CONTOS ERÓTICOS

&

FANTASIAS SEXUAIS
Sumário:
Esta obra é fruto de alguns anos de pesquisas, juntos a vários segmentos da sociedade, comunidades, prostitutas, profissionais liberais, homens e mulheres solteiras, casadas, amantes, separadas e divorciadas de todos os níveis sociais e econômicos; bem como casa de swing e locais de prática de sexo individual ou grupal. Depoimentos de várias pessoas, que por questão de segurança e privacidade, serão mantidas no anonimato e os contos e fantasias narradas, terão nomes e locais fictícios, mantendo a originalidade e a veracidade dos fatos. Nossos contos na verdade são pequenas estórias, picantes e sensuais. PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS.

AUTOR:
Tony Brasil é um escritor da nova geração, que tem uma forma direta, pouco rebuscada, usando um linguajar popular, sem vulgaridade nos seus textos, fazendo-se melhor compreender. Resolveu fazer um livro de contos eróticos e fantasias sexuais, sem hipocrisia, narrando à realidade nua e crua das relações sexuais; demonstrando aos nossos leitores os desejos contidos das pessoas, por diversos ângulos e aspectos, mas quando liberados são exercidos sem qualquer pudor, às vezes aquelas pessoas que consideramos puritanas, bem casadas, solteiras, influentes na sociedade, vivendo ao nosso lado, transitando com a família nos elevadores do nosso prédio, escondem uma autentica mensalina, uma verdadeira Deusa do Amor e do Sexo.

1

1 – Vida de Amante
Meu nome é Luiz César, sou médico, 35 anos, casado há 08 anos, com Luiza, pai de 02 lindos meninos. Nos primeiros anos de casamento, fui sinceramente fiel ao meu matrimônio. No final de 2000, fui fazer um curso de especialização em São Paulo, onde conheci Verônica, médica, recém formada, solteira, com 26 anos de idade; sempre no final das aulas, por volta das 18h00 horas, saiamos do curso e caminhávamos juntos até algum barzinho, onde conversávamos sobre a aula e alguma coisa inexpressiva da nossa vida, o conhecido “jogar conversa fora”. Percebi que estava me envolvendo com aquela linda e sedutora mulher. No final do curso houve um jantar no famoso restaurante Maximu”s , no centro de São Paulo; após o jantar, convidei Verônica a me acompanhar até o hotel que estava hospedado, ela aceitou de imediato, em tom de brincadeira, olhando dentro dos meus olhos, me falou “ pensei que o curso chegaria ao fim e não teria o prazer de transar com você”, essa frase me deixou excitado, meu coração começou a palpitar mais forte, então me dirigi ao carro dela e fomos para o hotel. Lá chegando ele me confessou que teve alguns namorados na vida, mas um homem de verdade como eu era a primeira vez, aquelas palavras mexeu profundamente com o meu ego. Pedi uma garrafa de vinho, enquanto ela foi tomar banho, deixando a porta entre aberta, não resisti e fui até a porta do banheiro de ponta de pé, em meio à fumaça da água quente, pude observar aquela silhueta de mulher, com aqueles seios médios pontiagudos rígidos, percebi que o meu cacete saltitava dentro da cueca. Ela veio enrolada na tolha, sentou-se a mesa colocou meia taça de vinho para nós, enquanto eu me dirigia ao banho e nada da pica abaixar. Rapidamente tomei um delicioso banho, também me envolvi na toalha e sentei junto dela a mesa, começamos a bebericar e nos acariciar, levemente levei as minhas mãos à esquerda nos seus seios e a direita comecei a acariciar aquela voluptuosa xaninha, que tinha aqueles ralos pelos negros, ao tocar no seu clitóris ela ofegante começou a sussurrar aos meus ouvidos, foi quando notei que ela estava muito molhada e excitada e já não estava mais agüentando, queria logo a minha pica. Foi quando maliciosamente, deixei a toalha cair e ficando a amostra a minha
2

piroca, que mede uns 20 cm x 14 cm de diâmetro ela apertou vorazmente a minha caceta e ficou louca, tomou um gole do vinho, me pegou pela mão me conduzindo a cama; fiquei sentado à beira da cama, e ela pegou a minha piroca e começou a chupar, iniciando lambendo a cabeça da pica, descendo pelo corpo lateral da piroca, subindo e descendo, de repente colocou a piroca toda na boca, me levando a loucura, sentia que vez por outra ela engasgava, fazendo um tipo de vomito, mas não abandonava a pica, eu acariciando a sua xana ela corria, fechava as pernas e tirava a minha mão e me dizia que não queria gozar assim, queria me sentir todo dentro dela, ficou mamando a minha pica por longo tempo, de repente ela parou de mamar e se posicionou de quatro, por detrás eu pude vislumbrar aquela pequena e carnuda boceta, eu estava doido para possuí-la, quando me virei ela suplicando pediu que eu colocasse o meu caralho bem devagarzinho no seu cuzinho, dizendo que tinha guardado o cabaço do seu cu para um homem de verdade e que tinha encontrado. Logicamente era tudo que eu queria, afastei as nádegas, pedi para que ela empinasse e arreganhasse o máximo que pudesse aquela bunda maravilhosa, peguei a minha piroca, duríssima, apontei para aquele cuzinho e fui empurrando bem lentamente, a cada estocada ela exprimia um gemido, misto de prazer e dor, aquele cuzinho apertado ia estrangulando a minha pica, aos poucos a piroca penetrava eu me segurando para não gozar, quando notei que a piroca estava toda enfiada naquele cuzinho, quando ela desesperadamente começou a rebolar com certa violência, pedindo para que eu não tirasse a piroca, ela queria se sentir mulher de verdade e não parava de rebolar e pressionar a minha pica para dentro, gozado a todo o instante, ela teve vários orgasmos, quando num frenético movimento tirou a pica e deu uma mamada indescritível e em seguida deitou-se na cama com aquele bucetão arreganhado super molhado, me abaixei dei uma chupada naquela xana, mordisquei o seu grelinho que esta duro de tanta excitação, ela gritando, mete meu homem, quero essa piroca dentro de mim, não vacilei, imediatamente montei naquela mulher de uma só vez enfiei a piroca, pois notei que ela gosta de sexo com uma pitada de violência, quando a piroca chegou ao final, ela trançou as pernas por cima das minhas costas, me prendendo, fiquei imobilizado, comecei a gozar e encher aquela boceta de leite, no primeiro jato de porra, ela começou a gritar e se debater na cama, não parava de gozar, só me desmobilizou quando a minha pica amoleceu e saiu. Ela exausta e satisfeita, me disse que jamais tinha transado daquela forma, mesmo sabendo que eu era casado, queria que aquela noite não fosse à última, apesar de trabalharmos em cidades distantes, estamos juntos há 07 anos, ela não pensa em casar, conhece a minha mulher não atrapalha a
3

minha relação conjugal, saímos uma ou duas vezes por semana e vou levando a minha vida de amante.

2 – Mulher de Caminhoneiro
4

Meu nome é Márcia, tenho 39 anos, casada, doméstica, 01 filho, moro em Curitiba – Paraná, adoro sexo anal, meu marido não suporta; diz que sexo anal é coisa de vagabunda. Só fazemos papai e mamãe. Foi quando em uma das viagens que ele fez para a Bahia, com o seu caminhão, pois eu sabia que essa viagem duraria o mínimo de 08 dias, precisei consertar o aquecedor da nossa casa e liguei para uma loja especializada; meu filho tinha ido para a escola, foi quando a campainha tocou, por volta das 09h00 era um mulato de 1,85m, de uns 28 anos, que viria consertar o aquecedor, eu estava em casa e bem a vontade, com um pequeno short e uma camiseta, apesar da minha idade, me cuido, dizem que eu tenho umas lindas pernas e um bumbum sedutor. Pedi para aquele homem entrar e me aguardar na cozinha. Pois já iria atendê-lo, pois ao ver por cima da calça jeans que ele carregava um enorme volume entre as pernas, imaginei o tamanho daquela pica dura, comecei a pensar na possibilidade de conquistar e transar com aquele homem. Maldosamente, coloquei uma bermuda branca e uma micro calcinha toda enfiada no cu, para provocá-lo, percebi que ele me olhou da cabeça aos pés, e perguntou onde estava o aquecedor, foi quando eu na sua frente levei aquele homem ao banheiro para o conserto, fiquei na sua frente e abaixei para pegar uma escova que tinha caído no box, quando esbarrei naquela piroca que estava semidura, pedi desculpas ele disse não tem que se desculpar, me agarrou por detrás, e falou desde que eu cheguei aqui fiquei louco por você, daria o que quisesse, para dar uma trepada agora com você, eu estava hesitada em sentir aquela enorme piroca roçando na minha bunda, ele continuava a me abraçar por detrás e acariciando violentamente os meus seios e apertando a minha bunda, estava louca, foi quando me virei ajoelhei dentro do banheiro, abaixei o fecho daquela surrada calça jeans, peguei aquela enorme pica, de uns 24 cm , grossa, aquele cabeção latejante e coloquei na boca, começando a mamar ele me puxando pelos cabelos, eu me masturbando com aquele pirocão na boca, nunca vi uma pica daquele tamanho, só pensava aquilo tudo rasgando a minha bunda, arrombando o meu cu. Tirei a minha bermuda e a calcinha estava encharcada eu estava muito hesitada, fiquei somente de camiseta, chupei muita aquela pica, deixando ele doido, foi quando ele me virou e me apoiou na pia do banheiro, me levantando e arreganhando a minha bunda, quando percebi aquela piroca forçando a porta do meu cu, pois apesar de adorar sexo anal, há muitos anos que não praticava, meu marido odeia sexo anal, minha última experiência, foi com um namorado quando eu tinha uns 20 anos e logo depois
5

conheci o meu marido. Ele tirou a pica passou um creme que havia no armário do banheiro e começou a penetrar, mas doía muito, ele pacientemente, tirava a pica do meu cu, chupava a minha bocetinha, lambia meu cuzinho, foi me relaxando e voltava a apontar aquela caceta, fazendo esse procedimento algumas vezes, foi quando de repente senti que tinha entrado um pouco daquela enorme piroca no meu cuzinho, eu gemia baixinho de dor, não iria suportar toda aquela pica no meu rabo, mas apesar da dor, fui deixando, ele enfiando, confesso não agüentei toda aquela piroca no meu cu, comecei a sangrar, mas pedi que não tirasse aquela piroca, gozei muito, aquele homem me arrombou me rasgou, mas nunca tive tanto prazer na minha vida, ficamos uns 40 minutos transando, no final tirei a piroca do meu cu, voltei a mamar, foi quando ele começou a gozar enchendo a minha boca de esperma, engoli tudinho, deixando ele louco, nunca bebi tamanha quantidade de porra. Hoje ele é meu mecânico preferido, principalmente quando meu marido está longe.

3 - Meu amante de borracha

6

Meu nome é Júlia, sou a irmã mais nova de 04 irmãos. Fiz o primeiro (antigo ginasial) e segundo graus, em um colégio de freiras no interior da Bahia, pois era o colégio que a minha mãe confiava cegamente, pois toda a minha família são católicos praticantes. Ingressei no colégio das irmãs, com 13 anos de idade, nos anos 80, pois como a maioria das meninas daquela época e da minha cidade era ser professora, apesar da minha ingenuidade, já percebia que era diferente das minhas colegas da mesma faixa etária, comecei a menstruar com 11 para 12 anos, já brotavam os sinais dos meus seios e os primeiros pêlos pubianos, pois nessa época estava terminando o primário, eu gostava muito de um colega de nome Paulo, mais velho do que eu. Eu tinha 12 anos ele 16 anos, moreno, cabelos longos, alto aproximadamente 1,75cm, e estava cursando o último ano do curso ginasial, uma tarde ele me chamou para irmos ao único cinema da minha cidade, gelei, eu muito tímida, disse a ele que não podia, pois minha mãe brigaria comigo, mas quem sabe outro dia; ele ficou chateado, mas aceitou, sai correndo para casa, minha mãe tinha ido a igreja e não tinha ninguém em casa, me tranquei no banheiro e percebi que a minha calcinha estava toda molhada, a minha xaninha era um poço efervescente, comecei a cariciá-la e penetrava levemente a ponta do meu dedo médio naquele buraquinho apertadinho da xotinha, pensando naquele lindo moreno e vez por outra massageava meu clitóris, logo senti uma coisa muito gostosa, que me levou a loucura, foi a primeira masturbação e conseqüentemente a minha primeira gozada na minha vida, que linda descoberta; passei a usar desse maravilhoso artifício todos os dias. Na escola aquele moreno gostoso, não me dava atenção eu, de longe ficava o admirando e fitando aquele volume imenso por debaixo da bermuda de lycra, e quando saia da escola corria para casa para me masturbar pensando no Paulo penetrando toda aquela piroca na minha xaninha. No dia de São Pedro, havia uma festa na igreja, onde o santo era o padroeiro, eu fui convidada para trabalhar no sábado em uma das barraquinhas, para minha surpresa lá por volta da 21:00h, quem vai a minha barraca, o homem mais lindo da festa o Paulo, ele estava vestido com uma calça Jeans, camisa pólo, que definia todo o seu corpo, disfarçadamente olhei aquele volume e imaginei pegando naquela piroca, foi quando ele me convidou para no domingo irmos ao cinema, ainda um pouco tímida, mas a vontade de ter aquele homem do meu lado era tão grande, aceitei e marcamos as 18:00h de domingo na única praça da cidade, próximo a barraca de cachorro quente, dali para frente, já não trabalhava direito na barraca da igreja, quando fui para casa, não perdi tempo toquei uma das melhores siriricas da minha vida, gozei tanto que pensei que fosse
7

morrer de prazer, dormi muito pouco naquela noite, as horas não passavam, felizmente a noite vinha chegando e falei para a minha mãe que iria ao cinema com uns colegas da escola, ela ficou meio desconfiada, mas não causou embaraços, deixou que eu fosse. Coloquei uma calcinha pequeníssima, enfiada toda no meu rabo, um vestido, tipo tubinho, um palmo e meio acima do joelho um pouco justo, que modelava o meu corpo e acentuava a minha bundinha arrebitada, pois já era do tipo falsa magra. Cheguei no local marcado as 17:20h aproximadamente, quando um pouco antes das 18:00h, avistei ao longe o Paulo, com uma calça de brim branca e uma camisa regata branca e tênis azul, eu pensei comigo, que garoto lindo, para mim o mais atraente da cidade; ele vinha se aproximando e eu começava a transpirar, talvez um misto de nervoso e medo. Paulo Chegou, e me deu um beijinho no rosto e falou, olá Julinha, tudo bem, eu disse tudo, ele vamos, me deu a mão e percebeu que a minha mão estava suarenta e fria, deu um risinho, mas nada falou, chegamos na bilheteria do cinema compramos o ingresso, para a sessão que se iniciava as 18:45m, ficamos conversando na porta do cinema eu não me cansava de admirar aquele garotão. O bilheteiro tirou a corrente e falou para entrarmos, entregamos os ingressos e caminhamos para a sala de projeção o cinema não estava muito cheio, sentamos na sétima ou oitava fileira nas poltronas do meio, não havia ninguém dos lados, na fileira de trás e nas duas fileiras da frente. Foi quando Paulo me falou que eu era a garota mais bonita e gostosa da escola, me puxando e colou os seus lábios aos meus, me oferecendo aquele beijo molhado que para mim durou uma eternidade, depois me perguntou se eu tinha gostado, sem titubear disse foi o melhor beijo da minha vida, a final Paulo foi o meu primeiro namorado de verdade, antes dele tive um flertezinho em uma festa com um garoto, que me deu uns beijinhos e depois sumiu, logo Paulo começava a alisar as minhas coxas levemente, vez por outra acariciava os meus pequenos seios, que mais pareciam um broto de rosas, eu já estava toda molhada, minha xota latejava como nunca, quando Paulo, escorregou a sua mão até a minha xaninha, por cima da minha minúscula calcinha, começou a acariciarme, com a outra mão pegou a minha e trouxe até aquele enorme pica, quando comecei a massagear aquele monstro de piroca e ele acariciando a minha xotinha, em um dado momento, ele puxou a minha calcinha para o lado e começou a passar o dedo indicador no meu grelinho, enquanto eu abaixava o fecho da sua calça e tirei de dentro da sunga aquela linda piroca, pois não me cansava em apertá-la e acariciar aquela linda e lustrosa glande, quando ele me ensinou a masturbá-lo, pois com a minha mão ficava subindo e descendo sem largar aquela pica, foi quando senti Paulo se contorcer na cadeira e
8

gemer baixinho e logo percebi aquele leite grosso, quente e gosmento na minha mão, Paulo estava gozando, nessa altura eu já havia gozado umas três vezes. Paulo tirou um lenço do bolso limpou a minha mão e a sua pica, que estava toda melada, foi um dos melhores momentos da minha vida, não vimos o filme que era o Rocky o Lutador, a melhor luta foi a nossa, quando de repente as luzes se acenderam, pois havia acabado a sessão, nos ajeitamos e saímos do cinema abraçado, nós estávamos felizes, uma três casas antes de chegar a minha paramos nos abraçamos fortemente, e foi aquele longo beijo, nos despedimos e caminhei até a minha casa, meus pais estavam na sala era aproximadamente 21:30h, me olharam pedi a benção deles e fui para o meu quarto, fiquei alguns minutos e depois fui ao banheiro, minha calcinha estava super molhada, aproveitei para lavá-la na pia, como sempre fazia e pendurei num varal do banheiro; depois tomei banho e fui para o quarto dormir. Na segunda feira, na hora do recreio na escola Paulo veio me procurar e ficamos lanchando e conversando, pois durante a semana, meus pais não deixavam eu sair, e onde podíamos namorar era na praça ou no cinema, mas eu ficava preocupada pois tinha apenas doze anos, apesar de ter um corpo avantajado para a minha idade, ficamos namorando uns três meses, depois Paulo e os pais se mudaram para uma cidade distante uns 90km da minha; fiquei alguns dias muito triste, pois Paulo me ensinou os primeiros passos do prazer, mas tive que me conformar, também não tinha interesse nem tesão por ninguém daquele lugar. Paulo viajou no final de novembro 1979. Em Março de 1980, meus pais me matricularam no primeiro ano do curso ginasial ( 1º grau), no Colégio de Freiras. Já com treze anos de idade, pois estudava durante a semana e retornava para a minha casa na 6ª feira a noite e regressava ao Colégio na 2ª feira as 08:00h, pois o colégio ficava próximo da minha casa. Pois no colégio desde o primeiro ano fiz amizade com a minha colega de quarto, de nome Priscila, pois os nossos aposentos acomodavam duas pessoas, era um quarto com banheiro de 3,00x3,00, onde haviam duas camas e um armário. Priscila morava em Ilhéus, na Bahia, distante uns 210 km da minha cidade e do colégio e ela não usava os benefícios da licença semanal, pois usava apenas nos finais dos meses, então ficávamos muito juntas, ela tinha 15 anos, mas não parecia era miúda, eu com treze anos aparentava mais velha do que ela, e nós começamos a confidenciar as nossas aventuras uma para a outra. Num belo dia começamos a conversar e falei para ela do Paulo e se ela já tinha tido algum namorado; ela falou que nunca tinha namorado nem sequer beijado uma boca. Quando comecei a falar do que rolou entre mim e Paulo ela ficou me olhando fixamente e vez por outra mordiscava os lábios, num certo momento no nosso quarto, ela me confessou que
9

