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Contab Tributária

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CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Câmara de Pesquisa e Desenvolvimento Profissional
Home page: www.crc.org.br / e-mail: cursos@crcrj.org.br

Contabilidade Tributária
Adriana Valente
e-mail milenar@webdigital.com.br e-mail adrianatvalente@hotmail.com

Atualização: 21/01/2008

CRC – RJ – Contabilidade Tributária – Adriana Valente – 2008.1

1. 1.1

Estrutura do Curso Ementa

Legislação aplicável: Constituição da República Federativa do Brasil, Sistema Tributário Nacional e demais normas jurídicas. Cálculo e contabilização dos impostos: ICMS, ISS, IPI, PIS/PASEP, COFINS e IR retido na fonte. Modalidades de tributação das pessoas jurídicas (Lucro Real, Lucro Presumido e Lucro Arbitrado), cálculo e contabilização do IRPJ e CSLL. Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR). Cálculo de contabilização do imposto de renda diferido.

1.2

Carga Horária

12 horas. 1.3 Objetivos

Transmitir aos participantes as principais normas jurídicas que versão sobre a competência tributária da União, dos Estados e dos Municípios em relação às pessoas jurídicas de direito privado com finalidade lucrativa, abordando os principais aspectos da relação fisco e contribuinte através de exposição teórica e exercícios práticos.

1.4

Metodologia

Exposição teórica com aplicação de exercícios práticos. 1.5 • • • • • • • • Leitura Recomendada

Constituição da República Federativa do Brasil Código Tributário Nacional – Lei 5.172/1966 Regulamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) Legislação do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) Regulamento do Imposto de Renda – RIR/99 Contabilidade Tributária – Cláudio Camargo Fabretti – Editora Atlas Manuel de Contabilidade Tributária – José Hermandes – Editora Atlas Silvério das Neves e Paulo Viceconti – Editora Frase

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2.

Conceitos Gerais
PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS Legalidade Irretroatividade Isonomia Competência Instituição ou aumento de tributo somente através de lei. A lei não pode aumentar tributo em período anterior à sua publicação. O tratamento tributário deve ser igual para contribuintes iguais. Quais impostos podem ser cobrados pela União, pelos Estados, Distrito Federal e pelos Municípios. Os tributos devem ser graduados conforme a capacidade econômica do contribuinte

Capacidade Contributiva

PRINCIPIOS DA ANTERIORIDADE Anualidade Nonagesimal Os tributos não podem ser aumentados, A lei que aumentou o tributo só entrará em seja por elevação de base de cálculo ou vigor noventa dias após. aumento de alíquota no mesmo ano de sua publicação. Ex. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, IPI. Ex. Imposto de Renda

EC 42/2003 Impostos não sujeitos ao princípio da anterioridade: II, IE e IOF Tributos É toda prestação pecuniária compulsória, em moeda ou cujo valor nela possa exprimir, que não constitua sanção de ato ilícito, instituída em lei e cobrada mediante atividade administrativa plenamente vinculada. Imposto É um tributo cuja exigência não tem qualquer vínculo com uma atividade específica do Estado esta é a característica que o diferencia dos demais tributos. Taxa Tem a característica de ser cobrada em razão do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos, prestados ao contribuinte ou postos à sua disposição. O poder de polícia limita ou disciplina atividade de interesse público, como os direitos individuais e coletivos, mercado, higiene, tranqüilidade pública. Contribuição De Melhoria Só pode ser cobrada para custeio de obras públicas, poderá ser lançada a todos quantos aproveitarem a utilidade da obra pública. Valorização imobiliária para o contribuinte. Ex: Despesas com asfalto.

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Fato Gerador É a concretização da hipótese de incidência tributária prevista em abstrato na lei, que gera (faz nascer) a obrigação tributária. Exemplos: Prestar serviços – ISS Fazer circular mercadorias – ICMS Receber renda – IR Propriedade de automóvel - IPVA O fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. Da obrigação acessória é qualquer situação que, na forma da legislação aplicável, impõe à prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal.

Sujeito Ativo - Art. 119. da Lei 5.172 de 25/10/1966. É a pessoa jurídica de direito público, titular da competência para exigir o seu cumprimento. União, Estados, Distrito Federal e os Municípios. Sujeito Passivo - Art. 121. da Lei 5.172 de 25/10/1966 É a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Pessoa física e jurídica

Imposto sobre a renda São os considerados sobre o produto do capital, do trabalho e da combinação de ambos. Contribuição social sobre o lucro, imposto de renda Imposto sobre o patrimônio Cobrado sobre o patrimônio Líquido das pessoas físicas e jurídicas. PTU, IPVA, ITBI Imposto sobre o consumo São considerados os que incidem sobre a cadeia produtiva. IPI, ICMS, ISS, Pis, Cofins.

Tributos Vinculados e não Vinculados Vinculados Taxas, contribuição de melhoria e contribuições sociais (INSS, Pis, Cofins e CSLL). O tributo é pago vinculado a um serviço já prestado ou a prestar. Não vinculados Impostos, pois Independe de qualquer atividade estatal relacionada ao contribuinte. Classificação dos Impostos Diretos Sujeito passivo de direito e de fato é o mesmo. Ex.: IR, IPTU, IPVA Indiretos Sujeito passivo de direito é um e o de fato é outro EX.: ICMS, IPI, ISS

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Exercícios 1 Defina tributos de acordo com CTN – Lei 5.176 de 25/10/1966.

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Cite alguns princípios constitucionais tributários.

3

Conceitue tributos.

4

Cite exemplos de impostos diretos e indiretos.

5

Considere os seguintes impostos: I - Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI II - Imposto sobre importação de produtos estrangeiros - II III - Imposto sobre Propriedade Territorial Urbana - IPTU IV - Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, internacional e de comunicação - ICMS. V - Imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguros, ou relativo a títulos ou valores mobiliários – IOF. Assinale, na tabela abaixo, a opção que apresenta corretamente a relação entre cada imposto e a esfera governamental responsável por sua cobrança:

(A) (B) (C) (D) (E)

FEDERAL I III IeV II e V I, II e V

ESTADUAL IV e V I e II III e IV I e III IV

MUNICIPAL II e III IV e V II IV III

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3

Imposto de Renda - Modalidades de Tributação das Pessoas Jurídicas

Imposto de Renda

Critérios Definidos Pela Constituição Federal Generalidade Toda e qualquer forma de renda ou provento Universalidade Progressividade

Todos que auferirem renda.

Cobra-se mais de quem tem mais e vice versa.

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Formas de Tributação
Formas de Tributação
Lucro Real Lucro Presumido Lucro Arbitrado Super Simples

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3.1

Períodos de Apuração

Período de Apuração

Período de Apuração Lucro Real Trimestral (ou) Anual Lucro Presumido Lucro Arbitrado Super Simples

Trimestral

Trimestral

Mensal

Adriana Valente

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3.2

Lucro Real Trimestral

Conceito O Lucro Real é o resultado (Lucro ou Prejuízo) do período de apuração (antes de computar a provisão para o imposto de renda), ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas ou autorizadas pela legislação do imposto sobre a renda. Verifica-se de imediato que, como ponto de partida para determinação do lucro real é o resultado líquido apurado na escrituração comercial, as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real são obrigadas a mantê-la em boa ordem e guarda, com a estrita observância das leis comerciais e fiscais e dos princípios contábeis geralmente aceitos. Pessoas Jurídicas Obrigadas à Tributação com Base no Lucro Real Estão obrigadas à tributação com base no Lucro Real, as pessoas jurídicas: Cuja receita total, no ano-calendário anterior, seja superior ao limite de R$ 48.000.000,00 (quarenta e oito milhões) ou proporcional ao número de meses do período, quando inferior a doze meses, a partir de 01/01/2003; Cujas atividades sejam bancos comerciais, bancos de investimentos, bancos de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de créditos, financiamentos e investimentos, sociedades de crédito imobiliário, sociedades corretoras de títulos, valores mobiliários e câmbio, distribuidoras de títulos e valores mobiliários, empresas de arrendamento mercantil, cooperativas de crédito, empresas de seguros privados e de capitalização e entidades de previdência privada aberta; Que tiverem lucros, rendimentos e ganhos de capital oriundos do exterior; Que, autorizadas pela legislação tributária, usufruam de benefícios fiscais relativos à isenção ou redução de impostos;. Que, no decorrer do ano-calendário, tenham efetuado pagamentos mensal por estimativa ou tenham reduzido ou suspendido o pagamento mensal por estimativa, mediante levantamento do balanço ou balancete específico para esse fim; Que explorem as atividades de prestação cumulativa e contínua de serviços de assessoria de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, compras de direitos creditórios resultantes de vendas mercantis a prazo ou de prestação de serviços (factoring). Nota: 1ª As pessoas jurídicas que não se enquadrarem nas hipóteses acima poderão optar, por ocasião do pagamento do imposto correspondente ao 1º trimestre do ano-calendário em vigor, pela tributação com base no lucro presumido. 2ª considera-se receita bruta total, para fins de determinação do limite referido, o somatório: a) receita bruta total; b) demais receitas e ganhos de capital; c) ganhos líquidos obtidos em operações realizadas nos mercados de renda variável; d) rendimentos nominais produzidos por aplicações financeiras de renda fixa; e) parcela das receitas auferidas nas exportações às pessoas vinculadas ou aos países com tributação favorecida que exceder ao valor já apropriado na escrituração da empresa, na forma da Instrução Normativa SRF nº 38, e 30/04/1997.

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os agentes autônomos de seguros (corretores de seguros) não são considerados instituições financeiras e, portanto, não são obrigados à tributação com base no Lucro Real. a pessoa jurídica que auferir receita de exportação de mercadorias e/ou prestação direta de serviços ao exterior não está enquadrada na hipótese já mencionada, ou seja, lucros, rendimentos e ganhos de capital oriundos do exterior. Lucro Contábil e Lucro Fiscal

II.II

 

Lucro Contábil – É o lucro líquido do exercício apurado de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade Geralmente Aceitos e em conformidade com o artigo 187 da Lei 6.404/76. Lucro Fiscal – Constitui-se na base de cálculo para o pagamento do imposto de renda com base no lucro real.

