CIÊNCIAS

FÍSICO-QUÍMICAS

CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS 8 | TERCEIRO CICLO DO ENSINO BÁSICO

e

(CFQ)8
CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR

ANTÓNIO JOSÉ SILVA CLÁUDIA SIMÕES FERNANDA RESENDE MANUELA RIBEIRO

> PLANIFICAÇÕES

(CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 3

PLANIFICAÇÃO (CFQ)8

PLANIFICAÇÃO DO 8.º ANO TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA

N.º TOTAL DE AULAS PREVISTAS:

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67

1.º PERÍODO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .25 2.º PERÍODO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .22 3.º PERÍODO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .20
Nota: Planificação baseada em 2 aulas semanais de 45 minutos.

APRESENTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .1 > Tema: SUSTENTABILIDADE NA TERRA > Critérios de avaliação

1 – SOM E LUZ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .24 Produção e transmissão do som > Produção de som > Propagação de som > Detecção de som > Características das ondas mecânicas > Características do som > Propriedades do som > Aplicações do som Propriedades e aplicações da luz > Produção de sinais luminosos > Propagação de sinais luminosos > Detecção de sinais luminosos > Características das ondas não mecânicas > Propriedades da luz > A cor da luz e dos objectos > Aplicações da luz
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2 – REACÇÕES QUÍMICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .22 Explicação das reacções químicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 > Transformações químicas e transformações físicas > Natureza corpuscular da matéria > Estado gasoso > Átomos e moléculas como unidades estruturais da matéria > Substâncias elementares, substâncias compostas e misturas de substâncias > A linguagem dos químicos > Iões como unidades estruturais da matéria Estudo das reacções químicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .10 > Reacções de ácido-base > Reacções de precipitação > Reacções de oxidação-redução > Lei de Lavoisier > Velocidade das reacções químicas

3 – MUDANÇA GLOBAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12 > A atmosfera terrestre > Elementos que condicionam o estado do tempo atmosférico > O movimento do ar atmosférico e a sua influência no tempo metereológico > Previsão do tempo atmosférico > Influência da actividade humana na atmosfera terrestre e no clima

4 – GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS > Utilização dos recursos > Protecção e conservação da Natureza

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> Consequências das inovações científicas e tecnológicas para o indivíduo, a sociedade e o ambiente

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PLANIFICAÇÃO (CFQ)8

TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA SOM E LUZ

Produção e Transmissão do Som CONTEÚDOS 1. Produção de som COMPETÊNCIAS Compreender que os sons são produzidos de diferentes modos e estão associados à vibração da fonte sonora. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Realizar a actividade experimental n.º 1. Utilizar diferentes diapasões, demonstrando que a produção de som se deve à vibração. Pedir aos alunos para identificar o meio em vibração noutras situações: uma régua a vibrar na extremidade da mesa e instrumentos musicais que os alunos tenham ou sugiram. Analisar o modo como se produz o som nos diferentes instrumentos musicais. Sugerir pesquisa de outros instrumentos musicais característicos de determinados povos e culturas.

12 tempos de 45 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Diapasões Instrumentos musicais Caderno de Laboratório

Classificar os instrumentos musicais segundo o material vibrante.

2. Propagação de som

Compreender que a vibração da fonte sonora se propaga por ondas, quando existe um meio material. Distinguir ondas longitudinais e transversais.

Fazer analogia com as ondas mecânicas que ocorrem na água. Utilizar uma mola em hélice para demonstrar diferenças entre ondas longitudinais e transversais.

Manual Mola em hélice Manual Interactivo Transparência n.º 1

Compreender o conceito de rapidez do som e explicar as diferenças de propagação em determinados meios.

Realizar a actividade experimental n.º 2. Analisar o que ocorre durante uma trovoada e aplicar o conceito de rapidez para estimar a distância desta até ao receptor. Encostar o ouvido à mesa e ouvir os sons que nela se propagam. Analisar o esquema do ouvido. Realizar actividade em que um aluno de olhos vendados e um ouvido tapado tenta localizar diferentes fontes sonoras; repetir a actividade com ouvidos destapados. Realizar a Ficha n.º 1 do Caderno de Fichas.

Caderno de Laboratório Manual Mesa Máquina de calcular Manual Interactivo

3. Detecção de som

Reconhecer o mecanismo de percepção do som. Compreender o funcionamento do ouvido humano e o processo de localização da fonte

Manual Venda ou lenço Manual Interactivo

4. Características das ondas mecânicas

Conhecer e distinguir as características das ondas.

Analisar a forma das ondas produzidas por diferentes fontes sonoras. Analisar as observações da actividade experimental n.º 1. Realizar a Ficha n.º 2 do Caderno de Fichas.

Caderno de Laboratório Manual Manual Interactivo Caderno de Fichas CD-ROM do aluno

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º 1 do Caderno de Fichas.º 3 do Caderno de Fichas.) CONTEÚDOS 5. Analisar materiais isoladores sonoros. Aplicações do som Conhecer algumas das aplicações do som. Sonómetro Manual Interactivo Caderno de Fichas Caderno de Laboratório 7. Realizar trabalhos de pesquisa sobre as principais aplicações do som e o modo como são aplicados os conceitos apreendidos. ultra-sons e infra-sons.º 4.º 2 Caderno de Fichas 6. Características do som COMPETÊNCIAS Conhecer e distinguir as características dos sons e associar às características das ondas. Realizar a Ficha Global n. Propriedades do som Compreender alguns fenómenos que ocorrem com o som. Realizar a Ficha n. Observar a reflexão e a interferência com uma tina de ondas ou programa didáctico. Aplicar o conceito de rapidez de som e distinguir entre eco e reverberação. Manual Internet Caderno de Fichas (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 7 . Explicar o eco. frequências e timbres. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Realizar a actividade experimental n. Manual Computador com programa de ondas.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Produção e Transmissão do Som (cont. Realizar a actividade experimental n. Analisar sons com diferentes intensidades.º 3. RECURSOS EDUCATIVOS Caderno de Laboratório Manual Computador com software de som tipo Audacity ou oscilóscopio Manual Interactivo Transparência n.

Conhecer as aplicações das diferentes radiações. Classificar os materiais em transparentes. Distinguir fontes luminosas e iluminadas. Características das ondas não mecânicas Conhecer a constituição do espectro electromagnético. Manual Lentes Transparência n. Manual Transparência n. Manual Internet Manual Interactivo 8 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Medir a distância focal de uma lente. Conhecer o valor da rapidez da luz e os factores que influenciam este valor. Pesquisar as aplicações possíveis para as radiações. Formação de sombras. convergentes e divergentes. Detecção de sinais luminosos Conhecer a constituição do olho humano e os principais elementos na detecção da luz.º 3 Máquina de calcular Fita métrica Materiais destacáveis Caixa de raios e Espelho – Materiais Destacáveis 3. Propagação de sinais luminosos Distinguir feixes de luz paralelos. Analisar o espectro electromagnético e salientar que a parte visível é muito pequena comparada com todas as outras radiações. Análise de situações e classificação das fontes de luz. Observar o esquema do olho e descobrir as diferentes funções de cada elemento. translúcidos e opacos. Calcular potência e a distância focal de lentes. Utilizar caixa de raios e lentes para mostrar os diferentes tipos de feixes de luz. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Leitura de textos e análise de situações que fundamentam as duas teorias. Medir a altura do edifício da escola com recurso à sombra projectada no solo. com lentes e filtros azul ciano mostrar a forma como as pessoas com defeitos de visão percepcionam as imagens. Analisar diferentes tipos de vidro e outros materiais.º 4 Internet Lentes Filtros azul ciano Manual Interactivo Zoetropo – Materiais Destacáveis 4.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA SOM E LUZ Propriedades e Aplicações da Luz CONTEÚDOS 1. Classificar as fontes em extensas e pontuais. Analisar os diferentes tipos de defeitos de visão. Produção de sinais luminosos COMPETÊNCIAS Conhecer as teorias que explicam os fenómenos de luz. Distinguir os principais defeitos de visão e formas de os corrigir. 12 tempos de 45 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Manual Manual Interactivo Caderno de Fichas 2. Conhecer e aplicar as diferentes características das ondas.

Explorar a actividade sobre Luz do CD-ROM do aluno. Compreender e aplicar a refracção da luz. Explicar as observações referindo a absorção e reflexão de radiação. utilizando filtros diferentes. Realizar actividades experimentais n. comunicações. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Realizar as actividades experimentais n. Conhecer outros fenómenos que ocorrem com a luz: dispersão. Distinguir entre adição e subtracção de luz.…). Manual Enciclopédias Internet Manual Interactivo (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 9 . A cor da luz e dos objectos Compreender o fenómeno da percepção de cor. Realização de trabalhos de pesquisa sobre algumas das principais aplicações da luz e apresentação à turma. interferência e efeito de Doppler. Determinar as características das imagens formadas por lentes. difracção.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Propriedades e Aplicações da Luz (cont. Propriedades da luz COMPETÊNCIAS Compreender os fenómenos que ocorrem devido à reflexão de luz. 6 e 7. Aplicações da luz Conhecer e explicar de forma simplificada a aplicação de alguns fenómenos de luz. Observar imagens formadas em espelhos planos e curvos.º 10 e 11 de adição e de subtracção de luz. na explicação de alguns fenómenos observados.º 5. Aplicar os conceitos de reflexão na determinação das características das imagens formadas em espelhos planos e curvos. Demostrar a dispersão da luz com um CD ou um prisma e comparar com a formação do arco-íris. 7. Demostrar a refracção com uma lâmina de faces paralelas e noutras situações. RECURSOS EDUCATIVOS Caderno de Fichas Espelhos planos e curvos Caixa de raios – Materiais Destacáveis Lâmina de faces paralelas Lentes CD Prisma Ponteiro laser Manual Interactivo Espelho – Materiais Destacáveis. 6. medicina. Sugere-se pesquisas das diferentes aplicações das fibras ópticas (construção civil. Realizar as actividades experimentais n.º 8 e 9.) CONTEÚDOS 5. Caderno de Laboratório Caixa de raios – Materiais Destacáveis Filtros Lente cilíndrica Manual CD-ROM do aluno Manual Interactivo Disco de Newton – – Materiais Destacáveis.