morria de tesão por mim, mas faltava coragem de se declarar e queria muito “ficar comigo”, se eu queria, eu pedi um tempo para pensar e continuamos amigas sem tocar no assunto, mas percebia que a Priscila me olhava com olhos devoradores. Passaram-se alguns dias eu falei que toparia seria uma nova experiência na minha vida, ela ficou irradiante isso aconteceu numa quinta feira e sexta feira seria a nossa licença e ela iria passar o final de semana em casa, saímos fomos para as nossas casas, na segunda retornamos e Priscila trouxe um embrulho e perguntou se eu queria ver, falei que sim, quando ela abriu era um vibrador de borracha no formato de pênis de uns 25 cm de comprimento por uns 13 cm, de diâmetro, e me perguntou vamos brincar ? Eu disse lógico, estava algum tempo sem me masturbar, estava seca por prazer. Tomamos banho, e fomos nuas para a cama. Priscila uma branquinha de uns 1,55cm, aproximados com uns 50 quilos, bem feitinha de corpo, ela pegou o nosso brinquedinho e começamos a nos acariciar em um dado momento ela começou a massagear a minha xaninha com aquele imenso vibrador que estava toda molhadinha, eu comecei a acariciar seus peitinhos e a sua xotinha, que era peluda, aqueles pêlos negros e densos, em determinado momento ela tentou penetrar o vibrador na minha xota, eu apesar de adorar sacanagem era virgem ainda, e essa penetração começava a me machucar pedi então para ela penetrar aquele picão imenso na minha bundinha, fiquei de quatro na beira da cama arreganhei bastante o meu volumoso rabo, besuntei o meu cuzinho com creme hidratante e ela foi penetrando aquela monstruosidade, enquanto eu me masturbava, ela penetrou um pouco mais da metade daquela pica de borracha imensa no meu cuzinho, eu não parava de gozar. Quando ela se posicionou e colocou na sua bundinha o outro extremo do picão e cada vez que entrava ele gemia de dor e prazer, penetrou tudo que sobrou do meu cuzinho na sua bundinha, ficamos com aquilo tudo dentro de nós e a nossa bundinha esfregando uma na outra, esse picão de borracha foi o nosso amante durante os 07 anos que estudamos no colégio das irmã, ninguém nunca desconfiou da nossa amizade, quando terminamos o ginásio ou primeiro grau, optamos pelo curso normal, estudamos juntas mais três anos, que foi de puro prazer e sacanagem quase todas as noites. Quando me formei em Professora, ainda virgem, mas com o meu cuzinho arrombado de tanto prazer que a Priscila e o nosso amante o “Picão” nos deram. Priscila voltou para Ilhéus, ainda mantivemos contato por uns meses depois nunca mais soube do paradeiro dela e da família, parece que se mudaram para Sergipe. Eu conheci Lúcio, namoramos, noivamos e casamos em 01 ano, eu com 22 anos ele 35 anos, a nossa relação se resume ao conhecido papai e
10

mamãe. Às vezes tenho vontade de me insinuar e contar as minhas vontades e fantasias para o Lúcio meu marido, mas fico com medo dele não entender e conturbar a nossa relação, mas como sinto vontade de ser penetrada por trás, que saudade do Picão, pois a Priscila levou com ela e me disse que seria o seu amante para o resto da vida. Priscila roubou o meu amante de borracha.

4 – A Normalista

11

Meu nome é Fátima, fui estudante de um curso normal, de uma escola no Estado do Rio de Janeiro, foi a melhor fase da minha vida. Eu tinha uma colega de nome Maryluci, conhecida como Mary, ela tinha a minha idade na época 16 anos, porem com uma diferença, era possuidora de uma bunda invejável na escola e desde os 13 anos adorava sexo anal, foi iniciada pelo seu primo, de nome Carlos e me convenceu a prática do sexo anal e dizia que a xaninha era para o casamento e o cuzinho era para quem quisesse. Numa tarde de domingo Mary me convidou para uma festinha na casa de uns colegas no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, cada um levaria um prato de salgado e um refri , eu topei, levei um prato com kibes e uma Fanta Uva, chegando lá, havia uns 12 meninos na faixa de 16 a 20 anos e umas 15 garotas, três da minha turma da escola e outras amigas da localidade. Segundo Mary, as meninas todas eram cachorras e adoravam trepar, pelo andar da carruagem iria rolar um surubão, eu estava pro que desse e viesse. Pois os pais do dono da casa tinham viajado e deixado a chave e a casa sob a responsabilidade do Luiz, que tinha organizado essa festa. Essa casa fica no centro de um terreno muito grande, não havia casa nos fundos nem nas laterais e possuía um muro alto, pois quem estava na rua não percebia o que estava acontecendo no interior da residência. Cheguei comecei a observar e logo me encantei por um moreno, tipo índio cabelos negros e compridos, não muito alto, mas com um corpo muito legal, depois de trocarmos algumas olhadas me aproximei dele e começamos a conversar, nessa altura Mary, sumiu com um branquelo magro. Foi quando soube que o nome dele era Pietro, primo do Luiz dono da casa, ele me chamou para conhecer a casa e o quintal lá era mais tranqüilo, pegou duas latas de cerveja e fomos caminhando até os fundos da casa. No caminho Pietro começou a me elogiar, eu estava vestida com um short de linho branco e uma minúscula calcinha por debaixo, uma blusa azul de malha, onde meus volumosos seios apontavam para o horizonte e Pietro falava comigo, olhando todo o meu corpo e seus olhos paravam nos meios seios, isso já estava me deixando excitada, pois tenho uma puta tesão quando beijam e acariciam os meus peitos; foi quando ele passou a sua mão pelo meu pescoço e suavemente acariciou meu seio do lado direito. Também pude perceber por debaixo da bermuda dele, aquela volumosa piroca, que de tão dura, parecia querer saltar da roupa. Ele olhou para os lados não vinha ninguém e me conduziu a um pequeno quarto, onde servia como despensa, entramos e ele fechou a porta e me puxou violentamente de encontro aos seus peitos e me beijou demoradamente, não perdi tempo, apalpei aquele imenso cacete, fui logo descolando o velcro que fechava
12

a sua bermuda e para minha surpresa ele estava sem cueca, abaixei-me e paguei um demorado boquete, chupando incansadamente toda aquela pica, quando ele tirou a minha blusa e os meus seios rijos foram apertados com certa violência do tipo que eu gosto, ele parecia conhecer há muito os meus desejos, depois ele me levantou e deixou aquela pica encostar no meu abdômen, começo a mamar e mordiscar os bicos dos meus seios me levando a loucura. Eu já estava muito excitada, topava o que desse e viesse, num brusco gesto ele me virou de costas, arriou o meu short, e começou a passar a pica na minha bundinha, eu arrebitava e arreganhava o máximo que podia, quando senti a cabeça enorme daquela pica na porta do meu cuzinho, não resisti, pedi para que ele colocasse bem devagarzinho aquela piroca no meu cuzinho, enquanto eu tocava incessantemente uma violenta e gostosa siririca, cada vez que o pau dele ia me penetrando, parecia que estava rasgando o meu cú, pois eu adoro sexo anal, fui iniciada com os meus 13 anos por um primo que na época tinha uns 17 anos, e preservei minha xotinha até os dezesseis anos, mas gostava mesmo era de ser penetrada por trás, do jeito que o Pietro fazia, quando ele colocou toda aquela pica no meu cuzinho, percebi um jato forte de esperma é um grito de prazer que eu estava proporcionando ao Pietro, também gozei, junto com aquele, ele encheu o meu cú de porra, aquele leite quentinho e maravilhoso como nunca tinha visto e sentido com alguém, quando ele tirou a pica do meu rabo, abaixei-me e abocanhei aquela piroca com toda voracidade, bebendo e sugando até a última gotinha. Logo em seguida a pica dele voltou a endurecer, sentei toda arreganhada na ponta de um velho balcão, e Pietro estocou-me com certa violência aquela pica na minha xotinha, quando senti uma mistura de dor e prazer, mas suportei quieta, queria sentir a cada instante a pressão e o vigor de todo aquele membro dentro de mim, não demorei e dei uma nova gozada, que parecia não ter fim, enquanto Pietro me fudia e mordia os meus seios do jeito que gosto que os homens façam comigo, eu chorava de prazer, já estava toda ardida, quando para o meu alívio o Pietro gozou dentro de mim, uma quantidade imensurável de esperma que corria pelas minhas coxas, que delícia! Quando de repente bateram a porta e foram abrindo era Mary e o branquelo do namorado dela de nome Rodrigo, nos pegou no flagra, fiquei nervosa, comecei a me arrumar e me disseram Fátima, calma não fique nervosa, viemos aqui para brincarmos a quatro, que tal? Rodrigo nos disse que tinha uma fantasia que era ver uma mulher chupar a xota da outra e se eu toparia, eu falei que tinha acabado de transar com o Pietro, se não se incomodassem, tudo bem toparam. Abri o máximo que pude as minhas pernas e Mary, caiu de boca na
13

minha xota, enquanto Rodrigo suspendia o vestido dela, abaixando a calcinha e me tendo a pica no cú da minha amiga, aquilo foi para mim uma nova descoberta, fiquei excitadíssima, não me contive gozei na boca da Fátima que sugava o interior da minha xaninha e passava a língua velozmente no meu clitóris me levando a loucura, parecia que ia morrer, de repente a minha amiga deu um grito o branquelo do namorado dela tinha uma pica descomunal de uns 30cm, que tinha acabado de enfiar todo aquele monstro no seu cuzinho, ela rebolava igual a uma louca, mas não abandonava a minha xaninha, enquanto isso Pietro estava com a pica na mão tocando uma suave punheta; Fátima vendo a piroca do Pietro, abandonou a minha xota e caiu de boca na pica do Pietro sem tirar a imensa piroca do branquelo , mamou vorazmente a piroca do Pietro e ao mesmo tempo apertava os culhões dele o Pietro gemia de prazer, de repente percebi que a Fátima tinha engasgado, no mesmo instante que Pietro deu uma gozada na boca da minha amiga e eu me masturbava vendo todo aquele maravilhoso cenário de putaria, nunca tinha tido uma experiência daquele tamanho, foram umas 02 horas de sexo, orgia e prazer, minhas pernas estavam tremulas, mas eu transbordava de prazer, foi a melhor e inesquecível festa da minha vida. Hoje eu e Fátima, trabalhamos no Rio de Janeiro, como “acompanhantes” concluímos o curso superior e espanhol; cada uma já comprou o seu apartamento e carro, estamos agora comprando juntas uma casa na Praia, nossos clientes são seletos, na maioria homens públicos, famosos jogadores de futebol, artistas, na maioria casados, que nos pagam por 02 horas de sexo em torno de U$200, nossa meta é trabalhar com sexo por mais 03 anos.

5 – A Empregada Doméstica;
Meu nome é Lúcia, tenho 36 anos, casada, afro descendente, 1,75cm; 115cm de quadril, tipo mulherão. Trabalho há 12
14

anos como doméstica, nos Jardins em São Paulo, sendo o meu patrão e amante o melhor homem que já tive na vida. Terminei o curso técnico de enfermagem, com os meus 22 anos de idade, trabalhei em uma clínica, no centro de São Paulo por 01 ano, depois fui demitida, pois não admitia o assedio de alguns médicos e pacientes, ficando desempregada por uns 10 meses, quando procurei uma agência de empregos e aceitei trabalhar como Doméstica, tendo sido direcionada para a Casa do Dr. Paulo e Dra. Cristiane, ambos profissionais de saúde e recém casados. Fiz a entrevista com o casal, nesse dia eu estava com uma calça comprida de brim branca e uma blusa com pequeno decote de cor azul claro, e comecei a perceber que o Dr. Paulo me olhava de forma diferente, mas achei que era normal, não me despertou qualquer maldade. Então conversamos sobre a regra e contrato de trabalho, pois teria que dormir no emprego, com folga aos domingos, o salário naquela época em torno de dois salários mínimos, para cozinhar e administrar o apartamento e fazer pequenas arrumações, pois as roupas eram lavadas em lavanderia e tinham uma faxineira para limpeza pesada que era realizada a cada dez dias; pois o apartamento possuía 04 quartos e dependências de empregada, onde seria o meu quarto. Isso aconteceu em uma quinta feira, me dispensaram naquela semana e comecei efetivamente a trabalhar na segunda feira seguinte. Lá chegando recebi 02 uniformes completos, composto de saia, blusa e sapatos, eles faziam questão que eu andasse uniformizada, apesar daquela saia justa, onde destacava a minha enorme bunda, modéstia a parte o meu corpo era invejável naquela época, ainda hoje desperto muito interesse nos machos. Meus patrões não tinham filhos e horários diferenciados, quando Dr. Paulo estava em casa, raramente também Dra Cristiane encontrava-se. Eu, ficava meio envergonhada ainda com um pouco de timidez, pois raro era o dia que o Dr. Paulo não elogiava o meu trabalho, minha culinária e no tom de “brincadeira” sempre dizia, Lúcia jamais conheci uma mulher com tamanha protuberância, se eu não fosse casado não me conteria em convidá-la para sair, eu dizia que isso Dr. Paulo, imagina Dra. Cristiane perceber ou souber disso! Ele soltava um largo sorriso, um dia vou te contar toda a verdade do nosso relacionamento. Essas brincadeiras e insinuações duraram uns dois anos aproximadamente, quando estávamos sozinhos, vez por outra, ele propositalmente, esbarrava na minha bunda, andava com minúsculo short dentro de casa, ele sempre foi um homem atraente, eu me segurava. Um dia lhe disse que estava namorando um rapaz da minha idade, e talvez fosse casar com ele, o Dr. Paulo, se fechou e mudou radicalmente o seu comportamento para comigo, pois Dr. Paulo era apenas uns sete anos mais velhos do que eu, percebi que ele
15

não gostou da noticia, e sempre criticava o meu namorado, implicava comigo,fiquei com esse rapaz uns seis meses, um belo dia falei para os meus patrões que havia acabado o namoro, notei o semblante de felicidade do meu patrão. Na semana seguinte, minha patroa foi a Buenos Aires, participar de um congresso a trabalho e ficaria uns 08 dias por lá; apesar de ser costumeiro eles as vezes viajam juntos outras vezes não. Meu patrão levou a Dra. Cristiane ao aeroporto voltou para casa, lhe preparei uma salada mista e medalhões de filé mignon ele adora, quando coloquei os pratos a mesa ele deu pulos de alegria e me disse que após o almoço iria me confessar um segredo, fiquei ansiosa. Almoçamos e ele me relembrou, dizendo: lembra que te disse que um dia te falarei do meu relacionamento? Honestamente eu não me lembrava, pois já estava trabalhando há quase três anos, era como se fosse uma pessoa da família, percebia sim os olhares insinuantes do Dr. Paulo. Foi quando ele me surpreendeu, dizendo que o casamento deles era somente por aparência, pois Dra. Cristiane era bem mais velha do que ele e apesar de ser uma boa pessoa não tinha grandes atrativos femininos que lhe despertasse alguma tesão; ele me confessou que era apaixonado por negras, principalmente iguais a mim, tipo mulherão e me puxou agarrando firmemente a minha bunda e dizendo que faria tudo para que eu fosse a sua amante que lhe faria o homem mais feliz do mundo, dei um leve empurrão e o indaguei Dr. Paulo, o Sr. Está louco, sempre brincou comigo, me respeitou e agora está me querendo como mulher! Ele disse sim, não suporto mais tê-la ao meu lado sem poder tocá-la, acariciá-la, te fazer mulher de verdade; e voltou a me puxar firmemente de encontro ao seu corpo me abraçando por alguns longos minutos e me disse largue tudo e vamos tomar banho eu ainda resisti por alguns segundos, mas no fundo eu também queria o Dr. Paulo como o meu homem e fomos para o banheiro, quando ele me confessou que inúmeras vezes tinha se masturbado imaginando possuindo a minha bunda e penetrando toda aquela pica no meu rabo e me confessou quanto tempo frustramos os nossos desejos. Tiramos a roupa e fomos para a banheira de hidromassagem, ele pegou a minha mão e me fez segurar a sua pica com aquele cabeção vermelho e latejante, enquanto me beijava ardentemente, me pediu para ficar agachada na borda da hidro e arreganhasse a minha bunda o máximo que pudesse,, quando começou a penetrar um dedo no meu cuzinho, depois dois dedos, até enfiar quatro dedos no meu cuzinho, ficando assim bastante dilatado e imediatamente enfiou toda a língua naquele buraquinho e gemia de prazer, chupou o meu cuzinho, vez por outra a minha xota e mordiscava por detrás o meu grelinho, eu não parava de gozar, quando ele com aquela pica endurecida parecendo que iria explodir de
16

tesão, me disse Lucinha me espera um pouquinho, saiu da hidro se enrolou na toalha e foi ao quarto ao voltar trouxe um vibrador no formato de um pênis de aproximadamente uns 35cm, me perguntou se eu gostaria de brincar com aquilo eu não conhecia ao vivo só em filmes e disse claro, se for para te dar e ter prazer tudo bem. Ele passou um creme naquele picão de borracha, pediu para que eu enfiasse bem devagarzinho tudo aquilo na minha xotinha, eu sentei-me a beira da hidro, arreganhei a xaninha e ele em pé de frente para mim , se masturbando enquanto eu enfiava aos poucos aquela pica de borracha na minha xota, até conseguir colocar tudo ele ficou louco e pediu que eu levantasse, sem tirar o vibrador da minha ardida xaninha e virasse o meu cuzão para ele fiz imediatamente, foi quando ele apontou aquela piroca não muito grande uns 17 cm, mas muito grossa, foi rasgando o meu cu, percebi que ele foi penetrando e gozando e eu, me masturbando com aquele enorme picão de borracha, gozei muitas vezes, minha xotinha parecia que estava acabada ardia muito mas eu nem ligava queria era dar e ter prazer, Paulo, já o chamava assim gozou umas quatro vezes e, eu perdi a conta . A partir daquela data, transávamos quase todos os dias, nunca tive relações sexuais com um homem tão gostoso o elegi meu amante, sou fiel a ele e convivemos harmoniosamente, meus patrões adotaram um menino afro descendente que está com 03 anos e para a minha felicidade me convidaram para ser a madrinha, quanta felicidade amo esse menino, como meu filho. Desconfio que a Dra. Cristiane saiba do nosso relacionamento, mas mantemos total discrição. Essa é a minha louca história.