Condições de Dedutibilidade dos Custos e Despesas  Para que um custo ou uma despesa possa ser considerado dedutível, é necessário o atendimento das seguintes condições (art. 299 – RIR 99): * Ser necessário para a atividade da empresa e a manutenção da respectiva fonte produtora de receitas; * Ser normal e usual; * Estar documentado e devidamente contabilizado; * Não constituir inversão de capital. OBS.: despesa é dedutível no regime de competência, ou seja, no momento em que é considerada incorrida – quando ocorre o fato gerador – independe de pagamento. Apuração do Lucro Real

O Lucro Fiscal - é o lucro apurado no Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR), após as adições, exclusões e compensações permitidas pela legislação. O Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR é obrigatório para as pessoas jurídicas tributadas com base no Lucro Real. O livro é dividido em duas partes: A e B. Parte A - registra a composição do lucro real (adições, exclusões e compensações). Lucro antes do Imposto de Renda (LAIR) (+) Adições ao Lucro Líquido (-) Exclusões ao Lucro Líquido (=) Lucro antes da Compensação do Prejuízo Fiscal (-) Compensação do Prejuízo Fiscal (=) Lucro Real ou Lucro Tributável

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Adições – são despesas realizadas (contabilizadas) pelas empresas, mas não consideradas como dedutíveis para apuração da base de cálculo para pagamento do Imposto de Renda. Exemplo: multa de trânsito. Exclusões – são as receitas auferidas (contabilizadas) pelas empresas, mas que não são tributadas pela legislação. Exemplo: dividendos recebidos pela participação societária em outras empresas avaliadas pelo Método do Custo. Compensações – A legislação admite que, prejuízos fiscais apurados anteriormente possam ser compensados com lucros futuros. Essa compensação está limitada a 30% (trinta) do lucro fiscal apurado no período base. Nota: O Prejuízo Fiscal não poderá ser compensado se, entre a data da apuração e da compensação do prejuízo fiscal, ocorrer, cumativamente, modificação do controle societário e modificação do ramo de atividade. Parte B – controla as diferenças temporárias, ou seja, todos os lançamentos que podem afetar a base fiscal de períodos posteriores. Assim, todas as despesas que representem adições temporárias devem ser registradas na parte B, pois em algum período seguinte, esta despesa será dedutível para fins fiscais e, com o adequado controle na parte B do LALUR, a exclusão pode ser feita sem nenhuma preocupação. Adições Definitivas/Permanentes Uma despesa que não é aceita agora, nem será num período futuro. Adições Temporárias Uma despesa que não é aceita pelo fisco num período, por não preencher determinados requisitos, que será • Despesa não necessária às preenchido em outro período. operações, multas fiscais não compensatórias, multa de trânsito, • Qualquer provisão (contingências despesas particulares de trabalhistas e outras), exceto diretores, resultado de provisões para férias, 13º salário e equivalência patrimonial técnicas, ágio na aquisição de (despesas), despesas com investimentos. brindes.

Exclusões Definitivas Uma receita que não é tributada agora nem será tributada em períodos futuros.

Exclusões Temporárias Uma despesa que o fisco aceita como dedução fiscal antes do seu reconhecimento contábil, representará uma dedução antecipada do IR devido, • Receita auferida pela Equivalência gerando um ajuste extracontábil no Patrimonial, dividendos recebidos LALUR, para reduzir o lucro tributável. Quando ocorrer o efetivo registro na pelo método do custo. contabilidade, esta despesa não poderá ser aceita pelo fisco, uma vez que já foi considerada dedutível no período anterior. Ex.Despesa com a exploração do petróleo cru, mesmo antes de registrar a despesa.

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Adições e Exclusões Temporárias As adições e exclusões temporárias são consideradas, na prática, como despesas dedutíveis e receitas tributáveis, mas apenas nos próximos períodos.

Créditos Fiscais de Adições Temporárias O crédito fiscal pode ser constituído sobre adições temporárias, que são dedutíveis pela legislação fiscal, porém não no momento de seu efeito contábil.

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Exercícios 1 Cite algumas situações em que a pessoa jurídica estará obrigada à tributação do IR e da CSLL pela modalidade de Lucro Real.

2.

Conceitue lucro contábil.

3. Conceitue lucro real.

4.

Cite exemplos de despesas que não são consideradas dedutíveis pelo fisco e receitas não tributadas para apuração da base de cálculo do Imposto de Renda.

5.

Qual(is) o(s) período(s) de apuração do IR e CSLL na modalidade de tributação pelo Lucro real.

6.

As alíquotas aplicável sobre a base de cálculo apurada na forma do lucro real, presumido ou arbitrado, para determinar o imposto de renda e a contribuição social devido pela pessoa jurídica em cada período-base, a partir do anocalendário de 1996 é:

(A) 27,5% e 8% (B) 19,0% e 12% (C) 1,2%; e 15% (D) 15,0% e 9% (E) 4,8%. e 12% 7. A Empresa Mar Azul Ltda., obedecendo aos princípios contábeis, constitui, segundo critérios lógicos, uma provisão para créditos de liquidação duvidosa. Contudo, segundo a legislação fiscal em vigor (RIR 1999), tal provisão perdeu sua dedutibilidade. Assim, ao final do exercício, a empresa deverá:

(A) oferecer o valor da despesa de provisão à tributação, pela inclusão no LALUR. (B) oferecer o valor da despesa de provisão à tributação, com a exclusão no LALUR. (C) aplicar a alíquota do imposto de renda sobre o saldo da conta provisão. (D) abater o valor da provisão sobre o montante do imposto de renda a pagar. (E) criar uma reserva para pagamento do imposto diferido.

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8. O Imposto de Renda é um imposto: a) de competência residual; b) indireto; c) de competência comum; d) direto. 9. Em face da Constituição Federal, o imposto sobre a renda e proventos de qualquer natureza tem as seguintes características:

a) universalidade e progressividade; b) generalidade e seletividade; c) comutatividade e essencialidade; d) não-cumulatividade e seletividade; e) progressividade e seletividade. 10. O Livro de Apuração do Lucro Real – LALUR, compõe-se de duas partes: A e B. Em relação a esta estrutura, é correto afirmar que:

(A) na parte A, está o controle do resultado operacional e na parte B o do não operacional, que devem ser apurados pelas empresas. (B) na parte A, são apresentados os ajustes efetuados pela legislação fiscal, para transformar o resultado apurado, na contabilidade, no resultado exigido pelo fisco. (C) na parte A, deve ser apresentado o valor pago de IR e eventuais créditos tributários por pagamentos efetuados a maior. (D) na parte B, são controladas todas as adições e exclusões definitivas, além dos prejuízos fiscais não compensados. (E) as duas partes se complementam, sendo a parte A para registro das apurações mensais em bases estimadas e a parte B para apuração anual definitiva.

11.

Analise as afirmações a seguir em relação às formas de tributação sobre o lucro.

I - Uma empresa com receita total no valor de 50 milhões de reais, em 2004, sendo 5% oriunda de resultado positivo, com participação em controladas, será obrigada a utilizar, em 2005, o lucro real como forma de tributação sobre o lucro, estando impedida de utilizar o lucro presumido em 2005, mesmo que a receita total fique abaixo de 48 milhões de reais nesse ano. II - No lucro real, o prejuízo fiscal apurado poderá ser compensado nos anos seguintes, mas com limitação de 30% da soma algébrica de receitas e despesas apuradas na contabilidade, sem qualquer ajuste de adições ou exclusões. III - A empresa que vender seus produtos ao exterior, ainda que através de empresa comercial exportadora, estará, automaticamente, obrigada ao lucro real, qualquer que seja sua receita total no ano anterior.

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Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões): (A) I (B) II (C) I e II (D) I e III (E) II e III 12. Ao apurar seu Lucro Real na parte A do LALUR, a empresa constatou que pagará IR e CSLL sobre despesa de PDD (Provisão para Devedores Duvidosos), pois integrou as Adições para chegar ao Lucro Real e, ainda, que esta despesa somente será aceita em período futuro. Sendo assim, deverá lançar a:

(A) crédito o produto das alíquotas aplicadas sobre a despesa de devedores duvidosos não dedutível como “débito tributário diferido” no Passivo Circulante ou Exigível a Longo Prazo. (B) crédito o produto das alíquotas aplicadas sobre a despesa não dedutível como “crédito tributário a recuperar” como conta redutora de Impostos a Pagar do Passivo Circulante ou Exigível a Longo Prazo. (C) crédito o produto das alíquotas aplicadas sobre a despesa não dedutível como “débito tributário diferido” no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo. (D) débito o produto das alíquotas aplicadas sobre a despesa de devedores duvidosos como “crédito tributário diferido” no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo. (E) débito no Patrimônio Líquido como redutor do Lucro do Exercício a fim de que não ocorra distribuição dos lucros de forma distorcida em relação ao Lucro Real.

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13.

Com base nas informações abaixo, calcule e contabilize e IR e a CSLL na modalidade de Lucro Real trimestral. Trimestres Jan a mar
1.000 200 (400)

Abr a Jun
1.000 100 (1.500)

Jul a Set
1.000 400 (200)

Out a Dez
1.000 1.000 (600)

LAIR (lucro contábil) (+) Adições (-) Exclusões (=) Resultado antes da compensação do prejuízo fiscal (-)Compensação de prejuízo Fiscal 30% Lucro Real IR 15% Adicional 10% Despesa com IR

Controle do Prejuízo Fiscal Primeiro Trimestre Segundo Trimestre Utilização Utilização Saldo Cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Trimestres LAIR (+) Adições (-) Exclusões (=) Resultado antes da compensação (-) Compensação da Base de Cálculo Negativa – 30% (=) Base de Cálculo CSLL – 9% Jan a mar 1.000 200 (400) Abr a Jun 1.000 100 (1.500) Jul a Set 1.000 400 (200) Out a Dez 1.000 1.000 (600)

14)

Conceitue adições e exclusões temporárias.

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15)

Tece alguns comentários sobre a figura do prejuízo fiscal.

16) 17)

Quais são as condições para dedutibilidade dos custos ou despesas? Em 2007, a Cia. Zarca S/A, tributada pelo lucro real, antes de fazer a sua declaração anual do Imposto de Renda ano base 2006, fez as seguintes anotações de despesas incluídas na apuração do resultado do exercício, em reais, evidenciadas na Demonstração do Resultado, encerrado em 31/12/06:

Despesa de Brindes ..................................................................................... 10.000,00 Provisão para Devedores Duvidosos ou Créditos de Liquidação Duvidosa. 50.000,00 Provisão para Perdas em Processos Trabalhistas ....................................... 20.000,00 Considerando-se os aspectos técnicos conceituais e a legislação tributária do Imposto de Renda, o valor de adições temporárias, a ser incluído no LALUR, para determinação do lucro real, em reais, é: (A) 20.000,00 (B) 30.000,00 (C) 60.000,00 (D) 70.000,00 (E) 80.000,00 18. Determinada empresa comercial iniciou suas atividades em janeiro de 2005, sendo tributada pelo lucro real trimestral. No primeiro trimestre, apresentou prejuízo contábil de R$ 15.000,00, com despesas não dedutíveis no valor de R$ 1.000,00 incluídas no resultado. No 2o trimestre, obteve lucro contábil de R$ 90.000,00, incluindo receitas não tributáveis de R$ 10.000,00. Considerando as alíquotas vigentes no país (alíquota básica de 15% e adicional de 10% sobre a parcela que ultrapassar R$ 240.000,00/ano ou R$ 20.000,00/mês), o imposto de renda devido pela empresa referente ao 2o trimestre, em reais, é: (A) 9.600,00 (B) 9.900,00 (C) 10.000,00 19. Considere as seguintes informações: (D) 10.500,00 (E) 15.500,00

Em 2003, saldo do prejuízo fiscal, parte “B” do LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real): R$ 85.500,00. Em 2004, Demonstração do Lucro Real (parte “A” do LALUR): Lucro líquido do exercício (+) Adições (-) Subtrações (=) Lucro Real 175.200,00 28.150,00 (3.350,00) 200.000,00

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Considerando as informações e a Lei do imposto de renda sobre a compensação de prejuízos fiscais de exercícios anteriores, o valor dessa compensação, em reais, em 2004, foi: (A) 85.500,00 (C) 59.850,00 (E) 25.650,00 20. (B) 60.000,00 (D) 52.560,00

Observe os seguintes fatos apurados na empresa MSG Ltda, em 31/12/2001, em reais: Valores 7.500 5.000 2.000 50.000 24.000 6.000

Itens Provisões Indedutíveis Resultado positivo em Equivalência Patrimonial já tributado em outras empresas Despesas com brindes Lucro líquido em 31/12/2001, antes da Contribuição Social Base de cálculo negativa em 31/12/2000 Provisões dedutíveis

Com as informações acima, o Lucro Líquido Ajustado e a Base de Cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), em reais, respectivamente, são: (A) 48.500,00 e 41.300,00 (B) 49.500,00 e 42.300,00 (C) 53.000,00 e 45.800,00 (D) 54.500,00 e 38.150,00 (E) 60.500,00 e 53.300,00 21. A Companhia Comercial Sulca S/A, enquadrada na tributação pelo lucro real, ao final de um determinado exercício social, apresentou as seguintes informações: 300.000,00 25.000,00 10.000,00 100.000,00 80.000,00 8.000,00 15.000,00 20.000,00 800.000,00

Custo das Vendas Despesa de Depreciação Despesa de Devedores diversos (PDD) Despesas Comerciais Despesas Financeiras Líquidas Dividendo recebido, Investimento Avaliado pelo Custo Ganho na Venda de Imobilizado Perda pelo Método da Equivalência Patrimonial Vendas Líquidas

Considerando as determinações fiscais no livro de apuração do lucro real – LALUR, quais foram os valores apurados, em reais, referentes ao lucro contábil (LAIR) e ao lucro real, respectivamente? (A) 288.000,00 e 300.000,00 (B) 280.000,00 e 290.000,00 (C) 288.000,00 e 310.000,00 (D) 288.000,00 e 318.000,00 (E) 300.000,00 e 298.000,00

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22.