Resolver a Ficha n. no quadro. distinguindo entre reagentes e produtos da reacção. líquidos e gases. Colocar 50 mL de feijão numa proveta graduada e 50 mL de farinha noutra. 12 tempos de 45 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Manual Caderno de Fichas Manual Interactivo 2. rápidas. Relembrar as várias mudanças de estado e efectuar. Classificar as reacções químicas em espontâneas. provocadas. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Solicitar aos alunos que indiquem exemplos de transformações químicas e de transformações físicas do quotidiano. lentas. Traduzir reacções químicas por esquemas de palavras. permitindo visualizar que o corante se difunde mais rapidamente no gobelé que contém água quente. permitindo a caracterização dos três estados físicos da matéria. adicionar o conteúdo das duas provetas e verificar que o volume final é inferior a 100 mL. Manual Manual Interactivo 2 gobelés Corante alimentar Água 2 provetas graduadas de 100 mL Feijão Farinha 10 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Natureza corpuscular da matéria Reconhecer que a matéria é constituída por corpúsculos entre os quais existem espaços vazios. a partir da observação. Reconhecer o significado de reacção química. Efectuar a associação entre transformações químicas e destruição de substâncias com formação de outras diferentes. Colocar água em dois gobelés a diferentes temperaturas e adicionar corante alimentar. exotérmicas e endotérmicas. Dialogar com os alunos de modo a concluir acerca da forma e do volume dos sólidos. Transformações físicas e transformações químicas COMPETÊNCIAS Identificar as diferenças existentes entre transformações físicas e transformações químicas. as transformações físicas e as químicas.º 1 do Caderno de Fichas. Identificar as diferenças entre os estados sólido. Reconhecer que os corpúsculos constituintes da matéria estão em constante agitação. Efectuar o resumo e resolver os exercícios propostos na página 99 do Manual.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA REACÇÕES QUÍMICAS Explicação das Reacções Químicas CONTEÚDOS 1. líquido e gasoso em termos de agregação corpuscular. um diagrama-síntese. Reconhecer. Resolver os exercícios e o resumo propostos na página 95 do Manual. Recorrer a exemplos do dia-a-dia que exemplifiquem os diferentes tipos de reacções químicas. Estabelecer a relação entre a agitação dos corpúsculos e a temperatura.

Estado gasoso COMPETÊNCIAS Conhecer as propriedades do estado gasoso. Efectuar o resumo e resolver os exercícios propostos na página 112 do Manual. substâncias compostas e mistura de substâncias. a temperatura constante. Efectuar o resumo e resolver os exercícios propostos na página 107 do Manual. Estabelecer a relação entre pressão e temperatura de um gás. Reconhecer através de diagramas. Definir pressão. recorrendo a modelos (diagramas de caixas).º 3 do Caderno de Fichas. Resolver a Ficha n. Distinguir os três tipos de partículas constituintes do átomo. Inferir. Manual Manual Interactivo 5. Enumerar as várias teorias explicativas da constituição da matéria. RECURSOS EDUCATIVOS Manual Manual Interactivo Caderno de Fichas 4. Substâncias elementares. a volume constante. Conhecer a unidade SI de pressão. Efectuar a distinção entre átomos e moléculas. Resolver a Ficha n. substâncias elementares. Reconhecer as moléculas como agregados de átomos ligados. através de diálogo. Estabelecer a relação entre pressão e volume de um gás. – pressão e temperatura de um gás. a relação existente entre: – pressão e volume de um gás. Distinguir substâncias elementares de compostas e de mistura de substâncias.º 2 do Livro de Fichas ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Identificar a pressão como o resultado dos choques entre as partículas e as paredes do recipiente. Referir a constituição do átomo. substâncias compostas e misturas de substâncias Distinguir entre substâncias elementares e compostas.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Explicação das Reacções Químicas (cont. Átomos e moléculas como unidades estruturais da matéria Identificar a ideia actual de átomo.) CONTEÚDOS 3. Efectuar o resumo e resolver os exercícios propostos na página 103 do Manual. Dialogar com os alunos acerca do carácter evolutivo da Ciência. Manual Manual Interactivo Caderno de Fichas (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 11 .

Efectuar o resumo e resolver os exercícios propostos na página 107 do Manual. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Analisar numa fórmula química: – os símbolos químicos dos elementos que a constituem. Iões como unidades estruturais da matéria Descrever a composição qualitativa e quantitativa de moléculas simples. RECURSOS EDUCATIVOS Manual 7.º 4 do Caderno de Fichas.º 1 do Caderno de Fichas. Informar sobre a existência de iões poliatómicos e interpretar a sua representação simbólica.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA REACÇÕES QUÍMICAS Explicação das Reacções Químicas (cont. monoatómicos e poliatómicos. Escrever e interpretar a fórmula química de substâncias iónicas através de uma tabela de iões.º 6 Manual Manual Interactivo Puzzle de iões – Materiais Destacáveis Caderno de Fichas 12 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Através de diálogo concluir sobre a importância de representar as reacções químicas de uma forma simbólica que seja entendida universalmente.º 1. Caderno de Laboratório Material e reagentes necessários à realização da electroforese Transparência n. Compreender o significado da representação simbólica de elementos e de substâncias moleculares. Resolver a Ficha n. Representar e interpretar a representação de alguns iões. Explicar a formação de iões a partir dos átomos por captação ou libertação de electrões. – o número de átomos por cada molécula. Escrever fórmulas químicas de substâncias moleculares a partir da sua descrição. Identificar o significado de ião. proposta no Caderno de Laboratório. Reconhecer a existência de iões positivos. negativos. A linguagem dos químicos COMPETÊNCIAS Identificar símbolos dos elementos num conjunto representativo de exemplos.) CONTEÚDOS 6. Resolver a Ficha Global n. Efectuar a actividade n. Distinguir entre iões positivos e negativos com diferentes cargas e interpretar a sua representação simbólica.

Reconhecer a importância do conhecimento do pH. básicas e neutras. Manual Caderno de Laboratório Material de laboratório e reagentes Caderno de Fichas (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 13 . Resolver os exercícios propostos no Aplica o que aprendeste da página 133 do Manual. Interpretar reacções de precipitação. básicas e neutras. Efectuar a reacção entre o ácido clorídrico (HCL) e o hidróxido de sódio (NaHO). por exemplo o indicador da couve roxa proposto no Caderno de Laboratório. Compreender o que acontece no carácter ácido de uma solução quando se lhe adiciona uma solução básica e vice-versa. Identificar a escala de pH. Mostrar diferentes sais. Resolver a Ficha n. Demonstrar. Preparar alguns indicadores caseiros. Identificar o comportamento de alguns indicadores de ácido-base. Demonstrar. Demonstrar que alguns se dissolvem bem na água. Registar as conclusões numa tabela. para determinar o pH de algumas soluções.º 5 do Caderno de Fichas. a utilização do indicador universal e do medidor de pH. Realizar uma reacção de ácido-base. Informar os alunos sobre a existência e a importância desta escala. Reacções de precipitação Distinguir entre sais solúveis e insolúveis. Reconhecer a importância dos indicadores de ácido-base. Reconhecer experimentalmente os produtos da reacção realizada. o comportamento dos indicadores fenolftaleína e tornesol em presença de soluções ácidas. Demonstrar. experimentalmente. Interpretar as variações de pH que ocorrem quando se misturam soluções ácidas e básicas. experimentalmente. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Dialogar acerca dos materiais de uso comum que habitualmente associamos a soluções ácidas. proposta na actividade 3 do Caderno de Laboratório. Reacções de ácido-base COMPETÊNCIAS Reconhecer a existência de soluções ácidas. 10 tempos de 45 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Caderno de Laboratório Material de laboratório e reagentes Indicadores de ácido-base Medidor de pH Manual Caderno de Fichas 2. experimentalmente. enquanto outros são insolúveis. a formação de sais insolúveis por junção de soluções de sais. Mostrar alguns ácidos e bases habituais nos laboratórios.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA REACÇÕES QUÍMICAS Estudo das Reacções Químicas CONTEÚDOS 1. Identificar reacções de ácido-base. Utilizar este indicador para testar o carácter químico de soluções conhecidas e utilizadas no quotidiano. básicas e neutras. Reconhecer a aplicabilidade das reacções de precipitação. Reconhecer a utilidade do indicador universal de pH.

º 8 4. Realizar a actividade experimental proposta na página 55 do Caderno de Laboratório. Inferir a partir de exemplos do quotidiano a existência de combustões vivas e lentas. Identificar a corrosão como uma reacção de oxidaçãoredução. Escrever as equações químicas que traduzem reacções de precipitação. Enunciar a Lei de Lavoisier. Interpretar o enunciado da Lei de Lavoisier. Distinguir combustões vivas de combustões lentas.) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Concluir sobre o significado de reacção de precipitação e de precipitado. Lei de Lavoisier Reconhecer a conservação da massa durante as reacções químicas. Escrever a equação química que traduz a reacção efectuada. Efectuar experimentalmente as combustões do magnésio. sódio. RECURSOS EDUCATIVOS 3. partindo dos resultados obtidos experimentalmente. Aplicar a Lei de Lavoisier a casos concretos. Indicar como se reconhece uma reacção de precipitação. Dialogar com os alunos acerca da importância das reacções de combustão.º 6 do Caderno de Fichas. Referir o significado das águas duras e águas macias. Solicitar aos alunos que relacionem a massa dos reagentes com a dos produtos da reacção.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA REACÇÕES QUÍMICAS Estudo das reacções químicas (cont. Manual Manual Interactivo Transparência n. Reacções de oxidação-redução Reconhecer a importância das reacções de combustão.º 4. Efectuar a actividade experimental n. nas canalizações e a importância destas águas na formação de estalactites e estalagmites. Efectuar as actividades de consolidação propostas na página 137 do manual. Referir os problemas causados pelas águas duras. Explicar as reacções químicas através da Teoria das Colisões. carbono e palha de aço. Caderno de Laboratório Material de laboratório Solução aquosa de nitrato de chumbo 4 mol/L Solução aquosa de cloreto de sódio 1 mol/L Manual Caderno de Fichas Manual Interactivo 14 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . do Caderno de Laboratório. Resolver a Ficha n.

