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Engrenagens

Engrenagens

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Elementos de máquinas
Elementos de máquinas

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Elementos de Transmissão
de Potência
Visão Geral do curso
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Formas de Transmissão
Eixos mecânicos
Hidráulica/Pneumática
Elétrica
Correias e correntes
Engrenagens
Rodas de atrito
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
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FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Principais componentes
Engrenagens:
Muito eficientes, compactas, operam de maneira suave, transmissão
constante, podem ser ruidosas, sem deslizamento
Correntes:
Sem deslizamento, vida útil longa, ruidosa, necessita lubrificação,
compacta
Correias:
Flexíveis, silenciosas, rendimento baixo, baratas, sem lubrificação,
vida curta, permite variar a velocidade, desliza, absorve impactos
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Engrenagens
Classificação
Dimensionamento
Rendimento
Nomenclatura
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Engrenagens Cilíndricas
Dentes Retos Dentes Helicoidais
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Engrenagens
Cônicas
Parafuso sem fim
e coroa
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Transmissão por correias
Modo de Trabalho
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Transmissão por correias
Tipos
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
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INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Transmissão por correntes
Corrente de roletes
Engrenagens
Elementos de Transmissão
de Potência
Parte I - Engrenagens
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Erb Lins
Engrenagens
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA
Engrenagens
Órgãos de máquinas que transmitem movimento de um
eixo para outro, por meio de rodas com dentes que
entram sucessivamente em contacto uns com os outros
Engrenagens
Características
• Compactas
• Amplamente utilizadas
• Necessárias para uma mudança de velocidade ou torque
• Pela utilização corriqueira, a forma do dente é generalizada
(padronizada) para garantir uma boa cinemática
• Operam de maneira suave
• Transmissão constante
• Podem ser ruidosas
• Sem deslizamento
• Durabilidade
Engrenagens
Aplicações
• Redutores de velocidade
• Caixas de marcha
• Diferenciais
• Transmissão com sincronismo entre eixo (Árvore de manivelas/Eixo
de válvulas)
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos
(Spur Gear)
• É o tipo de engrenagens mais simples e mais comum.
• Transmite movimento entre eixos paralelos.
• Dentes paralelos ao eixo de rotação.
• O rendimento é alto, podendo chegar a 98-99%.
• Em altas velocidades apresenta problema de ruído.
• As cargas transmitidas aos eixos são
apenas radiais. Exige mancais que suportem
apenas esse tipo de carregamento.
• Admitem grandes relações de
transmissão.
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas de Dentes
Helicoidais (Helical Gear)
• Menos ruidosas que as
engrenagens cilíndricas de dentes
retos.
• Dentes inclinados com o eixo de
rotação.
• Podem transmitir movimento entre
eixos paralelos ou não paralelos.
• Mais caras
• Cargas e velocidades elevadas
• Carregamentos axiais
• Alto rendimento/relação de
transmissão
Engrenagens
Engrenagens Cônicas de Dentes retos
(Bevel Gear)
• Dentes em superfícies cônicas.
• Dentes podem ser retos ou em
espiral.
• As engrenagens cônicas são
montadas em eixos que se
interceptam.
• Estes podem ser ou não
perpendiculares.
• Velocidade e relação de
transmissão restritas
Engrenagens
Engrenagem-Parafuso sem fim (Worm
Gear)
• É constituído por parafuso sem fim e uma
roda dentada especial. Tal como um
parafuso, também pode possuir mais que
uma rosca.
• Usado para razões de velocidades
elevadas.
• Tem uma eficiência de transmissão
elevada.
• Transmite movimento entre eixos que não
sejam paralelos nem se interceptem.
• Baixo rendimento
Engrenagens
Cilindros de Contato
• A maneira mais simples de transferir