A Cia. Bola iniciou suas atividades em 2003, sendo tributada pelo lucro real. Apresentou nesse ano um lucro contábil de R$ 1.500,00, porém um prejuízo fiscal de R$ 2.500,00.

Em 2004, a empresa passou a ser tributada pelo lucro presumido, retornando ao lucro real em 2005, quando obteve um lucro, antes do cálculo do IR, de R$ 9.000,00. Neste resultado estão incluídas despesas não dedutíveis no valor de R$ 1.000,00. Com base na legislação tributária vigente, o imposto de renda devido (alíquota de 15%) em 2005 pela Cia. Bola será, em reais: (A) 840,00 (B) 1.050,00 (C) 1.125,00 (D) 1.200,00 (E) 1.500,00 23. A Cia. Pilares apurou prejuízo fiscal de R$ 160.000,00 no ano de 2002. Em 2003, obteve um resultado positivo antes de IR e CSL no valor de R$ 400.000,00, incluídas as seguintes contas de receitas e despesas, em reais: 25.000,00 45.000,00 20.000,00 10.000,00

Resultado negativo de equivalência patrimonial Provisões não dedutíveis Multa proveniente de uma autuação fiscal Brindes

O valor do imposto de renda a pagar no ano de 2003, considerando as alíquotas vigentes (alíquota básica de 15% mais adicional de 10% sobre a parcela que ultrapassar R$ 240.000,00/ano), foi, em reais, de: (A) 48.500,00 (B) 63.500,00 (C) 66.000,00 (D) 67.000,00 (E) 76.000,00 24. Uma empresa apresentou, no final do exercício de 2005, um lucro antes do cálculo de Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no valor de R$ 10.000.00. O contador analisou detalhadamente este resultado, destacando os seguintes ajustes necessários para calcular, pagar e registrar os dois tributos: Em reais 3.000,00 1.000,00 2.000,00

Provisão para créditos de liquidação duvidosa Despesas de Brindes Não Dedutíveis Resultado Positivo de Participação em Empresas Controladas Avaliadas pelo Método de Equivalência Patrimonial

Com base nas informações apresentadas, calcule e contabilize os devidos impostos.

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25.

Uma empresa possui saldo de prejuízos fiscais de R$ 1.000,00, registrados na parte B do LALUR e apresenta, no ano, um lucro antes do Imposto de Renda de R$ 3.000,00, incluindo resultado positivo de participação em controladas e coligadas (equivalência patrimonial), no valor de R$ 200,00. Sendo assim, o Imposto de Renda (alíquota de 15%), em reais, atendendo às regras da legislação fiscal, será: (B) 294,00 (C) 300,00 (D) 315,00 (E) 375,00

(A) 270,00 26.

A Cia. Gama apresentou em 2003 um lucro antes da CSL de R$ 10.000,00. Neste resultado, estão incluídos os seguintes valores, em reais: 300,00 100,00 200,00

Provisão para devedores duvidosos Despesa de Brindes Resultado Positivo de Equivalência Patrimonial

Conforme os princípios fundamentais de contabilidade e normas da CVM e do Ibracon, informe a CSLL a pagar e a despesa de CSLL considerando a alíquota de 9%. (A) 900,00 e 891,00 (E) 918,00 e 900,00 (B) 900,00 e 900,00 (C) 918,00 e 882,00 (D) 918,00 e 891,00

27. Uma empresa tributada pelo lucro real fez a opção do pagamento trimestral para o ano de 2006. Obteve lucro tributável de R$ 300.000,00 no primeiro trimestre, de R$ 150.000,00 no segundo trimestre, apresentou prejuízo fiscal no terceiro trimestre de R$ 100.000,00 e resultado positivo no quarto trimestre de R$ 200.000,00. Assim, terminou o ano com um resultado fiscal de R$ 550.000,00. Para fins de cálculo do Imposto de Renda, segue transcrição dos artigos 228 e 250 do RIR/99. “Art. 228. O imposto a ser pago mensalmente na forma desta Seção será determinado mediante a aplicação, sobre a base de cálculo, da alíquota de quinze por cento (Lei no 9.430, de 1996, art. 2o ,§ 1o). Parágrafo único. A parcela da base de cálculo,apurada mensalmente, que exceder a vinte mil reais ficará sujeita à incidência de adicional do imposto à alíquota de dez por cento (Lei no 9.430, de 1996,art. 2o , § 2o).” Art. 250. Na determinação do lucro real, poderãoser excluídos do lucro líquido do período de apuração (Decreto-Lei n o 1.598, de 1977, art. 6o,§ 3o): I e II - ... III - o prejuízo fiscal apurado em períodos de apuração anteriores, limitada a compensação a trinta por cento do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas neste Decreto, desde que a pessoa jurídica mantenha os livros e documentos, exigidos pela legislação fiscal, comprobatórios do prejuízo fiscal utilizado para compensação, observado o disposto nos arts. 509 a 515 (Lei no 9.065, de 1995, art. 15 e parágrafo único). Considerando os artigos citados e as informações fornecidas, o total de Imposto de Renda a ser pago pela empresa, referente ao ano de 2006, em reais, será: (A) 119.500,00 (B) 129.500,00 (C) 137.000,00 (D) 141.500,00 (E) 147.500,00

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3.3 Lucro Real Anual Cálculo do Imposto de Renda por Estimativa A pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real, alternativamente à sistemática de sua apuração trimestral, poderá optar pelo pagamento mensal do imposto por estimativa e determinar o lucro real apenas em 31 de dezembro do ano calendário. A diferença entre o imposto devido com base no lucro real anual e o somatório das importâncias pagas por estimativa será: a) se positivo, pago em quota única até o último dia do mês de março do ano subseqüente, acrescido de juros equivalentes (juros Selic mais 1%) b) se negativo, compensado com o imposto devido a partir do mês de janeiro do anocalendário subseqüente, assegurada a alternativa de requerer a restituição do montante pago a maior. Exemplos: 1) Imposto devido com base no lucro real em 31/12/X1 Imposto pago por estimativa no decorrer do ano-calendário de X1 R$ 60.000,00 R$ 50.000,00

A diferença de R$ 10.000,00 deverá ser paga até 31/03/X2, acrescida dos encargos. 2) Imposto devido com base no lucro real de 31/12/X1 Imposto pago por estimativa no decorrer do ano-calendário de X1 R$ 30.000,00 R$ 35.000,00

A diferença de R$ 5.000,00 recolhido a maior, poderá ser compensado com imposto de renda devido a partir de janeiro de X2 ou, à opção do contribuinte, ser objeto de pedido de restituição. Nota: A opção pelo pagamento por estimativa ou trimestral será irretratável para todo o ano calendário e será manifestada com o pagamento do imposto correspondente ao mês de janeiro ou no primeiro trimestre (31/03).
Percentual por Atividade Atividade Revenda de Combustíveis Serviços hospitalares / transporte de cargas Serviços com faturamento anual de até $ 120.000 Demais Serviços Intermediação de negócios, adm. de imóvel, locação de adm. bens móveis. Comércio e Indústria Loteamento de Terrenos, incorporação imobiliária e venda de imóveis. Empresas da área financeira, seguradoras e previdência privada. Atividades com mais de uma atividade: aplica-se o % correspondente a cada atividade. Alíquota IR 1,6% 8,0% 16,0% 32,0% 32,0% 8,0% 8,0% 16,0% Alíquota CSLL 12% 12% 32% 32% 32% 12%

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Exercícios 1) Considere a seguinte situação:

A empresa Indústria, Comércio e Assistência Técnica de Aparelhos Náuticos Ltda. (Icatan) está obrigada à tributação pelo lucro real, tendo escolhido a opção da apuração de lucro real anual. Mensalmente, apura e recolhe o Imposto de Renda com base em estimativa sobre suas receitas. Com base nas informações abaixo, apure e contabilize o Imposto de Renda a recolher, com base no lucro estimado de outubro de 2006, considerando que as vendas de mercadorias sofrem tributação de 8% e os serviços prestados são tributados em 32%. Indústria Comércio 600.000,00 30.000,00 102.600,00 2.000,00 10.000,00 4.000,00 146.600,00 453.400,00 20.000,00 3.000,00 5.000,00 28.000,00 100,00 2.000,00 38.000,00 Serviços 40.000,00

Receitas brutas (as vendas de mercadorias incluem o IPI) Deduções das receitas brutas Imposto sobre produtos industrializados Imposto sobre circulação de mercadorias Imposto sobre serviços Vendas canceladas e devoluções Descontos incondicionais Total das deduções Receita Liquida Ganhos de capital no mês Lucro na venda de ativo imobilizado Receita com locação de imóvel Rendimentos auferidos nas operações de mútuo com coligadas Total de ganhos de capital Imposto de Renda retido na fonte sobre os ganhos de capital

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Memória de cálculo do IR – LR anual

Vendas de mercadorias $

Prestação de serviços $

Memória de Cálculo da CSLL - LR Anual

Vendas de mercadorias $

Prestação de serviços $

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Considere as informações abaixo para responder às questões de nºs 2 e 3. A Zelote S/A apresentou as seguintes informações parciais, em reais, referentes ao mês de janeiro de 2006: Receita de vendas....................................... 1.800.000,00 Receita de aplicações financeiras................ 50.000,00 IR na Fonte s/aplicações financeiras........... 10.000,00 Ganho de equivalência patrimonial................ 120.000,00 Ganhos de capital............................................. 80.000,00 2) Considerando-se as informações parciais recebidas da Cia. Zelote e a legislação tributária do Imposto de Renda, aplicável à apuração do Imposto de Renda por estimativa (antecipações mensais em bases estimadas), o valor do Imposto de Renda, apurado por estimativa, em janeiro, em reais, é

(A) 21.600,00 (B) 46.000,00 (C) 47.100,00 (D) 54.000,00 (E) 58.500,00 3) Considerando-se as informações parciais recebidas da Cia. Zelote e a legislação tributária do Imposto de Renda, aplicável à apuração da contribuição social sobre o Lucro Líquido por estimativa (antecipações mensais em bases estimadas), o valor da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), apurado por estimativa, no mês de janeiro, em reais, é

(A) 13.940,00 (B) 19.440,00 (C) 21.140,00 (D) 30.240,00 (E) 31.140,00

Nota: A pessoa jurídica poderá suspender ou reduzir o pagamento do imposto mensal por estimativa, caso demonstre que os valores já pagos, correspondentes a meses anteriores, excedem o valor do imposto, inclusive adicional, calculado com base no lucro real do período em curso, através da elaboração de balanços ou balancetes levantados para tal fim. Exemplo: Mês Base Janeiro Fevereiro Março Mês de Recolhimento Fevereiro Março Abril Imposto Mensal R$ 3.500,00 2.500,00 4.000,00 Valor Acumulado – R$ 3.500,00 6.000,00 10.000,00 Valor a Recolher – R$ 3.500,00 2.500,00 ?