6 – Meu cachorro, meu amante

17

Meu nome e Paula, tenho 19 anos, 1,73cm, morena clara, corpo bem distribuído e proporcional, filha única de um casal maravilhoso, políticos na minha região do interior do Estado do Rio de Janeiro. Confesso meu dobermann é melhor do que muitos homens que conheci. Pois a minha primeira experiência sexual, aconteceu quando eu tinha 13 anos, com um colega que na época tinha 15 anos, foi horrível. Eu estava sozinha na minha casa meus pais tinham ido a Brasília, resolver assuntos políticos da minha cidade, e a nossa empregada saiu por volta das 18:00h se despediu de mim e foi para a sua casa que fica numa suíte construída pelo meu pai nos fundos da nossa casa, me dizendo se precisasse de alguma coisa, bastava apenas tocar a campainha, pois temos uma comunicação direta e lá se foi. Por volta das 19:00h, meu colega Júlio entrou no site de conversação do meu computador e perguntou se poderia me fazer uma visita, pois ele morava na mesma rua e meus país e Lurdinha, conheciam bem o meu colega, eu disse sim, pode vir, vou preparar uns hambúrgueres e sucos para nós. Não tardou Júlio chegou, mandei ele entrar e sentar-se no sofá da sala, enquanto eu iria tomar banho; ele pediu para ir para o chat no meu computador, enquanto eu tomaria banho, eu disse sem problemas, fique a vontade e fui para o banho. Coloquei um vestido amarelo claro curto só de calcinha, e voltei para a sala, percebi que o Júlio me deu aquela tirada, mas fiz que não entendi. Foi quando ele acessou no computador um site pornô e me mostrou um negro super forte com uma pica de uns 30 cm, penetrando no cuzinho de uma ninfeta com aparência de uns 15 anos, enquanto ela gemia de dor e o negro penetrava aquela monstruosidade sem piedade alargando aquele anelzinho rosado, ela gemia e ele empurrava aquela imensa piroca, quando notei que todo aquele membro estava cravado naquela linda e rosada bundinha, enquanto a ninfeta demonstrava uma feição de dor, prazer e satisfação; de repente o negro retirou a pica do cú da menina e deu uma gozada pelo rosto daquela menina, era tanto leite, que parecia uma cachoeira de “porra”, foi quando Júlio me perguntou o que eu achava, eu lhe disse que nunca tinha visto nem tido qualquer experiência sexual, pois a minha mãe não me dava tréguas e me vigiava todo o tempo, que aquela era a primeira vez que ficava sozinha em casa, Júlio começou a acariciar o meu pescoço e minhas coxas, quando sem eu esperar me largou um beijo na boca, que me levou aos céus e pediu para mim tirar a calcinha, que estava super molhada, meio envergonhada, abaixei a calcinha até os joelhos enquanto ele acariciava a minha xotinha e sutilmente me virou de bruços, ressaltando a minha bunda e começou a beijá-la, vez por outra passava a língua na meu cuzinho e na minha xaninha, quando também abaixou a bermuda e virei o rosto para o lado e vislumbrei aquela piroca pouco
18

menor do que daquele negro do filme pornô, mas bem grossa e grande, Júlio sussurrando ao meu ouvido me pediu para botar só a cabecinha no meu cuzinho, que não haveria problema algum, pois não me engravidaria e eu continuava virgem com a minha bocetinha intacta eu disse tudo bem, será que não vai doer ele me garantiu que não; foi quando me posicionei com a testa no braço do sofá e coloquei uma almofada por debaixo da minha xotinha, levantando bem aquele meu rabo, sem modéstia grade e bonito, quando Júlio afastou as minhas nádegas e deu um beijo molhado no meu cuzinho e apontou aquela grossa e grande piroca na portinha do meu cuzinho e de uma só vez, enfiou tudo aquilo dentro de mim, gritei e chorei de dor, até sangrou um pouco, afinal ele tinha me rasgado, tirado o cabaço do meu cú, sorte minha que ele gozou rápido e tirou a pica, eu não gozei e sai correndo para o banheiro, entrei debaixo do chuveiro e fiquei me limpando e banhando por uns 10 minutos, como ardia o meu cuzinho, que horrível tudo aquilo ele foi muito bruto comigo, depois meio chateada voltei para a sala ficamos uns 30 minutos, eu falava pouco e ele percebeu que aquela transa não foi legal e me disse que estava com dor de cabeça e precisava ir embora, dei graças a Deus, abri a porta e me despedi de Júlio, desliguei o computador e fui para a cama, aquela cena não saia da minha mente, comecei a pensar será que toda transa será daquela forma e foi ruim só porque foi anal, me questionava será que o sexo vaginal seria melhor ou tudo é igual! Fiquei uns 06 meses, só pensando nessa transa, quando na escola um garoto de nome Rodrigo, me convidou para irmos a uma micareta que aconteceria na nossa cidade no sábado daquela semana do mês de maio de 2002 eu já estava com 14 anos, falei com ele que falaria com os meus pais e depois ligaria para ele ou passaria e-mail, ele disse ok, fico aguardando, como o clube ficava apenas uns 500 metros da minha casa, minha me pediu cuidado e que eu poderia ir, mas para não voltar muito tarde e para o Rodrigo me trazer em casa, pois as nossas famílias se conheciam desde que os meus pais eram solteiros. Mandei um e-mail para o Rodrigo e marcamos na porta do clube, coloquei uma calça jeans e uma blusinha de malha, sandália de saltinho baixo, estava muito alinhada, e fui ao encontro da minha nova paquera o Rodrigo, aguardei por uns 10 minutos, quando ele chegou no Moto Honda, amarela muito bonita e me disse que iria rapidinho em casa guardar a moto e voltaria, me perguntando se eu queria ir até lá com ele, eu falei, vou sim, melhor do que ficar aqui esperando; montei na moto e ele saiu em disparada, chegamos na sua casa, entramos não tinha ninguém lá, fui para a sala ele me trouxe um suco de abacaxi e foi tomar banho, de repente quem surge com uma toalha amarrada na cintura o Rodrigo e propositalmente deixou aquele objeto cair na minha frente, e pude ver
19

aquela negra pentelhada e aquela piroca super dura, não era muito grande quanto a do Júlio, mas parecia mas grossa, ele me perguntou estou bonito? Eu disse, lindo, foi quando ele me pediu para dar um beijinho na cabeça da piroca, eu disse agora! Ele falou sim somente unzinho, eu me abaixei abri a boca e deixei aquela pica entrar na minha boca, vez por outra me dava uma ânsia de vomito, não tinha nenhuma experiência em mamar uma pica ou pagar um boquete, quando ele me puxou pelos cabelos indo e vindo a sua pica na minha boca, que deliciaaaaaaaa, pensava eu. Ficamos brincando algum tempo, depois ele me beijou, abaixou o meu jeans, e começou vorazmente a chupar a minha xotinha e mordiscar todo o meu grelinho, me levando a loucura, eu estava muito molhada e excitada, já não agüentava mais, então falei Rodrigo quero ser sua mulher me fode, quero sentir esse pica toda na minha xaninha, quero que você me coma e tire o meu cabaço que guardei para um homem especial, acho que encontrei. Ele parou e me perguntou se eu tomava remédio anticoncepcional eu disse não, então por precaução ele colocou uma camisinha na piroca e penetrou na minha xotinha, para minha surpresa, apesar de não sentir quase dor alguma, pois a minha xota, estava super lubrificada, ele foi metendo e gozando e logo em seguida a pica dele amoleceu e eu fiquei na mão, também não gozei. Fiquei triste, comecei a pensar que o problema fosse meu, que jamais sentiria o prazer de gozar; pois as duas vezes que tive uma experiência sexual não consegui gozar, começava a me preocupar; pois ainda não sentido qualquer orgasmo na minha vida. Bem ele voltou ao banho se arrumou fomos para a Micareta, dançamos das 20:00 até as 23:30 minutos e fui para a minha casa super triste, ainda sai com o Rodrigo umas duas vezes, não transamos mais, e descobri que o problema não era meu, foi azar meu com os parceiros que escolhi, pois quando me masturbava gozava muito, só queria sentir o gozo com um pênis dentro de mim. Fiquei mais uns 02 anos sem namorado ou qualquer outra transa. Na minha casa eu tinha um casal de dobermann, ele com uns 05 anos ela com 03 anos, um dia estava estudando na varanda, quando olhei o meu cão com aquela piroca estranha grossa e muito vermelha, que estava muito dura e ele impaciente atrás da cadela, quando de repente ele trepou na cadela e se virou como se ficasse bunda com bunda, mas com aquela pica toda enfiada na cadela. Foi quando fechei os livros e fiquei observando a transa dos meus cães, demoraram muito mais do que eu nas minhas aventuras sexuais; todo aquele cenário começava a fantasiar na minha mente uma transa com o meu cão, algumas vezes me masturbei pensando naquela piroca enfiada na minha buceta. Uma tarde de domingo, meus pais foram para a igreja, Lurdinha tinha saído
20

esta só em casa. Chamei meu cão, cheia de más ou boas intenções, comecei a brincar com ele, vez por outra acariciava a sua pica que começara a despontar, fiquei de sacanagem com ele, quando peguei e apertei levemente aquela piroca, ele deixou e deitou no chão de barriga para cima, com aquela pica dura, começamos a rolar pelo chão e de repente comecei a chupar aquela piroca ele ficou quieto e deixava que eu chupasse aquilo tudo, quando me ajeitei e fui enfiando devagarzinho aquela piroca na minha xotinha, e o meu cachorro quietinho, e a pica não abaixava, fui colocando-a aos poucos quando percebi estava sentada com aquele pau todo enfiado em mim, comecei a mexer aos poucos e fui acelerando, quando de repente senti algo melado dentro de mim e junto comecei a gozar de verdade, que foi intenso e duradouro, gozei umas quatro vezes e meu cachorro duas. Que trepada literalmente animal, depois desse dia descobri que era melhor fuder com o meu cão de que com muitos babacas e homens que existem por ai, transo de duas a três vezes por semana com o meu cão, o ensinei antes de meter a me chupar, dou algumas gozadas antes de ser penetrada, agora o meu cachorro já sabe quando quero transar com ele, me arreganho no sofá sem calcinha ele já vem me chupar, depois me posiciono de quatro ele trepa e me enfia aquela piroca toda na xotinha e vez por outra deixo ele me penetrar no cuzinho. Por enquanto não penso em homem. Hoje meu homem e amante é o meu cão.

7 - Minha vida na fazenda

21

Meu nome é Pedro, tenho 32 anos de idade, nasci, cresci e trabalho em uma fazenda no interior paulista, hoje não sou mais peão nem trabalhador braçal, sou um administrador-gerente. Meus pais sempre trabalharam e viveram na zona rural de Piracicaba, interior do Estado de São Paulo. Comecei a freqüentar a escola com 10 anos e conclui a faculdade de administração de empresas no ano de 2006, mas continuo a trabalhar e morar com meus pais na área rural. O dono da fazenda, Sr. Luiz é um dos maiores produtores rural do interior paulista, casado pela terceira vez com a Sra Lúcia, ele com 77 anos ela 38 anos, dessa relação nasceu uma linda menina de nome Pryscila, hoje com 06 anos tendo ao todo 03 filhas, Francineide e Lourdes do primeiro casamento; no segundo matrimonio o meu patrão não teve filhos. Desde 2001, que eu tenho relações intimas com a minha “patroa”, ela me confessa que a Pryscila é minha filha, apesar de ter alguns traços meus, fico meio desconfiado, mas é possível. Nossa relação começou no mês de janeiro de 2001, meu patrão foi a um leilão de gados da marca nelore em outra cidade do interior; nesse dia a sua esposa, disse que não poderia acompanhá-lo, pois não estava se sentindo bem, isto aconteceu em uma 5ª feira dos primeiros dias de janeiro. Na sexta feira seguinte, ela me pediu para acompanhá-la ao centro da cidade, pois iria fazer alguns pagamentos e compras; até então nada desconfiei, Lúcia mulher exuberante, séria autoritária, pois os negócios da fazenda são tocados e muito bem administrados por ela. Partimos ela dirigindo o seu Honda Civic, eu no banco do carona; pois naquela ocasião eu estava terminando a faculdade de administração e ainda não sabia dirigir. Lúcia vestida com uma justa e linda calça de couro, botas e jaqueta, ela adora esse tipo de vestuário, ao entrar no carro me perguntou se a roupa estava bem em mim, fiquei surpreso, ela jamais me dava essa confiança, eu dei um sorriso e balancei a cabeça positivamente. Chegamos à cidade umas duas horas depois, fomos ao banco, ela fez os pagamentos e depois fomos a um shopping, onde ela me disse que queria me presentear com a mudança do meu guarda roupas, para eu ficar a vontade e escolher o que quisesse, fiquei pasmado, pois possuía apenas 02 pares de sapatos e um tênis, duas calças jeans e algumas camisas tipo pólo que estavam bem surradas. Meio sem graça, escolhi algumas roupas, dois tênis, as sungas tipo de cuecas, ela me orientou na compra e me presenteou com 08 peças e dois calções de seda para dormir, ela gastou quase R$1000,00 comigo, por volta das 14:00h ela me convidou para o almoço e fomos para uma churrascaria, sentamos à uma mesa em um ambiente reservado e discreto, ela me perguntou o que eu queria para beber, pedi um chopp ela uma caipirinha e depois um chopp, os garçons começaram a servir, aquela variedade de carnes e assados, tomamos uns 03 chopps. Em
22

determinado momento ela segurou as minhas mãos firmemente olhando dentro dos meus olhos me confessou Pedro eu Te Amo, quero você todo para mim; será que você nunca percebeu que eu sempre te olhei de forma diferenciada dos demais empregados da fazenda? Eu, nada respondi fiquei paralisado. E senti um desejo tão forte por aquela mulher, sensação essa que jamais teria sentido por mulher alguma. Ela pediu a conta pagou a despesa e me convidou para irmos a um motel, para ficarmos somente um pouquinho juntos se eu gostaria de estar com ela, novamente monossilabicamente, disse sim. Saímos da churrascaria percorremos uns 10 quilômetros e entramos em um motel, ela pediu a melhor suíte, a atendente lhe entregou as chaves e fomos em direção a nossa alcova. Lá chegando naquele ambiente luxuoso, com uma cascata sobre a piscina, espelhos e decorações que jamais tinha presenciado na minha vida. Ela abriu o frigobar retirou uma cerveja, abriu colocou em dois copos, bebeu um gole, me puxou contra o seu peito, me beijou ardorosamente e depois docemente me falou tire a roupa e vamos juntos tomar banho, enquanto ela retirava aquelas roupas do seu contornado corpo; Lúcia se cuidava muito, na fazenda ela tinha uma mini academia, enquanto ela caminhava para o banho eu olhava de soslaio aquela empinada e maravilhosa bunda, Lúcia uma mulher de 1,60cm com aproximadamente uns 60kg, bem distribuídos, quadris largos, seios volumosos, um mulherão, de repente ela me chamou Pedro estou te aguardando, então caminhei até ao banheiro entrei no Box, já com a piroca super latejante e muito rígida, quando ela começou a me ensaboar e ao pegar na minha pica apertou e me disse eu quero tudo isso dentro de mim. Abaixou-se sutilmente e começou a chupar a minha pica com uma vontade de quem gosta de fuder, colocou a minha piroca toda na boca, vez por outra tinha ânsia de engasgo, mas como Lúcia chupava uma pica, como nunca, ninguém mamou tão gostoso o meu pênis; eu estava subindo pelas paredes. Acabamos de tomar banho e fomos para o quarto nus e abraçados, quando ela me jogou sobre a cama e deixou o seu corpo cair sobre o meu. Sussurrando ao meu ouvido Lúcia me confessou que teve alguns homens na sua vida; mas jamais um macho como eu, fiquei vaidoso e mais excitado com aquelas palavras e me disse que a partir daquele dia eu seria o seu amante e iria me fazer o homem mais feliz do mundo. Quando ela começou a beijar o meu rosto, mordiscar a minha orelha, esfregando incansavelmente aquela xana coberta por pelos negros e densos e eu percebia que ela estava toda molhada, quando de repente a minha grossa piroca escorregou e penetrou naquela apertada e profunda xota, parecia que há muito não sentia o prazer da penetração de uma piroca dura. Lúcia deu um “berro” de prazer, parecia uma cobra sobre a minha piroca, ela se contorcia de prazer e não parava de
23

gozar, debruçou-se sobre o meu peito e beijou-me ardentemente, mas sem tirar a pica de dentro daquela grota quente e molhada e confessando que há muitos anos que não havia gozando tanto na sua vida, quando eu já não suportando de tanta excitação dei uma gozada como nunca, enchi aquele “bucetão” de leite quente e consistente, afinal estava atrasado, no interior não tem tanta facilidade de mulher como nas grandes capitais, já havia uns 02 meses que não dava umazinha e de repente me vejo frente a frente com Lúcia, aquele mulherão desejado por muitos. Minha piroca começou a amolecer, afinal não sou de ferro; Lúcia sem titubear, pegou a minha pica começava a me masturbar e colocava a cabeça da minha piroca a boca, incessantemente em alguns segundos a pica estava dura e rígida de novo, Lúcia me dizia, que aquilo que era uma piroca de verdade, não aquele pudim que tinha em casa, pois com o Luiz seu marido, só havia vez por outra sexo oral, ela só gozava sendo chupada por ele, ela mamava aquela pica e, quase sempre Luiz gozava de pau mole, cena deprimente para uma mulher fogosa como eu. Lúcia não perdeu tempo virou para mim aquela linda bunda morena, arredondada, lisa e quase perfeita e palmeou a minha piroca e apontou para o seu cuzinho, jogando para trás todo aquele “maravilhoso rabo”, rebolando levemente, enquanto a minha pica aos poucos estocava aquele apertado e delicioso cuzinho; enquanto Lúcia se masturbava e gemia baixinho, demonstrando todo o prazer de ter a minha piroca dentro dela. Dessa vez fiquei alguns minutos com a pica cravada naquele cú, quando ela já saciada de prazer me implorou para que eu gozasse, pois já não estava aquentando mais aquela pica no seu cuzinho, me dizia que ardia muito, mas estava muito gostoso, então comecei o vai e vem um pouco mais forte de dei uma maravilhosa gozada juntinho com Lúcia; meu pau amoleceu logo e cai para o lado da cama igualmente Lúcia,. Observei o seu rosto e olhos de felicidades, Lúcia estava muito feliz; depois de alguns minutos relaxando, fomos tomar banho e Lúcia me confessou que tanto a sua xaninha e o seu cuzinho estavam todos ardidos, mas ela estava realizada e feliz como mulher. Tomamos banhos, mudamos a roupa ela pediu e pagou a conta e fomos embora; no caminho ela não cansava de me elogiar e dizer que eu fui o melhor homem da sua vida e gostaria de manter uma vida dupla comigo e Luiz, seu eu aceitaria essa proposta, não pensei duas vezes respondi “Sim” imediatamente, pois eu não fui coagido a nada a nossa relação fluiu naturalmente. Estamos juntos há mais de 07 anos, acho até que o meu patrão desconfia da nossa relação, mas nada percebi nem mudou na nossa relação comercial até hoje; terminei a minha faculdade de administração e me especializei em administrador rural, por incentivo

24

de Lúcia. Nunca trai minha patroa-amante, amo de paixão essa mulher e pretendo manter essa relação até quando Deus quiser.