61 e 63 e concluir acerca dos factores que alteram a velocidade de uma reacção química.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Estudo das reacções químicas (cont. Solicitar aos alunos que efectuem o resumo proposto na página 145 do Manual. Solicitar aos alunos que efectuem o resumo proposto na página 149 do Manual. no quadro.) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Resolver as actividades de exploração propostas no Caderno de Laboratório. Efectuar as actividades experimentais propostas no caderno de laboratório. nas páginas 57. Resolver os exercícios propostos na página 149 do Manual. 59. Resolver a Ficha n.º 9 (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 15 . Propor aos alunos que efectuem os exercícios propostos na página 145 do Manual. Resolver as actividades de exploração propostas no Caderno de Laboratório. Através de diálogo concluir que há reacções que ocorrem com maior velocidade do que outras. os factores que alteram a velocidade de uma reacção química. Velocidade das reacções químicas Relacionar a velocidade das reacções químicas com o tempo que os reagentes demoram a transformar-se em produtos. Reconhecer a aplicabilidade prática da acção dos factores de que depende a velocidade das reacções químicas. Material de laboratório Fita de magnésio Solução aquosa de ácido clorídrico 2 mol/L Solução aquosa de ácido clorídrico 4 mol/L Água oxigenada a 10 “volumes” 1 batata Manual Caderno de Fichas Transparência n. Identificar através da experimentação os factores de que depende a velocidade das reacções químicas.º 8 do Caderno de Fichas. RECURSOS EDUCATIVOS 5.º 17 do Caderno de Fichas. Registar. Resolver a Ficha n.

para tal. Informar sobre o significado de: – amplitude térmica diurna.º 10 Caderno de Fichas Compreender a evolução da atmosfera terrestre ao longo do tempo.º 10.º ano de escolaridade. Reconhecer a estrutura da atmosfera terrestre. Atmosfera terrestre COMPETÊNCIAS Reconhecer a composição química da atmosfera terrestre. a Transparência n.º 1 do Caderno de Fichas.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA MUDANÇA GLOBAL Mudança Global CONTEÚDOS 1. utilizando para tal. Analisar a composição química da atmosfera terrestre. 2 e 3 da página 198 do Manual e a Ficha n. fazendo referência aos gases principais e aos gases vestigiais que a constituem. Para tal sugere-se relembrar os conhecimentos sobre a força de atracção gravítica adquiridos no 7. Realizar. a tabela 1 da página 162 do Manual. – amplitude térmica anual. – temperatura média diurna. 2. da página 162 do Manual. utilizando. Elementos e factores que condicionam o estado do tempo atmosférico Identificar algumas grandezas relacionadas com a temperatura do ar atmosférico. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas nas páginas 164. e o motivo pelo qual o valor mínimo ocorre ao princípio da manhã e o máximo ocorre ao princípio da tarde. Caracterizar as principais camadas em que se divide a atmosfera. Reflectir sobre o modo como a temperatura varia ao longo de um ano. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Reflectir sobre o motivo pelo qual a atmosfera terrestre acompanha a Terra nos seus movimentos de rotação e de translação. Reflectir sobre o modo como a temperatura varia ao longo das 24 horas de um dia. e os exercícios 1. em pequenos grupos. Analisar o gráfico representativo da evolução da atmosfera ao longo do tempo. Manual Termómetros Higrómetros Barómetros Caderno de Laboratório Caderno de Fichas 16 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . 12 tempos de 90 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Manual Manual Interactivo Transparência n.

a altitude e a humidade do ar. para que os alunos analisem o seu funcionamento e efectuem leituras. Interpretar fenómenos atmosféricos relacionados com a temperatura e a humidade do ar atmosférico.º 2 do Caderno de Fichas. informando sobre o significado de humidade absoluta. Analisar o gráfico 9 da página 170 do Manual.Mudança Global (cont.) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Observar diferentes termómetros. Realizar em grupo a actividade experimental “Construção de um pluviómetro” . – temperatura em diferentes horários de cada dia. Resolver a Ficha n. ponto de saturação do ar e humidade relativa. Construir uma tabela com os valores de: – temperatura máxima e mínima ao longo de um mês. Medir experimentalmente a pluviosidade. Reconhecer o significado de pressão atmosférica. Compreender a existência de locais de alta pressão e de baixa pressão. Relembrar as mudanças de estado físico leccionadas no 7. RECURSOS EDUCATIVOS Construir e utilizar um higrómetro de evaporação.º ano de escolaridade. Construir uma tabela com os valores de pluviosidade ao longo de um mês. AECFQ8CAP-F02 (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 17 . Reflectir sobre os fenómenos atmosféricos que ocorrem na troposfera relacionados com as variações de temperatura e a humidade do ar atmosférico. Barómetros. Construir um higrómetro. Identificar algumas grandezas relacionadas com a humidade do ar atmosférico. incluindo os de máxima e mínima. para que os alunos analisem o seu funcionamento e efectuem leituras. Observar diferentes higrómetros. Construir uma tabela com os valores de humidade relativa ao longo de um mês. Interpretar as variações de pressão atmosférica com a temperatura. Interpretar o ciclo da água na Natureza e referir a existência de vapor de água. para que os alunos interpretem esses fenómenos. Construir e utilizar um pluviómetro.

as actividades de consolidação de conhecimentos propostas nas páginas 180. originando correntes de convecção. temperatura e humidade absoluta do ar no valor da pressão atmosférica. relacionando-as com a circulação do ar atmosférico a partir do Equador. Indicar as diferente unidades em que se exprime a pressão atmosférica e como se relacionam com a unidade SI. Distinguir frentes quentes. ocorrido em gases e líquidos. para que os alunos analisem o seu funcionamento e efectuem leituras. Identificar o significado de massa de ar. O movimento do ar atmosférico e sua influência no tempo meteorológico Compreender a circulação global do ar atmosférico. Construção de um anemómetro.º 3 do Caderno de Fichas. Realizar.) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS Construir e utilizar um barómetro. e os exercícios 4 a 9 da página 198 e 199 do manual e a Ficha n. Explicar a ocorrência dos ventos e como sopram no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul. Explicar o que são massas de ar. Reflectir sobre a influência da altitude. Explicar a formação das brisas.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA MUDANÇA GLOBAL Mudança Global (cont. Reflectir sobre a existência de grandes zonas de baixas e de altas pressões na atmosfera terrestre. e as características de algumas massas de ar. Compreender a formação de superfícies frontais. 18 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . inferindo sobre a grande diferença entre elas. Manual Manual Interactivo Caderno de Laboratório Caderno de Fichas Imprensa diversa RECURSOS EDUCATIVOS 3. Realizar em grupo a actividade experimental “Construção de um barómetro”. Compreender a formação das brisas. se encontra sujeito à pressão do ar atmosférico. Reconhecer a existência de correntes de convecção na atmosfera. frias e oclusas. Observar diferentes tipos de barómetros. Compreender a formação do vento. em pequenos grupos. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Relembrar o conceito de pressão de um gás encerrado num recipiente e a sua unidade SI e inferir que qualquer corpo à superfície da Terra. Relembrar a convecção como sendo um mecanismo de transferência de energia. Realizar em grupo a actividade experimental “Construção de um anemómetro”. Relacionar o movimento de superfícies frontais com as alterações meteorológicas.

) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Explicar o que são e como se formam as superfícies frontais. e referir que o “buraco” consiste numa rarefacção dessa mesma camada. 5. em pequenos grupos. Indicar o significado de alguns símbolos utilizados pelos meteorologistas. Influência da actividade humana na atmosfera terrestre e no clima Reconhecer a poluição atmosférica. Compreender as consequências da poluição atmosférica. quentes e oclusas para inferir sobre as alterações do tempo meteorológico que se prevêem. Explicar o movimento das superfícies frontais e as consequências do movimento nas alterações meteorológicas. e os exercícios 12 e 13 da página 200 do Manual e a Ficha n. Manual Caderno de Fichas Transparência n. Distinguir entre superfície frontal e frente. em pequenos grupos. Compreender a evolução do efeito de estufa. Analisar a localização de ciclones e anticiclones para os associar ao tipo de tempo meteorológico que indicam. Explicar a importância da camada de ozono. Analisar a distância entre isóbaras para concluir sobre a velocidade dos ventos. Relacionar as informações das cartas de superfície com o estado do tempo meteorológico e as alterações previstas. Referir as diferentes consequências da poluição atmosférica. 4.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Mudança Global (cont. Analisar os diferentes tipos de poluição atmosférica. em pequenos grupos. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas nas páginas 186.º 4 do Caderno de Fichas. Manual Interactivo (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 19 . e os exercícios 14 a 17 da página 201 do manual. Realizar. Indicar os meios de recolha de dados meteorológicos. e os exercícios 10 e 11 da página 200 do Manual. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas nas páginas 197. Resolver a ficha de avaliação global do Caderno de Fichas. utilizando as cartas de superfície do Manual e de jornais. Explicar a evolução do efeito de estufa ao longo do tempo. Reconhecer o significado de alguns símbolos utilizados pelos meteorologistas.º 11 Caderno de Laboratório Manual Caderno de Fichas Caderno de Laboratório CD-ROM do aluno RECURSOS EDUCATIVOS Manual Caderno de Fichas. Previsão do estado do tempo Identificar os meios de recolha de dados meteorológicos. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas nas páginas 190. Realizar. Realizar. Compreender a importância da camada de ozono para a sobrevivência dos seres vivos. Analisar a localização de frentes frias.