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Suspensão do Imposto Se a pessoa jurídica levantar balanço ou balancete em 31 de março e apurar imposto devido, por exemplo, de R$ 5.000,00, ela não precisará efetuar em abril o recolhimento por estimativa de R$ 4.000,00 relativo ao mês de março (suspensão), pois já pagou até março a importância de R$ 6.000,00, superior ao devido com base no balanço ou balancete. Redução do Imposto Caso o valor do imposto devido, apurado no balancete ou balanço, tivesse sido de, por exemplo, R$ 7.500,00, a pessoa jurídica poderia recolher apenas R$ 1.500,00 em abril (redução), em vez dos R$ 4.000,00 calculados por estimativa, pois já recolheu R$ 6.000,00 até março e bastaria complementar a diferença em relação ao imposto devido (R$ 7.500,00 – R$ 6.000,00 = R$ 1.500,00) Continuação Exercícios 3. Levando em consideração que o regime de tributação adotado pelo contribuinte é o Lucro Real Anual com levantamento mensal de balanços ou balancetes, para fins de suspensão ou redução do imposto de renda, os lançamentos no LALUR devem ser feitos:

(A) anualmente apenas, em caso de lucro; (B) mensalmente apenas, em caso de lucro; (C) anualmente apenas, em caso de prejuízo; (D) mensalmente em caso de lucro ou prejuízo; (E) anualmente em caso de lucro ou prejuízo. 4. Julgue os itens em certos ou errados: a) exercício social é determinado espaço de tempo no final do qual os contribuintes pessoas jurídicas são obrigados a apurar seus resultados e preparar as demonstrações contábeis, para efeitos comerciais, tributários e societários. O exercício social deve ter a duração de um trimestre, com exceção do primeiro ano de existência da empresa; b) a data do término do exercício social deve ser fixada no estatuto ou contrato social da pessoa jurídica; c) ano-calendário é o período de 12 meses consecutivos, compreendido do dia 1º de janeiro a 31 de dezembro, sendo que a legislação do Imposto de Renda utiliza tal expressão para identificar o ano de ocorrência do fato gerador da obrigação tributária; e) período-base é a expressão que designa o período de incidência do Imposto de Renda das pessoas jurídicas, ou seja, o período de apuração da base de cálculo. O períodobase de apuração definitiva do Imposto de Renda das pessoas jurídicas pode ser: trimestral, com base no lucro real, presumido ou arbitrado;  anual, com base no lucro real, no caso de opção pelos pagamentos mensais por estimativas, ou, ainda;

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em ocasiões específicas, nos casos de reestruturação societária incorporação, fusão ou cisão de empresas no início ou encerramento de atividades.

5. Pode-se afirmar em relação à compensação de prejuízos fiscais (pode haver mais de uma alternativa): a) o montante do prejuízo fiscal que pode ser objeto de compensação com o lucro real é aquele apurado e controlado no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur); b) no caso de apuração do Imposto de Renda e contribuição social pelo lucro real trimestral, cada trimestre é considerado um período de apuração distinto, sendo que o lucro tributável apurado num trimestre pode ser compensado com prejuízos fiscais ou bases negativas de contribuição social sobre o lucro de trimestres subseqüentes; c) a compensação está limitada ao máximo de 25% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões previstas em lei; d) conforme o art. 35 da Instrução Normativa nº 11/96, não existe prazo de prescrição para a compensação. 6. Assinale a alternativa correta:

a) não poderão ser deduzidos do valor do Imposto de Renda trimestral os incentivos fiscais, dentro dos limites e condições fixados pela legislação; b) as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem optar pela apuração do lucro real anual, alternativamente pela apuração em cada trimestre. No entanto, os recolhimentos dos tributos devem ser efetuados uma vez por trimestre; c) na opção pelo lucro real anual, as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro real devem efetuar os recolhimentos mensais com base em estimativas. A partir dessa opção, a empresa está obrigada à apuração do lucro real anual, não podendo mudar a base de tributação pelo lucro presumido; d) o Imposto de Renda pago mensalmente pelo critério de estimativa deve ser calculado sobre a receita bruta do contribuinte, que é o somatório dos montantes das vendas de mercadorias ou produtos e dos serviços prestados, não devendo ser acrescidos os ganhos de capital, demais receitas e resultados positivos. 7. Pode-se afirmar em relação à tributação pelo lucro real trimestral (pode haver mais de uma alternativa):

a) as empresas devem basear-se na apuração do estimado sobre as receitas, para o cálculo e pagamento dos tributos do Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro; b) se a opção for pela apuração do lucro real trimestral, este deve ser determinado em períodos de apuração encerrados em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro, com base no resultado líquido de cada trimestre; c) não há· necessidade de levantamento das Demonstrações Contábeis, com observância das normas estabelecidas na legislação comercial e fiscal;

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d) o Imposto de Renda trimestral será calculado mediante a aplicação da alíquota normal de 15% (quinze por cento) sobre a totalidade da base de cálculo, ou seja, 15% do lucro real e mais uma alíquota adicional de 10% sobre a parcela da base de cálculo que exceder o limite de R$ 60.000,00 no trimestral; e) no caso de início de atividades, o limite trimestral não será proporcional ao número de meses. 8. A pessoa jurídica sucessora por incorporação, fusão ou cisão total:

(A) pode compensar 100% do prejuízo fiscal da sucedida; (B) pode compensar 30% do prejuízo fiscal da sucedida; (C) pode compensar 100% do prejuízo fiscal da sucedida até o limite de 30% do prejuízo fiscal da sucessora; (D) não pode compensar o prejuízo fiscal; (E) pode compensar 100% do prejuízo fiscal da sucedida até o limite de 50% do prejuízo fiscal da sucessora. 9. Assinale as alternativas incorretas:

a) o fato gerador do Imposto de Renda restringe-se à obtenção de renda em decorrência da aplicação de capitais; b) entende-se por disponibilidade econômica ou jurídica, de maneira resumida, a obtenção de um conjunto de bens, valores e/ou títulos por uma pessoa física ou jurídica passíveis de serem transformados ou convertidos de imediato em numerário; c) o Imposto de Renda é um tributo direto, de competência da União; d) em relação às pessoas jurídicas, a ocorrência do fato gerador se dá pela obtenção de resultados positivos (lucros) em suas operações industriais, mercantis, comerciais e de prestação de serviços, além dos acréscimos patrimoniais decorrentes de ganhos de capital e outras receitas não operacionais; e) para estar sujeita à tributação pelo Imposto de Renda, a disponibilidade não precisa se caracterizar como efetivamente adquirida, cogitando-se sua incidência se houver apenas a potencialidade de se adquirir tais disponibilidades. 10. Assinale a alternativa incorreta, com relação ao conceito de lucro real: a) a palavra real é usada pelo Código Tributário Nacional em oposição aos termos presumido e arbitrado, com o principal objetivo de exprimir o que existe de fato, verdadeiro, ou seja, o que não é presumido ou arbitrado; b) contabilmente falando, pode-se concluir que o lucro real È aquele realmente apurado pela contabilidade, com base na completa escrituração contábil fiscal, com a estrita e rigorosa observância dos princípios fundamentais de contabilidade e demais normas fiscais e comerciais; c) a legislação, ao introduzir a figura do lucro real, que é uma alternativa de tributação opcional para algumas pessoas jurídicas, visou facilitar as rotinas burocráticas e

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administrativas de algumas organizações, geralmente algumas empresas de menor porte e menor nível de estrutura; d) a apuração do lucro real envolve maior complexidade na execução das rotinas contábeis e tributárias, para a completa escrituração das atividades e posterior apuração do lucro real, que é a base para cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e contribuição social sobre o lucro das empresas que n„o podem optar pelo lucro presumido, como será visto posteriormente; e) o lucro real é apurado com base na escrituração mercantil das organizações, o que compreende a adoção de um conjunto de procedimentos corriqueiros no ambiente profissional do contabilista. 11. Assinale a alternativa correspondente ao conceito de lucro real:

a) É uma forma simplificada de apuração da base de cálculo dos tributos com o Imposto de Renda e da contribuição social, restritas aos contribuintes que não estão obrigados ao regime de apuração de tributação com base no estimado; b) É um recurso utilizado pelas autoridades fiscais, quase sempre como última alternativa, que se deve ser aplicado quando houver ausência absoluta de confiança na escrituração contábil do contribuinte; c) É uma opção do contribuinte, quando há falta ou insuficiência de elementos concretos que permitam a identificação ou verificação da base de cálculo utilizada na tributação pelo lucro presumido; d) É o lucro líquido do período apurado na escrituração comercial, denominado lucro contábil, ajustado pelas adições, exclusões e compensações autorizadas pela legislação do Imposto de Renda. 12. Analise as seguintes afirmações:

I – Em uma operação de incorporação de empresas, o prejuízo fiscal da empresa incorporada não poderá ser compensado pela incorporadora. II – Na parte B do LALUR devem ser registradas adições temporárias que poderão afetar períodos fiscais futuros da empresa, por exemplo, as provisões não dedutíveis. III – As empresas tributadas pelo lucro real podem calcular o imposto de renda anualmente, sendo obrigadas, no entanto, a recolhimento trimestral. Está(ão) correta (s) apenas a (s) afirmação(ões): (A) I (C) I e II (E) II e III (B) II (D) I e III

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13.

A parcela do lucro que exceder o valor resultante da multiplicação de vinte mil reais pelo número de meses do respectivo período de apuração, se sujeita à incidência de adicional de imposto de renda à alíquota de dez por cento. Esta regra é usada sobre a(s) seguinte(s) forma(s) de tributação:

(A) lucro real, presumido e arbitrado; (B) lucro real e presumido, apenas; (C) lucro presumido e arbitrado; (D) lucro real e arbitrado; (E) lucro real.