8 – A Secretária

25

Olá meu nome é Simone, tenho 29 anos, separada judicialmente, carioca, advogada militante. Minha vida sexual começou, quando eu tinha 18 anos, no meu primeiro emprego. Por intermédio de um colega do meu pai, fui apresentada ao Dr. Fonseca, respeitável advogado, na militância do Rio de Janeiro, ele na época com 35 anos, casado e pai de uma linda menina de nome Carla. Comecei a trabalhar no mês de Fevereiro de 1997, o escritório estava situado na Av. Rio Branco, Centro Comercial e Financeiro do Rio de Janeiro, era um grupo composto por 04 grandes salas e a minha sala ficava anexa a sala do Dr. Fonseca, pois quase sempre nos comunicávamos por interfone. Dr. Fonseca, homem sério, raramente sorria, não gostava de brincadeiras, aquelas costumeiras em um ambiente de trabalho. Meu horário era das 9:00h às 17:00h, de segunda a sexta feira. No início eu apenas atendia telefone e servia cafezinho ao Dr. Fonseca, Dr. Pedro e Dra. Lúcia, advogados do escritório; mas durou pouco tempo, uns 07 meses talvez. No final de 1997, passei no vestibular para a faculdade de direito, quando Dr. Fonseca tomou conhecimento da minha aprovação no vestibular, me transferiu para o contencioso do escritório, para que eu fosse me familiarizando com o linguajar e procedimentos jurídicos, fiquei muito alegre e agradecida. Em março de 1998, no dia 05, data do meu aniversário, saímos do escritório e pela primeira vez conseguimos reunir todos os advogados, funcionários e especialmente o Dr. Fonseca, para um jantar em um requintado restaurante no Centro do Rio de Janeiro. Bebemos vinhos, chopps, licores etc; eu na condição de aniversariante, estava bastante esfuziante e um pouquinho alcoolizada, mas nada que comprometesse a minha postura e dignidade, por volta das 23 horas, saímos do restaurante, nos despedimos a porta e para a minha surpresa o Dr. Fonseca, se prontificou a levar-me para a minha casa, eu aceitei. Ele muito gentil, como sempre, abriu a porta para mim e assentei-me ao seu lado naquela luxuosa Mercedes C-280, preto, carro que eu jamais sonhara um dia poder andar. Fomos conversando e ele me perguntou como eu me sentia com os meus dezenove anos; eu respondi que estava muito feliz, não por completo, pois havia acabado um namoro com um rapaz que eu gostava demasiadamente, ele me disse para mim não ficar assim pois eu era muito nova e outras pessoas certamente eu iria conhecê-la e rapidamente encontraria alguém para preencher o vazio do meu coração, dei um sorriso maroto, quando Dr. Fonseca me perguntou se eu estava com pressa e gostaria de estender a noite em um lugar especial, eu disse que por mim tudo bem, quando ele pela primeira vez me confessou que estava com o seu casamento em crise e a sua esposa com a filha tinha ido para a casa dos pais e por lá
26

ficariam uns 06 dias e ele estava solteiro. Suavemente ele descansou a sua mão direita sobre a minha perna, pois eu estava vestida com um conjunto de saia e blusa de linho cor bege, que sentada a saia subiu um pouco, quando de repente observei que estava no Aterro do Flamengo em direção a Zona Sul do Rio de Janeiro, rapidamente chegamos na Av. Atlântica na orla de Copacabana, quando ele me falou se haveria algum problema em irmos ao um piano bar no hotel Sheraton, na subida de São Conrado, eu falei tudo bem. Lá chegando, fomos conduzidos a boate do hotel, que era luxo só, sentamos a mesa, o maitre nos apresentou a carta de vinhos, então escolhemos uma garrafa de vinho que não lembro a marca, sei que era chileno. Dr. Fonseca, com muito carinho e cavalheirismo, começou a alisar os meus cabelos, acariciar o meu rosto, de repente aproximou seus lábios dos meus e nos beijamos ardentemente, foi o melhor beijo da minha vida, pareço sentir o gosto até hoje. Ficamos algumas horas na boate, dançamos, nos beijamos, nos acarinhamos, quando subimos para a suíte do hotel, que ficava posicionada de frente para o mar e, era uma noite de lua cheia, e havia um luar lindo, parecia que a lua era a única cúmplice do nosso amor. Eu disse Dr. Fonseca, eu jamais imaginaria esse momento aqui nesse lugar com o senhor; quando ele me retrucou “senhor está no céu” de hoje em diante gostaria que você me chamasse de Álvaro, que era o seu pré nome, em qualquer lugar, até porque além da nossa intimidade, em breve você será a minha colega de profissão. Comei a chamá-lo de meu amor, ele ficou irradiante e voltamos a nos beijar, quando começou a tirar a minha blusa ao mesmo tempo me acariciando e beijando o meu pescoço e ombros, logo em seguida retirou também o meu sutiã, abaixou-se e começou a beijar os meus volumosos seios e mordiscar os bicos, que estavam duros, demonstrando muita excitação, ele chupava com tanto prazer os meus seios que eu estava quase gozando, jamais um homem tinha me tocado daquele jeito. Após todas essas preliminares, fui ao banheiro tomar banho, enquanto eu olhava pela porta entre aberta e pude vislumbrar o Álvaro somente de sunga sobre a cama, onde deixava transparecer aquele volume, que guarnecia o seu membro rígido. Acabei de tomar banho, e o Álvaro dirigiu-se ao banheiro, com aquele roupão atoalhado, colocando-o sobre as minhas costas e foi tomar banho. Eu estava subindo pelas paredes apesar do Álvaro ter quase 40 anos era um homem muito atraente, corpo médio, com aquela barriguinha, já querendo ficar saliente o que me deixa muito excitada, além de todo o cuidado e carinho que demonstrava para comigo. Apaguei a luz do espelho e deixei apenas o luar iluminar o nosso ninho de amor. Chegou a cama o meu homem, começamos a conversar e ele me confessou que desde que eu fui contratada pelo escritório, que não saia
27

da sua cabeça, mas ficava retraído pela nossa diferença de idade e por ser amigo do meu pai, isso para ele era um complicador, mas sempre me admirou como mulher. E foi Deus, que programou aquele jantar, disse ele, só assim haveria uma melhor proximidade e seria a oportunidade que ele teria para confessar o seu sentimento por mim e voltou a me beijar e acariciar, de repente foi beijando os meus seios, minha barriga, minha virilha, afastando as minhas pernas e começou a beijar a minha xotinha, que estava super lubrificada, nunca fui chupada daquele jeito, que prática, que carinho, que paciência, ele sabia tocar nos pontos certos, não resisti gozei muito, me contorcia de prazer enquanto ele chupava e bebia o meu gozo, não cansava de me chupar, eu estava extasiada. Ele virou-me de lado e começou a beijar a minha bundinha, afastando as minhas popas e passando levemente a língua no meu cuzinho e mordiscava a minha bunda, que delicia eu sussurrava, depois começou a beijar as minhas costas, quando percebi algo duro e latejante na portinha do meu cuzinho, forçando para entrar, eu nunca tinha tido experiência anal, ouvia as minhas amigas dizer que era legal, aproveitei a oportunidade e me fiz de desentendida, quando senti a primeira estocada, logo em seguida outra, ardia muito, mas estava muito gostoso, sensação diferente, que jamais eu tinha sentido na vida, quando percebi que ele tinha colocado toda aquela piroca na minha bunda e perguntou se estava bom eu disse que estava excelente, para ele não tirar que eu estava gozando, quando dei um grito de prazer e rebolava incansavelmente sobre aquela pica, dei umas três gozadas com aquele pau todo no meu cú. Álvaro muito experiente ainda não tinha gozado, levantei tomei um gole de vinho, fui ao banheiro fiz a minha assepsia e voltei rapidamente para a cama, não perdi tempo, coloquei na boca aquela pica não muito grande, mas bastante grossa e dura, lambia aquele cabeção e acariciava os seus testículos que estavam duros de tanto esperma, vez por outra descia lambendo sua pica até os testículos foi quando ele ficou louco de prazer e pediu para que eu colocasse novamente a pica na boca, o que fiz imediatamente, de repente senti um jato de esperma na minha garganta que quase me afogou, me forçando a beber aquilo tudo, mamei não desperdicei uma só gota, bebi toda aquela esperma, eu adorei beber aquele leite grosso e quente para mim uma boa mamada é melhor do que uma trepada. Depois dessa gozada do Álvaro, caímos para o lado, ele acendeu um cigarro e me confessou que poucas mulheres ou talvez a única mulher que tinha lhe dado tanto prazer indescritível e incomparável; que me queria como mulher, mas de uma forma discreta, pois a nossa relação não interessaria a ninguém e somente a nós, se eu topava daquele dia em diante ser a sua mulher de verdade, eu parei alguns instantes e começou a rolar algumas lágrimas
28

pelo meu rosto, sem que eu o percebesse de forma cavalheiristicamente, enxugou aquelas lágrimas e me disse para eu esquecer aquela proposta, quando eu falei do coração que também o queria como homem, mas não era legal o que eu estava fazendo com a família dele; quando ele também parou e pensou e me disse que o seu casamento estava acabado há muito tempo; que não mais falaríamos no assunto até que ele se separasse, que era questão de alguns meses. Eu disse será que te magoei! Ele falou não, você foi honesta e sincera, como as poucas mulheres que conheci. Quando olhamos o relógio já se passavam das 05:00h, ele me convidou para dormir, pois no outro dia era um feriado não haveria trabalho para nós, eu só pedi para ligar para casa e avisar aos meus pais que estava na casa de uma amiga, para tranqüilizá-los, liguei e falei com a minha mãe, então fiquei mais tranqüila, dormimos e ao acordar por volta das 09:00h, me deparei com uma braçada de flores e um belo café da manhã, que o Álvaro e a recepção do hotel tinham preparado, levantei da cama fui ao banho, abracei e beijei o Álvaro, agradecendo tudo aquilo, tomamos o café, nos arrumamos e fomos embora, esse meu aniversário será inesquecível. Cheguei em casa minha mãe me abraçou me desejando novamente um feliz aniversário e eu confessei que tive um feliz aniversário. No outro dia cheguei para trabalhar normalmente às 09:00h como se nada tivesse acontecido, por volta das 11:00h, Dr. Fonseca chegou ao escritório, foi a minha sala e me desejou um bom dia, eu repliquei para o senhor também Dr. Fonseca, ele voltou e me questionou, esqueceu colega “Álvaro”, aquele gesto me deixou tão segura e feliz. Os meses se passaram e chegando agosto o Álvaro me chamou para irmos ao fórum, fui sem problema fazia parte do meu trabalho, quando juntos fomos a uma Vara de Família e o Álvaro, tirou uma cópia do processo da sentença de separação consensual, me mostrou e disse ainda tenho chances! Eu, disse sempre terá você é o homem que eu sonhei, no corredor do fórum ele me puxou pelos cabelos e me beijou, eu não esperava e disse você está louco Álvaro, ele falou louco por você. E, naquela mesma noite fomos jantar e terminamos a noite e um motel na Barra da Tijuca, onde fizemos amor a noite inteira, ficamos juntos por quase 06 anos, depois a nossa relação foi se desgastando e chegou ao fim. Mas confesso aprendi muito socialmente, profissionalmente e em especial sexualmente com o Álvaro, depois que terminei o nosso caso, no final de 2004. Logo depois conheci um Defensor Público, começamos a sair ele contava com 28 anos eu com 26, um ano depois casamos, ficamos casados por quase três anos, mas infelizmente nossa relação não deu certo e nós separamos consensualmente, e por ironia do destino cruzei
29

com o Álvaro nos corredores do fórum trabalhista no Rio de Janeiro, fomos jantar e depois voltamos lá naquele hotel da primeira vez, situado em São Conrado, e aquela mesma lua estava novamente parabenizando o nosso retorno, enfim conclui que o Álvaro é o homem da minha vida e insubstituível , estamos juntos até hoje. Ele no seu escritório eu no meu escritório e moramos em casas separadas e assim somos muito felizes. Esse é o meu caso de amor.

9 – Amor Bandido

30

Olá, meu nome é Vanessa, tenho 18 anos, adoro bailes funks desde os meus 15 anos, freqüento esses bailes em todos os lugares, das favelas ao asfalto. Minha primeira transa, foi no dia em que fiz dezesseis anos, falei com os meus país que iria comemorar o meu aniversário em uma famosa casa de festas junto com os meus amigos e no dia seguinte comemoraríamos em família, então eles me deram sinal verde, mandei vários emails e me comuniquei com a minha galera pelo MSN, durante toda a semana que antecedia o meu aniversário que nesse ano seria comemorado em um sábado. Fui ao Shopping, tomei um banho de lojas da cabeça aos pés, fiz uma escova progressiva, limpeza de pele, fiquei realmente uma gata ou talvez uma cachorra, sei lá.... Chegou o sábado fui ao encontro dos meus amigos no baile previamente agendado, só que eu estava metida numa micro saia vermelha, com a minha também micro calcinha atolada na minha bundinha e um top, onde deixava transparecer os meus pontiagudos seios, estava realmente sedutora, percebia pelos olhares dos meus amigos e das pessoas que estavam no baile. Apesar da minha menoridade, não tive problemas para comprar “ Red Bull” e algumas garrafas de Ice, afinal era o meu dia de princesa; o baile estava bombando, superlotado, quando comecei a dançar no meio do salão, de repente fizeram um circulo em minha volta e comecei a dançar sensualmente a dança do “Creu” , em todos os seus tempo, estava deixando a garotada louca de tesão, quando um menino de uns 19 anos aparentemente, cheio de cordões e pulseiras de ouro, com boné virado para trás, me pegou pelos braços e disse que queria falar comigo a sós, quando o circulo repentinamente se desfez, e fomos para um canto do salão ele me disse que era o dono daquela comunidade e pagava qualquer preço para que eu fosse a sua mulher naquela noite e quem sabe para sempre e falou o seu nome. Foi quando num lampejo de serenidade lembrei que aquele garoto era um traficante muito conhecido naquela região e as garotas disputavam esse menino, para conseguir status na área; foi quando eu pedi um tempo para pensar e que estava fazendo aniversário naquele dia, comemorando com os meus amigos, que não vi mais ninguém desde o momento que esse traficante se aproximou de mim, ele parecia que estava levemente drogado ou alcoolizado, me conduziu para detrás do palco onde o DJ, tocava a todo volume. Largou-me um demorado e gostoso beijo, quando comecei a acariciá-lo percebi na sua cintura algo estranho e lhe perguntei o que era aquilo ele levantou a camisa e me mostrou duas pistolas prateadas, mas que era apenas para a sua proteção pessoal e que naquele baile ele estava com uns 10 seguranças dele e da boca;
31

fiquei nervosa, apesar de morar próximo aquela comunidade e freqüentar bailes naquela e em outras comunidades, nunca tinha me aproximado de alguém como o “Lagartixa”, que era o seu apelido. Ele me acalmou e disse que queria transar comigo numa boa, depois eu poderia decidir se queria ou não ficar com ele. Fiquei meio sem opção e medo de dizer não e contrariá-lo. Voltamos a nos acariciar e ele me “convidou” para sairmos daquele local e irmos para a casa dele ou um motel, pois estava com o carro lá fora, me abraçou e saímos, todos me olhavam com olhares surpresos, a final eu fui a escolhida pelo cara da área. Quando cheguei na rua ele me apontou o seu carro, era um Toyota Corolla Prata, sem placa, cheirando a novo e tinha ao volante um garoto negro aparentando uns 19 anos, e falou para o meu “namorado”, essa é a princesa chefe!!! e o Lagartixa, falou é parceiro, sem papo. Ele abriu a porta traseira e sentamos no banco de trás, quando o motorista saiu em disparada, então pensei vou morrer e pior virgem. Percorremos uns 10 minutos entramos numa viela e paramos próximo a uma casa, descemos e o carro foi embora, entramos na casa que ele me disse ser dos seus pais; uma bela e confortável casa, que estava mobiliada com tudo que havia de melhor, eu nunca tinha entrado em uma casa com todo aquele luxo. Fomos para o quarto ele tirou da cintura as armas e guardou no armário e foi ao banheiro, logo me convidou para tomarmos banho juntos, eu me dirigi ao banheiro nua e fomos para o chuveiro, ele me esfregava as costas, me acariciava, pois estava muito excitado, acabamos de tomar banho e fomos para a cama, ele carinhosamente me beijava o pescoço, o rosto, quando percebi a penetração daquela pica na minha xota de uma só vez, dei um grito de dor, mas logo em seguida, relaxei e aquela dor foi passando e, de dor passou a prazer “Lagartixa” era um grande fudedor e amante, trepamos a noite quase toda, ele sempre preocupado em transar com camisinha e não se cansava de repetir, que havia encontrado o amor da sua vida; por volta das 03:00h de domingo, meu namorado fez uma ligação e pediu um taxi para que me levasse em casa, dizendo que infelizmente não poderia me acompanhar e presenteou-me com um Relógio Cartier e uma pulseira de ouro e disse que aquilo era só o início tendo descobrido em mim o verdadeiro e desinteressado amor; pedindo o número do meu celular e me ligaria no domingo a noite, nos beijamos entrei no taxi e fui para casa pensando em tudo aquilo que teria ocorrido, como eu iria falar com os meus amigos e os meus pais dessa relação e o pior que comecei a gostar do Lagartixa, incrível eu não me preocupei em perguntar o seu nome verdadeiro. No domingo pela manhã, levantei-me da cama e minha mãe veio me abraçar e me perguntou como foi a minha noite dos primeiros dezesseis anos; eu lhe disse que foi diferente e muito legal,
32