movimento rotativo entre eixos
• Realizam a mudança de velocidade
• Dependem da fricção no ponto de contato
• Baixo torque
• Possibilidade de deslizamento
Interno
Externo
Engrenagens
Razão velocidade e Torque
• Razão entre as velocidades angulares/Relação de transmissão
out in
v
in out
r
m
r
ω
ω
= = ±
Leva em conta os
acoplamentos interno e externo
• Razão de torque
in in in out out out
out in out
in out in
P T T P
P r
P r
ω ω
ω
ω
= = =
= = ±
São medidos na circunferência
primitiva
in out
r e r
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas de Dentes Retos
Sentidos de rotação
Engrenagens
1 2 4
1 2 3
4 5 3
... C C C
ω ω ω
ω ω ω
= = =
Conjunto de Engrenagens
• A razão entre as velocidades angulares de todas as
engrenagens do conjunto permanece constante
1
ω
2
ω
3
ω
4
ω
5
ω
Engrenagens
Lei Fundamental do Engrenamento
• A normal comum entre os perfis dos dentes em contanto de
deve passar por um ponto fixo, posicionado na linha de centro
das duas engrenagens
• O perfis dos dentes em contato devem ser conjugados (curva
evolvente)
• A velocidade angular não se altera durante o engrenamento
Engrenagens
Lei Fundamental do Engrenamento
• A normal comum entre os perfis dos dentes em contanto de
deve passar por um ponto fixo, posicionado na linha de centro
das duas engrenagens
Engrenagens
Lei Fundamental do Engrenamento
• A normal comum entre os perfis dos dentes em contanto de
deve passar por um ponto fixo, posicionado na linha de centro
das duas engrenagens
Engrenagens
Lei Fundamental do Engrenamento
• O perfis dos dentes em contato devem ser conjugados
(curva evolvente)
• O círculo de base pode não coincidir com o diâmetro de
raiz da engrenagem
Engrenagens
Lei Fundamental do Engrenamento
• O perfis dos dentes em contato devem ser conjugados (curva
evolvente)
Engrenagens
Mudança da distância entre centros
• Há uma
distância ideal
entre os
centros
• Se as curvas
forem
evolventes,
não há
mudança da
razão de
velocidades
Engrenagens
Ângulo de Pressão
• É o ângulo entre o eixo de transmissão e a direção da
velocidade no ponto de contato
Engrenagens
Ângulo de Pressão
• Muda de acordo com a distância entre centros
• Poucos valores padronizados
Engrenagens
Interferência
É o contato entre os dentes fora da região do perfil evolvente
• O corte de material nesta região enfraquece o dente
• Pode ser evitado não se usando engrenagens com
poucos dentes
Engrenagens
Interferência
Interferência ocorrerá se
( )
( )
( )
2 2
2
2
2
1 2 ;
1 2
2
;
p
p
k
N m m m sen Par de engrenagens
m sen
k
N Pinhão cremalheira
sen
φ
φ
φ
< + + +
+
< −
Engrenagens
Interferência
Engrenagens
Backlash
• Problema durante a reversão de sentido
• Vibração e desgaste podem ocorrer se a folga for demasiada
• Em caso de folga zero, a transmissão encrava
Engrenagens
Nomenclatura
Engrenagens
Nomenclatura
Engrenagens
Nomenclatura
Engrenagens
Nomenclatura
Engrenagens
Passo diametral
• Para ter um engrenamento adequado, o passo diametral deve
ser o mesmo para todo o conjunto de engrenages
p
c
d
p
N
π
=
1
d
p
N
p
d M
= =
Número de dentes por mm
Engrenagens
Diâmetros primitivos e de base
c c
p p
d mN
d mN
=
=
Diâmetros primitivo
cos
cos
bc c
bp p
r r
r r
φ
φ
=
=
Raio círculos de base
cos
cos
bc c
bp p
p p
p p
φ
φ
=
=
Passo dos círculos de base
d
p m
N
π π = =
passo primitivo (circular pitch)
Engrenagens
Razão velocidade e Torque
• Razão entre as velocidades angulares
out in in
v
in out out
r N
m
r N
ω
ω
= = ± =
• Razão de torque
in in in out out out
out in out out
in out in in
P T T P
P r N
P r N
ω ω
ω
ω
= = =
= = ± =
O torque obtido é
proporcional ao número
de dentes
baixa rotação => alto torque e alta rotação => baixo torque
Engrenagens
Módulo
• Representa o
tamanho do dente
em milímetros
Tamanhos
padrozinados
Engrenagens
American Gear Manufacturers
Association (AGMA)
• Define os padrões para a fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Raio de ação
2 2
,
2 2
,
( cos )
( cos ) sin
ext p p
ext g g
Z r r
r r C
φ
φ φ
= −
+ − −
Engrenagens
Razão de Contato
É o número de dentes em contanto simultaneamente em um par de
engrenagens
1 ( / )
min( ) 1, 2
1, 4
p
p
p
m contato afastamento coincidente
m
m preferível
=
=