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3.4

Lucro Presumido

É uma modalidade optativa de apurar o lucro e, conseqüentemente, o Imposto de Renda das pessoas jurídicas e a Contribuição Social sobre o Lucro das empresas que não estiverem obrigadas à apuração do lucro real. Necessidade de Escrituração Fiscal A pessoa jurídica habilitada à opção pelo regime de tributação com base no lucro presumido deverá manter escrituração contábil nos termos da legislação comercial. Poderá ficar dispensada da escrituração contábil a pessoa jurídica que, no decorrer do ano-calendário, mantiver Livro caixa, no qual deverá ser escriturada toda a movimentação financeira, inclusive bancária. É preciso esclarecer, entretanto, que essa dispensa de escrituração é apenas para fins de legislação do imposto de renda, sendo que nada impede que, por exemplo, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) exija escrituração contábil com o objetivo de apurar a contribuição patronal devida à previdência social. Em qualquer caso a pessoa jurídica deverá: a) caso se dedique a atividades industriais ou comerciais, escriturar o Livro de Registro de Inventário, no qual deverão constar os estoques existentes de cada produto no término do ano-calendário. b) Manter em boa guarda e ordem, enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhe sejam pertinentes, todos os livros obrigatórios por legislação específica, bem como todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração comercial e fiscal. Determinação do Lucro Presumido O lucro presumido será o montante determinado pela soma das seguintes parcelas: a) o valor resultante da aplicação de percentuais, variáveis conforme o ramo de atividade da pessoa jurídica, sobre a receita bruta auferida nos trimestre civis de cada ano-calendário; os ganhos de capital, os rendimentos e ganhos líquidos auferidos em aplicações financeiras e todos os resultados positivos decorrentes de receitas de atividades acessórias da pessoa jurídica.

b)

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Percentual por Atividade Atividade Revenda de Combustíveis Serviços hospitalares / transporte de cargas Serviços com faturamento anual de até $ 120.000 Demais Serviços Intermediação de negócios, adm. de imóvel, locação de adm. bens móveis. Comércio e Indústria Loteamento de Terrenos, incorporação imobiliária e venda de imóveis. Empresas da área financeira, seguradoras e previdência privada. Atividades com mais de uma atividade: aplica-se o % correspondente a cada atividade.

Alíquota IR 1,6% 8,0% 16,0% 32,0% 32,0% 8,0% 8,0% 16,0%

Alíquota CSLL 12% 12% 32% 32% 32% 12%

Notas: 1 Na opção pelo lucro presumido não há compensação de prejuízo fiscal apurado pelo lucro real em períodos anteriores. A compensação poderá ocorrer quando a empresa retornar ao lucro real. 2 O imposto de renda pago como antecipação poderá ser compensado do valor do imposto apurado.

Valores EXCLUIDOS da Base de Cálculo do Lucro Presumido Resultado de Equivalência Patrimonial Dividendos pelo Método do Custo Vendas Canceladas, devolvidas ou anuladas. Descontos Incondicionais IPI, quando registrado como receita de vendas. ICMS substituição Tributária Valores que serão ADICIONADOS à base de Cálculo do Lucro Presumido Ganho na venda do Ativo Permanente; Rendimentos e ganhos auferidos em aplicação financeira de renda fixa e variável; Juros sobre o capital próprio; Receita de locação de imóvel, quando este não for o objeto da empresa; Rendimentos e ganhos contratos de mútuo; Juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e Custódia – Selic, para os títulos federais que serão restituídos ou compensados; Outros, conforme legislação em vigor.

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Exercícios 1. Com base nas informações abaixo, calcule e contabilize o IR e a CSLL na modalidade Lucro Presumido. Comércio e Indústria
Receita Bruta 800.000

Serviços
800.000

Posto de Gasolina
800.000

% da atividade Base de Cálculo Ganho na venda de Imobilizado Rendimentos Financeiros Lucro Tributável IR - Alíquota 15% Adicional de IR – valor que ultrapassar a $ 60.000 (trimestre) da base de cálculo Adicional 10% = valor a ser adicional ao valor do IR calculado anteriormente Despesa com IR (IR + Adicional) IRRF – Antecipação (pagamento de IR antecipado) IR a Pagar

8%

32%

1,6%

6.000 13.000

6.000 13.000

6.000 13.000

(12.000)

Receita Bruta % da atividade Base de Cálculo Ganho na venda de Imobilizado Rendimentos Financeiros Resultado Tributável CSLL - Alíquota 9% Antecipação de CSLL CSLL a pagar

Comércio e Indústria 800.000 12% 6.000 13.000

Serviços 800.000 32% 6.000 13.000

Posto de Gasolina 800.000 12% 6.000 13.000

(8.000)

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2.

Assinale a alternativa incorreta, em relação ao lucro presumido:

a) a empresa optante pela tributação pelo lucro presumido pode estar recolhendo desnecessariamente mais tributos, visto que, se fosse efetuada a escrituração contabil, esta poderia demonstrar uma situação de prejuízo real, ou seja, não haveria lucro real para servir como fato gerador dos tributos; b) optando pelo lucro presumido, a base de cálculo do Imposto de Renda e contribuição social é o faturamento da pessoa jurídica, o que facilita a apuração dos tributos e representa, sempre, a opção mais vantajosa para o contribuinte; c) a introdução pelo fisco do conceito de lucro presumido visou facilitar a apuração da base de cálculo, para algumas empresas, para apuração e recolhimento dos tributos do Imposto de Renda e contribuição social; d) as pessoas jurídicas que podem se utilizar dessa opção para a tributação estariam dispensadas, para efeitos somente de apuração do valor do Imposto de Renda e contribuição social, da obrigatoriedade da escrituração contábil e levantamento periódico das demonstrações contábeis. 3. Lucro Presumido é uma modalidade optativa de apurar o lucro que:

(A) estima o pagamento mensal do IRPJ apurando a base de cálculo em 31 de dezembro do ano-calendário ou na data de encerramento de atividades e efetua o ajuste entre os dois valores na declaração de rendimentos correspondentes. (B) estima o lucro a ser tributado a partir de valores globais da receita, dispensando a escrituração contábil, exceto a do livro registro de inventário e do livro caixa, observados determinados limites e condições. (C) considera o resultado líquido do período de apuração, sem o imposto de renda, ajustado por adições, exclusões e compensações determinadas pela legislação tributária. (D) serve de base para cálculo de benefícios fiscais de isenção ou redução do IRPJ. (E) corresponde ao produto da diferença com perdas de ativos ou com constituição de obrigações cujo fato gerador contábil já tenha ocorrido, não podendo ser medidas com exatidão, tendo, portanto, caráter estimativo.

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4. A empresa Indústria, Comércio e Assistência Técnica de Aparelhos Náuticos Ltda. (Icatan) é tributada pela modalidade Lucro Presumido. Com base nessas informações, apure e contabilize o IR e a CSLL para o primeiro trimestre de 2007.

Vendas de mercadorias $

Prestação de serviços $

Receitas brutas (as vendas de mercadorias incluem o IPI) Deduções das receitas brutas Imposto sobre produtos industrializados Imposto sobre circulação de mercadorias Imposto sobre serviços Vendas canceladas e descontos Incondicionais Total das deduções Receita Liquida Ganhos de capital no mês Lucro na venda de ativo imobilizado Receita com locação de imóvel Rendimentos auferidos nas operações de mútuo com coligadas Total de ganhos de capital Imposto de Renda retido na fonte sobre os ganhos de capital

680.000,00 34.000,00 116.280,00

50.000,00

2.500,00 3.000,00 153.280,00 526.720,00 15.000,00 3.000,00 5.200,00 23.200,00 100,00 2.500,00 47.500,00

Memória de cálculo do IR - LP

Vendas de mercadorias $

Prestação de serviços $

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Memória de Cálculo da CSLL - LP

Vendas de mercadorias $

Prestação de serviços $

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3.5

Lucro Arbitrado

O arbitramento do lucro é uma forma de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda utilizada pela autoridade tributária ou pelo contribuinte, se conhecida à receita bruta. Hipóteses de Arbitramento A pessoa jurídica, inclusive a empresa individual equiparada, terá o seu lucro arbitrado, quando ocorrerem às situações examinadas a seguir: a) Falta de Escrituração A pessoa jurídica tributada com base no lucro real é obrigada a manter escrituração contábil completa, de acordo com as leis comerciais e fiscais. b) Escrituração com falhas Quando a escrituração a que estiver obrigado o contribuinte revelar evidentes indícios de fraude ou contiver vícios, erros ou deficiências que a tornem imprestável para identificar a efetiva movimentação financeira, inclusive bancária, ou determinar o lucro real. c) Recusa da Apresentação de Livros ou Documentos Quando a pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido deixar de apresentar à autoridade tributária os livros e documentos da escrituração comercial e fiscal, ou o livro Caixa, nos quais deverá ser escriturada toda a movimentação financeira, inclusive a bancária. d) Opção Indevida pelo Lucro Presumido O contribuinte que optar indevidamente pelo lucro presumido estará sujeito a ter o seu lucro arbitrado. e) Representante de Pessoa Jurídica estrangeira O comissário ou representante da pessoa jurídica estrangeira deve escriturar os seus livros comerciais, de modo a demonstrar, além dos próprios rendimentos, o lucro real apurado nas operações de conta alheia, em cada ano. Se o mesmo não cumprir esta exigência, estará obrigado a pagar o Imposto de Renda com base no lucro arbitrado. f) Livro Razão As empresas tributadas pelo lucro real estão obrigadas a manter, em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas, livro razão ou fichas utilizadas para resumir e totalizar, por conta e subconta, os lançamentos efetuados no Diário. Caso não atendam a esse requisito, poderão ter o seu lucro arbitrado.

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Aplicação do Arbitramento Regra geral, a iniciativa do arbitramento do lucro compete à autoridade fiscal. No entanto, o contribuinte poderá antecipar-se à ação do Fisco, procedendo ao autoarbitramento do lucro, desde que a receita bruta seja conhecida e esteja enquadrada em quaisquer das hipóteses citadas no item anterior. Período de Apuração O imposto de renda com base no lucro arbitrado abrangerá todo o ano-calendário, sendo devido trimestralmente, em períodos de apuração encerrados em 31/03, 30/06, 30/09 e 31/12, assegurada, ainda, a tributação com base no lucro real ou presumido relativa ao trimestre não submetidos ao arbitramento, se a empresa: a) dispuser de escrituração comercial que demonstre o lucro real dos períodos não abrangidos pelo arbitramento; ou b) puder optar pelo lucro presumido. No caso do lucro real, a pessoa jurídica poderá apurar o lucro trimestralmente, ou que anualmente com pagamentos mensais por estimativa, sem considerar os períodos em se sujeitou ao lucro arbitrado. O IRPJ e a CSLL pagos sob a forma de arbitramento serão definitivos, não podendo o contribuinte, em qualquer hipótese, compensá-los com recolhimentos futuros. Determinação do Lucro Arbitrado Ocorrida qualquer das hipóteses que ensejam o arbitramento, o lucro arbitrado será determinado, em cada trimestre, por uma das formas examinadas a seguir:

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Lucro Arbitrado
Receita Bruta Conhecida Inicialmente, deverá ser determinada a parcela resultante da aplicação do percentual correspondente sobre a receita bruta da atividade da empresa auferida no trimestre. Percentuais Aplicáveis Revenda de Mercadorias, Venda de produtos de fabricação própria, prestação de serviços hospitalares, transporte de cargas, representação comercial por conta própria, atividade imobiliária, atividade rural, Industrialização por Encomenda, venda atreves de agente ou representante de empresa estrangeira; Prestação de serviços em geral, inclusive profissão legalmente regulamentada, Intermediação de negócios, administração, locação ou cessão de bens móveis e imóveis, administração de consórcios de bens duráveis, cessão de direitos de qualquer natureza, factoring, Construção por administração ou por empreitada unicamente de mão-de-obra; revenda para consumo de combustível derivado de petróleo, álcool etílico carburante e gás natural; demais serviços de Transportes; 9,6%

38,4%

1,92% 19,2%

as empresas exclusivamente prestadoras de serviços em geral, cuja receita bruta anual seja de até $ 120.000,00, poderão utilizar, para determinação do lucro arbitrado trimestral, o percentual de 19,2%. Essa redução não se aplica a prestadoras de serviços de profissão 79 Adriana Valente legalmente regulamentada.