2. em pequenos grupos. suas fontes e efeitos. Compreender a existência de diferentes tipos de águas e a sua relação com a utilização para diversos fins. 2. Utilização dos recursos COMPETÊNCIAS Associar a extracção dos metais a partir dos minérios. como forma de intervenção na comunidade. ainda. Reflectir sobre os diferentes tipos de poluição da água. Sensibilizar os alunos para a necessidade de preservar. em diferentes momentos. o desenvolvimento económico de um país. local de deposição e tratamento do mesmo. transformação e utilização dos recursos naturais produz.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 TEMA – SUSTENTABILIDADE NA TERRA GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS Gestão Sustentável dos Recursos CONTEÚDOS 1. resíduos que é necessário considerar. ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Reflectir sobre a importância da extracção dos metais a partir dos minérios na evolução das civilizações. 7 tempos de 45 minutos RECURSOS EDUCATIVOS Manual Documentos Caderno de Fichas Relacionar que a transformação dos recursos em produtos de utilidade ocorre através da manufacturação. Discutir diferentes acções conducentes a evitar o desperdício da água. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas na página 218. 5 e 6 da página 226 do Manual. e economizar os recursos naturais. Reflectir sobre o papel fundamental da água no desenvolvimento das populações. Compreender que a extracção. e os exercícios 1. Discutir sobre as medidas tomadas no sentido de proteger a Natureza. cartazes sobre a separação de RSU. Reflectir sobre o facto da indústria petrolífera afectar a sociedade contemporânea. 4. Mobilizar os alunos para a importância da reciclagem.º 12 Caderno de Fichas 20 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Reflectir sobre a origem da matéria prima dos materiais que existem à nossa volta. Realizar. Protecção e conservação da Natureza. 3. Compreender a importância dos combustíveis fósseis na sociedade. Elaborar panfletos. Reflectir sobre o facto do petróleo ser um combustível do qual depende. Manual Documentos Transparência n.

as actividades de consolidação de conhecimentos propostas na página 225.) CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESTRATÉGIAS/ACTIVIDADES Reflectir sobre a complexidade de relações que se estabelecem entre a Ciência e a Sociedade. Discutir questões de natureza social e ética Reflectir sobre os prós e contras de algumas inovações científicas para o indivíduo. para a sociedade e para o ambiente. a sociedade e o ambiente. em pequenos grupos. sensibilizando os alunos para a importância da conservação e preservação dos recursos naturais. Manual Documentos Caderno de Fichas (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 21 . e os exercícios 9 e 10 da página 226 do Manual e a Ficha n.PLANIFICAÇÃO (CFQ)8 Gestão Sustentável dos Recursos (cont.º 1 do Caderno de Fichas. RECURSOS EDUCATIVOS 3. as actividades de consolidação de conhecimentos propostas na página 222. Consequências das inovações científicas e tecnológicas para o indivíduo. Reflectir sobre a contribuição da Química no desenvolvimento da melhoria de vida das populações. a sociedade e o ambiente. Compreender que o desenvolvimento científico e tecnológico pode trazer graves consequências para o indivíduo. e os exercícios 7 e 8 da página 226 do manual. Compreender que a Química contribui para o bem-estar do indivíduo. Realizar. em pequenos grupos. Realizar.

22 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR .

> Testes de Avaliação (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 23 .

3. Indica a onda que tem menor período.3.6.4.3. no mesmo meio. Uma régua vibra rapidamente. Indica. 3.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 01 Nº TURMA 1. no tempo. Observa as ondas A. A B C D 3. justificando.4. 3.1. As características do som são a . 2. C e D que se propagam. Qual a onda que tem menor amplitude? 3. 3.a eo . 2. B. Indica.2. O hertz é a unidade que mede a 2.5. a onda que representa o som mais forte.2.1. justificando. Dois sons com a mesma intensidade e a mesma altura distinguem-se pelo . . Indica. Classifica quanto à classe os seguintes instrumentos musicais: VIOLA TAMBOR FLAUTA GUITARRA BATERIA TROMPETE 2. asd24 24 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . justificando. 3. a onda que representa o som mais agudo. Completa as seguintes frases. produzindo um 2. Indica a onda que tem menor frequência. a onda que representa o som mais grave. de forma que traduzam afirmações cientificamente correctas: .

Indica três fontes de poluição sonora. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 25 . sons. Ecografia B. com a aplicação.14 s. determina quanto tempo demorou o Henrique a ouvir o trovão após ter observado o relâmpago. 17 000 Hz 8. O som propaga-se mais facilmente nos meios gasosos do que nos meios líquidos. 25 000 Hz C. Som 2. Faz corresponder a gama de frequências.14 Hz B. o golfinho detecta o eco. A. Sonar C.5 m deste. 7. Os golfinhos utilizam frequências ultra-sónicas para comunicarem entre si e para localizarem outros animais. A. Estetoscópio Coluna II 9. F. Sabendo que naquelas condições atmosféricas a rapidez de propagação do som é 330 m/s. na coluna II. C. Ultra-som 3. E. D. Infra-som A.TESTE DE AVALIAÇÃO 01 4. O ouvido externo tem por função amplificar o som. D e E as que correspondem a: 7. corrigindo as falsas. Coluna I 1. Previsão meteorológica D. Um golfinho emite um ultra-som na direcção de um tubarão localizado a 106. na coluna I. 7. 6. infra-sons. 5 000 Hz D.3. A reverberação ocorre devido à refracção do som. 5. B. B. Passados 0. Classifica as seguintes afirmações em verdadeiras ou falsas. ultra-sons. A trovoada encontra-se a 3 km do local onde se situa o Henrique.1. 7. C. O eco é um fenómeno devido à reflexão do som. A ressonância origina uma diminuição da intensidade do som. O sonómetro é o aparelho que mede o nível de intensidade do som. Selecciona entre as frequências A. Determina a rapidez de propagação do ultra-som na água do mar.2. 140 Hz E.

Considera o esquema ao lado: Espelho 3. Vidro C. Completa-o e faz a respectiva legenda. quais são os corpos luminosos e os corpos iluminados. Enuncia as leis que utilizaste para completar o esquema. qual dos meios tem maior índice de refracção. Indica. Lâmpada de incandescência apagada F. Lua D. aqueles que são transparentes. justificando. Indica. Este livro B.2. A. 3. Tijolo G. 4. Indica.1. Madeira E. Selecciona. 26 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . 4. 4. 3. Sol C. A.2.1.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 02 Nº TURMA 1. opacos e translúcidos. a relação entre a rapidez de propagação da luz nos meios 1 e 2. Planetas E. entre os seguintes exemplos. Vidro martelado H. Indica dois materiais que poderiam representar os meios 1 e 2. 4. justificando. (a) A Meio 1 Meio 2 B (b) N 4. Mármore B. Faz a legenda do esquema.3. Água límpida J. Papel vegetal I.5. O seguinte esquema representa a passagem da luz do meio transparente 1 para o meio transparente 2. Vela acesa G. Lamparina de álcool acesa 2. 4. Estrela Polar H. Celofane D. Livro 3. entre os seguintes materiais. Diz qual o nome do fenómeno óptico que ocorre. Folha de alumínio F.3. Refere o nome do fenómeno óptico.4.

Presbitia (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 27 . Considera cada um dos seguintes esquemas e classifica cada um dos fenómenos ópticos. Deficiente curvatura da córnea. A. Dificuldade de ver ao longe mas boa visão ao perto. As lentes convexas são divergentes. Classifica cada uma das seguintes afirmações em verdadeiras ou falsas. Dificuldade de ver ao perto mas boa visão ao longe. Diminuição da elasticidade dos músculos que rodeiam o cristalino. atravessa o e vai . A B C D 6. quanto tempo demoraria a ser detectado por um observador na Terra? Distância de Marte à Terra: 78 000 000 km Rapidez de propagação da luz no vazio: 300 000 000 m/s 7. II e III. Coluna I 1. C. Miopia Coluna III X. As lentes convexas transformam um feixe de luz paralelo num feixe de luz divergente. Corrige-se com lentes divergentes. Astigmatismo B. A informação aí registada é . 5. Corrige-se com lentes convergentes. As lentes divergentes têm foco virtual. 3.” 9. Corrige-se com lentes progressivas. 2.TESTE DE AVALIAÇÃO 02 5. Hipermetropia Coluna II A. Corrige-se com lentes cilíndricas. C. Faz uma correspondência correcta entre as colunas I. corrigindo as falsas. Completa correctamente os espaços no texto. 8. U. situado em Marte. D. B. onde entra pela formar uma invertida na transmitida ao pelo que eles enviam chega . Cristalino muito convergente. 4. 6. Y. Cristalino pouco convergente. enviasse para a Terra um sinal luminoso. de modo a obteres afirmações cientificamente correctas: “Conseguimos ver os objectos quando a aos . W. Se um astronauta.

Amarelecimento das folhas das plantas. O que são indicadores ácido-base? 3. Acção do calor B. Detergente da louça 2. Como poderia determinar experimentalmente o carácter químico destas soluções aquosas? 2.1. Acção da luz C. Considera o seguinte esquema químico. Sumo de limão C. Acção da corrente eléctrica E. Acender um fósforo. 4. Como se pode reconhecer que ocorreu uma reacção química? 3. Colocar palha de aço numa solução aquosa de sulfato de cobre(II). Considera as seguintes soluções: A. genericamente. Cozer pão. Amadurecimento da fruta. Limpa-vidros D. Explosão de dinamite numa pedreira. 5. Acção mecânica D. 3. Estabelece a correspondência correcta entre as duas colunas: Coluna I A. Completa o esquema de palavras que representa.3.2.2. 8.1. Quando juntamos uma solução ácida com uma solução básica ocorre uma reacção química. 6. 2. Classifica-as em ácidos ou bases. Indica os reagentes e os produtos da reacção. 4. 3. 2.3. Fotossíntese. Identifica os reagentes e os produtos desta reacção. Vinho E. Como é constituído o sistema reaccional? 28 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR .2.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 03 Nº TURMA 1. Sumo de laranja B. 4. 2. Junção de substâncias Coluna II 1. 7. Electrólise do cloreto de sódio fundido. (aq) + (aq) → (aq) + (L) 3. uma reacção entre uma solução ácida e uma solução básica. que traduz a combustão do gás propano: Propano (g) + Oxigénio (g) → Dióxido de carbono (g) + Água (g) 4.1.

Misturar chocolate com leite. a 25 ºC. Acção dos medicamentos. G. uma solução neutra.5. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 29 . 5. Cortar fruta para fazer salada de fruta. 5. D. A fenolftaleína não permite distinguir soluções ácidas de soluções neutras. a solução mais básica. I. tem pH igual a sete. Queimar pinhas. Solidificação da gelatina. A. H. uma solução ácida. C. 7.6. a solução mais ácida. as soluções por ordem crescente de acidez. 6. F. uma solução básica.4. 5. Cozinhar os alimentos. C. E. Lê com atenção as seguintes afirmações e indica as verdadeiras e as falsas. indica: 5.1.3. A tintura azul de tornesol apresenta a mesma cor em meio básico e em meio ácido. A. uma solução que torne carmim a solução alcoólica de fenolftaleína. B.8. 5. D. J. Ebulição da água. Uma solução ácida. Digestão dos alimentos. 5. A fenolftaleína permite distinguir soluções ácidas de soluções básicas.2.TESTE DE AVALIAÇÃO 03 5. B. uma solução que torne vermelha a tintura azul de tornesol. Queda de granizo (saraiva).7. Respiração. 5. Classifica as transformações a seguir referidas em físicas e químicas. Uma electrólise é uma reacção química que ocorre por acção mecânica. Considera a tabela seguinte: Solução A B C D E F G pH a 25 ºC 1 3 5 7 9 11 13 Das soluções apresentadas na tabela anterior. E. corrigindo as afirmações falsas. 5.

