2

X '2 d) x2 - 2x - 3 e) x 2 + 2x - 3

x2 « » .-T

286-A

T A .1 1 0 (M A C K -7 7) Se y = ax2 + bx + c é a equação da parábola da figura ao Iado, pode-se afirm ar que: a) b) c) d) e) ab < 0 ac > 0 be < 0 b2 - 4ac ^ não sei

0

TA.111 (PUC-70) O valor m áxim o da função a) se a < 0 4a d) b2 - 4ac se a < b) 0

y = ax2 + bx + c

com

a =£ 0 0

é:

se a > 0 c) b2 - 4ac se a > 2a e) nenhuma das anteriores é correta y = x 2 - 5x + 6.

T A .1 1 2 (CESCEM-72) Considere o gráfico da função de menor ordenada tem coordenadas: a) (2 ,3 ) b) (3 ,2 ) c) (3 /2 ,1 )

O p o n to do gráfico

d) ( 5 /2 ,- 1 )

e) ( 5 /2 ,- 1 /4 )

T A .113 (CESCEA-76) A parábola de equação y = - 2 x 2 + bx + c passa pelo p o n to ( 1 ,0 ) e seu vértice é o p o n to de coordenadas (3, v). Então v é igual a: a) 8 b) 4 c) 6 d) - 5 e) 18

T A .1 1 4 (CESCEM-69) Se dois trinò m io s do 2 9 grau possuem as mesmas raízes, então: a) b) c) d) e) eles são necessariamente iguais eles assumem necessariamente um m ínim o ou um m áxim o no mesmo p onto eles diferem por uma constante suas concavidades são de mesmo sentido nenhuma das anteriores f = { (x , y) €= IR X IR | y = x2 - 3 } é:

T A .1 1 5 (PUC-77) O co n ju n to imagem da função aí { y | y G IR b) { y | y G |R c) { y I y £ IR d) { y j y G IR e) { y I y e IR e e e e e y > y > y < y > y < V"3} -3 } 3} o} -3 }

T A 1 1 6 (CIC E-68) Seja a função y = 3 x 2 - 1 2 imagem de tal função é tal que: a) - 2 < y < 2 d) - 1 2 < y < 36

definida no intervalo c) 15 < y <

-4 < 36

x ^

3. A

b) 15 < y < 36 e) - 1 2 < y < 36

T A .1 1 7 (C ESC EA-71) Seja f(x ) = ax2 + bx + c. e f(3 ) = - 2 , então, o p ro d u to a.b.c é: a) 20 b) 50 c) - 8 d) - 7 0

Sabendo-se que f (1) = 4, f (2) = 0

e) não sei

287-A

T A .1 1 8 {EPUSP-67) Os trin ô m io s

y = ax2 + bx + c

tais que

a + b + c = 0:

a) tem em com um um p o n to no eixo dos x b) tem em com um um ponto no eixo dos y c) tem em com um a origem d) não tem p o n to em com um e) nenhuma das respostas anteriores TA. 119 (EPUSP-66) O gráfico da função y = ax2 + bx + c, sendo b ^ 0 e c ^ 0

o gráfico da função ob tid a da anterior pela mudança de x em - x se interceptam : a) b) c) d) e) em dois pontos, um no eixo dos x e o u tro no eixo dos y em um p o n to fora dos eixos somente na origem em um p o n to do eixo dos y nenhuma das respostas anteriores

TA. 120 (M A C K -7 6 ) No gráfico ao lado estão re­ presentadas três parábolas (1), (2), (3), de equações, respectivamente, y = ax2, y = b x 2 e y = cx2 . Podemos con­ c lu ir que: a) b c) d e) a < b < c < 0 ) c < b < a < 0 0 < a < b < c ) 0 < c < b < a nenhuma das alternativas anteriores é correta

TA.121 Dados três pontos no plano cartesiano, não colineares e com abscissas distintas duas duas, o núm ero de funções quadráticas que podem ser encontradas de maneira q i esses pontos pertençam aos seus gráficos é: a) 0 b) 1 c) 2 d) mais que duas

T A .1 2 2 (C O N SAR T-75) Um dia na praia às 10 horas a tem peratura era de 36°C e às 14 hor; atingiu a m áxim a de 39,2°C. Supondo que nesse dia a temperatura f( t) em graus e uma função d o tem po t medido em horas, dada por f ( t) = at2 + b t + c, quanc 8 < t < 20, então pode-se afirm ar que: a) b = 0 c) a = b e) b < 0 b) ab < d) a > 0 0

T A .1 2 3 (C ESG R A N R IO -77) Uma conta perfurada de um colar é enfiada em um arame f ir com o fo rm a to da parábola y - x 2 - 6. Do p onto P de coordenadas (4, 10) deixa-i a conta deslizar no arame até chegar ao p o n to Q de ordenada - 6. A distância ho rizo n t percorrida pela conta (diferença entre as abscissas de P e Q) é: a) 12 b) 4 c) 6 d) 5 e) 3

288-A

T A .1 24 (PUC-77) As curvas representativas das funções: y = x' 2y = - x + 1
1

a) tem por intersecçao os pontos de abscissas b) têm por intersecçao os pontos de abscissas

e e

1

- 1

c) têm por intersecçao os pontos de abscissas - 1 d) têm por intersecçao os pontos de abscissas e) não se interceptam.

e 1 1 + ■yfb ----- - -----

1 - yfb 2

T A , 125 (M A C K -7 5) O gráfico de uma função f é uma parábola que passa pelos pontos (1,0 ), (3, 0) e (2, -1 ). O gráfico da função g é uma reta que passa por (1, 0) e (0, -1 ). A sentença f(x ) = g(x): a) é falsa qualquer que seja x b) é verdadeira se, e somente se, x = 1 c) é equivalente ax = 1 ou x = 4 d) im plica x = 0 e) é verdadeira se, e somente se, x é um número inteiro T A .126 (CESCEM-77) Na figura ao lado estão representados os gráficos das funções da­ das por fix ) = (x + 1) (x - 3) e

H x ) = ~ + 3.
\s coordenadas dos pontos P e Q são: 3} ( - ! ; ! > 2 4 c) < - ! ; ! > 2 4 e) ( - | ; 4 ) e d ;-4 ) e ( 4 ;- 5 ) e ( 1 ;- 4 ) 3 .9 '2 '4 |;4 ,

T A .1 27 (E AE SP -G V-77) O menor valor de k para o qual a intersecçao da reta com a parábola y = 2 x 2 + 3x - 2 seja não vazia é: 17 a) 5 b) 1/4 c) 3 /8 d) 2 e) -

y = 4x + k

T A .1 2 8 (G V -72 ) A região hachurada do gráfico é a solução gráfica d o sistema de desigualdades b)

c)

y -x 2 < i x k i

0

d)

r v - x2 > o
\|x |< 1

e) nenhuma das anteriores

289-A

EQUAÇÕES DO 2? GRAU
T A .1 2 9 (P U C -70) Uma equação do tip o ax2 + bx + c = 0 onde a, b, c são números reais a) tem sempre duas raízes reais. b) pode ter uma só raiz imaginária c) pode ser uma equação d o 1? grau d ) nunca terá raízes iguais. e) nenhuma das anteriores é correta T A .1 3 0 (C ESC EM -67) A equação d o segundo grau cujas raízes são -1 e 3 é:

a) x 2 - x + 3 - 0 b) a (x - 1 >(x + 3) = 0, a ^ 0 c) (x + 1)(x + 3) = 0 d) (x - 1 )(x - 3) = 0 e) nenhuma das respostas acima é correta. TA.131 (M A C K -7 4 ) Dada a equação aí x (x + 6) = x 3 b) x + 6 + x 2 = x 2 + x + 6 c) x + 6 + — -— x - 3 d í 3(x + 6) = 3x2 e) todas são equivalentes à equação dada 2x2 - 8x T A .1 3 2 (M A C K -7 7 ) O núm ero de soluções reais da equação — =---------x 2 - 4x a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 = x é: = v2 + — }— x - 3 x + 6 = x 2, uma equação equivalente à mesma é:

e) não sei é:

T A .1 3 3 (F E I-6 6 ) O número de soluções reais da equação a) 0 b) 1 c) 2

5x4 + x2 - 3 = 0 e) 4

d) 3

T /^ 1 3 4 (P U C -7 6 ) O trin ô m io x 2 + px + q onde p e q G IR torna-se um trin ô m io quadradc p erfeito quando se adiciona o term o constante: aí 4 q b) - í 4 c) - í 4a d) — 4p - q e) p2 - 4a q

T A .1 3 5 (P U C -7 7 ) Para que a equação é necessário e suficiente que: a) a = b b) b = 0

a2 - b2 x 2 - ax + ----------- = 0 4

tenha raízes reais e iguais

c) a = 2b

d) a2 - b2 = 0 e)

= a + 1

T A .1 3 6 ( IT A - 7 2 ) Seja f(x ) = x2 + px + p uma função real de variável real. Os valores dí p para os quais f(x ) = 0 possue raiz dupla positiva, são: a) 0 < p < 4 b) p = 4 d) f(x ) = 0 não pode te r raiz dupla positiva e) nenhuma das respostas anteriores c í p = 0

290-A

T A .1 3 7 (P U C -75) Seja a função quadrática definida por f(x ) = m x2 - (2m - 2) x + m - 2: a) f tem duas raízes reais e iguais para V m E IR* fm = 2 b) f tem duas raízes reais e iguais para s ou Lm = - 2 c) f tem duas raízes reais e desiguais para - 2 < m < 2 d) f tem duas raízes reais e desiguais para V m ê e) f tem duas rafzes imaginárias para T A .1 3 8 (M A C K -7 4 ) As raízes da equação a - b + c ^ 0 são reais: a) sempre c) somente se a > c > b e) nunca m > 2 ou IR* m <C - 2 com

(a - b + c)x2 + 4(a - b )x + (a - b - c) = 0

b) somente se d) somente se

a > b > c c > a > b

T A .1 3 9(C E S C E M -72 ) O trin ô m io ax2 + bx + c tem duas raízes reais e distintas; a e fi são dois números reais não nulos. Então o trin ô m io — a x2 + 0 b x + O02 c

a) tem duas raízes reais e distintas ou nenhuma raiz real, conform e o sinal de b) pode ter uma, duas ou nenhuma raízes reais. c) tem duas raízes reais e distintas se a e |3 fo re m ambos positivos, nada se podendo afirm ar nos demais casos. d) tem duas raízes reais e distintas ou nenhuma raiz real, conform e o sinal do pro d u to a/3 e) tem sempre duas raízes reais e distintas T A .1 4 0 (M A C K -7 4 ) A equação kx2 - {1 - 2 k )x + k - 2 = 0 os valores de k pertencentes ao co n ju n to : aí A = { 1 , 2, 4, 5 } c) C = { 2 , 6, 12, 20, 3 0 } e) E = { 1 , 8, 27, 64, 81 } tem raízes racionais para

b) B » { 2 , 4, 6, 8, t o } dí D = { 1 , 4 , 9 , 16, 2 5 }

T A 1 4 1 (C ESC EA-72) Considere o seguinte problem a: "determ inar o número cujo q u ín tu p lo excede o seu quadrado de y unidades". Para que valores de y, o problema adm ite duas soluções reais? a) y < 4 bí y > — 4 cí y = 6 dí y > 7 eí não sei

T A .1 4 2 (C E S G R A N R IO -7 3 ) A equação do 2? grau cuja m enor raiz é 2 - V 3 e 0 pro d u to das duas raízes é igual a 1 é expressa por: a) x 2 + x - 4 = 0 d) x2 - 4x + 1 = 0 b) x2 + 4x - 1 = 0 c) x2 - x + 4 = 0

eí nenhuma das respostas anteriores

291-A

T A .1 4 3 (C E S C E A -77) As raízes da equação 2x2 - 2 m x + 3 = 0 o trip lo da outra. Então o valor de m é: a) 4 b) - 2 c) 2 \ Í 2 d) - 2 \ Í 2

são positivas e uma > e) 0

T A .1 4 4 (F E I-68 ) Sendo a e b as raízes da equação 1 1 4 então, se — + — = — , o valor de m é a b 3 a) — 4 b) - — 3 c) d) 0

2 x 2 - 5x + m = 3

4

e) nenhuma das anteriores * ax2 + bx + c = 0, a ^ O

T A .1 4 5 (M A C K -7 6 ) Se r e s são as raízes da equação o valor de - 4 - + - 4 r é: r2 s2 a) b* - 4ac b2 - 4ac 2a b) A 2 - 2ac c2 . b2 - 2ac 2a

e c= £ (

c) b2 ~ c2

d)

T A .1 4 6 (C E S G R A N R IO -7 7 ) As raízes da equação afirm ar que. a) b) c) d) e) a a b o b

x 2 + bx + 47 = 0

são inteiras. Podemo

diferença entre as duas raízes tem m ódulo 46 soma das duas raízes tem m ódulo 2 ó positivo m ódulo da soma das duas raízes é igual a 94 é negativo reais; se a equação do segundo grau em x:

T A .147 (C E S G R A N R IO -7 5 ) Sejam p e q

x2 + p2 x + q 2 + 1 - 0 tem duas raízes reais x i e X2, então a) X j / ’ O e d) x j - X2 X2 > 0 b) x j + X2 - P2 c) x j + X2 = q 2 + 1 e) x j < 0 e x j < 0

T A 1 4 8 (M A C K -7 4 ) O valor de p, para o qual a soma dos quadrados das raízes de x2 + (p - 2 )x + p - 3 = 0 tem o menor valor, é: a) 2 b) 0 cí 1 d) -1 e) 3

T A .1 4 9 (M A C K -7 4 ) Dadas as equações x2 - 5x + k = 0 e x2 - 7 x + 2k = 0, sabe-sequi uma das raízes da segunda equação é o dobro de uma das raízes da prim eira equação Então o valor de k ^ O está no intervalo: a) [ - 4 , - 2 ] b) [- 1 , 1] c) [2 , 4 ]

d) [5 , 7 ]

e> [ - 4 , 4 ]

292-A

INEQUAÇÕES
T A .1 5 0 (PUC-77) O trin ô m io a) b) c) d) e) - x 2 + 3x - 4: é positivo para to d o número real x é negativo para to d o número real x muda de sinal quando x percorre o co n ju n to de todos os números reais é positivo para 1 < x < 4 é positivo para x < 1 ou x > 4

TA.151 (PUC-77) Para qual dos seguintes conjuntos de valores de m o p o lin ò m io 2 2 P(x) = mx + 2(m - 2 )x + m é negativo quando x = 1? a) 1 < m < 2 d) - 3 < m < 2 b) -1 < m < 2 e) 0 < m < 1 onde c) - 5 < m < -4

T A .152 (CESCEM-75) A expressão ax2 + bx + c, estritam ente positiva se x fo r: a) positivo b) não nulo e) in te rio r às raízes

b 2 - 4ac >

0

e

a <

0,

é

c) igual às raízes

d) e xterior às raízes

T A .1 5 3 (C ESG R A N R IO -73) O co n ju n to dos valores de p para os quais a inequação x 2 + 2x + p > 10 é verdadeira para qualquer x pertencente a IR é dado por: a) p > - 9 fc ) p < 11 » e) nenhuma das respostas anteriores cí p > 11 d) p < -9

T A .1 5 4 (M A C K -74} A desigualdade x 2 - 2(m + 2)x + m + 2 > mero real x, se e somente se: a} - 2 < m < -1 d) 1 < m < 2 T A 1 5 5 (EESCUSP-69) O trin ô m io b) -1 < m < 0 e} 2 < m < 3

0

é verificada para to d o nú­

c ) 0 < m < 1

k x 2 + 2 ( k + 1 ) x - ( k + 1):

a) é negativo para to d o valor de x e to d o k ^ 0 b) é negativo para to d o valor de x se k ^ - 2 c) é positivo para todo valor de x e to d o k =£ 0 d} é negativo para to d o valor de x se -1 < k < - —

e) nenhuma das afirmações acima é verdadeira T A .156 (CESCEA-74) Uma condição suficiente para que a expressão presente uma função é que: a) - 2 < d) -1 < x < x < 2 3 b) - 2 < x < 2 e} x < - 2 ou x > c) x < 0 -2 y = + V x2 - 4 ou x > 2 re­

T A . 157 (C ESC EM -71} O d o m ín io da função a ) x < 2 e x > 3 d ) x < 2 ou x > 3

V x 2 - 5x + 6

é; c| x ^ 2 e x ^ 3

b ) x > 2 e x < 3 e ) x < 2 ou x > 3

293-A

T A . 158 (EPUSP-67) Seja A o co n ju n to dos números inteiros positivos que satisfazem a inequa ção (3x - 3) (2x - 5| < (5 - 2 x )2 . Então: ai A é vazio d) A = { 1 ; 2 } b) A = { - 2 ; 5 /2 } c) A = { - 1 ; l } e) nenhuma das respostas anteriores quais são os valores de x que produzen

T A .1 5 9 (G V -7 0 ) Dada a parábola imagem m aior que 5? a ) x > 0 d) - 3 < x < b) x < 3 0

y = x 2 - 4,

c) x < - 3 ou x > + 3 e) nenhuma das respostas anteriores E m qual dos casos abaixo y é rea

TA. 160 (IT A -6 7 ) Seja y = [(a x 2 - 2bx - (a + 2 b )]1/2. e d ife re n te de zero? a) a > b) a > c) a > d) a < e) a < 0, 0, b > b < 0, -1 < x <

a

0, x = 3 + 2ba -1 < x < -1 < x < -1 x < -— 1

0, b = 0, 0, 0, b = 3a, b = 2a,

TA.161 (G V -76 ) Para que a função real f(x ) = y / x 2 - 6x + k, onde x e k são reais, sej< definida para qualquer valor de x, k deverá ser um número tal que: a) k < 5 b) k = 9 c )k = 5 d) k < 9 e) k > 9

TA . 162 (G V -76 ) Para que a função real f dada por

/ . y x 2 + 2bx + c para qualquer x real, os números b e c devem ser tais que: e e b 0 c > 0 b) b2 > c e)b2 > c e e c ^ 0 b > 0

f(x ) =

seja d e fin id í

a) b2 < c d)b2 < c

c) b 2 <

c

TA. 163 (CESCEA-69) A solução da inequação a) - 2 < x < 3 ou x > x < 5 -2

(x - 3) ( - x 2 + 3x + 10) <

0

é:

b i 3 < x < 5 ou ci - 2 < x < 5 d) x > e) x < 6 3'

T A . 164 (CESCEM-75) Os valores de x que satisfazem à inequação: (x 2 - 2x + 8) (x2 - 5x + 6) (x2 - 16) < a ) x < - 2 ou x > 4 0 são:

b ) x < - 2 ou 4 < x < 5 c) - 4 < x < 2 ou x > 4 d ) - 4 < x < 2 e) x < -4 ou ou 2 < 3 < x < 4 x < 3 ou x > 4

294-A

TA . 165 (G V -72 ) O co n ju n to de todos os números reais para os quais - 4x + 3) (x2 - x - 2) a) { - 1 bí { x < c) { - 1 ^ dí {x < < x < -1 x ^ -1 ou 1 ou 1 ou 2 < ou 1 < 1 < 2 < x < x < ou 3} ou 3 < x} x < 2 2 exista é: ou 3 < 2 < x} x < 3}

x < 3

eí nenhuma das anteriores

T A 166 (C ESG R A N R IO -73) As soluções da inequação aí -1 ^ x < 1 ou x > 2 c) x ^ -1 e x > 2 e) nenhuma das respostas anteriores

^

* 3* +

2

^

^ 2

são dadas por:

b í -1 ^ x < dí x ^ 1 e

1 ou x > x > 2

TA. 167 (M A C K -76) Tem-se aí t < -1

t + - J - ^ ~2, 0

se e somente se: -1 dí t > 0 eí t < 0

bí t <

cí t >

T A . 168 (G V -7 3 Í Assinale a afirm ação verdadeira: , x 2 + 3x + 2 aj --------------------- > ' 0 *=> x 2 + 3x + 2 > x2 - 1 b) ax2 + bx + c > 0, para to d o x real 0 b 2 - 4ac < 0

c\ *2 ~ l
dí —----- > x - b e) — ----- < x - b

2x + 1

<

Q «=> -1 <

x <

\
0 0

0 <=> (x - a) {x - bí > 0 <=> (x - a) <x - b í <

T A 169 (G V -74 Í Para que a) bí c) d) eí

y =

— x2 1 < x <( 2 -1 < x ^ 2 2 < x < 3 x < -1 ou

V rea*' Se*a c*e^'n 'c'a' devemos te r:

-4 ^ x -1 ou -4 ^ x < -3 ou - 3 < x < -1 ou x < 3 ou x > -1 x ^ -4 ou - 3 <

ou

x >

3

2 ^

x ^

3

T A 1 7 0 (G V -7 4 Í A solução da inequação a í x ^ O d í x < 0 b í x ^ O o u o u x > 1

—=----- £ 7 --------- >
x^ — X* t X - 1

0

é: 1

x >

1

c í x ^ O o u x > e) 0 < x < 1

T A 1 7 1 (CESCEM-6 8 ) Quais os valores de x que satisfazem à inequação: a) x < c) x < -1 -1 ou ou 0 < x > x < 2 2

x2 - 2 ------------ ^ x

1

b í -1 < x < 2 e x =£ 0 d) qualquer valor de x diferente de zero

eí nenhum valor de x

295-A

T A .1 7 2 (G V -77 ) Seja IR o co n ju n to dos números reais. O co n ju n to solução da inequaçã x - 3 x - 2 a) { x 6 !R | 1 < x < 2} b) { x E IR | x > e) { x 6 IR | x < 2} 0} 1 -------- r x + 1 • c) { x G IR | x < l}

d) { x £ IR l x > 2 }

T A 1 7 3 (C E S C E A -7 3 ) A solução da inequação a) x ^ c) 0 ^ 0 ou x > x < 1 1

x 2 + 2x - 1 ------ -----------^ x2 > 1 ou ou

é: 0 ou x > 1

b ) x < - 1 d) x < -1

-1 < x < x > 0

T A .1 7 4 (CESC EA-73) Se . \f2 a) a < ----- 2 “

-* ~ a _ < x* + l . . b) a > n/"2" —

x*

3,

para to d o . \J~^ c ) ----- < .

x =£ 0, . vA5"

então: . d ) nao sei

a <

T A .1 7 5 (IT A -6 7 ) Em qual dos casos abaixo, vale a desigualdade a) a < d) a > 0, 2, x < 2a -a < x < b) a = 0 , x > - a e) a > 2, x > 2a

x2 « — • 2 3^ — — 7— .— — < x-4 *■ (a t ^ jx + /a c) a > 2, 2 <

0: a

x <

2

T A . 176 (CESCEM-68) A solução do sistema de inequações: 2 x 2 + 8 > x2 - 6x x + 5 < 0 5 b) - 5 < x < e) x < - 5

{
a) 0 <C x < d) x ^ - 2

6: -4 c) - 4 < x < -2

T A .1 7 7 (CESCEM-70) A solução do sistema de inequações: x 2 - 2x > 0 - x 2 + 2x + 3 > a) 0 < x < 2 c ) x < - 1 e x > 3

0 e 2 < x < 3 e) qualquer x

b) -1 < x < 0 d) nenhum x

T A 1 7 8 (FFC LU SP-66) A solução geral da dupla desigualdade

-2 <

x2 - 3 <

-1

0

é:

a) 1 < l x l < ^
b) ~ 3 T < * <

c) 1 < x < ~ 7w d) não há solução e) 1 < x < ~

296-A

T A .1 7 9 ( IT A -7 1 ) O sistema de desigualdades ax + bx > 0 a — x 2 - bx + (2b - a) < a > 0, b > 0, b =£ a. Tem solução para: a) x < — a e b > a e b > 3 — a b ) x > 2 e b < a d ) x > 4b - 2 e a > 2b

e 0

c ) 0 < x < 1 e)

nenhuma das respostas anteriores

T A 180 (CESC EA-71) O c o n ju n to de todos os números reais x para os quais a expressão V 4 - x2 3 --------» V x - 1 está definida é: a) { x £ I R |1 < b) { x e iR |1 < c> { x E IR | - 2 < x ^ x < x < 2} 2} 2 e e x ^ x ^ 1} 1}

d) { x E IR | - 2 < x < 2 e) não sei

T A 181 (G V -7 3 Í O co n /un to a) { x E IR | x > c) { x ê IR | 1 < e) { x E IR | x < 2} x ^ 1

{ x E IR j — ------- ^

^

O}

é igual a: l} l}

bí { x E IR [ x > 2} ou x > 2} d) { x G lR | x ^

T A 182 (G V -72) O co n ju n to de todos os números reais x para os quais a expressão: f ( x ) - V T + V 1 - x2 resulta num núm ero real, é: a) { x E lR I - 1 < cí { x € IR 1 x > e) ( x E IR | x > 0 0} o} e B = { x E lR I x 2 - 4x + 3 > o} , x < ou 1} x < 1} bí { x G1R | 0 < dí { x E IR [ 0 < x < x < ■ 1;

T A 183 (PUC-77) Se A = { x 6 IR | x 2 - 3x + 2 < entao a) { 2 } c) vazio eí { x E IR t 1 < x < 2} A D B é igual a:

b) { x E IR | 2 < d) { x E !R | 1 ^

x < x ^

3} 3}

297-A

TA. 184 (CESC EA-67) Dado o trin ô m io d o 29 grau f(x ) - ax2 + bx + c e sabendo-se qi a f(a ) < 0, para a um número real, qual das afirmações abaixo é verdadeira? a) b) c) d) e) o trin ô m io não tem raízes reais para co n clu ir a existência de raízes reais é preciso ainda examinar-se b2 - 4ac o trin ô m io se anula para dois valores de x, um m enor e o u tro m aior que (X a não pertence ao intervalo cujos extrem os são as raízes reais nada disso f(x ) = x2 - 5x + m o zero é externo ao intervalo d« 25 m < —

T /^ 1 8 5 (G V -70 ) Dado o trin ô m io raízes para: a) nenhum m

b) qualquer m

c) m >

0

d) 0 <

e) nenhuma das respostas anteriores T A 1 8 6 (CESC EA-72) Para que a equação x 2 + (2 - a)x - (3a - 1) = 0 reais distintas no intervalo [- 2 , 3 ] devemos ter: a) - 8 < a < 0 b ) a < - 8 e) não sei ou a > 0 cl 0 < adm ita duas raízi a < 1

FUNÇÃO MODULAR
T A 1 8 7 (P U C -7 6 ) Para d e fin ir m ódulo de um número real x a) b) c) d) e)
6 igual ao valor de x

posso dizer que:

é é é é

se x é real o m aior valor d o co n ju n to fo rm a d o por x o valor de x tal que x E N oposto d o valor de x o m aior in te iro co n tid o em x

e o oposto de x

T A .1 8 8IC E S G R A N R IO —C O M C IT E C -7 3 ) Nos gráficos abaixo os pontos d o d o m ín io sã marcados no eixo horizontal e os da imagem no eixo vertical. O grá fico que melhc pode representar a função f : IR+ -► IR x -*■ f(x ) = - Ixl onde IR+ 6 o co n ju n to dos reais não negativos, é:

TA. 189 (P U C -77) O esboço do gráfico de

y = Ix l - 1

é:

T A . 190 (M A C K -7 4 ) O gráfico da relação

y = Ix - 1 1 + 2 é:

T A 1 9 1 (M A C K -7 7 ) O gráfico ao lado representa a função: a) y = - l x - a f + a b) y = I x - al - a c) y = - I x - al - a r ix i se x ^ a d) y = \lx | + se x < a e) não sei

T /L 1 9 2 (CESC EM -70) 0 gráfico de y =

Ix l -2

é:

\
x e) ,y

b)

\ \//

.

T A 1 9 3 (C ESC EM -73) O gráfico da função y =

lx — 1 I — Ix l

é:

T A 1 9 4 (G V -7 4 ) O gráfico da equação: y = 2 "v/x2^ + x é:

TA. 1 9 5 (M A C K -7 3 ) O gráfico cartesiano da função defin id a por

y = - x IxI c)

pode ser

b)

J. y

f
e)

A 7

5

)

/
T A 196 (E A E S P -75) Seja f uma função definida em e f{0 ) = 0. O seu gráfico é: b) R por f(x) = x + -}— r xl se x ^

\

300-A

TA.197 (M A C K -76) O gráfico de g(x)

Ix l ----X y 0

Ix - 1 , + ------------I e: X - 1
•< 2 i i i i 1 I i i ; x -1 0 Í1 X -1 0 e) ° i i i i 1 x .y a

b)
2 -1 0
-1

y
0

c)

-1

0

-2

-2

2

-2

T A .1 9 8 (CESC EM -69) A representação gráfica da função a)

y = x2 - I x l T

é: +y

i

'Y

c)

+V

d)

T A .199 (M A C K -7 4 ) O gráfico cartesiano da função definida por ser

y = I x2 --4 I x I + 3 1 pode

T A .2 0 0 (C E S C E M -71) Dados dois números reais d istin to s a e b, podemos d e fin ir uma função f(x ) que chamaremos "distância ao conjunto {a , b } " , da seguinte form a: distância de x ao conjunto [a, b } é o menor dos números Ix - al, Ix - b l. Se a = - b = 1, o gráfico de f(x ) é:

301-A

T A .201 (M A C K -7 6 ) Seja f

uma função de

IR em IR definida por *

f( x í = 2 l x - 3 Í + x - 1 O co n ju n to imagem da função f a) { y £ IR I y > 2 } d) { y E |R | y < 2 } T A .2 0 2 (P U C -7 7 ) Dado é:

bí { y E !R I y < 3 } e) IR tem-se:

cí { y E IR I y ^ 3 }

A = { x E |R | |x I = 2 }, b) A C |R+

a) A C
e) A n

R J

c) A U z + = Z +

dí A O

z_

= A

hi = { 2 } S das soluções da equação é: bí S = {0, — } 3 eí S = {O, 5 cí S =

T A 203 (P U C -74) O conjunto 12x — 1 1 = x — 1

a) S = {O, A }
3

d) S = { 0 , - 1}
T A 204 (G V -7 2 ) Seja V V Então: a) v =

}

o co n ju n to de todas as soluções reais da equação
X2

+ 2x + 1 = 1 + x.

0

bí V « IR d) V = { x E |R | x > - l }

cí V = { x E IR I x < - 1} e> V = { 0 }

T A 2 0 5 (C E S G R A N R IO -77) Os gráficos de f(x ) = x e g(x) = ! x2 - 1 I em comum . A soma das abcíssas dos pontos em com um é: a) V T bí 1 cí -1 d) - \ Í 5 e) 0

têm 2 pont

T A 206 (EPUSP-65) As rafzes da equação a) são positivas b) têm soma 0 e) nenhuma das respostas anteriores

I x l 2 + Ix l - 6 = 0 c) têm soma 1 d) têm p ro d u to 6

T A 2 0 7 (C O M B ITE C -C O M B IM E D -75) A equação l x + l l - l x l = 2x + 1, a) b) c) d) e) tem tem não tem tem x E IR,

duas soluções distintas cuja soma é 2 somente as soluções -1 e 0 tem solução uma infinidade de soluções três soluções distintas cuja soma é 4 x E ] 00

T A 208 (FC E SP-74) Se

0]

então a expressão: - 3 x )2 vale: dí 7 - x e) x - 7

y í ix - 3P + V x 2 a) 5x - 1 b) 3x - 1

- V (4

c) x - 1

302-A

T A .209 (C E S C E A -68) Se a e b sao dois números reais quaisquer, assinale dentre as afirmações abaixo a que é sempre verdadeira a) la + b l ^ l a l + lbl dí la l - Ib l ^ Ia + b | bíla+bl=lal+lbl e) la l + Ib i Ia + bl c) la + b l ^ | a | + l b l

T A .2 1 0 (G V -7 4 ) Sejam x e y números reais quaisquer. Assinale a afirm ação correta:
al Ix + v | < M
jL

W

b> I x - y l >

1 |

Ixl-

Ivll

2 c) Ix l + íy I > V x 2 + y 2 e) I x l + ly l = 2 V x 2 + y 2

2 d) Ix y I > Ix l • I y I

T A.211 (C ESC R AN R IO -75) A interseção dos conjuntos {x G IR | I x - 2 1 <C 4 } {x G IR | | x - 7 1 < 2 } é um intervalo de com prim ento é um intervalo de com prim ento a) 2 bí 5 cí 1 dí 3 eí 4

e

T A 2 1 2 '(M A C K -7 4 Í O co n ju n to solução de que: a) 4 < x < 7 c) -1 < 7 e) -1 < x < 4 ou -1 <C x <C 2 ou 2 < x < 4 ou 2 x <C 7

1 <C | x —3 1 < 4 é o co n ju n to dos números x tais b | -1 <C x < 7 dí 0 < x < 4 ou - 3 < x < -1

T A .213 (C E S G R A N R IO -7 3 Í A função lores de x em: aí [ - 2 , - l ] U [ 0 , 1 ] d) ( -2 , - 1 í U [0 , 1 ]

P(xí = Ix 2 + x - 1 I

á m enor do que 1 para os va­ cí [ - 2 , - l ] U (0, 1)

b í ( -2 , - 1 í U (0, 1) e) [ - 2 , l ] Ix - 3l < x + 3 cí IR

T A .2 1 4 (M A C K -7 7 ) O conjunto-solução de a) 0 bí { x G IR | 0 < x < 3 } e) não sei

é: d) { x G |R | x > 0 }

TA.215 (C E S C E A -70Í O co n ju n to de todos os x

para os quais

l2 x - 3 l > x

é:

aí [x G IR I x < 0 } c) \ x G |R I 1 < x < 3 } e) { x G |R I x <C 1 ou x > 3 }

bí { x G !R | x < 0 ou x <C 4 } d l { x G |R | 0 < x < 4 }

T A .216 (C E S G R A N R IO -7 3 Í O co n ju n to solução da desigualdade Ix + 1 I - Ix l < x + 2 aí [ - 3 , 0 ] U [ 1, 7 3 ] c) [ - 3 , O] U { x I x > 0 } e) [ - 4 , 2 ] U [ - 2 , l ] T A 2 1 7 (M A C K -7 5 Í Se I x2 - 4 1 N bí { x I x < 0 } U [3 , 15] d) { x I - 5 < x < - 1} U { x I 1 < x < 17}

para to d o

x tal que

I x - 2 1 <C 1,

então:

a) o menor valor possível de N é 3 bí o m aior valor possível de N é 3 e) N pode assumir qualquer valor

cí o menor valor possível de N é 5 d) o m aior valor possível de N é 5

303-A

T A .2 1 8 (P U C -7 0 ) Qualquer que seja o número real não nulo x, tem-se sempre: a) Ix + - I > 2 x d) Ix + — I < -L b l Ix + - I < x 10 c) |x + - L S < X

e) nenhuma das anteriores.

GRÁFICOS
0 T A .2 1 9 (G V -73 ) O gráfico da função f dada por f(x ) se x < se 0 < se x > y o x < 2 oi 2 é:

T A .220 (CESCEM-74) A função cujo gráfico me­ lh o r se adapta ao da figura é: a) f{x ) = I x i bí f ix ) = I— I x c) f(x ) = im in (x; d) f(x ) = min ( l x | ; 1 I— I)

e) f(x ) = m in ( | x2 |; — x2 T A .221 {M A C K -7 3 ) O gráfico cartesiano da função defin id a por y = x + 2 _ 1, pode ser

304-A

T A 2 2 2 (M A C K -7 7) O gráfico da função f dada por

f(x ) -

4x - x2 - 4

é, aproxim adamente:

e) não sei T A .223 (M A C K -7 4) O gráfico da função definida por a) f(x) 8 y - x2 + 4 c) pode ser:
f(x)

X

-2

T A .224 (FU V E S T -77) As curvas a) b) c) d) e)

y =

e

y

v2

interceptam-se em um único p o n to de abscissa positiva. interceptam-se em dois pontos não se interceptam interceptam-se em mais de dois pontos interceptam-se em um único p onto de abscissa negativa 1 — x x(x - 1) x- 1

T A .2 2 5 (CESCEM -71) As figuras de equações a) c) d) e) não têm têm têm

y

e

y =

b) têm um único p onto comum têm p onto em com um exatamente dois pontos comuns exatamente 4 pontos comuns uma infinidade de pontos comuns f(x ) = x.

T A .2 2 6 (F E I— 73) Chama-se p o n to fix o de uma função f um número real x tal que Calcule os pontos fixo s da função a) x = ± 1 b) x =
1 ± 7T

f(x ) = 1 + — : c) não tem p o n to fix o

d) tem in fin ito s pontos fixo s

305-A

T A .227 (F H 1 73) Considere o gráfico da função — 2 y = 1 + Deseja-se calcular a área hachurada da figura ao lado. Calcule um valor aproxim ado dessa área, su b stituin ­ do os arcos AB , BC e CD por segmentos de reta. a) b) cí di e) 2,95 4,95 3,95 1,95 nenhuma das respostas anteriores

T A .2 2 8 (EPUSP-67) Sendo A x = 3, a) A < d í 1,5 < y = 0, 0,3 A < 10

a área lim itada pela curva

e pelas retas

tem-se: bí 0,3 < A < 0,8 c) 0,8 < A < 1,5

e) nenhuma das respostas anteriores *3

T A .2 2 9 (CESCEM -74Í A função

y

valor da área da região compreendida entre a curva y = x 2 , do p o n to de abscissa 0 ao ponto de abscissa x e o eixo das abscissas, conform e indica a f i ­ gura ao lado: Nestas condições, a área ao lado in d i­ cada vale: 64 3 b) 21 a)

c) T

i 2 1

d í 64 1 e) 3 T A .2 3 0(C E S C E M -74 Í As regiões do plano definidas por: x i + 2 x2 <
2xí + xj <

2,
2,

xj

>

0
0

x2 >

determ inam um quadrilátero, no qual está definida a função y = x j + x 2 . Sabendo-se que o m áxim o desta função está num dos vértices deste quadrilátero, c seu valor é:

a I )

b)

d) 0

■4 »

306-A

FUNÇÕES COMPOSTAS
TA.231 (PUC-77) Sendo a) 1 f(x ) = x 3 + 1 bí 3 e cí 0 g(x) = x - 2 , então g (f(0 )) é igual a:

dí 2

eí -1 f( x í = 3x,

T A .2 3 2 (M A C K -7 5) Dadas as funções f, g e h, de IR em IR, definidas por g(x) = x 2 - 2 x + l e h (x í = x + 2, então ((h o f) og) (2) é igual a: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

T A .2 3 3 (C E S G R A N R IO -73) Seja f uma função de IR em IR tal que

f(2 ) = 7, f (9) = 3, f (0) = 0,

f{5 ) = 16 e f(7 ) = 4; seja g uma outra função de IR em IR tal que a imagem de cada p o n to x d o seu d o m ín io seja 2 x + 3. Então, chamando-se h a função com ­ posta g o f, tem-se que: a) h(1 í = 16 b) h(9) = 9 c) h (2) = 49 d) não existe essa função h e) nada se pode afirm ar pois a lei de form ação da f não é conhecida T A .2 3 4 (C O N SAR T-75) S e f e g são funções definidas em IR por então g (f(x )) é: a) 3x + 11 b) 3 x 2 + 1 0 cí 3x2 + 1 1 x + 1 0 f (x) = x + 2 e g{x) = 3x + 5,

dí 4x + 7

eí f | g ( x ) |

T A .2 3 5 (C E S G R A N R IO -73) Se 1 a) — x b) 1

f(x> c) x

então 2x + 2 d) —------— 2x - 1

f *f t x »

é expressa por:

e) nenhuma das respostas anteriores

T A .236 (M A C K -7 5) Dada a aplicação f : Q - > Q x tal que f(x ) = f( x + 1) é: a) -1 b) c) ~

definida por

f(x ) = x 2 - 2 ,

o valor de

d) 1

eí y

T A -23 7 ÍM A C K -7 6 ) Dada a função f(x ), é:

f(x ) = —- ^ - y ,

a expressão de

f(3 x ),

em termos de

i 3 f(x ) a) 3 f(x í - 1 eí 3 f(x í - 1

. . 3 f(x ) ' 3 f(x í - 3

C

3 f(x ) 2 f(x í - 1

3 f(x) 2 fíx ) + 1

T A .2 3 8 O T A -7 7 ) Considere a função

F (x) = | x 2 - 1 I

definida em IR. Se F o F representa

a função composta de F com F, então: a) (Fo F) (x) = x | x 2 - 1 |, para to d o x real b) não existe número real y, tal que ( F o F M y ) = y c) F o F é uma função injetora d) ( F o F H x ) = 0, apenas para dois valores reais de x e) nenhuma das anteriores

307-A

T A .239 (FE 1-68) |x 1 2

Dada a função tem-se:

f(x ) = V 4 - x 2,

para qualquer número real x tal (

a) f(2 x ) = 2 f(x ) d) f ( - x ) = f(x )

b) f(x - 2) = f ( x ) - f ( 2 ) e) nenhuma das anteriores

c) f ( l >

-

T A .2 4 0 (C E S G R A N R IO -76) Considere as funções f:!R -M R x 2x + b g: |R -> IR xi-+ x2

onde b é uma constante. Conhecendo-se a composta g o f: IR -> |R x M .g (f(x )) = 4 x 2 - 12x + 9 podemos afirm ar que b é um elemento do co n ju n to : a) ( - 4 , 0 ) b) (0 ,2 ) c) (2 ,4 ) d) (4 , +oo) e ) ( - « * , -4 )

T A .241 (PUC-74> Se a) 2 x

f(x ) = - J — , 1 - x b) 3x

então

( f o [ l o f l ) (x) c) 4x

é igual: d) x e) - x

T A .2 4 2 (C E S G R A N R IO -73) Sejam dadas as funções " i = {< 3 ,5 ), ( - | , 0), ( 2 , 1 ) , (1 2 ,5 ), ( 0 , 0 ) } n = { ( 5 , 2 ) , (0 ,0 ), ( 6 , 1 ) , ( 1 , 0 ) } e

Considere as afirmações: 1) nao existe a função n o m 2) não existe a função m o n 3) m é uma função bijetora de IR em IR 4) a função m o n o m não existe 5) todas as afirm ativas anteriores são falsas Então: a) todas são corretas b) somente duas são corretas c) somente uma é correta d) todas são falsas e) somente três são corretas T A .243 (CESCEM -70) Sejam a) os dom ínios de b) c) d) e) g(z) f(x ) = + V x - 4; g(z) = [ f ( z ) f e h(z) coincidem e h(z) = z - 4 ;

o d o m ín io de g(z) contém estritam ente o d o m ín io de h(z) o d o m ín io de f(x ) não tem pontos em com um com o d o m ín io de g(z) qualquer que seja z real, g(z) - f(z) nenhuma das anteriores

308-A

T A .2 4 4 11TA-74) Sejam A , B e D subconjuntos não vazios d o co n ju n to R dos números reais. Sejam as funções f: A -► B (y = f( x )í, g: D -> A (x = g (t))f e a função composta (fo g ): E K. Então os conjuntos E e K sao tais que: aí E C A b)
E

e e

K C

d

C B

K D A e K C B

cí E D D, d) E C D

D ^ E e

K C B

e) nenhuma das respostas anteriores T A .2 4 5 (M A C K -7 4) Sejam f e g funções de IR em IR tais que Então fo g = g o f, se e somente se*. a) a - c e b =d f(x ) = ax + b e g(x) = cx + d.

b) a = b = c = d cí (a - 1) • d = b • (c - 1) dl a = c e) a = c e b = -d f : { l , 2, 3 } — ► -f 1, 2, 3 } uma função tal que o con­ f(x ) - x é { l , 2 }. Em relação à função composta f o f

T A .246 (C ESG R A N R IO -77) Seja ju n to solução da equação podemos afirm ar que: a) bí cí d) e)

para to d o x, (fo f)(x ) = x para to d o x, (f o f) (x) = f(x ) (fo fí(3 í = 3 ( fo f) (3) = 1 ( f o f ) (3) = 2 e f(g (x íí = 13 - 8x,

T A .2 4 7 (M A C K -7 5) Dadas as funções f e g deIR emlR, sendo g(x) = 4x - 5 então: a) f(x ) = 2 - 3x d) f ( x ) = 2 x + 3 b) f(x ) = 3 - 2x e) f ( x ) = 5 - 4 x c) f(x ) = 2 + 3x

0

f(x )

=

ie Í^ x a t 1 + »

A

se

x ^ X _2 -O
-2 1 1 1 1 -2 -2

i

e

g(x) = x + 3

ai (fo g )íx ) =

f" _ (( x +- 3 ) 2 - v X
x + 4 <s C O

co se
se

v < X
X >
X X X X X X

+

b) (fo g )(x í *= c) (fo g )(x ) =

x + 4 - ( x + 3 í2

se se
se

X r

< > < > <
>

x + 4
-x 2 + 3

se
se

d) (fo g )(x ) =

x + 4

se

e) nenhuma das anteriores

309-A

FUNÇÕES INVERSAS

T A .249 (C E S C E M -76Í Dentre os gráficos abaixo, o que m elhor se adapta a uma funçi bijetora (injetora e sobrejetora) com d o m ín io IR e co n tra d o m ín io IR 6

T A .2 5 0 (M A C K -7 5 ) A o lado está o gráfico da função f. U m exame deste gráfico nos perm ite concluir que: a) f é injetora b) f é periódica cl f(7ri < 0 d) f ( V 3 ) < 0 e) f{1 ) + f (2) = f (3) TA.251 (M A C K -7 4 ) f de A em B'. é uma aplicação de A em B; B' ^ B; f é uma aplicação sobrejeto Podemos afirm ar:

a) f é uma aplicação sobrejetora de A em B b) f é uma aplicação injetora de A em B' c) a informação dada é co n tra d itó ria ; f não pode ser uma aplicação de A em e de A em B' d) existe x em A tal que f(x ) £ B e f<x) £ B' e) existe y em B tal que f(x ) = y não se verifica para nenhum x de A T A .252 (M A C K -7 5 ) A aplicação f: N n 2 n + 1 I se se definida por n n é par é: é ímpar

f(n) =

a) somente injetora; c) bijetora; e) nenhuma das anteriores.

b) somente sobrejetora; d) nem injetora e nem sobrejetora;

310-A

T A .253 (C E S G R A N R IO -7 3 ) Seja A B um diâm etro de uma esfera tangente a um plano P no p onto B. Seja E o conjunto dos pontos da superfície esférica que são distintos de A. Considere a função f : E -+ P x - * f(x ) onde f(x ) é o p onto de interseção da reta definida por A e x com o plano P. Dentre as afirmações, a faisa é: a) b) c) d) e) a função é injetora a função é sobrejetora a função é bijetora a função leva circunferências em circunferências a função leva pontos sim étricos em relação ao diâm etro A B em pontos sim étricos em relaçao ao p onto B. A

T A .2 5 4 (IT A - 7 6 ) Considere g: {a , b, c } -+ {a , b, c } uma função tal que g(a) = b e g(b)*=a. Então, temos: a) a equação g(x) = x tem solução se, e somente se, g é injetora b) g é injetora, mas não é sobrejetora c) g é sobrejetora, mas não é injetora d) se g não é sobrejetora, então g (g (x )) « x e) nenhuma das respostas anteriores T A .2 5 6 (M A C K -7 5 ) Dada a função f : I R - > ! R , inversa f _1: IR — IR é definida por: ► para to d o x em {a , b, c }

b ije to ra definida por c}

f(x ) = x 3 + 1, (x) = n / x - 1

sua

a) f - I (xí = V x 3 + T b) f “ M x) = 1 ^ x^ + 1 d) f" M x ) = -3--------------e) nenhuma das anteriores V ^ T T

T A .266 (IT A -7 5 ) Seja de f, a) — 3

f (x ) = ~ — 7 ex + e- x 25 será:

definida em

IR.

Se ^

g

fô r a função inversa

o valor de e^ b) — 25

c) log

e

( — ) 7

d) e 25

e) nenhuma das respostas anteriores T A .2 5 7 (C O N S A R T -7 5) O gráfico de uma função f é o segmento de reta que une os pontos ( -3 , 4) e (3, 0). Se f -1 é a função inversa de f, então f ' l (2) é a) 2 b) 0 c) *

2

d) - —

2

e) não definida

T A .2 5 8 (M A C K -7 7 } A função f definida em IR - { 2 } por O seu co n tra d o m ín io é IR - { a } . O valor de a é: a) 2 b) - 2 c) 1 d) -1

f (x ) =

2 + X

é inversível. x

e) não sei

311-A

T A .2 5 9 (C E S G R A N R IO -7 6 Í Seja f : x

f(x )

a função cujo gráfico é

O gráfico que mais bem representa a função inversa f _1:x é c)

T A .280 ( IT A - 7 6 ) Sejam A e B conjuntos in fin ito s de números naturais. Se f : A -> B e g: B -> A são funções tais que f(g (x)) = x , para to d o x em e g (f(x )) = x, para to d o x em A , então, temos: a) b) c) d) e) existe xq em B, tal que f(y ) « xq, para to d o y em A existe a função inversa de f existem Xq e x i em A, tais que xq ^ x j e f ( xq ) = f ( x j) existe a em B, tal que g(f(g(a))í =£g(a) nenhuma das respostas anteriores y = 2x pela reflexão no eixo dos x

T A .261 (C E S G R A N R IO -7 7 ) A imagem da reta a reta de equação i) y = 1 I 2x b) y = 4-

c) y = - 2 x

d) y = 2x

T A .2 6 2 (C E S G R A N R IO -7 3 ) Sendo x > 4 , o co n ju n to imagem da função y = n / x ” + \ f x ~ é dado por: a) { y G !R I y > 0 } b) d) { y G IR I 0 y ^ 2} c) {y G IR l y > 2 } e) nenhuma das respostas anteriores { y G IR I y > 4 }

EQUAÇÕES E INEQUAÇÕES IRRACIONAIS

T A .263 (CESCEM-73) Considere-se o número x dado pela expressão
x = IV 2 + xl

Nestas condições, aí x = 2,222 ... d) x = 2 bí x = 1 * 3 cí x = 2 + V 2 , 2 x2 - x - 2 = 0

eí x não é raiz da equação

312-A

T A .2 6 4 (P U C -70) O co n ju n to verdade da equação V ^ x + 1 = 2 x - 1 a) { 2 } b) { 0 , 2 } c) { 0 }

é:

d l {O, 1 } e> nenhuma das anteriores

T A .265 (G V -7 5 ) A equação

V x - 1 = -

V x2

- 1:

a) tem duas raízes reais c) nâo tem raízes reais e) tem uma única raiz real

b) tem três raízes reais d) não tem raízes

TA .266 (P U C -74) O c o n ju n to verdade da equação irracional V x - 1 + V2x - 2 - 2 c) V = { 9} é: e) nenhuma das anteriores

a) V = { 3 } b) V = { 3 , 9 }

d) V = { 4 }

T A .2 6 7 (F E 1-6 8 ) Seja V o co n ju n to dos números reais que sâo soluções da equação irracional • y /2 x - V 7 + x = 1 a) V = { 2 , 1 8 } b) V = { 2 } c) V = { l 8 } d ) V = 0 e) nenhuma das anteriores

_
T A .2 6 8 (M A C K -7 6 ) Todas as raízes da equação a) [ - 2 , - 1 ] d) [ A , 4 7] b) [ - 1 , e) [5 , 8 ] 1] 2 V x " + 2x c) [ I

_l_

2= 5 , - |]

estão no intervalo:

T A .269 ( IT A - 7 3 ) A respeito da equação, a) 2 - V 7 0 s- o ra|-zes 3 c) A única raiz é x = 2 + \ / l Õ e) nenhuma das anteriores

3x2 - 4x + V 3 x 2 - 4x - 6 = 18 podemos dizer: b j ^ única raiz é x = 3

d) tem 2 raízes reais e 2 imaginárias

T A .2 7 0 (IT A -7 2 ) Todas as raízes reais da equação a) x j * 3 e x j = - 3 c) x i = 3 e ~ V ^3" e) nenhuma das respostas anteriores TA.271 (M A C K -7 4 ) Se o número x 2 está entre: a) 0 e 25 b) 25 e 55 x

V

/ x2 + 3 / -----------

x

-

V

/ x / —= ------x2 + 3

=

3 — são:

2

b) Xj = 3 e X2 = 3 d) não tem raízes reais

é solução da equação

V x + 9 - V x - 9 = 3,

então

c) 55 e 75

d) 75 e 95

e) 95 e 105

T A .2 7 2 (G V -7 4 ) Resolver a desigualdade a) x < —— d) 1 3 <
X

1 - 3x > V 2 + x2 - 3x: c) ou x < 1 x > 16 ou x > 2

16

b ) x < l 3 e) x < a - n A I 16

< A ± y 5 T 16

313-A

< I IT)
C O

0>

CD 00

Ü
0>

(0

cs

(D

Ps
O

O

0 1— 0 r-

O
T “

< - N M « í i n « N e O O ) O r - N n tt í lf f l) K { MM am O p N n t f i n i A N a i A Q O p N M i ! ) B M N N N N N N N N N O n n M M n t O n M n ? < < < < < F F F F F

0 )

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T .O o t t j ^ ' O ' O to 5

<

< < < < < < < < < < < < < < < < < < < < < <-< < < < < < < F F F F F ( - l - h h l - h h h h h h h l - l - H h h i i h Í H h h ? ?

RESPOSTAS

T3 0 a u aa^fcjo a -Q .Q to "O co .Q .Q "D "O t» ® » ) s o ca .a .□ "o "O (»

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T) ro _Q ro T! .Q .O u O r N n « U O r- N M «í li) 1 r N f l 9 l D < O M O 0 ) O r N n t f | D | C h e 9 O I O « - N M » l í ) | f i K O O Ol O O O O O O M f l O

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D .Q .Q ce 0 JD (0 r*. 00 0 ) O N CO C «0 CO t f O tf < < < < < < <

F F F F

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^"*“ ^ * “ ^ ^ H F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F F

T A .141 c T A . 142 d T A .143 c T A .1 4 4 c T A .145 b T A . 146 a T A .147 e T A .148 e T A .149 d T A . 150 b T A .151 e T A .1 5 2 e T A .153 c T A .1 5 4 3 T A !155 d T A .156 c T A .157 e T A .1 5 8 d T A .159 c T A . 160 e T A .161 e T A . 162 c T A .163 a T A . 164 d T A .1 6 5 d T A .1 6 6 a T A .167 b T A .168 d T A . 169 b T A .170 c T A .171 a T A .1 7 2 b T A . 173 b

T A .1 7 4 b T A .175 d T A .176 e T A .177 b T A .178 a T A .179 e T A .180 d T A .181 a T A .182 d T A .183 e T A . 184 c T A .1 8 5 d T A . 186 c T A .187 b T A .188 e T A .189 c T A .190 e T A .191 a T A .1 9 2 a T A .193 d T A .194 b T A .195 c T A .196 b T A .197 3 T A .198 a T A . 199 a T A .2 0 0 c TA .201 a T A .2 0 2 e T A .203 c T A .2 0 4 d T A .205 a T A .206 b

T A .207 d T A .208 c T A .209 c T A .2 1 0 b T A.211 c T A .212 a TA .213 b T A .214 d T A .2 1 5 e T A .216 c T A .217 c T A .2 1 8 a T A .219 a T A .2 2 0 d TA.221 d T A .222 c T A .223 b T A .2 2 4 b T A .225 b T A .226 b T A .227 c T A .228 c T A .229 a T A .230 a T A .231 e T A .232 e T A .2 3 3 b T A .234 a T A .235 c T A .236 b TA .237 d T A .238 e T A .239 d

T A .2 4 0 a TA.241 d T A .2 4 2 c T A .2 4 3 e T A .2 4 4 d T A .245 c T A .246 b T A .247 b T A .2 4 8 a T A .249 d T A .250 d TA.251 e T A .252 b T A .253 d T A .2 5 4 a T A .255 c T A .256 a T A .257 b T A .258 d T A .2 5 9 e T A .2 6 0 b TA.261 c T A .262 c T A .2 6 3 d T A .2 6 4 a T A .2 6 5 e T A .266 a T A .2 6 7 c T A .2 6 8 c T A .269 e T A .2 7 0 e TA.271 d T A .2 7 2 a

316-A

Testes de Vestibulares
Noções de lógica
1- (U.F.GO-84) A negação de x ^ — é: 2 a) x ^ 2 b) x < - 2 c) x < -2 d) x < 2

2. (FUVEST-80) Cada um dos cartões abaixo tem de um lado um número e do outro lado uma letra. A B
2

Alguém afirmou que todos os cartões que têm uma vogal numa face têm um número par na outra. Para verificar se tal afirmação é verdadeira: a) b) c) d) e) é é é é é necessário virar todos os cartões. suficiente virar os dois primeiros cartões. suficiente virar os dois últimos cartões. suficiente virar os dois cartões do meio. suficiente virar o primeiro e o último cartão.
a

3- (PUC-RS-82) Sejam p e q duas proposições. A negação de p a) ~ p v ~ q b) — P a — q c) - p v q d) - p » q e) p a ~ q

q eqüivale a:

(PUC-SP-85) A negação da proposição X E (A U B) é: a) x í (A fl B). b)x ^A o ux£ B c)xÇÊAex£B d) x £ A ou x £ B e) s í A e ü í B

315

Testes de Vestibulares
N oções de lógica
1- (U.F.GO-84) A negação de x > - 2 é: a) x ^ 2 b) x < - 2 c) x < - 2 d) x < 2 e) x < 2

2. (FUVEST-80) Cada um dos cartões abaixo tem de um lado um número e do outro lado uma letra.

í ]

0

Q

E

Alguém afirmou que todos os cartões que têm uma vogal numa face têm um número par na outra. Para verificar se tal afirmação é verdadeira: a) b) c) d) e) é é é é é necessário virar todos os cartões. suficiente virar os dois primeiros cartões. suficiente virar os dois últimos cartões. suficiente virar os dois cartões do meio. suficiente virar o primeiro e o último cartão.
a

3- (PUC-RS-82) Sejam p e g duas proposições. A negação de p a ) ~ p v ~ q b) ~ p a ~ q c) - p v q 4- (PUC-SP-85) A negação da proposição x E a) J í (A (1 B), b) x í A ou s £ B c)x í AexEB

q eqüivale a:

d) - p * q e) p a - q

(A U B) é:
d) x 6

A ou x í B e) x í A e x í B

315

TESTES DE VESTIBULARES 5. (VUNESP-85) A n eg a ção de “ para to d o re a l x existe um Teal y ta l q u e y < x " é eq u iv alen te a: a) b) c) d) e) existe um real x tal que x SÍ y para todo real y. não existe um real x tal que x < y para todo real y. existe um real x tal que y ^ x para todo real y. não existe um real x tal que y ^ x para todo real y. para todos reais x, y, com x < y, existe um real z com x < z < y.

6. (U.F.BA-81) A proposição ~ p v q ^ q n r é verdadeira, se: a) b) c) d) e) p e q são verdadeiras e r, falsa. p e q são falsas e r, verdadeira. p e r são falsas e q, verdadeira. p , q e r são verdadeiras. p , q e r são falsas.

7. (PUC-RS-80) A sentença (3 x j x - a = 4 ) é a negação de: a) 3 x | x - a # b b) 3 x |x - a > b c) 3 x | x - a < b d) V x, x - a = b e) V x, x - a # b

8. (U.F.RS-84) A negação da proposição “ Para todo y, existe um x tal que y = sen(x)” é: a) b) c) d) e) Para todo y, existe um x tal que y = sen(x). Para todo y e para todo x, y = sen(x). Existe um y e existe um x tal que y = sen(x). Existe um y tal que, para todo x, y = senfx). Existe um y tal que, para todo x, y * senfx).
(V

9. (U.F.RS-82) A negação da proposição a) (3 x 6 IR) (V y 6 IR) [xy = 1 ] b) (V x G IR) (3 y £ IR) [xy # 1J c) (3 x £ IR) ( V y £ IR) [xy # 1]

a G IR) (3 y £ IR) [xy = 1] é: d) (V x £ IR) (V y £ IR) [xy # 1] e ) ( 3 x 6 R ) ( 3 y £ IR) [xy * 1]

Conjuntos
10. (CESGRANRIO-82) Sejam M , N e P conjuntos. Se M U N = (/, 2, 3, 5) e M U P = (/, 3, 4 ), então M U N U P é: a) 0 b) (1, 3) c) (1, 3, 4) d) (1, 2, 3, 5] e) ( 1, 2, 3, 4, 5)

11. (U.MACK.-80) Dados os conjuntos A , B e C, não vazios, sabe-se que A C B; então sempre se tem: a) A n C = 0 b) A n B = 0 c) b n c = 0 d) A n B C C e) A n C C B

12. (PUC-MG-92) Sendo A e B dois conjuntos quaisquer, assinale a alternativa verdadeira: a) (A —B) C B b) (A — B) C A U B c) A í B =• 1 t B 316 d ) A U B = B=»A = 0 e ) A flB = 0 = » A U B = 0

TESTES DE VESTIBULARES 13- (VUNESP-84) Suponhamos que: A U B = (a, b, c, d, e, f, g, hj A n B = (d, e] A - B = (a, b, c) Então: a) B = (f, g, h) 'b ) B = (d, e, f, g, h) c) B = (a, b, c, d, e) d) B = (d, e) e) B = 0 -

*4- (U.F.RN-84) Se A , B e C são conjuntos tais que C - (A U B ) = [6, 7) e C fl (A U B) = [4,5], então C é igual a: a) (4, 5) b) (6, 7) c) (4. 5, 6) •5- (U.F.VIÇOSA-90) Sejam A , B, C e D subconjuntos quaisquer do conjunto universo U, tais que (A fl B ) fl (C - D) = 0 . Como conseqüência, pode-se afirmar obrigatoriamente que: a)ADB = 0 e C - D = 0 b) C - D = 0 c) (A - D) 0 (C n B) = 0 d) B n C = 0 e) A n B = 0 d) [5, 6, 7) ,e) (4, 5, 6, 7)

16. (FGV-81) Dados os conjuntos A = (a, b, c, d], B = (6, c, d, e], C = (a, c , / ) , então [(/i - 8 ) U ( f l - c ) U ( / i n B)\ n [(A n c ) u (B n a n c>] é: a) (a, b, c, d, e) b) (a, b, c, d) c) (a, c) d) [a, b) e) (b, c, d)

*7- (FATEC-89) Assinale a alternativa verdadeira. Se A e B são dois conjuntos, não vazios, e 0 é o conjunto vazio, então: a) (x|x E A e * £ B ] = A U B b) B D (A 0 B) c) a n 0 = (0 ) d) B - A = X implica CBA - X e) A C A n B (CESGRANRIO-80) Sejam os conjuntos U = [7, 2, 3,4} e A = [/, 2}. O conjunto B tal que B D A = = (/] e B U A = U é: a) 0 b) (1) c) [1, 2) d) [1, 3, 4) e) U

19. (PUC-RS-82) Dados os conjuntos A = (a, b, c), B = (a, d) e C = [a, b, d), o conjunto X tal que AKJC = B 'J X e B r \X = 0é: a) (a) b) (bj c) {cj d) [a, bj e) [b, cj

20- (U.F.RS-84) O conjunto A é subconjunto de B e A ^ B, A U (B - A ) é: a) B b) A c) 0 d) A - B e) A n B

21- (PUC-RS-80) Sejam A , B C U. Se x S C<4 U B), então: a) x € a n b b)x£A U B c) x e Ca n Cb 317 d) x e a n Cb e) x e CA n B

TESTES DE VESTIBULARES 22. (FGV-81) Simplificando a expressão abaixo

(X n Y) ü (X D Y)
teremos: a) universo b) vazio c) X n Y d) X n Y e) X f l Y

23. (ITA-88) Sejam A , B e C subconjuntos do conjunto dos números reais. Então podemos afirmar que: a) b) c) d) e) (A fl B)c = Ac n Bc (A U B)c = Ac U Bc Se A C B então A c C Bc (A n B) U Cc = (Ac U C f D (Bc U C)c A U (B U C f = (A U Bc ) D (A U C0 )

NoU: A c significa o complementar de A no conjunto dos reais. 24. (ITA-89) Sejam A , B e C subconjuntos de IR, não vazios, e A as igualdades: 1. 2. 3. 4. 5. (A - B) x C = (A x C) - (B x C) (A - B) x C = (A x B) - (B x C) (A O B) - A * (B f l A) - B A - (B n C) = (A - B) U (A - C) (A - B) O (B - C) = (A - C) n (A - B) B = [p e R; p € A t p 4 B\. Dadas

podemos garantir que: a) b) c) d) e) 2e 1e 3e / e / e 4 5 4 4 3 são são são são são verdadeiras. verdadeiras. verdadeiras. verdadeiras. verdadeiras.

2S. (U.F.RN-83) A parte hachurada do gráfico abaixo corresponde a: a) (A (A c) (B d) (A e) (A n B) - B

n C) - B n C) - A

n

n C) - A B) - C

26. (F.SANTANA-83) Na figura abaixo, estão representados os conjuntos A , B e C não vazios. A região som­ breada representa o conjunto: a) b) c) d) e) (A n B) - C (A U B U C) - C (A - B) - C (B U C) n A A n B n C

318

TESTES DE VESTIBULARES 27. (U.E.BA-84) Na figura abaixo, estão representados os conjuntos não vazios A , B e C. A região sombreada representa o conjunto: a) b) c) d) e) A n B n C (A U B) - C (A n B) - C (B PI C) - A (A U C) - B

28. (U.F.PA-84) A parte hachurada da figura abaixo, onde l /é o conjunto universo, e A , B, C são conjuntos, representa: a) A U B U C

b) A n B n C
c) (A n B) u (A n c ) d) (A U B) n (A U C) e) (A U B U C) - (A n B D C)

29. (EAESP-FGV-80) Considere as afirmações a respeito da parte hachurada do diagrama abaixo: I - A n (B U C) ii-A fi(In c ) h i - A n (B u c ) i v - a n (B n c ) A(s) afirmação(ões) correta(s) a) I b) III c) I e IV

é (são):

d) II e III e) II e IV

30. (U.F.PE-84) Considere o seguinte “ diagrama de Venn” que representa graficamente os conjun­ tos A , B e C, onde U representa o universo.

Assinale dentre as alternativas abaixo o conjunto que é representado pela área tracejada no diagrama, onde a barra (—) representa o complementar do conjunto em relação a U. a) A fl B n C b) A Í1 B fl C c) A U B U C d) A n B n C e)ÃUBUC

319

TESTES DE VESTIBULARES 31. (U.F.BA-81) A representação do complementar de ( M - N ) fl P, em relação a P, está indicada pela região hachurada de:

32. (U.F.BA-91) Na figura ao lado, a parte sombreada representa as operações: a) b) c) d) e) [(A U B U C) - C] U (A fl C) (A U B) - C A U (B - C) (B - C) U (A - C) U (A D C) (A - C) U B

A

33. (VUNESP-88) Se A = (x € IN | x = 4n, com n £ IN) 70 B = (x E IN* | - y - = n, com n £ IN) então o número de elementos de A O B é: a) 3 b) 2 c) 1 d) 0

e

e) impossível de determinar

34. (U.F.MG-89) Os conjuntos y4, B e A U B têm, respectivamente, 10,9 e 15 elementos. O número de elemen­ tos de A ft B é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 6 e) 8

35. (FATEC-88) Seja n um número natural. Se A = [x £ IN | x = 2n] e B = (jc £ IN | x = 2n + 1], então: a) B - A = (1) b) A U B = N c) A U B = [0, 10] 320 d) A n B = A e ) A n B = ( x £ I N | x é par)

TESTES DE VESTIBULARES 36- (U.F.MG-87) Sejam os conjuntos A = [x £ Z : x = 6n + 3, n £ Z ) e B = [x £ Z : x = 3n, n £ Z ) . então, A n B é igual a: a) b) c) d) e) [x (x (x |x [x £ £ 6 € £ Z 2 2 2 Z : : : : : x x x x x é ímpar e múltiplo de 3) é par e múltiplo de 3] é múltiplo de 3) é múltiplo de 9) é ímpar)

37. (U.F.RN-83) Se A , B e C são conjuntos tais que n(A - (B U C)) = 15, n( B - A (A U C )) = 20, n (C - (A U B)) = 35 e n(A U B U C) = 120, então n((A D B) U (A n C) U (B n C ) é igual a: a) 40 b) 50 c) 60 d) 70 e) 80

38. (U.F.RS-83) O número de elementos do conjunto P(A) U P(B), com A e B disjuntos e com dois elementos cada um, é: a) 2 b) 4 c) 5 d) 7 e) 8

39. (U.F.VIÇOSA-89) Um conjunto A tem 8 elementos distintos. O número de subconjuntos de A , com 5 ele­ mentos diferentes cada, é: a) 52 b) 54 c) 58 d) 56 e) 60

40. (U.F.PE-83) Seja S = [S,, S2, S3J o conjunto de sintomas de uma determinada moléstia. Em geral, um portador desta moléstia apresenta apenas um subconjunto não vazio de S. Assinale a única alternativa correspondente ao número de subconjuntos de S que poderão apresentar os pacientes portadores desta moléstia. a) 7 b) 8 c) 16 d) 15 e) 14

41. (U.F.PE-84) Considere os seguintes conjuntos: A = [1, 2, [1, 2)] B = ([1), 2] e C = (1, (1), (2])

Assinale abaixo a alternativa falsa: a) A 0 B = (2) b) b c )B d) B e) A n c = ÍM! —C = A D B C A D 9 \ A ) = ((1, 2)), onde ^ (A ) é o conjunto dos subconjuntos de A

42. (CESESP-82) Considere as afirmações abaixo, onde 9 ( X ) é o conjunto das partes de um conjunto X. I - Existe A € 9 °(X) tal que B f l A = B qualquer que seja B £ 9 \ X ) . II - Qualquer que seja A £ ^ \ X ) , existe B £ 9 \ X ) tal que A fl B = 0 . III - Quaisquer que sejam A e B em 9 \ X ) , tem-se A D B = 0 . IV - Existe A £ X ) tal que B U A = B, qualquer que seja B £ ' ^ ( X ) . Assinale, então, a alternativa correta: a) apenas I é verdadeira. b) apenas IV é verdadeira. c) I, II e III são verdadeiras. d) II e IV são falsas. e) apenas III é falsa. 43. (CESESP-82) Numa Universidade são lidos apenas dois jornais X e Y. 80% dos alunos da mesma lêem o jornal X e 60% o jornal y. Sabendo-se que todo aluno é leitor de pelo menos um dos dois jornais, assina­ le a alternativa que corresponde ao percentual de alunos que lêem ambos. a) 80% b) 14% c) 40% d) 60% e) 48% 321

TESTES DE VESTIBULARES 44. (EAESP-FGV-80) Numa pesquisa de mercado, foram entrevistadas várias pessoas acerca de suas-preferências em relação a 3 produtos: A , B e C. Os resultados da pesquisa indicaram que: 210 pessoas 210 pessoas 250 pessoas 20 pessoas 100 pessoas 60 pessoas 70 pessoas 50 pessoas compram o produto A . compram o produto B. compram o produto C. compram os 3 produtos. não compram nenhum dos 3 produtos. compram os produtos A e B. compram os produtos A e C. compram os produtos B e C.

Quantas pessoas foram entrevistadas? a) 670 b) 970 c) 870 d) 610 e) 510

45. (EAESP-FGV-80) No problema anterior, calcular quantas pessoas compram apenas o produto A; apenas o produto B; apenas o produto C. a) 210; 210; 250 b) 150; 150; 180 c) 100; 120; 150 d) 120; 140; 170 e) n.d.a.

46. (FGV-81) Numa Universidade com N alunos, 80 estudam Física, 90 Biologia, 55 Química, 32 Biologia e Física, 23 Química e Física, 16 Biologia e Química e 8 estudam nas três faculdades. Sabendo-se que esta Universidade somente mantém as três faculdades, quantos alunos estão matriculados na Universidade? a) 304 b) 162 c) 146 d) 154 e) n.d.a.

47. (PUC-SP-82) Em um exame vestibular, 30% dos candidatos eram da área de Humanas. Dentre esses candi­ datos, 20% optaram pelo curso de Direito. Do total dos candidatos, qual a porcentagem dos que optaram por Direito? a) 50% b) 20% c) 10% d) 6% e) 5%

48. (PUC-SP-83) Dentre os inscritos em um concurso público, 60% são homens e 40% são mulheres. Já têm emprego 80% dos homens e 30% das mulheres. Qual a porcentagem dos candidatos que já têm emprego? a) 60% b) 40% c) 30% d) 24% e) 12%

Conjuntos numéricos
49. (PUC-CAMP-80) No conjunto IN dos números naturais, seja M(a) o conjunto dos múltiplos de a. Então podemos afirmar que: a) (M(6) n M(3)) n M(4) = M(12) b) M(4) n M(8) = M(4) c) (M(2) D M(4)) fl M(8) = M(4) d) (M(3) fl M(4)) fl M(6) = M(6) e) n.d.a. n ■h n C. IN , com u e b naturais

50. (V.UNIF.RS-80) Dados os conjuntos M a = \n ■a \ n 6 IN | e M h não nulos, então Ma é subconjunto de M h sempre que: a) a for menor do que b. b) b for menor do que a. c) a for divisor de b.
51.

d) b for divisor de a. e) a e b forem pares.

(U.E.LONDRINA-84) Seja n (E ) o número de elementos de um conjunto E. Se A é o conjunto dos diviso­ res naturais de 18 e B é o conjunto dos divisores naturais de 48, então n(A U B ) é um número: a) quadrado perfeito. b) múltiplo de 5. c) maior que 10. d) menor que 6. e) cubo perfeito.

322

TESTES DE VESTIBULARES 52. (CESGRANRIO-80) O mínimo múltiplo comum entre os números 2", 3 e 5 é 240. O expoente m é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 15

53. (U.F.MG-92) Considere-se o conjunto M de todos os números inteiros formados por exatamente três alga­ rismos iguais. Pode-se afirmar que todo n £ M é múltiplo de: a) 5 b) 7 c) 13 d) 17 e) 37

54. (FUVEST-91) No alto de uma torre de uma emissora de televisão duas luzes “ piscam” com freqüências diferentes. A primeira “ pisca” 15 vezes por minuto e a segunda “ pisca” 10 vezes por minuto. Se num certo instante as luzes piscam simultaneamente, após quantos segundos elas voltarão a piscar simulta­ neamente? a) 12 b) 10 c) 20 d) 15 e) 30

55. (U.F.MG-92) Sejam a, b, c números primos distintos, em que a > b. O máximo divisor comum e o mínimo múltiplo comum de m = a 2 b c 2 e n - ab 2 são, respectivamente, 21 e 1764. Pode-se afirmar que a + b + c é: a) 9 b) 10 c) 12 d) 42 e) 62

56. (U.F.MG-92) Todas as afirmativas sobre números inteiros estão corretas, exceto'. a) b) c) d) e) Nem todo número primo é ímpar. Todo inteiro par pode ser escrito na forma n2 + 2, n € 7L. A soma de dois inteiros ímpares é sempre um inteiro par. Todo inteiro ímpar pode ser escrito na forma 2n —9, n 6 TL. Se n é um inteiro ímpar, então n2 também é ímpar.

57. (PUC-CAMP-80) A um aluno foram propostas as questões: A — Numa divisão, cujo resto não é nulo, o menor número que se deve adicionar ao dividendo para que ela se torne exata é: (rf - r) (sendo d o divisor e r o resto). B — A soma de três números naturais consecutivos é sempre divisível por 3. C — O produto de dois números ímpares consecutivos, aumentado de uma unidade, é sempre um quadra­ do perfeito. O aluno respondeu que as três questões propostas são verdadeiras. Responda você: a) b) c) d) e) O aluno O aluno Acertou O aluno N.d.a. acertou somente em relação à terceira questão. acertou somente em relação à primeira questão. integralmente. acertou somente em relação à segunda questão.

58. (U.F.RN-84) Se A = (4, 9, 16, 25, 36], então A é equivalente a: a) |x2; x € Z*) b) [x2; x 6 IN) c) (x2; x £ IN e 1 < x < 7) d) |x2; x € I N e 2 < x < 6 ] e) (x; x é quadrado perfeito) 1 F 2 ? ■ (0.33... - 1 ) -------------é: 59. (U.F.MG-92) O valor d e m = ------- -—

a)“ T

b)“ T

C) “ T

d) T

e)T 323

TESTES DE VESTIBULARES 60. (FUVEST-91) Os números inteiros positivos são dispostos em “ quadrados” da seguinte maneira: 1 2 3 4 5 6 7 8 9
10 11 12

19

..

..

13 16

14 17

15 18

O número 500 se encontra em um desses “ quadrados” . A “ linha” e a “ coluna” em que o número 500 se encontra são, respectivamente: a) 2 e 2 b)3e3 c) 2 e 3 d)3e2 e)3el

61. (PUC-SP-80) Um enxadrista quer decorar uma parede retangular, dividindo-a em quadrados, como se fos­ se um tabuleiro de xadrez. A parede mede 4,40 m por 2,75 m. Qual o menor número de quadrados que ele pode colocar na parede? a) b) c) d) e) 40 55 30 88 16

m Wa / á v

62- (PUC-SP-81) A dízima periódica 0,4999... é igual a: , 49 a )*r b) 5 c) 1 49 d) — ; 90 e)T

63. (PUC-SP-82) Sabe-se que o produto de dois números irracionais pode ser um número racionai. Um exem­ plo é: a ) / l 2 - ^ 3 = V36 b) ^4 • ^9 = 6 c) Í 3 • 1 = V5 d) ^2 • 2 = ^8 e) 1/2 • iÍ3 = iÍ6

64. (FGV-83) Sejam a, b e c números reais quaisquer. Assinale a afirmação verdadeira: a) a > b <=* a2 > b2 b) a > b <=> ac > bc c) -[a2 + b2 ^ a 65. (U.E.BA-81) Se ,4 = (* G IR | -1 < * < 2) e B = (x £ IR | 0 < x < 3), o conjunto A n B é 0 intervalo: a) [0; 2[ b )]0 ;2 [ c) |-1 ; 3] d) J - l; 3[ e) 1-1; 3] d) a + b
-

- ±

a

+± b

e) a2 = b2 <=> a = b

66. (PUC-MG-92) A diferença A - B , sendo A = [x £ IR | - 4 ^ x < J) e B = (jc £ IR | - 2 < * < J) é igual a: a) (x £ IR | - 4 < x < -2) b) [x € IR | - 4 < x < -2) c) (x £ IR | 3 < x < 5) d) (x £ IR | 3 < x < 5) e) (x £ IR | - 2 < x < 5)

67. (FUVEST-91) Na figura estão representados geometricamente os números reais 0, x, y e 1. Qual a posição do número x y l

a) À esquerda de 0. b) Entre 0 e x . 324

c) Entre x e y. d) Entre y e 1.

e) À direita de 1.

TESTES DE VESTIBULARES

68. (FUVEST-92) Se -4 < x < -1 e / < y < 2, então xy e — estão no intervalo: a) J 8, -1[ b ) | - 2- ^ [ 0 ]-2 , -1[ 69. (U.F.PA-84) Sendo M, Z , Q, IR, C os conjuntos numéricos usuais, assinale a afirmação verdadeira: a) IN D Z b)-j2£(J c) Z £ IR d) 0 £ C e) O D 7L

2

70. (EAESP-FGV-80) Assinalando V ou F se as sentenças abaixo são verdadeiras ou falsas IN D Q Q n IR = O IN U Z = IN Q n IR 3 Q obtemos: a) FVFV b) VVVV c) FVVF d) FVVV e) VVVF

71. (COVEST-90) Assinale a afirmação verdadeira entre as seguintes: a) No conjunto dos números inteiros relativos, existe um elemento que é menor do que todos os outros. p b) O número real -Í2 pode ser representado sob a forma — , onde p e g são inteiros, 9 ^ 0 . c) O número real representado por 0,37222... é um número racional. d) Toda raiz de uma equação algébrica do 2? grau é um número real. e) O quadrado de qualquer número real é um número racional. 72. (FUVEST-87) Qual o conjunto dos valores assumidos pela expressão: a lal b + c + abc Ibl Ic! label

quando a, b, c variam no conjunto de todos os números reais não nulos? a) b) c) d) e) [-4, - 3 , - 2 , - 1 , 0, 1, 2, 3, 4] [-4, - 2 , 0, 2, 4) [-4, 0, 4) [4] IR

l i . (1TA-85) Sejam X um conjunto não vazio; A e B dois subconjuntos de X. Definimos A c - -x C X tal que x í A] e A - B = {x E A tal que x B}. Dadas as sentenças: 1 - A C\ B = 0 « / 4 c B c « B C A c , onde “ < > significa “ equivalente” e 0 o conjunto vazio; =” 2 - Se X = IR; A = [X £ IR tal que x 1 - 1 = 0); B = [x E IR tal que x 2 - 1 = 0] e C = [x € IR tal que x - 1 = 0], então A = C = B\ 3 - v4 — 0 = A e A — B = A - ( A D B); 4 - A - B * A n BP', podemos afirmar que está (estão) correta(s): a) as sentenças n? 1 e n? 3. b) as sentenças n? 1, n! 2 e n! 4. c) as sentenças n ! 3 e n ! 4. d) as sentenças n? 2, n? 3 e n" 4. e) apenas a sentença n? 2.

325

TESTES DE VESTIBULARES 74. (PUC-SP-80) Supondo que uma certa propriedade P é verdadeira para o número n E IN, consegue-se pro­ var que ela é verdadeira para o número 3n. Se P é verdadeira para n = 2, então pode-se garantir que ela é verdadeira para n igual a: a) 216 b) 162 c) 512 d) 261 e) 270

Relações
75. (U.E.LONDRINA-84) Em IR * IR, sejam ( 2m + n; m - 4 ) e ( m + 1; 2n) dois pares ordenados iguais. Então m " é igual a: 1 b) 0 d) 1 c) 76. (U.F.MG-90) Sejam P = (a, b) e Q = (c, - 2 ) dois pontos no plano cartesiano tais que ac < 0, b < 0 e c > 0. Pode-se afirmar que: a) P é um ponto do 1? quadrante. b) P é um ponto do 2? quadrante. c) P é um ponto do 3? quadrante. d) P é um ponto do 4? quadrante. e) P pode estar no 1? ou 4? quadrante.

77. (U.F.UBERLÂNDIA-82) Dados os conjuntos A = (0, —1, / ) , B = (/, 3, 4} e C = (0, /) , temos (A - B) x (C - B ) igual a: a) ((0, 0); (0, -1)) b) [(-1, 0); (0, 0)] c) [(0, 0); (0, 1)) d) ((0, 1), (0, -1)] e) 0 (vazio)

78. (U.F.RN-83) Se n(A) = 3 e n( B) = 2, então (n(A * B))niA n B) é no máximo igual a: a) 1 b) 6 c) 12 d) 18 e) 36

79. (U.E.LONDRINA-83) Sejam os conjuntos A e B tais que A x B = ( ( - / ; 0), (2; 0), ( - / ; 2), (2; 2), ( - / ; 3), (2; 2)). O número de elementos do conjunto A D B é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

80. (U.F.PE-85) Assinale a única alternativa abaixo que representa o gráfico do conjunto B x A onde A = l /, 2, J] e B = |jt € IR : 1 < x < 2]. a)

b)

d)

326

TESTES DE VESTIBULARES 81. (U.F.BA-81) Sendo F = IR x Z e G = IR? x IN*, a representação gráfica de F - G é: a) c) e)

82. (U.F.PA-84) Dados os conjuntos A - (a, b, cj e B = Ja, 6), qual dos conjuntos abaixo é uma relação d e ^ em fl? a) |(a, b), (b, b), (c, c)| b) ((a, a), (b, b), (b, c)) c) ((a, a), (b, b), (a, c)] d) ((a. a). (b, b), (a, b)J e) ((c, b), (b, c))

83. (UNICAP-86) Dada a relação binária em IN (conjunto dos números naturais) IR = [(x, y) € IN x |N | x + y = 10} assinale, entre as alternativas abaixo, a única correta. a) R é reflexiva b) R é simétrica c) R é anti-simétrica 84. (U.E.CE-91) Se P = \1, 2,5 , 7, 8], então o número de elementos do conjunto W = ((x, y ) E P 2\ x < y] i: a) 8 b) 9 c) 10 d) 11 d) R é transitiva e) ^ ^

85. (F.SANTANA-83) Seja a relação R, de A em A , definida por (x; y ) £ IR «=» f y = J x se x é par ’ . Se A = 10,1, 2,3 , 4,5 , 6, 7, 8,9 }, o número de pontos do gráfico cartey = x + / , se x é impar siano de IR é: a) 5 b) 6 c) 8 d) 9 e) 10

86. (PUC-RS-81) Seja IR a relação de A = [x £ Z \ - 3 < x ^ 5) em B = [x £ Z | - 2 ^ x < 4], definida por x 2 = (y - l ) 2 com x £ A e y £ B. O conjunto imagem de R é: a) [x £ Z | - 2 < x < 4) b) (x £ Z | - 2 < x < 4) c) (x £ Z ! - 2 < x < 4) d) [x £ Z j - 3 < x < 5) e) (s £ Z | - 3 < x O ]

327

TESTES DE VESTIBULARES
87.

(U.F.UBERLÂNDIA-82) Considerando a relação R = ((a, b) 6 IN x IN: a + 2b = 6], então o domínio e a imagem de R ~ ‘ são, respectivamente: a) IN e IN d) (0, 2, 4, 6] e (0, 1, 2, 3j b) (0, 1, 2] e (2, 4, 6] e) |0, 1, 2, 3) e (0, 1, 2, 31 c) (0, 1, 2, 3) e (0, 2, 4, 6]

Funções
88. (U.F.PE-85) Dados os conjuntos A = (a, b, c, d\ e B = (/, 2, 3, 4, 5), assinale a única alternativa que define uma função de A em B. a) b) c) d) e)
89.

j(a, í(a, f(a, [(a, í(l,

1), 3), 1), 1), a),

(b, (b, (b, (a, (2,

3), 1), 1), 2), b),

(c, (c, (c, (a, (3,

2)] 5), 1), 3), c),

(a, (d, (a, (4,

1)) 1)| 4), (a, 5)) d), (5, a)|
e

(U.F.PA-84) Sejam os conjuntos A = {1, 2}

B = 1 /, 2\. Qual das afirmativas abaixo é verdadeira? 0,

a) / : x -» 2x é uma função de A em B. b ) f : x - * x + l é uma função de A em B. c) f : x — x 2 - 3x + 2 é uma função de A em B. d ) f : x -* x 2 - x é uma função d e B e m A. e) / ; x -►x - 1 é uma função de B em A.
90.

(U.FORTALEZA-81) O gráfico ao lado: a) representa uma função / : [a; b\ -* IR. b) não representa uma função de [a; b | em IR porque existe y € IR que não é imagem de qualquer x G |a; b\. c) não representa uma função de [a; A] em IR porque existe elemento x € [a; b ] com mais de uma imagem. d) representa uma função / : [a; b\ -» \p; d |.

91

(U.F.MG-82) Na figura estão esboçados os gráficos de duas funções f e g. O conjunto [x G R; f(x) g(x) < 0} é dado por:

328

TESTES DE VESTIBULARES 92. (U.F.MG-90) Observe o gráfico da fu n ção /.

Com base nesse gráfico, pode-se afirmar que: a) b) c) d) e) / assume o valor máximo em x = c. / assume o valor mínimo em x £ \x £ IR : d < x < e\. o conjunto imagem d e / é \x £ IR : m < x $ n\. o domínio d e / é |x £ IR : a < x < e\. / não está definida em a.

93. (U.C.SALVADOR-91) Sobre a função / , de [a, b \ em IR, cujo gráfico se vê abaixo, é verdade que:

á) b) c) d) e)

/(■*) < 0 para todo x no intervalo d , e \. / é crescente no intervalo 1 b\. 0, /(<?) > f ( d ) . / tem apenas duas raízes reais. f ( x ) > 0 para todo x no intervalo |a, 0 1 . 0, /, 2) definida p o r/(x ) = x - 1, qual

(U.F.PA-84) Dada a fu n ç ã o /d e A = j0, /, 2) em B = j-2 , o conjunto imagem de / ? a) ( - 1 ,0 , 1| b) (-2, - 1 , 0, 1, 2) c) !0, 1, 2)

d) [-2, - 1 ,0 ) e) SO - 1 , 2) ,

329

TESTES DE VESTIBULARES 95. (U.F.MG-90) Dos gráficos, o único que representa uma função de imagem (_y€IR : / < [x € IR : 0 < x < 3} é: < 4) e domínio

96. (U.F.MG-87) Das figuras abaixo a única que representa o gráfico de uma função realy = f( x), x S [a, 6], é:

N /M
d)

330

TESTES DE VESTIBULARES

97. (U.F.RN-84) A imagem da f u n ç ã o /: f l a) - 2 b) 0

IR, definida por f ( x c) y

)

= ---- -—— , contém o elemento:
/ + XT

d) 2

e) 5

98. (V.UNIF.RS-80) Sejam V = ((P; Q)\ P c Q são vértices distintos de um hexágono regular) e /u m a função que associa a cada par ( P; Q) e V a distância de P a Q. O número de elementos do conjunto imagem d e /é : a) 3 b) 4 c) 5 d) 15 e) 30

99. (CESGRANRIO-85) Seja / ( x) a função que associa, a cada número real x, o menor dos números (x + 1) e ( - x + 5). Então, o valor máximo de f ( x ) é: a) 1 b) 3 c) 4 d) 5 e) 7

100. (FGV-88) A função f é tal que:
J (x ) f(x )

é crescente para x < c é decrescente para X >

c

Então, podemos concluir que: a) b) c) d) e) c é ponto de máximo de / . c é ponto de mínimo de / . c é ponto de inflexão de / . f ( c ) > c. n.d.a.

101. (U.E.CE-80) Seja F : R -*• R uma função satisfazendo as seguintes propriedades: I - f(0) = 1 II - f(x + y) = f(x) • f(y) III - 0 < f(l) < 1 vx, y G IR

Então o valor da expressão f ( 0 ) + / ( / ) + / ( 2 ) + ... + f ( 9 ) é igual a: a )w ^ L c )f(1 ). o _ f(1) d )^ _ L

102. (CESGRANRIO-87) Se f ( x ) = ~ .~ j a) — 24 b ) -----— ’ 32

, e n t ã o / ^ - - Ç j é: c) —— 8 d) — '3 2 e) — 8

103. (U.C.MG-81) O valor da expressão y = a) -1 ,6 b) -1 ,2

— - — para x = -2 ,1 é: 0,5 + x c) 1,3 d) 2,6

e) 3,1

104. (U.C.SALVADOR-91) O valor da expressão a) 100 b) 99 c) 98

~ 6* 2~ - x • x + 3 , para x = 99, é: x2- 9 x d) 97 e) 96

105. (U.F.MG-92) Suponha-se que o número/(jc) de funcionários necessários para distribuir, em um dia, contas de luz entre x por cento de moradores, numa determinada cidade, seja dado pela função f(x) 300x 150 - x

Se o número de funcionários necessários para distribuir, em um dia, as contas de luz foi 75, a porcentagem de moradores que as receberam é: a) 25 b) 30 c) 40 d) 45 e) 50

331

TESTES DE VESTIBULARES 106. (U.F.MG-92) Em uma experiência realizada com camundongos, foi observado que o tempo requerido para um camundongo percorrer um labirinto, na enésima tentativa, era dado pela função / (n) = ^3 + minutos. Com relação a essa experiência, pode-se afirmar que um camundongo: a) b) c) d) e) consegue percorrer o labirinto em menos de três minutos. gasta cinco minutos e 40 segundos para percorrer o labirinto na quinta tentativa. gasta oito minutos para percorrer o labirinto na terceira tentativa. percorre o labirinto em quatro minutos na décima tentativa. percorre o labirinto, numa das tentativas, em três minutos e 30 segundos.

107. (FUVEST-92) A função que representa o valor a ser pago após um desconto de 3% sobre o valor x de uma mercadoria é: a) f(x) = x - 3 b) f(x) = 0,97x c) f(x) = l,3x d) f(x) = -3x e) f(x) = l,03x

108. (U.E.CE-91) Sejam / : R -» IR e g : IR -» IR funções definidas por: f( x ) = x + 2 e g(x) = x - 2. Se m = f ^cos -y-j e n = g |sen a) 2-Í2 , então m2 - n2 é igual a: b) 3^2 c) 4^2 d) 5^2

109. (UNICAP-87) Seja / : IR -* IR uma função definida por f( x ) = a 3bx, onde a e b são constantes reais. Dado que f ( 0 ) = 900 e f( 1 0 ) = 300, calcule K tal que f ( k ) = 100. a) 40 b) 25 c) 15 d) 30 e) 20

110. (PUC-SP-80) A função de Euler 0 é definida para todo natural n > 1 da seguinte maneira: 0 (n ) é o nú­ mero de números naturais primos com n e menores que n. Quanto vale 0(72)? a) 4 b) 5 c) 3 d) 6 e) 0

111. (CESGRANRIO-91) Para ser aprovado, um aluno precisa ter média maior ou igual a 5. Se ele obteve notas 3 e 6 nas provas parciais (que têm peso / cada uma), quanto precisa tirar na prova final (que tem peso 2) para ser aprovado? a) 4 b) 4,5 c) 5 d) 5,5 e) 6

112. (PUC-CAMP-80) Considerando N = (0, 7, 2, 3, ...} e, ainda, A = {x

e N \ ^ - = n, n e N]

B = [x G N | 3x + 4 < 2x + 9\, podemos afirmar que: a) A U B tem 8 elementos. b) A U B = A . c) A n B = A . d) A n B possui 4 elementos. e) n.d.a.

113. (FATEC-88) Se y , = a + — x, y , = a — — x, a > 0, a < c e x < - a , então:
a a

a) y, > 0 e y2 > 0 b) y, < 0 e y2 > 0 c) y, > 0 e y2 < 0 332

d) y, < 0 e y2 < 0 e) y, = y2

TESTES DE VESTIBULARES / —V -------- , então podemos afirmar que D é: 1+ x d) [-1, 1) . e: e) (-1 , 1)

114. (UNICAP-87) Se D C R é o domínio da função g(*) igual a: a) [-1, 1] b) [1, +<*>) c) (-1 , 1] x -2 x -7

115. (U.F.CE-92) O domínio da função real g(x) = a) Jx £ IR; x > 7] b) [x £ IR; x < 2) c) |x É fl; 2 « x < 7) d) [x G IR; x < 2 ou x > 7j

Funções do 1? grau
116. (CESGRANRIO-91) Se (2 + 3)2 - x = 12, então x vale; a) - 2 b) -1 ç) 1 (2x + 2) - 4, então: d) 9x - 1 = 0 e) 9x + 1 = 0 d) 9 e) 13

117. (U.F.RN-83) Se y - 3 = y a) x + 9 = 0 b) x - 9 = 0 c) x — 1 = 0

118. (U.E.CE-82) Se x, é a solução da equação A r + — ■ = 16 , então o valor de x, está comp 3 6 4 entre os números: a) 17 e 19 b). 19 e 21 c) 21 e 23 d) 23 e 25 ^ - ■ = 2, em IR. Então:

119. (U.E.LONDRINA-83) Seja a solução da equação — ^ + ^ — a) 2a = 14 b) a3 = -21 d) 3a = -21 e) a + 1 = 0

120. (U.F.MG-90) A raiz da equação 3 ------ + ^ = x + * pertence ao intervalo: 4 6 b) [-3, -1] c) [-2, 0] d) [0, 2] e) [2, 6]

a) [-6, -3]

121. (U.F.MG-90) A raiz da equação ( y - / ) ( y + 1) - (y - l ) 2 + 2 = 9 - 7y pertence ao conjunto: d) (-1, ?) e) (0, 3)
c) (1 , 2)

333

TESTES DE VESTIBULARES 122. (U.E.LONDRINA-84) Seja a função/ : IR tal que f( x ) = ax + b. Se os pontos (0; - 3 ) e (2; 0) pertencem ao gráfico de / , então í + í è igual a: b) 3 123. (FGV-88) O gráfico da função/(jc) a) 13 b)
22

c) ■
= mx + n

2

« - i -

e) - 1

passa pelos pontos ( 4 , 2 ) e ( - 1 , 6). Assim, o valor de m + n é: 5 d) 13 e) 2,4

c)

124. (PUC-SP-82) No conjunto dos números reais, a equação ax = b, na incógnita x: a) não pode ter infinitas soluções. b) sempre tem solução. c) só tem solução se a # 0. d) tem infinitas soluções se b + 0. e) tem solução única se a # 0.

125. (PUC-MG-92) Uma função do 1? grau é tal que f ( - l ) = 5 e f(3 ) = -3. Então /(O ) é igual a: a) 0 b) 2 c) 3 d) 4 e) -1

126. (U.F.VIÇOSA-89) Uma função / é dada por f(x ) = ax + b, onde a e b são números reais. S e / ( - / ) = 3 e f ( t ) = -1 , então f( 3 ) é o número: a) 1 b) 3 c) - 3 d) 5 e) - J

127. (U.E.BA-84) A fu n ção /, de IR em IR, definida por f(x ) = (A - 1) ■ x + 3, é crescente se, e somente se: r2 a) k # 1 e k # -1 b) k = 1 ou k = -1 c) k > 0 d) -1 < k < 1 e) k < -1 ou k > 1 128. (FUVEST-92) A tabela abaixo mostra a temperatura das águas do oceano Atlântico (ao nível do equador) em função da profundidade: Profundidade Temperatura Superfície 27 °C 100 m tvj O O 500 m 7°C 1 000 m 4"C 3 000 m 2,8 °C

Admitindo que a variação da temperatura seja aproximadamente linear entre cada duas das medições feitas para a profundidade, a temperatura prevista para a profundidade de 400 m é de: a) 16 °C b) 14 °C c) 12,5 °C d) 10,5 “C e) 8°C

129. (FATEC-89) O gráfico da função, definida por: = 0,

a) intercepta o eixo x no ponto de abscissa — — . b) intercepta o eixo y no ponto de ordenada - — . c) determina, com os eixos coordenados, uma região triangular de área d) passa pela origem do sistema cartesiano. e) não admite raiz real. 334

16

TESTES DE VESTIBULARES 130. (U.F.MG-90) Sendo a < O t b > 0, a única representação gráfica correta para a fu n ç ã o /W = ax + b é: a) c) e)

131. (PUC-SP-80) Para produzir um objeto, uma firma gasta CzS 1,20 por unidade. Além disso, há uma despe­ sa fixa de CzS 4 000,00, independente da quantidade produzida. O preço de venda é de CzS 2,00 por uni­ dade. Qual é o número mínimo de unidades, a partir do qual a firma começa a ter lucro? a) 1 800 b) 2 500 c) 3 600 d) 4 000 e) 5 000

132. (VUNESP-85) Um botânico mede o crescimen­ to de uma planta, em centímetros, todos os dias. Ligando os pontos colocados por ele num gráfico, resulta a figura ao lado. Se for manti­ da sempre esta relação entre tempo e altura, a planta terá, no 30? dia, uma altura igual a:

altura em cm

5 a) 5 cm b) 6 cm c) 3 cm d) 15 cm

10

tempo em dias e) 30 cm

133. (FGV-81) Duas funções importantes em finanças são: Receita Total: R T - P x Q e Custo Total: C T = CF+ CV U x Q, onde: P = preço de venda unitário; CF = custo fixo; CV U = custo variável unitá­ rio; Q = quantidade produzida e vendida. A Metalúrgica Atlas S.A. produz uma peça, para a qual são conhecidos os seguintes dados (mensais): P = CzS 5 000,00-, CF = CzS 100 000,00; CVU ~ CzS 2 000,00; Lucro — L = R T —C T = CzS 800 000,00. A Metalúrgica Atlas, a fim de enfrentar seus concorrentes, decide reduzir em 20% o preço de venda unitá­ rio (P), mas pretende obter o mesmo lucro, através do aumento em Q. Este aumento (em % ) deverá ser de: a) 20% b) 150% c) 40% d) 50% e) 10%

134. (U.F.MG-92) Para alimentar seus pássaros, um criador compra, mensalmente, ração e milho num total de I 000 kg. A ração custa CrS 400,00 o quilograma e o milho, CrS 250,00. Se x representa a quantidade, em quilogramas, de ração comprada, pode-se afirmar que a função-gasto, em cruzeiros, é dada por: a) g(x) = 150x, 0 < x < 1 000 b) g(x) = 400x, 0 < x < 1 000 c) g(x) = 150x + 250 000, 0 < x < 1 000 d) g(x) = 250x + 400 000, 0 < x < 1000 e) g(x) = 400x - 250 000, 0 < x < 1 000

335

TESTES DE VESTIBULARES 135. (U.F.GO-84) O menor múltiplo de 3 que satisfaz a inequação x + 5 < 2x - 1 é: a) 12 b) 9 c) 6 d) 3

e) 0

136. (U.F.SE-84) Quantos números inteiros, estritamente positivos, satisfazem a inequação x + - j < 3x - 41 a) nenhum b) dois c) três d) quatro e) infinitos

137. (PUC-SP-84) O menor número inteiro k que satisfaz a inequação 8 - 3(2k - I ) < 0 è: a) - 2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2

138. (CESGRANRIO-84) Se a < - 2 , os valores de x tais que -y- (x - a) < - (x + 2) são aqueles que satisfazem: a) x < a - 2 b) x < -2 a c) x > 2a d) x > a - 2 e ) a - 2 < x < 2 ~ a

,39- (FATEC-88) Os gráficos cartesianos das funções/e g, de IR em IR, interceptam-se num ponto do 1? quadrante. Se f( x ) = x + 7 e g(x) = - 2 x + k, onde k é constante, então k satisfaz a condição: a) k > 7 b) 1 < k < 7 c) 0 < k < 1 d) -1 < k si 0 e) - 7 < k < -1

3x + 2 140. (CESGRANRlO-88) O núm ero---- ----- é o seno de um ângulo. Pode-se afirmar que: d) b) -1 < x < c) -1 < x $ 2

,41- (U.F.MG-92) Observe a figura.

O retângulo A BC D representa um terreno e o trapézio hachurado, uma construção a ser feita nele. Por exigências legais, essa construção deve ter uma área, no mínimo, igual a 45 % e, no máximo, igual a 60% do terreno. Todos os valores possíveis de x pertencem ao intervalo: a) [17, 26] b) [13,5, 18] c) [14, 18] 336 d) [17, 18] e) [18, 26]

TESTES DE VESTIBULARES 142. (U.F.R.PE-87) Suponha que x e y representam quantidades de dois bens, sendo, por isso, números não negativos. Nas alternativas abaixo aparecem sombreadas algumas regiões do plano xy. Indique qual delas representa o conjunto solução do sistema de inequação: x + 2y ^ 4 3x + y > 6

b)

d)

143. (U.F.R.PE-91) Quantas soluções possui o sistema y < 3x y < -3 x + 6 x > 0 tais que x e y pertençam a 2 ? a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 6

144. (CESGRANRIO-85) Os valores positivos de x, para os quais (x — 1) (x - 2) (x + 3) < 0, constituem o intervalo aberto: a) (1, 3) b) (2, 3) c) (0, 3) d) (0, 1) e) (1, 2)

4“ x 145. (U.E.LONDRINA-84) Quantos números inteiros satisfazem a inequação — -i r — > 0? 1+x a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

x 4* 3 146. (U.F.SE-84) O conjunto solução da inequação —------— < 0, em IR, é: 2x — 5

h
- * T
-3 ; ■

d) -3 U A ; + oo 2

337

TESTES DE VESTIBULARES 147. (CESESP-86) Um pecuarista deseja cercar com mourões e arame farpado um terreno de forma retangular. Dispõe para isso de 142 mourões» 888 grampos e arame em quantidade suficiente. A construção da cerca deve obedecer aos seguintes critérios: i) Dois lados paralelos têm cercas do tipo A e os outros dois lados cerca do tipo B. ii) A distância entre cada mourâo das cercas do tipo A é de 1 m, enquanto nas cercas do tipo B essa distân­ cia é de 2 m. iii) As cercas do tipo A têm 4 fios de arame e as cercas do tipo B têm 8 fios, sendo que 4 fios são comuns a ambos os tipos de cercas. iv) Para cada fio de arame é batido um e só um grampo em cada mourão. Admitindo-se que x e y são respectivamente os comprimentos dos lados do retângulo que têm cercas do tipo A e B y assinale a única alternativa cuja parte tracejada da figura representa o conjunto dos pontos do plano que satisfaz as condições impostas. a) c) e)

b)

d)

148. (U.F.MG-90) O conjunto de todos os valores reais de x que satisfazem a desigualdade — - — > 0 é: x + 1 a) vazio b) (x € IR : x ^ - l j c) fx € IR : x < -1] d) [x G IR : x ^ -1J e) (x € IR : x > - l j

149. (U.F.UBERLÂNDIA-81) O domínio da função real /(* ) = a) [x e ir | - i < x < 2) 1 b) (x e R | — < x < 2) c) (x € IR 1 -1 < x < 2) 338

í — + ^ é: * V -x + 2

1 d) (x € IR | x < — a x > 2} e) (x € IR | x < -1 v x > 2)

TESTES DE VESTIBULARES

150. (EAESP-FGV-80) Resolver a inequação: a)2 < x < 3 b) 2 < x ^ 3 c) - 3 < x < -1 /2

f > y.
d) x ^ 3 e) n.d.a.

151. (U.C.SALVADOR-92) Qual é o menor número inteiro que satisfaz a inequação--------- ---------- > /?

a) 0

b) 1

c) 2

d) 3

e) 4

Função quadrática
152. (PUC-MG-92) Uma função do 2? grau é tal q u e /(O) = 5, f ( l ) = 3 e f ( ~ l) = 9. Então f( 2 ) é: a) 0 b) 2 c) 3 d) - 3 e) -5

153. (FUVEST-89) O gráfico de f(x) = x 2 + bx + c, onde b e c são constantes, passa pelos pontos (0, 0) e (/, 2). Então / a)- | -y-j vale: (,)-§ 0 --L d) ± e)4

154. (V.UNIF.RS-80) Para que a parábola de equação y = ax2 + bx - / contenha os pontos (-2 ; I ) c { 3 \ /) , os valores de a e b são, respectivamente: a) 3 e - 3 b ) | e - | c) 3 e - -j 155. (U.MACK.-80) O ponto (k, 3k) pertence à curva dada por f( x ) = x 2 - 2x + k; então, k pode ser: a) - 2 b) -1 c) 2 d) 3 e) 4 d) j e - 3 e ) l e |

156. (U.E.CE-80) Dados três pontos no plano cartesiano, não colineares e com abscissas distintas duas a duas, o número de funções quadráticas que podem ser encontradas de maneira que esses pontos pertençam aos seus gráficos é: a) 0 b) 1 c) 2 d) mais que duas

157. (V.UNIF.RS-80) Os números mínimo e máximo, respectivamente, de pares ordenados com pelo menos uma coordenada nula que o conjunto A = ((x; y) e IR2 | y = ax2 + bx + c) pode apresentar, fixados a £ IR*, b £ IR e c £ R, são: a) 0 e 2 b) 0 e 3 c)le2 d) 1 e 3 e)2e3

158. (U.F.RS-82) Se x 2 + bx + c = 0 e 2(x + l ) 2 = 0 são equações equivalentes, então b + c é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 339

TESTES DE VESTIBULARES 159. (U.F.MG-90) A soma de todas as raízes da equação (x - i f - (x - 1) (x + 4) = (x - 1) (x + 1) é: a) - 5 b) - 2 c) 2 d) 5 e) 6

160. (CESGRANRIO-85) Os valores do parâmetro p, para os quais a equação x 2 + x + ( p 2 - 7p) = 0 tem uma raiz nula, são: a) 2 e 5 b) - 5 e - 2 c) 3 e 4 d) 0 e 7 e) - 7 e 3

161. (CESGRANRIO-88) Se é igual a 1 (um) uma das raízes de x 2 + bx + c = 0, então os coeficientes b e c satisfazem a condição: a) b = - c - 1 b) bc = 1 c) b = c d) b + c = 1 e) b - c = 1

162. (VUNESP-85) Sempre que o discriminante da equação ax2 + 2bx + c = 0 é igual a zero, com « # 9 c 6 # 0, então a, b e c: a) formam uma progressão geométrica. b) formam uma progressão aritmética. c) são positivos. d) são negativos. e) são diferentes.

163. (FUVEST-83) A equação x 2 - x + c = 0, para um conveniente valor de c, admite raízes iguais a: a) -1 e 1 b) zero e 2 c) -1 e zero d) 1 e - 3 e) -1 e 2

164. (U.F.RS-84) A equação do 2? grau ax2 + ax + 1 = 0 tem uma raiz de multiplicidade 2. Essa raiz é: a) - \ b) - - L c) -id) 2 e) 4

165. (U.F.MG-82) Se a equação x 2 + p x + q = 0 admite raízes reais simétricas, então: a ) p = l e q = 0 b ) p = l e q > 0 c) p = 1 e q < 0 d) p = 0 e q > 0 e)p = 0 e q < 0

166. (U.F.MG-89) Considere a equação do segundo grau, em x, x 2 - (m - 2 )x + m + 2 = 0. Pode-se afirmar que o conjunto de todos os valores de m, para os quais a diferença entre as raízes da equa­ ção seja 4, é: a) (2) b) (10J c) (-2, 10) d) (-2, 2) e) (2, 10)

167. (U.F.RS-83) As raízes de x 2 + 2ax + a 2 - b2 = 0, com a E IR e b 6 IR, nunca são números: a) b) c) d) e) naturais. inteiros negativos. racionais e não inteiros. irracionais. complexos e não reais.

168. (F.SANTANA-83) Considerem-se dois números cuja soma é 18 e cujo produto é -32. A soma dos inversos desses números é igual a: a)-9 b )--£ c)--id) - j j e)

169. (PUC-RJ-82) A diferença entre dois números é 28 e seu produto é 333. Então sua soma é: a) 16 340 b) 26 c) 36 d) 46 e) 56

TESTES DE VESTIBULARES 170. (PUC-SP-85) Qual é a função do 2°. grau cuja única raiz é - 3 e cujo gráfico passa pelo ponto A = (-2; 5)1 a) f(x) = 5x2 + 30x +45 b) f(x) = - — x2 - — x + 4 4 c) f(x) = -5 x 2 — 20x - 15 2 d) f(x) = x2 + lOx + 21 e) f(x) = - x 2 + 9

,71- (F.SANTANA-83) Sejam -y- e - - j- , respectivamente, a soma e o produto das raízes da equação 2 x2 + bx + c = 0. O valor de b + c é: a) - 8 b) - 2 c) 1 d) 2 e) 8

•72. (PUC-MG-92) As raízes da função quadrática y = 2 x2 + m x + 1 são positivas e uma é o dobro da outra. A soma dessas raizes é: a) 2,4 b) 2,1 c) 1,8 d) 1,5 e) 1,2

173. (FUVEST-84) A equação são iguais a: a) - 2 b) 0

— + x ^ ^ - 1 = 0 tem duas raízes. A soma e o produto dessas raízes

c) 3

d) - 4

e) 1

174. (U.F.GO-80) O valor de k para que a soma das raízes da equação (k - 2 ) x 2 - 3kx + 1 = 0 seja igual ao seu produto é: a) 1/2 b) 1/3 c) 2/3 d) - 3 /2 e) -1 /3

175. (PUC-SP-85) Se as raízes da equação x 2 + bx + 12 = 0 são, cada uma, 7 unidades maiores do que as raízes de x 2 + f ix + 12 = 0, então: a) (3 = - 5 b) ff = 5 c) |3 = - 7 d) 0 = 7 e) faltam dados para determinar /3

,7 é- (CESGRANRIO-80) Seja P(x) = x 2 + bx + c. Um polinômio do 2? grau cujas raízes são iguais ao dobro das de P(x) é: a) 4x2 + 2bx + 4c b) x2 + 2bx + 2c c) 2P(x) d) x2 - bx + c e) x2 + 2bx + 4c

l77- (U.C.SALVADOR-91) Um professor dispunha de 144 doces para dividir igualmente entre os alunos de sua classe. Como no dia da distribuição faltaram 12 alunos, ele dividiu os 144 doces igualmente entre os presentes, cabendo a cada aluno 1 doce a mais. O número de alunos presentes no dia da distribuição era: a) 36 b) 40 c) 42 d) 48 e) 50

l7íi- (PUC-SP-80) A equação x + y = x ■ y com duas incógnitas reais: a) não admite solução com x > 0 e y > 0. b) c) d) e) admite solução com x < 0 e y < 0. tem uma única solução real. tem exatamente duas soluções reais. não admite solução em que x = 1.

17<í- (U.C.SALVADOR-91) Um especulador comprou dólares na segunda-feira gastando 90 000 cruzeiros. Na terça-feira, com o dólar 10 cruzeiros mais caro, o especulador voltou a comprar dólares, gastando 144 000 cruzeiros. Nos dois dias, ele comprou 1 500 dólares. Quantos foram comprados na terça-feira? a) 1 100 b) 1 050 c) 1 000 d) 950 e) 900

341

TESTES DE VESTIBULARES 180. (U.F.PE-81) Sabendo-se que a soma dos quadrados das idades de Pedro e Paulo é S e que o produto das mesmas é P, assinale a alternativa cuja equação tem como raízes as respectivas idades. a) X2 - SX + P = 0 b) X2 - (JS + 2P)x + -JS + 2P = 0 c) X2 + SX - P = 0 d) X2 - (-IS + 2P )x + P = 0 e) X2 - PX + S = 0

181. (U.F.MG-81) Uma das raízes da equação ax2 - ax + c = 0, com a * 0, é x, = 0. A outra raiz é: a) 2 b) 1 c) 0 d) -1 e) - 2

182. (CESGRANRlO-84) Seja 7 a diferença entre as raizes da equação 4x2 - 20x + c = 0. Então, o valor da constante c é: a) -2 4 b) -2 0 c) -1 6 d) 4 e) 5

183. (CESGRANRIO-83) S e m e n são as raizes de x 2 - 6x + 10 = 0, então — + — vale: m n a) 6 b) 2 c) 1 d) y e) y

184. (U.FORTALEZA-82) Se a soma dos quadrados das raizes da equação x 2 + p x + 10 = 0 i igual a 29, o valor de p 2 i múltiplo de: a) 2 b) 3 c) 5 d) 7

185. (U.C.MG-82) A equação (x1 + 2x f - 2 ( x 2 + 2x) - 3 = 0 tem uma raiz dupla igual a: a) - 3 b) -1 c) 0 d) 1 e) 3

186. (FGV-81) Equação de oferta (£o) é uma função econômica que relaciona o preço de venda unitário ( p ) com a quantidade (x) oferecida pelo produtor. Equação de demanda (Ed) i uma função econômica que relaciona preço de venda unitário (p ) com a quantidade (x) demandada pelo consumidor. Seja Eo = 2x + p — 10 = 0 Ed = p2 - 8x - 5 = 0 Determinar o ponto de equilíbrio (P E ) entre as 2 funções. Nota: 1. O PE i dado por um par de valores (x, p) que satisfaz as duas equações. 2. Em Economia, só interessam valores x > 0, p > 0. a) (-9,00; 0,50) b) (2,90; 4,00) c) (0; 0) d) (2,50; 5,00) e) n.d.a.

187. (U.F.RS-81) O maior número real, cuja soma com o próprio quadrado é igual ao próprio cubo, é:

188. (FGV-81) Uma empresa produz quantidades x e y de duas substâncias químicas, utilizando o mesmo pro­ cesso de produção. A relação entre x e y é dada por: (x - 2) (y - 3) = 48 Essa equação é denominada curva de transformação de produto. As quantidades x e y que devem ser produzidas de modo a se ter x a) x < 20 e y > 10 b) x < 20 e y < 10 c) x < 10 e y < 10 d) x > 20 e y < 10 10 e y < 5
X

342

A

TESTES DE VESTIBULARES 189. (CESGRANRIO-81) Se o par f x2 —y2 = 5 (x y = 6 podemos concluir que (x - y f é: a) 0 b) 1 c) Í5 d) 5 e) 36
(at,

y ) de números reais é solução de

190. (U.F.MG-90) Para que o trinômio do segundo grau y = ax2 + b x + c tenha um mínimo no ponto (0, 4), os números reais a, b, c devem satisfazer as seguintes condições: a) a < 0, b = 0, c = 4 b) a > 0, b = 0, c = 4 c) a = 1, b = 0, c > 4 d) a = 4, b < 0, c = 0 e) a = 4, b > 0, c = 0

(U.MACK.-80) Em y = ax2 + bx + c, (a # 0 ), com a, b e c reais, tem-se y máximo para x = 2. Então: a) — = - 4 e a < 0 a b) b = - 4 e a > 0 c) = 4 e t qualquer d) — = 4 e c < 0 a e) b = 4a com a e c quaisquer

,9 2- (U.F.PR-83) Se 2x + y = 3, o valor mínimo de ilx2 + y 2 é: e) J í 193. (U.F.MG-92) Uma das raízes de f ( x ) = (x - a) (x - b ) ê igual a 4 e o gráfico de / passa pelo ponto (5, 12). Pode-se afirmar que o mínimo da função é: e) - 28 194. (ITA-80) No sistema de coordenadas cartesíanas ortogonais, a curva y = ox2 + bx + c passa pelos pontos (/, I ) , ( 2 , m ) e (m, 2), onde m é u m número real diferente de 2. Sobre esta curva podemos afirmar que: a) b) c) d) e) Ela Ela Ela Ela Ela admite admite admite admite admite um um um um um mínimo para todo m tal que 1/2 < m < 3/2. mínimo para todo m tal que 0 < m < 1. máximo para todo m tal que - 1 / 2 < m < 1/2. máximo para todo m tal que 1/2 < m < 3/2. máximo para todo m tal que 0 < m < 1.

195. (PUC-MG-92) O ponto extremo V da função quadrática f ( x ) = x 1 - 6x + 8 é: a) b) c) d) e) um um um um um máximo, sendo mínimo, sendo máximo, sendo mínimo, sendo mínimo, sendo V = V = V = V = V = (3, - 1 ) . (-5 , + /). (-3, + /) . (3, +1). (3, — 1).

196. (U.FORTALEZA-81) Considere a função / : R -* IR, definida por f ( x ) = x 2 — 2x + 5. Pode-se afirmar corretamente que: a) b) c) d) o vértice do gráfico d e / é o ponto (/, 4). / possui dois zeros reais distintos. / atinge um máximo para x = 1. o gráfico de / é tangente ao eixo das abscissas.

343

TESTES DE VESTIBULARES 197. (CESESP-86) Um fabricante vende, mensalmente, x unidades de um determinado artigo por V(x) = x 2 - x, sendo o custo de produção dado por c(x) = 2x2 - 7x + 8. Assinale a alternativa corres­ pondente ao número de artigos que devam ser vendidos mensalmente de modo que obtenha o lucro máximo. a) quinze unidades b) cinco unidades c) mil unidades d) três unidades e) nenhuma unidade

198. (U.F.GO-84) Seja A (*) a área do triângulo cujos vértices são os pontos (G, 0), (jc, 0) e (.x, x). Então para 0 < x < / , podemos afirmar que: a) b) c) d) y y o y - A (x) è uma função crescente de x. = A(x) não define função. valor máximo de y = A (x) é 1. - A (*) é uma função linear. 2 é— . 4

e) o valor de A (jc) para x =

199. (U.F.PE-85) Um fabricante pode produzir sapatos ao custo de CzS 200,00 o par. Estima-se que, se cada par for vendido por x cruzados, o fabricante venderá por mês 800 — x (0 ^ x < 800) pares de sapatos. Assim o lucro mensal do fabricante é uma função do preço de venda. Assinale a alternativa que indica em cruzados o preço de venda, de modo que o lucro mensal seja máximo. a) 200 b) 500 c) 600 d) 350 e) 400

200. (U.F.PE-81) Considere a seguinte função quadrática/(ac) = x 2 - Sx + 6. Assinale a alternativa corres­ pondente ao conjunto de todos os pontos onde esta função é crescente. a) (-■»; 2] U [3; +°°) b) [2; 3] c) ( - “ > 2,5) ; d) (2,5; +°°) e) [2; 2,5]

201. (VUNESP-84) Uma função quadrática tem o eixo dos y como eixo de simetria. A distância entre os zeros da função é de 4 unidades, e a função tem -S como valor mínimo. Esta função quadrática é: a) y = 5x2 - 4x - 5 b) y = 5x2 - 20 c) y = 4 - x2 - 5x 4 202. (U.F.SE-84) O gráfico da função/ , de IR em IR, definida por f(x ) = - 2 x 2 - xé uma parábola cujo vérti­ ce é o ponto: d) y = -j- x2 - 5 e) y = - j x2 - 20

203. (PUC-RS-80) A imagem da função / : IR -* IR, definida por f ( x ) - x 2 - I, é o intervalo: a) [-1; +°°) b) (-1 ; +oo) , c) [0; +oo) d) (-o»; -1 ) e) (-oo; - l ]

344

TESTES DE VESTIBULARES 204. (V.UNIF.RS-80) A imagem da função / : IR — IR definida por f ix) = — 2 + x - 2 é: * x a) -2] b) [2; +°°) c) (-«>; 7/4) 205. d) [7/4; + » ) e) ( - “ ; -7/4]

(PUC-MG-92) O conjunto imagem da função / : [- Í 2 , l\ -*■ IR definida por f(x ) = 2x2 + / é: a) (y € IR; y ^ 1] b) (y G IR; 1 ^ y < 3) c) (y G IR; 3 < y « 5J d) [y G IR; 1 <- y < 5)

206. (U.F.PA-85) A parábola de equação y = x 2 —5x - 14 é simétrica em relação à reta: a) y = x b) x = — 2 c) x = 7 d) x = 5/2 4x e) y = — x x 2. Representando-a gra­

207. (U.C.SALVADOR-91) Considere a função / , de IR em IR, dada por f(x ) ficamente no plano cartesiano, obteremos: a) c) e)

0

4

\

x

208. (U.F.MG-90) O gráfico da função quadrátíca y = a x2 + bx + c é: Pode-se afirmar que: a) a > 0, b = 0, c < 0 b) a > 0, b = 0, c > 0 c) a > 0, b > 0, c = 0 d) a < 0, b = 0, c > 0 e) a < 0, b < 0, c = 0

345

TESTES DE VESTIBULARES 209. (U.MACK.-80) A equação que melhor se adapta à curva é dada por: a) b) c) d) e) (x - l)2 = (x - l)2 = (y - 2) = (y x2 = — 8(y 8<y - 2) -8(y - 2) 8(x ■ D - 2)

210. (U.F.PE-81) O gráfico abaixo representa a função real f ( x ) = bx + ax + c. Assinale a única alternativa correta. a) b) c) d) e) b2 a2 a2 b2 a < 4ac > 4bc > 4bc > 4ac > 0 e 0 e 0 e 0 e 0 e c = 0 a b b a > > < < 0 0 0 0

211. (CESGRANRIO-80) O gráfico do trinômio do 2? grau x 2 + bx + c é o da figura: Podemos concluir que: a) b b) b c) b d) b e )b = = = = = -1 e c = 0 0 e c = -1 1 e c = 1 -2 e c = 0 4 e c = 0

212. (U.F.MG-92) O gráfico da função quadrática y - ax2 + bx + c, a # 0, tem (J, 3) como ponto mais pró­ ximo do eixo das abscissas e passa pelo ponto (/, 4). Todas as afirmativas sobre essa função estão corretas, exceto: a) b) c) d) A função não tem raízes reais. Obrigatoriamente se tem a > 0. O eixo da simetria do gráfico é a reta x = 5. O gráfico passa pelo ponto (P, 4).

e) O gráfico corta o eixo dos y no ponto ÍO, - y -

346

TESTES DE VESTIBULARES 213. (U.F.PE-85) Considere os trinômios I,(x) = atx 2 + c, e t2(x) = a2x 2 + c2 com representações gráficas dadas por: Assinale a alternativa correta: a) b) c) d) e) a, a, a, a, a, > < < > > a2 a2 a2 a2 a. c, < c2 c, < c.

214. (VUNESP-85) A equação cujo gráfico está inteiramente abaixo do eixo dos x é: a) y = 2x2 - 4x - 5 b) y = - x 2 + 4x c) y = x2 - 10 d) y = - x 2 + 5 e) y = -2 x 2 + 4x - 4

215. (U.F.PA-85) O gráfico da função quadrática y = x 2 + px + q tem uma só intersecçao com o eixo dos X. Então os valores de p e q obedecem à relação: a) q = p2/4 b) q2 = p /2 c) q = - p 2/4 d) q2 = 4p e) q2 = -4 p

216. (U.F.SE-84) O trinômio y = x 2 + 2kx + 4k admitirá duas raízes reais e distintas se, e somente se: a)k>4 b ) 0 < k < 4 c)k>0 e k ^ 4 d) k < 0 ou k > 4 e ) k ^ 0 e k ^ 4

217. (PUC-CAMP-80) Em relação ao trinômio - x 2 + x - 8 podemos afirmar: a) b) c) d) e) é positivo para todo real x. tem 2 zeros reais distintos. é negativo para todo real x. muda de sinal quando x percorre o conjunto de todos os números reais. n.d.a.

218. (U.E.BA-84) O trinômio y = -2 x 2 + 3x - 1 é: a) negativo, v x £ IR. b) positivo se x ¥ J e x £ > c) negativo se -1 < x < 1. d) positivo se - j- < x < 1. e) negativo se x > - ~ . ■

219. (U.C.MG-81) A solução da inequação x 2 < x é o intervalo real: a) (-■»; -1]
b ) 1-1; +co)

d) |-1 ; 1]
e) 10; 1)

c) |- l ; 0] 347

TESTES DE VESTIBULARES 220. (U.E.LONDRINA-84) O conjunto dos valores reais de x, que tornam verdadeira a sentença 2x2 - x < l ,é : a) |x £ IR | - y < x < ij d) jx £ IR | - i- < x < i j e) |x £ R | x < - -j-j

b) |x £ R | x > 1 ou x < - - i - j ^x £ R | x

221. (CESGRANRIO-81) O menor inteiro positivo N tal que 3n a) 5 b) 6 c) 7

-y- N ( N - 1 ) é: d) 8 e) 9

222. (U.F.MG-89) Seja/ uma função real de variável real dada por f( x ) = I n ( ~ x 2 + 3 x - 2). O conjunto de todos os números reais no qual / está definida é: a) (x £ IR : x < 1 ou x > 2) b) (x £ R : 0 < x < 1) c) (x £ IR : 1 < x < 2) d) IR e) (x £ R : 2 < x < 3)

223. (UNICAP-87) Seja / : IR -*■ IR a função definida por f ( x ) = 9x2 - 6x + k. Assinale a única alternativa que indica os valores de K £ R para os quais se tem f ( x ) > 0 qualquer que seja x. a) K > 0 b) K ^ - 3 c) K > 3 d) K < -1 e) K > 1

224. (FGV-88) O lucro L de uma empresa é dado por L = - x 2 + 8x — 7, onde x é a quantidade vendida. O lucro será positivo se, e somente se: a) 2 < x < 5 b) x > 7 ou x < 1 c) 1 < x < 7 225. (U.F.MG-87) O maior número a tal que a) - 8 b) - 6
a

d) 0 < x < 12 e) x > 12

< x 2 - 4x + 12 para qualquer valor real de x é: d) 6 e) 8

c) 4

226. (CESGRANRIO-91) A menor solução inteira de x 2 - 2x - 35 < 0 é: a) - 5 b) - 4 c) - 3 d) - 2 e) -1

227. (UNBSP-91) O conjunto solução da inequação ( x - 2)2 < 2 x - 1, considerando como universo o conjun­ to R , está definido por: a) 1 < x < 5 b) 3 < x < 5 c) 2 < x < 4 d) 1 < x < 4 e) 2 < x < 5

228. (CESGRANRIO-89) As soluções de x 2 - 2x < 0 são os valores de x pertencentes ao conjunto: a) (0, 2) b) (-<*>, 0) c) (2, + » ) d) (-■», 0) e) (0, + » )

U (2, +°°)

229. (CESGRANRIO-90) Se a equação 10x2 + bx + 2 = 0 não tem raízes reais, então o coeficiente b satisfaz a condição: a) -4 ^5 < b < 4^5 b) b < 4Í5 c) b > 4Í5 d) 0 < b < 8 ^ e) -8 ^5 < b < 0

348

TESTES DE VESTIBULARES 230. (CESGRANRIO-88) Se a equação 7x2 + bx + 2 condição: a) b < — 14/2 b) Ibl = 2 /l4 c) - 2 / Í 4 < b < 2Í14 0 não admite raízes reais, o coeficiente b satisfaz a d) - 14 J 2 < b < 14^2 e) b < 14j2

231. (U.F.MG-90) O conjunto de todos os valores inteiros de k, para os quais o trinômio do 2? grau em x, 1 ? y = — x + (k + l)x + k, não tenha raízes reais, e: a) (-3, — - 1 , lj 2, b) [-2 , - 1 , 0, 1, 2)
c) ( - 2 , - 1 , 0, 1)

d) (-2, - 1 ,0 ) e) (-2, -1)

232. (FATEC-87) Os valores de k, k £ 2 , para os quais a equação fcv2 + 9 = kx —3 não admite solução real, pertencem ao intervalo: a) ] - » , -10[ b) J— -S[ 10,
c) 1-2, 0[

d) ]0, 50) e) ]48, 1001

233. (V.UNIF.RS-80) O conjunto \x £ IR | f( x ) < 0), onde / : IR -» IR é definida por f( x ) = ax2 + 2a2x + + a 3, com a < 0, é: a) 0 b) (-<*>; -a ) U (-a ; +°°) c) ( - " ; - a) U (a; + “ ) d) (-<*>; a) U (a; + “ > ) e) ( -a ; a)

234. (U.MACK.-81) Para todo x real x 2 - K x + 4 > 0 se, e somente se: a) iKl < 4 b) IKI < 4 c) I k I > 4 d) IKI 5! 4 e) IKI / 0

235. (F.C.M.STA.CASA-82) A função quadrática / , definida por J(x) = (m - 1 )x2 + 2mx + 3m , assume valores estritamente positivos se, e somente se: a) m < 0 ou m > —
2

c)m> T d) m < 1

e) m < 0

b)

0

< m <

236. (U.F.MG-92) Seja f t g funções reais de variável real tais que g(x) = x - 1 1 a função/, do segundo grau, o gráfico representado na figura.

O conjunto solução da desigualdade /(* ) • £(*) ^ 0 é: a) (x G IR : x ^ 2 ou x ^ 5] b) [x £ R : 1 < x < 2 ou x > 5.) c) [x G IR : 2 ^ x < 5 ou x > lj d) 0 e) IR

349

TESTES DE VESTIBULARES 237. (U.F.MG-89) O conjunto de todos os valores reais de x que satisfazem a desigualdade (x2 - 9 ) 5 ( x - 3 ) 7 < Oé: a) [x £ IR : x < -3] b) (x E IR : -3 < x < 3] c) (x € IR : x > 3} 238. (U.F.PA-84) Sejam os conjuntos: A = [x G IR | x2 - 1 < Oj e B = [x € QI x3 - 2x2 + x = 0) Então, A fl B é: a) |-1 ; 1| b) 10; -1) c) í - 1 ,0 , 1] d) |0; lj e) ]0; 1| d) |x £ IR : 3 < x < 9| e) Jx E IR : x > 9|

239. (EAESP-FGV-80) Determinar o domínio da função: f (x) ~ a) (x GIR | x < - \ Í 5 o u x ^ Í5) b) c) d) e) (x £ IR | x < - I ou x ^ 1) (x e IR I - Js < x < i s ) (x G IR | x < -1 ou x > 1) n.d.a.

240. (FGV-81) Dado o sistema de inequações: í -2 x 2 + 3x + 2 < 0 ( x2 + x - 2 ^ 0 o intervalo que satisfaz estas inequações tem amplitude: a) 3/2 b) 1/2 c) infinito d) 1 e) n.d.a.

241. (U.F.RS-84) As funções reais f e g são definidas em D por f(x) = <Jx2 - 2x + 1 e g(x) = x - 1. Se / = g, então D é subconjunto de: a) |-1 ; 0] b) |0; 1] c) ( - » ; -1 ) 242. (U.F.MG-92) Observe a figura. d) (— O °°; j e) (1; +o»J

X

A área do retângulo hachurado está compreendida entre 28 e 108. O intervalo que contém todos os valores de x que satisfazem tal condição é: a) (2, 8) 350 b) (3, 9) c) (4, 6) d) (5, 11) e) (7, 14)

TESTES DE VESTIBULARES 243. (U.F.VIÇOSA-90) A função/ , dada por f( x ) = lOx - x , representa a área (não nula) de qualquer retân­ gulo de perímetro 20, sendo x a medida de um dos lados. Então o domínio de / é, necessariamente: a ) 5 ^ x ^ l 0 b) 0 < x < 10 c) 0 < x ^ 5 244. (EAESP-FGV-80) A inequação a) x < - 2 ou x > 1 b) x < - 2 ou x ^ 1 c) x < - 2 ou x > 1 ^ d) 0 < x < 5 e) 5 ^ x < 10

x - 1

> 0 tem como solução: d) x < - 2 ou x ^ 1 e) n.d.a.

x 2 —2x 245. (CESGRANRIO-90) As soluções de — -------- < 0 são os valores de x que satisfazem: jr + / a) x < 0 ou x > 2 d ) 0 < x < 2 b) x < 2 e) x > 2 c) x < 0 X ^ qx “ 1 í" 246. (U.F.MG-87) O conjunto dos valores de a, para os quais a desigualdade---- -------------- ^ 0 é verdadeira - x 2 + 4x - 5 qualquer que seja o valor real de x> é: a) ja G IR ; a ^ Oj b) |a E IR ; a ^ - 2 ou a ^ 2] c) (a G IR ; - 2 ^ a ^ 2| d) o conjunto vazio e) ja G IR ; a ^ 2]

247. (U.C.SALVADOR-91) No universo IR, o conjunto solução da inequação a) b) c) d) e) (x {x jx jx [x G G G G G IR IR IR IR IR
j

^

x - 4

+

> Oé:

| | | |

x > — li x > 2} x > — e x ^ 2j 1 -1 < x < 2j x < - 2 ou x > 2!

248. (U.F.CE-91) Seja g(x) = X* ~ X ~ U ' 2 - x Se \x e IR; g(x) < 0) = (p, q ) U (4, +»>), então q - p é igual a: a) 5 b) 6 c) 7 4 + x2 —= ------------- é \ x - Sx - 4 d) 8

249. (U.F.PA-85) O domínio da função y - x a) ]— 4| 1; b) |-oo; -2J U |- 1 ; 2] U J4; + » ( c) |-2 ; 1[ U |2; 4| U [0)

0

conjunto:

d) J-oo; -1] U )4; +°°[ U [0) e) ]-■», - 1 | U ]4; +<*>[

250. (PUC-MG-92) Os valores de at 6 IR para que — ----- ^X— < 0 são: <1x1-4 a) 0 sg x < 3 b)x#Í2 c) 2 < x < 3 d ) - 2 < x ^ 0 o u 2 < x < 3 e) x < - 2 ou x > 2

351

TESTES DE VESTIBULARES 251. (PUC-SP-84) Sejam / e g funções reais de domínio real, onde: f ( x ) > O somente para x ^ 3 ou para x $ -2 , g(x) > 0 somente para 1 < x s; í , f ( x ) + 0 e g(x) # 0 para todo x real. f(x) Nestas condições - < 0 somente para: iW a) x < - 2 ou 3 < x < 5 b) - 2 < x ou x J 5 c) x í 3 ou x < 1 ou x = 2

d) x < - 2 ou 1 < x < 3 ou x > 5 e) - 2 < x < 3 ou x > 5

Y—1 252. (FATEC-88) O conjunto solução da inequação — ;-------------- ^ /, no universo IR, é: x - 4x + 3 a) ]-oo, 3 ) U [4, +°°[ b) IR - (3, 1] c) [3, 4] d) ]3, 4] e) ]3, 4[

253. (U.F.MG-87) A solução da inequação x + -j- < 2 é: a) (x £ IR : x < -1 ou x = 1) b) (x G IR : x < 0 ou x = 1) c) (x € IR : x = 1J d) [x £ IR : x < 1) e) (x £ IR : x < 0)

254. (U.MACK.-80) Considere a função, de IR em IR, definida por y = ax2 + bx + c, onde b 2 - 4ac < 0 e a < 0. Então: a) b) c) d) e) y > 0 se x for interior ao intervalo das raízes. y > 0 se x for exterior ao intervalo das raízes. y < 0 para todo x £ IR. y > 0 para todo x £ IR. existe um único x £ IR tal que y = 0.

255. (FATEC-88) Seja a equação do 2? grau 2 mx2 ~ 2 x - (3m + 2) = 0, onde x £ IR e m £ R*. Para que x ’ e x ” sejam raízes da equação e x ’ < 1 < x " , deve-se ter m pertencente ao conjunto: a) J - » , 0[ b) J— +“ [ - [0) 1,
c ) j - o o , - 4 ( u J0, + ° ° (

d) ]-3, 01 e) ] - “ , 51 - [0)

Função modular
256. (U.F.MG-92) Considere-se a função / : IR -* IR, definida por f( x ) = ■ Pode-se afirmar que o valor d e /(ir) + 2 f ( J J ) + f ( ~ 2 ) é: a) 10 352 b) 13 c) 22 d) 25 e) 2tt + 1 X - 3 se x < - 2 2 x 2 + 1 se - 2 < x < 3 5 se x > 3

TESTES DE VESTIBULARES 257. (U.F.PA-84) Dada a função / : IR -*• R definida por / ( x) = - 5 st x é racional f ( x ) = 3 st x é irracional, quanto vale a expressão J a) -1 0 b) - 8 c) 0 d) 6 e) 8

258. (U.F.MG-92) Considere-se a função definida por m = r s e x é racional 1 - x se x é irracional

O valor de f ( 2 ) + 2f{Í2) - 4f a) 4 - 2-Í2 b) 5 - 2-Í2 c) 2^2 d) 3^2 e) 7

259. (FUVEST-91) A moeda de um país é o “ liberal” , indicado por £. O imposto de renda / é uma função contínua da renda R , calculada da seguinte maneira: I. Se R < 24 (XX)L, o contribuinte está isento do imposto. II. Se R > 24 OOOí, calcula-se 15% de R, e do valor obtido subtrai-se um valor fixo P, obtendo-se o impos­ to a pagar I. Determine o valor fixo P. a) 1 200£ b) 2 400£ c) 3 600£ 260. (CESGRANRIO-88) Seja f ( x ) = d) 6 000£ e) 24 000£

x + 1, se 0 ^ x ^ 2 5 - x, se 2 < x K 5

A área da região limitada por x = 0, y = 0 e pelo gráfico da f ( x ) é: a) 15 2 b) 8 ' c) '2 17 d) 9

e— )

261. (CESGRANRIO-84) S e j a / a função definida no intervalo aberto ( - / ; + / ) por m a) = 1 - Ixl ; e n tã o /

H ) ‘C) " T

» T

d) - í

e) - 2

262. (U.MACK.-80) Seja a função / : IR — IR definida por * ■ ( Ixl + 3, se Ixl < 2 _ ( I x —3 1, se Ixl > 2 o valor d e /( /(/( .../(O ) ...) )) a) é 0. b) pode ser /. c) é 3. d) pode ser 3. e) é impossível de ser calculado.

263. (F.C.M.STA.CASA-80) As funções/(x) = Ixl e g(x) = x 2 - 2 possuem dois pontos em comum. A soma das abscissas destes pontos é: a) 0 b) 3 c) -1 d) - 3 e) 1 353

TESTES DE VESTIBULARES 264. (U.F.PR-80) O gráfico abaixo:

corresponde à função real de variável real definida pela lei de correspondência:

Í

f( x ) = x + 2 para x < 0 f( x ) = 2 para 2 ^ x < 4 f( x ) = x 2 - x para x ^ 4 x se x e par / se x é ímpar

d)

f(x) - í s e j r é ímpar m = 1 se x é par m m m = 2 + x para x = = 0 para x = 0 = - 2 + x para x ■

b) f( x )

f ( x ) = x se x < 1 f ( x ) = 1 se 1 < x < 4 f( x ) = 5 - x s e x ^ 4

265. (U.F.VIÇOSA-89) A figura abaixo é o gráfico de uma função / : IR -* IR.