cos
p
b
Z Z
m
p mπ φ
= =
Engrenagens
Exercício
Um par de engrenagens de dentes retos (19d e 37d) tem
módulo=4 e ângulo de pressão=20. Calcular
a) A relação de transmissão
b) Passo dos diâmetros primitivo e de base
c) Diâmetros primitivos
d) Distancia entre centros
e) Altura do dente
f) Folga no fundo
g) Diâmetros externos
h) Razão de contato
i) Novo ângulo de pressão e razão de contato, caso a distância entre centros
aumente 2%.
Engrenagens
Exercício
Um par de engrenagens de dentes retos tem módulo=10 e ângulo
de pressão=14,5º. O diâmetro primitivo do pinhão é de 16 cm
sendo 3:2 a relação de transmissão calcular:
Engrenagens
Trem de engrenagens (Gear trains)
É o conjunto de duas ou mais engrenagens acopladas
• Podem ser simples, compostos ou
epicíclicos
• Duas engrenagens acopladas é o
caso mais simples
Engrenagens
Trem de engrenagens Simples
• Cada eixo tem apenas uma engrenagem
• É válido para a alteração da direção de rotação
• Mais do que duas engrenagens entre a entrada e
saída é supérfluo
• Limitada a uma relação de transmissão menor que
1:10
Relação de transmissão
3 2 4 2
3 4 5 5
N N N N
r
N N N N
| | | | | |
= − − − = −
| | |
\ ¹ \ ¹ \ ¹
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto
• Pelo menos um eixo tem mais de uma engrenagem
• Altas relações de transmissão
• Relação de transmissão
2 4
3 5
N N
r
N N
| || |
= − −
| |
\ ¹\ ¹
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto
• Relação de transmissão generalizada
.
.
Produto no de dentes nas engrenagens motoras
r
Produto no de dentes nas engrenagens movidas
= ±
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (arranjos)
Não-revertido (eixos não coincidentes)
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (Arranjos)
Revertido (eixos coincidentes)
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (arranjos)
Exercício
• Projete um trem de engrenagens com redução de
135:1 em arranjo não revertido. Calcule a distância
entre os eixos de entrada e saída se o módulo = 4mm.
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (arranjos)
Exercício
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (arranjos)
Exercício
• Projete um trem de engrenagens com redução de 18:1
em um arranjo revertido
Engrenagens
Trem de engrenagens Composto (arranjos)
Exercício
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Como obter a saída deste sistema, se o eixo da engrenagem planeta
esta em movimento?
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Aplicações
Engrenagens
Relação de transmissão
Trem de engrenagens epicíclicos
L A F
F A L
N
e
N
ω ω
ω ω