C. Formação do calcário no tambor da máquina de lavar roupa. Caracteriza a água da chuva de acordo com o seu carácter químico. Identifica cada uma das situações como reacção rápida ou lenta.2. Como se designa este tipo de reacção química? 30 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . A reacção que ocorre é a seguinte: Ca(HCO3)2 (aq) → CaCO3 (s) + CO2 (g) + H2O (L) 4. D.3.1.2. 3. 2.4. Indica a solução mais alcalina. Considera a tabela de valores de pH para diferentes soluções.5 7. Explica a razão pela qual não se devem beber refrigerantes com cola em excesso. 4. Soluções Detergente amoniacal Água da chuva Leite pH 12 5.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 04 Nº TURMA 1. Limonada Polpa de tomate Refrigerante de cola Suco gástrico Quando a água da chuva cai sobre as grutas calcárias. 4. Observa os seguintes diagramas: I II III IV Indica. justificando.3 3.5 3.5 1.3. Substâncias elementares.1.3.5 4 2. Qual dos produtos é responsável pela formação de estalactites e de estalagmites? 4. 3. 2. Indica os reagentes e os produtos da reacção. 2. Assar peru. 2. o(s) que representa(m): A. Fritar batatas.2. Substâncias. Cicatrização de uma ferida.4. Substâncias compostas. Misturas. originando a formação das estalactites e das estalagmites. 3. forma-se o bicarbonato de cálcio que é um composto solúvel em água. explicando devidamente a sua resposta. Lentamente a água vai-se evaporando.1. 3. 2. B. Indica a solução mais ácida.

A. Classifica as afirmações seguintes em verdadeiras ou falsas. P4 C. doze átomos de hidrogénio e seis átomos de oxigénio. H2O2 D. Escreve a fórmula química da frutose (açúcar da fruta). As maçãs partidas em pedaços pequenos oxidam-se com maior facilidade do que partidas em pedaços maiores. 8. Os estados físicos da matéria não estão relacionados com a organização dos corpúsculos que a constituem. Indica as moléculas de substâncias compostas. A. B. 9. Para cada uma das seguintes situações. C. 8. Os catalisadores aumentam a velocidade das reacções químicas. A. Uma molécula tem que ser constituída por átomos iguais. A fórmula química da molécula de pentano é C5H12. Indica a constituição da molécula.2. Adiciona-se fermento à massa do pão para ela levedar mais rapidamente.2. Cu2S (s) + O2 (g) → Cu(s) + SO2 (g) C. Os bebés comem sopa passada para a digerirem com maior facilidade. sabendo que é constituída por seis átomos de carbono. A sublimação designa a passagem do estado sólido ao estado líquido.3. Os alimentos guardam-se no frigorífico. E. I2 B. Indica as moléculas de substâncias elementares. F. 8. 7. SO3 E. 10. Indica a constituição das moléculas representadas. E. D. A matéria é constituída por corpúsculos em repouso entre os quais existem espaços vazios. indica o factor que influencia a velocidade das reacções químicas. Corrije as afirmações falsas.1. C3H6O2 8. Quando se adiciona sumo de limão à salada de frutas ela conserva-se melhor. Para que ocorra a fotossíntese é indispensável a presença de luz. C. Considera as moléculas representadas pelas fórmulas de A a F. NO2 F. D.1. Acerta as seguintes equações químicas: A. Representa quatro moléculas de pentano. 6. Li2O (s) + CO2 (g) → Li2CO3 (s) B. 7.TESTE DE AVALIAÇÃO 04 5. B. 7. Zn (s) + HNO3 (aq) → Zn(NO3)2 (aq) + H2 (g) (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 31 .

Recorrendo à tabela de iões. KCLO3 G. C6H12O6 3. MgBr2 D. E. A. Nitrito de bário G. NaCL 5. CO2 D. Pb3(SO4)2 E. Ácido clorídrico (aq) + B. 2. Fluoreto de lítio D.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 05 Nº TURMA 1. D. Completa os seguintes esquemas químicos de palavras. B. ZnI2 C. SrS F. Um átomo de sódio. Hidróxido de sódio 4. NH4HCO3 H. + → Cloreto de potássio (aq) + → Nitrato de cálcio (aq) + 6. N2 C. Carbonato de sódio C. Cinco moléculas de fósforo (molécula tetratómica). Fluoreto de cálcio H. Três moléculas de peróxido de hidrogénio (cada molécula constituída por dois átomos de hidrogénio e dois átomos de oxigénio). Representa simbolicamente: A. S8 F. escreve a fórmula química das seguintes substâncias iónicas: A. Óxido de ferro(III) F. I2 B. Seis moléculas de amoníaco (molécula constituída por um átomo de azoto e três átomos de hidrogénio). Iodeto de alumínio B. Traduz por uma equação química (certa) cada uma das reacções da questão anterior. NO2 E. Iodeto de potássio (aq) + Nitrato de prata (aq) → NOTA: Todos os nitratos são solúveis. Completa os seguintes esquemas químicos de palavras. C. justificando a tua escolha. Quatro átomos de potássio. A. indica o nome das seguintes substâncias iónicas: A. A. B. Classifica as seguintes substâncias em elementares ou compostas. Recorrendo à tabela de iões. NaMnO4 B. Fosfato de magnésio E. 32 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . + → Hidróxido de cobre (s) + Sulfato de sódio (aq) + 7.

C. 11. apenas uma das opções é correcta. E. que existe somente em papel. Selecciona-a. que traduz a referida reacção química. que existe em papel e em solução. A. Para cada uma das situações descritas. D. B.3. Zinco em aparas e ácido concentrado. a razão pela qual se deve adicionar um anti-calcário ao detergente na máquina de lavar roupa. 13. AECFQ8CAP-F03 (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 33 .TESTE DE AVALIAÇÃO 05 8. Nas questões deste grupo. 11. A. 10. 9. Cortar as batatas em pequenos cubos para cozerem mais rapidamente. A madeira arde mais rapidamente quando exposta em atmosfera de oxigénio do que exposta ao ar atmosférico. iv) nunca se formam produtos da reacção no estado sólido. B. 11.5. cada uma das reacções da questão anterior. Mede-se o pH de uma solução com: i) solução alcoólica de fenolftaleína ou tintura azul de tornesol. O ácido clorídrico reage com o zinco libertando-se hidrogénio. justificando. qual a massa de ferro no final da reacção. Estrelar um ovo em azeite muito quente.4. O sangue auxilia a decomposição da água oxigenada. Numa reacção de precipitação: i) os produtos da reacção encontram-se em solução. Se num reactor se introduzirem 28 toneladas de azoto. ii) pelo menos um dos produtos da reacção está no estado sólido. justificando. B. para acelerar a cozedura. no menor tempo possível. 11. Indica e enuncia a lei que te permitiu responder à questão anterior. o ferro é utilizado como catalisador. Colocar o leite no frigorífico para que este não se estrague. iii) indicador universal. Na síntese industrial do amoníaco (NH3). Indica. que existe somente em solução.1. Se pretendermos obter maior volume de hidrogénio. calcula a massa de amoníaco formada. Selecciona a opção correcta. Indica a função do ferro na reacção de síntese do amoníaco. indica o factor que altera a velocidade da reacção química. deveremos utilizar: A. D. iv) indicador universal. 12. Traduz por uma equação química (certa). Sabendo que o amoníaco é obtido a partir de hidrogénio gasoso e azoto gasoso. 6 toneladas de hidrogénio e 10 quilogramas de ferro. Zinco em aparas e ácido diluído. Zinco em pó e ácido concentrado. 11. Zinco em pó e ácido diluído. escreve a equação química (devidamente acertada). 11. ii) indicador universal. Indica.2. C. iii) forma-se um sal que não é constituído por iões.

Diário de Notícias. Edição on-line 1. uma perda maciça de ozono – gás que impede 90% a 99% da radiação ultravioleta do Sol de chegar à Terra. O famoso “buraco” sobre o Antárctico é. Indica as populações que são menos afectadas por este fenómeno e explica porquê. As populações da Argentina e do Chile. lesões oculares e ter um impacto muito negativo na vida marinha. Lê atentamente o seguinte texto: Em Portugal.7.3. Qual a principal função desta camada? 1. por exemplo. função essencial uma vez que a radiação solar pode causar cancro da pele. a situação da camada de ozono não é muito diferente das outras regiões que estão à mesma latitude: a sua espessura tem vindo a diminuir à razão de 3% ao ano durante os últimos 30 anos. Pior: após alguns anúncios optimistas. como a África ou os Estados Unidos. 1. danos genéticos. Mas o mundo inteiro sente os efeitos do enfraquecimento da camada do ozono que envolve o Planeta – e que chega a ser 70% mais fraca em cima do Antárctico durante a Primavera. Em que consiste a camada de ozono? 1. um novo modelo da NASA chegou à conclusão de que o buraco do ozono só será uma lembrança do passado em 2068. De que forma se está a destruir esta camada? 1. 20 anos depois do previsto.4.1. no fundo.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 06 Nº TURMA 1. 34 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Indica as principais consequências da destruição da camada de ozono.6. estão muito mais sujeitas aos efeitos nefastos deste fenómeno provocado pela poluição humana do que outras mais distantes dos pólos.2. Em que altura do ano é que o enfraquecimento da camada de ozono se faz sentir mais? 1. 11 de Julho de 2006. O que é o “buraco” da camada de ozono? 1.5.