A alternativa correspondente ao gráfico da função g(x) = \f(x) \ é:

)

9<x) ;

V I
-2 -1

0

1

I . V
2

x

354

TESTES DE VESTIBULARES

266. (CESGRANRIO-89)

A função f é definida no intervalo (-2, +2) e seu gráfico é composto pelos segmentos de reta PQ e QS, como se mostra na figura. S e /( \Í 2 ) = - 2 , então f ( — vale: 2) a) I b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

267. (U.C.SALVADOR-92) A figura abaixo pode representar o gráfico da função/, de IR em IR, definida por: a) b) c) d) e) f(x) f(x) f(x) f(x) f(x) = = = = = Ixl + 2 Ix - 21 Ix + 2l Ixl - 2 llx:l +21

355

TESTES DE VESTIBULARES 268 . (F.C.M.STA.CASA-81) O gráfico que melhor representa a relação \y I = x + 1, Vx, y C IR, é: a) v, c) v,

/
0 x

e)

yi

1* -! / 0 x

/
-1^

\

7

V \\ ' \
. / 0

269. (U.MACK.-81) Seja a fu n ç ã o /: IR -» IR definida por y - ’ \x - 3\ - x . O gráfico que melhor a representa é:

356

TESTES DE VESTIBULARES 270. (U.MACK.-82) Sejay = /(* ) uma função definida no intervalo |-3 ; 3\ pelo gráfico ao lado. Considere a funçào g : [-3; 3 j -*• IR definida por

g =m z l M W
representa é:

. O gráfico que melhor a

271. (U.F.MG-89) Seja / : IR -*• IR uma função tal que f i x ) = 12 x2 ~ 5l. O gráfico de y - f( x ) é.

357

TESTES DE VESTIBULARES 272. (COVEST-90) Qual dos gráficos abaixo melhor representa a função/(x) = \x2 - 2x - 3\l

2 7 3 . (CESGRANRIO-82)

A melhor representação gráfica de f : IR -* IR, definida por ■

358

TESTES DE VESTIBULARES 274. (F.C.M.STA.CASA-80) Seja dada a função f( x ) = J(2x - 2)2 - 2x, definida para todo x pertencente ao conjunto dos reais. O gráfico representado abaixo que mais se aproxima de f( x ) é:

275. (FATEC-88) Seja / a função definida por / : IR O gráfico de / está melhor representado em:

IR \ x 2 - 4\ x l +i l

359

TESTES DE VESTIBULARES 276. (ITA-80) Considere a equação 1*1 ~ x ~ 6. Com respeito à solução real desta equação podemos afirmar que:
a) a solução pertence ao interva lo fechado 11 ; 2 j. b) a solução pertence ao intervalo fechado (— ; —1 ). 2 c) a solução pertence ao intervalo aberto ( - 1 ; 1 ). d) a solução pertence ao complementar da união dos intervalos anteriores. e) a equação não tem solução. 277. (F .C .M .S T A .C A S A -8 2 ) O co nju n to solução da equação l i * - 2\ - 3 x - 2> no universo R , é: a) IR d)

b) IR +

c) | — ; + °°

278. (P U C -M G -92) A solução da equação \3 x - 5 l = 5x - 1 é: a) [ - 2 ] b) [ 4 - ] c) d) [2 ]

279. (U .C .M G -8 1 ) O p ro d u to das raízes da equação 12 x + 3\ = 1 - x è:

a)

4

» T3

" 3

C)

d)

19

2

e) 6

280. (C E S G R A N R lO -87) A soma das soluções reais de Ix + 2 c) 6

= 2 \x - 2\ i:

a )T

b)

« -f
d) -1 < x < 1 e ) - l < x < 2

, 20 C— )

281. (PUC-MG-92) Os pontos de ordenada negativa do gráfico d e/(x ) = x \ x - 1 í +2 são aqueles para os quais: a) x < 0 b) x > 1 c) x < -1

282. (U.E.LONDRINA-84) Seja p o produto das soluções reais da equação 1 x + 1 1-21 = 2. Então p é tal que: 1 a) p < - 4 b) - 2 < p < 0 c) 4 < p < 16 d) 0 < p < 4 e) p > 16

283. (U.F.VIÇOSA-89) Os valores de x que satisfazem a equação \ x \ 2 - 4\x\ + 4 = 0 são dois números: a) ímpares. b) divisores de três. c) primos. 284. (ITA-88) Sabendo-se que as soluções da equação
Ixl2 I xl - 6 = 0

d) positivos. e) múltiplos de três.

são raízes da equação x 2 — ax + b = 0, podemos afirmar que: a) a = 1 ç b - 6 b) a = 0 e b = - 6 c) a = 1 e b = - 6 d) a = 0 e b = - 9 e) não existem a e b tais que x 2 - ax + b = 0 contenha todas as raízes da equação dada.

360

TESTES DE VESTIBULARES 285* (U.FORTALEZA-82) Assinale o item que contém a implicação verdadeira: a)x>y=>lxl>lyl b) x > y =* x2 > y2 c ) x > y = > x - y > y - x d) x > y => ax > ay, onde a > 0 e a ^ 1

286. (U.F.UBERLÂNDIA-82) O conjunto solução da inequação \3x - 5\ < 3 é: a) j x G IR : x < - j- J b) jx £ IR : x > y [ c) Jx £ IR : -j- < x < y . d) Ix G IR : x < e) 0 ou x >

287. (FGV-88) Quantos números inteiros não negativos satisfazem a inequação \x - 2\ < 5? a) infinitos b) 4 c) 5 d) 6 e) 7

288. (U.E.CE-8I) Dados os conjuntos A = (x G 72. Ix - 51 < 3) e B = [x G 7L Ix - 4l > 1] A soma dos elementos de A D B é igual a: a) 19 b) 20 c) 21 d) 22

289. (U.E.CE-80) Adicionando-se os valores inteiros de x que satisfazem simultaneamente as desigualdades \x - l \ ^ 2 e \2x - l\ ^ 1 obtemos: a) 6 b) 3 c) 4 d) 5

290. (U.E.CE-92) Sejam 2Z. o conjunto dos números inteiros, F = (x £ 2 ; 0 < x + 2 < 5), G = (x £ 2 ; Ix - 2l < 2) e H = (x € 2 ; x2 =í 1). O conjunto (F - G) U H é: a) (-1, 0, 2) b) (-1, 0, 1) c) (0, 1, 2] d) (0, 1, 3)

291. (U.E.CE-91) Sejam 2 o conjunto dos números inteiros, M = (x £ 2 ; l2x —3 1 = I x —2l], P = [x £ 2 ; Ix + 2l = 13x - 4 lj e T = (x £ 2 ; Ix - 3 I ^ 2). O conjunto (T - M) O (T - P) é: a) [1, 2, 4] b) (2, 4, 5) c) 13, 4, 5) d) (1, 2, 3)

292. (U.F.VIÇOSA-90) Quer-se que o número real x satisfaça simultaneamente as desigualdades 3 < x < 8 e \2x - b\ < 5, onde b é constante. Para isso, o valor de b deve ser um número: a) par negativo. b) irracional. c) ímpar positivo. d) múltiplo de três. e) divisível por cinco.

361

TESTES DE VESTIBULARES 293. (U.MACK.-80) O gráfico da fu n ç ã o /d e IR em IR, dada por

Í

v2 - x , se x < — 2 4 - x2 , se Ix I < 2 é melhor representado por: Jx - 2 , se x > 2

294. (UNICAP-87) Seja S c S o conjunto solução da desigualdade \ \ x - l \ - 4\ nativas abaixo, aquela que representa o conjunto S. a) [-6, 0] U [2, 8] b) [-3, 1] U [3, 7] c) [-4, 6] U [9, 13] 295. (PUC-RS-81) Dentre as proposições I II III IV (¥ (3 (V (3 x x x x £ IR) (x2 » x) E R) (x2 = x) e R) (Ixl < 0) £ R) (x2 = 0) d) II e III e) II e IV d) [-7, 2] U [3, 10| e) [-1, 2[ U [3, 11|

Assinale, dentre as alter­

as falsas são: a) I e II b) I e III c) I e IV

296. (ITA-91) Se A = {x £ R : Ix 2 + x + 1 1 < Ix 2 + 2x - j l), então temos: a) A = b) A =
- 2, ■

1

U [4, +<*>]

d) A = ] - “ , -5] U [1, +°°] e) n.d.a.

,4

c) A = [-3, 1] 362

TESTES DE VESTIBULARES 297. (U.F.MG-92) Observe a figura. v

2

0
-1

x

A reta r é o gráfico de uma função g. Seja / a função dada por f( x ) = \x - /I. Pode-se afirmar que /(-*) ^ £(■ ) tem como conjunto solução: *■ a) (x G IR : x < 3) b) (x £ IR : x ^ 3} c) [x € IR : x ^ 2} E d) 0 e) IR

Outras funções elementares
298. (CESGRANRIO-88) Resolvendo a inequação (4 x2 + 1) • x3 * (5 - 5*) > 0, obtemos: a ) 0 < x < 4 b) -j- < x < 4 c) 0 < x < 299. (U.MACK.-82) A função que melhor se adapta ao gráfico é: d) x < 0 ou x > y e) x = 0 ou x > y

TESTES DE VESTIBULARES

300. (EAESP-FGV-80) Assinale o gráfico correspondente à função y - 1 - ~ , x > 0:

Função composta — Função inversa
301. (PUC-MG-92) Se f( x ) a) 1,0 b) 2,0 , o valor de x, de modo que /[/(* )] = I, é: c) 1,5 d) -1 ,0 e) -1 ,5

302. (PUC-SP-80) Sejam as funções dadas por f( x ) - 3x —2 e g{x) = 2x + 3. Se b = f(a), então g(b) vale: a) 6a - 1 b) 5a + 1 c) 3a - 2 d) 6a - 6 e) 5a - 2

303. (U.F.VIÇOSA-90) A fu n ç ã o /: IR -+ IR é dada por f i x ) = ax + b, com a > 0. Se f ( f ( x ) ) = x, então: ■ a) a = 2 e b = 0 b ) a = = l e b = 0 c) a = 2 e b = 1 d )a = 2 e b e ) a = l e b = 2 = 2

304. (U.F.GO-84) Se f i x ) - x - 3, o conjunto de valores de x tais que f ( x 2) = f{x) é: a) (0, 1] b) (-1 ,0 ) c) (1} d) [-2 ,3 ] e) (3,4)

305. (U.E.CE-80) S ejam /, g : IR -* IR funções definidas por f( x ) ~ x 2 — 1 e g(x) = 2 x + 1. Então a função ■ composta / o g assume o menor valor em um ponto do intervalo: a) (-1 ; 0) b) (0; 1) c) ( y ; 2^ d) (-1 ; - - j j

364

TESTES DE VESTIBULARES 306. (ITA-85) Considere as seguintes funções: f( x ) = x ------ e g(x) = x ------- definidas para todo x real. 2 4 Então, a respeito da solução da inequação !(g o / ) (x)l > ig ° f ) (at), podemos afirmar que: a) nenhum valor de x real é solução. b) se x < 3, então x é solução. c) se x > — , então x é solução. 307. (F.C.M.STA.CASA-8I) Seja / uma função linear, definida por f i x ) = k x - 1. Se / é crescente e f ( f ( 2 ) ) = 0, o valor de 2k é: a)
7

d) se x > 4, então x é solução. e) se 3 < x < 4, então x é solução.

2J 2

b) 2

c) V2

d) - j -

e) - y

308. (U.F.SE-84) Se a função / : IR -» IR é definida por f ( x ) = 2x, então /( /( x ) ) é igual a: a) 4x2 b) 4x c) x d) 2x e) 2x2

309. (U.F.PA-84) Dadas as fu n ç õ e s/e g de IR em IR definidas por f( x ) = x 2 - x e g(x) = x + 1, qual das funções abaixo representa ( / o g)(x)? a) x2 + 1 b) x2 - x + 1 c) x2 - 1 d) x2 + 2x + 1 e) x2 + x

310. (U.F.MG-87) Se g (x) = x 2 + x e f ( x ) = ax + b, então os valores positivos de a , b e c tais que g(f(x) ) = = x 2 + 5x + c são: a) a = 1, b = 3, c = 12 b ) a = l , b = 2, c = 6 c ) a = 1, b = 2, c = 4 d) a = 2, b = 1, c = 6 e) a = 2, b = 2, c = 6

311. (U.F.RS-82) S e / e g são funções definidas por f ( x ) = j é igual a: a) g(x) b) -f(x) c) f(x)

e g(x) =

, então ( / o g)(x) = f(g (x))

d) -y- (x)

e) (g o f)(x) 1
X (X )

x —1 312. (U.F.MG-87) S e ja m /e g funções reais de variável real dadas por f( x ) = — — e g(x) = —
X t js

.

O maior subconjunto dos números reais onde pode ser definida a composta g o f é : a) IR - [-5 , 1) b) R - (-5, - 2 , 1) c) R - {0, 2} d) R - [-5, - 2 , 0, 1, 2J e) R - (-2 , 0, 2)

313. (EAESP-FGV-80) Seja f( x ) = axs + b x 3 + cx 2 + d uma função definida para todo x real. Para que f( x ) = f ( — qualquer que seja x real é necessário que: x) a)a = b b )a = -b c)a = b = 0 d )b = c = 0 e )a = c

314. (CESGRANRIO-83) Sejam f e g funções definidas em R por f ( x ) = 2 x + 1 e g(x) = x - 3. O valor de « [/y > ] é: a) -1 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 315. (U.F.PA-85) Dadas as funções: f( x ) = -Ix + 3 e gOt) = x 2 - 1, o valor de g ° / ( 0 ) é: a) 0 b) 1 c) J2 d) -Í3 e) 2 365

TESTES DE VESTIBULARES 316. (U.E.CE-82) Sejam / e g funções de IR em IR definidas por: f(x) = x2 - 1 e g(x) = 3x + 1 onde R é o conjunto dos números reais. Então o valor de f ( g ( l ) ) + g ( / ( / )) é: a) 15 b) 16 c) 17 d) 18

317. (U.F.MG-89) Seja / uma função tal que f ( x ) -

(x - 6)2. 4 Pode-se, então, afirmar que o valor de f ( 4 + h ) + f { 4 - h) para I e f i é dado por: a) 8 b) 32 c) 2(h - 2)2 d) h2 + 8 e) 8(h + l)2

318. (VUNESP-88) Dada a função f( x ) = x 2 — Sx+ 15, definida nos reais, a afirmação falsa a respeito dela é: a) A função se anula para x = 3 ou para x = 5. b) / ( - / ) = 24. c) O menor valor que f ( x ) atinge é —I. d) Para x > 4, quando x cresce, f ( x ) também cresce. e) Quando dobramos x, f( x ) também fica dobrada. 319. (ITA-90) Sejam as funções / e g dadas por:

g : IR - fl) — IR, g(x) =

1

Sobre a composta ( / ° g )(x) = f( g (x ) ) podemos garantir que: a) se x ^ 2 b) se 1 < x < - |- , f(g(x)) = 1 c) se < x < 2, f(g(x» = 1 , f(g(x)) = 0 d) se 1 < x ^ y e) n.d.a. . , f(g(x)) = 1

320. (CESGRANRIO-82) Sejam A = ( /, 2, 3] e / : A - A definida por f ( l ) = 3, f ( 2 ) = 1 e / ( 3 ) = 2. O conjunto solução de /[/(* )] = 3 é: a) (1) b) (2) c) (3) d) vazio e) (1, 2, 3)

321. (U.F.MG-87) Seja A = (0, 1, 2, 3, 4\ e / : A -* A uma função dada por f( x ) - x - / se x ± 4 e f ( 4 ) = 1 . 0 número x € A tal que ( / ° / ° / ° f)(x) = 2 é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

322. (PUC-SP-83) Se f( x ) = 3x - 4 e fig(x )) = x + 4, então g ( l ) vale: a) - 2 b) 0 c) 1 d) 3 e) 5

323. (ITA-92) Considere as funções: / : R* -» R, g : IR -* IR e h : IR* -» IR definidas por: f(x) = 3* + — , g(x) = x2; h(x) = — x x O conjunto dos valores de x em IR* tais que ( / o g)(x) = ( h o f ) ( x ) é subconjunto de: a) [0, 3] 366 b) [3, 7] c) [-6, 1] d) [-2, 2] e) n.d.a.

TESTES DE VESTIBULARES 324. (CESGRANRIO-88) Seja/ a função definida no intervalo fechado [-2, 2], cujo gráfico está indicado na figura. O valor de f[f(2)] - f[f(-2)] é:

325. (VUNESP-90) Na figura estão representados os gráficos de uma função polinomial g, e da função f( x ) -- x A partir da figura pode-se determinar que (g(6)r - g(g(6)) vale, aproximadamente: a) - 2 b) 4
d) e) - 1 1 4

X _ ^
A

-4-X
r - 2' -

’ " 6" 7 . 7

9

;z-

326. (U.F.MG-81) Sendo P(x) = ax + b, o valor da expressão P (x + / ) - P(x) é: a) a + 1 b) ax c) a(x + 1) d) a + b e) a

327. (UNICAP-87) Sejam / : IR -» IR e g : IR -» IR definidas respectivamente por f (x) = ax + b, a £ IR, b £ IR, a * 0, e g(x) = \ f (x + l) - f(x)\ - x. Então podemos afirmar que: a) b) c) d) e) f(x) = g(x), Vx £ IR. f(g(x)) = g(f(x)), Vx £ IR. Existe um único valor x £ IR tal que f(x) = g (x). Os gráficos de / e de g são retas paralelas. O gráfico de f é uma reta enquanto o gráfico de g é uma parábola.

328. (FATEC-88) Seja a função/ tal que/ : (IR - (-2)) -*• IR, onde f ( x ) = ^ + /( /( * ) ) = - 1 é: a) - 4

y—y

. O número real x que satisfaz

b) - 2

c) 2

d) 4

e) n.d.a. 367

TESTES DE VESTIBULARES

329. (U.F.MG-90) Sejam / : IR -» IR e g : IR - [0) -* IR funções tais que f i x ) = x + 1 e g(x) = X ■ Então, pode-se afirmar que: a) f = g b) g o f está definida em IR c) (f ° g)(x) = x + 2, Vx £ IR d) f(x) > 0 e g(x) > 0, Vx > -1 e) f(x) < 0 e g(x) < 0, Vx < -1

~ .

330. (U.F.BA-81) A igualdade f( x ) = f ( x + / ) , Vx, x £ IR é verificada pela função: a) linear. b) constante. c) quadrática. 331. (U.C.MG-81) Se P(x - 1) = 2x + /, então P(x) é: a) 2x - 3 b) x - 3 c) x - 2 d) 2x — 1 e) 2x + 3 d) exponencial. e) logarítmica.

332. (U.F.MG-89) Seja / uma função tal que f ( x + 2) = x 2 - 4. Pode-se, então, afirmar que f i x ) é dada por: a) x2 - 2x b) x2 - 4x c) x2 + 4 d) x2 + 4x e) x + 2

333. (U.F.GO-84) S e / : 2 -* 7L é tal q u e/ ( « + / ) = n - / , então o valor d e /( « - I ) é: a) n + 1 b) n c) n - 1 d) n - 2 e) n - 3

334. (U.E.BA-84) Seja/ uma função decrescente do 1? grau e tal que f ( 3 ) = 5 e / ( / ( / ) ) = 1 . 0 gráfico de / c o r t a o eixo dos x no ponto de abscissa: a) -1 b) 2 c) 8 d) y e) y

335. (CESGRANRIO-80) A função / satisfaz a relação f ( x + !) = x f ( x ) , x > 0. Scf = ifr, o valor de / é:

a) -^Ç—

b) 2 ^ -

c)

d) 7 r2

e)

336. (U.F.MG-82) Uma função/ : IR -* IR é tal que f(5x) = 5f(x) para todo número real x. Se f{25) = 75, ■ então o valor de / ( / ) é: a) 3 b) 5 c) 15 d) 25 e) 45

337. (F.C.M.STA.CASA-81) S c /é u m a função tal qu ef(a + b) = f i a ) • f{ b ) , quaisquer que sejam os números reais a e b, então f(3x) é igual a: a) 3 ■ f(x) b) 3 + f(x) c) f(x3) 338. (U.MACK.-81) Se f(g(x)) = 2 x 2 - 4x + 4 e f i x a) - 2 b) 2 c) 0 d) [f(x)]3 e) f(3) + f(x)

2) - x i 2, então o valor de g(2) é: d) 6 e) 14

339. (U.F.RN-83) S e ja /u m a função real de variável real. Se f i x + 3) = x 2 + 2, então / ( - / ) é igual a: a) 12 368 b) 18 c) 24 d) 30 e) 36

TESTES DE VESTIBULARES 340. (PUC-MG-92) Dados g(x) = 5 x 2 + 3 e g ° / ( x) = 5x - 7, o domínio de f( x ) é: a) (x G IR | x > 2) b) |x e IR I 0 < x < y | c) |x G IR | x ^ -y-j * d) (x € IR | x $ 2] e) [x € IR I x ^ -2]

341. (PUC-MG-92) Duas fu n ç õ e s/e g são tais q u e /t* ) = x - 1 e/[g(jt)J = 2x + 2. Então g ( l ) é igual a: a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 1

342. (U.C.SALVADOR-91) S ejam /e g funções de IR em IR tais que f( x ) = 2 x - 3 e f ( g ( x ) ) = - 4 x + 1. Nestas condições, g (— é igual a: l) a) - 5 343. b) - 4 c) 0 d) 4 e) 5

(CESGRANRIO-87) S e /(n + / ) = 2 ^ a) 49 b) 50

+ 1 , para n = 1 ,2 , 3, ... e s e f ( l ) = 2, então f(101 ) é: c) 51 d) 52 e) 53

344. (U.E.BA-84) Seja / a função de IR em IR definida por f i x ) = / + x. O gráfico da função real g, definida por g(x) = \f(f(x)) I é:

345. (PUC-RJ-81) Se a f u n ç ã o /: IR -* IR tem o gráfico abaixo e se IIR é a função identidade de R, podemos afirmar que: a) existe uma função g : IR -* IR tal que g ° / = I|R b) existe uma função g : IR -* IR tal que / ° g = I|R c) existe uma função g : IR -* IR tal que / o g = I|R e g o f = 1|R d) a função f é tal que / o / = l |R e) a f u n ç ã o /é tal que / o f = f . 369

TESTES DE VESTIBULARES 346. (U.F.BA-81) Sendo / ( a t ) = 2 e g(x) = x, a representação gráfica de h(x) = [ / t e W ) p a r a ^ ' l g ( I M ) para at < / é:

347. (ITA-83) Sejam três funções / , u, v : IR / ) ,, , . = m + *+ ■

IR tais que:

1 para todo x não nulo e («(*)) + (vM ) = ^ para todo x real. / /M Sabendo-se que x0 é um número real tal que u (x0) ■ v (x0) £ 0 e I 1 u(*o) 1 v(*o) b) 1 = 2, o valor de / u(x0) v (x 0 >
c) 2

é: d) e) - 2

a) -1

348. (U.F.VIÇOSA-89) Sejam os conjuntos A = \1, 2, 3} t B = j4, 5, 6, 7). O número máximo de funções injetoras que podem ser definidas de A em B é: a) 20
349.

b) 24

c) 21

d) 22

e) 23

(U.F.PE-84) Sejam/ e g funções de Z em Z . Assinale, dentre as alternativas abaixo, aquela que é verdadeira: a) S e f e g são injetivas, então / + g é injetiva. b) c) d) e) Sefeg Sefeg Se / e g Sefeg são são são são sobrejetivas, então f + g é sobrejetiva. injetivas, então f ° g é injetiva. injetivas, então o produto f g é injetiva. sobrejetivas, então o produto f g é sobrejetiva.

370

TESTES DE VESTIBULARES
0,

350. (F.C.M.STA.CASA-82) S e ja /u m a função de IR em IR, definida por f(x) = Nestas condições, pode-se afirmar que: a) b) c) d) e) / é injetora e não sobrejetora. f é sobrejetora e não injetora. f(— ■ f(2) - 1. 5) f(f(x» = 0, Vx G R o conjunto imagem d e / é (0, /) .

se * é par 1, se x é ímpar

351. (ITA-89) Sejam A e B subconjuntos de IR, não vazios, possuindo B mais de um elemento. Dada uma fun­ ção / : A B, definimos L : A -*• A x B por L{á) = (a,f(a)), para todo a G A. Podemos afirmar que: a) b) c) d) e) A função L sempre será injetora. A função L sempre será sobrejetora. Se / for sobrejetora, então L também o será. S e / n ã o for injetora, então L também não o será. S e / f o r bijetora, então L será sobrejetora.

352. (U.MACK.-82) Uma função / é definida em A e tem imagem em B. Sabe-se que o conjunto A tem 2K - 2 elementos e o conjunto B tem K + 3 elementos. Se f é injetora, então: a) 1 < K 5 b) 5 < K ^ 7 c) 7 < K s£ 8 d) 8 < K < 10 e) K ^ 10

353. (U.F.BA-81) Sendo / a função esboçada ao lado, tem-se: a) f é par. b) / é injetora. c) / é crescente em 1 6\. 0;

e) f(0 ) > f(6 ).

354.

(U.FORTALEZA-82) Pelo gráfico da f u n ç ã o / : IR —■IR abaixo, podemos garantir que: a) / é injetiva e seu conjunto de valores (conjunto imagem) é (0 ; 2). b) f é sobrejetiva e o número - y é imagem de exata­ mente quatro elementos distintos. c) / não é injetiva e seu conjunto de valores é [0 ; °o). d) / não é sobrejetiva, mas o número somente quatro reais distintos. -2 -1 0 2 x é imagem de y

371

TESTES DE VESTIBULARES 355. (U.MACK.-81) Seja y = f ( x ) uma função definida no intervalo [-4; +<=») pelo gráfico. Considere a função g : i ; +<*>) -» R definida por g(x) = 1 - J ( x + 2). Podemos afirmar que: a) b) c) d) e) g(-3) < 0 e f(— • f(-2) > 0. 3) g(— > 0 e f(V5) < 0 . 5) g ( 0 ) = 1 e / não é função injetora. / ( ’r) = * e g não é função sobrejetora. nenhuma das anteriores está correta.

^4 "
-2

356. (U.F.PE-83) Sejam / e g funções de IN em IN definidas por:
n -364

f(n)

E i

e

*0) =

Assinale então a alternativa falsa: a) a f u n ç ã o /é igual à função g. b) / é injetiva. c) 4f(n) g(n) = n4 + 2n3 + n2. d) f(n) + g(n) = n(n + 1). e) g é sobrejetiva.

357. (ITA-80) Sejam A e B subconjuntos não vazios de R e / : /I -* B , g : B — A duas funções tais que ■ / 0 g = h > <nde IB é a função identidade em B. Então podemos afirmar que: > a) / é sobrejetora. b) / é injetora. c) / é bijetora. 358. (ITA-85) Dadas as sentenças: 1 - Sejam J \ X - * Y e g : Y * X duas funções satisfazendo (g o /) ( * ) = x, para todo x E. X . Então / é injetiva, mas g não é necessariamente sobrejetiva. 2 - S e ja /: X - * Y uma função injetiva. Então, f ( A ) D f ( B ) = f ( A n B), onde A e B são dois subconjun­ tos de X. 3 - Seja f \ X - * Y uma função injetiva. Então, para cada subconjunto A de X , f ( A c ) C (J(A ))c onde A c = [ x e X \ x $ A } e ( f ( A ) f = (x € Y \ x $ f ( A )) podemos afirmar que está (estão) correta(s): a) as sentenças n! 1 e n! 2. b) as sentenças n? 2 e n? 3. c) apenas a sentença n? 1. d) as sentenças n? 1 e n? 3. e) todas as sentenças. d) g é injetora e par. e) g é bijetora e impar.

359. (U.F.RS-82) Se / : IR -» R é uma função e ((*, 2) | x € IR) fl ((*, /(* )) | x £ R) contém mais de um elemento, então / não é: a) sobrejetora. b) injetora. c) constante. d) periódica. e) quadrática. , e n t ã o / _ /(jr) é igual a: e) 3 - x

360. (U.F.RS-84) As f u n ç õ e s / e / -7 são inversas. S e / é definida por f( x ) = b) — + 3
x

x + 3

c) — - 3

d) x - 3

372

TESTES DE VESTIBULARES 361. (U.F.VIÇOSA-89) Considere a função / definida por f( x ) = lOx + 3, x € IR. Seja g a função inversa de / . Então, g (— é: 7) a) -1 b) 1 c) 3 d) - 2 e) 2 - /, é:

362. (U.F.MG-90) O valor de a, para que a função inversa de f ( x ) = 3x + a seja g(x) = y a) - 3 b) - y c) y d) 1 e) 3

363. (U.F.PR-82) Dada a função g definida por g(x) = x + 4 para todo valor real de x, então a função g";, inversa de g, é definida por: a) g ''( x ) = x_1 - 4 b) g“ ‘ (x) = x~‘ + 4 c ) 8 ~‘ (x) = 7 T T 364. (U.F.PELOTAS-83) S e / é uma função de IR em IR, definida por f ( x ) = 2 x - 1, então a) - 3 b) -1 c) 0 d) 1 e) 3 é igual a: d) g“‘ (x) = x - 4 e) g“‘ (x) = (g(x)r1

365. (U.E.BA-84) Seja a função/ : IR - y -» B C IR definida por f ( x ) = ^ x ^ . S e/adm ite inversa, então _ o conjunto B é: a) IR b) IR* d) IR e) IR - (3) -j

C)IR- ( |
366. (U.E.CE-81) Sejam /(jf) = x 2 para x > 0 e g(x) a inversa d e / , então o valor d e / ( g (4)) + g (f(4 )) está no intervalo: a) [0; 6) b) [6; 12) c) [12; 18) d) [18; 24) , a cada x de seu domínio

367. (U.F.RS-81) A função inversa d e / : (0; / ) -*• ^ y ; / j definida por/(jr) = ^ faz corresponder: a) x + 1 , b) x - 1 . x+ 1 c) -------— x- 1 „ 1- x d) --------x

. 1+ x e) x

36*. (U.F.MG-90) A função inversa de / : -» (-■», 0} definida por: a) g(x) = I x
b) g(x) = -V x

0] -* (0, +°°) tal que f( x ) = x 2 é a função g : [0, +°°) -* ■

c) g(x) = x2 d) g(x) = - x 2 e) g(x) = Ixl 369. (U.F.CE-92) Seja/ : R -*• IR uma função definida por f ( x ) = m x + p. Se o gráfico d e /p a ssa pelos pontos P,(0, 4) e P2(3, 0), então o gráfico d e / _/ passa pelo ponto: a) (8, -3 ) b) (8, - 2 ) c) (8, 2) d) (8, 3) 373

TESTES DE VESTIBULARES
370. (CESESP-85) Seja / : R - » R a função dada pelo gráfico seguinte:

Assinale a alternativa que corresponde ao gráfico da função inversa de /: a) d)

b)

e)

c)

374

TESTES DE VESTIBULARES 371. (CESESP-86) Considere a função representada no gráfico abaixo:

Assinale a alternativa falsa.

375

TESTES DE VESTIBULARES 372. (FATEC-87) Seja a função/ : IR -» IR definida por/(* ) = 3x + 4 e f ' sua inversa. Os gráficos d e / e / a) b) c) d) são coincidentes. não têm pontos comuns. interceptam-se em dois pontos. interceptam-se somente no ponto (-2, - 2 ). 2_ _ _ y 3 ’ 3 '

e) interceptam-se somente no ponto

373. (ITA-85) Seja f( x ) = --------- — definida em IR. Se g for a função inversa d e /, o valor tie c ex + e x será: 3 7e _7e b) 25 , , 25 c) loge — a) d) e ( 25 ) e) nenhuma das respostas anteriores

374. (U.F.CE-92) Seja P o conjunto dos números naturais primos enumerados em ordem crescente e IN* o con­ junto dos inteiros positivos. Defina a fu n ç ã o /d e IN* em P p o n d o /(n ) igual ao n-ésimo número primo de P. S o b r e /e sua inversa / ', podemos afirmar: a) b) c) d) e) f “ ‘ (l l) < f ~ ’ (7) f (3) + f (5) é um elemento de P. f —(7) é um elemento de P. 1 f - l (13) = 5. f(7) • f(l) = 17.

375. (CESGRANRIO-83) Dados f = [j Ê 2 | 0 < j < JO) e g = b £ Z | K J « P] definimos f : P ~ * Q por f ( x ) = algarismo das unidades do número x. Então o número de elementos do conjunto r ' 13} é: a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 1
| - i ,

376. (UNICAP-87) Seja / : [/, +°°) -* [-5, + “ ) a função definida por f i x ) = 3x2 - 6x. Se g : [/, + " ) é a função inversa d e / , então [g (í) - g(3)\2 é igual a: a) 5 b) 1 c) 5 + 2^6 d) - 5 + 2Í6

+°°) -►

e) 5 - 2^6

a) J 1 + 25, ¥ y £ IR b) - J 1 + 2y, V y £ IR c) 1 - J 1 + 2y, v y e IR 378. (ITA-91) Considere as afirmações:

d) - J l - 25, V y € IR, y < 0 e) 1 + J l + 2 \ Vy € R, y ^ 0

(I) Se / : IR IR é uma função par e g : IR IR uma função qualquer, então a composição j o / é uma função par. (II) Se/ : IR IR é uma função par e g : IR -* IR uma função ímpar, então a composição/ o g é uma ■ função par. (III) Se/ : IR IR é uma função ímpar e inversível, e n t ã o / -7 : R IR é uma função ímpar. Então: a) apenas a afirmação (I) é falsa. b) apenas as afirmações (I) e (II) são falsas. c) apenas a afirmação (III) é verdadeira. 376 d) todas as afirmações são falsas. e) n.d.a.

TESTES DE VESTIBULARES 379. (ITA-90) Seja a função / : IR — (2) -* IR — (3) definida por f ( x ) = — — — + 1. ■

x - 2

Sobre sua inversa podemos garantir que: a) não está definida, pois / não é injetora. b) não está definida, p o is /n ã o é sobrejetora. c) está definida por f _l (y) = —— — , y # 3. y- 3 d) está definida por f - ' (y) = ~ ~ r j — 1, y # 3. e) está definida por f -i (y) = 2y - 5 - _ ^ ,y/3.

380. (ITA-88) S e j a / : IR -* IR uma função estritamente decrescente, isto é, quaisquer x e y reais com x < y tem -se/(x) > f ( y ) . Dadas as afirmações: I — f é injetora. II — / pode ser uma função par. III — Se / possui inversa, então sua inversa também é estritamente decrescente. Podemos assegurar que: a) b) c) d) e) apenas as afirmações I e III são verdadeiras. apenas as afirmações II e III são falsas. apenas a afirmação I é falsa. todas as afirmações são verdadeiras. apenas a afirmação II é verdadeira.

381. (ITA-90) Seja / : IR -* R a função definida por ■ f(x) x + 2, se x < -1 x2 , se -1 < x ^ 1 4 , se x > 1

Lembrando que se A C IR e n tã o / ‘( A ) = \x £ IR : f( x ) £ Á\, considere as afirmações: (I) / não é injetora e f 1 ([3, 5]) = \4}. (II) / n ã o é sobrejetora e f ~ ' ([3, 3]) = f ~ ‘ ([2, 6\). (III) f é injetora e / " ' ([0, 4]) = [-2, + « [. Então podemos garantir que: a) b) c) d) e) Apenas as afirmações II e III são falsas. As afirmações 1 e III são verdadeiras. Apenas a afirmação II é verdadeira. Apenas a afirmação III é verdadeira. Todas as afirmações são falsas.

382. (ITA-92) Dadas as funções/: R -* IR e g : R -» R , ambas estritamente decrescentes e sobrejetoras, conside­ re h = / o g. Então podemos afirmar que: a) b) c) d) e) h é estritamente h é estritamente h é estritamente h é estritamente n.d.a. crescente, inversível e sua inversa é estritamente crescente. decrescente, inversível e sua inversa é estritamente crescente. crescente mas não é necessariamente inversível. crescente, inversível e sua inversa é estritamente decrescente.

377

Apêndice I — Equações irracionais
383. (PUC-SP-82) A solução da equação x - ■ +~2 = 3 é: J2x a) 1 b) -1 c) 2 d) 3 e) 7

384. (U.E.LONDRINA-84) O conjunto solução da equação v a) ]-<*>; 0] b) [-3; 2\ c) [-2; 5[

I - , x + 1 1 , em IR, está contido no intervalo: d) ]3; 6j e) [6; +°°|

385. (PUC-SP-84) As raízes de 3 x 2 - x - 1 = x - I estão no intervalo: J a) 1-2; - I I b) 1-1; 0] c) [0; 3) d) [3; 7] e) (7; +°°|

386. (U.E.CE-82) A soma das raízes da equação l v2 - 2 { x - 1 5 = 0 é: a) 98 b) 97 c) 96 d) 95 - 1)} = 2 é: d) 1 e) -1 /2

387. (FGV-88) A soma das raízes da equação Jjp + , a) 3/2 b) -1 c) 1/2

388. (U.C.MG-81) O produto das raízes da equação 3x ~ 1 = / + \2 x - 1 é: a) - 5 b) 5 c) 6 d) 9 e) 12

389. (FGV-81) Uma das soluções do seguinte sistema de equações

- T x + yx + y = 9 atende a qual das alternativas? a) x —y = 3 b) x - y = 2 c) x - y = 1 d)x-y = 0 é igual a e) 36 e) x - y = -1

390. (PUC-MG-92) Se x + l y = - y - e a) 1 8 b) 24

9x + 5 - 4y = 2 , a razão y c) 30

d) 32

Apêndice II — Inequações irracionais
391. (CESGRANRIO-85) Se o número real x satisfaz Jx > x, então podemos concluir que: a) x > Í 2 b ) l < x < 2 c)x = 0 d)x>l e ) 0 < x < l

392. (CESGRANRIO-88) Seja x um número real positivo tal que J x > - y . Então, o conjunto de tais números é um intervalo aberto cujo ponto médio é: a) 4 4 b) 4 2 c)' 1 d) 2 e) 3

393. (ITA-88) Sejam / e g funções reais de variável real definidas por f ( x ) = (n{x2 - x) e g(x) = ----- ------ . Então, o domínio d e f o g é : iT ^ X a) JO, e[ b) JO, 1[ c) [e, e + lj d) j— 1( I, e) Jl, +«>(

Nota: / o g é a lei definida por ( f c g ) ( x ) = f(g(x)) para cada x de seu domínio.

378

Respostas dos Testes
'• 23. 45. 6. 18. »• 10. U12. 13. 1415. 16. 17. 1819. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. c e a e a d e e c e e b b e c c d d e a c c e d b a c e d d e c b c b a b d d 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. a d e c d c b d a a c c c e a c a c c e a a c a c a a b d e a e c a b c c b e 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. 88. 89. 90. 91. 92. 93. 94. 95. 96. 97. 98. 99. 100. 101. 102. 103. 104. 105. 106. 107. 108. 109. 110. 111. 112113. 114. 115. 116. 117. e b c d e c b b c c c c e b a a c e c a b e d e d e b e b c e a d d b c d e b 118. 119. 120. 121. 122. 123. 124. 125. 126. 127. 128. 129. 130. 131132. 133. 134. 135. 136. 137. 138. 139. 140. 141. 142. 143. 144. 145. 146. 147. 148. 149. 150. 151. 152. 153. 154. 155. 156. c d a c d b e c e e d c a e b d c b e e d a d a b e d a c b c b e e c a b e b 157. d 158. c 159. a 160. d 161. a 162. a 163. e 164. a 165. e 166. c 167. e 168. c 169. d 170. a 171. a 172. b 173. a 174. b 175. d 176. e 177.'a 178. e 179. e 180. d 181. b 182. a 183. d 184. d 185. b 186. d 187. d 188. b 189. b 190. b 191. a 192. d 193. a 194. b 195. e

379

RESPOSTAS DOS TESTES 196. 197. 198. 199. 200. 201. 202. 203. 204. 205. 206. 207. 208. 209. 210. 211. 212. 213. 214. 215. 216. 217. 218. 219. 220. 221. 222. 223. 224. 225. 226. 227. 228. 229. 230. 231. 232. 233. 234. 235. a d a b d d e a e d d c a b b d e e e a d c d e a c c e c e b a a■ a c d d b b c 236. 237. 238. 239. 240. 241. 242. 243. 244. 245. 246. 247. 248. 249. 250. 251. 252. 253. 254. 255256. 257. 258. 259. 260. 261. 262. 263. 264. 265. 266. 267. 268. 269. 270. 271. 272. 273. 274. 275. b a b a a e d b e d c c a d c d d b c c c e b c c d d a c b d c b d b c a d d e 276. 277278. 279. 280. 281. 282. 283. 284. 285286. 287. 288. 289. 290. 291. 292. 293. 294. 295. 296. 297. 298. 299. 300. 301. 302. 303. 304. 305. 306. 307. 308. 309. 310. 311. 312. 313. 314. 315. e c b c e c c c d c c e c d b b c d a b c b a e b c a b a a e b b e b b a c e e 316. 317. 318. 319. 320. 321. 322. 323. 324. 325. 326. 327. 328. 329. 330. 331. 332. 333. 334. 335. 336. 337. 338. 339. 340. 341. 342. 343. 344. 345. 346. 347. 348. 349. 350. 351. 352. 353. 354. 355. b a e c b c d c d b e d c e b e b e c a a d c b a a d b b d b b b c e e a d c d 356. 357. 358. 359. 360. 361. 362. 363. 364. 365. 366. 367. 368. 369. 370. 371. 372. 373. 374. 375. 376. 377. 378. 379. 380. 381. 382. 383. 384. 385. 386. 387. 388. 389. 390. 391. 392. 393. e c b b b a e d c c b d b a c a d a b a e b e e a c a e d c a d b a e e d b

380

Testes de vestibulares
N oções de lógica
1.(U F-PE) Considerando que em uma festa existem 15 pessoas, não podemos a firm ar que: a) pelo menos duas nasceram no mesmo mês do ano. b) pelo menos três nasceram no mesmo dia da semana. c) se uma pessoa conhece as demais então existem pelo menos duas com o mesmo número de conhecidos (o conhecer alguém é recíproco). d) se uma pessoa não conhece ninguém então pode não existirem duas pessoas com o mesmo número de conhecidos (o conhecer alguém é recíproco). e) a diferença de idade “ em anos” de duas delas é um m ú ltip lo de 14. 2 .(U F -M G ) Um funcionário recebe as seguintes informações sobre os empregados de certa firm a: 1. 60% deles vão para o trabalho de ônibus, 30% vão de carro e os restantes 10%, a pé; 2. 75% deles moram em casa alugada e os restantes 25%, em casa própria. Considerando-se apenas essas informações, a única conclusão correta a que esse funcionário pode chegar é a de que: a) nenhum dos empregados que moram em casa própria vai a pé para o trabalho. b) o conjunto formado por todos os empregados que moram em casa própria e por todos os que vão de carro para o trabalho engloba mais de 50% dos empregados dessa firm a. c) pelo menos 5% dos empregados que vão de carro para o trabalho moram em casa própria. d) pelo menos 50% dos empregados que vão de ônibus para o trabalho moram em casa alugada. 3.(FE I-SP) Dadas as proposições: 1) Toda m ulher é boa motorista. 2) Nenhum homem é bom motorista. 3) Todos os homens são maus motoristas. 4) Pelo menos um homem é mau motorista. 5) Todos os homens são bons motoristas, a negação de (5) é:

a) 1

b) 2

c) 3

d) 4

e) 5

315

TESTES DE VESTIBULARES
4. (FEI-SP) Considerando-se um texto que contém 100 palavras, é válido afirmar-se que: a) todas as letras do alfabeto foram utilizadas. b) há palavras repetidas. c) pelo menos uma letra fo i utilizada mais do que 3 vezes. d) uma das letras do alfabeto não fo i utilizada. e) não há palavras repetidas. 5. (Enem) Um estudo realizado com 100 indivíduos que abastecem seu carro uma vez por semana em um dos postos

X, Y ou

Z mostrou que:

• 45 preferem X a Y, e Y a Z.

* 2 5 preferem Y a Z, e Z a X.

* 3 0 preferem Z a Y, e Y a X.

Se um dos postos encerrar suas atividades, e os 100 consumidores continuarem se orientando pelas prefe­ rências descritas, é possível a firm ar que a liderança de preferência nunca pertencerá a: a) X b) Y c) Z d) X ou

Y

e) K o u Z

(U F F -R J) O seguinte enunciado é verda d e iro : “ Se uma m u lh e r está g rá v id a , então a substância gonadotrofina coriônica está presente na sua urina” . Duas amigas, Fátima e M ariana, fizeram exames e constatou-se que a substância gonadotrofina coriônica está presente na urina de Fátima e não está presente na urina de Mariana. U tiliza nd o a proposição enunciada, os resultados dos exames e o raciocínio lógico dedutivo: a) garante-se que Fátima está grávida e não se pode garantir que Mariana está grávida. b) garante-se que Mariana não está grávida e não se pode garantir que Fátima está grávida. c) garante-se que M ariana está grávida e que Fátima também está grávida. d) garante-se que Fátima não está grávida e não se pode garantir que Mariana está grávida. e) garante-se que Mariana não está grávida e que Fátim a está grávida. 7. (UF-CE) Três bolas A , 8 e C foram pintadas: uma de verde, uma de amarelo e uma de azui, não necessaria­ mente nesta ordem. Leia atentamente as declarações a seguir: 1) B não é azul. II ) A é azul. Ill)

C não é amarela.

Sabendo-se que apenas uma das declarações anteriores é verdadeira, podemos afirm ar corretamente que: a) a bola A é verde, a bola B é amarela e a bola C é azul. b) a bola A é verde, a bola B é azul e a bola C é amarela. c) a bola A é amarela, a bola B é azul e a bola C é verde. d) a bola A é amarela, a bola B é verde e a bola C é azul. e) a bola A é azul, a bola B é verde e a bola C é amarela.

8 - (U. F. Ouro Preto-M G) Sabendo que todos os matemáticos são cientistas, que alguns matemáticos são pro­
fessores e que nem todo professor é cientista, pode-se afirm ar que, se João: a) é professor ou cientista, então é matemático. b) não é matemático, mas é cientista, então é professor. c) é matemático e professor, então é cientista. d) não é cientista, mas é professor, então é matemático. 9. (UE-RJ) Observe os pesos Py, P2 e P j, que possuem, cada um, uma quantidade inteira em kg. Colocando-se um, dois ou os três pesos em um mesmo prato de uma balança, pode-se equilibrar, no outro, 1, 2, 3, 4, 5, 6 ou, no m áximo, 7 kg de batatas. Entre P[, P2 e P ^ o mais pesado mede, em kg: a) 3 b) 4 c) 5 d) 9

316

TESTES DE VESTIBULARES
10. (U F -P I) Uma turma é composta de 96 meninas e 24 meninos. Mantendo o número de meninos, o número de meninas que devemos retirar para que o percentual de meninas passe a ser de 60% é: a) 35 b) 58 c) 60 d) 72 e) 80

Conjuntos
11. (ÍTA-SP) Denotemos por n(X) o número de elementos de um conjunto fin ito X. Sejam A, B e C conjuntos tais que n(A U B) = 8, n (A U C) = 9, n(B U C) — 10, n (A U B U C) = l i e n (A n B O C) = 2. Então, n (A ) + n(B) + n(C) é igual a: a) I I b) 14 c) 15 d) 18 e) 25

12. (Mackenzie-SP) A e B são dois conjuntos tais que A - B tem 30 elementos, A n B tem 10 elementos e A U B tem 48 elementos. Então o número de elementos de B — A é: a) 8 b) 10 c) 12 d) 18 e) 22

13. (M ackenzie-SP) Se A e B são subconjuntos de U e A ' e B ’ seus respectivos complementares em {/, então
(A n B) u (A Pi B ’ ) é igual a: a) A’ 14. (Mackenzie-SP) I) Se {5; 7 } C A e A C {5; 6 ; 7; 8 }, então os possíveis conjuntos A são em número de 4. II) Supondo A e B conjuntos quaisquer, então sempre temos (A O 0 ) U (B U 0 ) = A U B, b) B ’ c) B d) A e) A ’ - B ’

III) A soma de dois números irracionais pode ser racional.
Das afirmações anteriores: a) I, II e II I são verdadeiras. b) apenas I e I I são verdadeiras. c) apenas II I é verdadeira. d) apenas II e II I são verdadeiras. e) apenas I e I I I são verdadeiras. 15. (U E-RJ) Em um posto de saúde foram atendidas, em determinado dia, 160 pessoas com a mesma doença, apresentando, p e lo m enos, os sintom as d ia rré ia , febre ou d o r no co rpo , isoladam ente ou não. A p a rtir dos dados registrados nas fichas de atendimento dessas pessoas, fo i elaborada a tabela abaixo.

S intonias charrcid febre dor oo corpo diarréia e febre dianéia e dor no em po lebre c doi no corpo

1 II I|IILIII.I|| 62 62 72 14 1- » 20 v .

Na tabela, X corresponde ao número de pessoas que apresentaram, ao mesmo tempo, os três sintomas. Pode-se co nclu ir que X é igual a: a) 6 b) 8 c) J0 d) 12

317

TESTES DE VESTIBULARES
16. (U E-RJ) Três candidatos, A, B e C, concorrem a um mesmo cargo público de uma determinada comunida­ de. A tabela a seguir resume o resultado de um levantamento sobre a intenção de voto dos eleitores dessa comunidade.

Número (le eleitorvs que votariam

... qualquer ; ... nenhum dos umd s u . candidatos candidatos iP S Im m m m . (1 M ) 1 J 0 1 11400 . 1 0 .w 2 ) 1 1 0 0) (H 1.ÍÜ O 0 ... iim tínico candidato ... d is o candidatos
Pode-se concluir, pelos dados da tabela, que a percentagem de eleitores consultados que não votariam no candidato B é: a) 66,0 % b) 70,( c) 94,5% d) 97,2%

17. (U nB -D F ) Uma sala tem 5 lâmpadas, £|,

^ U e ^s, Que podem estar acesas ou apagadas, independente­ mente uma das outras. Existem, assim, várias combinações possíveis de lâmpadas acesas. Cada uma des­ sas combinações é identificada com um conjunto S diferente. Por exemplo, S = {£3, £5} corresponde ao caso em que apenas £3 e E estão acesas e S = 0 , quando nenhum a lâm pada está acesa. 5 Considere P o conjunto formado por todos os possíveis conjuntos de lâmpadas acesas. Define-se, então, no conjunto P, a seguinte função: f(S ) = n 1n 2n 3n 4n 5, em que n = 1, se £5 6 S, e nj = 0, se £s £ S. Com relação à situação apresentada, julg u e os itens adiante.

0) Se S = {«3, £5}, então f(S) = 00101.

1 ) f ( 0 ) - 00001

2) Se f(S ) - 10011, então S = { £ h £ 4 , £ 5 } . 3) A função/estabelece uma correspondência biunivoca entre P e um conjunto com 32 elementos. 18. (U F -C E ) Sejam M e N c o n ju n to s que possuem um ú n ic o elem ento em com um . Se o núm ero de
subconjuntos de M é igual ao dobro do número de subconjuntos de N t o número de elementos do conjunto MUNé: a) o trip lo do número de elementos de M. b) o trip lo do número de elementos de N. c) o quádruplo do número de elementos de M. 19. (U FF-R J) Dado o conjunto P = { { 0 } , 0, 0 , { 0 } } , considere as afirmativas: I) {0 } e P II ) {0 } C P III) 0 e P d) o dobro do número de elementos de Aí. e) o dobro do número de elementos de N.

Com relação a essas afirmativas conclui-se que: a) todas são verdadeiras. b) apenas a l é verdadeira. c) apenas a II é verdadeira. d) apenas a II I é verdadeira. e) todas são falsas.

20. (U FF-R J) Os conjuntos não-vazios M, N e P estão, isoladamente, representados ao lado. Considere a se­ guinte figura que estes conjuntos formam. A região sombreada pode ser representada por: a) M u (N n P) b) M - (N u P) c) M u (N - P) d) N - (M u P) n e) N u (P 1 M )

318

TESTES DE VESTIBULARES
21. (U. F. Lavras-M G ) Em um avião os passageiros são de quatro nacionalidades: argentina, brasileira, colom ­ biana e dominicana, nas seguintes proporções: 20% de argentinos, 85% de não colombianos e 70% de não dominicanos. As porcentagens de passageiros que são brasileiros, que são argentinos ou colom bianos, e que não são brasileiros e não são dominicanos, são respectivamente: a) 50%, 35% e 35% b) 35%, 50% e 30% c) 35%, 35% e 35% d) 30%, 50% e 35% e) 25%, 30% e 60%

22. (U F-G O , adaptado) Em uma empresa, cujos funcionários são constituídos de 60% de mulheres e 40% de homens, são praticadas duas atividades esportivas: hidroginástica e natação. Foi realizada uma pesquisa e constatou-se que, entre as mulheres, 20% praticam apenas hidroginástica; 15%, apenas natação; e 15% não praticam qualquer das duas atividades. Quanto aos homens, fo i constatado que 30% praticam apenas hidroginástica; 10 % praticam hidroginástica e natação; e 10% não praticam qualquer das duas atividades. De acordo com essas informações, julg u e os itens a seguir: 1) 25% do total dos funcionários não praticam qualquer dessas duas atividades. 2) do total de funcionários, a quantidade dos que praticam apenas hidroginástica é superior a 25%. 3) o número de funcionários que praticam natação c m aior que o número dos que praticam hidroginástica. 4) o número de homens que praticam hidroginástica é a metade do número de mulheres que praticam as duas atividades. 23. (U F-PE) Numa pesquisa sobre o consumo dos produtos A, B e C, obteve-se o seguinte resultado: 68 % dos entrevistados consomem A, 56% consomem B , 66% consomem C e 15% não consomem nenhum dos pro­ dutos. Qual a percentagem m ínima de entrevistados que consomem A, B e C? a) 30% b) 28% c) 25% d) 27% e) 20%

24. (U F-R N) Uma pesquisa de opinião, realizada num bairro de Natal, apresentou o resultado seguinte: 65% dos
entrevistados freqüentavam a praia de Ponta Negra, 55% freqüentavam a praia do M eio e 15% não iam à praia. De acordo com essa pesquisa, o percentual dos entrevistados que freqüentavam ambas as praias era de: a) 20% b) 35% c) 40% d) 25%

25. (PU C-M G ) Em uma empresa, 60% dos funcionários lêem a revista A , 80% lêem a revista B , e todo funcioná­ rio é leitor de pelo menos uma dessas revistas. O percentual de funcionários que lêem as duas revistas é: a) 20% b) 40% c) 60% d) 75% e) 140%

26. (P U C -M G ) Considere os seguintes subconjuntos de números naturais:
N {0, 1, 2, 3, 4, ...} P = { x e N | 6^ x ^ A = {x € P | x c par} B = {x 6 P | x é diviso r de 48} C — {x € P | x c m ú ltip lo de 5} O número de elementos do conjunto (A - B) n C é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

20}

27. (U F -M G ) Uma agência de publicidade estudou o comportamento de um grupo de n consumidores de re fri­ gerante de certa cidade, durante o ano de 1997. Nessa cidade, o mercado de refrigerantes é disputado por duas marcas, A e B. No in íc io de 1997, — desses n consum idores preferiam a marca A e os dem ais, a marca B.

No fin al de 1997, as preferências desses consumidores tinham-se modificado. Entre os que preferiam a marca A no início do ano, — mantiveram a preferência e os demais passaram a consumir a marca B. Entre os que preferiam, inicialm ente, a marca B,
3

2

permaneceram com ela e os demais mudaram para a marca A.

No fin a l de 1997, o número de pessoas desse grupo que preferiam a marca B era:

TESTES DE VESTIBULARES
28. (FEI-SP) Os alunos de uma escola foram convocados a responder duas perguntas. As únicas respostas pos­ síveis eram sim ou não para cada pergunta. Sabendo-se que 128 alunos responderam pelo menos um sim, 75 alunos responderam sim às duas perguntas, 137 alunos responderam pelo menos um não e 99 alunos responderam não à segunda pergunta, é válido afirmar-se que: a) 2 1 2 alunos foram consultados. b) 64 alunos responderam sim à prim eira pergunta. c) 54 alunos responderam sim à segunda pergunta. d) 84 alunos responderam não à prim eira pergunta. e) 49 alunos responderam sim à prim eira pergunta.

29. (U . F. Santa M aria-R S) Dados os conjuntos A — {x € N | x é ím par}, B = {x G / | - 2 < x ^ 9} e C = {x € R | x 2* 5 }, o produto dos elementos que form am o conjunto (A Pi B ) — C é igual a:
a) 1 b) 3 c) 15 d) 35 e) 105

30. (U . F. Santa M aria-RS) Num a prova de vestibular, ao qual concorreram 20 000 candidatos, uma questão apresentava as afirm ativas A, B e C, e cada candidato devia classificá-las em verdadeira (V) ou falsa ( F ). A o analisar os resultados da prova, observou-se que 10 200 candidatos assinalaram V na afirm ativa A; 6 100, na afirm ativa B\ 7 720, na afirm ativa C. Observou-se ainda que 3 600 candidatos assinalaram V nas afirm ativas A e B; 1 200, nas afirm ativas B e C ; 500, nas afirm ativas A e C; 200, nas afirm ativas A, B e C. Quantos candidatos consideraram falsas as três afirmativas? a) 360 b) 490 c) 720 d) 810 e) 1 080

31. (U nirio-R J) Um engenheiro, ao fazer o levantamento do quadro de pessoal de uma fábrica, obteve os se­ guintes dados: • 28% dos funcionários são mulheres; • “

6

dos homens são menores de idade;

• 85% dos funcionários são maiores de idade. Qual é a porcentagem dos menores de idade que são mulheres? a) 30% b) 28% c) 25% d) 23% e) 20%

32. (U nirio-R J) Tendo sido fe ito o levantamento estatístico dos resultados do Censo Populacional 96 em uma cidade, descobriu-se, sobre a população, que: l) 44% têm idade superior a 30 anos; II) 68% são homens; II I) 37% são homens com mais de 30 anos; IV ) 25% são homens solteiros; V ) 4% são homens solteiros com mais de 30 anos; V I) 45% são indivíduos solteiros; V II) 6 % são indivíduos solteiros com mais de 30 anos. Com base nos dados anteriores, pode-se afirm ar que a porcentagem da população dessa cidade que repre­ senta as mulheres casadas com idade igual ou in fe rio r a 30 anos é de: a) 6 % b) 7% c) 8% d) 9% e) 10%

33. (U nirio-R J) Considere três conjuntos A , B e C, tais que: n (A ) = 28, n(B) = 21, n{C) — 20, n(A n B) — 8, n(B n C) = 9, n (A n C ) — 4 e n (A f l B n C ) - 3. Assim sendo, o valor de n ((A U B ) n C) é: a) 3 b) 10 c) 20 d) 21 e) 24

34. (U nirio-R J) Numa pesquisa para se avaliar a leitura de três revistas A, B e C, descobriu-se que 81 pessoas lêem, pelo menos, uma das revistas; 61 pessoas lêem somente uma delas e 17 pessoas lêem duas das três revistas. Assim sendo, o número de pessoas mais bem informadas dentre as 81 é:

a) 3

b) 5

c) 12

d) 29

e) 37

320

TESTES DE VESTIBULARES

35. (U F -A L ) Se os conjuntos A e B são tais que A — {x e R I (x 2 — 25)3 = 0 } e B ^ então é verdade que: a) A c B b) A = B c) A n B — 0

j x G N | - j- < x <

j-

d) A O B = { 5 }

e) A U B = A

36. (U . F. U berlândia-M G ) O número de conjuntos distintos, os quais contêm o conjunto {1, 2, 3, 4, 5, 6 , 7, 8 , 9, 10} e estão comidos no conjunto {1, 2, 3, 4, 5, 6 , 7, 8 , 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16}, é igual a: a) 16 b) 32 c) 64 d) 128

37. (U F -P Í) O número de subconjuntos de um conjunto A é igual ao dobro de subconjuntos de um conjunto B. Sabendo-se que A u B tem 18 elementos e A n B tem 5 elementos, então o número de elementos do con­ ju n to A é: a) 8 b) 10 c) 12 d) 14 e) 16

38. (U n ifo r-C E ) S e X e K são dois conjuntos não vazios, então (X — Y ) U (X n Y ) é igual a: a) Y b) X c) 0 d) X U Y e) X O Y

39. (U n ifo r-C E ) Indica-se por n(X ) o número de elementos do conjunto X. Se A e B são conjuntos tais que n (A U B) = 24, n (A — B) = 13 e n(B — A ) = 9, então: a) n (A ) = ió b) n (A u B) - n (A n B) = 20 c) n (A ) - n(B ) - n(A - B ) d) n (A n B) = 3 e) n(B) = (1

40. (Cefet-PR) São dados os conjuntos A = {x £ N | x é ím par}, B = {x £ Z | —3 =£ x < 4 } e C = {x 6 Z | | x < 6 }. O conjunto D, tal que D — (A n B) — C, é: a) { - 3 , - 2 , - 1 , 0 , 7 , 9 } b) 0 c) { 2 , 4 , 5 } d) { - 3 , - 1 } e) { 1 , 3 }

41. (U n ifo r-C E ) Na fig u ra abaixo têm -se os conju n to s não vazios A , B e C, co ntidos no universo V.

U

Se X é o complementar do conjunto X em relação ao universo U, então a região sombreada representa o conjunto: a) A B b) à - B c) AflC d) C üà e) A - (B U C)

42. (U F -M G ) Em uma pesquisa de opinião, foram obtidos estes dados:
• 40% dos entrevistados lêem o jo rn a l A. • 55% dos entrevistados lêem o jo rn a l B. • 35% dos entrevistados lêem o jo rn a l C. • 12% dos entrevistados lêem os jornais A e B. • 15% dos entrevistados lêem os jorn a is A e C. • 19% dos entrevistados lêem os jornais B e C. • 1% dos entrevistados lêem os três jornais. • 135 pessoas entrevistadas não lêem nenhum dos três jornais. Considerando-se esses dados, é correto a firm ar que o número total de entrevistados fo i: a) 1 200 b) 1 500 c) 1 250 d) 1 350

321

TESTES DE VESTIBULARES
43. (U F-SE) Se A e B são dois conjuntos não vazios e 0 é o conjunto vazio, é verdade que, das afirmações I) A n 0 = { 0 } II) (A - B ) U (B - A ) = (A U B ) - (A n B) III) {A U B ) = { A } U (B ) IV ) 0 e { 0 , A, B } são verdadeiras som ente : a) I e II 44.

b) II e II I

c) II e IV

d) II I e IV

e) I, III e IV

(Mackenzie-SP) Num grupo constituído de K pessoas, das quais 14 jogam xadrez, 40 são homens. Se 20% dos homens jogam xadrez e 80% das mulheres não jogam xadrez, então o valor de K é: a) 62

b) 70

c) 78

d) 84

e) 90

Conjuntos numéricos
45. (U F -M G ) Considere jc, y e z números naturais. Na divisão de x por y obtém-se quociente z. e resto 8 . Sabe-se que a representação decimal de — , é a dízima periódica 7,363636... y Então, o valor de x + y + z é: a) 190 46. b) 193 c) 191 d) 192

(ITA-SP) O número de divisores de 17 640 que, por sua vez, são divisíveis por 3 é: a) 24 b) 36 c) 48 d) 54 e) 72

47.

(U . F. Viçosa-M G ) Seja x = 3 600. Se p 6 o número de divisores naturais de x, e q é o número de divisores naturais pares de x , então é correto a firm ar que: a) p = 45 e q = 36 b) p ~ 36 e q = 45 c)p= 16eq= 10 d) p = 45 e q = 12 e) p = 16 e q = 34

48.

(U . F. U berlândia-M G ) O número de trcs algarismos 2m3 é somado ao número 326, resultando o número de três algarismos 5/i9. Sabendo-se que 5n9 é divisível por 9, temos que m + n é igual a: a) 2 b) 6 c) 4 d) 8 (UFF-RJ) Considere p, q e N* tais que p e q são números pares. Se p > q, pode-se a firm ar que: a) (pq + 1) é m ú ltip lo de 4. b) p — q é ímpar. c) p + q é primo. d) p 2 — q 2 é par. e) p(q + I) é ímpar.

49.

50.

(U . E. Londrina-PR) Seja o número inteiro A B , onde A e B são algarismos das dezenas e das unidades, respectivamente. Invertendo-se a posição dos algarismos A e B, obtém-se um número que excede AB em 27 unidades. Se A + B é um quadrado perfeito, então B ó igual a: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7

51. (Unifesp-SP) Um número inteiro
n 2 + n por 7? a) 5 52. b) 4

quando divid id o por 7, deixa resto 5. Qual será o resto na divisão de

c) 3

d) 2

e) I

(FEI-SP) Sabendo-se que um determinado valor inteiro k é um m ú ltip lo de 3 e que a metade desse valor k é um número inteiro par, é certo afirmar-se que: a) a metade de k é um m ú ltip lo de 5. b) o quadrado de k é um m ú ltip lo de 18. c) o quadrado de k é um m ú ltip lo de 10 . d) a metade de k é um m ú ltip lo de 9. e) a metade de k é um m ú ltip lo de 4.

322

TESTES DE VESTIBULARES
53. (Cesgranrio-RJ) Considere os números inteiros abc e bac, onde a, b e c são algarismos distintos e diferen­ tes de zero, e a > b. A diferença abc — bac será sempre um m ú ltip lo de: a) 4 b) 8 c) 9 d) 12 e) 20

54 . (ITA-SP) Considere as seguintes afirmações sobre números reais positivos:
I) Se x > 4 e y < 2, então x 2 - 2y > 12. II) Se x > 4 ou y < 2, então x 2 — 2y > 12. III) Se x 2 < 1 e y 2 > 2, então x 2 - 2y < 0. Então, destas é (são) verdadeira(s): a) apenas I. b) apenas I e II. c) apenas II e III. d) apenas I e III. e) todas.

55 . (U nirio-R J) Sejam p e q números reais. A esse respeito, assinale a opção correta:
a) p < 0 — yj p 2 = p > b) p e q são pares — p - q é ím par > c) p X q - 0 - > p ^ 0 e q ^ 0 56. (U n ifo r-C E ) Sejam tes é fa ls a i
cj ,

d ) p X q > 0 - ) / ? e ç têm sinais contrários e) p 2 = q 2 — p = q ou p = —q >

b , c números reais tais que a > 0 , b > 0 , a > b e c ^ 0 . Qual das afirmações seguin­

a) — > — , s e c < 0 c c b) a + c > b + c

c )a — c > b — c d) ac2 > bc 2

e)

Vãc” > V b c , se c > 0

57 . (U nB -D F ) Considerando a e b quaisquer números reais que satisfazem à condição 0 ^ a < b, julgue os
itens que se seguem: 1) 1/(1 + a2) ss 1/(1 + b2) 2) a /(l + a) s b /(l + b) 58. 3) b/(a2 + 3b2) > a/(b2 + 3a2) 4) Ia - bl < Ia2 - b2l

(U. E. Londrina-PR ) Se x e y são números reais tais que x < y < 0, então é verdade que: a) |x| < |y| b ) - L > — x y c) x 2 < y 2 d) x + y > 0 e) ^

> tfy

59 . (U C -G O ) Seja x um número real m aior que zero e menor que 1. Se y = Vx~ e z = x2, então, julg u e os
itens a seguir: 1) x > y 2) x < 7 , 3) y > z 60. 4) y = y

5) yz = y 5

6) 7 = y 2 .

(U . F. Juiz de Fora-M G ) Dados os intervalos A = [ — I, 3), B = 11, 4 ], C = [2, 3), D = (1, 2] e E = (0, 2], consideremos o conjunto P = I(A U B) - (C n D )] — E. Marque a alternativa incorreta : a) P C 1 - 1 , 4 ] b) (3, 4] C P c) 2 e P d) 0 £ P

61. (U . E. Londrina-P R ) Para levar os alunos de certa escola a um museu, pretende-se fo rm a r grupos que
tenham iguais quantidades de alunos e de modo que em cada grupo todos sejam do mesmo sexo. Se nessa escola estudam I 350 rapazes e 1 224 garotas e cada grupo deverá ser acompanhado de um único profes­ sor, o número m ínim o de professores necessários para acompanhar todos os grupos nessa visita é: a) 18 b) 68 c) 75 d) 126 e) 143

323

TESTES DE VESTIBULARES 62. (U. E. Londrina-PR ) Existem, para doação a escolas, 2 000 ingressos de um espetáculo e I 575 de outro.
Cada escola deve receber ingressos para somente um dos espetáculos e todas as escolas devem receber a mesma quantidade de ingressos. Distribuindo-se todos os ingressos, o número mínimo de escolas que poderão ser contempladas nessa doação é: a) 117 b) 123 c) 128 d) 135 e) 143

63. (Vunesp-SP) Uma concessionária vendeu no mês de outubro n carros do tipo A e m carros do tipo B , totalizando 216 carros. Sabendo-se que o número de carros vendidos de cada tipo fo i m aior do que 20, que foram vendidos menos carros do tip o A do que do tipo B, isto é, n < m, e que M D C (n,m ) = 18, os valores d e n e m são, respectivamente: a) 18, 198 b) 36, 180 c) 90, 126 d) 126, 90 e) 162, 54

64. (U F-M G ) Entre algumas famílias de um bairro, fo i distribuído um total de 144 cadernos, 192 lápis e 216 bor­
rachas. Essa distribuição foi feita de modo que o maior número possível de famílias fosse contemplado e to­ das recebessem o mesmo número de cadernos, o mesmo número de lápis e o mesmo número de borrachas, sem haver sobra de qualquer material. Nesse caso, o número de cadernos que cada fam ília ganhou foi: a) 4 b) 6 c) 8 d) 9

65. (UE-RJ) Dois sinais luminosos fecham juntos num determinado instante. Um deles permanece 10 segundos
fechado e 40 segundos aberto, enquanto o outro permanece 10 segundos fechado e 30 segundos aberto. O número m ínim o de segundos necessários, a p artir daquele instante, para que os dois sinais voltem a fe­ char juntos outra vez é de: a) 150 b) 160 c) 190 d) 200

66. (U E-RJ) O número de fitas de vídeo que Marcela possui está compreendido entre 100 e 150. Grupando-as
de 12 em 12, de 15 em 15 ou de 20 em 20, sempre resta uma fita. A soma dos três algarismos do número total de fitas que ela possui é igual a: a) 3 b) 4 c) 6 d) 8

67. (U F -M G ) Três atletas correm numa pista circular e gastam, respectivamente, 2,4 m in, 2,0 min e 1,6 min para com pletar uma volta na pista. Eles partem do mesmo local e no mesmo instante. Após algum tempo, os três atletas se encontram, pela prim eira vez, no local da largada. Nesse momento, o atleta mais veloz estará completando: a) 12 voltas. b) 15 voltas. c) 18 voltas. d) 10 voltas.

68. (Cesgranrio-RJ)

‘ Varlfedatje

Tempo de ' . geripimújão iipnC 1 p h in lin i .

IiiH lii) d i

íq S M ié p B IS S fc jfl
, a g e n ttin a ^ a ).

Tempo p â ra ^ ú lrfia cO lfié ú íf , .fo ftjie nú ã q si , aj»ói5£floKtçio) ' 1 1 1

VI V2 V.3

4 2 1

3 3

2

Certo botânico desenvolveu em laboratório 3 variedades de uma mesma planta, V I , V 2 e V3, que se desenvelvem cada uma a seu tempo, de acordo com a tabela anterior. Plantando-se as 3 variedades no mesmo dia, confiando-se na exatidão da tabela, não ocorrendo nenhum fato que m odifique os critérios da expe­ riência tabulada e levando-se em conta que, a cada dia de colheita, outra semente da mesma variedade será plantada, o número m ínim o de sementes necessário para que a colheita das três variedades ocorra sim ulta­ neamente será:

a) 24

b) 18

c) 16

d) 12

e) 8

324

TESTES DE VESTIBULARES 69. (Unicap-PE) Classifique como verdadeira ou falsa as afirmações a seguir.
N o conjunto dos inteiros positivos:

0 ) o m áxim o diviso r comum de dois números primos a e fr, com a > b > 2 , é igual ao produto a • b. 1 ) o m ínim o m ú ltip lo comum de a e b, nas condições do item ( 0 ) acima, é igual a a. 2 ) o m áxim o diviso r comum de dois números inteiros maiores do que 1 divide o produto dos 2 números.
3) o m áxim o diviso r comum de 2 números divide o seu m ínim o m ú ltip lo comum. 4) se a ^ b ^ 1 e se M divide o número a e divide b, então M é o m áxim o d iviso r comum de a e b. 70. (U . F. Lavras-M G ) Sejam os números m = 2 5 • 3* • 62, n = 2 * 3 • 4 2 • 52. Assinale a alternativa incorreta: a) Se um número inteiro divide 96 então divide m e n . b) O m áximo d iviso r comum entre m e n é 96. c) O m ínim o m ú ltip lo comum entre m e n é 2 7 • 3 3 • 52. d) /n é m aior que n. e) O resto da divisão de m por n é zero.

R elações
1^. Sejam os conjuntos A = {4, 6 , 7, 9, 14} e B = {(), 1, 2 } e seja R = {(x , y) G A X B | x d iv id id o por 3
' deixa resto _y}. Então R é conjunto: a) {( 0 ,0 ) ; ( 1, 3) ; (2, 3 )} b) ( ( 3 ,0 ) ; (3, 1); (3, 2 )} c) {(4 , 3); ( 6 , 3); (7, 3); (9, 3); (14, 3 )} d) {(4 , 1); ( 6 , 2); (7, 2); (9, 3); (14, 4 )} e) {(4 , 1); ( 6 , 0); (7, 1); (9, 0); (14, 2 ))

b)

d)

1

2

3

/

7 X (U . F. Viçosa-M G ) Os pares ordenados (1, 2), (2, 6 ), (3, 7), (4, 8) e (1, 9) pertencem ao produto cartesiano A X B. Sabendo-se que A X B tem 20 elementos, é correto afirm ar que a soma dos elementos de A é: a) 9 b) 11 c) 10 d) 12 e) 15

325

TESTES DE VESTIBULARES
(U F -P I) A tabela a seguir apresenta o valor do consumo de energia elétrica de uma fa m ília e a tarifa (preço do kW h), no período de ju lh o de 2001 a outubro de 2001.

Julho .<0.1)0 >1.25

Agost» 2K.60 0,22

S etem bro 27,50 0.2.S

O u tu b ro 32,-M ) 0.27

O gráfico que melhor representa o consumo mensal, em kW h, no período considerado é: a) d)
kWh

ju l.

ago.

set.

out.

ju l.

ago.

set.

out.

kWh

ju l.

ago.

ju l.

ago.

kWh

jul.

ago.

set.

out.

1 / . (U E-CE) Sejam: A = {2, 4, 6 , 8, 10, 12, O número de elementos de B é igual a:
a) 31 b) 32

62, 64} e B = {(m , n ) G A X A | m + n = 64}.

c) 62
d) 64

(U . E. Londrina-PR) Para todos os pares ordenados de números inteiros define-se uma operação A por: (a; b) A (c; d) = (a + c; b - d). Se um par de núm eros in te iro s (x ; y ) é ta l que 1(1; 2) A ( - 2 ; 3)] A (x; y) = ( —1; 2), então x + y é igual a: a) 2 b) 1 c) - 1 d) - 2 e) - 3

326

TESTES DE VESTIBULARES
Tí> (ITA-SP) Sejam E, F, G e H subconjuntos não vazios de R. Considere as afirmações:
I) Se ( E X G ) c ( F X H), então E c F e G c H . II) Se (E X G) c (F X H), então (E X G) U (F X H ) = F X H. III) Se (E X G) c (F X H ) = F X H, então (E X G) c (F X H). Então: a) Apenas a afirmação I é verdadeira. b) Apenas a afirmação II é verdadeira. c) Apenas as afirmações II e I I I são verdadeiras. d) Apenas as afirmações I e II são verdadeiras. e) Todas as afirmações são verdadeiras.

Introdução às funções
78. (U. E. Londrina-PR ) Seja N = {0, 1 ,2 , 3, ...}. Se n G N, qual das regras de associação a seguir define uma função de N em N? a) n é associado a sua metade. b) n é associado a seu antecessor. c) n é associado ao resto de sua divisão por 7. d) n é associado a p tal que p é prim o e p < n. e) n 6 associado a m tal que m é m ú ltip lo de n.

JQ. (Unaerp-SP) Qual dos seguintes gráficos não representa uma função f: R — R? >
d)

y

o

X

b)

y

e)

c)

y

o

X

327

TESTES DE VESTIBULARES
Jfu. (P U C -M G ) Dos gráficos, o único que representa uma função de dom ínio { x G R | - l ^ x í l } e imagem {y € R | I = y =£ 3 }: *£

y 3

1 ! -1

/ 1 0 1 x

(U E-PA) Um pequeno comerciante investiu R$ 300,00 na produção de bandeiras do seu tim e favorito, para venda em um estádio de futebol. Foram vendidas x bandeiras ao preço de R$ 8,00 cada uma. Então o lucro L (x) obtido na venda de x bandeiras é dado por: a) L (x) = 300 - 8 x b) L (x ) = 8x -f 300 c) L (x) = 8x - 300 d) L (x) = 8x e) L (x ) = - 8 x - 300

(U . F. Juiz de Fora-M G) Um açougue está fazendo a seguinte promoção na venda de alcatra: 25% de des­ conto sobre o preço total da compra de 3 quilos ou mai.s. O esboço de gráfico que m elhor representa o total pago ( p ) em função da quantidade comprada (q) é:

a)

1

-

c)

328

TESTES DE VESTIBULARES
83. (FEI-SP) Durante o tratamento térm ico de uma peça metálica, sua temperatura varia de acordo com o grá­ fic o ao lado. É válido afirmar-se: a) A p a rtir do instante t = 10, as temperatu­ ras são crescentes. b) A p a rtir do instante t = 5, as temperatu­ ras são decrescentes. c) A p a rtir do instante t — 20, as temperatu­ ras são crescentes. d) Todas as tem peraturas observadas são maiores do que 50. e) Há um determinado valor de temperatura que foi observado em 5 instantes diferentes.

(U n irio -R J) Sejam as funções f: JR —» R ^ x - > y = x2 + x - 2 O gráfico que m elhor representa a função h: A — R * x — y = > f(x) g(x)

g:

R -> R
x — y = x >

1

é:

85. (U . F. Viçosa-M G ) S e ja /a função real cujo gráfico se apresenta ao lado: A nalisando o gráfico, é correto afirm ar que: a) f(x ) + I > 0, para todo x £ R b) f(x ) — I < 0, para todo x £ R c) f(0 ) ^ f(x ), para todo x £ R d) f( 3) = 2 e) f(l,5 ) < f(2,5)

b) 2

cT )

.

12

d ,

3

329

TESTES DE VESTIBULARES
(U FR -RJ) No gráfico ao lado, a imagem do intervalo [ - 1 , 2) é: a) [ f l ) u | - 2, .

b)

| y , 1 | U [ - 2 , 1)

[-f']
d)

U (l, 2)

h i 2]
r u

|u < i ’ 2)

h i ]
Sff. /

U [1, 2]

(U F -M G ) Considere a função y = f(x ), que tem como dom ínio o intervalo { x £ R : ~ 2 < x í 3 ) e que se anula somente em x = —— e x = 1 , como se vê nesta figura: 2

a) jx e R: - y
b) R :-2

< x « - 1j U j x e R: y
s

s x < i j u f x S R : I < x s 2}
e x « y | U {x e R : 2 s; x s 3}

j ê

<

s

- | | u | x e R : - l

c)

jx

eR:

- y

=E x

- l j U jx 6

R:

y

d) /C )

jx E

R: - y

< x s — 1 U j x e R: y j [ w : .1

= : J■ ■v ;.

yfi.
/

(Mackenzie-SI^) Se a função real definida por f(x ) = x / | t / x — 2 + conjunto imagem B, e se D - B = ]a, b], então a + b vale: a) I I b) 9 c) 8 d) 7

x j possui conjunto dom ínio D e

e) 5

'

/

Off? (U E-C E) Seja f: R f ( 10 ) é igual a:
a) 2 " 10 b) 4 " 10 c) 2 10 d) 4 10

R a função tal que f( l) = 4 e f(x + 1) = 4 • f(x ) para todo x real. Nessas condições,

330

TESTES DE VESTIBULARES

9^

(U F -M G ) Observe a figura ao lado. Nela, estão representados o ponto A, cuja abscissa é 1, e o ponto B, cuja ordenada é 5. Esses dois pontos pertencem ao gráfico da função f(x ) = (x + I) ■ (x 3 + ax + b), em que a e b são números reais. Assim sendo, o valor de f(4 ) é: a) 65 b) 115 c) 170 d) 225

92.

(FGV-SP) Seja a função f(x ) = x . O valor de f(m + n) - f(m - n) é: a) 2m z + 2 n b) 2 nJ c) 4mn d) 2 m 2 e) 0

95.

(UFF-RJ) Uma função real de variável real / é tal que f O valor de f| a) k b) . 7VS~ | é:

f(x + 1) = x f(x ) para todo x G R.

ÍSVÜT
8

nVT
15

Jn c) - V (U. E. Londrina-PR) O mais amplo dom ínio real da função real / , definida por f(x) = *J(2 - 3x) / (| x | — I), ' é o conjunto: a) jx G R | x d) | x e R | x ^ - ~ e x ^ - l |

b)

jx £ R | x

e)

j x G R | x s* ~

e x 4- 1j

c jx G | x< — ux3 “ | ) R 1 * o
95. (ITA-SP, adaptado) Considere uma função f: R — R não-constante e tal que f(x + y) = f(x ) f(y), Vx, y G R. » Das afirmações: I) f(x ) > 0, V x G R. II) f(n x ) = ff ( x ) ]n, V x G R, V n G N * . I l l ) t( —x) - f(x ), V x G R. é (são) verdadeira(s): a) apenas I e II. b) apenas II e III. ç) apenas I e III. 96< (FEI-SP) Sabendo-se que f(x + y) = f(x ) ■ f(y ) para qualquer valor real x e qualquer valor real y, é válido afirmar-se que: a) f ( 0 ) b) f (0 = 1 c) f ( 0 ) = 0 d) todas. e) nenhuma,

^

1

d) f ( l ) = 0
e) f ( - l ) = f(l)

331

TESTES DE VESTIBULARES

Funções do l 9 grau
9Í . (UnB-DF) O gráfico ao lado ilustra a velocidade de um veículo, em km/h, durante um período de 6 horas. Analise o gráfico e julgue os itens seguintes. 0) Entre 5 e 6 horas, o veículo esteve parado. 1) O veículo desenvolveu uma velocidade maior que 70 km/h durante um período de 3 horas. 2) Se o veículo apresenta um consumo de I litro de combustível a cada 10 km ro­ dados, então foram gastos 33 litros de combustível em todo o percurso. y ( A velocidade média, nas duas primeiras horas, foi de 20 km/h.

tempo

9#. (U. E. Londrina-PR) Se uma função/, do primeiro grau, é tal que f(l) = 190 e f(50) = 2 052, então f(20) é igual a: a) 901 b) 909 c) 912 d) 937 e) 981

99. (Fatec-SP) O dono de uma rede hoteleira verificou que em certa região tem havido um decréscimo no nú­ mero de hóspedes em seus pacotes promocionais, e esse decréscimo tem sido linear em relação ao tempo. Em 1982, a média foi de 600 pessoas por semana, enquanto em 1990 a média semanal foi de 432. Dessa forma, o número médio de hóspedes por semana: ' a) em 1995, foi de 322. b) em 1994, foi de 345. c) em 1993, foi de 370. d) em 1992, foi de 392. e) em 1991, foi de 4 1 1.

100. (UF-MG) A expressão £ = 0,004t + 79,8 fornece o comprimento £, em centímetros, de uma barra de metaJ em função de sua temperatura t, em graus Celsius (°C). Essa barra, inicialmente à temperatura de 50 °C, sofre um aquecimento e sua temperatura é, então, aumen­ tada em 20%. O aumento percentual correspondente, no comprimento da barra, é de: a) 0,02% b) 0,05% ( V Ml. (UE-RJ) A promoção de uma mercadoria sem um supermercado está representada, no gráfico ao lado, por 6 pontos de uma mesma reta. Quem comprar 20 unidades dessa merca­ doria, na promoção, pagará por unidade, em reais, o equivalente a: a) b) c) d) 4,50 5,00 5,50 6,00 c) 0,04%
va lo r total da com pra (R$)

d) 0,08%

50

0

5

20

30

quantidade de unidades com pradas

102 . (Mackenzie-SP) Se, na igualdade 30° = 4x, n é um número natural positivo e x um número ímpar, o produto

n • x vale: a) 450 b) 175 c) 275 d) 360 e) 130

(PUC-SP) Em uma indústria é fabricado certo produto ao custo de R$ 9,00 a unidade. O proprietário anun­ cia a venda desse produto ao preço unitário de X reais, para que possa, ainda que dando ao comprador um desconto de 10% sobre o preço anunciado, obter um lucro de 40% sobre o preço unitário de custo. Nessas condições, o valor de X é:
a) 24 b) 18 c) 16 d) 14 e) 12

332

TESTES DE VESTIBULARES
104. (U F-R S) Numa competição esportiva, uma delegação de atletas obteve 37 medalhas. Sendo o número de medalhas de prata 20% superior ao das de ouro, e o das de bronze 25% superior ao das de prata, o número de medalhas de bronze obtido por essa delegação fo i de: a) 12 b) 13 c) 15

/

1

d) 17

e) 20

/

10á; (UF-RS) Um total de R$ 6 000,00 será investido, parte a 3,5% e parte a 6 %. Se o rendimento total esperado é, no m ínim o, de R$ 300,00, o valor máxim o que pode ser investido a 3,5% é: a) R $ 2 1 0 ,0 0 b) R$ 360,00 c) R$ 570,00 d) R$ 2 400,00 e) R$ 3 600,00

106. (U F-C E) Um trabalhador participou de uma greve na qual era reivindicado um reajuste salarial de 15%. A
greve fo i encerrada após concessão de 10%. No caso dele, bastariam mais R$ 10,00 para que fossem integralizados os 15% inicialm ente pretendidos. O novo salário desse trabalhador, após a greve, é igual a: a) R $1 6 0 ,0 0 b) R$ 220,00 c) R$ 240,00 d) R$ 280,00 e) R$ 320,00

1\yl. (U n ip -S P ) A d m itin d o que em um a determ inada lo ca lid a d e uma empresa de tá x i cobra R$ 2,00 a bandeirada e R$ 2,00 por quilôm etro rodado e outra empresa cobra R$ 3,00 por quilôm etro rodado e não cobra bandeirada, determine o número de quilôm etros rodados num táxi da empresa que não isenta a bandeirada, sabendo que o preço da corrida apresentado é de R$ 30,00. a) 10 km b) 18 km c) 6 km d) 14 km e) 22 km

y

i p 8 . (FEI-SP) A soma de três valores inteiros positivos é igual a 51, o menor é a metade de um dos outros dois e os dois maiores são valores consecutivos. Qual é o valor da diferença entre o m aior e o menor deles? a) 32 b) 31 c) 20 d) I I e) 10

/ 3 109. (U F-SE) O número que deve ser somado aos termos da fração — para que a diferença entre a fração obti-

'

da e a fração orig ina l corresponda a 30% da fração orig ina l é: a) 36 b) 32 c) 30 d) 28 e) 25

/

1 Xn. (FEl-SP) Se x é um valor inteiro tal que o produto de x por seu antecessor é 12 e o produto de x por seu sucessor é 6 então: a) não existe tal valor x. b) x é igual a zero. c) o quadrado de x vale 9. d) o quadrado de x vale 2 . e) a raiz quadrada de x vale 2.

1 J/l. (P U C -M G ) Para co brir eventuais despesas durante uma excursão, os estudantes A e B receberam quantias

/

/

iguais. A o tin a l da excursão, A tinha — do total recebido e B, — do total recebido, ficando com R$ 2,00 7 8 a menos que A. O valor que cada estudante recebeu, em reais, é: a) 112 b) 134 c) 168 d) 180

1

]

(ESPM-SP) Um colégio de 2° grau tem alunos de 1^, 2- e 3“ séries. Na 2? série, há 200 alunos; na 3^, 160 alunos e a !• tem 40% dos alunos do colégio. Sobre o número de alunos da 1- série pode-se afirm ar que: a) é m ú ltip lo de 15 e de 8. b) é m ú ltip lo de 15 e não de 8 . c) não é m ú ltip lo de 15 nem de 8. d) não é m ú ltip lo de 15 mas é m ú ltip lo de 8 . e) é m ú ltip lo de 18.

/ /’
2

j
com alimentação, — com aluguel e R$ 300,00 em roupas e lazer. Se, descontadas todas essas despesas, ele ainda pretende que lhe sobrem no m ínim o R$ 85,00, então, para que suas pretensões sejam atendidas, seu salário deve ser no mínimo: a) R$ 950,00 b) R$ 980,00 c) R$ 1 000,00 d) R$ 1 100,00 e) R$ 1 500,00

11^. i(PUC-SP) Fábio quer arrumar um emprego de modo que, do total do salário que receber, possa gastar — / 4

3 33

TESTES DE VESTIBULARES
(PUC-PR) A diferença entre o quadrado de um número de dois algarismos e o quadrado desse número es­ crito na ordem inversa dos dígitos é 297. A soma desses números é: a) I I b) 22 c) 33 d) 44 e) 55

1,15.

(UE-RJ) Observe a tabela de compras realizadas por Mariana.

L o ja A B

Produto*, canela liipi'icira iatk-rno ci inctor

P reço u n itá rio íR V .1,011 5.0(1 4 ,0 0 2.0(1

(R $) 50.00 54.00

Sabendo-se que ela adquiriu a mesma quantidade de cane­ tas e cadernos, além do maior número possível de lapi­ seiras, o número de corretores comprados foi igual a: a) b) c) d)

11 12
13 14 a + bx, a € N * e) 0

y

l^Mi.JíMackenzie-SP) x e k são números reais tais que - 2 < x < 3 e - 9 < k < 11. Se k e b e Zí , então a + b vale:

a) 2

b)

c) 1

d) - 1

117. (U F-PE) Em uma festa de aniversário cada convidado deveria receber o mesmo número de chocolates.
Três convidados mais apressados se adiantaram e o prim e iro comeu 2, o segundo 3 e o terceiro 4 chocola­ tes além dos que lhe eram devidos, resultando no consumo de metade dos chocolates da festa. Os demais chocolates foram d ivididos igualmente entre os demais convidados e cada um recebeu um a menos do que lhe era devido. Quantos foram os chocolates distribuídos na festa? a) 20 b) 24 c) 28 d) 32 e) 36

(118^ (FGV-SP) Se você me der metade de seu dinheiro, terei três vezes mais do que vocc tinha antes da doação. Juntos, teremos 140,00. Se ao contrário eu te desse um quinto do que tenho hoje, eu fica ria com que pro­ porção do que você tem agora, antes de qualquer doação? a) O quádruplo. b) O trip lo . c) A metade. d) O terço. e) O dobro.

119. (FEI-SP) Dezoito litros de um produto foram dispostos em três garrafões. O m aior deles tem o dobro da capacidade de um dos outros dois e a diferença entre os volumes dos dois menores é de dois litros. O vo­ lume do garrafão menor pode ser de: a) 1 litro . b) 3 litros. c) 5 litros. d) 6 litros. e) 7 litros.

(^120^)(Cefet-MG) A soma do preço de duas mercadorias é R$ 50,00. A mais cara terá um desconto de 10% e a ■ mais barata sofrerá aumento de 15%, mantendo a soma dos preços no mesmo valor. A diferença entre os dois preços d im inuirá em: a) 25% b) 30% c) 40% d) 50%

/ f 60%

121. (Vunesp-SP) Um orfanato recebeu uma certa quantidade x de brinquedos para ser distribuída entre as crian­
ças. Se cada criança receber três brinquedos, sobrarão 70 brinquedos para serem distribuídos; mas, para que cada criança possa receber cinco brinquedos, serão necessários mais 40 brinquedos. O número de crianças do orfanato e a quantidade * de brinquedos que o orfanato recebeu são, respectivamente: a) 50 e 290. b) 55 e 235. c) 55 e 220. d) 60 e 250. e) 65 e 265.

122?)(UF-PE) Um caminhoneiro transporta caixas de uvas de 15 kg e caixas de maçãs de 20 kg. Pelo transporte, ele recebe R$ 2,00 por caixa de uvas e R$ 2,50 por caixa de maçãs. O caminhão utilizado tem capacidade para transportar cargas de até 2 500 kg. Se são disponíveis 80 caixas de uvas e 80 caixas de maçãs, quantas caixas de maçãs ele deve transportar de form a a receber o máximo possível pela carga transportada? a) 80 b) 75 c) 70 3 d) 65 e) 60 x + 1

(^1 2 3 ytU n ifo r-C E ) O maior número natural que satisfaz a sentença a) 0 b) 1 c) 2

(x - 2) d) 3

# --------e: 5 e) 4

3x

.

334

TESTES DE VESTIBULARES
124. (FGV-SP) Quantos números reais não satisfazem a inequação (x — 5)/(5 — x) < 1? a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) in fin ito s

125. (FGV-SP) O m aior número inteiro que satisfaz a inequação 5/(x — 3) > 3 é: a) um m ú ltip lo de 2. b) um m ú ltip lo de 5. c) um número prim o. 126. (U F -M G ) O número real x satisfaz (4x — 3)/(x + 1) > 2. Assinale a alternativa em que estão incluídas todas as possibilidades para x. a) - 1 < x < — c) x > — ■ — d) d ivisível por 3. e) divisível por 7.

2

2

b) x < — 1 ou x >

2

d) x < —1

127. (U. E. Londrina-PR) O conjunto solução da inequação (x — l )3 • (x 2 — 4)/(3 — x) 2= 0, no universo U = R, é: a) -2 ] U [l ,3 [ d) [ - 2 , 1] U [2, 3[ e) I — , - 2 ] u |2, 3[

b) [0, 1] U |3, +oo[ c) [1, 2] U |3, +<»[

128. (Unicap-PE) Classifique como verdadeiro ou falso cada um dos itens a seguir. 0)

x + 3

1 >1 <=>2x-l>x + 3 = > x > 4

1)

=> —-------- > 0 < x - I > 0 e x + 3 > 0 x + 3 f(x ) , .

. ,

2) "gW” > 0 °
3) (5x 4) (3x -

f{x) * s W > 0
10 > 0

IO )5 > 0 =í> 5x -

12)4 < 0 => 3x - 12 < 0 => x < 4

129. (P U C -M G ) Se o conjunto S = { x € R j a í x í b o u x ^ c } é a solução de (x + 2) ■ (2x — x 2) ^ 0 , o valor de a2 + b 2 + c 2 é: a) 8 b) 12 c) 16 d) 25

130. (Vunesp-SP) Por uma mensagem dos Estados Unidos para o B rasil, via fax, a Empresa de Correios e Telé­ grafos (E C T) cobra R$ 1,37 pela p rim eira página e R$ 0,67 por página que se segue, completa ou não. Qual o número m ínim o de páginas de uma dessas mensagens para que seu preço ultrapasse o valor de R$ 10,00? a) 8 b) 10 c) 12 d) 14 e) 16 + 7e

/ 131. ^P U C -R J) Quantos números inteiros satisfazem simultaneamente as desigualdades 2x + 3 ^ x ■ x + 5 =£ 3x + 1? ' a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) infin ito s

Funções quadráticas
132. (FEI-SP) Durante o processo de tratamento uma peça de metal sofre uma variação de temperatura descrita pela função: f(t) = 2 + 4t — t 2, 0 < t < 5. Em que instante t a temperatura atinge seu valor máximo? a) 1 b) 1,5 c) 2 d) 2,5 e) 3

335

TESTES DE VESTIBULARES 133. (Fuvest-SP) Os pontos (0, 0) e (2, 1) estão no gráfico de uma função quadrática/. O mínimo d e / é assumi1 . Logo, o valor de f(l) é: do no ponto de abscissa x : a) — —
10

b)

2

10

c)

3
10

d)

4
10

e) J -

10

134; (U. F. Santa Maria-RS) Na produção de x unidades mensais de um certo produto, uma fábrica tem um custo, em reais, descrito pela função de 2fi grau, re­ presentada parcialmente na figura ao lado. O custo mínimo é, em reais: a) b) c) d) e) 500 645 660 675 690

135. (UF-PE) Suponha que o consumo de um carro para percorrer 100 km com velocidade de x km/h seja dado por C(x) = 0,006x2 - 0,6x + 25. Para qual velocidade este consumo é mínimo? a) 46 km/h b) 47 km/h c) 48 km/h d) 49 km/h e) 50 km/h

136. (UF-PE) Uma companhia telefônica possui 10 000 usuários que pagam uma taxa básica de R$ 15,00 por mês. A companhia resolveu fazer uma promoção durante alguns meses diminuindo R$ 0,25 do valor da taxa a cada mês. Observou-se que a cada desconto de R$ 0,25 no preço de taxa, 200 novos usuários utili­ zaram os serviços da telefônica. Denote por M(x) o valor arrecadado pela telefônica após x meses da pro­ moção. Analise cada afirmação seguinte e classifique como verdadeira ou falsa. a) M(x) = 50 (3 000 + lOx - x2) b) O gráfico do valor arrecadado em reais versus centenas de usuários é a parábola ilustrada abaixo

c) O valor de M(x) será máximo quando o número de usuários for 11 000. d) O valor máximo de M(x) é R$ 150 000,00. e) O valor de M(x) será máximo quando houver 6 reduções sucessivas na taxa básica. 137. (FEI-SP) O maior elemento da seqüência an —400 + 20n — 2n2, n = 1, 2, 3, ... 50, vale: a) 450 b) 45 c) 40 d) 5 e) 0

\138. (FEI-SP) A função f(x) = x2 + bx + c, definida para qualquer valor real x, é nula para x = r ou x = 3r. Determine r sabendo-se que o valor mínimo de f(x) é — 9. a) r = 0 ou r = 1 ou r = —1 b)‘ r = 3 ou r - — 3 c) r — 2 d) r — 4 ou r = - 4 e) r = 9 ou r = - 9

139. (FEI-SP) Se a representação gráfica da função f(x) = ax2 + bx é uma parábola cujo vértice tem coordena­ das xv = 3 e yv = 18, então: a) f(6) = 10 b) f(6) = 6 c) f(0) = 6 d) f(6) - 0 e) f(0) = 18

3 36

TESTES DE VESTIBULARES 140. (UF-AM) Seja a função quadrática definida por f(x) = ax + bx + c. Se ( —1, 2) é um ponto de mínimo do gráfico d e / e se f(l) = 6, a soma 2b + c é igual a: a) 4 b) 5 c) 8 d) 7 e) 6

141. (U. F. Ouro Preto-MG) Os valores de b e c para que.o gráfico de f(x) = x2 + 2bx + (4c — 8) seja tangente ao semi-eixo positivo das abscissas e corte o eixo das ordenadas no ponto 8 são: a) b = —2 V 2 " e c = 4 b) b —2 ■yfT e c - 4
0

c) b = — 2-^2’e c :

d) b = 2 V2 *e c = í.

142. (PUC-MG) Na parábola y = 2x - (m — 3)x + 5, a) 3 b) 4 c) 5

vértice tem abscissa 1. A ordenada do vértice é: d) 6 e) 7

143. (U. F. Santa Maria-RS) Um laboratório testou a ação de uma droga em uma amostra de 720 frangos. Constatou-se que a lei de sobrevivência do lote de frangos era dada pela relação v(t) = at2 + b, onde v(t) é o número de elementos vivos no tempo t (meses). Sabendo-se que o último frango morreu quando t = 12 meses após o início da experiência, a quantidade de frangos que ainda estava viva no 10a mês é: a) 80 b) 100 c) 120 d) 220 e) 300

144. (UCDB-MS) Se uma empresa, fundada em 1980, tem, para cada ano n de funcionamento, um lucro igual a L(n) = 100 000(~n2 + 22n), então ela apresentou lucro crescente no período de: .a) 1980 a 1991. b) 1980 a 1993. c) 1985 a 1994. d) 1991 a 1999. e) 1991 a 2000.

(UF-RS) Na figura ao lado, estão representados três quadrados. A área do quadrado maior é 25, e a soma das áreas dos quadrados sombreados é A(x). A função A(x) é crescente no intervalo:

2

146. (U. F. Viçosa-MG) Na figura ao lado, a reta r: y = ax + b tem coeficiente angular positivo, e a reta s: y = cx + d tem coefi­ ciente angular negativo. A alternativa que melhor representa o gráfico do trinômio y = (ax + b)(cx + d) é:

a)

y

c)

y

b)

3 37

TESTES DE VESTIBULARES
147. (M ackenzie-S P ) N a fig u ra temos os gráfico s das funções / e g. Se f(x ) = 2 x2, então g(3) vale: a) 6 b) 8 c) 10 d) 12 e) 14

148. (U n ifo r-C E ) Se o vértice da parábola defin id a por y = ^ y = — 1 , então o valor de k é igual a: a) - 1 7 b) 18 c) 17

l

x

■ >

■ 6x + k é um ponto da reta dada por

d) 16

e) - 1 6

149. (Fatec-SP) Considere os dados sobre duas funções reais do segundo grau. I) função F com raízes — 1 e 3 e ordenada do vértice 4. II) função C com raízes 0 e 2 e ordenada do vértice 4. Os gráficos dessas funções interceptam-se em dois pontos cujas abcissas são:

i o- VkT 10 + VI õ 10 6 10
5 — 2 Vü)~ 5 + 2 VTcT

, c)

7VÜT 3V k T — ----- e — ------2 2 -4 V IÕ " e 4VTÕ"

e)

d)

'tem o gráfico ao lado. Nele as linhas ligando ( - 1 , 0) a (0, 2) e (0, 2) a ( 1 , 0 ) são segmentos de reta. Supondo a í 0, para que valores de a o gráfico do polinôm io p(x) = a(x 2 — 4) intercepta o gráfico de f(x) em exatamente 4 pontos distintos? a)

—- < a < 0
2

d)

2 < a < -----2

-1 < a <
c)
2

e) a < —2

< a <

151.(UF-PE) O gráfico da função quadrática y — ax 2 + bx + c, x real, é sim étrico ao gráfico da parábola y = 2 — x 2 com relação à reta de equação cartesiana y = —2. Determine o valor de 8 a + b + c. a) - 4 152 .(C e sg ran rio-R J) Os pontos c) 2 d) 1 com uns às funções e) 4

V

e

P

são

f(x ) = 2 -\/2" x - 8 e g(x) = ax 2 + bx + c, representadas no gráfico ao lado. Sendo V 0 vértice da parábola de g(x), o valor de g( —8 ) é igual a: a) 0 b) 8 c) 16 d) 32 e) 56

338

TESTES DE VESTIBULARES 153. (UF-PE) Planeja-se construir duas estradas em uma região plana. Colocando coordenadas cartesianas na região, as estradas ficam representadas pelas partes dos gráficos da parábola y -x + !0x e da reta y = 4x + 5, com 2 í x ^ 8. Qual a soma das coordenadas do ponto representando a interseção das estradas? a) 20 b) 25 c) 30 d) 35 e) 40

154. (UF-AL) Na figura ao lado tem-se o gráfico da fun­ ção /, de R em R, definida por y = x4 — 2x2. É verdade que: a) esse gráfico é simétrico em relação ao eixo das abscissas. b) f(x) < 0 para - 1 < x < 1. c) f(x) = 0 para x = - 1 ou x = 1. d) f(x) > 0 para x < — ou x > -Jl. -Jl e) o valor máximo d e/o co rre para x = 0. 155. (UF-SE) O gráfico da função do segundo grau definida por y = mx2 - (m - l)x + m intercepta o eixo das abscissas em dois pontos distintos se, e somente se, m satisfizer a condição: a) -1 < m < — 3 b) —1 < m < 0 ou 0 < m < c) m < -1 ou m > — 3 156. (UF-MG) O quadrado da diferença entre o número natural x e 3 é acrescido da soma de 11 e x. O resultado é, então, dividido pelo dobro de x, obtendo-se quociente 8 e resto 20. A soma dos algarismos de * é: a) 3 b) 4 c) 5 d) 2 d ) 3
< m < 0 o u 0 < m < l

e) m < — ou 0 < m < 1 — 3

1 5 7 .( ( jf - S C ) C o n sid ere a eq u ação x 2 + kx + 36 = 0, onde x ’ e x” rep resen tam suas raízes. Para q ue ex ista a

relação — |— — — a) -1 5

_J L
12

, o valor de k na equação deverá ser: c) +12 d) +15 e) +36

b) - 1 0

158. (Unifor-CE) Um professor colocou no quadro-negro uma equação do 2° grau e pediu que os alunos resol­

vessem. Um aluno copiou errado o termo constante da equação e achou as raízes — e - 2 . Outro aluno 3 copiou errado o coeficiente do termo do primeiro grau e achou as raízes 1 e 4. A diferença positiva entre as raízes da equação correta é: a) 5 b) 4 c) 3 d) 2 e) 1

159.(U. E. Londrina-PR) Sabe-se que os números reais a e p são raízes da equação x2 - kx + 6 = 0, na qual k 6 R. A equação do 2°- grau que admite as raízes a + 1 e J3 + I é: a) x2 + (k + 2)x + (k + 7) = 0 b) x2 - (k + 2)x + (k + 7) = 0 c) x2 + (k + 2)x - (k + 7) = 0 d) x2 - (k + l)x + 7 = 0 e) x2 + (k + l)x + 7 = 0

160.(puc-SP) Se x e y são números reais tais que 2x + y = 8, o valor máximo do produto x • y é: a) 24 b) 20 c) 16 d) 12 e) 8

161. (Fund. Carlos Chagas-SP) O conjunto-solução de 1 + 2/(x2 subconjunto de: a) {0 ,2 ,4 } b) { 2 ,3,4} c) { - 1 ,0 ,1 }

4) - l/(x + 2) + 2(x - l)/(x2 - 4) é d) { - 2 ,4 ,2 } e) { - 2 ,4 ,5 }

162.(FGV-SP) A soma das raízes da equação (x2 —2x^f2 + V3") *(x2 ~ X-/F —V3~) = 0 vale: a) 0 b) 2V3" c) 3VT d) 5V6 e) 6V5"

339

TESTES DE VESTIBULARES 163. (Puccamp-SP) Sobre as raízes da equação 3x 3 — 5x 2 — 2x = 0, é verdade que:
a) são todas inteiras. b) a menor delas é —2 . 2 c) a m aior delas é — . 3 d) somente uma delas é irracional. e) somente uma delas é negativa.

164. (Fatec-SP) Sobre as raízes reais da equação x H ------------12 = 0, é verdade que:
x a) uma delas é o dobro da outra. b) têm sinais contrários. c) são maiores que 10 . * - * * + •» d) não são inteiras. e) são inexistentes.

32

165. (Fuvest-SP) As soluções da equação ------- — H ------------ --- ----- f --------- onde a ¥ 0, são: =
x + a a a a ) ------ e — . 2 4 u b) a a ~— e — . 4 4 x —a a 2 (x 2 - a 2) e ) ------ e — . a a c ) --------- e — . 2a 2a jx 1 1 d ) ------ e ------ . ; a 2a

2 (a 4 + l)

,

1

1

,

1

1

166^) (FEI-SP) Uma das raízes da equação x 2 - x - a = 0 é também raiz da equação x 2 + x - (a + 20) = 0. Qual é o valor de a ! a) a = 10 b) a = 20 c) a — —20 d) a — 90 e) a = —9

167. (FEI-SP) A equação x 2 — x + c = 0 possui duas raízes reais r e .y tais que r = 2s. Os valores de r e .v são: a)

~

3

%“ ■
3

b) 2 e 1.

c)

3

e

6

d) ~ 2 e - ! .

e)

6 e 3.

168. (U F -M G ) A diferença dos cubos de dois números naturais consecutivos é 91. Esses números pertencem a: a) {n G N: - 7 n =£ 3 } ' c) {n G N: 7 < n ^ 10} d) {n
ê

b) {n G N : 3 < n í 7 }

N: n > 10}

169. (U F -B A ) .C onsiderando-se os c o n ju n to s A = ( x G N , x < 4 } , B = ( x G 2 x + 3 ~ 7 }, C = {x 6 R, x 2 + 5x + 6 = 0 }, calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s): (01) A U B = A ( 02 ) A n C — { 2 , 3 } (04) A — B = {0, 1, 3} (08) A U C ~ R (16) (B n C) C A (32) C z = t *

Z,

170. (Fatec-SP) Sejam os números reais a, b e c, com a < b < c, as raízes da equação 3 x 3 + x 2 - 2x = 0. É verdade que: a) c — a — -yb) c - b —— c) b — a — — I d) a + b — —~ e) b + c = — 1

171. (Mackenzie-SP) Na função real definida por f(x) = x 2 + 2mx — (m - 2), sabe-se que f(a) = f(b) = 0, onde
a < 1 < b. Então, em U = {—4; —3; —2; — 1; 0; I; 2; 3; 4 }, o número de valores que m pode assumir é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 5 e) 9

172. (U F -A L ) O gráfico da função quadrática definida por f(x ) — 4 x 2 4- 5x + 1 é uma parábola de vértice V e
intercepta o eixo das abscissas nos pontos A e B. A área do triângulo AVB é: a) 27b) 27. 16 c) 2L 32 d) 27. 64 e) _27_ 128

8

173. (Fatec-SP) Considere os polinôm ios P = x 2 + x — 2, Q = x 2 + 4x — 5 e S.
Sabendo-se que P • Q = (x — l )2 • S, conclui-se que o valor de S( —2) é:

340

TESTES DE VESTIBULARES
— 174. (Fuvest-SP) No segmento AC, toma-se um ponto

B de forma que

AB BC BC ------- — 2 -------. Então, o valor de ------- é: AC AB AB

a) - 1
2

b)
2

c) -J5 - 1

d) j í L l I
2

e)

~ 1
3

175. (Fuvest-SP) Sejam x t e x 2 as raízes da equação 10x 2 + 33x — 7 = 0. O número inteiro mais próxim o do número 5X|X 2 + 2 ( x t + x2) é: a) —33 b) - 1 0 c) - 7 d) 10 e) 33 0. Se

^ 1 7 6 j (P uccam p-S P ) Sejam

e x 2 as raízes reais da equação do 2° grau a x 2 + bx + c =

c b — > 0 , ------ < 0 e x, < x 2 , deve-se ter: a a a) 0 < X| < 1 < x2 c) 0 < X] < x2 b) X] < - 1 < 0 < x 2 d) x t < 0 < x 2

e) Xj < x2 < 0

177. (U. F. V içosa-M G ) As medidas da hipotenusa e de um dos catetos de um triângulo retângulo são dadas pelas raízes da equação x 2 — 9x + 20 = 0. A área desse triângulo e: a) 10 b) 6 c) 12 d) 15 e) 20

178. (Mackenzie-SP) A equação (3k -

l) x 2 -

(2k + 3)x + (k - 4) = 0, em x, com k *

admite duas

raízes reais a e h tais que a < I < b. O número de valores inteiros que k pode assumir é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

179. (ETF-RJ) A equação x 2 — (2m — l) x + m(m — 1) = 0 admite raízes reais para: a) m = 0. b) m = 2 . c) m — 3. d) qualquer valor de m. . e) (2m — l )2 — 4m(m — 1) — 0.

( 180/j(Faap-SP) O número de filas de poltronas num auditório é igual ao número de poltronas em cada fila . Se o número de fila s fo r dobrado e se forem removidas 10 poltronas de cada fila , o número de poltronas no auditório aumentará de 300. Quantas filas haverá? a) 30 b) 60 c) 15 d) 25 e) 32

181. (PUC-SP) Um funcionário de certa empresa recebeu 120 documentos para arquivar. Durante a execução da tarefa, fez uma pausa para um café e, nesse instante, percebeu que já havia arquivado ----- ------ do total de (n - 1 ) documentos (n € N — {0, 1}). Observou também que, se tivesse arquivado 9 documentos a menos, a quan­ tidade arquivada corresponderia a ■-- ^

-

do total. A partir do instante da pausa para o café, o número

de documentos que ele ainda deverá arquivar é: a) 92 b) 94 c) 96 d) 98 e) 100

182. (U n ifo r-C E ) De uma região metropolitana de Fortaleza, um grupo de torcedores organizou uma caravana para assistir ao jo g o Ceará x Fortaleza, prevendo que a despesa de R$ 1 056,00 fosse divid id a igualmente entre eles. Entretanto, no dia do jog o , devido à desistência de 4 torcedores, os outros pagaram, cada um, R$ 2,00 a mais que o previsto. O número de torcedores que iria m assistir ao jog o era: a) 88 b) 66 c) 48 d) 33 e) 24

183.\(P U C -SP) A o levantar dados para a realização de um evento, a comissão organizadora observou que, se cada pessoa pagasse R$ 6,00 por sua inscrição, poderia contar com 460 participantes, arrecadando um to ­ tal de R$ 2 760,00. Entretanto, também estimou que, a cada aumento de R$ 1,50 no preço de inscrição, receberia 10 participantes a menos. Considerando tais estimativas, para que a arrecadação seja a m aior possível, o preço unitário da inscrição em tal evento deve ser: a) R$ 15,00 b) R$ 24,50 c) R$ 32,75 d ).R $ 37,50 e) R $ 4 2 ,5 0

341

TESTES DE VESTIBULARES 0 texto abaixo refere-se às questões 184 a 188. Um negociante de motos importadas sabe que o custo de importação e de venda de x motos por ano é C(x) = 56 000 + 3 500x - 0,0 lx2. Sua experiência diz que ele pode vender x = 40 000 - lOp motos a p reais cada moto. (Faap-SP) Sabendo--se que a receita R(x) = p ■x, então: ■
a) R(x) = 4 OOOx ■ j L 10 R(x) = 4x - x2 b)

c) R(x) = 4 000 - x2 d) R(x) = 4 OOOx + 10

e) R(x) = 4x -

— 10

(Faap-SP) Sabendo-■se que o lucro L(x) = R(x) - C(x), então: a) L(x) = b) L(x) = c) L(x) = 99x2 ■ - 3 496x - 56 000 100 9x2 + 500x - 56 000 100 99x2 - 3 500x - 52 000
100
X2 d) L(x) = - í — + 500x - 55 990 100 9x2 - 3 496x - 56 000 e) L(x) = 100

186. (Faap-SP) Quantas motos deve importar para obter lucro máximo? a) 1 756 b) 25 000 c) 7 670 d) 1 942 e) 2 777

187. (Faap-SP) Qual deve ser o preço de venda de cada moto para obter lucro máximo? a) R$ 3 823,50 b) R$ 1 500,00 c) R$ 2 233,00 d) R$ 3 810,00 e) R$ 3 722,30

188. (Faap-SP) Qual é o seu lucro máximo? a) R$ 546 129,75
189.

b) R$ 502 100,00

c) R$ 638 444,31

d) R$ 691 500,50

e) R$ 750 380,37

(Unifor-CE) Dois canos de ferro pesam 45 kg e 30 kg, sendo que o comprimento do segundo tem 2 metros a mais que o do primeiro. Se, por metro, o cano mais leve pesa I kg a menos que o outro, o comprimento do cano mais longo, em metros, é: a) 24 b) 22 c) 20 d) 18 e)' 16

190. (U. E. Londrina-PR) Seja o número XYZ, no qual X é o algarismo das centenas, Y o das dezenas e Z o das unidades. Invertendo-se a ordem dos algarismos obtém-se o número ZYX, que excede XYZ em 198 unida­ des. Se a soma dos três algarismos é 15 e o produto dos algarismos extremos é 8, então o número XYZ está compreendido entre: a) 250 e 300. b) 300 e 350. c) 400 e 450. d) 500 e 550. e) 550 e 600.
■ 5

191. (UF-MG) A diferença entre os quadrados de dois números naturais é 144, e a razão entre eles é — . A soma desses dois números naturais é: a) 16 b) 24 c) 30 d) 34

192. (FCMSC-SP) A diferença entre o cubo de um número real positivo e o seu quádruplo é igual a 45 vezes o seu inverso. O referido número é: a) divisível por 3. b) divisível por 5. c) múltiplo de 4. d) múltiplo de 7. e) múltiplo de 15.

193. (PUC-RJ) A equação x4 - 2b2x2 + 1 = 0 : a) não tem soluções reais se —1 < b < I. b) sempre tem apenas uma solução real. c) tem apenas duas soluções reais se b > 1. d) sempre tem quatro soluções reais. e) tem quatro soluções reais se b = 0.

194. (FEI/Osec-SP) O número de soluções da equação 5x4 + x2 - 3 = 0 é: a) 0 ,b ) I c) 2 d) 3 e) 4

3 42

TESTES DE VESTIBULARES 195. o número de raízes reais da equação 5x4 + x2 - 3 = 0 é: a) 1 b) 2
= 0: c) V {2 } d) V = {()} e) V = {2, - 2 }

c) 3

d) 4

e) 5

196- Em R, resolver x 4 - 3x 2 - 4 a) V = {2, 0 }

b) V = {0, 2 }

197. (Fuvest-SP) O conjunto das soluções, no conjunto R dos números reais, da inequação — - — > x c: x + 1 a) vazio b) R c) (x € R: x < 0} d) {x € IR: x > - J} e ) {x € R: x < — I }

198. (U F -M G ) Seja M o conjunto dos números naturais n tais que 2n 2 — 75n + 700 ^ 0. Assim sendo, é cor­ reto a firm ar que: a) apenas um dos elementos de M é m ú ltip lo de 4. b) apenas dois dos elementos de M são prim os. c) a soma de todos os elementos de M é igual a 79. d) M contém exatamente seis elementos.

199. (FGV-SP) Quantos números inteiros satisfazem a inequação x 2 — lOx < -1 6 ? a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7

200. (ESPM-SP) Na tabela abaixo, vemos que os valores de A e de B estão crescendo conforme percorremos as colunas. Podemos afirm ar que o valor de B supera o valor de A a p a rtir da coluna número:

Coluna

1 Í2

2 (.S 4

3 84 9
c) 19

■ 1ÉM 11 100 16

,

5116

W SSÊÊi

a) 15

b) 17

d) 21 1 é:

e) 23

201. (U C D B -M S ) O conjunto-solução, em R, da inequação x 2 - 2x - 2 a) ] —■», - 1 ] u [3, + ~ [ b) [ - 1 , 3 ] c) [l - J 3 , 1 + V3"] 202. (Unicap-PE) É dada a inequação 2x — x 2 d)

1 - V T ] U [l + V 3“, +°°[

e) { - 1 , 0, 1, 2, 3}

1, onde .* pertence ao conjunto dos números reais.

Classifique como verdadeira ou falsa as afirmações a seguir. 0) A inequação acima é equivalente a x 2 — 2x + 1 2s 0. 1) A igualdade é verificada para dois valores distintos de x. 2) Qualquer que seja o valor de x, real, torna a desigualdade verdadeira. 3) A inequação acima é equivalente a x 2 — 2x - I (). l)2 í 0. 4) O conjunto solução da inequação dada é o mesmo da inequação (x -

1203. ■(U nifo r-C E ) O número de soluções inteiras e não nulas da inequação í —--------— '

U

2)
e) 0

a) 4

b) 3

c) 2

d) 1

204. ,'(u_ E. Londrina-PR ) S e ja /a função de R em R dada por f(x ) = (k 2 - 4)x + 3k, na qual k é uma constante real. S e / é decrescente e seu gráfico intercepta o eixo das abscissas no ponto (1; 0), então um outro ponto do gráfico d e / é:

a) ( - 3 ; 6)

b) ( - 2 ; 9)

c) ( - 1 ; 1 )

d) (2; 3)

e) (0; 6)

343

TESTES DE VESTIBULARES
205. (UF-ES) Se a e b são números reais positivos que satisfazem à relação a — b < 2ab, então: a) b) c) 0 < — < V? + 1 b

d) 0 < — < -J l - 1 ou -J2 + 1 < — < 2 + - j l
b b e) 0< s lo u 2 j2 < - p < 2 + b

42 -

1 < — < 2V2" b b

b

42

1 S -5- < 2 +

42
o co n ju n to dos núm eros in te iro s , M j = {x £ Z; (x / 2 + 1) < (2x + I ) / 3} e

206. (U E -C E ) Sejam Z

M 2 — {x 6 Z; x2 =£ 9 x }. O número de elementos do conjunto M 2 - M ( c: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6

207. (U E -C E ) Sejam Z o conju n to dos números inteiros, I — jx G Z; 0 =£ 2(x + 4 ) /3
(x - 2 )2 =* 4 }. () número de elementos do conjunto 1 ft J é: a) 8 ^ b) 9 c) 10 d) 11

8} e j = {x G Z;

208^ (U. F. Santa Maria-RS) Sendo as funções f: R R definida por f(x ) = x2 - 2x - 3 e g: U -» R definida por g(x) = - x 2 + 4x + 5, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada uma das afirmações a seguir: 1) g(x) > f(x ) para lodo x G | — 1, 5| 2) f(x ) ^ g(x) para todo x G | - ° ° , - 1J U [4, + °°\ 3) Kx) = g(x) para x G { - 1 , 3, 5} A seqüência correta e: a) F — V — F b) F — V — V c) F — F — V d) V — V — F e) V — F — V

209. (PU C -M G ) O conjunto dos valores de x para os quais os pontos do gráfico de f(x ) = x 3 - 4 x2 - 5x estão
acima do eixo das abscissas c: a) {x e R I x < - I ou 0 < x < 5} b) {x e R I - 1 < x < 0 ou x > 5 } c) {x e R | — I < x < 5} d) {x e R I x < - 1 ou x > 5} V x 2 — 6x + 8 é: d) D = {x 6 R; x < 2 ou x 3= 4}
t)

21(1. (U F -A M ) O domínio da função f(x ) = a) D = {< £ R; x « 2 ou x ? 4 )
b)

D

=

(x

e

R;

X <

2 ou

X >

4}

D

=

( i G R ; i í 2 ou x

4}

c) D = {x E R; x í

2 ou x > 4} - mx + m)

211. (Mackenzie-SP) Se I /

Jé um número real, V
c) 3

x G R, então a diferença entre o maior e o

menor valor inteiro que m pode assumir é: a) I

b) 2

d) 4

e) 5

212. (U . F. Santa Maria-RS) Seja f: A -> R x — y — l / ( 2 x + I) + ,/(2 + 3x — 2 x2) , onde A C R. > Então, o domínio da função f é : a) R

H }
■ ]

c ) R - f | . 2 }

e )

] - ,- ! [ u [ 2 ,<

»

■»

344

TESTES DE VESTIBULARES

, 213. , (Cefet-M G) O domínio da função f(x)
a) {x G R | - 2 < x í c) {x G R | x í - 1 ou x > 3 }

x+ 1 6 + x —x
d) {x 6 R | - 1 *£ x < 3} e) (x G R | x < - 2 ou - 1 í x < 3}

b) {x G R | x < - 3 ou — 1 =£ x < 2 } - 2 o u x ^ 3}

__ 4.) (ITA-SP) O conjunto de todos os valores de m para os quais a função x 2 + (2m + 3) x + ím 2 + 3) . ■ ■ —-= - está definida e é não-negativa para todo x real é:
J x 2 + (2 m + l ) x 4- ( m 2 + 2)

f(x ) =

.-[H
a) x < —2 ou x > 3 b) —2 < x < 3 c) x > - 2 e x ¥ 3 =

«M -H «M i]
d) x < 3 e x

215. (U . E. L o n d rina -P R ) Para todo x real, uma função / do 2” grau pode ser escrita na fo rm a fatorada f(x) = a • (x — X]) • (x — x2), na qual a é uma constante real não nula e i | , ^ são as raízes de'/. Se uma função /, do 21 grau, admite as raízes —2 e 3 e seu gráfico contém o ponto ( — 1; 8), então f(x ) > 0 se, e somente se: *

-2

e) x + - 2 e x = 3 v £

__2^-216. (U . E. Londrina-PR) Seja x um número real.estritamente positivo. Sejam as fu n ç õ e s /e g tais q u e /asso cia a cada * o comprimento da circunferência de raio x centrímetros e g associa a cada x a área do círculo de raio x centrímetros. Nessas condições, é verdade que: a) f(x ) > g(x) para 0 < x < 2 . b) f(x ) = g (x) para x = 4. c) g(x) > f(x ) para 0 < x < l. 217. (UF-RS) Considerando a função linear f(x) = —2x e a função quadrática g(x) = —x “ + 4, para quais va­ lores de x a função g satisfaz as relações g(x) f(x ) e g(x) > 1 ? a) b) c) — «fô < x ^ I — V5* d) e) d) f(x ) > g(x) para x > 10 . e) f(x ) > g(x) para qualquer valor de

1 - V5~ ^ x < V3"
— V3" < x

— V3~ < x < V3" I - V T =£ x =£ 1 + V5"

1 — -y[5 ou V3~ < x ^

1 + V5~

!^21S. ^(U nirio-R J) A diferença entre o com prim ento jc e a largura y de um retângulo é de 2 cm. Se a sua área é menor ou igual a 24 cm‘ , então o valor de x, em cm, será: a ) 0 < x < 6 b) 0 < x í 4 c) 2 < x í

6

d ) 2 < x < 6

e) 2 < x = 4 £

219. (Mackenzie-SP) Sabe-se que o quadrado de um número natural k é m aior do que o seu trip lo e que o quíntuplo desse número k é maior do que o seu quadrado. Dessa form a, k ' — k vale: a) 10 b) 12 c) 6 d) 20 e) 8 + ^ j (16x2 — 25) =s 0

220. (PUC-PR) Os valores de x que satisfazem à desigualdade (2x 3 - 4 x 2 + 2x) estão contidos no intervalo: a)

jx \xe R I

4

«

l í

-

1 4 J

d)

I x e R j x s - — ou 0 l 4

" " 4

5

b) {xx e R || 0 S x S I ) ( € R c) jx e R | x =£ — ou 0 = x 6 ] | £

e)

51 , 5 -j x e R | x s - — e— e 1 *£ x — 5 4 4

3 45

TE STES DE V E S T IB U L A R E S

f 22l\

(U C D B -M S ) A representação na reta do conjunto-solução da inequação (3x — 2)(x + 4) < 3x + 2, é: d)

-1

10 3 r

10

2

b)

10 3

1

10
r

x —2 222. (C efet-M G ) A solução da inequação —5— ^ a) x < 1. b) x > 3. c) 1 < x < 3.

< ®é e) I < x < 2 ou 2 < x < 3.

d) x < 1 ou 2 < x < 3.

223.)(UF-SE) Na figura ao lado têm-se os gráficos das fu n çõ es/e g. Se A e B são os conjuntos soluções, em R, das inequações f(x ) ; , ^ 0 e f(x ) *£ g(x), então A n B é o conjunto: g(x ) a) 1 - 2 , - 1 [ U [2 ,3 ]

b) [ - 3 , —1[ U [2, + ~ [ c) [ - 2 ,0 ] d) [ - 1 , 2]
e) ]0, 2]

2 2 4 .)(U F -P I) O conjunto solução da inequação [ ( - x 2 + x — 20)3]/[x 2(x a) ( 1 , ~ ) b ) ( - ~ , -1] c ) ( - ~ , 1)

l ) 5] < 0 é o intervalo: e) (-<*>, 0)

d)[0,~)

Função modular
(U . F. Santa M aria-RS) Considere a função f: R — R definida por > f(x ) = 2x, se x e Q; f(x ) = x2 - 1, se x € Q. O valor de f(7i) + f( - J 2 ) - f( 1) é: a)

n2 +

-2

b)

2 ji + 2-^2 - 2

c) k 2 — 2

d) 2 tc + 1

e) 2 ^ 2 - K + 1

2^6. (U . E. Londrina-PR) S e ja /a função de R em R, definida por - x - 1 se x «s — 1 f ( X) = • ~ x 2 -l- Is e — 1 < x < x - 1 se x 3= 1 O conjunto imagem d e / é o intervalo: a) ]-o o , - 1 ] b) I — , i]
c) [0, + oo[ d) [1, + - [ e) [-1 , i]

1.

3 46

TESTES DE VESTIBULARES
227. (Faap-SP) Analistas de produção verificaram que numa determinada montadora, o número de peças produ­ zidas nas prim eiras t horas diárias de trabalho é dado por: 50(t2 + t), para 0 í t í f(t)

4

200(t + 1), para 4 *£ t *£ 8

O número de peças produzidas na quarta hora de trabalho é: a) 1 000 b) 800 c) 200 d) 400 e) 600

228./' (U E-RJ) Uma panela, contendo um bloco de gelo a —40 °C, é colocada sobre a chama de um fogão. A evolução da temperatura T, em graus Celsius, ao longo do tempo x, em minutos, é descrita pela seguinte função real: T (x ) - 20x - 40, se 0 ^ x < 2; T (x ) = 0, se 2 T (x ) = lOx x *£ 10; 100, se 10 < x ^ 20;

T (x ) = 100, se 20 < x *£ 40. O tempo necessário para que a temperatura da água atinja 50 °C, em minutos, eqüivale a: a) 4,5 b) 9,0 e) 15,0 d) 30,0

>(U F-R N ) Num supermercado, um cartaz anuncia a seguinte promoção:

Frango congelado R$ 1,00 (o quilo) Na com pra igual a ou acima de 5 kg e abaixo de 10 kg, 10% de desconto sobre o valor total. Na com pra igual a ou acima de 10 kg, 15% de desconto sobre o valor total.
Assinale a opção cujo gráfico m elhor representa o valor a ser pago (em reais), expresso no eixo Oy, em função da quantidade comprada (em q uilos), expressa no eixo Ox.

230. (U F-ES) O gráfico ao lado representa a função:
a) f(x ) = ||x| b) f(x ) = jx d) f(x ) = |x -

1| 1 | + |x + l| - 2 1| 2

c) f(x ) = 11x| + 2| - 3 e) f(x ) = 11x| + lj -

347

TESTES DE VESTIBULARES
1.) (Mackenzie-SP) Assinale a alternativa, na figura adiante, que expressa a m elhor representação gráfica da função real definida a seguir:

1-x -

, se x 2 < 1

1 - Ix
3 - |x|, se x 2

2 m \ (Mackenzie-SP) Seja a função real definida por f(x ) = (2 x 2 - |x|)/x, x ^ 0. Então, a m elhor representação '
gráfica da função f ( l - x) é: a)
f(1 - x )

b) 1 2 0

.f(1 -x ) r.
X

d) /

,f(1 - x )

y t

*x

---------- 0 1 2

348

o J Y s

TESTES DE VESTIBULARES
I, se 0 í x í 2

fih. \(Unifesp-SP) Considere a função f(x)

- 2 , se - 2 *£ x < 0 '

A função g (x) = |f(x)| — 1 terá o seguinte gráfico:

c)

2 x

2 x

234. (U. R Lavras-M G ) O gráfico da expressão |x| + |y| = 4 é dado por:

m elhor representa |g(x)|.

TESTES DE VESTIBULARES
236. (Fuvest-SP) O módulo |x| de um número real x é definido por |x| = x, se x ^ 0, e |x| = —x, se x < 0. Das alternativas a seguir, a que melhor representa o gráfico da função f(x ) = x • |x| - 2 x + 2 é: e)

então a melhor representação gráfica de y = f(|x|) é: a)
y

c)

-i

y ►----- -----4 ,

e)

y --------- >------ ------ 4

2 0
-3

2

2

3

x

-3

0
-3

3

x

-3

0
-3

3

x

d)

0
" -3 238. (Mackenzie-SP) Na figura 1, temos o esboço do gráfico de uma fu n ç ã o /, de R em R. O m elhor esboço gráfico da função g(x) = f(|x |) é:

3 50

TESTES DE VESTIBULARES

239. (UF-RS) Para - 1 < x <

- j , o gráfico da função y = |x + l| + |2x -

1| coincide com o gráfico da

função y = ax + b. Os valores de a e b são, respectivamente: a) — 1 e —\ b) 2 e — 1 c) — 1 e 2 d) — e —1 {x G Z | x2 í e) e 1

240. (UFF-RJ) Com relação aos conjuntos P = {x G Z | |x| =£ V t" } e Q I) (I) III) IV ) P Q P P U C n Q - P P = {()} Q Q - Q

0,333...} afirma-se:

Somente são verdadeiras as afirmativas: a) I e I b) I e IV. c) I I e III. d) II e IV. e) III e IV. e |y| =£

241. (U F-R N ) Considere a região S dos pontos (x, y) do pJano cartesiano tais que |x| A área de S c igual a: a) I u.a. b) 2 u.a. c)

2-^2 u.a.

d)

42 u.a.

u.a. = unidade de área 242. (U F -R S ) O lug a r g eo m é trico dos pontos do plano cartesiano que satisfazem sim ultaneam ente as inequações |x + 2\ 1 e |y - 3| 1 é a região sombreada do gráfico:

351

TESTES DE VESTIBULARES
244. (PU C -M G ) Considere os conjuntos A = {x 6 Z | |x + í | < 5 } e B = {x E Z | jxj > 3 }. O número de elementos do conjunto A f l B é : a) 2 b) 4 c) 8 d) 9 e) 11

245. (PUC-RJ) Assinale a afirm ativa correta. A inequação —|x| < x: a) nunca c satisfeita. b) c satisfeita em x = 0 . c) c satisfeita para x negativo. 246. (U F -P I) O conjunto solução da inequação |x 2 - 4x + 3| < 3 é: a) {x E R tal que 1 < x < 2 } b) {x E R tal que 1 < x < 3 } c) { x 6 R tal que - 1 < x < 3} 247. (Unicap-PE) Considere a inequação do segundo grau x" + 6 x + 8 2? 0, com x real. Então, julgue os itens a seguir: 0) O conjunto solução é S = {x E R; x < —4}. 1) O conjunto solução é S = {x € R; x =£ —4 } U {x E R; x 2* —2}. 2) O conjunto solução S é vazio. 3) Os elementos do conjunto I = {x 6 R; —4 < x < —2 } satisfazem à desigualdade x~ + 6 x + 8 0, 4) Para alguns reais x, ó verdade que se tem |x“ + 6x + 8 | < 0, onde as barras significam valor absoluto. (248. V P U C -R J) O conjunto dos números reais x tais que jx — 2| < |x — 5| é: d) {x E R tal que 1 < x < 4 } e) {x E R tal que 0 < x < 4} d) é satisfeita para x positivo. e) c sempre satisfeita.

t

a) vazio. b) finito. 7 c) o conjunto de todos os números reais menores que — . d) o conjunto de todos os números reais entre 2 e 5. e) o conjunto de todos os números reais.

249. (U F -M G ) Quantos números inteiros satisfazem a desigualdade a) 8 b) 11 c) 9

| n - 201 * „
ln —2 | d) 10

250. (1TA-SP) Sc 1: |(), 1| -» R c tal que, V x e ]0, l[ , |l'(x)| < y

e f(x) =

+ f [ Xt

' ) |■ então a

desigualdade válida para qualquer n = 1, 2, 3, ... e 0 < x < I é:

a) |f(x,| + ( ^ ) < T

h ('2^) ^ >
<) =

e lf<)l < ( 2^ > X

251. (U F -P I) S e ja /u m a função real de variável real dada por f(x ) = |x — 3| + 5x. Podemos a firm ar correta­ mente que: a) f é uma função par. d) f é uma.função decrescente. e) /( x ) 2* 0 para todo número real x.

b) f é uma função ímpar.
c) f é uma função crescente.

3 52

TESTES DE VESTIBULARES

M
252.} (PUC-RS) O domínio da função real / definida por f(x) — ------- é:
a) R * b) R+ c) [ I ; + ~ ) d) (1; + ~ ) e) (0; +««)

( 253) (ITA-SP) Os valores de x G R, para os quais a função real dada por f(x) = ^ 5 - [|2x - 1 —6| está d efini| . : da, form am o conjunto: a) [0, II b) 1 - 5 , 6] c) [ - 5 , 0] U 11, ~ ) d) ( - = 0, 0] U 11, 6] — |x — 2| é: e) (y E R | y 5 2 ) e) [ - 5 , 0] U [1, 6 ]

254. (FEI-SP) O conjunto imagem da função f: R — R, definida por f(x ) = 1 > a) {y 6 R I y =s I } b) (y G R | y 1} c) {y E R j y > 0 } d) {y G R | y =s 2}

255. (Cesgranrio-RJ) O conjunto imagem da função f(x ) = |x2 - 4x + 8j + 1 é o intervalo: a) [5, + H b) |4, + H c) [3, + ~ 1 d) 11, + ~ [ e) |0, + ~ |

25í>. (U E-C E) Seja W = {x €; R; |3x + 1 = |x — 2 |}. A soma dos elementos de W é: 1 a) - t 5 b) 3 c) 1 T 7 d) T

257. (U . F. U berlândia-M G ) Considere os números reais x que satisfazem a equação |x |2 + |x| — 12 = 0. Podese a firm ar que: a) existe um único número real que satisfaz a equação.

b) o produto desses números reai.s x é igual a —9. c) a soma desses números reais x é igual a 1 . d) o produto desses números reais x é igual a I 2 2. 258. (UF-P1) A soma das raízes da equação |x |2 + 2|x| a) 0 b) - 2 c) - 4 d) 6 15 = 0 é: e) 2

259. (U F -M C ) Considere a equação (x 2 — 14x + 38)2 = 112. O número de raízes reais distintas dessa equação é: a) I b) 2 c) 3 d) 4

(^2Mh) (C efet-M G ) O número de soluções reais da equação ||x 2 - 2| — 4| = 2 é: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 8

261. (U E-CE) Se f(x ) = ^ ” 2” J — 2 então as raízes irracionais da equação |f(x) — 6| = 8 são: a) b) 2V 2 ~e-2 V 2 ~ c) d) 4 V 2 ~ e-4 V 2 ~ 5t/2~ c - 5 ^ 2

3 V 2" e —3V 2 "

í 2 6 2 .\u F - G O ) Seja R o co n ju n to dos números reais. C onsidere a fun çã o f: R — R, d e fin id a por > '/i A ‘(x) = |1 - |x||. Julgue os itens a seguir: a) f( 4) = 5.

b) o valor m ínim o d e / é zero. c) / é crescente para x no intervalo [0, 11 . d) a equação f(x ) = 1 possui três soluções reais distintas.

353

TESTES DE VESTIBULARES

Outras funções elem entares
\ 263./ (PUC-RJ) A função [1/(1 + x2) ] - (1/2): a) é sempre positiva. b) nunca assume o valor — 2 c) apresenta gráfico que não intercepta o eixo dos x. d) é sempre crescente. e) assume todos os valores reais.

j(Mackenzie-SP) A figura ao lado mostra o gráfico da função real definida ;por f(x ) = (ax + b)/(x + c), com a, b e c números reais. Então f(a + b + c) vale: a) 1 b) 2 c) 4 d) 5 e) 6

^ 265.; (Fuvest-SP) A figura ao lado representa o gráfico de uma função da forma x + a bx + c a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2 , para —1 x *£ 3.

Pode-se concluir que o valor de b c:

266. (Puccamp-SP) Aõ lado vê-se parte de um gráfico que mos­ tra o valor y a ser pago (em reais), pelo uso de um estacio­ namento por um período de x horas. Suponha que o padrão observado no gráfico não se altere quando * cresce. Nessas condições, uma pessoa que esta­ cionar o seu carro das 22 horas de certo dia até as 8 horas e 30 minutos do dia seguinte deverá pagar: a) R$ 12,50 b) R$ 14,00 c) R$ 15,50 d) R$ 17,00 e) R$ 18,50

y(reais)

x (horas)

O texto abaixo refere-se às questões 267 a 271.
Durante um programa nacional de imunização contra uma form a virulenta de gripe, representantes do M in isté rio da Saúde constataram que o custo de vacinação de x por cento da população era de, aproxim a­ damente, f(x ) = (150x)/(200 — x) milhões de reais.

354

TESTES DE VESTIBULARES
267. (Faap-SP) O dom ínio da função f é : a) todo número real x. b) todo número real x, exceto os positivos. c) todo número real x, exceto os negativos. 268. (Faap-SP) Para que valores de x, no contexto do problema, f(x ) tem interpretação prática? a) 0 =£ x < 200 b) 0 ^ x ^ 200 c) 0 ^ x ^ 100 d) 0 < x < 100 e) 100 < x < 200 d) todo número real x, exceto x = 200 . e) todo número real x, exceto x 2* 200 .