que ficaria marcado na minha vida e lhe mostrei o relógio e a pulseira e disse que foi os meus amigos que me deram de presente. Estava ansiosa aguardando a ligação do meu primeiro homem; nesse domingo fui almoçar com meus pais e minha irmã em uma churrascaria, conforme prometido,mas aquele homem não saía da minha mente, nem se quer um alô, fiquei triste e disse para mim mesma, fui mais uma na vida dele. Mas todo aquele filme se repetia a todo instante na minha mente, toda aquela gostosa loucura, aquele amor bandido, veio para ficar, eu queria transformar o Lagartixa num verdadeiro homem, apesar de bandido era um cavalheiro, tudo aconteceu de forma espontânea, mas talvez jamais voltasse a ver o meu namorado. Domingo estava chegando ao final, eu já sem qualquer esperança, quando de repente o telefone tocou por volta das 22:00h, alguém do outro lado da linha me disse Vanessa Eu Te Amo, Não consigo te esquecer um só minuto. Hoje não pude te ver como você sabe a minha vida é risco 24 horas e aqui na comunidade os vermes (polícia) estão no morro eu estou entocado(escondido), desde a última madrugada, logo depois que você saiu da minha casa o bicho pegou, aquele motorista que nos trouxe para o nosso ninho, morreu no confronto; mas com certeza, com fé em São Jorge, tudo vai terminar bem. Beijos do Lagartixa. Desliguei o telefone e fui para o meu quarto liguei o computador e fui trocar idéias com os meus amigos, que ficaram surpresos com o meu novo relacionamento, eu disse para me desculparem, mas tudo ocorreu tão rápido e inesperado, que na próxima semana eu iria dar uma forra, seria tudo por minha conta no baile. Fiquei umas duas horas na net, desliguei o micro e fui para a cama, pensando no meu amor doida para chegar o dia seguinte na esperança de poder encontrar o menino da minha vida. Acordei na segunda feira, por volta das 08:00h, como de praxe, tomei café e fui para o curso de espanhol, quando o meu celular tocou, atendi ansiosa e imediatamente, quando o meu amigo Lucas, nervoso me indagou se eu estava sabendo o que havia acontecido na comunidade, eu disse que estava por fora, quando me informou que o Lagartixa foi morto pela polícia com mais de 20 tiros, que o seu rosto estava todo deformado, gelei e fui perdendo as forças, sentei no meio fio da rua, não conseguindo processar nada, estava totalmente desconectada, pedia a todo instante para o meu amigo repetir e dizer que não era possível, que tudo não passava de uma brincadeira, fiquei assim uns dez minutos, até me refazer totalmente, foi quando avistei Sheila, minha amiga do curso, então lhe pedi para me levar para casa, pois estava mal. Chegando em casa o meu telefone não parava de tocar, as pessoas pensavam que eu estivesse junto com o Lagartixa, a cada informação da morte do meu amor era como uma flechada no meu
33

coração. Aos poucos alguns amigos foram chegando a minha casa, inclusive o Lucas me informando que o enterro seria no cemitério próximo às 15:00h, que haviam dois ônibus para levar o pessoal da comunidade ao enterro. Por volta das 14:00h, embarquei num dos ônibus com duas amigas e fui para o cemitério, a capela estava muito cheia, apesar de bandido e traficante, o Lagartixa, fazia um papel assistencial de grande valia na comunidade, pois ele foi nascido e criado naquele local e era muito querido. Apesar da multidão consegui chegar próximo ao caixão, para minha tristeza o caixão estava lacrado, disfarçadamente comecei a chorar e não conseguia estancar aquela dor, pois há pouco mais de 24 horas estávamos fazendo amor , não poderia aceitar aquela cena, apesar de saber da vida que ele levava. O corpo foi baixado na sepultura e voltei para casa com a imagem daquele sábado, que para mim será inesquecível . Lá se vão mais de dois anos, fiquei com alguns rapazes, tive algumas transas, mais ainda não consegui esquecer por completo o meu Lagartixa. Esta é a minha história de amor.

10 – Transando no Carro

34

Meu nome é Pedro, tenho 26 anos, nascido e criado no Rio de Janeiro, no Bairro de Copacabana. Minha história erótica é inusitada, não conheço nenhuma outra igual ou parecida. Eu tenho dois carros, um Honda Civic, ano 2005 e um Fusca ano 1972, modelo fuscão, o pessoal da antiga conhece ou já ouviu falar. Apesar de o Honda me proporcionar maior conforto, adoro o meu fuscão. Eu, sempre tive umas fantasias muito malucas, às vezes até me questiono será que sou normal!!! Uma sexta feira, fui a um Show na Lapa, aqui no Rio de Janeiro, encontrei alguns amigos, bebemos algumas cervejas, ficamos azarando as mulheres, zoação total, as horas se passaram e por voltas de 01:00 de sábado, sem pegar ninguém, me despedi dos meus amigos, puto da vida, no osso; falei para mim mesmo a noite não pode terminar assim, me dirigi ao estacionamento peguei o meu fusquinha e fui dar umas voltas pela noite carioca. Me lembrei que na Lagoa havia uma festividade folclórica portuguesa por lá, parti para a festa, peguei a pista do Aterro do Flamengo, Botafogo, Copacabana, quando estava próximo da Lagoa, observei na calçada uma pessoa de baixa estatura, o que me chamou a atenção, contornei o quarteirão e passei devagar onde estava aquela pessoa que me fez um sinal do tipo pedindo carona; parei o carro ela se dirigiu ao meu fusquinha e se debruçou na janela do carro, quando percebi que era uma anã, com estatura de aproximadamente 1,10cm, e me indagou se eu poderia lhe dar uma carona, até o terminal de ônibus da linha 484 – Olaria-Copacabana, como eu estava passeando, não me importei, abri a porta ela entrou no carro, estava vestida com uma blusa e uma saia curta, muito engraçada, pois tinha umas pernas grossas e um rabo invejável , fiquei de olho!!! No trajeto ela me falou que o seu nome era Vera na verdade, trabalhava em uma loja próxima e no final da noite fazia alguns programinhas, para completar a sua renda; eu lhe perguntei qual era a sua idade ela me disse 19 anos e que gostou muito de mim, que apesar de pequenininha, tinha uma surpresa agradável, quando de repente começou a acariciar a minha perna e levemente começou a palmear a minha pica, que rapidamente ficou endurecida e assim andamos alguns minutos, ela elogiando o meu fuscão, quando me falou vamos parar aqui nessa rua a esquerda, ela conhecia bem o trajeto, eu olhei, não havia ninguém me parecia um local seguro, estacionei o carro onde ela tinha sugerido. Vera tirou a saia e a blusa, eu jamais tinha visto uma coisa daquela, ela tinha uns peitinhos pequeninos, duros e pontiagudos, umas pernas grossas e torneadas apesar de pequenas, uma bunda empinada e durinha, eu comecei a ficar confuso, ela não fez cerimônia, botou minha caceta para fora da sunga e começou a mamar
35

insaciavelmente, eu quase gozei, como ela chupava gostoso, comecei a masturbá-la naquela pequenina e carnuda buceta raspadinha e apertada, ela gemia, se contorcia, eu me segurando para não gozar, quando ela parou de mamar a minha pica e me perguntou se eu queria a surpresa que ela tinha guardado para mim, eu disse quero; foi quando ela saiu do banco do carona, trepou sobre as minhas pernas, pediu que eu chegasse o banco um pouco para trás, se posicionou com aquele rabo enorme desproporcional ao restante do corpo, na altura do meu peito, colocou a perna direita entre os bancos e a esquerda no apoio de braço da porta do motorista e bem devagar começou a sentar na minha piroca, eu percebia a minha piroca penetrando naquele cú, como se estivesse rasgando e ela subindo e descendo, vez por outra rebolava eu já não agüentava mais, quando ela sentou de uma só vez na minha pica, senti a piroca toda dentro daquele rabo quente, apertado e muito gostoso, quando ela me disse que não gostava de ser fudida na boceta, que aquilo era somente para fazer xixi, que adorava gozar com uma pica cravada no cu, quando ela acabou de falar eu não agüentei, gozei como nunca, sentia a porra penetrar naquele rabo quente e apertado, ela parecia uma louca rebolava desesperadamente, ela não deixou a pica amolecer esfregava aquele cuzão no meu pau, de repente a piroca de forma incrível sem sair daquele cu, ficou novamente endurecida e começamos tudo de novo, dessa vez demoramos bastante a minha pica estava toda ardida e esfolada e ela nada reclamava, só dizia que adorava tomar no cu, que eu estava lhe proporcionando um grande prazer, ela botou a piroca toda dentro e começou a roçar nos meus pentelhos, quando eu segurei ela pelas pernas de forma violenta e comecei a gozar novamente e Vera, não perdeu tempo acelerou o seu rebolado e deu mais uma gozada; quando pedi arrego, falei Verinha, você é muito gostosa, realmente estava sendo sincero, nunca tinha trepado e feito sexo com tanta intensidade como fiz com Vera. Ela tirou o meu pau do seu rabo, abriu a bolsa, tirou um creme, passou em toda a minha pica, limpado-a e restaurando-a, me perguntou vamos dar mais uma, eu disse NÃO, você está querendo me matar ela riu e me confessou que adora fuder, que muitos homens, ao vê-la na condição de anã, ridicularizam, acham que ela é uma anormal e doente, foi quando eu disse que eles não sabem o que estão perdendo; ela me pediu que voltássemos a nos encontrar outras vezes, que mentiu para mim. Olhei espantado, quando confessou que era uma mulher universitária, cursava medicina, não era garota de programa e a sua família era composta pelos seus pais e dois irmãos de estatura normais e que provinha de uma classe média alta; pois adora fazer sexo e esse tipo de aventura ou seja, trepar dentro de um carro, principalmente um fusca, lhe deixava altamente
36

seduzida e excitada. Fiquei pasmado com esse relato, quando tirou da bolsa um cartão com o seu telefone e me pediu que eu ligasse assim que tivesse vontade de vê-la e para deixá-la na esquina a frente próximo a Av. Atlântica eu manobrei o carro andei alguns metros parei o carro no local que ela me pediu, Vera caminhou alguns passos, atravessou a rua em direção a um estacionamento, eu fiquei aguardando para ver o desfecho, foi quando observei sair um Renault Megane, me parecia novo, quando observei no banco de trás Vera, me dando Adeus e fazendo sinal para que eu ligasse, e o carro saiu em disparada. Fiquei parado ali alguns instantes, para me refazer do acontecido, pois estava confuso, não estava acreditando no acontecido, meio tonto, liguei o carro e fui para a minha casa que distava uns 10 minutos daquele local, pois o dia já estava clareando, se passava das 05:00h de sábado, cheguei em casa, tomei banho e fui deitar e não consegui dormir, aquele filme se repetia a todo tempo; depois de muitas horas consegui pegar no sono, acordei por volta das 13:00h e fui correndo ao telefone para ligar para a Vera, quando para a minha tristeza havia uma mensagem gravada, que dizia o seguinte: “ Se você ligou para a Verinha, vai ter que aguardá-la retornar ao Rio de Janeiro, pois nesse instante ela deverá estar a caminho da universidade de São Paulo ( USP ), para dar continuidade a sua faculdade. Beijos. Até Breve” Fiquei muito triste, jamais tive uma experiência daquela, voltei a ligar outras vezes e a ligação não completava mais, passei várias vezes em dias e horários diferentes a pé e de carro na região onde encontrei Verinha e nunca mais a encontrei. Vera foi a mulher que até hoje marcou positivamente a minha vida. Esta é a minha história, poderia ser diferente, né!!!

11 – O Advogado e a Encarcerada

37

Meu nome é Carlos, sou advogado militante no Estado do Rio de Janeiro, já estou passando dos 30 anos de vida e alguns de formado. No inicio da minha caminhada profissional, a maioria dos entusiastas do direito como eu, nos primeiros passos enveredam pelo caminho do Direito Penal, que realmente é muito sedutor, apesar da possibilidade e perigo de envolvimentos e comigo não foi diferente. Fui trabalhar com um colega em seu escritório na Baixada Fluminense, ele fazia Direito Trabalhista e eu Criminal, o meu colega o Dr. Lúcio, mais experiente, brilhante causídico eu engatinhando no Direito. Quando numa tarde de 5ª feira adentrou ao escritório desesperadamente uma mulher de aproximadamente 30 anos, boa aparência, muito desenvolta clamando Dr. Por favor, tire a minha irmã da cadeia ela é inocente. Eu estava sozinho no escritório, pedi para aquela senhora sentar e se acalmar, para que pudéssemos conversar. Fui buscar água para ela e também lhe ofereci um café, ela aceitou já bastante calma, começou a narrar a história da sua irmã. Disse que o seu nome era Fernanda, que tinha 32 anos de idade e a sua irmã tinha 25 anos de idade, de nome Marina, solteira e infelizmente era dependente de cocaína, em razão do seu envolvimento com um rapaz de classe média alta, também dependente desde os seus 16 anos, conforme ela tinha me informado; mas que em razão desse envolvimento não sabia como sair dessa e por amor ele a fazia de “mula”, para comprar e transportar drogas para ele e sua gang, que aos poucos foram disseminadas, só restando a minha irmã encarcerada, esse seu namorado foi morto em uma troca de tiros com a Polícia, para a nossa sorte a minha irmã estava com ele e nada sofreu a não ser ter sido encontrado na bolsa dela 150 gramas aproximados de cocaína, o que resultou nessa prisão. Essa é a situação da minha querida irmã. O senhor Dr. Carlos, pode me ajudar a tirá-la da cadeia? Eu respondi que precisaria, conhecer o processo e também ir ao presídio e conversar com a Marina; foi quando Fernanda me passou o numero do processo e o local onde ela estava presa. Firmamos um pré contrato de honorários e no dia seguinte fui ao fórum ver o processo e depois me dirigi ao presídio. Lá chegando, me identifiquei como advogado e fazendo valer os meus direitos profissionais, falei que precisava com urgência, conversar com a presidiária Marina; o diretor muito solicito chamou uma agente que me conduziu ao local onde fiquei aguardando ela trazer a minha presença a nossa futura cliente. Depois de alguns minutos, observei ao fundo do corredor que a agente trazia algemada uma morena esguia de cabelos negros, que saltitava rebolativa com bastante discrição em minha direção, tendo parada a
38

minha frente, quando me levantei e apresentei-me como seu advogado, contratado pela sua família; ela apertou a minha mão de uma forma bastante insinuadora e despertou um sorriso no canto da sua boca. A agente se retirou, mas antes me disse que eu poderia ficar a vontade que a Marina era uma presa comportada e naquela ala somente ela estava encarcerada, seu eu quisesse poderia conhecer e conversar com ela na cela, o que não era de praxe, mas o diretor abriria essa exceção, então eu disse sim, quero conhecer os aposentos da minha cliente e nos dirigimos para sua cela, ela na frente, eu atrás, mas já de olho naquele bundão que se jogava para esquerda e direita, coberto com um vestido de malha vermelho, que a deixava extremamente sensual. Chegamos ao local adentrei, sentei em um sofá, tudo muito limpo e arrumado. Então Marina, começou a me contar a sua historia, dizendo que estava naquela condição há mais de 06 meses, porque se envolveu com um homem certo porem de caráter marginal e por amor e querer começou a usar cocaína e isso perdurou dois anos até ser presa, que estava “limpa”, sem usar drogas há 06 meses, o tempo que estava presa; e não sentia nenhuma vontade de consumir cocaína ou outra droga e que tinha sido condenada por porte de drogas a três anos de prisão, eu disse para ela, que já sabia da condenação pois tive acesso ao processo e que iria desprender todos os meus conhecimentos jurídicos para livrá-la da cadeia. Depois disso ele me perguntou se eu queria um café, que ela iria fazer rapidinho eu disse sim, então ela foi para um outro ambiente dividido por uma cortina que estava entreaberto, trocando aquele vestido por uma bermuda jeans, só que quando começou a tirar a roupa pude observar pela fresta da cortina, aquele corpaço monumental e aquela micro calcinha atolada naquele rego moreno, imediatamente a minha piroca começou a saltitar, estava difícil de me controlar, não demorou ela veio e trouxe o café, quando me levantei ela olhou fixamente para baixo e com certeza percebeu o volume na minha calça, e falou que isso doutor! Eu, meio sem graça disse você está me deixando louco, quando terminei de tomar o café, levantei-me para deixar o copo sobre uma mesinha, ela se postou a minha frente e encostei naquele rabo, foi quando de repente ela palmeou a minha caceta e me conduziu para a sua cama que ficava no ambiente divido pela cortina, eu preocupado disse Marina, você vai me complicar profissionalmente, ela disse, fique tranqüilo essa hora não tem mais ninguém por aqui a não ser a plantonista que é minha amiga eu pago a ela R$300,00 por mês para receber quem eu quiser aqui e ela fazer “Vista Grossa” , já se passam das 19:00h, vem cá doutor, coloque esse pau para fora deixa eu dar uma mamada como o senhor nunca sentiu. A essa altura eu já tinha tirado o paletó, a gravata, aberto a camisa e com as calças caídas ao
39

solo, encostei-me à cama, ainda um pouco preocupado, coloquei para fora a minha pica, que estava com o cabeção reluzente e, Marina começou a mamar vorazmente, ela estava seca por uma pica, realmente nunca fui mamado daquele jeito, que coisa gostosa, mamou muito eu já estava subindo pelas paredes; ela então tirou a bermuda e a blusa, quando saltou aqueles seios morenos, de tamanho médio, que couberam perfeitamente na minha boca e ela pedia que eu mordesse, o máximo que pudesse, ela morria de tesão em sentir alguém mordendo os seus peitos, atendi o seu pedido e cravei os meus dentes naqueles maravilhosos seios, quando ela virou de bruços aquele rabo se projetou a minha frente, num gesto de muita pericia ela colocou a camisinha no meu pau deixando a minha pica penetrar no se cuzinho, só me pediu para não gozar dentro, queria sentir tudo aquilo na sua buceta, pois há muito não trepava, fui penetrando aos poucos a minha enorme piroca naquele cuzinho moreno e muito apertado e ficamos algum tempo brincando eu fingia que ia tirar o pau ela forçava para que isso não ocorresse, enquanto se masturbava, gemia e gozava com o meu pau naquele rabo maravilhoso, eu disse Marina vira, quero fuder essa buceta, anda se não vou gozar, ela virou retirou a camisinha colocou uma nova e lubrificada e se arreganhou para mim, fui penetrando e ela gozando não demorei nem um minuto, já estava louco para gozar, quando comecei a gozar e gritar desesperadamente e ela também gritando de prazer, gozamos juntos e demoradamente parecia infindável o nosso gozo. Depois Marina caiu para um lado e eu para o outro, quando me toquei que estava numa cela e não num motel, pulei da cama fui ao banheiro entrei debaixo do chuveiro, tomei um banho rapidamente e me arrumei, voltei a sentar no sofá, pedi um café, e voltamos a conversar, percebi que aquela mulher encarcerada iria mexer com a minha cabeça, eu noivo com casamento marcado, minha mente ficou uma confusão só. Tinha que ir embora já se passavam das 21:00h, ela me conduziu até ao final do corredor e tocou uma campainha veio a agente plantonista, com um ar de sorriso, parecia que estava sabendo do ocorrido, me despedi da “cliente” com um beijo na face e prometi voltar dois dias depois e voltei. Só que já havia dado entrada no relaxamento da prisão de Marina, mostrei a ela a cópia da petição, ela me abraçou e começamos tudo de novo, toda vez que eu ia visitá-la com cuidado para não encontrar os seus familiares, até porque em razão da minha condição de advogado eu fazia as visitas fora dos horários previstos para a visitação, trepávamos muito, Marina chupava uma piroca como ninguém a danada gostava de fuder, isso perdurou por umas cinco ou seis vezes, até quando o Juiz relaxou a prisão da Marina e ela foi posta em liberdade, ainda transei umas duas vezes depois dela liberta e estava começando a me envolver
40

emocionalmente com a mulher e ex cliente o que não é bom profissionalmente, depois conversamos ela aceitou numa boa e eu me afastei. Esta experiência não aconselho a nenhum colega, foi pura loucura e envolvimentos que não deve ocorrer entre advogado e cliente, onde se come o pão não devemos comer a carne. Quatro meses depois casei e me preocupo em não me envolver com clientes, até hoje vem dando certo. Amanhã a Deus pertence!!!