pode tornar 2007 o ano mais quente de sempre.TESTE DE AVALIAÇÃO 06 2. com a deriva de glaciares do Árctico e o descortinar dos resultados de um estudo feito nos últimos anos por 2500 cientistas de 130 países. ainda que o intervalo de seis anos seja o mais frequente. Indica as principais alterações climáticas associadas ao “El Niño” . e que algumas teses científicas associam também a alterações no Norte da Europa. Nas pescas os efeitos são contraditórios. são previsíveis para o período de vigência do El Niño. A mão humana é tida como responsável. Ocorre também. O último – e dos mais fortes – ocorreu na temporada de 1997-98. devido a mudanças nas correntes e temperaturas do Atlântico Norte. indicam já não haver retorno no aquecimento global.6. que o El Niño se fará sentir. apenas no Oceano Pacífico. O El Niño não se manifesta com periodicidade certa. um fenómeno com a designação de “La Niña” Em que consiste esse fenómeno? . Jornal de Notícias. quer através do aumento da temperatura da água do mar e consequentes chuvas. Condições climatéricas extremas. Descreve o fenómeno que os pescadores peruanos denominaram por “El Niño” . 2 de Janeiro de 2007 2. Não é. levando abundância a algumas regiões e carência a outras. 2. onde o fenómeno ganha maior expressão. segundo o director da Unidade de Investigação do Clima da Universidade de East Anglia.3.5. Refere as principais consequências que o El Nino terá no ano de 2007. Phil Jones considera que o impacto da subida das temperaturas médias no Pacífico irá agravar o degelo no Árctico. assim.7. como foi declarado pela Convenção das Nações Unidas para as Espécies Migratórias. com alguma frequência. anuncia-se turbulento. Por que razão foi atribuída a designação de “El Niño”? 2.4. Reino Unido. O Ano do Golfinho. como secas na Indonésia e inundações na Califórnia. 2. a divulgar em Fevereiro.1. que decorre até Maio próximo. Com que periodicidade ocorre o “El Niño”? 2. no segundo dia de 2007: El Niño alia-se ao efeito de estufa O fenómeno climatérico El Niño. Qual a região do Planeta onde ocorre este fenómeno? 2. 2. aí favorecendo incêndios e a seca. Sabe-se que as conclusões do IV Relatório do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas das Nações Unidas. Os efeitos directos estendem-se a zonas como a Austrália e África do Sul. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 35 . em conjugação com o efeito de estufa.2. Considera a seguinte notícia de um jornal diário. quer pela subida do nível das águas.

uma evolução que. nesse ano. "à reestruturação económica após a reunificação". Paralelamente. uma vez que o nosso país já ultrapassou. de modo a contribuir para a diminuição do efeito de estufa.5. A Alemanha e o Reino Unido foram. A quantidade deste tipo de gás. conseguiram uma redução de 323 milhões de toneladas. ficou a dever-se. os campeões da poluição. no âmbito do cumprimento do Protocolo de Quioto. o aumento dos níveis de emissões que lhe está permitido até 2012. Diário de Notícias. Segundo o último relatório da AEA. em 2003. com 12% e 11% das emissões.TESTE DE AVALIAÇÃO 06 3. nomeadamente de dióxido de carbono. Os dois foram responsáveis por um terço do total de emissões de GEE. Para esse mau desempenho contribui. Mesmo assim. Um sinal positivo.2. Refere algumas regras de comportamento a adoptar pelo cidadão comum. sobretudo. ao contrário do que seria desejável. as emissões de dióxido de carbono tiveram uma redução muito diminuta desde 1990. o dióxido de carbono representa quase a totalidade. Quais são as principais fontes emissoras de gases com efeito de estufa? 3. ao aumento contínuo da procura de transporte rodoviário. seguidos da Espanha e da Polónia. com 82%.1. ao sector energético deve-se mais de 80% das emissões de gases com efeito de estufa. em relação ao ano anterior. por outro lado.6.4. que contribui fortemente para as alterações climáticas. Analise o seguinte texto: Portugal foi o país da União Europeia (UE) que mais reduziu as emissões de gases com efeito de estufa (GEE). Quais são os gases que provocam o efeito de estufa? 3. no que se refere à Alemanha. as emissões provenientes da indústria têm vindo a cair. Edição on-line 3. Aliás. 27 de Junho de 2005. Como é que o aumento da população mundial pode aumentar o efeito de estufa? 3. Quais são os principais países emissores de CO2? 3. cada um com uma fatia de 8%. aumentou em 2003 cerca de dois pontos percentuais. graças. segundo a agência. Em que consiste o efeito de estufa? 3. 36 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . De que modo é que a desflorestação contribui para o efeito de estufa? 3.7. respectivamente. sendo o sub-sector dos transportes um dos que mais tem contribuído para o aumento da poluição. a produção de energia a combustão de carvão produz quantidades mais elevadas de dióxido de carbono que outros combustíveis fósseis. em quase 10 pontos percentuais. em relação a 1990. no conjunto dos 25 países que formam a UE. Itália e França posicionam-se logo a seguir no ranking dos que mais contribuem para o efeito de estufa. Dos gases em questão.3.

Diário de Notícias. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 37 . Dois cientistas alemães encontraram o fio à meada e garantem que isso tem um efeito biológico nos peixes. A partir dos 21 ºC.4. ao alterar a sua capacidade de absorção de oxigénio.TESTE DE AVALIAÇÃO 06 4. não sobrevivem durante muito tempo.1. A que se deve o aumento da temperatura da água do mar? 4. 5 de Janeiro de 2007.4 ºC nas últimas quatro décadas. Indica as principiais consequências do aquecimento global. gada às condições climáticas será “um factor determinante para a sobrevivência da espécie no futuro” . Mas o mecanismo exacto que determina essas perdas era até agora desconhecido.3. Qual a influência da temperatura da água do mar na “qualidade de vida” dos peixes? 4. como consequência indirecta do aquecimento global. Mudanças climáticas vão matar mais peixes Sabia-se. por verificação estatística. Em que consiste o aquecimento global? 4. 4. o processo de alimentação do organismo deteriora-se” explicam os dois investigadores. Lê o seguinte texto. sublinhando que essa insuficiência li. que o aumento da temperatura do mar está implicado no declínio de alguns stokes de peixes. A temperatura do mar do Norte aumentou 2.2. As observações no mar do Norte e Báltico revelaram que estes peixes crescem mais lentamente e que as suas populações têm uma taxa de mortalidade superior à média quando a temperatura da água se eleva acima dos 17 ºC. Edição on-line. “Quando as temperaturas aumentam.

2. C. A poluição da água está directamente relacionada com a capacidade que os órgãos receptores têm para diluir os efluentes. Revista Ozono. B. Justifica o facto de as centrais termoeléctricas constituírem uma das principais fontes de poluição atmosférica. de grande parte da Lezíria do Tejo. 2. 2000 (adaptado) 2. Trata-se de novas tecnologias. que utilizam como fonte de energia o gás natural ou energias renováveis.4. que representam uma mudança na filosofia dos sistemas de produção de energia eléctrica. utilização excessiva das energias renováveis.2. de que são exemplos as centrais termoeléctricas e as centrais nucleares. State of the World. Indica as causas prováveis para a contaminação das águas subterrâneas nas zonas referidas. Refere uma razão que mostre que o desenvolvimento de sistemas de pequena escala na produção de energia eléctrica constitui um benefício para o ambiente. recurso em larga escala às energias alternativas. da zona do Caia e de Beja. bem como do litoral algarvio apresentam níveis de contaminação que fazem com que não sirvam para consumo humano e. segundo as normas europeias. limitações das emissões de CO2 para a atmosfera.3. S.1. que prevaleceram no séc. grande dependência das fontes de energia não renováveis. na zona de Coimbra. as águas subterrâneas do Baixo Mondego. 2. serão desenvolvidos sistemas eficientes de pequena escala para a produção de energia eléctrica. Enumera algumas consequência ambientais do aumento do consumo de energias fósseis. Lê com atenção o seguinte texto: A aldeia olímpica construída em Sidney para a realização dos últimos jogos olímpicos do século XX é uma importante manifestação da consciência ambiental.TESTE DE AVALIAÇÃO NOME 07 Nº TURMA 1. E. Lê o seguinte documento: Em algumas zonas do País.. Dentro de alguns anos pode atingir-se uma situação de crise energética devido a: A. Fevereiro de 2002 (adaptado) 1. 1. 38 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . indicas as outras categorias de água. a situação das águas subterrâneas revela-se preocupante. em alguns casos. Flavin. D. alteração do clima. 1. nem mesmo para a rega.3. 2. Os edifícios possuem pequenos geradores que produzem toda a energia eléctrica necessária. 2. De acordo com diversos estudos.1. Além da água de rega referida no documento. Nas próximas décadas. Dunn. Indica as diferentes origens da poluição da água. XX. Selecciona a opção correcta.

º 3. Um caso recente da utilização da riqueza em líquenes no controle ambiental decorreu em Itália. Transcreve duas frases do texto nas quais os autores apresentem a justificação para a afirmação: “agora é a vez do mar se vingar” . tudo vai acabar no mar.1. 4 de Maio de 2002 (adaptado) 3. Agora é a vez do mar se vingar! Passados alguns anos. Algumas cidades costeiras adoptaram emissários submarinos que lançam os esgotos a grande profundidade e a quilómetros da costa.1. em muitas zonas do globo. Estes organismos possuem uma vasta distribuição geográfica e.2. A Humanidade tem tratado o oceano como um gigantesco esgoto. Analisa o seguinte texto: “Os esgotos sanitários. começaram a ser capturados peixes que apresentavam lesões e escamas podres. Os líquenes não necessitam de solo para o seu desenvolvimento. Outubro/Novembro – 1996 4. bem como lagostas e crustáceos com buracos nas carapaças que pareciam ter sido feitos por maçaricos. Os seres humanos receberão o seu lixo de volta através do peixe que comerem. 3. onde foi possível detectar uma elevadíssima correlação entre a maior escassez na diversidade de líquenes e a maior incidência de mortalidade por cancro do pulmão. colonizando variados substratos como troncos de árvores. rocha nua ou mesmo telhados. Fonte: Exames Nacionais de Ciências do Ambiente (adaptado) (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR 39 . Indica a razão pela qual os líquenes são bons indicadores da qualidade do ar. Indica a vantagem da utilização de seres vivos na monitorização da qualidade ambiental.3. Estes organismos retiram da atmosfera parte significativa dos nutrientes que necessitam.TESTE DE AVALIAÇÃO 07 3. 4. 4. os pesticidas que escorrem dos terrenos agrícolas.2. 3. Os líquenes são organismos que resultam da associação entre um fungo e uma alga ou entre um fungo e uma cianobactéria.” ECOAMBIENTE n. têm sido utilizados para avaliar a qualidade do ar. os resíduos químicos de fábricas. Refere a característica dos metais pesados que justifica o facto de os organismos serem particularmente sensíveis à sua presença. Indica duas consequências nefastas para o ambiente global em consequência da poluição marítima. sendo particularmente sensíveis à presença de metais pesados. Expresso.