= = ±

: rotação da primeira engr.
: rotação da última engr.
: rotação do braço
F
L
A
ω
ω
ω
Engrenagens
Trem de engrenagens epicíclicos
Exercício
Calcule a direção da rotação do
braço e da engrenagem 4 se a
rotação da engrenagem 2 é de
50rpm e a engrenagem anel é fixa.
Engrenagens
Diferencial
differential.swf
Engrenagens
Diferencial
1 2
2
roda roda
V V C + =
Engrenagens
Diferencial
1 2
2
roda roda
V V C + =
Engrenagens
Diferencial
1 2
2
roda roda
V V C + =
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Fabricação de Engrenagens
Engrenagens
Materiais
Ferro Fundido: Menos ruidosas que as de aço inox. Alta resistência à flexão.
Boa durabilidade superficial. Mais barato.
Aços Inox com ligas de:
Níquel – Facilita a execução da tempera e aumenta a resistência à tração e à
fadiga, sem reduzir a plasticidade e a resiliência.
Cromo – Facilita a execução da tempera, aumentando a dureza, ou seja, a
resistência aos esforços e ao desgaste, mas dá-lhe mais fragilidade.
Molibdênio – Concede aos aços uma textura fina, pelo que também lhes aumenta
a dureza, mantendo a plasticidade.
Níquel+ Cromo + Molibdênio –melhores resultados
Bronze: Material não ferroso.
Plásticos:
Nylon – Resistência ao desgaste. Baixo coeficiente de atrito. Baixo ruído. Não
necessitam de lubrificação quando a baixas cargas.
Engrenagens
Qualidade
Engrenagens
Força em engrenagens de dentes retos
Engrenagens
Força em engrenagens de dentes retos
Engrenagens
Força em engrenagens de dentes retos
Exercício
Calcule o torque e as cargas transmitidas nos dentes de
engrenagem no trem mostrado na figura. Encontre os
diâmetros das engrenagens e as componentes médias e
alternantes de carga transmitida em cada engrenagem.
Dados:
P
p
= 30hp / 2000rpm
Razão do trem: 2,5:1 ângulo de pressão=20
0
mod=5mm
N
p
=18d
N
i
=25d
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas de Dentes
Helicoidais (Helical Gear)
• Menos ruidosas que as engrenagens
cilíndricas de dentes retos.
• Dentes inclinados com o eixo de
rotação.
• Podem transmitir movimento entre
eixos paralelos ou não paralelos.
• Mais caras
• Cargas e velocidades elevadas
• Carregamentos axiais
• Alto rendimento/relação de transmissão
Engrenagens
• Engrenagens Cilíndricas de dentes helicoidais
Engrenagens
• Engrenagens Cilíndricas de dentes helicoidais
Engrenagens
Engrenagens de dentes helicoidais
Engrenagens
Engrenagens Cilíndricas de dentes helicoidais
Proporções para dentes padronizados
Engrenagens
Engrenagens de dentes helicoidais
Engrenagens
Forças em engrenagens Cilíndricas de dentes helicoidais
Engrenagens
Força em engrenagens cônicas
Exercício
Calcule as forças em uma engrenagem helicoidal com 20
dentes, modulo normal = 5mm, ângulo de hélice 25º e
ângulo de pressão de 20º
Potência = 1,5Hp
Rotação = 900rpm
Engrenagens
Engrenagens Cônicas
Dentes Dentes retos retos Dentes Dentes espirais espirais
Hipoidais Hipoidais
• Ângulo de pressão mais comum: 20
º
• Limite: 10:1 (5:1 em alguns casos)
• Retas: limitadas a velocidades menores que 10m/s
• Espirais: silenciosas, uso em velocidades menores
que 40m/s
Engrenagens
Engrenagens Cônicas de dentes retos
– O passo deve ser medido na extremidade maior do dente
– O passo circular e diametral são calculados da mesma forma
que para engrenagens retas
Engrenagens
Ângulo primitivo pinhão
Ângulo primitivo coroa
Engrenagens Cônicas de dentes retos
/ 3
p g
r r
L
sen sen
F L
γ
= =
Γ
<
tan
G
P
N
N
Γ =
tan
P
G
N
N
γ =
Aproximação de Tredgold
Engrenagens
Forças em Cônicas de dentes retos
Engrenagens
Força em engrenagens cônicas
Exercício
Calcule as forças em um par de engrenagens cônicas
com redução de 3:1 sendo o número de dentes do
pinhão igual a 23, transmitindo 1,5hp a 1200rpm
Engrenagens
Engrenagem-Parafuso sem fim (Worm
Gear)
• É constituído por parafuso sem fim e uma roda
dentada especial. Tal como um parafuso,
também pode possuir mais que uma rosca.
• Usado para razões de velocidades elevadas.
• Tem uma eficiência de transmissão elevada.
• Transmite movimento entre eixos que não
sejam paralelos nem se interceptem.
• Baixo rendimento
• Auto-travamento
Engrenagens
Engrenagens e parafuso sem fim
Engrenagens
• Forças em engrenagens e parafuso sem fim
Engrenagens
Força em parafuso sem-fim e coroa
Exercício
Um parafuso com diâmetro de 60mm, avanço de ¾’ e 2
entradas transmite 10hp a 800rpm a uma coroa com 90
rpm. O ângulo de pressão é de 20º e o coeficiente de
atrito é 0,1. Calcule as forças nesse sistema.
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Falha por fratura
Pontos de
máxima
tensão
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Falha por fratura
• Causadas pela tensões de flexão na raiz do dente
• Engrenagens podem ser projetadas para vida infinita
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Falha superficial (crateração)
• Causadas pela tensões de contato na superfície do dente
• Modo mais comum de falha
• Impossível evitar
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmula de Lewis
2
6
: Força transversal
: Distância da base ao ponto de aplicação da força
: Espessura na base do dente
: Largura do dente
t
t
Wl
Ft
W
l
t
F
σ =
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmula de Lewis
6
: Módulo
: Fator de forma de Lewis
primeira aproximação
para : 8 16
t
W
F mY
m
Y
F m F m
σ =
< <
Considerações:
• Razão de contato = 1
• Despreza a componente radial
do carregamento
• Concentração de tensões no pé do dente
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmulas de Tensão AGMA
• Levam em conta diversos efeitos não considerados na teoria em sua
forma original
• Consideram os efeitos de flexão e de tensões de contato
• Adequadas para perfis evolventes
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator Geométrico de resistência a flexão
: Fator dinâmico
: Fator de distribuição de carga
1
: Fator de aplicação
: Fator de tamanho
: Fator de espessura da borda