269. (Faap-SP) Qual é a porcentagem vacinada da população, ao terem gasto 37,5 milhões de reais? a) 30 b) 35 c) 40 d) 45 e) 50

270. (Faap-SP) Qual fo i o custo (em milhões de reais) para que a população inteira fosse vacinada? a) 100 b) 150 c) 200 d) 250 e) 300

271. (Faap-SP) Qual fo i o custo (em milhões de reais) para que os prim eiros 50 por cento da população fossem vacinados? a) 10 b) 15 c) 25 d) 35 e) 50

Função com posta/função inversa
í 272, (Macken/je-SP) Na figura ao lado temos os esboços dos gráficos das fu n çõ es/e g.
^ ^ A soma f(g( I )) + g ( f( - 0 ) é igual a: a) b) 0 c) 1 d) 2 e) 3

(Cesgranrio-RJ) Com a função f(x ), representada no gráfico ao lado, e com a função g(x), obtém-se a composta g (f(x )) = x. A expressão algébrica que de­ fine g (x) 6: a) b) c , J

4
) x 4

J_
4

d) e)

}

+ -J-

4

+ 1

1 ----4

1

■274. (P U C -M G ) Com base no gráfico da função y = f(x ), o valor de f( f( f( 1 ))) é: a) b) -

« i
e) 5

355

TESTES DE VESTIBULARES
275. (PUC-SP) S e ja m /e g funções de R em R definidas por f(x ) gráfico da função dada por g (f(x )), é correto afirm ar que: a) tangencia o eixo das abscissas. b) não intercepta o eixo das abscissas. c) contém o ponto ( —2 ; 0 ). d) tem concavidade voltada para cima. e) intercepta o eixo das ordenadas no ponto ( 0 ; — I). 27í>. (PUC-PR) Seja y = f(x ) uma função definida no intervalo [ —3; 6 ] conforme indicado no gráfico. Desse modo, o valor de f(f(2 )) c: a) 3 b) 0 c) - 3

x + 1 e g(x) = 1 — x . Relativamente ao

e) I

27X (U. E. Londrina-PR) Com respeito à função f: R — R, > * cujo gráfico está representado ao lado, c correto afirmar: a) ( f o f ) ( - 2 ) I

b) ( f o f ) ( - l ) = 2 c) ( f o f ) ( - 2 ) = - I d) ( f o f ) ( - 1) = 0 e) f( —2 ) = I

278. (U F -M G ) Observe as figuras.

Nessas figuras, estão representados os gráficos das funções y = f(x ) e y = g(x), definidas no intervalo |0, 1]. O gráfico de y ' g(x) é formado por segmentos de reta. Assinale a única afirm ativa falsa em relação a essa situação. a) g (f(x )) = f(x ) para todo x e [0,2; 0,5] b) g(f(0,5)) 3= g (f(x )) para todo x e [0, c) g (f( 0 , 1 )) > g (f( 0 ,2 )) d) g (f( 0 , 8)) > g(f( 1 ))

1 1

356

TESTES DE VESTIBULARES
279. (Vunesp-SP) Na figura estão representa­ dos os gráficos de uma função polinom iai g, e da função f(x ) = x. A partir da figura pode-se determinar que (g ( 6))2 — g(g( 6 )) vale aproximadamente: a) - 2 b) 4 c) 0 d) - 1 e) I

(2X0. (U l'-P E ) Quais das ilustrações abaixo podem representar os gráficos de funções / , g e g o f?

d)
gof

Observação: Bm (a), (b) e (r ), o gráfico de g c a bisse tri/ do prim e iro quadrante. 281. (Macken/.ie-SP) No esquema ao la d o , / e g são funções, respectivamente, de A em B e de B em C. Então: a) g(x) = 6x + 5 b) f(x ) = 6 x + 5 c) g(x) = 3x + 2 d) f(x ) = 8 x -h 6 e) g(x) = — - —

í\

x~ 1

3 57

TESTES DE VESTIBULARES
, 2 8 2 / (U F -A L ) S e ja m /e g as funções de R em R definidas por f(x ) = 3x — 1 e g(x) = 2x + 3. Classifique como ' verdadeiro ou falso os itens a seguir. a) f(g ( 2 )) = 20 d) ^ ( y ) } = _L

2

b) g (f(

I)) = 5

e)

f(g (V 3 ")J = 3 ( a/3") - 1

c) g (g( 0)) = 0 , 283. (U F-ES) Para x G R, defina f(x ) = —x e g(x) = Considere as seguintes afirmações: I) f(g (x)) = ~ g (x ) para todo x. II) g(x) 5* f(x ) para todo x. III) g(g(x)) = g(x) para todo x. IV ) í 1 , se x > 0 < [ 0, s e x í 0

= S(x) Para todo x > 0.

Quantas delas são verdadeiras? a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) nenhuma

(^284. ’ (U F-P I) S e ja m /e g funções de R em R definidas por f(x ) = x 2 e g(x) • tamente que: a) f o g = g o f b) f(x ) 5* g(x) V x G R c) g(x) = ( f( x ))2 V X e R d) g(x) 3= f(x ) V x S R e) f(x ) = g(x) V x G R, x > 0 285. (ESPM-SP) O gráfico ao lado é uma parábola que representa a função quadrática g(x) = ax 2 + bx + c. O valor de g(g( 6)) é: a) 50 b) 60 c) 70 d) 80 e) 90

x|. Então podemos a firm ar corre-

286. (PUC-PR) Se f(x) = — '— , então f(f(f(2 ))) é igual a: 1 —x a) - 1 c) 1 b) 0 d) —

e) 2

2

287. (U n ifo r-C E ) Sejam / e g funções de R em R definidas por f(x ) = 2x seguintes pertence ao gráfico da função g o f? a) (1; - 3 ) c) ( — 1; 9)

1 e g(x) = 1 - 2x. Qual dos pontos

e) (1; - D

b) ( - 1 ; 5)

d) í y ; -1

358

TESTES DE VESTIBULARES
288. (U.E. Londrina-PR) S e ja m /e g funções tais que, para qualquer nú­ mero real a-, f(x ) = x 2 e g(x) = f(x + a) — a2. O gráfico de g é uma parábola, conforme a figura ao lado. Então, o valor de a é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

289. (PU C -M G ) Considere a função f: R — R definida por f(x) > O valor da expressão f[f( — 1)] - f|f(3 )J é: a) 5 b) 6 c) 7

2 + x, se x < 0 2 — x2, x 5= 0

d) 8

290. (U E-C E) S e ja m /e g funções de R em R tais que f(x ) = 3x — 2 e g(x) = —2x + I. Se f(g(m ~ 1)) — I = 3m — g(f(m + I)), então f(m ) + g(m ) é igual a: a)

b -t )
b) 2 c) 3

«7
d) 4

291. (U F -M G ) Para um número real fix o a , a função f(x ) = a x — 2 é tal que f( f( 1)) = —3. O valor de a é:
a) 1

292. (U F -M G ) Para a função f(x ) = 5x + 3 e um número b , tem-se f(f(b )) = —2. O valor de b é: a) - 1

- f

25

-)
- 5x e g(x) = 2x + 3. As e) I e 4. 1, então o dom ínio da

293. (U. F. Viçosa-M G ) Considere as funções reais f e g definidas por f(x ) = x soluções da equação |f(x ) - f ( g ( 2 )) ]/g (f( 2 )) — 2 são: a) 2 e 4. ' b) 2 e 3. c) 1 e 5. d) I e 2.

294. (U F -A M ) Dado q u e / é definida por f(x) = Vx" e g é definida por g(x) = x 2 função composta f(g (x )) é: a) ( - « , - 1 ] U [1, +oo) b) ( - « , + 00) c) [0, + ~ ) d) ( - 1 , l) e) ( - « , 0 ]

' 295. )(ITA-SP) Se Q e I representam, respectivamente, o conjunto dos números racionais e o conjunto dos núv. meros irracionais, considere as funções f, g: R — R definidas por » fW = í 0, se x G Q { I , se x G I I, se x 6 Q [ 0 , se x € I ‘

g(x)

Seja J a imagem da função composta f o g: R — R. > Podemos afirm ar que: a) J = R b) J = Q c) J = {0 } d) J = { I } e) J = {0, 1}

296^ (ITA-SP) Sejam as funções f: R — R e g: A C R — R, tais que f(x ) = x 2 — 9 e ( f o g) (x) = x — 6 , em > > seus respectivos domínios. Então, o dom ínio A da função g é: a) [ - 3 , +<*>[ b) R c) [ - 5 , + - [ d) ]-o o , —1[ u [3, +°o[ e) ] - ° ° , V é"[

3 59

TESTES DE VESTIBULARES
297. (U . F. Viçosa-M G ) Sejam as funções re a is /e g dadas por f(x) — Vx~ e g(x) = 4 /[3 (x — 1) + 8/[3(x + 2)]. O dom ínio da função composta f O g é : a) {x 6 R | - 2 *£ x c) {x 6 R | x í 0 ou x 3* 1} x í d) {x G R | x 3= 0} e) {x £ R | —2 < x < 0 ou x 5: 1}

b) {x G R | - 2 < x sí 0 ou x > 1}

- 2 ou O í

1}
3x — , 6 correto a firm ar que:

298. (U . F. Viçosa-M G) Dada a função re a l/'d e fin id a por f(x) = a) o dom ínio d e /c o n s is te dos números diferentes de I. b) a imagem d e /c o n s is te dos números diferentes de 3. c) o ponto (3, 9) pertence ao gráfico d e /.

d) a inclinação da corda pelos pontos ( 2 , f( 2 )) e ( 0 , f(())) mede 2 . e) a função composta f o f é dada por f(f(x)) = ^+

9 x

.

299. (U n ifo r-C E ) Se as fu n ç õ e s /e g, de IR em R, são tais que f(x ) = 2x + 3 e f(g (x )) = 4* — 3, então g é igual a: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2

300.' (U. F. Santa M aria-RS) Considere a função f: R em R tal que f(x - 4) = x 2 + 4. Assim, f(2 x ) c uma fun­ ção polinom ial de grau ^ cujas raízes têm por soma — ± ____ e por p ro d u to ------ ± -----Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. a) 2; - 4 ; 5 b) 2; 4; 5 c) 2; - 8 ; 20 d) 2; 8 ; 20 e) 4; 0; 4

301. (ITA-SP) Sejam f, g: R -» R funções tais que g(x) — 1 — x e f(x ) + 2f(2 — x) = (x — I ) 3, para lodo x € R. Então f|g (x )| é igual a: a) (x I )3 b) (I - x )3 c) x 3 d) x e) 2 - x

302. (Mackenzie-SP) As funções / e g são tais que f(g (x )) = x 2 - 6 x + 8 e f(x — 3) = x + 5. Se g(k) c o menor possível, então k vale: a) () b) I c) 2 d) 3 e) 4

303. (Mackenzie-SP) Se f(x ) = mx + n e f(f(x )) = 4x + 9, a soma dos possíveis valores de n c: a) 6 b) - 6 c) 12 d) - 1 2 e) - 1 8

304. (P U C -M G ) Duas fu n ç õ e s ,/e g, são tais que f(x ) = 3x — 1 e f[g (x )] = 2 — 6 x. Nessas condições, o valor de g ( - 1 ) c: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 1 e f(g (x )) = x 2 — 1, enlão g(x)

305. (U. E, Londrina-PR) S c / e g são funções de R em R tais que f(x ) = 2x -

6 igual a:
a) 2 x 2 + 1 b) — —I
2

c)

——
2

d) x + I

e)

x+
2

306. (U . F. Viçosa-M G) S e / e g são funções reais tais que f(x ) = 2x - 2 e f(g (x )) = x + 2, para todo x 6 R, então g (f( 2 )) 6 igual a: a) 4 b) I c) 0 d) 2 e) 3

307. (Mackenzie-SP) Se f(x ) = 3x - 2 e g [f(x )j = f ^ a) 1 b) 3 c) 5

+ 2^ são funções reais, então g(7) vale: d) 7 e) 9

308. (Mackenzie-SP) Sejam as funções reais definidas por f(x ) = 2x + 5 e f[g (x )l = x. Então g(7) vale: a) 0 b) I c) 2 d) 3 e) 4

360

TESTES DE VESTIBULARES
309. (ITA-SP) Considere as funções r e a is /e g definidas por f(x ) = (1 + 2 x )/(l — x 2), x € IR — { —1, I } , e

g(x) = x/(! + 2x), x e R - | — i - | .
O m aior subconjunto de R onde pode ser definida a composta f o g, tal que ( f o g)(x) < 0, é:

_ J _ __I_ - T |ü 11u
3 2 3 ’ 4 4 L

d) ] 1 , ~ [

-L [

-Li

c) | - 2 , - l | d) 1 - 1 , II

H

310. (IT A -S P ) Considere as funções / e g definidas por f(x) - x ------- , para x ^ O e g(x) x ^ — 1 . O conjunto de todas as soluções da inequação (g o f) (x) < g(x) é: a) M, +oo| b) I - - , —2 [ 311. (ITA-SP) Sejam f, g, h: R Considere as afirmações: e) | - 2 ,

x + I
+oo|

para

U u 11,

R funções tais que a função composta h o g o f: R — R c a função identidade. »

I) A função h c sobrejetora. II) Se x0 e R c tal que f(x 0) = 0, então f(x ) = 0, para todo x G R com x # x0. £ I l l ) A equação h(x) = 0 tem solução em R. Então: a) Apenas a afirmação I c verdadeira. b) Apenas a afirmação II c verdadeira. c) Apenas a afirmação III é verdadeira. d) Todas as afirmações são verdadeiras. e) Todas as afirmações são lalsas. 3l2?'í(U F-R N ) Sejam E o conjunto formado por todas as escolas de ensino médio de Natal e P o conjunto fo r­ mado pelos números que representam a quantidade de professores de cada escola do conjunto E. Se f: E — P c a função que a cada escola de E associa seu número de professores, então: » a) / não pode ser uma função bijetora. b) / não pode ser uma função injetora. c) f é uma função sobrejetora. d) / c necessariamente uma função injetora. 313. (U FF-R J) Considere as fu n çõ e s/, g e /í, todas definidas em |m, n] com imagens em |p, q] representadas através dos gráficos a seguir:

Pode-se a firm ar que: a) f é bijetiva, g c sobrejetiva e h não é injetiva. c) / não é injetiva, g é bijetiva e / i c injetiva. d) f é injetiva, g é não sobrejetiva e / i é bijetiva.

b) f é sobrejetiva, g é injetiva e h não é sobrejetiva. e) f é sobrejetiva, g não é injetiva e / i é sobrejetiva.

361

TESTES DE VESTIBULARES
314. (UF-CE) Sejam a, b, c e d números reais com a + b e c + d. Suponha que f: [a, b] — [c, d] é uma função > estritamente crescente (isto é, x, < x2 < >l í x , ) > f(x2)) e sobrejetiva. Então podemos afirmar corretamente que: = a) f[(a + b )/ 2 ] = (c + d )/2 b) f(a ) = c e f(b ) = d c) f(a) + f(b ) e [c, d] d) f(b ) - f(a) e [c, d] e) |f(a)| < |f(b)|

315. (Puccamp-SP) S e ja /a função de R em R, dada pelo gráfico ao lado. É correto a firm ar que: a) f é sobrejetora e não injetora. b) f é bijetora.

c) f(x ) = f ( —x) para todo x real.
d) f(x ) > 0 para todo x real. e) o conjunto imagem d e / é j -

;2],

316. (ITA-SP) Seja f: R -> R definida por f(x )

3x + 3, x : ; o x z + 4x + 3, x > 0

, então:

a) f é bijetora e ( f o f) ( ~ 1j | = f 3 b) f é bijetora e ( f o f) ^

‘ ( 21 ).

d) f é injetora mas não é sobrejetora.

2

= f~'(99).

e) f é bijetora e ( f o f) ^

= f “ '(3).

c) f é sobrejetora mas não é injetora. í 4x, se 0 =£ x < 1 317. (Unioeste-PR) Considerando a fu n çã o /, dada por f(x) = 4 x 2 - 7x + 10, se 1 ^ x ^ 6 , [ —4x + 28, se 6 < x ^ 7 determine a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s). ( 0 1 ) o domínio de f(x ) é o conjunto dos números reais. ( 02 ) o conjunto imagem de / é (04) a fu n ç ã o /é bijetora.

[-M

7 (08) o valor m ínim o da função é obtido quando x — —. (16) f ( l ) - f ( 6 ). (32) f f

'2

14

-3 (64) para todo jt, pertencente ao dom ínio da função, f(x ) é m aior ou igual a zero. 318. (Unifesp-SP) Seja f: Z — Z uma função crescente e sobrejetora, onde > Sabendo-se que f(2 ) = —4, uma das possibilidades para f(n ) é: a) f(n ) = 2(n - 4) b) f(n ) = n — 6 c) f(n ) = —n - 2 d) f(n ) - n

J)

9'

Z

é o conjunto dos números inteiros.

e) f(n ) =

319. (UF-SC) Considere a função f: R -» R dada por f(x ) = |2x + 5|. Determine a soma dos números associados à(s) proposição(ões) correta(s).

(01) f é injetora.
( 02 ) O valor m ínimo assumido por f é zero. (04) O gráfico d e /in te rc e p ta o eixo y no ponto de coordenadas (0, 5). (08) O gráfico d e / é uma reta. (16) f é uma função par.

3 62

TESTES DE VESTIBULARES
320. (UF-PE) Sejam A e B conjuntos com m e n elementos respectivamente. Analise as seguintes afirm ativas e classifique cada uma como verdadeira ou falsa. a) Se f: A — B é uma função injetora então m *£ n. » b) Se f: A — B é uma função sobrejetora então m 5= n. » c) Se f: A — B é uma função bijetora então m = n. > d) Se f: A — B é uma função bijetora então o gráfico d e /é um subconjunto de A X B com m X n elementos. > e) Se m = n o número de funções bijetoras f : A ^ B é m ! 321. (Mackenzie-SP) Dada a função real definida por f(x) = ^ (4 — x 2) I) f(x ) é par. II) f(x ) é injetora. I II) O gráfico de f(x ) é uma semi-circunferência. Dentre as afirmações anteriores: a) I, II e III são verdadeiras. b) somente I e III são verdadeiras. c) somente I e II são verdadeiras. 322. (U. E. Londrina-PR ) S e ja /a função de R em R dada por f(x ) = x — l , s e x ? 1 ; f(x ) = - x + 1 , se x < 1 E correto a firm ar que: a) f( l - V 2~) = - - J 2 . b) f(x ) = 0 para todo x real. £ c) o gráfico d e / é uma reta. 323. (U F -P I) Seja A = {1, 2, 3, 4 }. O número de funções bijetivas de A em ,4, tais que f ( l ) ¥ 1, é: = a) 4 b) 8 c) 12 d) 16 e) 18 d) f(x ) = |x — 1 1. e) f é injetora. d) somente II e III são verdadeiras e) I, II e III são falsas. de [ —2, 2] em [0, 2], Considere:

----- e classifique como verdadeiro 324. (Unicap-PE) Considere a função real de uma variável real f(x) = — — fxf - 3 ou falso os itens a seguir: 0) D om (f) = {x G R|x 4- 3 ou x + —3}. 1) f é injetora em seu domínio. 2) f: { x G R|x = 3 ou x i= —3} — R c sobrejetora. £ » 3) Existe x G R tal que f(x ) = 2. 4) f(x ) < 0 para —3 < x < 3. 325. (Mackenzie-SP) Se f: R — A e g: R — B são funções reais e sobrejetoras tais que 11 - f(x )| - 3 > » g(x) = 3 + a) [ - 2 , 0 ] f( x) , então A O B é o: b) [0,21 c) [2 ,4 ] d) [1, 31 e) [ 3, 5] 0 e

326. (Unicap-PE) É dada a função modular f(x) = — ------. Julgue os itens a seguir. |x| - 4 0) f(x ) está definida para todo número real 1) A função é bijetora no conjunto dos números reais 2) A função admite inversa 3) Se x = - 4 , então, f(x) = — — 8 x) = f(x )

4) f(

363

TESTES DE VESTIBULARES 327. (UF-BA) Sobre funções reais, calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s):
( 0 1 ) 0 dom ínio de f(x) = —— — é R. x+ 2 (02) f(x ) = 3x 2 + 4x é uma função par. (04) f(x) = ^ X — - é a função inversa de g(x) = — - — 2x 2x - 3 (08) Sendo f(x ) = 2x + 4, então f(x ) > 0, para todo x > 0. (16) Sendo f(x ) = 4 x 2 - 7x, então f ( — 1) ~ 11. 328. (Mackenzie-SP) f(x) = ^ (x + 2)2 -

-~7.)2 de R em [ - 4 , 4| e g(x) = V(x + 2) de [ — + H em R+ 2,

Relativamente às funções reais acima, considere as afirmações: I) f(x ) não admite inversa. II) A equação f(x ) = g(x) tem exatamente duas soluções reais. III) Não existe x < 0 tal que g(x) < f(x ). Então: a) somente I e III são verdadeiras. b) somente II e II I são verdadeiras. c) somente I e II são verdadeiras. d) todas são verdadeiras. e) todas são falsas. 329. (ITA-SP) Sejam a, b, c reais não-nulos e distintos, c > 0. Sendo par a função dada por f(x) = (ax + b)/(x + c), —c < x < c, então f(x), para —c < x < c, é constante e igual a: a) a + b b) a -f c c) c e) a

d) b

330. (U nirio-R J) Consideremos a função in v e rs ív e l/c u jo gráfico é visto abaixo. A lei que define f ' 1 é: a) y = 3x +
y

V

d)

y = — x + 2 3

0
e) y = - 2x - y

3

X

331. (U nirio-R J) Seja f: R

R

, onde b E R.

Sabendo-se que f o f(4) - 2, a lei que define f 1 é:
a) y = - | + 2 d) y = —2 x + 6

e) y = -2 x + 8 c) y = — + 4 2x

364

TESTES DE VESTIBULARES 332. (UF-ES) A função cujo gráfico está representado na figura 1 tem inversa.

O gráfico de sua inversa é: a)

333- (UFR-RJ) Seja f: IR R uma função definida por f(x) = ax + b. Se o gráfico da função / passa pelos pontos A ( i , 2) e B(2, 3), a função f ’ 1 (inversa d e /) é: a) f 1(x) = x + I b) f '( x ) = - x + 1 c) f" 1(x) = x — I d) r l (x) = x + 2 e) í ‘ (x) = - x + 2

334. (U. F Santa M aria-RS) Com relação à função f: R — j~ ^ "j ^ K — |~^~j ’ af i rma-se 0 seguinte: x -» I) A função f é injetora. II) A função inversa da f c I’ '(x ) = — - — . 3x - I f(x ) =

3x - 1

III ) O elemento do dom ínio d e /q u e tem 2 como imagem c — ■
Está(ão) corrcta(s): a) apenas I. b) apenas II. c) apenas I e II. d) apenas II e III. e) I, II e III. 2x - 3 x + 4

335. (U nirio-R J) A função inversa da função bijetora f: R — { —4} — R — { 2} definida por f(x) : » a) b) f"' (x) = r'(x) = x + 4 2x + 3 x -4 2x — 3 c) d) f

l 00 =

4x + 3

r '( x ) =

2 - x 4x + 3
x —2

e)

r '00 =

4x + 3 x + 2

3 65

TESTES DE VESTIBULARES

336. (Mackenzie-SP) Dada a função real definida por f(x) = ^ 4 — x 2 de [ —2, 2] em [0, 2]. Considere: I) A área da região lim itada pelo gráfico de f(x ) e pelo eixo das abscissas é dada por um número inteiro. II) f(x ) é sobrejetora. III) f(x ) admite inversa. Dentre as afirmações anteriores: a) todas são falsas. b) todas são verdadeiras. c) somente I é falsa. d) somente 111 é verdadeira. e) somente II é verdadeira.

337. (Puccamp-SP) Estudando a viabilidade de uma campanha de vacinação, os técnicos da Secretaria da Saúde de um município verificaram que o custo da vacinação de x por cento da população local era de, aproximadamen­ te, V = — — milhares de reais. Nessa expressão, escrevendo-se x em função de y, obtém-se x igual a: 400 - x F v a) _i 3 b) 300y 400 - y . 400 + y d) 300 - y e) 300 + y inversa d e/, é:

338. (Puccamp-SP) S e ja /a função de R em R dada por f(x) = —2x. Um esboço gráfico da função f

todo x real. Determine a soma dos números associados à(s) proposição(ões) verdadeira(s). (01) ~ —f’(x)para todo x E R {0, I}.

( 02 ) O valor de g (f( 2 )) é igual a — . 3 (04) O dom ínio da função f o g ( f composta com g) é D ( f o g) = R — { - 1}. (08) A função inversa da g c definida por g 1(x) = x ^ ^ .

(16) A reta que representa a função g intercepta o eixo das abscissas em
(32) A fu n çã o/assu m e valores estritamente positivos para x < - 1 ou x > 1.

o j.

3 66

TESTES DE VESTIBULARES 340. (U. F. Santa M aria-RS) Sendo as funções f: R — R definida por f(x - 5) = 3x - 8 e g: R — R definida por > »
g(x) = 2 x + 1 , assinale verdadeira (V) ou falsa (F ) em cada uma das afirmações a seguir. 1) f(x 6)

= 3x + 11

2) g - l ( x ) =

y X

+

-J

3) f(2 ) - g “ '(7 ) = 10

A seqüência correta é: a) F — V — F b) F — V — V c) F — F — V d) V — V — F e) V — F —- V

341. (M ackenzie-SP) Analisando graficamente as funções I, II, II I e IV a seguir:
I) II) f(x) = x + de R* em R V3~] em [ —2, 2] III) h(x) = de R em R*

g(x) = 3x — x 3 de Obs.: g( — I) c mínimo.

IV ) t(x ) = 3, de R em {3 }

O número de funções sobrejetoras é: a) 0 b) I c) 2 d) 3 e) 4

342. (U. F. Santa M aria-R S) Seja f: R — R uma função definida por f(x ) = mx + p. S e /p a s s a pelos pontos >
A((), 4) e B(3, 0), então f - 1 passa pelo ponto: a) ( 8 , - 2 ) b) ( 8, 3) c) ( 8, - 3 ) d) ( 8 , 2) e) ( 8 , 1)

343. (UF-SC) S e ja m /e g funções de R em R definidas por: f(x ) = —x + 3 e g(x) = x 2 — 1.
Determine a soma dos números associados à(s) proposição(ões) verdadeira(s). (0 1 ) f é uma função crescente. (02) A reta que representa a fu n ç ã o /in te rc e p ta o eixo das ordenadas em (0, 3). (04) — I e + I são os zeros da função g. (08) lm (g) = {y 6 R|y - 1}. (16) A função inversa d a / é definida por f - , (x) = - x + 3. (32) O valor de g ( f( l) ) c 3. (64) O vértice do gráfico de g é o ponto (0, 0). 344. (PUC-PR) Seja a lunção f: [2; ~ ) -> |3; ~ ), tal que f(x ) = x 2 - 4x + 7. Então f “ '(4) é igual a: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

345. (Unicap-PE) Considere a função f: A —>R definida por f(x) — —------ + ^ e classifique como verdadeiro x - 2
ou falso cada um dos itens a seguir. 0) O dom ínio de f é o conjunto A = R {2 }.

1 ) 2 6 Im (/').
2) A função, onde definida, é injetora. 3) O gráfico da função acima é uma parábola que intercepta o eixo vertical no ponto y = —3. 4) A função dada admite inversa no intervalo fechado |0, 3].

346. (U. F. U berlândia-M G ) C o n s id e re /a função real de variável real definida no intervalo [ - I, 1], cujo g ráfi­
co está desenhado na figura abaixo.

367

TESTES DE VESTIBULARES
Assinale a alternativa que corresponde ao gráfico da função y = f c) ( - x ) , em que f v, é a inversa da função/.

347. (ESPM-SP) O gráfico seguinte mostra uma reta que representa a função f(x ), cuja inversa é f de r ' ( l ) é: a) b)

(x). O valor

2_

2
2 5_

O
d) e)

2
3

Equações irracionais
348. (Cesgranrio-RJ) O gráfico que m elhor representa a função real definida por f(x) — V x2 2x + 1 é:

368

TESTES DE VESTIBULARES

349. (UF-ES) O gráfico da função real dada pela expressão f(x) = Vx2 —2x + 1 / x - 1 pode ser representado por:

350. (U F-ES) Se x = V2x —7 e y 2 = 5, então |x 3y| é igual a; a)

-JF

b)

8V5"

c) 5

d) - 5

e) 1

351. (P U C -M G ) a e b são números reais e X = V(a - b)2 . Sobre o número x, é correto afirm ar:

a) x =

í a - b, se a 2* b I b — a, se a < b

c) x = a ~ b

, ,

, ,

e) x =

.r -------- - b|

\ a - b, se a «ã b
b) x = i

'

1 b - a, se a > b

.

,

d) x = a - b '

352. (U . F. Viçosa-M G ) Se x e y são números reais quaisquer, então é correto a firm ar que: a) se x 2 < y 2, então x < y. b) se x < y, então x 2 < y2.

c) se x 2 - y 2 = 0 , então |x| = |y|.
d)

e) - x < 0 .

-Jx2 + y 2 = x + y.

353. Subtraindo-se 3 de um certo número, obtém-se o dobro da sua raiz quadrada. Qual é esse número? a) 2 b) 3 c) 7 d) 9 e) n.d.a.

354. A solução da equação x — V2x + 2 = 3 é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 5 e) 7

355. O conjunto verdade da equação Vx + I = 2x 6: a) V = 0 b) V = {2 } c) V = { - 2 } d) V = {0, 2 } e) n.d.a.

356. Resolver 2 — x — \ x ^ — 12 : a) V = 0 b) V {-1} c) V — { I } d) V { - 2 , 2} e) V = {4 }

357. Resolver V2x" = 1 + V x + 7 : a) V - 0 b) V = {1 5 } c) V ~ {1 6 } d) V = { - 1 6 } e) V = { 18}

3 69

TESTES DE VESTIBULARES

358. Resolver Vx" + Vx + 12 = 6 : a) V — {1 } b) V = {2 } c) V = {3 } d) V {4 } e) V = {5 }

359. Resolver x + V2x 2 + x — 2 = 0: a) V = {1 } b) V = { - 1 } c) V — { 2} d) V {-2} e) V {-3}

360. Resolver a equação V4x + 5 — x = 0. a) V = {1 } b) V — {2 } c) V = {3 } d) V {4 } e) V = {5 }

361. (U C -M G ) A solução da equação Vx + 2 = 4 — x pertence ao intervalo: a)]2;7| b) ]2; 3| c) [0; 1] d)[-l;31 e) [ —1; 11

362. O conjunto verdade da equação -/x — 1 + V2x "~2~ — 2 e: a) V — 0 b) V = {3 } c) V = {4 } d) V = (3, 9 } e) V {9 }

363. (Fund. Carlos Chagas-SP) Se x é um número real tal que x + Vx - 1 = I então o valor de x x é: a) 0 b) 1 c) 1 ou 2 d) —— ou I e) - 1 ou - 2

364. (U . F. Viçosa-M G ) Sobre a equação irracional a) não possui raízes reais. b) possui apenas uma raiz real. c) possui duas raízes reais distintas.

V x 2 + 1 = x — 1 é correto afirm ar que: d) é equivalente a uma equação do 2° grau. e) é equivalente a uma equação do 1“ grau.

365. (Fatec-SP) Sejam VA o conjunto verdade da equação V x -Í-~8 ■Vx + 3 = 6 e VB o conjunto verdade da ~ equação V(x + 8) • (x + 3) = 6 no conjunto universo U = R. Sobre as sentenças: I) V A = V B é verdade que: a) somente a I é falsa. b) somente a II é falsa. c) somente a I I I é falsa. e) todas são falsas. II) V A C V B III) - 1 2 £ V A; 1 G V A O V B; - 12 G V B

d) todas são verdadeiras.

366. (M ackenzie-SP) O número de soluções reais da equação |x 2 — l| + 2x = ^ x 2 — 2x + 1 / (x — 1) c: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) m aior que 3

367. (M ackenzie-SP) O número de soluções reais da equação ||x + l| — 2| = Vx + 4 é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

368. (lín B -D F ) Julgue os itens que se seguem. 0) Para todo o número inteiro n, tem-se ^ 2 - - (—1)" / n < V2~1) Se o número real x é tal que —0,01 < x < 0,002, então 0 =£ |x |3 < 8x * 10-9 . 2) Se y — x2/ ( l + x2), em que x é um número real, então 0 ^ y =£ 3) Se o número real x 5= 1 é tal que Vx + 1 — V x — ! < 1, então x s* 3.

4) Existem exatamente três valores reais de x que satisfazem à equação x(x' ” 5x + 6) = 1.

370

Respostas dos testes
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. IS. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. d d d c u b c > ' b c d
a

d e a h V, F. V. V e
a

b c V. V. V. F c b b
a

d a b
c c

33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63.

b a d c c b c b a b c b c c a b d d d l> c d c a K V, V, F b F, F, v. V. V, F
c c L ‘ C

b

64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. — ^88. 89. 90. 91. 92. 93. 94. 95.

b d b b a ]•', F, V, V. F c c a L a

a c e c e" d c a c d c . c d a b d d
c

d d a

96. 97. 98. 99. 100. 101. 102. 103. 104. 105. 106. 107. 108. 109. 110. 111. 112. 113. 114. 115. 116. 117. 118. 119. 120. 121. 122. 123. 124. 125. 126. 127.

a F, F. V, V c o b a a d c d b d d a c a a d c b d c e b c b d c b a b d

128. 129. 130. 131. 132. 133. 134. 135. 136. 137. 138. 139. 140. 141. 142. 143. 144. 145. 146. 147. 148. 149. 150. 151. 152. 153. 154. 155. 156. 157. 158. 159.

1, a d d c c d e V, a b d d a a d a c c a c b a c e c < 1 b a a
c

b

371

RESPOSTAS DOS TESTES 160. e 161. c 162. c 163. e
164. a 202. V, F, V, F, F 203. a 204. b 205. a 206. c 207. c 208. a 209. b 210. a 211. b 244. a 245. d 246. e 247. F, V, F, F, F 248. c 249. c 250. e 251. c 252. a 253. e 254. a 255. a 256. a 257. b 258. a 259. c 260. b 261. c 262. F, V, F, V 263. b 264. e 265. d 266. d 267. d 268. c 269. c 270. b 271. e 272. d 273. c 274. d 275. c 276. e 277. b 278. d 279. c 280. a, b 281. c 282. V, F, F, V, F 283. d 284. a 285. e

165. e
166. d 167. a 168. b 169. 21 170. a 171. a 172. e 173. a 174. b 175. b 176. e 177. b 178. b 179. d 180. a 181. c 182. c 183. d 184. a 185. b 186. e 187. e 188. c 189. d 190. a 191. b 192. a 193. a 194. c 195. b 196. e 197. e 198. a 199. c 200. c

212. d 213. e
214. d 215. b 216. a 217. a 218. c 219. b

220 . d
221. b
222. d

223. e 224. a 225. c 226. c 227. d 228. c 229. a 230. a 231. d 232. e 233. d 234. a 235. e 236. e 237. c 238. e 239. c 240. b 241. a 242. a 243. b

201. b

286. e ‘ 287. a 288. c 289. b 290. a 291. a 292. b 293. e 294. a 295. c 296. a 297. b 298. b 299. a 300. a 301. c 302. d 303. b 304. a 305. c 306. e 307. d 308. b 309. a 310. e 311. d 312. c 313. a 314. b 315. a 316. b 317. 58 318. b 319. 6 320. V, V, V, F, V 321. b 322. d 323. e 324. F, F, F, V, V 325. c 326. F, F, F, F, V 327. 28

328. d 329. e 330. c 331. c 332. d 333. c 334. c 335. c 336. e 337. e 338. c 339. 61 340. c 341. d 342. c 343. 62 344. c 345. V, V, V, F, F 346. b 347. c 348. e 349. e 350. a 351. a 352. c 353. d 354. d 355. e 356. a 357. e 358. d 359. d 360. e 361. d 362. b 363. b 364. a 365. a 366. c 367. e 368. Todos estão

errados.

372

TESTES
POTÊNCIAS E RAIZES
TB.1 (FE 1— 65) O valor da expressão y = 5 • 10 • 4 • 10 c) 2 - 109 d) 20 • 10~4

a) 206 b) 2 • 106 e) nenhuma das respostas anteriores.

T B .2

(PUC-69) Depois de sim plificar — - — ^ + 3 ----2 • 2n

2n +4 -

2 ♦ 2n

encontramos: d) — 8 e) nada disso.
*

a) 2 n+1 - — 8 T B .3

b) - 2 n + 1

c) 1 - 2n

(FCESP-74) Para to d o n, a) 6 n d) 2 n • 3 n " 1 + 3 n * 2 n " 1

(2n + 2 n " 1 )(3 n - 3 n “ 1) b) 1 e) 2 n ■ 3 + 2 • 3n então 8 X + 8 'x d) e3 - 3e

é igual a: c) 0

TB.4

(EPUSP-68) Se a) e3

2 X + 2 'x = e, c) e4

é igual a e) nenhuma das anteriores.

b) 4e

TB.5

(CESCEM-70) Chamam-se cosseno hiperbólico de x e seno hiperbólico de x, e representam-se respectivamente por cosh x e senh x aos números: ex + e"x cosh x - --------------Então: (cosh x )2 - (senh x )2 vale: c) -1 d) 1 ex - e‘ x senh x - --------------

a) cosh 2x b) senh 2x e) nenhuma das anteriores. T B .6

(PUC-6 8 ) Remover os expoentes negativos e sim plificar (x y H a) x - y b) x e) nenhuma das respostas anteriores. c) y + x d) y

TB.7

o -2 X k "2 (EESCUSP-69) A expressão — :----------r- é equivalente a: a - i + b _1 a| b2 + a2 b + a b) b2 + a l ab(b + a) c) d) 1 + 1 a b e) a + b

ab

139-B

TB.8

(M A C K -7 7) Se a) 3

f(x ) = - x 2 + 2x - 3, b) 9 c) 27

então o menor valor de ( — 3 d) 81

é:

e) não sei.

TB.9

(CESCEM-74) Comparando-se os números 1Q~49 e 2 • 1 0 ” so, pode-se afirm ar que a) o 1? excede o 2? em 8 • 1 0 _1 c) o 1? excede o 2? em 8 • 10~49 e) o 1? excede o 2? em 5. b) o 1? excede o 2? em 2 • 1 0 -1 d) o 1? é igual a 5 vezes o 2?

T B .10 (M A C K -7 4) O número 14*14 ^ tem como ú ltim o algarismo (algarismo das unidades): a) 2 b) 3 c) 4 / ZÜL o b te m o c 12 c) /-§ . d )-? d} 6 e) 8

T B .11 (PUC-68) S im plificando V .) b )A

T B .12 (M A C K -7 7) Dos valores abaixo, o que está mais p ró xim o de a) 0,0015 b) 0,015 c) 0,15 d) 1,5 eí não sei.

T B .13 (CESCEA-75) Sim plificando-se a expressão
2

V

50

- \^ ã " - 3 n / T - V i " V

2
d) A \ Í 2 e) 5 + V T

obtém-se: a) 3 \ / 2 " b) 5 - 2 \ Í 2 c) 5 - V T

T B .14 Qual das afirmações é falsa para x E IR? a) V { x - 1 ) = x - 1 se x > 1 b) V ( x - 1)'

c) V (x - 1 )2 = ± (x - 1) qualquer que seja x d) NM x - 1)2 = |x - 1| qualquer que seja x. T B .15 (M A C K -7 4) Dadas as afirmações I) 1020 é m aior que 9 0 10 II) 0 ,1 10 é menor que 0 ,3 20 3 III) os dois últim os algarismos de 5 4 são 2 e 5 IV ) 2 ^ / 5 è m aior que 3 \ ^ 2 temos: a) só uma certa d) quatro certas T B .16 (F E I-6 6 ) A soma ai bi v * e) nenhuma das anteriores. b) só duas certas e) todas erradas. é igual a ei di c) só três certas

140-B

T B .17 (CESCEM-76) Considere as proposições: i. li. x /T > ^ V 8 -2 v 'T ^ 'J * 2

III. então: a) somente I é correta d) somente III é falsa T B .18 (FU V E S T -77) 2 ^ 3 V3 bí somente II é correta e) somente I é falsa. = b) 5 + 2 V ê " 3 . s /ê " + 3 c? 2 + cí somente III é correta

a, 2 + 2 V f T + V~3 3 d)
O 3 J . V~6 + -\ /

T B .19 (E AE SP -G V-77) A expressão é equivalente à: a) b b) b

[ "S a + - — |^ ^ d) V b *

, onde a e

b são

números positivos

cí b .+ Va + b

e) V a + b

+

\/ã ~

TB.20 (M A C K -6 9) Subtraindo-se ------- -— j = 8 - 3V 7

de — ----- obtém-se V 7 + 3 dí 41 \ / T - 81

a) 81 - 4 V T bí 22 + 21 \ J T c) -2 2 - 21 \J~1 e) nenhuma das respostas acima é correta. TB.21 (PUC-69) Os números \ / l f , aí bí cí d) e) e V~2 são colocados:

em ordem decrescente em ordem crescente em ordem não decrescente o ú ltim o número vale a semi-soma dos dois prim eiros nada disso. \ f 3 - 2V 2 é equivalente à: cí \/~ 3 - \ f 7 \ f 7

TB.22 (PU C -70Í A expressão

a) V 2 + V T + V 2 - V T d) \ Í 2 - 1 TB.23 (F E I-67 ) A expressão 3/ — V 4 L

b )V ~ 3-\Í2 e) \ Í 3 + \ Í 2 é igual a:

a) 1 + \ Í 2 bí 1 - ^ 2 eí nenhuma das anteriores.

1 +

d) 1 - V T

141-B

T B.24 (EA E S P -G V -77) A expressão é equivalente a: a) 3 ]— V b

V a

—----- ------- onde a e b são números positivos + b - Va b) V a 2" + V a 2 + ab + V i a + b )2 d) V b 2 + V a + b + V i a + b )2

c) V b 2” + V a 2 + ab + V a 2 + b 2

e Vb" + Va + b + Va2 + b 2 )
T B .25 (M A C K -7 6) Se n é número natural m aior que 1, a expressão

/
é iguai a: a) 7 b) 1 4 < /Í^ cl -± 2n

20

V 4 n+2 + 2 2n+2

d) \ / 2 n + 1

e) J 4

T B .26 (FFC LU SP-66)

<0.0081

<0 0051‘ ' j 5 2 ^

é igua| a: c) \/~ 2 • 1 0 _l/3 d) 0 ,0 0 1 2 3 1 2 3 ...

a )J -.(l° )6 b) 1,0125 • 1 0 "14 2 3 e) nenhuma das respostas anteriores

T B .27 (CESC EA-74) Assinale a afirm ação verdadeira: a) V a 2 + b 2 = a + b b l 4 -s/2 + ( 1 | ° - V ^ T 5 c) 8 - 1/3 - (-11° + quaisquer que sejam a e b reais = 6L 32 = -12

d) (a + b )2 = a2 + b 2 quaisquer que sejam a e b reais e) não sei

2.
TB.28 (M A C K -7 6) O valor de a) 30 b) 33 c) 75

.1
x = 16, é: e) 215 d) 105

5 x ° + 3x4 + 4x 2 , quando

TB.29 (CESC EA-75) Assinalar a afirmação falsa: L A 1 a) ( I ) ' 3 - (-8>3 + 4 2 = 18 b) - ( - 5 ) 2 - 162 = 21 c) (5 + 3>2 - ( V 2 + — ______3_ = 28 5 - 1 " 57 J_ x {0,0643 )(0,06254 ) é: c) 0,01 d) 0,02 e) 1 3 = Í8 5 . d )2 : ± + 3. . J . 19

T B .30 (G V -74) O valor da expressão a) 0,1 b) 0,2

142-B

FUNÇÃO EXPONENCIAL

T B .31 (CESCEA-75) Considere a função frIR -HR tal que f(x ) = e_x . Então, f(0 ) + f < 1 ) - f( 1 ) — vale: a) 1 + b) 0 c) 1 + 2e-' d) 1 e) 1 + e.

TB.32 (CESCEA-75) Se f(x ) = 8 • 2 X, então: a) f(x + 3) = f(0 ) • f(x ) d) f(x - 3) = f(x ) • f(0) b) f (x - 1) - f (x ) • f (-1) e) f (x - 4) = — f (-4) • f (x) c) f(-7i s f í ) < 0

TB.33 (CESC EA-76) Dada a função f(x ) = 1 - e2x, assinale a afir.mação correta: a) f(0) * f ( - ) = 1 d) f(1 ) - f (-1) "2 b) f ( - r ) • f(1» = e e) f ( - ) 2 • f (- — ) = 1 - e 2 c) f ( I ) • f (0) = 0

T B.34 (PUC-75) Dado o gráfico da função exponencial f (x) = ax , tem-se: a) b) c) d) e) o co n ju n to imagem de f é I = IR o co n ju n to imagem de f é I = fR+ o d o m ín io de f é D = IR * o d o m ín io de f é D =IR+ este é o gráfico de f(x ) = 3 X.

TB.35 (C O N SAR T-74) O gráfico que mais bem representa a função f:IR -M R , tal que f(x ) = e 'x2 é: a) y-

0

x

143-B

TB.36 ÍC ESCEM -71) A função real f é tal que: concluím os que: a) para x < 0, f(x ) é decrescente c) para x > 2a, f(x ) !> x e) f(x ) é a função identidade

^ a2X + b;

f (0) -- 0;

f(1 ) = 1.

b) para x > 2, f(x ) é decrescente d) para x < 2 b , f(x ) < x

TB.37 (F E I— 68) Sendo a > 0, para a função f(x ) - ax tem-se: 1) [ f ( x ) ] n = f ( x n > 2) f ( x j) ■ f ( x 2) = f ( x j + x 2) 3) f(n x ) = [ f ( x ) ] n então: a) todas são falsas c) somente 1 e 3 são verdadeiras e) todas são verdadeiras b) somente 1 e 2 são verdadeiras d) somente 2 e 3 são verdadeiras

TB.38 (IT A -7 3 ) A lei de decomposição do radium no tem po t ^ 0 , é dada por M (t) = Ce~k t, onde M (t) é a quantidade de radium no tem po t; C, K são constantes positivas (e é a base do lo g a ritm o neperiano). Se a metade da quantidade p rim itiva M (0), desaparece em 1 600 anos, qual a quantidade perdida em 100 anos? a) (1 - 100- 1 ) da quantidade inicial c) (1 - 2 “ 16) da quantidade inicial e) nenhuma das respostas anteriores b) (1 - 2 “ 6) da quantidade inicial d) (1 - 2 16) da quantidade inicial

TB.39 (C ESG R A N R 10-76) Uma substância radioativa está em processo de desintegração, de m odo que no instante t, a quantidade não desintegrada é A (t) - A (0 ) • e " 31 onde A (0) indica a quantidade de substância no instante t = 0. O tem po necessário para que a metade da quantidade inicial se desintegre é: a) ^ b) 2e-3 c) ~ W

d) determinável somente se fo r conhecido o valor de A(0) e} ^ loge (21. obedece a função X (t) = ; C, k são constantes p o ­ que o núm ero inicial de fim de 6 horas?

T B .40 (IT A -7 3 ) O crescimento dfi uma certa cultura de bactérias = C e^t, onde X (t) é o número de bactérias no tem po t ^ 0 sitivas, (e é a base do logaritm o neperiano). Verificando-se bactérias X (0 ), duplica em 4 horas, quantas se pode esperar no a) 3 vezes o número inicial c l 2 V ^ v e z e s o núm ero inicial e) nenhuma das respostas anteriores

b) 2,5 vezes o número inicial d) 2 \/~2 vezes o núm ero inicial

TB.41 (M A C K -7 6) O número de soluções de 2 X = x2 é: {Sugestão: Faça os gráficos de f(x ) = x 2 e g(x) = 2 * . Observe que 2 100 > 1002 ) a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) m aior que 3

144-B

T B A 2 ÍPU C -69) A solução da equação 4 X +4x = 4 12 é:
i) 3 b) 5 c) 0 d) 2 e - 6 e) nada disso

TB.43 (CESC EA-72) Se (0,0625)x+2 = 0,25, então, (x + 1)6 vale:

" i

38

c) 64

d)

64

e) não sei.

TB.44 (PUC-73) Se 3 x2 3x = a) 1 e 3 b) 2 e 3

então os valores de x são: c) 1 e 2 d) 1 e 4 e) 2 e 4 1

TB.45 (C ESG R A N R IO -73) Os valores de x que satisfazem à equação (43 - x )2_x * são dados por: a} -3 e -2 b) -1 e -6 c) 1 e 6 d) -1 e 6

e) nenhuma das respostas anteriores TB.46 (M A C K -7 4) Se 4<2X> = 256, então: a) -0 ,5 < x < 0,5 d) 2,5 < x < 3,5 b) 0,5 < x < 1,5 e) x > 3.5 sao: :) 1,5 < x < 2,5

TB.47 (PUC-76) Os valores de x que satisfazem a equação 100 • 10x = V I 0 0 0 5 a) 2 e -3 b) 3 e - 4 c) -5 e 3 d) 5 e -2 e) 5 e -3

TB.48 (CESCEM-72) Os zeros da função ex7 ~2x5 + 1 são: a) todos complexos c) inexistentes e) impossíveis de se calcular 1 -2 x TB.49 (C O N SAR T-73) O valor de x na equação é dado por: c) e) nenhuma das respostas anteriores TB.50 (G V -74 ) A equação 3 X - 4 = a, com a real, só terá solução real para: a) a > - 4 b) a < 4 c) a > - 3 d) a < 3 a 1 -7 x b) todos imaginários puros d) em número de sete

d> f

>a > f

TB.51 (G V -76 ) A equação 5X - — = a, onde a é um número real não nulo, terá solução somente s a) a > 0 b) a = 0 c) a < 0 d) a > \/~3 e) a

-V T

145-B

TB.52 (G V -70) 0 c o n ju n to solução da equação x * 3 8 = 1 é: a) 0 b) { l} c) {O } d) {2 } e) { 1, 2 }

Ç c 3x - 2y = t 15c TB.S3 (CESCEA-73) No sistema < ^ 6 X_ 7y _ ^ a) 6 bí 5 c) - 6

0 P r° d u to xy vale: d) -5

f 3 x+y = 1

TB.54 ÍCESCEM -77) Se a) -2

j

2 X+^V

2

ent^ ° 0 va*o r de x - y é: d) 1 e) 2

b) -1

c) 0

TB.55 (CESCEM-74) A solução da equação: 3 X+2 - 3 x + l + 3 X + 3 * " 1 + 3 X~3 = 16 119 é: a) x = 3 b )x = 4 c )x = 5 d ) x =6 e )x = 7

TB.56 (C O N SAR T-73) O valor real de x na equação 3 X+2 + 9 X+1 = 810 é dado por: a) um número menor do que 3 c) um número não in fe rio r a 5 e) nenhuma das respostas anteriores 25x + 125 / ------------- 5 'x+1)# adm ite como soluções os números a TB.57 (CESCEA-73) A equação ------ — e b. Então: a )-^ - = 1 b b) a + b = 0 c) a • b = 2 d) não sei.
_x_

b) um número m aior do que 7 d) um número ímpar

42 2X_1 4 TB.58 (G V -72) O trip lo do valor de x que satisfaz a equação — — - — - —• = — é: a) 2 b) 6 cí 0 d) 9 e) 3

1
TB.59 (IT A -7 2 ) Todas as raízes reais da equação x -1 - 4x 2 a) X! = 1 e x2 = 1 b) x j = e + 3 = 0 são: x2 = - j

c) x i = 3 e x j = 3 e) nenhuma das respostas anteriores

d) não tem raízes reais

TB.60 (G V -75) Se 2 X+I - 23 “ x = 6 , então x 2 + 20 vale: a) 20 b) 29 c) 24 d) 36 e) 21

TB.61 (CESCEA-74) 0 pro d u to das raízes da equação 4 X - ~ 4 <2x - i ) . 5 a) 0,75 b) 0,15 c) 2,25 d) 0 ,2 5 '

5

-

q

^

e) não sei.

146-B

TB.62 (IT A -7 4 ) Sobre a raiz da equação 3* podemos afirm ar: a) não é real c) está no intervalo [0 , 6 ] e) nenhuma das respostas anteriores b) é menor que -1 d) é um número prim o 3x - i + 3X~3 = • ^
3x -2

23

TB.63 lF E I-6 8 ) A igualdade 7 * + 7X_1 = 8 X se verifica a) apenas para valores irracionais de x c) para x = 0 e x = 1 e) nenhuma das anteriores b) apenas para x = 1 d) para x = 1 e x = -1

TB.64 (G V -73 ) O p ro d u to das soluções da equação 4 x2+2 - 3 • 2 x2 + 3 = 160 é: ai - 2 b t -1 cí -4 ) d) -3 eí 4

TB.65 (IT A -7 0 ) A equação 3ex2 - 2e“ x2 = -1 apresenta solução: a) x = 0 bí x > 1 c í -1 < x <C 1 d í -1 ^ x ^ —■

e) nenhuma das respostas anteriores é válida TB.66 (M A C K -7 3 ) A solução real da equação 4 X - 6 X = 2 • 9 X está no intervalo a) -1 ^ x ^ 1 d í - 4 < x < -3 b) 2 ^ x ^ 3 e) 20 < x < 30 c) 3 ^ x ^ 4

TB.67 (M A C K -7 7) A equação ex + e“ * = k adm ite solução real: (e é a base do sistema de logaritm os neperianos) a) para to d o k real d) somente se k fo r in te iro b í para to d o k ^ e eí não sei cí somente para 2 < k *s e

TB.68 (G V -73 ) A equação 25x - 2 m 5 x + 3m + 1 = 0 adm ite solução, se e somente se: , ^ 1 a ) m \ -----e m s? 3 3 . ^ 1 c) m < . - — 3 3+ V 13 bí .. d) 1 3 ^ 3 ^ ou m ^ ___ V 13 2 ^ V l3 2

TB.69 (CESCEA-70) O conjunto de todos os n para os quais a equação (n - 1 )a2x + 2(1 - n)ax - 3n = 0, a > 0 possa ter solução é: a) cí e) {n £ IR l 0 < n < 1 } b) d) {n £= IR ! - y < n < l}

) {n £ IR , n > 0]
{n £ IR ! - J < n < l }

{n G IR ! n < l }

147-B

_l_
TB.70 (PUC-76) A solução da equação 4 * - 3 * i 3 T ,, bl 2 3,1 C| J

I

2 = 3 X 2 - 2 2* " 1 é: 2 3" . 3 6 T

TB.71 (M A C K -7 6) Se a e b são constantes tais que, para to d o x =£ 0, a ex então a + b é igual a: a) - 2 b) - i c) - | d) e) 2

1

+ b______2ex + 3 ex + 2 " (e* - 1) (e* + 2 ) '

TB.72 (IT A -7 6 Í Seja A uma função real de variável real x, tal que: e2x - 2ex . a(x> +

1=0

para to d o número real x. Nestas condições, temos: a) A (0 ) = 1, A (x ) = A ( - x ), para to d o número real x e não existe um núm ero real x 0, satisfazendo a relação A (x í = 1 b) A (0 ) = 1 e A (x ) = 0, para algum rjúffíero real x c) A ( 1 ) < 0 e A (x ) = A (-x ), para to d o número real x

d) não existe um número real x, não nulo, satisfazendo a relação A (x ) = 1 e não existe um número real x, satisfazendo A (x ) = A (-x ) e) nenhuma das respostas anteriores TB.73 (M A C K -7 6) Assinale a única afirm ação c o rre ta :, aí 0,212 > 0 ,213 d) 0,21o-21 > 0 ,2 1 ° .2 ° b í 0 ,2 1 7 < 0,218 e) 0,21 “ 2 < 1 . cí 0,214 > 0 , 2 1 3

TB.74 (CESC EM -74Í O valor de n para o qual (0 ,5 )" < (0,5)n - ‘ é: a) negativo b) 0 cí 1 dí 3 1 _ é: 2 eí 4

1 y 2 + 5X+ 1 TB.75 (G V -73 ) A soiução da inequação ( — ) > 2 a) x < 0 d) x ^ - 5 b) - 5 < x < 0 ou x ^ 0

c) x > 0 e) nenhuma das alternativas

TB.76 (CESCEA-73) O co n ju n to de todos os valores reais de x para os quais ( V T T ) x2 + x+1 < 1 é: a) (R = co n ju n to de todos os números reais b) {x G IR i x > - 1 } c) 0 dí não sei —*C 1 0 -6 , é:

T B .77 (M A C K -7 7) O m enor número natural n tal que (Dado: log 2 = 0,301 í aí 12 b) 18 c) 20

d) 21

eí não sei

148-B

TB.78 (CESC EA-73) Assinale a afirm ação verdadeira: a) Se 0 < a < 1, então, < ax para to d o x tal que 0 < x < 1

b) Se 0 < a < 1, então, a Ix l ^ ax , para to d o x real c) Se a > 1, então, a^x" ^ a^x L para to d o x real d) não sei TB.79 (M A C K -7 5) O co n ju n to solução da inequação 2 2x+2 - 0,75 * 2 X+2 < 1 é: a) d) {x E IR I x > {x

o) o}

b)

0

c)

{x G |R I - 1

< x < l}

£

IR

i

x

e) nenhuma das anteriores

TB.80 (G V -77 ) ax -1

Seja a um número positivo e diferente de 1. A solução da inequação ax é o co n ju n to dos números reais x tais que: se a a > 1 1 b) x ^ 1 se a > 1

a) 0 <C x < 1 c) x > 1 e) x ^ 1 se se

d J O ^ x ^ l o u x ^ O s e a ^ l

a > 1 V ^x • \ / x ^ — é válida para x b) 1 ^ x < 3 1 ou 2 < x < 3

TB.81 (IT A -7 3 ) A desigualdade a) qualquer x positivo c) 0 < x < 1 ou

2 < x < 3

d) 0 < x <

e) nenhuma das alternativas anteriores

TB.82 (CESC EA-76) O co n ju n to de todos os números reais x para os quais - — -^4- < 0. 1 - x^ a) c) e) {x G IR I x ^ 1 ou x ^ -1 } b) dl {x G IR I -1 < x <C 1} {x £ IR I x ^ 1 e x ^ - l}

{x £ IR I x ^ o } {x £ IR I x < -1 ou x > 1>

TB.83 (IT A -7 6 ) Considere a seguinte função real de variável real px —0 X MU) = U Então: a) para to d o x > 1, ocorre: M (x) > 1 b) para to d o número real x ocorrem , sim ultaneamente, M (-x ) = -M (x ) e 0 ^ M (x) M(a) < M(b) d) M (x) = 0, somente quando x = 0 e M (x) > 0 apenas quando x <C 0. e) nenhuma das alternativas anteriores 1 ♦ ex

c) existem: um a (número real positivo) e um b (número real negativo), tais que:

149-B

FUNÇAO LOGARI'TMICA
TB.84 (M A C K -7 4} Se t°g 3 a) -9 b) - 3 = x, então o valor de x é: c) - — 3 d) — 3 e) 3

TB.85 (PUC-77) O valor do log0 0 4 125 é igual a: ) - 2. 3 b, . 4 "’ 3 c ) _ 2 " 2 d)i . " 3 e)£

TB.86 (PUC-76) Se log2vy ^ 5 1 2 = x, então x vale: a) 6 b) — 2 c) 9 d) 3 / 25 log3 3/ — yV 9 e) — 3 = x, é e) V = | | >

TB.87 (PUC-75) O conjunto verdade da equação a > V = 0 b)V = í f }

c) V = { _ | }

d ) V = { _ | }

TB.88 (C E S G R A N R IO -74) Dado que a 12 - b, com a e b números reais maiores que 1, então: a) loga b = 12 b) lo g 12a = b c) loga 12 = b d) log12b = a e) logb a = 12

TB.89 (CESCEM-73) A base do sistema de logaritmos no qual o logaritm o de \p 2 vale -1 a) é s Í2 b) é ± \/~ 2 cí é 2 ^ d) é 2

e) não existe, pois o logaritm o não pode ser negativo TB.90 (PUC-77) O número, cujo logaritm o na base a é 4 e na base ~ a) 3 b) 81 c) 27 d) 6 561 é 8, é: e) 243 é igual a: e) 4. vale 0,75. Então x 2 - 1 vale: d) 0,75

TB.91 (M A C K -7 5) O logaritm o de 144 no sistema de base 2 \f~ 3 a) y /3 b) 2 V T c) 2 d) 3

TB.92 (G V -72 ) Seja x o número cujo logaritm o na base a) 2 b) \ / 7 - 1 e) nenhuma das alternativas. TB.93 (PUC-72) Se a) 1 c) y/ 3 - 1

f(x ) = lo g *— , então f(e 3) é igual à: e x b) -1 c) 3 d) - 3

e) 4

T B.94 (CESCEM-73) Seja f a função que a cada quadrado perfeito associa seu logaritm o na base 2. Então, se f ( x 2 ) = 2, temos: a) x = ± log, 2 b) x = ± V log2 10 c) x = ± 2 d) x = ± 4 e) x - ±

150-B

TB.95 (C ESG R A N R IO -76) O pH de uma solução é defin id o por
PH = lo 9 lo

onde H + é a concentração de hidrogênio em íons-grama por litro de solução. 0 pH de uma solução tal que H+ = 1,0 x 10 -8 é a) 7 b) 1 0 “ 8 c) 1,0 d) 8 e) 0

TB.96 (C ESG R A N R IO -77) As indicações R j e R2 , na escala R ichter, de dois terrem otos estão relacionadas pela fórm ula R , - R 2 = log10 ( M i l M2 onde M ] e M 2 medem a energia liberada pelos terrem otos sob a fo rm a de ondas que se propagam pela crosta terrestre. Houve dois terrem otos: um correspondente a R | = 8 Mi e o u tro correspondente a R 2 = 6. A razao — L é: M2 a) 2 b) log2 10 c) ~ d) 102 e) lo g l0 í

TB.97 (FEI — 66) Se ab = 1, então a) 2 1 b) —■ 2

log^V ^ã" é 1 d) —a2 e) nenhuma das anteriores

1 c ) ----2

TB.98 (CESCEA-75) Para que valores de b a equação x 2 - 3x + log adm ite uma raiz nula? a ) b ^ 0 e b ^ 4 c) b = 2 b) b =£ 2 + \ Í 2 0 b = 2 + d) e 4

(b2 -

4b) = 0

b^ 2-

V 2Õ

"'s/IT e

b< 0

ou

b>

e) para todo b real T B .99 (G V -74 ) Na equação y - 2 ,og3*x + 4 * a) 13 b) - 3 c) -1 y será igual a 8 quando x fo r igual a: d) 5 eí 23

T B .100 (CESCEM-67) A expressão e"lo9e x a) _ x loflx e bí —

pode também ser escrita: d) log (- — ) e) -e

c) x "e

T B .101 (M A C K -7 6) A expressão a) 3x b) 5x2

53*°gsx

para x > 0, é equivalente a: d) x s e) x

c) 5 3x

T B .102 (M A C K -7 7) 0 valor de A tal que 4 1 92A + 2 A - 2 = 0, é: o
1)

\/~ 3 - 1

b) \ ^ 3 + 1

c) \p 2 - 1

d) \ Í 2

e) não sei

151-B

T B .103 (M A C K -7 5) O gráfico ao lado repre­ senta a função: a) v = 2 X c) y = log2 x b) d) y = lo g ^x
2

eí y = <-j)x

T B .104 (C E S G R A N R IO -73) Nos gráficos abaixo, representam-se, no eixo h o rizo n ta l, os valores de x e, no eixo vertical, seus logaritm os em uma base a < 1. O que m elhor representa a função loga x é:

a) II b) I c) III d) IV e) nenhum dos gráficos acima é representativo da função loga x TB.105 (C E S G R A N R IO -74) O gráfico que mais bem representa a função definida para to d o x ^ 0 , é: f(x ) = log,0 |x |,

152-B

0

x

TB.106 (M A C K -7 4) 0 gráfico cartesiano da função f definida por:

c)

-1

JV

ifix)

d)

N

1

X

\ /
, f(x ) -1 1

X

e) nenhum dos anteriores

153-B

T B .107 (G V -74 ) Considere as funções: (I) v = log4 (4x - 7); (II) y = lo g ^O x - 2)
2

e os gráficos

y
(A)

y
(Cí

As únicas associações corretas estão na alternativa: a) (I, A ); ( II, B) dí (I, C); ( II, D) b) (I, C); (II, Bí eí (I, D í; ( II, C) c) (II, D); (I, B)

T B .108 (CESCEM-74) Qual das funções seguintes pode ser representada pelo gráfico abaixo?

a) y = loga 1 , a x c í y = I ax |, 0 < a < 1 e) y = |a x |, a > 1

b) y = I log_x

j,

a > 1, x > 0

d) y = loga x, 0 < a < 1, x > 0

T B .109 (C E S G R A N R IO -76) Sejam G :( - 1 , 1) -► (-1 , 1) e F :( - 1 , 1) -> IR definidas por: F (x) ^ log ( ^ + - ) 1 - x A função composta F O G : (-1 , 1) -► IR x *-► F (G (x)í é igual a: a) F2 - F b) F c) -F d) F‘ e) 2F e G(x) 2x 1 + x-

154-B

T B .110 (CESCEM-74) Com relação aos gráficos das funções podemos a firm a r que: a) eles não se interceptam c) se interceptam em apenas dois pontos

y = 2 log x

e

y = log 2x,

b) se interceptam num único ponto d) coincidem

e) sao sim étricos em relação ao eixo das abscissas TB.111 (M A C K -7 5) O número de pontos comuns aos gráficos das funções definidas por y = ex e y = -log I x |, x ^ 0 , é: a) 1 b) 2 c) 3 y = ex d) 4 e) nenhuma das anteriores

T B .1 12 (C ESG R A N R IO -73) Sendo expressa por: a) x = loge y c) x = loge y para y > 0 para y > 0

para x pertencente a IR, sua função inversa é b) x = loge y para y pertencente a IR

d) x = loge y para y < 0

e) nenhuma das respostas anteriores T B .1 13 (CESCEM-74) O do m ín io da função inversa da função dos números reais z tais que: a) z < 1 bí z > 1 cí z < -1 dí z > 2 y = 1 - 2 'x é o conjunto

eí z j= 0

T B .114 (C ESG R A N R IO -73) O campo de definição da função é dado por: aí x < -2 b) -2 < x < 5 cl x > 5

y = log (10 + 3x - x 2)

d) { x < - 2 } U { x > 5 }

e) nenhuma das respostas anteriores T B .1 15 (PUC-76) O d o m ín io da função definida por log (x 2 - 6x + 9) é dado pelo conjunto: a) { x e IR e e (x < -3) ou (x > 3 )} b) { x E IR d) IR* e -3 < x < 3 }

cí { x G IR e) IR - { 3 }

- 3 < x < 3}.

TB. 116 {PU C -72Í O d o m ín io da função a) x > 0 d) -1 < x < 3

f(x ) - log10(x 2 - 4x + 1 3)

é:

b) x < 0 e) nenhuma das anteriores

c) V x (qualquer que seja x)

T B .117 (G V -77) O co n ju n to de todos os números reais x para os quais y = log ( —— — ) é um número real, é o co n ju n to dos números reais x tais que: aí x < 0 d) -1 < x < 2 b) 0 < x < 2 e) 0 < x < 2 para que y exista devemos te r x: c) m aior que 4 c) x > 2

2X -

1

T B .1 18 (PL/C-691 Se y = logx . 2 (x 2 - 4x) a) igual a 4 d) igual a 2

b í menor que 4 e) nada disso

155-B

T B .119 (CESCEA-74) O d o m ín io de definição da função f{x ) = log (x2 - 1) + v - x 2 + 3x + 10 a) x < - 3 ou x > 8 b) -1 < x < 1 d) -2 < x < -1 ou 1 < x < 5 T B .120 (CESCEA-71) O co n ju n to de todos os números reais x é: c) x < -2 e) não sei ou x ^ 5

para os quais a expressão

log ( -x 2 + 6x + 16) + log {x 2 - 6x + 8} está definida é: a) { x e b) { x e d) { x € IR I 2 < x < 4 ou x < -2 IR I -1 <
X

ou x > 8 } < 8} e) não sei

< 1 ou

5 < x < 7}
X

c) { x e IR I - 2 < x < 2 ou 4 < IR I x < 1 ou x > 4}

T B .121 (G V -73 ) Para que a expressão f(x ) = lo g [m 2 x2 + (2m + 1 )x + 1] esteja definida para to d o x real, é suficiente que: a) m > - — e m ^ O 4
1 d ) m ^< ----4

b ) m > 0
1 e 1) m = ----4

c) m

4

- —

T B .122 (CESCEM-77) Considere as afirmações I. log 1 = 0 II. log 0,01 = -2 III. tog (a + b) = log a + log b e associe a cada uma delas a letra V se fo r verdadeira e F caso seja falsa. Na ordem apresentada, temos a) V, F, V b) V , V , F c) F, V , V d) V , V , V e) V , F, F

TB.123 (G V -72 ) Seja x =

be

Então, log x é igual a 1 b) — log a - log b + log c e) V log log b * <og c log m é: b) log b + log c + log 2 - log d d) log 2 + log b - log c + log d c) — log a - log b - log c

1 1 a) — log a - log b • log c d) V log a - log b • log c

TB.124 (PUC-69) Se m =

d2

então

a) log b • log c - 2 log d c) log b + log c + 2 colog d

e) nada disso TB.125 (CESC EA-69) Considere as proposições 1. log V x V x 2 + a2 = — log x + — log |x 2 + a2 ), x > 0. 3 6

156-B

2. Se 0 < a ^

1, então, b = logg x

3. V x - 1 ■ V x + 1 = * V x 2 - 1 .

a) todas são falsas c) somente 2 é verdadeira e) todas são verdadeiras T B .126 (M A C K -6 9) Se log x = log b + 2 log c a) x = 3/— d) x —

b) somente 1 é verdadeira d) somente 3 é verdadeira

log a, então

b) x = ^ ç _ c) x = _ b V 7 a a3 3 e) nenhum a das respostas acima e correta

V ã”
T B .127 (F E I— 68) Para quaisquer números reais positivos x e y tem-se: a) loga (x + y) = loga x + loga y c) log ( — ) = 2 + log2 a + —-— b log2 e) nenhuma das anteriores T B .128 ÍCONSA R T -7 5 Í O valor de 3 log 3 + log 5 é aí log 30 b) log 135 c) log 14 d) log 24 e) log 45 b) loga (x y) = loga x • loga y d) x loga y lc9a

T B .129 (CESCEA-71) Sabendo-se que Ioga = m, o valor da expressão log V a) — m 24 b) — m 24

/Z Z Z I l
3 ^ 4 /T c) — m 24

é:

d) — m 24

e) não sei

T B .130 (PUC-77) Se loga x = n e loga y - 6n, então, loga V * 2V é igual a: a) 3 b) i ü 3 c) 3 d) ^ 2 e) -j-3

T B .131 (CESCEA-74) Sendo colog2 a) -1 b) 1

- x e logy 256 - 4, então, x + y é: c) 9 d) 3 e) não sei

T B .132 (F E I-6 6 ) A soma dos logaritm os de dois números na base 9 é - j - 0 pro d u to desses números é a)
3

b) —

c)

2

81

d) -81

e) nenhuma das anteriores

T B .133 (EPUSP-67) Se k>g2 (a - b) - m e ( a + b ) = 8, então, log2 (a2 - b 2 ) é igual a a) 3m b) 3 + m c) m 2 - 9 d) m2

e) nenhuma das respostas anteriores

157-B

T B .134 (EPUSP-66) Se log10m = b - lo g |0 n, então m é igual a: a) — b) b • n n e) nenhuma das respostas anteriores c) 10^ • n d) b - 10°

TB. 135 (G V -70 ) Se log10 2 = 0,301; então o valor da expressão log1020 + logl0 40 + log10800 é a) 0 b i 120,806 e) nenhuma das respostas anteriores c) 4,806 d) 5,806

T B .136 (CESCEM-72) Sabendo que tog 2 _ 0,3010300; quanto vale log 220 = log 1048576? a) 6,0206 b) 7,60206 e) faltam dados para o cálculo c) 13,0206 d) 20,30103

T B .137 (CESCEM-76) Dados log 2 - 0,30103 e log 3 - 0,47712; o a) 0,00634 b) 0,8 57 3 3 c) 0,86176 d) 1,85733

log 7,2 é e) 1,86176

T B .138 (M A C K -7 6) Se log 8 = 0,9031 e log 9 = 0,9542; o único logaritm o que não pode ser encontrado sem o uso das tabelas, é: a) log 17 b) lo g — 4 c) log 15 d) log 600 e) log 0,4

T B .139 (M A C K -7 6) Sabe-se que

logm 2 = a e logm 3 lo9 m - f 7 - 'o S m 6 0

b. O valor de

é igual a: a) 5a - 4b d) 4a + b b) 6a - 3b - 6 e) 6a - 2b c) 3a - 4b + m

125 TB. 140 (CESCEA-75) Sabendo que log 2 - 0,3010, determ inar o valor da expressão lo g ~ s V 2 a) 2,0368 b) 3,9164 c) 3,9632 d) 2,4369 e) 2,5786 T B .141 (PUC-74) Sendo log102 s relação 2 n > 104 é: a) 9 b) 10 0,3; cí então o m enor número natural n que verifica a 11 d) 12 eí 14

T B .142 (CESCEA-73) Sejam as afirmações: 1. Se log a = m e log b = n, então, Êntão: logab ♦ log^a = 1 3. log — = log a - log b + log c be então aí todas são verdadeiras d í somente 3 é verdadeira b) somente 1 é verdadeira eí todas são falsas cí somente 2 é verdadeira log (a + b í = m + n

2. Sejam a e b números reais positivos e diferentes de 1.

158-B

T B .143 (CESCEM-75) A solução da equação ax * b, com a > 1 e b > 1, é a) x = log a - log b d) x = - og- _ log a b) x ~ lo g — b
e)

c) x ^

^°9 -log b

x = log b - log a

T B .144 (C ESG R A N R IO -73) A razão entre os logaritm os de 16 e 4 numa base qualquer é: a) 0,25 b) 0,5 c) 4 e) um número que depende da base escolhida T B .145 (PUC-76) Se log2 m = k, a) 2k b) — então log8 m será: c) 3k d) ~ e) k + 6 d) 2

T B .146 (M A C K -7 5) O valor de log3 2 • log4 3 • log5 4 • log6 5 • log7 6 • log8 7 • log9 8 • log109 a) log 10 2 b i log3 10 c> 1 d) 2 é: e) 3

2 T B .147 (CESCEM-76) O logaritm o de um número na base 16 é — . Então, o logaritm o deste 1 , 3 numero na base — e 4 a) - Í L b) _ — c) A d) 3 e) 6

T B .148 (M A C K -7 4) Seja A = log3 15 • lo g 7 3 * log4 — . Então:
8 8

a) A < 0

b) 0 < A < 1

c)

1 < A < 2

d ) A > 3

e) nenhuma das afirmações anteriores é verdadeira T B .149 (CESCEA-70) A expressão a) !oga n b) logn a (1 + loga m) logm an é equivalente a: c) loga m d) logm an e) loga mn

T B .150 (CESCEA-69) Sendo a) b n = a

loga r - n lo g ^r, a relação entre a e b é: c) a = b d) b = — a e) a = -b

b) an = b

TB.151 (M A C K -7 5) Se X = log2 ? 169 a) X = — Y 3 b) X = — Y 2

e

Y -

log3 13, então: c) X = 3Y d) X - — 3

e) nenhuma das anteriores T B .152 (IT A -7 0 ) Dados lo g 102 = a e log103 = b, então b) (1 + 2a) a— (1 + b) c) Ü - L â l 2b log9 20 é igual à: d) ± 2a

e) nenhuma das respostas acima é válida

159-B

TB.153 (G V -75 ) Se logg x = m e lo g ^ x 2 = n, então, ^ n + 2m a) — ------2n ,v m + n b) — -----2n , m + 2n c) -----------2n

logg \ / ã b

vale: . 1 n e) — + ~ 2 m log35 28 é:

, / ' d) V n + m

TB.154 (M A C K -7 5) Sabendo-se que log147 = a e logl4 5 = b, o valor de 1a 2 Sugestão: 28 = — ■ —

a)

U -í

a + b

a + b

c)

a + 3b

d

a + b

li^

l

e) a + b

TB.155 (G V -76 ) Se logs 8 = 1,2920; então a solução de 8X = 1,6 é, aproxim adam ente: a) 0,774
b ) 0,5

c) 0,226

d í 0,4

eí 0,635

T B .156 (M A C K -7 4) A soma ------— + — ------ + ... + ----- ------ , onde N é um número inteiro log2N log3N log2oN m aior que 1 é: .)-L N

b)
Cl

'SU 9eS,ã0: to£b = '09bal
logN (20!)
1

dí 1 0 ( — ------- + ------— í log20N log2N e) impossível de escrever em form a condensada

T B .157 (PUC-73) Se

* ' lo9 2 x + log 2 b) x = 5 log 3

=

log 4

então:

a) x = 5 iog 2 d) x s 5 colog 2 =

c) x = 5 co)og 3 e) x = 5 log 4

T B .158 (IT A -6 8 ) Sejam a e b dois números reais, a > 0 e b > 0 , a ^ 1, b =£ 1. Que relação devem satisfazer a e b para que a equação x 2 - x (log^a) + 2 loga b = 0 tenha duas raízes reais e iguais? aí a = b 2 b) a = b c) a2 = b log10 d) a = 2b e) b = 2a é: e) 1 é:

T B .159 (C O N SAR T-74) Uma solução da equação a) 1 000 b) 100 c) 10

(10x)3
d) 8

= 8

/ \ 1 5 T B .160 (CESCEA-72) O valor de x para que (lo g Y x j • lo g \ ^ = 3

ií - 1 2

b) — 3

c) — 5

d) — 8

e) não sei

160-B

T B .161 (C O N SAR T-73) A solução da equaçao: logg x + logg (3x - 2) = 1 é dada por: a) - i b» 1 3 2 e) nenhuma das respostas anteriores ct -2 d) 2

T B .162 (PUC-77) O co n ju n to verdade da equação a) { - 2 , 6 } b) { - 2 } c) { 2 , - 6 }

2 log x = log 4 + log <x + 3) d) 0 e) { 6 }

é:

T B .163 (PUC-72) As raízes da equação lo g (x + 1 } + log(x a) + — 3 b) ± — 3 c) ± — 5 ) = log ~ d) ± — 5 são: e) nenhuma das anteriores

T B .164 (G V -76 ) A equação cuja soma vale: a) 4 V 2 -

log2 U 2 + 2) = log_^(x2 - 2) + 2, 2 c) 0

adm ite duas soluções reais

b) - 4 = - \Í2

d ) ----- e) 4 \Í2 **] = log [2 *4* 1] está no

T B .165 (M A C K -7 5) A solução da equação intervalo: a) x < -2 b) ~2 < x < 0

log [2 (3X |] + log [2 (3* c) 0 < x < 2

d) 2 < x < 4 (base 10)

e) x > 4.

T B .166 (CESCEA-74) A afirm ação

log (x + 2) + 2 = log (4x2 - 400)

é verdadeira se, e somente se: a) x = 10 d) x = -1 0 ou b) x = 30 e) não sei c) x = -5 ou x = 30

x = 10

T B .167 (PUC-70) As soluções da equação a) 4 + \ / 5 b) 4 + \/~ 5 e) nenhuma das anteriores e

log (x 2 - 3x + 1) - log (2x - 3) = log c) - 1 d) 4 - \/~ b

são: e \/~ 5 - 4

V 5 - 1

T B.168 (PUC-72) Aum entando um número aumenta de 2 unidades. Então, x é: a) 2 b) 1 c) 3

x de 16 unidades, seu logaritm o na base 3

el 4

dl 5

T B .169 (G V -75) Num sistema de logaritmos, o logaritm o de 101,44 supera de 5 o logaritm o de 3,17. Qual é a base? a) 3 b) 10 c) 4 d) 1,025 e) 2

T B .170 (G V -73 ) Se a e b são soluções do sistema: então ab vale:

/ X + v 27,5 I log x - log y = 1

a) 16,9 b) 22,5 c) 62,5 e) nenhuma das alternativas anteriores

d) 19,6

161-B

T B .171 (EA E S P -G V -77) A solução do sistema:

i

1_ + 24 + V log2 (2x + y) = 1

é um par (x, y) ta l que x - y vale: a) -1 6 b) 16 cí 4 d) - 4 e) 2

T B .172 (CESC EA-70) Seja x = a e y = b a solução do sistema

Então, o valor de — + b
2

é:

{

log x - log y = 1 x 2 - 9 1 y 2 = 81

a) 18 ou -1 8

bí ~

c)

15

d) 18

eí -1 8

T B .173 (G V -7 2 ) A solução da equação 12 a) x = log2 — 5 d) x = lo g ^ 2
5

2 • 3X = ~ 4* 5 b) x = log2 — 12

é: c) x = logs 2 12

e) x = log125

T B .174 (M A C K -7 4) A solução real da equação a) log 2 b) log 7 c) J ^ - 2 log 4

\/~ 3 - 2\/~ 3 - 2 d) 2

é: e) — ------2 log 2

T B .175 (M A C K -6 8 Í Se a) b) c) d) e) dois dois dois dois dois números números números números números

4 x lo®2X = x 3

então as soluções serão:

inteiros coincidentes inteiros positivos inteiros negativos fracionários positivos fracionários negativos x (XS ) =5 está no intervalo: eí [5 , 6 ]

T B .176 (M A C K -7 4) A solução real da equação a) [1, 2 ] b) [2, 3 ]

cí [3, 4 ]

d í [4, 5 ]

T B .177 (IT A -7 5 ) A respeito da equação exponencial 4 X + 6 X = 9 X podemos a firm a r que: a) x = 9 lo g ,0 ( — + ^ ^ -í é uma raiz + ^ V^ -) é uma raiz

bí x = [ l o g 10 ( ^ . ) ] - i • lo g 10 (

cí x ~ [log 10 f - | - í ] * * lo9to ( ■ dí x - [lo g 10 í - ^ - í ] ' 1 * lo g 10 ( J— e) nenhuma das alternativas anteriores

* é um a raiz é uma raiz

162-B

TB.178 ÍIT A -6 9 ) Considere a equação a2x + a x - 6 = 0, com a > 1. Uma das afirmações abaixo, relativam ente à equação proposta, está correta. Assinale-a. a) ax = 2 e a x - 3 d) x = 2 e x = loga 3 b) x - logg 2 c) x = loga 2 e x = -3

e) nenhuma das opções anteriores é verdadeira

T B .179 (CESCEA-76) O conjunto de todos os números reais x tais que x - x logg x = 0 , a) a > 0 e a ^ 1 , c) é:

{o}

b)

{a }

{o,

a}

d) 0

{o, — }
a temos;

T B .180 (IT A -7 6 Í Em relação à equação

x *°94 '^ x~ = x *°9 4 x _ 2, x > 0,

a) adm ite apenas uma raiz, a qual é um número in te iro positivo b) não adm ite uma raiz inteira satisfazendo a relação 0 < x < 35 c) todas as suas raízes são números irracionais / adm ite uma raiz inteira x j 3 .3 4097 e adm ite uma raiz fracionária x 2 tais que:

e) nenhuma das respostas anteriores T B .181 (M A C K -7 5 ) O co n ju n to solução da equação log4 (x - /3) - log16 Ix - 3) = 1, x > 3, é: a) {1 1 , 1 2 } b) { 1 6 } c) { 1 9 } d) {2 1 , 2 4 }

e) nenhuma das anteriores T B .182 (M A C K -7 5 ) Se loga2 x + logx 2 a = 1, a > 0, a j= 1, x =£ 1, então o valor de x é: a) a b) — c) a2 d) — e)

T B .183 (CESC EM -68) Se log2 x = l o g y ^

+ logx 2, então x vale: d) 4

a) V T b) V T c) 2 e) nenhum dos valores anteriores.

T B .184 (CESC EM -68) A solução da equação loga (logg2 x) = loga2 (loga x) é: a) x = a bl x = a2 c) x = a3 d) x = a4 e) x = \J~à

TB.185 (M A C K -7 4 ) A equação logx (x + 1) - logx+1 x, onde x é um número real: a) não tem solução c) tem uma unica solução igual a d) tem duas soluções T B .186 (M A C K -6 9 ) Se logx 25 > logx 16
. . . . . .

.. . -1 + V õ ~ b) tem uma unica solução igual a ----- - ------i + V í — - ----e) tem três soluções então d ) x > 1

a ) x > 0 b) x < 0 c ) x > - 1 e) nenhuma das respostas acima é correta

163-B

TB.187 (M A C K -6 9 ) x e y a) ( — )x < ( — )V

são números reais positivos;

x > y

im plica

2

2

b) logj x > log, y

|

\

c) qualquer que seja a, d) qualquer que seja a, e) ( - 2 ) x > ( - 2 ) v

ax > ay loga x > loga y

TB.188 (IT A -7 2 ) Assinale a sentença correta a) a > 1 b) 0 a < 1 loga xjC . 0
loga x

se x > 1, loga x > 0
se x < 1, logg x

se se

x
x >

1
1

0

0

c) a > 1 d) 0 < a < 1

loga X j < lo g a x 2 logQ Xj > logQ x 2

se e só se x j > x 2 se e só se x j < x2

e> nenhuma das respostas anteriores TB. 189 (C E S C E A -74) Se os logaritm os decimais dos números reais a, b e c fo re m definidos e se a + b + c = 1, então: b) 1
a2 a) log a + log b + log c > 0

b 2 < c2 <C 10 e) não sei
lo g 1 0 l x l , o

n .)

lo g

a •

lo g

b •

lo g

c >0

d) 0 < abc < 1 e
g (x ) = - p j

T B .190 (EPUSP-6S) Dadas as funções f (x) = V x - 1 de definição da função composta f(g (x)) é
a) x > 0 b) x ^ 1 e) nenhuma das anteriores

campo

c) x =h 0

d) vazio

TB.191 (M A C K -7 4 ) Os pontos

P = (x, y)

cujas coordenadas satisfazem o sistema

a) são todos pontos do p rim eiro quadrante c) são pontos de um arco de parábola e) são pontos de uma curva logarítm ica

{

y - Ên (x - 1) < 0 y = x 2 - 6x + 8 b) são em número fin ito d) são colineares

TB.192 (M A C K -73) Em qual das passagens abaixo fo i com etido um êrro? 25 200 < 12_ 48 <a> , 1 8 < 1 4 I 1 )3 < ( 1 )2 2 2

,0 9 10 ( l ) 3 < l c 9 l0 ( ± > 2 3 lo g 10 ( 1 ) < 2 l o g 10 ( 1 ) T B .193 (G V -75 ) Para que a desigualdade mos ter: a) x ^ d) x > — ou 3 5. 8 x ^ — 8 3 < 2 lo g j (3x + 2) > 3, x real, seja verdadeira, deve-

y
b j x ^ - — 8 e) 2- < x 3 < c) - — ^ x ^ 3 JL 8 — 8

164-B

T B .194 (C E S C E A -72) A solução da inequação a) - 2 x <C 5 ou x > 5 b| x < - 2 e) não sei

£n (x 2 - 3x - 9Í > 0 ou x > 5

<£n = loge) é: x ^ 5

c) - 2 ^

d) x ^ - 2

TB. 195 (M A C K -7 7) Os valores de x para os quais log5 (x2 - ^ x) < 0, são:

a) - — < x

2

0

ou —

2

x <

2

b) 0

x <

2

c) -

1 — < x < 2 2

Q d ) x < 0 o u x > — 2

e) não sei

T B .196 (G V -7 3 ) O coniunto { x 6 a) c) e) { x E IR Ix < 1 IR - { - 1 , 1 } { x E IR11 < x < 3 } ou x

IR I log,
2

( x ~ 1- ) > l } é igual a:
X + 1

3}

b)

{ x E l R l x ^ - l d)

ou

x > 1}

{ x £ IR 1-1 < x < 1 }

TB.197 (IT A -6 9 ) O co n ju n to dos pares de números reais x e y, dade logx+1 (y - 2) > 0 está entre as opções abaixo: a) -1 < x < 0 c) x > 0 d) x > -1 e e e y > 3 ou b) x > 0 -1 < x < 0 e 2 e| x * ( 0 e e

que satisfazem à desigual­

2 < y < 3 2 < y < 3

y > 3 y > 2

y < 3

T B .198 (C E S C E A -70) O co n ju n to de todos os x para os quais lo g j ( -x 2 + 5x + 24) > log, 18
2 2

é

a) { x E IR I x <C -1

ou

x > 6} ou ou

b) { x E IR I x < - 3

ou

x > 8 }

c) { x E IR I - 3 < x < -1 dí ( x E IR I - 4 < x < 2 e) { x E IR I 2 < x < 7 }

6 < x < 8} 7 < x < 9}

TB.199 (G V -7 4 ) Para que log2 (x - 3) + log2 <x — 2) <C 1, devemos ter: a) 2 < x <C 4 dí 3 < x < 4 b) x <C 2 ou x > 4 c) x < 3 ou x > 4

e) 2 < x < 3 é o conjunto:

TB.200 (G V -7 0 Í A solução da inequação logj (x + 1) + logj (1 - x) < 2
2 2

aí [ x E IR I -1 < x <

~ ^

2

V

2

< x < 1}

bj {x E IR l -

2

< x < ^ A }
2

cí 0
eí nenhuma das respostas anteriores

d) { x E IR I x < -1 V x > 1}

165-B

TB.201 (C E S C E A -73) A solução da inequação log x - colog (x + 1) > log 12 é: a) x > 3 b) x > 0 c) x > -1 x d) x > 3 para os quais é: {x e {x
E

ou

x

-4

TB.202 (C ESC EA-71) O c o n ju n to de todos os

x logj (x - 1) < 0
2

a)

{ x E IR I x > 2 }
I

b)
d)

IR I 1 < x < 2 } ÍR
I —

c) { x E IR e)' não sei

x > l}

< x < 2}

2 é o co n ju n to dos números

TB.203 (G V - 7 1 ) A solução da inequação x 3 • £n (x2 - 9) > 0 reais x tais que: a) x < c) x > V u ) ou ou x > VTÕ" - V lO \P \Õ ‘C x K - 3 b) x > 3 d) 3

x < V 10

9) - • ' / l Õ < x <

T B .204 <G V - 7 1 ) O conjunto dos x para os quais x log10 (x2 + 1) > log10 (x2 + 1) é: a) x; ^ 0 c l x - C - t o u x ^ O e) -1 < x < 1 e x =£ 0, ou b) -1 < x d)x^>l x > 1 1 e x = 0 fi=

TB.205 (G V -7 2 ) O d o m ín io da função f dada por f(x ) = V lo g j (x - 1) é:

2
a) { x d) { x
E E

IR I x < 2 } IR I 1 < x <

b) { x |- }

E

IR l x > 2 }
E

c) { x G IR I x > l }

e) { x

IR I 1 < x < 2 }

TB.206 (C ESC EM -68) Qual é o campo de definição da função -

V

V l o g 10 x - 1 d) x > 10

a) x ^ 1 b) x > 1 c) x > 0 e) to d o o campo de números reais

TB.207 (CESCEA -75) A desigualdade - (log x )2 + 2 log x + 3 > 0, é verdadeira para: a) x > 0 e x < 1 b) 0,1 < x < 1 000 e) 0 < x < 0,1 2 (loge x )2 - loge x
3

c) 0 < x < 100

d) 0,001 < x < 10

TB.208 ( IT A -7 1 ) Seja a desigualdade

6.

Determinando-se as soluções desta desigualdade obtem os: a) 0 < x < — e e x > 102 b) 0 < x < e d) — < x < 1 e 2 e x > e2 e x>e

c) 0 < x < e e x < 10 e) nenhuma das respostas anteriores

166-B

T B .209 (IT A -7 3 ) Os valores de x que verificam a desigualdade — ^ — + ------ --------- > 1 loge x logx e - 1 a) x > 1 b) x > e
c)

são: 1< x < e

0 <C x < e

d)

e) nenhuma das respostas anteriores TB.210 (M A C K -7 3) O conjunto solução da inequação lo g j [lo g ^ x ] ^ 0 é:
3 3

a) c)

{x E IR I x > {x £ IR I 0 < x <

b) d)

{x £ IR I x > o } {x £ IR 1 < x < 1}

e) 0 TB.211 (IT A -7 7 ) No co n ju n to dos números reais, a desigualdade lo g i <log4 (x2 - 5)) > 0 é
3

verdadeira para: a) y /b I x I <C 3 . d) Ix l > 3 b) \ f b <C Ix l \Z fT c) >/~6 < Ix l <C 3 e) nenhuma das respostas anteriores

TB.212 (CESCEA-67) Sendo a > 1, a solução da inequação loga (loga x) < 0 é: a)x^>0 b) x > a c) 1 < x < ! a d) 0 “C x ! 1 e) 0 x < a

TB.213 (CESCEA-73) Se 0 < a < 1, a solução da inequação loga (togi x ) ^ 0 é : ã a) x ^ — a b) 1 ^ ^ — c) x a 1 d) não sei

T B .214 (IT A -7 4 ) 0 co n ju n to de todos os valores de x para os quais existe um y real de modo que y = logio [lo g io ( 7 é dado por: a) intervalo aberto A , de extremos -V ^ 2 e \/~ 2 b) intervalo aberto A, de extrem os - V ^ e \/~ 2 c) intervalo aberto A , de extremos 0 e —- — d) intervalo aberto A, de e x tre m o s ------— e 1 e) nenhuma das respostas anteriores T B ,215 (CESCEM-67) A condição para que a equação x 2 reais é : 2x - logio m = 0 não tenha raízes M

Vi

TB.216 (G V -75 ) Para que valores de K a equação x 2 - V 2 x + logio K = 0 tem duas raízes distintas? a) 0 < K < ■ — b l O < K < l elO <K<-s/lÕ c) 0 < K < \/~ 2

d) 0 < K < 4

TB.217 (IT A -7 1 ) Determinado-se a condição sobre t para que a equação 4 * - (loge t + 3 )2 * - loge t = 0 admita duas raízes reais e distintas, obtemos: a) e “ 3 < t < 1 d l 3 <C t < e2 b) t > 0 c) e " 1 < t < 1

el nenhuma das respostas anteriores

TB.218 (M A C K -7 7) A equação x 2 - 4 x + 3 + log (k - 1) = 0 tem raízes reais e de sinais con­ trários, se e somente se:
a) 1 < k < k ^ 1 + 10“ 3 1 + 1 0 "3 bí 0 < k < 10“ 3 c) k > 1 + 1 (T 3

d) 0 <

e) não sei

TB.219 (M A C K -7 6) Se x > 0, e " lo g " indica o logaritm o decimal, então: a) log (1 + x) = ^ * d) log (1 + x) < x b) log (1 + x) < -* ^ c) log (1 + x) > x

e) nenhuma das alternativas anteriores é correta

TB.220 (CESCEM-73) O valor da expressão - ,3421f X 3 0,5 a) -4 4 ,0 5 2 9 0 b) -39 ,9 4 7 1 0 c) -19 ,9 7 3 5 5

e eí -11,01323

d) -9,9 8 6 7 8

T B .221 (CESCEM-74) As características, no sistema decimal, de log 7, log 0,032, log 10s e log 0,00010 são, respectivamente, a) 1, -1 , 6, -3 d> 0 , -2 , 5, - 4 b) 1, -1 , 5, - 3 eV 7, 0 , 5, 0. c) 0, -1 , 5, - 4

TB.222 (C E S G R A N R IO -73) A característica do logaritm o de 800 no sistema de base 3 é dada por: a) 2 b) 4 e) nenhuma das respostas anteriores c) 3 d) 7

TB.223 (G V -73 ) Se N é um número positivo, expresso na form a 10n • K, onde n é um núme­ ro in te iro e 1 ^ K < 10, então: a) a mantissa de logio N é K c) a característica de logio N é n e) a característica de logio N = n * K b) a característica de logio N é K d) a mantissa de logio N á n

TB.224 (CESCEA-71) Assinale, entre as afirmações abaixo, a verdadeira: a) log na = n log a, para to d o a > 0 e b) log a = 2,350 = * 0 , 1 < a < 1 to d o natural n

168-B

c) V log a = y log a, para to d o a > 0 d} tog a =-2,350 = * 0,01 < a < 0,1 e) não sei TB.225 (CESCEA-72) Se tog 0,701648 = 1,8460993, então, colog 0,701648 vale: al 0 ,1539007 bi 1,1360993 c) 0,1399007 dl 1,1539007 ei não sei

TB.226 (CESCEM-73) Se log cos x = T,870900 então, o valor de log sec x é: a) 0,129100 b i 1,12910 c) 1 * 1 ,8 7 0 9 0 0 d) 1,12910 e) -0,129100

T8.227 (M A C K -7 4) Se lo g io T * = 1,221; então Io g io 3 6 é igual a: 6 a) 1,558 b) 1,442 c) 2,442 e) nenhuma das respostas anteriores d) 1,034

TB.228 (CESC EA-74) Se log 0,4321 = 1,63558, /og 0 ,3625 = -0,44069 e log 0,3219 = -0,49227, então: log 0,4321 + log 0,3625 + log 0,3219 3 a) T,76577 b i T,29739 c) 1,57754 d) T,56754 é ig u a | a . a*

e) nenhuma das respostas anteriores TB.229 (CESCEA-75) Sabendo que Io g jo 2 = 0,301030 e lo g i0 3 = 0,477121; o valor de x na expressão: /ü T , x = log jo 3 / e:

ai -0,058796

b) 1~,941404

c) T,941303

d) -0,058976

e) 1,941504

TB.230 (IT A -7 4 ) Sendo a j, a2, •••, an números reais, o m aior valor de n tal que as igualda­ des ao lado são verdadeiras é: a) n = 3 b) n = 4 c) n = 5 logio 123478 = a i logio a i = a2 ............................ “ an

d) n = 6 lo g io a n - l e) nenhuma das respostas anteriores

TB.231 (M A C K -7 5) Sabendo que logio 2 = 0 ,3 0 1 e que x = 2 30, podemos afirm ar: a) x é um núm ero m enor que um bilhão porém m aior que cem milhões b) x é um número que, em notação decimal, tem mais que 31 algarismos c) x é um número entre 9030 e 9331 d) a característica do logaritm o de x é 30 e) x é maior que um bilhão porém menor que um trilh ão

169-B

TB.232 (M A C K -7 5) O núm ero de algarismos da potência 50s0 é: a) 2 500 d) 250 b) 85 e) 50 c) 100 (Dado: log 2 = 0,301)

TB.233 (G V -74) Numa tabela lê-se que logio 615,4 = 2,789157 e que logio 6,1 53 = 0,789087. Pode-se determ inar que lo g io 6153,4 vale aproxim adam ente: a) 3,789115 b) 2,789098 c) 3,789012 d) 3,789098 e) 2,789012

TB.234 (G V -73 ) Sejam log 1,220 = 0,0863598 e log 1,221 = 0,0867157. Então, o valor de x tal que log x = 2,0865260 é: a) 122,04 b) 12,204 c) 0,012204 e) nenhuma alternativa anterior d) 0,001204

170-B

RESPOSTAS

TB.1 b TB.2 d TB.3 a T B .4 d T B .5 d T B .6 c TB.7 b TB.8 b TB.9 d TB.10 d T B .1 1 d TB. 12 c T B .13 c T B .14 c T B .15 c T B .16 e T B .17 b T B .18 d T B .19 e TB.20 c TB.21 a TB.22 d TB.23 a TB.24 b TB.25 e TB.26 a TB.27 b T B .28 a TB.29 b TB .30 TB .31 TB .32 TB .33 TB.34 TB.35 b d a c b e

T B.36 e TB.37 d T B .38 d T B .39 e T B.40 c T B .41 d TB.42 d T B .43 d T B.44 c TB.45 e TB .46 b TB.47 c TB.48 c T B .49 e T B.50 a TB .51 a TB.52 e TB.53 a TB.54 a TB.55 e TB.56 a TB.57 c TB.58 b TB.59 e TB.60 c TB.61 a TB.62 c TB.63 b TB .64 a TB.65 e T B.66 a TB.67 b TB.68 e TB.69 b TB.70 e

TB .71 e TB.72 a TB.73 a TB.74 e T B .75 b T B .76 c TB.77 c TB.78 a T B .79 d TB.80 e TB.81 e TB.82 e TB.83 e T B.84 b TB .85 c TB.86 a TB.87 c TB.88 a TB.89 b TB .90 d TB.91 e TB.92 a T B.93 d T B .94 c TB.95 d TB.96 d TB.97 c TB.98 c TB.99 e T B .100 b T B .101 e T B .102 a T B .103 e T B .104 c T B.105 b

T B .106 d T B .107 d T B .108 b T B .109 e T B .110 b T B .111 b T B .112 a T B .1 13 a T B .114 b T B .1 15 e T B .116 c T B .117 e T B .118 c T B .1 19 d T B .120 c T B .121 d TB.122 b T B .123 c T B .124 c T B .125 b T B .1 2 6d TB.127 d T B .128 b T B .129 b T B .130 a T B .131 c T B .132 a T B .133 b T B .134 e T B .135 T B .136 T B .137 T B .138 TB. 139 T B .140 d a b a a a

171-B

o < 0) J3 0 N Cl in r» fM C C cg N N Q ff d C d i I- H* »- i-

Q o < T £ T 0 o X 0 r (3 "D > 0 3 > 3 5 3 3 e T C M (O r*. O O f— *- C O O C C nN C in 10 r*- CN f— N N N C N C C M C N N C C C C C C C C C C C C C N N N N N N N N N N N N N
CQ 00 cb d 03 od H I- H t- h- i-

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I- i- 1-

ffi

o O) C N C N d d d H h»

O M C N d H

r 0) o
Cl C N d 1-

J3 C N W C N d 1-

c o Cl to C N d K

o C N d K

to

■ü ■o o 03 V n < 03 u u Q CN C í < ir> (O r - C O) O O C 0> O) « O o> O) 0 ) O) 0> 0> rr - T“ r“ d d d d d d d d d d K h- i - j - H i - H H H K

•o O O) r*
i-

n C O o *o O CN CN
i H

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H hK

13 CO rs. 00 O o o C CN CN M

n ■o o o> O o CN CN w

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1K

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(D (0 0} u rs C o> o O (O C C Ps TD O r— d d d d t- i- i- i -

XI TJ Ü u C to s N r*. rs r- P . rd d d d j- K K i-

o (0 JD X) 10 C Ps 00 O ps ps Ps ps r~ d d d d H K i- K

i3 ■o o (D "* N 0) O T C ps 00 00 C O « “ d d d d »- h* h-

O •o ) > *o (0 a IO (0 rs 00 00 00 00 00 oo 00 » “ t— d d d d d d H i- H »- H H

to

— 1 p“ — T — r - * r*• i” d d d d d d d d d d d d d d d d d d d d d d d d H i- i- i- H H j- H K H K i- i- i- h* i- h- »- H i- t- h* i-

*5 5 p

172-B

V ü u ■D t- CN CO 3 u?

(D (Q u < 0 (0 u C 13 u J3 "D (0 < C T3 o JD u D 0 D > f— CN M rs 09 0 ) o CN cn u> <0 Ps CO 0 ) O *? « ir> IO IO IO IO S) 10 IO IO IO (0 <0 (0 (0 (0

Testes de Vestibulares
Potências e raízes
1. (U.F.MG-90) Sejam a e b números reais positivos. Todas as afirmativas estão corretas, exceto'. a) ax+y = a* • ay, b) (ab)* = a* • b \
c) V x, y e Vx

IR

d) a’1-1' =

vx, y

£ IR

e IR IR -, vx £ IR

(ax) y

=

a *\

vx, y €

210 —3 ° 2. (CESGRANRIO-87) Simplificando —:----- — , encontramos: 2s + 31 a) 59 b) 50 c) 25 10~3 x 10s 10 X 104 c)
0 ,1

d) 15

e) 5

3. (PUC-SP-83) O valor da expressão a) 1 000 b) 10

d) 0,01 (J,2)4 x (10,3) 19,9) 2

e) 0,001 ,. e) 6 250

4. (FUVEST-81) Dos números abaixo, o que está mais próximo de 0,625 b) 6,25 c) 62,5

d) 625

5. (U.C.SALVADOR-92) Sejam os números inteiros A = 2 3 ■3* ■5 y e B = 104 ■3 S. Se o máximo di­ visor comum de A e B é 360, então x + y é igual a: a) 9 b) 6 c) 5 d) 3 e)
2

6. (PUC-MG-92) O resultado simplificado da expressão a) b) 1 m m + n c) d)

. m + n m e) 1 n

n m + n

161

TESTES DE VESTIBULARES

7. (VUNESP-92) O valor da expressão 5~‘ - y a) 0,3 b) -0 ,3 c) -0 ,2

é: d) 0,2 e) 0

8. (UNESP-81) Se m = ( J 5 • ¥ J) 2 (32 ■4~6y ‘, então: a) m = (33 ■42)2 c) m = (37 • 4“3) '2 e) m = (36 • 4~2)4

9. (U.C.SALVADOR-91) Comparando-se os números x = 0,008 concluir que: a) x = 400 + y b) y = 400 + x c) x = 200y d) x = 5y

10 3 e y = 4 000 ■ 10 w, é correto e) y = 5x

10. (FGV-81) O resultado da expressão A = ——j ---- ^ \ — — / ’—— para a = 10~3 e b = — 2 — 10 a 2 - b - ( a 2 - b~') ■(a~' • b) faz parte de qual conjunto? a) (106, 10~6) b) (— 10-6, -1 0 6) d) (-10"9, 109) e) Nenhuma das respostas anteriores.

11. (U.MACK.-81) Considere a seqüência de afirmações: I — 745 • 10“4 = 0,745 II — (-2)" = -2 ", para todo n natural III — ( - a 2)3 = ( - a 3)2, para todo a real não nulo Associando V oxi F a cada afirmação, nesta ordem, conforme seja verdadeira ou falsa, tem-se: a) (F, V, V) b) (F, V, F)
i x A. 3~x

c) (F, F, V) d) (V, V, V)
3X — 3 ~x

e) (F, F, F)

12. (U.MACK.-81) Se A = ------ ------- e B — ------------ , então, para todo x real, A 2 - B a) 0 b) 1 c) -1 d) - 2 e) 2

vale:

13. (U.F.PR-83) Se 2 “ + 2~* = 3, o valor de 8* + 8~x é: a) 12 b) 18 c) 21 d) 24 e) 27

?3+ x— 2X~* 14. (PUC-MG-92) A expressão --------------- r - é igual a:
2* + 2 X 3

a) 2*

b) 2~* , 2

c) 2“3 e B = e. ~ c) 4

d) 7 , A 2 + B 2 é igual a: d) e

e) 8

15. (PUC-MG-92) Se A = a) 1 b) 2

ex + e x

ex + e x

e) e2

16. (CESGRANRIO-85) Um número real x, que satisfaz Í35 < x < -139, é: a) 5,7 b) 5,8 c) 6 d) 6,3 e) 6,6

17. (U.F.RN-84) J l3 + -J7 + J T + ^ a) 4
162

é igual a:
c) 6 d) 7 e) 8

b) 5

TESTES DE VESTIBULARES 1*- (U.F.MG-82) Efetuando as operações indicadas na expressão - j- (0,01 X 0,12) + (0,14) 2 + -Í0.04, obtemos: a) 0,220 19. b) 0,256 c) 0,296 d) 0,560 e) 0,650

(U.C.SALVADOR-92) Efetuando-se Jl~44 + (0,2)2 + 1-8 + 3 ■ (-2)1, obtém-se: a) 15,6 b) 15,24 c) 12,76 d) 12,4 e) 12

20.

(PUC-MG-92) O valor da expressão Y = 8 ■{UcT3 ■5 ■ 10~3 é: a) 40 b) 40 X 102 c) 40~2 d) 4 x 10~3 e) 40 x 10~3

21-

(U.C.SALVADOR-92) A média geométrica de dois números positivos a e b é igual a -la ■ b . Sabendo-se que a média geométrica de dois números é igual a 6 e um deles é o quádruplo do outro, então: a) b) c) d) e) o o o o o menor deles é um número primo. maior deles é um número ímpar. menor deles é um número quadrado perfeito. maior deles é um número primo. menor deles é um número par.

22.

(U.F.RN-83) O valor que devemos adicionar a 5 para obtermos o quadrado de H + Í 3 é: a) tÍ3 b) iÍ6 c) 2 Í2 d) 2 e) 2 -Jó

23.

(U.F.GO-84) O número j l 8 - J8 - Í2 é igual a: a) i/8 b) 4 c) 0 d) -/lÕ - -J2 e) / l 8 - -Í6

24.

(U.F.MG-82) O quociente ( 7 ^ 3 - 5 ^ 4 8 + 2 (Í9 2 ) : 3 13 é igual a: a) 3 i/I b) 2 -Í3 ) S é: c) 2 d) 4 e) 8 c) -&■ d) 2 e) 1

25.

(U.F.RS-82) O valor de a) 2 V2* b) 26 V22

26.

(PUC-MG-92) Das sentenças abaixo, é correto afirmar: I II III IV — — — — — = 9 32 (a + b)2 = a2 + b2 (a • b)n = an ■bn (2-2)~5 = 210 c) Todas estão corretas. d) Quatro estão corretas. e) Só duas são corretas.

V—VF-4V2 *B*-Só duas são falsas. b) Todas são falsas. 27.

L _£ (U.F.MG-92) Seja (x + 2 ) 3 = 3, x > 0. Pode-se afirmar que x 2 é igual a: a) 0,002 b) 0,008 c) 0,025 d) 0,125 e) 1

2*.

(U.F.MG-92) Se a e b são números reais positivos tais que (a2 + b 3) (a2 - b 3) = ——- b 6, pode-se .1 3 afirmar que a 3 é igual a: a) 1j 3 7 • 2-3 2 b) 3— • 23 7 c) 3 ^328 • 2 '12 d) 3 ^3-28 • 2>2 e) H(3 ■2)‘ 21

163

TESTES DE VESTIBULARES

29- (CESGRANRIO-80) Racionalizando o denominador, vemos que a razão a) - Í 3 - l b) 1 +
2 /3

^ .. é igual a: & -1 e) 2 + 2
1/3

c) 4 Í + 42 d) 2 + -Í3 ^ f2 -l c) 2 é: d) 1 2

30- (FUVEST-80) O valor da expressão a) ã 1 f2

b)

e) ■J2 +

) 31- (CESGRANRIO-83) Se a = f 8 e b = ( 2 , então < valor de a ‘ + b - ‘ é: a) 4 b) fi 2

• 4

d) f2 * 1 1

e)

1 -fiõ

32. (FUVEST-85) Qual é a) Í3

0

. -[3 ------+ 1 valor da expressão —— '[3 — 1 c) 3

+ •~ f[3 +

b) 4

d) 2

e)

ã

33- (U.F.CE-92) Sejam p e g números reais, Se p = 5 + 2 -Js e p ■ q = 1, então p + 5q é igual a) 6 b) 8 c) 10 d) 12

34- (PUC-MG-92) Se x = ------ -—— e y = — ^ 7 ^ , então x + y é igual a: 3 + 2 Í2 4 --Í2 a) 22 b)
22

c) 8 ^ 2 -Jl d)
22

e) 160 + 4 ^2
8

+

J2

35- (CESGRANRIO-90) Efetuando e simplificando ----- obtemos: / + -Jx 1 - -Jx a)
1

-—— - x2 d)

1

- x + x
1

e>

1

- x

2

b) — ——r 1 - x2

1

3®- (U.C.PR-82) Assinale a alternativa verdadeira:
1 1 0,

a) "i/a + b = a" + b ", a > b) (abm)p = abrap, a / c) am + a_m = 1 , a >
1 0

b >

0

d) a” bm = (ab)"+ra, a * e) = m/ ã , a > n
0

1,

b *

1

37-(F.C.M.STA.CASA-81) Se A = V70 a ) D < B < C < A b ) B < D < C < A

, fl = {To

C = ~ *

e D = — , então: e ) A < C < D < B

c ) B < A < D < C d ) B < A < C < D é: d) 0,75

3S- (U.F.PELOTAS-83) O valor da expressão a) 0,125 b) 0,25 c) 0,5

e) 1

TESTES DE VESTIBULARES

39. (U.F.RN-83)
a) 1

g S /6

é igual a: c) 41'
5

b) 2

► d) 8 3/4

e) 87,

40. (U.E.LONDRINA-84) Seja Af = I ( - j a) M < - y b) -1 < M < 0
C c)

■ (0,<5)~2. Efetuando-se as operações, tem-se que: M < 0 < M < 4ye) M > 2

d) j - < M < ±

41. (U.C .SALVADOR-91) O valor da expressão ^ y j * ■(2 11 ■S 2' ) " 3 : (22 ■S 2*) é: a) 8 b) 10 c) 20 d) 125 . (A-2 - 2) é igual a: c) 6 (0,005)2 ■0,000075 10
c) 1

e) 23 • 54

42. (U.E.CE-91) Se K = ^ a) 4

Í6 + ' então x J 6 --Í2 b) 4 J2

d) 6 J2 5 • 10~4 • 2~1/3 ] x 3“1/3 J

43. (U.MACK.-80) O valor de a) 3 -Í2 b)

_J
2 "W

d) 2
l

e) 0,1

44. (U.F.MG-90) O valor de m a) - ■
21 Í 7

(J R P -

' ) 0,444... /
T

b)
42

« T

45. (U.F.MG-92) O valor de m =

.•• -

(- ^

vÍM - 10 2
a)

31 /ÍÕ 72

b )ü 72

c)

213 72

d)

213 /IÕ 72

31 iÍ2

Função exponencial
46. (U.F.CE-91) Se f ( x ) = 16 a) 11 \ então / ( - / ) + f ( - 2 ) + / ( - * ) é igual a: c) 15 d) 17

b) 13 2* para - / < * < / 1 para A > 7 r

47. (U.F.MG-81) Se f(x) 5

então / ( 0 ) - / ( y )

é igual a:

a)

b> T

a T

d)

« - T

165

TESTES DE VESTIBULARES “ (PUC-RS-80) Seja a função / : IR -» R definida por f ( x ) = 2X. Então, f ( a + J) - f ( a ) é igual a: **■ a) 2 b) 1 c) f(a) d) f (l) e) 2f(a)

(PUC-MG-92) Seja a função exponential f( x ) = a". É correto afirmar que: a) ela é crescente se x > 0. d) ela é decrescente se a ^ 1. b) ela é crescente se a > 0. e) ela é decrescente se 0 < x < 1. 'c) ela é crescente se a > 1. (PUC-MG-92) Os valores de a £ IR que tornam a função exponencial f( x ) = (a - 3 ) x decrescente são: a)a<3 b)0<a<3 c)3<a<4 d)a<3ea?*0 e ) a > 3 e a * 4

(PUC-SP-80) As funções y = a x e y = b x, com a > 0, b > 0 e a ^ b, têm gráficos que se encon­ tram em: a) 1 ponto. b) 2 pontos. c) 4 pontos. d) nenhum ponto. e) infinitos pontos.

(FATEC-90) O gráfico da função real de variável real definida por 1 T 2 a) intercepta o eixo das ordenadas no ponto b) intercepta o eixo das abscissas no ponto -1 . c) intercepta o eixo das ordenadas no ponto 2. II 3* T 2X d) intercepta o eixo das abscissas no ponto 2. e) não intercepta o eixo das abscissas. o 1 1

(PUC-SP-81) Sejam f( x ) = 3 X~ \ g(x) = 3 X e s(x) = f( x ) + g(x). Qual é o valor de x, tal que s « = 41 a) - I b) 0 * c) 1 — e h(x) = —— d) 2 e) 3

54‘ (U.F.MG-81) Se f(x ) = x 2, g(x) = — —^ a) 3~* b) 3~2x

— , então / ( g(x)) ~ f(h(x)) è igual a: d) 0 e) 1

c) 32*

(F.C.M.STA.CASA-81) O gráfico que melhor representa a função de IR em IR, definida por m _ 3X + é:

166

TESTES DE VESTIBULARES

56. (CESGRANRIO-84) A função / : IR -» IR, definida por f(x ) =

é melhor representada por:

57. (PUC-SP-82) Os gráficos das funções f ( x ) = a* e g(x) = x 2 - 1 se interceptam em um ponto de abs­ cissa 3. O valor de a é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 8 e) 9

58. (CESGRANRIO-88) Se 8 ” = 32, então * é igual a:
a) T ’b) T c) T d) T e) 4

59. (U.MACK.-80) Se (0, 1)*~5 = 10, então * vale: a) - 5 b) 0 c) 4 . d) 6 e) 10

60. (FATEC-89) O valor de x, tal que 10* = 1CT0-2 ■4 -[7o, é: a) 0,05 b) -0,05 c) 0,5 d) -0 ,5
ix - 1

e) 0,005

61. (U.F.R.PE-91) Quantas soluções reais possui a equação 10* a) 0 62. (PUC-SP-83) Se 2 S a) 6 b) 1
x

- 10 = 01 d) 3 e) 10

c) 2
=

55

0,8

X

10", então c) -1

«

é igual a: d) 2 e) -3

b) 5

63. (PUC-SP-84) Se 3 1 ■2 S = 4 ■ 6 k, o valor de k: a) é 15. b) é 8.
X

c) é 6.
X

d) é 3.

e) não existe. » e) 28

64. (FUVEST-87) Se 4 16 a) 24

5 25 = a

10", com 1 < a < 10, então n é igual a: c) 26 d) 27

b) 25

65. (PUC-MG-92) O valor de x que satisfaz a equação a) 1 b) 3 c) - L

3 S*~ ' ■ 9‘A' ■ = 2 7 ’ x é: '
d) - ie) y

66. (U.F.CE-91) A soma das raízes da equação a) 5 b) 6 c) 8

= 1, onde f( x ) = x 2 - 7x + 12, é igual a: d) 9 e) 10

167

TESTES DE VESTIBULARES 67. (CESGRANRIO-88) O número de raízes reais de 3 2x2 7x+s = 1 è: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) maior que 3

68. (U.F.VIÇOSA-89) Seja a equação [2X~3}*~2 = 1. A soma e o produto de suas soluções são, respectiva­ mente, os números: a) 3 e 2 b) 9 e 8 c) - 5 e -2 4 d) - 2 e - 8 e) 5 e 6

69. (U.E.CE-91) Um empregado está executando a sua tarefa com mais eficiência a cada dia. Suponha que N = 640 (1 - 2 ~0,s' ') seja o número de unidades fabricadas por dia por esse empregado, após I dias do início do processo de fabricação. Se, para t = , N = 635, então 11 é igual a: a) 10 b) 12 c) 14 ( 2* + 3y = j _ _ d) 4 d) 16 11 então x + y é: e) 5

70. (CESGRANRIO-80) Se (x, y ) é solução do sistema a) 11 b) 3 c) 6

71. (U.MACK.-80) A solução da equação a) -1 ^ x < 0 b) 0 < x < 1 c) 1 ^ x < 2 d) 2 < x < 3

é um número racional x tal que: e) 3 ^ x < 4

72. (CESGRANRIO-87) Se o quociente de 64*~' por 4 ‘ ~ 1 é 2562x, então x é: b) - i c) 0 d )-L e) - |-

73. (U.C.SALVADOR-92) O número real que satisfaz a sentença (2 X~2) 2 = 3 2 '_l é: a) ímpar. b) múltiplo de 6. c) divisível por 3. d) cubo perfeito. + 2 X+J + 2 X = 7 é: a) um número primo. b) um número negativo. c) um número irracional. d) um número maior ou igual a 1. e) um múltiplo de 5. e) quadrado perfeito.

75. (PUC-SP-84) A solução da equação 3 ■2 X* 1 + 2 ■2 X = 8: a) é maior que 1. b) é menor que zero. c) está entre -0 ,1 e 0,1. d) não é um número inteiro. e) é um número irracional.

76. (FGV-88) A equação 4X + 6X = 2 ■ 9X tem como solução o conjunto: a) (1) b) 12] c) (3) d) [0J e) n.d.a.

i 77. (V.UNIF.RS-80) Sabendo que 4 X - 4 X~ ‘ = 24, então x 2 vale: a) ^ b > 4 c )j2 d ) ^ e) - ~ -

78. (CESGRANRIO-82) Os números inteiros x e y satisfazem 2 X+I • 2 1 - 3-v ‘ 2 - 3 y. Então x é: a) -1 b) 0 c) 1 d) 2 e) 3

79. (U.F.RN-84) A solução da equação 3 21 — 6 ■3 X + 9 = 0 é: 1 a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

168

TESTES DE VESTIBULARES

S - (U.F.MG-90) A soma das raízes da equação 7/+* + - í — = 8 é: O
7X
a) 0 b) -1 c) 1 d) 7 e) 8

* 1 - (PUC-RS-80) Se 3* - 3 2~x = 2 3, então 15 - x 2 vale: a) 16 b) 15 c) 14 d) 11 e) 6

*2- (U.C.SALVADOR-91) A solução da equação 5* - 5 2~x = 24 é um número real K tal que: a) K > 15 b) 10 < K < 15 c) 5 < K < 10 d) 0 < K < 5 e) K < 0

*3. (U.E.CE-91) Se x, e x2 são as raízes da equação (-Í3 + Í 2 ) x + (^3 - Í 2 ) x = 2 -Í3, então x j + x j é igual a: a) 2 b) 5 c) 10 d) 17

*4- (U.C.PR-82) Os valores de k, de modo que a equação 3 X + 3~x = 3k admita raízes reais são: a) k < -1 ; k ^ 1 ç) k < k > e) - 3 < k < 3

*5- (U.E.CE-92) Se 7m - 3 2" = 1 672 e Í7™ - 3" = 22, então m" é igual a: a) 16 b) 64 c) 128 d) 256

*6. (U.F.R.PE-91) Considere a equação a 2x positivas e a a) b) c) d) e)

a + b2 (ab)x + b 2 ab b. Indique a proposição verdadeira:

0, onde a e b são constantes reais

As soluções desta equação são todas inteiras. A equação possui uma única solução. A soma das soluções é zero. A equação não tem solução real. 2 è solução da equação, se ab = 1.

*7. (FGV-88) Assinale a afirmação correta: a) (0,57) > (0,57) b) (0,57)7 < (0,57)8 c) (0,57)4 > (0,57)3 ® (PUC-SP-84) Se y - I0X é um número entre 1 000 e 10 000, então x está entre: a) -1 e 0 b) 2 e 3 c) 3 e 5 d) 5 e 10 e) 10 e 100 d) (0,57)0’57 > (0,57)°'” e) ( 0 , 5 7 r 2 < 1

89. (FATEC-88) S e ja /: IR* -* IR, onde f( x ) = 2 X. O conjunto dos valores de x para os quais/(* ) < — é: ■
o

a) ]3, 8[ b) c) ]-co , 3[

d) R - (0, 8)

-f°

169

TESTES DE VESTIBULARES

90.

(U.E.LONDRINA-84) Os números reais x são soluções da inequação 25r ~x < y ^ > 3 a) x ^ - — 3 „ „ 3 c) - — < x < —

se, e somente se:

2

2

2

. 3 e) x < - —

'

2

.b ) x > y

d)

X

< y \4x 2 - x —
f SdU.

a) -1 ,5 < x < 1,5 3 1 b ) - y < x < y 92.

c) -0 ,5 < x < 1,5 d) x < -0 ,5 ou s > 1,5

1 3 e) x > — ou x < —

(PUC-MG-92) Se f( x ) = 4 X' l e g(x) = 4X, a solução da inequação f(x ) > g(2 - x) é: a) x > 0 b) x > 0,5 c) x > 1 d) x > 1,5 e) x > 2

93.

(U.MACK.-81) Em IR o conjunto solução da inequação (3 + •Í2)x > — é: 2 a) 0 b) IR_ c) IR d) R + e) Nenhuma das anteriores está correta.

94.

(U.F.PR-80) Supondo x número real, (x > 0 e x * 1), a inequação x 2x~‘ < x 3 tem como solução: a)0<x<3 b)x<l c)x>2 d ) l < x < 2 e)x<l

95.

(ITA-88) Seja a um número real com 0 < a < 1. Então, os valores reais de x para os quais a 2x - (a + a 2) ax + a3 < 0 são: a)a2 < x < a
b) x < 1 ou x > 2

c ) l < x < 2 d) a < x <' J ã

e)0<x<4

Logaritmos
96. (U.F.CE-92) Se logn 8 = - ~ w 4 a) 21 b) 22 e log,7 q - - í- , então q + — é igual a: 5 p c) 23 d) 24

97. (U.E.BA-84) O número real x, tal que logx y ,8 1 a )i ? 3 b)- y ,1 C) T

= y , é: .. 3
t

. 81 e)- i ^

98. (U.F.MG-92) Seja loga 8 = — y , a > 0. O valor da base a é:

a> -J T lo

b> 4o-

c) 2

d> 10

e> 16

170

TESTES DE VESTIBULARES

99. (U.F.PE-81) Assinale a alternativa que nos fornece a base a tal que: loga 3 = - y . 1 a )a = ! 7 b> a = - j c) a = -3 d )a = - i e) Um tal a não existe, pois o logaritmo de um número é sempre positivo. 100. (U.F.MG-89) Seja f( x ) = y de x para o qual / ( x) = 6 é: a) 7 X 1012 b) 7
X

loglg y , onde k = 7

X

10"1. Pode-se, então, afirmar que o valor

106

c) 7 x 103

d) 63 x 10“3

e) 63 x 103

101. (PUC-MG-92) Se /og„ b = - 2 e ab = 3, então b - a é igual a: , 20 a) — , . 22 b) — . 23 c) — .. 25 d) —
e) —

. 26

102. (PUC-SP-80) Se x + y = 20 e x - y = 5, então logl0 (x2 - y 2) é igual a: a) 100 b) 2 c) 25 d) 12,5 e) 15 X2

103. (PUC-SP-81) Se 0 < x < 1, um valor aproximado, por falta, de loge (1 + x) é dado por x com erro inferior a — . y a) 0,14

Y'

x3

Qual dos valores abaixo está mais próximo de loge 1,21 c) 0,18 d) 0,20 e) 0,22

b) 0,16

104. (FUVEST-89) Se logl0 8 = a, então log,0 S vale: a) a3 b) 5a - 1 c) - y d) 1 + y e) 1 - y

105. (PUC-SP-84) log 50 + log 40 + log 20 + log 2,5 é igual a: a) 1 b) 3 c) 5 d) 10 e) 1 000

106. (U.E.CE-92) Se K = log, (6 + Í 3 5 ), então 5 K + 5~K é igual a: a) 6 b) 8 c) 12 d) 16

107. (U.F.MG-90) Para todos os números reais, a e b, pode-se afirmar que: a) log a2 = 21og a b) log (1 + a2)2 = 21og (1 + a2) c) log (ab) = log a + log b d) log = log a - log b

____ e) log a 2 = -Jlog a ç

/ 4 \-*+i 108. (FATEC-87) Se M é o menor número inteiro, solução da inequação l y l < é igual a: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3

, então !og2 M

e) 4

171

TESTES DE VESTIBULARES 109. (U.F.RS-81) Supondo que uma cidade, com P0 habitantes, no instante 0, terá P = P0 e k‘ habitantes, no instante t, com A € IR, que a população é de 2P0 no instante 30 e que tn 2 = 0,693, então k = : r a) 20,79 b) 2,079 c) 0,693
26

d) 0,231

e) 0,0231

110. (CESGRANRIO-87) Simplificando - ----- — , encontramos: logj 81 a) 16 b) 12 c) 8 d) 4 e) 3

111. (FGV-88) O valor da expressão: [Iog2 0,5 + log3 Í2 7 - lo g ^ 8 ] 2 é: a) i f 4 b) M . 4 c) 4 4 d) i f 4 e) n.d.a.

112. (U.F.MG-92) Considerando-se logl02 = 0,30 e logl03 = 0,47, pode-se afirmar que o valor de loglo60é: a) 0,141 b) 0,77 c) 1,41 d) 1,77 e) 10,77

113. (PUC-SP-81) Determinar logw 350, supondo que log,0 0,35 = -0,456. a) 1,456 b) 2,456 c) 1,544 d) 2,544 e) 3,649

114. (U.F.PR-80) Sendo log 2 = 0,301 e log 7 = 0,845, qual será o valor de log 281 a) 1,146 b) 1,447 c) 1,690 d) 2,107 e) 1,107

115. (EAESP-FGV-80) Sabendo-se que logl0 2 = 0,3010 e logl0 3 = 0,4771, então logw 0,6 é igual a: a) 1,7781 b) -0,7781 c) 0,7781 d) 0,2219 e) -0,2219

116. (CESGRANRIO-85) Se log a = 0,4771 e log b = 0,3010, então log — é:
b

a) 0,1761

b) -0,1761

c) 0,7781

d) 0,8239

e) -0,8239

117. (CESGRANRIO-90) O valor de loga (a f a ) é:
a> T b) T C )T d )T e) T

118. (CESGRANRIO-88) O valor de log2 8 + logl0 -170 é: a) A b) 3 O -l d) 4 e) - |-

119. (U.F.MG-92) Todas as alternativas apresentam erros de cálculo cometidos freqüentemente, exceio: a) x9 - x8 = x Vx £ IR b) vx2 + x4 • 2x + 1 = 2x Jx2 + x4 + Jx2 + x4 Vx € IR c) — !— > —
x 1 X

Vx € IR - [0,1]

d) log I x + y I = log Ix I + log I y I Vx, y G IR - [01 e) 31 = (3X » x = 0 o u x = 2 ,2 )2 120. (CESGRANRIO-89) Se log x = 3 e log y = - 2 , então o valor de log 3 y é: -ix!

« f

‘> í

'>T

172

TESTES DE VESTIBULARES

121. (VUNESP-88) Se loga A — 2 * loga c —— ■íoga d, então: a) A =
Vd

c) A =

2c

b) A = 3 Vd

d) A

=

V d c2 • V d
3

e) A = -i-

c
Vd

122. (VUNESP-87) Seja a C IR, a > 0, a ^ 1. Se a, 3 e 7 são números reais estritamente positivos cujo E _____ 7 f 7 , 1 _ ÍZ — ..s~ „ ,.«i— produto é aífy = v« , então o valor de x para7que _ /og„ jr /oga a loge a logy a a) a b) 2a c) a \fã

d) a2

e) 2 -/ã

123. (F.C.M.STA.CASA-81) Usando a tabela ao lado, o valor de log 75 é: a) b) c) d) e) 1,1417 1,3011 1,5564 1,6818 1,8752
X 2

log

X

0,3010 0,7782

6

124. (U.C.SALVADOR-91) Utilizando-se a tabela abaixo, N ' 9 11 1? 15 17 37U293 conclui-se que 5 <371 293 é igual a: a) 11 b) 13 c) 14 d) 15 e) 17 log N 0,95 1,04 1,11 1,18 1,23 5,55

125. (CESGRANRIO-85) O valor de a) log (10!) b) log (9!)

£
j-i

log j é: c) log 10 d) log 10" e) 0

126. (U.C.SALVADOR-91) Indica-se por log x o logaritmo de um número x na base 10. Se log 2 = a, o valor de log 25 é:

b)i

c) 4a

d)

1- a

e) 2 - 2a

127. (VUNESP-87) Sejam a, b, c números reais estritamente positivos, distintos entre si. Se log a, log b e loge são termos consecutivos de uma progressão aritmética, então: a) b) c) d) e) a, b, c é uma progressão aritmética. a, b, c é uma progressão geométrica. a + c = b a < b < c c < b < a

173

TESTES DE VESTIBULARES

128. (U.F.SE-84) Seja m a solução da equação 4 -Í9* = 27. O valor de log2 -j j - é: a) - 2 b) -1 c) 0 d) 3 e) 6

129. (FATEC-87) Sejam p , k e m números reais maiores que /. Se a e b são raízes da equação x 2 - p x + k m = 0, então logk a" + logk b b + logk a b + logk b “ é igual a: a) m b) p c) mp d) -m p e)

130. (CESGRANRIO-88) A expressão I logl0 (5 ■ logl0 100)I2 vale: a) 50 b) 25 c) 16 d) 4 c e c4 d) 9 e) 1 b, então o valor de loga b é igual a: e) 12

131. (U.F.CE-91) Seja a um número real maior que 1. Se a ’ a) 3 b) 4 c) 6

132. (U.F.BA-81) Sendo log 2 = 0,301 e x = 5 3 ■ij4 000, então o log x é: a) 2,997 b) 3,398 c) 3,633 d) 4,398 e) 5,097

133. (U.F.PA-85) A expressão mais simples para a 0Sa * é: a) a b) x c) loga x d) log, a e) ax

134. (U.E.RJ-92) O valor de 4 h^ 9 è; a) 81 b) 64 c) 48 d) 36 e) 9

135. (EAESP-FGV-80) O valor de 5“'0*3 3 ' loi3 7 é: a) -yb) 3 c) 7 d) - ie) "j"

136. (U.E.LONDRINA-84) Se log 2 = 0,30 e log 3 = 0,48, o valor de log2 3 é: a) 1,6 b) 0,8 c) 0,625 d) 0,5 e) 0,275

137. (PUC-SP-85) Se log 2 = 0,301, o valor de logl00 1 280 é: a) 1,0535 b) 1,107 c) 1,3535 d) 1,5535 e) 2,107

138. (UNICAP-87) Sabendo que log27 N = m, calcule log3 N. a) 9 m b) 3 m c) ~ d )-fe) m3

139. (VUNESP-85) Se x - logs 25 e y = log2 5, então: a) x = y b) 2x = y c) 3x = 2y d) x = 2y e) 2x = 3y

140. (PUC-RS-81) Se logs x = m e x > 0, então log4 x é igual a: a) m b) j i n c) ~ m d) 2 m e) 3 m

141. (PUC-CAMP-80) Se logN M = -lo g M -jj- com 0 < N Z /, e 0 < M / 1, então, necessariamente: a) N = M-1 b) N = M c) N > M d) N = -M e) n.d.a.

142. (FUVEST-84) Se x = log4 7 e y = logl6 49, então x - y é igual a: a) log4 7 b) log16 7 c) 1 d) 2 e) 0

174

TESTES DE VESTIBULARES 143. (F.C.STA.CASA-80) São dados: log,5 3 = a e Iogl} 2 = b. O valor de logw 2 é:

a> V _ a + bk 1 - - T
b) -----^— 1 - a + b

.

a

c> 1 + a -^bú■
d) 3 1 + a - b

.

b

«) a - b - 1

b

144. (U.E.CE-80) Sejam a, b £ B, maiores do que 1. Seja x = a mos afirmar que o produto xy é igual a: a) b) -1 c) 1

/Ogb0°8ba) ioga Vogab) logh ° e y = b tos° *

Então pode­

d) - - i-

145. (ITA-89) Sobre a expressão A/ = — —------- 1 — —-— , onde 2 < x < 3, qual das afirmações abaixo log2 x logj a: está correta? a) 1 < M ^ 2 b) 2 < M < 4 c) 4 < M sí 5 d) 5 < M < 7 e) 7 < M ^ 10

Função logarítmica
146. (U.F.RS-83) O conjunto de todos os valores de a, tais q u e / : (0, + oo) _ |R, definida por f(x ) = log(ll_3)x, ► é decrescente, é: a) (-oo; 4) b) (3; + o») c) (0; 1) d) (0; 4) e) (3; 4)

147. (VUNESP-85) O par ordenado de números reais que não corresponde a um ponto do gráfico de y = lo g x é: a) (9, 2 log 3) b) (1, 0) 148. (FGV-81) Sendo definida, a função log (log y) = a) y = 10“ ' x^, com a = log a e b = 0 b) y = 10“ ^ com a = a e b = log 0 c) y = a • xs, com a = a e b = 0 149. (PUC-MG-92) O domínio da função f ( x ) = logs ( - x 2 + 3x + 10) é: a) IR* b) IR* c) (x £ IR lx d) [x £ IR lx < - 2 ou x > 5] e) (x G IR 1-2 < x < 5) - 2 e x / 5j c) , -lo g 2 ) d)
a

e) ( - (52), - 2 log 5) - 3 log 2 + blog x é equivalente a: d) y = a ■0*, com a = a e b = log^ e) y = 0x“, com a = a e b = 0

150. (FATEC-87) O mais amplo domínio real da função / , definida por f(x) = cos (logs (4x2 - Jx - 7)) é o conjunto: a) jx £ IR I x < -1 ou x > i - j b) jx £ IR I x ^ — ou x > - | - j 1 c) ]x 6 R l x < - - j - ou x 1 d) jx £ IR I x < e) IR - (0) ou x > 1

(*

175

TESTES DE VESTIBULARES los (x —5 ) 151. (PUC-SP-85) O domínio da função — J 6 -X a)x>4 b) x ^ 6

é o conjunto dos números reais x tais que: e) 3 ^ x ^ 6

c) 3 < x < 6 d) 3 < x < 6

152. (U.E.CE-91) O domínio da função real f ( x ) = ilog5 (x2 - 1) é: a) (x £ IR; x < -1 ou x > 1) b) (x £ IR; x < - Í2 ou x S V2)

c) (x £ IR; 1 < x í Í2 j
d) [x € IR; - -Í2 < x < - l j - — está definida, é: ■log (2 - x) 1

153. (U.F.MG-90) O conjunto de todos os números reais x, para os quais f(x ) = a) Jx £ IR: x < 1J b) (x £ IR : x > 1] c) [x £ IR : x < 2 e x * 1) d) (x £ IR: 0 < x < 2) e) [x £ R : x > 0)

154. (F.C.M.STA.CASA-80) Considere a função f(x ) = logI+2 (5x2 - 26x + 5). Seu domínio é o conjunto: a) ( x £ IR I - 2 < x < 0) b ) ( x £ I R l - l < x < l o» x > 5 e x ^ -1) c) jx £ IR I - 2 < x < -j- ou x > 5 e x ^ -1 d) (x £ IR I x > - 2 ou x < -10) e) n.d.a. 155. (U.F.PA-85) O domínio da função Y = loga [loga (log„ x )\, a > 1, é o conjunto: a) ]0; + °°[ b) ]1; + °°[ c) ]a; + °°[ d) ]a2; + °°[ e) ]a3; + °°[

156. (U.MACK.-80) S e ja m /e g funções definidas por f( x ) = x 2 - 4x + 3 e g(x) = lo g x . O domínio de g (/(x )) é o conjunto dos números reais x tais que: a) x < 1 ou x > 3 b) x ^ 1 ou x > 3 c) 1 < x s; 3 d) x > 0 e) x < - 3 ou x > -1

157. (U.F.PR-85) Os valores de x, comuns aos domínios das funções definidas por

y = Í2 x - x 2 e

y = log (x 2 - 3x + 2), são: a) x b) 0 c)x d) x > — 1 < x < 1 >2 < 2 e) 0 ^ x ^ 2 f) x < 1 g) 1 < x < 2

158. (ITA-92) O domínio da função f( x ) = Iog2x2„3x+1 (3x2 - 5x + 2) è: a) (-=o, 0) U (o, - i - j U ( l , i - j U ( - 1 , + °o

d) (-<», 0) U (1, + “ ) e) n.d.a.

-imiirímt-'

176

TESTES DE VESTIBULARES 159. (PUC-MG-92) Com relação aos gráficos das funções /(at) = ax e g(x) = log„x, onde s E f l e s > i, é correto afirmar que: a) b) c) d) e) se interceptam num único ponto. são simétricos em relação à bissetriz dos quadrantes ímpares. são simétricos em relação ao eixo das ordenadas. são simétricos em relação à bissetriz dos quadrantes pares. são simétricos em relação ao eixo das abscissas.

160. (VUNESP-89) A figura representa o gráfico de

y

=

log xio

Sabe-se que OA = BC. Então pode-se afirmar que: a) loga b = c b) a + b = c c) ac = b d) ab = c

161. (U.F.GO-84) Se a curva da figura representa o grá­ fico da função y = log x, x > 0, o valor da área hachurada é:

a) log 2

b) log 3

c) log 4

d) log 5

e) log 6

162. (CESGRANRIO-81) Seja log a função logaritmo natural. A função y = elúgx é melhor representada por: e)

177

TESTES DE VESTIBULARES 163. (U.FORTALEZA-82) O gráfico de / ( x) = I In x I x > 0 está melhor representado no item: a) c)

b)

d)

164. (U.F.PE-85) Considere as seguintes funções e os gráficos abaixo: f, (x) = 10*, f2 (x) = log,0 x, f3 (x) = (f, 0 f2) (x), f4 (x) = 2f3 (x) + 1.