Explica em que consiste o fenómeno referido no texto. Fonte energética não-renovável. Focus. 6. 40 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . 6.3. 10 de Janeiro de 2007 (adapatado) 5. Fonte de energia renovável. Considera o seguinte excerto: O aquecimento das águas do oceano Atlântico alterou o padrão de circulação dos ventos.4.2. 11 22 33 44 55 66 77 Vertical 2. Explica a formação dos ventos.1. A mudança impede a formação de nuvens. causando a escassez de chuva.5. A gasolina é uma fonte de energia… Horizontal 1. a área atingida por secas persistentes aumentará em cinco vezes até 2050. 5. 7. Explica a formação das nuvens e da chuva. O Sol é uma fonte de energia… 4.7. 5. Indica algumas consequências de períodos de secas persistentes. 3. Completa o crucigrama. deslocando massas de ar seco para algumas regiões. Indica os gases que contribuem para este fenómeno. 5. Se o aquecimento global não for contido.) 5. Indica medidas que se devem tomar para minimizar este fenómeno. 5. Tipo de mineral que pode ser utilizado como fonte de energia. Tipo de poluição que é causada pela presença de químicos indesejáveis ou prejudiciais. Indica o tema do artigo. Fonte de energia que não se esgota. entre elas a amazónica.TESTE DE AVALIAÇÃO 07 (CONT. 5. 5. 5.6.

> DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 45 .

Um estudo realizado pela Direcção-Geral do Ambiente. população residente em Portugal) estão expostas a ruído incomodativo. a poluição sonora constitui um dos principais motivos das reclamações ambientais – e a análise dos dados disponíveis indica que a situação tem piorado. entra em vigor um novo regulamento que visa definir regras de combate à poluição sonora. Hoje. porque vêm aí multas pesadas para quem fizer barulho. intitulado “Ruído ambiente em Portugal” conclui que três milhões de pessoas (30% do total da . a maioria das quais residindo em centros urbanos. terça-feira.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO A Nova lei para o ruído Pouco barulho! O ruído é uma das causas principais das queixas dos portugueses. Em Portugal. 15 de Maio de 2001. dB 140 130 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 REPOUSANTE INCOMODATIVO FATIGANTE PERIGOSO DOLOROSO Escala Sonora Descolagem de avião Motor de avião na proximidade dos reactores Passagem de um F1 ouvido da tribuna Martelo pneumático Passagem de um comboio numa estação Alarme de viatura Walkman no volume máximo Chegada de um comboio de passageiros à estação Restaurante barulhento Rua animada Grande armazém Janela sobre a rua Escritório Sala de estar calma Quarto Deserto Câmara insonorizada 46 46 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Tenha cuidado. em 1996.

» O novo documento adopta maiores restrições ao ruído de vizinhança que. repetição ou intensidade. pela sua duração. 14 de Maio 2001 (Adaptado) PROPOSTA DE TRABALHO > Elabora um trabalho de pesquisa sobre o ruído. por exemplo. frisa o secretário de Estado do Ambiente. como se pode ler. Neste contexto. produzido em lugar público ou privado. Visão on-line. Tudo para que. que. «Quando virem que o problema não tem solução através do sistema normal. directamente por alguém ou por intermédio de outrém ou de coisa à sua guarda. quem tiver alarmes do género poderá correr o risco de lhe rebocarem o carro. se possa proibir o licenciamento para a construção de novas habitações. a principal mudança que a nova lei introduz traduz-se na «possibilidade que têm as pessoas de individualmente poderem agir na defesa dos seus direitos». Entre as medidas inovadoras. podem dirigir-se directamente aos tribunais. Podes. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 47 . num futuro próximo. é «habitualmente associado ao uso habitacional e às actividades que lhe são inerentes. sublinha o Secretário de Estado. Rui Gonçalves.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO A Da queixa à multa Na tentativa de facilitar a vida a quem quer apresentar uma queixa contra o ruído. Tarefa que «é importante ser realizada em cada cidade para clarificar os aspectos que dizem respeito ao ordenamento do território». As autoridades policiais vão poder «notificar ou mesmo fazer cessar o ruído» na hora da reclamação e passam a existir horários definidos para as actividades ruidosas. ou de animal colocado sob a sua responsabilidade. destaque-se a realização de ensaios sonoros na inspecção periódica de automóveis e a proibição de colocar no mercado alarmes cuja duração exceda os 20 minutos. seja susceptível de atentar contra a tranquilidade da vizinhança ou a saúde pública». escolas ou hospitais em zonas que ultrapassem os limites de ruído impostos pela nova lei. procurar uma situação problemática da tua região. O regulamento estabelece ainda que cabe às câmaras municipais a responsabilidade de elaborar mapas para definir quais as zonas mais e menos ruidosas.

quanto maior a for a diferença entre os sinais emitidos e recebidos pelo radar. maior será a rapidez do automóvel. A diferença entre as frequências emitida e reflectida será traduzida pelo descodificador no radar como um valor de rapidez. a recepção percebe um decréscimo na frequência. na navegação. O funcionamento do radar do tipo Doppler baseia-se no deslocamento dos objectos. em que é reflectida e recapturada pelo receptor do radar. Emite-se uma onda electromagnética. desacelere o seu automóvel! Folha de S. Esse tipo de radar também funciona quando o automóvel se está a afastar. o receptor do radar identificará um aumento na frequência. Se o automóvel em questão estiver a movimentar-se em direcção à fonte. na previsão do tempo e no controlo de tráfego e de velocidade de automóveis. se a fonte de ondas e o receptor dessas ondas (no nosso caso. normalmente de rádio (da ordem de alguns megahertz até alguns milhares de megahertz). poderíamos citar os radares. entre elas. o receptor perceberá uma frequência maior devido ao movimento da fonte. ou melhor. o GPS. É fácil perceber que. O aparelho emite uma frequência de maneira contínua e constante. o telemóvel. O princípio de funcionamento desses aparelhos é basicamente o mesmo em todos os casos. Conforme afirmou o físico austríaco Johann Christian Doppler. … 48 48 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . a TV. que atinge algum objecto. o objecto a reflectir ondas e o radar a recebê-las) se estiverem a aproximar. se fonte e receptor se estiverem a afastar. Porém. por exemplo. sobre as aplicações das diferentes radiações electromagnéticas. utilizado pela Brigada de Trânsito. como.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO B O efeito Doppler nas estradas Muitas são as utilizações das ondas electromagnéticas e. 13 de Dezembro de 2001 (Adaptado) PROPOSTA DE TRABALHO Elabora um trabalho de pesquisa. autocarros e camiões. para posteriormente apresentares à turma. nas campanhas e nos treinos das Forças Armadas. do tipo Doppler. Esses aparelhos são extremamente úteis na aviação. Um dos radares muito conhecidos por nós é o de sinal contínuo.Paulo. Digamos que a multa é proporcional a essa diferença! Portanto. nas pesquisas científicas.

e logo a seguir na Europa. em Julho deste ano. 31. Dois cientistas acabam de desvendar segredos de uma molécula. decidiram. 36 anos. mas não se sabia como funcionava” refere Miguel Castanho. Criar barricadas e impedir a implacável progressão do vírus da sida é talvez uma das mais desejáveis conquistas para o século XXI. 30 de Outubro de 2003 PROPOSTA DE TRABALHO Faz um trabalho de pesquisa sobre a importância dos inibidores e catalizadores na Medicina. um péptido [estrutura proteica] envolvido no processo de entrada do vírus nas células humanas” acrescenta Nuno Santos. depois de os ensaios clínicos realizados em mais de cem hospitais dos cinco continentes terem demonstrado que era eficaz na redução da carga viral. Quando os ensaios clínicos estavam já na última fase. também se fala português. especialmente para os doentes resistentes aos medicamentos surgidos na década de noventa. Visão. bioquímicos e investigadores da Faculdade de Ciências de Lisboa e do Instituto de Medicina Molecular. Portugal marca pontos. que queriam complementar o trabalho da gigante farmacêutica Roche e perceber o mecanismo de acção de um novo inibidor do VIH. Autorizado pela FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA). Nesta guerra mundial. Suspeitava-se ainda que interagia com a gp41. . Nuno Santos lembrou-se de que podiam dar uma ajudinha na descoberta do segredo da nova molécula. há cerca de dois anos.“Sabia-se que inibia . A Roche enviou uns gramas do composto e os trabalhos começaram. uma vez que tinham andado debruçados sobre o péptido gp41. A complexa molécula T20 começou a ser comercializada em Portugal. Para os dois investigadores portugueses este era um terreno familiar. sem provocar efeitos secundários relevantes. Mais uma luz ao fundo do túnel. AECFQ8CAP-F04 (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 49 .DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO C Trancas à porta No mapa-múndi da luta contra o VIH. o T20 aparece como uma via alternativa de tratamento e uma renovada esperança.“Estava provada a eficácia e a segurança do T20. a ligação do vírus à célula e controlava a infecção. Milhares de cientistas em todo o mundo afadigam-se a desvendar os pontos fracos do VIH e assim aliviar o sofrimento de 42 milhões de infectados. na Primavera deste ano. Miguel Castanho. e Nuno Santos.

