PEÇA INFANTIL: A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO PERSONAGENS: Pai: Filho mais velho: Filho mais novo (filho pródigo

): Homem rico dono dos porcos: Dois empregados do dono dos porcos que serão os mesmos dois empregados do pai do filho pródigo: Quatro crianças para serem as convidadas da festa (3 meninas e 1 menino ou 2 meninas e 2 meninos):

CENA 1: Pai e dois filhos todos bem vestidos. NARRADOR: Um certo homem tinha dois filhos. E o caçula disse ao pai: FILHO CAÇULA: Pai, me dá a minha parte da herança. NARRADOR: E o pai repartiu a herança entre os dois filhos. (o pai divide dinheiro de brinquedo, relógios e jóias entre os filhos que saem de cena contando e avaliando a herança)

CENA 2: Filho caçula entra enfiando roupas e sapatos em um saco (tipo mochila ou bolsa de couro) e sai devagar de cena enquanto o narrador diz: NARRADOR: Pouco dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para um terra bem distante e ali desperdiçou a sua herança vivendo desregradamente

CENA 3: Nos bastidores o filho mais novo se arruma como um mendigo e fica descalço. Enquanto isso, entra um homem rico com seus empregados (dois meninos) entra em cena trazendo os porcos e os coloca num canto do cenário. O filho caçula volta vestido como um mendigo e fica vagando pelo cenário, ora deitado, ora em pé, ora coçando a cabeça, ora coçando o corpo, etc. enquanto o narrador diz: NARRADOR: E havendo o filho mais novo gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e ele começou a passar necessidades. E foi até um dos cidadãos daquela terra o qual o mandou para os seus campos a apascentar porcos. E ele desejava encher o seu estômago com a ração que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. E muito arrependido disse: FILHO CAÇULA: Quantos trabalhadores do meu pai tem fartura de pão e eu aqui morro de fome! Vou procurar meu pai e vou dizer a ele: Pai, pequei contra o céu e perante ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. Faça-me um dos seus trabalhadores.

CENA 4: O filho caçula arruma suas coisas em um saco velho e sujo e sai pela porta principal da igreja todo animado. Enquanto isso entra bem devagar pela porta da frente o pai muito bem vestido e com a mão sobre as sobrancelhas tentando enxergar ao longe (olhando para a porta da entrada da igreja) enquanto o filho caçula sai da igreja e torna a voltar, como se estivesse chegando bem cansado de uma longa viagem e o narrador diz: NARRADOR: E, levantando-se o filho caçula, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, o seu pai o avistou e moveu-se de íntima compaixão, e, correndo o abraçou e o beijou. (os dois encontram-se na metade do corredor, onde acaba as fileiras dos bancos, bem na frente da plateia). O filho caçula se ajoelha e diz: FILHO CAÇULA: Pai, pequei contra o céu e perante ti. Já não sou digno de ser chamado teu filho. PAI DIZ AOS SERVOS: Tragam a melhor roupa e vistam ele, coloquem um anel no seu dedo e sandálias em seus pés. Vamos fazer uma festa e nos alegrar porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. (dois servos trazem uma capa bem bonita e vestem o filho caçula, colocam um anel no dedo dele e sandálias nos seus pés; depois saem e voltam com sanduiches e sucos e todas as demais crianças e todos ficam festejando e comendo e alegrando-se). O narrador finaliza dizendo:

NARRADOR: Nesta parábola Jesus ensina que uma vida de pecado e egoísmo é a separação do amor e da comunhão de Deus. O pecador ou o desviado é como o filho caçula da parábola que, em busca dos prazeres do mundo pecaminoso, desperdiça a herança física, intelectual e espiritual que Deus lhe deu. O resultado é desilusão e tristeza. Antes de um perdido vir a Deus, ele precisa reconhecer seu verdadeiro estado de escravidão do pecado e de separação de Deus. Precisa voltar humildemente ao Pai, confessar seus pecados e estar disposto a fazer tudo quanto o Pai quiser. Deus ama o filho pródigo e anseia pela sua salvação. Quando o pecador, de coração, volta para Deus, Ele está sempre plenamente disposto a acolhê-lo com perdão, amor, compaixão, graça e os plenos direitos de um filho. A vida afastada da comunhão com Deus é morte espiritual. Voltar-se para Deus é alcançar vida verdadeira. (Toca-se um hino de reconciliação com Deus enquanto os personagens saem devagar, naturalmente, conversando, como se estivessem saindo de uma festa).

FIGURINO E ACESSÓRIOS: - Roupas e calçados (sandálias) vistosos (tecidos brilhantes e coloridos) para o pai, o filho mais velho, o filho mais novo e o homem rico. - Bolsa de couro para fazer a mochila do filho mais moço com roupas e sandálias. - Roupa de mendigo para o filho pródigo (base ou pó marrom escuro para fazer a sujeira). Não precisa de sandália. - Saco encardido para colocar as coisas do filho pródigo. - Roupas e sandálias simples (tecidos sem brilho, claros ou escuros) para os dois empregados. - 3 a 5 porcos (barro, emborrachado, papel, etc) - Capa bem bonita para vestir o filho pródigo, um anel e sandálias. Lenços umedecidos (de bebê) para limpar o rosto do filho pródigo. - Roupas vistosas para as 4 crianças convidadas da festa. - Comida e bebida para a festa (pão, uva, biscoito, água, etc). - Bandeja e copos para servir a comida e a bebida da festa. - Hino de reconciliação.

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