Assinale a alternativa que completa corretamente a frase “ Os gráficos de / , , f 2, f 3 e f 4 são respei vãmente... a) 1, 2, 3 e 4” b) 2, 4, 1 e 3” c) 2, 4, 3 e 1” d) 4, 2, 1 e 3” e) 4, 2, 3 e 1’

165. (U.MACK.-80) Sejam as funções reais f( x ) = a* - k e g(x) = logb (x - 3), representadas por: Assinalar a alternativa correta: a) b) c) d) e) 178 f e g são b > 1 e 0 < a < a > 1 e 0 < b < inversas entre si k = -3 1 e k = 3 k = — 3 l e k =3

TESTES DE VESTIBULARES 166. (U.F.RS-84) As funções / e g são definidas por f( x ) = I0 X e g(x) = log x. A interseção do gráfico de / e de g é: a) 0 b) ((0; 0)! c) í(0; Dl d) {(1; 0), (0; 1)1
e) IR

167. (CESGRANRIO-80) O número de pontos de interseção dos gráficos de y sendo x > 0, é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3

3 log x e de y - log 9x, e) 9

168. (ITA-91) Seja / : IR -* IR definida por: e \ se x < 0 x2 - 1, se 0 < x < 1 In x, se x > 1

f(x) =

Se D é um subconjunto não vazio de R tal que / : D -<• IR é injetora, então: a) b) c) d) e) D = IR e D = j-° °, D = [0, + D = [0, e] n.d.a. f(D) = ]— + °o[ 1, 11 U ]e, + °o[ e f(D) = ]— + °°[ 1, °°[ e f(D) = ]— + °°[ 1, e f(D) = [-1, 1]

Notação: f( D ) = \y £ R : y = f ix ) , x C D e tn x denota o logaritmo neperiano de x. Observação: Esta questão pode ser resolvida graficamente. 169. (ITA-91) Sejam a £ IR, a > 1 e / : IR -► IR definida por f( x ) = —— — 2— . A função inversa de / é dada por: a) loga (x - Jx2 - 1), para x > 1. b) loga (— + i/x2 + 1), para x e IR. x c) loga (x + Vx2 + 1), para x € IR. d) loga (-x + -Jx2 - 1), para x < -1 . e) n.d.a.

Equações exponenciais e logarítmicas
170. (FGV-88) Admitindo-se os valores: log 2 = 0,30 e log 3 = 0,48 a equação 4 X = 12 terá uma raiz: a) negativa. b) superior a 2. c) inteira. d) inferior a 3. e) imaginária.

171. (PUC-SP-84) Um estudante quer resolver a equação 2 X = 5, utilizando uma calculadora que possui a tecla log x. Para obter um valor aproximado de x, o estudante deverá usar a calculadora para obter os seguintes números: a) log 2, log 5 e log 5 - log 2 b) log 2, log 5 e log 5 : log 2 c) log 2, log 5 e log 25 d) 5/2 e log 5/2 e) ^ e log J~5

172. (PUC-MG-92) A igualdade 3 , ~x ■ 6x~l = 3 é verdadeira para x igual a: a) log3 2 b) log6 2 c) log2 3 J 128 tem por solução: d) 2x 6 IR e) n.d.a. d) log2 6 e) log3 6

173. (FGV-88) A equação 2 2x+s = 4 X + a) x = 5 b) log2 4

c) log4 2

179

TESTES DE VESTIBULARES 174. (U.MACK.-82) A solução da equação abX = c, para quaisquer a, b e c reais, 0 < a, b, c ? 1, é: l o g e - l o g a. log b b ) log — e) log a d) log (ca)

log (ca) log b

c) logb (loga c) 175. (U.E.CE-91) Se x , e x2 são as raízes da equação 3 X + 3~x = 4, sendo x , > x2, então x , - x2 é igual a: a) log3 (2 + l í ) b) log3 (7 + 4 c) log3 (3 + J2) d) logj (11 + 6 Ü )

-1 ) 3

176. (U.E.CE-91) Se x , e x 2 são as raízes da equação log3 (9x + 81) = 1 + x + log3 10, então x , + x 2 é igual a: a) 3 177. (FATEC-87) Se 3 a) - 8 b) 4 c) 5 d) 6

log2 x + logs y = log, 2, então o produto x ■y é igual a: 7 b) - ic) - j d) 4 e) 1

178. (U.E.CE-91) Seja p um número real maior do que /. Se log3 ( p 2) = 5 + logl/3 (I/p ), então log2 (p + 13) é igual a: a) 6 b) 7 c) 8 d) 9

( 3x+y = 729 179. (FATEC-88) Considere o sistema | , , 11----(log x+ log y = log 8, com x e y reais estritamente positivos. Se (a, b ) é solução do sistema, então o máximo divisor comum de a e b é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 8 e) 9

180. (FUVEST-87) Sejam x e y números reais positivos. A igualdade log (x + y) = lo g x + lo g y éverdadeira se e somente se: a)x = 2 e y = 2 b)x = Y c) x = y 181. (UnB-87) A afirmação verdadeira é: a) log8 5 > log2 3. b) log„ (a2 + Vã) = 2 • logb a + y c) log, ^tg — j = 0. d) O gráfico da função definida por f(x ) = 3 hg3* é uma semi-reta. e) A solução da equação 7* - 3 X = 0 é log7 3. f) Se 0 < a < 1 e x > y, então a x > a y. 180 logb a. e y = - |d)xy=l e) JL + - L =
1

TESTES DE VESTIBULARES (ITA-88) Seja a um número real, a > J s tal que (a + l ) m = 2 P ondem é um inteiro positivo maior que / e p = m [Iog2 m][logm (a 2 - J)]. O valor de a é: a) 3 b) 5 c) ,[37 183. (CESGRANRIO-91) Se logw (2x - 5) = 0, então x vale: a) 5 b) 4 c) 3 d) y e) A d) 32 e) Não existe apenas um valor de a nestas condições.

182.

184. (U.C.MG-81) O produto das raízes da equação (log2 x)2 — 1 = 0 é: a) 0 b) 1 c) 2 d) - L e) y

185. (FATEC-90) Se x > 0, y > 0 e lo g ^ x + log^ y = 8, então a média geométrica entre x e y é: a) 64 b) 32 c) 16 d) 8 e) 4 186. (U.E.BA-84) No universo IR, a solução da equação log2 x + log2 (x + /) = / é um número: a) ímpar. c) maior que 3. e) divisível por 5. b) entre 0 e J. d) múltiplo de 3. 187. (U.E.CE-81) O conjunto solução da equação log2 4x - log4 2 - 0 é: a) [ - ^ - j b) c) d)
(2

v2 )

188. (U.F.BA-81) O conjunto verdade de log2 (x - 1) - colog2 (Sx + /) = 5 é subconjunto de: a) 0 c) (x € O; x < 5) e) (x € Q_; x < 5] b) (x 6 Q; x > 5) d) (x € O; x > 6] 189. (U.MACK.-80) Se log2 x + log4 x = /, então: a) x = 3 -j2 b) x = 3 j4 c) x = -J23 „ 190. (PUC-CAMP-80) O sistema f *°82 X + =*°f2 y (4x - 3y 5 a) 3 b) 1 c) - - y

d) x = 3 V2

e) x = 2

* tem solução, tal que x + y é igual a: d) - - y
6

e) n.d.a.

191.

(CESGRANRIO-88) Se a) 15

x

ac y

/? é a solução real de Í*°®2X + *°®2 ^

(.

x“ y

então a + b vale: e) 30

b) 16

c) 20

d) 24

192. (U.F.RN-84) Se ( ’° 8- X +2 '° 8,y = ’ , então x + y é igual a: (x 5y = 5 a) 7 b) 10 c) 13 d) 15 , então log (xy) é:
d) 1

e) 20

\ [°8 X / y 193. (CESGRANRIO-81) Se (4 log x -+ log*°8 = 0 y
a) y

b) - L

c) 2

e) 0

181

TESTES DE VESTIBULARES 194. (UNICAP-87) Seja / : (2, + °°) -► a função definida por f(x ) = logj x + logj (x - 2). Assinale IR

7
a única alternativa que corresponde à solução da equação f{x ) - /.

7
e) 3

a 1 + -y )

b) 1 - - y -

c) 2 = Jl r-

+ -y o valor de / é:

d) 1

+ 2^6

+ Jé

Í (\l~2)x
i 3 a) y .. 5 b) y

logx ( 4 Í 2 ) = y . 5 C) y ..9 d) y .9 e) y

196. (FGV-88) A equação logarítmica log2 (x + 1) + log2 ( x - 1) = 3 admite: a) b) c) d) e) uma única raiz irracional. duas raízes opostas. duas raízes cujo produto é -4 . uma única raiz e negativa. uma única raiz e maior do que 2. {,oí2 x) = y . O valor de x 8 é igual a: d) 1 e) 2

197. (U.MACK.-80) Seja K a solução da equação 2 a) -ib) c) y

198. (FATEC-88) Se p £ IN e log2 (p\ - 688) = 5, então: a) 2p + 3 < 13 b) 5 < 3 p - 2 < 11 c) 11 < 2p + 3 < 17 d) 3 p - 2 < 12 e) 2p + 3 = 27

199. (U.F.VIÇOSA-90) Considere, na base 10, a equação sen (logx) = 0. O número de soluções reais dessa equação, no intervalo aberto (10~J2, I0~2), é: a) 3 b) 4 c) 5 d) 1 e) 2

200. (VUNESP-87) Se x representa um número real qualquer, o conjunto dos valores a € IR para os quais não está definida a igualdade a = -------------- é dado por: 2x _ 2-* a) a = 2 ou a = - 2 b) a < -1 ou a > 1 c) a < - 2 d) a > 2 e) -1 < a < 1
2 X 2 ~x

201. (FGV-88) A equação Iogx (2x + 3) = 2 apresenta o seguinte conjunto solução: a) [-1, 3) b) (-1) c) [3] d) (1, 3] e) n.d.a.

202. (U.C.SALVADOR-92) Quanto às soluções da equação (log x )2 - 3 ■ log x + 2 = 0, é verdade que: a) só uma delas é real. b) a maior delas é 1 000. c) a menor delas é 100. d) a menor delas é 10. e) a maior delas é 1.

203. (CESGRANRIO-89) Sendo x > 0, a soma das raízes de logf0 x - log,0 x 3 = 0 vale: a) 50 b) 501 c) 1 000 d) 1 001 e) 1 005

204. (PUC-MG-92) Para 0 < x < 3, a única raiz da equação log2 x - log3 x 2 = 3 è uma fração que, na sua forma irredutível, tem para soma de seus termos: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7

182

TESTES DE VESTIBULARES 205. (U.F.ES-82) O valor real de m para o qual as raízes da equação (log3 x) - m ■log3 x = 0 apresentam produto igual a 9 i: a) m b) m = 3 c) m = 2 d) m = e) m = 3

206. (U.F.PR-80) A soma dos valores de x que verificam a equação S 2x - 7 ■5 X + 10 = 0 vale: a) log 10 b) log5 10 c) log2 10 d) log2 5 + log5 2 e) log2 10

207. (ITA-85) Dada a equação 3 2x + 5 2x - 15x = 0, podemos afirmar que: a) não existe x real que a satisfaça. b) x = log3 5 é solução desta equação. c) x = log6 3 é solução desta equação. 208. (PUC-RS-82) Se x ■ log x = x, então x é igual a: a) zero b) um c) e d) 10 e) qualquer real d) x = log3 15 é solução desta equação. e) x = 3 log, 15 é solução desta equação.

209. (U.E.CE-80) Sejam x , e x2 raízes da equação x 'og2 x ' = 4. Então x , + x 2 é igual a: ^ 13 a) — b) 7 C )T j = 0 é:

210. (FUVEST-85) O conjunto solução da equação x ■(log5 3 X + log5 21) + logs a) 0 b) (0) c) (1) d) (0, 2)

e) (0, -2)

211. (U.MACK.-81) O produto das soluções da equação log (xlog x) = 2 loe2 16 pertence ao intervalo: a) °; -j4 b)
4

1 .1 ’ 2

c)

2

d) [1; 2[

e) [2; 3[

212. (PUC-SP-81) A solução da equação | — b)

x está no intervalo: d)

2

.-Ixl 213. (U.MACK.-80) O número de soluções reais distintas da equação 1*1 = 3' a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4

Inequações exponenciais e logarítmicas
214. (U.MACK.-82) O menor valor natural de n para o qual se tem ——- —- —- —— — > J/og 10100 é: — 1 ■2 ■3 ■ ... ■n a) 2 b) 3 c) 4 d) 10
a

e) 100 < 1, então:

215. (U.MACK.-80) Se x = loga b e y = loga c, com b > 0, c > 0 e 0 < a) x > y se e somente se b > c. b) x > y se e somente se b < c. c) x = y se e somente se b = c = 1.

d) x > y se e somente se b > c > 1. e) x > y se e somente se b < c < 1.

183

TESTES DE VESTIBULARES 216. (PUC-MG-92) A desigualdade log2 (Sx - 3) < log2 7 é verdadeira para: a)x>0 b)x>2 c) x < d) y < x < 2 e) 0 < x < y

217. (U.F.PA-84) Qual o valor de x na inequação logl/2 x > logl/2 21 a) x > y b) x < y c)x>2 d)x<2 e)x = 2

218. (U.MACK.-80) A desigualdade log2_Jx - y > log2_Sx- j- é verdadeira, se: i a ) 0 < x < — 2 c) — < x < l e)x>l

b)T < x < T
a) x > 1 b) 0 < x < 10

d)l

<x<l
e) 0 < x ^ 1

219. (FUVEST-80) I logw x I + logw x = 0 se e somente se: c) x > 10 d) x > 0

220.(JTA-91) O conjunto dos números reais que verificam a inequação 3 log x + log (2x + 3 f < 3 log 2 é dado por: a) (x 6 IR : x > 0) b)(x £ fl:U x (3 ] c) |x € IR : 0 < x < - i - j d) ^x G IR : - j- < x < lj e) n.d.a.

Notação: log a denota o logaritmo de a na base 10. 221.(EAESP-FGV-80) A solução da inequação log, (x 2 - 3) > 0 é: 7 a) (x € IR I x < - Ví ou x > V3) b) (x € IR I - 2 < x < 2) c) [x € IR I - Ü < x < Vã) d) (x £ IR I — < x < —Vã ou V3 < x < 2| 2 e) Jx e IR I x < - 2 ou x > 2) 222.(puC-RS-81) Se logl/s (5x - 2 ) >0, então x pertence ao intervalo: a) (0; 1) b) (-°=; 1) c) ( y ; - j J d) ( y ; + ooj e) (-«>■, -j-)

223.(U.F.RS-84) O valor de log a) (-<»; - I ) b) ( - “> 0) ;

j ^ positivo para x no intervalo: c) (-1 ; + “ ) d) (0; + =°) e) (1; + °°)

224.(iTA-88) Considere A (x ) = logl/2 (2x2 + 4x + 3), vx € IR. Então temos: a) A(x) > b) A(x) = c) A(x) < d) A(x) > e) A(x) < 1, 1, 1, 1, 1, para algum x e IR, x > 1. para algum x £ IR. apenas para x S IR tal que 0 < x < 1. para cada x € IR tal que 0 < x < 1. para cada x e IR.

184

TESTES DE VESTIBULARES 225. (VUNESP-92) Seja x um número real, 16 < x < 81. Então: a) log3 x < log2 x b) log2 x < log3 x c) log„ 2 = logx 3 d) log2 x3 = 1 < 2" < 2 2 [o < log2 (2 + x) < 1 -J-, l j c) (-1 ; 1) e) log3 x2 = 10

226. (U.F.BA-81) O sistema

se verifica, para todo x pertencente a:

a) ( - - L ;

o)

b)

d) (-2 ; 0)

e) (-2 ; 2)

íy
227. (U.MACK.-82) Os pontos P (x, y ) do plano tais que a) b) c) d) e) exatamente 2. em número finito. pontos de círculo (x + l ) 2 + (y + 2)2 ^ /. pontos do primeiro e terceiro quadrantes. pontos do primeiro e quarto quadrantes. e

- iog 2 x

^

o

são: - 2* ^ 0

228. (CESESP-85) Assinale a única alternativa cuja região tracejada representa o conjunto dos pontos (x, >’) C R2 que satisfaz o seguinte sistema: flog2 (x2 - y) < log2 12 - log2 3
l(lo g 1 2)y- x > 1 . 0

185

TESTES DE VESTIBULARES

Logaritmos decimais
229. (U.F.RN-83) Considere log 2 = 0,3010 e log 3 = 0,4771. Então, a quantidade de algarismos do número 3 15 X 2 12 x 6 23 é igual a: a) 25 b) 26 c) 27 d) 28 e) 29

230. (FUVEST-90) Pressionando a tecla |L o g | de uma calculadora, aparece no visor o logaritmo decimal do número que estava antes no visor. Digita-se inicialmente o número 88888888 (oito oitos). Quantas vezes a tecla | Log | precisa ser pressionada para que apareça mensagem de erro? a) 2 b) 4 c) 6 d) 8 e) 10

231. (FUVEST-92) Seja x = 2 ,00°. Sabendo que log,0 2 é aproximadamente igual a 0,30103 pode-se afir­ mar que o número de algarismos de x é: a) 300 b) 301 c) 302 d) 1 000 e) 2 000

232. (U.F.CE-92) A função real f(x ) = x 2 - 2x + 2 é definida para todo número x e P(a, b) é o ponto do gráfico d e /m a is próximo do eixo das abscissas. O valor do logaritmo decimal de ab é igual a: a) -(1 /2 ) b) -(1 /3 ) c) 1/3 d) 1/2 e) 0

233. (PUC-SP-80) Supondo uma taxa de inflação de 20% ao ano, os preços deverão dobrar em aproximadamente: a) 1 ano. b) 2 anos. c) 3 anos. d) 4 anos. e) 5 anos.

234. (CESESP-82) Uma alga cresce de modo que, em cada dia, ela cobre uma superfície de área igual ao dobro da coberta no dia anterior. Se esta alga cobre a superfície de um lago em 100 dias, assinale a alternativa correspondente ao número de dias necessários para que duas algas, da mesma espécie da anterior, cubram a superfície do mesmo lago. a) 50 dias b) 25 dias c) 98 dias d) 99 dias e) 43 dias

235. (U.MACK.-80) Cada golpe de uma bomba de vácuo extrai 10% do ar de um tanque; se a capacidade ini­ cial do tanque é de 1 m 3, após o 5? golpe, o valor mais próximo para o volume do ar que permanece no tanque é: a) 0,590 m3 b) 0,500 m3 c) 0,656 m3 d) 0,600 m3 e) 0,621 m3

236. (EAESP-FGV-80) Uma pessoa deposita CzS 50 000,00 na Caderneta de Poupança Futuro Feliz. Trimes­ tralmente são creditados juros de 10% sobre o saldo. Calcular o valor dos juros, 1 ano após o depósito de CzS 50 000,00 (admitindo que não houve nenhuma retirada). a) b) c) d) e) CzS 20 000,00 40% alternativas a) e b) Cz$ 73 205,00 aproximadamente Cz$ 23 000,00

237. (FGV-88) Daqui a t anos o valor de um automóvel será V = 2000 (0,75)' dólares. A partir de hoje, da­ qui a quantos anos ele valerá a metade do que vale hoje? Adote log 2 - 0,3 e log 3 = 0,48. a) 3 anos b) 2,5 anos c) 2 anos d) 4,5 anos e) 6 anos

238. (U.F.CE-92) Meia-vida de uma substância radioativa é o tempo necessário para que sua massa se reduza à metade. Tomemos, hoje, 16 gramas de uma substância radioativa cuja meia-vida é de 5 anos. Se daqui a n anos sua massa for 2~‘" gramas, o valor de n é igual a: a) 525
186

b) 550

c) 565

d) 575

e) 595

Respostas dos Testes
l-C 2 -e 3 -e 4 -e 5. d 6. e 7 -b 8 .b * -e 10. b 11. e 12. b 13. b 14. d 15. a 16. c 17. a 1*. a 19. a 20. d 21. a 22. e 23. c e 25. d 26. a 27. b 28. a 29. d 30. a 31. a 32. b 33. c 34. a 35. e 36. e 37. b 38. e 39. a 40. d 41. c 42. c 43. c 44. d 45. b 46. b 47. c 48. c 49. c 50. c 51. a 52. a 53. c 54. e 55. e 56. d 57. a 58. b 59. c 60. a 61. c 62. a 63. d 64. d 65. e 66. c 67. c 68. e 69. c 70. d 71. d 72. b 73. e 74. d 75. c 76. d 77. e 78. e 79. b 80. b 81. d 82. d 83. a 84. c 85. b 86. b 87. a 88. c 89. e 90. b 91. c 92. b 93. c 94. d 95. c 96. d 97. a 98. a 99. a 100. b 101. e 102. b 103. 104. 105. 106. 107. 108. 109. 110. c e c

c e a

111. a

112. d 113. d 114. b 115. e 116. a 117. d 118 ■ c 119. c
120.
121. ã

122. d

123. 124. 125. 126. 127. 128. 129. 130. 131. 132. 133. 134. 135. 136.

e b a e b b c e e a b a
i

a

187

RESPOSTAS DOS TESTES 137. 138. 139. 140. 141. 142. 143. 144. 145. 146. 147. 148. 149. 150. 151. 152. 153. 154. 155. 156. 157. 158. 159. 160. 161. 162. d b e c e e b c b e e a e a c b c c c a b a b d e a
163. c 164. b 165. c 166. a 167.

b

1 68 . e 1 69 . c 1 70 . 1 71 . d

b 172. d
1 73 . 174. 175. 176. 177. 178. 179. 180. 181. 1 *2 . 183. 184. 185. 186. e

c b b b c
a e

c
a c

b
e a

187. a 188. c

188

189. 190. 191. 192. 193. 194. 195. 1%. 197. 198. 199. 200. 201. 202. 203. 204. 205. 206. 207. 208. 209. 210. 211. 212. 213. 214.

b a c a b c b e e c a b c d d b c b a d c e d b c c

215. 216. 217. 218. 219. 220. 221. 222. 223. 224. 225. 226. 227. 228. 229. 230. 231. 232. 233. 234. 235. 236. 237. 238.

b d d d e c d c a e a a e b e b c e d d a e b d

Testes de vestibulares
Potências e raízes
1. (Fuvest-SP) Qual desses números é igual a 0,064?

* '(ií
d

» (* )'

"dí

«( ií

-’ ( l i

2. (Mackenzie-SP) Considere as seguintes afirmações:

(o,oo i r 3 = io9

2) - 2 ~ 2 = |
3) ( a " 1 + b ~ ')~ 2 = a2 + b2 Associando V ou F a cada afirmação, nesta ordem, conforme seja verdadeiro ou falso , tem-se: a) V V V b) V V F c) V F V d) F V F 16 e x = 1,25, quanto vale « x? c) 20 d) 16-V2" e) 64 e) V F F

X (PUC-SP) Se a “
a) V2”

b) 32

4. (PUC-RJ) A indústria de computação cada vez mais utiliza a denominação 1K como substituto para o número m il (por exemplo, “ Y 2 K ” como o ano dois m il). Há um erro de aproximação neste uso, já que o valor técnico com que se trabalha, IK = 2 10, não é 1 000, Assim, rigorosamente falando, uma notícia como “0 índice Dow-Jones pode atingir 3 K ” significaria que o índice pode atingir: a) 3 000 b) 2 960 c) 3 012 d) 2 948 e) 3 072

2 n + 3 . 2 - 2n _ 1 • 7 5. (Fund. Carlos Chagas-SP) A expressão ---------^ ~ ' 4--------- ^ *gua' a: 2~ a) 40 b) 30 c)

8

e) - 2 6

d) —2~2

160

TESTES DE V ESTIBULARES
6. (Fatec-SP) Se A = ( - 3 ) 2 — 22, B = - 3 2 + ( - 2 ) 2 e C = ( - 3 - 2)2, então C + A X B é igual í a) —150 b) - 1 0 0 ' c) 50 d) 10 e) 0

7. (M ackenzie-SP) Se (2* • ky + 1 • 51 + 3) * (2* _ 1 • ky • 5‘ + ' ) _ l = 150, então k vale: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

(Fatec-SP) Considere qu a massa de um elétron. Dessas informações é correto co nclu ir que a massa do elétron é aproximadamente: a) 9 X 1 0 -» kg b) 0,9 X IO-30 kg c) 0,9 X IO-31 kg d) 2,8 X 10~3 kg 1
-73 - n _i_ -i . o2 - n _ o . -il - n

e) 2,8 X IO "33 kg

9. (U. E. Londrina-PR ) Sim plificando-se a expressão ---------------------- r--------------------- para n E R, obtém-se: 9 *3 a) b) -L 6 JL 3 c) 6 • 3" " 1 d) 1 - 3l ~ n e) - 3 n + 1

10. (U F -M G ) Considere o conjunto de todos os valores de x e y para os quais a expressão a seguir está definida.
x 2 _ _y^_

y1

x2
xy y

1 x
Nesse conjunto, a expressão equivalente a M é: a) (x - y)(x + y) b) (x - y )(x 2 + y2) , c) x —y

7

d) e)

- í— ^ x + y L * r X ® 3 .y L l (x + y)

-—

11. (U F -R N ) Dados os números M = 9 ,8 4 X 1015 e N = 1,23 X 1016, pode-se a firm ar que: a) M < N b) M + N = 1,07 X IO1 6 12. (Unaerp-SP) Efetuando (x° + b)(x a ~ b)(x 3), obtemos: a) x 3(“ - b> ; c) x 3(a2" b2> e) x 3b2- “ 2 c) M > N d) M •N = 1,21 X I0 3 1

2a b) X + 3

v d) X3a2 - b
— 5 - 500 é: e) 71

13. (U F -P I) O m aior fa to r prim o do número N = 5
a) 17 b) 29 c) 31 d) 43

14. (ESPM-SP) A expressão (0,666...)0'666’ é equivalente a:
a) b) J fíL 3 c) d)

M L
3 V is "

e)

MT

\[ n

161

TESTES DE VESTIBULARES
15. (UF-SE) Um raio de luz, propagando-se no vácuo, desloca-se com velocidade de 3,0 • 105 km/s aproxim a­ damente. Se a distância entre dois planetas é de 9,0 • 107 km , então o tempo, em minutos, que o raio de luz levará para cobrir essa distância é: a) 5,2 b) 5 c) 4,5 d) 4 e) 3,8

a )a = b b) a = b + 1 c) a = b — 1

d) a ~ b + 2 e) a = b - 2

17. (Fuvest-SP) O menor número natural n, diferente de zero, que toma o produto de 3 888 por n um cubo perfeito é: a) 6 b) 12 c) 15 d) 18 e) 24

18. (FGV-SP) Se x = 3 200 000 e y - 0,00002, então xy vale: a) 0,64 b) 6,4 l*->. (FEI-SP) Se p = VS2 + l l 2 , então: a) 13 < p < 14 b) 14 < p < 15 c) 12 < p < 13 20. (P U C -M G ) O valor da expressão ^ 3 + 4 $ + -^3 — a) 6 b) 8 c) 10 d) 6 + 2V5* j é: e) 6 — 2V5~ d) 15 < p < 16 e) 11 < p < 12 c) 64 d) 640 e) 6 400

21. (Puccamp-SP) Sim plificando-se a expressão a) 10 b) 25 c) 1 0 -2 V 6 " d) e) I0 + 2V6 10 + 4V6

+ V3~)

+ 1/( 5 + 2*^6"), obtém-se:

22. (Unaerp-SP) O valor da expressão a 3 • 3-/b • c 1, quando a = — 1, b = —8 e c — a) - 8 b) - 4 — 2 d) 4 c) e) 8

> é:

23. (ESPM-SP) S im plificando a expressão a) V2"

I 21 + 21 3 6

------- ------- , obtemos: e) I

c) 2,25 d) 27

b) 1,5

_2
24. (UF-SC) O valor mais próxim o da expressão a) 1,52 b) 1,97 c) 1,35 d) 1,03 j

I
2 ~ [ _^ = " e) 1,4

162

TESTES DE VESTIBULARES

25. (Fatec-SP) Se na expressão (x — 8) / , com x > 8, substituirm os Vx* por t, obteremos uma expressão equivalente a:

“ (,+2)!
b) t2 + 2t + 4

dl
e)

T r r jr ^
( t 2 + 2t + 4) • [^ (7 + t) + 3]

c)

^ (7 + t) + 3

26. (Puccamp-SP) Efetuando-se

+

2^?~ ~ ^

:

•V - 2-VT iT
a) —

VT + 2^2
d) -4 V 6 " + 11

T

2(4V6 + 1 1 )

b) “ S i
c) 0

27. (USF-SP) O valor da expressão a) 12-V77"

---- --------- é: V 5 T - V 2T -V2T - V 2T d) - I e) —12-V77"

b) 1 c) V 2T - V ã T

28.

(M ackenzie-SP) Se 4 é um número real m aior que zero, então 1 / |i/ ( k 2 + I) - k j : a) d im in ui quando k aumenta. b) é menor que 0. c) está entre 0 e k. d) está entre k e 2k. e) é m aior que 2k.

29. (M ackenzie-SP)

I) Se k +

= 3 , então j k 3 + ^ 4 j-j = 3 V2 .

II) ^ ( 3 + V5") + (i/3 - VF )] = 1 0

MI1 X T_ . , , III) Nao existe x real tal que

x - 4x + 4 , -| ------------------ = |x — 2 \.

Relativamente às afirmações anteriores, é correto afirm ar que: a) todas são verdadeiras. b) todas são falsas. c) somente I e II são verdadeiras. d) somente I e I I I são verdadeiras. e) somente II e I I I são verdadeiras.

163

T ESTES DE VESTIBULARES

30. (Puccamp-SP) Efetuando-se as operações indicadas na expressão í j - +

ÍF

, obtém-se: 25

V l4 + 2
5 VTTT

d) e) — 5

31. (U E-C E) Se k = | V2 — - ~

a2 /

+ £

e m = 2+

l 1 \ — , então (k — 1)' + (m — 2 )‘ é igual a: j=r \ty 2
64 27 d) 6L 27

a)

«L 27

62 27

r'Vsr
32. (UF-SE) Se x =
4 -3 a) x > 4 b) x = 3,333... c) — < x< —
2 2

2-,/3 d) x = 0,555... e) x < n

33. (U F -M G ) A única alternativa verdadeira é : a) Se x(x — 2) = 1, então x = 1 ou x - 2 = 1 b) c)

J l l 2 + 252 = 17 + 25
2(x - I) 2 + (x + 1) x - 1 [( 2)3] 2 = 17
_ _ _ _ _ _L

= 2(x - 1) + (x + I ) , para todo número real x *

1.

d)

e)

x 2 - x 2 = x 2 (x 3 — l ) , para todo número real x 3= 0.

34. (E T F -R J) Sabe-se que n é um núm ero natural e m a io r do que J. E ntão o v a lo r da expressão

2zn + ■

a 1 )
b) 2

c) 2”

e)

A 5

d) f

35. (Vunesp-SP) Assinale a alternativa que contém a afirmação correta. a) Para a e b reais, sendo a ^ 0, (2a l )b — ^ ^ b) Para quaisquer a e b reais, a • b‘ = (ab) .

,2 . u = *

£

c) Para quaisquer a e b reais, 5a + 4b = 9ab. d) Para quaisquer a t b reais, se a3 = b3, a = b. e) Para a e b reais, sendo a > 0 e b > 0, -Ja2 + b 2 = a + b ■

1 64

TESTES DE VESTIBULARES
36. (U n ifo r-C E ) Sobre as sentenças

I)
II) III)

+ -J2Õ + -JÃ5 = 6 ■V5"
2^=512 64“ = 16

é correto a firm ar que: a) somente I e II são verdadeiras. b) somente I e II I são verdadeiras. c) somente II e 1II são verdadeiras. d) I, II e I I I são verdadeiras. e) I, II e I I I são falsas.

37. (U . E. Londrina-PR ) Sim plificando-se a expressão ( l — -y/Tj a) — 1 b) 3 c) d) 7 — V 2" 3 - 2 ^2

+

^
e) 3 + 2^2

| ’

38. (U . E. L o n d rina -P R ) Seja o núm ero real x =
V5 -

+
1

. Escrevendo-se x na form a

x = a + bVc” . tem-se que a + b + c é igual a: a) 5 b) 6 39. (U n ifo r-C E ) Sobre as sentenças c) 7 d) 8 e) 9

0

y

1

-V63+7-V3 = 7 * vnr

It) — m2n3 • J
3

\ 4m n 4

= an

m

, se m > 0, n > 0 e a > 0
, y = O e z = 1.

III) Se V250 = 2* • 3y • 5Z, então x = é correto a firm ar que somente: a) I e II são verdadeiras. b) II e III são verdadeiras.

c) I é verdadeira. d) II é verdadeira.

e) II I é verdadeira.

Função exponencial
2 “ * — 4 • 2* + 3 40. (Mackenzie-SP) A melhor representação gráfica da função real definida por y = --------- --------------- , x ^ 0, é:

TESTES DE VESTIBULARES
41. (U. F. Santa M aria-R S) A figura mostra um esboço do gráfico da função y = ax + b, com a, b € R, a > 0, a ^ 1 e b ^ 0.

Então, o valor de a2 - b2 é: a) - 3 b) - 1 c) 0 42. (M ackenzie-SP) Na figura, os gráficos I, II e II I referem-se, respectivamente, às funções y = a \ y = bx, y = c\ d) I e) 3

Então, está correto a firm ar que: a ) 0 < a < b < c b ) 0 < b < c < a c) a < 0 < b < c 43. (U F-R N ) No plano cartesiano abaixo estão representados o g rá fic o d a função y = 2X os números a, b, c e , suas imagens. d ) 0 < a < c < b e ) a < 0 < c < b

Observando-se a figura, pode-se concluir que, em função de a , os valores d e è e c são, respectivamente: a) ' — e 4a 2 c) 2a e — 4

b ) a — lea + 2

d) a + I e a - 2

166

TE STES DE V E S T IB U L A R E S 44. (C efet-PR) Uma rampa para manobras de skate é representada pelo esquema abaixo.

a) b)

h (x ) = f , V + ‘ h(x) = [t ) h(x) = | +
t

d) c e)

" W

-It J / , -

1

+2 + i

hW = (7 )

( i Y ~ 2
T

c)

45. (Umesp-SP) Uma planta cresce em diâmetro (d), em função do tempo (t), conforme o gráfico abaixo.

Considerando que o form ato da planta é circular, o com prim ento da circunferência da planta em 4 meses será de aproximadamente: a) 50 cm b) 72 cm 46. (ESPM-SP) Se x £ R e y = (0 ,5 )x' a) 1 b) 4 c) 143 cm e) 500 cm

d) 254 cm 4* , o valor m áxim o de y é: c) 8 d) 16 e) 32

47. (U F -P I) O valor m ínim o da função real / , de variável real, definida por f(x ) = | —

1
243
1

1
27 _L 9

e) - r

81

167

TE ST ES DE VESTIBULARES
41. (U . F. Santa M aria-RS) A figura mostra um esboço do gráfico da função y = a* + b, com a, b G R, a > 0, a =* 1 e b ^ 0, 5

Então, o valor de a) - 3 b) - I c) 0

— b c: d) 1 c) 3

42. (Mackenzie-SP) Na figura, os gráficos I, II e 111 referem-se, respectivamente, às funções y = ax, y = b \ y = c\

Então, está correio a firm ar que: a) 0 < a < b < c b) 0 < b < c < a c) a < 0 < b < c 43. (U F-R N ) No plano cartesiano abaixo estão representados o gráfieo»da função y = 2 \ os números a, b , c e suas imagens. d) 0 < a < c < b c) a < 0 < c < b

Observando-se a figura, pode-se concluir que, em função de a, os valores de b e c são, respectivamente: a)

~

e 4a

c)

2a e ~

b) a — 1 e a + 2

d) a + 1 e a — 2

166

TESTES DE VESTIBULARES 44. (Cefet-PR) Uma rampa para manobras de sk a t e c representada pelo esquema abaixo.

Se u parte curva pudesse ser associada a uma função, esta função seria: a) h(x) = ( A j + 3

d) hW = ( y

+2 + I

b> hM = ( ! )
c) h(x) =

+ f

e) h ( x ) = ( D

45. (Umesp-SP) Uma planta cresce em diâmetro ( í /), em função do tempo (/), conforme o gráfico abaixo.

Considerando que o form ato da planta é circular, o com prim ento da circunferência da planta em 4 meses será de aproximadamente: a) 50 cm b) 72 cm 46. (ESPM-SP) Se x £ R e y = (0 ,5 )*’ a) 1 b) 4 c) 143 cm d) 254 cm 4x, o valor m áximo de y c: c) 8 d) 16 e) 32 c) 500 cm

47. (U F -P I) O valor m ínim o da função real / , de variável real, definida por f(x ) = | —

TE ST ES DE VESTIBULARES

48. (U F-C E) S e ja m /e g funções reais de variável real definidas por f(x ) = ^ valor m ínim o de f(g (x )) é:
a)

1/

e g(x) = 3 + 2x — x . O

2

4 3

d) 1 e) 2

b)

49. (PU C -M G ) Sendo f(x ) = 2 \ a expressão [f(x + y) - f ( x ) ] / y é igual a:

{2.1 - l) - 2 x
a)

y b) y

e) 1 2* - 2 1
y

c)

50. (Puccamp-SP) S e ja /a função de R em R definida por f(x ) = 2*. O valor de [f(x + 1) + f(x + 2) + f ( x + 3)]/Lf(x + 4) + f(x + 5)] é:

51. (Mackenzie-SP) Na igualdade 2* + y 2 = 8 , com x e y inteiros e positivos, se x assumir o menor valor possível, então V F estará no intervalo:

a)

[U

2[

d) Í4, 5[ e) [5, 6]

b) [2, 3[ c) [3, 4[

52. (U. E. Londrina-PR ) Considere a função de R em R dada por f(x ) = 5X + 3. Seu conjunto imagem é:
a) ]-~ ;3 [

b) ] - o o ; 5 [ c) [3; 5] d) ]3; +oo[ S) J5; + - [ 53. (ITA-SP) Seja f: R — R a função definida por f(x ) = - 3 a x, onde a c u m número real, 0 < a < 1. > Sobre as afirmações l) f(x + y) = f(x ) f(y ), para todo x, y G R. II ) / é bijetora. II I) f é crescente e f( ]0 , + < » l) - ] —3, 0[. podemos concluir que: a) todas as afirmações são falsas. b) todas as afirmações são verdadeiras. c) apenas as afirmações 1 e II I são verdadeiras. d) apenas a afirmação II é verdadeira. e) apenas a afirmação I I I é verdadeira.

168

T E ST ES DE V ESTIBULARES
54. (Fuvest-SP) A equação 2X = —3x + 2, com x real: a) não tem solução. b) tem uma única solução entre 0 e — . c) tem uma única solução entre —— e 0 . d) tem duas soluções, sendo uma positiva e outra negativa. e) tem mais de duas soluções. 55. (1TA-SP) A soma das raízes reais positivas da equação 4a — 5 • 2a + 4 = 0, sendo a = x2, vale: a) 2 b) 5 c) V 2“ e) V3"

2

2

d) 1 15x)/2 5 x — 2 é: d) tal que k 2.

56. (M ackenzie-SP) A solução real k da equação (3 • 9 X a) tal que 5k = Vk~b) um elemento de R_. c) um elemento de { - 5 ; - 3 ; 2; 3; 5 }.

e) tal que 0 < k < 2.

57. (U F -A M ) Seja k o menor núm ero real que é a solução da equação (0,3)*" ~ 2 : (0,09) ~ ^ q ^ 7 Então, Vk" é um número: a) prim o. b) par. c) não real. 58. (M ackenzie-S P ) Em 2xy + 4 + 2 ” xy = 0, x € R e y 6 R, existem k valores de x tais que y é in te iro . O v a lo r de k é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5 d) irracional. e) d ivisível por 3.

59. (IT A -S P ) Considere a função f: Z - {0}

R, f(x ) = S

(9 2x + l ) 2x ~ ( 3 2x + V

+ 1.

A soma de todos os valores de x para os quais a equação y 2 + 2y + f(x ) = 0 tem raiz dupla é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 4 e) 6

60. (PU C-PR ) Resolvendo a equação 32x + 3 - 32x + 2 + 2 • 32x — 22x + 5 — 22x + l , temos que ^ é igual a: a) 1 b) -L 2 c) J-

2

e) 3

d) 2

61. (U. E. Ponta Grossa-PR) Sobre as funções f( x ) = 2 X" ~ 4x — — , g(x) = x 2 — 4x + 3 e h(x) = x — 2, calcule a 8 soma dos números associados às alternativas corretas: ( 0 1 ) f(x ) e g(x) têm as mesmas raízes. ( 02 ) g(x) é crescente para x > 2 . (04) h [ g ( - l ) ] = 6 (08) g(x) > 0 para x < 1 ou x > 3. (16) h(x) é crescente somente para x > 2 .

169

TESTES DE VESTIBULARES
62. (U F -M G ) O valor de x que satisfaz a equação 24x — 6(22x) = 16 é tal que: i) K i í 2 c) 3 < x d) 4 < x 4 5

b ) 2 < iS 3

63. (U F -M G ) Suponha que a equação 8“ ' ++ c = 4 3x + 5 • 2 5x2 ~ x + 8 seja válida para todo número real x, em que a, b e c são números reais. Então, a soma a + b + c é igual a: a) b) A 3 ü11 3 64. (Fuvest-SP) Seja f(x ) = 22* + a) a + b = 2 b )a + b = Se a e b são tais que f(a ) = 4 f(b ), pode-se a firm ar que: d) a - b = 2 e) a - b = 1 c)

M
3

d) 12

l

c) a — b = 3

65. (UF-PI) Sejam jc, e x 2 as soluções da equação exponencial I — j X| + X é: 2
a) —

( 4 y 2 “ 3x + 2

= I— I

( 3 v 2 - 2x

. O valor da soma

2

c)

A

2

e)

2

b) T 2 a) - 2 b) - 1

d> T 2 c) 2 d) 1 é igual a: e) 0

66. (Mackenzie-SP) Se 3X+ 2 + 9* + 1 = 12 • 3X + \ então x - 2 vale:

67. (UMC-SP) Se x é um número real tal que 34x = 34 + 3x, então o valor de -Jx — V25 —x2 a) 3x b) 2x c) x d) 2
3

e) —
4

68. (Unifor-CE) O número real x que é solução da equação a) múltiplo de 5. b) par. c) múltiplo de 7.

_ ^

9

. 24 _ x = 3 é:

d) impar. e) irracional.

69. (Unirio-RJ) Num laboratório é realizada uma experiência com um material volátil cuja velocidade de volatilização é medida pela sua massa, em gramas, que decresce em função do tempo t, em horas, de acor­ do com a fórmula:
m = —3 2t - 3, + 1 + 108

Assim sendo, o tempo máximo de que os cientistas dispõem para utilizar este material antes que ele se volatilize totalmente é: a) b) c) d) e) inferior a 15 minutos. superior a 15 minutos superior a 30 minutos superior a 60 minutos superior a 90 minutos e e e e inferior inferior inferior inferior a a a a 30 minutos. 60 minutos. 90 minutos. 120 minutos.

17 0

TESTES DE VESTIBULARES 70. (UF-GO) As curvas de logística são usadas na definição de modelos de crescimento populacional quando fatores ambientais impõem restrições ao tamanho possível da população, na propagação de epidemias e boatos em comunidades. Por exemplo, estima-se que decorridas t semanas, a partir da constatação da exis­ tência de uma forma de gripe, o número N de pessoas contaminadas (em milhares) é aproximadamente N = ----------------- rrrr . De acordo com essa estimativa, pode-se afirmar que: 1 + 19X 1(T 0’5c f m a) menos de 500 pessoas haviam contraído a doença quando foi constatada a existência da gripe. b) menos de 6 mil pessoas haviam contraído a doença, decorridas duas semanas da constatação da exis­ tência da gripe. c) são necessárias mais de quatro semanas para que 18 mil pessoas sejam infectadas. d) o número de pessoas infectadas atingirá 20 mil. 71. (UCDB-MS) Certa substância radioativa de massa A/0, no instante t = 0, tende a se transformar em outra subs­ tância não radioativa. Para cada instante 15* 0, dado em segundos, a massa da substância radioativa restante obedece a lei M(t) = M() 3~2t. Nessas condições, o tempo necessário, em segundos, para que a massa da substância radioativa seja reduzida a um terço da massa inicial é igual a: a) 3 b) 2,5 c) 1,5 d) 1 e) 0,5

20

72. (Cefet-PR) Cientistas de um certo país, preocupados com as possibilidades cada vez mais ameaçadoras de uma “guerra biológica”, pesquisam uma determinada bactéria, que cresce segundo a expressão 256 ( 5 'V ^ ~ "j2 5 ~ *I ~2 J ’ ° nC e 1 rePresenta 0 temP° em horas. Para obter-se uma população de 3 125 bacté­ * rias, será necessário um tempo, em horas, com valor absoluto no intervalo: a) ]0, 2] b) ]2, 4] c) ]4, 6] d) ]6, 8] e) ]8, 10]

73. (UMC-SP) O crescimento de uma cultura de bactérias obedece à função N(t) = 600 • 3kt, em que i Vé o número de bactérias no instante t, sendo t o tempo em horas. A produção tem início em t = 0. Decorridas 12 horas, há um total de J 800 bactérias. O valor de k e o número de bactérias, após 24 horas do início da produção, são, respectivamente:
a) b) c) — e 3 600. e - 100 . e 64.

12
— L

d) 12 e 5 400. e) -L e 5 400.

12
— L

12

12

74. (Vunesp-SP) A trajetória de um salto de um g o lfin h o nas proxim idades de uma praia, do instante em que ele saiu da água (t = 0) até o instante em que m ergulhou (t = T ), fo i descrita por um observador através do modelo matemático h(t) = 4 t - t • 20,2 ‘ \ com t em segundos, h(t) em metros e 0 t *£ T. O tempo, em segundos, em que o g o lfin h o esteve fora da água durante este salto fo i: a) 1 b) 2 c) 4 d) 8 e) 10

75. (U. F. Santa Maria-RS) Um piscicultor construiu uma represa para criar traíras. Inicialmente, colocou 1 000 traíras na represa e, por um descuido, soltou 8 lambaris. Suponha-se que o aumento das populações de lambaris e traíras ocorre, respectivamente, segundo as leis L (t) = L 0 10* e T(t) = T 0 2*, onde Lo é a população inicial de lambaris, T 0, a população inicial de traíras, e í, o número de anos que se conta a partir do ano inicial. O número de lambaris será igual ao de traíras depois de quantos anos? a) 30 b) 18 c) 12 d) 6 e) 3

171

TESTES DE VESTIBULARES
4* + y = 32 76. (U F-SC ) O par ordenado (x, y), solução do sistema -j , é:

a ) | 5 , f )

d ) ( i , j -

b ) | 5 , - f )

e ) ( . , |

O

|3 .f
2X

t +i
, então x e y são os possíveis valores reais de t tais que:

77. (Mackenzie-SP) Se J

= 31 - 9 a) t2 - 27t + 126 = 0 b) t2 + 271 + 126 = 0 c) t2 - 211 - 126 = 0 d) t2 + 2It - 126 = 0 e) t2 ~ 26t - 27 = 0

7X. (U. F. Viçosa-MO) Seja a função real f(x) = ax, a > 1 .0 conjunto dos valores de x para os quais f(x2 —3) > f(6) é: a) {x E R | - 3 s x s 3) b) {x G R | x 2= 3} c) ( x e R | x S 3 ) 7'). (Cefet-MG) O conjunto solução da inequação a) (-0 0 ,5 ] b) [5, +oo) c) [ - 5 , +oo) d) [4, +oo) d) {x g R | x < - 3 ou x > 3} e) {j E R | x < - 3 o u x S 3 )

=£ f ~ j é: e) (-«o, - 5 ]

80. (Unicap-PE, adaptado) Julgue os itens abaixo. Nas proposições referentes a esta questão, x é um número real, 0) 1) 2) 3) se 3* s 243, então x se 0,3* 0,32, então a função exponencial se i s b, então ax =s =s 5. j s 2. 2* é sempre crescente. b\

4) se 23x ~ 1 = 322x, então x = - — . 7 81. (UF-ES) O conjunto solução, em R, da inequação 3* ^ 3 > a) {x G R | x > - 3 } b) {x e R | 0 < x < 1}
c) {x £

d) {x e IR | x < 1} e) {x £ R | x > - 1}

R

| x > 1}

X2. (Mackenzie-SP) O m aior valor inteiro pertencente ao conjunto solução da inequação

[<2x + 2 _ 2x+ i)/2x - 2] < 0,25x é: a) - 3 b) - 2 c) - I d) 1 e) 2

S3. (U. E. Londrina-PR ) A relação a seguir descreve o crescimento de uma população de microorganismos, sendo P o número de microorganismos, t dias após o instante 0.

P = 64 000 ■(1 - 2~°'lt) O valor de P é superior a 63 000 se, e somente se, t satisfazer à condição: a) 2 < t < 16 b) t > 16 c) t < 30 d) t > 60 e) 32 < t < 64

172

TESTES DE VESTIBULARES
84. (U. F. V içosa-M G ) Se 2a • x 2 + 4a + 1 • x + 8 > 0, para todo x G R, é correto afirm ar que: a) b) a ^

~

c) a ^

y

e) a > 1

a < - i-

d) a < 0

85. (U F-SE) A expressão P(n) = 40 — 40 • 2 _0'34n perm ite calcular o núm ero de artigos que um operário recém-contratado é capaz de prod u zir diariamente, após n dias de treinam ento. Para que esse operário pro­ duza pelo menos 30 artigos por dia, o menor valor inteiro de n é: a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

86 . (U n irio -R J) O conjunto solução da inequação x2x 2* xx + 3, onde x > 0 e x ^ 1, é:
a) ]0, 1[ U [3, +oo[ b) {x e R | 0 < x < 1} c) [3, + ~>[ d) R e) 0

87. (ITA -SP) Seja S = [ —2, 2J e considere as afirmações: I) — ^ < 6 , para todo x G S.

II I) 22x - 2X *£ 0, para todo x G S. Então, podemos dizer que: a) apenas I é verdadeira. b) apenas II I é verdadeira. c) somente I e II são verdadeiras. d) apenas II é falsa. e) todas as afirmações são falsas.

Logaritmos
88 . (P U C -M G ) C onsidere a função f: R * — R, d e fin id a p o r f( x ) = lo g 2 x e a, b G R+, sendo a > b. »
Se f(ab) = 4 e a + b = 10, o valor de a - b é: a) 4 b) 5 89. (M ackenzie-SP) Se logj 6 = m e logj 3 = p, 0 < í * a) 6m - 3p b) m - p - 3 c) p - m + 1 c) 6 d)

7

I, então o logaritm o de —- na base í é igual a: d) m - p + 1 e) p - m + 6

2 _
90. (U F -P I) Se lo g 3 x = 10 e log^ y = 30, então o valor de V *" * y 3 é igual a: a) 3 c) 3 ~2 e) 3 40

b> 3”

d> 7 < r

91. (ESPM-SP) Se log2o 4 = A e lo g 20 6 = B, o valor do lo g 2() 5 é:

a) VA- B
b) A + B

c)

a

'b
2

e) 1 - B

d) 1 - A

2

173

TESTES DE VESTIBULARES

92. (Mackenzie-SP) Se a) 2 + 31og b b) log 5 + log b c) y lo g b

+ ^ a —b

= — , a > b > 0, então log a é sempre igual a:

2
d) 51og b e) log b 2

93. (U . F. Ouro Preto-M G ) Suponhamos que x, y e z sejam números reais, positivos e diferentes de 1. Assinale a opção correta : a) (x) • log x

3

=

( y

j

b) log (x • y )n = (lo g x + log y ) “ c) lo g í x 2 '. y M = 1 z I —

(2 • log x + 3j_ log y)
log z

d ) log x = - l o g

94. (U C D B -M S ) Se x = log 2
a) 2 b) log2 5 c) log 2 6

+ log 2 j ^ - i j + log 2 ( ^ - j + d) 3 e) log 2 10

+ lo S2

então x é igual a:

95. (ESPM -SP) Sendo G e A, respectivamente, as médias geom étrica e a ritm ética das raízes da equação
x 2 - 32x + 16 = 0, o valor de logG A é:

, 1

, 3

, 5

~ 2
b) 1

c) 7
d) 2

e) T

96. (FEI-SP) S e m = log 2 (a - b) e n - log 2 (a + b), então Iog 2 (a 4 - 2a2b 2 + b4) vale: a) m + n b) m 4n4 c) 2 m + 2 n d) m 2n2 e) m 2 + n 2

97. (Mackenzie-SP) O produto (log 2 3) • (log 3 4) ■ (log 4 5) * ... • (log 63 64) é igual a: a) log 3 64 b) log 2 63 98. (U . F. Ouro Preto-M G ) Se a, b, c 6 c) 2 d) 4 e log x = a + — - ~ l° g c* então o valor de x é: e) 6

a)
c b) aV L

d)
c e)

c)

10 a- Vb
a - b = 48

99. (Unip-SP) Se os números reais positivos a e b são tais que a) 80 b) 16 c) 64 d) 78 e) 90

log2 a —log2 b = 2

, calcule o valor de a + b.

174

TESTES DE VESTIBULARES 100. (Fuvest-SP) A curva da figura ao lado representa o gráfico da função y = log x, para x > 0. Assim sendo, a área da re­ gião sombreada, formada pelos dois retângulos, é: a) b) c) d) e) log log log log log 2 3 4 5 6 0 101. (FEI-SP) Se A = log2 x e B = log2 ~ , então A — B é igual a: a) 1 b) 2
102. (IT A -S P ) Sendo dados £n(2V4~ Vê"

y

1 's Y\
/
' i. i

-----

\
'

\ • i 4
*

/ /l

i 2

i 3

*

c) - I d) — 2
S/2ÍT) = an e

e) 0

^ 3 i[4 .. 2Ji/2 r r ) = b n , então

tn 2

ín 3 , in 4
4

2 ~ 3 a) a„ - 2 b„ b) 2 a„ - b„

ên 5 5

.

, in 2n , . , 2n é ' gUal a:
c) a„ - b„ d) b„ - an e) a„ + b„

103. (Mackenzie-SP) Se log a = 6 e log |3 = 4, então ^ a 2 ■|3 é igual a: a) P b) 24 c) 10 e) V5"

d) — + i
2 4

1(14. (Puccamp-SP) Se (2 t/ 2~) = 64, o valor do logaritm o lo g , x é: a) - 1 b) ~ i c) d> -

3

f

6

6

105. (Unifor-CE) Se 16 • 4X = V + 3, então quando y = —3 o valor de log16 2x2 é: a) 4 b) | c) 2 d) ' — (a - b), a = 4 e b = 2, 3
• > f

106. (PUC-MG) Na expressão log E = — log a - — log b + — log (a + b) 2 3 2 o valor de E é: a) V2~ b) VT c) Vó" d) VfT e)

107. (U. F. Santa Maria-RS) Considere as afirmativas: I) Se log3 (x + y) = a e x - y = 9, então log3 (x2 - y2) = a + 2. II) Seja g(x) = ax a função exponencial de base a com 0 < a < 1. Para X[ < x2, tem-se g(X[) < g(x2). III) Se f(x) = 3 \ x E R, então f(a + 1) - f(a) = 2 f(a). Está(ão) correta(s): a) apenas I. b) apenas II. c) apenas 1 e III. d) apenas II e III. e) I, II e III.

175

TESTES DE VESTIBULARES

¥2. (Mackenzie-SP) Se (a k) a2 —b a) 2 + 31og b b) log 5 + log b c) I

m A , a > b > 0. então log a 6 sempre igual a: 2 d) 5log b e) log b*

93. (U. F. Ouro Preto-MG) Suponhamos que x, y e z sejam números reais, positivos e diferentes de I. Assinale a opção correta: »> (* )’ “ ( y ) ' loS* h) log (x • y)n = {log x + log y)*

/
ü) log x log

)

log T .

1)
log.
|-i j +

94. (UCDB-MS) Se x a) 2 b) log, 5 c) log, 6

log;

j y j

+ ll, 8 ! ( " 4 " ) ’

1

* g- ( o

)

'

en,l1<>

x é

‘8 u a l a:

d) 3 e) log, 10

95. (ESPM-SP) Sendo G e A. respectivamente, as médias geométrica e aritmética das raizes da equação x2 - 32x + 16 “ 0, o valor de log,. A é:

“ 7
b) I 'th (FF.I-SP) Sc m = log, (a a)
111

« 7
d) 2 b) e n log, <a + b). entào log, (a4 c) 2m + 2n
d) u r n 2

Í

2a2b2 + b4) vale: e) n r + n '

n

b ) m4n4

97. (Mackenzie-SP) O produto (log, 3» • (lug, 4) • (logj 5) •... • (log*, 641 é igua! a: a) log, 64 b) log, 63 c) 2 dl 4 a
1

c) 6

18. (U. E Ouro Preto-MG) Se a. b. c € R, e log x a)
b) 10“ • Vb

— £—

|,M b
a - Vb

log c, entào o valor dc .< é:

e

,<r

... d)

c jitv_

a1 • Jb " IQa • Vb~ c

c)

99. (linip-SP) Se os números reais positivos tie h sSo tais que a) 80 b) 16 c) 64 d) 78 e) 90

[ a - b = 48 J , calcule o valor de a + b. I log, a - log2 b = 2

174

TESTES DE VESTIBULARES 100. (Fuvcst-SP) A curva da figura ao lado representa o gráfico da função y = log x. para x > 0. Assim sendo, a área da re­ gião sombreada, formada pelos dois retângulos, é: a) b) c) d) e) log 2 log 3 log 4 log 5 log 6

101. (FEI-SP) Se A « log2 x e B - log, — . encão A - B é igual a: a) I b) 2 102. (ITA-SP) Sendo dados fn(2V4" Vb" In 3 + tn 4 2 3 * 4 a) a„ - 2b„ h) 2a„ - b„ 10.1. (Micken/.ie-SP) Se log a a) P b) 24
tn 2 _

c) - I
d) 2 •- V2n )

et 0

a n e ín(V2" V3 \[Ã... V2n J = bn, então

tn 5 . . tn 2n , . ------ + ... + -------- é igual a: 5 2n c) a„ - bn d) b„ - a„ í> e log (5 4. então ija ' ■^ t igual i

e) a„ + b„

c) II) d) — + & 2 4

e)

104. (Puccamp-SP) Se (^V ^) = 64, o valor do logaritmo log, x é: a) - I b)
6

e) — 3

105. (Unifor-CE) Se 16 • 4* = 7y + \ entào quando y - “ 3 o valor de log,* 2x2 é: a) 4 b> — c) 2

e 7 )
— (a - b), a - 4 e b 2.

2

d) I — log a - — log b + — log (a + b) 2 3 2 c) V^ d) VÃ e) V?

106 (PUC-MG) Na expressão log E o valor de a) - f í b) ÍÍ2
E é\

3

107. (U. F. Sanla Maria-RS) Considere as afirmativas: I) Se log3 (x + y) = a e x - y = 9, entüo log3 (x2 - y2) = a + 2. II) Seja g(x) = a* a função exponencial de base a com 0 < a < I. Para X| < x2, tem-se g(x,) < g(x2). III) Se fix) = 3 \ x € R. entüo f(a + I) - f(a) - 2 f(a). Kstáfão) correta(s): a) apenas I. b) apenas II. c) apenas I e III. d) apenas II e III. e) I. II e III.

175

TE ST ES DE VESTIBULARES
108. (U F-C E) Sejam loga m = p c loga n = q. Se p + q = lo g a x e p - q = Ioga y, o valor de m é: a) xy b) x c) y 2 d) x - y e) —

■ >

y

KW. (U . E. Lon d rina -P R ) Q uaisquer que sejam os números reais p ositivos a, b, c, d, x e y, a expressão Iog 2 + log 2 j + log 2 - log 2 ( ^ y ~ j Pot*e ser reduzida a:

a) Iog 2 ^

c) I

e) log 2

b) lo g 2

d) 0

110. (Mackenzie-SP) Se x 2 + 4x + 21og7 k 2 é um trinômio quadrado perfeito, então o logaritmo de k na base 7k vale: C) - 2 ■> 7 b) 2 d) _ -L

e)

7

2
y ^ + y - 3* y* + y » é igual a: e) i l i 5

(Mackenzie-SP) Se logy 5 = 2x, 0 < y ^ 1, a) 25 b) — 125

0
d)

-L 25 ü 5

(Vunesp-SP) Considere os números reais a - : y - b = los v r 2- c Então: a) c < a < b b) a < b < c c) c < b < a d) a < c < b

e) b < a

(U . F. Santa M aria-R S) Seja x > I . Se x 3 = z e z4 = y, então o valor de log* y c) ü « f i , e) 143 ------

1 |^ i 0 12
e) -33 d) 27 d) 81

12
d) 12

« 1 7 1 14. (U . E. Londrina-PR ) O valor da expressão lo ^

1 ~Ü°S Q,QI- é:

log2 7 7 ' loS4 Vs 04 a) b) - i15 -L 3 c) d)

±
9

2 .
5

115. (U E-C E) Se a • log 3 a + b • log 3 b = 3 e a1 = 27, então o valor de bb é igual a: ' a) I b) 2 c) 3

116. (U E-C E) Se lo g j n = 6 , então a) 36

2-fn + 3 tfn é

igual a: c) 54

b) 45

117. (U F -M G ) Seja n = 8 2loí!= 15 " loB- 45 . ’ Então, o valor de n é:

a) 52

b) 83

c) 25

2?

II

d) 53

176

TE ST ES DE V ESTIBULARES 1 18. (U nifor-CE) Se ..v e > são números reais positivos tais que y = 16log2 x , então x é igual a;

a) Vy"
b) 4y c) 2 y
2

d) Vy”
e) -3/L2

119. (M ackenzie-SP) Considere a função f( x ) = x logI( , onde 0 < x ^ a) 3 b) 2 c) 100 d) e) V3~ IOa/3"

I. Então log [f(V3~)J é igual ;

í 2 V085 r 3 Yog2 í 5 Y 083 120. (Mackenzie-SP) O número real k, k = I — I " I ’J "! ' I "Í"J • está no intervalo:
a) [0, 1[ b ) [l,2 [ O [2, 3[ 121. (Macken/.ie-SP) A p a rtir dos valores de A e B, A x a)
a A - — = B 3

d )[3 ,4 [ e) [4, 5]

3 log7 5 e B = 5 loS7 3 , podemos co n c lu ir que: d) e) A — 3 _ — = B 5

b) A = B

- j = y

c) B = A
122. (U F -M G ) Seja y = 4 l0Ê:7 + log 2 ( 8 7) . Nesse caso, o valor de y é: a) 35 b) 56 c) 49 d) 70

a) 50 b) 25 c) 15

d) 10 e) 5

124.

(U F -A M ) Sendo 2n = 5, então log^o 4 em função de n é igual a: a) b) — -— I + n d)

2 1 + 2n
2

1 + 2n 1+ n

2 + n

0

1

(Fatec-SP) Se log 2 = 0,3, então o valor do quociente — sS— log 4 5 a) d) 7

w .

é igual a:


49 49

b) J 30 o 90

e) - i -

177

TESTES DE VESTIBULARES 126. (ITA-SP) O valor de y 6 R que satisfaz a igualdade logy 49 = iogy2 7 + log2y 7 é:
a) b) — 2 — d)

-1

8

3

e) 7

c) 3 127. (Puccamp-SP) Sabe-se que 16x = 9 e log3 2 = y. Nessas condições, é verdade que: a) x = 2y b) y = 2x
c) x • y = ±

d) x - y — 2 e) x + y = 4

128. (Mackenzie-SP) Em logy 1 000 = 21ogx 10, 0 < y * 1, x vale:
a) b) ^y~ c) ^/y2" e) y3

47

d) y 2

129. (M ackenzie-SP) Se ( — -— 1 + í — !— + f — -— = 2 , x 2 vale: V 'o g 2 X J l l0ê 3 x J U °S 6 XJ a) 25 b) 36 c) 16 d) 81 k j (lo g k 5), então 15k + 7 é ■ e) 100

130. (UE-CE) Seja k um número real positivo e diferente de 1. Se (2 k “ 1 K = 1

igual a:
a) 17 c) 27

b) 19

d) 32

131. (U. E. Londrina-PR) Se log3 7 = a e log5 3 = b, então log5 7 é igual a: a) a + b b) a — b d) a • b e) ab

c) t
132. (UF-CE) Se log7 875 = a, então log35 245 é igual a;
a)

a+ 7 a+5 a+5 i+ 2

d)

- i± l

a+2

b)

e)

a+ 5 a+7

c)

133. (Mackenzie-SP) O valor de logx (log3 2 ■log4 3), sendo x = -fl , é: a) 2 d) - 2

“ 7
« - T

•> 1

178

TESTES DE VESTIBULARES,

Função logarítmica
134. (U. F. Juiz de Fora-MG) A figura abaixo é um esboço, no plano cartesiano, do gráfico da função f(x) = logn x com alguns pontos destacados.

Supondo que a abscissa do ponto A é igual a 9, é incorreto afirmar que: a) a base n é igual a 3. b) a abscissa de C é igual a 1. c) f(x) < 0 para todo x E (0, 1). d) a abscissa de B é igual a 2. e) f(x) é crescente.

135. (UFR-RJ) O gráfico que melhor representa a função f(x) = 2,O 2X é: Ê

136. (Unirio-RJ) O gráfico que melhor representa a função real definida por f(x) = £n(|x| - 1) é:

1 79

TESTES DE VESTIBULARES 137. (UF-RS) Identifique os gráficos que correspondem a y = log x e y = |log xj, nesta ordem.

b) 1 e III c) I e IV

e) V e IV

138. (U nifor-C E ) A função g: R í -» R é a função inversa da função f: R — R * definida por f(x ) = ax, 0 < a < I . > Os pontos A e B pertencem, respectivamente, aos gráficos de / e g, como mostra a figura abaixo.

É verdade que a • b é igual a: a) - 2 b) - 1

180

TESTES DE VESTIBULARES
139. (U F-R S) Considere as funções definidas por f(x ) = 10lo8X, g (x) = 10 log \ h(x) = 10^logx^ e os gráficos I, I I e III, abaixo.

a) f — I; g — I; h — I b) í — l ; g — III; h — II c) f — II; g — I; h — II I 140. (U F -M G ) Observe a fig ura abaixo.

d) f — II I; g — I; h — II e) f — II I; g — II; h — I

Nela, está representado o gráfico de f(x ) = lo g n x. O va lo r de f( 128) é:

b) 3

d) 7 - 2 , se x < - 3

141. (U F-SE) S e / é a função de R em R definida por f(x ) =

0 , se - 3 =£ x < - 1 x + 1 , se - 1 < x < I , então: x 2 " 2 , se 1 í x < 3
x, se x se x 3= 3

d) b) c) f (-V 2 " ) = - 2 f ( i 100) = 2 e)

f(Io g 3 2) = I + log 3 2 f 17 '

=0

142. (U . F. V içosa-M G ) S e ja /a função real dada por f(x ) = log (x 2 — 2x + 1)- Então f( —5) - f(5 ) é igual a: a) 21 og (- 1 ) b) 21og 11 d) 21 og

'2'

e) log 20

c) 41og [ - i

181

TESTES DE VESTIBULARES 143. (UF-CE) Considere a função real de variável real, definida por f(x) = 3 + 2 x. Então f(log2 5) é iguai a:

•> í
b) 2 -

« f
e) 4

4
00)

144. (U . F. Juiz de Fora-M G ) O dom ínio D C R da função f(x ) = a) [0, 1) U (2,

Unix 2 — 3x + 2 ) — ' — - é:

Vex - 1
c) (0, ~ ) d) (0, 1) U (1, 2) U (2, ■») b) (0, 1) U (2, 00)

145. (U . F. Ouro Preto-M G) Se f(x ) = ^ lo g ^ 2 ----- - - j , então o dom ínio d e / é : a) ]1, + ~ [ b) ] 0 , + » [ c) ]-< » , 0[ U ]0, + ~ [ 146. (Puccamp-SP) O mais amplo dom ínio real da função dada por f(x ) = logx _ 2 (8 - 2X) é o intervalo: a) ]2, 3 [ b) ]3, +oo[ d) e) 3[ 2[ d) 0[ U [1, +<*>[

e) ] —< , 1 [ *>

c) ]2, + ~ [
147. (U E -C E ) O dom ínio da função real f(x ) = log 3 |4 X - V 2 X h ~ jé :

a) | x G R ; x > y | b) jx e R; x > - Í - |

c)

jx G R; x > -j-

d) {x G R; x > 1}

148. (U. E. Londrina-PR) Considere as funções/e g, de R* em R, definidas por f(x) = log2 x e g(x) = log2 2x. É verdade que, para todo x do domínio, tem-se g(x) igual a: a) 2 • f(x) b) 2 + f(x)
c) 1 + f(x )

d) f(x) e) [f(x)]2

149. (UF-AL, adaptado) Classifique como V ou F cada afirmativa abaixo. 1) (Iog3 2) • (log2 3) = 1 2) Para todo x real, a função/, dada por f(x) = 2-x, é crescente. 3) Se 4X = 10, então x = ----- !----- . 2 • log 2 4) Se y = log4 (2 — x) é um número real, então x é um número real menor do que 2. 5) O gráfico da função real dada por f(x) = 6X“ 2 intercepta o eixo das abscissas no ponto (2, 0). 150. (UF-BA) Considerando-se as funções reais f(x) = Iog2 (x — I) e g(x) = 2 \ calcule a soma dos números associados à(s) alternadva(s) correta(s). (01) Para todo x real, x pertence ao domínio da fu n ção /o u à imagem da função g. (02) Os gráficos das fu n çõ es/e g interceptam-se no ponto (1, 0). (04) O domínio de f o g é R*. (08) O valor de f(33) ■g( — é igual a — . 3)
8

(16) A função inversa da função f é h(x) = 2X + 1.

182

TESTES DE VESTIBULARES 151. (Mackenzie-SP) Analisando os gráficos das funções de R em R definidas por g(x) — — + x e f(x) = 2X x2 , considere as afirmações a seguir. I) f(x) > g(x), Vx II) Não existe x Então: a) somente a I é verdadeira. b) somente a II é verdadeira. c) somente I e II são verdadeiras. d) somente I e III são verdadeiras. e) somente II e III são verdadeiras.
G G

R

R | f(x) = g(x).

III) f(x) e g(x) são inversíveis.

152. (UF-GO, adaptado) Considere as funções f(x) = nx e g(x) - logn x, com 0 < n * 1. Assim, é falsa a afirmação: a) b) c) d) Se n > 1, então ambas as funções são crescentes. As funções compostas f(g(x)) e g(f(x)) são iguais. O domínio d e / é o conjunto imagem de g. Se 0 < n < 1, então a equação f(x) = g(x) possui solução.

153. (UF-BA) Considerando-se as funções f(x) = x — 4, g(x) = x2 — 5x + 6, calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s). (01) (02) (04) (08) (16) (32) (64) Todos os zeros de g(x) estão contidos no domínio de h(x) = log (x2 — 4). A sentença que define (f o g)(x) é x2 — 5x + 2. g(x) é crescente, para todo x € [3, +«*>[. O gráfico de f(x) intercepta os eixos coordenados no ponto (0, 0). (g o f)(x) é função bijetora em R. Os gráficos de f(x) e g(x) se interceptam nos pontos (0, — (1, 2). 4), O conjunto imagem da função t(x) = 2a, sendo a = f(x) é R^.

154. (Mackenzie-SP) S e /d e R+ em R é uma função definida por f(x) = log2 x, então a igualdade

r ' ( x + 1) - r ‘(x) = 2 se verifica para x igual a:
a) 1

2
4

d) 1

!,) 1 c) V T

e)2

155. (UF-PE, adaptado) Sejam as funções f: R -> R e g: (0, +°°) -> R dadas respectivamente por f(x) = 5Xe g(x) = log5 x, classifique como V ou F as afirmativas a seguir. a) b) c) d) e) f(x) > 0, Vx
G

R

g é sobrejetora.

g(f(x» = x, Vx G R g(x) = 1 <s x = 5 => Se a e b são reais e a < b, então f(a) < f(b).

156. (Unifor-CE) Seja/ a função de IR em R+ definida por f(x) = 3 “ x. É verdade que: a) a função inversa d e/ é dada por f - l (>0 —Iog3 -i- . b) c) d) e) f _i(x) > 0, para todo x G R+. f é crescente em R. f é ímpar. f(x) < 0, para todo x G R.

183

TESTES DE VESTIBULARES
157. (Mackenzie-SP) Com relação a função real definida por f(x ) = log 2 (1 - x 2) de ] - 1, 1[ em R_ considere

as afirmações:
I) f(x ) é sobrejetora. II) f(x ) é uma função par.

Então: a) todas são verdadeiras. b) todas são falsas. c) somente a I é verdadeira. d) somente I e II são verdadeiras. e) somente II e III são verdadeiras.

Equações exponcnciais e logarítmicas
158. (PUC-RS) A solução real para a equação n* + 1 = — , com n > 0, n ^ 1 e b > 0, é dada por: n a) logn (b) c) logn (b) + 1 e) logn (b) - 2 b) logn (b + 1 ) d) logn (b) + 2

I5*>. (Mackenzie-SP) Se 4X = 3 e 4y = 9, então (0,125)-4x + 2y vale: a) í b) 2

c) 4
d) log 4 3

e) )og4 9

160. (ITA-SP) Se a € R é tal que 3y 2 - y + a = 0 tem raiz dupla, então a solução da equação 32x + 1 - 3X + a = 0 é: a) log 2 6 b) - f o g 2 6 c) lo g 3 6 e) 1 - log 3 6

d) - í o g 3 6

161. (C efet-M G ) A equação exponencial 9X - 2 • 3X = 0 admite:
a) uma raiz nula. b) duas raízes reais. c) apenas raiz compíexa. 1<>2. (FGV-SP) Adotando-se os valores log 2 = 0,30 e log 3 = 0,48, a raiz da equação 5X = 60 vale aproxim a­ damente: a) 2,15 c) 41 d) 2,54 e) 2,67 d) uma raiz real positiva. e) uma raiz real negativa.

b) 2,28

H>3. (U . E. Londrina-PR) A equação 2 — log x ~ log (3x + 5): a) admite uma única solução real. b) admite duas soluções reais positivas.

c) não admite .soJuções reais positivas.
d) admite duas soluções reais de sinais contrários. e) não admite soluções reais. 164. (PU C -M G ) A soma das raízes da equação log 2 2* -3x + 5 = 3 é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

165. (PUC-RS) O conjunto solução da equação xlog (x) = 0 em R é: a) { } b) { 0 } c) { 1 } d) { 0 , 1 } e) ( 0 , 1 )

1 84

TESTES DE VESTIBULARES 166. (Cefet-MG) A solução da equação Iog7 (x + 2) + log7 (x — 3) = Iog7 6 é formada por: a) b) c) d) e) um número par. dois números pares. dois números ímpares. um número fracionário. um número par e um número ímpar.

!67. (UF-ES) Dada uma constante real a, a equação 2X = a3x, considerada no conjunto dos números reais: a) b) c) d) e) tem solução positiva se a > tem solução negativa se a < tem solução positiva se 0 < tem solução negativa se 0 < só tem solução se a = 1. 1. 0. a < 1. a < 1.

168. (U. F. Juiz de Fora-MG) Sendo x um número real positivo, podemos afirmar que os gráficos das funções f(x) = log (2x) e g(x) = 21og x: a) b) c) d) não têm pontos em comum. são iguais. têm um único ponto em comum. têm apenas dois pontos em comum.

169. (Unirio-RJ) O conjunto solução da equação log4 x + logx 4 de seus elementos é igual a: a) 0 b) 2 c) 14 d) 16
e) 18

170. (U. F. Viçosa-MG) S e x e y são números naturais tais que log (x2 + 17) = log y2, então o produto x • y é igual a: a) 72 b) 71 c) 75 d) 74 e) 76

171. (Puccamp-SP) Determine os valores reais de x que satisfazem a equação log [(log x)2 - log x] = log 2. .É correto afirmar que: a) b) c) d) e) o maior deles é 1. o menor deles é 5. o produto deles é 10. dividindo-se o maior pelo menor, obtém-se 20. a soma deles é 101.

172. (Mackenzie-SP) Se a e b são reais, positivos e diferentes de 1, tais que loga b — ~ log b —0, então o va­ lor de a é:
a) 2
b) VÍÕ"

c) j
d) — 4

e) 100

173. (UF-SC) Um paciente de um hospital está recebendo soro por via intravenosa. O equipamento foi regulado para gotejar x gotas a cada 30 segundos. Sabendo-se que este número x é solução da equação Iog4 x = log2 3 e que cada gota tem volume de 0,3 mL, pode-se afirmar que o volume de soro que este paciente recebe em uma hora é de: a) 800 mL b) 750 mL c) 724 mL d) 500 mL e) 324 mL

185

TESTES DE VESTIBULARES 174. (Unicap-PE, adaptado) Julgue os itens abaixo. Nesta questão, x é um númem real estritamente positivo, 0) se log3 (log2 x) = 1, então x = 8. 1) se f(x) = log2 (1 —2x), então x > — . 2) se (2X “ 1 = 4, então x = 2 ou x = - 1. )X
3)
= i

4) eE x = x n 175. (Fatec-SP) A soma dos valores reais de * que satisfazem a equação 3 • (log x)2 = log2 x é: a) 0 b) 1 c) 3 d) 7 e) 9

176. (Cefet-MG) A solução a da equação log2 (16x2) = 41og2 x + 3 satisfaz: : a) x < 0 b)0<x<l c) I < x < 2 d)2^x^4 e)x>4

177. (Cefet-PR) Seja a equação logarítmica logm 2 • log m 2 = log m 2 . A soma das raízes dessa equação é:
1? 64

a) 12 b) 32

c) 4 d) 2

e) 14

178. (FGV-SP) O valor de x que satisfaz a equação íog (2x -f 7) = íog 2x -f íog 7 é um número: 1 a) menor que — . 2 b) entre — e 1. 3 d) entre — e 2. 2 e) maior que 2.

2

3 c) entre 1 e y , 179. (JTA-SP) Seja Então: a) S é um conjunto unitário e S C ]2, +«*[. b) S é um conjunto unitário e S C ] 1, 2[. c) S possui dois elementos distintos S C ] — 2[. 2, d) S possui dois elementos distintos S C ]1, +«>[. e) S é o conjunto vazio. 180. (Mackenzie-SP) A menor raiz da equação log2 2a - 2b = 0, sendo a - x2 e b = log2 2X pertence ao intervalo: , a) [ - 2 , - 1 ] b) [ - 1 , 0 ] c) [0, 1] d) [1,2] e) [2, 3] o conjunto de todas as soluções reais da equação log { (x + 1) = log4 (x — 1).
T

S

181- (Mackenzie-SP) Se f(x + 2) = 12 • 2X V x € R, então a solução real da equação f(x) - log2 |x | = 0 , pertence ao: a) [ - 3 , - 2 ] b ) [- 2 , -1 ] c) [ - 1 ,0 ] 182. (FEI-SP) Quantas raízes reais possui a equação log I x | = x2 — x — 20? a) nenhuma b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 d) [0, 1] e) [1,2]

186

TESTES DE VESTIBULARES 183. (Mackenzie-SP) Se K é raiz da equação log^ ^(2x) + log4 (x — 4) = 3, então K + log2 (K —4) é igual a: a) 8 b) 12 c) 16 d) 10 e) 14

184. (PUC-SP) A energia nuclear, derivada de isótopos radiativos, pode ser usada em veículos espaciais para fornecer potência. Fontes de energia nuclear perdem potência gradualmente, no decorrer do tempo. Isso
___ l__

pode ser descrito pela função exponencial P = P0 • e 250, na qual P é a potência instantânea, em watts, de radioisótopos de um veículo espacial; P0 é a potência inicial do veículo; t é o intervalo de tempo, em dias, a partir de t0 = 0; e é a base do sistema de logaritmos neperianos. Nessas condições, quantos dias são necessários, aproximadamente, para que a potência de um veículo espacial se reduza a quarta parte da po­ tência inicial? (Dado: En2 = 0,693.) a) 336 b) 338 c) 340 d) 342 e) 346

185. (U. E. Londrina-PR) Se log2 x + log4 x + log8 x + logl6 x = -6 ,2 5 , então x é igual a: a) 8 b) 6 c) _L 4 186. (U. E. Ponta Grossa-PE) Considerando que p é o produto das raízes da equação log" x — logx — 6 = 0 e que _ (2~3)p ‘ 4P~ 7 calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s). 8'P (01) p é um número primo. (02) p é um múltiplo de três. (04) e z m (08) 60 < m < 70 (16) m > p d) i
6

_1_ e) 8

2-

187. (UE-RJ) O logaritmo decimal do número positivo x é representado por log x. Então, a soma das raízes de log2 x — log x3 = 0 é igual a: a) 1 b) 101 c) 1 000 d) 1001 , onde log representa o

188. (UF-MG) O valor de x que satisfaz à equação 21og x + log b - log 3 = log | logaritmo decimal, pertence ao intervalo: a) 0, 1 .2 1 d) [2, 3] e) [3,4]

c) [1,2]
189. (U. F. São Carlos-SP) A altura média do tronco de certa espécie de árvore, que se destina à produção de madeira, evolui, desde que é plantada, segundo o modelo matemático h(t) = 1,5 + log3 (t + 1), com h(t) em metros e t em anos. Se uma dessas árvores foi cortada quando seu tronco atingiu 3,5 m de altura, o tempo (em anos) transcorrido do momento da plantação até o do corte foi de: a) 9 b) 8 c) 5 d) 4 e) 2

187

TESTES DE VESTIBULARES 190. (PUC-PR) Se log (3x + 23) - log (2x - 3) = log 4, encontrar a) 4 b) 3 c) 7 d) 6 e) 5

191. (Mackenzie-SP) A soma das soluções reais da equação |log2|x - 2[| = -U- é: a) 8 b) 10 c) 6 d) 4 e) 2

192. (Unirio-RJ) Seja a função definida por f(x) = log2 [(x + l)/2x]. O valor de x para o qual f(x) = 1 é tal que: a) 0 < x < ——
100

1 3 d) — < x < — 1 5 10 e) x >
10

b) l õ õ < x < TÕ" c) ^ < x < ’ 10 JL 5

193. (ITA-SP) Se (x0, yo) c uma solução real do sistema é igual a: • > í “ í C) d) JJ_ 4
ü

log2 (x + 2y) - log3 (x - 2y) = 2 x - 4y = 4

, entao x(l + y„

^ 17 e) T

4 2X■4y

I'M. (Fuvest-SP) Se (x, y) é solução do sistema

, pode-se afirmar que:

a) x = 0 ou x = - 2 - log2 3 b) x = 1 ou x = 3 + log2 3 c) x = 2 o u x = —3 + log2 3

d) x = —

ou x = -1 + log23

e) x = - 2 + log23 ou x = - 1 +

195. (Cefet-PR) Se a e b são soluções do sistema |

1 2X = ■ 2y , então 2a + 2b é igual a: [ log2 x + log2 y = 4 e) 80

a) 64 b) 260

c) 514 d) 136

196. (U. F. Viçosa-MG) Sabendo-se que logx 5 + logy 4 = 1 e logx y = 2, o valor de x + y é:

a) 120 b) 119

c) 100 d) 110

e) 115

Incquações exponenciais e logarítmicas
197. (Cefet-MG) O conjunto domínio da função real definida por f(x) —^ log (x — 1)‘ é dado por: a) x > 1 b) x 2= 1 c) x > 0 d) x > 2 e) x ^ 2

188

TESTES DE VESTIBULARES
198. (U F-SE) Se S é o conjunto solução da inequação 0 < lo g ^ - (3x + 1) < 8, então:
a) S c [ 0 , 3 ]
b) S c ] - i - , 3 ]

d)
e)

j - y ,
S =

2^DS
5[

] - i - ,

c) ] - f + ^ S

199. (U F -P I) O conjunto solução da inequação x lo g 1 () a) {x e R 1 < x < 2 } b) {x e R x < 3} c) {x 6 R x > 2 ) d) (x G R 1 < x < 4 } e) jx
é

I ) < 3log» (■ »;

■ l o S i(

R x > 4}

(ESPM-SP) Seja a) 5 b) 4

y=

^ lo g

t f y x j . O m aior
c) 3 d) 2

valor inteiro de x para que y seja um número real é: e) 1

(IT A -S P ) Seja a e R, a > 1. Para que ]4, 5[ = j x e R*; log , |lo g a( x 2 - 15)j > 0 a) 2 b) 3 c) 5 202. (IT A -S P ) A inequação 4xlogs (x + 3) 3* (x a) S = ] —3, - 2 ] u [ - 1 , +°o[ b) S = -3 [ u [-1 , + - [ c) S = ] —3, - 1 ] d) S = ] —2, + H e) S — —3 [ u ] —3, + ~ [ d) 9 e) 10

, o valor de a é:

+ 3) log , (x + 3) é satisfeita para todo x € S. Então:
5

203. (M ackenzie-SP) y = > g i |j Na igualdade anterior, supondo x o m aior valor inteiro possível, então, neste caso, x y vale: a) 4x b) 1 c) 8x 204. (PUC-SP) Dados log 2 — 0,30 e log 3 — 0,48, um número real k é solução da inequação 1610*2 < 12 se, e somente se: a) k > - 3 e k ^ 0,3 b) k < —0,3 ou k > 0,3 c) k < —3 ou k > 3 d) - 3 < k < 3 e) —0,3 < k < 0,3 d) 2 e) 2 x

1 89

TESTES DE VESTIBULARES

205. (UE-CE) Sejam l
I 7‘

o

conjunto dos números inteiros,
|

V, = |x e Z ; 1 —21og7^fx + 3) > o j

e

V, = U e Z ; -4 =- \ 4T

( ^ ) s

----- — 1

3 Ok =

O número de elementos do conjunto a) 2 b) 3

n V 2 é: c) 4 d) 5

206. (Mackenzie-SP) Na desigualdade t/(x - I)2 + x > k , x e k são números reais. Então k pode ser: a) iog5 2 b) log2 5
c)

d) -5e) 2,7

K

207. (Fatec-SP) S eja/a função quadrática definida por f(x) = x2 + x • log3 m + 1. Então, f(x) > 0, para todo x real, se e somente se, os vaíores reais de m satisfazem: ») m > 7 b) m > 6 c) — < m < 27
6

d) 0 < m < -ie) J < m< 9

208. (ITA-SP) Dada a função quadrática f(x) = x2 En

+ x £n6 —

j En

, temos que:

a) a equação f(x) = 0 não possui raízes reais. b) a equação f(x) = 0 possui duas raízes reais distintas e o gráfico /p o ssu i concavidade para cima. c) a equação f(x) = 0 possui duas raízes reais iguais e o gráfico de /possui concavidade para baixo.
d) o valor m áxim o d e / é

En2 £n3
£n3 — 2n2 £n2 £n3 En3 - in2

e) o valor m áximo de f é 2

209. (Mackenzie-SP) O menor valor inteiro de x tal que 9 logl x • 3 ,og9 x > í é: a) 1 b) 2 c) 3 210. (Mackenzie-SP) Assinale, entre as alternativas a seguir, um possível valor real de x tal que x a • log 3 x < 1, sendo a = * log 3 x d) i 4 d) 6 e) 9

2üL
3

b) - j c) 3

e) log2 5

190

TESTES DE VESTIBULARES 211. (Mackenzie-SP) Relativamente às afirmações
I) lo g j 3 > logj_
4

H) 2log» 15 = VÍ5"
I I I ) log
3

9 < Iog± 5
3

assinale: a) b) c) d) e) se se se se se somente somente somente somente somente ÍÍI estiver correta. I e III estiverem corretas. II e III estiverem corretas. I e II estiverem corretas. II estiver correta.

212. (Vunesp-SP) Sejam x, y números reais. Se x > 0, x * 1 e logx 10 > logx (10)y, entâo: = a) b) c) d) e) y y y y y < > < < > 0 1e x > 1 1e x < I lex > louy > 0

!ex<l

213. (ITA-SP) Dado um número real a com a > 1, seja S o conjunto solução da inequação
log j_ log,, ss logj_ (x - 1 ).

Então S é o intervalo: a) [4, + ~ [ b )[4 ,7 [ c) ]1, 5] 214. (Fuvest-SP) Seja f(x ) = lo g , (3x + 4) - log 3 (2x satisfaz f(x ) > 1 , são: a) b) 7 x < — 3 1 — < x 2 1). Os valores de x, para os quais /e s tá definida e d) ]1, 4] e) [ I , 4 [

d) e)

4 3

< x

4 1 —— < x < — 3 2

N 1 ^ 7 c) — < x < --2 3
215. (M ackenzie-SP) I) Se k = log 3 14 • log 2 3 • log 4 — , então 1 < k < 2.

2

T 5 II) Se Iog2 {y[6 ~ 2) = k, então log2 (46 + 2j = 1 —k. í III) Se k log2 k < — !— , 1 k > 0, então um possível valor de k é V3~log2 k Relativamente às afirmações anteriores, podemos afirmar que: a) todas são verdadeiras. b) todas são falsas. c) somente I e II são verdadeiras. d) somente I e III são verdadeiras. e) somente II e III são verdadeiras.

191

T E ST ES DE VESTIBULARES

Logaritmos decim ais
216. (FEI-SP) Sabendo-se que log 10 = I e log 2 = a, é válido afirmar-se que: a) log 5 = 1 + a b) log 5 = 2 - a c) log 40 = 1 + 2a d) log 5 = a 1 e) log 40 = 2 + a

2 17 .

(Mackenzie-SP) Se a, b e c são reais positivos tais que a + b + c = 1, então: a) log a > 0 b) log a • log b • log c < 0 c) log a + log b > 0 d) log a + log b + log c = 0 e) log b ■ log c < 0 (U. E. Londrina-PR) Sabendo-se que log 2 = 0,30, log 3 = 0,48 e 12X = 15y, então a razão —- é igual a: a) b) O

218.

54 J° 9 -SL 54

«

í

(Puccamp-SP) Na reta abaixo, que apresenta os logaritm os decimais de uma variável x, os números L,, L2, L :, i 4 e £.5 correspondem aos respectivos valores dos logaritm os decimais de x,, jc2, .v3, x 4 e x 5.

-4

-3

-2
L,

-1

0
2

1

2
3 '-A

3
^5

4

lo9,ox

' 1 ' I 11 " " I1 ' I' 1"I Y ...... . ~ Se a variável a: representar temperaturas medidas em kelvins, a temperatura de congelamento da água tem valor mais próxim o de: a) X! b) x 2 d) x 4 e) x 5

c) X 3 220.
(M ackenzie-SP) Supondo log 3 980 = 3,6, então, entre as alternativas a seguir, a m elhor aproximação ! 02,6 inteira de -------- é: 3,98 a) 100 b) 120 c) 140 22 1.

d) 160 e) 180

(FGV-SP) Consideremos os seguintes dados: log 2 = 0,3 e log 3 = 0,48. Nessas condições, o valor de log 15 é:
a) 0,78 b) 0,88 c) 0,98 d) 1,08 e) 1,18

222. (UF-RS) Dada a expressão S = log 0,001 + log 100, o valor de S é: a) - 3 b) - 2 c) - 1 d) 0 e) 1

192

TESTES DE VESTIBULARES 223. (UF-RN) Trabalhando com log 3 = 0,477 e log 2 = 0,301, assinale a opção cujo valor mais se aproxima de log 61:
a) 1,079 b) 1,255 c) 1,556 d) 1,778

224. (UF-ES) Sabe-se que log 3 = 0,477, aproximado até a terceira casa decimal. O número de algarismos do inteiro N = 3030 é igual a:
a) 43 b) 44 c) 45 d) 46 e) 47

225. (PUC-RJ) Sabendo-se que log 3 * 0,47712, podemos afirmar que o número de algarismos de 925 é:
a) 21 b) 22 c) 23 d) 24 e) 25

226. (UF-MG) O pH de uma solução aquosa é definido pela expressão pH = — [H +], em que [H+] indica a log concentração, em mol/L, de íons de hidrogênio na solução e log, o logaritmo na base 10. Ao analisar uma determinada solução, um pesquisador verificou que, nela, a concentração de íons de hi­ drogênio era {H+] = 5,4 • 10“8 mol/L. Para calcular o pH dessa solução, ele usou os valores aproximados de 0,30, para log 2, e de 0,48, para log 3. Então, o valor que o pesquisador obteve para o pH dessa solução foi:
a) 7,26 b) 7,32 c) 7,58 d) 7,74

227. (UFF-RJ) No dia 6 de junho de 2000, um terremoto atingiu a cidade de Ankara, na Turquia, com registro de 5,9 graus na escala Richter, e outro terremoto atingiu o oeste do Japão, com registro de 5,8 graus na escala Richter. Considere que ni\ e m2 medem a energia liberada sob a forma de ondas que se propagam pela crosta terres­ tre por terremotos com registros, na escala Richter, ri e r2, respectivamente. Sabe-se que estes valores estão relacionados pela fórmula i m r, - r2 = log — i m2

Considerando-se que r { seja o registro do terremoto da Turquia e r2 o registro do terremoto do Japão, pode-se afirmar que \
a) l ( T ' b)

I é igual a:
d) e)

mJ W

10 0,1 1 0,1

c) ( 0 , 1 )'° 228. (U nB -D F ) A escala de um aparelho para m edir ruídos é definida da seguinte forma: R = 12 + log I, em que R é a medida do ruído, em bels, e / é a intensidade sonora, em W /m 2. No Brasil, a unidade utilizada é o decibel k e lj. P °r exemplo, o ruído dos motores de um avião a jato é de 160 decibéis, enquanto

o ruído do tráfego em uma esquina movimentada de uma grande cidade é de 80 decibéis, sendo este o l i ­ m ite a p a rtir do qual o ruído passa a ser nocivo ao ouvido humano. Com base nessas informações, julg u e os itens que se seguem. 1) A intensidade sonora de ruído de zero decibel é de I 0 “ 12 W /m 2. 2) A intensidade sonora dos motores de um avião a ja to é o dobro da intensidade sonora do tráfego em uma esquina movimentada de uma grande cidade.

3) Uma intensidade sonora m aior que IO "'4 W /m 2 produz um ruído que é nocivo ao ouvido humano.

193

TESTES DE VESTIBULARES 229. (U. F. Ouro Preto-MG) Pedro pretende triplicar o seu capital numa poupança, cujas regras são estabelecidas pela equação M(t) = C • (1,25)\ em que í é o número de anos da aplicação, C é o capital aplicado e M é o total depois de t anos. Supondo que log 3 = 0,47 e log 1,25 = 0,09, Pedro terá triplicado seu capital somente depois de: a) b) c) d) 3 4 5 6 anos. anos. anos. anos.

230. (Unifor-CE) A intensidade D de um terremoto, medida na escala Richter, é um número dado pela fórmula empí2 E rica D = — • log-----, na qual E é a energia liberada no terremoto, em kilowatt-hora, e Eq = 7 x 10 * kWh. 3 Eq A energia liberada em um terremoto de intensidade 4 na escala Richter é, em kilowatt-hora, um número compreendido entre:
a) 100 000 e 500 000. b) 50 000 e 100 000. c) 10 000 e 50 000.

d) 1 000 e 10 000.
e) 500 e 1 000.

231. (Vunesp-SP) Uma cultura de bactérias cresce segundo a lei N(t) = • )0xt, onde Nft) é o número de bac­ térias em t horas, t ^ 0 , e a e ^ são constantes estritamente positivas. Se após 2 horas o número inicial de bactérias, N(0), é duplicado, após 6 horas o número de bactérias será: a) 4a
b) 2 a V T

a

c) 6 a
d) Ba e) 8aV2"

232. (PUC-SP) Um laboratório iniciou a produção de certo tipo de vacina com um lote de x doses. Se o plane­ jado é que o número de doses produzidas dobre a cada ano, após quanto tempo esse número passará a ser igual a 10 vezes o inicial?
(Use: log 2 = 0,30.)

a) b) c) d) e)

1 ano e 8 meses 2 anos e 3 meses 2 anos e 6 meses 3 anos e 2 meses 3 anos e 4 meses

233. (ESPM-SP) Se um automóvel sofre desvalorização de 20% ao ano, ele estará valendo a metade do seu va­ lor atual em: a) b) c) d) e) pouco mais de 3 anos. exatamente 2 anos e meio. pouco mais de 4 anos. exatamente 5 anos. menos de 2 anos.

1 94

Respostas dos testes
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. c e b e a e c b b e a b c a b a b c a c a e b d e b b e c d b e 33. 34. 35. 36. 37. 38. 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. d c d d b e b b e d d c d d b d a d a d e b c b c c c b 15 a c e 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81. 82. 83. 84. 85. 86. 87. 88. 89. 90. 91. 92. 93, 94. 95. 96. c b e d e c e d e e e d a d b V, F, V, V, V e b d b e a a c c b d b d b d c 97. 98. 99. 100. 101. 102. 103. 104. 105. 106. 107. 108. 109. 110. 111. 112. 113. 114. 115. 116. 117. 118. 119. 120. 121. 122. 123. 124. 125. 126. 127. 128. e a a a a c a c e d c a b a d a e c a d d d b b b d a d d d c c 129. b 130. c 131. d 132. c 133. d 134. d 135. b 136. e 137. c 138. b 139. d 14(1. c 141. d 142. a 143. d 144. b 145. d 146. a 147. a 148. c 149. V, F, V, V, F 150. 28 151. c 152. b 153. 70 154. d 155. V, V, V, V, V 156. a 157. a 158. e 159. a 160. d

195

RESPOSTAS DOS TESTES
161. d 162. d 163. a 164. c 165. c 166. a 167. c 168. c 169. e 171). a 171. c 172. e 173. e 174. V, F, V, V, V 175. e 176. d 177. a 178. b 179. b 180. b 181. b 182. e 183. d 184. e 185. e 186. 24 187. d 188. c 189. b c

196

191. a 192. e 193. d (94. e 195. c 196. d 197. d 198. c 199. c

206. a 207. e 208. d 209. b

2 2 1. e 222. c
223. d 224. c 225. d 226. a 227. b 228. V, F, V 229. d 230. d 231. d 232. e 233. a

2 10 . d 2 11. c 2 12 . d
213. d 214. c 215. c 216. c 217. b 218. a 219. d

200 . a 2 0 1. e 202 . a
203. b 204. e 205. d

220 . a

TESTES
FUNÇÕES
T C .l (IT A -7 2 ) O ângulo convexo form ado pelos ponteiros das horas e dos m inutos ás 10 horas e 15 m inutos é: a) 142°30' cí 142p e) nenhuma das respostas anteriores TC.2 b í 142°40' d} 141°30'

(F U V E S T -77 ) O ângulo agudo form ado pelos ponteiros de um relógio á 1 hora e 12 m inutos é: a) 27° b) 30° cí 36° dí 42° e) 72°

V t C.3 / (IT A -7 3 ) Entre 4 e 5 horas o ponteiro das horas de um relógio fica duas vezes em ^ 7 ângulo reto com o p o n te iro dos m inutos. Os momentos destas ocorrências serão: 2 aí 4 h 5 — 5 m in e 4 h 38 — nriin m in 5 b) 4 h 5 — 2 m in e 4 h 38 — m in min

5 5 c) 4 h 5 — m in e 4 h 38 ^

3 7 d) 4 h 5 — m in e 4 h 38 —

eí nenhuma das respostas anteriores TC.4 (PUC-70) Sendo d um ângulo positivo, então ( — ■ - & ) pertence ao: aV 1? quadrante b) 2? quadrante cí 3? quadrante d) 4? quadrante e) nenhuma das alternativas anteriores. TC.5 (U DESC-74) Os arcos cu jo cosseno ê aí 1? e 4? b) 1? e 2? eí nenhuma das opções é correta. TC.6 v /I podem estar nos quadrantes: d) 2? e 3?

cí 1? e 3?

(PUC-76) Todos os valores de x, de m odo que a expressão são: a) -1 ^ x < 1 d í -1 < x < ~ bí - 1 < x ^ 0 eí -1 < x < i

q 2x - 1 sen V = — - —

exista,

c) -1 < x < 2

185-C

TC.7

(M A C K -7 3) O co n ju n to dos números reais a para os quais a equação sen x = a + a -1 tem solução real em x é: a) IR d ) {kTT I k in te iro } bí 0 eí nenhuma das anteriores. c} {1 ,-1 , 0 }

TCJJ

(CESCEM-77) Se aí í- 1 ; Oí

x €= (7T; ~

J

e

cos x = 2 k - 1;

então,

k eí

varia no intervalo

b í [- 1 ; 0>

^ iO ;

d í ÍO; 1 í

TC3

(PUC-75) O valor num érico da expressão: y = cos 4 x + sen 2x + tg 2x - see 8 x a) 2 b) 1 cí 3 para d) 0 x = -íé: e) 4 (6 - sen x ); e) -1 0 ^ x <C el « é: para "x " va­

T C .10 (CESCEM -75) O m enor valor que assume a expressão riando de 0o a 360° é: aí 7 bí 6 5 dí 1

TC.11 (M A C K -7 6 Í O valor m áxim o de a) 1,5 b) 2

y = 2 sen x + c o s 2 x , cí 2,5 d) 3

TC .12 (C ESC EA-73Í Assinale a afirmação verdadeira: a) b) cí d) Para to d o a real, existe x real tal que tg x - a Existe x real tal que sen x *= a J- > a ^ 1 Existe x real tal que see x ■ a 1 — > la l ^ 1 não sei

T C .13 (CESCEM-72) Os quadrantes onde estão os ângulos O fí e y tais que: c, sen O <C 0 t cos & < 0 sen 7 > 0 a) 3?, 2?, 1? e e e cos a < 0 tg /3 < 0 cotg 7 > 0

são respectivamente: c) 3?, 1?, 2? então: d í 1?, 2?, 3? eí 3?, 2?, 2?

b) 2?, 1?, 3?

TC .14 (S A N T A C A S A -7 7 Í Se

F (x) = cos x,

aí F ( - j í < f = ( ^ ~ ) < F \\ Í 2 ) < F(1,5Í b í F (1 ,5 Í < F ( - | í < F ( ^ > < F (V ^ i

cí F ( ^ ? í < F ( \ / 2 Í < F (1,5Í < F ( j ) dí F O /ÍJ < F ( 1 ,5 Í < F ( ^ ~ ) < F ( y ) eí F ( - | í < F(1,5) < f i \ Í 2 ) < F ( ^ 5 >

186-C

TC .15 (CESCEM-70) Assinalar a desigualdade verdadeira para to d o

x:

a) Icos x l + Isen x l ^ 1
c) ítg x l ^ Ic o s x f

b) d)

Icos x - sen x( < Icos x l - Isen x l
Itg x ) ^ IsecxJ

e) nenhuma das alternativas anteriores
TC .16 (CESCEM-73) Entre as afirmações abaixo, uma e apenas uma, é verdadeira. Assinale-a: a) O seno e o cosseno sao funções tais que quando uma cresce a outra decresce b) cos x - sen x ^ 0 f para to d o x real, pois cos x ^ sen x x c) tg — é periódica de período 277, pois a tangente é uma função periódica de período 7 T d) 1 - 2 • sen x • cos x ^ 0 , • sen x • cos x

1

para to d o

x

reaí, pois

(sen x - cos x)2 = 1 - 2 •

TC .17 (CESC EA-73) Sejam x e y dois números reais tais que a afirm ação falsa:

0 ^

x <Cy

Assinale

a) 2*9 x < 2 t 9Y
b) cos x < cos y c) sen x < sen y d) não sei. T C .18 (G V -70) A função a) b) c) d) F (x) = sen x • lo g j x é:

7
sempre negativa, para 0 x < J T sempre positiva, para 0 < x < 7 T positiva para 0 < ! x < 1 e negativa para negativa para 0 < x <C 1 e positiva para 0 <. x v. ~
^ > 7T

1 < x 7 T 1 K x K 7 1 —
7T v*

e) positiva para

e

negativa para

x

>

7 T

TC. 79 (P O L I-6 8 ) Se x e V satisfazem a) b) c) d) e)

0 < x < y <

e z = sen x - tg y * cos x, então:

para cada y, z é uma função decrescente de x para cada x, z é uma função decrescente de y z pode ser nulo z é sempre p ositivo nenhuma das anteriores Considere a seqüência na expressão
X

TC.20 (CESCEM-73) 2 x = -----------a) b) c) d) e)
7T + 2n7T

de

números

reais que se obtém

fazendo

1 y « sen — , n = 0, 1, 2... Pode-se a firm a r que:

a seqüência não é convergente o lim ite da seqüência situa-se no intervalo fechado [- 1 ; 1] zero é um te rm o da seqüência a seqüência converge para +1 ou para -1 o lim ite da seqüência é zero

TC.21 (FFC LU SP-69) A solução de sen2 x + sen4 x + sen6 x = 3 é: 71 a) x = k y Ik um in te iro qualquer)

b) x = k7T <k um in te iro qualquer) c) x = -^- + k7T (k um in te iro qualquer) 7 T d) x = (2k + 1) *2* (k um in te iro qualquer) e) nenhuma das respostas anteriores é verdadeira. TC.22 (CESCEM-73) Considere a equação trigonom étrica sen x + sen 2x = 2. Então:

a) existem soluções todas irracionais b) existem soluções todas racionais c) x = -— + 2k7T ou - 1 + k7T; k d) não existe x que satisfaça a equação e) x = 0 TC .23 (CESCEA-72) Seja A C B = { x G IR I 0 ^ x ... 1 - sen2 x _ « . A . . ----------- . Entao, A e igual a: p or: t(x ) = - —■ 1 + sen x a} b) • c) d) {x G B I x ^
^

2 tt}

o

d o m ín io da função f, dada

|

e

x ^ o}

{x G B I x ^ ir } {x G {x 6 8 I x ^ y }

8 I x = y }

e) não sei TC .24 (G V -74 ) Seja n o número de pontos do co n ju n to tg x ------— não está definida. Então n é igual a: sen 4x a) 3 b) 4 c) 9 {x G IR i 0 ^ x ^ 2 7 r } nos quais

d) 11

e) 8

TC.25 (CESCEA-75) Assinalar a afirmação correta: a) a função tangente está definida para to d o período 7 . T b) a função cotangente está definida para to d o x real, é sempre crescente e tem 7 T — + k7T, com

x real, diferente de

k in te iro , é sempre crescente e tem período 7 . T c) a função cossecante está definida para to d o x real, diferente de kTT, com k in te i­ ro e tem valores no intervalo [1 , + ° ° [. d) a função seno está definida para todo x real e é sempre crescente. e) a função secante está definida para to d o x real, diferente de ~ + kn, com

k in te iro relativo e tem valores no co n ju n to J-00, - 1 ] U [1 , +o®[.

188-C

TC.26 (C ESC EM -71) Qual dos seguintes conjuntos de valores de x poderia co n stituir um d o m ín io para a função log sen x? a) x < 0 díxgfcK. 5? 4 b) |- < x < 7 7 e íx ^ K . c) ~ 2 ~ < x < 2 tt

(K = 0, 1, 2, ...)

(K = 0, 1, 2. ...»

TC .27 (CESCEM-75) A função que m elhor se adapta ao gráfico abaixo é:

TC .28 (CESCEA-73) A figura é um esboço do gráfico da função:
a) y * cos 1
X,

y

b) y = cos 2x,
c) d)

2 2 -7T ^ - 7 7 T < X < 2 —1 < x ^ 2
-77 ^ ^77

x
77 ~ 2 1 j J

y = sen 2x, não sei

— 2

/ /

7 1 ~ 4
-1

0

7 \ 7

1 7 7

4
1

\

! T

T C .29 (CESCEM-73) Qual das funções abaixo m elhor se adapta ao gráfico?

TC.30 (M A C K -7 7) O gráfico abaixo pode ser da função:

TC.31 (G V -7 4 ) As equações abaixo representam curvas, num sistema cartesiano de coordena­ das de eixos x e y. Só uma destas curvas não passa pelo ponto x = -0 ,5 ; y = 2: a) y = log2 ( t ~ )x 1b , sen (7Tx) C>v = - - õ ^ e) y = ex b) y = 8 x 2 . | 1 | d) V = X

189-C

TC.32 (EESCUSP-69) O período da função a . Tl a) "a . bl 37T 4 .

3 cos 4 x é: 27T 3 .. 7 T 2 . 7 T 4 é:

TC.33 (EA E S P -G V -77) O período da função dada por y = 3 sen (27Tx + ~ )

a) - -

b) j

cí 2 jt

dí 1

TC .34 (STA C A S A -73) Em relação a função a) y íx ) = y ( x + 27TÍ d) é harmônica simples

y = 2 sen x + 3 cos y

pode-se afirm ar:

b) não é periódica

cj é tal que y (x ) = y íx + ~^) eí ® tal que y (x ) = y íx + 47TÍ

TC.35 (CESC EA-74) O d o m ín io , a imagem e o período da função respectivamente: a) b) c) d) {x €= IR i x = É {x e IR 1 x # 7 7 - k7T, 4 7 7 + 2k7r, 2 < x < < x < ^ ^ k k 6 z }, }, IR e 7 T IR e 27T F e 7 1 IR e 277

f(x ) = tg (x - — í são,

{x £ IR {x £ IR

'- 1 '- 7

e) não sei TC.36 (CESCEM-73) Uma reta pela origem , de coeficiente angular negativo, tem très e somen­ te três pontos em com um com o gráfico da função y = sen x. A m enor das três cor­ respondentes abscissas: _3t j a) é um m ú ltip lo de 7 1 dí está entre -27T e b) está entre e -7T c) é nula e) é positiva

TC.37 (M A C K -7 4 ) A intersecçao dos gráficos das funções seno e tangente para a) 6 vazia b) contém um e um só p onto

0 < x < 7T 7 T

c) contém o p o n to de abscissa e) depende da escala usada

d) contém mais de um p onto

T C .38 (C ESC EA-75Í Dadas as curvas abaixo, a verdadeira: a) b) c) d) e)

y = x2

e

y = cos x.

assinalar dentre as afirmações

elas não se interceptam elas se interceptam numa infinidade de pontos elas se interceptam em dois pontos elas se interceptam num único p onto elas se interceptam em três pontos

190-C

TC.39 (M A C K -7 5) O número de pontos de intersecçao dos gráficos das funções f e g dadas por: f(x ) = - Icos x l a) 0 e g(x) = cos {•— + x) c) 2 com -n d) 3 x < tt, é: e) maior que 3 representa a área sob o gráfico (vide figura 1). Baseado nisso,

b) 1

TC .40 (F A A P -7 4 ) Para cada t E [0 , tt], A (t) = 1 - c o s t, de f (acima do eixo dos x) dada por f(x ) = sen x

V ã

. , b)

V ã"

c) 1

e)

IDENTIDADES FUNDAMENTAIS
TC.41 (P U C -75) O valor da expressão e x é do prim eiro quadrante é: b) 3 sen a ■ e c) 4 seca d) 0 e) 1 / -— — 1+C ' 2 2 25 • sen x - 9 • tg x sabendo que 5 cossec x * — 4

a) 2 TC .42 (G V -7 6 ) Se é: aí — 4

25

6 negativa, então o valor de

V

b) 1 5

d ± 4

d) % 3

a) 1 2

TC .43 (IT A - 7 4 ) O valor da expressão x = — — quando cos 6 = - — e tg d < 0 , é: 1 -tg 2# 7 a) i V l õ 31 d) ^ V j Q b) _ 2 VTÕ 3 c) 2 V T Õ 15

e) nenhuma das respostas anteriores 2 19 * +é igual a: cotg3 x + 1 .. n -1 (2n + 1)2 * (n -1 )2 2n +1

TC.44 (C E S C E A -70) Se sen x = v (n -1 )2 2 n -1 .» n2 2n - 1

n

, então, »

3

n - 1 (n + 1 )2

191-C

T C .4 5 (C E S C E M -7 6 )

Sabe-se q u e

se n x = a=£0

e

cosx = b ^ O .

Lo g o ,

tp x + c o tg x =

3

» a + b ab

Ki

ab a+ b

»

ab a2 + b2

* rf’ — ab são

e)

1 a2 + b 2 sendo

TC.46 (M A C K -7 3 ) As raízes da equação 2 x 2 - px - 1 = 0 d um número real. 0 valor de p é: a) zero b> 2 c) 4 e) nenhuma das respostas anteriores TC.47 (IT A - 7 1 ) Seja a) c) x G (0, ~ ). <1
> 2

sen 6 e cos 0,

d) 5

Qual afirm ação abaixo é verdadeira? b} ÜÜLÜ cos x d) cos x + Ü £1I < 2 sen x sen x

cos x cos x

sen x sen x

e) nenhuma das respostas anteriores TC .48 (C E S C E A -72) Assinale a afirm ação falsa: a} { x € b) { x £ c) { x € d ) {x £ IR I sen2 x + eos2 x = 1 } = IR
R I 3 • sen2 (3x) + 2 • cos2 (3x| = 6 } =

0

P

I sen4 x + co s4 x = l } = IR

|R l sec2 x > tg 2 x + l } =

0
2q — 1 - sen u

e) não sei TC.49 (C ESC EM -70) Se Q = — 2 + 2k?r, k in te iro , então é igual a:

a) tg 6 b) sen 6 • cos 6 c) 1 + cos 0 e) nenhuma das respostas anteriores TC.50 (P U C -7 0 ) A expressão: a) cotg3x b) sec2x cossec x ~ sen see x - cos x

d) 1 + sen 6

é identicam ente igual a: d) tg2 x + see x e) cossec3 x

cí sen2x + cos x
4 4

TC.51 (C E S C E A -7 1 ) A expressão: a) cos x + sen x

-----Ç L JS 1 - tg *x

é equivalente a: d) sen4x ê igual a: d) 2 cossec x e) cos x 1 + sen x e) não sei

b) cos x - sen x sen x ■■ + ■ 1 + cos x

c) cos4 x 1 + ° ° S* sen x

TC.52 (G V -7 5 ) A expressão a) 2 cos x

b) __ -__ sen x

c) see x

TC.53 (C E S C E A -73) As raízes da equação: a) tg a ± cossec a c) tg a ± see a b) tg a ± cos a d) não sei

x 2 - (2 • tg a )x - 1 = 0

são

192-C

TC.54 (IT A -7 3 ) Elim inando x • sen cos
2

nas equações: temos: y )2 + (x - y )2 = (x + y)a

+ y • cos d = 2 • a • sen d y • sen d = a • cos 6, a > 0
2

i) (x + y ) 3 - (x - y ) 3 = 2a(x + y ) 2 c) íx + y ) 3 + (x - y ) 3 = 2a3 e) nenhuma das respostas anteriores

b) (x

d) impossível elim inar

TC.55 (M A C K -7 6 ) O valor de k, para o qual 2 (cos x + sen x) + k sen x cos x • é uma identidade, é: a) -1 b) - 2 c) 0 d) 1 e) 2

TC.56 (C E S G R A N R IO -7 6 ) Na figura o raio O A d o círculo vale 6. O segmento OB vale 3 e o segmento CB é per­ pendicular a OA. A medida, em radianos, d o ângulo 6 é

b)

c) —

e)

3 tt

TC.57 (C E S C E A -75) lado:

Considere

a figura ao

,Y y

O com prim ento do segmento ) \f~2 - 4 2 b) y / 2

MN

é: d) 1

vj
c
V I 2 d) eC0Sn

1

X

D
e) V i -

c) - y / 2 + 1

TC .58 (G V -7 4 ) A expressão a) 2 sen b) cos

V cos ÍT + lo g j 16 - e56" 2* c) tg

tem o mesmo valor num érico que: e) lo g .2

TC.59 ( G V -72) Sabendo-se que

x + y=

T T — e 3

x-y=

7 r — , então, sen x + sen y é igual a: 2 d) 1 e) V 2

a) ^

2

b) 1

0 ^ 3

2

2

TC.60 (C ESC EM -75) O seno de um dos ângulos agudos de um losango é igual a y a tangente do maior ângulo interno é: a , -1 b, - V 3 c ) _ V ã d ) vj3 . . V S

po rta n to

193-C

TC.61 (F A A P -7 5 ) Conhecida a fó rm u la : 2 2~ 2~ , 2 n sen(nx) • cos í(n + 1 )x ] sen x + sen 2 x + sen 3x + ... + sen nx = — - -----.___'_______-_______ '—2 2 • senx válida para todo x 6 IR tal que sen x 0, então a soma sen
a)

2

7 , T 2 — + sen 3

27T — + 3 b) ^ 2

sen

2

37T — 3

, ^ 2n + ... + sen 9

7 T — vale: 3 e) £

0

2

c) 1

2

d) 9

2

TC.62 (C ESC EM -74) Dado o ângulo a = 1782°, então: o o ô a) sen Ct = -sen 18 , cos 0: = cos 18 , tg O ~ - tg 18 í b) sen a = -sen 18°, c) sen a = sen 18 ,
o o o

cos

= -cos 18 ,
o o

tg <* = - tg 18°
o o o

cos a = cos 18 , tg a = tg 18
o

d) sen Ct = sen 18 , cos 0: = -cos 1 8 , e) sen a = sen 18 , TC.63 (FE I -6 6 ) Se „ 2 cos C = cos 18 , ü então

tg a = tg 18

tg O = - tg 18 í

3 cos x = — , b, f

7 T sen(x + — ) c )±

é igual a: d) ±

e) nenhuma das respostas anteriores TC.6 4 (M A C K -7 6 ) Se 4 a) cos x = — , 5 o valor de 2 cos 7 sen(7T - x)sen( — r 2 . c) sen 2ir — 5 .. _ d) -sen + x) 27T —5 é igual

í

27r . . 27T — b) - — 5 5 e) nenhum dos anteriores TC 65 (G V 75) é igual a: a) cotg x b) - tg x e) nenhuma das anteriores

cos(90° + x) + cos(180° - x) + cos(360° - x) + 3 cos(90 - x) sen(270° + x) - sen(90° + x) - cos(9G° - x) + sen(360° + x}

c) -1

d) 1

TC.66 ( M A C K - 75) A soma dos 12 prim eiros term os da série cos 0:, cos(CK + 7T), cos (a + 27T) ... a) 6 c o s a b) cos ú: c) 1 é: d) 0 = e) -1

TC.67 (F F C L U S P -6 7 Í íog tg 1 + to g tg 2

+ log tg 3 + ... + log tg 89 d) 89

a) 0 b) 1 c) 44,5 e) nenhuma das respostas anteriores TC .68 IPUC-77)

Qual das funções abaixo, é função par? b) f ( x ) = x c) f(x> = x 5 d) f(x ) = — V e) f( x ) = senx

a) f(x ) = -4? v2

194-C

TC.69 (C E S C E M -71) Dizemos que uma função real é par se f(x ) = f ( - x ) se f( x ) = - f ( - x ) . Das afirm ativas que seguem indique qual a falsa: a) b) c) d) e) o produto de duas funções ímpares é uma função ímpar o pro d u to de duas funções pares é uma função par a soma de duas funções ímpares é uma função ímpar a soma de duas funções pares é uma função par alguma das afirmações anteriores é falsa

e que é ímpar

(C E S C E A -71) Em cada uma das questões de TC .70 a TC.74 é dado o gráfico de uma função definida em IR. Dadas as denominações: I II III IV V — função — função — função — função — função ím par; não lim itada; periódica; par; identidade.

Assinale: a) b) c) d) e) TC.70 se as denominações se as denominações se as denominações se as denominações não sei I, II e III fo re m verdadeiras para o gráfico da questão IN e IV fo re m verdadeiras para o gráfico da questão I, II e V fo re m verdadeiras para o gráfico da questão II e IV fo re m verdadeiras para o gráfico da questão

TC.71

TC.72

TC.73

TC.74

195-C

TRANSFORMAÇÕES

TCr75 (CESCEM-73) Sabe-se que i / é: a) y b) - V ã

tg 75° = 2 +

e

tg 60° =

O valor de

tg 15C

c) V ã

,d ) 2 + V ã

e) 2 - V ã

TC.76 (M A C K -7 5) Se ^a) b) c) d) e)

0 < a < -^

e

0 < b < y

então:

sen (a + b) < sen a + sen b sen (a + b) > sen a + sen b sen (a + b) > sen a + sen b sen (a + b) <C sen a + sen b nenhuma das anteriores x

quaisquer que sejam a e b quaisquer que sejam a e b somente se a > b somente se a < b

TC.77 (PUC-71) Para to d o

real, sempre vale a relação: \?) 2 • sen x • cos x » sen 2x n d) tg x = 1 + sec^ x

a) sen2 x - cos2 x = -1 . sen x c) tg x = -------cos X cos X e) cotg x = Mill A TC.78 (M A C K -7 4) A expressão:

/
'

/

N = sen c . • cos a • cos 2Q: • cos 40: ♦ cos 80: • cos 160: • cos 320: x é equivalente a: a) N = sen 63o: d) N . b) N = sen 640! «I N . c) N = cos 640:

TC.79 <FEI— 67) O menor período da função a) H b) 2 kn

f(x ) = sen x • cos x c)

é:

d) —

e) nenhuma das respostas anteriores TC.80 (M A C K -7 7 ) Sejam as funções f j e f j f i( x ) = sen x + cos x Sendo l i e de d o m ín io IR, definidas por e f j( x ) = 3 sen x cos x.

os conjuntos-imagem de f j e f 2, respectivamente, tem-se que: c) l j = I2 e) Não sei Portanto, sen 4x = c) 2 s e n 2 x c o s x

a) l i =£ I2 b) I2 ^ l i d) nenhuma das afirmações acima é correta TC.81 (CESCEM -76) Sabe-se que sen 2x = 2 senx cos x. a) 4 senx cos x d) 2 senx cos 2x b) 4 s e n 2 x c o s 2 x e) 2 s e n 2 x c o s 2 x

196-C

TC.82 (G V -7 3 ) Sendo x um arco de quarto de sen 4x é: 4 V ã a) - n r .. V ã bí t . cl

quadrante e sendo

sen x = - j ,

o

valor

V ã dl

V ã —

i V ã eí ~ ~ r cos 4x é:

TC.83 (CESCEM-70) Se a) 2 cos4 x - 1

cos 2x = 2 • cos2 x - 1

então o valor de

b) 8(cos4 x - cos2 x} + 1 c) 4 cos2 x - 1 d) 4 cos4 x - 2 cos2 x + 1 e) nenhuma das alternativas anteriores TC.84 (CESC EA-77) Sabendo-se que 2 cos 2x = - y , então o valor de tg 2 x é:

a)

-^r 5

b) 1

c) ~ 5

dí T 5

e> X 5

TC.85 (G V -75) Sendo x um arco do prim e iro quadrante e sen x = a, a expressão: 2 cos2 x + sen2 2x é igual a: b) -2 (-1 + 2a2 - 2a4 } d) 4(1 - a2 - a4 ) a) 2(1 - 2a4 ) ______ c) 2{1 - 2a2) + 4a V i - a 2 e) nenhuma das anteriores

3 4 TC.86 Sabendo que sen a = — e cos a = — , então sen 2a + cos 2a é igual a: .
al

14
T

. .
b)

31
25

. 9
C) 5

..
d>

17
25

.
e)

18
2?

TC.87 (CESCEM-77) Sejam f e g funções definidas por f(x ) = cos 2x Então, f(x ) + g(x) é: a) -cos2 x - 1 2 d) sen x b) sen x (2 cos x + senx) - 1 e) 0

e g<x) = sen2 x - 1.

2 c) -sen x

TC.88 (M A C K -7 4) O período da função f definida por f(x ) = sen4 x é: a) y b) — c) 7 7 d) 271 é: e) ~ e) V í r

TC.89 (M A C K -7 4) O período da função a) ^ b) 7 7 c)

f(x ) = sen2 3x - cos 4x ~ d) 277

T C .90 (CESCEA-73) A expressão: a) see 2x c) tg 4x b) tg 2x d) não sei

■ ■-^-x + . —X 1 + tg x 1 - tg x

é idêntica a:

197-C

TC.91 (CESCEM-73) Seja a) f(O) = -1 b) c) d) e) e

f (x) = tg (x +

• tg (x -

podemos a firm a r que:

4 qualquer que seja x, f(x ) está definida e vale -1 se x — k7T, f(x ) = -1 e se x =£ kTT, f(x ) =£ -1 (k Gi-Z) se x O, f(x ) = -1 f(x ) = -1 nos pontos onde a função estiver definida

U ^ r) = O

TC.92 (M A C K -7 4) Seja

w = tg

+ cotg O com ! b) -1 ^ w ^ e) w ^ 2 então, 1

O

Ct

<C

, então: c) w = 1,5

a} w ^ 0,5 d) o m aior valor de w é 2 TC.93 (EA E S P -G V -77) Se , a) (1 - t l 2

tg x = t, . t b) e)

cos 2x + sen 2x

é equivalente á: d t 1 + t2

1 - 2t - t 2 1 + t2 1 + 2t - t 2 1 + t2 3 • sen 2x 1 - cos 2x cotg x — .- — o

d) 1 + 2 t - t 2

TC.94 (M A C K -6 9) Outra form a para a expressão b) cotg x % WVIH /V Jt , . c) VI .

VI

cotg x

cotg x d) t . —--------- =— U I 1 + cotgz x

, _ e) 3 • cotg x

TC.95 ( IT A -9 4 )

[ ] ~ tg X f 1 1 + tg x J

vale: 1 + 2 * sen 2 x c) ^ + S6n 1 - sen 2x 1 - sen 2x . , e) nenhuma das respostas anteriores

/

^ Já)

1 - 2 • sen 2 x 1 + sen 2x 1 - sen 2x -------------— 1 + sen 2x

TC.96 (M A C K -7 6) Se tg x = m e tg 2x = 3m , m > 0 , o ângulo agudo x mede: a) 15° c) 45° e) 2 2 °3 0' TC.97 (IT A -7 7 ) Seja . _ f:D - > IR , D {x €= IR I x b) 60° d) 30°

9^

log

n = 1, 2, 3,

Com respeito á função

. .. definida por para to d o para to d o para to d o

sen (3ex ) f(x ) = --------- n— sen e* x em D x em D x em D

x

cos (3ex ) --------- r;— , podemos a firm a r que: '' r‘c oX

a) f(x ) = 2 b) f(x ) = 3 c) f(x ) = e3 d) f(x )

não é constante em D

e) nenhuma das anteriores

198-C

TC.98 (M A C K -7 4) Sendo u a medida em radianos de um ângulo e v « — - u, a expressão sen u + cos u \J~2 • sen u • cos u a) 2x x2 + 1 b) em função de c) 2x
1 x3

x = cos v d)

é: 2x
2x2 - 1

2 x2 + 1

e)

2x x2 + 2

TC.99 ÍU N B -7 4 ) Para

0 ^ t ^ 27T a expressão: b)

y

V ã n ” - cos t)

é igual a:

0 cos { — ) c) sen ( y )

icos ( y ) I

d) nenhuma das anteriores

TC. 100 (M A C K -7 3 Í Seja
a tg y / t g a ^

0 < 0c <

Da figura abaixo pode-se co n clu ir diretam ente que:

=*

ú! b) 10 a

sen a 1 + cos o:

2 “ rrz 5 T 5

C) 19 2 = s e n tt a - sen C L d) t9 2 a Í T - sen 0! e) ts T = V T + sen 0!

TC .101 (EESCUSP-68) Se

cotg y

= V 3

entao: c) sen a

a) sen a = d) sen a = 1

b) sen a =

d) nenhuma das respostas anteriores

TC .102 (CESCEA-69) Se

tg y

= y

então tg a vale: c) 2 d) 1

T

» -2 )
cos x 1 - cos x obtém-se:

TC .103 (PUC-70) Sim plificando-se a expressão: a) sen x b) cos x c) tg x

— j _______ 1 + sec x V d) cotg x

e) cossec x

T C .104 (M A C K -7 6) A expressão tg y a) 2 sen x c) 2 cos X e) 2 tg x b) 2 see x d) 2 cossec x

+ cotg y

para 0 < x < y

é equivalente a:

199-C

TC .105 (F E I-7 3 ) Se 0 <

/ rr ■n< 2

cos (an ) =

n + 1

cos { ZH )■ vale:
2

2(n + 1)
d) 2n n + 1

/ 2n +~1 b) V 2n + 2 e)

c)

TC.106 (FFC LU SP-67) A igualdade tg x = a • cotg x + b cotg 2x k1 T real tal que x ^ — . Então a e b valem respectivamente: a) a = 1. b = -2 d } a = 1 , b = 2 TC .107 (IT A -7 5 ) Sabendo-se que 7 1 x tg (-£- - *2 ) » n a) — m d) V / — — m é igual a: . i Vm" b> ------n e) nenhuma das anteriores b) a = -2 , e} a=b b = 1

é válida para to d o

x

c) a = 1,

b = 0

sen x = —----- —, m + n

n !> 0

e m>0,

podemos afirm ar que

, „ n c) 1 ------m

TC .108 (CESCEA-76) Transformando-se em p ro d u to a expressão cos 70° - sen 60° obtém-se: a) -2 cos 5o cos 65° c) -2 sen 4 0 ° sen 20° e) -2 sen 20° cos 4 0 ° b) 2 cos 5o cos 65° d) +2 sen 40° cos 20°

TC .109 (G V -74 ) Assinalar a afirmação verdadeira: a) b) c) d) e) sen cos sen cos sen 20° 20° 20° 20° 30° + + + + sen 30° cos 10° sen 30° cos 30° cos 30° = = = = = sen 50° cos 10° 2 • sen 25° * sen 85° 2 • cos 25° • cos 85° 1 se n x - cos x é idêntica a:

T C .110 (G V -7 3 ) A expressão a) \ Í 2 • sen {x - — ) 4

u. _ J _
b)

^ = - • sen (x - y )

,

n.

c) 2 • sen (x + ^ -)
4

d) V ^2 * sen (x + - ^ ) e) \f~3 * sen (x -

T C .I l l (M A C K -7 6) A expressão a) v / i s e n x b)
n/

sen (135° + x) + sen (135° - x) c) -1

é igual a: e) - V í sen x

^

cosx

d) V^2 cos x

200-C

T C .1 1 2 (PUC-75)

sen t t + 2 sen 2tt + sen 3 tt

é igual a: b) 4 • sen 2 tt • cos2 — 2 d) 3 • sen 2 tt • cos 2 tt

a) 2 • cos 2 tt • sen2 -r2 c) sen 2 tt • cos 2 tt e) 3 sen 2 • cos 2tt TC .113 (IT A -7 0 ) Seja P = sen2 ax - sen2 bx. aí P = sen ax * cos bx

Temos, então que: b) P = cos ~ x • tg bx

~ ( 3 + b. ,a-b, c) P = 2 • sen ( — - — )x • cos ( —^ — )x d) P ^ sen (a + b )x • sen (a - b)x e) nenhuma é válida TC .114 (M A C K -7 7) O m enor valor que y pode assumir na igualdade y = cos x + cos 2x

a)

3 4

7 b) --=■ o

c) -1

9 d) - - 5o

e) não sei

T C .115 (M A C K -7 4) Sendo Isen 2 1 Iz I;

sen x - sen y = 2 * sen - - ^ e Ia • b I = la I * Ib l;

• cos * - * ■ —

e lembrando que

Icos t l ^ í l

podemos afirm ar que, pard quais­

quer números x e y reais: , a) c) i i ^ Isen x - sen y I ^ isen x - sen y I ^ Ix + y l — -— Ix - y I , v i i ^ Ix - y l b) Isen x - sen y I *=* — - — d) Isen x - sen y I ^ 2 Ix 2 - y 2 Í

e) nenhuma das anteriores _ _ TC .116 G V -7 5 A expressão 3 a) -tg (a - — x\ 3 d) cotg ( y a - 2 x) sen (a - x) + sen (2a - 3x) ------ ;---------r—--------- 7 -------r - : r cos (a - x) + cos(2a - 3x) 3 b) cotg (a - y x ) e) nenhuma das anteriores e o mesmo que: 3 -tg ( y a - 2 x)

d

TC .117 (M A C K -7 4) Sendo u a unidade em radianos de um ângulo e sen u + cos u • sen u • cos u . bí . , em funçao de x = cos v e:

v

= ~ - u, a expressão:

V2 2x

x 2x2 + 1

cl

. 2x 1 - x2d) 2x2 + 1

el

2x . 2x x2 + 2

TC .118 (PUC-75) cos ^ a) - ^ 5 ( \ / 3
8

* cos + i) b i - ^ i N / ã - n
0

vale: c i - ^ d - V ã )

0

d ) _ V I ( 2 ^ 3 - 1}
8

e) o

(1 - 2 ^ 3 !

201-C

J

TC .119 ÍM A C K -7 5 ) Sim plificando-se: 4 • sen Ct • sen (60° - Ci) • sen (60° + a) obtém-se: a) sen 0* b) sen 30: c) sen 2 ft d) sen 50: e) sen 40:

TC.120 (IT A -6 9 ) Para que valores de t o sistema ix + y = 7 1 \s e n x + sen y = logio t2 adm ite solução: a) 0 < t < 10 d) 0,1 t ^ 10 TC .121 (G V -75 ) O gráfico de b) 0 < t < 107T cl 0 < t < 102 e) nenhum dos intervalos anteriores y = sen x - cos x, para 0 ^ x ^ 7 é: 1

EQUAÇÕES
TC.122 (FU V E S T -77) No intervalo ~ ^ x < 71, a equação

V 1 - sen2 x + cos x = -\/~ 2 a) não adm ite solução c) adm ite como solução e) adm ite como solução x = — 3 x = 7 T b) adm ite como solução d) adm ite como solução 37r x = —4 x = — 6

202-C

TC. 123 (PUC-76) Os valores de x que satisfazem a equação
77T + k I L a) x = 30 3 b) x = c) x d) x e) x = 77 + T k— 15 3 77T + 2 4 k = 0, ±1, ± 2 , ....

cos(3x

k = 0, ±1, ± 2 ....... k = 0, ±1, ± 2 ....... k = 0, ±1, ± 2 , .... k = 0, ±1. ± 2 .......

77T + k — 5 2 77 + k^L T 4 6

.124 (MACK -76) a) 7r 6

0 menor valor positivo de x. b) 71 4 c} 7r 3

para o qual , 2 7T

el T

TC.125 (CESCEM-73) Se o p onto ( x q ; y<}) pertence ao gráfico da função y = tg x, então uma condição necessária e suficiente para que o p onto (a; yo) também pertença a este gráfico é: a) a = tg
xq

b) que

(a -

xq ) xq

seja m ú ltip lo de 7 T

d) a = arctg e) (a xq

)

= 2k7T,

k £ 2 sen 7Tx = sen[n • (2x + 1) ] são da form a:

TC .126 (EESCUSP-68) As soluções da equação a) x = — onde a é inteiro 3 b) x = qualquer in te iro positivo c) x = — onde a é natural
2

d) x = qualquer racional e) nenhuma das respostas anteriores TC.127 (IT A -7 7 ) Resolvendo a equação k = 0, 1, 2, k = 0, 1, 2, tg (2 lo g x - ~ ) - tg O o g x + — ) = 0 temos:

a) x = — + k7T; — 3 b) x
,77/2 ± k7T.

c) log x = — ± k7T; k = 0, 1 , 2 , ...

6

dl x = e7 r/6 ± 2 k 7 r; e)

k = 0

2, ...

nenhuma das anteriores O número de raízes da equação é: c) 3 d) 4 e) 0 cos x + sen x = 0

TC .128 (CESG R A N R IO -77) no intervalo a) 2 [7T, 37t] b) 1

203-C

T C .129 (M A C K -7 5) iguaí a: a) ^ 16

Se

tg 4x + tg (2 x - 2L) = 4 b) 24 c) § £ 24

0

para

0

< x <

—, 2

então

x

pode ser

24

e) nenhuma das respostas anteriores T C .130 (CESCEA-70) Se a é a menor raiz positiva da equação então, o valor de sen4 a - cos2 a é a) — 16 b) 0 c) - 1 4 d) - ^ 5 2 (tg x - 1) ■ (4 • sen2x - 3) = 0

eí - 1 2 compreendidas

TC .131 (CESCEA-75) A soma das raízes da equação entre 0 e í! é: a) ^ b) 7 T cí H

1 - 4 • cos2x = 0,

d) ^

eí —

TC.132 (C ESG R A N R IO -76)

No intervalo

[O, 6 n ]

a equação trigonom étrica

cos 2x + 2 sen2 x + 2 = 0 a) possui uma infinidade de raízes c) não possui raízes e) possui exatamente três raízes b) possui exatamente duas raízes d) possui uma única raiz

TC .133 (IT A -6 9 )

A equação

sen2 y -

- cos

= a

tem s0'U(? ao Para va*ores particulares

de a. Assinale o item que lhe parecer correto:

a 1< a< \ ) 4
b) - 2 < a < 1 4 c) -1 < a < JL 4 d )1 < a < -|

e) nenhuma das respostas anteriores TC .134 (CESCEM-73) Os valores de x 2 • sen2 x + | sen x | - 1 = 0 são: a) aqueles para os quais

entre

0

e

2 tf

que

satisfazem

a equação*.

sen x ^ i = — ;
77T

ou

sen x = -1

b )x = — ;

T T

6

x = — ;

57T

_

6

X

6

x =

117T

-----

6


d)

x = 71
x = ± —

2

+ 2 k 7T;

k EZ.
x = — 2

e) x = — ; 6

x = — ; 6

204-C

TC.135 (G V -75)

A solução da equação:

c 3 kcos2 x ------„ = 1 2 gcos x

para

0 < x < —

é:
2

_

b) X

a) X = 0 7 T 6 c) X = 0 ou 7 T 3 7 r e) X = — ou 2

7 r X = --6

d) X

7 T X = — 3 cos2 x - 2 • sec2x = 1, b) x = 5E 4 com 0 ^ x ^ 7T, então

TC .136 (G V -73)

Dada a equação

a ) x = ?L 4

c)x=:0

d) não existe x que satisfaz a equação e) nenhuma das respostas anteriores TC .137 (G V -75) O co n ju n to de todas as soluções da equação co n ju n to dos números x tais que, x é igual a: a) 2k7T + — 2 b) 2k7T c) kn cos2x • tg x = sen x, é o

d) k7T + 2 2

e) nenhuma das anteriores TC. 138 (CESCEM-73) equação: são dadas por: a) a = b) a. k7r C a = M ) d) a = ~ Em função de um número k inteiro relativo, todas as soluções da

cos4 a + sen4 C - 2 • sen2o: • cos2a = 1 ü

+ kn

e) a = 2k7r

TC .139 (CESCEM-72) a) b) c) d) e) é é é é é uma uma uma uma uma

A expressão:

sen6 x + cos6 x = 1 - 3 • sen2 x * cos2 x só adm ite raízes no p rim eiro quadrante só adm ite um número fin ito de raízes só adm ite raízes positivas não adm ite raízes tg x + 3 • cotg x = 3?

equação trigonom étrica que equação trigonom étrica que identidade trigonom étrica equação trigonom étrica que equação trigonom étrica que

TC. 140 (IT A -7 1 ) a)
X

Qual é o m enor valòr de x que verifica a equação

b) para todo

c) para nenhum valor de x d) para todo valor de e) apenas para x x n — onde 2

1 1 x £ (0, f no terceiro quadrante

205-C

TC .141 (M A C K -7 7) Os dois ângulos agudos de um triângulo retângulo não isósceles são raízes da equação (em x): 3 tg x + k2 cotg x = 4k. Então: a) k = 1 b) k = 3 c) k —V ã d) k = — 3 e) Não sei

TC .142 {U N B -7 4 I

Se

sec2 x + tg x - 7 = 0

e

0 < x < y - então:

a) cos x =

2

b) cos x =

5

c) cos x = ^ 5 4

d) nenhuma das anteriores

TC .143 (CESCEA-71) r 7 T fechado [ ----- , 2

O co n ju n to solução da equação 7M — J é: 2

3 • tg 2 x + 5 = —- — , C0SX

no intervalo

a)
d) 3 , —} 6 A equação e) não sei

^

c) { ~ | . ■§}

TC .144 (F E I-7 3 )

sen 2x = senx, b) 2 soluções

no intervalo c) 3 soluções

- — < x 4

<

— 4

tem : e) 5 soluções

a) nenhuma solução TC .145 (IT A -7 2 )

d) 4 soluções

Assinale uma solução para a equação trigonom étrica

V i * sen x + cos x = V i a) x = 2k7T - — 6 b) x = 2k7T + — 6 c) x = 2k7T - —
2

d) x = 2k7T + — 2 e) nenhuma das respostas anteriores TC .146 (IT A — 73) Seja a equação (loge m) • sen x ± cos x = loge m. sobre m para que a equação admita solução? a) m > 0 b) m ^ 0 se se se x = (2k + — )7T,
2

Quais as condições

m > 0 e

m

1

se se

x =£ {2k7T + — )tt
2

x = (2k + — )7T, 2 x = (2k + m ^ 0 se

m> 0 e m ? f c e m > 1 se

x^ (2 k+

— )7T 2

c) m > e

x =£ {2k + -l-)7r m ^ 0 se x ^ (2k + — )7T 2

d) m > - — e e

x = (2k + — )7T, 2

e) nenhuma das respostas anteriores

206-C

TC.147 (PUC-73) Se

------ í i ü 1 + tg x

= 1 - sen 2x,

então os valores de x

são:

a) k7r (k = 0, ± 1 , ± 2 , ...) c) 2k7T + 7 (k = 0. ± 1 , ± 2 , ...) T e) k7T + —
2

b) 2k77 (k = 0, ± 1 , ± 2 , ...) d) 2k7T - 7 (k = 0, ± 1 , ± 2 . ...) T

(k = 0, ±1. ± 2 , ...)