muito lenta. mas antes como algo que pudesse vir lá a acontecer. Deste modo. As duas reacções pareciam andar em círculos – átomos de cloro formavam óxido de cloro. Noruega e Suécia. o óxido de cloro (CLO). Começamos com este problema no início de Outubro de 1973 e em meados de Dezembro apercebemo-nos de que estávamos à beira de algo muito importante. No princípio não estávamos a pensar na destruição dos CFC por serem um problema ambiental.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO D As previsões de Sherry Rowland sobre os CFC No início comecei a olhar os compostos de CFC como um interessante problema químico do ponto de vista ambiental: sermos capazes de prever a partir do nosso conhecimento laboratorial as consequências dos CFC na atmosfera da Terra. Mario Molina e eu analisámos todos os processos que pudessem afectar os CFC na troposfera e calculávamos a velocidade com que essas reacções podiam ocorrer. Na estratosfera. fizeram o mesmo nos dois a três anos seguintes. Mas também sabíamos que quando eventualmente chegassem à estratosfera deveriam ser destruídos devido à imensa radiação ultravioleta aí existente. descobrimos que os átomos de cloro reagem mil vezes mais preferencialmente com o ozono do que com qualquer outra coisa. Mas com o ozono a ser destruído em cada passo! Então calculamos quanto ozono podia ser destruído – cada átomo de cloro destrói em média cerca de 100 000 moléculas de ozono. Os CFC permaneciam por reagir durante muitas décadas. deixando ainda um outro composto contendo cloro. A resposta era. Com os CFC. e a Humanidade vinha colocando cerca de um milhão de toneladas de CFC na atmosfera todos os anos desde a década de setenta. nós queríamos descobrir com que rapidez eles eram destruídos na atmosfera e por que processo químico. e o resto dos EUA. realmente. produzindo mais átomos de cloro. o resto da Europa e o Japão não eliminaram os 50 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Infelizmente. bem como o Canadá. O estado do Oregon eliminou os CFC como gás propulsor em aerossóis em 1975. e então perguntámo-nos o que aconteceria aos átomos de cloro. flúor e carbono. óxido de cloro formava átomos de cloro – tal como uma reacção em cadeia. e a sua destruição pelos raios ultravioleta leva à formação de átomos de cloro livres. Assim. mais uma vez fizemos o mesmo tipo de pergunta: o que é que vai acontecer com o óxido de cloro na estratosfera? E descobrimos que ele iria reagir com os átomos de oxigénio. Agora sabíamos que os CFC sobreviviam inalterados por um longo período de tempo. O problema dos CFC e do ozono estratosférico era uma realidade. fizemos alguns cálculos para descobrir quantos átomos de cloro seriam formados agora e no futuro. ou até mesmo séculos. Os CFC contêm átomos de cloro.

– continuaram a crescer até que o aparecimento do “buraco” na camada de ozono na Antárctida resultou numa acção internacional em 1988-1990. Refere as principais consequências para a Terra da diminuição da camada de ozono. 4. Qual a fórmula da molécula de ozono? 3. (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 51 . 5. etc. agente de limpeza de componentes electrónicos. Em que local do planeta Terra é maior a destruição da camada de ozono? 7. Salters Advanced Chemistry (adaptado) PROPOSTA DE TRABALHO 1. 6. Indica onde podem ser encontrados os compostos responsáveis pela destruição da camada de ozono. e a maioria das suas outras implicações – refrigerador.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO D aerossóis com esse gás propulsor. Indica qual foi a medida tomada para a diminuir este problema. Indica quais são os principais compostos responsáveis pela diminuição da camada de ozono. 2. Indica em que camada da atmosfera se situa a camada de ozono. isolador.

Escola 1. 1. que chegou ao seu maior ponto desde há 650 mil anos. 3. 1. No seu relatório. Em relação ao último relatório deste grupo. 4. tendo esta organização. este grupo de 2500 cientistas de mais de 130 países previram um futuro climático com mais chuvas. 2. divulgado em 2001. 2. divulgado em Paris. 3. 2. Todos e cada um de nós pode e dever fazer o que está ao seu alcance pelo ambiente. 3. o mundo está mais quente cerca de 5 ºC. 2. incitado os governos a fazerem mais para combater este aquecimento climático.7 ºC no século XX. 3. Depois de analisares individualmente as tuas respostas é altura de te reunires em grupo e as comparares com as dos teus colegas de grupo. 3. 2. 2. 1. Agora. 4.DOCUMENTOS DE AMPLIAÇÃO E Aquecimento global O Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas entende que as actividades humanas estão a resultar no aquecimento do Planeta. 4. O relatório de 2007 prevê ainda uma subida das temperaturas entre 1. 2. a probabilidade de este aquecimento ser em grande parte explicado por actividades humanas subiu de «provável» (grau de certeza de 66 por cento) para «muito provável» (grau de 90 por cento). criada pela ONU em 1988. 4. Preenche o seguinte quadro indicando o que já fazes bem. Casa Boas práticas 1. isto depois de uma subida de 0. Em relação à última fase da Idade do Gelo.8 e 4 ºC no século XXI. 1. este grupo de cientistas considera que o mar poderá ganhar entre 18 cm a 59 cm neste século. 4. o que achas que ainda funciona mal e apresenta sugestões para resolver os problemas. 4. na escola e no meio onde vives ainda há muito a fazer pelo ambiente. 2. 4. 02 de Fevereiro de 2007 PROPOSTA DE TRABALHO Em casa. 3. 2. Meio onde vives Problemas Sugestões 52 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . 1. 4. Relativamente à subida do nível do mar. com glaciares a derreterem. 1. com mais secas e ondas de calor e uma subida do nível do mar. 3. devem escolher um porta-voz para apresentar as principais conclusões a toda a turma. 3. TSF. Este relatório assinala ainda um preocupante nível de concentrações de dióxido de carbono na atmosfera. ganhos que poderão ainda ser maiores caso se acentue o degelo na Antárctica e na Gronelândia. 1. 4. 3.

> DOCUMENTAÇÃO PARA VISITAS DE ESTUDO (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 53 .

Gaia) Fábrica de reciclagem de outros resíduos Pavilhão do Conhecimento (Lisboa) Exploratorium (Coimbra) Visionarium (Santa Maria da Feira) Fábrica da Ciência (Aveiro) Centros Ciência Viva (ex.…) Fábrica Vista Alegre (Ílhavo) Fábrica Atlantis (Alcobaça) Industrias Químicas e Alimentares (ex. Faro. Algumas propostas de Visitas de Estudo Fábrica de Tintas (ex.: Tintas CIN.º 3/2005 da DREL ou n.: Barbosa & Almeida em Avintes. ou Robbialac. em Nestlé.º 21/2004 da DREN Deverá ser elaborado um projecto da visita de estudo para ser apresentado e aprovado pelo(s) conselho(s) de turma.: Vila do Conde. Estremoz. pelo departamento curricular e pelo conselho pedagógico.DOCUMENTAÇÃO PARA VISITAS DE ESTUDO VISITAS DE ESTUDO A organização de visitas de estudo devem ter em conta alguns princípios que poderão estar indicados nos seguintes documentos: > Regulamento Interno da Escola > Projecto Educativo da Escola > Projecto Curricular de Turma > Ofício Circular n. Sintra. N. João da Talha) Ecomuseu do Sal (Figueira da Foz) ETAR e/ou ETA mais próxima Centro de Triagem e/ou Compostagem de Resíduos Fábrica reciclagem de plástico (ex.V. em Vila do Conde. em S. em Avanca) Laboratórios Farmacêuticos 54 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR . Amadora.: Lactogal. na Maia.: Sirplaste em Leiria) Museu do Papel (Santa Maria da Feira) Fábrica reciclagem de vidro (ex.

ELEMENTOS DA COMUNIDADE EDUCATIVA ENVOLVIDOS Turmas: Número de alunos: Alunos que não participam na visita: Motivos da não participação: Actividade a desenvolver pelos alunos não participantes durante a visita: Professores responsáveis: 9. Conhecer o funcionamento de uma ETAR. OBJECTIVOS GERAIS Adquirir competências transversais das Áreas Curriculares Disciplinares de Ciências Físico-Químicas. HORÁRIO Partida da Escola: Chegada: / /20 Regresso: Chegada prevista: 8.DOCUMENTAÇÃO PARA VISITAS DE ESTUDO FICHA DE PLANIFICAÇÃO DE UMA VISITA DE ESTUDO A UMA ETAR ESCOLA 1. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS Compreender que a defesa do ambiente passa pela mudança de comportamentos e atitudes. LOCAL DA VISITA ETAR 5. DATA DA VISITA Partida : / / 20 6. PROFESSORES PARTICIPANTES QUE LECCIONAM OUTRAS TURMAS ACTIVIDADE A DOCENTE ÁREA CURRICULAR HORÁRIO DESENVOLVER 10. Ciências Naturais e Geografia e da Área Curricular Não-Disciplinar de Formação Cívica. Sensibilizar os alunos a mudança de hábitos necessária a uma efectiva protecção ambiental. PERCURSO Partida: 7. 4. DISCIPLINAS INTERVENIENTES Ciências Físico-Químicas Ciências Naturais Geografia 3. TRANSPORTE (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 55 . 2.

Indica o nome dessas linhas. 4.3. 3. Indica as principais etapas de cada uma dessas linhas. PROPOSTA DE TRABALHO 1. • Sensibilizar os alunos para a mudança de hábitos necessária a uma efectiva protecção ambiental.2.DOCUMENTAÇÃO PARA VISITAS DE ESTUDO VISITA DE ESTUDO A UMA ETAR NOME Nº TURMA OBJECTIVOS: • Compreender que a defesa do Ambiente passa pela mudança de comportamentos e atitudes. 7. Completa a legenda: 4 1 2 3 5 8 7 9 10 11 6 Efluente tratado Linha de água Rede de esgotos Aterro 2. Qual a capacidade de tratamento da ETAR? A nível ambiental. O que significa a designação ETAR? 1. 6. Elabora um artigo para colocar no Jornal da tua Escola. Em que consiste este tratamento? Esta ETAR recebe esgotos provenientes de que zonas? Além desta indica o nome de duas outras ETAR que sirvam para a despoluição desta zona final do rio. 8.4. 5. que cuidados houve na construção desta ETAR? A ETAR é constituída por diferentes linhas de tratamento. • Conhecer o funcionamento de uma ETAR. salientando as vantagens do tratamento das águas residuais para a qualidade de vida dos seres humanos. As ETAR são locais onde as águas provenientes dos esgotos domésticos e industriais são tratadas. A ETAR está equipada com uma linha de tratamento de odores. 1. 1. 56 | (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR .

3.DOCUMENTAÇÃO PARA VISITAS DE ESTUDO FICHA DE AVALIAÇÃO DE VISITA DE ESTUDO ESCOLA 1. REGISTO DE EVENTUAIS OCORRÊNCIAS (CFQ)8 | CADERNO DE APOIO AO PROFESSOR | 57 . LOCAL DA VISITA DATA DA REALIZAÇÃO PARTICIPANTES Professores: Alunos: 4. AVALIAÇÃO DA VISITA DE ESTUDO Avaliação global Instrumentos de avaliação utilizados Resultados nas aprendizagens 6. OBJECTIVOS PROPOSTOS Grau de concretização dos objectivos Resultados obtidos 5. 2.

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