Receita Bruta Não Conhecida
Receita Bruta NÃO Conhecida Quando a receita bruta da pessoa jurídica for desconhecida, a autoridade lançadora poderá, de acordo com a natureza do negócio, arbitrar o lucro mediante a utilização de uma das seguintes alternativas de cálculo. 1,5 0,12 0,21 0,15 0,4 0,4 Do lucro real referente ao último período em que a pessoa jurídica manteve escrituração de acordo com as leis comerciais e fiscais. Do ativo total existente no último balanço. Do valor do capital Do patrimônio líquido, constante do último balanço. Das compras das mercadorias efetuadas no último trimestre. Da soma, em cada trimestre, dos valores da folha de pagamento dos empregados e das compras de matérias-primas, produtos intermediários e materiais de embalagens. Da soma dos valores devidos no trimestre a empregados.
Adriana Valente

0,8

80

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Exercícios 1. (I) Quando o contribuinte não mantiver escrituração na forma das leis comerciais e fiscais, a que estiver obrigado, e deixar de elaborar as demonstrações financeiras exigidas pela legislação fiscal, será ele tributado obrigatoriamente pelo lucro ___________. (II) Quando conhecida a receita bruta e desde que ocorridas as hipóteses previstas para o cálculo do tributo pela modalidade prevista em lei para as hipóteses do enunciado (I), somente _______________ poderá calcular o imposto com base naquela modalidade. As lacunas acima são corretamente preenchidas, respectivamente, com as seguintes expressões: a) real - o fisco; b) arbitrado - o fisco ou o próprio contribuinte; c) presumido - o próprio contribuinte; d) apurado - o fisco; e) real - o próprio contribuinte. 2. Assinale a alternativa incorreta, com relação ao lucro arbitrado: a) o arbitramento do lucro é, via de regra, uma prerrogativa das autoridades fiscais. O arbitramento do lucro representa, quase sempre, maior carga tributária para a pessoa jurídica; b) o fisco não pode se valer da alternativa do arbitramento do lucro quando o contribuinte obrigado à apuração do lucro real optar indevidamente pela tributação pelo lucro presumido; c) o fisco pode desconsiderar a escrituração contábil se houver indícios de utilização de documentos comprobatórios falsos e manipuláveis no faturamento; d) o fisco pode-se valer da alternativa do arbitramento do lucro quando o contribuinte recusar-se a apresentar os livros e documentos contábeis e fiscais; e) o fisco pode-se valer da alternativa do arbitramento do lucro quando o contribuinte não mantém um sistema de custos integrado e coordenado com a contabilidade, são apuradas significativas fraquezas nos controles de estoques, nos bens do imobilizado, falta de escrituração do LALUR do registro de inventário físico ou mesmo o atraso na escrituração contábil e fiscal.

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4

ICMS

Base de Cálculo Inclui: frete, seguro e demais importâncias pagas Exclui: as vendas canceladas e os descontos incondicionais Operações com IPI Venda da indústria para contribuinte do ICMS o IPI não integra a Base de Cálculo do ICMS Venda da indústria para consumidor final inclui o IPI na base de cálculo do ICMS, inclusive na compra de imobilizado. Na base de cálculo do IPI considera o ICMS, frete e o seguro, mas não se deduz os descontos incondicionais. (Decreto 4.544/2002, art 131)

São recuperáveis (créditos) os impostos não cumulativos, ou seja, aqueles em que se abatem, em cada operação, o montante dos impostos cobrados nas anteriores. Note que os impostos recuperáveis (ICMS e IPI) devem ser excluídos do custo de aquisição das mercadorias para revenda e das matérias-primas. Quando a empresa não recupera o ICMS e/ou IPI, o custo das aquisições incluirá os impostos não-recuperáveis; nessa hipótese, tais tributos representarão custo de aquisição (compra).

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AUTOR: Heraldo da Costa Belo

ICMS

Alíquotas Interestaduais

• Interestadual para não contribuinte = % Interna • Interestadual para contribuintes = % por região
REGIÃO NORTE:
AC, AM, AP, PA, RO, RR, TO

Resolução do Senado Federal 22/89

NORDESTE
AL, BA, CE, MA, PB, PE, PI, RN, SE E ES

12%

CENTRO-OESTE: CENTRODF, GO, MS, MT

12%

7%

7%

REGIÃO SUL: PR, SC, RS

REGIÃO SUDESTE:

12%
Adriana Valente

SP, RJ, MG
125
125

AUTOR: Heraldo da Costa Belo

ICMS

Não-cumulatividade NãoNão-cumulatividade

Valor Agregado 1.000+300+200 = 1.500 1.500 x 18% = 270,00

No regime normal de tributação
em cada uma destas etapas HÁ incidência normal do ICMS
Fabricante Vende por 1.000,00 X 18%=180 180,00 Atacadista 1.300,00 X 18% =234,00 54,00
(234 -180)

Varejista

Consumidor Final

1.500,00 X 18%=270,00 36,00
(270-234)

ICMS
RECOLHE

Total recebido pelo Estado

= 270,00
Adriana Valente

(180 + 54 + 36)
130
130

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APRESENTAÇÃO DO REGULAMENTO DO ICMS O regulamento do ICMS, elaborado de acordo com a ordem tributária instituída pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei Complementar nº 87, de 13 de setembro de 1996, alterada pela Lei Complementar nº 102, de 11 de julho de 2000, revoga e substitui o Regulamento do ICM aprovado pelo Decreto nº 8050, de 3 de abril de 1985. Foram considerados, em sua elaboração, dispositivos de leis complementares, leis e decretos estaduais, convênios, protocolos e ajustes relacionados ao tributo. A exemplo da forma adotada no regulamento ora revogado, optou-se por manter a divisão em livros, cada um deles iniciando nova contagem de artigos, conforme a matéria tratada, de modo a facilitar sua atualização, sem que se perca a integridade dos demais. A subdivisão dos artigos em incisos (algarismos romanos), destes em itens (algarismos arábicos) e destes em alíneas (letras minúsculas), bem assim dos parágrafos em itens (algarismos arábicos) e destes em alíneas (letras minúsculas), obedece ao disposto no inciso V, do artigo 2º, do Decreto-lei nº 16, de 15 de março de 1975. As normas gerais referentes ao cumprimento das obrigações principal e acessórias estão contidas nos Livros I e VI, respectivamente. Os demais livros tratam de matérias específicas. No campo das obrigação, temos:  Livro II - substituição tributária;  Livro III - transferência de saldos credores acumulados;  Livro IV - operações com petróleo e combustíveis;  Livro V - regime de estimativa. Quanto às obrigações acessórias, temos:  Livro VII - utilização do sistema eletrônico de processamento de dados  Livro VIII - utilização de equipamento de controle fiscal estão relacionadas, Há, ainda, livros que tratam da realização de operações e prestações cujas peculiaridades exigem um tratamento específico para o cumprimento das obrigações principal e acessórias, até então objeto de legislação esparsa, que ora se consolida. São eles: Livro IX - prestações de serviço de transporte; Livro X - prestações de serviço de comunicação e de telecomunicação; Livro XI - as operações de importação de mercadorias e serviços; Livro XII - operações com sucata; Livro XIII - operações com veículo, Livro XIV - leilão; Livro XV - operações com produto agropecuário. Por fim, o Livro XVI trata da administração do tributo e o Livro XVII das disposições finais. Este novo regulamento constitui-se, portanto, em instrumento que serve de base para o trabalho do Fisco e para o cumprimento das obrigações tributárias pelos contribuintes, que, desde 1989, carecem de um diploma legal que possa ser permanentemente atualizado, englobando toda a legislação relativa ao ICMS.

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Do fato gerador Art. 1º O imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação ICMS tem como fato gerador a operação relativa à circulação de mercadoria e à prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que a operação ou a prestação se inicie no exterior. O imposto incide sobre I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive fornecimento de alimentação e bebida em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; III - prestações onerosas de serviços de comunicação por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; IV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos municípios; V - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência dos municípios, quando a legislação aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. O fato gerador do imposto ocorre I - na saída de mercadoria, a qualquer título, do estabelecimento do contribuinte, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - na saída de estabelecimento industrializador, em retorno ao do encomendante, ou para outro por ordem deste, de mercadoria submetida a processo de industrialização que não implique prestação de serviço compreendido na competência tributária municipal, ainda que a industrialização não envolva aplicação ou fornecimento de qualquer insumo; III - no fornecimento de alimentação, bebida ou outra mercadoria por qualquer estabelecimento; IV - no fornecimento de mercadoria com prestação de serviço:

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Exercícios 1. Faça um breve comentário sobre o tributo ICMS.

2.

Cite exemplos de fato gerador do ICMS.

3.

O ICMS é imposto que incide, segundo a Constituição Federal: a) nas operações de circulação de mercadorias e sobre prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação; b) realizadas por comerciantes, produtores e industriais; c) realizadas exclusivamente por comerciante e independente; d) exclusivamente nas operações realizadas por produtores e industriais; e) nas saídas de mercadorias, desde que um dos participantes seja produtor.

4.

Os impostos seletivos e não-cumulativos: a) o ICMS e o IPVA; b) o IPTU e o IPTR; c) o IRPJ e o IPI; d) o IPI e o ICMS; e) o ICMS e o ISS.

5. Indústria de Parafusos Especiais ArtBel Ltda. A Indústria de Parafusos Especiais ArtBel Ltda. adquiriu em janeiro diversas matériasprimas, no total de $ 600.000, incluindo 18% de ICMS. Pagou aos fornecedores o total de $ 650.000, incluindo o IPI de $ 50.000. Adquiriu também materiais de embalagens no total de $ 100.000, incluindo 18% de ICMS. Pagou aos fornecedores o total de $ 115.000, com a inclusão do IPI. Vendeu, no mais, o total de $ 850.000, incluindo $ 134.000 de ICMS e $ 90.000 de IPI. Com base nessas informações, apure o montante dos tributos a recolher em decorrência das atividades operacionais de janeiro, utilizando a tabela a seguir, supondo que não havia saldos credores dos impostos em 31 de dezembro do ano anterior.
ICMS IPI

Impostos devidos sobre as vendas Débitos da empresa com o governo (-) créditos oriundos das compras: Saldo anterior Compras de matérias-primas Compras de materiais de embalagem Impostos a recolher aos cofres públicos

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6.

Uma empresa comercial adquiriu mercadorias para revendas pelo valor de $ 150.000. No ato da aquisição, o fornecedor concedeu um desconto comercial equivalente a 10% do valor da nota fiscal. O ICMS incluso na nota fiscal é de $ 16.200. Essas mercadorias serão contabilizadas nos estoques pelo valor de:

a) $ 118.800; b) $ 122.500; c) $ 133.200; d) $ 135.000; e) $ 150.000; 7. Em 25 de março, a Firma Mento Ltda. pagou o total de $ 210,00 na aquisição de 4 mesas, com a finalidade de revendê-las. Esse valor contém o preço das mesas com incidência de $ 34,00 de ICMS e de $ 10,00 de IPI. Após contabilizar essa aquisição das mercadorias, a empresa dever registrar nos controles de estoques de mesas para revendas o valor unitário de: b) $ 50,00; c) $ 46,50; d) $ 52,50; e) $ 41,50.

a) $ 44,00; 8.