12 – Minha Viagem a Europa
41

Meu nome é Lucyneida, sou casada com Marquinhos, há 28 anos, tenho uma filha única que é jornalista de um dos mais conceituados jornal do país. Hoje estou com 47 anos bem vividos. Trabalho no setor contábil de uma financeira no Centro do Rio de Janeiro, desde 1999. Tenho um relacionamento extraconjugal que vão se completar dez anos. Em razão do meu trabalho vez, por outra preciso viajar para fazer auditorias nas nossas filiais por este Brasil afora, quando faço essas viagens a trabalho, costumo levar o meu amante; meu marido nunca desconfiou e nem se interessou em ir comigo pois é muito acomodado, dispõe de todo o tempo do mundo a vida dele é churrasco e jogar tênis; não me leva nem se preocupa em buscar-me no aeroporto quando viajo, dificilmente se interessa pelos meus negócios e viagem, a não ser quando retorno se trouxe algum presente para ele. No ano passado articulei uma viagem a Europa, incluindo Portugal e Espanha, seria uma viagem rápida, pois eu queria fazer uma segunda lua de mel, não com meu marido e sim com o meu Macho e Amante maravilhoso. Comprei as passagens, reservei os hotéis e disse em casa que iria fazer uma viagem internacional a trabalho e iria com a minha chefa de nome Beatriz. Pasmem só me perguntaram qual seria o dia da partida e do retorno e mais nada. Fiquei chateada e por alguns instantes, notei que eles (minha filha e meu marido), pouco se importavam pela minha ausência, ou seja eu não faço falta para eles. Marquei com o meu amante no aeroporto próximo ao local do check in , e no dia marcado para a viagem não tinha ninguém em casa, liguei para uma central de taxi e marquei uma determinada hora, para que me buscasse em casa e me levasse ao aeroporto. Naquele momento fiquei muito chateada e um pouco deprimida, o que me confortava era que em poucos instantes iria encontrar no aeroporto o verdadeiro homem da minha vida, que me da forças, me ouve e sempre levanta o meu astral. Cheguei ao local de embarque para vôos internacionais e me dirigi ao local do check in, quem veio em minha direção, com passos acelerados, aquele maravilhoso homem, que ao se aproximar de mim, me abraçou e beijou-me calorosamente, então gentilmente pegou o meu carrinho com as malas, pois a sua bagagem sobre a minha e fomos em direção ao balcão da empresa aérea para os procedimentos para a viagem. Cada dia que passa, mas admiro e me apaixono por esse homem. Feito os procedimentos embarcamos, sentei na poltrona próxima da janela da aeronave ele ao meu lado e para a nossa sorte a terceira poltrona estava vazia, então fomos abraçados e namorando quase toda a viagem. Chegamos em Madri, na manhã de um sábado,
42

fomos direto para um hotel, ficamos sábado e domingo na Cidade, visitamos algumas catedrais, museus e pontos turísticos, na segunda feira pela manhã, embarcamos com destino a Portugal, chegamos ao aeroporto de Lisboa por volta das 11:00h da manhã, pegamos um táxi e fomos para uma pousada que tínhamos reservado e passaríamos os últimos dois dias da nossa viagem. Na mesma segunda feira, fomos a um restaurante tomamos um bom vinho e almoçamos uma inigualável bacalhoada com batatas aos murros, a tarde passeamos por Lisboa e também fomos conhecer Coimbra e a sua tão famosa Universidade e caminhamos por aquelas vielas estreitas, compostas por casarões antigos, que formam a paisagem antiga de Portugal. A noite fomos a uma casa de Show de musica portuguesa, meu namorante ( namorado e amante) tirava fotos de todos os nossos momentos, desde o embarque no Aeroporto Tom Jobim, por volta de 01:00h de terça feira retornamos para a pousada, tínhamos bebidos algumas canecas do legitimo vinho português eu não sou acostumada a beber bebida alcoólica, mas aquele era um momento raro e especial, então me permiti a ficar de pilequinho e curtir intensamente a companhia daquele maravilhoso homem. Chegando a pousada, fomos juntos tomar banho, ali tudo começou; abaixei-me e mamei calorosamente aquela piroca que me dar tanto prazer, cheguei a sentar-me no chão do banheiro, mas não tirava da boca daquele pênis, latejante e duro como uma rocha, fiz o meu macho subir pelas paredes, ele não agüentou e gozou com muita intensidade na minha boca,não desperdicei uma só gota, daquele maravilhoso néctar, acabamos de tomar banho e fomos para a cama, começamos a brincadeira e voltei a mamar aquela pica, enquanto ele tocava em mim uma siririca especial eu já estava prestes a gozar enquanto ele me masturbava e mordiscava os meus seios, aquele piroca novamente endureceu me posicionei de quatro e supliquei para que ele penetrasse tudo aquilo na minha xotinha, que eu tinha rapado do jeitinho que ele gosta. Ele foi penetrando bem devagarzinho por detrás, só me pedia para empinar e arreganhar o meu rabo, pois assim a minha xota, ficava mais saliente, eu já estava louca para gozar, não agüentei confesso, não demorou muito, mesmo antes de ser toda penetrada comecei a gozar de uma forma diferente, aquela sensação de prazer não queria parar, me dava um tipo de taquicardia eu parecia que iria morrer de tanto prazer, quando senti escorrer dentro de mim aquele leite quente, enquanto o meu macho se contorcia e gritava de prazer, esse gozo me parecia uma eternidade, pois a nossa relação a cada é diferente uma da outra, são surpresas agradáveis e maravilhosas, gozamos e suávamos muito, já estávamos moles e satisfeitos de tanto prazer, deitamos e ele começou a acariciar os meus cabelos e beijar o
43

meu rosto de uma forma tão carinhosa e romântica, tomamos banho e dormimos até as 10:00h da manhã de terça feira, levantamos fomos tomar o nosso café com broa de milho e bolo de fubá que eu adoro. Ficamos por ali conversando, nós parecíamos duas crianças felizes, acho que remocei uns 10 anos, minha mente estava limpa e alegre, minha pele viçosa, nosso olhar brilhante de felicidade, confesso que bela lua de mel, não lembrei um só instante do Marquinhos e da minha filha, que me dão pouca importância, que pena que teríamos que regressar ao Brasil, tudo aquilo parecia um sonho. Mas tínhamos que acordar e voltar a nossa realidade, pois tínhamos o vôo marcado para as 15:00h, daquela inesquecível terça feira do mês de novembro de 2007; arrumamos a nossa bagagem, pagamos as despesas da pousada e fomos para o aeroporto, após quase onze horas de viagem chegamos ao Brasil, especificamente ao Aeroporto Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Nós despedimos, ficamos de jantar na sexta feira próxima, peguei um taxi e fui para a minha casa. Lá chegando fui recebida pela minha filha e logo depois pelo Marquinhos, que me perguntaram o que eu havia trazido de Portugal e queriam a minha máquina digital para ver as fotos da viagem. Eu simplesmente disse para eles, que não tive tempo de comprar nada e não soube operar com a máquina fotográfica, não tirei nenhuma foto, por esses motivos não havia presentes nem fotos, viraram as costas, foram para os respectivos quartos, enquanto eu com os olhos marejados por aquela fria e interessada receptividade. Pois nenhum deles sequer me ligaram, para saber como eu estava. Mas a compensação foi que passei os melhores dias da minha vida ao lado do homem que tenho a certeza que amo verdadeiramente. Não estou nem um pouco preocupada se acreditaram ou não na minha história, o que importa que estou transbordando de felicidades; pois durmo com o pai da minha filha e faço amor com o homem da minha vida.

44

13 – A Dama da Padaria
Meu nome é Tereza C. casada, mãe de dois filhos, atualmente com cinqüenta e alguns anos bem vividos. Gosto muito de viajar, dos meus cães, gatos e pássaros. Meu conto erótico é muito interessante e creio que seja único e inigualável. Quando eu estava com quarenta e poucos anos, minha vida conjugal andava bastante conturbada, sem graça, eu fazia de tudo para manter o meu casamento, apesar do meu marido pouco colaborar para o alicerce da nossa união, sempre disperso e pouco participativo. Eu há mais de dez anos costumo sair do meu trabalho, por volta das 17:00h , e , habitualmente estaciono o meu carro próximo a uma padaria perto da minha casa, essa padaria já mudou de dono umas cinco vezes, mas eu sou literalmente apaixonada pelos croissants e doces que apesar da mudança de donos a qualidade é a mesma há décadas. No início do ano de 2006, não consigo precisar o mês, como de rotina fui a padaria para comprar o meu pão e os croissants, mas para a minha surpresa não havia tais produtos frescos e o Sr. Manuel, um português aparentando uns quarenta e cinco anos, olhos azuis, cabelos cheios e tratados, corpo elegante, sempre atencioso e bem vestido, diferente daqueles portugueses que conhecíamos dos bares, açougues e padarias de antigamente; atenciosamente se desculpou de não poder me atender de pronto e pediu para eu aguardar alguns instantes que os meus produtos estariam saindo do forno bem quentinho e saboroso. A padaria estava vazia, somente eu o aguardava; quando fui convidada a conhecer as dependências do interior da padaria, aceitei o convite e o Sr. Manuel, pediu ao funcionário para tomar conta do balcão que ele iria me mostrar o forno e como era feito os produtos daquele estabelecimento. Entramos por uma porta do tipo vai e vem, e observei lá nos fundos o forno, pois fomos passando pelas masseiras, freezers, estantes onde eram armazenados os produtos enquanto ele me explicava detalhadamente o funcionamento daquilo tudo. Eu, estava vestida com uma calça do tipo jeans, com uma blusa de lycra por dentro da calça, que realçava a minha avantajada e cobiçada bunda, quando ele me falou dona Tereza, respeitosamente a senhora tem um grande e lindo bum bum , fiquei arrepiada, sentindo subir por dentro de mim algo estranho um tipo calafrio, algo que jamais havia acontecido comigo com relação a outro homem que não fosse o meu
45

marido. Eu, fingi que não escutei, ele repetiu a frase e ainda acrescentou como a senhora caminha elegantemente, eu meio sem graça agradeci, obrigado seu Manuel; ele não resistiu e apertou com as duas mãos a minha bunda e me puxou de encontro a ele, senti algo duro encostando em mim, fiquei preocupada e retruquei que isso seu Manuel alguém pode está vendo e não ficaria bem, mas no fundo eu estava adorando tudo aquilo, pois era uma experiência nova na minha vida; ele me disse, desculpe-me não resisti eu já lhe observo há muitos meses e por diversas vezes me masturbei imaginando possuir esse belo rabo; eu fiquei paralisada meio sem ação, quando fitei o meu olhar nas partes de baixo, notei um volume jamais visto, também não resisti, apalpei e apertei aquela enorme caceta, então ele me conduziu por detrás de alguns sacos de farinha de trigo, foi abrindo o fecho da calça e desembanhou aquele picão branco e grosso e pediu para que eu segurasse, só não segurei, como me abaixei e comecei a mamar incansadamente aquela pica que penetrava na minha boca indo profundamente na minha garganta, que me dava engasgo, mamei gostoso observei que ele se contorcia de prazer, a essa altura eu estava sentindo a minha xota super molhada, não demorou muito senti um jato de porra quente na minha garganta que quase me sufocou, quando mamei mais rápido ele não parava de gozar era muito leite, juro não desperdicei uma só gota, bebi aquilo tudo, o mais interessante que tudo isso não durou dez minutos. Aquele português tinha um pau maravilhoso, apesar de meio bruto e ter gozado precocemente me fez realizar como mulher, me senti uma verdadeira puta, mas gostei. Então ele guardou aquela piroca e fomos saindo como se nada tivesse acontecido, acho que ninguém percebeu nada, mas estava pouco me lixando se alguém tivesse visto, o que eu queria mesmo era ser fudida e enrabada por aquele português. Aguardei uns minutos ele embrulhou os meus produtos paguei e nos despedimos como velhos amigos. Mas infelizmente não houve uma segunda vez, dois dias depois voltei a padaria como de costume, na esperança de encontrá-lo, não o vi, fiz as minhas compras e com certa tristeza fui para casa, voltei novamente e não tendo visto aquele homem maravilhoso, tomei coragem e perguntei por ele, quando um funcionário me falou que ela havia voltado para Portugal e vendido a padaria. Mas a qualidade dos produtos não iria mudar; realmente não mudou, continuo comprando quase que diariamente os meus croissants e pão, mas queria mesmo era aquele produto único e duro que engoli lá nos fundos da padaria, só sinto de não poder ter trepado e deixado aquele homem maravilhoso fuder o meu rabo que era tudo que ele queria e eu adoro ser possuída por trás. Mas quem sabe se nas minhas andanças encontro outro português

46

igual o Manuel. Assim foi a minha história e até hoje a única furtiva traição.

15 – A Caloura;
47

Sou do interior do Estado do Rio de Janeiro, neste ano de 2008, estou completando 29 anos, separada judicialmente e tarada por sexo. Meu nome é Catharina. Tudo começou quando prestei vestibular para a graduação de médicoveterinário tendo optado para universidade rural do Rio de Janeiro, em Seropédica – RJ. Nessa época eu contava com 18 aninhos, cabaço, nunca havia namorado, só pensava em estudar. Prestei os exames e fui aprovada em 10º lugar, em razão da distância da universidade para a minha residência, consegui uma vaga nos dormitórios da universidade. No mês de Fevereiro de 1997, efetivei a minha matricula e fui conhecer os meus aposentos que seria a minha casa durante o tempo que permaneceria na universidade; por ser uma pessoa muito extrovertida e de fácil relacionamento, nos primeiros dias de março daquele ano quando começaram as aulas, fui logo fazendo várias amizades, principalmente com os garotos da minha turma e de outras, durante a semana foi tranqüilo, até chegar na sexta feira daquela primeira semana; quando foi preparado o “trote” dos calouros pela turma dos formandos naquele período. Nos mandaram pedir dinheiro aos transeuntes na porta da universidade, pintaram os nossos rostos e cabelos, tudo isso começou por volta das 15 horas dessa marcante sexta feira e a farra do trote adentrou a noite e na madrugada dividiram a nossa turma entre homens e mulheres, na minha turma haviam apenas 08 garotas e eu era uma das mais novas de idade; dentre nós formaram grupos de 02 garotas calouros e 01 garoto veterano, e fomos na madrugada percorrer a universidade, que é muito grande e deserta, o garoto que estava comigo e com a minha colega Márcia, chamava-se Paulo era um Amazonense de aproximadamente 1,80m de altura, moreno, corpo atlético e um pouco rude conosco, pouco falava. Então por volta das 03:00h da madrugada ele foi com a gente para a cocheira onde dormiam os cavalos, eu estava super cansada e um pouco preocupada afinal eu era virgem e bastante ingênua, minha colega a Márcia aparentava uns 25 anos, morava em Copacabana no Rio de Janeiro, era mais desenvolta e esperta. Perguntamos ao Paulo. Amigo o que viemos fazer aqui com esses cavalos ele disse apenas “aguardem” que já volto; então nos deixou sentadas em um banco, demorou uns quinze minutos e veio com um Cavalo Negro e bem tratado, amarrou o animal em um tronco, prendeu as patas traseira do bicho e pediu para que acariciássemos levemente, quando de repente olhei o Cavalo estava super hesitado, com aquela piroca de uns 60 centímetros de cumprimento, muito grossa e negra, que balançava de um lado para o outro. Paulo mandou
48

que pegássemos aquele membro e masturbássemos o animal, o cavalo ficava inquieto e relinchava sem parar, no início relutei, mas Márcia foi logo pegando aquela piroca enorme com bastante prática e começou a puxar a pele para trás deixando a amostra aquele cabeção negro e grosso, Márcia se abaixou e começou a chupar aquela monstruosidade, enquanto o Paulo abaixava o bermudão e desembanhou a sua piroca e me pediu para masturbá-lo, então pensei entre o cavalo e Paulo, prefiro o Paulo, até porque a Márcia estava se deliciando com o animal; Márcia é muito doida, quando olhei percebi que a minha amiga estava nua por debaixo do cavalo esfregando a piroca do cavalo na sua xana e ao mesmo tempo gemia de prazer, enquanto eu meio sem jeito colocava na boca a piroca do Paulo, que vez por outra atingia a minha garganta me fazendo engasgar, logo Paulo gozou, uma quantidade enorme daquele leite grosso e forte, não consegui engolir enchi a boca e cuspi, mas foi legal acho que gozei mamando aquela pica, se não foi gozo senti algo muito gostoso e também a minha calcinha estava super molhada. Paulo me abraçou e ficamos conversando aquele garoto que parecia rude era um doce, foi quando Márcia veio ao nosso encontro e nos falou que queria aquele cavalo para amante, pois aquele animal lhe fez mulher de verdade, demos uma grande risada e já começava a clarear o dia de sábado, precisávamos sair daquele local , antes que os empregados da universidade começassem a chegar. Paulo rapidamente levou o animal de volta para a cocheira e fomos para o nosso alojamento; lá chegando abri a porta e me joguei na cama dormi até as 14hs daquele sábado, levantei e ai fui tomar banho e mudar de roupas; pois as 19:00h havia uma programação no salão de convenção da faculdade de medicinaveterinária. Por volta das 17:00 horas eu estava no meu alojamento quando Paulo o meu cicerone bateu a porta, então abri a porta ele entrou me beijou no rosto e sentou na beira da cama eu sentei ao seu lado, quando ele suavemente me deitou na cama, começou a me acariciar, beijando o meu pescoço, meus seios, alisando a minha xota e a minha bundinha, pois com 18 anos o meu manequim era 38 e eu pesava por volta dos 45 quilos, para 1,65 de altura era bem gostosinha. Paulo foi me acariciando, desbotou a minha bermuda, abrindo-a e abaixando-a fiquei com aquela minúscula calcinha, pois eu sou bastante peluda e a minha xota muito pentelhuda eu não gosto de depilar, acho que deixo os homens mais tesudos, com Paulo não foi diferente ele ficou louco, esfregava incansadamente seu rosto na minha buceta vez por outra passava a língua eu estava nas nuvens, quando arreganhei as pernas e pedi ao Paulo para penetrar bem devagar aquela piroca na minha xana, ele pacientemente foi empurrando aquela inesquecível pica, até penetrá-la todinha dentro de mim, eu
49

gemia de uma mistura de dor e prazer, algumas gotas de lagrimas rolavam pelo meu rosto e o Paulo pacientemente passava a sua língua no meu rosto enxugando-a, perdi o meu cabaço de uma maneira muito especial, ficamos juntos por dois anos, Paulo morava comigo, além de proteger-me tínhamos relações sexuais todos os dias, apesar de Paulo ser atencioso e um bom amante, tinha um problema de ejaculação precoce eu tinha que correr na hora da penetração se não ficava na mão, mas foi muito legal e valida a nossa relação. Paulo hoje é um veterinário renomado no Amazonas, ainda está solteiro, nos comunicamos sempre por e-mail ou MSN. Essa é a minha história.