TC .148 (M A C K -7 4)

f(x ) = cos2 (x - -2 ) + cos2 (x + 4 4 x real; 7 T 7 T x = — + k *2_'

é

a) igual a 1 para to d o

b) igual a 1 exclusivamente para c) igual a 1 só para x = 0 ~

k sendo inteiro

d) periódica de período e) sempre diferente de 1

TC .149 (P O L l-6 8 ) No intervalo 0 < x < 277 o número de soluções da equação trigo n o ­ métrica cos9 x + cos8 x + cos7 x + ... + cos x + 1 = 0 a) b) c) d) e) é zero é um é dois é quatro nenhuma das anteriores A equação {sen(cos x ) } • {cos(cos x ) } = 1 b) x = 0 d l todos os valores de x pertencentes ao terceiro quadrante a equação 2 log sen x + log 2 = 0 7T d) — , 4 TC .152 (IT A -7 2 ) Quais condições devem satisfazer tenha sentido? log (sec a) = k al - y C K y , 0 - f < a < | . k > 0 k > 0 b) a e 377 — 4 k tem por solução é satisfeita para:

T C .150 (IT A -7 1 )

a) x = — 4 c) nenhum valor de x el todos os valores de T C .151 (G V -72) Sendo

x

0 < x < 7, T

e) nenhuma das anteriores

para que a seguinte igualdade

< a

<C f - , y ,

k < 0 k > 0

d l- f < a <

e) nenhuma das respostas anteriores TC .153 (M A C K -7 7) O número de soluções reais da equação -7T < x < 7 é: T a) 0 x 2 - x - cos x = 0, el Não sei

b) 1

c)

2

d) 3

207-C

TC .154 (S A N T A C A S A -77) entre: a) 0 e 1 TC .155 ( IT A -7 1 )

0 m enor valor de x que satisfaz à equação log x = cos x está c) 1,6 e 2,4 d) 2,4 e 3,2 e) 3,2 e 4,0 x

b) 1 e 1,6

Dada a equação log (cos x) = tg x,

as soluções desta equação em

satisfazem a relação: a ) ^ í < x < 2 d) - y - < x < - y b) 0 < x < | c) 0 < x < 7 T

e) nenhuma das respostas anteriores

TC .156 < lT A -7 6 )

Resolvendo a equação

3 sen2 <ex > - 2 y/~3 * sen (ex ) • cos (ex ) - 3 cos2 (ex ) = 0 obtem os: a) ex = kff ± b)
X =

k = 0, 1, 2, 3, ...

lo g ^(2 ktr

4 ± Vã
3

TT),

k

=

0,

1,

2,

...

c) ex = krr +

k = 0, 1, 2, 3. ... k = 1, 2, 3, ...

dJ X = lO flç ly T - - | ) , T

e) nenhuma das respostas anteriores TC .157 (IT A -7 3 ) Seja a equação 3 tg 3x = [3 (lo g e t ) 2 - 4 lo g e t + 2 ] t g x , as condições sobre t para que a equação acima adm ita solução? I 1 a) 0 < t < — ou e3 < t < e ou t > e3 1 e3 b í e3 < t < e2 1 1 c) e4 < t < e3 d) t > 0 e t ^ ou ou 1 0 < t < e — > t e x n7T. Quais

e) nenhuma das anteriores

FUNÇÕES CIRCULARES INVERSAS
TC.158 (M A C K -7 4 ) Sejam finidas: f(x ) * sen x ; Podemos a firm a r que: a) todas são inversíveis c) só uma á injetora e) só uma é injetora e sobrejetora b) todas são sobrejetoras d) só uma é sobrejetora g(x) = senffx; h(x) * 7 T yx. f, g e h funções de A em A , onde A = [-1 , l ] , assim de­

208-C

TC.1S9 (M A C K -7 3 ) O d o m ín io da função definida por a) { x 6 IR I x ^ | x ^ } 2}

y = arc sen ( V 2 x - 3) < x < 2} x ^ 0 ou

é:

b) { x € |R I y

c) { x G IR | 0 ^

d) { x €E IR I - 2 ^

-L < x

< 4}

e) nenhuma das respostas anteriores TC. 160 (M A C K -7 7 ) O valor de a) 3 ? 5 b) — 10 arcsen (cos c) — 10 \Í3 2 — 5 ) é: d) — 5 e) não sei

TC.161 (M A C K -7 4 ) 0 valor de ,) V 2 b) - V ã

tg 2 (arc sen 0

)

é: d) e) ^

- V i

TC.162 (P U C -71) Estando as determinações dos arcos compreendidas entre o valor da expressão y = sen (arc sen a) — 2 b) 1 ----- —- + 1 + a2 arc cos — -—r ) 1 + a2 d) 2 3 é:

0 e y ,

então

c) 3

e) 0

TC. 163 (IT A -7 2 ) Para to d o <*e/3; a) "A + 01 ^ 1 ~ ^ cep

a expressão tg (arc tg <* + arc sen p) é igual a: b) a " A

- n / i - Õ?
a -fl

a p + V 1 - P2
d, V i

0

- P 2i<*-P)
a fl ' 1

ap V p 2 - 1 - 1 e) nenhuma das respostas anteriores TC .164 (P U C -70) 2 arctg — + 3 arctg é igual:

7

..f
e) nenhuma das respostas anteriores TC. 165 (L IN S -6 7 ) A d m itin d o a variação de solução da equação a) x = - 2 b) x = 1 c) x = íT d) x = k7T± — 4 e) nenhuma das respostas anteriores

i f
arcsen x

-

í
r l7 T —

no intervalo fechado

arcsen x = 2 arcsen — é:

209-C

TC. 166 (M A C K -7 5 ) O co n ju n to solução de a) 0 elementos d) 3 elementos

arcsen2x - 3 arcsenx = 0

tem :

b) 1 elemento e) 4 elementos

c) 2 elementos

TC.167 (V A L E P A R A IB A N A -7 2 -S J C ) Resolvendo a equação i 1 + ex v ^ , , 1 - ex v arctg ( — - — ) + arctg ( — - — ) = — obtemos: a) x = 0 b) x = ±1 c) x = ± 2 d) x = ± 3 e) nenhuma das respostas anteriores TC.168 (M A C K -7 6 ) Sendo é: aí — 9 b) 1 9 c) dí 1 f ( x ) = arc se n x e g(x) = 1 + cotg2 x, o valor de (g O f)( 7 T

9

e )

9

TC.169 ( IT A - 7 1 ) Consideremos a equação {lo g e (sen x ) } 2 - logg (sen x) - 6 = 0 a(s) solução (es) da equação acima é dada por: a) x = arc sen(e ) c) x = arc tg(e ) e)
2

2

e e

x = arc sen(3) x = arc cos(3)

b) x = arc sen ( — ) e x = arc sen ( — ) d) x = arcsen( — ) e2
1

1

1

nenhuma das respostas anteriores S = log3 (tg x j) + log3 (tg x 2) + log3 (tg x 3) + ...o nd e

TC.170 ( IT A - 7 5 ) Seja xi = ~ e

x n + i = arc tg tV tg x n ) • n = 2, 3, ...

Nestas condições, podemos assegurar que: aí S = log3 (tg x i + tg x2 + tg x 3 + ...í d) S = 1 b) S = -1 c) S = 2

e) nenhuma das anteriores

TC.171 ( IT A - 7 2 Í Consideremos a função ra que valores de x temos 1 a) arc sen b) arc sen 9 — ^ x ^ 10 ^ 19 — 7^ 19 20 —

S (xí =

^

(sen x ) n,

onde

0 < x

n = 1 S(x) ^ 20?

arc sen

— 9 \ 10 c) arc sen —

^ x ^ arc sen ^ ^ x ^ ^ arc sen

11

21

d) arc sen

2

< x < arc sen

2

e) nenhuma das respostas anteriores

210-C

IN E Q U A Ç Õ E S

T C .172 (CESCEA-74) A solução da desigualdade

sen2 x -

> 0

no intervalo

[0 , 7 r]

é:

Wf < *< ? 4 4
c . _T ^ x < , 7 <
d \ Q ' í X ^

2?T _
~^r OU ^ X ^ 7T

o

b

e) não sei TC .173 (CESCEM-72) Considere a desigualdade a) só está satisfeita para x b) só está satisfeita para x sen x + sen2 x > 0 ; pode-se afirm ar que:

no prim eiro quadrante entre 0 e 7 T por - x é equivalente á desigual­

c) a desigualdade que se obtém substituindo-se x dade dada

d) os valores de x que a satisfazem são precisamente aqueles para os quais sen x > 0 e) existe x no terceiro quadrante que satisfaz a desigualdade TC .174 (CESC EA-71) A solução da inequação
[0 , 27r] é:

sen2 x <

2 sen x,

no intervalo fechado

a l 0 <C x <C27r d) 0 < x <
y

b)7T<x< ^ C e) não sei

c) 0 <C x

7 T

TC .175 (G V -72 ) A solução da inequação \/~ 2 * cos2 x a ) 0 ^ x ^ - ^ ou - j < ' x í ^ 7r

cos x

no intervalo ou ^

[o, 7r]
x < 7 T

é:

b ) 0 < x ^ - 2 T , T ^ 271 d) —~ < x <C — 4 3

, n ^ ^71 271 ^ . c) 0 s x \ — ou - r - < x < 7 T 6 3 e) nenhuma das anteriores T C .176 (M A C K -7 5) Para
a)

0 ^

x ^

27r,

o conjunto-solução de

(sen x + cos x )2 > 1

é:

{x €

IR

X

A

o

A

b) c) d)

{x E R I 0 < x < ~

ou

^ ^ n < x <
371 2 <

377 —
2 rr}

{x G IR I — < X < 7 OU 1 {x G IR I f < X < 27r}

X <

e) 0

211^C

TC .177 (IT A -7 6 ) A inequação tal que: aí 4 5 ° < x < 6 0 ° d) 6 0 ° <C x <C 75°

4 sen2 x - 2(1 + \ f 2 ) sen x + \ Í 2 < 0

tem uma solução x,

bí 0o < x < 30° cí 3 5 ° < x < 45° e) nenhuma das respostas anteriores

TC .178 (M A C K -7 3 ) Se 0 ^ Ct ^ 77 e, para to d o x real, x 2 + x + tg 0! > a) 0 < a < ^ ~ 4 d) 0! =
, 377

então: a < H

b| - 2 - < a < í . 4

2

c ) i <

2

4

e) nao existe 0: nestas condições

T C .179 (CESC EA-71) A solução da inequação fechado a)
b)

sen 2x • (see2 x - y ) ^

0,

no intervalo

[0 , 277]
<7T

é:
ou ou ou

•| < x

377 -

<

X <

- ^

2 tt

0 < x < - |77 ^ y < X <77

^7 ^ 7

x ^ <

377 —

c)

37T ^ ^ „ — < x < 277 377 ^ — <
X

d)

77 ^ ^ y < X < 7 ou 7

^ ^ < 277

e) não sei T C .180 (CESCEA-75) Os valores de x G ]0 , 77[ para os quais

£ (1 + sen x) • (1 - cos x) • (■? - x) < 0

2

são tais que:

i 7s 1 7
b) x =£ y
CÍ dí y 0 < <

s 37 7 T

X < X < y

77

.

- 7 7

eí 0 < x <C 7 7 TC.181 (M A C K -7 3) Os pontos da circunferência trigonom étrica, correspondentes às soluções do sistema: / sen 2x > 0 \c o tg x < 0 a) bí c) d) e) estão todos estão todos estão todos estão todos não existem no no no no prim eiro quadrante segundo quadrante terceiro quadrante q ua rto quadrante

212-C

TC .182 (S. C A R LO S -68) A inequação al 0 < x *s c }0 ^ x ^ -^ 4 eí 0 ^ x ^ ~
o

Icos x l > sen x, 0 < x < 27T é válida se e somente se: b) 0 ^ x ^ 27T x ^
t t

e

4

^

x ^ 27T

d) “ ^ 2

2

T C .183 (M A U Á -6 9 ) Todos os arcos entre 0 e 27T radianos que satisfazem á desigualdade cos x + V i • sen x > V ? estão compreendidos entre: . a) —
tt

12
e

e

777 — —

12

radianos

b)

7 r —
b

e

7 tt —
b

radianos

c) ~

radianos

d í nenhuma das respostas anteriores

TC.184 (IT A -7 1 ) Seja n um número in te iro sempre verdadeira? a) b) cí d) e) (1 - sen x )n ^ 1 - n • (1 - sen x í n ^ 1 - n • (1 - sen x )n ^ 1 - n • (1 - sen x ín ^ 1 - n • nenhuma das respostas

n > 1 e x € (0 , y ),

Qual afirmação abaixo é

sen x sen x, para apenas n par sen x cos x anteriores

TC.185 (G V -7 5 Í Para que y = log (1 - sen2 x) tenha valores reais, devemos ter, para k in te iro : aí x bí y + k7T

(2 k - 1 Í7T < x < 2k7T

cí 2k7T < x < (2k + 1Í7T dí x # y + 2k7T

e) k7T < X < (k + 1Í7T TC.186 (M A C K -7 4) Sendo Isen z l < Iz l, X —y sen x - sen y = 2 sen — - — 1 e reais: x + y cos — ^— e lembrando que

I cos 11 < x e y

Ia * b l = la l • Ib l,

podemos a firm a r que, para

quaisquer números a) b) c) d)
. 1

Isen x - sen y I ^
i

i ^

l x + yl

— -— ^—

Isen x - sen y l ^ Isen x - sen y ! ^

I

Ix — Y l

Ix - y l

I sen x - sen y I ^ 2 1x2 - y 2 i

e) nenhuma das afirmações acima é verdadeira

213-C

TC .187 (IT A -7 6 ) A respeito do pro d u to P = (sen (bx) + cossec(bx)) (cos (bx) + see (bx)) (tg (bx) + cotg (bx)) podemos a firm a r que: a) P é positivo, para to d o x real e b > 0 b) P pode ser negativo ou positivo, dependendo da escolha de x e b em IR c) P é negativo para x = k7T e b < 0 ou P é positivo para x = k7T e b > 0 , do k = 1, 2 , . . . d) P é positivo, quando bx ^ e) nenhuma das respostas anteriores TC .188 (IT A -6 8 ) Seja y = a*°9 *9 x com 0 periano de u. Então, log y ^ 0 se: a)
b)

quan­

^ ara t0(^0

^ = 0, ± 1 , - 2 , •••

a <s 1,

onde

log u indica o lo g a ritm o ne­

^ < 2 0 < x

'

X

<

7T

e e e e

37T ^ 2
7T

x < 27T 37r 2
57T

< T ^ 4

< < <

x <
X

c) 0 < d) 0 ^

x < x

7T

< <

4
57T

7T

X

4

.

5| < N

V/

e) 0 < x

TRIÂNGULOS
TC.189 (C E S C E A -74) Entre os triângulos retângulos abaixo, um e somente um apresenta os dados corretos. Assinale-o: a)

e) não sei

TC.190 (C ESC EM -75) Considerando o triâ n g u lo retângulo dimensões: a = 7 ,5 m; b = 4,5 m; c = 6 m: pode-se afirm ar que o valor da " tg x " é igual a: a) b) c) dí e) 1,25 1,33... 1 ,6 6 ... 0,75 0.6

ABC,

a b a ixo , com as seguintes

214-C

TC.191 (C ESC EA-77) A soma dos catetos do triân g u lo retângulo é: Dados: BC = 10 cos a =

a) 14
c) 10 V ã

b) 12 d) 16

eí 10

TC.192 (M A C K -7 7) a) bí c) d) eí 60 65 70 75 não set

Na figura ao lado, A B

vale:

TC.193 (EPUSP-66) A B é a hipotenusa de um triâ n g u lo retângulo ABC. A mediana A D mede 7 e a mediana BE mede 4. 0 co m p rim e nto A B é iguat a: aí 2 V l 3 bí 5 > / 2 cí 5 V ã e) nenhuma das respostas anteriores TC.194 (G V -7 0 Í No triângulo d) 10

ABC ao lado sabemos que

A = 90 B = 60° AB = 50 cm

então o segmento a) 25 cm b)

AC

mede c) 100 cm d) 50 V 3 cm eí 50

50 V ã cm

TC.195 (C ESC EM -76Í Uma pessoa de 1 ,7 0 m de altura observa o to p o de uma árvore sob um ângulo tt. Desejando-se conhe­ cer, aproxim adam ente, a altura da árvo­ re, deve-se somar 1,70 m com a) b) c) dí eí b a b a b tg o: tg a cosa cosa sin a

215-C

T C .196 (C E S C E A -76) Na figura abaixo

A D = d, BC = h, C ÂD = Oi, CDB = 0 . Então: d. a) h = b) h = c) h = dí h = e) h = _______ d cotg O' + co tg 0 d tg a - tg 0 d cotg O - cotg í d tg Ct + tg 0 d cotg a + tg 0

TC. 197 (C E S C E A -73) No triângulo ABC da figura, tem-se b = 2, B = 45 , e C » 60°. Então o lado a mede: aí V ã - 1 b) 2 + y / 2
c) 1 + V ã

« » i +

TC. 198 (CESC EM -72) N um triângulo retângulo em que um cateto vale tg $ a hipotenusa vale: a) Iseci^l bí see c) cos <p d) sen ip

1 e o o u tro vale e) cossec i/?

TC.199 (G V -7 3 ) Considere o triângulo retângu­ lo e indique por S a sua área. Assinale a afirm ação verdadeira a) tg C = — c b) c = a sen B c) S = b2 tg C a • sen 2B d) S
e) cos B =

216-C

TC.200 ( IT A - 7 5 Í Se, na figura a b a ix o , c é uma circunferência de raio R, r e s são retas tangentes è circunferência e O T = 2R, então o ângulo a das retas r e s deve verificar uma das alternativas seguintes: a) sen tt = 1 5 bí cos tt = 1 5 cí sen t t d) cos tt = V I 2 V i 2 e e cos a = sen a = e e cos tt sen tt

3
5 3_ 5

1
2 2

eí nenhumai das respostas anteriores TC.201 (S A N TA C A S A -7 3 ) Em relação ao ângulo central a , pode-se dizer que: i) sen t t = —
8

b) sen t t = — 4 c) sen t t = 3 \ f l 8

e) sen tt =

V7
ABC cujos ângulos são designados e 0 < A < y- • por A , B e C,

TC.202 ( M A U Á - 6 8 Í Num triângulo supõe-se que ção: a) tg B * tg C = 3 cí cos (B - C) = 2 see • A

2 • tg  = tg B + tg C

Nesse triângulo vale a rela­

b) cos (B + Cí = 2 • cos A d) tg B * tg C = \/~3 A , B e C verificam

TC.203 (IT A - 7 7 ) Considere um triângulo ABC cujos ângulos internos ^ B + C a relação sen A = tg — - — . Então podemos afirm ar que: a) com os dados do problem a, não podemos determ inar b) um desses ângulos é reto cí Â = — e A

nem

B

e nem

C

6

B + C = B = — , 4

6

d) Â = — , 3

C=

— 12

e) nenhuma das anteriores TC.204 (G V -7 3 Í Em um triângulo ABC,_ os ângulos A e B medem, respectivamente, 6 0 ° e 4 5 °; o lado BC mede 5 V 6 c m . Então, a medida do lado AC 6: a) 18 cm b í 5 V 12 cm cí 12 cm d) 9 cm eí 10 cm

217-C

TC.205 ( IT A - 7 3 ) Um navio, navegando em linha reta, passa sucessivamente pelos pontos A f B, C. O comandante quando o navio está em A , observa um fa ro l L, e calcula o ângulo LA C = 30 . Apôs navegar 4 milhas até B, verifica o ângulo LBC = 75°. Quantas milhas separa o fa ro l d o p o n to B? a) 4 b) 2 \ Í 2 c) - |d) V i

e) nenhuma das anteriores TC.206 (M A C K -7 6 ) Na figura ao lado^ Ã C 1 CB e AD 1 DC: m (D A C ) =_m(ABC) = 0 e A B * a. O valor de A D , em função de a e de {3, é: a) ~ a sen 20 b) 2 a sen 20 d) a sen —

c) — a sen Q

2

2

e) 2 a sen0 TC.207 (IT A - 7 4 ) Deseja-se construir uma ferrovia ligando o ponto A ao p o n to B que está 4 0 \/~2 Km a sudeste de A. Um lago, na planície onde estão A e B impede a construção em linha reta. Para contornar o lago, a estrada será construída em 2 trechos retos com o vértice no ponto C, que está 36 Km a leste e 27 Km ao sul de A. O com prim ento do trecho CB é; a) V 182 Km b) V 183 Km e) nenhuma das respostas anteriores c) \Z1Õ Ã Km d) > / Í 8 5 K m

TC.208 (EPU S P-6 6 ) Os lados de um triângulo estão na razão a) c) d) e)

6 :8 :9 .

Então:

o triân g u lo é obtusângulo b) o triâ n g u lo é acutângulo os ângulos estão na razão 6 : 8 : 9 o ângulo oposto ao lado m aior é o dobro do ângulo oposto ao lado m enor nenhuma das anteriores AC e BC e um ângulo B, é possível construir-se com o lados e B com o ângulo não adjacente a

TC .209 (F F C L U S P -6 7 ) Dados os segmentos um triân g u lo que tenha AC e BC AC e BC quando: a) AC > BC b) B < —

2

c) AC < BC

d) AC = —

BC

2

e) nenhuma das respostas anteriores TC .210 ( lT A - 7 5 ) N um triângulo escaleno ABC, os lados opostos aos ângulos medem respectivamente a, b, c. Então a expressão: a • sen(B - C) + b • sen(C - Â ) + c • sen(A - B) tem valor que satisfaz uma das seguintes alternativas: a) a • sen A + b • sen 8 + c • sen C c) 0 d) 1 b) sen2 Â + sen2 § + sen2 C A, B, C

e) nenhuma das respostas anteriores

TC.211 (G V -7 5 ) O lado d o octógono regular inscrito num c írc u lo de raio u n itá rio é: V 2 - \Í2 . V 2 ~ ^
2

Pode-se co n clu ir que c) 2 - \ Í 2

cos

vale: eí + ^
2

b) 2 + y f í

dí V 2 - 1

TC.212 (M A C K -7 4 ) A base de um retângulo A D que é três vezes maior que sua ahura ÃB, é subdividida pelos pontos M e N em três partes de igual medida. Nessas con/v /s dições AM B + A N B + A D B é igual a: a) 120° b í 90° ABCD cí 85° d) 135 e) 75

TC.213 (IT A -7 5 ) Seja
Sabe-se que

um quadrilátero convexo inscrito em uma circunferência. e tg B • tg D + sen A • sen C - - — . 4 são, respectivamente, b) dí 120° , 120° , 6 0 °, 60°

A - 2C, B > D

Neste caso, os valores de a) 150 , 45 , 7 5 , 30 o O O O c) 120 , 160 , 60 , 30 eí nenhuma das anteriores
0 0 0 0

Á , B, C, D

90°, 1 2

TC.214 (IT A - 7 7 Í Sejam A , B e C três pontos d istin to s de uma reta, com B entre A e C. Sejam a e b (a > 2b) os com prim entos de AB e BC respectivamente. Se o segmento B ^ é perpendicular ao segmento AC, q uanto deve medir BD, para que o ângulo BDC seja a metade de BDA? a) x = V b ( a - 2 b) d) x = ab V a ( a - 2b)

b) x

ab V b ( a - 2 b)

c) x = V a ( a - 2 b)

e) nenhuma das anteriores

TC.215 ( IT A - 7 7 ) Sejam

d e L respectivamen­ te os com prim entos da diagonal BD e do lado BC do paralelogramo ABCD ao lado. Conhecendo-se os ângulos O tefi (ver figura), o co m p rim e nto x do lado A B é dado por:

a) x =

d cos a ,x d sen a --------------b) x = ---------------------;------- 3-

cos (a + /3)

sen (0: + /3)

c) x =

.

cos (a + 0)

L sen a -------

d) x = — L 005

cos O í sen (a + j3)

e) nenhuma das anteriores

219-C

RESPOSTAS
TC.1 a TC.2 c TC.3 b TC.4 a TC .5 e TC.6 c TC.7 b TC.8 c TC .9 d TC .10 c TC .11 a TC .12 a T C .13 a T C .14 c T C .15 a T C .16 d T C .17 b T C .18 c TC .19 b TC .20 a TC .21 d TC.22 d TC.23 c TC.24 c TC .25 e TC.26 b TC.27 a TC.28 b TC.29 c TC.30 TC.31 TC.32 TC.33 «.TC.34 TC.35 TC.36 TC.37 TC.38 TC.39 TC.40 TC.41 TC.42 TC.43 c e d d e a b a c c e d d e TC.44 TC.45 TC.46 TC.47 TC.48 TC.49 TC.50 TC .51 TC.52 TC .53 TC.54 TC.55 TC.56 TC.57 TC.58 TC.59 TC .60 TC.61 TC .62 TC .63 TC .64 TC.65 TC.66 TC .67 TC .68 TC.69 TC.70 TC.71 TC.72 TC .7 3 TC.74 TC. 75 TC.76 TC.77 TC.78 TC .79 TC .80 TC.81 TC.82 TC.83 TC.84 TC.85 TC.86 a d a c c d a c d c e b a e a a c e a a» c b d a a a d a c d b e a b e a a e e b e a b TC.87 c TC .88 a TC.89 b TC .90 b TC.91 e TC .92 e TC.93 e TC .94 e TC.95 d TC.96 d TC.97 a TC.98 d TC.99 c T C .100 b TC .101 a T C .102 a TC .103 d T C .104 d T C .105 b T C .106 a T C .107 e TC. 108 e T C .109 c T C .1 10 a TC .111 d TC .112 b T C .113 d TC .114 d T C .115 c TC .116 e TC. 117 d T C .1 18 a T C .119 b T C .120 d TC .121 d TC .122 a T C .123 a TC.124 c T C .125 b T C .126 e T C .127 b TC .128 a TC. 129 c T C .130 c T C .131 b TC. 132 c TC.133 c T C .134 b T C .135 d T C .136 d T C .137 c TC .138 b TC. 139 c TC .140 c T C .141 c TC. 142 b TC .143 c TC .144 d T C .145 b T C .146 e TC. 147 a TC .148 a T C .149 b T C .150 c T C .151 d T C .152 e T C .153 c TC .154 b TC .155 a T C .156 d TC. 157 a T C .158 e T C .159 b T C .160 b TC .161 b TC .162 b T C .163 a T C .164 d TC .165 e TC .166 d T C .167 a TC. 168 e T C .169 d T C .170 d T C .171 c T C .172 b T C .173 d TC.174 c T C .175 a T C .176 b TC .177 c TC .178 b T C .179 b T C .180 c T C .181 e TC .182 c T C .183 a T C .184 a TC .185 a TC.186 c TC .187 d TC .188 c T C .189 c TC. 190 d T C ,191 a TC .192 d TC.193 a TC .194 d TC .195 a T C .196 c TC .197 c T C .198 a TC. 199 d TC .200 a TC.201 d TC .202 a TC .203 b TC.204 e TC.205 b TC.206 a TC.207 d TC.208 b TC.209 a TC.210 c TC.211 e TC .212 b TC .213 d TC.214 d TC.215 b

221-C

Testes de Vestibulares
Razões trígonom étricas no triângulo retângulo
I. (U .F .P A -85 ) N o triâ n g u lo retângulo temos: I) sen t = 4 II )
COS t

= 2 / 1/5

I I I ) tg t = 2 A(s) afirm ativa(s) verdadeira(s) é (são): a) I b) I I c) I I I d) I I e I I I e) I, I I e I I I

l, (U .F .P A -8 5 ) N o triâ ng u lo retângulo da fig u ra abaixo, qual o v a lo r de tg B 7

a l >

d) ■

4

e) 3

(PUC-SP-84) U m dos ângulos de um triâ ng u lo retângulo é a . Se tg a são proporcionais a: a) 30, 40, 50 b) 80, 150, 170 c) 120, 350, 370 d) 50, 120, 130

2,4 , os lados desse triâ ng u lo
e) 61, 60, 11

4

(U .F.P E -81) U m terreno tria ng u lar tem frentes de 6 m e 8 m , em ruas que fo rm a tn ângulos de ir /2 rd. Assinale a alternativa que corresponde à área e ao terceiro lado do triâ ng u lo, respectivamente: a) 24 m 2 e 10 m b) 10 m 2 e 24 m c) 48 m 2 e 10 m d) 24 m2 e 100 m e) 48 m e 100 m

rs (CESESP-82) N u m terreno de fo rm a tria n g u la r onde o lado m a io r mede 100 m , o m a io r ângulo entre os lados é tt/ 2 e u m dos outros dois ângulos é metade do o u tro , seu lado m enor mede:

a) 12 m

b) 33,3 m

c) 17 m

d) 66,6 m

e) 50 m 267

TESTES DE VESTIBULARES

fj> (U .E .C E -91) A menor a ltura de um triâ ng u lo retângulo isosceles mede 4 cm . O perím etro desse triâ n g u lo , _ em cm , é: a) 6 ( j 2 + 1) b ) 8 (^ 2 + 1) c) 6 (^ 2 + 2) d) 8 ( j2 + 2)

7 . (U .E .B A -8 4 ) N um triâ n g u lo A B C , reto em 5 , a hipotenusa mede 10 cm e a m edida de ,4 # é o d o b ro da m edida de BC . O va lo r de sen C + cos C — tg C é:

a) 4
b) -

c)
d)

3 -jl - 10

5
6 ^5 -5
10

e) 3

+ 10

ft. (U .F.RS-83) U m retângulo com lados adjacentes m edindo sen a e cos a , com perím etro igual a -Jó. A área do retângulo é:

0 < a < — , tem

a )T

b)

d)

e) 4

9 , (C E S G R A N R IO -87) Seja A H a a ltu ra relativa à hipotenusa do triâ n g u lo retângulo A B C . Se C = 30°, a razão entre as áreas dos triângulos A B H e A C H é:

a)i

d)

fl

f2

W. (C E S G R A N R IO -84) Os catetos de um triâ n g u lo retângulo medem sen a e cos a , respectivamente. Se o perím etro do triâ ng u lo vale / + J — , o m enor ângulo do triâ ng u lo mede:

a) 15°

b) 22°30'

c) 25°

d) 27°30'

e) 30°

¥ i _ (C E S G R A N R IO -84) E m u m triâ n g u lo retângulo, a mediana re la tiva à hipotenusa faz com ela ângulo de 40°. A diferença entre os ângulos agudos d o triâ n g u lo é: a) 30° b) 40° c) 45° d) 50° e) 55°

§7 (C E S G R A N R IO -83) O trapézio retângulo M N P Q tem as medidas indicadas na fig u ra . O cosseno do ângulo Q M N vale: a) b ) - | c) - 1

• -4 •> -4
Q P = 10 cm e 6 - 60°. Então,

í ;i (U .E .C E -91) N a fig ura , M N P Q é um trapézio isósceles, M N = 2 0 cm , a área desse trapézio, em cm2, é: a) 55 V3 b) 65 /3 c) 75 43 d) 85 f 3

268

TESTES DE VESTIBULARES

i , (U .F.RS-81) D ois níveis de uma praça estão ligados por uma ram pa de 3,25 metros de com prim ento e a radianos de inclinação, conform e a fig u ra . Devem-se construir, sobre a ram pa, 5 degraus de mesma altura. Se tg a = 5 /1 2 , a altura, em m etros, de cada degrau será:
a) 0,15 b) 0,25 c) 0,30 d) 0,35 e) 0,65

4

iS

(PUC-SP-85) Um poste na posição vertical, colocado num plano h orizo n ta l, encontra-se a 3 m etros de uma parede plana e vertical. Neste instante, o Sol projeta a sombra do poste na parede. Esta som bra tem 17 m etros. Se a a ltura do poste é de 20 metros, então a inclinação dos raios solares, em relação ao plano h orizo n ta l, é de: a) 15° b) 22°30' c) 30° d) 45° e) 60°

(VU N ESP-88) U m a ram pa lisa de 20 m de com prim ento faz ângulo de 3 0 ° com o plano h o rizo n ta l. Um a pessoa que sobe esta ram pa inteira eleva-se verticalmente: a) 17 m b) 10 m c) 15 m d) 5 m e) 8 m

17 . (C OVEST-89) U m barco atravessa um rio num trecho onde a largura é 100 m , seguindo uma direção que fo rm a um ângulo de 30° com uma das margens. Assinale a alternativa certa para a distância percorrida
pelo barco para atravessar o rio. a) 100 m b) 200 m c) m d) 150 m e) 250 m

A rcos

e.

ângulos

(U .F.P E -83) Com plete corretamente as sentenças: I) U m grau sexagesimal vale ... do ângulo reto. II ) U m grado vale ... do ângulo reto. I I I ) U m radiano vale ... do ângulo reto. Assinale a alternativa que indica o preenchim ento correto das sentenças I, I I e I I I , respectivamente. I a) 1/90 b) 1/90 c) 360 d) 90 e) 1/90 II 1/100 1/100 400 100 1/100 III

v /2
1/2?r 27r
tt/2

2 / tt

(FU VEST-84) U m arco de circunferência mede 300°, o seu com prim ento é 2 k m . Qual o núm ero inteiro mais p róxim o da medida do ra io , em metros? a) 157 /ir b) 284 c) 382 d) 628 e) 764

(CESESP-82) Tom ando para ir a aproxim ação 3,14 , se u m arco de circunferência mede 1,5 7 cm t o diâme­ tr o da mesma 8 cm , então o ângulo correspondente a este arco mede:

a) 22°5'

b) 22°30'

c) 11°25'

d) 11°15'

e) 39°25' 269

TESTES DE VESTIBULARES

2;!. (U .F .R N -8 4) Se um ângulo mede 40 graus, então sua medida em radianos vale: a) t / 3 b) 7 /4 t
c)

2 tt/ 9

d) 3tt/7

e) 5x/6

2X (U.F.PA-85) Q ual a m edida em radianos de um arco de 135 o?

a)

b> f
4,5 b) 4,5 x

c)

3 tt

d) T T

. 5t t e)- r

2.V (U .F .M G -9 2 ) A medida, em graus, de um ângulo que mede 4,5 radianos é:

a)

c)

810

d ) 810

e) 810 7 t

24, (U .F.P R -82) O m a io r ângulo fo rm a do entre os ponteiros de um relógio às 2 3 h 4 5 m in é:
a) 189°30' b) 277°30' c) 270° d) 254°45' e) 277°50'

25 , (FG V -81) É uma hora da tarde; o p o n te iro dos m inutos co in cid irá com o p onteiro das horas, pela p rim eira
vez, aproxim adam ente, às: a) 13h5'23" b) 13h5'25" c) 13h5'27” d ) 13h5'29” e) 13h5'31"
t radianos pertença

26, (U .F .G O -8 4 ) O co n ju n to de todos os valores de x , para que o ângulo —

x4 + 1
ao 1? quadrante, é: a) IR b) < D c) (x G IR I x ^ Oj d) {x E IR I -1 < X < 1] e) (x E IR I x ^ lj

R azões trigonom étricas na circunferência
27. (CESESP-86) Considere a fig u ra abaixo, onde 0 < a < v /2 .

Assinale a única alternativa que é sempre verdadeira. a) O A = 2 cos a b ) A T = tg a c) M N = sen a d ) O N = cos a e) A T > tg a

2$, (U .C .S A L V A D O R -9 2 ) O va lo r da expressão ^sen

(cos 7r) + (tg 2tt)
d) 1

■(s ct ) é e :
e) 2

a) -1

b) 0

c)

1

270

TESTES DE VESTIBULARES

29. (PUC-RS-80) Se x 6 ( ----- ; 2ir) e sen x = 3 n ~ 1, então “n” varia no intervalo:

l 6 ( f ;Í I )
b) ( - 1 ; 1)

a) ( — j - ; l j

c) ( - 1 ; 0)

d) (0; 1)

e) (O; ± -

W. (U .F .P A -8 5 ) Sendo x = — , calcule o v a lo r da expressão

2

sen x 4 cos x : sen x
d) 2 e) x

a) 0

b) y

c) 1

i

(PUC-RS-81) A afirm ação cos a) -1 > a ou a > 1 b) - 1 > i ou a J I

x -

_ ■ é verdadeira se, e somente se, “a” é ta l que: —
c) - 2 ^ a ou a ^ 3 d) - 2 ^ a ^ 3 e) — < a < 6 4

32. (U .M A C K .-80) Dentre os valores abaixo, o que mais se aproxim a do cos 1 & a) 0,80 b) 1,15 c) 0,90 d) 0,45 e)

XI. (U .F.SE-84) Se M é ta l que M = cos 5 , então:
a) cos 2 < M < cos ~^ 4
t t

c) cos ir < M < cos — 4 d) cos < M < cos 2 tt

e) M > cos

4

b) cos - í - < cos

34. (F .C .M .S T A .C A S A -8 1 ) Se A = sen 6, então: a) - 1 < A < c) 0 < A < e) < A < 1

b) - - | L < A < 0

d )Ã L < A < ^ -

R elações fundam entais
15. (U .F.P E -81) Seja * um arco do 1? quadrante e cos x = 0,8. M arque a alternativa certa: a) sen x = 0,6 e tg x = 0,12 b) sen x = 0,6 e tg x = 0,75 c) sen x = e see x = 1,25 , — < 0 < x , então o va lo r de -j2cotg d + cossec2 0 é: d) see x = 0,8 e tg x = 7,5 e) sen x = - 0 ,6 e tg x = 0,75

36. (U .E .C E -91) Se cos 6 = — j _

ilÒ
a) 2 b)

2
c) 3 d) / I Õ

37. (C E S G R A N R IO -91 ) Se tg x = Í 5 , então sen2 x é igual a:

aT )
a) - - y -

b) T
b) -1

c) 4
c ) - \

d) T
é:

eí )
e)_JF 271

38. (C E S G R A N R IO -85 ) Se j t é um arco d o 3? quadrante e tg x = I , então cos x

TESTES DE VESTIBULARES

-W (V.UNIF.RS-80) Se tg a = - y e a = ^0; ~ - j , então cosa é igual a: a) ^ b) ^ c) f d )2 f e) J f

(U.F.PA-84) Sendo x um arco do 2? quadrante e see x = — então cossec x é: 3, a) —JTo b )-4 -> Í2 3 c) 2 -Í2 d) 3 e) 4 * Vã 4

(FATEC-87) Se y = 1 + tg2 x + tg4 x , com x a) y = 1 - sec2 x + sec4 x b) y = (1 —see2 x)2

- j - + £tt, onde t £ Z , então: e) y =
1

c) y = 1 —sec2 x - sec4 x d) y = 1 + sec2 x + see4 x

42. (PUC-RS-80) Se a > 0, a expressão Jo2 cos u cos2 v + a 2 cos u sen2 v é igual a: a) a2 cos u b) a cos u c) a /cos u d) a -jsen u e) a sen2 u

4 ’ - (ITA-90) Sejam o e b constantes reais positivas. Considere x = a 2 tg t + 1 e y 2 = b 2 sec2 t - b 2, em * que 0 < t < - j- . Então uma relação entre x e y é dada por: a) y = — (x - l)2, x > a a b) y = c) y = \
a a4

(x - l)2, x > 1 (x - 1), v
X

€ IR

d) y = — a
D

(x - 1), x > 1
X

e) y = -!j- (x - 1),

íS 1

R edução ao 1? quadrante
44. (C E S G R A N R IO -88) Se cos x = o, então cos ( / / 7 - A') vale: T a) a 45 b) - a c) 2a d) - 2 a e) ir - a

(U .F .P A -8 4 ) Cos 76° è igual a: a) — cos 76“

b) see 76“

c) see 14°

d ) sen 14°

e) —sen 14°

46- (U .E .L O N D R IN A -8 4 ) Se 2x + y = ir, então: a) sen 2x + sen y = 0 c) sen ( tt - y) = 2 • sen x e) cos y = cos2 x - sen2 x

b) tg y = tg 2x
47. (C E S G R A N R IO -90) Se 0 < a <

d) cos 2x = -c o s y

-y- <

b

< ir

e sen a - sen b =

-j-,

então a + b vale:
4 tt

a) x 272

\

b) —

i\

3 ít

\ 5t t c) —

d) —

jx

e) —

v

6 tt

TESTES DE VESTIBULARES

(F.C.M.STA.CASA-80) Consideremos a expressão: A = cos 12° + cos 25° + ... + cos 142° + cos 155° + cos 168°. Calculando-se o valor numérico de A , podemos afirmar que / (A) = 1 + 2a vale: a) 23
2

+ 1

b) 3

c) 2

d) -1

e) n.d.a.

(U.F.ES-82) No trinômio, real de variável real, y = ax2 + bx + c, temos que c = (sen I o + cos I o) {sen 2 o + cos 2 o) ... (sen 180° + cos 180°), então podemos afirmar: a) y > 0 para todo x real. b) y < 0 para todo x real. c) o trinômio tem duas raízes reais distintas. d) o trinômio não possui raízes reais. e) zero é raiz do trinômio.

(F.C.M.STA.CASA-82) Se a , 0 e y são as medidas dos ângulos internos de um triângulo, então: a) sen a + sen /3 + sen y = sen 180° b) sen (3 = -sen (a + 7 ) c) cos 1 = cos (a + 7 ) 3 d) cos (a + 0 + 7 ) = 1 e) sen 20 = 2 • sen (a +
7)

(PUC-SP-84) Na figura abaixo, girando-se o ponteiro de 60° no sentido horário, o ponto B se deslocará até o ponto B' cujas coordenadas são: a) ( - J3/2, 1/ 2) b) <- 1/ 2 , Vã/2 ) c) ( - 1/ 2, 1/ 2) d) ( - Jã/2, ^3/2) e) { - 2/i/3, 2/ J5)

(FATEC-87) Se M = cos 0 < x < —
2

x +

37T

3tt , , — - x } + , _ ■ t em que 2 / JÍ-a T

e a ~ sen x, então: c) M = i i/l - a2 d) M = — e) M +
1 ill

a) M = b) M =

2a

ii 1 —a2
2a

- a2

(U.F.PA-85) Qual a menor determinação positiva de um arco de 1 000o? a) 270° b) 280° c) 290° d) 300° e) 310°

(PUC-SP-80) Sen I 200° é igual a: a) cos 60° b) -sen 60° c) cos 30° d) — 30“ sen e) cos 45° 273

TESTES DE VESTIBULARES

55- (U .E .B A -8 4 ) Se a medida a de um arco é 8 radianos, então: a) sen x > 0 e cos x > 0
b) sen x > 0 e cos x < 0 56.. (U N IC A P -8 7 ) Para x = / 410°, c) sen x < 0 e cos x < 0 d) sen x < 0 e cos x > 0 assinale a única alternativa que corresponde ao va lo r de e) sen x = 0 e cos x = 0

seçx ^ t g x sen x + cos x

a)

1

+ -y -

b)

1

c )-l+ -^ -

d ) -l- ^ I

e)

0

(F A T E C -8 9 ) Se f ( x ) = - y see x +

see ~ , então /

é igual a:

a) l J L

b )l ã .

C )J L

d)

2

e)

3

5#* (U.F.VIÇOSA-89) O domínio da função dada por f( x ) - cotg ^2x a) x = kx — b) x = kG Z
k

é todo número real x, exceto:

6

d) x = e) x =
z

6
4 -

+ kx, k 6 2 + ^ £ Z

2

+ kw,
+ -Í2 -,

£
k e

2

6

2

c) X = 4

2

6

59. (CESGRANRIO-85) Se sen a = - j-, então o valor de sen (25tt + a ) —sen {88ir — oc) é: \ a a) 0 i\ 1 b) - — x 1 c) y d) - — . 2 e) y

(U.MACK.-82) Para todo n inteiro sen (b + nir) é igual a: a) sen b b) (— )” cos b 1 c) ( - l ) n + 1 sen b d) (— sen b l)n e) cos b

61* (U.F.PELOTAS-83) O conjunto imagem da função / : IR -»• IR, definida por /(* ) = 2sen x — 3y é o intervalo: a) [-1; 1] b) 1-5; 5] c) [-5; 1J d) [-1 ; 5] e) [-5; -1]

62. (U.F.ES-82) O valor máximo da função real de variável real f( x ) = I- 1 + sen x \ é: a)
0

b)

2

c)

1

d)

-1

e)

-2

63- (V.UNIF.RS-80) O período e a imagem da função real /definida por f( x ) = 3 sen 2x, respectivamente, são:
a )r e [ - 3 ; 3] c) - y d) e [ - 2 ; 2] e [ - 2 ; 2] e) 2 x e [ - 1 ; 1)

b) 4 ir e [ - 3 ; 3]

*4. (PUC-CAMP-80) N a função trig on o m é trica y = — + sen ' x — ^ -| , o período e o c o n ju n to imagem 3 são iguais, respectivamente, a:
a) - j e [2; 4] c) 2 x e [ - 1 ; 1] e [-1; 1] e) n.d.a.

b) 2 r e [ - 4 ; -21

d) — 4

274

TESTES DE VESTIBULARES

6S

(CESGRANRIO-84) O valor de cos l3 -ã
2
3 42 + 2 43

+ tg
c) d) -

16%

a)

3 42 + 2 4 l 6

b)

43 + J2

66 .

(C E S G R A N R IO -83) Para k a) 2 b) 6

1, 2. 3, ... o número de valores distintos de c o s — — é:
c) 8 e - — d ) 16 < x < 0, então tg x vale: e) in fin ito

J tt c

.

(C E S G R A N R IO -90) Se cos x = —

5

2

a )--f

b) (2 • sen4 2 0 ° — 2 • cos4 20°) • cossec4 20°

e) - -

68.

(U .E .C E -82) O va lo r de a) - 2 / 3

3 - 3 ~ coíg4 20°
b) 2 /3 c) 1/3 d) - 1 / 3

69.

(U .F.P E -84) Seja a um ângulo ta l que 0 < a < t / 2 . Assinale a alternativa correspondente ao número

a = sen
a) cos a

(~ T >
b) sen (— or) c) sen (a ) então tg d ) -c o s (a ) e) sen ( l / a )

(PUC-RS-80) Se 0 < x < - y - e cos x =

~ x ) va*e:
e) - -

a)T

b) •

c)- y

d)- t

71.

(FA T E C -88) Se S - sen

- x ) • cos ( - y - x j + tg ( x - - ~ j • cos ( ^ ~ + ^

• cos (2ir — x), então, - x ).

para todo x real, x ^ kir, k G 7Z., S é igual a: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2

72.

(U .F .R N -8 3) O g ráfico que m elhor representa a função / ( x) = 1 + sen 2 x no interva lo [0; tt/2] é o:

a)

c)

e)

b)

d)

275

TESTES DE VESTIBULARES

(U .F .B A -S 1) Sendo sen de ----------------- + tg x e: , 25

( H

e

jc um

arco do quarto quadrante, o valor

.

COS (íF - x) sen (ir + x)

, ,

a)" lT

b) 0

d)

123
300

e)

(U .F.SE-84) A função cu jo g ráfico está representado na fig u ra abaixo é d e fin id a p or: a) y = sen 2x ,. x b) y = cos — c) y = 2 • sen — d) y = 2 * cos — e) y = 2 ■ sen 2x

75.

(U .F.E S-82) Q ual das equações representa a função trig on o m é trica cu jo g ráfico está na fig u ra abaixo? a) y = 2 sen x

x b) y = sen — 2
c) y = sen 2x d) y = 2 sen 2x

\ x e) y = ^ sen ~— 2

76. (U .C .S A L V A D O R -9 2 ) N a fig ura abaixo tem-se um esboço gráfico da função definida p or f ( x ) = a • cos bx. Os valores de a e b são, respectivamente: a) I e 2 b) 1 e
1

c )-!e T
d) - 1 e 1 e) - 1 e 2

276

TESTES DE VESTIBULARES

(U .F.RS-83) O gráfico na figura é o da função F: [0; 4ir\

IR definida por:

a) F(x) = b) I I b II

c) F (x) = 3 sen d) F (x) = e)

7S.

(PUC-SP-83)

A fig u ra acim a é parte do g ráfico da função: a) f(x ) = 2 sen d) f(x) = 2 cos ■
2

"

' '

2

b) f(x) = 2 sen 2x c) f(x) 1 + sen 2x

e) f(x ) — 2 cos 2x

TK

(U .F .P A -8 4 ) O gráfico abaixo representa um esboço, no interva lo [ 0; 2 tt\, da função: a) y = 2 sen x b) y = sen 2x c) y = sen (— x) d) y = cos — 2

x

e) y = -c o s x

277

TESTES DE VESTIBULARES

80, (CESGRANRIO-83) Seja f : [0; 2 J v ] -+ tR definida por f(x ) = sen x 2. O gráfico que melhor repre­ senta é:

£1

(CESGRANRIO-8 8 ) O gráfico da função / : 1-2, 21 • R, definida por fl
(1

, s e - 2 < x ^ 0

—sen x, se

0

< x <

2

está mais bem representado por: a) c) ,

\

n

b)

d)

278

TESTES DE VESTIBULARES

82. (U .F.BA -81) O esboço gráfico de y = / + cos (ir + x), em

í—

h f } é :

b)

d)

(FU VEST-82) Foram feitos os gráficos das funções f ( x ) = sen 4 x e #(.v) =

, para x no intervalo

(0; 2 tt). O núm ero de pontos comuns aos dois gráficos é:
a) 16 ^ b) 8 c) 4 d) 2 e) 1

(C E S G R A N R IO -82) Seja / : [ 0; 2ir] -*■ IR definida por f( x ) torna f ( x ) m áxim o é: a) 0 b)

-3 cos

x -

27 T

. O va lo r de x que

3

c)

47r
3

d)

5-7T

e)

37r

(CESESP-82) A função / : IR -*• IR, ta l que x — cos a) positiva para 2 tt < x < 4ir b) p ositiva para 4 n < x < 6 tt c) positiva para 0 < x < 2k Xí)- (U .M A C K .-80) O número de soluções reais distintas da equação cos x = \x \ é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 d) negativa para 6ir < x < 8ir e) nula para x = 4

87* (V .U N IF .R S -8 0 ) A função definida por f( x ) - - (cos x) (coig x) é estritamente: a) negativa em (0; tt/2 ) b) negativa em [0; 7r] c) p ositiva em ( tt; 2 tt) 88- (V .U N IF .R S -8 0 ) O co nju n to das abscissas dos pontos de interseção dos gráficos das funções cosseno e secante, quando traçadas em um mesmo sistema de eixos, é: a) {O J b) \ir\ c) {k 7 I k E 2 } t d) |2k7r I k E Z i e) 0 d) p ositiva em (tt; 3 tt/2 ) e) p ositiva em todo o seu dom ínio

279

TESTES DE VESTIBULARES

W

(U.C.MG-81) Seja f(x ) * 0 uma função definida para todo número real x > 0. Então a função g(x) = ( f(x ) se x 7* 0 ( / ( - * ) se x < 0 e: d) nem par nem ímpar. e) simétrica em relação ao eixo x.

a) apenas ímpar. b) apenas par. c) par e ímpar. * ií :>

(F.C.M.STA.CASA-82) Diz-se que uma função / é ímpar se, para todo x de seu domínio, tem-se que f ( — = - / ( * ) . Se as funções seguintes são tais que / : A C IR -*• IR, qual delas pode ser ímpar? x) a) f(x) = x2 + 1 b) f(x) = - jc) f(x) = log3 x d) f(x) = 3x - 1 e) f(x) =
2*

+

2 -x

*5. (U.F.PE-84) Considere as seguintes proposições: I) Toda função de IR em IR é soma de uma função par com uma função ímpar. II) Se / : IR -» IR é par, então — : IR -»• IR ainda é par. / III) Se / : R -*• IR é ímpar, então a função g: IR --* IR definida por g(*) = — ( — é igual a / . • f x) Assinale a alternativa correta: a) As proposições I, II e III são verdadeiras. b) Apenas a proposição II é falsa. c) Apenas a proposição I é falsa. d) Apenas a proposição III é falsa. e) Apenas a proposição III é verdadeira.

V2 . (ITA-81) Se IR denota o conjunto dos números reais e (a, b) o intervalo aberto (* G IR; a < x < b \, seja / : ^0; - ~ J IR definida por f ( x ) = -Jsec2 x + cossec2 x . é tal que tg a = então f(ct) é igual a:
2

b

d)

+ bz
ab

e) nenhuma das anteriores

93. (U nB -87) Assinale as afirmações verdadeiras. a) Seja 0 ^ ^ ir/2. Se tg d - > f2, então see

6=

Í3.

b ) Se cos 0 ^ 1 ,

então — sen—

í - co se

= j + cos 6.

c) Se tg 6 = cotg 6, então sen 6 = cos 6. d) A função defin id a p o r f ( x ) = sen (3 x ) tem período ~ . e) A imagem da função d e fin id a p o r / ( * ) = see x é o co n ju n to dos números reais. f ) cos = -1 .

g) P ara x € IR, sen2 (n - x) + cos2 x h) cos (cos x) > 0.

1.

2 80

TESTES DE VESTIBULARES

> 4.

(UnB-8Ô) Assinale as afirmações verdadeiras.
a) Se sen a cos a. > 0, então sen (7r + 2 a) < 0. b) A

cotg a existe se, e somente se, a cossec a existe.

c) Se 0 < a 7 e I sen a l = — , então T

1 2

a = —

T T 6

d) Sabendo que os gráficos abaixo representam as funções sen x e cos x , então os pontos assinalados correspondem aos valores de x tais que tg x = .

0

e) Existe um único v a lo r de a entre 0 e — ta l que sec

a - tg a — 1 = 0.

f ) O período da função cos x é menor do que o período da função cos x. g) N o triâ ng u lo retângulo de hipotenusa 1 000 m e um cateto igu a l a 350 m , o ângulo a oposto a este cateto é m enor do que 30°. h) cos -5 - rad < cos 1 rad.

2

2

É >f».

(U nB-87) Assinale as afirmações verdadeiras. a) O d om ínio da função y - tg ^ 2 x -

é {x G reais I x ^

K = 0, ± / , ± 2 , ...).

b) A função f( x ) = — cos (2ir - x ) é periódica de período 7r. c) Sendo tg x = d)

4

e

2 . .

temos que sen x = - —

5

e cotg x - 4 r-

3

2 sen x

=

1 - cos 2x -------- --------- ,

, para todo x real.

e) A equação sen x = 1 tem um a única solução real.

Transform ações
m,
(U .C .S A L V A D O R -9 2 ) Se cos x = y de cos (x - y ) é: e sen y = - y ~ , com 0 < x < y e ~

< y < ir, o valor

,
a) b}

3 J2 +
6

,

Í3 + 3 J l
C) 6 3

- - Í 3 - 3^2
’ 6

J3-3J2

d)

ã ~j

j

281

TESTES DE VESTIBULARES

97

(U N IC A P -8 7 ) Sabendo que x - y = 60°, assinale a a lternativa que corresponde ao v a lo r da expressão: (cos x + cos y + (sen x + sen y )2.

)2

a) 1

b) y

c) 2

d) 3

e) y

.(H (U.E.CE-92) Se sen S = - y - , sen 0 = a)
<ji>
1

fl< ( < y c) 4 lü

c fl < í < y , então tg (0 + 0) é igual a: d) 45 + 4 w

b) 45

(E AESP-FG V-80) Se a + jS = — , então (7 + tg a ) (7 + tg 0) é igual a:

4

a) 1 b) 2 MI1!

c) 2 tg a d) 2 tg /3

e) tg a • tg 0

(IT A -9 2 ) Sabendo-se que x c y são ângulos do p rim e iro quadrante tais que cos x = — então se a = x — y e T =

5

6

e c o s j' = — ,

4
5

I—-

1

+ tg a 2
2

2

+ 5^2

temos:

a) a está no ¥.° quadrante e T = — . b) a está no 1? quadrante e T = — .

c) ct está n o 1? quadrante e T = - j - +
2

d) a está no 4? quadrante e T = — ---------- .

J //
10

3

e) n.d.a. 101. (IT A -9 0 ) Sabendo-se que

6é um ângulo ta l que

2 sen

(6— 60°)

= cos (d + 60°), então tg d é um núm ero

da fo rm a a + b 41, onde: a) a e b são reais negativos. b ) a e b são inteiros. 102 c) a + b = 1 . d ) a e b são pares. e) a2 + b 2 = 1 .

(PUC-SP-80) Da trig on o m e tria vem a fó rm u la

tg (a + b) =

1 - atg+a ^tg ^b
d) 4 Í + 42

Se tg 45° ~ 1, então

tg 22,5° é igual a:

a)

1

- 42

b)

2

- 43

c )4 l~ l

e) 4 2 - 1

103. (U.MACK.-81) O valor da expressão y — I + tg 16° + tg 16° ■ tg 61° é: a) tg 45°
>114 11,4

b) tg 16°

c) tg 61°

d) tg 77°

e) tg 32°

„, c „ _ sen 40° cos 40° ._ n2 . . . , — , (U.E.CE-92) Se P = ------ — -------- —— entao P - / é igual a: sen 20° cos 20° a) sen2
20°

b) cos2

20°

c) tg2

20°

d) cotg 2

20°

105

(U.F.UBERLÂNDIA-80) sen 17° cos 13° + cos 17° sen 13° + cos 73“ cos 17° —sen 73“ sen 17° + tg 31° + tg 14° = 1 - tg 31° • tg 14° a) y b) y c) 0 d) -ie)

282

TESTES DE VESTIBULARES

106. (u .F.R.PE-87) Determine as afirmativas corretas. a) Existe x E u\ *
b)sen T = T

IR tal que sen x - 2
1

c) sen (x + y) = sen x cos y + sen y cos x, para todo x, y E d) sen x = sen(— x), para todo x E IR e) sen x = cos (ir/2 - x), para todo x E IR ® (VUNESP-SP-90) Pode-se afirmar que existem valores de x E rente de: a)
1

IR

IR para os quais cos4 x - sen4 x é dife­
e) cos 2 x

-

2 sen2x

c) - i- + — cos2 2 x d)
2 cos2x

b) cos2x —sen2x
H,H (U .F .G O -80) Se sen 0 =

-

1

6

então cos 26 vale:

■>t

«1
4

« 4
então cos 2 x vale:

•> *

Mw- (C E S G R A N R IO -88) Se sen x —

a) T

b> T

C)- T

d)- T

e)- T

1 l,K (PUC-SP-84) O valor de (cos2 1° + cos2 2° + ... + cos2 89°) - (sen2 1° + sen2 2° + ... + sen2 89°) é: a) - 1 b) 0 c) 1 l l ! ' (U .F .U B E R L Â N D IA -8 1 ) Sendo x um arco do p rim eiro quadrante e sen x = 0,3, o v a lo r sen 2x vale: a) 0,06 V91 b) 0,6 ^Í9Í c) 0,3 J 9 Í d) 0,03 ^91 e) - 0 ,0 6 J 9 Í d) 89 e) impossível de calcular sem uma tabela trigonom étrica

*,2- (FGV-85) Sendo x um arco do primeiro quadrante e sen x — a, a expressão 2 cos2 x + sen2 2x é igual a: a) 2(1 - 2a4)
b) - 2 ( - l + 2a2 - 2a4) 1* *

c) 2(1 - 2a2) + 4a J l - a
d) 4(1 - a2 - a4)

e) nenhuma das anteriores

(FG V-88) Se s e n x - cos x = 0,04, então co tg 2 x vale: a) - f b) f

2

02

f

d)

e) n.d.a.

1 ,4

(F A T E C -88) Se y = x a) 28 25

sen 2 x + cos 2 x , onde x £ tg x '
., 17 100 . 28 15

e sen x = - j - , 25 21

então y é igual a: . J_19_ 600

*

' (U .F .G O -8 4 ) Se x é a m edida de um ângulo com preendido entre 0° e 30°, o m a io r dentre os números sen x , cos x , s e n x, co s x e sen x • cos x è:

2

2

a) sen2 x b) cos2 x

c) sen x d) cos x

e) sen x ■ cos x

283

TESTES DE VESTIBULARES

itK

(U.C.SALVADOR-91) A imagem da função/ , de IR em IR, dada por f ( x ) = sen‘ 3x é: a) [-3, 31 b) [-1 , 1] c) [0, 3] d) [0, 1] e) [0, 1/3]

<'

(U.MACK.-82) Sc y — 3 f sen x ■cos x, a) 3 b) 13

0 < x < — , então o maior valor que y pode assumir é:
10

e) 4

UX. (U.F.GO-80)

O gráfico acima representa a função: a) f(x) = sen ( y
b) f(x) = sen x c) f(x) = sen x cos x 119. (IT A -8 0 ) Sobre a função f ( x ) = sen2 x, podemos a firm a r que: a) b) c) d) e) é um a função periódica de período 4ic. é um a função periódica de período ir. é uma função periódica de período ir. é um a função periódica onde o período pertence ao in terva lo aberto (x ; não é uma função periódica.

d) f(x) = cos 2 x e) f(x) =
2

sen x cos x

2

2ir).

120. (U .F .U B E R L Â N D IA -8 0 ) O período da função y — sen4 x + cos4 x vale:

b) T T 121. (FUVEST-84) Se cos

c) 3t /2 , então cos x vale:

d) tt/ 2

e) x /4

2

4

« 4 122. (FUVEST-80) O valor de (sen 22°30' + cos 22°30') é:

d) 4 -

TESTES DE VESTIBULARES

114 .

(PUC-SP-80) Considere a identidade cos 2a = cos2 a —sen2 a. Se cosx =
al 7 a) 1 0 « 2 b) T . 3 C) .,4 d) T

então | cos y
.1 8 e) -25

| vale:

£25. (FU VEST-89) A tangente do ângulo 2 x é dada em função da tangente de x pela seguinte fó rm u la :

t g 2 x = - ^ 2_ 1 - tg2 x
Calcule um va lo r aproxim ado da tangente do ângulo 2 2 °3 0 '. a) 0,22 b) 0,41 c) 0,50 d) 0,72 e) 1,00

826,. (IT A -8 2 ) A função / : a) constante. b) sobrejetora e ím par.

[ ; / ] definida p o r f ( x ) = ( i + tg x • tg -— j cos x é um a função:
c) in je to ra e ím par. d) in je to ra e par. e) sobrejetora e par.

0

127. (U .C .M G -8 2 ) Transform ando-se sen 40° + cos 10° em a) - y - sen 40° b) J3 sen 20° c) J ã cos 20°

p ro d u to obtém-se: d) -J2 sen 20° e) cos 49°

128 . (F .C .M .S T A .C A S A -8 0 ) C alculando o v a lo r da expressão:y tábuas, obtém-se: a) y = - i b) y = I c) y = y

^ ^

^ o — 2 sen 70°, sem emprego de

d) y = - y

e) n.d.a.

120. (ITA-89) Se tg (2/1) = J, então tg ^ y a) -4 0 /2 1 b) - 2
E =

+ A j - tg c) 5

- A J é igual a: d) 8 e) 10

130. (U.MACK.-82) O valor de
a) - 2 < E ^ - 1 b) —1 < E < — y
131 .

sen ( 175° + 3 x +

y)

- cos (535° — 3 x — y ) é tal que:
e ) y < E ^ l

C ) - y ^ E < y d) y < E < y

(U.F.UBERLÂNDIA-80) Se x cos a + y sen a = sen 2a x sen a —y cos a = — cos 2 a Então x ■y = a) ~ cos 2 a b) cos 2 a c) sen a + cos a d) sen 2 a e) sen a

Identidades
132 (U .F .P A -8 5 ) Q ual das expressões abaixo é idêntica a

cotg x ■sen x
d) cossec x e) cotg x
285

a) sen x

b) cos x

c) tg x

TESTES DE VESTIBULARES

133 (V U N E S P-85) A expressão — — -------- , com sen 0

1 — sen 6

1, é igu a l a:
d) 1 e) sen see

a) sen.0

b) sen $ + 1

c) tg

6 cos 6

0

*

(U .F .R N -8 4) A expressão (sec x — tg x) (see x + tg x ) é equivalente a: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 onde e) 2

135. (U .E .L O N D R IN A -8 4 ) A expressão sen
a) see

6* tg $,

6^

+ k • ir e k ÇL7L, é equivalente a:

6

b) 2 • cos

6
~ j,

c) sen 26

d)

c° ^ ^

e) 1

LU», ( u . f . r s - 8 4 ) Para to d o a) - 1 b) 0

o valor de (tg x + 1) (sen x - 1) é:
c) 1 d) cos2 a (cos x + sen x e) —sec2 a

2

2

***' (U .F .U B E R L Â N D IA -8 2 ) O va lo r de A', para o qual
representa um a identidade, é: a) b) c) d) e) m enor do que — . m a io r do que e m enor do que zero. m a io r do que zero e menor do que . m a io r do que . não existe K G IR que satisfaz ta l condição.

)2 +

K ■ sen x • cos x ~ 1 = 0

1 — 1 1

1

138. (C O VEST-89) Assinale as alternativas corretas. A expressão cos x é igual a: a) ~ ~ (1 - cos 2x) d) 1 — sen2 x

2

b) ~

(1 — sen 2x)

e) - i - (1 + sen 2x)

c)

(1 + cos 2x)

139. (U .F .P A -8 4 ) A expressão mais simples de a) sec 2a b) see2 a

^ Cqs 2a

^ e) tg 2a

c) sen2 a d) cotg2 a então y é igual a: c) - 2 sen x cos x

(U .E .C E -81) Se y = sen { i x + - j - j , a) cos 2x b) sen 2x

d) sen x cos x

1 4 (U .F .P R -80) Q ualquer que seja o va lo r de x , (sen x + cos x a) sen 2x b) 2 sen x c) 2 sen2 x - 1 d) 2 cos2 x — 1

)2 -

1 é igual a:
e) —- sen x cos x

142. ((J.e .C E -8 0) Sejam a, b, c £ IR tais que a + b c o s x + c c o s 2 x — 0 para todo x G [—ir; ir ]. Então podemos a firm a r que: a) a + c = b + 1 b )a = b + c c) abc = 1 d )a + b = c + l

TESTES DE VESTIBULARES

143. (U . M A C K .-81) A expressão loga sen x + log ser escrita como: a> lo 8a ^-se” ^ j

a (1 2

sen x) com 0 < a ^ 1 e 0 < x < ~

2

pode

c) loga (sen x)

b) loga [ Se” X \

d) log (sen2 x)

544. (U .F.SE-84) A expressão ------- 1

/T co T- c

oa\

A

-

sen

(t +x)1

' COS 2 w —

(---------- — x)
..

. . . e equivalente a:

,

see 4 tt ' tg —— 4
v ~ ,, a) 2 • sen 2x ,v ,, b) 2 • see 3x , sen 2x c) ----------cos 2x d) ----------— x sen 2x e) — ----- ------

Equações
145 o (C E S G R A N R IO -88) Sendo k
a)
6

1Z., as soluções da equação sen ( x + — j = 1 são da fo rm a :

(”

t)

+ 2kír

b) - f - + kTr
6

c) —

+ 2kx

d)

k ír

e) -

kir
3

146. (C E S G R A N R IO -90) O núm ero de raízes reais da equação — a) 0 b) 1 c) 2

+ cos x — 0 é: d) 3 e) m a io r do que 3

847, (PUC-SP-80) A igualdade sen irx = 0 é verdadeira se e somente se x é: a) real. b) in te iro . c) complexo. d) racional. e) irracio na l.

148. (C E S G R A N R IO -80) O menor zero positivo da função cos jc — ------

a)

2w

3
2

b)

5 ir 6

7

c)

'3
2

d)
' 2

e) —-

149. (U .C .M G -8 1 ) A solução geral da equação cos x = 1, onde k é um núm ero in te iro qualquer, é:
x = — + 2k-7r — b) x = (2k + 1) c) x = k x d) x = e) x = ir + 4 k r

tt

k-jr

ISO (C E S G R A N R IO -88) O arco x é medido em radianos. Então, a soma das duas menores raízes positivas

' . ____
4 tt

2

_ _

/

a)

5

b) 7r

'

c)

2 ir

3

d)

3ir
' 2

5ir

I 5 I, (F .S A N T A N A -8 3 ) U m a das soluções da equação

sen 3 x = sen x é:

a) - —

\

7 T

«v

b> _ ——

3lT

c) —

\

T T

d) —

5 T

287

TESTES DE VESTIBULARES

*52. (U.C.PR-82) O conjunto de todas as soluções da equação 4 cossec x + 2 sen x = 9, sendo A qualquer r número inteiro, é: a) x = k x + ( - l ) k ~ ~ b) x =
2 kx

±

6

c) x = kx + ( - l ) k -jjo

d) x =

2 kx

± y

e) x = kx + (~ l)k - 7 4 ■ (U .F .R .P E -87 ) In dique entre as alternativas abaixo o co n ju n to solução da equação 2 sen x cos x =

a) jkx + -J-; k G z j

U jkx +

k G zj k G Z|

b) jk x + -g-; k G z j U j(2k + 1) y

c) [kx; k G Z ] d) | 2 k i - -Í-; k G z j U j(2 k + e ) [ k f + (-D k - f ;
k G zj
1)

y

+

k G zj

154. (U .F .R .P E -90 ) Seja S o co n ju n to solução da equação trig on o m é trica cos x — sen 2x - 0 In d iq u e as afirmações verdadeiras e as afirm ações falsas:

a) S = (2kx; k G Z ) U j y b) S = j( 2 k + c) S = j( 2 k +
1)

+ 2kx; k G z j + 2 kx; k G z j

y -; k G z j U j y ± k G zj

1)

d) Se x G S, então x + ir G S.

e) S = j(2k + 1) -J-; k G z j U j - y - + 2kx; k G z j U j y T5S. (FGV-81) A solução da equação tg x = sen 2x é: a) S = jx = y + kx I k G z j + -y
- 1k G

+ 2kx; k G Z

b) S = jx = - y - I k G z j U jx = y c) S = jx = kx I k G Z}

zj

d) S = (x = kx I k G Z ] U jx = (2k + 1) ~ e) S = jx = - y - I k G z j U jx = y

Ik G zj

+ kx I k G z j

288

TESTES DE VESTIBULARES

iJ 6 .

(C O V E S T-U .F .P E -U .F.R .P E - 88) Seja S o conjunto solução da equação trigonom étrica cos 2 x — 2sen x = I. A ssinale, nos itens abaixo, as afirm ações verdadeiras e as afirm ações falsas: a) S = (2 kx I k Ê Z ] b) S = [kTr I k £ ZJ U j 2 k T - - j -1 k G c) S = fk x 1 k £ Z j U |(2 k + 1) tt + d) S = |2 k ir + - y - 1 k £ z j e) S = [k ir I k £ Z )

zj
Ik £ z j

ií»'/

(CESESP-86) Assinale a alternativa abaixo que corresponde ao c o nju n to solução da equação

* l __ * ---------------------- f - ---------------------- ----------—
/ + sen x

1 — sen x
kx,

.
d) 0 e) (x G IR : x ^ 2 k x + x /2 , k G Z ]

cos x

a) (x G IR : x 5^ x / 2 + k x , k G 2 ] b ) (x G IR : x = x / 2 + k x , k G 7Z] c) (x G IR : x 158. kG Z ]

(FU VEST-87) O co n ju n to solução da equação sen 2x 0 0 cos 3x cos x sen x sen 4x sen x cos x é:

= 0

ÍSV. . (U nB-88) Assinale as afirmações verdadeiras.

. — sen x , * a )2, to d o c ) ------------------ = (see x — tg x ) , para todo x onde a expressão está definida.

1 1+

-.2

sen x

d ) Os valores reais de x tais que sen x + cos x = 1 são x = K

K G 7Z-.

e) I sen

1^

1/2

para todo núm ero real x.

160,

(U .F .R .P E -91 ) Seja S o c o n ju n to solução da equação ^ 3 sen x + cos x = 2. In dique as proposições verdadeiras.

289

TESTES DE VESTIBULARES

I6i. (U.F.RS-84) O conjunto solução da equação sen x + cos x = 0 é:
jk x jk x
X

T ’

i £ zj

C)|

j2k x + i L

k £ zj k £ Zj

k £ zj

d ) | j2k x - ^ ;

U il. (U .F.RS-82) O co nju n to solução da equação sen x + cos x = 1 é:
a) |2 k ir - - y I k £ z j d) j k x ± - j - 1 k £ TL

b) j k x + ( - l ) k - y I k £ z j

e) fk x I k £ Z ]

c) jk - f 1 k £ Z

16.3. (C E S G R A N R IO -87) Se x sen x + cos x — é:

2

é um

arco

(m edido em radianos), então o núm ero de soluções de d) 3 e) m a io r do que 3

a) 0

b) 1

c) 2

164. (FU VE S T-85) Sendo a um a solução da equação tg

3a

= c o s a — sen a , o v a lo r de tg a é:
d) , / ! + 1 e) Í 2 + 3

2

2

2

a) J2 — 1

b) Í 2 + 1

c) Í 3 - 1

IfcS. (U .E .C E -9 1) Se sen (e + - Ç j + cos (f) + - y j = 1 + cos (26), 0 <
é igual a: 13 a) - y 19 b) - f -

6<

- y , .então tg 2 ( + see

6

c )5

d) 7

866

(U .F.RS-83) Se tg

4

7 r

então cos 3 x é:

a) I

c) ^

0

« A
1C7 ^ (IT A -8 9 ) Os valores de a , 0 < a < 7r e ,
- y -, para os quais a função / : IR -*■ IR dada por

f(x) - 4x2 - 4x - tg2 oc assume seu va lo r m ínim o igual a —4, são: 37T 4 27 T e~ d)

ir

0 b ) f

2?r 7 C ~1~ 3tt e~ r

e)

2 tt
~

2ir
e_r (PUC-SP-81) Quantas soluções possui o sistema a) 0 b) 1 c) 2 d) 3

Í 2x - k y = 0 ?
( y = sen x e) in fin ita s

290

TESTES DE VESTIBULARES

(U.MACK.-80) Sejam x e y dois ângulos agudos que representam uma solução do sistema:
f 3 sen2 x + 2 sen2 y = 1 (3 sen 2x — 2 sen 2y = 0 E ntão x + 2y é igual a: a) are cos

rs

b)

3 7T

V 2T T c) —

d)

(IT A -8 3 ) Dados A , B e C ângulos internos de um triâ n g u lo , tais que

2B + C

ir e or €:

4 tt

5 tt

T~’

3

u

5 tt

2ir),

o sistema <x— C
2 ar — C

sen A + sen B = sen

—cos A + cos B = cos adm ite com o solução: a) A =
tt

-

a 2 r 2 B = — — —- 7 e C - — T 2 3 3 e C = 0

c) A

27T

3

, B = — 2

e C = — —— 3 2

J\ » ^ T e * ® ^ T d) A = 7T---- ® —, n = —- T a r C = — — — T B — 2 3 2 3 e) A = 7T, B = ~

2

e C =

2

^ ( I T A - 8 8 ) Seja a equação sen x cos x - sen x cos x = - í — onde m é um núm ero real não nulo.

3

3

m

Podemos a firm a r que: a) A equação adm ite solução qualquer que seja m, m ^ 0. b) Se \m \ < 4 esta equação não apresenta solução real. c) Se m > I esta solução não apresenta solução real. d) Se \m \ > 2 esta equação sempre apresenta solução real. e) Se m < 4 esta equação não apresenta solução real.

Inequações
^ ’ (U .C .P R -82 ) Para ser verdadeira a desigualdade t g d - see d < 0, a) ao 1? quadrante. b) ao 2? quadrante. c) ao 4? quadrante. d) ao 2? ou 4? quadrantes. e) ao 3? ou 4? quadrantes.

6deve ser um arco pertencente apenas:

291

TESTES DE VESTIBULARES

173- (U NESP-91) O co nju n to solução de \co s x \ <
N 7T „ ^ 2t 47F _ 57T a) —- < x < — — ou — — < x < —— 3 3 3 3

para 0 < x < 2 n , é d e fin id o p or:

,, 7 ^ T ^ 5T -7 7 ir ^ 117 T b) — < x < — - ou — — — < x < —— 6 6 6 6 .7 r ^ 2 tt 47r ^ 5 tt c) — < X < — —- e — — < X < — — 3 3 3 3 ix 7" 1 5?r d) — < x < — - e
6 6

77r
o

^ ^ 117T < x < — —
6

v 7 _ T ^ 2x 47T „ 117 T e) — < x < — — ou — — < x < — - — 6 3 3 6 174- (U .F.RS-81) O conju n to dos valores reais de a, para os quais a equação x na variável x , admite duas raízes reais e distintas, é: a) [ - 4 , 4] b) ( -1 , 1] c) (0) d) IR

2— 4 x se n (a) 6<

4 co s (a) = 0,

2

e) 0

175. (F .C .M .S T A .C A S A -8 2 ) A equação x se, e somente se:

2+
2

J 2 x + cos d = 0, com 0 <

ir, não adm ite raízes reais

a)

0

<

0

< —
3
e < f

c) — < e < T T

e) — < 6 < —
64

b f >
a) 0

<

176. (U .M A C K .-8 1 ) Em IR, o c o n ju n to solução da inequação x b) [ - 1 ; 1] c) [0; 1]

22

2 sen x + 4 ^ 0 é:
d) IR e) [ - 1 ; 0]

177. (IT A -9 0 ) O co n ju n to das soluções reais da equação I in (sen x )\ = in (sen x) é dado p or: a) x G IR : x =
y

2

+ k7r, k G Z

b ) jx E IR : x = 7r + k — , k G 2

c) (x E d) [x E e) (x E

IR : x

= 2k7r, k E Z j x < lj

IR : - U IR : x

^ 0}

178. (U .F .B A -9 1 ) In dique a proposição ou proposições verdadeiras sobre funções trigonom étricas. a) tg x + cotg x = cotg x • see2 x. b ) Se cos ( t — a ) = então sen (a — —— .

2 j

4

c) O d om ínio da função f ( x ) — -J(sen Sx) é o co nju n to

J* E R ; 2kiç ^ x ^ 2kir + -j-[.

d ) A imagem da função f ( x ) = — + cos \ x — — I é o in terva lo [—1, J\. 2

(x “ t ) éoin

e) O período da função f(x ) = tg (5x + 3-n;) é — .

292

TESTES DE VESTIBULARES

Funções circulares inversas
x-1

379. (U .F .G O -8 0 ) O conjunto de todos os valores de

para que y = arc j

seja possível, é:

a) jx £ IR I x ^
b ) (x Ê IR I x 0)

c) jx £ IR I x .?í 0 e —1 < x < 1} d ) (x £ IR I - 1 < x < 1)

e) jx € IR I x $ - - i - ou x ^ —

(

2

2 é o co n ju n to dos valores
e) 2 s; x < 3 onde

ISO. (U .F.P R -82) O d om ínio da função d e fin id a por / ( x) = jarc sen (log3 x ) de x tais que: a ) l < x ^ 2 b ) 2 iíx < 4 e) 1 x 3

d) 3 < x < 4

181. (U .F.P E -85) Assinale a única alternativa que representa o va lo r de

sen a + ^ 01— C0S

sec a + cotg a

a = arc sen |

com

0<

a < v/ :

2

a) 2 (7 - 3 V2)/3I b) 2 (7 + 3 V2)/31

c) 2 (7 - 3 j2 )/3 0 d) (3 J2 + 7) • 31

e)

1

182. (ITA-91) Se a E IR com a > 0 e arc sen ^ ^ a + l arc sen a + •1
a + 1

está no primeiro quadrante, então o valor de

+ are tg

2-J ã
e) n.d.a.

1

2V ã
a /ã 3a + 1

c)

2a -/a 3a + 1 2a 3a + 1

d)

183. (U.MACK.-80) O valor de tg ^5 arc tg a)
0

~ arc sen c) - I

P °de

ser dado por: e)
1 /2

b)

1

d) -

1 /2

184. (ITA-83) A solução da equação arc tg x + arc tg — = ~ x + 1 4 rentes de - 1 é: a)
1
b)

definida no conjunto dos reais dife-

c) T e 1
11

d)

2

e)

2

e

1

«85. (U.MACK.-82) O conjunto imagem da função definida por y = cos (arc tg x) é: a) 1- 1 ; 0 [ b) ]0 ; c) [0 ; 1 [ d) ]0 ; 1 [ e) [0 ; 1]

293

TESTES DE VESTIBULARES

(U.F.BA-92) Considerando-se as funções reais / e g definidas pelas sentenças fix ) = sen2 (x~-^Ç^
g(x) = cos
a) / e — ~ j"j» pode-se a firm a r:

8 são funções pares.
fo r +

b) g cresce em intervalos da fo rm a c) O período de / é tt.

L

4

kir + -^ 7 - L k G 7 L .

4 J

d ) Se h (x ) = arc sen x , então (h o g )(x ) = 2x. e) 2 f(x ) + g(x) = l (U .M A C K .-80) Considerando-se as afirmações abaixo, assinale a alternativa correta. I ) To d a função b ije to ra é um a função ím par. II ) To d a função par é b ije to ra . I l l ) A função de IR em IR, d e fin id a p o r f ( x ) = ax + b, com ab IV ) A função de [—1; / ] a) b) c) d) e) São São São São São verdadeiras verdadeiras verdadeiras verdadeiras verdadeiras as as as as as em

0 , não é par, nem ím par.

, defin id a p o r f i x ) 5 arc sen x, é ím par. * I e II. I e III. I I e IV . I I I e IV . I e IV .

afirmações afirmações afirmações afirm ações afirmações

Resolução de equações e inequações em intervalos determinados
(C E S G R A N R IO -89) A soma das raízes da equação s e n 2 x = vale: a) 2 tt b) 3tt c) 4x d) 5-jr e) contidas no interva lo fechado [0, 2 t ],

6ir

(89. (U N IC A P -8 7 ) O núm ero de soluções da equação sen (2x) = —y a) 2 b) 4 c) 6

no interva lo fechado [0, 5?r] é: e) 3

d) 8

190- (U .E .B A -8 4 ) O núm ero de soluções da equação cos 3 x = — a) 1 b) 2 c) 3

n o interva lo [—ir; tt], é: d) 4
t ^

e) 5 e se cos ( ç y + x j = - j- ,

*91. (U .C .S A L V A D O R -9 1 ) Se a m e d id a .* de um arco é ta l que então x é igual a: . lit a) — 57t b) — . 47t c) —

x <

177T d) —

. 3ir e) —

192. (U .F .C E -9 2 ) Se S é a soma das raízes da equação sen2x + se n x = 0, onde 0 < x < 2it, então o valor . 5S . . , de ------ e igual a:
7r

a) 12 294

b) 14

c) 15

d) 18

e) 20

TESTES DE VESTIBULARES

193. (CESGRANRIO-81) Se sen 2x = sen x e 0 < x < x, então x é:
v x >T iv x v x c) T jv x v

2x
, e:

b) T

d) T

e) I "

194. (U .C .M G -8 1 ) A soma das raízes da equação sen I x + sen 5 x = 0, para x E

a)

tt

b) 2 t r

c) y

d) - y -

e) - y -

295. (C ESG R ANR IO -84) A soma das raízes de cos x + cos x = 0, que pertencem ao intervalo 0 ^ x ^ 2 x , é: a) 4tr b) 3 t c) - y d) 2 v e) tt

2

(F A T E C -88) Se A é o co n ju n to das raízes reais da equação 4 (cos x + / ) cos x = 5, onde 0 < x < x, então: a) A 5' ] d) A = j-g -j

t i ’
b) A =

e) A = | f !

c) A =

[ i ’
1 + tg x , 0 < x < x , é:
d) 5 x /4

Í 97 . (U .E .C E -9 1) A soma das raízes da equação sec x a) x /4 b) x / 2

c) 3 x /4

198. (PUC-RS-82) Se sen x - cos x — 0 e x < x < a) 5 x /4 b) 6 x /5 c) 7x /6

então o v a lo r de x é: d) 8 x /7 e) 9 x /8

59< (F .M .A B C -8 0 ) O núm ero de raízes da equação tg x - sen x = 0, 0 < x < 2n , é: >
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) m a io r que 3 [0 o 360°[ é: ;

2

2

200. (U .F .P A -8 4 ) O c o n ju n to solução de cossec x = cotg x + 2 sen x no interva lo ' a) (30°, 210°, 150°, 330°) b) (0o, 120°, 240°, 300o] c) [120°, 240o] d) (210°, 150°} e) [30°, 150o] j,

? ? (C E S G R A N R IO -82 ) Se 0 ^ x < x , as raízes da equação cos x - sen ( x - x ) = —
\ a) e x i \ 3x b) — e —— 4 4 Va c) 0 e x jx d)
tt

1

são:

3

6

5x e— 6

\ x e) —- e x 2

202- (U .E .C E -8 0) O núm ero de soluções da equação cos 3 x cos x + sen 3 x sen x — 1 para valores de x no interva lo [ ; 2 x ] é:

0

a) 8

b) 1

c) 2

d) 4

e) nenhum desses

203

(FG V-88) A soma das raízes da equação 2 co s x + cos 2 x — 0 no interva lo [0, x ] é: a) 0 b) y c) T T d) e) 2ir

2

295

TESTES DE VESTIBULARES

20‘?

(IT A -8 8 ) A respeito da solução da equação sen x + yfs cos x = 2, 0 ^ x < 2 tt podemos a firm a r que: a) b) c) d) e) Existe apenas Existe apenas Existe apenas Existe apenas Existem duas um a solução n o p rim e iro quadrante. um a solução no segundo quadrante. uma solução no terceiro quadrante. uma solução n o q u a rto quadrante. soluções no interva lo 0 ^ x < 2ir.

205L

2 I sen x
a) 1

(U .M A C K .-8 0 ) Para 0 ^ x < 2-k, o núm ero de soluções reais distintas da equação - 5 I sen x \ + 2 = 0 é:

\2

b) 2

c) 4

d) 6

e) 8 no in terva lo fechado

Hüv..

(C E S G R A N R IO -83) A soma das raízes reais da equação \sen x \ • cos x = - y ,

[,

0 2*],

é:

a) 0

b) - 1

c)

d)

e) 2 t

207.

(F .C .M .S T A .C A S A -8 1 ) Se x E [0; 2ir], a soma dos valores de x que satisfazem a equação
j sen

(ç— + x j | + I cos (* - x ) I =
0

1,

é:

a)

c)

2t

d) 4 t e) impossível de ser determinada 208. (U.MACK.-80) Com relação à equação
1
_

1

_

1

_

1

_

1

_

1

_

_3

sen2 x podemos afirmar que:

cos2 x

tg2 x

cotg2 x

see2 x

cossec2 x

a) existe uma única solução no intervalo b) existem duas soluções no intervalo

|o; -y-J.

|o;

c) existem três soluções no intervalo [0 ; *]. d) não apresenta solução real. e) existem infinitas soluções no intervalo [0 ; 2 ir]. 209. (UnB-89) Assinale as afirmações verdadeiras. a) Se sen x * 0, então 1 + (cotg x)2 = (see x)2. b) Para 0 <*x < t / 2 , se tg x = 5, então cos x = /
ilO

c) No terceiro quadrante todas as funções trigonométricas são negativas. .> 3T C T T d) cos — = sen — . e) No intervalo 0 < x < tt/2, a equação sen 2x - cos x = 0 não admite solução. 296

TESTES DE VESTIBULARES

(IT A -9 1 ) Sejam a e b constantes reais positivas. Para que a equação c o s x + (a — ) co s x ~ (a + b) cos x + b = tenha duas raízes reais distintas no intervalo

3

1

2

0

devemos ter: a) 0 < b ^ a - 1 b ) 0 < b < a + l iü_ (IT A -9 2 ) Seja a = va lo c ) a < b < a + 2 + 2 e) n.d.a.

d ) a + l < b ^ a

1
2

log -. O co nju n to solução da desigualdade log 2 — log 3

2

2st

[;
0,

0 2-ir)

3 7ir

é:

u
U

.3

)

0,

47r

5 tr

■ 27T »
2x) /

e) n.d.a.

b)

f— •

0,


6

U

X .6

1 >. (IT A -8 8 ) Sobre a equação tg x + cotg x — 2 sen a) Apresenta um a raiz n o interva lo 0 < x < ~ .

6 x

podemos a firm a r que:

4

b) Apresenta duas raízes no interva lo 0 < x <

c) Apresenta um a raiz n o interva lo —

< x < tt.

d) Apresenta um a raiz no interva lo 7r < x < ~ j~ è) N ão apresenta raízes reais. (U .F .V IÇ O S A -8 9) Considere o intervalo real 0 < x < 2 ir. O co nju n to solução--da inequação sen x c o s x > 0 é : a) ( O . y j U (x, 2x) b) ( 0 , ^ ! U L d) x ) U ' 3T , 2 *

e) (0, 7 U ( tt, 2 t r) r)

c)

( f ' ' ) “ ( '■ " )
57T
C)

•34- (U.FORTALEZA-81) O d om ín io real da função f ( x ) = -U^sen x — 1 para 0 ^ x < 2ir é: 0 < X < 7T

*5 (U.E.LONDRINA-84) A inequação se/z — ^

, onde 0 < x < 27t, é verdadeira se, e somente se:

TESTES DE VESTIBULARES

2*6- (U .F.G O -83) No intervalo 0 < x < 2ir, a inequação (sen x + cos x)2 < 1 tem solução, se: a)
0

< x < —
2

ou tt < x < •

3ir

2
2x

d)

0

< x <

2

b) — < x < 7r ou
2
C) 0 <

2

< x <
<

e) 7 < x < T

3x

X

<

2

OU

2

X

<

2 7T

(U.MACK.-80) Em 0 ^ x ^ 2ir, a expressão y = a) v > 0 somente se 0 < x < — —
2

J&.x. cos x + cotg x

£ tal que:
t t

d) y < 0 somente se e) n.d.a.

< x < 3•

b)

< 0 se * ^ k — (£ E Z ) k - y (k E Z )

c) .)> > 0 se x

(ITA-83) Dado o polinômio P definido por P(x) = sen 6 - (tg Q)x + (see2 6)x2, os valores de 6 no in­ tervalo [0; 2ir\ tais que P admita somente raízes reais são:

b) — 2

< 9 < T T

OU

T < 6 < T

2

e ) | « í< 3 f

c) -K ^ e o - — - ou

< e

219. (U.MACK.-80) Em

0

^ <
X

2 t i,

o conjunto solução do sistema

ic o s2 X < — tg 2x < 0

a)

0

d ) jx £

IR I - y

- < X< T

b) jx G IR í - j - < x < - j c) |x G IR I - y ^ x < 220. (ITA-80) N o intervalo (loge k)senx > n a) para todo k > e b) para todo k > 2
t t

e) n.d.a.

< x < 2n, quais são os valores de k que satisfazem a inequação c) para todo k >
1

d) para todo

1

e) para todo < k < e

0

< k < e

Trigonometria em triângulos quaisquer
221. (PUC-SR-82) Os ângulos de um triângulo medem x, 2x e 3x. O menor dos lados mede 5. Quanto mede o lado maior? a) 5 ^3 b) 10 c) 10 B d) 15 e) 15 B

298

TESTES DE VESTIBULARES

2.22, (U .F.R S-83) N a fig u ra , A B = 3 e BC = 2.
A cossec. a é:

a)

2

4

b) J l c) -J3 d)

2

e) 3

Zz3 ,

(U.F.RS-82) N a figura, a - - í - radianos, 0 =

6

12

radianos e A C mede 15 4 2 . A distância de B a C c: a) 10 b ) 10 J ó c) 15 d) 15 -12 e) 15 J í

224.

(U .E .R J-9 2) U m triâ ng u lo tem lados 3, 7 e S. U m dos seus ângulos é igual a: a) 30° b) 45° c) 60° d) 90° e) 120°

225.

(PUC-RS-82) O va lo r de x no triâ n g u lo ao lado é: a) 5 42

b) 5 J3
c) 5 J s d) 5 -Jl e) 5 JlÕ

226.

(U .E .B A -8 4 ) U m triâ ng u lo A B C é ta l que A B = A C = 4. Se  = 120°, a m edida do lado B C é: a) 3 i/3 b) 4 J 3 c) 5 Í3 d) 6 e) 8 V I

227.

(C E S G R AN R IO -83) Para traçar uma circunferên­ cia de 40ircm de com prim ento usa-se um compas­ so com pernas de cm cada. O ângulo cv de aber­ tu ra do compasso deve ser:

20

a) 75° b ) 60° c) 55°

d) 50° e) 45“

299

TESTES DE VESTIBULARES

(IT A -8 2 ) N um triâ ng u lo isosceles, o perím etro mede 64 m z os ângulos adjacentes são iguais ao 7 arc cos Então a área do triâ n g u lo é de:

25

a) 168 m

b) 192 m 2

c) 84 m

d) 96 m2

e) 157 tn2

(FU VEST-83) N um triâ ng u lo A B C , BD e C E são alturas, BD = C E e o ângulo  = 40°. O ângulo

C BD vale:
a) 10° b) 15° c) 20° d) 25° e) 30°

(U .F.P R -80) Qual das afirmações abaixo não é correta? a) A função see x é crescente no intervalo

0;

b) A função tg x é crescente em qualquer p on to x. c) Perím etro de um polígono é a soma das medidas de seus lados. d) Em um triângulo qualquer, de vértices A , B e C e lados a, b e c,

sen A

sen B

sen C

2M .. (U .F.RS-81) Na fig u ra , A e B são vistos de C sob
um ângulo de radianos. Se

A C = 80

e A * - ------------- U.

B C = 100 , então A B é a ra iz quadrada de:
a) b) c) d) e) 32 400 24 400 16 400 8 400 400

-

M í.

(U .F.R S-84) A fig ura representa a tra je tó ria A B C de um helicóptero que percorreu 12 k m em A B , 14 k m em B C , paralelamente ao solo, ficando dis­ tante 20 k m de A . O cosseno da inclinação a é: a) 1/2 b) Í 2 / 2 c) i i / 2 d) 59/70 e) 113/140

?J.s. (U .F.SE-84) N um triâ ng u lo qualquer A B C , tem-se que a m edida do ângulo de vértice A é 60°, A B = 4 e B C = 2 ió . Então, A C é igual a:
a) 2 + 2 >Í3 b) 2 ,Í3 - 2 d) \ 3 e) 2

cH 3 + 300

1

TESTES DE VESTIBULARES

(IT A -8 5 ) N um triâ ng u lo A B C considere conhecidos os ângulos B Â C e C BA e a m edida d do lado A B . Nestas condições, a área S deste triâ ng u lo é dada pela relação: a) S = d) S =

h < d 2 sen BAC
2 cos (B A C + C B A ) d 2 (sen B Â C ) (sen C B A ) 2 cos (B Â C + C B A )

2 sen (B A C + C B A ) d2 (sen B Â C ) (sen C B A ) 2 sen (B Â C + C B A ) d2 sen C BA 2' sen (B Â C + C B A )

b) S =

e) S =

c) S =

(U .F.PE-83) Na figura ao lado, conhecemos os va­ lores dos ângulos a , e y e a distância d do ponto P a o p on to B. Assinale a a lternativa que dá o valor da distância do ponto A ao ponto Q. a) d sen b) d sen c) sen d) sen e) sen
(7 (7 (7 (7 (7

+ a)/sen — a)/sen
7 7

(7 (7

- /3) + a)

+ a)/sen + /3)/sen + a)/se n

(/3+

a)

236. (IT A -8 8 ) A pergunta “ Existe x real ta l que os números e x, 1 + e x, l - e x são as tangentes dos ângulos internos de um triâ ng u lo? ” adm ite a seguinte resposta: a) Não existe x real nestas condições. b) T o d o x real, x ^ / , satisfaz estas condições. c) To d o x real, x ^ - / , satisfaz estas condições. d) To d o x real, - ! < x < I, satisfaz estas condições. e) Apenas x in te iro par satisfaz estas condições.

301

Respostas dos Testes
L 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. li. 12. 13. 14. 15. (6. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38, 39. 40, b d d a e b d a b a d a c b d b b e c b c c c b c c e a e c d d a b b a e d d e 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. 77. 78. 79. 80. a c d b d d a c e c a c b c b b e e a d e b a b e c a b a b d e a e d. c c a c b 81. 8283. 84. 85. 86. 87. 88. 89. 90. 91. 92. 93. 94. 95. 96. 97. 98. 99. 100. 101. 102. 103. 104. 105. 106107. 108. 109. 110. 1M. 112. 113. 114. 115. 11 » <. 117. 118. 119. 120. b b b d c c d c b b a d a, a, b, a d a b e b e c c e b, c e c b a a a e d d d e c d d 12! 122. c 123. b 124. d 125. b 126. a 127. c 128. b 129. e 130. c 131. d 132. b 133. b 134. d 135. a 136. a 137. a 138. c 139. b 140. a 141. a 142. b 143. a 144. c 145. a 146. a 147. b 148. e 149. c 150. b 151. b 152. c 153. a 154. e 155. d 156. b 157. d Í58. e 159. a, c 160. e 161. 162. 163. 164. 165. 166. 167. 168. 169. 170. 171. 172. 173. 174. 175. 176. 177. 178. 179. 180 181. 182. 183. 184. 185. 186. 187. 188. 189. 190. 191. 192. 193. 194. 195. 196. 197. 198. 199. 200. a c a a d e c d e a b e a d a d a a, e a c a c c b b b, c, d, e d b c d a c c a b e d a c c 201. d 202. e 203. c 204. a 205. c 206. e 207. d 208. a 209. b, 210. b 211. d 212. e 213. b 214. a 215. c 216. b 217. c 2.18. c 219 e 220. d 221. b 222. e 223. c 224. c 225. d 226. b 227. b 228. a 229. c 230. b 231. b 232. e 233. a 234. b 235. e 236. a

b, g. h b, f, h c, d

c, e

302

TESTES
SEQÜÊNCIAS
TD.1 (PUC-76) A definição por recorrência fa i = a ■p-i + r sendo a E IR a) (5, 4, 7, 9, 3, 16. ...) c) (4, 9, 14, 19, 24, ...) e) (1
1_ 2

com p E fcJ* pode d e fin ir uma seqüência do tip o b) (2, 4, 8 , 16, 32, ...) d) (4, 7, 13, 25, ...)

TD .2

(PUC-76) Se an

( - 1 )' 4 5'

n+ 1

com n E M *, então a seqüência definida é dada por

a) (. , 1 1 1 1

« , i . f. f. f . - .
. d) (4' 5 ...)

C’ 1 2 ' *) (

3 ’ 4' 3 4' 4 5'

5, ...)

TD .3

(FFC LU SP-69) Considere a seqüência ( a j, a j, 83, ..., an an = ( -1 ) ° • n • sen — . Qual das alternativas é verdadeira? n a) o lim ite da sucessão (an) é -1 b) o lim ite da sucessão (an) é 1 c) a sucessão (an ) não converge e nem diverge d) a sucessão (an) diverge para + 00; e) nenhuma das respostas anteriores é verdadeira

...) cujo term o geral é

T D .4

(CESCEM-72) A sucessão + 1; a - 1; . «an+ l ' •••
1

—; a 2

1

9'

2n

3n

a) oscilante c) estritam ente crescente e) divergente

b) convergente para a d) estritam ente decrescente

T D .5

(FE 1-71) D entre as seqüências ( x j, x 2 , — # x n* xn = - 1 [( é:

abaixo, uma delas tem o têrm o geral:

a) 0, 0 , 0, 0, ... cl V i , V i + 1, V i + 2, y / l + 3, ... e) 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, ... T D .6 (CESC EA-73) A seqüência

b) V i . - V i . V i . - V i . ... d) 1 V i v J_ 1 ■ J_

5 * 5 V i * 25 * ° v Y n -i = 2 n, para n > 2.

W n)n > 1 é tal que y n -

Sabendo-se que V i = -1 , então, o te rm o y ^ i é igual a: a) 41 TD.7 b) 459 c) 359 d) 460

(CESCEA-67) Qual das seguintes sucessões não constitui uma P.A.? a} 1, 6, 11, 16____
1 1 1 5 7

b) 4, - 1 , - 6 , -1 1 , . . . .

c) 3 ' e) V i . TD.8

' 3 '

3 ------

±

1

2 '

3 ' 4 ------

±

V í • 8 , V 2 2 - 9 ____ e

(F E l-6 8 ) Se as variáveis x e y estão relacionadas pela equação y = ax + b ( a ^ 0 b = £ 0 ) então

a) y é diretam ente proporcional a x b) a trib u in d o a x os valores 1, 2, 3, . . . , os valores correspondentes de y form am uma P.A. c) As diferenças correspondentes A y e A x sao inversamente proporcionais d l y é função crescente de x e) nenhuma das respostas anteriores. TD.9 (PUC-69) Se em uma P.A. de 7 term os, de razão k, retirarm os o segundo, terceiro, q u in to e sexto term os a sucessão restante é uma P.A. de razão: a) k b) 2k c) — d) 3k e) nada disso

TD .10 (M A C K -7 6) O valor de x, tal que os números 2x, 3x e x 2 sejam term os consecutivos e distintos de uma progressão aritm ética, é: a) racional e m aior que 10 c) in te iro e divisor de 12 e) inexistente T D .1 1 (M A C K -7 6) O valor de x para que log 2, lo g (2 x - 1 ) , lo g (2 x + 3 ), nessa ordem, sejam term os consecutivos de uma progressão aritm ética, é: a) lo g j 3 b) lo g j 5 c) log2 7 d) 3 e) inexistente b) in te iro e m ú ltip lo de 3 d) um número prim o

TD .12 (G .V -7 5 ) Em um triângulo, os três ângulos estão em progressão aritm ética e o maior ângulo é o dobro do menor. Então o menor ângulo mede: a) 10° b) 20° c) 30° d) 15° e) 40°

176-D

TD.13 (PUC-68) Os lados de um triângulo retângulo estão em P.A. de razão 3. Calculá-los: a) 3 , 6 , 9 bJ 6, 9, 12 c) 12, 15, 18 e) nenhuma das respostas anteriores d) 9 ,1 2 , 15

TD .14 (CESCEM-77) As medidas dos lados de um triângulo são expressas por x + 1, 2x, x 2 - 5 e estão em P.A., nesta ordem . O perím etro do triângulo mede: a) 8 b> 12 c) 15 d) 24 eí 33

TD .15 (CESCEM -67Í Se a soma dos term os de uma P.A. de três term os é igual a 1 5, então o segundo term o da progressão vale: a) 3 b) 0 c) 2 dí 5 e) não pode ser calculado, pois não é dada a razão. TD .16 (CESCEM -76Í O 3? term o c da P.A. (a; b ; c) é: a) 2 b - a bí a + 2b cí 2a + b d) 2 ( b - a ) e) a + b

TD.17 (C O M S AR T-73) Três números em progressão aritm ética, apresentam uma soma igual a 9 e uma soma de seus quadrados igual a 59. Estes três números são dados por: a) - 2 , 3, 8, bí 2, 3, 4 c) 1, 3, 5 e) nenhuma das respostas anteriores. T D .18 (PUC-68) O 150? número ímpar positivo é: aí 151 bí 291 c) 301 e) nenhuma das respostas anteriores. dí 299 d) 0, 3, 6

TD.19 (M A C K -69) O n-ésimo term o da progressão aritm ética 1,87; 3,14; 4,41; . . . é: a) 1,27n2 + 0,6 b) 1,27n + 0,6 c) 1,27 + 0,6n dí 1,27 + 0,6 e) nenhuma das respostas anteriores

TD.20 (G V -73) A soma do 4? e 8? term os de uma P.A. é 20; o 31? term o é o dobro do 16? term o. Determine a P.A. aí : - 5 , - 2 , 1, . . . cí : 0 , 2, 4, . . . bí : 5, 6, 7, . . . d) : 0, 3, 6, 9, . . .

e) : 1, 3, 5, . . .

TD.21 (M A C K -7 4) As progressões aritm éticas: 5, 8, 11, ... e 3, 7, 11, ... tem 100 termos cada uma. O número de term os iguais nas duas progressões é: aí 15 bí 25 cí 1 d) 38 e) 42.

TD .22 (CESCEA-75) Quantos números ímpares há entre 14 e 192? a) 88 b) 89 c) 87 d) 86 e) 90

T D .23 (PUC-68) Sendo 47 o décimo-sétimo term o de uma progressão aritm ética e 2,75 a razão, calcular o prim eiro term o. a) -1 bí 1 c) 2 e) nenhuma das respostas anteriores dí 0

177-D

T D .24 {PUC-76) Se o 4? e o 9? termos de uma progressão aritm ética são, respectivamente, 8 e 113, então a razão r da progressão é: a) r - 2 0 b) r = 21 c) r - 22 d) r - 23 e) r = 24

TD .25 (CESCEM-76) Considere as proposições I — 0
8

número que se deve inserir entre a e b para que os três form em P.A. b - a
2

II — Sendo (a j; ^

a3í • • •) uma P.A., então 83 + aq = 2as~ + 1.

III — A razão da P.A. (a, ~ - + 1; 2a + 2; . . . ) é a) somente I é correta c) somente III é correta e) somente I é falsa

b) somente II é correta d) somente III é falsa

TD.26 (M A C K -6 8 ) A razão de uma P.A. de 12 term os cujos extremos são - 2 8 e 60 é: a) 5 b) - 5 c) - 8 dí 8 e) 10 a

TD.27 (CESCEA-6 8 ) Os 5 meios aritm ét icos que devem ser inseridos entre s / i - 1 \/~2 + 1 são: a) \ / 2 - 1, V 2 - , x/ 2 , \ f l + - - , \p 2 + 1.

b) - 2 , - 1, 0 , 1, 2 cí \ f l - 5, \ T l - 3 , \ f l

, \Í2

+ 3, \ Í 2

+ 5

d) V 2 - y , y / 2 - ~ ,

y / 2 , V 2 + j , V 2 + ~ -

5

3

3

5

TD.28 (PUC-77) A o se inserir n meios aritm éticos entre 1 e n2 , a razão de P.A. : 1, . . . , n2, é: a )n b ) n -1 c )n + 1 d) n - 2 e) n + 2

TD .29 (C ESC 6A-74) Seja a j, a2.........., an , an+1 uma P.A. Assinalar a afirmação falsa: an - l + an + l a) an = ------- - -------- ; d) 2Sn = (an " ai^n; " M 1 , , b) an - an_ ! = an + i - an ; an —a j e) r = ------- - , n > 1. n -1 , c) an a L - nr - r,

T D .30 (C O N SAR T-74) A soma dos números pares positivos menores do que 101 é a) 2448 b) 2550 c> 2500 d) 5100 e) 5050

TD.31 (FFC LU SP-6 8 ) A soma dos números inteiros positivos menores do que 101 e não divisíveis por 4 é: a) 1300 b) 5050 cí 6350 e) nenhuma das respostas anteriores d) 3750

178-D

T D .3 2 (G V -7 1 ) A soma dos m últiplos de 7 entre 20 e 1.000 é: a) 70 539 b) 71 400 c) 71 540 d) 76 500 e) 71 050

T D .33 (CESC EA-72) A soma de todos os números naturais compreendidos entre 100 e 200, e tal que o resto da divisão de cada um deles por 5 seja 2, é: a) 2990 b) 2691 cí 2713 d) 2027 eí não sei.

T D .34 (M A C K -74) A seqüência ( a j, a2, 83, an ) é uma progressão aritm ética de razão 2 e prim eiro term o igual a 1. A função f definida por f(x ) = ax + b é tal que ( f(a j), f(a 2), f(a s l, f(a n )i é uma progressão aritm ética de razão 6 e prim eiro term o igual a 4. Então f (2) é igual a: a) 5 b) 7 c) 9 d) 11 e) 13

T D .35 (PUC-77) A soma dos n primeiros term os da progressão aritm ética: 1 -n n 2 -n n 3 -n n

'

'

2

n

L1

n+ b) —

1

v 1 - n c) —

1 ~n d) - y r

e) y

1+

r

n

T D .36 (CESCEM-75) Em uma sucessão, o term o geral tem para expressão u n = 2 n - 1 , V n ^ 1 , A soma dos 100 primeiros termos dessa sucessão é: a) 100 b) 199 c) 9 800 d) 10 000 e) 20 000

TD .37 (PUC-76) A soma dos n primeiros term os de uma progressão aritm ética é n2 + n, V n ^ N * . Então a razão é: a) r = 3 b) r = 4 c) r = 1 d) r = 2 e) r = 5

T D .38 (EAE SP -G V-77) A soma dos n prim eiros term os de uma progressão aritm ética é (n + 2)2n. Se o term o de ordem n é tal que 20 < an <C 26, então n vale: a) 5 b) 4 c) 3 dí 2 e)

6

TD .39 (CESCEIVI-68) Na progressão em que o prim eiro term o é a j e o k-ésimo term o é a^ = 2 (k + n) - 1. A soma dos n primeiros termos da progressão é: a) 2 (k
» o/ . 2 ,

+ n )

, * n(k + n)2

b) -------------2

c) ------------2

,

n ( n + 1)

d) 3n

^ 0 _2

e) nenhuma das respostas anteriores. T D .40 (G V -7 1 ) Sabendo que a soma do segundo e do quarto termos de uma progressão aritm ética é 40 e que a razão é do prim eiro term o; a soma dos dez primeiros termos será: a) 350 b) 215 c) 270 d) 530 e) 400

TD.41 (M A C K -76) Se a soma dos 10 primeiros termos de uma progressão aritm ética é 50 e a soma dos 20 primeiros termos também é 50, então a soma dos 30 primeiros termos é: a) 0 b) 25 c) 50 d) 100 e) 150

no n

T D .42 (G V -70) A soma dos term os de uma progressão aritm ética, cujo p rim eiro term o é 4, o u ltim o term o é 4 6 e a razão é igual ao número de term os, é: a) 50 b} 100 c) 175 eí nenhuma das respostas anteriores. d) 150

T D .4 3 (PUC-70) Sendo f : IR -H R , definida por f<x) = 2x + 3, então f (1) + f (2) + f(3 ) + . . . + + f(25 ) é igual a: a) 725 b) 753 c) 653 d) 1375 e) 400 e

T D .4 4 (CESC EA-75) Seja n um número in te iro > 1 e sejam B = 1 + 3 + . . . + (2n - 1) a) A + B = d,
a

A = 1+ 2 + 3 + ... + n

Assinale a afirm ação correta: bí A - B = ^ cí A + B2 =-

n2

-

b

=

T D .45 (S A N T A C A S A -77) A soma dos vinte primeiros term os de uma progressão aritm ética é -1 5 . A soma do sexto term o dessa P.A. com o décimo q u in to term o vale: a) 3,0 b) 1,5 c) 1,0 d) - 1 ,5 e) -3 ,0

T D .46 (CESCEM-77) O prim eiro term o de uma progressão aritm ética é -1 0 e a soma dos o ito prim eiros term os 60. A razão é: a) y

b)

y

c) 5

dí 28

e) 35

T D .47 (CESCEM-75) Numa progressão aritm ética lim itada em que o 1? term o é 3 e o ú ltim o 31, a soma de seus term os é 136. O número de term os dessa progressão é: a) 8 b) 10 cí 16 dí 26 e) 52

T D .48 (C E S G R A N R IO -76Í Uma progressão aritm ética de 9 term os tem razão 2 e soma de seus term os igual a 0. O sexto term o da progressão é: a) 2 bí 3 cí 6 d) 7 eí 0

T D .4 9 (G V -7 4 Í A razão de uma P.A. é igual a 8% do prim e iro term o. Sabendo-se que o 11 ? term o vale 36, então a soma dos 26 prim eiros term os desta P.A. é: a) 1080 bí 1060 c) 1092 d) 1020 eí 1040

T D .50 (CESCEA-74) Numa progressão aritm ética de onze term os a soma dos term os é 176; a diferença dos extrem os é 30. O valor do pro d u to ar, onde a é o 1? term o e r > 0 a razão, é: a) 3 b) 6 cí 8 d) 12 e) não sei.

TD.51 (C ESC EA-71) Seja a P.A. : a l f a2 .......... a 10, onde a x = 4 e a2 = 4k. O valor de k, para o qual a soma dos term os da P.A. é 250, é: . 14 a) — u , 13 b) -g,2 6 cí — .,1 9 d) — » ~ • eí nao sei.

180-D

T D .5 2 (G V -7 2 ) Um autom óvel percorre no p rim eiro dia de viagem uma certa distância x; no segundo dia percorre o dobro do que percorreu no prim eiro dia; no terceiro dia percorre o trip lo do 1? dia; e assim sucessivamente. A o fin a l de 20 dias percorreu uma distância de 6.300 km. A distância percorrida no prim eiro dia fo i de: aí 15 km b) 30 km c) 20 km d) 25 km e) 35 km

T D .53 (C O N S A R T -7 5 ) Um m atemático (com pretensões a carpinteiro) compra uma peça de madeira de com prim ento suficiente para cortar os 20 degraus de uma escada de obra. Se os com prim entos dos degraus form am uma progressão aritm ética, se o p ri­ m eiro degrau mede 50 cm e o ú ltim o 30 cm e supondo que não há desperdício de madeira no corte, o com prim ento m ínim o da peça é de: a) 8 m b) 9 m c) 7 m d) 7,5 m e) 6,5 m

T D .5 4 (G V -7 5 ) Um jardineiro tem que regar 60 roseiras plantadas ao longo de uma vereda retilínea e distando 1 m uma da outra. Ele enche seu regador numa fo n te situada na mesma vereda, a 1 5 m da prim eira foseira, e a cada viagem rega 3 roseiras. Começando e term inando na fo n te, qual é o percurso to ta l que ele terá que caminhar até regar todas as roseiras? a) 1240 m bí 1360 m cí 1860 m d) 1630 m eí 2000 m

T D .5 5 (F F C L U S P -6 8 Í A média aritm ética de 50 números em P.A. é 100. Retirando-se dessa P.A. os 3?, 5?, 46?, e 48? têrm os, a média aritm ética dos 4 6 elementos restantes é: a) 100 b) m enor que 100 c) insuficiência de dados d) m aior que 100 e) nenhuma das respostas anteriores T D .56 (USP-67) 1 • 2 * 3 + 2 * 3 * 4 + 3 * 4 « 5 + . . . n ( n + 1 )(n + 2) é igual a: a) 6 • 5 n l c) 6 (n 3 - 3 n 2 + 6n - 3) b) 6 (3 n 2 - 5n + 3)

d) ~r n(n + 1) (n + 2) (n + 3) 4 e) nenhuma das afirmações anteriores é verdadeira.
n+5

TD .57 (M A C K -7 6) Se
x =5

4 (x - 3) = A n 2 + Bn + C

o valor de A + B é:

a) -1 0

b) - 8

6

d) 8

e) 12

T D .58 (CESCEM-66) Três números iguais constituem a) uma P-.A. de razão 1 bí uma P.G. de razão 0 cí uma P.A. de razão 0 e uma P.G. de razão 1 d) uma P.A. e P.G. de razões iguais e) nenhuma das respostas anteriores.

181-D

T D .5 9 (M A C K -6 9 ) - A razão da P G

—~ ^ 9

'

4 ~ 2 9

'

18 - I Q y ^ 27 d 3 + 2 \/~ 3 3

,

a) A j L V ^ E b) 1 - V ^ T 3 3 e) nenhuma das respostas anteriores

c} 3 - 2 n / 7 2

T D .6 0 (G V -74 ) Das progressões geométricas abaixo, id entificar a de m aior razão: a) \ / s , 5, õ V e T , ... c) log103, log109, logl0 81, ... e) 10, -5 0 , 250, ... b) — — - L 7 ' 7 ' 21 ' d * "3 ' ^ "' " "

TD.61 (PUC-72) Somando-se um mesmo número à 1, 3, e 2, nessa ordem , obtém-se uma progressão geométrica. O número somado é: aí — 3 b) 3 c) A 3 d) — 3

e) nenhuma das respostas anteriores. T D .62 (CESCEA-70) Calculando-se x de m odo que a sucessão — , a + x, ax com a seja uma P.G., o prim eiro term o será: x a) - — 2 bí 0 c) - — ou 0 2 d) -2 e) — 2 n,

T D .63 (CESCEM-74) O número real x é estritam ente positivo e diferente de 1. O quadrado de x, o p ró p rio x e log x form am , nesta ordem , uma P.G., então x vale a) -1 b) 0 c)

10

d) 1

e) 10

T D .6 4 (CESCEM-73) Na ordem em que são dados, os números x, y, z form am uma P.A. 1 1 1 e os números — , — , -------- form am uma progressão geométrica. Pode-se concluir que x y x +z a) b) c) d) e) a razão da P.A. é igual a 3, qualquer que seja x y + z = 5x a razão da P.G. é igual a — yz = 8 x 2 ^ não existem os números x, y , z, nas condições acima.

T D .65 (M A C K -7 5) A seqüência ( a j, a j, ..., an , ...) com an = 3n + 2: a) é uma progressão aritm ética de razão 3 b) é uma progressão aritm ética de razão 2 c) é uma progressão geométrica de razão — 3 d) é uma progressão geométrica de razão y e) não é uma progressão.
2

182-D

T D .66 (G V -7 0 ) Uma progressão na qual o 1? te rm o é 2, a razão 5 e o ú ltim o te rm o é 3 242 a) b) c) d) e) não pode ser nem P.A. nem P.G. pode ser ta n to P.A. com o P.G. é uma P.A. é uma P.G. não é progressão.

T D .67 (CESCEM-73) As diferenças entre os term os consecutivos da sucessão dos quadrados perfeitos a) b) c) d) e) form am form am form am form am form am a sucessão dos números prim os uma nova sucessão de quadrados perfeitos uma P.G. uma P.A. uma sucessão constante.

T D .68 (CESC EA-68) Suponha que a sucessão real de term o geral x n seja uma P.A. de razão r. Então, a sucessão cujo term o geral é y n = a x n com a ^ O e real, é: a) b) c) d) e) uma uma nem uma uma P.G. P.A. P.A. P.A. P.A. de razão ar nem P.G. de razão 2ar se excluirm os os 5 prim eiros elementos. f(n) = an + b , a ^ 0 e b ^ 0 , d e fin id o no conjunto

TD .69 (F E I-7 2 ) Dada a função N = {O, 1, 2, 3,

a) os números f(1 ), f (2), f(3 ) ... estão em P.A. b) c) d) e) os números f(1 ), f(2 ), f(3 ) ... estão em P.G. a função é crescente f (2) - f(1 ), f (3) - f(2 ), f (4) - f (3) ... são números em P.A. A função tem derivada igual a a.

T D .70 (CESCEM-7Q) Se a, b e c são números reais positivos que estão em P.A. podemos garantir que: a) logga, log0b, loggc estão em P.G. b) log a, log b, log c estão em P.A. 6 6 6 a h q c) e , e , e estão em P.G. d) ea , e^, ec estão em P.A. e) nenhuma das respostas anteriores. TD.71 (G V -72) Se os números x , y , z e u form am uma Progressão Geométrica, nessa ordem, de term os reais e positivos, então lo g x 4 , lo g y 4 , log z4 e lo g u 4 : a) b) c) d) e) não é possível saber se form am P.A. ou P.G. form am uma sucessão que tem term os em P.A. e P.G. form am uma Progressão A ritm ética form am uma Progressão Geométrica n.d.a.

183-D

T D .7 2 (CESCE A -6 8 ) Considere a progressão geométrica fin ita , x, 32 onde x > 0 . Pode-se afirm ar que: 65 a) x = , pois, em uma P.G. o term o central é média aritm ética entre os extremos bí x = 16 c) x = 8, pois, em uma P.G. o term o central é a metade do p ro d u to dos extremos d) x = 2 e) x = 4. T D .73(C E S C E M -70) Se a 1( a2 , em P.G. de razão: a) a2 - a j b) ba 2 _ a i n l + an b 2 + an d) a i ~ 2 > V b a , - b â2 ) T D .7 4 (CESCEM-70) Se logg xj = - K + loga x j + 1 então a) b) c) d) e) x j , X2 , ..., x n form am uma P.G. de razão K x i , x j , ..., x n form am uma P.G. de razão loga X j, loga X2 , loga x n form am uma P.G. de razão K loga x i , loga x 2 , loga x n form am uma P.G. de razão aK nenhuma das respostas anteriores an , ... estão em P.A., então b01, b32, b3n, ...estão

TD .75(C ES C EM -74) Os term os da seqüência (an )n ç ^ ; form am uma P.A. A p a rtir desta seqüência, construím os duas outras da seguinte maneira: ^ n = an cn = bn + i - b n Nestas condições, os term os da seqüência cn form am a) b) c) d) e) o utra P.A. uma P.G. uma seqüência constante uma seqüência de term os positivos uma seqüência de term os alternados.

T D .76 (CESCEM-71) A seqüência lan ): n = 0, 1, 2, é uma P.A, de razão 7 ^ 0 e de prim eiro term o 7. A seqüência (b n): n = 0, 1, 2, ... é uma P.G. de razão c j > 0 e p rim eiro te rm o CJ.

Nestas condições, a seqüência a) b) c) d) e) não m onotônica estritam ente crescente constante estritam ente decrescente nenhuma das anteriores.

\ b n n / : n = 0, 1, 2,

( i

184-D

TD .77 (PUC-6 8 ) Se a razão de uma P.G. é maior que 1 e o prim eiro te rm o é negativo, a P.G. é chamada: a) decrescente c) constante e) nenhuma das respostas anteriores TD .78(C ES C EA -68) Para que a progressão geométrica necessário e suficiente que: a) b ) c) d) e) q < 1 a > 0 (a < 0 ía > 0 a < 0 a, aq, aq , .. seja decrescente é b) crescente d) alternante

e e e e

q < 0 q > 1) q < 1) q > 0

ou ou

(a > 0 (a > 0

0 < q < 1) 0 < q < D

T D .79 (G V -70 ) No gráfico, os pontos represen­ tam os term os de uma progressão, sendo n o número de term os e an o n-ésimo term o. Então a progressão representada é: a) b) c) d) e) uma P.G. uma P.A. uma P.G. uma P.A. nenhuma de de de de das razão 2 razão 3 razão 4 razão 2 respostas anteriores.

T D .8 0 (M A C K -7 4 ) 0 gráfico de uma progressão geométrica de razão q, q =£±1 e a j = 1 está contido: a) numa reta não horizontal c) numa hipérbole e) numa curva logarftm ica. b) numa parábola d) numa curva exponencial

TD.81 (C ESG R A N R IO -77) Os três prim eiros term os de uma progressão geométrica são 3/T6r~ e 83 = V 2. 0 quarto te rm o é: a) bl 1 cl V í e) _L
2 1

T D .82 (CESCEM-75) Dada a progressão geométrica ■1 ■ V j [ 1

.

2

- y/ 3

{ .........
1 1 )

2

2

: ...) o term o que precede 1 é c)
1

b) V ã + 1

+

^

d )

\Í3 -

1
e a razão é y ,

T D .83 (M A C K -7 5) Se o oitavo term o de uma progressão geométrica é o prim eiro term o dessa progressão é:
1)

2'

b) 2

c) 2 6

d) 2 8

e) 8

185-D

T D .84 (M A C K -7 4) O terceiro term o de uma progressão geométrica de term os positivos é
v í

: Sabendo-se que o sétimo te rm o é 1 6 * bí 2 c) 1
2

a razão da progressão é: d) —W \J 2

aí \ Í 2

e) nenhuma das respostas acima

T D .8 5 (F U V E S T -7 7 ) 0 q u in to e o sétimo termos de uma P.G. de razão positiva valem respectivamente 10 e 16. O sexto term o desta P.G. é a) 13 b) lO V lT
1 1

c) 4

d) 4 \ T Í Õ

e) 10

T D .86 (CESCEA-74) Se a i , a i, —, — , a 5,

a-), a% form am nesta ordem uma P.G., então

os valores de a i e as são, respectivamente: a) 8 e b) — e 8 16 c) — e 4 4 d) — e 2 16 e) — e — 16 8

T 0 .8 7 (M A C K -7 5) O número de termos da progressão (1, 3, 9, ...) compreendidos entre 100 e 1 000 é: a) 2 b) 4 c) 6 d) 8 e) m aior que 8.

T D .88 (M A C K -7 6) O sexto term o de uma progressão geométrica, na qual dois meios geo­ m étricos estão inseridos entre 3 e -2 4 , tomados nessa ordem , é: a) -4 8 b) -9 6 c) 4 8

d)

96

e) 192.

T D .89 (G V -7 1 ) A média aritm ética dos seis meios geométricos que podem ser inseridos entre 4 e 512 é: a) 48 b) 84 c) 128 d) 64 e) 96.

TD .90 (E A E S P -F G V -77) Um número positivo é form ado por três algarismos, os quais estão em progressão geométrica. Permutando-se os dois últim os algarismos da direita, o nú­ mero aumenta de 54 unidades. Então, o prim eiro algarismo da esquerda é: a) 6 b) 2 c) 1 d) 4 e) 9.

TD.91 (PUC-73) O número 95 foi d ivid id o em três partes que estão em progressão geomé3 A trica de razao — . As partes sao: a) 2 0 ,3 5 ,4 0 b) 2 0 ,2 5 ,5 0 cí 1 0 ,3 0 ,5 5 d) 1 0 ,4 0 ,4 5 eí 2 0 ,3 0 ,4 5 .

T D .9 2 (M A C K -7 5 ) Numa progressão geométrica de 4 termos, a soma dos term os de ordem par é 10 e a soma dos term os de ordem fm par é 5. O 4? term o dessa progressão é: aí 9 b) 8 c) 6 dí 15 eí 10.

T D .9 3 (G V -70) Numa progressão geométrica a soma do quarto term o com o sexto term o è 160, e a soma do sétimo com o nono term o é 1 280. Então o p rim eiro term o e a razão desta progressão geométrica valem, respectivamente: a) 4 e 2 b) 2 e 4 c) 4 e 4 e) nenhuma das respostas anteriores. d) 2 e 2

186-D

T D .94

(G V -72 ) Numa progressão geométrica de cinco termos, a soma do terceiro term o com o q u in to é 60, e a soma do 2? com o 4? é 30. O p ro d u to do p rim eiro term o pela ra­ zão é: a) 15 b) 10 c) 3 d) 2

e) nenhuma das respostas anteriores. T D .95 ( IT A — 74) Seja a > 0 o 1? term o de uma progressão aritm ética de razão r e também

de uma progressão geométrica de razão q = —

A relação entre a e r para que 3a o 3? term o da progressão geométrica coincida com a soma dos 3 prim eiros termos da progressão aritm ética é: a) r = 3a b) r = 2a c) r = a e) nenhuma das respostas anteriores. d) r = V ã ã

T D .96 (G V -70) Uma P.A. cujo prim eiro term o é zero e uma P.G. cujo p rim e iro term o é 1 possuem a mesma razão. O nono term o desta P.G. é igual ao quadrado do nono term o daquela P.A. Então: a) a razão comum é zero. b) a razão comum é +2 ou -2. c) não existem duas progressões nestas condições. d) a razão com um é 1. e) nenhuma das respostas anteriores. TD .97 (CESCEA-71) A soma dos term os da P.A.: a i, 3 2 , 3 3 é 15. Adicionando-se 3,7 e 17, respectivamente, ao 1?, 2? e 3? term o, obtem-se uma P.G. de razão m aior do que 1. A P.G. é: a) ::6 : 12 : 24 b) :: 5 : 15 : 45 c) ;; 4 : 12 : 36 d í :: 24 : 12 : 6 e) não sei. T D .98 (G V -73) Os números x, y, z form am , nesta ordem , uma P.A. de soma 15. Por o u tro lado, os números x, y + 1, z + 5 form am , nesta ordem , uma P.G. de soma 21. Sendo 0 ^ x ^ 10, o valor de 3z é: a) 36 T D .99 bí 9 cí -6 d í 48 e) 21

(IT A -7 0 ) Seja dada uma progressão geométrica de três termos positivos, tal que o p ri­ m eiro te rm o , a razão, o terceiro term o e a soma dos três term os, form am , nesta ordem, uma progressão aritm ética. Portanto, a razão da progressão geométrica é: a) 1 b) 1 O -§d) 3

e) nenhuma das respostas acima é válida. T D .10 0 (IT A -7 1 ) Uma progressão geométrica de 3 termos positivos cuja soma é m tem seu se­ gundo term o igual a 1. Que valores deve assumir m, para que o problem a tenha solução. aí O ' x m ^ l dí 1 < sm ^s2 b) 1 ^ m 3 cí m ^ 3 eí nenhuma das respostas anteriores.

187-D

TD.101 (G V -75 ) Dois conjuntos A e 8 são tais que o número de elementos de A - B é 50, o número de elementos de A U B é 62 e o número de elementos de A - B, A O B e B - A estão em progressão geométrica. Então, o co n ju n to A H B tem : a) 12 elementos d) 20 elementos b) 10 elementos e) 8 elementos c) 2 elementos

TD .102 (CESCEM-72) Os ângulos de um triângulo estão em P.G. de razão 2. Então o triâ n ­ gulo: T T a) tem um ângulo de — d) é obtusângulo b) é retângulo e) é isósceles c) é acutângulo

T D .103 (CE5CEM -77) Para que as medidas dos lados a e b e a medida da área A de um retân­ gulo sejam três números em P.G., nesta ordem , é necessário que a) b) c) d) e) os lados tenham a mesma medida a medida dos lados seja um a medida de um dos lados seja o quadrado da medida do o u tro a medida de um dos lados seja o dobro da medida do o u tro a soma das medidas dos lados seja igual à medida da área.

T D .10 4 (C O N SAR T-73) A soma de três números em progressão geométrica crescente é 26 e, o term o do meio é 6. O m aior desses números é dado por: a) 36 b) 18 c) 24 e) nenhuma das respostas anteriores. d) 12

T D .10 5 (CESCEM-71) Os senos dos ângulos de um triângulo estão em P.G. Nestas condições: a) b) c) d) e) o triânguio o triângulo o triângulo o triângulo os lados do é necessariamente eqüilátero. é necessariamente retângulo. é necessariamente acutângulo. é necessariamente obtusângulo. triângulo estão em P.G.

TD .106 (CESCEA-73) Há 10 anos o preço de certa mercadoria era de 1 + x cruzeiros. Há 5 anos era de 13 + x cruzeiros e hoje é 49 + x cruzeiros. Sabendo-se que tal aum ento deu-se em progressão geométrica e de 5 em 5 anos, pode-se afirm ar que a razão do aum ento fo i: a) 3 b} 5 c) 7 d} 2

TD .107 (G V -72) Nos ú ltim os seis anos uma certa indústria fez três reajustamentos de 30% ca­ da um nos preços dos seus produtos. Isso totaliza um aum ento sobre os preços de 6 anos atrás, de aproxim adamente: a) 40% b) 30% c) 120% d) 90% e) 300%

T D .10 8 (CESCEA-72) Uma indústria está produzindo atualm ente 100 000 unidades de um certo pro d u to . Quantas unidades estará produzindo ao final de 4 anos, sabendo-se que o aumento anual da produção é 10%? a) 140 000 b) 146 410 c) 146 000 d) 145 000 e) não sei.

188-D

T D .109 (CESC EM -71) Sabendo-se que a população de certo m u n icíp io em 1960 fo i de 120.000 habitantes e que esta população vem crescendo a uma taxa de 3% ao ano, então em 1963 a m elhor aproxim ação para o número to ta l de habitantes deste m u n icíp io é: a) 1 2 7 3 0 8 b) 1 3 0 8 0 0 c) 131 127 d) 135061 e) impossível de se prever sem o conhecim ento do resultado do censo de 1970. TD .110 (G V -76 ) Um q u ím ico tem 12 litro s de álcool. Ele retira 3 litros e os substitui por água. Em seguida, retira 3 litro s da mistura e os substitui por água novamente. Após efetuar essa operação 5 vezes, aproxim adam ente quantos litro s de álcool sobram na m istu­ ra?
a)

2,35

b) 2,85

c) 1,75

d) 1,60

e) 1,15

TD.111 ( IT A -7 1 ) O pro d u to dos termos da seguinte P.G. - V á , 3, ~3V ~3m..., -81 V~3 é: , a) b) -V 3 4 2 c) e) nenhuma das respostas anteriores.

-V ê

* 39

d) - n / Í Í s

TD .112 CESCEM-67) O produto dos term os da seqüência: x n , axn l , a2x n 2, ..., an 1x, an é dado por: a) (n + 1)xn • an c) - ^ ^ ( x " + an) b) a x (" + i) ! d) V (a x)n < n + T )

2

e) é 1 se a = x TD .113 (CESCEM-76) O número de term os de uma P.G. é ímpar e o seu term o m édio é a . Po­ de-se então afirm ar que o p ro d u to dos term os extremos é: a) b) c) d) o o a a quadrado de a dobro de a raiz quadrada de a média geométrica dos extremos

e) o p ro d u to do número de term os por a. TD .114 (CESCEM-74) Se a*, an , A e x são, respectivamente, numa P.G., o 1? te rm o , o ú lti­ mo te rm o , a soma e a razão, podemos afirm ar que

. m - a ii A - a 1 x = ----------j )
d ) x = an - a .i-

. v . d ji t « a + A b) x = --------A - a e) x = A ' a i ' a" a i + an

. c) x

A - a\

T D .115 (IT A -7 6 ) Se designarmos por Sn a soma dos n prim eiros term os de uma progressão geométrica de in fin ito s term os, de razão q > 1 e p rim e iro term o a i > 0, podemos a firm a r que: v Sn _ S2n “ Sn S^n - Sn S3n - S2n . . Sn _ S2n s 2n ~ s n ®3n “ s 2n

= S3n - Sn §2n “ ^n e) nenhuma das respostas anteriores.

d) S3n = S jn + Sn

189-D

TD .116 (G V -7 3 ) A soma a + ar + ar2 + ... + arn 1 é igual a:

a) -—--------- — , se r = 1
s (1 r^ ) b) — ----------- , se r

! a (1 - r n> 1 - r

9^

1; igual a na, se r = 1

. a (1 + rn ) c) — ----------- , para to d o r d) — ----------- f para to d o r 1 - r e) na, para todo r TD .117 (CESCEM-6 8 ) Seja uma progressão geométrica de 2n termos, cujo prim e iro term o é 1 e a razão é 2. A soma dos term os da sucessão formada pelos term os de ordem 2, 4, 6....... 2n da progressão é: 4 n -1 a) ---------3 ul 2 (4 n - 1 ) b ) --------------3 , „n , c) 4 - 1 d) 4 n -1 2

e) não há dados suficientes para a solução do problema T D .118 (C ESC EA-67) Quantos term os da P.A. 9, 11, 13, ... devem ser somados a fim de que, a soma seja igual à soma de 9 termos da P.G. 3, - 6 , 12, -2 4 , 48, ...: a) 19 b) 20 c) 18 d) - 7 e) nada disso.

TD .119 (IT A -7 7 ) Sendo S^ = 1 + 2x + 3x2 + ... + (k + 1 )x k , onde x > 1 e k é um inteiro m aior que 2 , então, se n é um in te iro m aior que 2 , „ n+ 1 . n +1 , , .v
-1 c
a)

Sn ’

_

(1 - x ) 2

_____

b)

S

-

1

b)

bn ”

(1 - x ) 2

— --------

-

(n + D

1 - X

xn + 1

X

» ^ c) s " =

1 + xn + 1 d - xj '

(n + 2 ) x

n +1

c 1 + xn + 1 d) Sr-i — , . \7
n (1 - x ) 2

(n + 2 ) n +1 1 4 V ^
(1 - x)

e) nenhuma das respostas anteriores. T D .120 (C O N S A R T -7 4) Se S3 = 21 e S = 45 são, respectivamente, as somas dos três e 4 q u a tro prim eiros term os de uma progressão geométrica cujo term o inicial é 3, então a soma dos cinco prim eiros term os da progressão é: a) 66 b} 69 c) 93 d) 96 e) 105

TD.121 (M A C K -6 8 ) Numa P.G., a i = 2; an = 686 e a soma de seus termos é 800. Então:
g

a ) q < n

b )q = n

c)q< a !

d ) q > n

e ) n < a i + —— an

T D .122 (PU C -77) A razão da progressão geométrica, cuja soma dos n prim eiros term os é 2 n+ - 2 , qualquer que seja n, in te iro e positivo, é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

190-D

TD .123 (G V -7 0 ) Um em preiteiro tes condições: receberia m etro 20 centavos, pelo de profundidade. Então a) 48 centavos d) 10 ■ 2 18 centavos

contratou a abertura de um poço de 20 metros, nas seguin­ pelo prim eiro de profundidade 10 centavos, pelo segundo terceiro 40 centavos, duplicando sempre até o ú ltim o metro pelo ú ltim o m etro de profundidade o em preiteiro receberia:

b) 5 • 220centavos c) 390 centavos e) nenhuma das respostas anteriores.

T D .1 2 4 ÍG V -7 0 ) Mesmo enunciado da pergunta anterior, o em preiteiro pela abertura total do poço, receberia (Sugestão: 2 10 = 1 024 é aproxim adamente a 1 000 a) b) c) d) e) entre C r$ 50.000,00 e C r$ 99.999,90 menos de C r$ 50.000,00 exatamente C r$ 100.000,00 exatamente C r$ 99.999,90 mais de C r$ 100.000,00 10 3)

TD .125 (G V -7 6 ) Um fu n cio ná rio de uma repartição pública inicia um trabalho. Conseguindo despachar no 1? dia 210 docum entos e percebe que seu trabalho no dia seguinte tem um rendim ento de 90% em relação ao dia anterior, repetindo-se este fa to dia após dia. Se para term inar o trabalho tem que despachar 2 100 documentos, pode-se concluir que: a) b) c) d) e) o o o o o trabalho estará term inado em menos de 20 dias trabalho estará term inado em menos de 26 dias trabalho estará term inado em 58 dias fu n cio ná rio nunca term inará o trabalho trabalho estará term inado em 60 dias,

TD .126 (FFCLUSP-69) É dada uma progressão geométrica crescente e uma progressão a ritm é­ tica com prim eiro term o igual a zero. Somam-se os termos correspondentes das duas seqüências e obtém-se a seqüência (1, 1, 2, ...). A soma dos 5 prim eiros term os desta seqüência é: a) 21 b) 18 c) 27 d) 24 e) 30

TD .127 (G V -7 0 ) Quando n cresce, a fração

1 1

1

1

+

3- + ¥

+

27

+

-

^ +

, 3W +
1

tende a: ■ d) zero

a) 3

bí y

c) oo

e) nenhuma das respostas anteriores. \Í2 2
, 1

T D .128 (FFCLUSP-67) O lim ite da soma

S = 1 - S f 2 * \

4

y/~2

quando o número de parcelas tende ao in fin ito é: a) 2 + 2

\[2

b) 2 - 2 v T

c) 4

\fl

d) 2

2 \/F

e) nenhuma das respostas anteriores.