A Companhia Industrial Alpha adquiriu matérias-primas para serem utilizadas na produção. A nota fiscal do fornecedor continha os seguintes dados:

- valor das matérias-primas $ 1.000 - IPI $ 200 - valor total da nota fiscal $ 1.200 - ICMS destacado na nota fiscal $ 170 Sabendo que o IPI e o ICMS são impostos recuperáveis para a empresa, assinale a alternativa que contém o valor que poder· ser computado no custo das matérias-primas: a) $ 630; b) $ 830; c) $ 1.030; d) $ 1.170; e) $ 1.200. 9. Uma empresa comercial adquiriu em abril mercadorias para comercialização„ como segue:

- valor das mercadorias, incluindo o ICMS: $ 2.000.000 - fretes pagos ao fornecedor: $ 20.000 - IPI = 10%  - ICMS destacado na nota: 18% No mês de abril, a empresa revendeu 40% dessas mercadorias. Com base nessas informações, assinale a alternativa correspondente ao saldo em 30 de abril dos estoques de mercadorias para comercialização supondo que não havia saldo anterior em estoques: a) $ 1.200.000; b) $ 742.560; c) $ 993.840; d) $ 1.115.040; e) $ 1.856.400.

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10. Considere as informações a seguir, relacionadas com as atividades do mês de outubro, de uma empresa comercial.
$

Compras de 3.600 unidades de mercadorias para revendas, diretamente do fabricante, incluindo 18% de ICMS IPI de 15% destacado na nota fiscal do fornecedor Total da nota fiscal do fornecedor, paga à vista Vendas de 4.000 unidades, a $ 150 cada, incluindo ICMS, sendo que 30% foram recebidas a vista e o resto a prazo ICMS de 18% sobre as vendas

360.000 54.000 414.000 600.000 108.000

Em 30 de setembro havia um estoque de 800 unidades de mercadorias para revendas, corretamente contabilizadas e valorizadas a $ 92,00 a unidade. Com base nessas informações: a) contabilize as compras; b) contabilize as vendas no mês, destacando o ICMS incidente; c) utilizando a metodologia do custo médio para valorização dos estoques, calcule o custo médio após a contabilização das compras, utilizando três casas decimais; d) demonstre o saldo em 31 de outubro dos estoques, em reais; e) supondo que em 30 de setembro havia saldo a recuperar de ICMS ($ 10.000), demonstre os saldos a recolher ou a recuperar do ICMS em 31 de outubro. 11. Durante o mês de agosto, a empresa IMAC Indústria e Manutenção de Aparelhos Cirúrgicos adquiriu, diretamente de outro fabricante, 4.000 quilos da matéria-prima X, para uso na industrialização, como segue: $ 2.000.000

Valor das matérias-primas, incluindo ICMS de 18% Mais IPI de 12% Total das notas fiscais

a) Efetue a contabilização das compras feitas durante o mês, supondo que foram a prazo. b) Estoque anterior 300 quilos da matéria-prima X, avaliada por 400,00 c) Avaliação dos estoques é feita pelo custo médio

12.

Continuação do caso prático anterior

Durante o mês de agosto, a IMAC Indústria e Manutenção de Aparelhos Cirúrgicos efetuou vendas de mercadorias a prazo, como segue: Valor total das mercadorias IPI sobre as vendas brutas Total das notas fiscais faturadas $ 4.200.000 210.000 4.410.000

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Também prestou serviços de manutenção de aparelhos anteriormente vendidos, no total de $ 300.000 durante o mês de agosto, que foram recebidos no ato. Com base nas informações deste caso prático e do anterior: a) efetue a contabilização das vendas de mercadorias e os impostos incidentes sobre as receitas brutas, sabendo que o ICMS é 18%; b) efetue a contabilização dos serviços prestados no mês de agosto e do ISS devido, que de 3%; c) demonstre a receita liquida do mês; d) demonstre os saldos em 31 de agosto do ICMS e do IPI a recuperar ou a recolher, sabendo que em 31 de julho existiam saldos de $ 20.000 de ICMS a recolher, os quais foram recolhidos em agosto, e $ 40.000 de IPI a recuperar. 13 O saldo da conta ICMS a Recuperar representa:

a) débito da empresa com o governo; b) crédito da empresa com clientes; c) crédito da empresa com fornecedores; d) crédito da empresa com o governo; e) débito da empresa com fornecedores. 14. No final do exercício, os registros contábeis de uma empresa comercial de revenda de mercadorias apresentaram um saldo na conta ICMS a Recuperar maior que na ICMS a Recolher. Tal situação pode ter sido conseqüência no período, do seguinte fato:

a) o volume de compras foi maior do que o de vendas; b) o volume de vendas foi maior que o de compras; c) a margem de contribuição foi menor do que 50%; d) o custo das mercadorias vendidas foi elevado, acarretando um lucro bruto reduzido; e) o método de contabilização de estoques utilizado foi o de inventário permanente. 15. A seletividade das alíquotas do IPI tem como critério:

a) a compensação entre os créditos (aquisições) e os débitos (vendas); b) a uniformidade das alíquotas; c) a essencialidade dos produtos; d) a não-incidência na exportação dos produtos exportados para o exterior; e) alíquotas mais elevadas na importação de produtos estrangeiros. 16. De acordo com o critério de essencialidade:

a) a alíquota do IPI de um produto varia em proporção direta a sua necessidade, ou seja, quanto maior a necessidade e grau de essencialidade, maior ser· a alíquota do IPI; b) a alíquota do IPI de um produto independe da sua necessidade; c) a alíquota do IPI de um produto varia em proporção inversa a sua necessidade;

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d) os produtos não essenciais são tributados com alíquotas menos elevadas de IPI. 17. Os impostos dedutíveis da receita bruta são identificáveis:

a) por serem de competência das esferas federal e estadual; b) por incidirem sobre a venda de mercadorias e serviços; c) por incidirem sobre a circulação do produto no mercado; d) por incidirem sobre a aquisição de mercadorias e serviços. 18. Assinale a(s) alternativa(s) correta(s). Pode haver mais de uma: a) nas empresas industriais, os tributos indiretos IPI e ICMS pagos pela empresa compradora em decorrência da aquisição de matérias-primas, materiais de embalagem e demais mercadorias utilizadas na produção representam, de acordo com a legislação pertinente, créditos da empresa compradora junto ao governo; b) os valores dos impostos recuperáveis pagos na aquisição das matérias-primas e demais materiais utilizados na produção devem compor o custo de aquisição que serão incorporado aos estoques desses materiais; c) uma empresa industrial adquiriu 3.000 quilos de matérias-primas para uso na industrialização, pagando ao fornecedor o total de $ 201.219,51, incluindo 18% de ICMS e $ 18.292,68 de IPI. Com base nessas informações, o estoque de matérias-primas deve registrar como custo unitário de compras o valor de $ 50,00; d) nas vendas de ativo imobilizado para uma empresa comercial, o valor do IPI deve integrar a base de cálculo do ICMS; e) nas vendas de materiais de consumo para uma empresa industrial, o valor do IPI não deve integrar a base de cálculo do ICMS. 19. Com relação à Legislação do ICMS e do IPI, podemos afirmar: a) a simples circulação de mercadorias entre as filiais de uma mesma empresa industrial não se caracteriza como fato gerador do ICMS; b) o fato gerador do ICMS se restringe à circulação de produtos industrializados e ao desembaraço de produtos importados; c) a base de cálculo do ICMS é o valor da operação com mercadorias, não incluindo as importâncias acessórias, tais como seguros e fretes pagos pelo comprador; d) Os contribuintes do IPI todas as pessoas jurídicas que praticam operações que envolvam a circulação de mercadorias; e) a base de cálculo do IPI dos produtos importados inclui os tributos e os encargos cambiais pagos pelo importador.

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20. Uma empresa contribuinte do ICMS, mas não contribuinte do IPI, deve registrar como custo das mercadorias adquiridas para revenda, quando cobrados esses dois impostos: a) incluindo o IPI e excluindo o ICMS; b) incluindo o ICMS e excluindo o IPI; c) incluindo o ICMS e o IPI; d) excluindo o ICMS e o IPI; e) excluindo o ICMS e o IPI, mas incluindo o ICMS relativo ‡ revenda.

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5.

ISS

Lei Complementar 116 de 31/07/2003 O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista anexa, ainda que esses não se constituam como atividade preponderante do prestador. O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País. Ressalvadas as exceções expressas na lista anexa, os serviços nela mencionados não ficam sujeitos ao Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, ainda que sua prestação envolva fornecimento de mercadorias. A incidência do imposto não depende da denominação dada ao serviço prestado. O imposto não incide sobre: I – as exportações de serviços para o exterior do País; II – a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados; III – o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XXII, quando o imposto será devido no local: Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. Contribuinte é o prestador do serviço. Os Municípios e o Distrito Federal, mediante lei, poderão atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação, inclusive no que se refere à multa e aos acréscimos legais. Os responsáveis a que se refere este artigo estão obrigados ao recolhimento integral do imposto devido, multa e acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte.

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A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. Quando os serviços descritos pelo subitem 3.04 da lista anexa forem prestados no território de mais de um Município, a base de cálculo será proporcional, conforme o caso, à extensão da ferrovia, rodovia, dutos e condutos de qualquer natureza, cabos de qualquer natureza, ou ao número de postes, existentes em cada Município. Não se incluem na base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza: As alíquotas mínimas e máximas do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza são as seguintes: Mínima: Emenda Constitucional 37/2002 Máxima: Lei complementar 116/2003 2% 5%.

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Exercícios 1. Comente sobre o tributo ISSQN.

2.

Comente sobre a base legal para a incidência do ISSQN.

3.

Qual é o fato gerador do ISSQN?

4.

Comente a figura do responsável (ou sujeito passivo indireto) pelo pagamento do ISSQN.

5.

Todas as empresas prestadoras de serviços estão obrigadas a recolher o ISSQN para o Município onde estão estabelecidas?

6.

Analise as seguintes afirmações em relação ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN:

I – a alíquota máxima do ISSQN definida na Lei Complementar n° 116/2003 é de 5% para os serviços em geral; II – a base de cálculo do ISSQN é o preço do serviço prestado, sendo que no município do Rio de Janeiro, a base pode ser por um valor fixo, no caso das sociedades uniprofissionais, conforme previsto na legislação municipal; III – O ISS será sempre devido no município onde o contribuinte estiver domiciliado. Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmação(ões): (A) I (B) II (C) I e II (D) I e III (E) II e III

7.

Uma empresa negocia o recebimento de R$ 3.800,00, líquido de ISS (alíquota de 5%), pela prestação de serviços, sendo 50% na emissão da nota e o restante, 15 dias depois. O valor total do imposto devido nesta operação, em reais, será de:

(A) 95,00 (B) 100,00 (C) 190,00

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(D) 195,00 (E) 200,00 8. A Construtora KaiKai Ltda. executou obras civis durante o mês de setembro, tendo faturado para seu cliente o total de $ 700.000 de serviços prestados, com vencimento em outubro. Para a realização das obras, adquiriu durante o mês $ 50.000 de materiais de terceiros, os quais foram aplicados nas obras no próprio mês. Pagou $ 40.000 de faturas de subempreiteiras, já tributadas anteriormente pelo ISS, referentes a serviços prestados em setembro. Supondo que o ISS é de 3% e que a Prefeitura admite a dedução do preço dos serviços faturados pela KaiKai, do valor dos materiais adquiridos de terceiros bem como das faturas de subempreiteiras já tributadas anteriormente pelo ISS: a) contabilize as receitas brutas com a prestação de serviços no mês de setembro; b) apure e contabilize o ISS devido no mês de setembro e recolhido em outubro; c) demonstre a receita liquida com a prestação de serviços no mês de setembro; d) supondo que os demais custos, para a execução das obras, totalizaram $ 200.000 no mencionado mês, demonstre o lucro bruto de setembro com a prestação de serviços.

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Pis e Cofins

PIS/PASEP: Pis (programa de Integração Social) e PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público). A contribuição para o PIS/PASEP passa a financiar o seguro-desemprego, o programa de desenvolvimento econômico (através do BNDES) e o benefício do abono anual para empregados de baixa renda. Cofins: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social

As empresas que estão obrigadas à contribuição para o Pis e Cofins pelo método cumulativo poderão deduzir da base de cálculo os descontos incondicionais e vendas canceladas, aplicando a alíquota de 0,65 (Pis) e 3,0% (Cofins).

Pis e Cofins
PIS E COFINS Pis
Lucro Presumido Lucro Real Lucro Presumido

Cofins
Lucro Real

Cumulativo 0,65% Incide Receita Financeira

Não Cumulativo 1,65%

Cumulativo 3% Incide Receita Financeira

Não Cumulativo 7,6%

Base de Cálculo: Lucro Presumido: a receita financeira incide na base de cálculo Pis e Cofins Lucro Real e Presumido: Deduz os descontos incondicionais, vendas canceladas e o IPI.

Adriana Valente

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Exercícios 1. As contas abaixo representam um grupo de receitas e despesas e, embora distribuídas aqui aleatoriamente, compõem a demonstração do resultado do exercício da empresa Boapermuta S/A. Com base nas informações apresentadas, calcule e contabilize a despesa e o valor a pagar do Pis/Pasep e Cofins cm base no método cumulativo. Receitas Não-Operacionais Provisão para Contribuição Social Juros Recebidos Depreciação Participação de Administradores Impostos e Taxas Propaganda e Publicidade Vendas Canceladas PIS/PASEP Despesas Bancárias Estoque Inicial Comissões sobre Vendas de Mercadorias Descontos Incondicionais Concedidos Estoque Final Descontos Condicionais Concedidos Participação de Partes Beneficiárias Juros Pagos Vendas de Mercadorias COFINS Salários e Encargos Água e Energia Provisão para Imposto de Renda Compras de Mercadorias ICMS s/ Compras e Vendas Descontos Obtidos 2. R$ 2.000,00 9% R$ 1.500,00 R$ 700,00 5% R$ 500,00 R$ 1.800,00 R$ 20.000,00 0,65% R$ 800,00 R$ 30.000,00 R$ 3.000,00 R$ 20.000,00 R$ 37.000,00 R$ 2.000,00 5% R$ 500,00 R$ 100.000,00 3% R$ 3.000,00 R$ 200,00 15% R$ 50.000,00 19% R$ 15.000,00

A Cia. Pomar é uma empresa comercial e apresenta os seguintes dados referentes ao mês de outubro de 2003, em reais: 10.000,00 65,00 1.835,00 500,00 300,00 800,00 100,00 5.000,00 1.400,00 1.000,00

Receita Bruta PIS s/ Vendas ICMS s/ Vendas Result. Positivo de Participação em Controladas Receitas Financeiras Despesas Financeiras Ganho com venda de bens do Ativo Imobilizado Custo das Mercadorias Vendidas Despesas de Vendas Despesas Administrativas

Sabendo que a Cofins (alíquota de 3%) e o PIS (alíquota de 0,65%), após o cálculo dos tributos informe o lucro bruto e o lucro operacional. (A) 2.800,00 e 276,00 (B) 2.691,00 e 389,35 (C) 2.691,00 e 291,00

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(D) 2.800,00 e 389,35 (E) 2.700,00 e 291,00 3. Uma empresa mista, que tem em seu estatuto social previsão de atividades comerciais e de prestação de serviços, é tributada pelo lucro presumido. Ao final do 1o trimestre de 2005, apresenta as seguintes contas de resultado, em reais: • Receita Bruta de Vendas 100.000,00 • Receita de Prestação de Serviços 50.000,00 • Receitas Financeiras 2.000,00 • Despesas Dedutíveis 120.000,00 Considerando apenas as informações apresentadas e sabendo que a alíquota utilizada no método cumulativo é de 3%, enquanto a alíquota utilizada no método não cumulativo é de 7,6%, a Cofins devida pela empresa, em reais, é: (A) 4.500,00 (B) 4.560,00 (C) 5.320,00 (D) 5.472,00 (E) 11.552,00 4. O Supermercado Capixaba é uma empresa que fez a opção, em 2005, pelo lucro presumido. Em janeiro, adquiriu R$ 200.000,00 em mercadorias, além de ter R$ 100.000,00 de estoque inicial. A receita de revenda de mercadorias montou R$ 400.000,00 no mês, com o supermercado obtendo, ainda, receitas financeiras, no valor de R$ 10.000,00. Sabendo-se que a alíquota da COFINS é de 7,6% para o método não cumulativo e de 3% para o método cumulativo, a COFINS devida pelo Supermercado Capixaba, em reais, referente ao mês de janeiro de 2005, será: (B) 8.360,00 (C) 12.000,00 (D) 12.300,00 (E) 14.950,00

(A) 7.600,00

5)

Uma empresa tributada pelo lucro presumido apresentou os seguintes dados, ao final do mês de janeiro de 2007: R$ 1.200.000,00 R$ 60.000,00 R$ 20.000,00 R$ 10.000,00

Receita Bruta de Vendas Descontos Incondicionais Concedidos (N.Fiscal) Devolução de Vendas Perda na Venda de Bens do Ativo Imobilizado

Considerando apenas as informações apresentadas e sabendo que a alíquota do PIS/PASEP é de 0,65% para as empresas tributadas pelo lucro presumido, o valor da contribuição, devido em janeiro de 2007, em reais, monta a: (A) 7.215,00 (B) 7.280,00 (C) 7.345,00 (D) 7.670,00 (E) 7.800,00

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6.

Uma empresa comercial tributada pelo lucro real apresentou as seguintes informações no mês de outubro de 2005: Em reais Estoque Inicial 20.000,00 Compras de Mercadorias 100.000,00 Estoque Final 30.000,00 Vendas de Mercadorias 200.000,00 Despesas com Energia Elétrica 20.000,00 Receitas Financeiras 2.000,00 Despesas Financeiras 3.000,00

Sabe-se que a alíquota da Cofins para as empresas que estão no método cumulativo é de 3% e de 7,6% para as empresas obrigadas a utilizar o método não cumulativo. Com base apenas nas informações apresentadas e na legislação tributária vigente, a Cofins devida pela empresa referente ao mês de outubro de 2005 será, em reais: (A) 6.000,00 (B) 6.060,00 (C) 6.080,00 (D) 6.840,00 (E) 6.992,00

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Retenção de Impostos na Nota Fiscal

Rendimentos Pagos a Pessoas Jurídicas Alíquota de 1,5% Serviços constante da lista de serviços - art. 647 do RIR/99. Exemplos: advocacia; análises técnicas; consultoria; desenho técnico; elaboração de projetos; engenharia (exceto construção de estradas, pontes, prédios e obras assemelhadas); geologia. Alíquota de 1,0% Prestação de serviços de limpeza, conservação, segurança, vigilância e por locação de mão-de-obra - art. 649 do RIR/99 Outros serviços a alíquota de 1,5% Mediação de negócios, propaganda e publicidade art. 651 do RIR/99. Pagamentos a cooperativas de trabalho e associações profissionais ou assemelhadas art. 652 do RIR/99 .

Através da Lei 10.833 de 29/12/2003, as pessoas jurídicas que efetuarem pagamentos a outras pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância transporte de valores e locação de mão-de –obra, pela prestação de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais, estão sujeitas a retenção na fonte da Contribuição social (1%), da Cofins (3%) e da Contribuição para o PIS/PASEP (0,65%)

Contabilização das retenções

Serviços prestados Retenções IRRF 1,5% CSLL 1% Pis 0,65% Cofins 3%

100.000

Débito DR IRRF Pis a compensar Cofins a compensar 93.850 1.500 650 3.000 Receita

Crédito 100.000 650

1.500 1.000 650 3.000 93.850

Pis a pagar

Cofins a pagar

3.000

CSLL a compensar
Despesa c/ Pis

1.000
650

Líquido a pagar

Despesa c/ Cofins

3.000

Total

103.650

Total

103.650

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Outros Assuntos Pertinentes

Diferencial de Alíquota Haverá complementação do imposto na entrada no estabelecimento do contribuinte de mercadoria recebido de outro estado e for destinado a consumo ou ativo imobilizado. O imposto a pagar será o valor resultante da aplicação do percentual equivalente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sobre o valor da operação. (§ 2º da LC 87/96) Exemplo: RJ vende para SP (consumidor final) mercadoria para uso e consumo no valor de R$ 1.000, NF RJ = 100 x 12% = 12 (estado produtor) – SP é contribuinte de ICMS, mas compra para consumo final, ou seja, não revenderá o produto. SP – Cálculo do diferencial de alíquota = 100 x 18% = 18 Diferencial de alíquota: Diferença a ser recolhida de ICMS por SP = 6 (estado consumidor)
Adriana Valente 128

Substituição Tributária
Etapas: Indústria vende por = 1.000 Atacado vende por = 1.300 Varejo vende por = 1.500 Margem / valor agregado da etapa inicial a final = 50%

Nos produtos sujeitos à substituição tributária, a indústria recolhe o ICMS antecipadamente, considerando toda a cadeia, e repassa o valor na NF.

Indústria recolhe antecipadamente R$ 270 (180 + 90) 180 é da própria indústria 54 é do atacado 36 é do varejista
Adriana Valente 132

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Substituição Tributária
Indústria vende para atacado = 1.000 + 90 (ICMS pago antecipado pela indústria) = 1.090 O atacadista está pagando de ICMS: 54 + 36 = 90 ICMS do atacadista: 54 ICMS do varejista: 36 Atacado vende para o varejista = 1.300 + 36 (pago antecipadamente pelo atacadista) ICMS do varejista = 36

Varejista vende para o consumidor final = 1.500

O Estado recebeu antecipadamente R$ 270 Indústria R$ 180 Atacadista R$ 54 Varejista R$ 36
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- ICMS A Cia. São Caetano é uma indústria de biscoito localizada na cidade do Rio de Janeiro e vende seus produtos para a Cia. Diadema, que é uma empresa comercial varejista, localizada no mesmo estado. A Cia. São Caetano vendeu sorvetes para a Cia. Diadema por R$ 2.000,00 mais um frete de R$ 200,00, com um desconto incondicional de R$ 50,00, além da inclusão do ICMS Substituição Tributária. Sabe-se que a alíquota de ICMS para sorvete, no Estado do Rio de Janeiro, é de 20% e que a margem de lucro definida em lei, para fins de substituição tributária, é de 30%. O ICMS Substituição Tributária que será recolhido pela Cia. São Caetano, referente à venda para a Cia. Diadema, em reais, será: (A) 117,00 (C) 129,00 (E) 142,00 (B) 120,00 (D) 132,00

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