16 – A Juíza e o Porteiro;
Meu nome é Sula tenho hoje um pouco mais de 50 anos, sou viúva e moradora no Leblon no Rio de Janeiro. Sou
50

Magistrada aposentada e sexualmente super ativa. Vou contar-lhes a minha história preservando o meu anonimato e nomes fictícios, senão meus netos morreriam de vergonha de mim. Não posso decepcioná-los. Eu morava no bairro da Tijuca no Rio de Janeiro, quando faleceu o meu marido com apenas 46 anos de idade. Eu com 40 anos, ainda trabalhando no judiciário e ministrando aulas em uma conceituada faculdade pública, morava com o meu único filho, que contava com 17 anos e ficamos bastante abalados com a perda repentina do exemplar amigo, pai, amante e companheiro que tivemos nas nossas vidas. Mas a vida tem que continuar. Meu filho foi morar com a minha irmã na Califórnia nos Estados Unidos, onde concluiu a faculdade de engenharia nuclear; eu vendi o nosso apartamento que era muito grande para uma só pessoa e comprei um apto médio de 01 quarto no Leblon, próximo de uma das mais belas praias do Rio, para lá me mudei no final dos anos 90. Nova naquela localidade, apesar da minha posição social e profissional, sempre fui muito caseira e estudiosa do direito a minha vida se resumia fórum, faculdade e a minha família, vez por outra fazíamos nos três curtas viagens nas regiões serranas do Rio de Janeiro. O Leblon para mim era uma situação nova, conhecia apenas um casal de juízes que moravam próximos do meu apto; ainda um pouco perdida e sozinha, precisava o mais rápido me adequar aquela nova situação. Me matriculei numa academia, que freqüentava umas três vezes por semana. Um belo dia cheguei em casa e havia um vazamento na torneira do banheiro, que causou um alagamento, fiquei desesperada e imediatamente chamei a minha casa um dos porteiros do meu prédio, para socorrer-me de tal situação, rapidamente um rapaz de uns 35 anos aproximadamente, tocou a campainha me perguntando o que havia acontecido, quando narrei o ocorrido e o levei até o banheiro, ele imediatamente, fechou o registro, secou o banheiro e providenciou o conserto; após o serviço lhe perguntei quanto era os seus serviços ele nada me cobrou e queria apenas a minha amizade, pois disse-me que eu era uma das melhores moradoras daquele prédio, sempre o tratava com carinho e respeito, diferente dos demais moradores, virou as costas e já se dirigia a porta, quando lhe ofereci um vinho ou suco, queria retribuir aquela gentileza, ele meio desconcertado aceitou um copo de vinho, pois já havia largado o trabalho então não haveria problema de tomar uma bebidinha, voltei fechei a porta ele sentou-se no sofá, enquanto fui buscar na minha adega e trouxe um Vinho Frances, também iria tomar um cálice. Coloquei a garrafa na mesa abri e para a minha surpresa ele me perguntou se poderia usar a posição de cavalheiro para nos servir o vinho eu o permiti, aquele comportamento me deixou perplexa, então ele com elegância abriu a garrafa e nos serviu, brindamos e
51

começamos a conversar isto era por volta das 22:00h, ele começou a falar da sua vida, que tinha 36 anos e duas frustrações uma que não conseguiu concluir a faculdade de direito onde estudou até o 4º período, a outra não ter encontrado e amado verdadeiramente uma mulher e não ter casado, começando a ficar com a voz embargada, onde demonstrou pura sinceridade dos seus propósitos. Fiquei surpresa, apesar de coincidentemente olhar aquele porteiro com olhos diferentes dos outros empregados, pois ele sempre elegante, vestido adequadamente o seu porte físico o ajudava bastante, ele tinha aproximadamente 1,75m, com uns 65 quilos bem distribuídos, olhos esverdeados, pele clara e muito educado e discreto. Voltando a conversa lhe perguntei o porque parou de estudar, quando ele me falou que nasceu no Bairro do Catete, era filho único de um casal de classe média, sua mãe professora e seu pai empresário do ramo de confecção, tudo ia muito bem, quando o seu pai vendeu o seu apto e os negócios, tendo aplicado na poupança para a compra de um novo apto no Bairro de Botafogo, já havia dado o sinal e estava em negociação, quando o Collor foi eleito e confiscou a poupança, nossa vida desmoronou, morávamos de aluguel naquela fase transitória, o meu pai havia vendido o nosso apto e o seu comércio e estava desempregado, não suportou tal impacto e suicidou-se, minha mãe três meses depois faleceu, eu já havia abandonado a faculdade e por caridade consegui o emprego aqui de faxineiro, onde permaneci por quase dois anos, foi quando um porteiro aposentou-se e o síndico me convidou a ser porteiro, função que estou desempenhando até hoje, mas não quero isso para o resto da minha vida. Fiquei comovida e abracei o porteiro e começamos a chorar juntos, falei para aquele jovem senhor que iria ajudá-lo a vencer na vida. Foi quando virei o seu rosto e larguei um longo e correspondido beijo. Pedi licença e corri para o banheiro, estava morrendo de vergonha da minha atitude. Quando voltei ele havia ido embora, fiquei chateada bebi mais uma garrafa de vinho e embriagada fui dormir, mas aquele homem não saia da minha cabeça. No dia seguinte cheguei ao tribunal, comecei a trabalhar e aquela cena não se desvencilhava da minha mente, me tumultuando deixando-me confusa, de lá como fazia dois dias na semana fui para a faculdade dar as minhas aulas, creio que tenha sido as piores aulas que ministrei na minha vida, aquele homem maravilhoso não saia dos meus pensamentos, terminei a aula antes do horário, falei para a turma que não estava me sentido bem e fui para casa, para minha surpresa, que estava a porta do elevador abrindo-a para mim, o meu homem; senti um frio pela espinha, cumprimentei e adentrei ao elevador e de soslaio olhei para ele que com aquele olhar profundo ele discretamente balançou a cabeça positivamente, naquela noite não dormi e no dia
52

seguinte não fui ao tribunal, eu estava muito confusa e apaixonada por aquele homem. Não resisti interfonei para a portaria e outro porteiro atendeu, firmemente pedi para chamar o meu porteiro, que vou nomeá-lo como Oswaldir, ele atendeu quando eu perguntei que horas que ele sairia do trabalho ele me informou que seria as 20:00h, eu o convidei para jantar em um restaurante, ele no primeiro momento não aceitou, nem comentou o ocorrido, insisti então ele gentilmente cedeu ao meu convite, marcamos a três quadras do prédio, peguei um táxi, pois não dirijo, e fui ao encontro, de longe avistei aquele lindo homem de pé encostado em uma banca de jornais no local marcado, mandei o taxi parar ele entrou no carro, me beijou no rosto e fomos para o restaurante. O taxi parou ele pagou a corrida soltou e abriu a porta para mim me deu a mão e entramos, sentamos numa mesa previamente reservada, onde havia uma vela iluminando o ambiente, aquele homem me surpreendia a cada momento. Então pedimos um risoto de camarões e uma garrafa com água mineral e dois cálices de vinho, conversamos muito o nosso jantar perdurou umas três horas, ele me disse que morava em um quarto no apto do zelador e que por hora estava feliz, apesar do seu salário de pouco mais de dois mínimos ele dizia que estava bom e dava até para guardar uns trocados para futuramente comprar um apto no subúrbio, fazia essas colocações normalmente sem querer em momento algum demonstrar autopiedade, pois ele é um homem altivo e de muita fibra, caráter e determinação o que tive o prazer de constatar. Ele pediu a conta e queria pagar o jantar eu falei de forma alguma, quem convidou fui eu, então vou pagar este nosso marcante jantar o próximo quem paga é você, tá certo, ele meio contrariado concordou, lógico que eu jamais deixaria ele pagar o jantar, fomos para casa, pegamos um táxi por mim iríamos direto para o prédio e se ele quisesse para o meu apto, ele pediu para que o táxi parasse há uns 300 metros, me beijou nos lábios e desceu, caminhando em direção ao nosso prédio, eu segui até o meu apto. No sábado seguinte era a folga dele, tínhamos marcado um passeio, sem local determinado deixei por conta dele. Fomos a um concerto na sala Cecília Meirelles, programa por ele escolhido, não acreditei como adivinhou o meu gosto, isso me encantava e apaixonava, após o concerto ele me convidou para irmos ao Hotel Ebony, na Glória, onde poderíamos ficar e conversar a vontade, afinal, disse ele, você é viúva eu sou solteiro, nada nos impede de sermos felizes, achei lindas aquelas palavras, pegamos um táxi e fomos ao hotel. Esse hotel tinha uma características antigas e conservadoras, a porta do elevador era do século passado, aquelas pantográficas, os quartos e corredores tinham pinturas exóticas como cor preta e vermelha, entramos no quarto que era imenso e fomos para a janela que dá vistas para o
53

Aeroporto Santos Dumont e o Aterro do Flamengo, ficamos por lá conversando e amando, depois de algum tempo fui tomar banho e voltei enrolada na toalha enquanto Oswaldir dirigia-se ao banho, deitei-me na cama e ansiosamente fiquei aguardando o meu macho para uma noite de amor; enquanto ele banhava-se eu liguei a TV e já estava no canal pornô, e transmitia uma cena de um homem parecido com o meu, pele clara, aloirado, possuidor de uma piroca invejável que a sua amada a colocava carinhosamente dentro do seu cuzinho, aquilo me deixou super hesitada, quando passei a mão na minha xota, já estava toda molhada e ardente a espera do que eu mais desejava naquele instante ser possuída pelo meu porteiro. Não demorou muito, Oswaldir veio em minha direção enrolado em uma toalha, deitando-se ao meu lado, não esperei, tomei a iniciativa de despir o meu macho e comecei a beijá-lo, seu rosto, boca, peito, umbigo e levemente passei meus lábios na região pubiana do meu macho e deixava aquela piroca de uns 22 cm e grossa deslizar pelo lado do meu rosto, vez por outra passava a língua naquela cabeça vermelha e latejante, que estava me levando a loucura; depois da morte do meu marido eu nunca mais tive uma relação sexual, isso perdurou quase dois anos, estava sendo a primeira vez que eu estava sendo possuída por um outro homem, por sorte minha muito maravilhoso, sem que ele esperasse, coloquei aquele membro todo na boca e passando a língua em volta da glande do Oswaldir, que se contorcia de prazer, mamei deliciosamente aquela pica, certo momento, ele se virou sem tirar a pica da minha boca e começou a chupar a minha xota vorazmente, não agüentei comecei a gozar como nunca e o gozo não parava, eu nunca na vida fui chupada com tanto prazer ele colocava a língua dentro de mim e circulava por toda a minha xota; ele me colocou na posição de quatro na beira da cama e me pediu para arreganhar o máximo o meu cú e a minha xota, então empinei o meu rabo, que modestamente para uma mulher com mais de 40 anos, ainda sou possuidora de um belo rabo, ele de pé, começou a esfregar a cabeça da piroca no meu cuzinho que piscava de prazer, vez por outra ele apontava a cabeça e levemente forçava a penetração, aquilo me deixava louca, enquanto ele brincava no meu cuzinho eu me masturbava, massageando o meu grelinho, que estava rígido como um vergalhão, ficamos brincando por longo tempo, quando eu supliquei para que enfiasse aquela piroca na minha buceta, pois eu estava louca e queria sentir aquele leite jorrar dentro de mim. Oswaldir, ainda ficou me hesitando por alguns minutinhos eu estava encharcada com a minha bucetinha super molhada, quando percebi a penetração daquela imensa piroca dentro de mim, comecei a gritar uma mistura de dor, prazer, sensação, sei lá nunca tinha sentido algo tão gostoso, de repente senti um forte jato de leite quente dentro de
54

mim não resisti comecei também a gozar junto com Oswaldir, parecia que não terminava nunca, gozei como uma desesperada, meu macho gritava gemia e cutucava com certa violência a minha xota, que já estava toda inchada e ardida, mas foi ótimo; acabamos, cada um deitou-se para um lado da cama, Oswaldir me afirmava que nunca tinha tido uma experiência sexual tão gostosa, eu gozei umas cinco vezes, jamais gozei tanto na minha vida. Descansamos , fomos tomar banho jutos, voltamos para a cama e dormimos até o amanhecer de domingo, por volta das 10:00hs, após o café da manhã, saímos do hotel, atravessamos a rua e fomos passear de mãos dadas entre as arvores no aterro do flamengo, há quanto tempo eu não fazia aquilo passear de mãos dadas, vez por outra parávamos nos abraçávamos, beijávamos e continuávamos a caminhar fomos andando abraçados até a Praia de Botafogo, chegamos por lá por volta das 12:00h. Eu estava tão feliz, sensação que poucas vezes havia sentido na minha vida. Fomos almoçar em um restaurante, quando falei para o Oswaldir, conforme lhe havia prometido que iria ajudá-lo, independente da nossa relação, tudo em razão da sua simplicidade e vontade de vencer, almoçamos e fomos embora, pois o meu porteiro iria pegar no trabalho às 14:00h, ele saltou do táxi uns 300 metros do prédio e eu segui até o meu apto. Eu estava extasiada e muito feliz, ligue para o meu filho na Califórnia, conversamos bastante ele notou que eu estava diferente e feliz; eu disse para ele que estava amando, ele deu uma risada e falou “ que legal mamãe, você é bonita, boa pessoa e merece ser feliz, vá em frente”, fiquei mais feliz e despreocupada, liguei para a portaria falei com o Oswaldir lhe desejei boa noite e fui dormir. Na segunda feira liguei para o reitor de uma faculdade que é meu amigo, e arranjei uma bolsa de estudo no curso de direito; a noite falei com o Oswaldir para providenciar o seu histórico escolar e me entregar, dois dias depois ele me entregou tal documento, até então não sabia de nada, realmente ele trancou a matricula na faculdade no terceiro período concluído, pedi para que fosse ao encontro do meu amigo reitor no dia seguinte. Oswaldir abraçou-me e começou a chorar, soluçando, resumindo. Estamos juntos até hoje, Oswaldir ingressou na faculdade em 1991 e concluiu a faculdade de direito no ano de 1995, desde 1992 começou a trabalhar como estagiário em um grande escritório, formou-se e continuou nesse escritório como advogado e no ano de 2001 foi aprovado no Concurso para o Ministério Público, onde desempenha o Cargo de Promotor de Justiça. Eu me aposentei em 2003, continuo dando aulas adotamos uma linda menina, mudamos para um bom e espaçoso apartamento em Ipanema, estamos juntos até a presente data. Peço a Deus que conserve a nossa relação por muitos anos. Aquele porteiro que conheci hoje Promotor de Justiça, continua com a mesma
55

simplicidade e amoroso como sempre, por insistência dele talvez casaremos. Esta é a minha História de Sexo, Loucura e Amor.

17 - A FESTA RAVE
Fomos a uma rave (festa) muito louca na zona sul da cidade. Meu marido não é muito de ir a este tipo de festa, mas como seu melhor amigo estava de aniversário e nos convidou para
56

comemorar lá nem pensou muito e aceitou. Aproveitei pra pôr a minha blusa mais sensual que deixava a mostra meus seios. Chegamos lá e já de cara encontramos o amigo do meu marido, o Júlio. Dançamos muito, aquela batida contagiava, até que tomamos uma bala. Nossa!! Nunca tinha sentido esta sensação, era um sentimento de liberdade e um despertar da libido ao mesmo tempo. O Júlio percebeu que eu estava bem soltinha e sem meu marido perceber ele chegava devagarzinho no meu ouvido e dizia: “Quero te fuder sua cachorra”. Eu arrepiava de tesão. Então disse ao meu marido que iria ao banheiro e que não se preocupasse que eu demoraria um pouco. O Júlio saiu pelo outro lado sem que ele percebesse. Entramos os dois no último banheiro. Eu já não agüentava mais de tesão por aquele homem e fui tirando a blusa. Ele caiu de boca nos meus seios, chupando-os deliciosamente. Eu apertava-o com vontade e devagar fui metendo minha mão dentro da calça dele e sentindo aquele pau gostoso. A situação estava no clímax. Foi aí que ele arrancou minha calça, me virou de quatro no vaso e meteu aquela língua deliciosa na minha buceta molhada. Chupava com vontade, fazendo-me revirar os olhos de tanto tesão. Pedi que metesse logo, pois não poderíamos demorar muito. Ele me prensou na parede, ergueu uma das minhas pernas apertando com força minha coxa e meteu aquela pica na minha buceta. Nossa!!! Que pica deliciosa. Eu sentia um êxtase. O calor subia cada vez mais. Ele socava com vontade e eu gemia loucamente. Gozamos que nem loucos. Vestimo-nos e retornamos a festa como se nada tivesse acontecido. Quando chegamos lá, meu marido estava num canto agarrado com outra garota metendo nela. Não agüentei, fiquei com tesão e me aproximei roubando um beijo ardente dela. Ele me olhou com cara de safado e tratou logo de enfiar o dedo na minha buceta enquanto eu chupava os seios da garota. Ele metia sem dó nela, fazendo-a gemer que nem uma vagabunda. Aí o Julio não quis ficar de fora, abaixou minha calça e meteu novamente na minha buceta. Meu marido vendo aquilo sentia satisfação imensa e metia mais na fulana.Olha, minha primeira experiência numa rave e vou confessar, ficou pra história. Atualmente, sempre saímos com o Julio e a Vini, a garota da festa, e fazemos altas surubadas.