191-D

T D .1 2 9 (F E I -7 2 ) O 1? term o e a razão de uma P.G. têm o mesmo valor — da soma dos term os quando n - * ° o é : a) 1 + V 2 b) 1 c ) d ) 1^ 2 +V 2 e) 0 V 2

O lim ite

TD . 130 (M A C K -6 9 ) A soma dos termos da progressão 3 a} y bí 2 c)

— 1 “2 — 3 ,3 ,3 , ... é: d) 4

e) nenhuma das respostas anteriores. 2 TD.131 (IT A -7 5 ) A expressão 1 + -r- + — + —
2 . 4 o

+ ~r^r + ... vale

3

4

5

1b

a) 4

b) y

c) —

d) 3,8

e) nenhuma das respostas anteriores. TD.132(CESCEM -72) A soma da série
1 J_ JL J_ J_ _1_ __J_

2

+ "3
00

+

4

+

9

+

+

2n

+

3n

+

2n + 1 +

3n + 1

1

X

* 2n

+

3 n ] é:

n=1 a)
y

b) 1

c)

d) 2

e) co

T D .13 3 (M A C K -7 4 ) A soma s = 1

+ ^- + ^ '

+ ' ^ ' + -

+

+ -

é:

(Sugestão: Decompor o term o geral e usar a fórm ula da progressão geométrica.) a) 2 b} —
9

c) 4

d) —

4

e)

8

T D .1 3 4 A d ízim a periódica 0,34343434... representa a soma da série geométrica cuja razão q e prim eiro term o a são respectivamente a) 0,01 c) 0,34 e e 34 0 b) 0,1 d) 0,01 e e 0,34 0,34 + ... + ..., para a > 1 é:

T D .135 (G V -7 5 ) O valor da soma — a - 1 . 2 (a + 1) a) — ------- r r a (a - 1) a (a - 1) 2 (a + 1)

a + 1

+ 4 “ ^ — ttÜ (a + 1)2

u. a (a + 1) b) 2 (a - 1 ) d) (a + 1 ) 2 (a - 1)

e - T )

192-D

T D .1 3 6 (P U C -70) Se 0 < a < 1, então o lim ite da soma a + 2a2 + 3a3 + 4a4 + ... vale

b) a c) a d)

(1 {1

- a }2 - a2)

1

- a2

3

e} nenhuma das respostas anteriores. T D .137 (CESCEA-76) A soma dos term os de uma P.G. in fin ita é 3. Sabendo-se que o prim eiro term o é igual a 2, então o quarto term o desta P.G. é: a) - L 27 b)

1

4

c)

1

3 1 Iz o + 1

d) - L 27 1 + +

e)

1

8

T D .138 (G V -7 4 ) Considere a soma: a + ... +

b lz

zU4o

4 ••• = — .Podemos o

concluir que a soma de a com a razão é: a) 7 4 b) — 5 c) 1 d) - j4 e) - ~ 4

TD .139 (PUC-77) Se 1 + r + r2 + ... + r n + ... = 10, então, r é igual a:

a) 1

b)T T

c)l f
3

d,T

d ) TS

T D .1 4 0 (G V -7 3 ) A solução da equação — a) X = d )x = 3 y b) X =

= 1 + x + x 2 + x 3 + ... é: O X = |

e) x = + - y

4 TD.141 (C E S C E A -72) Se 2 + — m a) 5 b) 6

8 + — =- + ... = m2 c) 8 d) 7

14 , então, o valor de m é: b e) não sei

T D .1 4 2 (C ESC EA-72) Assinale a afirmação falsa: a} 1 + r + r 2 + ... = b) 1 + r + r2 + cl1 + \ | — , para to d o r E lR , r ^ 1

rn + l- 1 + r n -------------- , para to d o r £ IR, r ^ 1 e para to d o natural n. r - 1 + ... - 2

1O O d) ~2 f~ é o 5? term o da P.G.: 24, 16, ... e) não sei.

193-D

T D .14 3 (C E S C E M -7 7 ) O lado de um triângulo equilátero mede 3. Unindo-se os pontos médios de seus lados obtém-se um novo triângulo equilátero. Unindo-se os pon­ tos médios do novo triângulo, obtém-se o u tro triângulo equilátero, e assim su­ cessivamente. A soma dos perím etros de todos os triângulos citados é a) 18 b) 10 c) 6 d)

T D .1 4 4 (C ESC EM -70) As bolas abaixo têm centros sobre a reta r e são tangentes exteriorm ente tendo, cada uma, metade da área da anterior. Sabendo-se que a prim eira tem diâm etro igual à d, a distância do p onto Aq ao p onto A n tendo (quando n -*■ oo) à: a) b) . Cl d}
,

in fin ito 2d 4d T d(2 + \ Í 2 )
(y /~ 2 +

----e) --------- 7 1 1 TD .145 Sn é a soma dos n prim eiros term os da progressão geométrica 1, — , O menor valor de n para o qual 2 - Sn < 0 ,0 0 0 1 é: a) 4
b í 10

7T)

1 , -g -, ...

c)

14

d) 15

T D .14 6 (C E S G R A N R IO -C O M C IT E C -7 3) O prim eiro term o de uma progressão geométrica x V "3 \Í3 _ . . é —— e o seu quarto term o Representando-se n e n 0, números inteiros po4

2bb

sitivos e por Sn a soma dos n primeiros termos, tem-se: a) para cada número real M escolhido existe n tal que Sn ^> M b) Sn < 0,55 para to d o n. c) existe algum n 0 tal que para to d o n > n 0 se tenha 0,55 < Sn < 0,58 d) para cada número real M escolhido existe n tal que Sn < M e) as quatro afirm ativas anteriores são falsas. TD .147 (CESC EM -76) Considere as proposições A razão da P.G. { — ; b b 2 c ' b 3 c2 ' bc

II — A soma da série geométrica de term os (a; b; c ; ,..), onde Ibl > Icl, é — 1 -A III — Se o prim eiro te rm o de uma P.G. fo r estritam ente positivo e a razão fo r estrita­ mente negativa, então a progressão será decrescente. então. a) somente I é correta c) somente III é correta e) somente I é falsa b) somente II é correta d) somente 111 é falsa

194-D

MATRIZES

T D .148 (PUC-74) A m atriz quadrada de ordem 2. A = [a jj] com ajj = (-1 ) '+i

G “[; ;] ■
f 1 se i * j e = \ i 2 se i ' Então A se e ío escreve: [;

;
1 1 9 c) 'i 1 9 r 4 9

d)

e)

C— 76) T D .149 (PUC-76) A i uma m atriz 3 por 2 definida pela lei é

::]
3 3 10 3 3 -10 O * -7 -1

"l 4 9

d) L

1 1

1 4

9~| 9

e>

p 4 [6

1 1 6

TD .150 (PUC-76) Sendo A =

’ 2 3 -4

1 2 0

e B =

*1 3 2 0‘ 7 -1

2 -3 1

o valor de 2 A - B é:

a)

b)

3 -3 -1 0 5 9 6 4 1 1

c)

3 3 -1 0

O’ 7 1

d)

e)

TD.151 (PUC-77) Se A = ordem 2, tal que: 28 24 28 30 1 3 1 3 A

B =i

■;

B + X

S W

-(4 2

, então a m atriz X

+ C é igual a: 28 25

a)

28 23 28 22

1 3 1 3

c)

d)

TD .152 (CESCEA-73) Considere as matrizes: A = Então, AB + C é igual a:

, C =

T D .15 3 (PUC-74) Se I = [ i a) 3.1 b) 2.1 )

! ] • * - [ ; c) -2 .I

então a m atriz X = A 2 - 5A + 2 • I é: ) -3.1

T D .15 4 (PUC-75) Sendo

então:

i) A é uma m atriz diagonal ii ja b) A é uma m atriz quadrada de ordem 4. -3 c) A m atriz transposta de 4 d) A 2 t) A 2 = "l _9 ” -8 _ -1 5 9 ] 16 J 15~| 7J

TD .155 (CESCEA-76) Sejam as matrizes A n -1

e I 1. Então:

Definim os: A

Ie

A para to d o número natural n, com n ^

a) A n = I, para to d o natural n b) A 2n = A, para to d o natural n c) A 2n = I e A 2n+I = A, para to d o natural n d) A 2n+1 = I, para to d o natural, n e) A n = I se, e somente se, n = 0. T D .1 5 6 (IT A -7 4 ) Sejam as matrizes A = Então temos: a) BA = I d) A l = BZ c) b) BA = AB e) nenhuma das respostas anteriores
1

A =

T D .157 (PUC-70) Sendo as matrizes: A = de x tal que AB = BA é:

0 0

0 -4 0

0 0 3

2

e B =

0
X

0 4 0

0 0
2

, então o valor

a) -1 b» 0 c) 1 d) o problema é impossível e) nenhuma das respostas anteriores.

T D .158 (CESCEM-70) Calculando-se 2A B + B2 onde: A Teremos: /o 2 \6 3 -6 -3 0\ 3 ) ' /

a)

e) nenhum dos resultados anteriores.

196-D

T D .15 9 (F U V E S T -7? ) Considere as matrizes: 1) A = (ajj), 4 x 7 , definida por ajj = i - j 2) B = (bjj), 7 x 9 , definida por b jj = i 3) C = (cjj), C = AB O elemento al é -1 1 2 d) é 112 b) é -1 8 e) não existe c) é -9

TD.160(C ES C EM -73) O pro d u to M * N da m atriz M = ^ 1 ^ y p e la m atriz N = (1, 1, 1) a) b) c) d) e) não se define é uma m atriz de determ inante nulo é a m atriz identidade de ordem 3 é uma m atriz de uma linha e uma coluna não é uma m atriz quadrada.

TD.161 (M A C K -7 4) Sabe-se que A =

B = (bjj) é uma m atriz diagonal (bjj = 0

se i

j) e AB =

3 12 9

10 25 20

Os valores de x, y e z são, respectivamente:

a) 2, 3, 4 d í 2, 3, 1

b) 1, 4 , 4 e) 1, 1, 1

c) 7, 7, 7

T D .162 (PUC-76) Se

a) x = 5 e y *= -7 c) x = - 5 e y = -7 e) x = 7 e y = - 5

[? ■ ' D
i]
1 0 2

, então bl x —— e y = — 7 5 d) x = - 7 e y = 5

T D .163 (F E I-7 3 ) Sejam as matrizes: A e z tais que AB *= I. a) x = z

2 1 0

0 0 , B = 1

X y z e I =

0 1 . Calcule x 0

b) x =

c) x = y = 1 z = 0 d ) x = -2 y = 1 z = 4 T D .16 4 (PUC-77) Se A = então, a m atriz X, de ordem 2, tal que

2 0

y = 0 z = 2 y = 0 z = 1

197-D

T D .16 5 (CESCEM-73) Dada a equação m atricial X 2 - 2X = 0, onde X é uma m atriz quadrada, n x n, não singular. Podemos afirm ar que esta equação: a) tem uma in finidade de soluções b) não tem solução c) tem duas soluções distintas d) tem uma única solução / 2 . . . A .............. e) adm ite a solução X = V 2 ... 2

V 5

-1 1 V 2

1 -1
V

T D .16 6 (IT A -7 6 ) P =

V5 0

é m atriz

3X3,

então uma solução da equação:

2
0 \/2
1

(P + X )2 = P2 + X 2 + 2 PX é: \fo a) X = 0 1
" V í c) V ã

s jl.
1 -1

0 V í

1 -1
V ?

V í V ?

y /i
0 V 2

0
V I V ?

\ f i d) X =
- V2

y/ 2
1

X =

-1 1

1 -1

\Í2

-1

e) nenhuma das respostas anteriores. a T D .1 6 7 (M A C K -7 4 ) Seja A = c a) d \ -c -b a -b d d b) b com ad - bc ^ 0. Então A ' 1 é:

ad - bc

ad - be

V

b

-d

c ' d
/ b "1 d 1

d 1 ad - bc \ - b

-c a

d)

ad - bc \ - c

e)

1 a 1 ad - be V c 1

TD .168 (C ESC EA-75) Seja A = f 1 2 |e B = 1 4 /

2 \ x

1 y

duas matrizes. Se B é a inversa de A , então x + y vale: k 3 c) -1 d) 1 ) 0

T D .1 6 9 (M A C K -7 4 ) Seja A =

1

0

0

-1

. Então (A + A *)3 é igual a: b) m atriz identidade de ordem 2 e) 8 A.

i) m atriz nula de ordem 2 c) - j A d) 2 7 A

198-D

T D .1 7 0 (M A C K -7 5 ) Sendo A = A + A a) 0 r3

r* t■ ; -[
5
b) 1 c) 2

então o núm ero de valores de x tais que

d) 3

e) 4. cossec a cotg a

TD.171 (M A C K -7 4 ) Seja a m atriz A = ( COtQ°t cossec Q : valores de a são: klT a) - y , k inteiro

com a =£ kTT. Se A

b) 2 k lr, k in te iro

c) todos os números reais d) inexistentes e) nenhuma das afirmações acima é verdadeira TD .172 (EPU S P-6 8 ) Seja b o elemento da prim eira linha e segunda coluna da m atriz inversa da m atriz 2 1 0 -2 1 0 1 2 0 a) b = - 2 b) b = -1 = c) b = 0 e) nenhuma das respostas anteriores d) b = 1

TD .173 (M A C K -7 3 ) A m atriz inversa da m atriz A é

A”1 =

Lembrando que A • A -1 = 13, a segunda linha de A é a) (1 d) (0 1 0 1) 1) b) (3 e) (2 -2 -2 ) 3) c) 12 3)

T D .17 4 (E A E S P -G V -77) No que se refere a solução da equação A X = B em que A e B são matrizes quadradas de ordem 3, pode-se dizer que: a) a equação pode não te r solução b) a equação nunca tem solução c) a equação tem sempre uma solução e que X = B —

d) a equação tem sempre uma solução e que X = BA 1 e) a equação tem sempre uma solução e que X = A B -2 3

TD .175 (P U C -76) Dada as matrizes A = ordem 2, tal que ( X A ) -1 = B é:

e B =

então a m atriz X de

T D .176 (M A C K -7 4 ) Dadas A =

-2)

' P = \3

5 ) 6 B =

13 \ 75

valores de a e b, tais que B = PAP” 1, são respectivamente: a) 24 e -11 b) 18 e 53 c) -1 9 e 17 d) 33 e -4 7 e) 35 e 2

TD .177 (P U C -70) Sendo A e B matrizes invertíveis de mesma ordem e X uma m atriz tal que (X A )1 = B, então: a) X = A 1Bt b) X = Bt A " 1 c) X = ( B A )* d) X = (A B )1 e) nenhuma das respostas anteriores. (Nota: (X A )1 representa a m atriz transposta de X A ). T D .178 (C ESC EA-73) Considere as afirmações 1. Se A = ( g j ) .e n tã o . A ' 1 = ‘ j?

2. Seja A uma m atriz quadrada. = > det A = 0 3. Seja A - [ ~ entao: a) todas são verdadeiras b) 1 e 3 são falsas c) 2 e 3 são falsas T D .179 (P U C -76) Os valores de m, para os quais a m atriz M = são: a) ±1 b) ± 2 c) ± V õ d) ± \ Í 2 1 m m 2 inversível. 3\ 2 / 4 g 1 . Então: A = ( -, 9 25

e) ± V Í

T D .1 8 0 (P U C -7 2 ) Os valores de k, para que a m atriz 1 k 1 0 1 k -1 3 3

A =

não seja invertível. são: a) k = --4 b) c) d) e) k k k k = = = = 1 0 1 1 e e e e e k = k k = k = k = -2 2 -1 -4 -1

200-D

TD.181 (F U V E S T -7 7 ) A m atriz sen 6 sen 6 sen 0 cos 0 cos d 1 0 0 0 1 0 0

0

0

1 0

é inversivel se e somente se:
a) d)
0 6

^

n7T, n E 2 —

2

4

+ n7T, n E ^

e) Ô G R

TD .182 (P O L I-6 8 ) A garantir quea) b) c) d) e)

é uma

m atriz

quadrada cujo

determ inante é nulo, então pode-se

existe uma m atriz quadrada X, não nula, tal que A X = 0 qualquer que seja a m atriz quadrada X, tem-se A X = 0 existe uma m atriz quadrada X tal que A X = I {I = m atriz unitária) a m atriz A é nula nenhuma das respostas anteriores

TD .183 (CESCEM-7 2 ) A m atriz M e sua inversa têm todos os elementos inteiros. Então os determinantes de M e de M -1 a) são nulos b) são iguais a +1 c) são iguais a -1 d) são iguais, valendo +1 e) são não nulos, nada mais se podendo concluir. T D .184(C E S C E A -75) Considere a m atriz 2 6
2

e -1

A =

1 -1
0

0 3
1

O determ inante de A 1 é igual a: a) 1 . b) - 2 . c) ^ . d) 12.

T D .1 8 5 (F F C L U S P -6 9 ) Consideremos o co n ju n to S de todas matrizes quadradas 2 X 2 podem ser escritas sob a seguinte form a:

que

(0 real qualquer). Qual das afirmações abaixo é verdadeira? a) a soma de 2 matrizes quaisquer que pertençam a S ainda pertence a S b) o pro d u to de qualquer m atriz por si mesma, pertence a S c) a inversa de qualquer m atriz de S existe e está em S d)
q

j pertence a S

e) nenhuma das respostas anteriores

201-D

TD .186 (IT A -7 7 ) Seja X =

^

^ j

uma matriz quadrada 2 X 2

onde m é um número

in te iro qualquer. Se P = (ajj) é uma m atriz definida por P = X n + X n 1 + X n 2 + ... + X, onde n é um número in te iro positivo {n ^ 1), então podemos afirm ar que: . , . . - , . n(n + 1) a) um elemento ajj da m atriz P e igual a m • ----------bí um elemento ajj da m atriz P é igual a m c) um elemento ajj da m atriz P é igual a n • —— —

d) P é uma m atriz cujos elementos são todos inteiros, se, e somente se, m é par e) nenhuma das respostas anteriores.

T D .187 (C E S C E M -71} Define-se distância entre duas matrizes A = (ajj) e B = (bjj) quadradas e de mesma ordem n pela fó rm u la : d(A ; B) = m axlajj - b jjl i, j = 1, 2, ..., n. Assim, a distância entre as matrizes 1 3 2 4 / e 5 \ 6 c) 0 M 8 / d) 3 e) 5

b) - 3

T D .188 (C E S C E M -71) Dada uma m atriz A m x n e as operações: 1) + /A que transform a a m atriz A numa outra m atriz A'm x í onde cada elem ento da única coluna de A ' é o b tid o somando-se os elementos da linha correspondente de A . 2) + - / A que transform a a m atriz A m x n numa outra m atriz AY x n onde cada elemento da única linha de A " é o b tid o somando-se os elementos da coluna correspondente de A. Nestas condições, se A fo r a m atriz identidade de ordem p a expressão + / {+ ^ A ) vale: a) 2p b) p c) p2 d) p.m e) p.n

T D .189 (C ESC EM -70) São dadas duas matrizes A e B, quadradas de ordem p. A m atriz Ip e a m atriz O são, respectivamente a m atriz identidade e a m atriz nula, quadradas, de ordem p. Nestas condições: a) AB = BA b) se AB = Op então BA = Op c) se AB - l p então BA = l p d) A B = BA se e só se AB - I e) nenhuma das respostas anteriores.

202-D

DETERMINANTES
T D .1 9 0 (CESCEM-70) Se A é uma m atriz quadrada n x n, I é a m atriz identidade de ordem n, então o determ inante da m atriz (A - x l) é um p o lin ô m io de grau n na variável x, cujas raízes são chamadas valores próprios de A. Então os valores próprios da m atriz

a) - 1 ; 0 ; 1 b) 0; 1 c) 0; - 1 ; 3 e) nenhuma das respostas anteriores.

d) 0; 3

TD.191 M A C K -73) Sendo A = (ajj) uma m atriz quadrada de ordem 2 e ajj = j - i2, o deter­ minante da m atriz A é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 TD .192 (C O M S AR T-73) O determ inante: |x Iv Y - x
x

-

y

é igual a:

é igual a: a) x 2 - y 2 b) (y - x) <y + x) c) x 2 + y 2 + xy d) x 2 + y 2 - x y

e) nenhuma das respostas anteriores. TD .T93 (CESCEM-77) Sendo singulares a c a) 36 b d e -2a -3 b b) 12 x e y, respectivamente, os determinantes das matrizes não

2c 3d

V , entao — X c) - 6 d) -1 2

T D .1 9 4 (G V -70) Considere todos os determ inantes de 2a ordem, em que os elementos podem . ser zero ou um . Então, a razão do número de determinantes positivos para o número to ta l de tais determinantes é: 16 b) 2 e) 16

TD.19S (M A C K -7 3) O conjunto-solução de sen (-— - x) - [tg Í7T + x ) ] 2

[sen a) IR d) {
x

+ x ) ] 2 • cos (— x) b) { x <=IR Ix =£ y + k7T, k in te iro }

:) 0 k in te iro }

E | R | x =£

k7T

k inteiro } ir o

e) { x 6 I R | x = k 7 T ,

203-D

T D .196 (M A C K -7 7)

Os valores de x, 0 ^ > 0 , são:

x < 277, tais que para to d o a real se tenha

tgx a - 2tgx
a) < x < 7 T

4 u , 37T > / b) T < x <
c) — <

4n T ~

< x < 27T 4 37T 771 < x < 4 2 47T < x < 3 4?r < x < 3 77T 4 7 tt 4

771

.? r ^ 4

X

<

^

271 3 77r 6

,, 3?r ^ ^ d)T < x < e) não sei.

T D .197 (M A C K -7 5) A sentença x 0 1 x + 0 V V 1 1 x ) +
X

V ( 0 V

Y+ 1 x+ 1 ( * u y + 1 x + 1 > é equivalente a x = y. )

) e equivalente a (f x n

1

=

b) é verdadeira para x e y não ambos nulos c) só é verdadeira se x = y = 0 d) nunca é verdadeira 2 5 8 log5 5 logs 125 log3 27 c) 90 log5 5 logs25 log3243 d) 80

T D .19 8 (G V -74) O determ inante

tem

por valor:

a) 0 T D .199 (G V -72)

b) 1

e) 122

O valor do determ inante associado à m atriz sen2 x cos2 x r2 sen2 x cos2 y 0 0 sen2 y r2

é:

b) r2 sen4x a) r2 d) r2 sen2x cos2y sen2y n+ 1 1 T D .20 0 (G V -75) O determ inante (” ) (
1

c) r2 sen2x cos2y e) nenhuma das respostas anteriores.

K

n+ 2 n+ 1 1 > 1 , > (n; 3 >

é igual a:

K n; 2 )

a) 1 di ( j j x j i ^ x ; ; )

bi < " ) ( n ; 1 i ( n ; 2 ) ( n ; 3 i . n (n + 1) (n + 2) (n + 3)

c) 0

6 Í ----------------- 12--------------

204-D

TD.201 (PUC-74)

Se somarmos 4 a todos os elementos da m atriz.

A -

cujo determ inante é D, então o determ inante da nova m atriz é: a) 2 D b) 3 D c) 4 D d) 5 D e) 6 D

T D .202 (CESCEA-75) Considere as matrizes, 4 1 -1 2 3 1 2 5 r C = 4 2 8 5 0 10

2 -1

3 0

4 2

5 , 3 _

B =

2

Assinalar dentre as afirmações abaixo, a correta: a) C é inversível b) A + B é inversível d) O determ inante da transposta de C é 1. x -4 c) O determ inante de AB é 272. e) ÍA + B)C = AC + BC. = -1 x -3 3 5 7

T D .20 3 (M A C K -7 5) As soluções da equação

= 0

sao:

6
a) 1 e 2 d) 2 e 4 b) - — e) 14
11

e 3 e -2 2 . x 0 0 0 a 1

c) 2

e --y -

T D .2 0 4 ÍG V -7 5 ) Para que valores de a a equação reais iguais? a) a ^ 1 b) a < 0 b) 0 < a < 1 e) só para a = 0 3 sen2x log3x

0 x 1

= 0 terá duas

c) só para a = 1

T D .205 (G V -75 ) Para que o determ inante

1 1 2

log3 2

seja nulo, x real, 4 x deve ser: a) 36 b) 18 c) 6 d) 12 i) 16

TD .206 (G V -71) O quadrado do valor de x que satisfaz a equação log* 16 2 1 a) 2 logx 2 0 logx 4 1 1 c) 16

=- \ .

x> 0

1
b) 4

e) J

205-D

T D .207 (FE 1-73) Chama-se traço de uma m atriz quadrada a soma dos elementos da diagonal principal. Sabendo que o traço vale 9 e o determ inante 15, calcule os elementos x e y da m atriz
1 0 0 2 X 0

3 z Y b) 1 e 3
1 1

4 e 6 T D .208 (FU V E S T -77)

c) 2 e 4 1 2 2 2 1 2 3 3 c) 0 1 2 3 4

d) 3 e 5

1 1 a) 2 T D .209 (IT A -7 1 ) 4 (3-4) 5 4 0 b) 1

d) -1

e) - 2

Qual o resto da divisão por 3 do determ inante 1 (6-1) 1 1 b) 3 3 -3-5) 2 2 -6 (9 + 6 ) 3 5 c) 7 d) 1

e) nenhuma das respostas anteriores. 3 1 2 5 4 0 -1 3 6 2 4 10 0 1 2 3 1 0 0 -1 3 -1 2 -3 4 4 -3 -4 2 1 1 1

T D .210 IG V -7 2 ) Sejam

A =

e

B =

Então, A + 2B é igual a a) 30 b) -3 0 c) 15 d) -1 5 e) 10

1

1 1 X 1

0 X 1 0

X 0 0 1

TD.211 (CESCEA-75) O determ inante

X X X

é igual a:

a) (x2 + 1) (x - 1) d) (x2 - 1) (x2 + 2)
X

b) (x4 - 1) (x + 1) e) (x + 2) (x 3 - 1).
1 X 0 0 2 1 X 0 0 1 1 X

c ) (x 3 - 1) (x - 1)

TD .212 (G V -72) Seja

0 0 0

Os valores reais de x, para os quais u2 - 2u + 1 = 0 a) x = -1 d) x = 1 ou x = -2 b) x = ± 1 e) x = ± \ Í 2 c) x = 1

são: ou x - 2

206-D

T D .2 1 3 (M A C K -7 7) 1 1+ x
1 1

Se x, y e z são números reais positivos, então
1 1

1+y
1

1 1 1 1+ z

é igual:

a) ao volume de um paralelepípedo reto-retângulo cujos lados medem x, y e z b) ao volume de um paralelepípedo reto-retângulo cujos lados medem x + 1, y + 1 e z+ 1 c) a 4 vezes o volume de um paralelepípedo reto-retângulo cujos lados medem x, y e z d) a 4 vezes o volume de um paralelepípedo reto-retângulo cujos lados medem x + 1, y+1 e z +1

e) não sei T D .214(C E S C E A -70) 1 3 + x 1 1 a) (-2 , - 4 , -7 ) c) (-2 . - 3 , -5 ) e) ( -3 , - 5 , T D .2 1 5 (G V -7 0 ) 2) 0 conjunto de todos os x para os quais 1 1 5+ x 1 1 1 1 8 + x b) (-3 , - 5 , -8 ) d) (-3 , 0, 3)

0 conjunto solução da equação

a)

{O ; 1; 4; 6 }

b) { 1; 2; 3; 4; 5; 6 } c) d) { 0 ; 1; 4; 5 } {O ; 1; 2; 3 }

e) nenhuma das respostas anteriores. T D .21 6 (F F C L U S P -6 8 ) 0 conjunto de todos os valores reais de x que satisfazem a equação 0 X2
X

4
X 6

0

7

0 3x 3 0

0
X

4 5 c) x = 7

x = 0 b) x > 0 d) o co n ju n to de todos os reais e) nenhuma das respostas anteriores

207-D

TD .217 (CESCEA-69) Os valores de a para os quais 1 a a 0 a 1 0 a a 0 a 0 a a 1

> 0

sao tais que: a) -1 < a < 1

c) a <1 - 2

ou

>2

d) a

-

ou

a >

e) a >

TD .218 (CESC EA-71) Para que a c f g
X 0 0 0 X 0 b 0 X 0 X

d
X

e
0

< -3 2

h
0

i
0

j
0

devemos a) x > 2

ter: b) 0 x <C 5 c) x <C - 2 d) x !> 5 e) não sei.

T D .219 (EE LIN S -67) Estando a, b, c, em P.A. de razão r , o determ inante
1 1 1

a) b) c) d) e)

é sempre positivo dada a razão r, depende de a depende só de r, qualquer que seja a é a3 - r 3 nenhuma das respostas anteriores 1 log 3 {log 3)2 (log 3)3 1 log 30 (log 3 0 )2 (log 3 0 )3 1 log 300 (log 3 00)2 (tog 3 0 0 )3 1 log 3000 (log 30 0 0)2 (log 30 0 0)3

T D .2 2 0 (G V -7 4 )

O determ inante

a) - 3

b) 0

c) 1

d) 6

12

208-D

TD.221 (CESCEM-70) Dado o determ inante de Vandermonde: 1 1 1 aj a? a2 f al .............. .............. cn -i a n -i 'n onde a i, 32, • ■ an são term os de uma progressão aritm ética de razão r e prim eiro term o a j, o valor do determ inante a) independe de n b) independe de r d) é uma função somente de n e a i e) independe dos valores de n, r, e a i c) independe de ai

T D .2 2 2 {F E I-6 8 ) Seja M a m atriz quadrada de 3^ ordem em que ajj = 2i - j. Então o comple­ mento algébrico do elemento a ^ vale: a) - 4 b) 4 c) 0 e) nenhuma das respostas anteriores d) 3

T D .22 3 (P U C -7 6 ) 0 cofator do elemento 823 da m atriz A = a} 2 b) 1 c| -1 ai bi <i =

f

2

\ ° dí - 2 a2 b2 c2 a3 t>3 C3

1 2 1

3 1 2 e) 3

T D .2 2 4 0 T A -6 7 ) Seja 0 determ inante

D =

e A i, A j, A 3 respectivamente os complementos algébricos de c j, a i A j + a2A^ + a3A3 = a) D T D .2 2 5 0 T A -6 9 ) Sejam X XD X21 x 12 - x22 e Y = V il V21 V 12 V22 Oi • X; X + Y e X *Y b) - D c) 0 d) D ' 1 e) 1

matrizes quadradas 2 X 2. Definim os as matrizes: (<* número real) por: a • x = axu a x 2i
i

a x 12 a x 22

+ <

e

X + Y =

*21 + V21 X11 Vl2 + X12Y22 X21V12 + x 22Y22

*12 + 712 x 22 + Y22

XY =

x 11V11 + *12V21 X2lVll + x 22y21

uma das afirmações abaixo é verdadeira, assinale-a. Ml xl i x?2 b) det. (d.* X) = ü: det X d) det. ( a x ) = a 2 det. X

c) det. (X + Y) = det. X + det. Y e) det. (X • Y) = det. X + det. Y

X

209-D

T D .2 2 6 (M A C K -69) Se A é uma m atriz quadrada de ordem 2, então: a) sempre det. 2 A = 2. det A b) sempre det (A )2 = ídet. A )2 c) det. A = 0 se e somente se A = d) se det. A = 1 então A = e) sempre A = det. A TD .227(PU C -72) Qual das afirmações abaixo é falsa? Dadas A e B matrizes de ordem n. a) det [ a + b) c) d) e)
b]

= (det A) + (det B)

det A = det (A 1) (det A) * (det A -1 ) = 1 det (A • B) = (det A) ■ {det B) (det A) (det A t ) = (det A )2

T D .228 (F E I-6 7 ) Seja M uma m atriz quadrada de 3? ordem ; constrói-se uma nova m atriz N em que cada coluna é a soma das outras duas colunas da m atriz M. Sendo A o determ inante de M e B o determ inante de N, tem-se: a) B = 0 b) B = A c) B = 2 A e) nenhuma das respostas anteriores d) A = 2B

T D .229(C O M S A R T -73) Quando os elementos da 3® linha de uma m atriz quadrada são divididos por x (x diferente de zero) e os elementos da 1? coluna são m ultiplicados por y (y diferente de zero), o determ inante da m atriz fica dividido por: a) xy b) c) — xy y e) nenhuma das respostas anteriores. bc ac ab 1 1 1 a b c a2 b2 c2 a2 b2 c2 a3 b3 c3 d) — x

T D .230 (G V -72) 0 determ inante

é igual a

a)

bca acb abc

a b c a2 b2 c2

a2 b2 c2

b) abc

c) - ~ abc

1 1 1

a2 b2 c2

a3 b3 c3

d)

1 1

a3 b3 c3

e) nenhuma das respostas anteriores.

1 TD.231 (G V -7 1 ) 0 determ inante associado à m atriz 1 1

x V z

2x + b 2y + b 2z + b

é igual a

a) 8xyz b) b c) 0 e) nenhuma das alternativas anteriores.

d) x • y • z

210-D

TD .232 (EESCUSP-69)
a a + ri

0

v a lo r d o d e te r m in a n te a + 2r 1 c

b
c

b + r2
c

+

2 r2

é:

+ r3
b)

C + 2í 3
abc c) r ir 2 r 3

a) 0 T D .233 FEI--68 )
Sendo

d) a + b + c

e) r i + r 2 + r 3

an

D-

321 a 31

a 12 a 22
332

a 13 a 23 933

um determ inante de 3? ordem, então: P: sendo an = a2j, então D = 0 (j = 1, 2, 3) Q: sendo a = ajj, então será sempre D = 0 R: sendo a = i i -1, então D ^ 0 . Assinalar a) se P, Q, R fo re m falsas c) se P e R forem verdadeiras e) se P, Q, R forem verdadeiras T D .2 3 4 (M A C K -7 7 ) j ^ 3. Então:
a)

b) se P e Q forem verdadeiras d) se Q e R forem verdadeiras

A

m atriz A

é quadrada, de ordem

3 e tal que ajj + ajj = 0, 1 ^ i,

se A ^ 0, det A > 0

b) se A ^ O ,

det A < 0 e) não sei.

c) det A = 0

d) nada se pode afirm ar sobre det A

T D .235(C E S C E M -68) Dadas as variáveis x l f x 2 , . . . , x n e as constantes a i, 3 2 , . . . , an qual das alternativas abaixo corresponde a uma combinação linear das variáveis x j , X2 ,

a) a jX i + b) ai v x i ii

+ a3x 3 + ■ ■• + an x n + a2 V x 2 + a3 V X3 + . . . + ar

c) a j x i + a2 X2 + 83X3 + . . . + anXp d) (ai + x j ) + (a2 + X2) + . . . + (an + x n ) e) nenhuma das alternativas anteriores TD .236 (EESCUSP-6 6 ) A única proposição correta é: a) para se m ultiplica r um determ inante por um número, m ultiplicam -se todos os seus elementos por esse número b) to d o determ inante é igual à soma dos produtos dos elementos de uma fila pelos complementos algébricos dos elementos correspondentes de outra fila paralela c) um determ inante não se altera se aos elementos de uma fila se adicionam os elementos correspondentes de uma outra fila paralela m ultiplicados por um mesmo fa to r arbitrário d) to d o determ inante é igual à soma dos produtos dos elementos da diagonal principal pelos respectivos complementos algébricos e) quando se trocam as linhas de uma m atriz com as colunas da mesma ordem, o determ inante da m atriz transposta é o oposto do determ inante da m atriz dada.

211-D

TD .237(EESCUSP-68) Um determ inante é nulo somente quando: a) b) c) d) e) todos os seus elementos são nulos todos os elementos de uma linha são nulos todos os elementos de uma coluna são nulos duas colunas são iguais nenhuma das respostas anteriores 1 -2 -3
-1 1

TD .238 (G V -70) O determ inante associado a m atriz é nulo porque a) b) c) d) e) tem duas linhas proporcionais tem duas colunas proporcionais tem elementos negativos uma coluna é combinação linear das outras duas nenhuma das respostas anteriores.

4 -7

J

TD .239 (EPUSP-67) Acrescentando-se a unidade a cada um dos elementos da m atriz 1 1 1 1 a) não d) fica
al a2 a3 bi Cl C2 c3

b2
b3

o

determ inante

a4

b4

c4 b) aumenta de 1 c) aumenta de 4 2 e) nenhuma das respostas anteriores. det Q ^ O e Q3 + 2 Q2 = 0.

se altera m ultiplica do

por

TD .240 (IT A -7 6 ) Seja Q uma m atriz 4 X 4 tal que Então, temos: aí det G = 2 d) det Q = 16

bí det Q = - 2 c) det Q = -1 6 e) nenhuma das respostas anteriores

TD.241 (IT A -7 5 ) Seja A uma m atriz quadrada de ordem n, tal que A -1 = A t . Se det A = 1, dizemos que A é uma m atriz de rotação e se det A = + 1 , A é uma m atriz de reflexão. Apoiados em tais definições, podemos afirm ar que: a) b) c) d) e) se n é ímpar, o pro d u to de duas matrizes de reflexão é de reflexão a soma de duas matrizes de rotação é de rotação o pro d u to de duas matrizes de rotação é de rotação a m atriz inversa de toda m atriz de rotação é de reflexão nenhuma das respostas anteriores a c b d 1
0 0 X

T D .2 4 2 U T A -7 5 ) Sejam as matrizes reais A = e m um número real. Seja: A X = m X .

,

I=

1

, X =

_y

Então podemos afirm ar que:

a) se det (A - ml í 0, então x + y = 0 s x - y ^ 0 . b) se det ( A - m l ) = 0, então existem dois números reais x, y tais que x + y ^ O ou x • y 0. c ) se det (A - m l) = 0 , então det A = 0 e m = 0. d) se det A = 0, então não existem dois números reais x, y, tais que A X = m X, e) nenhuma das respostas anteriores.

212-D

SISTEMA LINEAR DE EQUAÇÕES

Então x é igual a a) 27 b) 3 c) 0 d) -2 e) 1

TD .244 ;M A C K -75) Dado o sistema:

f x + y - z = 1 J -x + y + z = 1 [ x —y + z = 1

os valores de x, y e z que constituem sua solução ; a) b) c) d) e) são todos d istin to s entre si são indeterminados possuem soma nula são iguais entre si form am uma progressão aritm ética de razão 1.

T D .245 (M A C K -7 4) As soluções do sistema x + y + z = 28 2x - y = 32 onde x > 0 , y > 0 e 2 > 0 a) 2 < x < 8 cí 10 < <20 e 2 < y <8 e 2 < y < 10 obedecem às seguintes restrições:

b) 16 < x < 20 e 0 < y < 8
k

d) 1 < x < 3 e 8 < y < 12 e) 7 < x < 15 e 9 < y < 1 1 T D .246(C O M B ITE C -C O M B IM E D -75) Resolvendo o sistema r 5732x + 2134y + 2134z - 7866 < 2134x + 5 7 3 2y + 21342 - 670 l 2134x + 213 4y + 5732z - 11464 obtemos para x - y - z o valor a) -2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2 = d é a solução do sistema

TD .247 (CESCEA-70) Se x = a, y = b, z = c e w

{

x + y —0 y + z = 0

z + w = 1 y + w = 0 a) 1 o produto a.b.c.d vale: b) -1 c) então, 16 e) -2 0

213-D

T D .248 (PUC-77) Se tiverm os

então x + y + z + t é igual a: a) -1 b) 7 c) 5 d) 4 e)

T D .249 (M A C K -75) Dado o sistema Xj + X2 + x 3 + X4 + X5 ■ * "
*1 X1 + x 2
+ x3 + x4 + x5 + + X4 + Xs + X< +

X1

+ + + +

xn xn xn Xn

= = = =

1 2 3 4

X1
a) b) c) d) e)

+ X j + x 3 + X4 + x 5 +

• • x n -l

os valores de x;, i = 1, 2. ... n, que o satisfazem: são todos iguais form am , a p a rtir de x 2 , uma progressão aritm ética form am , a p artir de x 2 , uma progressão geométrica não possuem lei de formação nao podem ser determinados.

T D .25 0 (E AESP-FG V -7 7 ) Consideremos os sistemas de equações: ( < I x + y + 2= 3 2x + 3y - z = 0 4x + 5y + z = 6 x +y +z= 3 -y + 3z = 6

(A)

{
a) b) c) d) e)

Qual das afirmações abaixo é correta? os sistemas são determinados os sistemas são impossíveis (A) ou (B) é determ inado os sistemas são equivalentes (A) ou (B) é impossível. f x + 2y-z=2 } 2x - 3y + 5z = 11 ^ x - 5y + 6 z = 9

TD.251 (G V -74 ) 0 sistema

a) b) c) d) e)

é impossível é possível e determ inado é possível e indeterm inado admite apenas a solução x = 1, y = 2, z = 3 admite um número fin ito de soluções.

214-D

T D .252(C E S C E M -72) A m atriz incom pleta do sistema r x + y + z = 6 ) x + 2y + 3z - 10 L 2x + 3y + 4z = 16 tem determ inante nulo. Podemos concluir que o sistema; a) b) c) d) e) não tem solução tem um número fin ito de soluções, porém a solução não é única tem in fin ita s soluções, porém nem to d o ponto do IR3 é solução tem uma única solução adm ite todo ponto do IR3 com o solução.

T D .25 3 (CESCEA-76) Estudando-se o seguinte sistema de 3 equações a 3 incógnitas r x —2y + z — 1 < 2x+y~z = 2 l x + 3y - 2z - 1 obtém-se: a) b) c) d) e) o o o o o sistema sistema sistema sistema sistema é é é é é possível, determ inado e admite uma impossível possível, porém indeterm inado, com possível, porém indeterm inado, com indeterm inado, com uma incógnita única solução x = 1 , y = 0 , z - 0 uma incógnita arbitrária duas incógnitas arbitrárias arbitrária, sendo (0, 1, 3) uma

solução.

TD .254(P U C -70) O sistema: Í 5 x + 3 y - 1 1 z = 1 3 < 4x - 5y + 4z = 1 8 l 9x - 2y - 7z - 25 a) b) c) d) e) só apresenta solução trivia l é possível e determ inado não tendo solução trivial é possível e indeterm inado é impossível nenhuma das anteriores C 2x + 3y - 4 ^ 2x + ay = 4

T D .25 5 (M A C K -7 5) O sistema

a) b) c) d) e)

tem infinitas soluções qualquer que seja a: só tem solução se a = 3 é impossível se a ^ 3 nunca é impossível tem solução única qualquer que seja a.

T D .256 (CESCEA-70) O conjunto de todos os m para os quais 0 sistema

{

mx + y = 1 4 x + m y = 2m

não tem solução, é: b) (0, 1, 4, 5) e) ( 0 ,1 ,2 ) c) (-2, 1)

a) (-2 , 0 , 2) d) (-2, 2)

215-D

T D .257 (PUC-70) 0 sistema de equações do 1? grau / ax - y = 1 \a y - 4x = 1 a) a ^ 4 d) a ^ 1

tem solução determinada se:

bl a 7 ^ -2 ou + 2 c) a ^ 0 e) nenhuma das respostas anteriores é correta.

T D .258 (M A C K -77) 0 lugar geométrico dos pares {x, y), soluções do sistema Ç ax + 3y = 8 ^ 3x + ay = 2(a - 1) a) uma reta se a = 3 c) um único p onto se a = 3 e) nao sei. b) uma reta se a = -3 d) um único p onto se a = -3

TD .259(C ES C EM -76) O co n ju n to dos valores de (a; b) £ IR2 que tornam o sistema/ 3x - 2y = a 1 -6 x + 4y = b indeterm inado é
a)

{{0; 0 )}

b) {(1; - 2 ) }

c) {« *; f t G IR2 I a = Ê - } e) 0 fa x - by = 6 v 2 x + 5y = 1

d) {(a;/3) € IR2 J j3 - - 2 a }

T D .260 (M A C K -6 9) - O sistema a) b) c) d) e) é é é é é

impossível se a = 12 e b t^ - 3 0 possível e determ inado se a = 12 e b = -3 0 impossível se a 9 ^1 2 e b ^ - 3 0 determ inado se a = i _ e b = -3 0 indeterm inado se a = 12 e b = -3 0

TD.261 {FE 1-68) — Dado o sistema linear / \ ax + 2y = 5 3x - 2y = b

tem-se: P : se a = -3 , o sistema é sempre incompatível Q : se a ^ -3 , o sistema é sempre determ inado R : se b = -5 , o sistema é sempre compatível Assinale: a) se P e Q são verdadeiras c) se P e R verdadeiras e) se todas forem falsas T D .262(P U C -74) O sistema: f ^ ax - 2y = 1 bx + 4y = 5 b) se todas forem verdadeiras d) se Q e R verdadeiras

tem solução determinada se e somente se: a) a = ^ b) 2a -b c) 2a ^ b d) a + 2b = 0

e) nenhuma das anteriores.

216-D

T D .263ÍC E S C E A -72) Para que o sistema

/ ax ky 1 ^ cx + by = 1

seja possível e determ inado é suficiente que: a)a-CT^O b)b^=0 c) b(a - c) ^ 0 d)a(a-c)9t 0 e) não sei,

T D .2 6 4 {G V -7 2 ) Assinale a afirmação verdadeira a) / x + y = 5 „ y = 6

b) f ax + y = 2 „ adm ite uma única soluçáo para todo a real x + ay = 3
c ) f ax + y = 2

{ ;
I" *

, . . . . . é possível e determ inado

+ ay = 3

adm ite uma unica solução para to d o a real admite uma in finidade de soluções para — = — ¥= — ai b! q é impossível

d) f ax + c \ a ix + b iy = cí e) | 2x + 4y = 8 x + 2y = 4

TD .26 5 (F F C L U S P -6 9 ) é dado o sistema de equações lineares em x e y x +y = 1 J 3x + J 5y = m 3x + 5y = m 2 Qual das desigualdades abaixo deve ser satisfeita para m de tal form a que o sistema adm ita solução? a) - 2 ' \ m < 1 d) m <C-3 T D .26 6 (EAESP-G V-77) Dado o sistema linear f x + y = 5 onde k é um número real, 3x - 2y = k x + ky = 5 uma das afirmações seguintes é correta. a) se k = 0, o sistema é indeterm inado b) se k = 1 ou k = 15 o sistema é impossível c) se k ^ 0 o sistema é indeterm inado d) se k =^0 o sistema é impossível e) se k = 1 ou k = 15 o sistema é determ inado. b) -1 < m < 3 C e) m 2 > 5 cí m í> 3

{
a) c) d) e)

x + y + z = 1 2x + 2y + 2z = 2 3x + 3y + mz = 3

é:

possível e determ inado para m = 4 impossível para m = 3 possível e indeterm inado para to d o m possível e determ inado para m =£ 3.

b) impossível para to d o m

217-D

T D .268 ICESGRANR IO -C O M C tTE C -73) Dado o sistema de equações rx + y + z = 1 x + ry + z = 1 x + y + rz = -2 onde r é um número real, tem-se que: a) b) c) d) e) o o o o o conjunto co n ju n to co n ju n to co n ju n to co n ju n to solução solução solução solução solução é fin ito e não vazio, para r = -2 contém uma infinidade de pontos do espaço para r = 1 é vazio para r = 2 contém um único ponto do espaço para r ^ 1 e r ^ - 2 é vazio, qualquer que seja r.

T D .269 (PUC-76) Os valores de k para que o sistema x - z= 1 kx + y + 3z = 0 x + ky + 3z = 1 tenha solução única, são: a) k ^ + 1 b) c) d) e) e k ^ - 3 k k k k 9^ - 5 ^ - 6 ^ - 2 ^ - 4

k ^ + 1 e k ^ + 1 e k ^ + 1 e k 1e

T D .270 (G .V .-7 6 ) Seja S o sistema de equações simultâneas: x + y + z= k x - y - z = k x + y - z = k onde k é uma constante real. Então: a) b) c) d) e) S possui uma solução somente para k = 0 S possui infinitas soluções para k ^ 0 S possui solução única qualquer que seja k real S não possui solução qualquer que seja k real Se x = y, então z = - k para qualquer valor de k real

T D .27 1 (M A C K -7 5 ) A equação m atricial
1 -1 1 1 1 -1 1 X

5 =
2 k

3

-1

y z

a) não admite solução qualquer que seja k b) adm ite solução qualquer que seja k c) adm ite solução somente se k = 4 d) adm ite solução somente se k = 8 e) adm ite solução somente se k = 12.

218-D

T D .27 2 (IT A -7 0 ) Considere o sistema de equações algébricas lineares:

c
J l

axx - x2 + x3 = o
X! - x 2 + 2x 3 - 0 2 x j + x 2 + X 3 = fi

0 sistema terá solução única se: a ) j 3 = 0 e O : = 0 b|

0

e

c) p ^0 e a = 0 d) P = a e) P e C forem números complexos conjugados í T D .2 7 3 (IT A -6 9 ) — Para que valores reais de a e b o seguinte sistema não adm ite solução? ( 3x + ay + 4z = 0 < x + y + 3z - - 5 1 2x - 3y + z = b a) a = - 2 e b ^ 5 d) a = b = 1 b) a > - 2 e b ^ 4 c) a = - 2 e b ^ 5 e) nenhuma das respostas anteriores

T D .274(P U C -73) Os valores d e a e ò , de m odo que o sistema í- x + 2 y + 2z = a ^ 3x + 6y - 4z = 4 L 2x + by - 6z = 1 a ) b) c) d) e) a = a= a= a= a= 4 e b = 3 3 e b=4 2 eb= 1 3 e b=2 2 e b=3 = 2 T D .275 (G V -73) Seja o sistema a) para to d o valor de m, o sistema é impossível b) m = 10 e n ^ c) m = 1 0 e n = — d) m ^ = 1 0 = > sistema possível e determ inado então:

seja indeterm inado, são: ^

1 sistema possível e indeterm inado sistema impossível

e) nenhuma das anteriores. TD .276(C ES C EM -73) Podemos afirm ar que o sistema de equações lineares ( x - 2y + 3z = - 4 / 5x ~ 6 y + 7z - - 8 l. 6x - 8y + pz = q a) b) c) d) e) ê:

impossível, se p = 10 e q ^ -1 2 possível e determ inado, se q = ^ -1 2 indeterm inado, se p ^ 10 tal que só existe a solução trivia l, se p = 1 0 e q = - 1 2 possível e indeterm inado, se p = 1 2 e q = 10

219-D

T D .277 (IT A -7 2 ) Qual é a relação que a, b e c devem satisfazer tal que o sistema abaixo tenha pelo menos uma solução? { x + 2y - 3z = a J 2x + 6y - 11z = b I, x + 2y + 7z = c a) 5a = 2b - c c) 5a ^ 2b + c e) nenhuma das respostas anteriores. b) 5a = 2b + c d) não existe relação entre a, b, c

T D .278 CESG R AN R IO -C O M C ITEC -73) Considere o sistema

{
a) b) c) d) e)

X l - 2x2 + x 3 = a 2 xi + x2 + x 3 = b 5x 2 - x 3 = c

Então: o sistema o sistema o sistema o sistema as quatro possui solução quaisquer que seja a, b, c possui solução apenas quando a = b = c = 0 possui solução se e somente se 2a - b + c = 0 possui solução única quando a = b = c = 0 afirm ativas anteriores são falsas.

T D .279 (FFCLUSP-Ò7) - 0 sistema ( x + ay + a2z = a3 J x + by + b 2z = b 3 [ x + cy + c2z = c 3 a) b) c) d) e) é sempre determ inado é determ inado para a b, b ^ c é determ inado para a b ¥= c ^ a é indeterm inado para b ^ c ^ a nenhuma das respostas anteriores Seja o sistema: = bi = b2 = b3

TD .280(EES C U SP -67) a ll x i a2i x x + x 2

331 x i + a32x 2 + x 3

an j x i + ••• + an , n - l x n -l + x n = ^n Então o sistema admite a) b) c) d) e) sempre solução única nenhuma solução solução, somente se existe um núm ero X tal que b i = Aa» solução, somente se a ^ solução somente se b i = 0

TD.281 <EAESP-FG V-77) O determ inante da m atriz incompleta associada a um sistema hom o­ gêneo de n equações lineares a n incógnitas é nulo. Em vista desta inform ação podemos c oncluir que: a) b) c) d) e) o o o o o determ inante da m atriz com pleta é nulo sistema é indeterm inado sistema é determ inado sistema não tem solução determ inante da m atriz completa é não nulo.

T D .28 2 (C ESG RAN RIO -C O M CITEC-73) Considere as seguintes afirmações sobre um sistema de 2 equações lineares homogêneas a 3 incógnitas: 1 — o sistema possui alguma solução diferente de (0, 0, 0) 2 — se (x, y, z) e (x', y ', z') são soluções, então {x + x ', y + y ', z + z') também é solução 3 — se (x, y, z) é solução e Xé um número real qualquer, então <Xx, Xy, A/) é solução Tem-se que: a} b) c) d) e) as três afirm ativas são falsas apenas uma afirm ativa é falsa apenas uma afirm ativa é verdadeira as três afirmativas são verdadeiras u m sistema de duas equações lineares a trés incógnitas nunca é homogêneo

T D .28 3 (CESCEM-73) A m atriz

tem determ inante nulo e nenhum dos números a, b ou c é zero. Entao, pode-se garantir que o sistema linear homogêneo nas incógnitas (x, y , z)

{ :
é tal que a) b) c) d) e) T D .284 (G V -74) O sistema

’ ay + bz = 0 - a x + cz = 0 - b x - cy = 0

qualquer uma das equações é combinação linear das outras duas. não existe solução para o sistema, qualquer terna real (x, y, z) é solução. a única solução é a trivia l (x = 0, y = 0, z = 0). existe uma única solução não trivia l. é:

a) b) c) d) e)

impossível possível e indeterm inado possível e com solução x = -1 1 , y = -1 7 e z = 1 possível, e admite apenas a solução triv ia l, x = y = z = 0 nenhuma das respostas anteriores.

TD .285 (CESCEM-75) O sistema de equações:

(
< l

3x 2x x +

+ y

4y y +

-

z 3z =

0 0

— 0

a) b) c) d) e)

não tem solução admite uma única solução não trivia l adm ite apenas a solução trivial adm ite in fin ita s soluções adm ite apenas soluções não triviais.

T D .286 (U N IC A M P -67) O sistema de equações lineares

( }
l

3x 4x 12x

-

2y 8y 8y

-

6 - 0 15 24 = = 0 0

é

a) determ inado d) indeterm inado

b) impossível c) homogêneo e) não tem solução no campo dos números reais

TD .287 (ÍT A -7 4 ) Seja a equação m atricial 1 3 1 Podemos afirm ar: a) b) c) d) e) a equação tem uma e somente uma solução a equação tem duas e somente duas soluções a equação tem três e somente três soluções a equação não tem solução. nenhuma das respostas anteriores. 4 1 - 22 5 7 - 11 x y z 0 0 0

TD .288 (P O LI-66) O sistema de equações:

•< — + _ x y
l

= 0
+ i . , o

x

-

2

y

z

a) é impossível b) é indeterm inado c) é possível e determinado d) só adm ite a solução nula e) nenhuma das respostas anteriores TD .289 (IT A -6 6 ) Consideremos o sistema de 2 equações nas 2 incógnitas x, y:

a) qualquer que seja o valor de k, o sistema tem solução diferente da solução x = 0, y = 0. b) existe pelo menos um valor de k para o qual o sistema tem solução diferente da solução x = 0, y = 0. c) para nenhum valor de k, o sistema tem solução diferente da solução x = 0, y = 0.

{

x - y = kx - x + 5y = ky

222-D

TD .290 (CESG R AN R 10-76) Sejam Xi e X2 os valores distintos de X para os quais a equação

admite solução í * 1 ) a) -5 b) 4

\x2y 7^

\oj

Í^ V

Então, X i + X2 c) 10

é d) -6 e) 0

TD.291 (FU V E S T -77) A equação m atricial
1
2 5 -1 x ii X

_V

y

adm ite mais de uma solução se e somente se X = a) 0 b) ± \ Í 3 c) ±3 d) ± V ^ e) ± \ f v \

T D .292 (M A C K -7 5) Os valores de a para que o sistema

(
< I

x + y + x - ay + ax - y -

z = 0 z = 0 z= 0

admita soluções diferentes da trivia l são a) a = 0 e a = 1 c) a = -1 e a = 0 e) nenhuma das anteriores. T D .29 3 (CESCEA-69) Analise o sistema ( J [ x + ay + bz + cz = 0 x + az + by + cz = 0 x + az + bz + cy = 0 b) a - -1 d) a = -1 e e a = 1 a =' 0

e

a - 1

e assinale qual das afirmações que seguem é verdadeira: a) indeterm inado b) impossível c) a única solução é x = y = z = 0 a / d) possível, e x = a e) determ inado T D .2 9 4 (CESCEA-75) Os valores de m para -os quais o sistema ( J \ x - y + z = 0 2x - 3y + 2z = 0 4x + 3y + mz = 0 c y = - yb , z = - y

adm ite somente a solução x = 0, y = 0, z = 0 são: a) m > 0 b) m < 5 c) m = 4 d) m > -2 e) m ^ 4

223-D

T D .295 lPU C-72) Os valores de k tais que o sistema homogêneo

{

x + y + 2z = 0 x - ky + z = 0 kx - y - z = 0 e e e k ^ ~1 k^í =2 k ^ -1

adm ite somente a solução triv ia l, são:

a) k =£ o c )k = 0 e) k =jfc 2

b) k d) k ^ ( Xx + y = 0

1

e e

k =£ -1 k -2

T D .296 (1T A -68Í Seja

< x + X y + z = 0 I y + Xz = 0

O sistema acima terá solução não triv ia l para um certo co n ju n to de valores de X. Para que isto se verifique este co n ju n to é co n stitu íd o : a) b) c) d) e) apenas apenas apenas apenas apenas por por por por por números números números números números complexos não reais reais racionais irracionais inteiros

T D .297 G V -70) Os valores de m para os quais o sistema linear homogêneo ( (m + 6 )x - 2y + 4z = 0 / 5x - 4 m y - 4z = 0 \ 3x - y + z = 0 adm ite soluções diferentes da trivia l são: a) 5 e 3 b) 6 e -1 c) - 6 e e) nenhuma das respostas anteriores. M ji T D .298 (IT A -7 6 ) Considere a m atriz 3 X 3 , M = M 2i , M 3i d) 6 e 1 . M 12 M 22 M 32 M,3 M23 . Sabendo que M 33.

M „ M 2i [ m 31

M 12 M 22 M 32

M» M 23

2 * 66 4 M 33.

=

0 0 , então, temos: 0 1 0 0

a) det M é um número p ositivo b) Existe uma m atriz P, 3 X 3, tal que: MP = c) ^21 = - 3 M 22 " 2 M 23 d) se M 21 - 3 M 22 + 2M 23, então M 21 ^ 0 e) nenhuma das respostas anteriores.

T D .299 (FFC LUSP-69) Para qual dos seguintes valores de f t o sistema linear em x, y e z: x + y + z = 0 (cos O + sen a )y + {2 sen a)z = 0 t (cos 0:}y + (cos 0: - sen o l ) z = 0 adm ite soluções não triviais? 57T c)

n

d)

777-

8

. 57 T e} T

224-D

TD .300 (IT A -7 2 ) Quais os valores de Ct de m odo que o sistema ( (sen a - 1 )x + 2y - (sen Ot)z = 0 ^ (3senQ!)y + 4z = 0 I 3x + (7 sen Q:)y + 6z = 0
a)

adm ite soluções nâo triviais?

O = n7T, n - 0, ±1, ±2, ± 3 , ... !

b) a = n7T + y , n = 0, ±1, ±2, ±3, ... c) a = n7T + y , n = 0, ±1, ±2, ... d) não há valores de O c e) nenhuma das respostas anteriores. TD.301 (FFC LU SP-66) Para que o sistema f x + y + 2=0 < ax + by + cz = 0 [_a2x + b2y + c2z = 0 adm ita solução não triv ia l é suficiente que: a) b) c) d) e) a = boub = coua = c a =£ b =£ c abc = 0 a =£ 0, b 0, c ^ 0 nenhuma das respostas anteriores.

TD.302 (IT A -7 7 ) S e ja fík i + k 2>x + (k2 - k 3)y + (k i - k 3)z = 0 < (k2 - k j) x + (k2 + k 3)y + (k3 - k i) z = 0 I j k i - k2)x + (k3 - k2)y + (k3 + ki>z = 0 um sistema homogêneo de equações lineares reais em x, y e z. Com respeito ao sis­ tema acima podemos afirm ar: a) se k j ^ ± k 2, k i ± k 3 e k j ^ ± k 3 então o sistema só adm ite solução trivial

b) se k j + k \ + k 3 =£0, então o sistema só adm ite solução trivia l c) o sistema admite solução não triv ia l, se e somente se, k \ + k j + k | = 0 d) se k i =£ 0, k2 =£0 e k3 =£0, então o sistema só admite solução trivia l e) nenhuma das respostas anteriores. TD.303 (FE 1-66) A m atriz 1 0 3 0 tem característica a) 1 b) 2 c) 3 e) nenhuma das respostas anteriores. 1 2 1 4 d) 4 3 0 1 2 1 -2 3 3 1 0 4 2 4" 3 é 2 6 e) 1 1 0 0 2 1 3 0 4 2 6 0

TD .304 (PUC-73) A característica da m atriz: M =

a) 4

b) 3

c)

1

d) 0

225-D

TD .305 (EESCUSP-66) Se as linhas de uma m atriz são combinações lineares, de p delas, a sua característica é: a) p + 1 b) p c) < p d) > p e) > p + 1

TD.306 (M A C K -75) Se numa m atriz A de terceira ordem todas as sub-matrizes de segunda ordem têm determ inante nulo, então: a) b) c) d) e) a característica da m atriz A pode ser 3 a característica da m atriz A pode ser 2 a característica da m atriz A pode ser 1 todos os elementos da m atriz A são nulos a m atri2 A é inversível.

TD.307 (EPUSP-65) Sendo nulos todos os menores de 2*. ordem de uma m atriz de 4® ordem. a) o determ inante da m atriz é nulo b) o determ inante não é necessariamente nulo, mas são nulos todos os menores de 3® ordem c) pode e xistir um m enor de 3® ordem não nulo d) a característica da m atriz é dois e) nenhuma das respostas anteriores. T D .3 0 8 (P O L I'6 7 ) Sendo a, b, c, d quatro números diferentes e não nulos, o número de me­ nores de 2a ordem , não nulos que podem ser extraídos da m atriz . 1 0 0 0 0 1 a a2 a3 a4 1 b b2 b3 b4 1 c c2 c3 c4 1 d d2 d3 d4 d) 100

c) 84 a) 60 b) 76 e) nenhuma das respostas anteriores.

TD.309 (EPUSP-68) Seja S um sistema linear homogêneo, com 3 equações e 3 incógnitas x, y e z. Seja T o sistema o b tid o acrescentando a S uma nova equação ax + by + cz = 0. a) b) c) d) e) a característica de S pode ser m aior que a de T o sistema T pode ser incom patível o sistema T pode ser indeterm inado a nova equação é sempre combinação linear das outras três nenhuma das respostas anteriores.

TD.310 (F E I-6 7 ) Um sistema I inear homogêneo de três equações e três incógnitas adm ite como soluções os ternos (1, 3, 5) e (2, 4, 5), mas não o terno (1, 1, 1). A característica do sistema é: aí 0 b) 1 c) 2 e) nenhuma das respostas anteriores. d) 3

226-D

RESPOSTAS

TD.1 c TD.2 d TD.3 e TD .4 b TD.5 e TD.6 b TD.7 d, e T D .8 b T D .9 d T D .10 c T D .1 1 b TD .12 e T D .13 d T D .14 d T D .15 d TD .16 a T D .1 7 e TD .18 d T D .19 b TD .20 c TD.21 b TD .22 b T D .23 e T D .24 b T D .25 e T D .26 d TD .27 d T D .28 b TD .29 d TD .30 b TD.31 d T D .32 e T D .33a T D .34 b T D .35 c

T D .3 6 d TD .37 d TD .38 a T D .39 d T D .40 a TD.41 a TD .42 c T D .43 a T D .44 d TD .45 d T D .4 6 c TD .47 a T D .48a T D .4 9 e T D .50 a TD.51 b T D .52 b T D .53a T D .5 4 c T D .55 a TD .56 d T D .5 7 e T D .58 c T D .59 b TD .60 d TD.61 b T D .62 a TD .63 e TD .64 b T D .65 a TD .66 c TD .67 d T D .68 b TD .69 a T D .7 0 c

TD.71 c TD .72 e TD .73 b T D .7 4 b TD .75 a TD .76 c TD.77 a TD .78 c T D .79 a T D .8 0 d TD.81 b TD.82 b T D .83 c T D .84 b T D .8 5 d T D .8 6 b TD .87 a T D .8 8 b TD .89 b TD .90 c TD.91 e TD .92 b TD .93 a TD .94 e T D .9 5 a T D .9 6 e TD .97 a TD .98 e T D .99 e TD .lO O c TD.101 b T D .10 2 d T D .1 0 3 c TD .104 b TD .105e

T D .10 6 b TD .107 c T D .10 8 b TD .109 c T D .IIO b TD.111 d T D .1 1 2 d T D .113a T D .11 4 c T D .11 5 a T D .1 1 6 c T D .1 1 7 b T D .11 8 b T D .1 19 b T D .12 0 c TD.121 d T D .12 2 b TD.123 b T D .1 2 4 e T D .125 d T D .1 2 6 a TD .127 b T D .1 2 8 d TD .129 a T D .1 3 0 a TD.131 a T D .1 3 2 c T D .13 3 e T D .1 3 4 d T D .1 3 5 b T D .13 6 a TD .137 a T D .1 3 8 e T D .139 b T D .1 4 0 e

227-D

— 1 H H H -4 H H p p D O O O D D O l I O co C 00 00 vi V >1 V vl * ) O IO 00 « g O Ol C N O )
a 0 a a a ) i

rt C 0) u T

-J - i H H H H H H H H H -1 H H H -J H H - i H H H -1 H -4 - i H -í H H -1 -t H H p p D p O O D O O O O p O D O O O O O O O O D D O O O O O O O p D O _a •a Id _ * •a •é * A * l J l J > l l l > 9) O O a> 0 O 0 0) O O O oi O C1 oi O CI s £o ê A * ) ) vl vj vj vj vj 0) v| 0) O * C ro < C fO •a O O (D 0 vj o O > l I ) I 0 C ro O f» (O ro O <o s V O O
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H H H -t o o p O O O O O O O O O O O O O O O O w w co co -» o o o O (O 00 vi n r ct n oi n it o o- o- a n a cr f

H -i -i H H H -í H H H H OQOO O ODOO OO N ro io io K k to ro ro ro ro ) > > C O0 e 0 0 0 0 OC 0 o 0 0 0 0 (0 0 0 ( to o O Y O < S vj 0) O o ) 0 ú r Q a C Ü a C o ) > o T ) T C T

H H H H H H -1 -í -( O O O O O O O O O ro ro ro io io k) ro io M V I vj V I vj V I vj vi V I vl O CO ro 00 vj 0) O I ) o a 0 o C o C (0 o T T

Testes de Vestibulares
Seqüências
(PUC-RS-80) Na seqüência , i 9 5 a) > T ’ T ■ b ) -L ,± ,± 4 8 4 2. 1 5 \ 2 ' S' 3 j , os valores de x , y, z são, respectivamente: 4 ' T ’ x ' y ' z' e) 13 11 9 4 ’ 8 ’ 4

9 7 « T ’ 8 ’ 4 13 11 « T ’ 8 ’ 4

(U.F.SE-84) O 30? termo da seqüência ( / , - y , y , - y ,

b -^ >
3-

c)i r

d)i r

e)l

(U.C.SALVADOR-92) Considere a seqüência ^1; - y ; y ; - - y ; y ; ...j na qual um termo e seu sucessor têm sinais opostos e denominadores consecutivos. O décimo terceiro termo dessa seqüência é:

a> - 1 7
4.

h)- l T

C)- 1 T

d) T F

e)l T

(U.E.CE-81) Os termos da sucessão an a2> an estão relacionados pela fórmula an +l = 1 + 2an , onde n = 1> 2, 3, ... Se a, = 0, então a6 é: a) 25 b) 27
c) 29

d) 31 2 + a.2 , + 7 = — —---- . Qual dos números

5.

(PUC-SP-81) Na seqüência (a,, a2, ..., ...) tem-se: al = / e abaixo está mais próximo de a3 ? a) 1 b) 2 c) -Í2 d)

e) Js
187

TESTES DE VESTIBULARES J, = 4 6. (U.F.BA-81) Sejam as seqüências n+ 1 Se P = a4 ■ b4, tem-se: a) P < 0 b) 0 < P < 1 c) 1 < P < 2 d) 2 < P < 3 e) P > 3 2 , , + 1 H n e fb, = 5 . b„ ”+1 1 1 + b„

7. (U.E.CE-80) Considere a seqüência de números reais definida por

!
a) 48

n + 1 , , — -— , se n e ímpar

2 an_ ,, se n é par

n

e

(1, 2, 3, ...)

Então o produto dos seis primeiros termos da seqüência é igual a: b) 30 c) 36 d) 42

8. (F.C.M.STA.CASA-80) Considere uma sucessão de 46 termos tal que cada termo é da forma P + n, com P igual ao produto de todos os números primos menores ou iguais a 33, ou seja: P = 2 ■ 3 • 5 ... 53, e n assumindo sucessivamente os valores 2, 3, 4, 5, 6, .... 47. Seja N o número de termos da sucessão P + n que são primos; então N é igual a: a) 15
9.

b) 1

c) 16

d) 0

e) 2

(CESESP-85) Seja (o„) n & N a seqüência de números reais definida por a„ = 2 + ( - / ) " ■I/n . a3 ... a) ai a2 Assinale a alternativa que descreve graficamente esta seqüência. an 1
b) 3

2
8n ••• a3 9 4 a3 3 2 a3 5 3 a3 5 4 a2 3
2

7 4

2
a, 3

az 5

2

2
a 2k+1 a2k a4 5 2 a 2k 2 a2 5 2 3 a2 3

c)

ai

1
d) a,

2

1
e)

an ...

ai 2 3

1

Progressões a ritm é tic a s
10. (U.F.PA-85) Sabendo que a seqüência (/ —3x, x — 2, 2x + 1) é uma P.A ., determinar o valor de x. a) - 2
188

b) 0

c) 2

d) 4

e) 6

TESTES DE VESTIBULARES 11- (CESGRANRIO-80) Em uma progressão aritmética de 41 termos e de razão 9, a soma do termo do meio com o seu antecedente é igual ao último termo. Então, o termo do meio é: a) 369 b) 189 c) 201 d) 171 e) 180

12- (U.F.PR-80) Seja/ uma função tal que / ( / ) = 2 e f ( x + I ) = f ( x ) - 1, para todo valor real de x. Então f(100) é igual a: a) -9 9 b) -9 7 c) 96 d) 98 e) 100

13. (PUC-RS-80) As medidas dos ângulos internos de um triângulo estão em progressão aritmética de razão 20°. O menor ângulo desse triângulo mede: a) 30° b) 40° c) 50° d) 60° e) 80°

14. (CESGRANRIO-89) As medidas, em graus, dos ângulos internos de um triângulo formam uma progres­ são aritmética de razão 30. A razão entre o menor e o maior lado do triângulo vale:

a>

ir
2t b) —

b ) í

T

c) T

e) T

d)

15. (FATEC-87) Se as medidas dos ângulos internos de um triângulo estão em progressão aritmética e a me­ dida do maior ângulo é o quíntuplo da medida do menor, então a diferença entre a medida do maior ângu­ lo e a soma das medidas dos outros dois é: v * a) v 4t c) — .V 2t d) — > x e) —

16. (U.F.PA-85) Três números estão em P.A. A soma destes números é 15 e o seu produto 105. Qual a dife­ rença entre o maior e o menor? a) 4 b) 5 c) 6 d) 7 e) 8

17. (UNICAP-87) Sabe-se, de uma progressão aritmética, que a soma do < .° termo com o 16? termo é 58 e 5 que o 4? termo é o quádruplo do 2? termo. Qual entre os números abaixo não é termo desta progressão? a) 8 b) 11 c) 20 d) 25 e) -1

1*- (U.F.BA-81) Numa progressão aritmética, o primeiro termo é / e a soma do n-ésimo termo com o número de termos é 2. A razão dessa progressão é: a) 2n — 1 b) 2n —2 c) n - ] d) 1 e) -1

19. (U.E.CE-92) Seja (an a2, a}t ..., ak , ..., aso) uma progressão aritmética. Se a2 = 14, a5 - a3 = 18 e ak = 239y então k é igual a: a) 26 b) 27 c) 28 d) 29

20- (U.F.RN-84) O número de múltiplos de 7 entre 50 e 150 é: a) 9 b) 12 c) 14 d) 16 e) 23

21. (U.C.SALVADOR-91) Quantos são os múltiplos de 5 compreendidos entre 99 e 19887 a) 375 b) 376 c) 377 d) 378 e) 379

22. (COYEST-90) Indique o número de inteiros divisíveis simultaneamente por 7 ep o r 11, entre 1 e 7 000. a) 70 b) 96 c) 85 d) 90 e) 87

23. (U.F.ES-82) Quantos números inteiros, compreendidos entre 1 000 e 10 000, não admitem 3 ou 7 como fatores primos? a) 4 713 b) 4 286 c) 5 142 d) 224 e) 5 571
189

TESTES DE VESTIBULARES 24. (U.C.MG-82) Os diâmetros das polias assentadas em um eixo comum formam uma progressão aritmética de cinco termos, sendo os termos extremos iguais a 120 mm e 216m m . O diâmetro, em m m , da segunda polia, na ordem crescente, é: a) 134 b) 144 c) 154 d) 158 e) 182

25. (CESGRANRIO-89) Em uma progressão aritmética de nove termos, a soma a, + a9 vale 20. Então, a soma dos nove termos da progressão vale: a) 75 b) 80 c) 85 d) 90 e) 95

26. (FGV-88) O terceiro termo de uma progressão aritmética é I I e a razão é 4. A soma dos 20 primeiros termos é: a) 790 b) 800 c) 810 d) 820 e) 830

27. (CESGRANRlO-87) A soma dos inteiros consecutivos 1, 2, 3, .... 1985 e 1986 i: a) 1 873 791 b) 1 895 518 c) 1 953 591 d) 1 973 091 e) 1 983 518

28. (U.MACK.-81) Um relógio bate as horas dando uma pancada à 1 hora, 2 pancadas às 2 horas, e assim por diante até as 12 horas. Às 13 horas volta novamente a dar 1 pancada, 2 às 14 horas e assim por diante até às 24 horas. Bate ainda uma única pancada a cada meia hora. Começando a funcionar à zero hora, após 30 dias completos, sem interrupção, o número de pancadas dado será: a) 5 400 b) 5 340 c) 5 460 d) 5 520 e) 4 800

29. (CESESP-82) Existem 10 caixas contendo, cada, 10 unidades de um certo produto, idênticas em forma e tamanho, sendo que cada unidade de uma determinada caixa pesa 1,1 kg, enquanto as unidades restantes I kg cada. Pretende-se, com uma única pesada (utilizando qualquer tipo de balança), identificar a caixa cujos produtos pesam 1,1 kg cada unidade. Para tal, usou-se do seguinte procedimento: numeraram-se as caixas aleatoriamente de / a 10 e de cada uma delas retiraram-se tantas unidades quanto é seu número; juntaram-se essas unidades retiradas, pesando-as e obtendo 55,4 kg. Assinale, então, a alternativa correspondente ao número da caixa que contém as unidades que pesam 1,1 kg cada. a) 1 b) 4 c) 3 d) 10 e) 5

30. (PUC-SP-85) Um escritor escreveu, em um certo dia, as 20 primeiras linhas de um livro. A partir desse dia, ele escreveu, em cada dia, tantas linhas quantas havia escrito no dia anterior, mais 5 linhas. O livro tem 17 páginas, cada uma com exatamente 25 linhas. Em quantos dias o escritor terminou de escrever o livro? a) 8 b) 9 c) 10 d) 11 e) 17

31. (U.C.SALVADOR-91) No decorrer de uma viágem que teve a duração de 6 dias, um automóvel percorreu 60 km no I? dia, 80 km no 2? dia, 100 km no 3? dia e assim, sucessivamente, até o 6? dia. O total de quilômetros percorridos por esse automóvel durante os 6 dias foi: a) 220 b) 380 c) 460 d) 580 e) 660

32. (VUNESP-92) Um estacionamento cobra Cr$ 1 500,00 pela primeira hora. A partir da segunda, cujo va­ lor é CrS 1000,00, até a décima segunda, cujo valor é C rí 400,00, os preços caem em progressão aritmé­ tica. Se um automóvel ficar estacionado 5 horas nesse local, quanto gastará seu proprietário? a) CrJ 4 580,00 ,b) C rí 5 410,00 c) CrJ 5 140,00 d) Cr* 4 850,00 e) C ri 5 340,00

33. (CESESP-86) Dois andarilhos iniciam juntos uma caminhada. Um deles caminha uniformemente 10 km por dia e o outro caminha 8 km no 1? dia e acelera o passo de modo a caminhar mais 1/2 km cada dia que se segue. Assinale a alternativa correspondente ao número de dias caminhados para que o 2? andarilho alcance o primeiro. a) 10
190

b) 9

c) 3

d) 5

e) 21

TESTES DE VESTIBULARES 34. (U.F.VIÇOSA-89) Numa caixa há 1 000 bolinhas de gude. Retiram-se 15 bolinhas na primeira vez, 20 na segunda, 25 na terceira e assim sucessivamente na mesma razão. Após a décima quinta retirada, sobra­ rão na caixa: a) 2S0 bolinhas b) 200 bolinhas c) 300 bolinhas d) 500 bolinhas. e) 750 bolinhas.

35. (U.F.CE-91) Um atleta corre sempre 400 metros a mais do que no dia anterior. Ao final de 11 dias ele percorreu um total de 35 200 metros. O número de metros que ele correu no último dia foi igual a: a) 5 100 b) 5 200 c) 5 300 d) 5 400 e) 5 500

36. (CESGRANRIO-91) Se s3 = 0 e s4 = - 6 são, respectivamente, as somas dos três e quatro primeiros termos de uma progressão aritmética, então a soma s5 dos cinco primeiros termos vale: a) - 6 b) - 9 c) -1 2 d) -15 e) -1 8

37. (FGV-81) A soma dos números naturais não superiores a 1 000, não divisíveis por 7, é: a) 429 429 b) 500 500 c) 500 500/7 d) 999 999/7 e) n.d.a.

3*. (CESGRANRIO-84) A soma dos números naturais menores do que 100 e que divididos por 5 deixam resto 2 é: a) 966 b) 976 c) 990 d) 991 e) 998

39. (U.F.MG-92) Considerem-se todas as divisões de números inteiros positivos por 17, cujo resto é igual ao quadrado do quociente. A soma dos quocientes dessas divisões é: a) 10 b) 17 c) 172 d) 1 + 2 + ... + 17 e) l 2 + 22 + ... + 172

40. (PUC-SP-85) Na seqüência (a0, a ,, a2, ■ ■ onde a0 = 1 e a„+, = a„ + n, para todo n £ N , a so­ ■) ma dos 7 primeiros termos é: a) 41 b) 42 c) 43 d) 63 e) 64

41. (U.E.CE-91) Seja (a, , o2, a3,

«*) uma progressão aritmética de razão r. Se 3ak = 7a,, r = -j- e

a, + a2 + a3 + ... + ak = 5, então a2 é igual a: a) 4/5 b) 6/5 c) 4/3 d) 5/3

42. (EAESP-FGV-80) A soma dos 50 primeiros termos de uma P.A. na qual a6 + a45 = 160 é: a) 3 480 b) 4 000 c) 4 200 d) 4 320 e) 4 500

43. (V.UNIF.RS-80) A soma dos n primeiros números pares estritamente positivos é: a) n • (n — 1) b) n • (n + 1) c) n2 + 1 d) 2n2 e) 2n

44. (PUC-RS-80) A soma dos " n ” primeiros termos da progressão aritmética (— , ^ + n , ^ + 7 1 \n n2 n2 , 3 n -l 4 + 2n n + 1 ^ n ,1 C) ----- 2----7 d) 1 + „ i . n e) jy* — a) b > ------- 2----2n n
191

TESTES DE VESTIBULARES 45. (CESGRANRIO-85) A soma dos n primeiros termos de uma sucessão é dada por s„ = n(n + 1). En­ tão o 20°. termo da sucessão é: a) 420 b) 380 c) 60 d) 40 e) 20

46. (V.UNIF.RS-80) Para todo « £ N a soma dos n primeiros termos de uma progressão aritmética é 3n2 — 2n. A razão é: b) 3 c) 4 d) 5 e) 6

47. (F.C.M.STA.CASA-82) Para que a soma dos termos da seqüência (- 8 1 ,- 7 7 ,- 7 3 , ...) seja um número positivo, deve-se considerar no mínimo: a) 35 termos. b) 39 termos. c) 41 termos. d) 42 termos. e) 43 termos.

48. (F.C.M.STA.CASA-80) O valor de K tal que a) 10 b) 5 c) 3

£ (2n + 3) = 55 é: n* 2 d) 2 e) n.d.a

49. (ITA-80) Considere a progressão aritmética (Xj, x2, .... x„) de n termos, n > 2, cuja soma de seus ter­ mos é K. A soma da seqüência dos n valores ylt y2, ■ y„ definidos por ••> = axi + b, i = I, 2, .... n, onde a e b são números reais com a # 0, é dada por: a) K b) aK + b c) aK + nb d) a"K + nb e) a”K

50. (ITA-89) Numa progressão aritmética com n termos, n > 1, sabemos que o primeiro é igual a (1 + h)/»i e a soma deles vale (i + 3n)/2. Então o produto da razão desta progressão pelo último termo é igual a: a) 2n b) 2/n c) 3n d) 3/n e) 5n

51. (CESGRANRIO-80) Um quadrado ABCD de lado l tem cada um de seus lados dividido em 9 partes iguais. Ligando-se com segmentos de reta os pontos de divisão, segundo a direção da diagonal A C , obtémse o hachurado mostrado na figura. A soma dos comprimentos dos 17 segmentos assim obtidos é: a) 9 Í2 ( 9 j2 _ (
2

17 *Í2 4 d) 8 -Í2t

52. (U.F.PE-83) Considere a seqüência 1, 10, 11, .... 19, 100, 101, ... formada por todos os números natu­ rais que têm 1 como primeiro algarismo. Sabendo-se que a soma dos n primeiros termos dessa seqüência é 20/100, assinale a alternativa correspondente ao valor de n. a) 100 b) 116 c) 119 d) 121 e) 136

53. (F.C.M.STA.CASA-80) A sucessão S dos números 1, 5,13, 25.......ak , ... possui a propriedade de que as diferenças dk = ak t l - ak , com K = 1, 2, 3, ..., formam uma progressão aritmética. O 30°. termo da sucessão S é: a) 120 b) 117 c) 871
192

d) 1 741 e) impossível de ser calculado

TESTES DE VESTIBULARES 54. (U.F.UBERLÂNDIA-80) Se os números tog*K, log*m e log*n com x, K, m e n positivos e diferentes de 1, formam uma progressão aritmética (P.A.). Então ( K n ) tog% = a) f n b) n2 c) í n d) n3 e) Jn

Progressões g e o m é trica s
55. (F.C.M.STA.CASA-81) São dados o binômio 2x + 3 e uma P.A . de razão. 2. Substituindo-se x, suces­ sivamente, pelos termos da P.A ., obtém-se uma seqüência cujos termos constituem uma: a) b) c) d) e) P.A . P.G. P.A . P.G . P.A . de de de de de razão razão razão razão razão -4. 2. 2. 4. 4.

56. (U.E.LONDRINA-84) O termo geral de uma seqüência é definido por an = 2(n + b ) - l , onde n G IN*. Essa seqüência é uma: a) b) c) d) e) P.A. P.G . P.A. P.G . P.G . de de de de de razão razão razão razão razão 2 + 2b. 2b -1 . 2. 2b.

57. (U.E.BA-84) A seqüência (log 20; log 200; log 2 000\ ...) é uma: a) b) c) d) e) progressão progressão progressão progressão progressão geométrica de razão log 10. aritmética de razão 1. geométrica de razão 10. aritmética de razão log 2. aritmética de razão 1 + log 2.

58. (VUNESP-85) A seqüência (sen x, sen (x +
7 r),

sen (x + 27r), sen (x + 37t),

sen (x + nx), ...)

com x & K tc (K G Z , n G IN) é uma: a) b) c) d) e) progressão aritmética de razão ir. progressão aritmética de razão - / . progressão geométrica de razão —1. progressão geométrica de razão tt. seqüência que não é nem progressão aritmética e nem progressão geométrica.

59- (ITA-82) Seja a]y a2, ..., an, (cf > 0, i ~ /, 2 .......n), uma progressão geométrica de razão r e / : IR+ -► IR uma função definida por f ( x ) = log (qxp ) onde p e g são números reais positivos. Nestas condições, f ( a ]) ,f ( a 2), ...,/(</„) é: a) b) c) d) e) uma uma uma uma uma progressão progressão progressão progressão progressão geométrica de razão log (q rp). geométrica de razão p log r. aritmética de razão log q + p log a}. aritmética de razão log q + p log r. aritmética de razão p log r.
193

TESTES DE VESTIBULARES 60. (ITA-85) Seja / : IR -»• fi uma função satisfazendo f ( x + ay) = f(x ) + a f( y ) para todo a , x , y £ IR. Se (Oy, a2, a3, an) é uma progressão aritmética de razão d , então podemos dizer que (/(<*/), f( a 2), f( a 3), ...,f(a„)): a) b) c) d) e) é uma progressão aritmética de razão d. é uma progressão aritmética de razão f ( d ) cujo primeiro termo é a,. é uma progressão geométrica de razão f( d ) . é uma progressão aritmética de razão f( d ) . nada se pode afirmar.

61. (U.F.VIÇOSA-90) A expressão lOn + n2 representa a soma dos n primeiros termos de uma progres­ são. É correto afirmar-se que esta é uma progressão: a) aritmética de razão 3. b) aritmética de razão 4. c) aritmética de razão 2. 62. (ITA-85) Sejam a , t a2, d) geométrica de razão 4. e) geométrica de razão 2.

an números reais positivos e Pn = a} • a2 ... an. Se p > 0 é uma consi f 2+n tante real tal que Pn = -£ ^ — , então podemos afirmar que os números a]t a2, ..., an , nesta ordem: n2 n z?" . . .

a) formam uma progressão geométrica de razão q = p e an = b) formam uma progressão geométrica de razão q = p e an = c) formam uma progressão geométrica de razão q = p 2 e an =

d) formam uma progressão geométrica de razão q = y 2 e an - É L p v “n "*v f e) não formam uma progressão geométrica. 63. (ITA-90) Numa progressão geométrica de três termos a razão é e , a soma dos termos é 7 enquanto a diferença do último termo com o primeiro é 3. Nestas condições o valor de a é: a) in J 2 b> - f n T c) fn 43 d) - f n f l e) não existe número real a nestas condições. 64. (U.C.SALVADOR-92) A soma dos três primeiros termos de uma progressão geométrica é - — e a soma 4 dos três termos seguintes é 6. A razão dessa progressão é: a) - 4 b) - 2 c) - - j d) 2 e) - j

2 65. (U.E.CE-91) Seja (aJt a2, a3> a4>a5, a6, a7, ...) uma progressão geométrica crescente. Se aj = — a, + a2 + o» + a4 e --------------------------- = 5, então a* - a, é igual a: a, + a2 a) - y 194

b) -2jL

c) 10

d) 20

TESTES DE VESTIBULARES 66. (ITA-91) Numa progressão geométrica de razão q, sabe-se que: (1) o produto do logaritmo natural do primeiro termo a, pelo logaritmo natural da razão é 24. (2) a soma do logaritmo natural do segundo termo com o logaritmo natural do terceiro termo é 26. Se Inq é um número inteiro, então o termo geral a„ vale: a) e6” - 2 b) e4 + 6n c) e24" d) e" + 6" e) n.d.a.

Notação: Inq denota o logaritmo natural (ou neperiano) de q. 67. (CESGRANRIO-88) Os quatro números x, -6 , 3x + 3 e y formam, nessa ordem, uma progressão geométrica. Então, os dois possfveis valores de y são: a) de sinais opostos. b) pares. c) ímpares. d) negativos. e) positivos.

68. (U.F.BA-81) Sendo (40, x, y, 5, ...) uma progressão geométrica de razão q e ^q, 8 - a, - y , ...j uma progressão aritmética, o valor de a é: a) - y 4 b) 4 c) 4 d) 6 e) 7

69. (ITA-88) Suponha que os números 2, x ,y e 1 458 estão, nesta ordem, em progressão geométrica. Desse modo o valor de x + y é: a) 90 b) 100 c) 180 d) 360 e) 1 460

70. (U.F.RS-81) Sabendo que («„) é uma P.A. de razão 3, (b„) é uma P.G. de razão - y , as = b, e a3 — b2, então a, + b, é: a) -31 b) -11 c) 18 d) 21 e) 24

71. (U.F.RS-84) Na progressão aritmética (4; a2\ a3; ...; an), a razão é positiva e os termos a3,a 7 e aIS, nessa ordem, formam uma progressão geométrica. O valor de a, + a2 + a3 é: a) 2 b) 10 c) 12 d) 16 e) 18

72. (U.F.RS-84) A cada balanço uma firma tem apresentado um aumento de 10% em seu capital. A razão da progressão formada pelos capitais nos balanços é: a) 10 11 b) 10 c) d) 10 11 9 10 C) “ fiT

73. (CESGRANRIO-91) Um artigo custa hoje CrS 100,00 e seu preço é aumentado, mensalmente, em 12% sobre o preço anterior. Se fizermos uma tabela do preço desse artigo mês a mês, obteremos uma progressão: a) b) c) d) e) aritmética de razão 12. aritmética de razão 0,12. geométrica de razão 12. geométrica de razão 1,12. geométrica de razão 0,12.

74. (U.F.PR-83) Se loge2x~‘, loge2x*‘ e loge!x+4 são termos em progressão geométrica, então os valo­ res de x são: a) 0 e 1 b) 1 e - 4 ” 6 c) 1 e 2 d) 1 e 3 e) 1 e -1
195

TESTES DE VESTIBULARES 75. (ITA-81) Se os três lados de um triângulo estão em progressão geométrica, então a razão desta progressãoestá compreendida necessariamente entre os valores: a) - 1) e e e e e Y < ^ +
d

b) -j- ( i/4 - 1) c) y ( J3 - D

|( ^ 4 + D
| ( J I + D

d) - L ( J l - 1) e) 0

i - ( ^ 2 + 1) 1

76. (U.F.UBERLÂNDIA-80) Dentro de um ângulo agudo (a) inscrevem-se circunferências que fazem contato uma com a outra (figura abaixo). Os raios destas circunferências formam uma progressão geométrica. A razão desta P.G. vale:
i

1 - sen

cx

-

a) i , Cí 1 + sen —

2

< * 1 - cos --b) — 1 , Cí 1 -f sen —
i

2

i Cí 1 + sen — x 2 c) 1 —sen — 2 1 + sen a d) 1 - sen a , 1 - cos a e) ------------1 + cos a

77. (U.MACK.-80) Em toda progressão geométrica de razão q 1, onde a ^ 0 é o primeiro termo, b é o termo de ordem n + 1 e c é o termo de ordem 2n + 1, é válida a relação: a) ac = b2 b) a + c - 2b c) b = — a d) c2 = a2 + b2 e) c2 = a2 - b2

78. (U.F.PR-80) Supondo que os números a, b, c formam uma progressão aritmética, os números ------ !------ s -------1 ------( --------- , considerados na ordem escrita: b ■ c + ■ \c + a \a + b a) b) c) d) e) 196 só formam progressão aritmética se a, b, c forem racionais. formam uma progressão geométrica. só formam uma progressão geométrica se a, b, c forem racionais. não formam progressão. também formam uma progressão aritmética.

TESTES DE VESTIBULARES 79. (CESGRANRIO-82) Sc .v > I e se lo g x 3 e logx são, respectivamente, o 1? e o 2? termos de uma pro­ gressão geométrica, então o i." termo é: a) log 1 b) log x4 c) ílog x d) log í x e) log (x3 + x)

80. (PUC-SP-84) Numa progressão geométrica a diferença entre o 2? e o J.° termo é 9 e a diferença entre o 5? e o 4? termo é 576. O 1? termo da progressão é: a) 3 b) 4 c) 6 d) 8 e) 9

81. (U.E.LONDRINA-83) Se a seqüência (a, h. c) é uma progressão geométrica de razão 2 e termos estrita­ mente positivos, então log2 a + log2 b + log2 c é igual a: a) 4 • log2 a b) 7 • log2 a c) log2 (7a) d) 3 ■( l +
y

• iog2 aj

e) 3 ■(1 + log2 a) H2. (U.F GO-80) Seja aI t a2 , ... uma seqüência de quadrados, tal que a área de ak , k > 2, é igual a 2 vezes a área de ak_}. Se a área de a5 é 8 cm2, então a área de a , t em cm2, è: a) 1/2 b) 8/5 c) 5/8 d) 2 e) 4

83. (U.F.PE-81) Sabendo-se que numa progressão geométrica o I? termo é / e o 6? termo é 32, assinale a alternativa que corresponde ao produto dos 6 primeiros termos desta progressão: a) 4 096 b) 1 024 c) 5 120 d) 32 768 e) 10 000

84. (U.MACK.-81) Uma P.G. crescente de quatro termos tem a soma dos meios igual a 48 e a soma dos extre­ mos igual a 112. O valor do primeiro termo é: a) 6 b) 5 c) 3 d) 2 e) 4

85. (U.F.PA-84) A razão da P.G. cujos termos satisfazem as relações a, + a3 + a5 = 5 a2 + a4 + a6 = 10 a) -ié: b) 1 c)
y

d) 2

e) 3

86. (U.F.PA-85) Na P.G. de termos positivos :: a : b : c, temos a + b + c = 91 a • c = 441 Então, a + c é igual a: a) 21
87.

b) 49

c) 53

d) 63

e) 70

(U.F.GO-84) Em um teste da Loteria Esportiva {13 jogos), houve n/ resultados na coluna 1, n2 re­ sultados na coluna do meio e n3 resultados na coluna 2. Se n} , n 2 e n 3, nesta ordem, estão em progres­ são geométrica crescente, sua razão é: a) 1 b) 2 c) 3 ■f r ■ d) 4 ... O valor de G é: c) - j d> 1
197

e) 5

88. (U.FORTALEZA-81) Seja G =

a)

t t

b) ü

TESTES DE VESTIBULARES 89. (UNICAP-87) O limite da soma dos termos de uma progressão geométrica infinita e decrescente é 3. Assi­ nale qual das afirmativas abaixo relaciona o primeiro termo a, com a razão q desta progressão: a) a, + q = 3 b) 3a, + q = 3 c) 3a, - q = 3 d) a, + 3q = 3 e) 3a, + 3q = 3

90. (EAESP-FGV-80) A soma 1 + a + a2 + ... + d'~‘ é igual a: „ a) 1
t t

, a" - 1 c)

a"-1 - 1 e)

b)

+ l> _
1

d) -n~1

a- 1

91. (FATEC-89) Se S = (21 - I ) + ( i2 - 1) + (2* - / ) + ... + (2" - / ) , então: a) S = 2n+ 1 + n —2 b) S = 2n+ 1 - n + 2 c) S = 2n+1 -h n -h 2 92. (VUNESP-84) Seja S„ = - y - + - p - + ... + ro n tal que Sn > 0,99 é: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9 d) S = 2n+l - n - 2 e) S = 2n+ l - n

, n número natural diferente de zero. O menor núme-

93. (PUC-RS-80) Os termos extremos de uma progressão geométrica crescente são l e 243. Se a soma dos ter­ mos dessa progressão é 364, a razão e o número de termos são, respectivamente: a) y e5 b)ye6 c)3e5 d)3e6 e) 5 e 3

94. (U.E.CE-91) Seja (a,, a2, a} , ...) uma progressão geométrica de razão 3. Se a, + a2 + a3 + at + a5 + a6 = 1456, então a2 ■a3 é igual a: a) 234 b) 276 c) 428 d) 432

95. (ITA-89) Numa progressão geométrica de razão q, sabemos que a, =

a,an = \~~)

e o produto

dos n primeiros termos é q20. Então a soma dos n primeiros termos é igual a:

a) -s----- d>

,

1 3* - 2*

1 3* - 26 2 36 , 1 3® - 28

1 36 - 26 3“ . 1 36 —26 4 3®

96. (ITA-92) Numa progressão geométrica de razão inteira Q > U sabe-se que al an = 243>logqan = 6 e logqPn = 20, onde an é o /i-ésimo termo da progressão geométrica e Pn é o produto dos n primeiros termos. Então a soma dos n primeiros termos é igual a: —1 a) ± — L o 310 - 1 b) 3 —1 c) - i — - ò 39 - 1 d) ± — l e) n.d.a.

198

TESTES DE VESTIBULARES 97. (U.C.PR-82) Nós dizemos que uma seqüência de números não nulos, progressão harmônica se a seqüência dos recíprocos: —
a}

,

a2 , a3 ,

...,

an

, ... forma uma

a}

— — —,

a2

a3

an

... forma uma progressão aritmética. Assim, se os números

1 x + 1 3x + 1 c . . . . . — , ----------e ------------ formam uma progressão harmonica, x vale: x x x a) 1 b) 2 c) y d) e) n.d.a.

98. (U.F.PE-83) Sejam a e b números reais diferentes de zero, tais que suas médias harmônica e geométrica são iguais. Nestas condições, assinale a alternativa correta: a) a = 2b b) a = c) a - b = 0 d) a2 = b e) b2 = a

99. (U.F.SE-84) Seja uma progressão geométrica ilimitada de razão infinitos termos dessa progressão é: , 256
a) ~ Y ~

o

e cujo 2? termo é 4. A soma dos

128 b> ~ Y ~

, 64 c) ~ ^

., 32 d) ~ + ... é: d) 2

,4 e) y

100. (U.F.PA-84) A soma da série infinita 1 + *) - f b) - jc) j -

e) -Z.

101. (U.E.LONDRINA-84) A soma dos infinitos termos da seqüência (0,5; 0,25; 0,125; 0,0625; ...) é: a) indeterminada b) 0,75 c) 0,875 d) 1 e) 1,25

102. (U.C.SALVADOR-91) O terceiro e o quarto termos de uma progressão geométrica ilimitada são, respectivãmente, — e -----. A soma dos infinitos termos dessa progressão é: 5 25 a) 4 b) 4 ? 2 c) 25 d) 50 e) 75
2 2

103. (U.F.R.PE-91) O valor de n na seguinte igualdade é: n + nr + nr2 + nr3 + ... + nrk + ... = —J — , 0 < r < 1. 1- r a) 10 b) r c) r2 d) — !— 1 - r + ... + .. „ _(a + 1) ’ 2(a - 1) e) 1

104. (FGV-85) O valor da soma — (------ ------- r a - 1 a + 1 (a + l f 2(a + 1) a(a - 1) ’ a(a + 1) 2(a - 1) a(a - 1) ’ 2(a + 1 )

para a > 1, é: . _ J_ ’ 2

105. (FGV-88) Seja K a raiz da equação x + ^ - + - í- + ... —í- p + ... = 9 3 9 3n~‘ Então, o fatorial de K será: a) 24 b) 120 c) 720 d) 5 040 e) 40 320
199

TESTES DE VESTIBULARES

106. (U.MACK.-81) Se ± - ±
j

4

+ ± - ±
y

o

+ J L --L
27

10

+ - 2 - - J - + . . . = 2, então a vale:
oi 52

a) 0

b) 1

c) 3

d) 5

e) 12

107. (U.F.PA-85) A soma dos termos de ordem ímpar de uma P.G. infinita é 57, e a soma dos termos de ordem par é 27. O 1? termo da progressão é: a) 9 b) 18 c) 54 d) 72 e) 81

108. (U.F.ES-82) O conjunto solução da equação lx+ll , Ix+ll Ix + l l , 1 + 3 + 5 + ... + 49 + ------------ + ----------- + ... = -------------- —--------------- em IR é: 2 4 8 ' 625 a) [0, -2] b) 0 c) [01 d) [1, -3] e) [-2)

109. (VUNESP-85) Uma progressão geométrica infinita começa com 16 e tem razão ~ . O menor valor de n tal que o termo de ordem n seja menor que 2~10 é: a) b) c) d) e) um um um um um número número número número número ímpar maior que 15. maior que 20 e par. par a com 0 < a ^ 14. par a com 16 ^ a ^ 20. ímpar menor que 15.
— — ^

110. (U. MACK.-82) A desigualdade somente para: a) 0 < x 10“4 b) 104 < x ^ 10~3 c) 10-3 < x ^ 10~2
11 1 .

3

6

+ J_2— log x\ +
12

^ 4 ^ verdadeira
3

d) 102 < x < 10 e) 10° < x < 104

soma dos dois primeiros termos é a) 9 b) 3

(U.E.BA-84) O limite da soma dos infinitos termos de uma progressão geométrica decrescente é 6. Se a 9 o 1? termo dessa progressão é: c) - id) - y e) - 9

112. (PUC-SP-84) Uma pessoa A chega às 14 horas para um encontro que havia marcado com uma pessoa B. Como B não chegara ainda, A resolveu esperar um tempo igual a meia hora e, após isso, um tempo t2 = - j - 1} e, após, um tempo 13 = ~ t2 e assim por diante. Se B não veio ao encontro, quanto tempo A esperou até ir embora? a) 1 hora b) 1 hora e 30 minutos c) 2 horas
11 3 .

d) cerca de um ano e) o resto da vida

(EAESP-FGV-80) Calcular o limite da soma da expressão 5 1 5 5 5 1 , 5 5 5 5 5

1

6

6

6

6

6
5 b ) ----36

6

6

6
5 c ) ----11

6

6

6

6 + .........
1 e) — 6

3 125 a) s r 46 656

d) não é possível calcular

114. (FGV-81) Sabendo-se que o limite da soma x + — + — + -^- + 2 4 8 a) x - 25 200 b) x = 10 c) x = 1

- é 100, determine o valor de x. e) x = 2

d) x = 50

TESTES DE VESTIBULARES

M a trize s
115. (F.SANTANA-83) Dadas as matrizes A = (aá)2X2 > tal que fly = j que b.. = 2i - 3j, então A + B é igual a: a) -1 -1 -4
b) -1 c)

i + j se / = j e B = (biJ)2x2, tal 0 se i 9* j
-4
2 e) 1 1

4
d) 2

' 1 1

4
2

-2

1

116. (CESESP-85) Seja A uma matriz da forma:
a n ®21 a 31 a 12 a 22 a 32 a 13 a 23 a 33

Seja / : IR(3 : J)

IR a função dada por:

I — IR(3 : 3) é o conjunto das matrizes quadradas de ordem 3; II- M ) onde c, = J)
J=>

i = 1, 2, 3.

Assinale a alternativa falsa. a) f

b) f

c) f

d) f

= f

4 \ 7

5 8 2 5 8

e) f

= f

/I 4 \ 7

’ o"
117. (U.F.PA-85) Sendo A = 2 e B = 3 "-2” 2 4_ "-2" 6 5 - 2 calcule o valor de 2A - B. 1 ~-2 2 5_

a)

— 2 0 _ 2_ -2 " 2 3

c)

e)

b)

d)

201

TESTES DE VESTIBULARES 11*- (U.F.BA-81) M x 8 , N = !0 y y 6 e P = !2 x + 4 7 16' 23 13 são matrizes que satisfazem a igual-

3 2 dade — M + — N = P; logo, y - x é: a) 6 b) 4 c) 2 d) -3

119- (U.C.SALVADOR-92) Se A e B são matrizes de tipo 2 x 3 , qual das seguintes operações não pode ser efetuada? a) A + B b) A‘ - B* c) (A + B) • B1 d) B‘ • A e) A • B

120. (U.F.BA-81) Sendo as matrizes M = (mt ) 2yí3, N = («,y)axi,, P = (pu)c> 4, Q = (Qijhxe’ é Possíj < vel determinar M + N , N x P e P — Q, se: a)b-a = c- d b)a = b = c = d = e - l c)b = a + l,c = d = e = 4 d) a x b = 6, a + l = b a -— e) u = c = j = — + c b d
í

c = d = e- 1

121. (FATEC-87) Sabe-se que as ordens das matrizes A , B e C são, respectivamente, 3 x r, 3 x s e 2 x t. Se a matriz (A - B) ■C é de ordem 3 x 4 , então r + s + t é igual a: a) 6 b) 8 1 3 2 4
X

c) 10

d) 12

e) 14

122. (F.M.ABC-80) Ache D a) ' x + 3y 2x + 4y b)

2x ‘l

3y 4y 1 2“

X c)

2x

-3 y -4 y

d)

X

?y

4y 2x

e) [-2xy]

123. (U.F.PA-85) Seja A = 2 1 1 a) 1' -1 b) -f 1

e B =

’- f 0 , calcular A ■B. 1 1 1 d) 0 1 2 1 e) 0 -1 2 -2 1 -1

c)

2 -1

124. (FATEC-89) Dadas as matrizes A = ^ a) A B é nula, b) BA é não nula. 125. (PUC-SP-80) Dadas as matrizes A a)

j

e B

0 0 , conclui-se que a matriz: 0 1 e) A + B é nula.

c) A 2 é nula. d) B2 é nula. 3 0 e B =

2 1 , então A B - BA é igual a: -1 0

0 0

0 0

b)

-1
9

7]
lj C)

-3
2

7J

n

[0

1

^

r*

e)

'2

5

-3 ' °

0

126. (COVEST-89) Assinale a proposição verdadeira:
0

produto da matriz

[ 0

x 2 pela matriz 0 1

y é comutativo se: 1 d) x = 5 e para todo y E IR. e) x = 10 e y — 0.

a) x = 1 e y = 0. b) x = 2 e y ~ 0 , c) x = / e para todo y (= IR. . 202

TESTES DE VESTIBULARES 127. (U.C.SALVADOR-92) Se A = A 2 + B - C é igual a:
r -2

0 1

1 , 0

B =

-3 2

1 eC = 1 -3 3 3 -3 r 0 -i 0

1 -1

0 2

então a matriz

2

2

d) e)

-4 3 -1 1

128. (ITA-80) Sejam A , B e C matrizes reais quadradas de ordem n e O n a matriz nula, também de ordem n. Considere as seguintes afirmações: 1. 2. 3. 4. 5. AB = BA Se AB = AC então B = C Se A2 = 0 „ então A = On (AB)C = A(BC) (A - B)2 = A2 - 2AB + B2

A respeito destas afirmações, qual das alternativas abaixo é verdadeira? a) Apenas a afirmação 1 é falsa. b) Apenas a afirmação 4 é verdadeira. c) A afirmação 5 é verdadeira. d) As afirmações 2 e 3 são verdadeiras. e) As afirmações 3 e 4 são verdadeiras.

Observação: Nesta questão, justifique apenas se a afirmativa c está certa ou errada. 129. (U.E.LONDRINA-84) Dada a matriz A = (amn)2y. 2< onde amn = 2"~m, a soma de todos os elemen­ tos que compõem a matriz A 2 é igual a: a) 81 b) 10 c) 9 d) 25 e) - 6

130. (CESGRANRIO-80) Multiplicando

1 b 2j \ l O produto dos elementos a e b da primeira matriz é: b) -1 c) 0 i -3

O)

obtemos

a) - 2

d) 1 -2 , B = 1 d) y = 2x 0' 1, d) 5 e T X y

e) 6 e C = — 2 1

131. (F.C.M.STA.CASA-81) Sejam as matrizes A = A igualdade A ■B = C é verdadeira se: a) x + y = 2 b) x = 2y

c) xy = 0

e) y - x = 2

132. (PUC-RS-81) Sabendo que a) - 6 b) -5

.TG
c) -1

o valor de y z é: e) 6

133. (U.E.CE-91) Sejam as matrizes M p ■q é igual a: a) -1 2 b) -15 (x [1 c) 120

Se M • T é a matriz nula 2 x 1 , então

c) 2\ 1° 3j \2 d) 60

d) -1 8 , o valor do produto xyz é

134. (U.F.PR-82) Dada a equação matricial igual a: a) 80 b) 150

e) 32 203

TESTES DE VESTIBULARES 3 -1 d) 1 -4 ' 13 x ' + y2 d) 6, ± •/! e) ± J l , -2 0 1 e) 2 2x - 4’ encontramos

135. (U.F.RN-83) O valor de x para o qual se tem a) - 2 b) -1 c) 0

136. (U.F.PR-80) Resolvendo a equação i para valores de x e y, respectivamente: a) 3, 2__

K±Ji-~s
‘> - T ’T \a 0 = sen — i se / = y 137. (U.MACK.-80) Dada a matriz A = (aij ) 2x2 ta* Q ue Então, A 2 é a matriz: a) -i
1

ay = cos wj se / ^ y

-.1

oj

b)

c)

d)

138. (VUNESP-85) Se a matriz A 2 x2 é tal que /I - A = 0 (matriz nula), então não existe matriz B2y2 tal que: a) A + B = 0 (matriz nula) b) A ■B = I2 (matriz identidade) c) A • B = B ■A d )A + B = B + A e) B ■(A + A) = B ■A + B • A

139. (U.F.R.PE-91) Se A é igual a

, então A 3 é igual a:

"l a) 0 0 0

0
1 0 1

o "
0 1

0
C 0 ) 0 0 d) 0 0

0
0

f
0 0

0 0
0

"l e) 0 0

1 0 0

l" 0 0

o "
1 0

o "
0 0

b) 0
0

0
0

0

140. (U.F.UBERLÂNDIA-80) Se cada x real define uma matriz, dada por cos a — a sen T„ = sen a cos a Então Ta • Tfi é igual a: a) T (a - 0) b) T(or + 0) c) T d) T e) T 2<a - S)

141. (U.F.UBERLÃNDIA-81) Se A , B e C são matrizes dos tipos 4 x 3 , 3 x 4 e 4 x 2 respectivamente, então a transposta do produto A B C é uma matriz do tipo: a) 4 x 2 b) 2 x 4 c) 3 x 2 204 d) 2 x 3 e) nesta ordem o produto não é definido

TESTES DE VESTIBULARES 142. (PUC-CAMP-80) No conjunto M das matrizes n x m (com n ^ m), considere as seguintes afirmações: I — Se A é uma matriz de M , sempre estará definido o produto A • A . II — Se A é uma matriz de M , a sua transposta não o será. III — A soma de duas matrizes de M pode não pertencer a M. Concluímos que: a) somente II é verdadeira. b) somente I e II são verdadeiras. c) todas são falsas. 143. (U.F.SE-84) São dadas as matrizes A = '2 0 -í 1 d) somente I é falsa. e) n.d.a.

e B =

~1

-21 . A matriz X - A oj

2B,

4 -5

2

-1

d)

144. (U.F.RS-83) Se A = a) 0

1

b) 1

]■ : -& ]
1 0 c) 2 4\ v (3 c> U

e A -B = B d) 3

então x + y + z é: e) 4

145. (V.UNIF.RS-80) A matriz transposta da matriz quadrada A = (at;j), de ordem 2 com a# = i 3 + 2, 1 ^ < 2, 1 ^ j ^ 2, é: a) /2 4\ . , (3 b) 4\ ^ ^ (3 d> L 3\ J (2 e)

146. (U.F.RS-84) A matriz A = a)

de segunda ordem, é definida por

= 2i - j. Então, A - A 1 é:

0 b) 3
/ 1 x

-3 l oj

^ r o
C ) [-3 r\ 5
6

3' 0

í 0

2l oj

d) u

e)

-2

147. (U.F.RS-81) Se a matriz a) 7 b) 9

for simétrica, então x + y + z é: d) 11 e) 12

c) 10 1

148. (F.SANTANA-83) Se a matriz

X X + 1

é simétrica, então x y é igual a:

a)T
149.

C1 )

d) 8
-2

e) 9

(U.C.MG-82) O valor de x para que o produto das matrizes A = uma matriz simétrica é: a) -1 b) 0 c) I d) 2

3

e B =

e) 3 e uma matriz:

150. (U.F.RN-84) O produto A x B das matrizes A = a) simétrica. b) anti-simétrica. c) não inversível. d) nula.

4/ 6 B = \2

e) identidade.

205

TESTES DE VESTIBULARES 151. (F.C.M.STA.CASA-80) Se uma matriz quadrada A é tal que A ' = - A , ela é chamada matriz antisimétrica. Sabe-se que M é anti-simétrica e 4 + a a b

M =

c

b + 2 2c - 8_

Obs.: A/: matriz quadrada de ordem 3.

Os termos al2, aI3 e a23 da matriz M valem respectivamente: a) - 4 , - 2 e 4 b) 4, 2 e - 4 c) 4, - 2 e - 4 d) 2, - 4 e 2 e) n.d.a.

152. (U.F.RS-82) A inversa da matriz -r 2j ' 2 -I -5 3 -2 5 r — 3j -3 5 1' ~ 2.

[4

b)

3

-5

c)

d)

e)

153. (U.F.RS-83) A = (a^) é uma matriz de ordem 2 x 2 A inversa de A é: ± 0

com ai} - 2~‘ se i = j e ^ = 0 se i * j.

2

d) T

1-2

0 -4

0

154. (ITA-83) Seja a matriz A =

onde o =

+

: * = 2"’si 8, c = log ,r, «/ e d = íog f , 27.

Uma matriz real quadrada B, de ordem 2, tal que A B é a matriz identidade de ordem 2 é:

log ^ 27
2

2 log
3

81

d)

2
- 4"

-1
IOS25

b)

2

3 log ^ 8 1
_ 2 lo g 2 81

-5

206

TESTES DE VESTIBULARES

155. (U.F.BA-81) O elemento a23 da matriz inversa de

2

\° a) -1 b> - T c) 0 d) e) 2

156. (ITA-85) Dizemos que um número real X é autovalor de uma matriz real Tn x n quando existir uma matriz coluna X n x 1 não nula, tal que T X = \ X . Considere uma matriz real Pn x n satisfazendo PP = P. Denote por X} um autovalor de P e por \ 2 um autovalor de PP. Podemos afirmar que, necessa­ riamente: a) Xj < X2 < 0
b) Xj >

X2 >

1

c) X, e \ 2 pertencem ao conjunto jO, lj. d) X, e X2 pertencem ao conjunto [t € IR tal que t < 0 ou t > 1]. e) Xj e X2 pertencem ao intervalo aberto [0, lj. 157. (U.F.VIÇOSA-90) Considere A , B e I matrizes quadradas, de mesma ordem ecom elementos arbitrários. Se / é a matriz identidade e B é a inversa da matriz A , então (2A + 3B)(A - B ) é igual a: a) 2A2 + 21 - 3B2 b) 2A + I —3B c) 2A2 - I - 3B2 158. (ITA-89) Sendo
2

d) 2A2 - 21 - 3B2 e) 2A + 31 - 3B

-1
2 -2

A =

-3 -1

então o elemento da terceira linha e primeira coluna, de sua inversa, será igual a: a) b)
11

d)- T T

e> 13

159. (ITA-91) Sejam M e B matrizes quadradas de ordem n tais que M - M 1 = B. Sabendo que M ‘ = M podemos afirmar que: a) B2 é a matriz nula. b) B2 = -21. c) B é simétrica. d) B é anti-simétrica. e) n.d.a.

« fc

Notações: M * e M ~l denotam, respectivamente, a matriz transposta de M e a matriz inversa de M . Por I denotamos a matriz identidade de ordem n.

D e te rm in a n te s
160. (U.F.R.PE-91) Qual o determinante da matriz "l
6

3
2

4“
1

4 a) 55 b) 68 c) 32

8

6 d) 20 207

TESTES DE VESTIBULARES 161. (U.F.SE-84) O determinante da matriz A = (,ajj)3x3, onde ay = 2 i - j , é igual a: a) -1 2 b) -8 c) 0 d) 4 sen a cos a 1 d) 3 cos a 1 sen a e) 6 1 sen a cos a

162. (U.C.PR-82) Sendo a = -

o valor do determinante:

é igual a:

a) - 2

b) zero

c) 1

e) n.d.a.

163. (U.F.PELOTAS-83) O determinante da matriz A = (a,;), de ordem 2, onde sen ------ r se í = j i + J
— i + J se i * j

, é igual a:

a)
b) ■

\2 +
2

6

nÍ2 - Í3

Í2 -6

Í2 + J'3

d) - < Í3

164. (FATEC-87) Se x + y = - y , então

0 cos X sen y

sen x cos y

0

é igual a:

a)T

» 4

^>4

d) Í3 1 -1 0 2 k 1

*>4
0" 1 seja nulo? k e) - 4 ±

165. (U.F.PA-85) Qual o valor de k para que o determinante da matriz

a) -1 ± 42

b) h ± 1

c) 2 ± f l

d) Í 2 ± 2 de ordem 3 , tal que

166. (F.C.M.STA.CASA-81) Seja a matriz A = (.a

1
a) k G |- 3 ; 1; 3] b) k G |- 2 ; - 1 ; 2(

1 se i < j k se i = j

e

k E IR.

-1 se i > j Se o determinante de A é igual a zero, então: c) k e (°; y ; -J d) k E

(- Í3; V I)

167. (F.C.M.STA.CASA-82) Seja a matriz quadrada A = (a-), de ordem 2, tal que f 2i - j . + j c) 0 el ~ T
o determinante de A é igual a:

208

TESTES DE VESTIBULARES 168. (U.F.UBERLÂNDIA-82) Sabendo-se que o determinante da matriz A é igual a — qual é o valor do 3, 3ir l -l cos x l 4 0 d, f 1/8 -1 /6 -1 /2 c) 19 l\ 3/4 -4 / d) 24 3\ é: 0, e) - 6

COS X

0 0 a) f b)-> c) - ã 2 1/4 3

>1
3k — 2 — k , então

169. (U.E.CE-91) Se o determinante da matriz o valor de k é: a) 4 b) 9

170. (U.C.SALVADOR-91) O determinante da matriz a) -21 b) -1 9 c) -17

n
d) -15

1

171. (PUC-RS-80) Dadas as matrizes X = [2 2 2] e Y

, o determinante da matriz produto X Y vale:

a) 2

b) 4

c) 6 ' 1 3 2' 4 e B =

d) 8 -1
X

e) 12 3 2

172. (U.E.BA-84) Sejam as matrizes A

O valor de x para o qual o determinante de A ■B se anula é: a) 3 b) 1 c) 0
1

e) -1
2

\

173. (U.E.CE-92) Sejam as matrizes X =

0

e Y = ,

-1 1 2

1 6 3/

O valor dSKleterminante da matriz X ■ Y é: a) -41 b) -4 2 c) -43 d) -44

174. (FGV-81) O determinante de (A, x B ), sendo: 2 1 -3 3 1 0 c) 202 x -1 0 1 e B = 2 3 1 -2 4 d) -120 1 0 1 d) (0) -1
X

A, = matriz transposta de A, A =

a) -6 5

b) 55

e) n.d.a.

175. (U.E.LONDRINA-84) O conjunto verdade da equação

= 0, no universo IR,

0 e) 0 209

a) í-1 ; lj

b) (— 0] 1;

c) [lj

TESTES DE VESTIBULARES
2

x

176.(U.MACK.-81) Em fl, a solução da equação

-1 3

-2
1

x -1

8 - log2 4 é:

2
d) 3 e) 2

a) 4

b) 5

c) 6

177.

(FATEC-88) Os valores reais de x que satisfazem a equação

= 0 são números:

a) pares. b) irracionais.

c) inteiros consecutivos. d) inteiros negativos.
2X 8X l o g 2 X2 2

e) racionais não inteiros.

0 0

178. (UNESP-91) Se a e b são as raízes da equação a + b é igual a: * a) _2 1 2 1 3 b) T x 13 3 b) [I, 7} 1 x 0 , T c) 3

lo g 2 X

0, onde x > 0, então

I

3

179. (U.F.BA-81)

=

3 2

0 x

para todo x pertencente a:

a) (1, 6)

c)(i,-7|

d) [-1, 7f

e) (-1, -7]

180. (U.F.VIÇOSA-89) Considere a matriz

sen a cos a , sem elementos nulos. cos b sen b Uma condição para que o determinante dessa matriz seja zero é: a) sen b = cotg a/sec b b) sen b = cotg a • see b c) sen b = tg a • see b d) sen b = tg a/cossec b sen x a sen x -\ 0 , então: 2 cos x e) sen b = tg a • cossec b

181 .

(U.MACK.-80) Se

cos2 x a sen x

ki para todo x * — + ----- , k G Z , o valor de a é: 4 2 a) 2 sen x b) see 2x c) cos 2x d) sen 2x 1 2 e) tg 2x 3 f1 , x € f l e 1= . 4 Lo e) 25 0 1

182. (FGV-88) Considere a equação det (A - x - I ) = 0 onde A = A soma das raízes desta equação vale: a) 5 b) 10 c) 15

d) 20

183. (CESESP-86) Se A é uma matriz quadrada de ordem 3 e / é a matriz identidade também de ordem 5, então det (A - \ I ) é um polinômio de grau 3 em X. Assinale a alternativa correspondente ao conjunto das raízes do polinômio acima definido, onde 1 1 a) 10, 2)
21 0

b) 10, 3}

c) 1 1 - 1 ,0 }

d) fl, 0, 3)

e)

í-1 ,

I, 3]

TESTES DE VESTIBULARES

184. (U.F.PE-U.F.R.PE-87) Seja A =

r

0

2
1 0

e p (x) = det(A - x l3), onde I3 é a matriz iden-

\0 tidade 3 x 3 . Assinale a alternativa certa. a) p (x ) admite - 1 e / como raízes. b) p (x) admite 0 e 1 como raízes. c) p (x) admite três raízes reais distintas.

d) p(x) admite apenas 1 como raiz. e) p (x) não admite raízes reais.

185. (U.MACK.-82) Seja a matriz A = a) -1 b)

, onde w = c) 0

cos-~- +
d) — < Í3

/ sen - y - . O valor de del (A) é: - i + Vã

-i - v i
2 3 1

186. (F.C.M.STA.CASA-80) Se A =

1 1 -1

e f( x ) = - x 2 - 1 , então /

det A

vale:

(Obs.: det A = determinante de A ) a > - 44 b> - 44 c> - -

d) -3

e) n.d.a.

187. (ITA-92) Considere a equação: det

2 G(x) . [G(x)]2

2 2x 4x2

2 = 0 F(x) [F(x)]2 _ com x E IR, x ^ 0.

onde F(x) -

x * + *3

x + 1

e G(x) _ x 2 - 1

Sobre as raízes reais dessa equação, temos: a) Duas delas são negativas. b) Uma delas é um número irracional. c) Uma delas é um número par. d) Uma delas é positiva e outra negativa. e) n.d.a.

188. (PUC-CAMP-80) O conjunto solução da inequação

> 0 é |iado por:

a) 1-2, 1|* b) ]— -1 [ U ]1, 2[ 2,

c) ] - l , 0[ U ]1, 2[ d) ]0, 2[

e) n.d.a.

189. (U.F.PE-81) Seja / : M n -» IR a função definida por f( A ) = determinante de A , onde M n é o conjun­ to das matrizes quadradas de ordem n < 3. Assinale a alternativa correta: a) f é injetiva. b) / é sobrejetiva. c) f(A + B) = f(A) + f(B). d) /( X /l) = X A ) , qualquer que seja X E IR. f( e) Se J(A ) - 0, então A = 0.

190. (ITA-80) Sejam A = (a^) uma matriz real quadrada de ordem 2 e I2 a matriz identidade também de or­ dem 2. Se r; e r2 são raizes da equação det (A - rl2) = nr, onde n é um número inteiro positivo, po­ demos afirmar que: a) r, + r2 = an + a22 b) r, + r2 = - ( a „ + a 22) c) r, + r2 = n(an + a ^ ) d) r, • r2 = det A e) r, ■r2 = - n det A

211

TESTES DE VESTIBULARES
1

191. (U.F.GO-83) O valor do determinante x- 5 a) 1 b) -1

y
y -5 ■5

é:

c) (x - 5)(y - 5)(z - 5)

d) xyz

e) 0

192. (U.F.PE-85) Considere as seguintes matrizes: b, b2 b, \ ^ a, + I »2 C / 3 \ a3 b, + I b, 2 b,
c, + 1

A =

'■■-(í
Assinale a alternativa correta: a) det (B) = det (A) + 1 b) det (B) = det (A) + £ det (A ,j) j-i c) det (B) = det (A) - 1 d) det (B) = det (A) +

í)

£ ( - l ) 1+j det (A, j) j« i 3 e) det (B) = det (A) + £ (-1 V det (Ajj) j->

193. (U.F.GO-80) Qual o valor de um determinante de quarta ordem, sabendo-se que multiplicando duas de suas linhas por 3 e dividindo suas colunas por 2 obtém-se o número 27? a) 243 16 b) 18 c) 6 d) 48 e) 27

194. (U.FORTALEZA-81) O determinante de uma matriz é 42. Se multiplicarmos a primeira linha da matriz por três e dividirmos sua segunda coluna por nove, a nova matriz terá determinante igual a: a) 12 b) 14 c) 21 d) 42

195. (U.F.RS-84) Uma matriz A de terceira ordem tem determinante 3. O determinante da 2A é: a) 6 b) 8 c) 16 d) 24 e) 30

196. (U.F.VIÇOSA-89) A e B são matrizes quadradas de ordem 3 e B = cA, sendo c um número real nâo nulo. Se o determinante A é 3 e o determinante da transposta de B é 81, então o valor de c é: a) 6 b) 2 c) 3 d) 5 e) 4

197. (CESGRANRIO-88) Se A é matriz 3 x 3 a) 10 b) 20

de determinante 5, então det (A + A ) vale: d) 40 e) 50

c) 30

198. (U.MACK.-80) A e B são matrizes quadradas de ordem 3 e B = K ■A . Sabe-se que det A = 1,5 e det B? = 96. Então: a) K = 64 b) K = 96 c) K = a 5 2 1 4 b 3 4 c 2 6 d) K = 3 2 a b c 5 3 2 e) K = 4 1' 2 , de determi 3

(U.MACK.-80) Dadas as matrizes A =

e B =

nantes não nulos. Então, para quaisquer valores de a, b e c, temos: a) det A = 2 det B b) det A = det B*
212

c) det A* = det B d) det B = 2 det A

e) det A = det B

TESTES DE VESTIBULARES 42 _ 4~2 2 2 200. (VUNESP-84) O produto das matrizes f2 2 delas. 4~2 2 43
2 1 -1 2

2

43 2

é uma matriz de determinante:

a) igual ao determin b) igual a zero. c) menor que zero. 201. (CESGRANRIO-84) Se a, , a2> então o determinante da matriz

d) com valor absoluto menor que 1. e) maior que o determinante de cada uma delas.

a9 formam, nesta ordem, uma progressão geométrica de razão q,

a) 1

b) 0

c)

d) 9a! • 9

e) (a, • q)*

202. (FGV-88) As matrizes A , B e C são quadradas de ordem 2. Assinale a alternativa incorreta. a) (A + B)2 = A2 + B2 + AB + BA b) (B + C)(B - C) = B2 - C2 - BC + CB c) det (2A) = 4 • det A d) det (-B ) = -d e t (B) e) n.d.a.

203. (ITA-89) Sendo A , B, C matrizes reais n x n, considere as seguintes afirmações 1. 2. 3. 4. 5. A(BC) = (AB)C AB = BA A + B = B + A det (AB) = det (A) • det (B) det (A + B) = det (A) + det (B) c) 3 e 4 são corretas. d) 4 e 5 são corretas. e) 5 e 1 são corretas.

Então podemos afirmar que: a) 1 e 2 são corretas. b) 2 e 3 são corretas.

204. (CESESP-85) Considere as seguintes matrizes: a, a2 a3 b, bj b3 c \ C1 c2
C3 /

a, B = a3 \ a2

b, b3 b2

ci \
C3

A =

C =

C / 2

I 3| a3 \a 2

C|
c3

b, b3

^2

onde ai , e C (i = 1, 2, 3) são números reais. j Assinale a alternativa falsa. a) (det (A))2 = (det (B))2 = (det (C))2 b) det (A) = -d e t (B) c) det (B) = -d e t (C) d) det (A) = det (C) e) (det (A))2 = det (B) det (C)

205. (U.F.CE-92) S e /e g são duas funções reais de variável real satisfazendo g(x) < f(x ) < 0 para todo nú­ mero real x e D(x) é o valor do determinante D(x) 1 f(x) g(x) 0 f(x) g(x) 1 g(x) f(x) d) D(5) + D(0) é positivo e) D(-10) + D(~20) é positivo

a) D(0) = 0 b) D (l) é negativo c) D (-l) é positivo

213

TESTES DE VESTIBULARES 2 0 e 206. (V.UNIF.RS-80) O valor do determinante 0 0 a) - 4 b) - 2 c) 0 2 1 0 0 2 1 -2 0 d) 2 2 1 3 -1 e) 4

207. (F.C.M.STA.CASA-80) Dadas as matrizes A e B, tais que: "l 0 A = 0 0 5 2 0 0 -1 -2 3 0 '-1 3" 4 3 e B = 1 -1 4 2 0 -4 2 1 0 0 1 3 O " 0 0 2

o valor do determinante de A ■B é: a) -192 b) 32 c) -16 d) 0 e) n.d.a.

208. (U.E.CE-80) Considere as seguintes afirmativas: I — Se A t é a transposta da matriz quadrada A , então det (A r ) = det (A). II — Se A é uma matriz quadrada de ordem 2 tal que A A = 0, então a matriz I - A é inversível. III — Se A é uma matriz inversível, então det (A~‘) = (det A )~ '. A soma dos números associados às afirmativas corretas é: a) 3 b) 5 c) 6 d) 4

209. (U.MACK.-81) A e B são matrizes quadradas de ordem 2. O determinante de A é 9. Se B~' = 2 ■A , o determinante de B é: a) 9 b) — 9 c) 18 d) 18 36

210. (FUVEST-85) A é uma matriz quadrada de ordem det (2 A ) = det ( A 2 ) , então det ( A ) será igual a: a) 0 b) 1 c) 1/2

2,

inversível, e del (/l) o seu determinante. Se d) 4 e) 16

211. (ITA-82) Sendo A uma matriz real quadrada de ordem 3, cujo determinante é igual a 4, qual o valor de x na equação det ( 2 A A ) = 4x1 a) 4 b) 8
X

c) 16
0 X

d) 32 0 0
X

e) 64

212. (PUC-SP-85) O determinante

-1
0 0

3 0
1 -2

-1
0

representa o polinômio:

-1

a) — 2X3 + X2 + 3 b) -2 X 3 - X2 + 3

c) 3X3 + X - 2 d) 2X3 - X2 - 3 1 Iog2 100 (log, 100)2 J i°g2 50 (log2 50)2

e) 2X - X2 + 3

=

log2 5 (log2 5)2

a) det A = 2 + 3 log2 5 + (log2 5) b) det A = 2 + 2 log2 5 + (log2 5)2 c) det A = 2 - 3 log2 5 + (log2 5)2
214

d) det A = - 2 + 3 log2 5 - (log2 5)2 e) det A = - 2 - 3 log2 5 - (log2 5)2

TESTES DE VESTIBULARES 214. (U.F.UBERLÂNDIA-80) O determinante abaixo 1 log 8 (log 8)2 dog 8)3 a) log (8 • 80 b) 12 c) log 824 800 • 8 000) 1 log 80 (log 80)2 (log 80)3
1

log 800 (log 800)2 (log 800)3

1 log 8 000 (log 8 000)2 (log 8 000)3

v a le :

d) log 8 + log 80 + log 800 + log 8 000 e) 24

215. (PUC-RJ-81) Sejam a, b, c números reais quaisquer. Dadas as matrizes A = [ab c] e B = afirmar que: a) b) c) d) e) se a 2 - b 2 + c 2 = 0, então A B não é inversível. det AB = abc AB = -B A BA não é inversível. AB = BA 1 2 -1 0 1 0

podemos

216. (U.F.PE-84) Considere as matrizes A

0 1

e B =

0

1
1

1 1 1

0

°
1

e as sentenças

I — A è uma matriz inversível II — B é uma matriz inversível e det (B) = 2 III — det (B-t AB) = 0 Assinale a única alternativa correta: a) 1, II e III são falsas. b) I, II e III são verdadeiras. c) I e III são falsas. d) II e III são falsas. e) Apenas III é verdadeira.

217. (ITA-81) Dizemos que uma matriz real quadrada A é singular, se det A = 0, ou seja, se o determinante de A é nulo e não singular, se det A 0. Mediante esta definição, qual das afirmações abaixo é verdadeira? a) b) c) d) e) A soma de duas matrizes A e B é uma matriz singular, se det A = - d e t B. O produto de duas matrizes é uma matriz singular se e somente se ambas forem singulares. O produto de duas matrizes é uma matriz singular se pelo menos uma delas for singular. Uma matriz ^ingular possui inversa. A transposta de uma matriz singular é não singular.

218. (ITA-82) Sejam A , B e P matrizes reais quadradas de ordem n, tais que B = P {A P . Sendo P inversí­ vel, dentre as afirmações abaixo, qual é a fa lsa i a) Se B é simétrica, então A é simétrica. d) Se B é inversível, então A é inversível. b) Se A é simétrica, então B é simétrica. e) det A = det B. c) Se A é inveisível, então B é inversível. 219. (U.C.SALVADOR-91) A matriz a) x & 0
b ) x / l

na qual x é um número real, é inversível se, e somente se: ■1/2 e x * 1/2 •1 e x ^ 1

c) x * 1/2
215

TESTES DE VESTIBULARES sen x log3 10
2

220. (ITA-90) Considere a matriz A = a) b) c) d) e) A A A A A é é é é é inversível inversível inversível inversível inversível apenas para x apenas para x para qualquer apenas para x apenas para x 2 -3 1

2 sen x

onde x ê real. Então podemos afirmar que:

> 0. = 0. x. da forma (2k + l ) r , k inteiro. da forma 2kn, k inteiro. 0 1 -1 sen t -1 1

221. (FGV-88) A matriz A =

admitirá inversa se e somente se:

a) t 5* h ■ t (h E 7L b) t = h ■ir (h 6 2 )

0 t x f I I a a + 1 1

+ h 'i ( h £ Z) h • ir (h Ê Z ) a- 1 -1 2 f 0 -1 +

e ) t ! Ü 'h 'i ( h Ê Z )

222. (U.E.LONDRINA-83) A matriz A =

é inversível se, e somente se:

a )a?£ le a ^ 2 b) a ^ —1 e a ^ — 2

a ?! 2 c) a ^ - 1 2 d) a = -1 ou a = —

e) a = -1 ou a = 2

223. (ITA-91) Sejam m e n números reais com m ^ n e as matrizes: -1 1 B = M . 1 0 5J Para que a matriz mA + nB seja não inversível é necessário que: A = '2 3 a) m e n sejam positivos. b) m e n sejam negativos. c) m e n tenham sinais contrários. 224. (U.MACK.-81) Sejam os números reais d) n = 7 m ' e) n.d.a.

Então pode-se dizer que a matriz

A =

a) b) c) d) e)

admite inversa, para qualquer x real. admite inversa, para qualquer x j í O. admite inversa para qualquer x pertencente ao conjunto [a, b, c, d, e, f ) . não admite inversa se e somente se x pertence ao conjunto (0, flj. não admite inversa se e somente se x pertence ao conjunto (0, a, f , d\. 1 K K2 K3 1 K2 K4 K6 1 K -' K-2 K -3 c) K = 4 1 5 25 125

225. (U.MACK.-80) A matriz

não admite inversa, se:

a) K 216

b) K = 3

d) K = 5

e) n.d.a.

TESTES DE VESTIBULARES 226. (ITA-88) Seja A uma matriz real que possui inversa. Seja n um número inteiro positivo e A " o produto da matriz A por ela mesma n vezes. Das afirmações abaixo, a verdadeira é: a) b) c) d) e) A " possui inversa, qualquer que seja o valor de n. A ” possui inversa apenas quando n - 1 ou n — 2. A ' possui inversa e seu determinante independe de n. A " não possui inversa para valor algum de n, n > 1. Dependendo da matriz A , a matriz A " poderá ou não ter inversa.

227. (ITA-90) Sejam A , B e C matrizes quadradas n X n tais que A e B são inversiveis e A BC A = A \ onde A ‘ é a transposta da matriz A . Então podemos afirmar que: a) C é inversível e det C = det (A B )~ ‘. b) C não é inversível pois det C = 0. d) C é inversível e det C = (det A f ■det B. e) C é inversível e det C = —— —. det B

c) C é inversível e det C = det B. Nota: det X denota o determinante da matriz quadrada X . 228. (ITA-92) Seja C = I — Para todo X II — Se X e C e III — Se X e C e podemos dizer que: a) Todas são verdadeiras. b) Todas são falsas. c) Apenas (II) e (III) são verdadeiras. d) Apenas (I) é verdadeira. e) n.d.a. [X e M 2x2; X 2 + 2 X = 0). Dadas as afirmações: £ C, (X + 21) i inversível. det (X + 21) o, então X não é inversível. del X * 0, então det X > 0.

Sistem as lineares
229. (CESGRANRIO-90) O sistema a) x = 5, y = 13 b) x = - 5 , y = 13 ( 3x + y = 2 , , , tem a solução: ( llx + 4y = 3 c) x = 5, y = -1 3 d) x = - 5 , y = -13 e) x = 2, y = -13

Í
a) (1, -1 ) % b) (0, -3 ) c) ( i - , - 2 ) d) (1, 1) e)

2x — y = 3
_ 6 x + ______j ?

0

231. (U.E.CE-91) Márcio e Maurício têm juntos CrS 8 800,00. Márcio gasta a terça parte do que possui e Mau­ rício, a quinta parte. Se, depois disto, ficarem com quantias iguais, então Márcio possuía: a) CrS 4 000,00 b) CrS 4 200,00

c CrS 4 320,00 )
Í
x 4x 2y — 5 y = 2 d) 1

d) CrS 4 800,00

então o valor de x + y é:

a) 4

b) 3

c) 2 í 2x — 3y = 6 , é: (2x + y = 22 c) 4

e) 0

233. (U.C.MG-82) O valor de V tal que a) - 3 b) - 2

d) 5

e) 6
217

TESTES DE VESTIBULARES f(X + l)x + l y = 0 admite solução (x, y) com y = 0. O valor de X é: x + Xy = 2 d) -1 e ax - by = 5 í ( ay - bx = -1 d) 9 e) 0 são equivalentes, então

234. (CESGRANRIO-80) O sistema a) - 4 b) -3

c) - 2 í* + y = ' ( x - 2y = - 5 c) 5

235. (U.E.LONDRINA-84) Se os sistemas a 2 + b 2 é igual a: a) 1 b) 4

e) 10

236. (ITA-83) Seja a um número real tal que a ^

+ kn , onde A 6 Z . Se {x0, y 0) í solução do sistema r

(2 see a)x + (3 tg a)y = 2 cos a (2 tg a)x + (3 see a)y = 0 então podemos afirmar que: a)
x„

+ y0 = 3 - 2 sen a ■cos a + 2

d) X + y0 = 0 o
e) ( - y - Jio) “ Vo = y cos2

b)(“f “x »)2_yá = ~ T
c) Ni - y0 = o

231. (PUC-SR-83) Sabendo que fl + b = 1 200, b + c = 1 100 e a + c = 1 500, então a + ft + c vale: a) 3 800 b) 3 300 c) 2 700 d) 2 300 2x + y = 5 2y + z = 3 3x + 2y + z = 7 e) 1 900

238. (U.F.GO-80) Os valores de x, y e z, nesta ordem, tais que a) 7/3; -5 /3 e 4/3 b) 4/3; -5 /3 e 7/3 c) 7/3; 4/3 e -5 /3 d) 4/3; 7/3 e -5 /3

são:

e) 5/3; 4/3 e 7/3

Í
a) (0, 0, 0) b) (4, 4, 4) c) (-4 , 8, 1) a ) a = 2, b = 9 e c = 3 b ) a = 4 e b —c = — 6 c) a = 2 e b - c = — 6 d ) a = 4 e b —c = 6 241. (CESGRANRIO-83) Resolvendo o sistema

4x "* y 4

2z — 0

é proporcional a:

3y + 2z = 0 e) (1, 2, -3 )

d) (0, 3, 2)

240. (PUC-SP-82) Sabendo-se que a + b - c = S e 3a - b + c = 0, pode-se concluir que: e ) a = 2 e b —c = 6

x = 2y 2y = 3z , vemos que x + 2y + 3z vale: x + y + z = 11 d) 11 e) 6

a) 22

b) 18

c) 12

242. (U.C.PR-82) O sistema a) zero b) 1

x- y + z = 0 ( 2x + y —3z = — admite solução única (x, y, z). Então a som ax + y + zé: 12 x + y- z = — 4 c) 2 2x + 3y + z = 1 3x - 3y + z = 8 2y + z = 0
c) 1

d) -1

e) - 2

243. (U.F.BA-81) No sistema

o valor de z - xy é:

a) 3
218

b) 2

d) -1

e) - 2

TESTES DE VESTIBULARES - y + 2=1 x + 2y - z = - 3 3x + 4y + 2z = -5 c) 0

2x

244. (U.F.PA-84) Dado o sistema 22 19 1 19

, qual o valor de x + y + z?

a)

b)

d)

245. (U.F.RN-84) Se a, b e c são soluções do sistema a) 60 b) 70 c) 80

x + 2y + z = 16 2x + y + z = 15, então, abc vale: x + y + 2z = 17 d) 90 e) 100

246. (CESGRANRIO-89) S e x = a, y = b ,z = c i solução de

x + 5y + 2z = 8 3x + 2y = - 1 , então a + b + cvale: x + 4y + 2z = 7 d) 1 e) 0

a) 4

b) 3

c) 2

247. (FUVEST-92) Carlos e sua irmã Andréia foram com seu cachorro Bidu i farmácia de seu avô. Lá encon­ traram uma velha balança com defeito que só indicava corretamente pesos superiores a 60 kg. Assim eles * se pesaram dois a dois e obtiveram as seguintes marcas: Carlos e o cão pesam juntos 87 kg; Carlos e Andréia pesam 123 kg e Andréia e Bidu pesam 66 kg. Podemos afirmar que: a) b) c) d) e) Cada um deles pesa menos que 60 kg. Dois deles pesam mais que 60 kg. Andréia é a mais pesada dos trSs. O peso de Andréia é a média aritmética dos pesos de Carlos e de Bidu. Carlos é mais pesado que Andréia e Bidu juntos. x + y = 1 x - z = - 2 , então y - z = 3 e) -3

248. (U.C.SALVADOR-92) Se a terna ordenada (a; b; c) ê a solução do sistema a + b + c é igual a: a) 3 b) 1 + + + + y z z y + + + + c) -1 z t t t = = = = -1 7 5 4 d) -2

'x y 249. (U.F.PE-85) Sabendo-se que x x

Assinale a única alternativa que indica o valor de x + y + z + /. a) 15 b) 5 s. c) 3 /2 3 \ 1 - 1 2 -2 l\ -4 1/ d) 4 e) 17

250. (U.E.CE-91) Sejam as matrizes M =

,

N

Se M • T = N, então x + y + z é igual a: a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 219

TESTES DE VESTIBULARES 251. (U.F.PE-83) Sejam A , X e B as seguintes matrizes: A = 1 0 0 1 0 r , B

X =

y

l1
a) x + z = 1 y = 2 - y —z = 3 X+ z = 1 -x + z = 1 -z + x = 3

1

V !

Assinale a alternativa que indica o sistema cuja representação matricial é dada por A X = B. (x + y = 3 c ) y - z = 2 x —z = 1 x + z = 1 y - Z = 2 x - z = 3 ( x + y + z = 1 e ) x - y + z = 2 -x + y + z = 3

b)

d)

252. (U.C.SALVADOR-91) A solução da equação matricial

= | 2 |éam atriz: 3

253. (ITA-82) Considere o sistema J0, r /2 l, então:

(2 x —1 [ * -2

3 sen 9 para x e $ reais. Se restringirmos 9 ao intervalo cos 9

a) o sistema não possuirá solução. b) o sistema possuirá apenas uma solução. c) o sistema possuirá duas soluções. d) o sistema possuirá duas soluções e) o sistema possuirá duas soluções
( x ,,

$,) e
6 ,)

(x 2 ,

02), de modo que sen 9, + sen 92 = 02), de modo que cos
6 , ■

17
- j y ■

( x ,

,

e

(x 2 ,

cos

62

=

—~

254. (U.F.PA-84) Qual o valor de m para que o sistema a) m * -1 0 255 b) m ^ -11 c) m -1 2

(m x + 3y = 12 tenha solução única? 4x - y = 10 d) m y! -13 e) m ^ — 14

(PUC-RS-80) O sistema a) a = b

( ax —2y = 1 „ é indeterminado se: ^bx - 4y = 2 c) a = — d) a = b + 2 e) a = kb, k S N

b) a = 2b (2x + 3y = 1 (4x + ay = 5

256. (U.E.BA-84) O sistema

a) é impossível se a = 6. b) é determinado, Va € R.

c) é indeterminado, Va £ IR. d) é impossível, Va € IR.

e) admite a solução trivial.

_ 257,. (CESGRANRIO-91) Se o sistema [ y ~ ““ + * metro m satisfaz a condição: ^ - ' ' x + a) m * 1 b) m * -1 c) m * 0

tem apenas uma solução (x, y), então o parâd )m ^ T e) m ^ 2

220

TESTES DE VESTIBULARES 258. (FUVEST-88) Qual a condição necessária e suficiente para que a solução do sistema linear

Í

x - 4y = a 6x + ky = b

seja um par de números inteiros, quaisquer que sejam a e b inteiros? a) k = -23 b) k = 23 ou k = -25 c) k - 0 d) k = -23 ou k = -25 _ Í ax + yy _= u4 = b parâmetros a e b vale: a) - 5 b) - 4 c) 2 x + y = 2 mx + y = 1 x - y = m d) 4 e) 5 e) k = 24

tem uma infinidade de soluções, então a soma dos

260. (U.MACK.-80) O sistema

a) b) c) d) e)

apresenta uma única solução, qualquer que seja m. é incompatível se m = 0. é indeterminado se m = apresenta mais de uma solução, qualquer que seja m. ou apresenta uma única solução, ou é incompatível, qualquer que seja m. 4x + 3y = 5 x + y = 0 x + by = b d) tem infinitas soluções se b = -1 . e) só tem solução se b = 0.

261. (PUC-SP-82) O sistema linear

a) tem solução para todo valor de b. b) tem solução única se 6 =
6

.

c) não tem solução para nenhum valor de b. 262. (ITA-92) Sejam j , b, c, d números reais não nulos que estão, nesta ordem, em progressão aritmética. Sabendo que o sistema abaixo 4 • 2* • x + 2C • y = — • 2b 3 k3d • x + 9 ■3b ■y = 81 é possível e indeterminado, podemos afirmar que a soma desta progressão aritmética é: a) 13 b) 16 c) 28 d) 30 e) n.d.a.

263. (UnB-87) A alternativa verdadeira é: 1 -1 0 5 2 0 0 1 3 50 71 20 08 11 -33 121 99

a) det

é múltiplo de 11.

^ . f x - 2 y + 3z = 0 b) O sistema ^ A (3x - 7y - 2z = 0

deve ter solução não nula. 221

TESTES DE VESTIBULARES

sistema são as coordenadas de P} .

[

a,x + b,y = c. + b2y = c2

. Entao a solução do

d) Para qualquer A € IR, o sistema :

kx + y + z = 1 x + ky + z = 1 tem solução única, x + y + kz = 1 2 0 = 1 1 3_

e) det

sen2 x, sen2 x2 2 sen x3 x4

cos2 Xj cos2 x2 cos2 x3
1 - X4

Í

ax + 2y - 3z = a bx - 4y + 5z = b cx — y + 4z = c d) só é compatível se a ^ b, b ^ 0 e c ^ 0. e) é sempre indeterminado.

a) é sempre compatível. b) é incompatível para a = b = c = 0. c) é incompatível para quaisquer a, b e c.

265. (PUC-SP-84) Um sistema de 3 equações com 3 incógnitas, nas variáveis x, y e z: ax + by + cz = m dx + ey + fz = n gx + hy + iz = p tem os coeficientes a, b, c, d, e, f , g, h e i formando, nesta ordem, uma progressão aritmética não cons­ tante. Esse sistema tem solução se e somente se: a)m + n + p = 0 b )m = n = p c) p = m + n 266. (UnB-89) A alternativa verdadeira é: Se det = 0, então ajX + a2y = é um sistema determinado. a3x + a4y = b2 d) 2n = m - p e) n é a média aritmética de m e p

Í 4x
2x + 2y = 16 * conclui-se que
222

12y = 4

e o conjunto S2 das soluções do x + Jy — 1

Sj n S2 ^ 0 .

TESTES DE VESTIBULARES x + 3z = a y + z = -1 0 tem uma infinidade de soluções, então b = -1 3z — bx = 6

c) Se o sistema com incógnitas x, y, z,

e a é arbitrário. d) Se a]f a2, ... a9 formam uma progressão geométrica de razão q, então *1 a4 a2 »5 a8 a3 = a, q*.

det

?n

e) Os valores não negativos de x para os quais (x + I)(x - 2) < 0 constitui o intervalo [0, 2). x + z P 267. (CESGRANRIO-82) O sistema, com as incógnitas x , y ç z , y + z = 100 tem uma infinidade de soluções, z - mx = 80 Sobre os valores dos parâmetros m e p , concluímos: a) m = — e p é arbitrário 1 b) m = 1 e p é arbitrário c) m = 80 e p = 100 d) m = -1 e p = 80 e) m = 1 e p ^ 80

268. (CESGRANRIO-85) O sistema

ax + y - z = 0 x - ay + z = 1 tem uma infinidade de soluções, x + y = b

Então, sobre os valores dos parâmetros a e b, podemos concluir que: a) a = 1, b arbitrário b) a = 1, b ^ 0 c) a = 1, b = 1 d) a = 0, b - 1 e) a = 0, b = 0

269. (U.F.PE-83) Assinale a alternativa que nos dá o valor de X para o qual o seguinte sistema não tem solução: x + 3y + 4z = 1 y + Xz = 2 2x + 2z = 3 a) X = 0 b) X = 1 c) X = 2 d) X = 5 e) X = -1

270. (F.C.M.STA.CASA-82) O sistema

2x + y - z = m 3x + 2y - 2z = 0 é impossível para: x — y + mz = 2 c) m = -3 d) — < m < 1 1 e) m > 10

a) m = 1

b) m = 0

271. (CESGRANRIO-83) A condição que devem satisfazer os parâmetros c* e 0 para que o sistema 2x + z = 1 ax + 3y + 4 az = 4 não tenha solução é: 3x + az = 6 d) a * —- e
2 2

e)a = y e c) a 4- 0 =

223

TESTES DE VESTIBULARES x + ay - 2z = 0 x + y + z = 1 não admite solução se a for igual a: x - y - z = 3 c) -1 2x + y + 4z = k 3x + 2y + 5z = k x +
2

272. (FUVEST-85) O sistema linear

a) 0

b) 1

d) 2

e) - 2

273. (CESGRANRIO-84) O sistema

é possível e não admite como solução

+ 2z = k2

x = y = z = 0. Então, o valor de k é: a)- T b) c) 0 d) -1 e) 1

x x 274. (ITA-91) Considere o sistema: (P) x x

+ + + +

z + w = 0 ky + k2w = 1 (k + l)z + w = I z + kw = 2

Podemos afirmar que (P) é possível e determinado quando: a) k 0 b) k * 1 c) k * -1 d) k * 0 e k / -1 e) n.d.a.

275. (ITA-92) Seja A £ M 3x3 tal que det A = 0. Considere as afirmações: I — Existe X £ M 3xI não nula tal que A X é identicamente nula. II — Para todo Y £ M 3 x l, existe X € M3xl tal que A X = Y. Y 0 0 y i , então a primeira linha da transposta de A é [J / 2\. Temos que: 2 c) Todas são verdadeiras. d) Apenas (I) e (II) são ver­ dadeiras. e) n.d.a.

III — Sabendo que A

=

a) Todas são falsas. b) Apenas (II) é falsa.

276. (ITA-90) Dizemos que dois sistemas de equações lineares são equivalentes se e somente se toda solução de um qualquer dos sistemas for também uma solução do outro. Considere as seguintes afirmações: I — Dois sistemas de equações lineares 3 x 3 , ambos homogSneos, são equivalentes. II — Dois sistemas de equações lineares, 3 x 3 , ambos indeterminados, não são equivalentes. III — Os dois sistemas de equações lineares dados a seguir são equivalentes: x + y = 5 y + z = 8 x + y + z = 10 x + 2y - z = 3 x - y + z = 4 4x - y + 2z = 14

De acordo com a definição dada podemos dizer que: a) b) c) d) e) 224 As três afirmações são verdadeiras. Apenas a afirmação I é verdadeira. Apenas as afirmações I e III são verdadeiras. Apenas as afirmações I e III são verdadeiras. As três afirmações são falsas.

TESTES DE VESTIBULARES x + 3y - z — 6 7x + 3y + 2z = 2 5x - 3y + 4z = 10

277. (ITA-89) O sistema de equações

a) b) c) d) e)

tem tem tem tem não

somente uma solução. infinitas soluções com 9(x + y ) = 14 e 9(2y ~ z) = 40. infinitas soluções com 9(x + y ) = 34 e 9(2y - z) - 20. infinitas soluções com x dado em função de y e z. possui solução.

278. (U.MACK.-81) O sistema í (Se” y ° nas incógnitas x e y : (x + (2 cos a)y = 0 a) b) c) d) e) tem solução não trivial para dois e somente dois valores distintos de a. tem solução não trivial para um único valor real de a. tem solução não trivial para uma infinidade de valores de cr. tem somente a solução trivial para todo valor de a. é impossível para qualquer valor real de a. f (m - 1) • x + 2y = 0 (4x + (m + 1) • y = 0

279. (FGV-88) Dado o sistema linear a) b) c) d) e)

Se m = 3 ou m = — o sistema é impossível. 3, Se m = 3, o sistema é possível e (3, 3) é uma solução. Se m = - 3 , o sistema é possível e (2, 2) é uma solução. Se m 3 e m ^ — o sistema tem uma única solução. 3, n.d.a.
x-1 -

280. (CESGRANRIO-87) Se (x, y ) = (a, b ) é solução do sistema

y - 4= 0 3x - y = 0 , então a - b t: x + y - 16 = 0 e) 0

a) - 4

b) 4

c) -8

d) 8

281. (U.F.PR-83) Para que o sistema

2x + 5y — z = 0 x + lOy - 2z = 0 admita solução única, deve-se ter: 6x - 15y + mz = 0 c) m — 2 e) m * -3

a) m *

1

282. (U.F.PE-81) Assinale a alternativa que corresponde a todos os valores de X para os quais o sistema abaixo tem uma única solução. x + 2y + z = 0 2x + y + Xz = 0 3x + 3y + Xz = 0
a) X € IR

b)XeiR e X > 0

c)X£IReX*0 d ) X € R e X < 0

e) não existe um tal X

283. (PUC-SP-80) Estudando o sistema linear

4x + y - z = 0 - x - y + z = 1 verificamos que ele é: 2x - y + z = 2 e) impossível e indeterminado.

a) homogêneo indeterminado. b) possível e determinado.

c) possível e indeterminado. d) impossível e determinado.

225

TESTES DE VESTIBULARES 284. (U.F.RS-81) Se

(bn) e (c„) são progressões geométricas de mesma razão, com aj & bj não nulo,
é:

ía ,x + b ,y = Cj então o sistema a2x + b2y = c2 ía 3x + b3y = c3 a) b) c) d) e)

indeterminado. determinado. incompatível. determinado se e somente se c, = cindeterminado se e somente se cl = 2x — y + 5z = 0 3x - 2y - z = 0 5x - 3y + 4z = 0

c, = 0.

285. (FGV-84) O sistema

a) b) c) d) e)

impossível. possível e indeterminado. possível e com solução x = —11, y = -1 7 e z = /. possível, e admite apenas a solução trivial, x = y = z = 0. Nenhuma das respostas anteriores. 0 2x, - 3x, + 5x, + 2x2 - 3x3 = 0 — x, + 2x, = 0 5x, = 0 3x, ii í ' 2*1 + (. xi - 2x, + 3x^ = 0

286. (VUNESP-85) Os sistemas lineares I

são tais que: a) b) c) d) e) existe uma solução de 1 que não é solução de II. existe uma solução de II que não é solução de 1. não têm solução comum. (a, b, c) é solução dos dois para todos a, b, c reais. são equivalentes. x + y = 0 x + z = 0 y + mz = 0 c) m = 1. d) m = -1 . x + 3y + 2z = 0 2x + 5y + mz = 0 3x + 7y + z = 0

287. (FUVEST-80) O sistema linear

é indeterminado para: e) m = 0.

a) todo m real. b) nenhum m real.

288. (U.C.MG-81) O valor de m para que o sistema

seja indeterminado é:

a) 0

b) 1

c) 2 mx + y + z = 0 2x + my + 2z = 0 mx + 2y + mz = 0

*> T

2*9. (U.C.PR-82) Os valores de m para que o sistema tenha soluções diferentes da trivial são: a) m = — ou m = -3 ou m = 3 1 b) m = -1 ou ttf í 2 ou m = 1 c) m = 1 ou m = 1 ou m = - 2 226

d) m = 1 ou m = — ou m 3 e) m = — ou m - 3 ou m 1

TESTES DE VESTIBULARES x + y + z = 0 kx + 3y + 4z = 0 x + ky + 3z = 0 d) 7

290. (U.F.RS-84) A soma dos valores de k que tornam o sistema

indeterminado é:

a) - 7

b) - 2

c) 2

e) 10

291. (U.F.PE-84) Seja A o conjunto dos valores Xque tomam o seguinte sistema com uma infinidade de soluções: x + Xy + 2Xz = 0 x + 2Xy + Xz = 0 I — + Xy + Xz = 0 3x a) A = 0 b) A = (0) c) A = R d) A = (x e) A = (x € IR I x < 0) (

e B I X < 0]

Í
a) K = 0 b) K = 1 Podemos afirmar que: a) é homogêneo. b) é determinado.

x y - z = 0 x — 2y - 2z = 0 admita soluções próprias é: 2x + Ky + z = 0 d ) K/ 0

c) K = -1

293. (PUC-CAMP-80) Considere o seguinte sistema linear: - x + 2y - 3 = 0 3x - y + 3 = 0 2x — 4y + 6 = 0 c) tem mais de uma solução. d) é impossível. e) n.d.a.

294. (ITA-88) Sobre o sistema 8x - y - 2z = 0 7x + y - 3z = 0 x - 2y + z = 0 podemos afirmar que: a) É possível e determinado. b) É impossível. c) É possível e qualquer solução (x, y , z) é tal que os números x , y e z formam, nesta ordem, uma progres­ são aritmética de razão igual a x. % d) É possível e qualquer solução (x, y, z) é tal que y = - y e) É possível e qualquer solução (x, y , z) é tal que os números x, y e z formam, nesta ordem, uma progresj x + ^------sao antméticã de razao ------- y + z . 295. (ITA-89) Considere a equação 4 -1 6 4 5 1
2

7 + z
0

0

X

+ y

=

0 0

3

onde x t y e z são números reais. É verdade que: a) a equação admite somente uma solução. b) em qualquer solução, x 2 = z 2. c) em qualquer solução, I6x2 = 9z2. d) em qualquer solução, 25y = 16z . e) em qualquer solução, 9y2 = 16z2.

227

TESTES DE VESTIBULARES 296. (ITA-91) Se (x, y, z, t) é solução do sistema: x -y + 2z- t = 0 3x + y + 3z + t - 0 x - y - z - 5t = 0 qual das alternativas abaixo é verdadeira? d) x + y + z + t e x têm o mesmo sinal. b) x + y + z + t e t têm o mesmo sinal. c )jK + y + z + t e y têm o mesmo sinal. 297. (UNICAP-87) Dado o sistema linear homogêneo 2x + my + z = 0 x - 2y + mz = 0 mx + y =0 assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que traz o único valor real de m que toma o sistema compatí­ vel e indeterminado. a) m = 0 b) m = 1 c) m = -1 d) m = 2 e) m = -2 d) x + y + z + t e z têm sinais contrários. e) n.d.a.

298. (ITA-90) Considere o sistema linear homogêneo nas incógnitas x n x3, ..., xn dado por: a,x, + (a, + l)x 2 + ... + (aj + n - Ox,, = 0 a ^ , + (a2 + l)x 2 + ... + (a2 + n - l)x„ = 0 U „ x , + (an + l)x 2 + ... + (a„ + n - Ox,, = 0 onde aly a2, ..., an são números reais dados. Sobre a solução deste sistema podemos afirmar que: a) b) c) d) e) Se tf, > 0, i = 1, 2, n, o sistema possui uma única solução. Se ai < 0, i = 1, 2, .... n, o sistema possui uma única solução. Se tf, > 0 , / = 1, 2, .... n, o sistema é impossível. Se tf, < 0 , i — 1, 2, .... n, o sistema é impossível. O sistema possui infinitas soluções quaisquer que sejam os valores dos números at ,

an dados

299. (U.F.ES-82) Para qual dos seguintes valores de a o sistema linear em x, y e z x + y + z = 0 (cos a + sen a)y + (2 sen a) z = 0 (cos a )y + (cos a — sen a)z = 0

admite outras soluções além da x ~ y = z.= 01 v 5x a) —
u\

3t

b)

v k c) t

7ir d) t

v 5t e )~ r

300. (U.F.RS-83) O sistema de equações lineares (a - l)x + y + 2z + t = 0 (a + 2)y - z + 3t = 0 z - 2t = 0 -t = 0 é indeterminado se, e somente se: a) a = 1 v a = — 2 b) a = -1 v a = 2 228 c) a ^ 1 v a ^ — 2 d) a ^ -1 v a ^ 2 e) a = 1

TESTES DE VESTIBULARES 301. (U.F.RS-82) O sistema de equações ax + by + az + bt = 0 ax + by + z + t = 0 ax + y = 0 x = 0 com coeficientes a, b 6 reais é determinado se, e somente se: a) a ?:
0

e b /

0

b) b /

0

c ) a ^ 0

d)

a?*

-b

e) a * b

302. (U.F.RS-81) O conjunto das quaternas de números reais (x; y\ z\ t) que verificam o sistema x -y y -y a) 0 b) [(0; 0; 0; 0)j c) [(x; 0; -x ; 0) 11 e iRj + 3y + z + 2t = 0 + t = 0 + 4z + 3t = 0 + 4z + 3t = 0

é:

d) [<x; y; 0; -y ) I x, y G RJ e) ((x; y; z; t) I x, y, z, x E IR)

303. (U.F.PA-85) Um sistema de m equações e n variáveis é possível e determinado. Sendo p a característica da matriz de coeficientes, e q a característica da matriz completa do sistema, temos: a) p = q = n b) p = q, q < n c) p < q, q = n d) p = q, p > n e) p < q < n

229

Respostas dos Testes
1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35. 36. 37. 38. a b e d c c c d d c b b b d a a d e b c d d c b d d d a b c e c b a b d a c 39. 40. 41. 42. 43. 44. 45. 46. 47. 48. 49. 50. 51. 52. 53. 54. 55. 56. 57. 58. 59. 60. 61. 62. 63. 64. 65. 66. 67. 68. 69. 70. 71. 72. 73. 74. 75. 76. a b a b b a d e d e c b a b d b e c b . % c e d c d d c d a d d c d e b d b a c 77. a 78. e 79. d 80. a 81. e 82. a 83. d 84. e 85. d 86. e 87. c 88. b 89. d 90. c 91. d 92. c 93. d 94. d 95. a 96. c 97. d 98. c 99. a 100. c 101. d 102. b 103. e 104. b 105. c 106. d 107. d 108. a 109. -d 110. e 111. b 112. a 113. c 114. d 115. 116. 117. 118. 119. 120. 121. 122. 123. 124. 125. 126. 127. 128. 129. 130. 131. 132. 133. 134. 13~. 136. 137. 138. 139. 140. 141. 142. 143. 144. 145. 146. 147. 148. 149. 150. 151. 152. d e d b e d b a a c b c d b c c c d d c d e e b d b b a d b c b c b c a b a 153. 154. 155. 156. 157. 158. 159. 160. 161. 162. 163. 164, 165. 166. 167. 168. 169. 170. 171. 172. 173. 174. 175. 176. 177. 178. 179. 180. 181. 182. 183. 184. 185. 186. 187. 188. 189. 190. c c d c b b d b c a e a a c e b a a e d c b a d c c d a e a b a a b e a b d 191. 192. 193. 194. 195. 196. 197. 198. 199. 200. 201. 202. 203. 204. 205. 206. 207. 208. 209. 210. 211. 212. 213. 214. 215. 216. 217. 218. 219. 220. 221. 222. 223. 224. 225. 226. 227. 228. e d d b d c d e a a b c c e b e e c e d d a e b d e c e e c a b c e d a a c 229. 230. 231. 232. 233. 234. 235. 236. 237. 238. 239. 240. 241. 242. 243. 244. 245. 246. 247. 248. 249. 250. 251. 252. 253. 254. 255. 256. 257. 258. 259. 260. 261. 262. 263. 264. 265. 266. c d d b c d e e e d e e b c a a a c e b b a d b a c c a a d a e b e a a e b 267. 268. 269. 270. 271. 272. 273. 274. 275. 276. 277. 278. 279. 280. 281. 282. 283. 284. 285. 286. 287. 288. 289. 290. 291. 292. 293. 294. 295. 296. 297. 298. 299. 300. 301. 302. 303. d d b a e e b e b e a c d c d a c a b e d e c d b b b c e e c e e a e c a

231

Testes de vestibulares
Seqüências
1. (FEI-SP) A seqüência a h a2, ••• an é definida por:
f

1

a‘ = 7
' a2 = 0

ak “ ak - 1 + ak - 2 k ^ 3 >
Qual o valor de </7? a) — 5

1

2

b)

— 5

c)

— 5

4

d)

— 5

3

e)

1

2. (U. F. Lavras/PAS-MG) Os números triangulares são definidos como o número de pontos na seqüência de figuras:

1 3

6

10

15

etc.

Uma fórm ula geral para esles números é a) [n(n — l )/3 ], n ^ 3 b) [n(n + l ) / 2], n 3* I c) 2n + 4, n 5= 1 3. (U nifesp-SP) A soma dos termos que são números prim os da seqüência cujo termo geral é dado por an = 3n + 2, para n natural, variando de 1 a 5, é: a) 10 b) 16 c) 28 d) 33 e) 36 d) n/3 + 2n + 1, n e) (n + 0

1)

(n — 1), n

3= I

4. (Vunesp-SP) Os coelhos se reproduzem mais rapidamente que a m aioria dos mamíferos. Considere uma
colônia de coelhos que se in icia com um único casal de coelhos adultos e denote por att o número de casais adultos dessa colônia ao fin al de n meses. Se a! = 1, a2 = 1 e, para n 5 2, an + j = a„ + an _ |f o número * de casais de coelhos adultos na colônia ao fin al do quinto mês será: a) 13 b)

8

c)

6

d) 5

e) 4

5. (Vunesp-SP) Considere as seqüências (an) e (bn) definidas por an + j — 2n e bn + [ = 3", n 5= 0. Então, o valor de • b$ é: a) 2 " • 3 6
b)

125

c) 5 ,s

d)

615

e)

6™
187

TE ST ES DE VESTIBULARES

6.

(Mackenzie-SP) Na seqüência ^ y jr» "225” ’ soma de todos os termos tende a: a) — 3 b)

^ " + ^

° n^ C n ^ um ntim^ ero natural não nulo,

1

8

c)

- 216 a = —

4

d)

— e)

8

7. (U F-SE) Se a seqüência (an)n e n* é tal que

1

2

, então an + d)

1 — an é igual

a:

2an + [ = an + 1 í
c) —2~n~1

2“n ”1

e) -

2~n_1

+

1

8.

(U F-R N) Em uma calculadora, a tecla T transforma o número ^ (não nulo), que está no visor, em — , e a tecla -; V duplica 0 número que se encontra no visor. Se 0 número 2 estiver no visor e forem digitadas, alternadamente, , as teclas T e V, iniciando-se por T, num total de 1 999 digitações, será obtido um número igual a:

a) 2"m

b)

1

c) 2

d) ^

55-

,v

Progressões aritméticas
^C ^(IT A -S P ) O valor de n que torna a seqüência 2 + 3n, —5n, 1 — 4n uma progressão aritm ética pertence ao ^ r n t e r v a lo : a) [ - 2 , - 1 ] b) [ —1, 0]
y

c) [0, 1]

d) [1 ,2 ]

e) [2, 3]

10. (ITA-SP) Os números reais x,
número real com n > 0 e n ^

e t formam, nesta ordem, uma progressão aritm ética de razão r. Seja n um 1 satisfazendo 3nx + 2ny — n 1 = 0. Então r é igual a: c) log2n 4 d) I°g„ ( y j e) log,, 3

a) n2

b)

X

(U F -A L ) As idades de três pessoas são numericamente iguais aos tçrmos de uma progressão aritm ética de razão 5. Se daqui a 3 anos a idade da mais velha será o dobro da idade da mais jovem , nessa época, a soma das três idades será: a) 36 anos. b) 38 anos. c) 42 anos. ^ 45 anos. e) 48 anos.

12. (Fatec-SP) Seja a progressão aritm ética

* , logn^—

logn 1, logn n, logn n2, y,

...j com o n inteiro,
e)

n 3= 2. Os valores de x e >’ são, respectivamente: b) lo g n [ — ]e2 c) - 1 e logn n4 d) 0 e 3 - 2 e 3

lá(. (U. F. Ouro Preto-M G) O lado t, a diagonal í i e a área S de um quadrado estão em progressão aritmética, ^ o d e -se afirm ar que: a) e = V2 -

1

b)

d —2 —V2 ~

c)

S+ d =

8-

4^2

d)

£+ d - 3+

14. (PUC-PR) Qual é o perím etro de um triângulo retângulo que tem área de 54 m 2 e cujos lados estão em

progressão aritmética? a) 54 m b) 48 m c) 42 m d) 36 m e) 12 m

V

(UF-PI) Se — -— , — -— , — -— estão em progressão aritmética, também estarão em progressão aritmética: x + y y + z z + x a) x2, y2, z 2 b) x2, z2, y 2 c) y2, z2, x 2 d) z2, x2, y 2 e) z2, y 2, x 2

lift, (U. E. Londrina-PR) Se a seqüência ( —8, a, 22, b, 52) é uma progressão aritmética, então produto a • b é igual a: ~ " \) 273 b) 259 c) 124 d) 42 e) 15

188

TESTES DE VESTIBULARES
17. (U. F. São Carlos-SP) A soma dos cinco prim eiros termos de uma P.A. vale 15 e o produto desses termos é zero. Sendo a razão da P.A. um número in te iro e positivo, o segundo termo dessa seqüência vale:

a) 0

b) 1

c) 2

d) 3

e) 4

18. (U F-P I) Se em uma progressão aritm ética de razão positiva o produto dos três prim eiros termos é 384 e a
soma é 24, então o quarto termo é: a) 0 b) 4 c)

8

d) 12

e) 36

19. (Fuvest-SP) Os números reais sen tica. Então o valor de sen a é:

sen a’ sen

form am , nessa ordem, uma progressão aritm é­

a) ±

4

b) j J L

6

c)

4

d)

4

e) J j 2

20. (Fatec-SP) Inserindo-se 5 números entre 18 e 96, de modo que a seqüência (18, a2, a^, a4, a5, a<j, 96) seja uma progressão aritm ética, tem-se a 3 igual a: a) 43 b) 44 c) 45 d) 46 e) 47 onde, entre

(Mackenzie-SP) A seqüência (2, a, b, ..., p, 50) é uma progressão aritm ética de razão r <

\2

e 50, foram colocados k termos. Então o valor m ínim o de k é: b)

a) 64

66

c)

68

d) 70

e) 72

22. (UF-PI) O conjunto dos múltiplos de 3 compreendidos entre os números 70 e 220 tem n elementos. O valor de n é: a) 48 b) 50 c) 52 d) 55 e) 53

23. (U F -M G ) Observe a figura:

15

1

I

I

I

X

I

67

I

1

1

1

Essa figura representa o intervalo da reta numérica determinado pelos números dados. Todos os intervalos indicados (correspondentes a duas marcas consecutivas) têm o mesmo com prim ento. O número correspon­ dente ao ponto X assinalado é: a) 47,50 b) 50,75 c) 48,75 d) 54

\
2^. (FEI-SP) Um trabalho escolar de 150 páginas deverá ser impresso em uma impressora que apresenta os x seguintes problemas: nas páginas 6, 12, 18, ... (m ú ltip los de 6) 0 cartucho de tinta amarela falha e nas pá­ ginas 8, 16, 24, (m últiplos de 8) falha o cartucho de tinta azul. Supondo-se que em todas as páginas do trabalho sejam necessárias as cores amarela e azul, quantas páginas serão impressas sem essas falhas? a) 105 b) 107 c) 113 d) 116 e) 120

25. (U n ifo r-C E ) Chama-se progressão harm ônica uma seqüência de números tais que seus inversos consti­ tuem uma progressão aritm ética. Assim sendo, se os três prim eiros termos de uma progressão harmônica o c 40 sao 8 5 e - jy - , 0 seu sexto termo é: ,

-

a) 2

b)

40 -yy-

c) 3

d)

f

7

e) 4

26. (U . F. Ouro P reto-M G ) Sendo ü \, a2, ..., atl, ... uma progressão aritm ética de razão r, então a2 — af, af — a2, ..., a „+ i — a„, ... é uma progressão aritm ética de razão igual a: a) — b) r c)

2r

d) r 2

e)

2r 2

27. (Fatec-SP) Na com pra a prazo de um aparelho e le tro d o m éstico , o to ta l pago por uma pessoa fo i N R$ 672,00. A entrada teve valor correspondente a

6

do total, e o restante fo i pago em 4 parcelas, cujos

valores form aram uma progressão aritm ética crescente de razão R$ 40,00. O valor da ú ltim a prestação fo i: a) R$ 220,00 b) R $2 1 5 ,0 0 c) R $2 1 0 ,0 0 d) R$ 205,00 e) R$ 200,00

189

TESTES DE VESTIBULARES
(M ackenzie-SP) Na seqüência numérica (4, 7, a3, a4, a5, ...), sabe-se que ás diferenças bn = an+1 \ n 3* 1, formam uma progressão aritm ética de razão 2. Então a 15 é igual a: a) 172 b) 186 c) 200 d) 214 e) 228 an,

29. (U E-C E) Seja (a (, a2, a3, a4, a5, a6, 'àj, a^) uma progressão aritm ética. Se a2 + a5 = a3 + a7 é igual a: a)

8 e a8 =

7, então

8

b)

-y -

c)

10

d)

30. (PUC-SP) Os termos da seqüência (10, 8, 11,9, 12, 10,J 3 , ...) obedecem a uma lei de formação. Se an, em que n e N *, é o termo de ordem n dessa seqüência, então a^j + a5 é igual a: 5 a) 58 b) 59 c) 60 d) 61 e) 62

31. (UF-RS) Os números inteiros de 1 a 600 são escritos na disposição abaixo.

2 8
14

3 9 15

4 5 6 10 11 12 16 17 18

A escrita se repete, na mesma disposição, a cada vez que se atinge o valor de 600. O número escrito na 5“ coluna da 143* lin h a é: a) 243 b) 245

c) 248

d) 257

e) 258

32. (ESPM-SP) Uma progressão aritm ética possui 513 termos, todos ímpares. O seu prim e iro termo e sua ra­
zão são as raízes da equação x 2 a) 102 b) 103 I5x + 44 = 0. Para quantos termos dessa seqüência o algarismo das unidades é o 9?

c 104 )
, c) 21 - j-

d) 105

e) 106

33. (P U C -M G ) Na seqüência
\ a) 29 — _ b)

^2
61 -g -

( 1 5 7 3 1 — . — , — , — < ••• , o termo de ordem 30 é: 6 6 2 ) .. 65 d) — , e) 67 —

34. (Mackenzie-SP) Dentre os inteiros x tais que |x| < 60, aqueles não divisíveis por 4 são em número de:
a) 90 b) 91

c 92 ) c 267 )

d) 93

e) 94

35. (U F -M G ) Considere o conjunto M = {n e N : 1 í n $ 500}. O número de elementos de M que não são
m últiplos de 3 nem de 5 é: a) 234 b) 266 d) 467

36. (U. F. Viçosa-MG) Usando-se um conta-gotas, um produto químico é misturado a uma quantidade de água da
seguinte forma: a mistura é feita em intervalos regulares, sendo que no prim eiro intervalo são colocadas 4 gotas e nos intervalos seguintes são colocadas 4 gotas mais a quantidade misturada no intervalo anterior. Sa­ bendo-se que no últim o intervalo o número de gotas é 100, o total de gotas do produto misturadas à água é: a) I 300 b) 1 100

c I 600 )

d) 900

e) I 200

' ^ í7. (UFR-RJ, adaptado) Uma empresa madeireira, ao desmatar uma floresta, seguia este cronograma: ^ n o prim eiro dia — uma árvore derrubada; • no segundo dia — duas árvores derrubadas; • no terceiro dia — três árvores derrubadas, e assim sucessivamente. Para compensar tal desmatamento, fo i criada uma norma na qual se estabelecia que seriam plantadas árvo­ res segundo a expressão P — 2D — I, sendo P o número de árvores plantadas e D o número de árvores derrubadas a cada dia pela empresa. Quando o total de árvores derrubadas chegar a 1 275, o total de árvo­ res plantadas, de acordo com a norma estabelecida, será equivalente a:

a) 2 400

b) 2 500

c) 2 600

d) 2 700

e) 2 800

190

TESTES DE VESTIBULARES
'8. (U . E. Londrina-P R ) Em um supermercado, as latas de certos * produtos são expostas em pilhas, encostadas em uma parede, \ com 1 lata na p rim eira file ira (a superior), 2 latas na segunda f i ­ leira, 3 latas na terceira, e assim por diante. Observe na figura ao lado uma dessas pilhas, com 5 fileiras. Um funcionário deve fazer uma pilha de 1,60 m de altura, com latas de 4 cm de altura cada uma. Se as latas desse produto são embaladas em caixas com 75 latas em cada caixa, ele necessita retirar do estoque: a) 9 caixas e não haverá sobra de latas. b)

|

1

-

1®fileira

10 caixas,

mas sobrarão

12 latas.

file ira

c) 10 caixas, mas sobrarão 30 latas. d) I 1 caixas, mas sobrarão 3 latas. e) 11 caixas, mas sobrarão 5 latas. 39. (UF-ES) Na progressão aritmética — 177, — 173,..., um certo número de termos fo i somado ( - 177 — 173 — ...) de forma a se obter a menor soma possível. Essa soma vale: a) - 3 999 b) - 4 002 c) - 4 004 d) - 4 005 e) - 4 006

40. (PUC-PR) Se d ivid irm o s o décimo prim e iro termo de uma progressão aritm ética pelo seu terceiro termo,
obtemos 4, enquanto se d ividirm os o nono termo dessa progressão pelo seu quarto termo, obtemos 2 e res­ to 4. A soma dos 20 prim eiros termos dessa progressão é: a) 250 b) 430 c) 610 d) 590 e) 820

\< J l. (PUC-SP) Seja / ‘ a função de Z em Z definida por f(x ) igual a { Se X ^ ^ ar . V ‘ {0 se x é ímpar ^ Nessas condições, a soma f ( l ) + f(2 ) + f(3 ) + f(4 ) + ... + f(9 9 9 ) + f ( l 000) é igual a: a) 50 150 b) 100 500 c) 250 500 d) 500 500 e) 1005 000

42. (Fuvest-SP) A soma das frações irredutíveis, positivas, menores do que 10, de denominador 4, é:
a)

10

b)

20

c) 60

d) 80

e)

100

43. (ITA-SP) Sejam an e bn números reais com n = 1,2, ..., |z„| = 2 e b„

6. Os números complexos

zn = an + ib n são tais que

5

0, para todo n = 1,2 , ..., é igual a:

6. Se (ah

a2, ■■ a(l) é uma progressão aritmética de razão — — e ■>

soma 9, então

« a

o

,jr * i

44. (M ackenzie-SP) As somas dos n prim eiros termos das seqüências aritm éticas ( 8, 12, ...) e (17, 19, ...) são
iguais. Então, n vale: a) 18 b) 16 c) 14 d) 10 e) 12

45. (Puccamp-SP) Um veículo parte de uma cidade A em direção a uma cidade

B, distante 500 km. Na 1■hora do trajeto ele percorre 20 km, na 2- hora 22,5 km, na 3? hora 25 km , e assim sucessivamente. Ao com ple­ tar a 12- hora do percurso, a que distância esse veículo estará de B I
a) 95 km b) 115 km c) 125 km d) 135 km e) 155 km

4(>. (Umesp-SP) Fernando resolveu rifa r seu aparelho de som. Para tanto, numerou etiquetas — somente com
números pares — de 2 a 48. Cada participante sorteava uma das etiquetas e, conforme o número retirado, pagava o seu valor em reais (por exemplo: quem retirou a etiqueta com o número 14, pagou R$ 14,00) e no dia do sorteio concorria com o mesmo número que estava nessa etiqueta. Sabendo-se que o valor do aparelho era de R$ 480,00 e que Fernando vendeu todas as etiquetas, o lucro porcentual obtido por ele fo i de: a) 30% b) 20% c) 45% d) 50% e) 25%

19 1

TESTES DE VESTIBULARES
47. (U nifor-C E ) Sabe-se que em uma progressão aritm ética com 2n termos, a soma dos termos de ordem ím ­ par é e a soma dos de ordem par é S2. A razão dessa progressão é:

s2 - s ,
a) b)

S{ + S2

c)

Sl

S2

d) n(S| + S2)

e) n(S 2 - S,)

4$, (Cesgranrio-RJ) A soma dos termos da seqüência fin ita (^l°Sx St

log x Wx,

log x 1 0 0 0 0 xj, on(j e

6 IRt a) 21,0

{ I } e log x -

0,6, vale:
c)

b) 18,6

12,6

d)

8,0

e)

6,0

49. (U nirio-R J) Numa caminhada, os participan­
tes A e B desenvolveram os ritm os indicados na tabela ao lado. Sabendo-se que A e B iniciaram a caminhada juntos e de um mesmo ponto e que as seqüên­ cias estabelecidas foram mantidas por ambos até o final do passeio, a distância, em metros, entre o participante A e o participante 5 , no exato momento em que B parou de caminhar é: a) 3 330 b) 3 610 c) 3 900 d) 4 200 e) 4 510

■ Uis}âitcií p re>rrldae cadM ei m ji Intervalo dt interval; te p (m ih i) inutoii) ' /
He 0 a 10 De 1 J 2 0 0 l')o 20 ii 30 Dc <0 .1 -() 700 680 6h0 640

too
5~i) 540 510

:

50. (U F-P I) Seja f(x ) uma função quadrática cujo gráfico corta o eixo y no ponto (0, 3).
Se f(x + 1) — f(x ' a) [f(n ) —3 ] / l 0 b) ff(n ) —20]/10 1) = 20x + 10 para todo número real x, então o valor de 1 + 2 + 3 + ... + n é igual a: c) |f(n ) - 2 0 ]/3 d) f(n )/10 e) 3/[10 + f(n )]

51. (U F-R N) A direção de uma escola decidiu enfeitar o pátio com bandeiras coloridas. As bandeiras foram colo­ cadas em linha reta, na seguinte ordem: I bandeira vermelha, 1 azul, 2 vermelhas, 2 azuis, 3 vermelhas, 3 azuis, e assim por diante. Depois de colocadas exatamente 99 bandeiras, o número das de cor azul era: a) 55 b) 60 c) 50 d) 45

52. (UF-RS) Se n é um natural ímpar, o número de elementos da seqüência 1, 2, 2, 3, 3, 3, 4, 4, 4, 4, ..., n, n, ..., n
que são números pares é: n(n + 2

a)

4

b)

1)

n(n + I)

Progressões geom étricas
(Mackenzie-SP) Na seqüência geométrica (x2, x, log x), de razão q,xé. um número real e positivo. Então, log q vale: a)

1

b)

d)

2

e)

if

(Mackenzie-SP) Se (x, y, z) é uma seqüência geométrica de termos positivos e razão 2 \ tal que 4x + z < 5y, então: a) — < x < —2 4 b)

-2

< x <

0

c)

0<

x <

2

d) 2 < x < 4

e)

- 1<

x <

1

55. (ITA-SP) O conjunto de todos os números reais q > 1, para os quais a [y a e a form am , nessa ordem, uma progressão geométrica de razão q e representam as medidas dos lados de um triângulo, é: a) b) ]l, ]l,

2 3

(1 + (1 +

V 5 )/2 [ V 5 ) /2 ]

c)

] l , (I + V 5 ) / V ã ]

e) ]l, 1 + V5"[

d)

] 1,

(1

+ V 5 )/4 [

Í9 2

TESTES DE VESTIBULARES
56. (ITA-SP) Seja f: R j -> R uma função injetora tal que f ( l ) = 0 e f(x • y ) = f(x ) + f(y ) para todo x > 0 e y > 0. Se jcj, x 2, x$, xA e x form am , nessa ordem, uma progressão geométrica, onde X; > 0 para i = 1 ,2 ,

5

3, 4, 5, e sabendo que

j

f ( x j ) = I3 f(2 ) + 2 f( x j) , onde n = 5 e

f

= —2f ( 2 x 1), onde

j=i
n = 4, então o valor de x\ é: a) —2 b) 2 c) 3 d) 4

j“ i
e) 1

(UF-PR) Sendo a, b e x números reais tais que 3a = 2b, 9b = 4X e a # 0, calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s): (01) b = x lo g 2 3 (02) Se a = 2, então b < 3. (04) a, b e x, nessa ordem, estão em progressão geométrica. (08) a + b " a log 2 6

(16) 3" + 2b = 2b + 2x
5$. (Fatec-SP) Se o lado, a altura e a área de um triângulo eqüilátero form am , nessa ordem, uma progressão ^ geométrica, então a medida do lado desse triângulo é um número: a) irracional. b) racional. c) inteiro. 59. (U . F. Viçosa-M G ) As medidas do lado, do perímetro e da área de um quadrado estão, nessa ordem, em progressão geométrica. A diagonal desse quadrado mede: d) real e m aior que V3~e) real e compreendido entre V 2~e

4T .

a) lô V r

b) 10Vã"

c) 12V2"

d) 1 4 j2

e)

60. (UF-RS) A seqüência (x, xy, 2x), x # 0, é uma progressão geométrica. Então, necessariamente: a) jc é um número irracional. b) x é um número racional. c) y é um número irracional. d) y é um número racional. e) — é um número irracional. y

\
6 j(.

(U F-SC ) Numa progressão geométrica, o p rim eiro termo é 5* e a razão é 5. Se a soma dos quatro p rim e i­ ros termos é 3 900, pode-se a firm ar que -------- é igual a: a) — 25 b) — 5 c) 1 d) 5 e) 25

62. (U F-R N ) Um fazendeiro d ivid iu 30 km 2 de suas terras entre seus 4 filho s, de idades distintas, de modo que as áreas dos terrenos recebidos pelos filho s estavam em progressão geométrica, de acordo com a idade, tendo recebido mais quem era mais velho. Ao filh o mais novo coube um terreno com 2 km 2 de área. O filh o que tem idade imediatamente superior à do mais novo recebeu um terreno de área igual a: a) 10 km 2 b)

8 km 2

c) 4 km 2

d)

6 km 2

(U C D B -M T ) Numa progressão geométrica crescente, qualquer termo é • lhes são consecutivos. A razão dessa progressão é igual a:

da soma dos dois termos que

^

a) — 6

b) — 3

c) 1

d)

42

e) 2

(Cesgranrio-RJ) Considere uma progressão geométrica de 5 termos e razão positiva, onde a soma do p ri­ meiro com o terceiro termo é y dessa progressão é igual a: e o produto de seus termos e 1 024. O produto dos três termos iniciais

a) — 2

b) 1

c) 2 V2"

d) 4-^2"

e) 8-V2”

193

TE ST ES DE VESTIBULARES
65. (Fuvest-SP) No plano cartesiano, os comprimentos de segmentos consecuti­ vos da poligonal, que começa na origem 0 e termina em B (ver figura ao lado), formam uma progressão geométrica de razão p, com () < p < J. D ois segmentos consecutivos são sempre perpendiculares. Entào, se OA = 1, a abscissa x do ponto B = (x, y) vale:

1

_)2

1 ~ pK

1 -P 4 1~ P 1 2 I +p2

1 1+P2

e)

I 1

6 6 . (U E-C E) Seja (b h b 2, b 3, b4) uma progressão geométrica de razão

Se b| + b 2 +

4- b 4 = 20, então

b 4 é igual a:

« T

« 1 ■jpvagjggftiK gg 1997 1998 1999 . 2 fino 1 1 600 j 1 280 1

67. (UF-RS) A tabela ao lado apresenta, em cada linha, o número de cabeças de um rebanho no fin al do ano dado. Se o rebanho continuar decrescendo anualmente na progressão geométrica indicada pela tabela, no final de 2006 o número de cabeças do rebanho estará entre: a) 10 e 80 b) 80 e 100 (Dado: log 2 = 0,3010.) c) 100 e 400 d) 400 e 800 e) 800 e I 000

(U, F. Santa M aria-RS) Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada afirm ativa. 1) No prim e iro semestre do ano 2000, a população mensal de uma fábrica de sapatos cresceu em progres­ são geométrica. Em jan e iro , a produção fo i de 3 000 pares e, em junho, fo i de 96 000 pares. Então, pode-se afirm ar que a produção do mcs de março e abril fo i de 12 000 e 18 000 pares, respectivamente. 2) A seqüência (x n " 4, x " - 2, x 1, x n + 2), x ^ 0, 1

6uma progressão geométrica de razão x 1.
d) V — V — F

3) Uma progressão geométrica de razão </, com 0 < q < 1 e aj > 0, é uma progressão geométrica crescente. A seqüência correta é: a) V — F — F b) F — V — F c) F — V — V e) V — F — V

69. (UFF-RJ) Certas imagens captadas por satélites espaciais, quando digitalizadas, são representadas por fo r­
mas geométricas de aspecto irregular ou fragmentado, conhecidas por fractais. Podem-se obter tais fractais pela alteração da form a o riginal e uma curva por meio de um processo em que os resultados de uma etapa são utilizados como ponto de partida para a etapa seguinte. Considere o processo tal que, em todas as etapas, cada segmento de reta é transformado em uma poligonal cujo comprimento é quatro vezes a terça parte do segmento orig ina l, como ilustrado na figura ao lado. Por esse processo, a partir de um quadrado com I metro de lado, obtém-se a seqüência de figuras apresentadas. O pe­ rímetro, em metro, do quinto polfgono dessa seqüência é: 44 45 34

1

[). (UFF-RJ) Os retângulos R u R e R$, representados na figura abaixo, são congruentes e estão divididos em regiões de mesma área. A o se cafcu/ar o quociente entre a área da região pin ­ tada e a área total de cada um dos retângulos R {, R e /?3 verifica-se que os valores obtidos form am uma , progressão geom étrica (P.G.) descrescente de três termos. A razão dessa P.G. é:

□ - a - 2o - : ?
b )
b)

4

2

a) T

d) 2

e) 4

1 94

TESTES DE VESTIBULARES
71. (Cesgranrio-RJ) Desde 1992, certo instituto de pesquisa vem monitorando, no in íc io de cada ano, o cresci­ mento populacional de uma pequena cidade do in te rio r do Estado. Os itens a seguir mostram o resultado dos três p rim eiros anos, em milhares de habitantes. I) A no de 1992, população (em milhares) = 25,6 II) Ano de 1993, população (em m ilhares) = 38,4 III) A no de 1994, população (em m ilhares) = 57,6 M antida essa mesma progressão de crescimento, o número de habitantes dessa cidade, no in íc io do ano 2000, em milhares, seria, aproximadamente, de: a) 204 b) 384 c) 576 d) 656 e) 728

72. (UF-RS) Na seqüência de figuras, cada quadrado tem 1 cm de área. Supondo que as figuras continuem evoluindo no mesmo padrão aqui encontrado, a área da fig ura 20 terá valor: a) entre 0 e 1 000. b) entre I d) entre 50 000 e 100 000. e) m aior que jg| ^
Figura 1 Figura 2 Figura 3

000 e 10 000.

100 000.

c) entre 10 000 e 50 000

J

Figura 4

73. (PUC-SP) O terceiro e o sétimo termos de uma progressão geométrica valem, respectivamente, 10 e 18. O quinto termo dessa progressão é: a) 14 b) V3Õ" c) l4 l d) 6 ^5 e) 30

ijk . (Mackenzie-SP) Entre 5 e 5 000, temos k números da form a 2n, onde n é um número natural. Então k vale: a)

8

.

b) 10
• * Í2

c) 12 ■l% fl c)
... é:

d) 14

e) 16

75. (P U C -M G ) O valor do produto 2 * i [2 a) b)

42

d)

2 *f2

e) ~

(U. E. Londrina-PR ) Considere a progressão ^ - 3 , 1, a) W b) MJ c) W

...j.

O produto de seus 12 prim eiros termos é; d) 2W e) 'W

77. (U F-C E ) Sejam Pn, P2n e os produtos dos n, 2n e 3n prim eiros termos, respectivamente, de uma pro­ gressão geométrica cujo p rim eiro termo, a x, e cuja ra/ão, < são números reais não nulos. Então, o quoy, ciente P3 n/(P n • P2n) depende: a) apenas de n. b) apenas de a } e n. c) apenas de q e n. d) de q, ii\ e n. e) nem de q , nem de « ], nem de n.

Ira . (M ackenzie-SP) Seja a seqüência geométrica de n termos positivos que se obtém inserindo-se K meios geométricos entre a) 5 e b)

8. Se o 6

produto de todos os termos é 32, então n vale: c) 7 d)

8

e) 9

79. (M ackenzie-SP) Se numa progressão geométrica de termos positivos o terceiro termo é igual à metade da razão, o produto do três prim eiros termos é igual a: a) j b) 4 c) | d)

8

e> ”|V

80. (U F -P I) O produto de 4 termos consecutivos de uma progressão geométrica é 40 000. Se o p rim eiro desses
4 termos e a razão dessa progressão geométrica são números primos, então a razão ê: a) 2 b) 3 c) 5 d) 7
é

e) 11

81. (PUC-RS) A seqüência numérica (x ,, x2, x3, ..., x2n + ,), onde n
geométrica de razão q = - 1. A soma de seus termos é: a) — 1 b)

um número natural, é uma progressão e) x 2„ + ,

0

c)

1

d) x ,„

195

TESTES DE VESTIBULARES

\

(Mackenzie-SP) A soma dos 2n primeiros termos da seqüência (2, 3, 6, 7, 10, 11, 14, 15,...) é 410. Então n vale: a) 7 b)

8

c) 9

d) 10

e) 11

(Vunesp-SP) No dia 1- de dezembro, uma pessoa enviou pela Internet uma mensagem para x pessoas. No dia 2, cada uma das x pessoas que recebeu a mensagem no dia 1“ enviou a mesma para outras duas novas pessoas. No dia 3, cada pessoa que recebeu a mensagem no dia 2 também enviou a mesma para outras duas novas pessoas. E assim sucessivamente. Se, do dia 1° até o fin al do dia 6 de dezembro, 756 pessoas haviam recebido a mensagem, o valor de x é: a) 12 b) 24 c) 52 d) 63 e) 126

(PUC-SP) A soma dos n prim eiros termos da seqüência ( 6, 36, 216, ..., considerando-se log 2 = 0,30 e log 3 — 0,48, o valor de log n é: a) 0,78 b) i,08 c) 1,26

6n, ...)

é 55 986. Nessas condições, e) 1,68

d) 1,56

85. (PUC-PR) Pai e filh o fizeram a seguinte aposta: o pai prem iaria o filh o com R$ 1,00 pelo prim eiro exercí­ cio que o filh o acertasse, com R$ 2,00 pelo segundo exercício acertado, com R$ 4,00 pelo terceiro exer­ cício, e assim por diante, sempre dobrando o prêm io. O filh o , por sua vez, devolveria ao pai, usando o mesmo crité rio do pai, cada vez que errasse um exercício. Se ao fin al de 10 exercícios o filh o recebeu R$ 120,00, quantos exercícios ele acertou? a) 9 b)

8

c) 7

d)

6

e) 5

86-

(UF-M G) Uma criação de coelhos fo i iniciada há exatamente um ano e, durante esse período, o número de coe­ lhos duplicou a cada 4 meses. Hoje, parte dessa criação deverá ser vendida para se ficar com a quantidade inicial de coelhos. Para que isso ocorra, a porcentagem da população atual dessa criação de coelhos a ser vendida é: a) 75% b) 80% c) 83,33% d) 87,5%

\

(U . F. Juiz de Fora-M G ) Um aluno do curso de b iologia estudou durante nove semanas o crescimento de ^ u m a determinada planta, a p artir de sua germinação. Observou que, na prim eira semana, a planta havia crescido 16 mm. Constatou ainda que, em cada uma das oito semanas seguintes, o crescimento fo i sempre a metade do crescimento da semana anterior. Dentre os valores a seguir, o que m elhor aproxim a o tamanho dessa planta, ao fin al dessas nove semanas, em m ilím etros, é: a) 48 b) 36 c) 32 d) 30 e) 24

8 ^

88.

(U. F. U berlândia-M G ) Uma fábrica de cabos elétricos dispõe de uma máquina que corta cabos pela meta­ de, independentemente do tamanho do cabo. Por exemplo, um cabo de com prim ento L, quando submetido ao corte uma vez, produz dois cabos de com prim ento — ; quando submetido ao corte duas vezes, produz quatro cabos de com prim ento — , e assim sucessivamente. 4 Decida se cada uma das afirmações abaixo é verdadeira (VO ou falsa (F). 1) Para obter cabos de com prim ento menor que I cm, um cabo de I 000 m deve ser submetido ao corte pelo menos 16 vezes. (Use logio 2 = 0,3.) 2) Após cortar n vezes um cabo de com prim ento K, sendo n = log 2 16, foram obtidos cabos de com pri­ mento 100 m. Então, K — l 600 m. 3) É possível escolher m e n tais que, cortando m vezes um cabo de 10000 m e n vezes um cabo de I 000 m, todos os cabos resultantes dos referidos cortes tenham o mesmo comprim ento. 4) Para atender uma encomenda de 2 046 cabos de tamanhos variados, a fábrica adotou o seguinte proce­ dimento: no p rim eiro dia, cortou uma vez um cabo de com prim ento L> no segundo dia cortou duas ve­ zes um segundo cabo de comprimento L, e assim sucessivamente. Desse modo, pode-se a firm ar que em 10 dias a fábrica terá completado o serviço.

89. (U nB-D F) Conta uma lenda que o rei de certo país ficou tão impressionado ao conhecer o jogo de xadrez que quis recompensar seu inventor, dando-lhe qualquer coisa que ele pedisse. O inventor, então, disse ao rei: “ Dê-me simplesmente 1 grão de trigo pela prim eira casa do tabuleiro, 2 grãos pela segunda casa, 4 grãos pela terceira, 8 grãos pela quarta, e assim sucessivamente, até a 64- casa do tabuleiro” . O rei considerou o pedido bastante simples e ordenou que fosse cumprido. Supondo que um grão de trigo tem massa igual a 0,05 g e que a produção mundial de trig o em 1997 fo i de 560 milhões de toneladas, julgue os itens a seguir.

196

TESTES DE VESTIBULARES
1) O número de grãos de trig o devido ao inventor apenas pela 11? casa do tabuleiro é menor que 1 000.

2) Até a 30* casa, seriam devidas ao inventor mais de 50 toneladas de grãos. 3) A quantidade de trigo devida apenas pela 31? casa corresponde à quantidade recebida até a 30“ casa acrescida de um grão. 4) Seriam necessárias mais de 1 000 vezes a produção mundial de trigo de 1997 para recompensar o inventor. 90. (U. F. Santa Maria-RS) Uma doença bovina propagou-se pelo rebanho de uma região de modo que, a cada 2 dias, o número de animais doentes triplicou. Sabe-se que, primeiramente, havia 10 animais doentes e que o rebanho sob risco era de 262 440 cabeças. Após quantos dias a quarta parte desse rebanho contaminou-se? a) 9 b) 12 c) 18 d) 21 e) 30

91. (U. F. Pelotas-RS) Uma determinada planta aquática se reproduz intensamente. O número de indivíduos, em condições estáveis, é multiplicado por 3 a cada dia. Se, nas condições normais, iniciando com uma dessas plantas, são necessários 60 dias para preencher a superfície de um lago, iniciando com 3 das referi­ das plantas, a mesma superfície será preenchida no tempo de: a) 31 dias. b) 20 dias. c) 57 dias. d) 59 dias. e) 30 dias. 92. (U. F. Santa Maria-RS) Numa plantação de eucaliptos, as árvores são atacadas por uma praga, semana após semana. De acordo com observações feitas, uma árvore adoeceu na primeira semana; outras duas, na segunda semana; mais quatro, na terceira semana; e assim por diante, até que, na décima semana, pratica­ mente toda a plantação ficou doente, exceto sete árvores. Pode-se afirmar que o número total de árvores dessa plantação é: a) menor que 824. b) igual a 1 030. c) maior que 1 502. d) igual a 1 024. e) igual a 1 320.

93. (ITA-SP) Um triângulo tem lados medindo 3, 4 e 5 centímetros. A partir dele, constrói-se uma seqüência \\ de triângulos do seguinte modo: os pontos médios dos lados de um triângulo são os vértices do seguinte. \ Dentre as alternativas abaixo, o valor, em centímetros quadrados, que está mais próximo da soma das areas dos 78 primeiros triângulos assim construídos, incluindo o triângulo inicial, é: a) 8 b) 9 c) 10 d) 11 e) 12

94. (U. E. Londrina-PR) Os divisores positivos do número 310 são 3°, 31, 32, etc. A soma de todos esses divisores é: a) — ~ L
2

b) 3 -° ~ 1
2

c)

—~ ■ ■
2

d) 3 10

e) 310 - I

95. (UF-AL) Em uma cultura de bactérias, o número de microorganismos duplica a cada 20 minutos. Inician­ do-se com uma população de 100 bactérias, o tempo t necessário para se alcançar uma população de 5 000 bactérias é tal que: a) 1h < t C Ih40min b) lh40min < t < 2h c) 2h < t < 2h30min d) 2h30min < t < 2h50min e) 2h50min < t < 3h

96. (UFF-RJ) Um projeto estabelece que, em uma parede retangular com 3,5 m de altura, sejam colocadas, do chão ao teto, placas quadradas, com 50 cm de lado. Essas placas formarão fileiras superpostas do seguinte modo: • a primeira fileira ocupará toda a base da parede com as placas colocadas com um dos lados junto ao chão; • na segunda fileira haverá a metade do número de placas da primeira, na terceira fileira haverá a metade do número de placas da segunda, e assim sucessivamente; • na última fileira haverá apenas uma placa com um dos lados encostado no teto; • as placas serão colocadas lado a lado em todas as fileiras em que houver mais de uma placa. O total de placas que serão utilizadas na execução desse projeto é: a) 2 r \ (UF-ES) Para que a soma dos n primeiros termos da progressão geométrica 3, 6, 12, 24, ... seja um número compreendido entre 50 000 e 100 000, devemos tornar n igual a:
a) 16 b) 15 c) 14 d) 13 e) 12

b) 9

c) 15

d) 63

e) 127

197

TESTES DE VESTIBULARES
98. (U E-C E) Uma certa substância duplica seu volume a cada m inuto. Às 9 horas uma pequena quantidade dessa substância fo i colocada num recipiente, e uma hora depois, isto é, às 10 horas, o recipiente estava completamente cheio. Nessas condições, a substância ocupava a) 9 h l5 m in b) 9h45min c) 9h58min da capacidade total do recipiente às: d) 9h59min n, n £ N*. Se / é a

99. (Puccamp-SP) Considere a seqüência cujo termo geral é dado por an = 23 n + i • 24
unidade imaginária, o m ódulo da soma dos in fin ito s termos dessa seqüência é: a)
a /5"

b)

2V5"

c)

4 j5

d)

6-Vif

e)

100. (U F-ES) A figura ao lado representa o gráfico da função y = 2X x *£ 0, e os prim eiros elementos de uma seqüência , in fin ita de retângulos. A soma das áreas de todos os retângulos dessa seqüência in fin ita é: a) (Dado: ua b) 1 ua unidade de área.) c) — ua
2

101. (Mackenzie-SP) Na figura ao lado, AB e BC medem, respec­ tivamente, 5 e 4. Então o valor mais próxim o da medida de AB + BC + CD + ED + EF + ... é: a) 17 b) 19 c) 21 d) 23 e) 25

(U nirio-R J) Num video game, um ponto luminoso se encontra em A sobre um segmento AB de medida 12. Ao iniciar-se o jog o , o ponto lum inoso se desloca para B e retorna, perfazendo na volta uma distância igual à metade do caminho anterior, até um ponto C. Depois, retorna de C, no sentido do ponto B, percor­ rendo a metade do ú ltim o percurso, até um ponto D , e assim sucessivamente. Repelindo tal procedimento infinitas vezes, o ponto lum inoso tende para um ponto cuja distância de A é igual a: a) 7,4 b) 7,6 c) 7,8 d) 8 = 9, então: e) 9

k k k k k k k 103. (M ackenzie-SP) Supondo — H + -------1-------b — + — + — ----K 2 3 4 9 8 27 Jó a) sen (k 71) = I b) cos (kTt) = 1 c) d) sen cos

e) sen (kTt) > cos (kTt)

104. (PUC-PR) Em uma progressão geométrica infinitam ente decrescente, cuja soma é igual a 9 e a soma dos
quadrados de todos os seus termos é 40,5, o seu 41 termo vale: ’ b) 27 32 d)

e )
38 27

105. (ITA-SP) Seja (a5, a2, a3, ...) uma progressão geométrica in fin ita de razão a h 0 < a( < 1, e soma igual a
3ah A soma dos três prim eiros termos dessa progressão geométrica c:

a)

27

b)

20 27

c)

26 27

d>

27

e)

106. (UF-PI) Sejam m(), m s, m2, í„(x ) —

mn, ... os valores máximos das funções reais de variáveis reais / n definidas por

j-(2x — x 2), n inteiro e não negativo. Então, a soma m0 + ni] + m2 + ... + mn + ... será igual a:

b) 2

c) 3

d) 4

e) 5

198

TESTES DE VESTIBULARES 107. (U. F. Santa M aria-RS) Se x > 0 e x ^ 1, então a expressão
1 H -------- !— rr + ----- -— t + ----- -— s- + -------—r r + logx 2 logx 2 log,. 2 |0gx 2 lo g , 2 a) 2 log 2 x b) 2 lo g , x c) d) 4 ------- -lo g , 2 1 lo g , 2 + ... ~ 2 o 1° membro é a soma dos termos de uma proé equivalente a: 5 - log2 x 2

e)

108. (FGV-SP) Na equação 1 + — —
l+ X *

_____L + —— —
( 1 + X - ) 2

+

gressão geométrica infin ita . A soma das raízes da equação é: a) 0 b) I c) 2 d) 3 e) 4

109. (PUC-RS) A razão da P.G. cuja soma é 0,343434... é:
a) — !— 1000 b) — !— 100 c) — 10 d) 10 e) 100

9 110. (U. F. Ouro Preto-M G) Se a soma dos termos de uma progressão geométrica in fin ita e alternada é " " e
seu segundo termo c — , então seu prim e iro termo é: a) —2 b) - 1 c) --L 2 d) --L 3

111. (U. F. Viçosa-M G ) Seja S(x) = x - x3 + x5 - x7 + ... + ( ~ l ) n x 2n ~
S(x) —
a) —

1+

... uma série geométrica. Se

então o valor de x é:
b) — c) J d) A e)

2

2

3

3

2.
3

P.A. e P.G.
112. (Unicap-PE, adaptado) Considerando a equação
2 mero real, julg u e verdadeira ou fa ls a cada uma das afirmações: a) Os termos x, — , — , — , 2 4 8 16 são de uma P.A. in fin ita .

+ “

+

+ * “ + ••• ~ 100, onde x é u m nú7

4

o

b) Os termos x, — , — , - 7-, ... são de uma P.G. finita. 2 4 8 16 c) A equação não possui solução nos reais. membro da equação é a soma dos termos de uma P.A. de razão ~ d) O p rim eiro memb e) O valor de * é 50

V
1 ^3.” (M ackenzie-SP) Se as seqüências

í
3; 3 X; 3

J L tl
2 | e (2; y; 3x) são, respectivamente, uma progressão geo­

m étrica e uma progressão aritm ética, o valor de y - x é: a) 1 b) - 1 c) - 2 d) 2 e) 0

114. (U. F. São Carlos-SP) Determine a soma dos números associados à(s) proposição(ões) verdadeira(s).
(01) Existem 64 m últiplos de 7 entre 50 e 500. (02) O valor de x que satisfaz a equação (x + 1) + (x + 4) + (x + 7) + ... + (x + 28) (04) O oitavo termo da P.G. (V2~> 2, ...)é a8 = 16. (08) A soma dos termos da P.G. í — , — , , ...] é igual a 1. ( 3 9 27 J b 155 é x — 1.

199

TESTES DE VESTIBULARES 115. (UFF-RJ) São dadas duas progressões: uma aritm ética (P.A.) e outra geométrica (P.G.).
Sabe-se que: • a razão da P.G. é 2; • em ambas o p rim eiro termo é igual a 1; • a soma dos termos da P.A. é igual à soma dos termos da P.G.; • ambas têm 4 termos. Pode-se afirm ar que a razão da P.A. é: ^ 1 a) b) 5 c) 7 , d) 9 ,1 1 e) T

116. (PUC-SP) Considere uma progressão geométrica crescente, cujo p rim eiro termo é diferente de zero, e uma
progressão aritm ética decrescente, cujo p rim eiro termo é zero. Somando-se os termos correspondentes das duas progressões, obtém-se a seqüência (2, 1, 2, a4, a5, ...). A diferença a5 - a4 é igual a: a) 13 b) 15 c) 18 d) 20 e) 22

v

(Fuvest-SP) Uma progressão aritmética e uma progressão geométrica têm, ambas, o primeiro termo igual a 4, sendo que os seus terceiros termos são estritamente positivos e coincidem. Sabe-se ainda que o segundo termo da progressão aritmética excede o segundo termo da progressão geométrica em 2. Então, o terceiro termo das progressões é: a) 10 b) 12 c) 14 d) 16 e) 18

118. (UF-PR) A sentença “a função/transforma uma progressão em outra progressão” significa que, ao se apli­ car a função aos termos de uma progressão (alt a2, a3, ...), resulta nova progressão (f(a(), f(a2), f(a3), ...). Calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s): (01) A função f(x) = 2x + 5 transforma qualquer progressão aritmética de razão r em uma progressão aritmética, esta de razão 5. (02) A função f(x) = 3x transforma qualquer progressão aritmética de razão r em outra progressão aritmé­ tica, esta de razão 3r. (04) A função f(x) = 2Xtransforma qualquer progressão aritmética de razão r em uma progressão geomé­ trica de razão 2 elevado à potência r. (08) A função f(x) = log3 x transforma qualquer progressão geométrica de termos positivos e razão 9 em uma progressão aritmética de razão 2.
119. (U. F. Uberlândia-MG) Seja/um a função real de variável real tal que f(x + y) = f(x) + f(y) para todosx e y reais.

Se a, b, c, d ,e e formam, nessa ordem, uma P.A. de razão r, então f(a), f(b), f(c), f(d), f(e) formam, nessa ordem: a) uma P.G. de razão f(r). b) uma P.G. de razão r. c) uma P.A. de razão f(a). d) uma P.G. de razão f(a). e) uma P.A. de razão f(r).

120. (U. E. Ponta Grossa-PR) Calcule a soma dos números associados à(s) alternativa(s) correta(s). (01) As raízes da função f(x) = x2 — 3x —4 são os dois primeiros termos de uma P.A. decrescente. Então, o terceiro termo dessa P.A. vale 15. (02) A sucessão (s, 2s, 3s, ...), com s * 0, é uma P.G. crescente. (04) A razão da P.G. ( e \ e2\ e3x, ...) é e*. (08) Numa P.A. de número ímpar de termos, o primeiro termo é 3 e o último termo é 27. Assim, o termo médio dessa P.A. vale 15. (16) A razão da P.A. (log 4, log 12, log 36, ...) é log 3. 121. (Mackenzie-SP) As soluções positivas de sen 2x = 2 sen2 x, com sen x * 0, formam uma seqüência que é uma: = a) P.A. de razão — e primeiro termo — . 2 4 b) P.A. de razão 2n e primeiro termo 4 d) P.G. de razão 3 e primeiro termo — . 4 e) P.G. de razão 3 e primeiro termo 4

c) P.A. de razão n e primeiro termo — . 4
200

TESTES DE VESTIBULARES 122.
Cesgranrio-RJ) O professor G. N inho, depois de form ar uma progressão aritm ética de 8 termos, começanio pelo número 3 e composta apenas de números naturais, notou que o 2°, o 4° e o 8° termos formavam, nessa ordem, uma progressão geométrica. G. N inho observou ainda que a soma dos termos dessa progres­ são geométrica era igual a:

.0

42

b) 36

c) 32

d) 28

e) 24

123. (UF-SC) Calcule a soma dos números associados à(s) proposição(ões) correta(s).
(01) O 10° termo da seqlicncia cujo termo geral é an = 4n + 7 é a |0 = 33. (02) Entre 20 e 1 200 existem 169 m últiplos de 7. (04) Se três números distintos form am uma progressão aritm ética, então eles não form am uma progressão geométrica. (08) Uma seqüência de quadrados é construída a partir de um quadrado arbitrário dado, tomando-se para vértices de cada quadrado, a p a rtir do segundo, os pontos médios dos lados do quadrado anterior. Então, as áreas desses quadrados form am uma progressão geométrica de razão q — .

124. ; UF-SC, adaptado) Classifique cada uma das proposições adiante como V (verdadeira) ou F (falsa):
o Se os raios de uma seqüência de círculos formam uma P.G. de razão q, então suas áreas também for­ mam uma P.G. de razão q. !•> Uma empresa, que teve no mcs de novembro de 2002 uma receita de 300 m il reais e uma despesa de > 350 m il reais, tem perspectiva de aumentar mensalmente sua receita segundo uma P.G. de razão e

prevê que a despesa mensal crescerá segundo uma P.A. de razão igual a 55 m il. Nesse caso, o p rim eiro mcs em que a receita será m aior do que a despesa é fevereiro de 2003. c) Suponha que um jovem , ao com pletar 16 anos, pesava 60 kg e, ao com pletar 17 anos, pesava 64 kg. Se o aumento anual de sua massa, a p a rtir dos 16 anos, se der segundo uma progressão geométrica de razão então ele nunca atingirá 68 kg.

d) Uma P.A. e uma P.G., ambas crescentes, têm o p rim eiro e o terceiro termos respectivamente iguais. Sabendo que o segundo termo da P.A. é 5 e o segundo termo da P.G. é 4, a soma dos 10 prim eiros termos da P.A. é 155.

125. (U F -G O ) Considere uma progressão geom étrica a)t a2,

an de razão q > 0 e b; = logio aí* i = 1 ,2 , ..., n é uma progressão aritm ética. Julgue os itens abaixo. 1) A razão da progressão aritm ética b,, b2...... bn é r = logio q. 2) Se q ■ 2 e b l0 = 3, então, ■ l = = d 3) Se q < I, então, bn < b,. 4) A média aritm ética dos termos da progressão b h ..., bn é log,0 ^/aja n .

> 0. A sucessão

K , (U F-R S) A disposição de números abaixo representa infinitas progressões.

J_
2 J_ 4 .1 8 _1 4 J_ 8 — 4 J_ 8 J_ 8 Considere as afirmações referentes à disposição dada. 1) A décima linha é formada por 19 elementos.

11) Chamando-se de a { o primeiro elemento de uma coluna qualquer, a soma dos termos dessa coluna é 2a|. HI) A soma dos in fin ito s elementos da disposição é 3. Quais são verdadeiras?
16

1
16

1
16

1
16

1
16

1
16

J_ J_
16

a) Apenas I. b) Apenas l e li.

c) Apenas I e III. d) Apenas II e III.

e) I, II e III.

201

TE ST ES DE VESTIBULARES
127. (U F-R N ) As áreas dos quadrados ao lado estão em progressão geométrica de razão 2. Podemos a firm ar que os lados dos quadrados estão em: a) progressão aritm ética de razão 2. b) progressão geométrica de razão 2. c) progressão aritm ética de razão V2~. d) progressão geométrica de razão - J T .

Matrizes
12X. (Vunesp-SP) Considere irês lojas, L \, L e /„3, e três tipos de produtos, P h P e P3. A m atriz a seguir des­ creve a quantidade de cada produto vendido em cada loja na prim eira semana de dezembro. Cada elemento ajj da m atriz indica a quantidade do produto P, vendido pela loja Lj, i, j = I, 2, 3. Li L-, 19 L-, 20

2

2

10
16 Analisando a matriz, podemos a firm ar que:

8
I1

a) a quantidade de produtos do tipo P vendidos pela loja L2 é I I . b) a quantidade de produtos do tipo P\ vendidos pela loja L 3

2

630.

c) a soma das quantidades de produtos do tipo P3 vendidos pelas trcs lojas c 40. d) a soma das quantidades de produtos do tipo P, vendidos pelas lojas L „ i = 1, 2, 3, c 52. e) a soma das quantidades dos produtos dos tipos P, e P vendidos pela loja L\ é 45. 129. (FEI-SP) A matriz X possui 3 linhas e 300 colunas. Na primeira linha os componentes das colunas descritas por c = I + I2k, k = 0, 1, 2 ,... são iguais a um e os outros são iguais a zero. Na segunda linha os componentes das colunas descritas por c = I + 18k, k = 0, 1, 2, ... são iguais a um e os outros são iguais a zero. Na terceira linha os componentes das colunas c = 1 + 8k, k = 0, 1, 2, ... são iguais a um e os outros são iguais a zero. Quantas das 300 colunas possuem os 3 componentes iguais a um? a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 e) 5

2

130. (U F -A L ) O elemento localizado na segunda linha e terceira coluna da m atriz A - (ain)3 x 3 definida por

Í

ain = VT, se i < n
ain = log n, se i = n, é: ajn = in, se i > n b) log 3 4 5 2 -2 c) log 2 6 1 —6 c) 0 2 1 eB = -1 () -1 2 1 -3 d) - /T 5' 1 0 d) 0 -3 -3 e) 0 -6 -6 a segunda linha da m atriz 2AB é: e) -J2

a) 8

131. (PUC-RS) Dadas as matrizes A = - 1 3 a) ~1 3 2 b) 0 4 2

132. (U C D B -M T ) Sendo A =

2 4

3 5

5 x y

eC =

matrizes reais e A • B = C, conclui-se que

i
c) 0 d) 4

x + y é igual a: a) - 8 b)

e) 2

202

TESTES DE VESTIBULARES
133. (IT A -S P ) Seja A uma m atriz real 2 X 2 . Suponha que a e (3 sejam dois números distintos e V ' e H ' duas matrizes reais 2 X 1 não nulas, tais que AV = a V e AW = (3W. Se a , b £ R são tais que aV + bW c igual à m atriz nula 2 X 1 , então a + b vale: a) 0
b) I

c) - I

d)

I
2

e)

^

I
2

I 2
134. (Cesgranrio-RJ) Resolvendo-se a equação m atricial respectivamente iguais a: a) - 2 e ) b) - I e 2 c) I e -2 4 3

X y

’5" , encontramos para x e v valores 10
d) I e 2 e) 2 e - I

135. (UF-HS) A equação m atricial a) tem infinitas soluções. b) tem 4 soluções. c) tem 2 soluções. a 136. (UF-RJ) Considerando a equação matricial podemos afirm ar que: a) e + b -- 4 b) a é um número positivo. e) não existem números reais a, b e c que satisfaçam à equação m atricial dada d) c não é um número inteiro. 137. (U F-R S) Considere o quadrado da figura I e o paralelogramo da figura II.
V Fig ur a I

d) tem uma única solução. e) não tem solução.

2 W i 5J lb

4
c

-3

, onde a. b e c são números reais.

a c

b d

a c

b d

Se as coordenadas cartesíanas (u, v) dos vé rtices do p ara le lo g ram o são obtidas das coordenadas carlcsianas (x, y) dos vértices do quadrado pelo produto m atricial anterior, então os valores de a, b, r, e d são. respectivamente: a) I, I, 2, 3 b) 0, - 1 2, - I , c) 0, - I, 2, 3 d) - I, - 1, 2. 3 ou - I, - I, 2, - 1 e) 0, - 1 3, - I ou - 1 , 0 . - 1 , 3 ,

1 0 0
138. (U F-R S) Na igualdade m atricial x y a) - 2
b) - I

1 2 3

] 1 1 e) 2 o valor de x + y é:

I x c) 0 d) I

0 I

2 03

TESTES DE VESTIBULARES
"1-1 139. (ITA-SP) Considere as matrizes M = 0 2 Se X é solução de M a) 35 N X = P, então x b) 17 1 3 3' 0 , N = 1j f1 0 3 1 2 1 2' 0 , P= j (o 1 eX = A <v y zy

+ y “ + z é igual a: c) 38 d) 14

e) 29

140. (Unifesp-SP) Uma indústria farmacêutica produz diariamente p unidades do medicamento X e q unidades
do medicamento Y, ao custo unitário de r e s reais, respectivamente. Considere as matrizes Aí, 1 X 2, e N. 2 X 1, M = [2p qj e N a) 1 dia. . A matriz produto M X N representa o custo da produção de: c) 3 dias. "i o - r 2 d) 4 dias. 0' 1 e) 5 dias.

2s

b) 2 dias

141. (ITA-SP) Considere as matrizes A =

I= '1 s
0

0 -1

, X =

X

y.

, B -

r
2 Se x e y são soluções do

sistema (A A 1 - 3 I)X = B, então x + y é igual a: a) 2 b) 1 c) 0 d) - I e)

142. (UF-GO ) Uma fábrica produz dois tipos de ração para animais. A ração A

18% de sal, 20% de m ilho, 42% de farelo de soja, 10% de uréia e 10% de outros nutrientes. A ração B contém 30% de sal, 22% de m ilho, 30% de farelo de soja, 12% de uréia e 6% de outros nutrientes. Deseja-se obter uma terceira ração, C, utilizando parte da ração A e parte da ração B. Com base nessas informações, julgue os itens abaixo: 1) Pode-se obter uma ração C com 24% de sal e 21% de m ilho.

6constituída de

2) A ração C, obtida pela m istura, pode ter 8% de uréia. 3) Pode-se obter uma ração C de modo que a quantidade de sal seja o dobro da quantidade de uréia. 4) Para que a ração C possua 2 1 ,5% de m ilho, ela deverá ter três partes da ração B e uma parte da ração A.

143. (Cefet-PR) Uma pesquisa de preços resultou nas seguintes tabelas:
I) PREÇO DOS A U T O M Ó V E IS — nas linhas estão as agências A, B e C e nas colunas os carros Levott, Só-corro, e Vodemil (na ordem citada): ‘ 13900 12990 12990 14990 15900 14990 15990" 15990 15900

II) PREÇO DOS SEGUROS DOS A U TO M Ó V E IS — nas linhas estão as seguradoras a , P e y e nas colu­ nas os carros Levott, Só-corro e Vodem il (na ordem citada):
'1000 1200 1200 '

1150 1050

1050 1100

1200 1150

Sabe-se que a agência A só u tiliza a seguradora a, a agência B só usa a seguradora P e a agência C só usa a seguradora y\ assim, a diferença entre o maior e o menor preço do conjunto carro + seguro é: a) R$ 3 050,00 b) R$ 3 150,00 c) R$ 3 060,00 d) R $315,00 e) R$ 306,00

144. (U F-M T) Um projeto de pesquisa sobre dietas envolve adultos e crianças de ambos os sexos. A composição dos
adultos -80 KX) proteínas 20 10 gorduras 20 20 crianças 120 masculino 200 feminino

participantes no projeto é dada pela matriz

O número diário de gramas de proteínas, de gorduras e de carboidratos que cada criança e cada adulto consomem carboidratos 20 ~adultos | 30 crianças

é dado pela matriz

A partir dessas informações, ju lg u e os itens.

204

TESTES DE VESTIBULARES
0) 6 000 g de proteínas são consumidos diariamente por adultos e crianças do sexo masculino. 1) A quantidade de gorduras consumida diariamente por adultos e crianças do sexo m asculino é 50% me­ nor que a consumida por adultos e crianças do sexo fem inino. 2) As pessoas envolvidas no projeto consomem diariamente um total de 13 200 g de carboidratos. 145. (UF-RS) A matriz C fornece, em reais, o custo das porções de arroz, carne e salada usados num restaurante: r C = arroz

3 carne ,2 ; salada

A m atriz P fornece o número de porções de arroz, carne e salada usados na composição dos pratos tip o P {, P2, P t desse restaurante: , ^

2 E< t fl 3 3 «J O tA 2 1 '1> prato P{
P =

1 2

1

2 20

,

prato P -> prato P3

A m atriz que fornece o custo de produção, em reais, dos pratos P j, P e P3 está indicada na alternativa:

2

a)

9

b)

'4 ' 4
4 j

c)

9 11 v4 j

d)

'2^ 6 S,

e)

'2' 2 A

146. (ITA-SP) Sejam A e B matrizes quadradas de ordem n tais que A B = A e B A = B. Então [(A + B )1 é igual a: ]a) (A + B )2 b) 2 (A ‘ • B1 ) c) 2 (A ‘ + B‘) a 147. (U. F. Ouro Preto-MG) Dadas as matrizes A O valor de a + b é: a) 3 b) 7 c) 10 d) 11 I b I eB = d) A 1 + B‘ e) A ‘B ‘ 3 sabe-se que A • B1 : 4

l - l 0

0 1 0

1 a

148. (U nirio-R J) Considere as matrizes A, B e C: 3 2 0 5' 1 -I B 4

L

3

C = [2 I 3]

A adição da transposta de A com o produto de B por C é: a) impossível de se efetuar, pois não existe o produto de B por C. b) impossível de se efetuar, pois as matrizes são todas de tipos diferentes. c) impossível de se efetuar, pois não existe a soma da transposta de A com o produto de B por C. d) possível de se efetuar, e o seu resultado é do tipo 2 X 3. e) possível de se efetuar, e o seu resultado c do tipo 3 X 2 . 149. (ITA-SP) Sendo x um número real p ositivo, considere as matrizes

0
logj_ x3

logi X ^
3

eB =

1
-31og[ x

0
-4

- lo g 3 x

?
A soma de todos os valores de jt para os quais (A B ) = (A B )1 é igual a:

TESTES DE VESTIBULARES
6 6 6 6

150. (U E -C E ) Sejam as matrizes M = M, então i r + n ■ q c igual a: a) 6 h) 9

eP=

. Se M • M l = P, sendo

a m atriz transposta de

c) 12 5 xy 2 -y 3x

d) 18

151. (U. E. Londrina-PR) Sabendo-se que a matriz a) - 2 0 b) - 1

19

6igual à sua transposta, o valor de x +
d) 13 e) 20

2y é:

-I
c) I

-21

0

z 152. (UF-SE) Sc a matriz M ■ principal é igual a: a) 13 b) 12 4X log y

2 S+ x y!

log (2 / - 4) (z + I)! y e) 9 é simétrica, então a soma dos elementos de sua diagonal

c) I I d) 10

153. (U- E. Londrina-PR) Uma m atriz quadrada A se diz anti-sim etrica se A 1 ~ - A . Nessas condições, se a x y z

é uma matriz anti-sim étrica, então x + y + z é igual a: 2 0 -3 -1 3 0 a) 3 b) I c) 0 d) - I e) - 3

154. (U. F. U berlàndia-M G ) Seja A uma matriz de ordem 3 inversível tal que (A - 21)“ = 0. em que / é a ma­ triz identidade de ordem 3. Assim, pode-se a firm ar que a matriz inversa A é igual a: a) 4 A b) 2A c) 41 - A '2 + a 1 a d) -fl

matrizes reais de ordem 2 A =

1

cB =

”1
a

1
2+ a

Então a soma dos elementos da diagonal principal de (A B ) a) a + I b) 4(a + I) c) — (5 + 2a + a : ) 4 d) e)

é igual a:

— ( I + 2a + a -) ' 4 — (5 + 2a -I- a2)

156. (ITA-SP) Seja a G R c considere as matrizes reais 2 X 2 A : O produto A B será inversível se. e somente se: a) a" - 5a + 6 * 0 b) a“ - 5a * 0 c) a2 - 3a * 0 157. (U- F. Víçosa-M G) Considerando-se a matriz Ay x afirm ar que: a) A = - A 1 b) A é inversível. c) a, 1 + a:2 + = 0

3a -1

-1 3

1

eB =

> ■1
7

8;'

r

2 3

d) a ' - 2a + I * 0 e) a2 - 2u * 0

3 cujo

termo geral é dado por av + y) tc)

(~l)x

d) asy = cos

((x

e) a M + a:! + a.n = 0

206

TESTES DE VESTIBULARES
158. (UE-RJ) João comeu uma salada de frutas com a , m e p porções de 100 g de abacaxi, manga e pcra, res­ pectivamente, conforme a m atriz X. A m atriz A representa as quantidades de calorias, vitam ina C e cálcio, em mg, e a m atriz B indica os preços, em reais, dessas frutas em 3 diferentes supermercados. A m atriz C mostra que João ingeriu 295,6 cal, 143,9 mg de vitam ina C e 93 mg de cálcio.

M a tri/ Y i porções d e 100 s) abacaxi í’ rtianga rry pêra .P. \l a t r i 7 B (p o r 100 g) abacaxi manga Coma Bem Compre Mais Boa Compra
0,15 0,16 0,20 0,30 0.25 0,27

M ain / A
(p in 100

abacaxi
.52' , 27,2 18 64,3 43 21

' • W :>
63,3 3,5 ; is '

M .itn ? (

pêra
0,40 0,45 0,35

J
eB

calorias 295,6] vitamina C (mg) 143,9 cálcio (mg)
93

Considerando que as matrizes inversas de A e B são A supermercado, c determinado pelas seguintes operações: a) B ■ A 1• C b) C • A " 1 • B

, o custo dessa salada de trutas, em cada d)B“ '-A~'-C

c) A ' 1 • B ~ ' ■ C

159. (M ackenzie-SP) Dada a matriz M :

£2
—K £ c) 4

, se M _l = M \ então K pode ser:

2 ) d) - £
\ r 5 3 3 y - l'
2 -

b» - Â .
4 4

e) —
2

160. (FGV-SP) A matriz A c inversa da m atriz /?, A =

eB =

Nessas condições, podemos a firm ar que a soma x + y vale: a) - I b) - 2 cos 0 161. (U n ifo r-C E ) Dada as matrizes A — a) A e B são inversas entre si. b) A - B c inversível, V0 e R. c) nenhuma das duas é inversível. a c b d 1 eB = 0 -sen 9 c) - 3 sen 0 cos 0 cos 0 sen 0 -sen 0 cos 0 e) - 5

eB =

, é verdade que:

d) somente B é inversível. e) somente A é inversível.

162. (Fuvest-SP) Se as matrizes A a) A é inversível.

2
1

são tais que AB = BA, pode-se afirm ar que: d) c = 0 1" e) a = d = I

b) det A = 0 'i o

c) b = 0 - r ' 2 -1

163. (U F -M T ) Considere as matrizes M : A partir dos dados, julg u e os itens.

0 - 1

2

,R =

0

eX =

X
_y.

0) A m atriz R - 21, onde / é a m atriz identidade de ordem 2, admite inversa. J) É impossível realizar todas as operações indicadas em (M • M ‘ + 4R)X .

207

T E ST ES DE VESTIBULARES I -1 1 0

164. (U F -A L ) Dada a m atriz A = 'i r 0 b)

, se A

é a matriz inversa de A, então a soma de A + A
i r -1 d) f 1

é igual a:

1 0'

a)

0

0

1

c)

-1

0

0 2

e)

2
-1

0

165. (ITA-SP) Sejam x, y e z números reais, com y * 0. Considere a matriz inversível A =
Então: a) a soma dos termos da p rim eira linha de A ~ ] é igual a x + 1. b) a soma dos termos da prim eira linha de A

"1 é igual a 0.

c) a soma dos termos da prim eira coluna de A -1 é igual a I. d) o produto dos termos da segunda linha de A " 1 é igual a y. e) o produto dos termos da terceira coluna de A -1 é igual a 1. 166. (U . E. Londrina-PR ) A soma de todos os elementos da inversa da m atriz M a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 6 igual j e) 2

1 1 1 167. (ITA-SP) Considere a m atriz A inversa de A é: 1 2 I I 4 8 3 9 27

I
4 16 64 A soma dos elementos da p rim eira coluna da matriz

a)

b) 2 '1 a 1

c) 3 (f 1 é ) -1 0 0 0 0 0 0 lu

d) 4

e)

(FEI-SP) A inversa da matriz A = 0 0 "l 0 0 a 1 0 0 b) 0 0 1 I 1 0 -a 1 --1 ~ -a 1

'l c)

1 — a e)

— a

a)

0 -1 - 1 0 0 -1

d)

0 0 0 a 0 ! 0

Determ inantes
-3 se i < j sei se i : e) 57 . O v a lo r do

169. (C e fe t-M G ) Seja A = (a,j) a m a triz quadrada de ordem 3, onde a»
determinante de A é igual a: a) - 5 7 b) - 1 9 c) 0 d) 19

- j + j

170. (FEI-SP) As faces de um cubo foram numeradas de 1 a 6; depois, em cada face do cubo fo i registrada uma
m atriz de ordem 2, com elementos definidos por a,: f 2i + f se i = j sei * j , o n d e /é o valor associado à face

correspondente. Qual o valor do determinante da m atriz registrada na face 5? a) 63 b) 61 c) 60 d) 6

e) 0

208

TESTES DE VESTIBULARES
ílog2 x
0

171. (U . E. Londrina-PR ) Seja a m atriz A igual a —27, o valor de jr é: a) b)

- (au)>i x 3, tal que a:: = < J' J [

.

.. Se o determinante de A e se 1 ^ j

se i = j

1

c)

1

d) 4

e) 8

172. (ESPM-SP) A figura ao lado é uma representação geométrica espacial de uma m atriz quadrada A = (a^)-* x 3 «nde cada cubinho sig n ifica » 1 unidade. O determinante dessa m atriz vale: a) b) c) d) e) 26 20 12 8 4

-1 173. (U F-P I) Sejam M e N matrizes quadradas tais que M • N -

-4

0

0 - 1
-4 —12

0 e M = -N .
-1

Se det M < 0, o valor de det N é igual a: a) - 2 b) - 1 c) 0 sen x 174, (M ackenzie-SP) Considere a m atriz A Então det 1(1/4) - A 5] vale: a) 2 det A b) A det — c) det A d) det e) 4 det A 2 cos x cos x 2 sen x d) 1 e) 2

, V x e R.

8

175 (Vunesp-SP) Considere as matrizes reais A = x determinante da matriz y —I

(X [2

|e B = í l . S e A - B 1(transposta de B), y + zj [_y - x j

0

i.
4

I
5

1 é igual a:
2 c) 1 e) 3

a) - 1

b) 0 3 5 4 5

d) 2

-1
-2

I
3

176. (PUC-RS) Se A =

, então det (A B ) é igual a:

1
5

2
5

a) - I

b) I

c) 5

d)

177. (U E-CE) Sejam

e m2 números reais positivos. Se o determinante da m atriz A ;

V T Vi ™ |é
I 2

1
então

-1 -1

2 2 m-, + 2

0 determinante

da m atriz B =

1 m, - 1 1

TE ST ES DE VESTIBULARES
3 178. (Mackenzie-SP) Dada a m atriz M : sa de M vale: a) — 6 b) 3 log 3 3 (log 3)2 3 3 log 30 3 (log 30)2 I 54 3 3 log 300 3 (log 300)2 J

, então o determ inante da inver-

I
3

c)

d)

e)

—— 30

I
tg2 a 179. (PUC-PR) O determinanle

I
tg2 p

I
tg 2 y vale:

1 I ---- õ --- ---- :
cos a cos

I
cos2 y d) tg2 a sec2 a + tg~ p sec2 p + tg2 y sec2 y e) 0

u) I
b) cos2 a cos2 P cos2 y c) (cos a cos p cos y)

2
1 I -3 x 1 1 x d) 3 e) 5 2 2

180. (C ei'el-M G ) A soma das raízes da equação

a) - 5

b) - 4

c) I

181. (UE-RJ) Observe a m atriz a seguir: sen x sen x sen x cos x cos x 1 1 0 1

Resolvendo seu determinante, será obtido o seguinte resultado: a) I b) sen x ‘ a 0 182. (LJ. F. Santa M aria-RS) Seja u m ulti/, A 2a 4 Pode-se, então, a firm ar que: a) det A c um número complexo imaginário. b) det A c um número ímpar, se a fo r um número ímpar. c) det A é um número negativo, porque a segunda coluna da m atriz só tem números negativos. d) det A c zero, pois existem duas filas paralelas proporcionais. e) det A é 2a3. -1 -4 -2 - 1 c) sen2 x 3 2i 6 i I' 0 2 a d) sen3 x

r
183. (U F-R S) O determinante da matriz a) para quaisquer valores de a e b. b) apenas se a — 0. c) apenas se b = 0.

i
a b+1

2 2a b+2 3a b+3

3 é nulo:

d) somente se a = b. e) somente quando 1 + 2a + (b + 3) — 0,

184. (U . F. Santa Maria-RS) Sejam A, B e C matrizes reais 3 X 3, tais que A * B = C Então o valor do jdet A| c:

B = 2A e del C = 8.

16 210

b)

l

c) I

d) 8

e) 16

TESTES DE VESTIBULARES
185. (U. F. Viçosa-MG) Seja -4 uma matriz inversível de ordem 2. Se det (2A ) = det (A 2), então o valor de det A c: a) 3 b) 4 c) 2 a b c m d) 0 n p e) I

186. (Vunesp-SP) Considere as matrizes reais 3 X 3 x y z e x y z

I
a + m 4- I b + n+ I c + p+ l

1 lj

|_l

1 i

Se indicarm os por A e £ , respectivamente, os determinantes dessas matrizes, o determinante da matriz

I
2x a) - 2 A - 2B b) 2A + 2B + I

I
2y

1
2z

c igual a:

c) 2A + 2B d) —2A — 2B - l

e) 2A - 2B -

1

187. (U. F. Santa M aria-RS) Seja A uma m atriz 2 X 2 com determinante não nulo. Se del A " - det (A + A ), então det A é: a) - 4 b) 1 c) 4 d) 8 e) 16

188. (U F-ES ) Se A é uma m atriz quadrada de ordem 3 com det (A ) = 3 e se it c um número real tal que det (k A ) =- 192, então o valor de k c: a) 4 b) 8 c) 32 d) 64 e) 96

189. UJF-CF) Sejam A e / Í matrizes 3 X 3 tais que det A = 3 e det B = 4. Então det (A X 2B) é igual a: a) 32 b) 48 c) 64 d) 80 e) 96

190. (PUC-PR) Seja uma m atriz A de ordem 5 X 5, na qual a terceira coluna tem todos os elementos iguais a 3. Se somarmos o número 2 a todos os elementos dessa matriz, obteremos uma nova matriz B. O determinante de B será: a) igual ao determinante de A. — do determinante de A. 3 e) 5 vezes o determinante de A. b) d) diferente do determinante de A. e) — do determinante de A. 3 2 e B= í) -1 3" 1 4 C lassifique como V (ver-

o

1 2 191. (U nicap-PE, adaptado) Considere as matrizes A = dadeira) ou F (falsa) cada uma das afirmações: a) () determinante da m atriz B • A é igual a 126. -2 0

3 4

-2

“ 9

b) A m atriz transposta do produto B • A e a m atriz C :

0 ,- 2
4 1 13

c) Se A '

ó

a transposta da m atriz A, então A 1 + B = B1 + A , onde B ' c a transposta da m atriz B.

d) Se n um número natural não nulo, o produto n • A pode ser obtido por aplicações sucessivas da pro­ priedade associativa de adição de matrizes. e) (A • B )1 B‘ • A 1

6

192. (U F -A M ) Qual das afirmações dadas e falsa? I) Se A é uma matriz quadrada, então det A -- det A 1 . II) Se os elementos de uma fila (linha ou coluna) de uma matriz A forem todos iguais a zero, então det A = 0. III) Se A e B são matrizes quadradas de mesma ordem, então det (A • B) = det A det B. IV ) O determinante da matriz A = (a M) é igual ao próprio elemento an. V ) O determinante de uma m atriz quadrada de ordem 2 é igual à soma entre o produto dos elementos da diagonal principal e o produto dos elementos da diagonal secundária, nessa ordem, u) 11 b) II I c) V d) í e) IV

211

TESTES DE VESTIBULARES
sen x —1 1 -sen x 0 -1 r 0

193. (U F-PR ) Dadas as matrizes A à(s) alternativa(s) correta(s):

e B =

calcule a soma dos números associados

( 0 1 ) 0 determinante de A nunca é negativo, qualquer que seja o valor de x. (02) A - B = - A (04) Sempre que o valor de x está no intervalo aberto j^O, ~ y (08) A matriz A ■ B é a transposta de A. a m atriz A tem inversa.

194. (U. F. U berlândia-M G ) Sejam A, B e C matrizes reais quadradas de ordem 3. Considere as seguintes a fir­
mações:

I) Se A = A 1 e B = Bc, então AB = (A B )1 .
II) det (A + B) = det A + det B III) Se AB - CB, então A - C. IV ) A 2 - B2 = (A B )(A + B) A respeito dessas afirmações, assinale a alternativa correta. a) Todas as afirmações são falsas. b) Apenas a afirmação I é verdadeira. c) Apenas as afirmações I e i l l são verdadeiras. d) Apenas a afirmação II é falsa. e) Todas as afirmações são verdadeiras.

n
195. (U F-R N ) Dada a m atriz M = 2 2 podemos afirm ar que:

1
2

1

2 c) M ■X = 0 X =

M

•M = M

b)

det (M ) = —

d)

M“ ]

196. (U. E. Londrina-PR) Sejam as matrizes A = ( a y ) ^ * tal que a^ = 2i - 3j, e B - (biy) 2x> tal que bjy = y - JO determinante da matriz A • B é igual a: a) - 1 2 b) —6 c) 0 d) 6 e) 12

197. (U F -S C ) Sejam A, B e C m atrizes. D eterm ine a soma dos números associado à(s) proposição(ões) verdadeira(s). (01) Se A é uma matriz de ordem n, então det (k A ) = kn • del A, k e R. (02) (A 1 • A ' 1 = I )' (04) det (A + B) = del A -F det B (08) Se A é uma matriz de ordem n X m e B é de ordem m X k, então A +• B é uma matriz de ordem n X k. (16) A ■ B só é possível quando A e B forem matrizes de mesma ordem. 198. (ITA-SP) Sejam A e B matrizes reais quadradas de ordem 2 que satisfazem a seguinte propriedade: existe uma m atriz M inversível tal que A = M - !BM . Então: a) det ( - A 1 = det B ) b) det A = - d e t B c) det (2 A ) = 2 det B d) Se det B = 0, então det ( - A B ) < 0. £ e) det (A 1) = - d e t (1 - B)

212

I t ò l h ò DE VESTIBULARES
199. ITA-SP) Sejam A e P matrizes n X n inversíveis e B — P~'AP. ])as afirmações: I) Bl é inversível e (B ‘) “ ' — ( B ” 1)*. II) Se A é simétrica, então B também o é. i l l ) det (A - X) = det (B - X), VX G R. j (são) verdadeira(s): .t) todas. b) apenas I. c) apenas l e !í. d) apenas I e II I. e) apenas II e III.

200. (U F -A L ) Dada uma m atriz A, indica-se por A ” 1 a m atriz inversa de A, por A f a m atriz transposta de A e por det A o determinante de A. Julgue os itens. a) Se A é m atriz do tipo 3 X 2 & B é m atriz do tipo 2 X 4 , então a m atriz produto A • B é do tipo 2 X 2 . b) Se A é uma m atriz quadrada inversível então A d) det A = det A 1 e) A solução do sistema 1 • A = A ■A -1 . c) Se A é uma m atriz quadrada de ordem 2 e B = 2 • A, então o det B = 4 • det A.

3x - 6y = 12 x + 2y = 8
a

° '5ar
ca lcu le a soma dos números associados à(s)

201. (U F -P R ) Dadas as matr izes alternativa(s) correta(s): (01) B • A = B

= K

1 0

M eB = r

6 5 ’

(02) Todos os elementos da m atriz A + B são números ímpares. (04) O conjunto formado pelos elementos da m atriz A ■B é igual ao conjunto form ado pelos elementos da m atriz B. (08) det (3 - A ) = det (B) (16) A m atriz inversa de A é a própria m atriz A.

202. (U F -P I) Considerando as matrizes A — ( *

| e B = |

^ , podemos ahrm ar corretamente que: e) A = B

3s ]


a) A = B ~ 1 b) det A = det B

2J

to

c) A B = BA d) det (A B ) = 0

2

203. (U F -P R , adaptado) C onsiderando a m a triz alternativa(s) correta(s) e(sao): a) Se a = log2 6, b - log2 3 e c = d = b) S e a = b = c = d =

A=

f a L. l c d)

, onde a, b, c e d são núm eros reais, a(s)

1, então det A = 2.

1, então A 2 = 2A.

c) Se a = 2, b = - 2 , c = 2 " x e d = 2 \ então existe somente um valor real de x tal que det A = 5. d) Se a • d = b • c, então A tem m atriz inversa. £ e) Se A é m atriz identidade, então log (det A ) = 0. 204. (U FF-R J) Alessandra, Joana e Sônia vendem saladas prontas, contendo porções de tomate, pimentão e re­ polho. A m atriz M fornece o número de porções de tomate, pimentão e repolho usadas na composição das saladas. A m atriz N fornece, em reais, o custo das saladas. tomate T, M =
t2

pimentão pi P2

repolho R.
r

Alessandra Joana N =

2

Í Q. ^ Alessandra q 2 Joana

Sônia Sônia P3 R3 , T3 Sabendo-se que o determinante de M é não nulo, obtém-se a m atriz que fornece, em reais, o custo de cada porção de tomate, pimentão e repolho, efetuando-se a operação:

a) MN

b) NM_1

c) M N '1

d) M _ ,N

e) N ^'M

21 ^

TESTES DE VESTIBULARES

'2 205. (ITA-SP) Considere as matrizes A = 0

0 2

n

-1 e B = 0 I

0

r

0
2 .

-2

1 0

0 0 -1
x 2.

Sejam X0, X, e X as raízes da equação det (A — À.I3) = 0 , com À.„ ^ Considere as afirmações: [) B - A - À(iI3 II) B = (A - X ,l3) A III) B = A (A - ^ 1 ,) Então: a) todas as afirmações são falsas. b) todas as afirmações são verdadeiras. c) apenas 1 é falsa. d) apenas II é falsa.

2

e) apenas 1 1 c verdadeira. 1

206. (Cefet-PR) Se A
a) -8 9

2 -5

-3 7

e M = A1+ A c) 0 r , B=

, então o determinante da matriz M d) - I "1 e C .1 3

6igual a:
e) 39

b) - 3 9

207. (PUC-RS) Sendo A
a) - 2 5 6

'2 0
b) 256

-4 — 2
5 -2 c) %

2"
M 4-

então det |(A + B )( • (B -f C )'| é igual a: d) -66 e) 66

208. (PUC-SP) Indica-se por det A o determinante de uma m atriz quadrada A. Seja a m atriz A = (a^), de ordem
sen ( -<i + j) , se i = j 2, em que a^ = < [_l 4 ) (sen |x • (i —j) |, se i ^ j Quantos números reais .v, tais que - 2 n < x < 2tc, satisfazem a sentença det A = — a) 10 b) 8 c) 6 d) 4

7
e) 2

V3" 2 4 T 209. (Mackenzie-SP) As raízes não nulas da equação
triângulo de área: a) x 2

41

X X
b) V3" 3 x m -2 I x -1 c) m> m > c) J

X y/T X X

- 0 são as medidas dos lados de um

2V 2T

2

d) J T

e)

-J

21

210. (U C D B -M T ) A equação

1 2

~ 9x + 7 possui duas raízes reais e desiguais se, e somente se:

19 10

e)

m <

b)

m <

d)

1 211. (U E -C E ) Se o determ inante da m atriz A : —2n,
-4 — 3nt
-4 n. B =

2 -1
3 n0 -2 3 e igual a 34 e o determ inante da m a triz

-1 \ -11

é igual a —34, então n, — n2 é igual a:

a) 4

b) 5

c) 6

d) 7

214

TESTES DE VESTIBULARES I 212. (U. E. Londrina-PR) O determinante
a) x > 0 b) x > 1

0 -1 é positivo sempre que:
e) x > —3

0 x 0

x 0
c) X < I

-I

d) x < 3 a 0 a 0 2 0 que satisfazem f(det M ) = 0, paraf(X ) = X + a, são: a d) 0, 2 e) - 2 , 2

213. (U. F. Lavras-MG) Os valores de a na matriz M

0 a

a) - I , I

b) 0, — i

c) 0, 1

214. (U F-C E) Considere a matriz M r

I 1 a2

I a I

I a 2 , onde a representa qualquer uma das raízes (complexas) a

da equação x2 + x + I = 0. Se det M sim boliza o determinante da m atriz M, assinale a opção na qual consta o valor de (det M )2 + (det M ) + I. a) i b) 0 c) - 1 d) I e) - i

3*
215. (U . F. Viçosa-M G ) Seja a matriz A :

çy
x, y G R, x ^ 0, y ^ 0. Se det A = 0, então é

fl d
correto a firm ar que x a) 3 b) 2 c) - I d) I e) —2 c igual a:

216. (M ackenzie-SP) Se o determinante

I 1
1

1 2 + 2X
1

I I
3 - 2X

é igual a zero, então 2X pode ser:
1 2X

I
a)

I c) I
x

I

1

b) -L
4

d) 4 2 4 I log39 -I 3 d) 4 3X 9X 0 =5 é:

e) 2

217. (PUC-PR) O valor de

no determinante

lOgyV^ 2

a) I

b) 2

c) 3

e) 5

218. (M ackenzie-SP) A soma das raízes da equação

log3(x + 3)

log3(x + 3) 0

: 0 c igual a:

I
a) - 2 219. (Mackenzie-SP) cos x l(x) = sen x 0 sen x cos x 0 sen 4x sen 3x sen 2x b) - l c) 0

2
d) 1

I e) 2

A soma dos valores m áximo e m ínim o que g(x) — 2 — t‘(x) pode assumir c:

b)

5
2

d)

3

e) 4

215

j HSTES DE VESTIBULARES a
220. (U. F. São Carlos-SP) A condição para que o determinante da matriz A =

1 1 1 seja diferente de zero c

Ia

11 a
a) a = - I e a = 2 b) a ^ l e a ^ - 2 c)a >0 d) a # “ 1 e a ^ 2 x 221. (U . F. Santa M aria-RS) A equação 2 0 a) somente para m G Z. b) para todo m G R. c) somente para m — 0. 222. (FGV-SP) A é uma m atriz quadrada de ordem 2 e det (A ) = 7. Nessas condições, det (3 A ) e det ( A valem respectivamente: a) 7 e - 7 b) 21 e — c) 21 e - 7 d) 63 e - 7 e) ' 63 e — 7 0 0 = 0, na variável x, tem duas soluções reais: e) a ^ 1 e a ^ 2

x + 1 m 3 1

d) somente para m = e) para m = 1 + i, onde / é a unidade im aginária

223. (U F -P I) Se A é uma m atriz invertível, tal que det A = det ( A " ), podemos afirm ar corretamente que:
a) A = A ” 1 b) A = A

1

c) A 2 = A

d) det A = ± I

e) det A = 0

224. (U . F. Santa M aria-R S) Sejam A e B matrizes reais quadradas de ordem n e 0 a m atriz nula de ordem n.
Então á afirm ativa correta 6 a seguinte: a) Se A é a m atriz transposta de A, então det A 1 = det A. £
b)

1

Se det A = 0, existe a m atriz inversa A ” 1 e A ” 1 = 1/(det A ) • (c o f A )1 onde c o f A é a matriz dos £ , cofatores de A.

c) Se A * B = 0, então A = 0 ou B = 0. d) (A - B )2 = A 2 - 2AB + B 2 e) Se k G R, então det (k A ) = k det A , para todo k.

225. (M ackenzie-SP) Na igualdade lo g 3 [det (2 • A - ')] = log 27 [det (2 A )~ '], A é uma m atriz quadrada de quinta
ordem com determinante não nulo. Então det A vale: a) 2 b) 2 sen x ~ 1

c) 3>
1 — sen x e B = ' 0 -1 f 0

d) 3 10

e) 65

226. (U F-PR ) Dadas as matrizes A à(s) alternativa(s) correta(s):

, calcule a soma dos números associados

( 0 1 ) 0 determinante de A nunca é negativo, qualquer que seja o valor de (02) A — B = - A (04) Sempre que o valor de x está no intervalo aberto (08) A matriz A • B é transposta de A. 221. (U . F. Santa Maria-RS) Analise as afirmações a seguir. 'a I) A m atriz b vc 2 0 4 2(a — 1)^ x 2(c - 2) é invertível se x — 2b.

j c

a matriz A tem inversa.

II) Se det (A B ) = m, pode-se garantir que existe det A e det B III) Se det A = m = 0 e det B = £ Está(ão) correta(s): a) apenas I. b) apenas II

1

então det (AB) = 1.

c) apenas III.

d) apenas II e III.

e) I, II e 1

216

TESTES DE VESTIBULARES 2 -1
0
determinante de B será: a) 24 b) 6 (3 c) 3 4" 8 7 d)

228. (Vunesp-SP) Sejam A e B matrizes quadradas de ordem 3. Se A

3 1 e B é tal que B
2

2A , o

1

e)

----24 vale:

1

229. (M ackenzie-SP) Dadas as matrizes A a) 2 b) -L

1 2J
c) 4
0

1 1

se M • A - 2B = 0, det M d)
0

-í4
2

e) I

230. (U. F. Ouro Preto-M G ) Considere a m atriz M :

sen 75° cos 75°

sen 15° cos 15°

1 1

Então podemos afirm ar que:

JJ
a) M é inversível e det M = b) M c inversível e det M = c) M é inversível e det M = 0 ■ 2 d) M é inversível e det M = 1 e) M é inversível e det M :

1

231. (M ackenzie-SP) Considere as matrizes A :

2 0 I 0
3 1

e B =

,1 a

n

0 10

. S e a ê R , então a m atriz A • B:

a) é inversível somente se a = 0. b) é inversível somente se a = 1. c) é inversível somente se a = 2.

d) é inversível qualquer que seja a. e) nunca é inversível, qualquer que seja a.

I
232. (FGV-SP) A m atriz A = x x2 a) x # 5 b) x i=

1
2 4

I
5 25 c) x ^ 2 e x ^ 5 d) x 4 e x 25 admite inversa se, e somente se:

2

Sistem as lineares
233. (U . F. São Carlos-SP) Para as apresentações de uma peça teatral (no sábado e no dom ingo à noite) foram vendidos 500 ingressos e a arrecadação total fo i de R$ 4 560,00. O preço do ingresso no sábado era de R$ 10,00 e no domingo era de R$ 8,00. O número de ingressos vendidos para a apresentação do sábado e para a do dom ingo, nessa ordem, fo i: a) 300 e 200 b) 290 e 210 c) 280 e 220 d) 270 e 230 e) 260 e 240

234. (Vunesp-SP) D ois produtos químicos, P e Q, são usados em um laboratório. Cada 1 g (grama) do produto P custa R$ 0,03 e cada 1 g do produto Q custa RS 0,05. Se 100 g de uma m istura dos dois produtos custam R$ 3,60, a quantidade P contida nessa mistura é: a) 70 g b) 65 g c) 60 g d) 50 g e) 30 g

235. (U F-C E ) Se um comerciante m isturar 2 kg de café em pó do tip o I com 3 kg de café em pó do tipo II, ele obtém um tip o de café cujo preço é R$ 4,80 o quilograma. Mas, se m isturar 3 kg de café em pó do tipo 1 com 2 kg de café do tipo II, a nova m istura custará R$ 5,20 o quilogram a. Os preços do quilogram a do café do tipo I e do quilogram a do café do tip o II são, respectivamente: a) R$ 5,00 e R$ 3,00 b) R$ 6,40 e R$ 4,30 c) R$ 5,50 e R$ 4,00 d) R$ 5,30 e R$ 4,50 e) R$ 6,00 e R$ 4,00

217

TESTES DE VESTIBULARES 236. (U . E. Londrina-PR) Um grupo de jovens participava de uma festa. Às 23 h retiraram-se 12 garotas do
grupo e o número de rapazes ficou sendo o dobro do de garotas. Em seguida, retiraram-se 15 rapazes e o número de garotas ficou sendo o dobro do de rapazes. Inicialm ente, o número de jovens do grupo era: a) 50 b) 48 c) 45 d) 44 e) 42

237. (Puccamp-SP) Numa lanchonete, 2 copos de refrigerante e 3 coxinhas custam R$ 5,70. O preço de 3 copos de refrigerante e 5 coxinhas é R$ 9,30. Nessas condições, é verdade que cada copo de refrigerante custa:
a) R$ 0,70 a menos que cada coxinha. b) R$ 0,80 a menos que cada coxinha. c) R$ 0,90 a menos que cada coxinha. d) R$ 0,80 a mais que cada coxinha. e) R$ 0,90 a mais que cada coxinha.

238. (U. F. São Carlos-SP) Somando-se 4 ao numerador de certa fração, obtém-se outra igual a I. Subtraindo-se 1 do
denominador da fração original, obtém-se outra igual a — . Os termos da fração original — representam os 2 B votos de dois candidatos, A e B, que foram para o 2" turno de uma eleição, em que o candidato B obteve: a) 90% dos votos. b) 70% dos votos. c) 50% dos votos. d) 30% dos votos. e) 10% dos votos.

239. (Mackenzie-SP) Supondo que o preço K de um produto sofra dois aumentos sucessivos de 10%, então esse preço passará a ser R$ 363,00; mas, caso ele tenha dois abatimentos sucessivos de 10%, então passará a
ser M reais. Dessa form a, K + M vale: a) R$ 653,00 b) R$ 589,00 c) R$ 633,00 d) R$ 726,00 e) R$ 543,00

240. (UFR-RJ) Um lojista compra de seu fornecedor dois tipos de produto (A e B) por preços tais que B c 10%
mais caro do que A. A o fazer uma liquidação, vende o produto B com um prejuízo de 10% e o produto A com Jucro de 10%. Se uma cliente pagou um total de R$ 209,00 na compra de um produto A e de um pro­ duto B dessa liquidação, podemos afirm ar que pagou pelo produto B: a) R$ 109,00 b) R$ 104,50 c) R$ 100,00 d) R$ 209,00 e) R $9 9 ,0 0

241. (Fuvest-SP) Se (x, y) é solução do sistema

, então — c igual a:

a) I

b) - I x + (c + l) y = 0 ex + y - —1

c)

— 3

d)

242. (Fuvest-SP) O sistema
valor de c c: aj - 3

onde c ■ 0, admite urna solução (x, y) com x ~ 1. Então o /=

b) - 2

-1

d)
fosso

c) 2

243. (Fuvest-SP) Um senhor feudal construiu um fosso, circundado por
muros, em volta de seu castelo, conforme a planta ao lado, com uma ponte para atravessá-lo. Em um certo dia, ele deu uma volta completa no muro externo, atra­ vessou a ponte c deu uma volta completa no muro interno. Esse traje­ to fo i completado cm 5 320 passos. No dia seguinte, ele deu duas vol­ tas completas no muro externo, atravessou a ponte e deu uma volta completa no muro interno, completando esse novo trajeto em 8 120 passos. Pode-se concluir que a largura L do fosso, em passos, é: a) 36 b) 40 c) 44 d) 48 e) 50

LI

ponte

m uro internoj"*—

.

: .Ll

muro externo

218

TESTES DE VESTIBULARES

j x + ^/xy + y = I

244. (UF-CF2) Considere o sistema de equações
(x, y) seja solução desse sistema é: a, — 7 b) 2x(x I ) + y(x -

1

^ | y 2 - 4xy = 0

• Entao a soma dos valores de x tais que

21
31 1) — 4( x

d)

-L 7

245. (UE-RJ) No sistema

x e v são números reais. A soma de todos os

[ x- + y = 7 valores de .v que satisfazem esse sistema é igual a: a) I b) 2 e) 3 d) 4

246. (UE-RJ) Bm um restaurante há 12 mesas, todas ocupadas. Algumas, por 4 pessoas; outras, por apenas 2
pessoas, num total de 38 fregueses. O número de mesas ocupadas por apenas 2 pessoas é: a) 4 b) 5 c) 6 d) 7

247. (M ackenzie-SP) As soluções reais \ e y do .si.slema a) y = JL

j( x y

= 2

são tais que:

d ) uma é dobro da outra. e) ambas são números irracionais,

b) x • y :: 16 e) verificam a igualdade logx y - 3.

248. (Vunesp-SP) Um orfanato recebeu uma certa quantidade a- de brinquedos para ser distribuída entre as
crianças. Se cada criança receber Irês brinquedos, sobrarão 70 brinquedos para serem distribuídos; mas, para que cada criança possa receber cinco brinquedos, serão necessários mais 40 brinquedos. () número de crianças do orfanato e a quantidade x de brinquedos que o orfanato recebeu são, respectivamente: a) 50 e 290 b) 55 e 235 c) 55 e 220 249. (U. K Uberlândia-MG) Um pai realizou duas festas de aniversário para seus dois filhos e, entre salgadinhos e refrigerantes, gastou R$ 250,00 em uma festa e R$ 150,00 em outra. A festa que teve menor custo foi realizada com 50% dos salgadinhos e 75%- dos refrigerantes da outra. Sabendo-se que o preço unitário do salgadinho e do refrigerante foi o mesmo para ambas as lestas, qual foi o total gasto com refrigerantes nas duas festas? a) R$ 225,00 b) R$ 200,00 c) R$ 150,00 d) R$ 175,00 d) 60 e 250 e) 65 e 265

250. (U nirio-R J) Uma agência de turism o vendeu uma pro­
moção de dois pacotes A e B de viagens, dispondo cada um deJe.s das opções de J• e 2- classes (iguais va­ lores, por classe, para ambos os pacotes). () quadro de negócios reali/ados, na forma m a tricia l, encontra-se ao lado. O valor do pacote da T- classe, em R$, é igual a: a) 200 b) 80 c) 100 d) 150 e) 250

Núm, I"'. U I'-l-'Ht eiroi , <2- classe Pacotc A 20 15 Pacote í$ 32 26

251. (FEI-SP) O valor da soma de dois inteiros consecutivos c descrito pelos mesmos algarismos empregados na escrita do m aior deles mas dispostos em ordem inversa. Se esses dois inteiros são menores do que 100 e maiores do que 10 e sabendo-se também que a diferença entre os dois algarismos é 4, pode-se afirm ar que o menor desses algarismos é:

a) 1

b) 2

c) 3

d) 4

e) 5

219

TESTES DE VESTIBULARES
252. (Cefeí-PR) Para a festa do Natal, uma creche necessitava de 120 brinquedos. Recebeu uma doação de R$ 370,00. Esperava-se com prar carrinhos a R$ 2,00 cada, bonecas a R$ 3,00 e bolas a R$ 3,50. Se o nú­ mero de bolas deveria ser igual ao número de bonecas e carrinhos juntos, a solução seria comprar: a) 60 bonecas, 30 carrinhos e 30 bolas. b) 20 bonecas, 40 carrinhos e 60 bolas. c) 30 bonecas, 30 carrinhos e 60 bolas. d) 25 bonecas, 45 carrinhos e 70 bolas. e) 40 bonecas, 20 carrinhos e 60 bolas. 253. (U. F. Santa M aria-RS) Uma escola dispõe de R$ 2,20 para fornecer um lanche a cada criança. É recomen­ dado que cada lanche contenha 1 350 calorias e 66 gramas de proteínas. Num certo dia, a escola serve io­ gurte, chocolate e pastel, distribuídos na tabela a seguir, em quantidades de calorias, proteínas e custo cor­ respondentes a 100 gramas.

Ps l a te loíiurlc ('hiiboluii'
a) 5, 20, 10 b) 150, 100, 200

Calorias P roteínas Custo (RS) 2 (1 ílilfciili 0 10 ,0 S O 4 fi.S D 2 4 MI X ll.H U
c) 30, 200, 100 d) 100, 200, 50 e) 50, 100, 200

As quantidades de pastel, iogurte e chocolate que cada criança deve receber são, respectivamente, em gramas:

254. (Vunesp-SP) A agência V ivatur vendeu a um turista uma passagem que fo i paga, à vista, com cédulas de 10, 50 e 100 dólares, num total de 45 cédulas. O valor da passagem fo i I 950 dólares e a quantidade de cédulas recebidas de 10 dólares fo i o dobro das de 100. O valor, em dólares, recebido em notas de 100 pela agência na venda dessa passagem, foi: a) 1 800 255. b) I 500 c) 1 400 d) 1 000 e) 800

(PUC-SP) Um veículo foi submetido a um teste para a verificação do consumo de combustível. O teste con­ sistia em fazer o veículo percorrer, várias vezes, em ve­ locidade constante, uma distância de 100 km em estrada plana, cada vez a uma velocidade diferente. Observou-se então que, para velocidades entre 20 km/h e 120 km/h, o consumo de gasolina, em litros, era, em função da velo­ cidade, conforme mostra o gráfico ao lado. Se esse gráfico é parte de uma parábola, quantos litros de com bustível esse veículo deve ter consumido no teste feito à velocidade de 120 km/h? a) 20 b) 22 c) 24 d) 26 e) 28

velocidade
(km/h)

256. (U . F. Pelotas-RS) Uma pessoa quer com binar três alimentos, A, B e C, para obter uma refeição com con­ tribuições especificadas de proteínas e gordura. Cada porção de 100 gramas do alim ento A contém 60 gra­ mas de proteínas, 5 gramas de gordura e 35 gramas de carboidratos. 100 gramas do alim ento B contêm 75 gramas de carboidratos e 25 gramas de gordura. 100 gramas do alim ento C contêm 30 gramas de gordura, 50 gramas de carboidratos e 20 gramas de proteínas. Se essa pessoa deseja consum ir, numa refeição, um total de 200 gramas de proteínas, 305 gramas de carboidratos e 95 de gordura, combinando os alimentos A, B e C, deverá consumir: a) 300 gramas de A, 150 gramas de B e 150 gramas de C. b) 200 gramas de A, 200 gramas de B e 200 gramas de C. c) 200 gramas de A, 300 gramas de B e 100 gramas de C. d) 100 gramas de A, 200 gramas de B e 300 gramas de C. e) 300 gramas de A, 200 gramas de B e 100 gramas de C.

220

TESTES DE VESTIBULARES 257. (FEI-SP) N um depósito estão armazenados três tipos de peças. O trip lo da quantidade de peças do prim e i­
ro tip o é igual ao dobro da quantidade de peças do segunto tipo. A quantidade total de peças é igual ao dobro da quantidade de peças do terceiro tipo. A diferença entre as quantidades de peças do segundo e do prim e iro tip o é igual a l i . Qual a quantidade total de peças? a) 55 258. (Fuvest-SP) íx + 4z = - 7 i x - 3y = - 8 b) 60 c) 66 d) 110 e) 120

|^y + z = 1
Então, x + y + z é igual a: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2

259. (LJ. E. Londrina-PR ) A li, Bia e Caco têm juntos R$ 68,00. Se Caco desse 20% do que tem para Bia, ela fica ria com a mesma quantia que A li; mas, se ao invés disso, A li desse 20% do que tem para Caco, este ficaria com o trip lo da quantia de Bia. Nessas condições, é correto a firm ar que A li tem: a) R$ 15,00 a menos que Caco. b) R$ 15,00 a mais que Bia. c) R$ 8,00 a menos que Caco. d) R$ 8,00 a mais que Bia. e) R$ 6,00 a menos que Caco.

260. (PUC-SP) A lfe u , Bento e C íntia foram a uma certa loja e cada qual comprou camisas escolhidas entre três
tipos, gastando nessa compra os totais de R$ 134,00, R$ 115,00 e R$ 48,00, respectivamente.
0 3 0 4' 5 X

tais que: y z 2 °J • os elementos de cada linha de A correspondem às quantidades dos três tipos de camisas compradas por A lfe u ( !• linha), Bento (2“ linha) e C íntia (3-1 linha); Sejam as matrizes A =
1

e X =

• os elementos de cada coluna de A correspondem às quantidades de um mesmo tipo de camisa; • os elementos de X correspondem aos preços unitários, em reais, de cada tip o de camisa. Nessas condições, o total a ser pago pela compra de uma unidade de cada tip o de camisa é: a) R$ 53,00 b) R$ 55,00 c) R$ 57,00 d) R$ 62,00 e) R$ 65,00

261. (ITA-SP) O número de todos os valores de a € [0, 2 jt], distintos, para os quais o sistema nas incógnitas x,

a) 2

{

—4x + y - 6z = cos 3a , é possível e não homogêneo, é igual a: d) 5 e) 6

x + 2y — 5z = sen 2a

6x + 3y — 4z = —2 cos a b) 3 c) 4

262. (UF-RS) Três discos estão soldados como na figura ao lado.
Considerando que as medidas de A, B e C, em centímetros, são, respectivamente, 12, 16 e 18, os diâmetros dos discos P, Q e R, nessa ordem, medem, em centímetros: a) 5, 7 e 11 b) 12, 6 e 4 c) 11, 7 e 5 d) 4, 6 e 12 e) 9, 8 e 6 f x + ay + 3z = 1

263. (U C D B -M T ) Se (2, 1, - 2 ) é solução do sistema < 2x + cy + cz = a, então a — c + b é igual a:
cx + 4y + z a) 5 b) 6 c) 7 d) 8 e) 9

22 1

TE ST ES DE VESTIBULARES
264. (Cefet-PR) Num saco existem 75 moedas, no valor total de R$ 9,80 e pesando 348,5 gramas. São moedas de R$ 0,05, R$ 0,10 e R$ 0,25, que pesam 4, 4,5 e 5,5 gramas, respectivamente. O número de moedas de R$ 0,10 é: a) 21 b) 23 c) 27 d) 25 e) 29

265. (Unifesp-SP) O gráfico da função f(x ) = ax" + bx + c (a, b, c números reais) contém os pontos ( — I, — 1), (0, - 3) e (1, — 1). O valor de b é: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2

266. (U F -A L ) A soma de três números naturais é J 566. O prim e iro deles está para o segundo assim como 9 está para 4 e a diferença entre os dois é de 405 unidades. Desses números: a) o prim eiro é 735. b) o segundo é 342. c) o terceiro é 513. 267. (U nirio-R J) Num determinado teste psicológico, existem 20 questões, com três opções de resposta (a), (b) e (c). Cada opção (a) vale + 1 , cada opção (b) vale 0 e cada opção (c) vale —1. Uma pessoa fa/. o teste, respondendo a todas as questões, com uma só resposta por questão, totalizando - 5 pontos. Com as mes­ mas marcações, essa mesma pessoa totalizaria 54 pontos se cada opção (a) valesse + I, se cada opção (b) valesse + 2 e se cada opção (c) valesse + 4 pontos. O número de marcações feitas por essa pessoa na opção (b) fo i: a) 2 b) 4 c) 6 d) 7 e) 9 d) o segundo é 243 e) o p rim eiro é 925.

268. (FE1-SP) Atualmente as idades (valores inteiros em anos) de três irmãos são tais que a soma das idades dos dois mais novos é igual i\ idade do mais velho e a diferença entre as idades dos dois mais novos é de I ano. Há um ano, a idade do mais velho em o trip lo da idade do mais novo. Daqui a um ano qual será a soma das 3 idades? a) 17 b) 15 c) 14 d) 18 e) 12 f c cos y + b cos z • 269. (ITA-SP) Sejam a, b, c e R:i:, com a" = b" + c". Se x, y e - satisfazem o sistema \ c cos x + a cos z : b , , b cos x + a cos y = c então cos x + cos y + cos z é igual a: e) (b2 4 - c “)/a a) (a - b)/c c) (b + c)/a b) (a + b)/c d) (c + a)/b x" + y" + / r — 33 x 2 + z2 + w 2 = 78 270. (ESPM-SP) Se os números reais x, y, z e w são tais que x < y < z < w e x 2 + y 2 + w 2 = 57 ’ y 2 + z2 + w 2 = 78 podemos afirm ar que x • y • z • w é igual a: a) - 1 4 0 b) - 7 0 c) 0 íx + y + z + t = 2 271. (U. F. Santa M aria-R S) Dado o sistema | x + y + 2 = 0 x + y + t = I [x + z + t = 2 satisfazem o sistema: a) formam uma P.G. crescente. b) formam uma P.G. decrescente. c) formam uma P.A. decrescente. d) formam uma P.A. crescente. e) são todos iguais. , os valores de x, v, z e t, nessa ordem, que d) 70 e) 140

222

TESTES DE VESTIBULARES 272. (UF-SC) Calcule a soma dos números associados à(s) proposição(ões) correta(s).
(01) Dada uma m atriz A , de ordem m X n, e uma m atriz fi, de ordem n X p, a m atriz produto A B existe e é de ordem m X p. x + 2y + 3z = 4 (02) A terna (2, 1, 0) é uma solução do sistema 2x — y — 2z = 3 3x + y + z = 7 6x + 2y + 2z = 14 (04) Se um sistema de equações possui mais equações do que incógnitas, então ele é incompatível (impossível). (08) Três pessoas foram a uma lanchonete. A prim eira tomou 2 (dois) guaranás e comeu I (um ) pastel e pagou R$ 4,00. A segunda tomou 1 (um ) guaraná e comeu 2 (dois) pastéis e pagou R$ 5,00. A terceira tomou 2 (dois) guaranás e comeu 2 (dois) pastéis e pagou R$ 7,00. Então, pelo menos, uma das pes­ soas não pagou o preço correto. 273. (U. F. Santa M aria-R S) Considere o seguinte sistema de equações lineares: x — y — z + t = () 2x — 2z + t — 0 3x - 3y + z - 0 - x + y + 5z - 4t = 0 Então pode-se a firm ar que o sistema é: a) impossível. b) possível e determinado. c) possível e qualquer solução (x, y, z, t) é tal que os números jc, v, z, t form am , nessa ordem, uma pro­ gressão aritmética. d) possível e qualquer solução (x, y, z, t) é tal que os números x, v, z, t form am , nessa ordem, uma pro­ gressão geomética. e) possível, porém não admite a solução nula.

nas variáveis

v e c admi-

a) m = —4 ou m = —6 b) m = - 4 ou m = 6

c) m = 4 ou m — 6 d) m = 2 ou m = - 12

e) m = --2 ou m = 12

O valor de a é: a) 0 b) I c) 2 d) 3 e) 4

4x - 3y + z = 0 276. (UF-RS) As soluções do sistema de equações - 2x — 3z = 0 - 8 x + 6y - 2z = 0 estão representadas pela terna:

TESTES DE VESTIBULARES
277 (UF-SC) Considere o sistema Sj posição(ões) verdadeira(s). (01) O par ordenado ( — 15, 5) é uma solução do sistema St. (02) O sistema S->, < + ^ ^ , é equivalente ao sistema Si. ' [ - l ü x - 30y = 0 (04) A solução do sistema S\ é uma reta que não passa pela origem. (08) O sistema S\ é possível e determinado.

JX+

^ ^ , e determine a soma dos números associados à(s) pro1 - 2 x - 6y = 0

Se ambos admitem in fin ita s soluções reais, então: a) b) v - = 11 b — = 22 a c) ab = - í4 ab = 22

{
d) 6

x + y —z = 0 -2 y + z = a

íx —y = 0 [2 x — by + 3z = 0

x — 3y + z — l e i x + 2y — z = 0

e) ab = 0

d)

279. (Fuvest-SP) Sabendo que x, y e z são números reais e (2x + y — z )2 + (x - y )2 + (z — 3)2 = 0, então x + y + z é igual a: a) 3 b) 4 c) 5 e) 7

280. (M ackenzie-SP) A equação (x + ky - 3)2 + (4y -- x + 2p)2 = 0, nas incógnitas x e y, com k e p números reais, admite inúmeras soluções. Então k • p vale: a) - 6 b) - 8 c) - 1 0 d) - 1 2 (5 4Y e) - 1 4 (*\

281

(M ackenzie-SP) A soma dos possíveis valores do real k para que a expressão

{.* sj^ y j

I —k

vyj

admita a

!o luç ao ( y ) * ( o a) zero b) 10 x sen 0 + y = 0 282. (UF-SE) O sistema x + y + z cos 0 = 0 admite soluções próprias se, e somente se, 0 é igual a: x cos 0 - z = 0 a) 2k7t, k S Z
b)

c) —10

d) 8

e) —8

c) — ,k e l
d) y + kn, k G

kT T 3

kit, k G Z

Z

fa 283. (U. F. U berlândia-M G ) Seja A = 1

n ^ I , em que a é um número real. Deseja-se escolher a de form a que, n ( X) f 0"l * I I = I q I tenha uma única solução.

para todo número natural n > 0, o sistema linear A

Observação: A n indica o produto m atricial A ■A • ... • A (n fatores). Então: a) existem exatamente duas escolhas possíveis para a. b) existem infin ita s escolhas possíveis para a. c) existe apenas uma escolha possível para a. d) não existe escolha possível para a.

224

TESTES DE VESTIBULARES
284. (U . F. U berlândia-M G ) Sendo b um número real, considere os seguintes sistemas lineares: j. í 2 xj + y i = 1 4xj + b y t = 2 n> [2 x 2 - y 2 1

[4 x 2 + b y2 = 2

Se 5| é o conjunto solução do sistema I e S2 é o conjunto solução do sistema II, decida se cada uma das afirmações abaixo é verdadeira (V) ou falsa (F ). 1) S ^ O S2 — 0 , para todo b e IR. 2) Se I tem infin ita s soluções, então II tem solução única. 3) Existe um único b 6 R tal que S| = S2. 4) Se b é um inteiro impar, ( x h y () G S | C (x 2, y 2) € S2, então X] + y i 4- x 2 + y 2 = 1. í m x + y = — 285. (Mackenzie-SP) Para que o sistema -j 2 apresente mais de uma solução, o produto m ■ n deve J3x + ny = 6 ser igual a: a) 16 b) 12 c) 18 d) 15 e) 10 286. (U F -P I) Considere o sistema de equações J ax + ^y onde a e b são números reais. Podemos afirm ar [b x + 2y = b corretamente que: a) o sistema possui solução única se a = 2b. b) se b ^ l , o sistema não pode possuir in fin ita s soluções. c) se b = 0 e a # 0, o sistema não possui solução. d) o sistema possui solução quaisquer que sejam a e b. (a e) o sistema possui infin ita s soluções, se det 4\ ^ ^ 0.

2

287. (UF-RS) Suponha que o sistema linear

[a x + by = c ^ ^ ^ , onde x e y são variáveis e a, b, c, d, e e /s ã o números

reais fixos, admita diferentes soluções. Considere as afirmações: a b e c f b e

D

d a

=0

H)

d c

=0

HI)

f

* 0

Quais estão corretas? a) Apenas I. b) Apenas I e II. c) Apenas I e III. d) Apenas TI e III. e) I, II e III.

2 25

TE ST ES DE VESTIBULARES
288. (ITA-SP) A seqücncia (a j, a2, 'ày, a4) é uma progressão geométrica de razão q £ R :|:, com q ¥= I Com relação ao sistema J ‘l|X + ° , podemos a firm ar que: \ a3x + a4y - d a) é impossível para c, d € | — 1. 11 . b) é possível e determinado somente se c = d. c) c indeterminado quaisquer que sejam c, d G R. d) é impossível quaisquer que sejam c , d G IR*. e) é indeterminado
s o m e n t e se

d = cq ‘ .

289. (Cesgranrio-RJ) Para que valores de k existe uma única matriz A a) k * - 1

=í L tal
\y)

b) k = - 2 c) k = - 2 ou k = 1 d) k ± - 2 e k * - i e ) k = £ 2 e k ^ —1

{
x Das afirmações acima: a) somente f está correta. b) somente I e II estão corretas. c) somente 1 e III estão corretas. 1 d) nenhuma está correta. e) todas estão corretas. f x - 2y - 7

kv — 1

, k G R, considere as afirmações:

kx + y = I - k

l) É indeterminado para um único valor de k. II) Sempre admite solução, qualquer que seja k. III) Tem solução única, para um único valor de k.

291. (FGV-SP) O sistema linear l 2x + my -- 0 , nas incógnitas 1 3x — y ~ 6 a) é determinado qualquer que seja m. b) c indeterminado para m = c) é impossível para m 4d) é determinado para m ^ 2 2

x

e y.

.

e) é impossível qualquer que seja m.

í x + 2y H 3/, = 0 292. (PUC-RJ) O conjunto de todas as soluções do sistema j ^ + ^ + ^ ^ : a) é vazio. b) consiste apenas no vetor nulo (0, 0, 0). c) consiste apenas no vetor (1, —2, I). d) consiste em todos os m últiplos {(a, —2a, a)} de (1, —2, I). e) consiste em todos os m últiplos {(a, a —2a)} de (1, 1, —2).

226

TESTES DE VESTIBULARES 293. (PUC-SP) Considere o seguinte sistema de equações de incógnitas j: e v:
6x + 2y ~ 4 ■3x + 5y = 6 kx + 2y = 5 Esse sistema tem uma única solução para certo número real k, que é um: a) quadrado perfeito. b) número prim o. c) número racional não inteiro. d) número negativo. e) m ú ltip lo de 5.

294. (PUC-SP) Considere o seguinte problema: “ V ito ganhou R$ 3,20 de seu pai em moedas de 5 centavos, 10
centavos e 25 centavos. Se recebeu um total de 50 moedas, quantas moedas de 5 centavos ele recebeu?” . O problema proposto: a) não admite solução. b) admite uma única solução. c) adm ite apenas duas soluções. 295. (Mackenzie-SP) x -y z __ x + z __ z — y _ ^ y x d) admite apenas três soluções. e) admite mais do que três soluções.

Supondo k real e não nulo, então o sistema anterior tem solução única: a) sempre. b) somente se k —I . c) somente se k 2= — 1. f x + 2y -- z = 3 d) somente se k ^ —1. e) somente se k = — 1 ou k = 1.

296. (U. F. Viçosa-MG) Sobre o sistema linear i 2x + ky — 2z = 6 , nas variáveis .v, v e : , c correio afirm ar que:
l 3x + 6y + kz = 2 a) se k" — k — 12 = 0, o sistema não possui solução. b) se k = —3, o sistema é impossível. c) se k = 4, o sistema é impossível. d) se k = 3, o sistema possui infin ita s soluções. e) se k" - k 12 = 0, o sistema possui infinitas soluções. [ x - 2y + 3z = a

297. (C efet-M G ) Para que o sistenuw 2x — 3y - z = 3 admita pelo menos duas soluções distintas, os núme[ x - y - bz — 2 ros a e b devem ser, respectivamente, iguais a: a) 0 e - 4 b) I e 4 c) 4 e 1 d) 5 e 4 e) - 1 e - 4

29&. (UF-PR) O sistema formado pelas equações x + 5y + lOz = 500. x + y + z = 92 e x — z = 0 é a represen­
tação algébrica do seguinte problema: totalizar R$ 500,00 com cédulas de 1, 5 e 10 reais, num total de 92 cé­ dulas, de modo que as quantidades de cédulas de 1 e de 10 reais sejam iguais. Assim, é correto afirmar: a) No sistema, a incógnita .v representa a quantidade de células de 10 reais. b) O sistema form ado pelas três equações é possível e determinado. c) A equação x - z = 0 representa a condição de serem iguais as quantidades de cédulas de I e de 10 reais. d) Se fosse imposta a condição de serem iguais as quantidades de cédulas de 1. 5 e 10 reais, então seria impossível totalizar R$ 500,00. e) Se fosse retirada a condiçào de serem iguais as quantidades de cédulas de 1 e de 10 reais, então haveria infin ita s maneiras de tota liza r R$ 500,00 com cédulas de I, 5 e 10 reais, num total de 92 cédulas.

227

TESTES DE VESTIBULARES
-2 x — 7y + 5z = a 299. (UF-ES) O sistema linear 2x — y + z = b 4x + 2y — z = c a) possível e determinado se a = 3b - 2c. b) possível e indeterminado se a = 3b — 2c. c) possível e determinado quaisquer que sejam a, b e c. d) possível e indeterminado quaisquer que sejam a, b e c. e) impossível se a = 3b - 2c. 300. (Unicap-PE, adaptado) Considere o seguinte sistema linear de equações íx - y + z = 3 j 2x + y — z — 0 [ 3x - y + 2z = 6 e julgue os itens: 0) O sistema é indeterminado. 1) x = I , y = 0 e z = 2 é uma solução do sistema. 2) O sistema possui uma e somente uma solução. 3) Se z = 1, então x = 1 e y = — 1. 4) O sistema é homogêneo. x + 3y — 4z = 0 301. (UF-PR) A respeito do sistema de equações 3x + y = a 4x + bz = 0 dos números associados às alternativas corretas: (01) Se a = 0, existe algum valor de b para o qual o sistema é impossível. '1 (02) Se o valor de b fo r tal que o determinante da matriz única solução qualquer que seja o valor de a. (04) Se a = 1 e b = 2, o sistema tem mais de uma solução. (08) Se a = b = 0, o sistema possui somente a solução nula. log., (3a) 302. (ITA-SP) Seja a e R, a > 0 e a # l e considere a m atriz A — loga ■ogio “ loga logio 3 4 3 1 0 b -4 ' 0 não seja nulo, o sistema lerá uma , onde a e b são números reais, determine a soma , onde a, b e c são constantes reais, é:

(-)) la

■oga (D ;r tal que: £ a) a = 10 e a 4- — 3 b)

= a * VTÕ" e a ¥■ — 3

£ £ c) a = 5 e a = 10

= d) a i= 2 e a ¥ V3~
e) a ^ 2 e a # VTÕ

228

Respostas dos testes
1. e 2. b 3. d 4. d 5. e 6. d 7. d 8. b 9. b 10. e li. d 12. e 13. d 14. d 15. d 16. b 17. a 18. e 19. d 2 0. b 21. e 22. b 23. b 2 4. c 2 5. a 26. e 27. e 2 8. e 29. c 3 0. b 3 1. d 3 2. b 33. b 34. a 35. c 36. a 37. b 38. e 39. d 40. c 41. d 42. e 43. b 44. d 45. a 46. e 47. a 48. a 49. c 50. a 51. d 52. b 53. b 54. b 55. a 56. b 57. 28 58. a 59. a 60. c 61. b 62. c 63. e 64. c 65. d 66. a 67. c 68. b 69. c 70. c 71. d 72. e 73. d 74. b 75. d 76. a 97. b 98. c 99. e 100. b 101. e 102. d 103. b 104. d 105. e 106. d 107. a 108. a 109. b 110. b 111. e 112. F, V, F ,F , V 113. d 114. 15 115. e 116. a 117. d 118. 14 119. e 120. 28 121. c 122. a 123. 14 124. F, V, V, V 125. V, F, V, V 126. b 127. d 128. e 129. e 130. e 131. e 132. e 133. a 134. d 135. d 136. a 137. e 138. b 139. a 140. b 141. d 142. V, 143. b 144. F, 145. a 146. c 147. d 148. d 149. b 150. a 151. b 152. a 153. d 154. a 155. c 156. e 157. d 158. a 159. e 160. c

11. c
78. a 79. c 80. a 81. e 82. d 83. a 84. a 85. c 86. d 87. c 88. F, V, F, V 89. F, V, V, V 90. c 91. d 92. b 93. a 94. a 95. b 96. e

2 29

161. a 162. d 163. F, V 164. b 165. c 166. e 167. a 168. b 169. b 170. b 171. a 172. o 173. U 174. c 175. b 176. b 177. d 178. c 179. e 180. b 181. d 182. d 183. a 184. b 185. b 186. a 187. c 188. a 189. e

190. b 191. F, V, F, V, V 192. c 193. 5 194. a 195. a 196. c 197. 3 198. a 199. d 200. F, V, V, V, F 201.

219. e 220. b 221. b 222. e 223. d 224. b 225. b 226. 5 227. c 228. e 229. b 230. b 231. e 232. c 233. c 234. a 235. e 236. e 237. c 238. b 239. o 240. e 241. d 242. b 243. b 244. a 245. c 246. b 247. d

248. b 249. d 250. c 251. c 252. e 253. e 254. d 255. d 256. e 257. d 258. e 259. a 260. a 261. a 262. c 263. b 264. d 265. c 266. c 267. d 268. u 269. c 270. o 271. d 272. 1 1 273. c 274. e 275. c 276. a

277. 3 278. b 279. c 280. a 281. b 282. d 283. b 284. F, 285. b 286. b 287. b 288. e 289. e 290. d 291. e 292. d 293. a 294. d 295. d 296. b 297. b 298. b. 299. b 300. F, 301. K 302. b

202. c 203. b, d. e 204. d 205. e 206. a 207. d 208. b 209. b 210. c 211. a 212. b 213. c 214. d 215. d 216. c 217. b 218. a

2 3 0

TESTES
ANÁLISE COMBINATÔRJA
TE.1 (PUC *70) Num banco de automóvel o assento pode ocupar 6 posições diferentes e o encosto 5 posições, independente da posição do assento. Com binando assento e encosto, este banco assume: a) 6 posições diferentes c) 90 posições diferentes e) 720 posições diferentes TE.2 b) 30 posições diferentes d) 180 posições diferentes

(CESC EA-73) Um autom óvel é oferecido pelo fabricante em 7 cores diferentes, podendo o comprador optar entre os motores 2 000 cc e 4 000 cc. Sabendo-se que os autom óveis são fabricados nas versões "standard” , " lu x o " e "su pe r-luxo ” , quantas são as alternativas para o comprador? a) 14 b) 21 c) 42 dí 12

TE .3

(G V -7 1 ) O sistema telefônico de São Paulo u tiliza sete (7) dígitos para designar os diversos telefones. Supondo que o prim eiro dígito seja sempre dois (2) e que o dígito zero (0) não seja u tiliza d o para designar as estações (2? e 3? dígitos), quantos números de telefones diferentes poderemos ter: a) 80 000 bí 800 000 e) nenhuma das anteriores. c) 810 000 dí 900 000

TE .4

(G V -7 2 ) Existem apenas dois modos de se atin g ir uma cidade x p a rtindo de uma o utra A. Uma delas é ir até uma cidade interm ediária B e de lá atingir x, e a outra é ir até C e de lá chegar a x. (Veja esquema ao lado). Existem 10 estradas ligando A e B; 12 ligando B à x ; 5 ligando A à C; 8 ligando C à x ; nenhuma ligação entre B e C e nenhuma ligação direta entre A e x. O número de percursos diferentes que se pode fazer para partindo de A a tin g ir x pela p ri­ meira vez é: a) 35 bí 4 800 c) 300 dí 4

c
e) 160

T E .5

Existem 4 estradas que unem as cidades A e 6 e 5 estradas que unem as cidades B e C. Há também 2 estradas que unem A a C, não passando por B. Usando estas estradas, o número de viagens possíveis, partindo de A , passando por C e vo lta n do para A é a) 22 b) 44 c) 484 d) nenhuma das anteriores.

129-E

T E .6

(C E S G R A N R IO -7 7 ) Um mágico se apresenta em público vestindo calça e paletó de cores diferentes. Para que ele se possa apresentar em 24 sessões com conjuntos diferentes, o núm ero m ín im o de peças (núm ero de paletós mais número de calças) de que ele precisa é: a) 24 b) 11 c) 12 d) 10 e) 8

TE .7

(C E S G R A N R IO -7 6 ) Em um com putador digital um " b i t " é um dos algarismos 0 ou 1 e uma "palavra” é uma sucessão de " b its ". O número de "palavras" distintas, de 32 " b its " , é a) 2 {2 32 - 1) b) 2 32 c ) ^ 4 p i dl 322 e) 2 x 32

T E .8

(F E I-6 7 ) Caminhando sempre para a d ireita ou para cima, sobre a rede da figura, de quantas maneiras se pode ir do ponto A até a reta BC? a} 8 c) 256 b) 64 d) 1 024

B

e) nenhuma das anteriores. T E .9 (M A C K -7 4 ) Os ingleses têm o costume de dar alguns nomes para as crianças. O número de maneiras diferentes de chamar-se uma criança, se existem 300 nomes diferentes e se uma criança não pode ter mais do que 3 nomes, todos diferentes entre si, é: a) 106 b) 3002 c) 3003 d) 26 820 600 e) 6 744 700

T E .1 0 (G V -7 1 ) Uma loteria (semelhante à loteria esportiva), apresenta 10 jogos, cada um com 4 possíveis resultados. Usando a aproxim ação 2 10 = 103, então o número total de resultados possíveis será: a) menos que 100 000 c) entre 1 000 000 e 10 000 000 e) nenhuma das anteriores. b) entre 100 0 0 0 e 1 000 000 d) entre 10 0 0 0 000 e 100 000 000

T E .11 (G V -7 6 ) As peças de um jogo de d o m in ó são pequenos retângulos de madeira, divididos em duas metades. Em cada metade está marcado um certo núm ero de pontos. As peças são feitas de fo rm a que os totais de pontos que aparecem em cada uma das metades são perfeitam ente permutáveis girando-se a peça de meia volta. Por exem plo, a peça (2,5) e tam bém a peça (5,2). Se em cada metade podem aparecer desde nenhum p o n to até n pontos, então o número de peças diferentes é: t n(n + 1) ------a) „ , n(n - 1) b) ------- -----t „,, c) (n + 1)! „ (n + 1)! d ) ----- -------, (n + 2) (n + 1 í e) ---------- r ----------

TE. 12 (U SP-69) Uma bandeira é form ada de 7 listras que devem ser pintadas de 3 cores diferentes. De quantas maneiras distintas será possível pintá-la de m odo que duas listras adjacentes nunca estejam pintadas da mesma cor? a) 128 b) 192 c) 35 d) 2 187 e) 210

130-E

T E .13 (I.T A -7 2 ) Sejam A um co n ju n to fin ito com m elementos e l n = { l , 2 ,..., n } . 0 número de todas as funções definidas em l n com valores em A é: a) b) m • n c) nm e) nenhuma das respostas anteriores. d) m n

T E .14 (M A C K -7 7 ) Uma equipe brasileira de a u tom o b ilism o tem 4 pilo to s de diferentes nacionalidades, sendo um único brasileiro. Ela dispõe de 4 carros, de cores distintas, dos quais somente um fo i fabricado no Brasil. Sabendo-se que obrigatoriam ente ela deve inscrever, em cada corrida, pelo menos um p ilo to ou um carro brasileiros, o número de inscrições diferentes que ela pode fazer para uma corrida onde irá participar com 3 carros, é: a) 15 b í 30 cí 45 d í 90 e) não sei

T E .15 (G V -7 4 ) Uma m oto tem com bustível suficiente para somente três voltas num circu ito. Pedro, Manoel e A n tô n io disputam , através de lançamento de uma moeda, a opo rtu n id a ­ de de dar cada volta, d o seguinte m odo: (I) o lançamento da moeda é efetuado antes de cada volta; (II) se coroa, a vez é de Manoel; ( III) se cara, a vez é de Pedro; (IV ) se a mesma face ocorrer consecutivamente, a vez é de A n tô n io . Pode*se dizer, então, que A n tô n io dará: a) bí c) dí eí pelo menos uma volta no m áxim o uma volta pelo menos uma volta, se a prim eira fo r dada por Manoel no m áxim o duas voltas, se a prim eira fo r dada por Pedro nenhuma das respostas anteriores.

T E .16 (C E S C E A -73Í Suponha que no in ício de um jogo você tenha C r$ 2,00 e que só possa jogar enquanto tive r dinheiro. Supondo que em cada jogada você perde ou ganha C r$ 1,00, ao fin a l de três jogadas os possíveis resultados são: a) C r$ 2,00, C r$ 3,00 ou C r$ 5,00 b) C r$ 1,00, C r$ 3,00 ou C r$ 4,00 cí C r$ 0,00, C r$ 2,00 ou Cr $ 4,00 d) C r$ 1,00, C r$ 3,00 ou C r$ 5,00 TE.17 (G V -7 5 ) Em cada parará de cruzeiros, poderá se aí 5 Um homem tem oportunidade de jogar no m áxim o 5 vezes na roleta. jogada ele ganha ou perde um cruzeiro. Começará com um cruzeiro e jogar antes de cinoo vezes, se perder to d o seu dinheiro ou se ganhar três isto é, se tiver quatro cruzeiros. O número de maneiras em que o jogo desenrolar é: bí 3 c) 11 d) 12 e) 10

T E .18 (M A C K -6 9 ) Num concurso com 12 participantes, se nenhum puder ganhar mais que um prêm io, um prim eiro e um segundo prêm ios poderão ser distribuídos de a) 144 maneiras distintas b) 121 maneiras distintas c) 132 maneiras distintas d) 242 maneiras distintas e) nenhuma das respostas acima é correta.

131-E

T E .19 (M A C K -7 4 ) Em uma sala há 8 cadeiras e 4 pessoas. O número de modos d istin to s das pessoas ocuparem as cadeiras é: a) 1 680 b) 8! c) 8 • 4! d) ei 32

T E .20 (G V -7 4 ) Existem 7 voluntários para exercerem 4 funções distintas. Qualquer um deles está habilitado para exercer qualquer dessas funções. Portanto, pode-se escolher quaisquer 4 dentre os 7 voluntários e a trib u ir a cada um deles uma das 4 funções. Quantas possibilidades existem para essa atribuição? a) 20 b i 360 cí 625 d) 840 eí 5 040

T E .21 (C ESC EM -77) As placas dos autom óveis são form adas por duas letras seguidas de 4 algarismos. O número de placas que podem ser formadas com as letras A e B e os algarismos pares, sem repetir nenhum algarismo, é

4 ■ Os-4

4 • A5J4

2 • C5.4

2 * A5.4

2 * P4

T E .22 (C E S C E A -74) De quantas maneiras um técnico de fu te b o l pode fo rm a r um quadro de 11 jogadores escolhidos de 22, dos quais 3 são goleiros e onde só o goleiro tem posição fixa? a) 3 * C i 9 io b í A22( 11 cí C22.11 d í 3 * A ^ ^q e) 3 * C 2 i ( io

T E .23 (C O M S A R T -7 3 Í De quantas maneiras três casais podem ocupar 6 cadeiras, dispostas em fila , de tal form a que as duas das extrem idades sejam ocupadas por homens?

a 3,2 ‘ p4

bí A 1 0 i3 + A 15 2

c) 2 ■ A 32 • P4

dí 3 ■ A 3 2 • P4

e) nenhuma das respostas anteriores. T E .24 (IT A - 7 7 ) Consideremos m elementos distintos. Destaquemos k dentre eles. Quantos arranjos simples daqueles m elementos tom ados n a n (A m ní podemos form ar, de m odo que em cada arranjo haja sempre, contiguos e em qualquer ordem de colocação, r (r < ní dos k elementos destacados? aí (n — r — 1) A k r A m _ k( n _ r cí (n - r - 1 í A k r A m _ r, n - k e) nenhuma das respostas anteriores. T E .25 (CESCEA-6 7 ) No jo g o de lo to , de uma urna contendo 90 pedras numeradas de 1 a 90, qu a tro pedras são retiradas sucessivamente; o número de extrações possíveis tal que a terceira pedra seja 80 será: aí A 9 0 4 bí P4 c) P80 d) Ag9 3 eí C gg^ b) (n - r + 1) A k r A m . r> n _ k d) (n - r + 1} A k r A m - kf n - r

T E .26 (C ESC EA-76) O to ta l de números m ú ltip lo s de 4, com quatro algarismos distintos, que podem ser form ados com os algarismos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, é: aí 24 bí 48 c) 54 dí 96 eí 120

T E .27 (C E S C E A -77) Quantos números ímpares de 4 algarismos, sem repetição, podem ser form ados com os d(gitos 1, 2, 3, 4, 5 e 6? a) 120 bí 60 c) 30 d) 180 e) 90

132-E

T E .28 (M A C K -7 5 ) Com os algarismos 1, 2, 3, 4 e 5 e sem repetição, pode-se escrever x números maiores que 2 500. O valor de x é: a) 78 b> 120 c) 162 d í 198 e) 240

T E .29 (CESC EM -76) Com os algarismos 0, 1, 2, 5 e 6, sem os repetir, quantos números compreendidos entre 100 e 1 000 poderemos form ar? a) 10 b) 24 c) 48 d) 60 eí 120

T E .30 (IT A -.7 6 ) No sistema decim al, quantos números de cinco algarismos (sem repetição) podemos escrever, de m odo que os algarismos 0 (zero), 2 (dois) e 4 (quatro) apareçam agrupados? Obs.: Considerar somente números de 5 algarismos em que o prim e iro algarismo é diferente de zero. a) 24 • 32 * 5 c) 24 • 3 3 e) nenhuma das respostas anteriores. T E .31 (M A C K -7 4 ) A quantidade de números de 3 algarismos que tem pelo menos 2 algarismos repetidos é: a) 38 b) 252 c) 300 d) 414 e) 454 b) 25, 3 * 7 d) 2 S • 3 2

T c .32 (C ESC EM -76) O número de funções injetoras definidas em A = { l ; 2; 3 } com valores em B = { 0 ; 1; 2; 3; 4 } é: a) 10 b) 15 cl 60 d) 125 e) 243

T E .33 (F E I-7 1 ) O número de anagramas formadas com as letras da palavra república: nas quais as vogais se mantém nas respectivas posições é: a) 5! b) 5! 4 ! cí 9 ! dí 0! eí 4!

T E .34 (G V -7 4 ) Uma palavra é form ada por N vogais e N consoantes. De quantos modos d istintos pode-se perm utar as letras desta palavra, de modo que não apareçam juntas duas vogais ou duas consoantes? a) (N !)2 b) (N !)2 • 2 c) (2N)! dí ( 2 N )!-2

e) nenhuma das respostas anteriores T E .35 (P U C -77) Designando-se por A , B, C, D, E e F, seis cidades, o número de maneiras que perm item a ida de A até F, passando por todas as demais cidades é: a) 18 b) 22 cí 26 d í 24 e) 20

T E .36 ( IT A - 7 1 ) Dispomos de seis cores diferentes. Cada face de um cubo será pintada com uma cor diferente, de form a que as seis cores sejam utilizadas. De quantas maneiras diferentes isto pode ser fe ito , se uma maneira é considerada idêntica a outra, desde que possa ser o b tid a a p a rtir desta por rotação do cubo? a) 30 b) 12 c) 36 d) 18

e) nenhuma das respostas anteriores

133-E

TE.37 (PUC-74) Se (n - 6) ! = 720, então: a) n = 12 b) n = 11 c) n = 10 d) n = 13 e) n = 14

TE.38 (CESCEA-75) Se a) 11

—x — ^

Mn, 3

= -7- , então, n é igual a:
4

bí 13 (K !)3

c) 4

d) 5 , . , é Igual a:

e) 12

TE.39 (G V -73) A expressão a) K 3 b) K 3 (K - 1)!

c ){(K -1 )!}2

d )(K !)2

e} K 3 { (K - 1 )!> 2

TE.40 (PUC-73) Sim plificando-se a) ( n - r ) ( n - r + 1 ) e) (n + r) (n - r + 1) TE.41 (CESCEA-69) Se

4 - — -— 777(n - r - 1)!

obtém-se: c) ( n - r ) ( n + r - 1 ) d) (n - r) (n - r)

bí (n —r) (n —1)

m é um

número

in te iro

não

negativo, o valor da expressão

[(m + 2)! - (m + 1 ) l]m ! é: a) m! b) (m !)2 c) 1 d) ( m + 1 ) ! e) [(m + 1 ) ! ] 2

TE.42 (G V -75) Sabendo-se que m • m! = (m + 1)! - m ! , pode-se concluir que 1 * 1 ! + 2 « 2 ! + . . . + m » m ! é igual a: a) (m + 1)! b) (m + 1)! —1 c) ( 2 m ) ! - m l d) ( m - 1 ) ! e) m! + 1

TE.43 (G V -73 ) Uma das afirmações abaixo é falsa. Assinale-a: Obs.: Considere n natural e n ^ l a) n! - (n - 1)! = (n - 1)! ■ (n - 1) b) 2 (n !) - (n - 1)! • ( n - 1 ) = ( n - 1 ) ! - n!
c) ( n ! ) 2 = [ ( n + 1)! - n l ] • (n - 1)!

d) (2n + 1)! = (2n - 1)! Wn2 + 2 n ) .1 el n! 1 (n + D ! " n (n + 1)!

TE.44 (G V -74) n2 • (n - 2 ) ! (1 - — ) vale, para n > 2 .
n

a) n! b) (n + 1)! c) ( n - 1 ) ! e) nenhuma das respostas anteriores

d) (n + 1 Í M n - 1 ) !

TE.45 (M A C K -7 4) Resolve-se 100 vezes a equação 1! + 2! + 3! + . . . + n! = y 2 no co n ju n to dos números inteiros, a trib u in d o valores de 1 a 100 a n. As soluções inteiras em y encontram-se no intervalo: a) [ - 8 , O] b) [- 4 , 1] c) [ - 2 , 6 ] d) [ - 3 , 5 ] onde e) [ - 5 , - l ] ak é um número

TE.46 (M A C K -74) 410 = a i • 1! + a2 • 2! + 83 • 3! + . . . + an • n! natural menor ou igual a k. O valor de a4 é:
a) 0 b) 1 c) 2 d) 3

e) 4

134-E

TE.47 (M A C K -7 6) Os números ( 2 + 1 0 0 !) , (3 + 10 0 !), ( 4 + 1 0 0 ! ) ............ a) são todos divisíveis por 100 b) são todos ímpares

(1 0 0 + 1 0 0 !)

c) são todos inteiros consecutivos não primos d) form am uma progressão aritm ética de razão 100! e) nenhuma das alternativas anteriores é correta. A q ’3 —----- = 1 2 Lp ; 4 d) 6 tem-se:

TE.48 (CESCEM-77) O valor de p na equação a) 12 b) 9 ^ P c) 8 78 = 156 p = 12

e: e) 5

TE.49 (PUC-72) No sistema

a) n = 13

p =2

b) n = 2

c)n=3

p = 10

d)n =2

p=13

e) nenhuma das anteriores TE.50 (PUC-69) Se A m 5 = 180Cm(3 então m é igual a: a) 10 b) 12 c) 9 d) 10 e) nada disso.

TE.51 (CO M S AR T-73) O número m de objetos de uma coleção que satisfaz à igualdade: A m , 3 - ^ m , 3 = 25Cm> m _ i é dado por: a} 7 b) - 4 c) 8 dí 6

e) nenhuma das respostas anteriores TE.52 (EESCUSP-67) Seja A n p = número de arranjos de n elementos p a p; seja C0f p = = número de combinações de n elementos p a p Então a fórm ula: A n + i 4 = 20 • Cn<2 é verdadeira para: a) n = 5 TE.53 b )n = 7 c)n=4 d )n = 3 6 e)n=17

(CESCEA-71) Seja a, a ^ 6 , a solução da equação A n + 2,7 = 10080Cn + 1,7- Então» sendo f(x ) = x2 - 3 x + 1, f(a) vale: a) 109 b) 72 Um conjunto A c) 181 d) 190 eí não sei.

TE.54 (CESCEM-77Í

possui n elementos, sendo n > 4 . O número de

subconjuntos de A com 4 elementos é: a) " ! .,7 24(n - 4 ) ! 0 bl J ~ r (n -4 )! co n ju n to c) ( n - 4 ) ! d) n! e )4 !

TE.55 (M A C K -7 3)

A tem 45 subconjuntos de 2 elementos. O número de

elementos de A é: a) 10 b) 15 c) 45 d) 90 e) im possível de determ inar com a inform ação dada

135-E

TE.56 (CESCEM-75) O sr. Moreira, dirigindo-se ao trabalho, vai encontrando seus amigos e levando-os juntos no seu carro. Ao to d o , leva 5 amigos, dos quais apenas 3 são conhecidos entre si. Feitas as apresentações, os que não se conheciam apertam-se as mãos dois a dois. O número to ta l de apertos de mão é: a) C5 2 - C 3 2 b) A 5i2 - A 3i2 c) P5 - P3 d) C 53 e} C3.2

TE.57 (CESCEA-72) Dez clubes de fu te bo l disputam um campeonato em dois turnos. No fin a l, dois clubes empatam na primeira colocação, havendo mais um jogo de desempate. Quantos jogos fo ra m disputados? a) 101 b) 91 c) 90 d} 46 e} não sei.

TE.58 (CO M S AR T-73) Considerem-se as combinações de p elementos tomados m a m. A razão entre o número de combinações em que figura um certo elemento e o número de combinações em que esse elemento não figura, é dada por: a )P ^ l b l- 5 m - p d) m p- m

p

e) nenhuma das respostas anteriores. TE.59 (EAE SP -G V-77) 0 número de combinações de 8 elementos, 3 a 3, que contém um determ inado elemento é: a) 21 b) 42 c) 56 d) 7 e) 27

TE.60 (EESCUSP-69) O número de combinações de n elementos p a p, que contêm K elementos determinados é: Cp l K b) C K c> Cp - K dlCp ' K e> C K - p

TE.61 (G V -75) Numa assembléia estão presentes 8 deputados do MDB e 3 da A R E N A . Sabendo que o presidente da assembléia é do M DB e não participa de comissões, pergunta-se: quantas comissões de 5 elementos ele poderá form ar de m odo que pelo menos um elemento seja da ARENA? a) 231 b) 441 c) 321 d) 123 e) 132

TE.62 (G V -74) Deve ser form ada uma comissão constituída de 3 estatísticos e 3 economistas, escolhidos entre 7 estatísticos e 6 economistas. De quantas maneiras diferentes poderão ser formadas essas comissões? a) 700 b) 25 200 c) 330 d) 650 e} 720

TE.63 (G V -71) Em um congresso há 30 professores de Matemática e 12 de Física. Quantas comissões poderíamos organizar compostas de 3 professores de Matemática e 2 de Física? a) 5 359 200 b) 60 c) 267 960 d í 129 600 e) 4 060

TE.64 (G V -76 ) Quer-se criar uma comissão constituída de um presidente e mais 3 membros. Sabendo-se que as escolhas devem ser feitas dentre um grupo de 8 pessoas, quantas comissões diferentes podem ser formadas com essa estrutura? a) 35 b) 280 c) 70 d) 48 e) 24

136-E

TE.65 (CESCEA-69) Uma organização dispõe de 10 economistas e 6 administradores. Quantas comissões de 6 pessoas podem ser formadas de m odo que cada comissão tenha no m ínim o 3 administradores? aí 2 400 b) 675 c) 3 136 d) 60 e) 3 631

TE.66 (CESCEM-77) Quatro pontos distintos e não coplanares determ inam exatamente a) 1 plano TE.67 (CESCEM-70) n a) triângulos triângulos b) 2 planos c) 3 planos d) 4 planos e) 5 planos

pontos distintos do plano determ inam , no m áxim o. b) ^ triângulos c) e) triângulos 7 ^' -t t 3!(n - 3)l triângulos

d) / ° (n - 3)!

TE.68 (G V -72) Há 12 pontos A , B, C, . . . dados num plano Oí, sendo que 3 desses pontos nunca pertencem a uma mesma reta. O número de triângulos que contem o ponto A , como um dos vértices, que podemos form ar com os 1 2 pontos é: a) 165 b} 220 e) nenhuma das alternativas c) 55 d} 66

TE.69 (G V -75 ) Um professor conta exatamente 3 piadas no seu curso anual. Ele tem por norma nunca contar num ano as mesmas 3 piadas que ele contou em qualquer o utro ano. Qual é o m ínim o número de piadas diferentes que ele pode contar em 35 anos? a) 5 b> 12 c) 7 d) 32 e) 21

TE.70 (G V -73) Sobre uma mesa são colocadas em linha 6 moedas. O número to ta l de modos possíveis pelos quais podemos obter 2 caras e 4 coroas voltadas para cima é: aí 360 bí 48 cí 30 d í 120 e) 15

TE.71 (G V -70) O número de maneiras que podemos a trib u ir os nomes de Paulo, A n tô n io e José a 11 meninos, com a condição de que 3 deles se chamem Paulo, 2 A n tô n io e 6 José é: a) 3! 2! 6! 11! d) 4620 b) cí 1 V * ( V 1 * V *

e) nenhuma das respostas anteriores.

TE.72 (G V -74) 10 alunos devem ser distribuídos em 2 classes, de 7 e 3 lugares respecti­ vamente. De quantas maneiras distintas pode ser feita a distribuição? a) 720 b) 14400 c) 120 d) 86400

e) nenhuma das respostas anteriores. TE.73 (M A C K -74) Separam-se os números inteiros de 1 a 10 em dois conjuntos de 5 elementos, de modo que 1 e 8 não estejam no mesmo conjunto. Isso pode ser fe ito de n modos distintos. O valor de n é:
a) 2 0 b) 3 5 c) 70 d) 140 e) 200

137-E

TE.74 (IT A -7 5 ) O número de soluções inteiras e não negativas da equação: x + y + z + t = 7 a) ( 4 ) é: b) I 4 > d ( 1 ) 3° d) ( j 1 )

e) nenhuma das respostas anteriores.

BINÔMIO DE NEWTON

TE.75

(CESCEM -72) Assinale a resposta certa a) b) c) d) e) (x + 1) 100 = x 99 4 - x 98 + + x2 + x + 1 (x + 1 ) 5 = x 5 + 5x4 + 10x3 + 1 0x2 + 5x + 1 (x 2 - 1 )4 = x 8 - 1 (x 3 - 1 ){x - 1) é divisível por (x + 1) (x 3 - 1 ){x U - 1) = (x33 _ 1}

TE.76

(CESCEA-67) O valor numérico do p o lin ô m io : x 4 - 4 x 3y + 6 x 2y 2 - 4 x y 3 + y 4 quando: i 2 1 + /6 " x - —^ ----'/S . , 3 e /6 - 1 y = — ^-------- é igual a: T— 75 , 24 .x 4 2 J , 2 - / 6

al T
T E .77

b)J

C |T

T f

e> ~ T ”

(G V -7 5 Í A expressão 9 9 s + 5(99)4 + 1 0 Í9 9 )3 + 1 0 Í9 9 )2 + 5 (9 9 } + 1 é igual a: a) 9 9 6 b) 109 c) 9 9 10 d) 1010 e) 9 9 9

TE.78

(CESCEA-75) Sabendo que a5 + ( ® )a4 b + { ® )a3b 2 + { ® )a2b 3 + ( ® )ab4 + b * = 1.024 pode-se dizer que (a + b )2 é igual a: a) 144 b) 4 c) 36 d) 64 e) )2 19 + ( 16 )220 tem-se:

TE.79

(F E I— 67) Sendo S = ( 2 ° ) + ( 20 í 2 + ( Q a) S = 240 b) S = 9 10

) 2 2 + ... + ( e)

c) S= 2 0 20 d) S = 2 0 !

nenhuma das anteriores.

TE.80

(CESCEA-69) Sim plificando-se (1 - J 5 ) s - (1 + / 5 ) s obtém-se: a) 160 b) -1 6 0 J b c) 160 J W d) - 50 J b e) -360 J~5

TE.81

(IT A -6 8 ) Sejam a e b dois números reais quaisquer e p um número prim o. A igualdade (a ± b )p = ap ± bp é verificada se: a) a = b = 1 d) x • p = 0 b ) a e b são prim os entre si para to d o número real x c) b = P.A. e) nenhuma das respostas acima.

138-E

TE.82

(CESCEA-72) O valor num érico da expressão x n + ( " ) x n- \ a) 2n_I + { ” ) x n~2y 2 + ... + y n c) 2 n + 1 para x = y = 1 é: e) não sei.

b) 2n

d) 2 2n

TE.83

(CESCEM-74) A soma S = (x 3 - 1)« + 4 (x 3 - 1 )3 + 6 (x3 - 1 )2 + 4 (x 3 - 1) + 1 é igual a: a} x 12 d) x 12 + 1 b) x 12 - 4 x 9 + 6 x 6 - 4 x 3 + 1 e) x 12 + x 6 + 1 n c) x 12 + 4 x 9 + 6 x 6 + 4 x 3

TE.84

(G V -73 ) O valor de

Y x = 0

( n ) (2)x (3)n“ x é: X

aí 6n b) 5n c) 1 d) 2n e) impossível de se calcular por vias elementares. TE.85 (IT A -7 3 ) Sejam n E N+( p £ N onde N = {o, 1, 2, ...}, M+ = { l , 2, 3 ,...} n
E ntão I
I

(-1 >P-n (-1 )P(-1 ) n'P ( " ) vale
P

P = 0

a) -1

b) 0

c) 1 n

d) 2

e) nenhuma das respostas anteriores

TE.86

(EPUSP-68) Seja A n =

^ p- 0

( 0 )(2p 3 n_p - 4P). Então para to d o n > 0 P c) A n = n e) nenhuma das anteriores

tem-se:

a) A n = 0

b) A n = 2 n3 n - 4 n

d) A n = ( 0 )( ° ) - ( 0 ) 2 3 4 n TE.87 (CESCEM-74) ( p + q ) n = X
i = 0 Se p > 0 , q a) > 0

( " ) p 'q 1 ' 1, n > 0 1
' ( ) p 1 q n_l

e p + q = 1, p o d e m o s c o n c l u i r q u e o v a l o r d e

só é m e n o r d o q u e

1

para i

< — C

b)

só é

m a io r

do que

1

para i

> —

c)

só é

menor do que

1

para i > y

d)

só é

maior do que

1

para

i

< ~

e) é sempre menor do que 1. TE.88 (IT A -7 1 ) Seja P(x) = a0 + a jx + a2x 2 + a3x 3 + ... + a io o *100, onde a100 = 1, um polinòm io divisível por (x + 9 ) !0° . Nestas condições temos:
a)

a2 =

50

x 99 X

9?8

b)

a2

100! - 2i g g i

. c* 32 "

2!

99! 98!

100! 9 2 32 ~ 2 1 98!

e) nenhuma das respostas anteriores

139-E

TE. 89

(CESCEM-73) — Utilizando-se a fórm ula do b in ô m io de Newton determinam-se as soluções da equação trigonom étrica sen4 x - 4 • sen3x + 6 • sen2 x - 4 • sen x + 1 = 0 Assinale a assertiva correta a) x = (2k + 1)7T, k E -Z c) x = ; k £ Z b) x = kTT; k G Z d) x = + 2k7T; k G Z

e) não existe x real que satisfaça a equação 1 m (F E IU C -6 5 ) — No desenvolvimento do binôm io (x + — )m , o p ro d u to do terceiro pelo ante-penúltim o term os vale: a) ( ™ ) • (mm - 2) Z d) ( m ) • x 2 3 TE.91 b) ( lT ) * x 2. c) ( ™ ) - x2 m - 2

TE.90

e) nenhuma das respostas anteriores

(CESCEA-76) Sabendo-se que o quarto term o do desenvolvimento de (2x - 3 y )n é -1 0 8 0 x 2y 3, então o 3? term o desse desenvolvimento é: a) 4 2 0 x 3 y 2 b) 3 6 0 x 3y 2 c) 5 4 0 x3y 2 d) 7 2 0 x3y 2 e) 1 2 0 x 3y 2

TE.92

(M A C K -7 4) Os três primeiros coeficientes no desenvolvimento de (x 2 + ^ - ) n estão em progressão aritm ética. O valor de n é : a) 4 b) 6 c) 8 d) 10 e) 12

TE.93

(G V -73) Os coeficientes do 5?, 6? e 7? termos d o desenvolvimento de (1 + x ) n estão em progressão aritm ética. Então (2n - 1) vale, para n ^ 1 0 : a) 13 b) 19 c) 9 d) 7 e) 15

TE.94

(CESCEA-77) O coeficiente num érico do term o de 4? grau d o desenvolvimento do b inôm io de Newton (x - 2 )7 é: 71 a) " 4 Í3 Í 8f b> " 4 !3 ! 8’ CÍ 413! 71 d í 4 Í3 ! 2} e) ~3\

TE.95

(EAESP-G V-77) No desenvolvimento binom ial de que contém, o fa to r y 4 é: , 105 a> - M u . 105 b’ ^ 4 ... Cl 210 210 ~32~

x 2 - y ) 10, o coeficiente do term o

, 105 e lm

TE. 96

2 (G V -7 5 ) O coeficiente de x 5 no desenvolvimento binom ial de (1 - — x )6 é:

TE.97

(M A C K -7 6) O coeficiente do term o em x -3 , no desenvolvimento de [ V x + l ] 6 x a) 1 b) 6 c) 10 d) 15 e) inexistente

é:

TE.98

* 2 x 3 (M A C K -7 6) O coeficiente do term o em x 2 de ( — - q^ ^ 12 a) 14.080 b) -1 782 c) 924 d) -3 5 2 e) nenhum dos anteriores

TE.99

(G V -74) No desenvolvimento de (x 3 + y 2 )10, o coeficiente d o term o m édio é: a) 630 b) 120 c) 252 d) 210 e) nenhuma das anteriores

TE. 100 (IT A -7 3 ) O coeficiente de a1 +1“ Pbp no pro d u to de 1 a*í + ( ^ ) a ^ “ 1b + . . . + (*< Ja^'PbP + ... + b ^ por (a + b), se k = n, 1 P \ / n \ a) ( ) P i _ \ / n + 1\ b) ( ) P » / n - 1\ c) ( ) P _a , n + 1 . d) ( , „ ) P +1 vale:

e) nenhuma das anteriores 2 TE.101 (S A N T A C A S A -77) No desenvolvimento do b in ô m io (x + — )8 o term o independente de x é o: a) 4? b) 5? c} 6? d) 7? e) 8?

TE. 102 (CESCEM-74) O coeficiente do term o independente de x no desenvolvimento de (x - 1 ) 5 1 7 é; x a) / 5 1 7 \ \2 5 9 / b )/5 1 7 \ \ 258/ c > _ f 517\ \ 259/ dl 0 e í1

TE. 103 (FFC LUSP-69) — Qual o valor do term o independente de x no desenvolvimento de: (x + 1 ) 6 (x - 1 | 6 x x a) -2 0 b) 8 c) 20 d) 40 e) -4 0

TE.104 (CESCEM-67) O desenvolvimento de (x + ~~2 ) n tem um term o independente de x. a) se n é par b) se n é im par c) se n é divisível por 3 d) qualquer que seja n diferente de zero e) nâo existe nenhum valor de n nestas condições. TE.105 (M A C K -75) Um dos term os no desenvolvimento de (x + 3a)5 é 3 6 0 x 3. Sabendo se que a náo depende de x, o valor de a é: a) ± 1 b) ± 2 c) ± 3 d) ± 4 e) ± 5

141-E

TE. 106 (M A C K -7 5 ) O n ú m e ro de te rm o s racionais n o de se n vo lvim e n to de ( 2 V 3 a) 8; b) 6 ; c) 4 ; d) 2; e) 0.

+ V 5 ) 1 0 é:

TE. 107 (M A C K -7 3) A baixo estão 5 aproximações do número (1,003)*°. Usando o binôm io de Newton é possível determ inar a m elhor delas, que é a) 1 b) 1,01 c) 1,03 d) 1,06 e) 1,0003

TE.108 (CESCEA-74) Quando você desenvolve (5x + 2 y ) s pelo b in ô m io de Newton aparecem coeficientes numéricos e potenciais de x e y. A soma dos coeficientes numéricos é: a) 15821 b) 16890 c) 16807 d) 13805 e) não sei.

TE. 109 (G V -7 1 ) Sabendo-se que a soma dos coeficientes d o desenvolvimento de (x + a)P é igual a 512, p vale: a) 8 b) 6 c) 9 d) 12 e) 15

TE. 110 (G V -72 ) A soma dos coeficientes dos termos de ordem ímpar de (x - y )n é 256. Então o valor de n é: a) 9 b) 8 c) 7 e) nenhuma das alternativas anteriores d) 4

TE.111 (IT A -7 4 ) A condição para q u e ( ^ } seja o dobro de ( ^ n 1 ) é q u e : a) n + 1 seja m ú ltip lo de 3
d) n = 2k

b) n seja divisível por 3

c) n - 1 seja par

e) nenhuma das respostas anteriores 11 11 .,)=(« ^) m - 1 2m - 3

TE. 112 (PUC-72) Os valores de m, para os quais H a) m = 1, m = 2 d) m = 3, m = 2

(

são:

b) m = 3, m = 4 c ) m = 2 ,m = 5 e) nenhuma das anteriores.

TE.113 (G V -7 1 ) Sendo m, p e q números inteiros e positivos com q < p e ( então: a) m = p + q b) m = 2 ( p + q ) c) m = 2p d) p = 2 q

m )= ( m ) p +q p- q

e) m! = p ! + q !

T E .1 14 (PUC-76) S e ( m ] ) = 10 e ( m ) = 55, então ( m ^ ) é igual a: p - 1 m- p p a) 40 b) 45 c) 50 d) 55 e) 60

T E 1 1 5(E A E S P -G V -77 ) Seja M o conjunto dos números inteiros positivos. O conjunto de todos os n E N, n > 2 e para os quais ( " ) = ( n 1 ) + ( n 1 ) é o co n ju n to :
w o

2 .

a) {3 } e) { 3 , 4 , 5 }

b) { 3 ,5 }

c) { 3 ,4 }

d) { n £ N l n > 3 }

142-E

TE.116 (G V -72) Assinale a afirmaçáo falsa 3) 'p ^ , n , + ' p + ^ = ' p + i ' « quaisquer que sejam os naturais n e p com n ^ p

b) {n + 5)! - n! = 5!, para todo natural n i (n + 1)! C) 7-773)!" “ 1 (n + 3 )(n + 2 ) ' P ^ a to d o natural n p

d) { p ) = ( n ^ p ) , quaisquer que sejam os naturais n e p , com n ^ e) n !(n + 1) = (n + 1)!, para to d o natural n

TE. 117 (CESCEA-75) Uma pessoa possui um certo núm ero m de objetos distintos. Agrupando-os 3 a 3, de m odoque cada g ru p o d ifira do o u tro por possuir pelo menos um objeto diferen­ te, obteve o mesmo número de grupos se os juntasse 5 a 5, do mesmo modo. Então < ™ ) é: a) 35 b) 84 c) 120 d) 56 e) 10

TE.118 (CESCEA-74) Um estádio tem 10 portões; de quantas maneiras diferentes o estádio es­ tará aberto? a) 1200 e) não sei. b) 1023 c) C 10ji 10 TE. 119 (CESCEA-67) O somatório a) 34572 b) 34571 ^ k= 0 ( k ) é igual à d) 2047 e) nada disso d) C 10ji • C10jio

c) 2048

2 T E .120 (M A C K -74) O term o independente de x em (1 + x + — ) 3 é: x a) 1 b) 10 c) 11 d) 12 e) 13

TE. 121 (PUC-76) O coeficiente de x 8 no desenvolvimento de (1 + x 2 - x 3)9, é: a) 3 ( ® ) 3 + ( ®) 4 bl ( ®) + ( ®) 3 4 e) ( 9 ) + 3 ( 9 ) 3 4 c) 2 { ® ) + 2 ( ® ) 3 4

d) ( 9 ) + 4 ( 9 ) 3 4

2 TE. 122 (IT A -6 8 ) Sejam a i, a j - •••» an ú m e ro s re0'5 A expressão (ai + a2 + ... + an ) é igual a: n a) Z
i- 1

n 4 + 4 Z
j= 1

n aj n d> b* Zj i= 1 n Z j i= 1 * ai + n

n Z j i = 1 (

n Zj j= 1 a> ^

n c>

Z j ai + * o 1 S aÍ i= 1 j = 1 e) nenhuma das respostas anteriores.

Z j ai aj> j= 1

143-E

PROBABILIDADE

TE.123 (CESCEA-76) Uma urna contém 20 bolas numeradas de 1 a 20. Seja o experim ento reti­ rada de uma bola, e considere os eventos: A = {a bola retirada possui um número m ú ltip lo de 2 } B = {a bola retirada possui um número m ú ltip lo de 5} Então, a probabilidade do evento A U B é: i 13 al 20 .i 4 “5 ,7 c) 7 0 . 3 "ÍT .1 1 el 20

TE.124 (CESCEM-70) Numa cidade com 1.000 eleitores vai haver uma eleição com dois candi­ datos A e B. É feita uma prévia em que os 1.000 eleitores são consultados, sendo que 510 já se decidiram , definitivam ente, por A. Então a probabilidade de que A ganhe a elei­ ção é: a) 0.5 b) 1 c) 0,51 d)
4Q0

510 e) não pode ser calculado porque não é dado quantos eleitores entre os restantes 490 es­ tão ainda indecisos.

T E .125 {CESGR AN RI 0 -7 7) Um ju iz de futebol possui três cartões no bolso. Um é to d o amarelo, o u tro é to d o vermelho e o terceiro é vermelho de um lado e amarelo do o u tro . Num de­ term inado lance, o ju iz retira, ao acaso, um cartão do bolso e o mostra a um jogador. A probabilidade de a face que o ju iz vê ser vermelha e de a outra face, mostrada ao joga­ dor, ser amarela é:
a l l

1

2

b l f

d -

1

2

dlT

e > -

1

TE .126 (CESCEM-67) Um dado especial em form a de icosaedro, tem suas 20 faces numeradas da seguinte form a: duas das faces têm o número zero; as 18 restantes têm os números, ■9, - 8 , - 7 , - 1 , 1, 2 , 9 . A probabilidade de que, lançando dois destes dados, tenha­ mos uma soma d o número de pontos igual a 2 vale: 9 400 ui 18 400 k 10 400 „ 19 400 . 2 20

T E .127 (CESCEA-68) Jogando-se 3 dados (ou um dado 3 vezes) qual a probabilidade de o bter­ mos soma menor ou igual a 4?

a)k

b' i

TE.128 (CESC EM -71) Um experim ento consiste no lançamento de um cubo cujas faces estão numeradas de 1 a 6. Seja E j o evento: sair a face que contém o número i(i = 1 ,2 , 6). Seja, ainda, P(Ej) a probabilidade de ocorrência do evento Ej, onde P(E j) = ~ Suponhamos construída a teoria das probabilidades baseada nos três axiomas:

144-E

P(A) > 0 P(S) - 1 P(B U C) = P(B ) + PÍC)

(I) (ID (III)

onde A, B e C são eventos do espaço amostrai S; B e C são eventos m utuam ente exclusi­ vos. Nestas condições, as probabilidades definidas no experim ento anterior; a) b) c) d) e) não satisfazem a nenhum dos três axiomas. satisfazem somente ao axioma I. satisfazem somente ao axioma III. satisfazem somente aos axiomas I e II. satisfazem aos axiomas I, 1 e 111 1 . Em um espaço amostrai {A ; b } as probabilidades P(A) e P(B) valem, 1 2 e — . Assinale qual das alternativas seguintes NAO é verdadeira:
*S
J

TE.129 (CESCEM -71)

respectivamente, a) A U B = S d) Ã U B = B

b) Ã

U

B = ,0

c) A O b ^ O b

e) (A Pi B) U (A U B) = S

TE.130 (CESCEM-70) Dois indivíduos A e B vão jogar cara ou coroa com uma moeda honesta. Eles combinam lançar a moeda 5 vezes e ganha o jogo aquele que ganhar em 3 ou mais lançamentos. Cada um aposta 28 cruzeiros. Feitos os dois prim eiros lançamentos, em ambos dos quais A vence, eles resolvem encerrar o jogo. Do ponto de vista probabilístico de que form a devem ser repartidos os 56 cruzeiros? a) metade para cada um b) 42 para A e 14 para B c) 49 para A e 7 para B d) tudo para A e) nenhuma das anteriores TE.131 (CO M BITEC -CO M BIM ED-75) Um indivíduo retrógrado guarda seu dinheiro em um açucareiro. Este contém 2 notas de C r$ 500,00, 4 de C r$ 100,00, 5 de C r$ 50,00,8de C r$ 1 0 ,00e 3 d e C r$ 5,00. Se o in divíduo retira do açucareiro duas notas simultanea­ mente e ao acaso, a probabilidade de que ambas sejam de C r$ 50,00 é i 1 aí 44 ^ 4 105 1 10 231 -A 5 22 1 25 484

T E .132 (C ESC EA-71) Tirando-se, ao acaso, 5 cartas de um baralho de 52 cartas, a p ro b a b ili­ dade de sair exatamente 3 valetes é: a, 4 52 b ) j_ ^ 4 M <-52,5 c) C52/s d) 3 5* e, não sei.

TE.133 Em um jogo existem 50 pares de figuras (cada par é form ado por duas figuras iguais). 0 prim eiro jogador tira sucessivamente duas cartas. A probabilidade de obter um par é , 1 1 TÕÕ X 99 . « 1 1 100 + 99 ,1 50 1 99

145-E

TE.134 (FU V E S T -77) Uma um a contém bolas numeradas de 1 a 9. Sorteiam-se, com reposi­ ção, duas bolas. A probabilidade de que o número da segunda bola seja estritamente maior d o que o da prim eira é: V 72 IT ul 1
9

1 36 cl I T

^

30 ITT

> 45 el sT

T E .135 (FU V E S T -77) Numa urna são depositadas n etiquetas numeradas de 1 a n. Três e ti­ quetas são sorteadas (sem reposição). Qual a probabilidade de que os números sorteados sejam consecutivos? ,
a) (n -2 )! — ÍÍT — b > - ^ 1—

, , (n -3 > !
O

, ln - 2)!
- ^ r ^ -


d>

(n - 2 ) !3 !
— ^

,
e) 6 ( n - 2 ) ( n - 1)

--------

T E .136 (S A N TA C A S A -77) Numa gaveta há 10 pares distintos de meias, mas ambos pés de um dos pares estão rasgados. Tirando-se da gaveta um pé de meia por vez, ao acaso, a probabilidade de tirarm os dois pés de meia do mesmo par, não rasgados, fazendo 2 retiradas é: . 379 aí 380 . . 306 380 1 10 _36_ 380 18 380

TE.137 (CESCEM -71) Em uma sala existem 5 crianças: uma brasileira, uma italiana, uma japonesa, uma inglesa e uma francesa. Em uma urna existem 5 bandeiras correspon­ dentes aos países de origem destas crianças: Brasil, Itália, Japão, Inglaterra e França. Uma criança e uma bandeira são selecionadas ao acaso, respectivamente, da sala e da urna. A probabilidade de que a criança sorteada não receba a sua bandeira vale: ' 1 a ' 25 u* 5 25 * 25 25 20 25 . 5

e) 20

TE .138 (CESCEM-70) De um to ta l de 100 alunos que se destinam aos cursos de Matemática, Física e Quím ica sabe-se que: 1. 30 destinam-se à Matemática e destes, 20 são do sexo masculino. 2. O to ta l de alunos do sexo masculino é 50, dos quais 10 destinam-se à Química. 3. Existem 10 moças que se destinam ao curso de Química. Nestas condições sorteando-se um aluno ao acaso do grupo to ta l e sabendo-se que é do sexo fe m in in o , a probabilidade de que ele se destine ao curso de Matemática vale:

a)Í

b)i

c)T

dl T

e) 1

TE.139 (CESC EM -71) Têm-se duas moedas das quais uma é perfeita e a outra tem duas caras. Uma das moedas, tomada ao acaso é lançada. A probabilidade de se obter cara é:
a)

1

b )l

c) estritam ente maior do que -1 , não se podendo afirm ar mais nada.

->f

e ,f

146-E

(CESCEM-71) Sabendo-se que os erros de impressão tipográfica, por página impressa, se distribuem de acordo com as seguintes probabilidades: N? de erros por página 0 1 probabilidades 0,70 0,15

2
3 4 5 ou mais Nestas condições:

0,10
0,02 0,02 0,01

TE.140 A probabilidade de que numa página impressa existam estritam ente mais do que três erros tipográficos vale: a) 0,05 b) 0,03 c) 0,02 d) 0,0003 e} 0,0002

TE.141 A probabilidade de que em duas páginas impressas existam no to ta l exatamente quatro erros tipográficos, vale: a) 0,0200 b) 0,0270 c) 0,0440 d) 0,4900 e) 0,7000

T E .142 (CESCEM-70) Em cada extração de uma certa loteria, concorrem 40 000 bilhetes. Um in divíduo fo i agraciado co m 10 000 bilhetes, com os quais ele vai concorrer, podendo, se quizer, d ivid ir os 10 000 bilhetes em duas partes, da maneira que bem entender, para concorrer em duas extrações. Como deve ser fe ita a divisão para que a probabilidade dele ganhar pelo menos uma vez seja máxima? a) todos os bilhetes numa extração só b) 5 000 em uma e 5 000 em outra c) 2 500 em uma e 7 500 em outra d) 1 250 em uma e 8.750 em outra e) nenhuma das anteriores (CESCEM-68) A tabela abaixo, dá a distribuição de probabilidades dos 4 tipos de sangue de indivíduos numa comunidade.

TE.143 A probabilidade de que um in d ivíd u o, sorteado ao acaso, desta comunidade tenha o tip o sanguíneo O vale: a) 0,267 b) 0,65 e) nenhuma das anteriores c) 0,80 d) 0,95

147-E

T E .144 A probabilidade de que dois indivíduos, sorteados ao acaso, desta com unidade, tenham um o tip o A e o u tro o tip o B, vaie: a) 0,60 b) 0,18 c} 0,04 d) 0,02 e) 0,30

T E .145 A probabilidade de que um in d ivíd u o sorteado ao acaso, desta comunidade, não tenha o tip o B ou não tenha o tip o A B vale: ai 0,855 b) 1,85 e) nenhuma das anteriores cl 0,850 d) 1,0

TE.146 (CESCEM-68) Uma urna contém , 1 bola preta e 9 brancas. Uma segunda urna contém x bolas pretas e as restantes brancas num to ta l de 10 bolas. Um prim eiro experim ento consiste em retirar, ao acaso, uma bola de cada urna. Num segundo experim ento, as bolas das duas urnas são reunidas e destas, duas bulas são retiradas ao acaso. O valor m ínim o de x a fim de que a probabilidade de sairem duas bolas pretas seja m aior no segundo do que no p rim eiro experim ento é: a) 1 b> 2 c) 3 d) 4 e) 9

T E .147 (S A N TA C A S A -77) Dispõe-se de um mapa. Dispõe-se tam bém de um dado com 3 faces vermelhas e 3 faces azuis. Considerando as regras: I — partindo do quadro 1, pode-se caminhar, no sentido indicado pe­ las setas para os demais quadros, a cada lançamento do dado. II — lançando-se o dado, se sair face azul, segue-se pela seta da direita até o quadro seguinte, l i l — lançando-se o dado, se sair face vermelha, segue-se pela seta da esquerda até o quadro seguinte. A probabilidade de chegar ao quadro 13, partindo de 1, é: v 1
a ) JE

^

b) Te

4

c) l ê

\

6

d) íe

_,v 8

12

T E .148 (CESCEA-74) Lançando-se 4 vezes uma moeda honesta, a probabilidade de que ocorra cara exatamente 3 vezes é: e) não

TE.149 (CESC EM -71) Em um jogo de cara ou coroa, em cada tentativa, a moeda é lançada 3 vezes consecutivas. Uma tentativa é considerada um sucesso se o número de vezes que se obtém cara supera estritam ente o número de vezes que se o b tém coroa. A probabilidade de se obterem 2 sucessos nas 2 primeiras tentativas é: a) d) 1_3 16 e)

64

148-E

RESPOSTAS
TE.1 TE.2 T E .3 T E .4 TE.5 T E .6 TE.7 TE .8 TE.9 T E .10 T E .11 T E .12 T E .13 T E .14 T E .15 T E .16 T E .17 T E .18 T E .19 TE .20 TE.21 T E.22 T E.23 TE .24 TE .25 T E.26 T E .27 TE .28 TE .29 TE .30 TE.31 TE.32 T E .33 T E .34 T E .35 T E .36 TE .37 b c c e c d b c d c e b d a d d c c a d b d a d d d d d c b b c a b d a a TE.38 TE .39 TE.40 T E .41 TE .42 TE .43 T E.44 TE.45 TE.46 T E .47 TE.48 TE.49 TE .50 TE.51 TE.52 TE.53 TE .54 TE.55 TE.56 TE .57 TE.58 TE.59 TE .60 TE.61 TE.62 TE.63 TE .64 TE.65 TE.66 TE .67 e b a e b b a d c c e a c a c a a a a b d a a a a c b c d e T E .75 TE.76 TE.77 TE.78 TE .79 b c d e b T E .1 12 c T E .113 c TE .114 b T E .1 15 d T E .116 b T E .1 17 d T E .118 b T E .1 19 d T E .120 e T E .121 a T E .122 d T E .123 d T E .124 b T E .125 e T E .126 d T E .127 e T E .128 e TE.129 b T E .130 c T E .131 c T E .132 b T E .133 d T E .134 c T E .135 d T E .136 e T E .137 d T E .138 a T E .139 d TE. 140 b T E .141 c T E .142 a T E .143 b T E .144 c T E .145 d T E .146 c T E .147 c T E .148 d T E .149 a

TE.68 c TE .69 c TE.70 e TE.71 d T E .72 c T E.73 c T E.74 c

TE.80 b T E .81 e TE.82 b T E .83 a TE.84 b TE .85 b TE .86 a TE.87 e TE .88 a TE .89 d TE.90 e TE.91 d TE.92 c TE.93 a TE ,94 b TE.95 b T E.96 b TE.97 d TE.98 d TE.99 c T E .100 b T E .101 b T E .102 d T E .103 a T E .104 c T E .105 b TE.106 b T E .107 d T E .108 c T E .109 c T E .1 10 a T E .111 e

149-E

Testes de Vestibulares
Análise combinatória
1. (FGV-81) Um restaurante oferece no cardápio 2 saladas distintas, 4 tipos de pratos de carne, 5 variedades de bebidas e 3 sobremesas diferentes. Uma pessoa deseja uma salada, um prato de carne, uma bebida e uma sobremesa. De quantas maneiras a pessoa poderá fazer seu pedido? a) 120 b) 144 c) 14 d) 60 e) 12

2. (EAESP-FGV-84) As placas de automóveis constam de duas letras e quatro algarismos. O número de placas que podem ser fabricadas com as letras P , Q , R e os algarismos 0 , / , 7 e t a) 2 412 b) 2 304 c) 144 d) 216 e) 1 536

3. (CESGRANRIO-80) A figura abaixo representa uma área de ruas de mão única. Em cada esquina em que há duas opções de direção (vide figura) o tráfego se divide igualmente entre elas. Se 512 carros entram na área

a 18 ) 2 9 b) 1 2 5 c) 2 6 2 d) 3 0 e 34 ) 8

O

i

lü t
(EAESP-FGV-84) Um viajante, partindo da cidade A , deve chegar à cidade D , passando obrigatoriamen­ te pelas cidades B e C. Para viajar de A para B existem 3 meios de transporte: avião, navio e trem; de B para C , 2 meios: táxi e ônibus; e de C para Z), 3 meios: carroça, moto e bicicleta. Quantas maneiras diferentes existem para viajar de A para £>? a) 8 b) 3 c) mais de 15 d) menos de 10 e) n.r.a.
159

TESTES DE VESTIBULARES 5. (PUC-SP-84) Um dia pode ter uma de 7 classificações: M B (muito bom), B (bom), R (regular), O (ótimo), P (péssimo), S (sofrível) e T (terrível). Os dias de uma semana são: domingo, segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado. Duas semanas se dizem distintas se dois dias de mesmo no­ me têm classificações distintas. Quantas semanas distintas, segundo o critério dado, existem? a) 7! b) 72 c) 7 • 7! d) 77 e) 77!

6. (U.F.GO-84) No sistema de emplacamento de veículos que seria implantado em 1984, as placas deveriam ser iniciadas por 3 letras do nosso alfabeto. Caso o sistema fosse implantado, o número máximo possível de prefixos, usando-se somente vogais, seria: a) 20 b) 60 c) 120 d) 125 e) 243

7. (PUC-SP-82) Um campeonato de futebol é disputado por 20 equipes, de acordo com o esquema seguinte: I - Formam-se 4 grupos de 5 equipes. Em cada grupo, as equipes jogam todas entre si. Obtém-se assim um campeão em cada grupo. II - Os 4 campeões de grupo jogam todos entre si, surgindo daí o campeão. O número total de jogos disputados é: a) 20 b) 24 c) 40 d) 46 e) 190

8. (CESESP-86) Num campeonato de futebol em que participam 20 times foram formados 4 grupos com 5 times cada. Suponha que em cada grupo, cada time deve jogar uma vez com todos os outros. De cada grupo saem dois classificados que formam dois novos grupos de 4 times cada. Novamente, cada time deve jogar com todos os outros do seu grupo. Os vencedores de cada grupo disputarão a partida final. Assinale, então, dentre as alternativas abaixo, a única que completa corretamente a sentença: “ o número total de jogos realizados é... a) 37” b) 53” c) 73” d) 35” e) 50”

9. (FATEC-89) Há 12 inscritos em um campeonato de boxe. O número total de lutas que podem ser realiza­ das, entre os inscritos, é: a) 12 b) 24 c) 33 d) 66 e) 132

10. (CESGRANRIO-90) Em um campeonato de futebol, cada um dos 12 times disputantes joga contra todos os outros uma só vez. O número total de jogos desse campeonato é: a) 32 b) 36 c) 48 d) 60 e) 66

11. (V.UNIF.RS.-80) Seis gremistas e um certo número de colorados assistem a um Grenal. Com o empate final, todos os colorados cumprimentam-se entre si uma única vez e todos os gremistas cumprimentam-se entre si uma única vez, havendo no total 43 cumprimentos. O número de colorados é: a) 4 b) 6 c) 7 d) 8 e) 14

12. (EAESP-FGV-84) Em uma reunião social havia n pessoas; cada uma saudou as outras com um aperto de mão. Sabendo-se que houve ao todo 66 apertos de mão, podemos afirmar que: a) n é um número primo. b) n é um número ímpar. c) « é u m divisor de 100. d) n é um divisor de 125. e) n é um múltiplo de 6.

13. (UFBA-92) Da análise combinatória pode-se afirmar: a) No sistema de numeração decimal existem 2 240 números ímpares formados por 4 algarismos distintos. b) Com os elementos do conjunto [2, 4 ,5 , 6, 7, podem-se formar 120 números de 3 algarismos distintos começados por um algarismo par. c) Existem 3 024 números entre 10 000 e 20 000 formados com algarismos distintos de / a 9. d) Com os algarismos de 1 a 9, sem repeti-los, podem-se formar 7 200 números com 4 algarismos pares e 2 ímpares. e) Listando-se, em ordem crescente, todos os números de 6 algarismos distintos, formados com os elemen­ tos do conjunto 4, 5, 6, 7, 5], o número 768 415 ocupa o 514? lugar.

160

TESTES DE VESTIBULARES

14. (U.C.SALVADOR-91) Um código para íeitura ótica é constituído por 6 barras, brancas ou pretas. Ne­ nhum código tem barras de uma só cor. Veja dois exemplos desses códigos:

11
Quantos desses códigos, distintos entre si, podem ser formados? a) 128 b) 64 c) 62 d) 32 e) 16 15. (FUVEST-92) A escrita Braille para cegos é um sistema de símbolos onde cada caracter é formado por uma matriz de 6 pontos, dos quais pelo menos um se destaca em relação aos outros. Assim, por exemplo:
A B

Qual o número máximo de caracteres distintos que podem ser representados neste sistema de escrita? a) 63 b) 89 c) 26 d) 720 e) 36

16. (F.C.M.STA.CASA-83) Seja o número natural N = p s ■p 2 - p 3 - p 4onde p s , p 2, p 3 e p 4 são fatores na­ turais primos distintos. O número de divisores naturais de N é: a) 4 b) 5 c) 8 d) 12 e) 16

17. (U.F.CE-91) Um botão de um cofre tem os números 00, 01, 02, 03, . . . , 99. O segredo dele é uma seqüência de 4 números do botão. Assim, 15-11-18-97 ou 11-15-18-97 ou 00-00-43-62 são exemplos de segredos. O número total dos possíveis segredos é igual a: a) 104 b) 105 c) 106 d) 107 e) I0S

18. (U.F.R.PE-91) Qual o número de placas de carros que poderiam ser registradas (cada uma contendo ape­ nas três letras) fazendo uso das letras A , B , C , D l a) 34 b) 72 c) 96 d) 64 e) 102 A tais que a equa­ e) 256

19. (CESGRANRIO-80) Seja A um conjunto de 4 elementos. O número de funções/:/! ção f(x) = x nâo tenha solução é: a) 4 b) 23 c) 72 d) 81

20. (PUC-RS-81) O número de múltiplos de 11 , inteiros e positivos, formados por três algarismos é: a) 79 b) 80 c) 81 d) 99 e) 100

21. (PUC-RS-81) Com os algarismos significativos formam-se todos os números de 4 algarismos distintos, sendo que “x ” deles possuem um algarismo ímpar na ordem das centenas. O valor de “ x " é: a) 336 b) 567 c) 1 680 d) 3 335 e) 3 403

22. (U.F.RN-84) A quantidade de números pares de 5 algarismos, sem repetição, que podemos formar com os dígitos 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 e 8 é igual a: a) 720 b) 1 440 c) 2 160 d) 2 880 e) 3 600

161

TESTES DE VESTIBULARES

23* (U.MACK.-80) Usando-se 5 dos algarismos 7, 2, 3 , 4, 5 , < e 7, e sem repeti-los, podemos formar: 5 a) 7 050 números pares. b) 2 160 números pares. c) 2 520 números pares. d) 5 040 números pares. e) 360 números pares.

24* (EAESP-FGV-84) Usando-se os algarismos 1 , 3 , 5 , 7 e 9, existem x números de 4 algarismos de modo que pelo menos 2 algarismos sejam iguais. O valor de x é: a) 505 b) 427 c) 120 d) 625 e) 384

25* (F.C.M.STA.CASA-82) Dados os conjuntos A e B, não vazios, sabe-se que o número de aplicações injetoras de A em B é 1 320. Se A tem 3 elementos, o número de elementos de B é: a) 8 b) 9 c) 10 d) 12 e) 15

(U.F.SE-84) Seja/4 o conjunto de números naturais \0\ 1; ...;9 9 ; 100j . Vamos formar grupos d e i núme­ ros, sorteados, um a um, sem reposição, entre os elementos de A . Quantos desses grupos conterão só números pares? a) 110 400 b) 117 453 c) 117 600 d) 124 950 e) 970 200 números maiores que e) 24

(PUC-RS-80) Com os algarismos 1 , 2 , 3 e 4 , sem repeti-los, podemos escrever 2 400. O valor de x é: a) 6 b) 12 c) 14 d) 18

(U.E.CE-92) Uma empresa possui 8 (oito) sócios, dos quais serão escolhidos 2 (dois) para os cargos de presidente e vice-presidente. Se n é o número de maneiras distintas como pode ser feita a escolha, então n é igual a: a) 56 b) 64 c) 72 d) 80

(U.F.PA-84) Quantos são os anagramas da palavra BRASIL começados por B e terminados por L ? a) 24 b) 120 c) 720 d) 240 e) 1 440

3® (PUC-SP-85) O número de anagramas da palavra ALUNO que têm as vogais em ordem alfabética é: * a) 20 b) 30 c) 60 d) 80 e) 100

31* (FUVEST-80) O número de anagramas da palavra FUVEST que começam e terminam por vogal é: a) 24 b) 48 c) 96 d) 120 e) 144

32* (CESGRANRIO-89) Considere todos os n números pares positivos, de quatro dígitos distintos, formados com os algarismos 1 , 2 , 3 e 4 . Então n é: a) 10 b) 12 c) 16 d) 18 e) 24

33* (U.F.PA-85) João e Maria vão sentar-se à mesma fila de um cinema. A fila tem 8 cadeiras, todas vazias. Como não querem sentar-se em cadeiras vizinhas, de quantas maneiras poderão sentar-se? a) 64 b) 56 c) 48 d) 42 e) 40

3^' (FATEC-88) Um grupo formado por quatro rapazes e uma senhorita vão visitar uma exposição de arte. Um dos rapazes é um perfeito cavalheiro e, portanto, não passa pela porta da sala de exposições sem que a senhorita já o tenha feito. O número de modos pelos quais eles podem entrar no recinto é: a) 120 b) 60 c) 48 d) 24 e) 6

^•(FUVEST-91) Num programa transmitido diariamente, uma emissora de rádio toca sempre as mesmas 10 músicas, mas nunca na mesma ordem. Para esgotar todas as possíveis seqüências dessas músicas serão ne­ cessários aproximadamente: a) 100 dias. b) 10 anos. c) 1 século. d) 10 séculos. e) 100 séculos.

162

TESTES DE VESTIBULARES 36. (U.MACK.-80) Um trem de passageiros é constituído de uma locomotiva e 6 vagões distintos, sendo um deles restaurante. Sabendo que a locomotiva deve ir à frente e que o vagão restaurante não pode ser coloca­ do imediatamente após a locomotiva, o número de modos diferentes de montar a composição é: a) 120 b) 320 c) 500 d) 600 e) 720

37. (V.UNIF.RS-80) Um automóvel comporta dois passageiros no banco da frente e três no de trás. O número de alternativas distintas para lotar o automóvel com pessoas escolhidas dentre sete pessoas dadas de modo que uma determinada destas pessoas nunca ocupe um lugar no banco da frente é: a) 15 b) 21 c) 1 080 d) 1 800 e) 2 520

38. (VUNESP-85) S ejan um número natural escrito com 3 algarismos a , b e c. Seja S ~ a + b + c . A soma de todos os números de 3 algarismos que se obtém permutando os algarismos de n é igual ao: a) produto de 222 por S . b) produto de 444 por S . c) produto de 202 por S . d) produto de 404 por S . e) produto de

666 por S .

39. (U.F.PE-85) Assinale a alternativa que representa a soma de todos os números de cinco algarismos distin­ tos que se obtém com os algarismos / , 2 , 3 , 4 e 5. a) 120 b) 999 960 c) 399 996 d) 399 960 e) 3 999 960

40. (FGV-81) De quantas maneiras diferentes, três rapazes e três moças podem sentar-se em volta de uma me­ sa retangular que tem três cadeiras de um lado e três banquetas de outro lado, a fim de que nunca fique um rapaz sentado ao lado de uma moça? a) 24 b) 36 c) 72 d) 84 e) 96

41. (CESGRANRIO-84) Com os algarismos / , 2 , 3 , 4 , 5 e 6 formam-se números naturais de 6 algarismos distintos. Sabendo-se que neles não aparecem juntos dois algarismos pares nem dois algarismos ímpares, então o número total de naturais assim formados é: a) 36 b) 48 c) 60 d) 72 e) 90

42. (FGV-88) Considere os algarismos 7, 2 , 3 , 4 , 5 e 6 . De quantos modos podemos permutá-los de modo que os algarismos ímpares fiquem sempre em ordem crescente? a) 60 b) 120 c) 150 d) 181 e) 240

43. (EAESP-FGV-80) Um tabuleiro especial de xadrez possui 16 casas, dispostas em 4 linhas e 4 colunas. Um jogador deseja colocar 4 peças no tabuleiro, de tal forma que, em cada linha e cada coluna, seja colocada apenas 1 peça. De quantas maneiras as 4 peças poderão ser colocadas? a) 64 b) 576 c) 16 d) 4 e) 30

44. (U.F.PA-84) Qual o valor da expressão----- — ------? rt(n + 1)! .1 a) _ , c) n n + 1 b ) ___ ____ n + 1 d) 1 (n + 1)! , 1 n(n + 1)

(n + l ) f - n f 45. (V.UNIF.RS-80) A expressão --------- ------- —, com n natural estritamente positivo, vale: (n — 1)1 + n! . n2 + n a) - r — ----1+n , v n2 - n b) -T -— 1+n . c) n , . _ 1+ n + n2 + n - 1 d ) ---------------2 + (n + ^ (n— f l i é: (n + I) (n - I)! d) n + 1 e) (n + l)2 v e) 1 + n

46. (U.F.PA-85) A forma mais simples da expressão a) n(n + 2) b) n! c) (n - 1)!

163

TESTES DE VESTIBULARES

47. (CESGRANRIO-84) Se an = ” ^

. então al9M é igual a:

a)

1985

b) 1984

c) 1983

d) 1984 - 1 ‘T

e)

191984 1 1

48. (U.F.RN-84) Se (x + /) / = J ( r /), então x é igual a: a) 1
49

b) 2

c) 3

d) 4 t Q ! (n— ?L- = (n + / ) / (n - 1 )!

e) 5

(F.C.M.STA.CASA-84) A solução da equação a) par. b) cubo perfeito.

4 é um número natural:
e) múltiplo de 3.

c) maior que 10. d) divisível por 5.

50. (U.FORTALEZA-81) A soma e o produto das raízes da equação (x + 1)1 = x! + a) 3 e 6 b)3e3 c)6el d)3e0 ( n ’w \ 51. (PUC-SP-81) Qual o menor valor do número natural n tal que sen ( j 'q^ q 1 = a) 7 b) 6 c) 5 d) 8

6x são, respectivamente:

e) 4 j é igual a:

52. (U.E.CE-91) S e n = (Js + J3)s ■(Js - f s )3 , então o número binomial ^ a) 20 b) 35 c) 48 d) 56

53. (U.F.PA-84) Qual o valor de x, sabendo-se que Cx2 = 6x1 a) 11 b) 12 c) 13 d) 14 e) 15

54. (U.F.RS-84) A solução da equação 2A '[ = 4! C x~ 5 é: a) 14 b) 12 c) 10 d) 8 e) 6

55. (PUC-RS-81) A solução da equação A 3 X a) 6 b) 5

8C% = 0 é:
d) 3 e) 2

c) 4

56. (U.E.BA-84) A seqüência (C„ 2i A n 2\ 12 ■P2) é uma progressão geométrica. A razão dessa progressão é: a) 2 b) 4 c) 6 " j > 0, então P„ é: c) 24 + + + d) 120 igual a: e) n • 2" + 1 e) 720 d) 8 e) 12

57. (U.F.RS-81) Se ^ " j = a) 5 b) 6

58. (VUNESP-85) A soma a) n • 2" “ 1 b) 2"

c) n • 2" d) (n + 1) • 2n + 1

59. (F.C.M.STA.CASA-81) Se log,, i ” ^ ~M a) b) c) d) e)

2 , então n é tal que:

a característica de seu logaritmo, na base 10, é 1. a mantissa de seu logaritmo, na base 10, é 0. antilog3 n = 1. colog2 n = —1. (log n) • (log6 10) = 1.

164

TESTES DE VESTIBULARES 60. (U.F.PE-81) Sabendo-se que um baralho tem 52 cartas, das quais 12 são figuras, assinale a alternativa que corresponde ao número de agrupamentos de 5 cartas que podemos formar com cartas deste baralho tal que cada agrupamento contenha pelo menos três figuras.
a) 10 b) 100 000 c) 192 192 d) 171 600 e) 191 400

61. (FGV-81) Uma urna contém quatro bolas brancas numeradas de / a 4 e duas pretas numeradas de 1 a 2. De quantos modos podem-se tirar 4 bolas contendo pelo menos duas brancas, considerando-se que as cores e os números diferenciam as bolas?
a) 15 b) 6 c) 8 d) 1 e) 4

62. (FGV-81) Uma comissão de três membros vai ser escolhida ao acaso dentre um grupo de quinze pessoas, entre as quais estão Alice e Bárbara. Calcular o número de diferentes comissões que poderão ser formadas, de tal forma que Alice e Bárbara participem dessas comissões.
a) 13 b) 39 c) 420 d) 210 e) n.d.a.

63. (U.MACK.-81) Uma classe tem 10 alunos e 5 alunas. Formam-se comissões de 4 alunos e 2 alunas. O nú­ mero de comissões em que participa o aluno X e não participa a aluna Y é:
a) 1 260 b) 2 100 c) 840 d) 504 e) 336

64. (U.E.LONDRINA-84) Em um grupo de 8 pessoas há 5 mulheres. O número de comissões que podem ser formadas com 3 dessas 8 pessoas, comparecendo em cada comissão pelo menos um homem, é: a) ímpar e menor que 30. b) par e menor que 45. c) maior que C73. d) maior que A 53. e) múltiplo de 3.

65. (VUNESP-85) Um certo número de garrafas distinguíveis foi arranjado de 3 em 3 , de todas as maneiras possíveis. O número desses arranjos foi 120. Então, o número de garrafas era:
a) 12 b) 10 c) 6 d) 5 e) 4

66. (U.F.PA-85) Um time de futebol de salão deve ser escalado a partir de um conjunto de 12 jogadores, dos quais somente Pedro atua como goleiro. Quantos times de 5 jogadores podem ser formados?
a) 792 b) 485 c) 330 d) 110 e) 98

67. (CESGRANRIO-85) São dadas duas retas paralelas r} e r2. Sobre r, marcam-se quatro pontos distintos, e sobre r2, três pontos também distintos. O número de triângulos distintos que podem ser traçados, com vértices sobre os pontos marcados, é:
a) 15 b) 21 c) 24 d) 28 e) 30

68. (FGV-88) Dadas duas retas paralelas e distintas, tomam-se 10 pontos distintos na primeira e 6 na segunda. O número de triângulos com vértices nos pontos considerados é:
a) 420 b) 210 c) 105 d) 52 e) n.d.a.

69. (U.C.SALVADOR-92) Sejam r e i duas retas distintas paralelas. Considere 5 pontos distintos em r e 3 pontos distintos em s. O número de quadriláteros convexos que podem ser formados com vértices nesses pontos é:
a) 60 b) 54 c) 48 d) 30 e) 24

70. (CESGRANRIO-81) Considere cinco pontos, três a três não colineares. Usando esses pontos como os vér­ tices de um triângulo, o número de todos os triângulos distintos que se pode formar é:
a) 5 b) 6 c) 9 d) 10 e) 15

71. (FGV-81) São dados 10 pontos num plano, dos quais 8 sobre uma mesma reta re os outros 2 não alinhados com qualquer um dos oito pontos sobre a reta r. Quantos diferentes triângulos podem ser formados usando os pontos dados como vértices? a) 56 b) 64 c) 80 d) 120 e) 144

165

TESTES DE VESTIBULARES 72. (U.F.GO-83) Em um triângulo A B C marcam-se dois pontos no lado A B , três no lado A C e quatro no lado BC, distintos dos vértices. O número total de circunferências que passam por três desses pontos será: a) 84 b) 79 c) 55 d) 27 e) 24

73. (PUC-SP-84) Qual é o menor número de retas que se devem traçar em um plano, de modo a obter de interseção? a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 8

6 pontos

74. (U.F.RS-83) O número de circunferências do plano cartesiano que contém três pontos do conjunto 1(0, 0); ( l , iy, (3 , 3); (4 , 4); (2, 0); (2, 3); (3, I)} é: a) 4 b) 31 c) 35 d) 186 e) 221

75. (U.F.PE-84) Assinale a alternativa que corresponde ao número máximo de triângulos que podemos for­ mar sabendo-se que: (i) os vértices destes triângulos estão entre (ii) 5 dentre estes 12 pontos são colineares. a) 220 b) 210

12 pontos situados em um mesmo plano.
d) 140 e) 200

c) 105

76. (U.F.RS-84) O número de diagonais de um polígono de n lados é: a) n! - n b) Aj - n + 1 c) A* - n d) C* e) C j - n

77. (PUC-SP-85) Um professor propôs, para uma de suas turmas, uma prova com 7 questões, das quais cada aluno deveria escolher exatamente 5 questões para responder. Sabe-se que não houve duas escolhas das mesmas 5 questões entre todos os alunos da turma. Logo, o número máximo de alunos que essa turma poderia possuir era: a) 17 b) 19 c) 21 d) 22 e) 25

78. (F.C.M.STA.CASA-84) Num determinado setor de um hospital trabalham 5 médicos e 10 enfermeiros. Quantas equipes distintas, constituídas cada uma de um médico e 4 enfermeiros, podem ser formadas nesse setor? a) 210 b) 1 050 c) 5 050 d) 10 080 e) 25 200

79. (U.MACK.-80) De um grupo de 5 pessoas, de quantas maneiras distintas posso convidar uma ou mais para jantar? A resposta é: a) 120 b) 30 c) 31 d) 32 e) 5

80. (PUC-SP-80) Alfredo, Armando, Ricardo, Renato e Ernesto querem formar uma sigla com cinco símbo­ los, onde cada símbolo é a primeira letra de cada nome. O número total de siglas possíveis é: a) 10 b) 24 c) 30 d) 60 e) 120

81. (PUC-SP-81) Quantas matrizes quadradas de ordem 3 podem ser formadas, usando os números 1 , 2 , 3 e seis zeros? a) 84 b) 120 c) 504 d) 720 e) 3 024

82. (FGV-81) Num exame um professor dispõe de 12 questões que serão entregues a três alunos, cada um rece­ bendo quatro questões. Quantas diferentes situações teremos? a) 34 650 b) 12 c) 3 150 d) 2 600 e) 495

83. (U.E.RJ-92) Uma turma de pós-graduação tem aulas às segundas, quartas e sextas, de 13h 30min às 15h e de 15h 30min às 17h. As matérias são Topologia, Equações Diferenciais e Combinatória, cada uma com duas aulas por semana, em dias diferentes. O número de modos diferentes de fazer o horário dessa turm a é: a) 288
166

b) 48

c) 36

d) 12

e) 6

TESTES DE VESTIBULARES 84. (ITA-91) Uma escola possui 18 professores, sendo 7 de Matemática, 3 de Física e 4 de Química. De quan­ tas maneiras podemos formar comissões de 12 professores de modo que cada uma contenha exatamente 5 professores de Matemática, no mínimo 2 de Física e no máximo 2 de Química? a) 875 b) 1 877 c) 1 995 d) 2 877 e) n.d.a.

85. (EAESP-FGV-84) Nove pessoas param para pernoitar num motel. Existem 3 quartos com 3 lugares cada. O número de formas que estas pessoas podem se distribuir entre os quartos é: a) 84 b) 128 c) 840 d) 1 680 e) 3 200

86. (V.UNIF.RS-80) Usando uma vez a letra A , uma vez a letra B e n - 2 vezes a letra C , podemos formar 20 anagramas diferentes com n letras em cada anagrama. O valor de n é: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 7 é:

87. (ITA-85) O número de soluções inteiras e nào negativas da equação x + y + z + t =

b) | . / 10

j

e) nenhuma das respostas anteriores

\ 3
88. (PUC-SP-80) Qual é o número de ternos (a, b, c) de números inteiros tais que a ■ b 0 ^ a < b < c? a) 8 b) 10 c) 12 d) 14 e) 17 c

10 e

89. (ITA-80) O número de soluções inteiras e não negativas da equação x + y + z + w = J é : a) 36 b) 48 c) 52 d) 54 e) 56
A

90. (U.F.RS-83) S e/l = \1; 2 ;...; n] , então o número de elementos do conjunto [x —y G Z l x E A é: a) A 2 + 1 b) A j + n c) AJ; - n + 1 d) Cj; + 1 e) 2n - 1

y C A

Binômio de Newton
91. (U.F.RN-84) No desenvolvimento de (3 + 2 x f , o coeficiente de x 3 é igual a: a) 60 b) 120 c) 240 d) 720 e) 1 440

92. (CESGRANRIO-80) O coeficiente de x 4 no polinômio f\x ) = (x + 2)'' é: a) 64 b) 60 c) 12 d) 4 e) 24

93. (U.F.PE-84) Considere o seguinte binômio: ( — - — ] . \ b a ) Assinale a alternativa que corresponde ao quinto termo do desenvolvimento deste binômio. a) 3 5 — a
h

b) 35 ~ b

a

c)-21— a

h3

d) 21 -==b3

e) - 2 1 - V b3

94. (U.MACK.-80) No desenvolvimento de (2x + b)s, b vezes aquele do termo em x 3. Então b vale: a) y b) -L c) y

0, o coeficiente numérico do termo em x 4 é oito d) 32 e) 16

167

TESTES DE VESTIBULARES

k \ 95. (EAESP-FGV-80) No desenvolvimento de I x -\------1 , para que o coeficiente do termo em x 15, k deve ser igual a: a)
y

seja

b) 2

c) y

d) 3

e) 4

96. (U.C.SALVADOR-91) O 5? termo do desenvolvimento do binômio ^ 2x 2 + ■ j . segundo as potências — decrescentes de x , é a) primo. b) divisível por 3.

1 I 20x 4. O número natural n é:
c) múltiplo de 5. d) quadrado perfeito. e) cubo perfeito.

97. (U.C.SALVADOR-92) No desenvolvimento do binômio ^ 2x 2 + de x , o coeficiente do quinto termo é: a) 1 b) 448 c) 1 120

j >segundo as potências decrescentes

d) 1 440

e) 1 792

98. (FATEC-87) Seja n um número natural maior que 2. No desenvolvimento do binômio ^ x 2 + ~T ) ’ segundo as potências de x , a diferença entre os coeficientes do 3? e 2? termos é 27. O termo independente de x é o: a) terceiro. b) quarto. c) quinto. d) sexto. e) sétimo.

99. (ITA-89) Escreva o desenvolvimento do binômio (tg3x —cosec6 x)m, onde m é u m número inteiro maior que zero, em termos de potências inteiras de sen x e cos x. Para determinados valores do expoente, este desenvolvimento possuirá uma parcela P, que não conterá a função sen x. Seja m o menor valor para o -6 4 qual isto ocorre. Então P = —- — quando x for igual a: a) x = -J- + 2kT, k inteiro. 3 b) x = ± + k7r, k inteiro. d) x = ± ~ + 2k7r, k inteiro. o e) Não existe x satisfazendo a igualdade desejada.

c) x = — + kx, k inteiro. 4 100. (U.F.PA-85) Qual o valor do termo médio do desenvolvimento de i2x + 3y)s,> a) 70x V b) 70 • 16 • 81x 4y4 C) 70 • 16 • 81x5y4 d) 70 • 16 • 81x4y5 J- j , o coeficiente do termo médio é: d) 28 e) 70 e) 70 • 16 • 81x5y5

101. (U.E.BA-84) No desenvolvimento do binômio I 2x a) -2 2 4 b) - 7 0 c) - 2 8

I x 3 \'° 102. (U.E.CE-91) O termo médio (ou termo central) do desenvolvimento d e ----- 1---- é igual a: \ 3 x / a) 252 b) 254 c) 256 d) 258

103. (U.F.BA-81) A soma do segundo e terceiro termos do desenvolvimento de (\ 2 + 2x )4 é: a) 32x (2 + 3x) b) 16x (Í2 + 3x) c) 16x (/2 + 6x) d) 8x (/ó + 6x) e) 4x (^6 + 6x)

104. (U.F.SE-84) No desenvolvimento do binômio (/ + x f , a soma dos coeficientes é: a) 0 b) 9 c) 18 d) 64 e) 256

168

TESTES DE VESTIBULARES

105. (CESGRANRIO-88) A soma dos coeficientes de todos os termos do desenvolvimento de (x - 2) vale: a) - 2 b) - 1 c) 0 d) 1 e) 2

106. (EAESP-FGV-84) A soma dos coeficientes do desenvolvimento de (2x + 3y )6 é: a) 15 625 b) 7 776 c) 6 225 d) 4 225 e) 2 048

107. (U.E.LONDRINA-84) A soma dos coeficientes do desenvolvimento do binômio (— - y )7 é: x a) -2 5 6 b) -1 2 8 c) - 6 4 d) 128 e) 256

108. (U.F.UBERLÃNDIA-80) Se n é o número de termos do desenvolvimento (v x + I0 )55 que não contenham Jy radicais, então n é: a) 8 b) 5 c) 6 d) 7 e) 4 109. (U.MACK.-81) A soma dos coeficientes numéricos do desenvolvimento de (2x — 5y)n é 81. Ordenando os termos segundo potências decrescentes de x , o termo cujo módulo do coeficiente numérico é máximo é: a) o segundo. b) o terceiro. c) o quarto. d) o quinto. e) o sexto.

110. (F.C.M.STA.CASA-81) Se a soma dos coeficientes obtidos no desenvolvimento do binômio (3x 2 - y)n, onde n E IN*, é igual a 64, então n é um númeroa) primo. b) múltiplo de 2 . c) divisível por 5. d) cubo perfeito.
( x2

e) quadrado perfeito.
1

111. (V.UNIF.RS-80) O termo independente de x no desenvolvimento de , 21 a)— , , 28 b )— , 28 0 —

\ 3

-----

x

,, 28 d )-—

. 28 e)- —

112. (U.F.PA-85) No desenvolvimento do binômio ^ x 2 + — a) 2? b) 3? c) 4?

j , qual o termo independente? d) 5? e) 6?

113. (U.F.RS-81) O termo independente de x no desenvolvimento do binômio ( x + — \ x a) 5! }
l, 10! b) --------5!5!

, 10! c) -----5!

5! d) ------10!

, 5!5! e) ------10!

114. (F.C.M.STA.CASA-80) A soma dos coeficientes do primeiro, segundo e terceiro termos do desenvolvi­ mento de (x 2 + x~ l)m é igual a 46. O termo independente de x vale: a) 36 b) 126 c) 84 d) 168 e) n.d.a.

115. (U.F.CE-92) O valor da expressão: (1 + sen2)5 - 5(1 + sen2)4 + 10(1 + sen2)3 - 10(1 + sen2)2 + 5(1 + sen2) - 1 é igual a: a) (sen2)5 b) (1 + sen2)5 - 1 c) -1 d) 0 e) (sen2)5 + 1

116. (EAESP-FGV-84) No binômio (1 + í)5, onde i é a unidade imaginária, temos: a) todos os termos serão imaginários. b) alguns termos serão imaginários. c) todos os termos serão reais. d) os termos serão inteiros. e) alguns termos serão irracionais.

' 18 \ í 18 117. (U.E.CE-80) A soma das soluções da equação , . ,

6 )

\ 4x - 1
d) 7
169

a) 8

b) 5

c) 6

TESTES DE VESTIBULARES U8- (F.M.ABC-80) O número de raízes da equação C2 = ^

cf2i'­
d) 3 e) maior que 3 m I é igual a: \p + i ! e)y-p

ll) 0

b) 1
p

c) 2 ) \p + i )

119. (EAESP-FGV-80) Sabendo que a )x + y b) x —y

= x e \ m + l ) = y , então (
c)y-x

d) x —p

120- (U.F.PR-80) Sejam n e p números inteiros positivos, tais que n - 1 ^ p. Então:

n- 1
P- 1

n -f- 1 P n + 1 p- 1 £

n + 1 P + 1

b)

*21. (U.MACK.-81) Para todo n e p E IN*, o valor de a) 2P b) p(p + 1) p + 1

=i \ n — J

é sempre: p + 2 n + 2 n + 1

d)

*22. (F.M.ABC-80) Assinale a verdadeira: a) (a + x)n = b) p! AS = CJ ç) p! = q! <=> p = q 123. (ITA-89) Considere o desenvolvimento (x + y)w = A jX 10 + A 2 x?y + o nde*e.vsão números reais. £ ^ ^ ' k d) (n + 2)! n! e) (2n)! = 2!n! 3n

A oitava parcela do lado direito é igual a —y - (logk2)3, para algum k > I,

2 logj k x = ------- -— í w Neste caso:
a) k2 = 2

e

v = --------— .

• k? 1log 2 log2k

b) k2 = 3 £
k»0

124. (ITA-91) Sejam A = Se l„ B - l„ A = l„ a) 5 Notações: de x.

c) k3 n-l n 3k e B = £ .k. k=0

d) k3 n- 1 k llk

e) k3 = 5

4 b) 6

_ então n é igual a: c) 7 d) 8 e) n.d.a.

denota a combinação de n elementos tomados k a k e ( „ x denota o logaritmo neperiano

125. (ITA-92) A igualdade £ a) b) c) d) e)

(-1 / ^ ” J T +

jT |

] 2™ = 64 é válida para:

quaisquer que sejam n e m naturais positivos. qualquer que seja n natural positivo e m = 3. n = 13 e m = 6. n ímpar e m par. n.d.a.

170

TESTES DE VESTIBULARES 126. (ITA-92) No desenvolvimento de (x + y)6, ordenado segundo as potências decrescentes de x , a soma do 2? termo com do termo de maior coeficiente é igual a oito vezes a soma de todos os coeficientes. ]_ 4 a) z £ [0, 1] b ) z E (20, 50) c) z 6 (-<*>, 0] d) z € [1, 15] e) n.d.a.

127. (U.F.PR-80) Achar o coeficiente de x 8 no desenvolvimento de (/ + x 2 — x 3)9. a) Cj +
3 C9

b) 3C^ + c j

c)

2 <^

+ 3C^

d) 4C^ + 2C%

e) 4C\ + 4C^

Probabilidade
128. (FUVEST-90) Ao lançar um dado muitas vezes, uma pessoa percebeu que a face 6 saía com o dobro de freqüência da face 7, e que as outras faces saíam com a freqüência esperada em um dado não viciado. Qual a freqüência da face 7? ,1 a) y u, 2 b) T ,1 c) T ,,2 d) Y ,1 e> 1

2

129. (EAESP-FGV-84) Uma urna contém 50 bolinhas numeradas de 1 a 50. Sorteando-se uma bolinha, a pro­ babilidade de que o número observado seja múltiplo de 8 é: a x ----) 3 25 ^ 7 b) ----50 * 1 c) ----10 ^ ----d) 8 50 , — e) 1 5

130. (CESGRANRIO-83) A probabilidade de um inteiro n, 7 < n < 900, ser um múltiplo de 9 é: *
a) W

1

1
b) T o c)

^

T

2

..
d) T

1
e)

,1

T

131. (FUVEST-84) Escolhido ao acaso um elemento do conjunto dos divisores positivos de 60, a probabilidade de que ele seja primo é: a) -2 b) y c) d) y e) —

132. (VUNESP-88) João lança um dado sem que Antônio veja. Joao diz que o número mostrado pelo dado é par. A probabilidade agora de Antônio acertar é: ^ 1 a) T b) T ^ 4 c) ..1 d) y
e) —

,3

133. (CESGRANRIO-84) Dois dados são lançados sobre uma mesa. A probabilidade de ambos os dados mos­ trarem, na face superior, números ímpares é: x a) _1 .v - 1 b) v c) T1 d) y2 v e) y3

134. (CESGRANRlO-91) Lançando-se um dado duas vezes, a probabilidade de ser obtido o par de valores 2 e 3, em qualquer ordem, é de:
X 1 UX 1 X 1 ,v 1 x 1

a) T

b) T

c) 1 T

d) 1 r

e) 1 F

171

TESTES DE VESTIBULARES

135. (VUNESP-85) No lançamento simultâneo de dois dados perfeitos, a probabilidade de sair como soma dos pontos um número Drimo é um número: a) que está entre — e — . 3 2 b) que está entre — e — . 6 4 c) que está entre — e — . 9 6 d) maior que — . 2 e) menor que — .

6

136. (F.M.ABC-80) Jogando ao mesmo tempo dois dados honestos, qual a probabilidade de o produto dos pontos ser 72? ^ 1 T I b) T ,1 c) T .v 1 d) ~ ã ,1 e) i r

137. (PUC-SP-83) Numa caixa há 100 bolas, numeradas de 7 a 100. Retiram-se, simultaneamente, duas bolas. Qual a probabilidade de se obterem números consecutivos?
* 1 T 1 b )liT ^ 9 c )lã T

d)[-m )

J, /

1

V

,

99

138. (CESGRANRIO-89) Em uma amostra de SOO peças, existem exatamente quatro defeituosas. Retirando-se, ao acaso, uma peça dessa amostra, a probabilidade de ela ser perfeita é de: a) 99,0% b) 99,1% c) 99,2% d) 99,3% e) 99,4%

139. (PUC-RJ-81) Uma doença congênita afeta 7 em cada 700 homens. Numa população de um milhão de ho­ mens, a probabilidade de que um homem, tomado ao acaso, não seja afetado é: a) superior a 0,99. b) igual a 0,99. c) menor que 0,98. d) igual a ■ e) J _ ou 2
500/0

140. (PUC-SP-84) O jogo da loto consiste em sortear 5 dezenas em 100 dezenas possíveis. Alguém, querendo jogar nessa loteria, pode escolher de 5 até 10 dezenas. Se alguém que escolhe 5 dezenas tem probabilidade x de ganhar, então quem escolhe 7 dezenas tem que probabilidade de ganhar? a) 7x b) 14x c) 21x d) 28x e) 35x

141. (VUNESP-89) Dois jogadores A e B vão lançar um par de dados. Eles combinam que, se a soma dos nú­ meros dos dados for 5, A ganha e se essa soma for 8, B é quem ganha. Os dados são lançados. Sabe-se que A não ganhou. Qual a probabilidade de B ter ganho? a) *0 36 b) — 32 c) ^
36

d)

^ 35

e) Não se pode calcular sem saber os números sorteados.

142. (CESGRANRIO-82) Num jogo com um dado, o jogador X ganha se tirar, no seu lance, um número de pontos maior ou igual ao do lance do jogador Y. A probabilidade de X ganhar é:
, 1

ux 2
b) T

,

7

..13
d) T T

,19
e) T i "

a) T

c) T T

143. (CESGRANRIO-87) Se um dado é lançado três vezes, a probabilidade de serem obtidos, em qualquer ordem, os valores 7, 2 e 3 é:
. a) T 6 ~ b) ~T2 c) T Õ íT d) 120 e) 216

144. (UNESP-91) Numa gaiola estão 9 camundongos rotulados 7, 2, 5, ..., 9. Selecionando-se conjuntamente 2 camundongos ao acaso (todos têm igual possibilidade de ser escolhidos), a probabilidade de que na sele­ ção ambos os camundongos tenham rótulo ímpar é: a) 0,3777... b) 0,47 c) 0,17 d) 0,2777... e) 0,1333...

172

TESTES DE VESTIBULARES 145. (FUVEST-83) Escolhendo-se ao acaso duas arestas de um cubo, a probabilidade de elas serem reversas é: a )T ^ 2 c) ----'

11

..4 d) ----11

.5 e) ----’

11

146. (PUC-SP-82) Gira-se o ponteiro (veja a figura) e anota-se o número que ele aponta ao parar. Repete-se a operação. Qual a probabilidade de que a soma dos dois números obtidos seja 5? 5 36 8 b) 36 12 c) JO 36 a) d) 24 36 35 e) 36

147. (F.C.M.STA.CASA-80) Numa caixa são colocados 10 cartões com as tetras A , G, /, L , N , O, R, 7, V e com o acento circunflexo ( a ). Uma pessoa vai tirando cartão por cartão. Quando sai o acento circunflexo, ela o coloca sobre a última letra até então retirada. Se o circunflexo for o primeiro cartão, ela o coloca sobre a primeira letra que tirar em seguida. Qual a probabilidade de essa pessoa montar a palavra TRIÂNGULO? a) 1
10 !

b)

1 10! - 9!

c)

1 9!

d)

9!
10!

e) n.d.a.

148. (VUNESP-90) Um baralho consiste em 100 cartões numerados de / a 100. Retiram-se 2 cartões ao acaso (sem reposição). A probabilidade de que a soma dos dois números dos cartões retirados seja igual a 100 é: a) 49 4 950 b) 50 4 950 c) 1% d) 49 5 000 51 4 851

149. (PUC-CAMP-80) Numa urna existem 5 bolas que diferem apenas na cor: 2 brancas e 3 pretas. A probabi­ lidade de se retirar aleatoriamente uma bola branca e, em seguida, sem reposição, retirar outra bola branca é igual a: a)

2
25

1 25

d)

1
10

e) n.d.a

150. (CESGRANRIO-80) Sete lâmpadas de néon são dispostas formando um “ oito” , como no mostrador de uma calculadora (figura I), e podem ser acesas independentemente uma das outras. Estando todas as sete apagadas, acendem-se quatro delas ao mesmo tempo, ao acaso. A probabilidade de ser formado o algaris­ mo 4, como aparece na figura II, é:
1 1 d)

35
1 T í

5
1

y
c a lc u la d o ra
(I )

e)

~28~

ca lcu la d o ra
(II)

3

151. (VUNESP-87) Os casais A e B têm dois filhos cada um. Sabe-se que o casal A tem um filho homem e que o filho mais velho do casal B também é homem. Se a e b indicam, respectivamente, as probabilidades de que os dois filhos do casal A sejam homens e que os dois filhos do casal B também sejam homens, então: a) a > b b)a=b c) a < b d) a + b - 1 e) Nenhuma das respostas anteriores é verdadeira.

152. (U.C.SALVADOR-92) Das 180 pessoas que trabalham em uma empresa, sabe-se que 40% têm nível uni­ versitário e 60% são do sexo masculino. Se 25% do número de mulheres têm nível universitário, a probabi­ lidade de selecionar-se um funcionário dessa empresa que seja do sexo masculino e não tenha nível univer­ sitário é:

a)i r

b)i õ

c)l

d)l

e)i r
173

Respostas dos Testes
l.a 2.b 3.e 4.c 5.d 6.d 7.d 8.b 9.d lO.e H .d 12 .e 13.d
1 4 .C

39.e 40.c 41.d 4 2 .b 43 .b 44.e 45 .e 46 .e
4 7 .C

7 7 .c 7 8 .b 7 9 .C 8 0 .C 8 l.c

1 !5 .a llò .b 1 17 .b 1 1 8 .C 1 1 9 .C 12 0 .e 1 2 1 -b 1 2 2 .d I2 3 .C 12 4 .e 12 5 .b 1 2 6 .C I2 7 .b 1 2 8 -c 1 2 9 .a 1 3 0 .e 13 I.C I3 2 .d I3 3 .C I3 4 .e 13 5 .a 1 3 6 .C 1 3 7 .b I3 8 .C 1 3 9 .a 1 4 0 .C 14 1 .b 14 2 .C I4 3 .a 1 4 4 .d 1 4 5 .d I4 6 .C 14 7 .a 1 4 8 .a 14 9 .d 15 0 A 1 5 1 .c 15 2 .b

82.a
8 3 .b 8 4 .d 8 5 .d 8 6 .C 8 7 .c 8 8 .d 8 9 ,e 9 0 .e 9 1 .d 9 2 .b 9 3 .a 9 4 .a 9 5 .a 9 6 .e 9 7 .C 9 8 .b 9 9 .d lO O .b 10 1.e 1 0 2 .a 1 0 3 .b 10 4 .e 1 0 5 .d 1 0 6 .a 10 7 .b I0 8 . C 10 9 .C H O .b lll.c 1 1 2 .b 1 1 3 .b 1 14 .c

15.a
16 .e

17.e I8.d 19. d 20 .c 21 .c 22.b 23 .a 24.a 25 .d 26.d 27 .c 28 .a 29 .a 30.a 31 .b 32.b 33.d 34 .d 35 .e 36 .d 37 .d 38 .a

48.b 49.a 50.d 5 l.a 52.d 53.c 54.a 55 .a 56.a 57.d 58.a 59.e 60 .c 61.a 62 .a 63 .d
6 4 .c 6 5 -C

66 .c 67.e 68.a 69 .d 70.d 71.b 72.b 73 .b 74 .b 75.b 76.e

174

TESTES
IMÜMEROS COMPLEXOS
TF.1 (CESCEM-68) Os números complexos x + y • i = i xí + y ^ 2i - 1 São respectivamente: a) 1 + i; d) 0; 1 TF.2 i b) x e y para os quais:

2

2

c* 1 + i; 1 " '

e) nenhum dos anteriores

(PUC-74) O número complexo z que verifica a equação iz + 2z + 1 - i ^ 0 a} -1 + 2i b) -1 + i c) é: 1 - i d) 1 + i e) -1 - i

TF.3

(CESCEM-70) A potência enésima a) b) c) d) e)

(n inteiro) de um número imaginário puro é:

sempre um número imaginário puro sempre um número real negativo sempre um número reat positivo nulo ou um número imaginário puro nenhuma das anteriores (1 + i) n = (1 - i) n verifica-se para todos os números na­

TF.4

(M A C K -7 3) A igualdade turais divisíveis por

a) 1 b) 2 e) nenhuma das respostas anteriores TF.5

c) 3

d) 4

(M A C K -77) Sejam os números complexos igual a: a) v
b) u

u - 1 + i

e v - 1 - i .

Então u 52 • v -?1 é e) não sei

c) 2v

d) 2u

TF.6

(FEI — 72) O número complexo

( 4 ----- - ) n
1 i

é:

a) imaginário para V n b) positivo para n m ú ltip lo de 2 c) positivo para n da form a 4 + 1 d) complexo da form a a + bi com a 4- 0 e) conform e n pode valer 1, i, -1 ou - i TF.7 (M A C K -7 5) Dado z - 1 + i é: a) 1 + i f(z) - z4 + iz3 - (1 + 2Í)z2 + 3z -t- 1 + 3i, o valor de f no ponto c) 3 + i d) 7 - i e) 8 + 5i

b) 2(1 i i)

177-F

TF.8

(IT A -7 5 ) Se z ( e z 2 são números complexos, então podemos afirm ar que: a) b) c) d) e)

z t + z2 e z j • z 2 são ambos reais,

z| e zt são ambos reais ou Zj = z 2 Z\ e z 2 são números complexos não reais Z] e z 2 são números reais irracionais Zj é número com plexo puro e z 2 é número real nenhuma das anteriores (a + b i)4 , a e b reais, é real e estritam ente negativo se e

TF.9

(M A C K -7 7) O número somente se:

a) a ^ 0 d l a ^ O e b ^ O e a ^ i b

b )b = 0

d a ^ O e b ^ O e) não sei

T F .10 (CESCEM-68) O conjugado de

^

'

vale;

aí —;—i

bf- - — —i

c) 1 + i

d) -7^-— r 1+i

e) (1 - i) -1

T F .11 (PUC-77) O conjugado do inverso do número com plexo a) - i b) 1 + i c) i - 1 d) i

z = ( — - ) - 1 , é: A ----1 i

e) 1 - i

T F .12 (EPUSP-67) Sejam u e v dois números complexos tais que u2 - v2 = 6 e ü + v = 1 - i (0 e v conjugados de u e v). Então u - v é igual a: a) 1 - i b) 1 + i e) nenhuma das respostas anteriores c) 3 —3i d) 3 + 3i

T F .13 (C ESG R A N R IO -77) Seja z = x + iy um número com plexo não nulo, onde x e y são reais. Se a e b são números reais tais que:
------------

x - iy x + iy

= a + ib

p o d e m o s a firm a r que:

a) í a i + I b| < 1 e) a > 0 e b > 0

b )a = -b

c) a = b = 1

d) a2 + b 2 = 1

T F .14 (EPUSP-65) O quociente do número complexo nulo c + id será um número real se a! b) a + b = c + d

a + ib

pelo número com plexo não

b d d )a + c + b + d = 0

c) ac = bd

e) nenhuma das respostas anteriores

T F .15 (C ICE-68) Seja e somente se:

z =

x + iy, x 2 + y 2 ^ 0 (i2 = - 1 , x e y reais); z + ■ —

é real se

a) x 2 + y 2 - 1 = 0 d) x = 0 e I z | = 1

b) x 2 + y 2 + 1 = 0 e) y = 0 e I z I = 1

c) y = 0 e x 2 + y 2 = 1

178-F

TF.16 (PUC-74) Na form a trigonom étrica o número complexo (1 + i) 2 1 - i al \]~2 [cos + i sen — ■] fica: b) —!— [COs V 2 4 d) \/~ 2 [-co s ~ 4 + sen 4 + i sen ~ 4 ] ]

i

cí yj~2 [cos . e) 1 \ Í

4

- i sen

4

]

r 37r |cos —

. 377 1 i sen — J

2

TF.17 (CESCEM-70Í Dados os números complexos: z\ = Ç • (cos 4 + i • sen 0) > > Z2 =

p • (sen (f) + i • cos 0 )
b) Zj + Z2

a) Zj e Z2 são conjugados cí z j ♦ Z2 é um número real e) Zj - ÍZ2 é um número real

d) Z\ + ÍZ2

é um número real é um número real

T F .18 (CESCEA-74) Seja z o produto dos números complexos \ / ~ 3 + i e ~ Então, o m ódulo e o argumento de z são, respectivamente: a) 4 e 30° e) não sei b) 12 e 80° cí \/~6 e 90° d) 6 e 90°

(1 + \/~3 ií.

T F.19 (U N IC A M P -67) O m ódulo de

— — , — a - bi

para a e b reais, é: c) 1 d) a2 - b2

a) a2 + b 2 b) 2 e) nenhuma das respostas anteriores

TF.20 (FFC LU SP-69Í O m ódulo do número complexo ------ —------1 + i • tg x a) cos x (x k7T + —■, k inteiro) é: 2 c) - — -—= — 1 + tg 2 x d) see x

b) sen x

e) nenhuma das respostas anteriores

TF.21 (M A C K -75) Se z + — = - 1 , z a) ~ b) 0

então o valor de

|z | é:

c)

1

dí 2

e) 4

TF.22 (M A C K -74) O número com plexo
a) a = - b b) a = b

z = a + bi
cí a = 2b

é tal que

| — - 1 = 1. Então: — z- 1
e) a = - 7 b

d) a = 3 b 2 •

179-F

TF.23 (M A C K -73) A solução da equação lo:

|z | + z = 2 + i é u m número com plexo de m ódu­

c) 1 T F.24 (FFC LU SP-69) Se z e w são dois números complexos quaisquer tais que I z I = I w I = 1 e 1 + zw então o número com plexo a) de valor absoluto 1 d) real TF.25 (IT A -7 6 ) Suponhamos que
Z|=a

0,

z + w ----------1 + zw

é:

b) imaginário puro c) nâ real não e) nenhuma das respostas anteriores

+ xi

e

Z2

= a + y i, a ^ O ,

x^O Então temos:

são dois números complexos, tais que z\ • Z2 = 2. a) z i = z2 e
b) Z) = z2

I zj | = i z2 l = 2
! z l I = ] z2 ! =

e

sTl

c) z j = F 2 e I zi I = I z2 I = V~2 d) + z2 = 2a e a2 + y 2 = 4 e) nenhuma das respostas anteriores TF.26 (PUC-70) Se b = 2 (cos 30° + i • sen 30°) e z = p ♦ (cos 0 + i • sen d), correspondentes a b, b + z, b + z + iz, b + iz são os vértices de um: a) trapézio d) quadrilátero qualquer c) quadrado b) losango e) nenhuma das respostas anteriores os afixos

T F.27 (U N IC A M P -67) Dois números complexos, não nulos, estarão representados, no plano com plexo, sobre uma reta que passa pela origem: a) se seu produto fo r um número com plexo b) se seu quociente fo r um número real 7r c) somente se seus argumentos forem congruos a — d) sempre T F .28 (M A C K -74) O número com plexo mente: a) 0 b) 1 c ) d) < < 2 < x < 5 1 ^ x ^ 2 < < e) nunca z = x + yi é tal que l z —3 1 = 2 . Então, necessaria­

x

e
e

0 x 3 e e) 0^x^3 e

0 < y < 2 -2 < y < 2 e ^ y ^ 0 < y < y não tem restrição

-3

3 3

TF.29 (M A C K -77) Representando-se graficamente, no plano de Argand-Gauss, os números complexos z tais que z2 = z i, o número de pontos obtidos é:

a) i

b) 2

ci 3

d) 4

e) não sei

180-F

TF.30 (C ESG R A N R IO -C O M C ITEC -73) O conjunto dos pontos plexo que satisfazem |z - 1 l 2 = 2x e y ^ 2 é a) b) c) d) e) o conjunto vazio uma região não lim itada do plano todos os pontos x + iy tais que y ^ 2 uma reta diferente dos quatro anteriores

z = x + iy

do plano com ­

TF.31 (IT A — 74) Seja

um número com plexo, solução da equação k = 0, 1, 2, 3, 4.

(z + 1 )5 + z ^ 0 , Podemos afirm ar que: a) b) c) d) e)

todos os z^, k = 0, 1, . . . , 4 então sobre uma circunferência todos os Zfc, k = 0, 1, . . . , 4 estão sobre uma reta paralela ao eixo real todos os z^, k = 0, 1 f . . . , 4 estão sobre uma reta paralela ao eixo imaginário a equação não adm ite solução nenhuma das respostas anteriores

TF.32 (M A C K -7 5) Os números complexos z tais que (z - a) (z - ã) = r2 , com a complexo e r real, representados no plano de Argand-Gauss, form am : a) c) d) e) uma uma uma uma reta b) uma parábola elipse com focos em a e ã circunferência com centro em a e raio r hipérbole t = 2 + 3i um número com plexo. Se e e b ^ 3} , A H B é: b) uma semicircunferència d) uma circunferência

TF.33 (M A C K -7 6) Seja

A = { z ^ C | | z - t | ^ l } B ^ {z£(C z -= a t- bi

então no plano de Argand-Gauss, a) um conjunto vazio c) um sem icírculo e) um círculo

TF.34 (C O M B ITEC -C O M BIM ED -75) Sejam 0, zj e z j as representações gráficas dos com ­ plexos 0, (2 ,+ 3 ) e ( - 5 , - 1 ) , respectivamente. A menor determinação positiva do ângulo a) 120°

z ^ Oz j

é: c) 135° d) 165° e) 160°

b) 150°

TF.35 (CESCEM-74) As funções hiperbólicas coshz e sen hz são definidas como: z , -z z -z e + e . , e - e smh z - ------- -----cosh z = ------------ , x + iy z x , , . . , onde z = x + i y e e ' = e = e (cos y f i sm y) Nestas condições, podemos dizer que cosh z é igual a: a) sinh x • sin y i cosh x • cos y c) cosh x • cos y + i sinh x • sin y e) cosh x • sinh x + i sin x • cos y b) sinh x • cos y ' i cosh x • sin y d) cosh x • sin y + i sinh x • cos y

181-F

TF.36 (CESCEM-72) Considere-se o conjunto K dos números complexos da form a a - bi onde a e b são números racionais. Indique qual das operações seguintes pode não ter resultado em K: a) adição b) subtração d) divisão com divisor não nulo c) m ultiplicação e) radiciação

POLINÕMIOS
TF.37 (CESCEM-69) D ado o p o lin ô m io a) P(1) + P(i) d) -1 + 2i TF.38 (M A C K -7 3) b) - 2 P(x) = x 1 - 2 x , c) 0 o valor de P(1 + i) será:

e) nenhuma das anteriores. p<x) = an xn + an . j x0' 1 + ... + a* x + a0 é um polinôm io.

an + an -i + • • + a i + ao

^ a sorna dos coeficientes d o p o lin ô m io p(x). (4x3 - 2 x 2 - 2x - 1)36 d) -1 é

A soma dos coeficientes do p o lin ô m io

a) 0 b) - 3 6 c) 1 e) impossível de calcular no tempo disponível. TF.39 (CESCEA-70) Seja P(0) = - 2 0 P{x)

um po lin ô m io do 2? grau tal que: P(1> + P(2) = - 1 8 Pí 1) - 3 P(2) = P(x) < 0 é: 6.

Então, o co n ju n to de todos os x para os quais a) (x G IR t x < - 2 ou x > 10) c) (x e |R | 4 < x < 5) e) {x £ IR | x < - 2 0 ou x > 1)

b) (x €= IR | x < 4 ou x > 5) d) (x 6 IR | - 2 < x < 10)

TF.40 (EPUSP-67) Se f ( x ) é um p o lin ô m io do terceiro grau tal que f (21 = 1 e í{ 2 \ = S , e n tã o a) f (4) < 0 d) f(4 ) > 6 b) 0 < f{4 ) < 3 c) 3 < f (4) < 6

f(0 ) = - 2 f (1) = 3;

e) nenhuma das respostas anteriores

TF.41 (IT A -7 0 ) Seja f uma função real tal que f(x ) = a x3 + b x 2 + cx + d, para to d o x real, onde a, b, c, d são números reais. Se f( x ) * 0 para to d o x do co n ju n to { l , 2, 3, 4, 5 }, a) f (6) = a + 1 d) f(6 ) = d temos, então, que: b) f(6 ) = a + 2 c) f(6 ) = a + 3 e) nenhuma das afirmações acima é válida 1 = P(1) =

TF.42 (IT A -7 7 ) Se P(x) é um p o lin ô m io do 5? grau que satisfaz as condições = P{2) = P (3) = P{4) = P(5) e P(6) = 0, então temos: aí P(0) = 4 d) P(0) ^=2 b) P(0) = 3 c) P(0) = 9 e) nenhuma das respostas anteriores

TF.43 (CESCEA-70) O coeficiente da maior potência de um p o lin ô m io P{x) do 3? grau é 1. Sabendo-se que P(1) = P(2I = 0 e P ( 3 )= 3 0 , então P (-1) vale: a) 48 b) 66 c) 18 d) - 2 e) 68

182-F

TF.44 (G V -70) O grau do po lin ô m io quociente resultante da operação

{(x2 + x + 1}s - (x1 + 2)} : (x3 + 1) 0
a) 4 b) 3 c) 7 e) nenhuma das respostas anteriores.

é: d> 6

TF.45 (IT A -7 0 ) Considere o co n ju n to C dos polinõm ios = P (-x ) para todo x real. Temos, então, que: a) b) c) d) e)

P{x)

de grau 3, tais que

P(x) =

C tem apenas dois elementos. C é o co n ju n to de todos os polinõm ios da form a C tem apenas um elemento. C tem uma infinidade de elementos. nenhuma das anteriores.

P(x) = a<jx3 + bx.

TF.46 (IT A -6 9 ) Seja C o conjunto de todos os polinõm ios P(x) de grau 2 que se anulam para x = 1 e x = 2 . Seja D o conjunto de todos os polinõm ios P(x) de grau 2 que se anulam para x = 1 , x = 2 e x = 3. Então uma das afirmações abaixo é verdadeira. a) C = D c) C está co ntido em D e) nenhuma das anteriores. b) a união de C com D é igual a D d) D está co n tid o em C

TF.47 (CESCEM-75)

Considere as proposições:

I. Um p o lin ô m io cujo term o de m aior grau é A (jx m f (A q ^=0), será do grau (m - 1) se o term o independente fo r nulo. II. Um p o lin ô m io de grau m terá, no m áxim o, (m + 1) termos não nulos. III. Dois polinõm ios serão do mesmo grau quando possuírem o mesmo número de ter­ mos. então a) todas são verdadeiras b) somente I é verdadeira c) somente II é verdadeira

d} somente III é verdadeira e) todas são falsas. TF.48 (EPUSP-68) Seja an o coeficiente de xn num p o lin ô m io de coeficientes complexos de grau 30. Sendo ao = -1 e an + , = 1 + ian (n > 0 1 , então a39 é igual a: a) - i b) 1 - i c) i d) 2i e) nenhuma das anteriores

TF.49 (CESCEM -7 1 ) Seja r(x) uma função racional. Ela pode ser representada de form a única P(x) como o quociente de dois polinõm ios primos entre si onde q(x) tem o coeficiente do term o de m aior grau, unitário. Nestas condições, definim os ordem K de r(x) como:

Í
a) 1

2 X grau (q(x)) 2 X grau de (p(x)) -1

se grau (p(x)) é grau (q(x)) se grau (p(x)) > grau (q(x)) a ordem de e) 5 r(x) é:

Assim, dado o po lin ô m io b) 2

3x2 + 2 x - 1 r(x) = — -------- --------x - 4 c) 3 d) 4

183-F

TF.50 (CESCEM-70) Pj (x) é um po lin ô m io de grau n tal que: P j (0) 7^-0, isto é , P |{x ) e 3q x n
h

a j x n' 1 +

(a0 7 ^ 0 )

P2 (x) então
ü)

P2 (x )

é: b) uma função racional não inteira d) uma função transcedente

um p o linôm io de grau n c) uma função irracional e) nenhuma das respostas anteriores.

T F .51 (PUC-73) Qual pohnòm io abaixo é identicamente nulo? a) + x + 1 b) x 3 - 3x -i x c) 4 x 2 + (x 3 - 1) + 2x d) x2 + x e) 4 x 2 - (x2 + x 3 } + x 3 + 2x - 3 x2 - 2x T F.52 (G V -7 1 ) Se m e n sao tais que o po lin ô m io (mn - 2) x J 4 (m2 - n 2 - 3) x2 -M m + n - 3) x + 2m - 5n -t 1 então, m 2 + n2 vale:
a) 1 bí 5 c) 4 d) 2 é identicamente nulo,

e) nenhuma das alternativas anteriores. TF.53 (CESCEA-75) Sabendo que a, b e c são tais que x2 - 2x + 1 = a (x2 + x + 1) + + (bx + c) (x + 1) é uma identidade, o valor de a + b + c é:
a) 4 b> - 6 c) 10 d) - 2 et 8

TF.54 (G V-72) Para que o binôm io

2 x 2 + 17

seja idêntico à expressão e b > 0, devemos ter para a - b o

(x2 + b )2 - (x2 - a2 ) (x2 + a2 ), com a > 0 valor a) 1 d) 3
b) - 3 c) -1 e) nenhuma das alternativas

TF.55 (IT A -6 9 ) Os coeficientes A, B, C e D do p o lin ô m io P(x ) - A x 3 + Bx2 + Cx + D devem satisfazer certas relações para que P(x) seja um cubo perfeito. Assinale a opção correta para que isto se verifique: a) D b) * * 3B e e D B2 27 A 3

B C - 3Ã3 3A

c) BC
d)

CD2 ■ B2 A 2 ■

B'1 e D C - Ü 3A 27A2 e) nenhuma das anteriores.

184-F

TF.56 (G V -73) Um, e somente um, dos polinõm ios abaixo satisfaz a relação Píx) - Pfx Assinale-o. a) P(x) - -1 x 2 ■ 1 x f 3 + b) P(x) - y x2 - x + 3
x 2

1)

- x, para todo x real.

c) e)

P(x)

-

x 2 + 3x x2 + x

d)

P(x) =

x2 + y

P(x} =

T F .57 ( IT A - 68) Dizemos que os polinõm ios P| (x), p 2 (x) e P 3(x) são linearmente indepen­ dentes (L. I.) se a relação a 1 p I { x ) 4a 2 p2 ( x ) 4a 3p 3{x) = 0 im plica a j - a2 33 - 0, onde a 1( a2 , 23 são números reais. Caso contrário, dizemos que P i ( x ) , P2 (x) e P 3(x) são linearmente dependentes (L. D.), Os polinõm ios p j (x) = x 2 4 2x + 1, p 2 (x) ^ x 2 + 1 e p 3(x ) - x 2 4 2 x + 2 são: a) b) c) d) e) L. I. nem L. I. nem L. D. L .l.s e p i( x ) , p 2 (x) e p 3( x ) tiverem as raízes reais. L. D, nenhuma das anteriores.

TF.58 (PUC-72) Os valores de m, n e p para que a expressão ( m - 1 )x 3 4 <n - 2 )x 2 4 | p - 3)x 4 8 2 x 2 4 3x 4 4 seja independente de x são: a) m - 1 c) m - 1 e) m = 1 n=5 n = 5 p - 2 p - 4 p b) m 1 d) m - 1 n = 6 n = 4 p = 9 p -6

n =3

-6

TF.59 (CESCEA-73) Determine a e b de m odo que a expressão 3 x 2 + 5x - 8 ax 2 - 10x + b não dependa de x. Então, a + b é igual: u)

-10

b)

10

c)

8

d) não sei.

TF.60 (G V -71) Simplificando-se a expressão: x 3 t x2 - x - 1 2 Xs 4 4 x 2 - 3x 4 9 (x 4- 1 ) 2 (x - 1 ) (x 4- 2 ) 2x2
4- X 4

x 3 4-8 (x + 1 )(x 4 2) b) „ d)

obtém-se

x4 i 2 x 2 - 3x + 1 (x - 1 ) (x 4" 1 ) (x 4-2)
X

2

-

1

(x 4- 1 ) 2 x 2 4- 5 X + 1

X 4 2

185-F

TF.61 (C O M SA R T -73) A ex p ressão : x 2 + 2x + 1 é equivalente a: a x + 2 ,--------- rx (x + 1 )2 , t b) x . x - 2 íx + D 2 + 3x - 3 x2 - 1 2x + 4 x 2 + 3x + 2

____ 1 ____ C' x 2 + 2x + 1
e) nenhuma das respostas anteriores. TF.62 (PUC-76) Os valores de A

e B tais que:

1 + x A B -------- r = — + -------- , sao respectivamente: x - x2 x 1- x a) 2 e 1 b) 3 e 2 c) 1 e 2 d) 2 e 3 e) 1e 3

6 - 5x A B C TF.63 (IT A -7 7 ) Se — :-------- z---- —• - ------ + -------- + -------- onde A, B e C são reais e a, b e c são x J -- 5x* + 6 x x -a x -b x -c raízes da equação x 3 - 5 x2 + 6x - 0, então: a) A - - 2 ; B - - 1 ; C - 0 c) A - 1; B = - 3; C - 2 e) nenhuma das anteriores. TF.64 (M A C K -7 7) O valor de 1 1 -3 a) 1 b) -1 1 1 C 2 > d) 2 e) não sei. TF.65 (PUC-77) O quociente da divisão do polinôm io P( (x) = x 5 + 3 x 2 + x - 1 a) 2 (x4 - x3 + x 2 - 2x + 1) c) 2 (x 4 - x 3 - x 2 - 2x + 1) e) 2 (x4 - x 3 + x 2 + 2x - 1) por P2 (x) = ~ (x + 1), é: 1 1 1 + ------- + ------- + ------ + ... + 3 *5 5 -7 7 -9 <2n - 1)(2n + 1) (Determine duas constantes A e B tais que 1 = A (2n - 1 )(2 n + 1) 2n - 1 B 2n + 1 b) A - 2; B = 4; C = 1 d ) A = 5 ; B = 2;C=1

b) 2 (x 4 + x3 - x2 - 2x + 1) d) 2 (x 4 + x 3 - x 2 + 2x - 1)

TF.66 (CESCEA-75) O quociente e o resto da divisão de = x 2 - x + 1 são, respectivamente: a)x2 - x e x - 1 c) x2 - x - 1 e x + 1 e) x2 + x + 1 e 0.

P(x) = x4 + x 2 + 1 por

D (x) =

b)-x2 - x - 1 e - x + 2 d) x2 + x e x

186-F

TF.67 (CESCEM-67) Dados os polinõm ios P(x) de grau m e S(x) de grau n resto da divisão do p o linôm io P(x) por S(x ) é necessariamente a) b) c) d) e) um um um um um polinôm io polinôm io p o linôm io p o linôm io p o linôm io de grau 0; isto é uma constante de grau m - n de yrau menor que n identicamente nulo de grau menor que m - n

(n < m); o

TF.68 (EESCUSP-66) Seja Q o quociente e R o resto da divisão de um p o lin ô m io A por um p o lin ô m io B. Então, quando A é d ivid id o por 2B: a) o quociente é 2Q e o resto 2R Q c) o quociente é — e o resto é R p e) o quociente é 2Q e o resto — Q R b) o quociente é — e o resto —d) o quociente é 2Q e o resto R

TF.69 (CESCEM-70) D ividindo (x 3 - 4 x 2 + 7x - 3) por um certo p o lin ô m io p(x) obtemos quociente ( x - 1 ) e resto ( 2 x - 1 ) . O po lin ô m io p(x) é igual a: a) 2 x 2 - 3x + 2 d) 2 x 2 - 3 x + 1 bí x 2 - 3x + 2 e) nenhuma das anteriores c) x 2 - x + 1

TF.70 (M A C K -76) Se A (x ) - 3(x - 2 )(x 2 - 1) - (2x - 4 )( x 2 + 3) B (x) = - 2 x - 6 + (3 - x)(x - 4) c ; \ então, para todo A (x) " ¥ (x T F, tem-se:

x do dom ínio de

a) F(x) = x + 3 b) F (x) = - x - 3 c) F (x) = - x + 3 d) F ( x } = x - 3 e) nenhuma das alternativas anteriores é correta TF.71 (CESCEM-77) Se a) 2 x + 1 c)
2

p(x) -

2x 3

+ x 2 - 8x

e

q (x) - x 2 - 4,

então

q(x)

é

b) 2x + 5 4 + - 5 ------7 ,, x^ - 1 d) 2 x + 1

x +

1

e) 2x + 1 +

TF.72 ( IT A - 7 1 ) D ividindo o p o linôm io P(x) = x 3 + x 2 + x + 1 pelo po lin ô m io Q(x) obtemos o quociente S(x) = 1 + x e o resto R (x) = x + 1. O po lin ô m io Q(x) satisfaz a) Q(2) - 0 d) Q(1) 9 ^ 0 b) Q{3) = 0 e) nenhuma das anteriores c) Q(0) =É 0

TF.73 (PUC-77) Se a divisão do p o lin ô m io Pj (x) = x 3 + p x 2 - qx + 3 por P2 U ) = x 2 - x + 1, fo r exata, então os valores de p e q são, respectivamente:

a) 2 e 1

b) 1 e 2

c) 2 e 2

d) 1 e 1

e) 3 e 3

187-F

TF.74 (PUC-70) Para que valor de m o resto da divisão de P^ (x) = 4 x 3 - 3 x 2 + mx + P2 (x ) = 2x 2 - x + 1 independe de x? a) m b) m = — b c) m = —■ 5 d) m = y

1

por

e) nenhuma das anteriores TF.75 (CESCEA-75) Sabendo-se que um p o lin ô m io P(x) do 4? grau é divisível por (x - 2 )3

eque P(0) —- 8 e P(1) = — o v a lo rd e P(3) é: 3, a) 10 b) - 8 c) 6 d) 7 e) 3 a ioo=1, um

TF.76 (IT A -7 1 ) Seja P(x) = ao + a jx + a2X2 4 a3X 3 + ... + a ^ o * 100, onde p o lin ô m io divisível por (x + 9) 100 Nestas condições temos: . a) a2 = 50 x d) a2 =

99 x

g9 8

b) a2

100!

2! 98!

c) a2 =

99! 2! 98!

1 0 0 !9 2 2! 98!

e) nenhuma das anteriores

TF.77 (PUC-70) Uma condição necessária e suficiente para que um p o lin ô m io cientes inteiros seja divisível por ( x + a ) éque; a) seja divisível por (x + a )2 c) a seja raiz de P(x) e) nenhuma das anteriores b í seja divisível por ( x - a ) d) - a seja raiz de P(x)

P(x) de co e fi­

TF.78 (CESCEA- 68) Se n > 1 é um número natural então o po lin ô m io P(x) = 5 x n - 4 x n' ' -1 é tal que: a) P(x) é divisível por x - n c) P(x) é divisível por x - 1 e) P(x) é divisível por x + 2 b) P(x) é divisível por x + 1 d) P(x) é divisível por x 2 - 1

TF.79 (M A C K -76) O resto da divisão de kx 2 + x - 1 por x + 2k é: a) - 2 k - 1 d) k 3 - k - 1 b) k - 1 c) 4 k 2 - 2k - 1 e) 4 k 3 - 2k - 1

TF.80 (CESCEA-73) Os coeficientes a o - ai ......an- do p o lin ô m io P{x) = ao + a \ x + ... + an* n, form am , nesta ordem, uma P.G. de razão 1/2. Então, o resto da divisão de P(x) por x + 2 , é: a) c)

0 0

se n é impar se a0 1

b) 0 se n é par d) não sei.

T F .81 (M A C K -7 7) O resto da divisão por x - b, do po lin ô m io

PíxJ

1 1 1 1 1

x a b c d

X2

X3

X4

a2 b2 c2
d 2

a3
b3

a4 b< c4 d«

c3 d3

188-F

a) b) c) d) e)

(x - a) (x - c) (x - d) se abed 4 1 0 em geral, um po lin ô m io não nulo de grau 3 o p o linôm io nulo se e somente se a - b = c = d sempre o po lin ô m io nulo não sei. (x9 9 9 - 1 ) por (x-1) tem resto R(x) e quociente Q(x).

TF.82 (CESCEM-73) A divisão de Pode-se afirm ar que: a) b) c) d) e) R(x) R(x) R (x) R(x) R(x) = = = =
h

-2 0 -2 0 i- 2

e e e e e

Q(x) Q(x) Q(x) Q(x) Q(x)

tem grau 998 se anula para se anula para vale 1 para x vale 1 para x

x x = =

= 0 = -1 0 0 P(x) por ax - b é:

T F.83 (EPUSP-67) O resto da divisão de um po lin ô m io a) P(b) d) a • P (— ) a b) P( - ) a c) — • P(b) a

e) nenhuma das anteriores,

T F.84 (PU C -71) O valor de k para o qual o po lin ô m io + 2x + 8 é divisível por Q(x) = 3x + 4 é:
a)

P(x) = 6 x 5 + 11 x 4 + 4 x 3 4 k x 2 +

-3

b) - 2

c) -1

d) 2

e) 3

TF.85 (CESCEA-75) Assinalar a afirmação faísa: a) 5x 4 +

6x 2 --11

é divisível por

x2 - 1 quaisquer que sejam os reais x e y,

„5 - y x5_ y5 b) —-— — = x4 + x 3 y + x 2y 2 -t- x y 3 + y 4 , x- y com x = y 5 ^

c) Se n > 2 é um inteiro, então, o resto da divisão de 4 x n + 3 x n'2 + 1 por x - 1 d)
x 3 + x2 -f x *f í

é

8

x +

1

= x 2 + 1,

para todo real x 7^ -

1 8

e) Se n ^ 2 é um inteiro, então, o resto da divisão de 4 x n + 3 x n’2 + 1 por x + 1 é TF.86 (IT A -7 6 ) Os valores reais a e b, tais que os polinôm ios x 3 - 2ax 2 + (3a + b )x - 3b sejam divisíveis por x f a) b) c) d) e) e são: x 3 - (a + 2b)x + 2a

1,

dois números inteiros positivos dois números inteiros negativos números inteiros, sendo que um e positivo e o o utro negativo dois números reais, sendo um racional e o ou tro irracional nenhuma das respostas anteriores.

189-F

TF.87 (M A C K -75) Sabe-se que os restos das divisões de são iguais entre si. O valor de a é:

y 2 + ay + 2 dí 3

por y - 1 e y + 1

a) 0 b) 1 cí 2 e) impossível de ser calculado com a inform ação dada TF.88 (CESCEM-76) O quociente de 2x4 - 5 x3 - 10x - 1 por a) 2 x 3 ~ 11x 2 + 23x - 68 c) 2 x 3 - 11 x2 + 3 3x - 109 e) 2 x 3 + x2 + 3x - 1

x - 3 é:

b) 2 x 3 - 11 x 2 + 33x + 109 d) 2 x 2 + x - 7

TF.89 (G V -74) O quociente da divisão do po lin ô m io Í2x + 3) é: a) 4 x 3 - 14x + 74 c) 2 x 3 - y
dí 2x3 _

(4x4 + 6 x 3 - 7x2 + 8x - 7)

por

b) 2 x 3 - 7x + 37 d) 2 x 3 - ~ 37

x + ^
IZ

1 x_

T F.90 (G V -73) Assinale a afirmação verdadeira: a) b) c) d) e) x 5 - a5 = (x - a) (x4 + ax3 + a2 x2 + a3 x + a4 ) x 5 - a5 = (x + a) (x4 - ax3 + a2 x2 - a3 x + a4 ) x4 - a4 = (x - a) (x 3 - ax2 + a2 x - a3 ) x4 + a4 = (x + a) (x3 - ax2 + a2 x - a3 ) x 5 - 1 = (x - 1) (x4 + x 3 + x 2 - x + 1) por x - 2, en­

TF.91 (M A C K -6 9) Na divisão do po lin ô m io 5 x5 + ax3 + b x2 + 3x + 1 controu-se o quociente 5x4 + cx3 + dx2 + ex + 115.. O resto é: a) -2 2 9 b) 229 c) -231 e) impossível de determ inar sem conhecer a, b, c, d, e TF.92 (C O N SAR T-74Í O po lin ô m io P(x) dí 231

que satisfaz a igualdade é: c) x 3 + 3

(3x + 2) * P(x) = 3 x 3 + x 2 - 6x - 2 + P(x) a) x 3 - 2x - 2 d) x3 - 6x - 2 TF.93 (CESCEA-70) O quadro 1,32 1 0 1,32 1 1,32 -0 ,5 2

b) x2 - 2 e) (x - 1) (x2 + x + 1)

-1,626 1,613568 -0,0 1 2 4 3 2

1,7424 1,2224

é o dispositivo prático de B rio t-R u ffin i, da divisão de determ inado po lin ô m io P(x) por determ inado b in ô m io linear D (x). Então, o valor de P(x) + D(x) no pon­ to x = 1 é:
a) -1 ,4 6 6 b) -0 ,8 2 6 c) 1 d) -0 ,3 3 2 4 3 2 e) 0 ,8 5 4

190-F

TF.94 (G V -74) Sejam a, b, c. d, e, f os números que aparecem no dispositivo (de B rio t-R u ffini) para o cálculo do quociente e do resto da divisão de 2x4 + 8 x 3 - x2 + 16 por x + 4. 2 -4 2 Então a) - 1 6 8 -8 a -1 b c 0 4 d 16 e f

a + b + c + d + e + f vale: b) 19 c) 16 d) 21 e) -1 3

TF.95 (CESCEM-70) Se P(x) é um po lin ô m io divisível por concluir que (x - a) (x - b) divide P(x): a) sempre c) desde que P(a + b) = P(ab) = 0 e) nenhuma das anteriores

(x - a) e por (x - b) podemos

b) desde que P'(a) = P'(b) = 0 d) desde que a