v
m
t
a m s b I a
v
s
b
I
J
K
K
W
K K K K K K
F mJ K
K
K
K
σ =
: Fator de ciclo de carga
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmulas de Tensão AGMA
Considerações:
• Razão de contato = 1 a 2
• Não há interferência
• Nenhum dente pontudo
• Há folga no engrenamento
• Filetes de raiz padronizados
• Despreza forças de atrito
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator Geométrico de resistência a flexão J
• Leva em conta a forma do dente no cálculo da resistência a
flexão
• Tabelas ou uso do algoritmo da norma da AGMA
• Carregamento na ponta do dente ou HPSTC
Engrenagens
: Fator Geométrico de resistência a flexão J
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator dinâmico
v
K
• Leva em conta as cargas de vibração geradas pelo impacto
entre os dentes (erros de transmissão)
• Diretamente relacionado à qualidade da engrenagem
( )
2/ 3
200
=
50 56(1 )
12
6 11
4
B
t
v
v
v
A V
K
A
A B
Q
B Q
| |
+
|
|
\ ¹
= + −

= ≤ ≤
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator dinâmico
v
K
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator de distribuição de carga
m
K
• Considera os efeitos de desalinhamento dos eixos e desvios na
forma dos dentes
• Também chamado de fator de largura da face
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator de distribuição de carga
m
K
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator de aplicação
a
K
• Variação no carregamento aplicado nas engrenagens
• Cargas dinâmicas/choques na transmissão
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
• Leva em conta as diferenças entre o tamanho das engrenagens
de teste e as de trabalho
1, 0 engrenagem comum
1, 5 em alguns casos
s
s
K
K
=
<
: Fator de tamanho
s
K
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
: Fator de espessura de borda
b
K
Engrenagens
• Engrenagens fabricadas com anéis em vez de
um disco sólido
• Leva em conta possíveis falhas ao longo da
borda
Cálculo do fator de recuo:
Fórmulas de Tensão AGMA
R
B
t
t
m
h
=
: Fator de espessura de borda
b
K
2 3, 4 0, 5 1, 2
1, 0 1, 2
b b B
b B
K m m
K m
= − + ≤ ≤
= ≥
Engrenagens
Fórmulas de Tensão AGMA
• Leva em conta a variação do carregamento alternante em
Engrenagens intermediárias
1, 0 engrenagem não vazia
1, 42 engrenagem vazia
I
I
K
K
=
=
: Fator de ciclo de carga
I
K
Engrenagens
• Dimensionamento de engrenagens
Exercício
Um pinhão cilíndrico de 17 dentes roda a 1800 rpm e transmite 4Hp
para uma engrenagem com redução 1:3. A montagem é aberta. O
pinhão é feito de aço grau 1, com dureza de 240HB. A coroa é do
mesmo material. O carregamento é suave. Assuma uma vida de
10
9
e confiabilidade de 0,90. Encontre o fator de segurança para
flexão e desgaste.
Engrenagens
• Tensões em engrenagens de dentes retos
Fórmulas de Tensão Superficial AGMA
• Considera as tensões Hertzianas (de contato)
• Velocidade no contato
• Raios de curvatura dos dentes
• Acabamento
Engrenagens
Fórmulas de Tensão Superficial AGMA
: Fator geométrico de superfície
: diâmetro de referência da menor eng.
: Fator dinâmico
: Fator de distribuição de carga
: Fator de aplicação
: Fator de tamanho
:
v
m
t
c p v a m s f a
s
f
I
d
C
C
W
C C C C C C C
F I d
C
C
σ =
Fator de acabamento superficial
: Coeficiente elástico
p
C
Engrenagens
Fórmulas de Tensão Superficial AGMA
: Fator geométrico de superfície
: diâmetro de referência da menor eng.
: Fator dinâmico
: Fator de distribuição de carga
: Fator de aplicação
: Fator de tamanho
:
v
m
t
c p v a m s f a
s
f
I
d
C
C
W
C C C C C C C
F I d
C
C
σ =
Fator de acabamento superficial
: Coeficiente elástico
p
C
Engrenagens
Fórmulas de Tensão Superficial AGMA
cos
1 1
p
p g
I
d
φ
ρ ρ
=
| |
±
|
|
\ ¹
• Leva em conta os raios de curvatura dos dentes e o ângulo de
pressão
: Fator geométrico de superfície I
( ) ( )
2 2
cos cos
p p p
g p
r m r m
Csen
ρ φ π φ
ρ φ ρ
= + − −
= ∓
• Leva em conta acabamentos grosseiros
Normalmente
: Fator de acabamento superficial
f
C
1
f
C =
Engrenagens
Fórmulas de Tensão Superficial AGMA
: Coeficiente elástico
p
C
Necessário para considerar as
diferenças entre os materiais em
contato
1/ 2
2 2
1 1
p g
p
p g
C
E E
ν ν
π

(
| |
− −
= +
( |
|
(
\ ¹
¸ ¸
Engrenagens
Resistência à fadiga
• Além de calcular a tensão nos pontos de contato e na raiz do
dente, é necessário calcular quantos ciclos de carga, qual a
confiabilidade e o fator de segurança para a engrenagem em
serviço.
• A resistência à fadiga pode ser avaliada a partir dos dados de
ensaio da AGMA.
• Os dados estão disponíveis para 10
7
ciclos de carga e 99% de
confiabilidade
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
Fórmula de correção para a
resistência à fadiga de contato
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
Fórmula de correção para a
resistência à fadiga de flexão
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
: Resistência à fadiga corrigida
: Resistência à fadiga
f
f
S
S

Dada para 99% de
confiabilidade, 10
7
ciclos,
temperatura ambiente
, : Fator de vida
, : Fator de temperatura
, : Fator de confiabilidade
: Fator de dureza
L L
T T
R R
H
K C
K C
K C
C
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
: Resistência à fadiga de flexão
fb
S

Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
: Resistência à fadiga de contato
fc
S

Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
Necessário para corrigir a resistência para um carregamento diferente de 10
7
ciclos
: Fator de vida (flexão)
L
K
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
: Fator de vida (contato)
L
C
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
Leva em conta mudanças da temperatura de trabalho
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
, : Fator de temperatura
T T
K C
460
620
F
T T
T
K C
+
= =
Somente para aços
Temperatura T
F
em
0
F
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
Leva em conta confiabilidades diferentes de 99%
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
, : Fator de confiabilidade
R R
K C
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
• Considera o engrenamento e a dureza superficial
• Aplicável quando os dentes do pinhão são mais duros que da coroa
• Somente considerado para a análise da coroa
L H
fc fc
T R
C C
S S
C C

=
L
fb fb
T R
K
S S
K K

=
: Fator de razão de dureza
H
C
1, 2 0
1 ( 1) 1, 2 1, 7 0, 00898 0, 00829
1, 7 0, 00698
p
H G G G
g
A
HB
C A m m A m
HB
A
< =
¦
¦
= + − = = − = −
´
¦
> =
¹
Engrenagens
Critérios de resistência à fadiga
• Fator de segurança para flexão
( )
fb
fb
H
b
S
S
σ
=
• Fator de segurança para desgaste
( )
fc
fc
H
c
S
S
σ
=

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