18 - MEU VIZINHO
Tenho 23 anos e sou casada há 5 anos mas não amo meu marido, nossa relação é só sexo e nada mais. Mesmo assim, caiu na rotina. Há mais de um ano , conhecemos nossos novos vizinhos. Pessoal muito gente fina.... Logo que vi o filho, chamado Paulo, 26 anos
57

, muito gato, despertou meu desejo. Sempre que eu o via ficava olhando profundamente em seus olhos e ele também me olhava diferente. Os dias, os meses foram se passando e resolvi tomar uma atitude, pois já não agüentava mais de tesão por ele. Dei um jeitinho , descobri o telefone da casa dele, falei com ele e pedi o numero do celular, até então, não disse quem eu era... Assim que tive uma oportunidade, liguei e trocamos idéias , ele perguntava muito sobre mim mas eu não falava que eu era a sua vizinha, preferi fazer suspense .O papo era muito bom , eu ficava com a calçinha molhada toda vez que nos falávamos. Sempre apimentava nossos papos fazendo perguntas como , qual a posição que ele mais gostava no sexo e outras perguntinhas bem safadas.Quando desligava o telefone eu ia me masturbar , gozava como louca pensando no pau dele me fudendo. Continuamos se falando por mais ou menos um mês até que resolvi falar quem eu era, achei que ele não desconfiava mas ele era esperto e já sabia que era eu . Ele fez várias perguntas pra mim e disse que tava afim mas tinha certo receio por eu ser casada, mas eu sempre dizia que eu queria correr o risco mesmo assim pois já estava apaixonada.... Enfim, o grande dia chegou... Marcamos de ele vir na minha casa logo de manhã pois meu marido sai cedo para trabalhar e eu ficava sozinha.... Neste dia já acordei nervosa, ansiosa, minhas pernas tremiam muito, fui para o banheiro e tomei aquele banho maravilhoso. Sai, coloquei uma calçinha vermelha bem pequena e transparente na frente , um vestidinho de alçinha, bem confortável e fiquei sem sutiã.... Toda perfumada abri a porta pra ele, logo em seguida fechei rapidinho e ele me disse : _Você é louca ! Dei aquele sorriso meio tímido e ele me agarrou, me beijou muito gostoso , aquela boca era maravilhosa , me sentia nas nuvens... Ele estava lindo todo perfumado e já estava de pau duro. Eu também já estava excitada mas minha intenção não era de dar pra ele nesse dia , só que não deu pra segurar , o tesão era muito. Ele me levantou, me encaixou com as pernas abertas entre o corpo dele e me encostou na parede. Beijava-me, falava coisas ao meu ouvido bem baixinho, passava a língua no meu pescoço, na minha orelha, etc... Com uma mão, ele segurava em meu cabelo bem forte e com a outra na minha bunda, enquanto isso fazia movimentos de vai e vem em minha xana que já estava toda molhadinha. Então eu desci do colo dele e fui para o sofá , deitei e ele começou a chupar meus seios, passava aquela língua gostosa no biquinho, depois metia a boca com vontade, me mandava chupar também e ao mesmo tempo beijava minha boca... Logo ele levantou e eu ajudei a tirar a sua roupa, tirei sua camisa e sua calça , quando vi aquele pau gostoso , duro e bem tesudo cai de boca, chupei com vontade e ele gemia de prazer.... Passava a lingüinha só na cabeçinha , dava aquela chupada , enfiava tudo na minha boca , fazia
58

movimentos rápidos e ao mesmo tempo bem devagar pra sentir cada centímetro dentro da minha boquinha , quanto mais eu chupava mais eu queria, senti escorrer um liquido da minha xana , ela já estava toda babada... Depois ele veio me chupar tirei toda a roupa e fiquei completamente nua , nossaaaaa , aquilo foi tudo , ele sabia fazer gostoso , aquela língua entrava e saia da minha xana e eu cada vez mais louca , ele segurava em meus seios bem forte enquanto me chupava...No chão da sala , deitamos no tapete , fizemos um 69 e lá eu dei minha primeira gozada, gemi de tesão, nunca havia gozado tão gostoso daquele jeito.... Fiquei de 4 e ele começou a enfiar aquela rola dura dentro de mim, arreganhei bem as pernas e ele metia bem gostoso, primeiro enfiou bem devagar me levando a loucura, ficou brincando de vai e vem bem devagarzinho e logo em seguida colocou tudo de uma só vez , humm , eu já estava completamente sem juízo e pedia pra ele me comer , ele metia com força , puxava meus cabelos com muito tesão.... Ele dizia que minha xana era quente, gostosa e que precisava ser comida de verdade, isso me deixava completamente alucinada. Logo em seguida , arrastei ele para a cama e montei por cima dele, sentei naquele pau e cavalgava que nem louca, sentava, levantava, rebolava, ele gemia muito de prazer e aquilo me deixava com mais vontade ainda .Meu corpo tremia todo ... Deitei sobre o corpo dele e enquanto metia na minha xaninha aquele pau ele chupava meus seios com vontade , começei a meter com força e eu já estava quase gozando novamente, logo ele me falou pra meter mais que ele ia gozar também e eu fui , comecei a meter rapidinho com a pau dele dentro, nisso ele começou a bombar rapidinho e entre gemidos loucos nós dois gozamos. Não satisfeito, o pau dele ainda continuava duro que nem pedra, me pegou de ladinho e metia sem dó , metia metia metia e eu louca, sentia minha xana toda molhada de tesão e de porra, era tudo, quanto mais molhada ficava mais tesão dava.... Enfim , fomos para o básico papai e mamãe, me colocou na beira da cama com dois travesseiros embaixo da minha bunda e começou a meter novamente , ele metia sem dó, eu eu estava amando tudo aquilo , nenhum homem tinha me comido daquele jeito e com vontade. Eu arreganhei minhas pernas ao maximo e ele enfiava aquilo dentro de mim... Pra terminar , arrastei ele para o banheiro e lá de baixo de água bem quentinha ele me chupou novamente, me acariciava todinha com muito tesão e carinho ao mesmo tempo, fui chupá-lo novamente e ele falou que já estava quase gozando de novo, então ele sentou no vaso sanitário e eu fui por cima , enterrei o pau dele dentro de mim e comecei a pular bem gostoso, naquela posição, gozamos novamente.... Já não estávamos mais conseguindo parar em pé minhas pernas tremia muito e as dele também, mas foi tudo muito gostoso, um sonho.... Terminamos o
59

banho, ele se vestiu e antes de ir embora, conversamos mais um pouquinho , ele me fez um carinho no rosto , me deu um beijo muito gostoso , um beijo meio que apaixonado, disse olhando nos meus olhos que eu além de linda, era muito gostosa e sabia satisfazer um homem , falou pra eu me cuidar e foi embora , hora de voltar a realidade.... Já tem um mês que isso aconteceu e só trocamos olhares , ele me liga , eu ligo , já nos masturbamos por telefone e MSN e estou pra marcar um outro encontro .Estou pensando em me separar do meu marido porque sei que não o amo , estou apaixonada pelo meu vizinho ! Bem, este foi meu conto.

19 - REALIZEI A FANTASIA DO MEU MARIDO

Tenho 20 anos e sou casada a 04, meu marido tem 37 e já foi casado duas vezes. Aprendi muita coisa com ele, mas existem coisas que nenhuma das suas ex fizeram pra ele, como por exemplo realizar
60

fetiches. Foi numa sexta feira à noite, saímos pra beber com uns amigos entre eles uma amiga do meu marido que vou chamar de Vera. Bebemos bastante naquela noite, havia um amigo nosso que ficou interessado nela. Mas ela não deu muita bola pra ele, eu comecei a investir pra cima dela discretamente de uma maneira que só ela percebeu e retribuiu, trocamos alguns carinhos, peguei nos longos cabelos negros dela, na mão etc... Meu marido percebeu e gostou da idéia, dai fomos deixar uns amigos que estavam conosco e depois ficamos de deixa - lá em casa...mas no meio do caminho mudamos o percurso e acabamos no motel. Estávamos todos meio bêbados então foi rápido pra tirarmos a roupa e entrarmos na banheira os três, dai um olhou pro outro então eu tomei a iniciativa e dei delicioso beijo de língua na Vera; e foi maravilhoso, meu marido enlouqueceu de tanto tesão, então começamos a trocar chupadas deliciosas, ele enfiava o dedo na buceta dela e ela gemia loucamente, eu comecei a chupar a buceta dela (confesso que foi a primeira buceta que chupei na vida, mas foi maravilhoso) e depois fomos pra cama, lá ela veio com aquela língua incrível chupar minha buceta de uma maneira que dava a entender que era acostumada a fazer isso, e foi delicioso, ela enfiava a língua lá dentro e depois brincava com meu clitóris que me fazia gemer loucamente, meu marido metia nela enquanto ela me chupava, ai eu levantei e ela virou de frente e eu segurei as pernas dela enquanto ele fodia aquela cachorra (era assim que nos chamávamos naquela noite) então fomos as duas chupar o pau dele, (aposto que nunca tinha tido duas cachorras chupando o pau dele ao mesmo tempo) ele adorou. Depois ele veio meter em mim, enquanto isso ela gemia ao ver ele me comer e eu gritar de prazer, e apertar seus seios. Ela gozou naquela hora, e eu também, ele não gozou pois quando ele bebe muito não consegue gozar no nosso tempo. Ai fomos pro banheiro e ela foi tomar banho enquanto isso eu chupei o pau do meu marido na banheiro e ainda trepamos de novo na banheira..enquanto ela tomava banho. depois fomos tomar banho e em seguida fomos deixá-la em casa, nos despedimos com belo beijo de língua. Foi inesquecível e pode apostar, repetimos a doze outras vezes, Vera é nossa amiga inseparável.

20 – SÓ A CABECINHA

Quando era criança vivíamos brincando de esconde-esconde. Eu tinha 12 anos, meio raquítico, magro, baixinho, moreno, um pouco sensível e sem nenhuma malícia. Gostava de me
61

esconder no quintal de uma senhora evangélica ao lado de uma casa vazia uma quadra a baixo da casa onde eu morava. No fundo do quintal dela tinha bastante árvores onde eu podia me esconder melhor, ainda mais a noite, que era o horário que preferíamos. Naquele dia tinha uns 15 moleques pra participar e eu como era um dos mais velhos sempre dava os comandos. Tinha um garoto que chamávamos de Lê, de 10 anos, baixinho, fortinho, de cabelos castanho-claros, caracolados, invocado ás vezes, mas muito gente boa vivia sempre em casa. Ele sempre me ajudava a comandar o pessoal. Ele tinha um irmão chamado Robson, 17 anos, que decidiu que queria brincar aquele dia. Esse irmão do Lê era fortão, um pouco mais alto que eu, meio loiro, olhos claros, com bastante sardas no rosto, muito simpático, mas meio safado. Então um moleque começou a contar para escondermos. Nessa vez eu corri pra casa onde eu gostava de me esconder e o Robson veio atrás de mim dizendo que não sabia onde se esconder. Entramos na casa vazia e pulamos o muro lateral que separava os dois quintais. Na casa, ficamos na varanda. Tinha uma porta bem no meio, que provavelmente daria pra cozinha, do lado esquerdo da porta, encostada na parede tinha um tanque de lavar roupas e ao lado da porta no lado direito tinha um sofá. Estava bem escuro e eu estava ao lado do sofá de pé, com o tronco meio flexionado tentando enxergar o que se passava na rua, quando senti o Robson encostando em mim. Então ele perguntou: Tá conseguindo vê alguma coisa ai? Será que ele ta vindo? Eu continuei na minha posição, mas achei aquilo estranho. Quando ouvimos um barulho, parecido com alguém pulando o mesmo muro que pulamos pra chegar ali. Era o Lê avisando: - Ele ta vindo; O Robson ficou bravo com o Lê por ele ter nos seguido e pediu pra ele ir na frente. O irmão dele foi e continuamos nós dois na mesma posição que estávamos. Senti uma coisa meio dura atrás de mim, quando notei ele estava se esfregando em mim ai ele disse: - Fica olhando ai, senão ele vai pegar a gente. Abaixa mais um pouco pra você ver melhor; Fiquei sem reação e acabei baixando. Foi ai que o guri que estava procurando o pessoal apareceu no muro da casa daquela senhora e gritou: - Você tá pego!!! E saiu correndo. Daí tive que sair do esconderijo e logo depois o Robson saiu também. Quando estávamos esperando todos para serem pegos o Robson disse pra mim e pro seu irmão: - “Vixi cara aquele esconderijo é muito barrela, vô procura otro pra mim se esconder”; Fiquei sem graça, apesar de nem ter chamado ele pra ir lá, porque eu gostava daquele lugar. Aí o Lê disse: - Eu tamém acho. Chegaram todos e o primeiro a ser pego seria o contador e por sinal era o Lê. Quando ele começou logo o Robson me disse no ouvido: - “Vamu lá denovo ele nem vai vir atrás”. Saímos correndo e fomos para o mesmo esconderijo. Passado
62

um tempo o Robson me disse - Fica lá espiando; Eu fui e ele veio por trás de mim e ficamos do mesmo jeito daquela outra hora. Só que dessa vez ele colocou as mãos em meu quadril, segurando-o. - Deixa eu tentar ver também; Senti ele subindo e descendo com o quadril por trás de mim e aquela coisa dura me roçando. Então ele me abraçou com sua mão direita, eu levantei meu corpo e disse baixinho: - Para cara com isso!!! Os cara vão tira sarro da gente!!! Ele me respondeu: Ninguém vai fica sabendo, nem tem ninguem aqui. Comecei a ficar excitado, ele enfiou a mão dentro do meu short, por cima da cueca e ficou passando o dedo no meu cuzinho. Eu, meio virgem, dava aquelas suspiradas e trancava meu rabinho pra ele não avançar enquanto ele me dizia: - Dexa cara!!! Só enfio um pouquinho!!! Ai ele sem esperar minha resposta colocou a mão por dentro da minha cueca e ficou alisando minha bundinha, dai encurvei meu corpo novamente e deixei ele ir colocando aos pouquinhos, nisso eu já estava me deliciando com a situação. Ele foi colocando de pouquinho, mas já estava doendo e pedi pra ele parar. Ele disse: - Só paro se você pegar no meu pau; Eu topei porque já estava gostando mesmo. Ele tirou a mão de meu short, eu me virei pra ele e ele tirou o pau por baixo do short, pela entrada da perna esquerda: - Pega, vai!!! Pega um pouquinho!!! Eu peguei em seu pau e senti ele latejar em minha mão. Era um pau grosso, não muito grande, com a cabeça bem volumosa e vermelha. Fiquei meio assustado com tudo aquilo, porém excitado: - Põe a boquinha nele, põe? Finge que é um pirulito e chupa; Abaixei-me, ficando ajoelhado com um pé só, coloquei meio com nojo e senti quando ele deu um suspiro bem gostoso. Mas eu nem sabia como chupar só fiquei com a boca no pau dele até ele me dar as instruções. Pediu pra mim ficar tirando e colocando na boca, pra chupar como se fosse um canudinho, pra engolir tudo, as vezes ele me forçava até eu engasgar e eu disse que não queria mais: Deixa eu colocar na sua bundinha!!! Deixa vai!!! Deixa ai meu!!! Ele ficava insistindo e eu dizendo que não porque os cara iam tirar sarro de mim. Insistiu tanto que quando disse que ia só colocar a cabecinha eu topei, pra acabar com aquilo logo. Ele me pediu pra colocar as mãos no sofá e arrebitar bem a bundinha. Abaixei meu short e fiz o que ele me mandou. Posicionou-se atrás de mim e ouvi quando ele cuspiu na mão e passou em sua vara. Eu já estava até suando. Ele se encostou e senti uma coisa quente por trás, era seu pau. Ele foi empurrando, empurrando e nada, ficamos ali uns 5 minutos e nada. Já estava até cansado quando sentí uma coisa rasgando meu cuzinho. Tirei na hora meu corpo: - Porra meu quando eu consigo você tira. Deixa eu tentar mais uma vez!!! Me inclinei de novo e ele foi tentando. Até que conseguiu só que dessa vez eu deixei ele entrar um pouco mais. Estava doendo muito, ele me abraçou enquando eu jogava meu corpo pra
63

frente pra tentar sair daquela situação desagradável. Ele me puxou pra trás estocando mais ainda sua vara dentro de mim: - Para cara, tá doendo!!! Deixa eu sair meu!!! Ele nem tava ai. Então perdi o equilíbrio e cai sobre o sofá. Ele me dominou e me ajeitou de forma que eu ficasse deitado sobre o sofá e com a bundinha toda pra ele. Eu tentava sair, mas estava meio imobilizado, ele começou um vai e vem brutal e eu tentava escapar. Ele gemia: - Que cuzinho apertadinho!!! Que delícia de cú!!! Vou comer você direto agora!!! Quando numa bobeada eu consegui escapar de cima dele, ergui meu short e corri pro fundo do quintal ofegante. Minhas pernas estavam tremulas e senti que saia algo da minha bunda. Eu estava sangrando, mas era pouquinho. Ele veio atrás de mim e disse: - Deixa eu terminar cara!!! Juro que só coloco a cabecinha agora!!! E eu disse: - Não quero mais não!!! Deixa pra outro dia isso!! Ele falou: - Tá bom!!! Amanhã você vai lá em casa então, senão conto pra todo mundo que eu te comi!!! Fiquei apavorado, implorei mas ele estava irredutível. Pediu pra mim dar mais uma chupadinha e eu obedeci, forçado mas obedeci. Chupei ele alguns minutos até que ele gozou na minha boca. Cuspi tudo. Então ele me disse: - Você vai ser minha putinha agora!!! Vo come você todo dia!!! Então ele pulou o muro e saiu. Quando voltei para onde todos estavam me perguntaram onde me escondi tão bem que ninguém me encontrou. Disse que era um esconderijo secreto e dei uma risadinha. O Robson foi embora e eu disse que ia parar também porque estava cansado. No outro dia fui à casa do Robson ele era o único garoto da nossa turma, que tinha uma bicicleta eu pedi para dar umas voltas, ele disse pode ficar com ela o dia todo, mas antes vamos lá na casa vazia, tá a fim, adivinhe o que aconteceu..... fiquei o dia todo com a bicicleta.

Esta é uma Obra de Contos, Relatos, Fetiches e Fantasias Sexuais, que contém fatos verdadeiros e/ou fictícios. Todos os nomes são irreais. A fim de resguardar o anonimato dos personagens. Qualquer semelhança dos relatos, nomes, lugares, profissões e comportamentos, são meras coincidências. Eximindo o autor de quaisquer responsabilidades com relação a fatos verídicos porventura coincidentemente existentes. Pois
64

tomamos o cuidado de não divulgar nomes verdadeiros das pessoas que colaboraram e autorizaram a publicação dos seus relatos. Estamos selecionando novos contos ou estórias para o nosso próximo livro, caso amigo(a) leitor, queira nos enviar o seu conto, a sua estória, a sua experiência, fetiches, fantasias e vivências sexuais. Basta enviar para o nosso email: tonybrasil2009@yahoo.com.br

FIM

65

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful